Voltar

Como a riqueza é criada – e por que ganhar bilhões no livre mercado não empobrece ninguém

Em seu excelente livro Income
and Wealth
(Renda e Riqueza), de 2006, o autor Alan Reynolds
escreve o seguinte:

Os
dois jovens fundadores da Google, Larry Page e Sergey Brin, rapidamente
ganharam algo em torno de US$ 12 bilhões cada um. Como conseguiram essa
façanha? Criando um mecanismo de busca que facilita nossa informação, aumenta nossa
educação e cultura, e melhora nossa eficiência em termos de compras.

Por
que alguém deveria se importar com quanto dinheiro ganham os fundadores da
Google, da Apple ou da Microsoft? Há aqueles que reclamam e que dizem que tais
pessoas se apossaram de uma “fatia maior que a necessária” da renda. Consequentemente,
ao se apropriarem de um “pedaço maior da renda disponível”, todos nós ficamos
mais pobres. Faz sentido?

Para
começar, como é possível dizer que a renda de tais pessoas faz parte de uma
fatia fixa, que pertence a todos nós?

Mais:
a Google é uma criação totalmente nova. Sem a Google, seria impossível esses
dois criadores auferirem uma receita com a Google. Os fundadores da Google têm
a renda deles e você tem a sua. O quanto eles ganham não afeta o tanto que você
pode ganhar — exceto pelo fato de que a invenção deles pode sim ajudar você a
aumentar a sua renda (pessoalmente, sinto que devo a estes dois uma grande soma
de dinheiro).

De fato.

As pessoas estão cada vez mais obcecadas com as
diferenças nas rendas monetárias. Pior ainda é o salto lógico que elas fazem:
ao verem que há grandes diferenças entre as rendas monetárias de cada indivíduo,
elas imediatamente concluem que há algo de errado e que isso requer uma “correção”,
sendo que essa correção sempre envolve conceder a um pequeno número de políticos
e funcionários públicos uma fatia enormemente desigual de poderes coercitivos
sobre todo o resto da humanidade.

Tais pessoas tipicamente operam sob a suposição de
que a quantidade total de riqueza material no mundo é fixa e já está dada,
devendo apenas ser redistribuída “de maneira mais justa”. Tal raciocínio demonstra
um claro desconhecimento de como ocorre todo o processo de criação de riqueza, de crescimento econômico
e, consequente, do aumento do bem-estar de todos.

Antes,
um pouco de dados

Segundo as estatísticas compiladas pelo economista
britânico Angus Maddison, passamos de uma renda per capita mundial de 1.130
dólares por ano em 1820 para uma de 15.600 em 2015. E isso ao mesmo tempo em
que a população global aumentou de 1 bilhão de pessoas para 7 bilhões. (Veja
estudo. Confira também este vídeo).

Igualmente, em
1820
, aproximadamente 95% da população mundial vivia na pobreza, com uma
estimativa de que 85% vivia na pobreza “abjeta”. Em 2015, menos
de 10% da humanidade
 continua a viver em tais circunstâncias.

Ou seja, não só o número de habitantes no mundo
aumentou 7 vezes, como ainda cada habitante aumentou sua renda em 11 vezes.
Isto é uma façanha extraordinária.

Isso, por si só, já basta para mostrar a falácia da “quantidade
de riqueza fixa”. Se toda a riqueza do mundo já estivesse dada, devendo apenas
ser redistribuída, seria impossível que a renda per capita e a população
mundial aumentassem simultaneamente. O que ocorreria é que algumas
pessoas aumentariam suas rendas à custa de todas as outras, e a renda per
capita permaneceria constante — aliás, cairia, por causa do aumento do número
de indivíduos.

Que tenhamos conseguido multiplicar por 11 a renda
per capita do conjunto de habitantes do planeta (e por 20 em alguns países
ocidentais, como os EUA) ilustra claramente que a economia não é um jogo de
soma zero. E, principalmente, que desigualdade não é o mesmo que pobreza.

Agora, um pouco de teoria e história.

A
desigualdade de renda, por si só, não permite nenhuma constatação

Suponha que Paulo, Pedro e João se reúnam
semanalmente para jogar pôquer. E, em 75% das vezes, Paulo vence. Pedro
e João vencem, respectivamente, 15% e 10% das vezes.

Simplesmente conhecer estes resultados dos jogos não
nos permite dizer absolutamente nada sobre se houve ou não justiça e sensatez
nos jogos. As desproporcionais vitórias de Paulo podem ser o resultado de
ele ser um jogador astuto ou de ser um vigarista esperto.

Para determinar se houve justiça nos jogos é
necessário perguntar sobre o processo do jogo. Houve desobediência às
regras neutras do jogo? Havia cartas marcadas? Houve trapaça no embaralhamento
das cartas? Houve algum jogador que foi coagido a jogar? 

Se as respostas forem negativas, então houve justiça
nos resultados, independentemente de qual tenha sido os resultados. O fato de
Paulo ter vencido 75% das vezes é um fato que tem de ser aceito.  

Assim como no exemplo acima, qualquer
discussão inteligente sobre justiça social e igualdade
econômica tem de reconhecer que os resultados observados de um processo não servem
para determinar se houve ou não justiça e sensatez.

Saber que a renda anual de uma pessoa é de $5.000.000
e que a renda de outra pessoa é de $12.000 é algo que não nos diz absolutamente
nada sobre justiça econômica e social. Para determinar se realmente houve
injustiça econômica e social é necessário fazer perguntas sobre o processo de
enriquecimento.

A maioria das pessoas que faz pontificações altivas
sobre desigualdade econômica — inclusive economistas, para vergonha geral —
simplesmente não reconhece, ou não deixa explícito, que a renda de uma pessoa é
resultado de algo que ela fez. Sendo assim, apenas observar um determinado
resultado não pode ser utilizado para determinar se houve justiça, isonomia e
sensatez. 

Para determinar se houve justiça, isonomia e
sensatez é necessário ir além dos resultados e examinar o processo econômico
como um todo.

Comecemos pelo básico.

A criatividade, a engenhosidade e a inteligência

Em primeiro lugar, é necessário entender o que cria
a riqueza.

Por que as pessoas do século XIX não se comunicavam
por meio de telefones celulares? Por que elas não utilizavam
computadores? Ou mesmo, por que as guerras da antiguidade não utilizavam
mísseis teleguiados?

Todos os recursos físicos necessários para fazer
mísseis, celulares e computadores já existiam naquela época. Aliás, esses
recursos físicos já existiam desde a época do homem das cavernas. Por que
o homem das cavernas não tinha um computador portátil para interagir com seus
semelhantes via Facebook? Por que não usavam Skype, WhatsApp ou Instagram?

A resposta é que, embora os recursos físicos já
existissem, a mente humana ainda não era engenhosa e criativa o bastante para
saber como transformá-los em celulares, mísseis, computadores, smartphones e
internet.

Ou seja, ainda não tínhamos o conhecimento.

A diferença entre nós e um homem das cavernas é que
nós, hoje, temos mais conhecimento do que eles. Biologicamente,
somos os mesmos. Os neurônios em nossos cérebros são os mesmos. O mundo físico
à nossa volta é o mesmo (todos os recursos físicos necessários para se fazer
celulares, tablets, computadores, carros e aviões já existiam naquela época). 

Mas a nossa vida hoje é infinitamente melhor e mais
confortável por causa do conhecimento.

E esse conhecimento é o
que aumenta nossa riqueza e nosso bem-estar.

E nem é necessário voltar à era do homem das
cavernas para provar esse ponto. Escolha qualquer época e você comprovará
sempre o mesmo fenômeno: um novo conhecimento — a luz elétrica, a penicilina, o
automóvel, o iPhone, um novo algoritmo que gera melhores ferramentas de busca
na internet — sempre surge como uma surpresa. Nada é previsto
antecipadamente.

Obviamente, esses produtos não realmente vieram do
nada; eles surgiram da síntese de todo um conhecimento acumulado, o qual levou
a essas inovações. O surgimento de uma criação sempre leva ou a aprimoramentos
ou a novas criações. A inovação — novo conhecimento — gera não apenas novos
produtos, mas também novas empresas e várias novas indústrias. E a inovação
cria riqueza; riqueza essa que, em última instância, será distribuída por toda
a economia.

Assim, criatividade, engenhosidade e inteligência
são as características que transformam recursos brutos em recursos valorosos e
geradores de riqueza.

O que é riqueza?

Riqueza é tudo aquilo que nos permite auferir
uma fonte de renda presente e futura
.

Não é a riqueza que dá valor à renda, mas sim a
renda que dá valor à riqueza. O valor de um terreno não depende do terreno
em si mesmo, mas sim do valor de todos os serviços que ele permite. Um
pedaço de terra em uma cidade inglesa tem mais valor que um pedaço de terra no
Zimbábue porque suas possíveis utilizações na Inglaterra (residenciais,
industriais, comerciais etc.) são mais úteis para o conjunto da sociedade do
que no Zimbábue. 

Por outro lado, se a Inglaterra for devastada por
uma guerra e Zimbábue se tornar um centro internacional de negócios, as terras
do Zimbábue passarão a ser muito mais valiosas que as da Inglaterra, ainda que,
fisicamente, não tenha havido nenhuma alteração na composição destas
terras. 

É por isso que o preço do metro quadrado hoje em
Hong Kong ou Cingapura é infinitamente superior ao valor de 50 anos
atrás. As terras são as mesmas, mas a utilidade da terra melhorou (aliás,
a qualidade da terra em si pode até ter se degradado), pois o valor que
subjetivamente se atribui às utilizações que o terreno proporciona se
multiplicou.

Em uma sociedade formada por bilhões de pessoas,
onde os recursos físicos possuem variados usos alternativos, a imensa maioria
das rendas não advém automaticamente dos recursos materiais, mas sim do uso
que se faz destes recursos materiais
. Isso significa que a capacidade
de geração de renda depende muito mais da organização inteligente destes
recursos do que da disponibilidade dos mesmos.

É exatamente por isso que a Google (e tantas outras
empresas) conseguiu crescer e enriquecer seus fundadores mesmo tendo sido
criada em uma garagem e utilizando apenas recursos próprios; e também é
exatamente por isso que os governos — mesmo tendo à sua disposição muitos mais
recursos (confiscados) do que qualquer empresa — não conseguem gerar nada
de proveitoso
.

Um poço de petróleo hoje é o mesmo poço que já
existia há 100 anos. No entanto, seu dono hoje será incomparavelmente mais
rico do que o dono de 100 anos atrás, pois o petróleo hoje é utilizado em
processos produtivos que geram muito mais renda do que gerava há 100 anos.

O que se pode dizer com certeza é que, em ordens
sociais livres e complexas, a maior parte da riqueza de uma sociedade estará na
forma de sistemas organizacionais geradores de bens e serviços (renda), isto é,
de empresas que produzam bens e serviços valiosos para os consumidores; e
continuará nesta forma apenas enquanto estes sistemas empresariais seguirem
gerando valor para o consumidor. 

Sendo assim, por que as pessoas que enriquecem desta
forma estariam cometendo alguma injustiça social?

Por outro lado, são famosos os casos de megaempresas
que se tornaram totalmente descapitalizadas em decorrência do simples fato de
que seus bens e serviços deixaram de ter valor para o consumidor (os recentes
ocasos da Kodak,
da Nokia, da Blockbuster e da Toys ‘R’ Us
estão entre os mais famosos). Ninguém
irá derramar lágrimas por seus executivos?

O real causador das desigualdades segue
sendo visto como o salvador

Um debate que desconsidere coisas simples como o que
realmente é riqueza, como ela é gerada, como ela é distribuída, e o que define
uma distribuição injusta é um debate meramente emotivo, e não racional.

Por outro lado, é fato que há várias pessoas
que enriqueceram em
decorrência de fartos subsídios governamentais, de tarifas protecionistas e de
onerosas regulamentações que impediram o surgimento de concorrência e
garantiram uma renda exclusiva para esses plutocratas.

É também fato que a maneira como funciona o atual
sistema monetário e bancário é propícia a uma distribuição desigual de
riqueza
.

Sendo assim, é irônico notar que, quando a
distribuição de renda é realmente injusta, isso ocorre por causa das
interferências, das regulamentações e dos gastos governamentais.  

No entanto, o que os defensores da
redistribuição de renda 
sugerem para corrigir essa injustiça gerada
pelas intervenções do governo é exatamente mais interferências, mais gastos e
mais regulamentações governamentais.

Conclui-se que essas pessoas simplesmente não
entendem nem como a riqueza é criada, nem como ela é justa e injustamente
distribuída, e nem como ela é destruída.

Últimos Artigos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

108 comentários em “Como a riqueza é criada – e por que ganhar bilhões no livre mercado não empobrece ninguém”

  1. Praxeologia é pseudociência

    Gostaria de compartilhar essa notícia com os cavalheiros…

    g1.globo.com/economia/noticia/2018/07/20/marca-de-luxo-burberry-queima-roupas-perfumes-e-acessorios-no-valor-de-r-141-milhoes.ghtml

    esse é aquele momento em que veremos quem são os libertários de verdade.

  2. Alguém me corrija se eu estiver errado, mas essa é a minha definição de riqueza individual: com o patrimônio que você acumulou, quanto tempo você vive sem trabalhar?

    A resposta indica a riqueza do cara. Está certo isso?

  3. Considere uma lâmina d’agua de 10 cm e que essa lâmina represente uma espécie de campo gravitacional, que eu chamo do “campo da miséria”.

    As pessoas que estão nesse nível gastam a maioria do seu tempo útil procurando comida e abrigo. Assim como todos os seres vivos.

    Agora considere uma distorção nessa lâmina, uma protuberância, um pico. Essa distorção corresponde ao fato de uma pessoa ter encontrado uma forma mais eficiente de obter comida ou abrigo, ou seja, elevando-se um pouco da miséria. Por exemplo, alguém descobriu a agricultura.

    Essa distorção chama atenção dos que estão próximos, que acabam por solicitar entrar na distorção.

    Considere que o causador da distorção aceite, dando uma pequena parte dos resultados dessa distorção para os entrantes.

    Com isso o “dono” da distorção obtém cada vez mais resultados, a distorção fica cada vez maior, chama cada vez mais atenção e finalmente temos uma grande distorção no campo da miséria, beneficiando muitos entrantes com seus resultados.

    Em um determinado momento, uma pessoa na superfície do campo da miséria, olhando de longe uma distorção pode pensar: Para existir aquele volume d’agua, é necessário que eles tenham tirado essa água de algum lugar, provavelmente de mim.

    Esse pensamente acontece naturalmente porque estamos acostumados a pensar em termos físicos, como se o volume de água fosse constante.

    Essa pessoa pensa que se de alguma forma aquela distorção for achatada, haverá um aumento de água para todos, ou seja, uma redução generalizada da miséria.

    Isso é um engano. A água dessa distorção surgiu do nada. E achatar essa distorção não vai espalhar essa água. Ela vai simplesmente desaparecer.

    A maioria das pessoas não consegue entender ou aceitar isso. Elas pensam segundo a física tradicional.

    Não importa a altura da distorção. O que importa é a largura, a quantidade de pessoas que entraram na distorção. Algumas estarão mais próximas do topo, outras mais abaixo, mas de qualquer forma, todas estarão olhando o campo da miséria de um ponto mais elevado.

    O que importa é fazer surgir essas distorções no campo da miséria; quanto mais, melhor; quanto mais larga, melhor. Tentar achatar as distorções para ter um campo da miséria menos distorcido ou achando que o volume de água das distorções será espalhado pelo campo aumentando um pouquinho o nível do campo da miséria é consequência de não entender como funciona esse campo.

  4. Sempre haverá desigualdade, pois as pessoas são diferentes. Infelizmente, esse raciocínio simples não entra na cabeça dos “intelectuais” e governantes que querem que as pessoas sejam iguais, não pelo crescimento do “inferior”, mas pelo rebaixamento de quem está acima.

  5. O finado Plinio de Arruda Sampaio, ao ser candidato a presidencia da republica em 2010 pelo PSOL, afirmou que preferia que o Brasil não tivesse crescimento econômico pra não aumentar a desigualdade (ou seri pra não despertar inveja?). Essa é a mentalidade dessa gente.

  6. “Em primeiro lugar, é necessário entender o que cria a riqueza.”

    Eles nem sequer compreendem que a riqueza é criada, muito menos como ela é criada.

    A única preocupação – ou melhor, obsessão – é com a “redistribuição de renda”.

  7. Criatividade, engenhosidade e inteligência são as características que transformam recursos brutos em recursos valorosos e geradores de riqueza. Não adianta termos abundância de recursos naturais se não tivermos cérebros. Hoje as nações que mais são desenvolvidas foram aquelas que mais investiram em educação de sua população.

  8. Praxeologia é pseudociência

    Toda riqueza é produzida em sociedade, e representa uma fatia do capital social total. Todas as partes envolvidas no processo de criação de riqueza são importantes, como se fossem as peças de um complexo mecanismo de engrenagens.

    Em um processo de criação de riqueza no qual existem externalidades positivas, a apropriação de parte dos resultados pelos agentes privados responsáveis diretos por este processo se justifica quase que por uma recompensa social.

    Quando uma sociedade enriquece pessoas, não por suas contribuições diretas ou indiretas que elas deram a sociedade, das mais variadas formas, não estamos em uma sociedade na qual os incentivos estão alinhados de forma a utilizar os interesses individuais para maximizar o bem estar de todos. Estamos em uma sociedade na qual a maximização dos interesses individuais podem inclusive diminuir o bem estar de todos.

  9. Jairdeladomelhorqptras

    Belo texto. É difícil remover o ressentimento das pessoas. Mesmo com a explanação detalhada que o artigo fornece sempre existirá quem inveje os possuidores de iniciativa e riqueza.

    Em relação as empresas tipo Kodak, Nokia, etc, só um dúvida: A Xerox também afundou?

  10. “Conclui-se que essas pessoas simplesmente não entendem nem como a riqueza é criada, nem como ela é justa e injustamente distribuída, e nem como ela é destruída.”

    O problema é que parece que elas entendem muito bem essas coisas, e por isso mesmo que se joga dessa forma. Primeiro lança-se a falácia de que a desigualdade por si só é algo ruim – como se fosse desejável que pessoas com aptidões diferentes tirassem da economia o mesmo para si, apesar de esforços distintos – depois de ter conquistado o coração das pessoas com uma mentira, apresenta-se o Estado com poderes quase messiânicos para resolver o “problema”. E resolver o problema significa retirar a riqueza dos setores econômicos produtivos e relevantes e distríbuí-los para o governo, incluindo as pessoas físicas que o compõe, além dos inescrupulosos que rezam dessa cartilha nefasta.

  11. Quem acredita que a concentração de riqueza é um problema deveria louvar esses novos bilionários da internet pois: air bnb tirou renda dos grandes hotéis, facebook tirou renda publicitária da grande midia, youtube permitiu que qualquer um tenha um canal de tv e consequentemente uma fatia do mercado de publicidade que antes ficava concentrada na midia tradicional.

  12. Mais um excelente artigo!

    “No entanto, o que os defensores da redistribuição de renda sugerem para corrigir essa injustiça gerada pelas intervenções do governo é exatamente mais interferências, mais gastos e mais regulamentações governamentais.”

    O mais engraçado são os argumentos cada vez mais falaciosos e bizarros que ‘intervencionistas’ utilizam para defender o indefensável. Argumentos como o do artigo do link abaixo, que simplesmente diz que o livre mercado geraria carros demais nas ruas e poucas pessoas vacinadas… Beira o ridiculo.

    www1.folha.uol.com.br/colunas/por-que-economes-em-bom-portugues/2018/07/quando-nao-deixar-o-mercado-livre.shtml

  13. “Conclui-se que essas pessoas simplesmente não entendem nem como a riqueza é criada, nem como ela é justa e injustamente distribuída, e nem como ela é destruída.”

    Na verdade, entendem assim. O problema é que vocês liberais são ingênuos, idiotas úteis, acham que há um engano, quando, na verdade, é só busca de poder travestida de boas intenções.

  14. Trump, e sua Guerra comercial vão gerar desemprego em massa nos EUA!

    A poucos minutos Trump, escreveu no seu twitter que vai propor amanhã aos enviados comerciais da UE a eliminação total das taxas, regulamentos e subsídios, um verdadeiro livre comercio entre EUA e UE, lembrando que as taxas de desempregos estão muito baixas nos EUA… Trump,não se arrependeu de suas medidas está negociando em uma posição de força, ele mostra o cinismo da UE que exige livre comercio para suas empresas enquanto taxa as americanas. Trump, está cancelando centenas de regulamentos que travam a produtividade das empresas e propondo um comercio mais justo com a UE. Sei que muitos vão escrever que nunca vão defender taxas, subsídios, etc.. mas

    infelizmente ainda somos uma minoria que felizmente está crescendo, logo prefiro um Trump a uma Hilary .

    Trump, está levando os EUA em direção ao abismo a 50Km/h, Hilary estaria levando a 150Km/h e nunca exigiria um verdadeiro livre comercio com a UE.

  15. [Off-topic] Pessoal, alguém aqui já esteve ou conhece alguém que esteve na Somalilândia? Li coisas boas a respeito, além de ter visto vídeos de gente que visitou o país no Youtube.

    É algo realmente quente? A economia é realmente livre e está indo bem mesmo? O serviço de internet é realmente sem concorrência, barato e bom?

  16. Pobre de Direita

    O governo é um grande mercado de lobby, mamatas e protecionismo.

    As pessoas não entendem que o remédio em excesso acaba matando o paciente.

    Não tem como ajudar os pobres, se a população ficou pobre por causa dos impostos, regulamentações, burocracia, ineficiência estatal, alto custo de funcionários públicos, etc.

    Felizmente, a mídia, os empresários do governo e os políticos agora terão que suportar a “concorrência” da internet. Com opiniões ridículas e discursos hipócritas, essa gente que se acha melhor que os outros vão ter que trabalhar.

    Estava muito fácil para o governo e para o establishment. Eles controlavam a mídia, tinham horário eleitoral, só aparecia a opinião deles nos jornais, etc. Agora eles terão que trabalhar.

    O remédio está matando o paciente. Essa intervenção estatal está matando o paciente.

    Ainda não sabemos o tamanho do “monstro” que o governo criou, mas com certeza essa nova direita resgatou um pouco do orgulho e da liberdade.

  17. John Maynard Keynes

    Estava discutindo com minha mãe marxista estas semanas sobre redes de empreendimentos engolindo os pequenos empresários (mais ou menos na linha daquela fala do Alckmin, do grande engolindo o pequeno). No exemplo eram academias de musculação. As redes de academias teriam mais poder de fogo do que academias independentes, por terem sistemas de informação integrados, custos otimizados, possibilidade de compra de equipamentos melhores, mais novos, possibilitando que a rede de academias suplante a independentes, por melhores condições e preços mais baixos, quebrando a independente, praticamente obrigando o dono da academia a vendê-la ao conglomerado e ser forçado a ser um mero gerente de academia ou instrutor, prejudicando seus ganhos. Eu falei mas se é melhor para os consumidores terem acesso a melhores equipamentos a custos mais baixos, então é no geral é melhor para todo mundo, apesar de o dono da academia independente ter ficado em uma situação pior. Mas isso não seria um exemplo de como no capitalismo a propriedade dos meios tende a se concentrar em cada vez menos mãos?

  18. Jairdeladomelhorqptras

    Caro Baltazar,

    Parabéns pela sua capacidade de empreender e arriscar-se. O sucesso de alguns sempre despertará instintos primitivos em outros. Aquela famosa frase de um presidente mexicano (que graças a Deus esqueci o nome): “Pobre México, tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos”, evidencia o descomunal ressentimento terceiro mundista.

    Abraços

  19. Conclui-se que: essas pessoas querem poder e desconhecem o que é “competência”; veem o “poder” como algo em si (um fim em si) e não como um efeito ou fruto da competência; e veem no Estado a possibilidade de triunfarem, afinal lá reina a incompetência, a mentira e a desfaçatez.

  20. Cara, eu ainda não consegui entender. No texto, o autor expõe um fato que é indício de que a riqueza é criada,”o crescimento da renda per capita”, mas não explica, efetivamente, a forma como ela é criada.

    Eu estou iniciando os estudos no liberalismo e isso é algo que ainda não consigo compreender muito bem.

  21. Os esquerdistas parecem acreditar que a riqueza cai do Céu em porções rigorosamente iguais para todos e que os “ricos” são “ricos” porque foram na frente e pegaram muito mais do que sua cota, cabendo então ao Estado fazer a “redistribuição de renda”.

    * * *

  22. Sou comerciante e preciso de mais textos ou links com assuntos relacionados a geração de riqueza e empreendedorismo. Focado em situações praticas de empreendedorismo.

    Me ajudem por favor

  23. Hm…Acompanhem o raciocínio, não de ponto de vista do dinheiro, pois a riqueza verdadeira não é o dinheiro mas sim as coisas pelo qual ele é trocado certo? Pois bem, o valor imaginário do dinheiro é ilimitado porém os recursos naturais NÃO, ou seja o sujeito com mais dinheiro vai comprar mais coisas do que precisa, logo vai “alocar” para ele mesmo mais recursos naturais que poderiam ir para outra pessoa, e esses recursos são limitados certo? Olhando por esse ponto de vista, de todos os recursos naturais do planeta, o que tem mais dinheiro vai “pegar” mais pra ele do que o necessário por intermédio do dinheiro, esses recursos a mais poderiam ir para outra pessoas porém estão acumulados na mãos de determinado milionário. Por exemplo há 10 bananas no mundo, por 1 real cada, o rico tem 9 reais e o pobre tem 1 real, o rico compra as 9 bananas e o pobre só pode comprar uma, ou seja, por intermédio do dinheiro ele causa uma certa desigualdade, pois bananas não são infinitas e um dia elas acabarão. O que acham desse ponto de vista?

  24. Leandro, você disse que uma particularidade da hiperinflação brasileira foi o fato de que a classe média e alta se protegiam fazendo aplicações bancárias. Como eles faziam isso e por que isso garantia proteção? Que tipos de aplicações?

  25. John Maynard Keynes

    Por que alguém deveria se importar com quanto dinheiro ganham os fundadores da Google, da Apple ou da Microsoft? Há aqueles que reclamam e que dizem que tais pessoas (…) ao se apropriarem de um “pedaço maior da renda disponível”, todos nós ficamos mais pobres. Faz sentido?

    Lembrei da minha professora comunista do Ensino Médio falando?: “Todo rico rouba, pois para ele ter mais dinheiro e bens materiais, alguém está em falta”

  26. Hoje eu estava vendo que celulares da linha S da Samsung desvalorizam e o preço cai depois de um tempo, e na minha opinião é bom para o consumidor, ai veio um cara falando que isso é muito ruim para investimento(o cara falou que compra celular para usar como investimento depois) e que é ruim tanto para consumidor, quanto para a empresa, o que vocês acham?

  27. Os dez métodos diferentes de acumular riqueza material:

    "1. A riqueza herdada—riquezas que se originam de pais e de outros ancestrais.

    "2. A riqueza descoberta—riquezas que vieram de recursos não cultivados da mãe Terra.

    "3. A riqueza do comércio—riquezas obtidas pelo lucro justo na troca e no intercâmbio de bens materiais.

    "4. A riqueza indevida—riquezas que se derivaram de uma exploração injusta ou da escravização do semelhante.

    "5. A riqueza dos juros—a renda proveniente das justas e honestas possibilidades de ganho do capital investido.

    "6. A riqueza do gênio—riquezas provindas de recompensas de dons criativos e inventivos da mente humana.

    "7. A riqueza acidental—riquezas que se derivam da generosidade de um semelhante ou que têm origem nas circunstâncias da vida.

    "8. A riqueza roubada—riquezas asseguradas pela injustiça, a desonestidade, o roubo ou a fraude.

    "9. A riqueza de fundos—riquezas colocadas nas tuas mãos pelos teus semelhantes para algum uso específico, agora ou no futuro.

    "10. A riqueza ganha—riquezas derivadas diretamente de teu próprio trabalho pessoal, a recompensa justa e honesta dos esforços diários de tua mente e teu corpo.

    Fonte: O Livro de Urântia

  28. Gostaria de saber como seria a distribuição de posse dos terrenos caso o estado acabasse. Qualquer um que chegasse primeiro em um lugar seria dono dele? Teria um documento de validação? Esse documento seria validado por quem? E se alguém quisesse construir na areia da praia e impedir o acesso de outras pessoas? Existiria algum espaço público?

  29. Guilherme Silveira A. Santos

    Julian Simon e Ayn Rand diziam que a riqueza é criada pela razão. Essa assertiva vai de encontro aos modismos intelectuais de “etnocentrismo”, “hegemonia” e outros termos falsos usados para corroborar o relativismo de autores como o sociólogo Robert Merton. O igualitarismo é impossível, a despeito de qualquer ação, medida social ou teoria.

  30. Estou cada dia mais convencido que a inflação é uma fonte considerável da mentalidade antiempresarial e ”anti-rico” do mundo. Se as pessoas pudessem perceber que os bens e serviços estão ano a ano mais baratos, esse conceito de que a riqueza de alguns não é a pobreza de outros seria bem mais palatável.

    Roberto Campos chamava isso de ”cultura do cruzado”. A alta de preços é do mercado, do posto de gasolina.

    O Brasil, com anos de hiperinflação ou inflação elevada, possui muita cultura do cruzado. E agora um governo ”dito liberal” joga ainda mais lenha na fogueira.

  31. Uma Dúvida:

    O mercado do sexo: prostituição, bordéis, boates e afins é regulado pelo governo?

    NUNCA ouvi falar de quqlquer intervenção estatal nesse setor.

  32. Uma dúvida que eu tenho

    Quando as empresas privadas, com o tempo, começam a comprar as outras empresas e construir monopólio, quando elas passarem de 90% de marketshare por exemplo, isso não se torna algo malefico para a “economia” ou para determinado setor?

    Pergunto usando o exemplo do setor do agronegócio, vejamos a empresa Mosaic, de fertilizantes e outros produtos, ela domina nos EUA cerca de 90% do mercado, e hoje, os agricultores fazem uma petição para que investiguem a empresa, pelo preço meio exacerbado que ela coloca sobre os produtos, investigar se o preço é fruto do livre mercado, ou se tem formação de cartel entre essa gigantes.

    Aguardo.

  33. Em homenagem a esse artigo, segue esse post.

    Como a riqueza é destruída, um oferecimento do eterno país do futuro…

    Lista de tributos (impostos, contribuições, taxas, contribuições de melhoria) existentes no Brasil:

    Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM – Lei 10.893/2004

    Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) – Lei 5.461/1968

    Contribuição à Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional – CCCCN – art. 11 da Lei 7.291/1984

    Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT – Lei 10.168/2000

    Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado “Salário Educação” – Decreto 6.003/2006

    Contribuição ao Funrural – Lei 8.540/1992

    Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) – Lei 2.613/1955

    Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT), atualmente com a denominação de Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho (GIIL-RAT)

    Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) – Lei 8.029/1990

    Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) – Decreto-Lei 8.621/1946

    Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) – Lei 8.706/1993

    Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) – Lei 4.048/1942

    Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) – Lei 8.315/1991

    Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) – Lei 9.403/1946

    Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) – Lei 9.853/1946

    Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) – art. 9, I, da MP 1.715-2/1998

    Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) – Lei 8.706/1993

    Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados) – embora de aplicação facultativa a partir de nov/2017 (por força da Reforma Trabalhista), mantivemos esta contribuição no rol, em função de suas particularidades tributárias. Veja as diferenças entre a Contribuição Confederativa e o “imposto sindical”.

    Contribuição Confederativa Patronal (das empresas) – embora de aplicação facultativa a partir de nov/2017 (por força da Reforma Trabalhista), mantivemos esta contribuição no rol, em função de suas particularidades tributárias. Veja as diferenças entre a Contribuição Confederativa e o “imposto sindical”.

    Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis – Lei 10.336/2001

    Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Remessas Exterior – Lei 10.168/2000

    Contribuição para a Assistência Social e Educacional aos Atletas Profissionais – FAAP – Decreto 6.297/2007

    Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública – Emenda Constitucional 39/2002

    Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE – art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002

    Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública – art. 32 da Lei 11.652/2008

    Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB) – art. 8º da Lei 12.546/2011

    Contribuição Sindical Laboral – embora de aplicação facultativa a partir de nov/2017 (por força da Reforma Trabalhista), mantivemos esta contribuição (também chamada de “imposto sindical”) no rol, em função de suas particularidades tributárias.

    Contribuição Sindical Patronal – embora de aplicação facultativa a partir de nov/2017 (por força da Reforma Trabalhista), mantivemos estas contribuições no rol, em função de suas particularidades tributárias.

    Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)

    Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)

    Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)

    Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.

    DPVAT – leia porque DPVAT é classificado como tributo?

    Fundo Aeroviário (FAER) – Decreto Lei 1.305/1974

    Fundo de Combate à Pobreza – art. 82 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, instituído pela EC 31/2000

    Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal – FEEF – Convênio ICMS 42/2016

    Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) – Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997

    Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) – Lei 5.107/1966

    Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) – art. 6 da Lei 9.998/2000

    Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) – art.6 do Decreto-Lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002

    Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) – Lei 10.052/2000

    Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)

    Imposto sobre a Exportação (IE)

    Imposto sobre a Importação (II)

    Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)

    Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)

    Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)

    Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR – pessoa física e jurídica)

    Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)

    Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)

    Imposto sobre Transmissão Bens Inter-Vivos (ITBI)

    Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)

    INSS (“Contribuição Previdenciária”) de Autônomos e Empresários

    INSS (“Contribuição Previdenciária”) de Empregados

    INSS (“Contribuição Previdenciária”) Patronal sobre a Folha de Pagamento

    IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)

    Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)

    Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro

    Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação – Lei 10.870/2004

    Taxa de Avaliação da Conformidade – Lei 12.545/2011 – art. 13

    Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias – Decreto-Lei 1.899/1981

    Taxa de Coleta de Lixo

    Taxa de Combate a Incêndios

    Taxa de Conservação e Limpeza Pública

    Taxa de Controle Administrativo de Incentivos Fiscais – TCIF – Lei 13.451/2017

    Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA – Lei 10.165/2000

    Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos – Lei 10.357/2001, art. 16

    Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)

    Taxa de Fiscalização da Aviação Civil – TFAC – Lei 11.292/2006

    Taxa de Fiscalização da Agência Nacional de Águas – ANA – art. 13 e 14 da MP 437/2008

    Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – Lei 7.940/1989

    Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes ou Concursos – art. 50 da MP 2.158-35/2001

    Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23

    Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro – TFPC – Lei 10.834/2003

    Taxa de Fiscalização dos Mercados de Seguro e Resseguro, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta – art. 48 a 59 da Lei 12.249/2010

    Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar – TAFIC – Entidades Fechadas de Previdência Complementar – art. 12 da Lei 12.154/2009

    Taxa de Licenciamento Anual de Veículo – art. 130 da Lei 9.503/1997

    Taxa de Licenciamento, Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas instalações – Lei 9.765/1998

    Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal

    Taxa de Pesquisa Mineral DNPM – Portaria Ministerial 503/1999

    Taxa de Serviços – TS – Zona Franca de Manaus – Lei 13.451/2017

    Taxa de Serviços Metrológicos – art. 11 da Lei 9.933/1999

    Taxa de Utilização de Selo de Controle – art. 13 da Lei 12.995/2014

    Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)

    Taxa de Outorga e Fiscalização – Energia Elétrica – art. 11, inciso I, e artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996

    Taxa de Outorga – Rádios Comunitárias – art. 24 da Lei 9.612/1998 e nos art. 7 e 42 do Decreto 2.615/1998

    Taxa de Outorga – Serviços de Transportes Terrestres e Aquaviários – art. 77, incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001

    Taxas de Saúde Suplementar – ANS – Lei 9.961/2000, art. 18

    Taxa de Utilização do SISCOMEX – art. 13 da IN 680/2006

    Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)

    Taxas Judiciárias

    Taxas Processuais do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE – art. 23 da Lei 12.529/2011

    P.s. : Várias publicações, sites, jornais, revistas e outros meios de comunicação têm copiado a lista abaixo. Pedimos que, ao fazê-lo, nos deem o crédito: fonte www . portaltributario . com . br

  34. Taxa de desemprego caiu para 12,1 % para esse mês de outubro, menor valor em 20 meses.

    Tomara que esses dados animem os investidores e resultem na apreciação do real.

    No site da SECOM, eles já falaram “na cara” que, enquanto os governadores e prefeitos proibiram as pessoas de trabalhar, o governo federal prestou suporte. É uma tática inteligente, não dá para negar. Essa tática de “pegar na mão” sempre funcionou.

Rolar para cima