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Preços dos alimentos e dos combustíveis batem recorde histórico ao redor do mundo. Eis os culpados
Após pandemia, trancamentos e guerras, aqui vai um resumo da encrenca

Dois anos após o início da Covid-19 e três meses após a invasão da Rússia à Ucrânia, já é possível ter um panorama do quão devastada ficou a economia mundial.

A Covid-19, como repetidas e insistentes vezes mencionadas aqui neste Instituto, gerou uma expansão monetária inaudita. Ao mesmo tempo em que proibiam o povo de trabalhar e produzir, governos do mundo inteiro, capitaneados pelos EUA, imprimiram e injetaram em suas respectivas economias um volume sem precedentes de dinheiro. 

Nos EUA, a oferta monetária mensurada pelo M2 — basicamente, todo o papel-moeda em poder de pessoas e empresas, mais todos os depósitos em conta-corrente, mais caderneta de poupança, mais depósitos a prazo com liquidez — disparou.

De janeiro de 2020 até hoje, a quantidade de dólares no mundo aumentou em quase 7 trilhões.

Sim, há 7 trilhões de dólares a mais hoje no mundo do havia em janeiro de 2020.

M2.png

Gráfico 1: evolução do M2 nos EUA

Observe que, no biênio 2020-21, a oferta monetária aumentou a mesma quantidade que havia aumentado no período entre janeiro de 2011 a dezembro de 2019. Ou seja, levou apenas dois anos para aumentar o mesmo volume que antes levava nove anos.

(A título de curiosidade, observe que, na crise financeira de 2008, ao contrário do senso comum, não houve nenhuma inflação monetária atípica).

Em termos percentuais, o aumento na quantidade de dólares de janeiro de 2020 até hoje foi de 42%. Em apenas dois anos. Em termos práticos, isso significa que praticamente a metade de toda a quantidade dólares existentes no mundo foi criada nos últimos dois anos.

Mas piora.

Além desta inaudita impressão monetária, o governo Biden aprovou um novo auxílio emergencial que, para se colocar em perspectiva, foi maior que o PIB brasileiro: equivalente a R$ 10 trilhões, ante R$ 8 trilhões de toda a produção de bens e serviços brasileira em um ano.

Mas não parou por aí. Também, em 2021, anunciou um plano de gastos para "gerar empregos, melhorar a infraestrutura pública e combater o aquecimento global". Custo total: US$ 2,3 trilhões. Na própria imprensa já estão dizendo que todo o pacote de estímulos custará, na verdade, US$ 4 trilhões.

E daí?

E daí que isto impactou diretamente nos preços dos alimentos e da energia.

Todo o mundo hoje está pagando mais caro na comida e nos derivados de petróleo por causa do governo americano. E do governo russo.

A relação entre commodities e dólares

Todas as commodities (de minério de ferro a petróleo, passando por aço, cobre, soja, trigo, milho, café, carne de boi, suco de laranja, açúcar) são precificadas em dólar no mercado internacional de commodities.

O valor de cada commodity, em dólares, é o mesmo para todos os países do mundo. O valor do barril de petróleo, do litro de gasolina e diesel, do quilo de soja, milho, trigo, arroz, leite, cacau, queijo etc. é o mesmo, em dólares, para EUA, Brasil, Alemanha, Japão e Sudão.

O país que exporta commodities irá exportá-las cobrando, em dólares, o valor vigente no mercado internacional. E o país que importa commodities irá importar pagando, em dólares, o valor vigente no mercado internacional.

Não há como escapar disso.

Consequentemente, se as commodities encarecem em dólares, não há mágica: todos os países serão afetados.

A população do país que importa commodities irá sofrer por ter de pagar mais caro em dólares. E a população do país exportador, por sua vez, também não será beneficiada, pois pagará o mesmo preço do resto do mundo — pelo óbvio motivo de que, se é possível vender para fora mais caro e vender para dentro mais barato, os produtores preferirão a primeira opção (você também faria isso, por mais que queira "sinalizar virtude").

Logo, quanto mais caras estiverem estas commodities em dólares, mais caras estarão estas commodities para todas as populações do mundo.

Sem escapatória.

Um giro pela encrenca

Os gráficos a seguir mostram a evolução dos preços, em dólares, das principais commodities alimentícias e energéticas do mundo.

As causas do atual encarecimento se devem tanto à expansão monetária ocorrida entre 2020 e 2021 quanto à guerra da Rússia na Ucrânia.

FAO.png

Gráfico 2: preços dos alimentos ao redor do mundo compilados pela FAO desde a década de 1960 (linha laranja: preços nominais; linha amarela: preços corrigidos pela inflação)

diesel.png

Gráfico 3: preço do litro do óleo diesel, em dólar

gasolina.png

Gráfico 4: preço do litro da gasolina, em dólar

gasnatural.png

Gráfico 5: preço do gás natural, em dólar

trigo.png

Gráfico 6: preço do trigo, em dólar

milho.png

Gráfico 7: preço do milho, em dólar

soja.png

Gráfico 8: preço da soja, em dólar

graos.png

Gráfico 9: índice de commodities em grãos da Dow Jones

O que já estava sendo pressionado pela expansão monetária tornou-se ainda pior com o cenário de guerra. A Rússia, como se sabe, suspendeu a venda da fertilizantes para o mundo. Rússia, Ucrânia e Bielorrússia são os maiores fornecedores. 

Igualmente, a Rússia é o quarto maior produtor de trigo do mundo e o maior exportador. A Ucrânia é o sétimo maior produtor e está entre os quatro maiores em embarques. Juntos, os dois países respondem por cerca de 30% das exportações mundiais de trigo. E ambos os países são grandes exportadores de milho para a China. E tornaram-se também grandes exportadores de óleo de soja.

O conflito afetou sobremaneira a exportação de commodities, fartas naquela região.

Para piorar, a Índia proibiu a exportação de trigo

Algo entre 50 e 60 milhões de toneladas de fertilizantes e cereais estão paradas nos portos russos e ucranianos, sem poderem ser exportados.

Como era de se esperar, os preços dos alimentos batem recorde histórico absoluto nos EUA, na Europa e no mundo. Na Argentina, metade da população já passa fome.

Nos EUA, o governo aparentemente passou a ignorar a agenda ESG e liberou o cultivo em áreas de preservação.

No front energético, a invasão da Rússia à Ucrânia apenas intensificou uma tendência que já vinha ocorrendo há anos: a oferta mundial de petróleo, que já vinha sendo artificialmente restringida pela radical agenda ambientalista ESG, ficou ainda mais restrita.

Muito antes de qualquer ameaça da Rússia à Ucrânia, este Instituto já vinha alertando como a agenda ESG estava afetando negativamente a oferta mundial de petróleo. O preço do petróleo já vinha escalando há anos, tendo sido apenas temporariamente interrompido pelos lockdowns mundiais adotados em 2020.

A invasão da Ucrânia apenas intensificou a tendência.

Atualmente, o que se sabe é que a Alemanha terá de racionar gás e combustíveis nos próximos meses. A Europa vai junto.

Também em abandono à agenda ESG, os alemães recentemente começaram a destruir uma floresta de 12 mil anos para extrair carvão.

Mais: Alemanha e Holanda irão explorar gás no Mar do Norte.

Como era de se esperar, os preços do diesel e da gasolina recentemente bateram recorde histórico absoluto nos EUA e na Europa.

Para concluir

Recentemente, Vladimir Putin disse que o grande culpado da alta inflação de preços no Ocidente é o governo americano, que imprimiu muitos dólares.

Errado ele não está — muito embora ele próprio também seja culpado, em decorrência de sua invasão da Ucrânia.

Deixando as ideologias e as paixões políticas de lado, um indivíduo minimamente sensato consegue entender que a carestia atual tem o seguinte roteiro:

1) Os lockdowns impostos pelos governos em resposta à Covid-19 levaram a um programa inaudito de expansão monetária. Os EUA lideraram o movimento. Todos os demais países do mundo tolamente copiaram (confira todos os detalhes aquiaqui e aqui). 

2) A impressão de 7 trilhões de dólares pressionou os preços das commodities, que começaram a encarecer em dólares.

3) A oferta de commodities energéticas, que já vinha sendo restringida pela agenda ESG, foi asfixiada pela guerra na Ucrânia, a qual também pressionou ainda mais as commodities alimentícias.

4) Em decorrência desta carestia, vários países passaram a banir a exportação de commodities, pressionando ainda mais os preços.

Estamos vivenciando uma aula, ao vivo e em tempo real, de como intervenções na economia — as quais começaram com "aquecimento global" e "fique em casa pela saúde" — geram consequências não-premeditadas e desastrosas.

A catástrofe é mundial. Nenhum país está blindado, e nenhum país tem como se proteger isoladamente.

Os indivíduos de baixa renda serão, é claro, os mais afetados pelas "elites bem-pensantes" que implantaram isso tudo.

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Leia também:

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É sempre interessante constatar como algumas pessoas se recusam a aceitar o sistema de preços

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Gargalos? Quebras nas cadeias? Não. A inflação geral de preços sempre é um fenômeno monetário


autor

Anthony P. Geller
é formado em economia pela Universidade de Illinois, possui mestrado pela Columbia University em Nova York e é Chartered Financial Analyst credenciado pelo CFA Institute.


  • Bruno Souza  06/06/2022 18:40
    Artigo crucial. Informações essenciais. Acaba de uma vez por todas com toda a politicagem do debate atual no Brasil.

    Candidato a presidente que vier com papinho fácil prometendo soluções simples e rápidas terá de apontar como fará para resolver isso.

    Deveria ser deixado no topo da página até o fim do ano.
  • Oscar Noguchi  06/06/2022 21:25
    Retornei ontem de Uruguaiana, fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. Faz fronteiras com Argentina e Uruguai.
    Segundo relatos do pessoal de lá, gente esclarecida e que conhece bem a região, a Argentina esta literalmente quebrada. Não há combustiveis...alimentos...A cidade de Libres ao lado de Uruguaiana vai virar cidade-fantasma...Tá ai o tal governo de reconstrução da esquerda. A Cristina, vice do atual presidente, já esta preparando o filho para se candidatar. Ela só entrou na chapa do atual presidente para garantir que não seria presa. Como parece que as coisas por lá também favoreceram ela, já pulou fora desse governo. e ainda tem gente que acredita nesse modelo.
  • Bruno Souza  06/06/2022 22:28
    E se continuarmos bobeando e bancando os isentões, esse modelo socialista-cleptocrático será importado para cá a partir de janeiro do ano que vem.

    O Barba, justiça seja feita, está sendo bem franco quanto às suas intenções, já tendo deixado cristalinas suas reais intenções de emular a Argentina. Não será por falta de aviso dele próprio.
  • Ronald "Ronnie" McCrea  06/06/2022 23:51
    Melhor um apocalipse zumbi do que só eles no banquete se engordando, rindo e esmagando tudo e todos os opositores, como é na Venezuela, Cuba, Argentina, China e Russia. Pelo menos no apocalipse zumbi, o problema é de todos.
  • Antonio Vasconcellos  09/06/2022 13:31
    Voces fazem muita confusão sobre os fatos reais que estão ocorrendo no mundo. No Brasil, a desvalorização da moeda, uma pessima politica do Bolzo, está destruindo a industria, aumentando a miseria, causa desemprego recorde, enfim é um desatre total. Na Argentina, que tambem desvaloriza a moeda, o desatre economico é total, igual ao Brasil do Bozo, embora lá seja governo de esquerda, e aqui governo de direita.
  • Bruno Souza  09/06/2022 14:59
    O problema desses oposicionistas é que os caras estão tão acostumados a repetir frases de efeito, sem se dar ao mais mínimo trabalho de checagem, que acabam passando vergonha.

    Desemprego recorde? Estamos no menor nível desde o primeiro trimestre de 2015:

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/brazil-unemployment-rate.png?s=bzuetotn&v=202205311508V20220312&d1=20150109&d2=20220609

    Já o número de pessoas trabalhando é recorde histórico absoluto:

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/brazil-employed-persons.png?s=brazilempper&v=202206041001V20220312&d1=19220704

    A taxa de participação da força de trabalho também é a maior da história:

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/brazil-labor-force-participation-rate.png?s=brazillfpr&v=202203181212V20220312&d1=19220704

    Indústria? Melhor momento desde 2012 (início da série histórica:

    d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/brazil-manufacturing-pmi.png?s=brazilmanpmi&lbl=0&v=202206011318V20220312&d1=19220704

    Ou seja: você falou 100% de mentiras.

    Vocês são tão desesperados que chega a dar até dó. É degradante debater com gente que não tem o mínimo preparo, pois só sabem proferir frases de efeito que foram adestradas a repetir.
  • Juliano  06/06/2022 18:45
    O gráfico da gasolina, do gás natural, do diesel e dos grãos estão lindos, e trazem paz ao coração...
  • Rafael  06/06/2022 19:37
    Acalme-se. Biden tem um plano...
  • Túlio  06/06/2022 19:01
    Na Argentina o pau tá quebrando, mas a imprensa brasileira, que bateu bumbo para a eleição do Fernandez (afinal, ele é anti-Bozo), esconde.

    Você tem de recorrer à internacional para ficar sabendo:

    www.dw.com/en/inflation-and-food-prices-fuel-social-tension-in-argentina/a-61801214
  • Régis  06/06/2022 19:08
    Quando começou a Covid e o governo argentino mandou trancar tudo, e anunciou que iria imprimir dinheiro e proibir demissões, a Vera Magalhães e a Miriam Leitão chegaram a escrever no Twitter que tinham inveja do povo argentino, pois lá sim "tinha um presidente".

    "Como deve ser bom ter um presidente" tornou-se o lema da esquerda brasileira no Twitter.

    Hoje eles parecem que "estão dando um tempo" no namoro.
  • Bruno Souza  07/06/2022 17:12
    Praticamente já acabou o diesel na Argentina, aquele país que a imprensa brasileira diz invejar por "ter um presidente!"

    www.nexofin.com/notas/1020007-desbastecimiento-de-gasoil-la-crisis-se-agrava-y-ya-son-19-las-provincias-que-registran-faltantes-n-/amp/
  • Alexandre  06/06/2022 19:17
    Não comungo da idéia, absolutamente. Mas diria um isolacionista após ler este artigo "melhor pagar mais caro na gasolina e no pão, que está enterrado e não poder pagar nem caro, nem barato em qualquer coisa".
  • Gusmão  06/06/2022 19:28
    Mas você está corretíssimo. É melhor pagar caro, mas ao menos ter esse algo, do que pagar barato e não ter.

    Ou seja, é melhor adotar preços livres e com isso garantir a oferta (de combustíveis e de alimentos) do que congelar preços e ficar sem nada.

    E isso não é isolacionismo nenhum. Ao contrário: é abertura e bom senso.
  • Artista Estatizado  06/06/2022 19:45
    Ué, e por que essa decisão se limita à COVID? Por essa lógica, deveriam ser proibidos os carros. Afinal, se você sai de casa e é atropelado e morto por um carro que apresenta uma falha mecânica, também nunca mais poderá comprar e nem fazer nada na vida. A mesma lógica valeria para qualquer risco (dica: mesmo dentro de sua casa você tem risco de morrer, se ela desabar)

    Se você tem medo da COVID, fique em casa trancado. Simples. Assim você nunca pegará. Eu, por exemplo, tenho medo de dirigir em estradas de mão simples à noite. Evito ao máximo. E arco com as consequências desse medo.

    A esquerda quer decidir coletivamente, através da violência legalizada, quais riscos as pessoas devem correr ou não, conforme a conveniência da estratégia política do momento. E como qualquer decisão coletiva, forçada na base do porrete, só pode gerar conflitos insolúveis. Quem deve decidir quais riscos quer correr ou não é o indivíduo.
  • Bernardo  06/06/2022 20:04
    Se por "isolacionistas" você se refere aos covidiotas que defendem lockdown, sem problema. Sua lógica até faz sentido.

    O que não dá, porém, é esses mesmos isolacionistas virem hoje fazer pose de indignação com os preços das coisas. Isso é o ápice da hipocrisia.

    Você ao menos foi coerente.
  • Gusmão  06/06/2022 21:27
    E eu que tinha entendido que ele estava falando "isolacionista" no sentido de protecionista. Bem que eu vi que a frase estava sem muita lógica. O problema, como sempre, está no português…

    De resto, quem defende lockdown, "fique em casa, a economia a gente vê depois", e impressão de dinheiro para bancar tudo isso não tem moral nenhuma para reclamar de preços.
  • Ruschel  06/06/2022 19:25
    Programa do governo do ex-presidiário apresentado hoje:

    1) Fim do Teto de Gastos.
    2) Revogação da Reforma Trabalhista.
    3) Legalização do Aborto.
    4) Expansão de cotas.
    5) Mais impostos para "ricos".
    6) Controle de preços.
    7) Estado como "indutor e coordenador da economia".
    8) Fim das privatizações e criação de estatais.
    9) Bancos públicos como principais agentes de crédito.
    10) Redução de emissões e transição energética.
    11) Política externa "sul-sul", globalismo.
    12) Combate à corrupção. (Risos)
    13) Regulação da mídia e combate às "fake news" e ao "ódio".
  • DeusOdeia  07/06/2022 21:18
    E qual a religião do ex-presidiário?
  • DeusOdeia  07/06/2022 21:21
    A forma do pessoal do Mises de enganar o seus leitores é a mesma de Paulo Kogos: Lançar algumas verdades absoluta para depois jogar uma mentirinha. O artigo foi excelente, com dados com bases lógicas, mas depois veio com a mentira que o aquecimento global é uma inverdade. Esperar o que de estúpido cristãos?
  • Nagib  08/06/2022 03:33
    Aquecimento global acabou em 2006. Você está atrasadíssimo. Hoje é "mudanças climáticas".

    Se você acredita em "aquecimento global", então você é um dos pouquíssimos do mundo. Parabéns pela ignorância orgulhosa. Poucos.
  • Anônimo  09/06/2022 19:25
    De acordo com a Globo, o aquecimento global existe e está causando uma "epidemia de mal súbito" entre pessoas menores de 40 anos...
  • Carlos Brodowski   08/06/2022 03:34
    Aquecimento global? Sério que ainda tem otário nessa vibe?
  • Ronald "Ronnie" McCrea  09/06/2022 00:36
    Agora é ''mudanças climáticas.'' Mudaram.
  • L Fernando  09/06/2022 22:05
    O que é uma verdade absoluta e uma verdade relativa?
    Nunca entendi isso.
  • Trader  06/06/2022 20:10
    Hoje quase ninguém se lembra, mas no primeiro semestre de 2008 também houve uma explosão mundial nos preços dos alimentos.

    E a causa era mesma: o dólar estava mundialmente fraco (em decorrência de anos da guerra no Iraque e da bolha imobiliária).

    A "sorte" é que, logo em julho, começou a crise financeira mundial, a recessão pegou o planeta inteiro, o dólar se fortaleceu, e os preços das commodities desabaram (o petróleo mergulhou de US$ 120 para menos de US$ 30 em poucos meses).

    Ou seja, o tempo passa, as causas pouco mudam.
  • Jeferson Vasquez  06/06/2022 23:36
    Mas na época não tinha peste chinesa pra avacalhar e descer o chicote no lombo de todo mundo usando essa doença como desculpa. De censuras a prisões. Isso aí. Nessa época não teve nada disso. Pelo menos não na escala de agora.
  • Felipe  06/06/2022 22:00
    "Consequentemente, se as commodities encarecem em dólares, não há mágica: todos os países serão afetados.

    A população do país que importa commodities irá sofrer por ter de pagar mais caro em dólares. E a população do país exportador, por sua vez, também não será beneficiada, pois pagará o mesmo preço do resto do mundo — pelo óbvio motivo de que, se é possível vender para fora mais caro e vender para dentro mais barato, os produtores preferirão a primeira opção (você também faria isso, por mais que queira "sinalizar virtude").

    Logo, quanto mais caras estiverem estas commodities em dólares, mais caras estarão estas commodities para todas as populações do mundo.

    Sem escapatória."


    Apesar disso, o Brasil conseguiu se dar bem com isso nos anos 2000 (2003-2011), porque naquela época o real estava em valorização mundial.

    Para ser justo, essa farra monetária começou ainda no governo Trump (assim como esses auxílios), agora o Biden quer continuar e intensificar, lembrando bem o Franklin Delano Roosevelt.

    "Muito antes de qualquer ameaça da Rússia à Ucrânia, este Instituto já vinha alertando como a agenda ESG estava afetando negativamente a oferta mundial de petróleo. O preço do petróleo já vinha escalando há anos, tendo sido apenas temporariamente interrompido pelos lockdowns mundiais adotados em 2020."

    Sim, estava em subida, mas após 2014 o preço do petróleo caiu e, até o fim de 2019, pode-se dizer que ele caiu consideravelmente ante os anos de, por exemplo, 2008 e 2011. O caso do gás natural é parecido, tanto que essa queda no gás após 2014 afetou bastante as reservas internacionais bolivianas.

    De todo modo, um ótimo artigo. Estamos num cenário de guerra mundial praticamente.

    Diante disso, a solução seria adotar algo como ouro ou Bitcoin como moeda internacional de troca (embora eu sei que isso não irá acontecer). Alguém sabe se é possível converter o preço do petróleo em Bitcoin e/ou ouro? Tentei no Trading View e não consegui.

    Agora, relacionado à escassez, temos o caso francês.

    A França está com escassez aguda de sementes de mostarda nos supermercados. O fenômeno é global, mas está grave para o país da forte culinária.

    Vi menções ao fato de o Canadá ter restringido as exportações da semente (mas não achei nenhuma fonte comprovando isso) mas, de todo modo, com a seca em 2021, houve uma forte queda na produção.

    O outro motivo sabido é que a Rússia e a Ucrânia são as principais exportadoras do produto e, com as sanções e restrições, a oferta mundial despencou.

    Todavia, vendo o relatório da OEC sobre os maiores exportadores da semente para a França, constam: Alemanha e Uruguai. Então o Canadá ocupa uma parcela pequena, só se em 2021 e em 2022 os parceiros comerciais se alteraram em participação.

    O último motivo, esse é interessante: o governo francês começou a banir pesticidas à partir de 2016 (embora eu tenha encontrado muitas informações confusas e difusas; achei essa e essa, tendo banido mais e mais pesticidas. Pelo que vi, alguns tipos de pesticidas estavam prejudicando as abelhas (não sei ao certo se é verídico, já que eu lembro da fraudulenta tese de que o DDT era destrutivo ao meio ambiente) e essa é uma das alegações. É até difícil de filtrar, porque tem muita propaganda ambientalista. E mesmo assim: se está havendo um extermínio de abelhas e estas polinizam muitos vegetais, no mínimo os preços desses vegetais deveriam explodir por causa disso, afinal a produção caiu abruptamente, inclusive os preços do mel e demais derivados feitos por abelhas. Agora, se está prejudicando os apicultores, é um problema de direitos de propriedade. O que a justiça resolveu sobre isso?

    Quem souber de fontes boas sobre, eu agradecerei.
  • Trader  06/06/2022 22:34
    O preço do petróleo caiu forte em 2015 porque o dólar se valorizou acentuadamente no período (o índice DXY foi de 80 para 100) em poucos meses. E bateu 104 no início de 2017.

    Em 2018, o petróleo encareceu bastante (greve dos caminhoneiros se deu neste cenário). Em 2019 voltou a arrefecer graças às brigas do Trump com a China (briga comercial é anti-crescimento econômico, o que leva a uma redução na demanda por petróleo).

    Depois o petróleo só fez subir.

    O atual arranjo é a tempestade perfeita: impressão monetária, pacote de gastos trilionários, agenda ESG fazendo efeito, e sanções e embargos aos países exportadores.
  • Felipe  07/06/2022 00:01
    Sabendo que o próprio Trump continuou com a proposta de aumentar a produção de petróleo com dutos novos e afins, isso com certeza melhoraria muito essa questão da alta no petróleo, partindo da premissa de que ele fosse reeleito. Pena que os tontos foram votar no Biden. Agora quem sabe não aprendem. Isso está sendo uma ótima campanha eleitoral para os republicanos.

    Aquele Acordo de Paris é um entulho. O Brasil, como sempre, assinando essas porcarias ambientalistas que só servem para aumentar o aparato regulatório estatal e de beneficiar corporações amigas do governo. A legislação ambiental brasileira é uma das mais duras do mundo (pode ver por exemplo o teor do biodiesel no Diesel brasileiro, que é o maior do mundo) e mesmo assim há governos mundo afora reclamando, assim como divulgadores científicos e parte da mídia aqui do Brasil. É uma pena ter tanto biólogo contaminado por essa tranqueira. Exceções honrosas são o Marco Batalha.
  • Victor  06/06/2022 22:36
    Muito interessantes suas informações sobre as sementes e as abelhas. Não sabia disso. Mas não é novidade que tamanha intervenção tenha dado cagada...
  • Estado máximo, cidadão mínimo.  06/06/2022 22:49
    Ontem assisti o video dessa moça que mora na Noruega. Mesma coisa. Alta de preços generalizada. Nos comentários, uma outra moça que vive na Alemanha disse que o país enfrenta a maior alta de preços dos últimos quarenta anos.

  • Ulysses  07/06/2022 03:00
    Quem sai da bolha e analisa o mundo lá fora, sem paixões, vê que a situação lá (em qualquer país da Europa) é MUITO pior do que aqui, tanto em termos de comida quanto de energia.

    E nem vou falar de crescimento econômico.
  • Felipe  07/06/2022 13:48
    Calma, a coroa norueguesa ainda não chegou ao patamar de peso argentino.

    No caso norueguês, não exatamente. Média da Zona do Euro. No Brasil.

    Em questão de energia, mais ou menos.

    No Brasil o acumulado entre janeiro de 2020 a abril de 2022 foi de 18,91 %.

    Na Zona do Euro, o acumulado no mesmo período foi de 17,34 %.
  • Carlos Alberto  07/06/2022 13:15
    Os preços altos na Noruega são o menor dos problemas. O problema lá é outro, e muito pior.

    Uma feminista vai pegar três anos de prisão? Motivo: disse que homens biológicos não podem ser lésbicas.

    Sério.

    www.zerohedge.com/political/norwegian-feminist-faces-three-years-prison-saying-biological-men-cant-be-lesbians

    Comparado a esta ditadura progressista global, o Brasil (ainda) é um paraíso.
  • Revoltado  07/06/2022 14:57
    Na terra do A-Ha nem é necessário tanto.

    Um sujeito que deseje contratar serviços de uma profissional do sexo, se pego, na melhor das hipóteses, paga uma multa salgada pela contravenção, ainda que esse seja solteiro e não traia a ninguém no processo.
    Reincidência é a garantia de receber um convite para fazer um curso de canário na penitenciária mais próxima, a exemplo da vizinha e ainda mais feminista Suécia.
  • Jeferson Vasquez  07/06/2022 18:33
    Voltemos a idade média.
  • Geraldo  06/06/2022 22:52
    Artigo de utilidade pública. Esses gráficos, por si sós, já desmontam completamante a narrativa da mídia e da militância anti-Bolsonaro (hoje ambos são a mesma coisa).
  • Estado máximo, cidadão mínimo.  06/06/2022 23:14
    Pelo visto, os hermanos ainda estão mandando bem na produção de trigo, o que pode mitigar um possível desabastecimento por aqui. Mas é certo que os preços vão aumentar mais ainda até o fim do ano.

    www.world-grain.com/articles/16368-argentina-sets-wheat-production-record
  • Alberto  06/06/2022 23:28
    O governo argentino tributa em até 33% a exportação de trigo.

    amp.larepublica.co/globoeconomia/argentina-sube-impuesto-a-exportacion-de-harina-y-aceite-soja-a-33-hasta-fin-de-ano-3326377

    Mais uma prova cabal de que tributar exportação com o intuito de restringi-la tem efeito zero sobre a tal "segurança alimentar" do povo.
  • Lucas  06/06/2022 23:34
    Óbvio. O governo aumentar impostos sobre a exportação significa punir a produção.

    Assim, ou o cara vai reduzir a produção ou vai simplesmente vender no mercado paralelo a um preço ainda maior (e sabendo que não tem concorrência de importado).

    A ajuda aos mais pobres foi nula, entraram menos dólares no país (pois o que era pra ser exportado não foi) e o trigo acabou sendo vendido mais caro para quem tem mais dinheiro.

    No final, aliás, os pobres foram o que mais perderam.
  • Bruno Souza  07/06/2022 02:57
    Aproveitando o tema, viram o gambito monstro que o Bozo deu hoje nos governadores na questão do ICMS?

    Resumo:

    Se governadores baixarem ICMS para 17%, governo federal propõe transferir recursos para todo corte de impostos feitos abaixo disto.

    Se zerarem do diesel, governo federal paga os 17%.

    E o governo federal ainda se dispôs a zerar PIS, COFINS e CIDE da gasolina e do etanol.

    Será o maior corte de impostos em relação ao PIB que o mundo já viu. E será bancado com outorga da Eletrobras e receitas extraordinárias.

    Já tem "liberau" no Twitter criticando redução de impostos!

    E a imprensa ficou em pânico, pois não tem onde bater e nem o que criticar. Se isso passar, um abraço. Lula fica de quarentena por mais cinco anos.
  • Felipe  07/06/2022 13:53
    Muito boa a proposta dele, o problema é que ele dar dinheiro para esses governadores espertões é recompensar a farra fiscal, como já vimos lá em 2020.

    Não tenho a mínima ideia se ele irá conseguir fazer isso. Eles precisam é mudar aquela gambiarra da LRF de "compensação de perda de arrecadação" (artigo 14). O ideal seria eles cortarem gastos, mas a maioria deles prefere aumentar impostos. E vão pedir o seu voto nesse ano. Eu acho que atualmente o Zema é um dos governadores que mais tem chance de reeleição pois, ainda que ele tenha seja um pandeminion, não ficou comprando briga gratuita contra o Bolsonaro.

    O Bolsonaro nesse ano tem lembrado mais o Trump com esse negócio de cortes de impostos. Até o AMLO fez recentes cortes de impostos sobre importações de alimentos. Enquanto isso, o sr. Fernández e sua nada invejável sanha estatista.
  • Felipe  07/06/2022 17:52
    Parece que causou um certo mau humor no mercado. É o problema do orçamento engessado e do artigo 14 da LRF.
  • Bruno Souza  07/06/2022 18:45
    Faria Lulers são bonecas chiliquentas. Basta sair um "Breaking News" no G1 ou na CNN Brasil, e eles se desesperam e saem vendendo tudo.

    Normal. Fizeram isso ao longo de todo o quarto trimestre de 2021, jurando que havia "descontrole fiscal". Guiaram-se por Miriam Leitão e saíram comprando dólar e vendendo bolsa como se não houvesse amanhã.

    Neste ano já devolveram tudo e levaram ferro. Quem foi na onda se estrepou. Compraram dólar a R$ 5,70 e venderam Ibovespa a 102 mil.

    Enquanto isso, gringo raspou tudo na promoção.

    Vai acontecer exatamente a mesma coisa agora. Quem tá com caixa e não é emocionado vai se dar bem.
  • Ex-microempresario  07/06/2022 15:47
    Quando o governo tira o imposto de uma coisa e compensa com dinheiro vindo de outro lugar, o nome disso é subsídio.

    Subsídio é que nem cachaça, cigarro ou cocaína: no começo é gostoso. Depois de um tempo, a dose normal não resolve mais e precisa aumentar. E depois, aumentar mais ainda. Para parar, é uma encrenca danada.

    O mundo acaba em outubro ou continua? E em 2023, 2024, 2025... ? Esse é meu medo. O Brasil tem faz tempo a mania de achar que o futuro só vai até a próxima eleição.
  • Tannhauser  07/06/2022 19:26
    Zerar o imposto de um produto não é subsídio.
  • Estado máximo, cidadão mínimo.  07/06/2022 09:05
    "E a imprensa ficou em pânico, pois não tem onde bater e nem o que criticar."

    Mas vão bater e criticar. Vão tentar achar alguma brecha na LRF ou na LDO e LOA deste ano. Vão acusar o bozo de estar dando pedaladas fiscais. Que o dinheiro que deixará de ser arrecadado com impostos vai deixar as criancinhas sem merenda nas escolas e os professores sem giz para usar na lousa.
  • Lucas  08/06/2022 00:33
    Já começou...

    -----
    Corte do ICMS pode tirar R$ 1 bilhão de USP, Unesp e Unicamp


    A limitação de alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transporte público deve causar uma perda anual de R$ 14,36 bilhões para o estado de São Paulo.

    Apenas na educação, o estado avalia que o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) deixaria de receber cerca de R$ 2,87 bilhões em São Paulo, caso o projeto de lei seja aprovado como está. A folha da Secretaria Estadual da Educação hoje é de R$ 1,2 bilhão.

    (...)

    Os cálculos (...) também apontam que as universidades públicas paulistas —USP, Unicamp e Unesp— devem ter perdas expressivas com a limitação de ICMS.

    Juntas, as três instituições podem deixar de contar com recursos estimados em R$ 1,03 bilhão por ano. A USP tem um orçamento de R$ 7,572 bilhões. Já a Unicamp tem orçamento de 3,787 bilhões; a Unesp, de R$ 3,788 bilhões, ainda segundo o governo estadual.

    Para os demais estados, a perda de arrecadação também pode colocar em risco o funcionamento das redes de ensino locais, diz nota do movimento Todos pela Educação.

    (...)

    Para a saúde, o impacto em São Paulo é estimado em R$ 1,29 bilhão —um valor que seria suficiente para financiar por dois anos o Instituto do Câncer ou seis hospitais de 200 leitos, ainda segundo cálculos da secretaria.

    Os R$ 9,17 bilhões restantes da perda estimada pelo governo paulista incluem recursos para a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e outros que servem para custear investimentos, ações e serviços nas áreas de segurança pública, assistência social, transportes e habilitação, entre outras.

    "Mexer no ICMS dessa maneira estrutural é uma irresponsabilidade. Quando o preço do petróleo começar a cair, a base de arrecadação dos estados terá sido erodida", diz o secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Felipe Salto.

    "É o governo federal querendo fazer uma medida que não vai afetar o preço para o consumidor, já que qualquer efeito vai ser corroído pela evolução no preço do petróleo. O que se fez foi eleger um inimigo, a culpa é dos governadores, mas os números não confirmam essa narrativa", complementa Salto.

    (...)

    www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/corte-do-icms-pode-tirar-r-1-bilhao-de-usp-unesp-e-unicamp.shtml
  • Felipe  08/06/2022 13:20
    A Flórida consegue se manter muito bem com uma alíquota de 7 % (diga-se de passagem, com infraestrutura muito melhor do que a paulista) e o governo paulista está reclamando de perdas, sendo que esse mesmo governo criou um problema fiscal ao proibir as pessoas de trabalhar, além de eles mesmos terem feito reforma administrativa e previdenciária. Sem contar que recentemente tivemos aumentos do ICMS, IPVA e demais taxas nesses anos.

    Eles que se virem. Se tem despesa obrigatória, que mudem isso, cria uma lei, faz alguma coisa. Sendo pragmático, não precisa de uma carga tributária medonha para manter essas universidades. Se precisa, então eles vão ter que mudar a estrutura orçamentária e abrir para o capital privado, como acontece com as universidades governamentais americanas.

    Eu até pensei em ver qual a composição dos gastos estaduais, mas o site deles é muito ruim (quem souber de algo, avise-me).


    "'Mexer no ICMS dessa maneira estrutural é uma irresponsabilidade. Quando o preço do petróleo começar a cair, a base de arrecadação dos estados terá sido erodida', diz o secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Felipe Salto."

    Enquanto isso não acontece, as pessoas mais pobres serão prejudicadas e irão pagar inchados impostos para vocês, já que não querem mexer no ICMS.

    "'É o governo federal querendo fazer uma medida que não vai afetar o preço para o consumidor, já que qualquer efeito vai ser corroído pela evolução no preço do petróleo. O que se fez foi eleger um inimigo, a culpa é dos governadores, mas os números não confirmam essa narrativa', complementa Salto."

    Não tem base nenhuma o que ele disse. Como que reduzir a carga tributária sobre os combustíveis não irá afetar o preço para o consumidor? E aí eu acho curioso que aí ele fala da evolução do preço do petróleo, enquanto lá atrás ele se mostrou preocupado de uma possível queda nos preços dos barris de petróleo.

    E na notícia inteira, ainda propuseram aumentar a CSLL para pornográficos 30 % (ou 20 %), dependendo da cotação do petróleo, com um fundo.

    Por isso que eu falo que o Brasil precisa fechar o banco central. Aí quero ver o que irão fazer para conseguirem se manter. Vai ter que ou pedir esmolas ao FMI e fazer uma reforma fiscal profunda a contragosto, ou irão ter que se virarem sozinhos.
  • Thiago  07/06/2022 12:30
    Somente o Bitcoin pode salvar a humanidade dessa tirania absurda.
  • Bruno Souza  07/06/2022 19:27
    Portos brasileiros estão lotados de fertilizantes.

    Fertilizers Piling Up at Brazil Ports Signal Further Price Drop

    www.bloomberg.com/news/articles/2022-06-07/fertilizers-piling-up-at-brazil-ports-signal-further-price-drop

    Preços de fertilizantes estão caindo nos portos brasileiros - chegou MUITO nas últimas semanas, após acordo do Bozo com a Rússia.

    Sobra fertilizantes no Brasil, enquanto o mundo procura e paga CARO.

    Já sabem: em outubro, é Bozo ou Barbárie.
  • Estudante  08/06/2022 00:58
    Foi graças ao BOlsonaro isso?
  • Felipe  08/06/2022 12:24
    Acho sim que ele deveria ter continuado a comprar com fertilizantes. Ele não, os indivíduos.

    Que culpa que o produtor russo tem pelas barbaridades que o Putin está fazendo? Não tem nenhuma.

    O problema é que hoje o estatismo (e coletivismo) está tão arraigado que as pessoas já associam os indivíduos diretamente a governos e burocratas.
  • André de Lima  08/06/2022 15:13
    Na boa, é bem isso mesmo. Não existe outra opção. Moro? Ciro? Lula? Marina Silva (ela deve vir... hahaha)? Os "isentos e puros" é que vão ferrar com tudo ou auxiliar na melhoria ínfima que estamos testemunhando durante esses 4 anos onde literalmente, eu nunca vi, um presidente apanhar tanto!
    Ele não é nem de longe o melhor, mas está muito longe disso, porém, na real, não tem outro! Os "puros" que se aprumem e usem o cérebro, porque os esquerdistas acéfalos e amebas ressuscitam até defundo pra ir votar. Eles não deixam de votar de jeito nenhum! Se os espertos e puros, que não se contaminam e "não querem fazer parte disso" ficarem com essa coisa de criança mimada, a chance do cachaceiro voltar é grande.
    Eu aprendi... Bozo é igual remédio ruim, se não tomar e engolir, a doença volta e dessa vez volta pra NUNCA MAIS SAIR, então o jeito é aceitar e tomar o remédio...
    Pelo menos é como eu vejo. Os colegas podem pensar como quiserem, isso AINDA É LIVRE POR AQUI.
  • Túlio  08/06/2022 15:19
    "Bozo é igual remédio ruim, se não tomar e engolir, a doença volta e dessa vez volta pra NUNCA MAIS SAIR, então o jeito é aceitar e tomar o remédio..."

    Perfeito. Melhor definição que já vi. É exatamente isso mesmo.
  • Marlon Ribeiro Viana  08/06/2022 18:51
    Tá de brincadeira? O Bozo é o pior, ele é extremamente populista e lembre-se a política do governo dele foi aumentar a base monetária também, então não vem dizer que o Bozo fez o que deveria, na verdade ele fez o que todo governo extremamente socialista faz e não demais se viu depois disso
  • Bruno Souza  08/06/2022 19:34
    1) Cite três populismos efetivos dele .

    2) Cite em que Lula seria melhor (considerando as promessas de campanha).


    Pergunta simples e direta, sem pegadinha.
  • Vladimir  08/06/2022 19:36
    O Bozo:

    * Aboliu radares das rodovias federais — mas o Supremo revogou a medida.

    * Aboliu o DPVAT — mas o Congresso revogou a medida

    * Acabou com a multa para quem não tem cadeirinha de criança no carro — mas o STF revogou.

    * Acabou com a obrigatoriedade de empresas publicarem seus balanços em jornais de papel (algo caríssimo e que ninguém lê, pois pode ser consultado de graça na Internet) — mas o Congresso revogou a medida.

    * Zerou tarifas de importação. Mas o STF revogou a medida.

    * Posicionou-se contra o lockdown. Mas o STF proibiu seu posicionamento, e disse que apenas estados e municípios podem implantar políticas relativas à pandemia.

    * Facilitou a posse de armas para civis, como bem ressaltado no artigo — ainda longe do ideal, mas um passo definitivo na direção correta (esta medida milagrosamente ainda se mantém; aproveitem).

    * Foi contra o congelamento do preço da carne no fim de 2019, quando toda a imprensa era a favor — como consequência, nunca houve nenhum risco de desabastecimento mesmo em plena pandemia (desabastecimento esse que seria uma certeza caso tivesse havido congelamento, pois aí nem haveria mais oferta de boi).

    * Reduziu drasticamente o repasse de dinheiro público para a imprensa via propagandas oficiais — jornalistas jamais perdoaram e por isso seguem dinamitando seu governo.

    * Foi abertamente contra proibir o povo de trabalhar e se manifestou verbalmente contra os autoritarismos de governadores, que saíram prendendo feirantes (e confiscando seus alimentos), donos de barbearia e até mesmo mulheres e crianças nadando na praia. A imprensa aplaudiu o autoritarismo.

    * Permite que o Ministério da Economia faça privatizações — mas o STF bloqueou a medida, dizendo que o Congresso é quem tem que autorizar.

    * Nunca defendeu qualquer medida que atente contra a propriedade privada.

    * Aboliu os cartórios.

    Não me lembro de uma única medida sua que tenha ido contra as liberdades individuais. Não me lembro de vê-lo defender abertamente uma única medida que tenha aumentado a intromissão do estado na vida dos brasileiros.

    Exatamente por isso a imprensa e a elite intelectual e artística o despreza, mas o povão, mesmo em meio a este colapso econômico causado por políticos, simpatiza com ele.

    Se alguém souber de um político com um currículo melhor dando sopa (não quero saber de político bom de discurso; quero ver político com currículo de feitos), favor avisar.

    E olha que nem entrei em questões econômicas. Sobre isso, recomendo:

    www.mises.org.br/article/3405/eis-as-medidas-ja-adotadas-que-irao-ajudar-a-economia-brasileira-no-longo-prazo
  • Felipe  09/06/2022 00:24
    Não acabou exatamente com os cartórios, na verdade irá fazer a digitalização desses serviços (não sei se eles irão obrigar ou se é simplesmente uma opção a mais), vai ser uma empresa privada que irá gerenciar o tal do SERP (ainda bem, porque só faltava eles criarem uma outra estatal para isso). Se acabasse com os cartórios, aí seria mais próximo do que é feito em países como os EUA. De qualquer forma, é indubitavelmente melhor, vai poupar muito tempo e dinheiro das pessoas.

    Falando nisso, como é que essa estrutura cartorial surgiu aqui no Brasil?
  • André de Lima  08/06/2022 19:59
    Exato! Ele é o pior. O Ciro é muito superior né? Ou seria o Lula? Talvez a Marina? Aponte o melhor por favor. Sério mesmo, aponte outro no cenário realista em que estamos! Porque eu não conheço e se for mesmo melhor com reais condições, vou comemorar!
    Eu mesmo disse no texto que ele não é melhor, reconheço isso. E me diga quem não faria expansão monetária durante a pandemia? Quem? Na boa cara, em que mundo você vive? Pelo jeito você é desses "puros" ai né? "Nenhum me representa, não vou votar. Voto por consciência..." ai ai...
    mas como eu disse, você AINDA É LIVRE, aproveite enquanto pode, porque se o cachaceiro voltar, ACABOU! Tudo o que não foi aparelhado será em definitivo e é passagem só de ida rumo à Argentina e Venezuela.
  • Paulo  08/06/2022 23:44
    Mas vc tem de olhar, quem foi que conseguiu ressuscitar a esquerda errando na inflação?Sim, teve a pandemia, mas a inflação não vem só dela.

    Bolsonaro é solução pra evita esses, ou ele é que fortaleceu os mesmos e ainda corre o risco de fortalecer ainda mais em uma reeleição?

  • Bruno Souza  09/06/2022 02:32
    Todos os países do mundo estão enfrentando inflação alta. TODOS.

    Na Alemanha, a inflação ao produtor bateu 33%.

    tradingeconomics.com/germany/producer-prices-change

    No Brasil está em 18%.

    tradingeconomics.com/brazil/producer-prices-change

    Tenta outra, meu caro. É patético dizer que há inflação só no Brasil. E que ela é culpa de um só homem.
  • Carlos Alberto  08/06/2022 20:06
    Ou é dono de cartório ou é funcionário público.
  • Bruno Souza  07/06/2022 22:03
    Como o Brasil está salvando o mundo de uma catastrófica crise alimentar

    www.zerohedge.com/geopolitical/how-brazil-saving-world-catastrophic-food-crisis

    Vocês sabem quais as chances de ver isso na imprensa brasileira, né?

  • Anônimo  08/06/2022 18:03
    O Ocidente nunca esteve tão mal representado como agora com o bidê no "comando" daquele país que outrora teve orgulho de ser chamado Estados Unidos da América.
    Seria melhor para o mundo e até para os próprios americanos se surgisse outra superpotência ocidental com moeda forte para liderar.
    A União Européia, sozinha, não tem força suficiente para isso mas acredito que a União CANZUK poderá ter os atributos necessários para substituir os Estados Unidos.
    Mas para isso essa União de países não pode ficar só com 4 integrantes (UK, Canadá, Austrália e Nova Zelândia). Devem buscar o integração com a Índia e outros países do Sul e Sudeste Asiático e mesmo algumas nações africanas. Seria como um império britânico 2.0 mas com administração descentralizada desta vez, cada país administrando e cuidando da sua região mas permanecendo unidos com interesses comuns na economia, sociedade, religião e política.
    E o mais importante: lançar outra moeda forte, atrelada em commodities, para regular a economia mundial. Está na hora do dólar desaparecer da cesta de moedas internacional e ser substituído por outra moeda que seja sólida e atrelada ao ouro + uma variedade de commodities valiosas que é o que realmente move a economia mundial.
    Se alguém aqui achar que a CANZUK é bobagem, visitem o canal da União lá no YouTube, o nome do canal é Canzuk International. Eles noticiam lá os encontros entre os líderes dos países para formar acordos comuns, é uma realidade e já está acontecendo, embora que lentamente mas é inevitável esse novo bloco.
    E espero que substituam os Estados Unidos para liderar o mundo livre, pelo menos na área da economia.
  • Paulo  09/06/2022 03:09
    Não é verdade. Japão esta com inflação de preços ainda relativamente comportado. Suíça. Austrália esta maior, mas ainda em 4%.

    A Bolivia aqui na America do sul. Incríveis 0,8% de acumulado. Se fosse apenas choque global , então dificilmente haveria esses exemplos.

    Muitos países tiveram bancos centrais que erraram. É verdade que se até países historicamente comportados erraram isso diminui um pouco a culpa. Pórem. Não exime ou permite que simplesmente diga que era inevitável quando existe países latinos com menos inflação, e alguns com ela bem baixas como a Bolívia.

    E tambem, no caso Brasileiro, o Real ja era uma das piores moedas do mundo antes da pandemia.

    Uma boa parte do dano era evitável, e quem sabe, deixar mais fácil uma reeleição
  • Bruno Souza  09/06/2022 04:48
    Olha os exemplos que o cara dá…

    Japão sempre teve deflação. E o governo subsidia a gasolina. Mesmo assim, a inflação lá é a maior em anos.

    A Suíça é a Suíça. E também tem a maior inflação em anos.

    Aliás, querer comparar o Brasil com ela apenas mostra como você pensa grande sobre o governo.

    Austrália, mesma coisa.

    A Bolívia tem câmbio fixo em relação ao dólar. Faz exatamente o mesmo que fazia o Gustavo Franco. Exatamente o mesmo, sem tirar nem pôr. O gozado é que toda a esquerda xinga Gustavo Franco. Agora, bizarramente, apontam um regime que usa exatamente seu modelo como exemplo de sucesso.

    EUA, Canadá, Chile, zona do Euro, Reino Unido, China — todos estão com a maior inflação desde a década de 1970.

    Tenta de novo. Aqui não é Facebook ou Twitter, em que você lacra sem ser contestado.


    P.S.: por que saiu da sua thread original? Por que abriu outra em vez de continuar nela?

    Isso é desespero…
  • Paulo  09/06/2022 15:29
    Japão não teve deflação durante anos, ele varia entre deflação e inflação baixa, olha o seu gráfico e não passe ridiculo. A ''inflação maior em anos está em 2%"'.. Sabe o que é isso, é a meta de país desenvolvido e a metade da nossa meta de inflação..

    Suíça com inflação de 3%, ainda abaixo da nossa meta de inflação.
    Austrália, um pouco acima da nossa meta de inflação.

    Quer dizer, a inflação terrível desses países está ABAIXO DA NOSSA META DE INFLAÇÃO. Quer passar mais vergonha que isso ?

    Bolivia tem cambio fixo sim. Apesar de isso ser insustentável no longo prazo. Apenas demonstra como não faz sentido nenhum fazer politica monetária controlando a taxa de juros de curto prazo, ao invés de buscar a estabilidade cambial..
    Escaparam da carestia. O que significa que a inflação não tem relação alguma com ''ruptura nas cadeias produtivas'. ELA É MONETÁRIA!

    Alias, pesquisa a oferta global de CHIP para ver se existe algum gargalo de produção, ao invés de ser apenas demanda sobreaquecida..

    De fato. Aqui não é facebook ou twitter... Esse site e os comentários dele alertáram para o erro da politica monetária desde 2019 no Brasil, e no resto do mundo, desde as medidas de estimulos.. É fácil culpar só a pandemia e esquecer os bancos centrais e estimulos fiscais, achando que havia algo como ''ausência de demanda''.. Quando na verdade era só reabrir a economia para ela voltar rapidamente
  • Bruno Souza  09/06/2022 17:45
    Campeão, se tudo o que você tem é que a inflação da Suíça e do Japão é menor… então é papo encerrado.

    Nem preciso continuar.

    Dica: a inflação destes dois países SEMPRE foi menor que a brasileira. Sempre!

    Abraços.
  • Felipe  09/06/2022 15:44
    No caso da Bolívia, além do câmbio fixo, a valorização mundial do dólar provocou uma valorização do boliviano (tanto que a carestia no país evaporou após 2014) e o M1 do BCB foi um dos que menos cresceram no mundo (embora tenha sido uma alta em relação aos anos anteriores).

    Tem a questão também governamental, porque há subsídios para derivados de petróleo e alguns gêneros alimentícios.

    No Equador a inflação de preços foi de 3,38 %, auxiliado tanto pela alta do dólar quanto pela irrelevância do banco central do Equador, que também teve um M1 crescendo abaixo da média mundial. É bem possível que o congelamento de alguns tipos de gasolina feito por Lasso esteja retardando a alta no país (e mesmo assim a gasolina subiu por volta de 34 % em valores anuais).
  • realista  09/06/2022 10:51
    O BC simplesmente parou de imprimir dinheiro faz um bom tempo. Se continuar assim aposto no real em 4 reais até o fim do ano. Quem mais?

    i.ibb.co/9GqYHCd/impressao-monetaria.png
  • Revoltado  09/06/2022 16:29
    Pois é!

    E tema, pois estamos em ano eleitoral e conservadores 2.0 podem desejar aprovar essa aberração.

    Quando se trata de espoliar o direito do homem, esquerda e direita são como namorados: andam de mãos dadas e carinho.
  • L Fernando  09/06/2022 22:07
    Que comentário tosco, normalmente do isentão, aquele que nunca sabe o que quer.
    Onde a direita entra nesta bizarrice da Senadora?
  • Revoltado  10/06/2022 19:45
    Desculpe, amigo, mas aonde que vês "tosqueira"?

    Muitos políticos conservadores lamentavelmente tecem a corda com a qual poderão ser enforcados, propondo, apoiando e mesmo sancionando projetos de leis absurdos como esse! O fazem apenas para angariar voto feminino, dando um tiro imenso no pé, dado que a imensa maioria das mulheres são esquerdistas, prejudicando a vida dos homens que sempre lhes votaram.

    Hoje, se um jovem se aproxima de mim, queixando-se sobre quão difícil está em relacionar-se com uma garota, sou capaz de apresentar-lhe uma lista de projetos de lei misândricos como esse mais recente, além do que lhe poderia ocorrer na sala de audiências da Vara da Família (aonde inclusive opino que despedidas de solteiro deveriam acontecer).

    Se procurar os serviços de profissionais do sexo não fosse pecado no Cristianismo, certamente agradeceria a Deus, com fervor pentecostal, pela solitude.
  • Jeferson Vasquez  10/06/2022 04:27
    Sem problema. Deve ser muita droga que eles andam consumindo. Lembro uma vez num jornal (acho que foi o saudoso terça livre) que eles examinaram algumas fezes em Brasília e encontraram alguns traços de cocaína lá. Quando Carla Zambelli propôs um projeto de lei que fosse compulsório o exame anti-drogas na câmara dos deputados o pessoal ficou grilado. Bem vindos ao hospício.
  • Anônimo  09/06/2022 19:20
    O Batoré dizia que o Brasil mistura o politicamente correto do Canadá com o padrão de vida da Índia. Acho que nem no Canadá existe uma lei absurda dessas.
  • Revoltado  10/06/2022 12:34
    Estás errado, amigo! Infelizmente!

    Ao que parece há uma lei naquele país em que, assoviar a uma mulher pode ser o suficiente para ser denunciado como "assédio" (palavra totalmente destorcida) ou mesmo "estupro".

    Houve um caso em que um homem teve de explicar-se em uma delegacia por ter dito "good morning" ou "bon jour" (se morava em Quebec) a um ser de luz com cromossomos "xx". Pasma-te!
  • Ex-microempresario  09/06/2022 22:31
    Já tinha visto acontecer exatamente igual em outros sites. Tinha uma vaga esperança de que esse aqui escaparia. Mas não escapou e o roteiro é exatamente o mesmo:

    14:00 "Veja bem, não estou dizendo que o Bolsonaro é perfeito, mas no momento é o que temos..."

    14:10 "Veja bem, não é hora de criticar o Bolsonaro, claro que ele tem suas falhas, mas o importante é a eleição..."

    14:15: "Olha, criticam o Bolsonaro mas esquecem que ele tem todo mundo contra ele, ninguém foi tão atacado assim antes..."

    14:25 "Claro que existem problemas, mas não podemos esquecer que tivemos a maior pandemia da história da humanidade..."

    14:35 "Inflação é problema mundial, não tem nada a ver com os poucos bilhões que o Campos Neto fabricou."

    14:45 "O Bolsonaro está fazendo o melhor governo da história, mas isso a grande imprensa não fala..."

    14:55: "Mises? Que Mises? Aqui é Bolsonaro, porra!"

    14:57 (babando pelos cantos da boca): "Tem comunista babaca por aqui que não idolatra o mito como deveria. Tem que matar todos eles!"
  • Felipe  10/06/2022 14:48
    Eu nunca me defini e provavelmente nunca me definirei como bolsonarista.

    Continuo bem crítico à sua parte fiscal e ao desejo tributarista do Paulo Guedes (além da política keynesiana do BCB em 2020-2021, do negócio medonho do real digital e afins), a despeito de ele ter conseguido boas coisas nesse sentido, como em ter parado de ficar contratando um monte de funcionário federal.
  • Felipe  10/06/2022 16:20
    Inclusive tem colega que reclama por causa dessa falta de reajuste salarial no funcionalismo. Não sei se alguém fez, mas deveriam fazer um censo sobre a filosofia política dos alunos, funcionários e professores no ensino superior, privado e estatal.

    Aí a gente pode eleger o Lula e chegar no patamar argentino. Isso que vocês querem? Lá só a alta casta do funcionalismo que deve se dar bem com o governo atual. Inflação pior do que no Haiti e em grande parte da África. Aí chega no ponto da Venezuela, onde até as grandes corporações se dão mal e só sobra o partido.
  • Anônimo  10/06/2022 17:17
    Todos esses comentários que você arrolou como espantalhos estão corretos (menos o que isenta o Campos Neto, pois a política monetária de fato deixou a desejar).
    Talvez a seção de comentários do canal do Nando Moura seja um lugar mais acolhedor para ti. Por lá há muitos "iluminados" que estão acima da política partidária.
  • Ex-microempresario  11/06/2022 15:48
    Carapuça devidamente vestida.

    Passamos do "sem o governo quem construirá as estradas?" para o "sem Bolsonaro quem nos salvará dos comunistas?". O anarco-capitalismo fica para outro dia, "precisamos de um governo forte para tomar conta de nós".
  • Laura Sabino  10/06/2022 05:44
    Eu acho que uma boa alternativa seria o governo comprar muito arroz (ou outro alimento durável e estocável) quando o preço estivesse baixo, para depois distribuir quando estivesse alto. Seria bom para os pobres, que não passariam fome e que não ficariam dependendo da boa vontade do livre-mercado.
  • Flávio  10/06/2022 14:01
    Ué, você quer que pobres possam comer mais barato (eu também), mas defende que o governo compre arroz para encarecer o produto.

    Lógica sensacional.
  • Lucas  11/06/2022 18:58
    Eu acho que uma boa alternativa seria o governo comprar muito arroz (ou outro alimento durável e estocável) quando o preço estivesse baixo, para depois distribuir quando estivesse alto.

    Permita-me, humildemente, perguntar-lhe:

    1. Se o governo comprasse uma grande quantidade de arroz (ou outro alimento durável e estocável), não iria isso diminuir a oferta desse alimento no mercado?
    2. E, se diminuir a oferta, não iria isso fazer com que o preço desse alimento no mercado subisse?
    3. E, com o preço subindo, não teria o governo que distribuir o estoque mais cedo do que esperava?
    4. Com isso não estaria o governo corrigindo um problema criado por ele mesmo sem, efetivamente, ter beneficiado ninguém nesse processo?
  • anônimo  11/06/2022 20:57
    "sem, efetivamente, ter beneficiado ninguém nesse processo?"

    Mas teria gente que sairia ganhando sim, os ofertantes e cultivadores de arroz.
  • Lucas  12/06/2022 04:12
    Mas teria gente que sairia ganhando sim, os ofertantes e cultivadores de arroz.

    Não necessariamente. Há um cenário em que até os produtores sairiam prejudicados:

    O governo compra uma grande quantidade do produto, diminuindo a sua oferta. Dado que os demais consumidores continuarão demandando pelo produto, agora, com menor oferta, os preços tendem a subir.

    A mensagem enviada ao mercado é que há alta demanda por um produto que está com baixa oferta e quem conseguir atender a essa demanda ganhará dinheiro. Ato contínuo, produtores se veem incentivados a investir em bens de capital para aumentar sua produção e assim o fazem. Bem como novos produtores se sentem incentivados a entrar no mercado.

    Só que leva um tempo para esses investimentos todos se traduzirem em mais produtos, bem como leva mais tempo ainda para esse novo investimento se pagar. O governo, então, resolve fazer aquilo a que se propôs e resolve "despejar" no mercado todos aqueles produtos que havia estocado. Com isso, a oferta volta ao normal, o que leva aos preços caírem para o patamar em que estavam antes. Nessa, os produtores que investiram em aumento de produção vão se dar mal. Com a oferta agora estabilizada, não irão mais conseguir vender o seu produto pelo preço que haviam planejado. Com isso não conseguirão lucrar o suficiente para pagar o que investiram e ficarão com um prejuízo enorme, podendo até mesmo quebrar.

    Se o governo não tivesse estocado os alimentos, o preço não teria subido e os produtores não teriam investido no aumento da produção. Os recursos escassos investidos poderiam ter sido poupados para serem empregados em algo realmente demandado. Quando recursos escassos são consumidos, eles ficam indisponíveis para o restante da população. Com menos riquezas disponíveis, todos ficaram mais pobres.

    E não para por aí. Se, para aumentar a produção, os produtores investiram em mão de obra, então, em não havendo retorno do investimento, essa mão de obra ficará ociosa e isso resultará em demissões, ou seja, desemprego. Mais gente além dos produtores seria prejudicada.

    Como se costuma dizer aqui neste instituto, a economia não aceita desaforos.
  • Felipe  10/06/2022 14:53
    DXY passou recentemente de 104 pontos.

    Notório ver que o real brasileiro mostrou mais volatilidade nesses últimos dp que moedas como: peso mexicano, rúpia indiana, peso chileno e sol peruano. Peso uruguaio e guarani paraguaio (não saíram dados mais atuais deles) se valorizaram em simultâneo ao DXY.
  • Eder Aguiar  10/06/2022 16:26
    Enumerados os motivos.
    E quanto às soluções? Quais seriam as saídas para este emaranhado de problemas?
  • anônimo  10/06/2022 21:30
    O fica em casa e a economia vê depois encabeçada pelo Dória, demais governadores e consórcio de imprensa são os grandes culpados além é claro desta famigerada guerra.
  • Felipe  10/06/2022 22:32
    "Supermercados propõem isenção de imposto na cesta básica"

    Essa fala do Bolsonaro sobre lucro de supermercado (falou também em 2021, se não me engano) é uma das coisas mais idiotas que já vi nesse ano.

    E essa sugestão do Paulo Guedes de não aumentar preços por um tempo é uma outra bizarrice. Ministro nenhum tem que falar nada sobre isso, pois é uma posição de poder. Nem presidente. Palavras têm poder. A carestia alimentar brasileira está aqui desde 2020 e a culpa é do Paulo Guedes de ter defendido moeda fraca e do Roberto Campos Neto em ter aplicado uma política ultrakeynesiana.

    Claro, daqui a pouco eles vão falar que não vão tabelar (e eu acho que não vão mesmo), então era melhor eles terem ficado quietos desde o início. Será que é só cortina de fumaça?

    Eu vi o post da Renata Barreto e, apesar de ela ser economia mainstream, acertou na análise. Essa proposta de reduzir o ICMS é ótima, mas provavelmente um possível impacto fiscal deve ter assustado os mercados (por causa dessa compensação), embora possa ser apenas um ruído. Melhor abolirem aquele artigo da LRF que fica com essas compensações orçamentárias e que restringem os cortes de impostos. Foi provavelmente baseado no FMI, já que eles sempre querem ajustes fiscais baseados em aumento de impostos (como estão fazendo no Equador).

    Sigam a sugestão dos supermercados: cortar impostos sobre cesta básica, uma coisa aberrante e que só poderia sair de países com carga tributária titânica como o Brasil.
  • L Fernando  13/06/2022 14:08
    "E essa sugestão do Paulo Guedes de não aumentar preços por um tempo é uma outra bizarrice"

    Melhor se informar bem

    br.financas.yahoo.com/noticias/supermercados-pedem-freio-em-pre%C3%A7o-174300287.html?
  • Victor  13/06/2022 14:39
    Eu nem sou fã do chicaguista (jamais confiem em chicaguistas), mas tiraram completamente do contexto a fala dele.

    Ele em momento algum disse que era para congelar preços. Houve um pedido dos supermercados para desonerar a folha de pagamento e a cesta básica. Guedes então pediu garantia que não haveria repasse. Ele compreensivelmente não queria que a redução de impostos virasse apenas aumento da margem. Por isso a fala. Mas a turma gosta de jogar pânico e fazer manchete sensacionalista. Patético.

    Pior ainda é ver gente que deveria ser bem informada caindo nestes click-baits da imprensa.

    Vivemos uma infantilização histérica. Poodles humanos.
  • Sérgio  13/06/2022 14:46
    Exato. Junho de 2022 e ainda tem gente que repete caninamente todas as manchetes da grande mídia.

    Atenção: repetem as manchetes!

    Se eu não estivesse vendo não acreditaria.
  • Felipe  13/06/2022 18:00
    Mas a fala dele, de qualquer jeito, é no mínimo bizarra.

    E qual o problema de aumentar a margem de lucro e não repassar as reduções dos impostos?
  • Sérgio  13/06/2022 18:52
    Se a redução de impostos está sendo feita visando a reduzir os preços, então tem-se um acordo.

    Mas se um dos lados não honrar o acordo, pode esquecer futuras reduções de impostos.

    O assaltante está dando uma oportunidade: "vou reduzir o seu esbulho, desde que você repasse esta redução."

    Se você não cumprir, pode ter a certeza absoluta de que esbulhos futuros serão ainda mais intensos.

    Sim, esta é a realidade.

    Se a carga tributária for reduzida, e isto for usado para aumento da margem, aí, meu amigo, um eventual governo petista vai enfiar imposto em todo mundo utilizando a retórica de que "empresários são gananciosos". E terá todo o apoio da população.

    Creia-me: você não quererá viver em uma economia assim.

    O trade-off é bastante claro: um pequeno sacrifício agora em troca de mais tranquilidade no futuro. Ou tranquilidade agora (por 6 meses) em troca de devastação total nos próximos 4 anos.

    Sinceramente, não vejo dilema nenhum.
  • Felipe  13/06/2022 20:21
    Continua sem lógica alguma. Mesmo porque quem o governo pensa que é para dar palpite sobre lucros? Quem tem que fazer o sacrifício são eles, pois o setor privado já está se sacrificando com a fatura do keynesianismo e dos lockdowns . Não tem sentido esse acordo por causa de um risco de um futuro governo petista, caso "for descumprido" (acordos com políticos?).

    Lembra de quando o Bolsonaro reclamava sobre a Petrobras não reduzir os preços com a queda nos preços do petróleo. E ela vai fazer o que, sabendo que é uma estatal com monopólio e que segura repasses de preços?

    Basta reduzir os impostos e pronto, como já fizeram com tarifas de importação. Quando foram reduzir tarifas de importação, não ficaram com esse teatro retórico.

    Sem contar que essas falas sobre lucros podem é espantar os investimentos, dado o histórico muito exemplar do Brasil. Político e burocrata nenhum tem que dar palpite sobre isso.
  • anônimo  14/06/2022 02:45
    Correto. Isso somente faz perdurar a ideia falaciosa que lucro é ruim. Imposto tem que cair e não é por acordo. Não é o dinheiro deles.
  • anônimo  13/06/2022 20:37
    Não há problema nenhum. Mas os políticos é que enfiam que a redução do imposto vai vir descontado no preço ao consumidor final. Aí quando não ocorrer, vão querer cortar.

    Não é assim que funciona. O corte do imposto fortalece a produção e o aumento desta é que faz cair o preço.
  • Ricardo Silva  11/06/2022 05:20
    Alguém aqui consegue prever as possíveis consequências da atual política monetária dos EUA?

    Os EUA possuem uma dívida de mais de 30 trilhões de dólares e a taxa básica de juros deles funciona através de pagamentos que podem gerar déficit fiscal. O que quero dizer é que se tornou impossível para eles terem taxas de 10% por exemplo. O Tesouro Americano precisaria pagar esses juros sobre as reservas em excesso dos bancos e esses pagamentos tornariam inviável o a execução do orçamento. Caso eles precisem de juros maiores do que realmente podem pagar o que aconteceria nesse cenário? Afinal a inflação por lá não parece ser de fácil controle.
  • Free robux  12/06/2022 06:23
    Texto muito bom, mas não resolve o problema que o Thanos já previa: os recursos são finitos, a quantidade de pessoas não para de crescer, e aí, como fica? São cada vez mais bocas para alimentar e menos comida (que é desperdiçada) e terras. A conta não fecha. Como os ''brilhantes'' economistas austríacos resolvem essa?
  • Gilmar  12/06/2022 22:20
    Seu raciocínio está errado. Havendo um sistema de preços livres e liberdade de entrada no mercado, os recursos naturais não só estarão automaticamente alocados de maneira racional, como ainda serão, com o tempo, multiplicados.

    Eis um artigo que explica isso em detalhes, e com exemplos práticos:

    www.mises.org.br/article/2965/como-o-progresso-transforma-a-escassez-em-abundancia--a-agua-de-israel-e-os-elementos-quimicos
  • Felipe  13/06/2022 00:38
    Isso é malthusianismo e até hoje tem gente que leva isso a sério.

    Um exemplo é a pegada ecológica, onde eles misturam econometria e Ecologia. O que eles não explicam é como que ao mesmo tempo em que há um déficit ecológico, o padrão de vida das pessoas (incluindo acesso a alimentos) aumentou.
  • anônimo  13/06/2022 14:18
    O que estimula o crescimento populacional é ter a vida subsidiada com saúde, educação e alimentação de graça. E as coisas de graça vêm do estado de bem-estar social, que ignora como são pagas as coisas de graça.

    Quem recebe salário pra ter filhos, os terá, pois a criação deles passa a ser responsabilidade de outrem. E ter filhos assim passa a ser fonte de renda.
  • L Fernando  13/06/2022 14:36
    Exatamente
    É isso que está acontecendo no mundo todo
    E principalmente no Brasil
    A população que esta crescendo é a que menos tem recursos
    Fazer filho hoje em dia é a maior barbada
    Creches gratuitas, comida gratuita, educação,saúde
    As mães ficam o dia todo ociosas na criação dos filhos
  • anônimo  13/06/2022 21:18
    "O que estimula o crescimento populacional é ter a vida subsidiada com saúde, educação e alimentação de graça. "

    Isso é piada né? Porque está acontecendo exatamente o inverso na maior parte do mundo progressista.

    "Quem recebe salário pra ter filhos, os terá, pois a criação deles passa a ser responsabilidade de outrem. E ter filhos assim passa a ser fonte de renda."

    Errato, hoje ninguém quer saber de ter filho, custa muito caro. E sabe porquê? Pois todo o dinheiro para bancar essa farra tem de sair de algum lugar, que é dos bolsos dos produtivos.
  • Felipe  13/06/2022 22:22
    Sabendo que a Índia impôs banimento de exportações do trigo (algo que nem o Lula fez), o que poderemos esperar?

    Temos um artigo de opinião sobre. O que acham?

    Sabendo que o lobby mercantilista é forte no mundo inteiro, tenho minhas dúvidas se esses controles irão durar. Na Indonésia já desistiram.

    PS: Nahendra Modi mais uma vez se mostrando estatista.
  • Cristiano  14/06/2022 02:50
    Não duram no longo prazo. Nem no médio. Mas no curto fazem um estrago substantivo. E doloroso, principalmente para os países pobres que são importadores.

    Banir exportação é atacar diretamente o livre comércio, a livre interação entre indivíduos. Ninguém ganha. Todos perdem. Simplesmente não tem como isso melhorar a situação das pessoas.

    Os próprios produtores de trigo, por agora se verem proibidos de transacionar livremente, irão restringir sua produção (não faz sentido continuar produzindo se você é proibido de vender para quem quiser). E isso irá intensificar ainda mais a escassez e a carestia - o exato oposto do que intencionam os governos.
  • anônimo  14/06/2022 13:27
    Nao pode proibir de exportar, mas tem que acabar com Os subsidios para o agro (todos).
  • Ronald "Ronnie" McCcrea  14/06/2022 18:23
    Vai ver ele quer impedir a venda pra China pensando que pode acabar com ela economicamente.
  • DeusOdeia  20/06/2022 13:34
    Não vai falar dos 3 trilhões da Igreja Católica e mexer com a mesma para mudar o estado?

    Sem contar no mais-valia.

    Não liga, não. Eu sou um merda.


    [X] Avise-me por email sobre novos comentários enviados neste artigo.

    Não precisa me avisar!
  • Carlos  20/06/2022 14:08
    Quando o cara acorda no frio, fica desorientado e esquece de tomar o remédio...
  • Felipe  22/06/2022 13:03
    Com o aperto monetário mais forte aqui no Brasil e com o Banco Central sinalizando que esses juros altos irão permanecer por mais tempo do que o previsto, deveremos ter recessão, embora não dá para saber quando.

    Vai ser uma forte contração monetária, mais do que a contração vista nos anos 2014-2015.
  • Flávio Bianchi  26/06/2022 22:44
    Achei ótimo o artigo. Entretanto, apesar da análise significativa do ponto de vista econômico e as conclusões que foram apresentadas pelo autor, que muito ajudam no atual momento do mundo, senti falta de planos de ações que solucionassem o problema. Pontos de ação que poderiam evitar isso.

    Parabéns
  • Neto  26/06/2022 23:05
    Interromper a expansão monetária e reverter toda a agenda ESG.
  • Artista Estatizado  27/06/2022 11:31
    Basicamente retirar qualquer pessoa com posturas socialistas/esquerdistas de posições de poder.

    O difícil é fazer isso sem ser morto/preso por eles, pois são uma quadrilha organizada que ataca qualquer coisa que tenha cheiro de liberalismo.
  • Nikus Janestus  27/06/2022 13:50
    "Basicamente retirar qualquer pessoa com posturas socialistas/esquerdistas de posições de poder."

    Isso, além de ser impossível, assume que todo o populacho deve depender do "poder democrático", como se isso fosse magicamente mudar a estrutura do establishment como um todo... Á única situação aonde o establishment encolhe, é quando o populacho desobedece o Estado, ou quando a sociedade como um todo empobrece, o que força o establishment á se auto-diminuir para sobrar mais para a elite política.

    O correto seria dizer que devemos remover o máximo possível do alcance do Estado sob a sociedade, e isso só é possível quando às leis começam á ser consideradas irrelevantes pela população, o que forma sociedades mais autônomas e independentes de decretos federais, geralmente forçando mais a descentralização no longo-prazo, ao decorrer que às pessoas lutam por essas causas.


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