Os defensores do lockdown e do isolamento horizontal alegam estar “seguindo a ciência”. Mas essa é apenas uma frase de efeito criada exatamente para encerrar a discussão e interditar o debate.
Hipóteses científicas devem ser refutáveis por observação. O método científico é o processo de testar hipóteses refutáveis por meio de observações empíricas que ou respaldam ou rejeitam essas hipóteses. A ciência e o debate científico nunca estão “concluídos”. Muito menos estão fechados a qualquer desafio ou discussão.
O que os defensores do lockdown e do isolamento horizontal querem realmente dizer ao alegaram que estão “seguindo a ciência” é que as declarações feitas por determinados cientistas deveriam ser aceitas como axiomas inquestionáveis (pleonasmo intencional) e que qualquer um que questione essas declarações é um ignorante, um reacionário ou um maluco que acredita em teorias da conspiração.
Só que o problema se torna óbvio quando diferentes cientistas fazem declarações conflitantes. E o problema se torna pior ainda quando o mesmo cientista faz declarações contraditórias em momentos distintos.
Ademais, já há evidências concretas de que o lockdown não altera o número de mortos per capita. Estatísticos não conseguem encontrar nenhuma diferença de excesso de mortalidade entre os países que se trancaram e os que não.
Como bem disse Jeffrey Tucker:
O que temos de concreto é que os governos ao redor do mundo embarcaram em um grande experimento de controle social que não tinha nenhuma comprovação científica. Ninguém consegue apresentar um único estudo acadêmico, revisado por pares, multi-cêntrico, que tenha utilizado grupos de controle e que tenha feito estudos randomizados controlados (RCT) demonstrando irrefutavelmente que o lockdown é a maneira mais garantida de se combater uma epidemia.
A única coisa que foi apresentada foi um modelo matemático do Imperial College, de Londres. Só que os modelos do Imperial College possuem vinte anos de histórico pavoroso; suas previsões sempre se revelaram astronomicamente erradas, e é apavorante que eles tenham sido utilizados para nortear decisões tão importantes. A própria imprensa britânica não se cansa de ridicularizá-los.
Tudo isso, em suma, significa que os governos ao redor do mundo embarcaram em um grande experimento de controle social baseados em teorias não-comprovadas e utilizando métodos não-testados.
Mas o objetivo aqui não é discutir estatísticas ou metodologias. Por isso, o que vem a seguir é apenas um apelo. Um apelo por liberdade e, acima de tudo, por responsabilidade individual.
“Quero voltar, mas tenho medo!”
“Sim, eu quero reabrir meu empreendimento exatamente neste segundo. Mas temos de ser cautelosos e sensatos. O que acontecerá se reabrirmos muito cedo e contribuirmos para um novo surto? E se esse novo surto for rastreado e apontar como origem meu estabelecimento? Aí ele seria fechado e eu não teria mais nada!”
Essas foram as palavras de um cidadão chamado Chris Escobar. Ele é o proprietário do Plaza Theater, um complexo de salas de cinema em Atlanta (que é considerado o quinto melhor do mundo). Ele disse isso em uma entrevista ao The New York Times.
As palavras de Escobar são sensatas e certamente são compartilhadas por vários empreendedores ao redor do mundo, de modo que se trata de um exemplo que pode ser tido como genuinamente universal.
E são exatamente essas palavras de cautela que demonstram vividamente por que os governos devem reabrir suas economias, por que é seguro fazer isso, e por que nem sequer deveria ter havido um desligamento forçado das economias.
Por mais paradoxal que pareça, as palavras deste empreendedor são a comprovação de que pessoas e empresas não precisam de uma lei impondo desligamentos e nem de legislações norteando reaberturas.
E é assim porque, em geral, não é do feitio do indivíduo fazer coisas que podem matá-lo. Que o novo coronavírus represente uma ameaça desconhecida significa que, com ou sem lockdown ou isolamento horizontal, consumidores e empreendedores teriam sido bem mais do que cautelosos. E ainda continuariam sendo. Em uma sociedade livre, não existe algo como “não fazer nada” em resposta a algo que tem o potencial de matar.
Se há algo que a história do mundo comprova é que indivíduos livres estão constantemente respondendo a desafios, e organizando maneiras de atacar esses desafios. Acreditar que, se não houvesse políticos e burocratas dando ordens e apresentando diretrizes, as pessoas simplesmente ficariam sentadas inertes e apáticas em resposta ao novo coronavírus não é nada realista. Elas teriam se mobilizado. Elas sempre fizeram isso. Na melhor das hipóteses, a brutal intervenção política — por mais bem intencionada que fosse — simplesmente revogou essa possibilidade.
Indivíduos empreendedores, com iniciativa, sempre formaram associações e entidades com o objetivo de lidar efetivamente com ameaças potencialmente graves. Como estamos vivenciando diariamente em meio este desnecessário lockdown, inovações feitas por indivíduos tornaram possível que os cidadãos ao redor do mundo se comunicassem instantaneamente por telefone, computador e cada vez mais face-a-face (pense no Zoom, no Skype ou mesmo no WhatsApp). Com fartas informações disponíveis graças a esses avanços, a ideia de que indivíduos precisam de diretrizes emitidas por políticos para criarem respostas a um vírus de maneira segura é totalmente irrealista.
Mais realisticamente, a simples pressuposição entre alguns de que o vírus é fatal para determinados grupos de pessoas já basta para explicar por que os indivíduos deveriam ter sido deixados livres para organizar respostas por contra própria.
Como bem disse o poema chinês (que depois foi parodiado por Mao Tsé-Tung), “Que flores de todos os tipos desabrochem, que diversas escolas de pensamento se enfrentem!”. Se os estados são laboratórios de ideias em épocas boas, por que limitar as experimentações e as interações em épocas ruins, recorrendo a lockdowns homogêneos e uniformes?
É desnecessário enfatizar que a reação política a um vírus, a qual limitou amplamente nossas liberdades “para o nosso próprio bem”, nada mais foi do que um arrogante non sequitur. A morte é sempre uma possibilidade à espreita, e sempre pode surgir do desconhecido. Exatamente por isso, não faz nenhum sentido restringir o exato capital humano que já aniquilou várias outras doenças no passado com criatividade, engenho, crescimento econômico e avanços trazidos pela combinação de acumulação de capital e inteligência.
E, no entanto, é exatamente isso o que foi feito.
Alguns responderão que não estão dispostos a arriscar e arcar com a possibilidade de terceiros não obedecerem às normas sociais que se originariam destas respostas voluntariamente implantadas por indivíduos livres. Ok, mas assim como não existe algo como “não fazer nada” em resposta a um vírus, também não existe uma sociedade na qual absolutamente todas as pessoas seguem todas as regras. E isso vale até mesmo para os mais brutais e autoritários estados policiais.
Aplicado a uma sociedade livre, sim, alguns indivíduos iriam desdenhar das regras voluntárias para aplacarem seu desejo de ficar perto de outros. Sendo assim, os mais temerosos teriam uma resposta fácil para isso: auto-isolamento.
Assim como usuários de heroína produzem informações cruciais para os seguidores da lei ao utilizaram aquilo que políticos não permitem, indivíduos descuidados e negligentes em relação à Covid-19 também forneceriam informações cruciais para o resto da sociedade. Goste ou não, é assim que funciona uma sociedade livre.
Vale a pena enfatizar aquilo que já deveria estar óbvio: essa abolição das liberdades individuais, que muitos dizem ser a solução para o novo coronavírus, é exatamente o que nos afasta de uma solução. Há tanto o que ainda não sabemos, e um dos motivos para ainda não sabermos é que há muitas regras, e muitos continuam proibidos, por decreto, de produzir informações sobre quais seriam as implicações de pessoas livremente se movendo e interagindo.
E o mesmo vale para empreendedores.
Como demonstrado acima, Chris Escobar não está seguro para reabrir seu empreendimento. Para ele, há muitas incertezas e muita coisa desconhecida em relação ao vírus. Consequentemente, ele não quer tomar uma decisão econômica que poderá macular a marca de seu empreendimento. Escobar deve ser totalmente livre para continuar fechado.
Ao mesmo tempo, não é desarrazoado sugerir que vários outros empreendedores não compartilham do pessimismo de Escobar. Ou isso, ou então não é um luxo ao qual podem se dar. Logo, para que seus empreendimentos possam sobreviver, eles precisam reabrir urgentemente, para ontem, de modo que eles irão arriscar a possibilidade de o vírus se disseminar em seu estabelecimento, o que afetará para sempre sua imagem.
Sim, essa é uma possibilidade, e caso aconteça, uma enorme quantidade de informação será produzida, estudada e entendida. Informação que seria revertida para Escobar e o ajudaria em seus planos de reabertura.
De novo: goste-se ou não, é assim que funcionaria em uma sociedade livre.
Com efeito, deve-se enfatizar que, embora Escobar esteja relutante em reabrir seu empreendimento hoje, é também possível que ele este disposto a esperar meses ou até mesmo anos (o tempo que alguns dizem ser necessário para se criar uma vacina) para reabrir. Com o tempo, empreendimentos terão de retomar suas operações ou então irão à falência — o que simplesmente nos remete de novo à importância de termos liberdade hoje.
Deixem que os intrépidos comecem suas experimentações com sua propriedade. Permitam que pessoas livres voltem a voluntariamente frequentar estes estabelecimentos (ou alguém realmente acha que iremos ficar enclausurados para sempre?). E vamos todos aprender com o que essas ações irão revelar.
Sem estas pessoas livres e intrépidas, não será possível realmente conhecermos a verdade sobre o vírus, entender como ele se dissemina, e quem é o mais vulnerável a ele. Pessoas livres produzem informações.
Isso é liberdade.
Não adianta fugir; outros virão
O Sars-Cov-2 não será o último vírus deste tipo a se disseminar pelo mundo. Pode ter a certeza de que, tão logo a próxima cepa surgir, cientistas alarmistas, médicos e auto-declarados especialistas irão, sem nenhum esforço, convencer políticos assustados e ávidos por “fazerem alguma coisa” a nos protegerem da doença, e até mesmo da morte. Políticos adoram isso.
E é exatamente por isso que as pessoas traumatizadas pelo lockdown deveriam se concentrar no argumento da liberdade. Afinal, será que realmente precisamos de políticos para evitarmos ficar doente? Precisamos de burocratas para nos protegerem da morte? É realmente possível alguém afirmar isso sem nenhuma vergonha?
Os lockdowns são inaceitáveis não porque destroem empregos, empresas e o espírito humano. Eles são inaceitáveis porque tudo aquilo que retira a liberdade é, por definição, contra a própria vida humana. Os lockdowns nos cegam para aquilo que é melhor para nós, impossibilitando que enxerguemos o que irá nos manter seguros quando nossa segurança estiver em risco.
Em suma, embora também estejam a nosso favor, números e estatísticas não são a maneira correta de se debater a Covid-19, os lockdowns e o isolamento horizontal. Se formos debater exclusivamente em termos de números, estaremos entregando para os próprios políticos que criaram toda essa catástrofe econômica o poder para fazerem tudo isso de novo. Não incorramos novamente neste erro.
E, acima de tudo, que não permitamos que os lockdowns e as imposições de isolamento horizontal voltem novamente, pois aquilo que esmaga a liberdade também aniquila o conhecimento necessário para prolongar a vida e o bem-estar.
Deixemos que pessoas livres e responsáveis descubram, por meio dos sinais de mercado, como serão o presente e o futuro, agora que um novo vírus entrou em nossa vida.
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Excelente abordagem. E é exatamente isso mesmo: o argumento é filosófico, e não numérico. Nunca entendi esse negócio de ficar comparando número de mortes da cada país. Coisa completamente macabra e sem nenhum sentido.
As perguntas são:
1) Tem o estado o direito se suprimir as liberdade básicas de indivíduos inocentes?
2) Tem o estado o direito de abolir o ganha-pão de indivíduos inocentes?
3) Se todo mundo ficar trancadinho em casa, morrendo de medo, aumentam ou diminuem as chances de se produzir informações que podem levar à cura?
4) Se, na Peste Negra, todo mundo tivesse ficado trancado em casa, sem trabalhar e produzir, a humanidade existiria hoje?
5) Por que na Gripe Espanhola de 1918 (quando as condições sanitárias eram muito piores e mal havia medicina), não houve lockdown, não houve contração econômica e quase não mais se fala naquela pandemia?
Uma das coisas que ouvi, não apenas uma ou duas vezes (de políticos e de seus asseclas) é a necessidade de uma “governança global” para combater os efeitos dessa pandemia.
Quem achava que governo mundial era teoria da conspiração já está tendo que reconsiderar.
“Então, é assim que a liberdade morre: com um estrondoso aplauso” (Padme Amidala, Star Wars Ep. III)
A maior sorte da humanidade é que nem na Peste Negra, nem nos surtos de varíola, nem na Gripe Espanhola, tivemos “artistas” e “especialistas” fazendo histerias e apologias às proibições e quarentenas feitas por políticos e burocratas.
Eu vi essa postagem dias atrás, e ela mostra como tem gente que realmente acha que a economia consegue ser moldada (ou mesmo deve ser moldada) por burocratas e políticos.
O lockdown foi inventando com a desculpa de que impediria os assintomáticos de contaminar os outros.
Só que, segundo a OMS, assintomáticos NÃO transmitem covid!
http://www.cnbc.com/amp/2020/06/08/asymptomatic-coronavirus-patients-arent-spreading-new-infections-who-says.html
Ou seja, segundo a sacrossanta OMS, todo o isolamento social foi um equívoco.
É só isso.
é da natureza do “governo” querer controlar tudo e todos, como um “deus” que nunca se sacia… isso vem desde o primeiro império estabelecido no mundo, ao sul do Egito por volta do ano 3.200 a.c…. como foi escrito entre os anos 450 ac e 200 ac “… não há nada novo debaixo do sol.” Eclesiastes 1:9b
Mesmo quando é dado o poder de escolher, as pessoas tem um desejo subconsciente em serem lideradas (ou mesmo dominadas), por mais que digam que não… vide I Samuel, capítulo 8. (escrito entre 630 ac e 540 ac)…
só sei que isso cansa… saudades de uma democracia ateniense (melhorada) a qual nunca vivemos… e se depender de todo e qualquer governo não viveremos…
Pelo que eu entendi…
O não há, ainda, uma cura ou uma vacina para o covid, então a única opção é alcançar a imunidade de rebanho.Isso até descobrirem a vacina, o que não está nada garantindo (podemos passar milênios sem ter descobrido uma vacina eficaz para o covid)
O modelo que explica a imunidade de rebanho é um modelo estatístico considerado bastante fiel. Utilizando esse modelo, pressupõe que a imunidade de rebanho será alcançada quando 70% da população estiver resistente ao vírus (pegar a doença e sobreviver, como na catapora)
Então, só resta esperar que 70% da população seja contaminada e, dessa porcentagem, 3% morra e 67% sobreviva (então o número ideal ou é 67% ou é 73%…que seja 67% para o bem do debate)
Entretanto, esses 3% é uma variável que está em função da qualidade do suporte médico que o paciente recebe. Se o atendimento de uma nação for ruim, de 3% poderemos ir para 10%. Se for bom, de 3% poderemos ir para apenas 1%.
Sabe-se que a qualidade do atendimento é inversamente proporcional ao número de pacientes e que a mortandade é inversamente proporcional à qualidade do atendimento, então, por exemplo:
Se um hospital Alfa tem 1000 pacientes e um hospital Beta tem 100 pacientes, a situação do hospital Beta é melhor, com menor mortandade, do que a do alfa, considerando que os dois hospitais sejam idênticos no número de leitos e na qualidade.
O governo tem duas opções: a primeira é permitir que os 70% sejam alcançados rapidamente ou que os 70% sejam alcançados lentamente
Se for a opção rápida, teremos a quantidade absoluta de casos num curto espaço de tempo, caindo na situação do hospital Alfa do exemplo anterior, ou seja, com muitos pacientes para poucos leitos e, portanto, uma maior mortandade.
Se for a opção lenta, teremos a quantidade absoluta de casos num espaço de tempo maior, caindo na situação do hospital Beta, menos pacientes por intervalo de tempo (lembrando que os pacientes nos dois casos vão sendo tratados ou vão morrendo)
A quantidade absoluta é a quantidade de casos que ocorrerão até que a pandemia acabe.
A opção lenta é a do lockdown, que não irá sobrecarregar o sistema. Se serão 1000 casos, com o lockdown serão 100 casos em 10 meses com 30 mortos e não 500 casos em 2 meses com 50 mortos
Dizem que os efeitos na economia do lockdown serão mais severos do que a própria doença… poderiam fazer um estudo mas, até a verdade não chegar, como Mises já dizia:
“Os médicos que há cem anos empregavam certos métodos
no tratamento do câncer, métodos esses rejeitados pelos médicos
contemporâneos, estavam, do ponto de vista da patologia de nossos
dias, mal informados e eram consequentemente ineficientes. Mas
eles não agiam irracionalmente; faziam o melhor possível. É prová-
vel que daqui a cem anos os médicos tenham à sua disposição mé-
todos mais eficientes para o tratamento dessa doença. Serão, então,
mais eficientes, mas não mais racionais que os médicos atuais”
Aquele que quer que um deus lhe guie o destino ou que um estado lhe faça tudo tem medo da liberdade e de viver num mundo cujo futuro é desconhecido. Ao mesmo tempo, tem medo de se responsabilizar pelo que faz, pelo seu crescimento, por sua evolução na vida e por sua obtenção de sabedoria. E assim coloca os motivos de suas falhas pessoais nas coisas externas, ja que é mais fácil agir assim que se auto-cultivar. E com a vantagem de arranjar motivos pra ter uma mentalidade parasita.
Esse deboche do economista Leonardo Siqueira com a escola austriaca.
twitter.com/leosiqueirabr/status/1203676089110929408
Espantalhou pouco em
Sejamos justos, não havia como ter provas cientificas para adotar ou não adotar um lockdown, só que como precisamos tomar uma decisão logo, segue um bom senso, adota aquilo que pareça mais prudente com algum tipo de fundamento. As informações sobre o virus estão mudando o tempo o todo, ainda há muitas incertezas e o fato é que o ocidente se assustou após ver o que acontecia na Italia, até então ninguém fora da Asia levava muito a sério o vírus.
Me parece racional até um certo ponto a postura que a maioria do mundo tomou, ninguém queria correr o risco de um colapso social, ao mesmo tempo sabiam que tentar evitar isso poderia gerar um colapso econômico, então a maioria dos países agiu meio que como um pendulo, buscando um equilibrio.
Claro que depois que tudo passar e ai sim teremos estudos robustos para falar se o lockdown foi um erro ou não, ou qual deveria ter sido a melhor política.
Eu vou colocar o comentário aqui, pois o artigo é novo e o tema é o mesmo… fiz uma curta pesquisa sobre os auxílios governamentais ao redor do mundo, e eis um fenômeno interessante e esperado:
O mostra em quais países estão sendo adotadas medidas de auxílio governamental com relação a salários e afins, para quem perdeu emprego ou renda.
– Nos países em azul, onde os auxílios são mais fartos, grande parte deles é composta de países ricos, produtivos e com alguma abertura econômica.
– Em países de vermelho, sem qualquer auxílio desse tipo. Grande parte de países mais pobres.
No México na verdade está tendo auxílio, mas com coisas como empréstimos para pequenas e médias empresas, entre outras coisas. AMLO tem adotado algumas medidas muito esquisitas. Misturou corte de ministério e salário do funcionalismo com projetos de refinaria, trem e aeroporto estatais.
Ah, então vamos liberar o limite de velocidade nas rodovias. Cada um anda do jeito que quiser, correndo os riscos livremente. O problema é que o motorista prudente vai acabar pagando o pato, porque o que anda a 200 por hora leva quem não tem nada a ver com isso junto. Da mesmo forma aqueles lunáticos que rejeitam as vacinas. Prejudicam quem não tem nada a ver com suas escolhas. Vcs não falam do princípio da não agressão? Quem arrisca se contaminar e contaminar os outros está iniciando uma agressão.
Enquanto prendem os trabalhadores em casa, soltam os bandidos. Inversão TOTAL de valores.
Falando no popular: agora a m**** já está feita, 3 meses de comércios fechados, economia em frangalhos, milhões desempregados, parabéns aos envolvidos. Desde o início que foi provado que lockdown não era a bala de prata, mas insistiram. Nos empurraram goela abaixo.
vejamos :
cov-SARS ja era conhecido da ciencia , o virus de wuhan é “primo” do virus da SARS de 2002
gripe é uma infecção viral no nariz e garganta , então os sistemas de contágio são mais que estudados
MERS – SARS , assim como pneumonia , é um agravo da infecção , atingindo demais pontos do corpo
toda gripe pode agravar mas não quer dizer que vá , o ser humano por si só tem um sistema imunológico que ao encontrar uma ameaça contra o desconhecido corre pra lidar com aquilo , febre é uma evidência que o corpo está lutando contra uma infecção
a maioria dos indivíduos ou não vai ficar debilitado , ou vai adoecer e se recuperar , em ambos os casos os individuos passarão a ter uma resistencia biologica melhor , pois o sistema imunologico vai ter “entedido” aquela infecção
assim tem funcionado a humanidade atraves dos seculos , pra ciencia nao tem nada de novo
mas praticamente todas as decisoes tomadas foram politicas baseadas em pura histeria
terminou o carnaval os corongalovers e a imprensa funeraria prometeram corpos empilhados pelas ruas caso não nos prendessemos numa jaula , 3 meses depois na rua só vejo desempregado e o crescimento da franquia “VENDE-SE” ou “ALUGA”
burocratas roubaram como nunca e conseguiram aumentar o controle sobre as nossas vidas como sempre
as politicas publicas nunca seguiram qualquer metodo cientifico , o brasil nem tem protocolo definido pra uma ameaça biologica , tem um ministerio na uniao que nao manda em nada pois o judiciario decidiu que as decisões eram baseadas de acordo com a vontade do gestor dos estados e municipios … mas bastou os gestores quererem abrir o comercio e la foi o judiciario dizer que agora o gestor tambem nao poderia mais decidir e somente ele, o judiciario, é que toma decisões políticas e sanitárias no brasil
nesse tempo mantive minha rotina , levo mascara pela necessidade de entrar em ambientes fechados , como o mercado , mas me recuso0 a usar na rua , no meu carro
o senado tornou obrigatorio o uso de mascara , mas e dai ? vai impor isso como ? a imprensa marrom daqui deu destaque pra questao de aumentar o valor da multa pra quem nao usa (de 100 para 200) e alguns leitores mais exaltados queriam ate prisão … a questao nao eh a mascara , a questao eh o que fazer a respeito , a lei da mascara nao eh diferente da lei do cinto de segurança , voce pune com a premissa de aquilo PODE OU NAO fazer mal pra voce ou alguma outra pessoa
e não é com canetada ou com policiamento que você cria hábitos simples de higiene, como não ficar espirrando nos outros , não lamber o corrimão , nao ficar enfiando o dedo no olho quando tá na rua , sair de perto do tio tossindo seco … pois é assim que funciona contágio .. sair de casa não implica contágio assim como ficar na sala durante 3 meses também … voce pode morrer de 500 coisas diferentes que não o coronga se não ter os devidos cuidados e nem por isso a gente deixa de ir na praia , de atravessar a rua , de apertar a mão de uma pessoa que você acabou de conhecer ou de se entupir de fritura e refrigerante assistindo filme no fim de semana
são riscos calculados que fazem parte da vida , é irracional virar a sociedade de pernas pro ar pra cada nova doença que aparece , na vida toda pessoa é uma potencial vetora de doenças , isso também nao é novidade , é por isso que as creches precisam verificar a carteira de vacinação – e nem por isso alguem faz histeria disso
pior mesmo é a conversa de que o coronga foi otimo pro estado ou pedir mais estado, quando na verdade expos toda a incompetência do pesado aparato estatal de impedir uma simples força da natureza , a peste negra era completamente relacionada com a falta de higiene veja a liçao que ficou pra humanidade , mas considerando que milhoes de brasileiros sequer tem tratamento de esgoto do que adianta mandar se trancar em casa ? as pessoas continuam ficando doentes por causa de cocô boiando na calçada e o papai-estado finge que saneamento básico não é uma das coisas que ele deveria entregar (e que cobra horrores por isso de todos)
no fim vimos tambem como foi uma histeria completamente elitista, quando eh uma cacetada de gente pegando dengue ou colera que se dane , isso nao acontece no bairro nobre… ja o pobre coitado que vai ficar na portaria do condominio de luxo pode ta carregando virus dai viram que corriam perigo … completamente hipocrita o discurso de evitar doenças , gente que nunca tinha limpado o celular na vida virou o guru de como eu me cuido
e agora estamos no ponto do coronga que só transmite se for sair pra trabalhar ou na igreja , se for pra aglomerar torcida organizada pra bater em quem ta na rua , quebrar propriedade alheia e afins ta liberado – apenas lave as mãos e vá pela sombra
Estamos entrando na Idade Média? Um novo clero está surgindo?
Mais uma tese de um “filósofo” famosinho amado pela esquerda:
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Você já ouviu falar sobre necropolítica? Então, vejamos. O termo foi elaborado pelo filósofo camaronês Achille Mbembe, Ph.D. em história pela Universidade de Sorbonne. Ele analisa, em sua obra, a forma com que governos determinam quem viverá e quem morrerá —e de que maneiras poderão viver e morrer.
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Mbembe investiga formas únicas e novas de existência social, nas quais vastas populações são submetidas a condições de vida que lhes conferem o estatuto de "mortos-vivos". O autor explica: “sublinhei igualmente algumas das topografias recalcadas de crueldade (plantation e colônia, em particular) e sugeri que o necropoder embaralha as fronteiras entre resistência e suicídio, sacrifício e redenção, mártir e liberdade.”
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Embora o Estado tenha o dever de garantir saúde e segurança para todos (e o direito à vida seja universal) a realidade social, num país como o Brasil por exemplo, é marcada por profundos contrastes. Que ficaram ainda mais evidentes em meio a Pandemia.
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"O sistema capitalista é baseado na distribuição desigual da oportunidade de viver e de morrer", diz Mbembe. "Essa lógica do sacrifício sempre esteve no coração do neoliberalismo, que deveríamos chamar de necroliberalismo. Esse sistema sempre operou com a ideia de que alguém vale mais do que os outros. Quem não tem valor pode ser descartado."
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Neoliberalismo e liberalismo está virando coisa do capiroto. Essas universidades estão mais para “igrejas” que querem impor as suas crenças…os liberais antigos gostavam de atacar a Igreja
Seguidores do Insituto Mises, desafio vocês à responderem esse artigo ominhocario.wordpress.com/2019/04/19/de-volta-ao-debate-sobre-o-calculo-socialista-calculo-complexidade-e-planejamento/ sobre o cálculo economico no socialismo. Especialmente, queria a resposta de um tal de Leonardo ou Leandro, não sei. Desafio lançado!
Eu decidi que não vou me preocupar com Covid.
http://www.youtube.com/watch?v=_QKkZbEvSSM
Eu também concordo que a economia deve ser reaberta, o problema é que o discurso dos defensores do lockdown que obviamente são de esquerda, dizendo que se “a economia se recupera, vidas não”, “se você defende a abertura muitos vão morrer”, “você é um genocida”, etc. – que infelizmente muitas pessoas ingênuas acabam seguindo. Claro que a esquerda não se importa com vidas perdidas, muito pelo contrário, eles defendem o lockdown justamente porque querem um colapso econômico, com uma grande depressão maior que a crise de 1929 para depois jogar a culpa no capitalismo e no livre mercado e com isso arrumar mais um meio para tentar implantar o socialismo, mesmo que com isso milhões morram de fome – muito mais que os mortos por coronavírus.
Prezados,
O Brasil caminha para o platô
veja.abril.com.br/saude/coronavirus-brasil-registra-1-238-mortes-em-24h/
Depois do platô, virá a fase de declínio, e fico imaginando qual será a próxima “desculpa” para manter o lockdown.
Esse artigo só vai ter credibilidade se o seu autor e seu grupo de apoiadores se utilizarem de um transporte público superlotado como esse aqui da região metropolitana de São Paulo. Aí eles correrão os riscos como qualquer um dos trabalhadores. E suas palavras não ficarão apenas na fácil retórica.
Zema parece que vai também pelo mesmo caminho do João Doria:
“Governo de Minas recua em abertura de 101 cidades e já admite lockdown“
O canal Visão libertária ( antigo ancap.su) fez um vídeo muito bom argumentando que não existe defesa ética para o lockdown. Rebate inclusive aquele questionamento que alguns fazem: “ah mas se você sair na rua, corre o risco de pegar a doença e ocupar os leitos de hospitais, logo está me agredindo.”
youtu.be/jAtBII5fDR8
Assim como não possuímos comprovação científica a favor do isolamento
social, também não possuímos comprovação científica contra ele.
Diferente do que o texto diz, não há evidências concretas que o lockdown
não altere o número de mortos per capita. O fato de estatísticos não conseguirem
encontrar diferença de excesso de mortalidade entre os países que se trancaram
e os que não (se correta a afirmação), também não promove conclusões:
não há como comparar maçãs com cadeiras.
Acredito ser dificílimo que um dia ainda encontremos a resposta, uma vez
que não conseguiremos jamais ter 2 países idênticos, com movimento populacional idêntico,
climas idênticos, costumes idênticos, cuidados de saúde idênticos – e submetermos
1 deles ao lockdown e o outro não (2 Brasis por exemplo).
Também, é válido definirmos os termos:
– Isolamento/distanciamento social: medidas que visam evitar o contato
interpessoal, mantendo espaço entre indivíduos para que não haja transmissão
– Lockdown: trancafiamento de estabelecimentos em que as pessoas circulam,
para obter um distanciamento social forçado.
As medidas mundiais gerais se basearam nas seguintes premissas:
P1- A transmissão do vírus requer contato interpessoal
P2- Não havendo contato interpessoal, não há transmissão
C- Portanto, isolamento social bloqueia a transmissão
P1- Isolamento social bloqueia a transmissão
P2- Muitas pessoas não conseguem manter isolamento social, expondo-as e às outras
ao risco de contágio
C- Portanto, o lockdown deve ser eficaz na manutenção do isolamento social
Apesar de totalmente infantil e rudimentar, trata-se do único conhecimento que se tinha
a respeito da doença – e sobre ele as medidas foram construídas.
Também acho que, até certo ponto, as pessoas podem ser livres nas suas escolhas,
porém é extremamente difícil generalizar. Isolamento social é fundamental.
Lockdown não é fundamental.
No entanto, acredito que culpa maior da queda da economia seja da percepção humana em relação ao vírus,
e não do lockdown. Temor, expectativas, comportamento – a percepção mudou o rumo da história.
Enfim, acredito que esta questão irá durar muito tempo. Mesmo após o término
da pandemia. Porque mesmo depois do vírus ter desaparecido, os fatos observados retrospectivamente
para fundamentar conclusões poderão facilmente ser vistos da maneira que nos
convém.
“Scott Atlas, da Hoover Institution, estima que as conseqüências do desemprego, da falta de consultas médicas e de outros fatores durante os dois meses de lockdown levarão a tantas mortes extras que os americanos perderão 1,5 milhão de anos acumulados de vida, o dobro do total perdido até o momento com a Covid-19. ” (notícia aqui
Mais uma vez, os austríacos tinham razão de que as quarentenas e lockdowns impostos seriam piores do que o próprio vírus.
Claro que muitos não irão admitir a cagada que fizeram. Igual com o socialismo: “Lockdown não está sendo o suficiente, vamos tentar de novo e intensificar mais! “
E vai ficando cada vez mais difícil para o pessoal do “fique em casa”:
Sol forte pode matar o novo coronavírus em até 34 minutos, aponta estudo
“Os cientistas apontaram ainda que as medidas de isolamento social , que mantiveram as pessoas dentro de casa em diversos países, pode ter causado mais prejuízos do que benefícios no combate à pandemia.
“Pessoas saudáveis que fossem expostas aos raios solares receberiam cargas virais menores, o que seria mais eficiente para criar uma resposta de imunização na população”, aponta um trecho do estudo.”
Que estranho… Jurava que um certo presidente tinha falado algo parecido lá no início, antes de simplesmente detonarem com toda a economia e, consequentemente, a vida das pessoas.
Aos poucos a verdade vai aparecendo. Foi um erro ter trancado todo mundo em casa.
Governadores e prefeitos merecem, no mínimo, um impeachment coletivo. Um crime o que fizeram.
“Apresentadora e ex-modelo disse que respeitou isolamento e não sabe como foi infectada.”
g1.globo.com/pop-arte/noticia/2020/06/23/gravida-mariana-weickert-testa-positivo-para-covid-19-ficamos-assustados-com-diagnostico.ghtml
pros corongalovers la na rede social a culpa da quarentena gourmet da menina ser um fracasso é do entregador do ifood
os proximos meses serao uma tentativa desesperada de salvar a narrativa do #fiqueemcasa , acompanhemos …
Pois é. E agora concluíram que a hidroxicloroquina realmente salva vidas.
http://www.zerohedge.com/political/global-hydroxychloroquine-study-resume-after-positive-trial-results
Depois de toda a campanha contrária, e exclusivamente por motivos puramente políticos, estudaram, pesquisaram, testaram e descobriram que este remédio realmente SALVA VIDAS.
Quem assistiu à última entrevista do Alexandre Garcia com os médicos sabe.
Quem acompanhou a situação de Belém sabe.
Mas não sairá na mídia.
Rejeitar 'lockdown' não vai reacender a economia
Em meio a novos recordes diários de mortes por Covid-19 e superlotação nas UTIs, autoridades estaduais e municipais têm adotado medidas para tentar conter a disseminação do vírus na população. Governadores e prefeitos decretaram recentemente o fechamento dos serviços não essenciais em várias partes do país.
À esteira dessas medidas, críticos tentam enquadrar as escolhas numa falsa dicotomia entre saúde e economia.
À primeira vista, o argumento tem algum sentido. Segundo esta lógica, a deterioração econômica seria causada fundamentalmente por medidas de combate à pandemia, como lockdowns. Afinal, se o governo proíbe as empresas de funcionarem e os trabalhadores de trabalharem, a economia para, certo?
O que esse argumento ignora é que a economia não é algo independente da pandemia. Na verdade, a pandemia é um dos principais determinantes do comportamento econômico. Com ou sem ordem do governo, muitas pessoas têm medo de contaminação e preferem ficar em casa nos períodos mais graves da pandemia.
Quando isso acontece, a economia para, mesmo que o governador não tenha decretado a suspensão das atividades. Há, nas palavras do professor do Insper Thomas Conti, um lockdown endógeno.
Os seres humanos não são robôs. Nós ajustamos nosso comportamento conforme nossa percepção de risco sanitário. Por isso, durante o último ano, diversos economistas tentaram incorporar essa resposta comportamental das pessoas aos modelos matemáticos utilizados por epidemiologistas e entender o que muda nas previsões quando esse fato é considerado.
Duas conclusões se destacam. Por um lado, mesmo na ausência de lockdown oficial, as pessoas ajustam seu comportamento (por exemplo, com mais higiene e mais distanciamento social), de modo que a velocidade de infecções e mortes não é tão rápida como inicialmente prevista pelos modelos epidemiológicos simples.
Por outro lado, isso significa que a ideia de tentar salvar a economia sem controlar a pandemia é uma quimera, pois as pessoas só voltam às suas atividades normais quando sua percepção de risco sanitário for reduzida.
Mesmo com dados incompletos sobre a economia da pandemia, há indicações de que essas previsões fazem sentido: descontrole sanitário e colapso econômico têm caminhado juntos. Internacionalmente, observa-se que países com maior queda inesperada no PIB em 2020 tendem a ser justamente aqueles que não controlaram a pandemia e tiveram mais mortes por Covid.
No Brasil, o último Boletim Regional do Banco Central traz dados sobre a atividade econômica no Amazonas que são reveladores. O grande pico de casos observado no Amazonas em janeiro, que não ocorreu em outros estados, coincidiu com uma queda grande na atividade econômica, que tampouco ocorreu em outros estados.
Tal queda não se restringiu a um só setor: ela se observa em atividades tão distintas quanto restaurantes, vestuário e postos de combustíveis e é refletida no uso total de cartões de débito. Essa queda é observada ainda no começo do mês — antes, portanto, de o governo do estado restringir a circulação de pessoas. Parece ter havido, portanto, um lockdown endógeno.
Qual é a diferença entre uma parada da atividade econômica planejada pelo governo e uma que advém de um medo generalizado de contaminação? No primeiro caso, empresas e trabalhadores sabem que não vão estar operando, e o governo pode agir dando apoio para aqueles que precisam paralisar suas atividades temporariamente.
No segundo, trabalhadores e empresas têm a expectativa de operar, mas não há demanda para suas atividades, e os prejuízos podem ser maiores do que se eles sequer abrissem. Não há, tampouco, um planejamento adequado de quando começar e terminar a redução na atividade econômica — o que significa que ela pode ocorrer quando seja tarde demais e o sistema de saúde já esteja sobrecarregado.
Ao insistir numa falsa escolha entre economia e saúde, os opositores das medidas de supressão ao vírus têm empurrado o país para contínuos lockdowns endógenos. Nesse cenário, não se salva nem a saúde nem a economia.
Carlos Góes
oglobo.globo.com/economia/rejeitar-lockdown-nao-vai-reacender-economia-24923392
"Aqueles que estão pedindo mais interferência do governo estão pedindo por mais compulsão e menos liberdade."
Mises
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