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Todas as vacinas importam — inclusive as importadas por empresas privadas
Quem se diz "pela vida" e "pela saúde" não pode ser contra a entrada da iniciativa privada

Ontem, dia 7 de abril de 2021, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), com sede em Brasília, suspendeu todas as decisões judiciais de primeira instância que autorizavam empresas privadas a importar vacinas contra a Covid sem a obrigação de doação integral para a União.

A legislação atual, bizarra, afirma que empresas até podem importar doses, mas devem doar absolutamente tudo para o Sistema Único de Saúde (SUS) até que o governo vacine os grupos prioritários. 

No Congresso Nacional, há um projeto que permite que empresas importem doses para imunizar seus funcionários, desde que haja contrapartidas. Uma destas contrapartidas é que a empresa doe ao SUS o mesmo número de doses que adquiriu para os empregados. Ou seja, se uma empresa tem 50 funcionários e compra 100 doses para imunizá-los (cada funcionário necessita de duas doses), ela tem de comprar outras 100 doses para repassar ao SUS.

Este projeto foi aprovado na Câmara. Agora, depende da aprovação do Senado.

A esquerda, obviamente, é contra. Os argumentos que ela utiliza contra a importação de vacinas por empresas privadas são, no mínimo, esdrúxulos. 

Eis um breve compêndio:

Um banqueiro de 50 anos de idade vai tomar a vacina antes que uma pessoa de 65, 63, 64 anos. Vários que estão esperando na fila de vacinação vão, por ato do Congresso Nacional, ver o seu lugar ser ultrapassado por um banqueiro que tenha dinheiro. […] Um funcionário desse banqueiro que tenha, por exemplo, 40 anos de idade, vai passar na frente de uma pessoa que também tem 40 anos de idade, mas tem doença cardíaca, doença pulmonar, diabetes ou alguma complicação que o faria estar à frente. - Alexandre Padilha (PT-SP)

Esse negócio de vacina privada por fora do SUS e sem obedecer grupos de risco é muito característico da elite endinheirada. Aquela mesma que, durante 300 anos, manteve o povo negro escravizado no Brasil. — Bohn Gass (PT-RS)

Nós precisamos ter vacinas massivas pelo SUS e não por empresas privadas. Isso é a consolidação do fura-fila. […] Não é a farmácia que vai comprar pro seu caixa. Não é uma empresa pequena que vai comprar para o seu padeiro, pro seu trabalhador. "Veja em Belo Horizonte quem foi que tomou a falsa vacina, foi o ex-senador milionário. — Jandira Feghali (PCdoB-RJ)

Nós devíamos estar na Casa, aqui, discutindo as vacinas que não foram compradas pelo governo federal. Essa Casa não pode colaborar com o processo de desigualdade que nós já temos no Brasil. Nós não podemos de novo entrar nesse processo em que os mais pobres estão para trás. Já estão para trás na renda, já estão para trás no atendimento e não podem ficar para trás nas vacinas. — Gleisi Hoffmann (PT-PR)

Hoje o setor privado já pode comprar vacina, desde que doe 100% para o SUS enquanto durar a vacinação dos grupos prioritários. […] O que está se querendo aqui é furar fila. Possibilitar que sejam vacinadas pessoas que não estão dentro das prioridades do Plano Nacional de Vacinação. — Talíria Petrone (PSOL-RJ)

A rede privada pode comprar vacina? Pode, já tem lei pra isso. Compra e entrega pro SUS. O que a gente está contrário é que se compre e que se faça um brasileiro, que tem comorbidade, tomar a vacina depois. É isso que é indefensável. Se a rede privada quer ajudar, compra e entrega (ao SUS), para que o critério da universalidade e da gratuidade, que são pilares do SUS, possam ser garantidos. — Marcelo Freixo (PSOL-RJ)

Observe que não há argumentação racional nenhuma. Há apenas afetações de compaixão e efusões de emotividade.

Já a Advocacia Geral da União, que também é contra o projeto, afirmou que a entrada da iniciativa privada:

a) irá gerar um caos na política pública de vacinação organizada;

b) fere o princípio da igualdade, afetando o objetivo de concentrar todos os esforços para a imunização de todas as pessoas dos grupos prioritários;

c) viola a equidade e a universalidade no acesso à vacina;

d) prejudica a coordenação do plano, uma vez que não será possível que os órgãos competentes acompanhem e fiscalizem o processo de vacinação a ser levado a efeito pelas entidades de classe.

Bem, o item b é contraditório. Defende igualdade ao mesmo tempo em que defende prioridades. Isso não é argumento.

O item c também é contraditório. A livre importação de vacinas irá aumentar a oferta de vacinas em território nacional, consequentemente aumentando a universalidade ao acesso.

Já os itens a e d, que afirmam praticamente a mesma coisa, apenas evidenciam ineficiências do estado, e não da iniciativa privada.

Por que a importação de vacinas por empresas privadas deve ser liberada

Vamos direto ao ponto: quem realmente é "pela vida" e "pela saúde" tem de apoiar a compra e a distribuição de vacinas por entes privados. 

Quanto mais vacinas forem importadas, maior será a oferta de vacinas em território nacional (uma obviedade acaciana). E, quanto maior a oferta de vacinas, melhor para todos os que querem se vacinar (outra obviedade).

À medida que mais gente seja vacinada, mais pessoas estarão protegidas. O indivíduo vacinado diminui a chance de transmissão a terceiros. Quanto mais rápido a vacina estiver disponível para os que a desejarem tomar, melhor.

Ademais, dado que o governo federal já garantiu 562 milhões de doses da vacina, o argumento de que a importação via empresas privadas concorrerá contra o próprio governo não se sustenta. Ou seja, não há também argumentos de cunho econômico contra a importação.

No final, quem é contra a medida tem de explicar como é que impedir a importação de vacinas — que nada mais é do que restringir a oferta de vacina — pode ser algo bom não só para os brasileiros, como também para qualquer grupo prioritário.

Se o governo restringir a importação de alimentos, algum faminto estará em melhor situação em decorrência disso? Igualmente, se o governo restringir a importação de vacinas, os brasileiros terão mais saúde?

Curiosamente, aquilo que é óbvio para outras situações aparentemente deixa de ser óbvio para as vacinas, o que apenas explicita como esta questão foi desgraçadamente politizada.

Além de tudo, aceleraria o processo para os mais produtivos

No momento, a vacinação voluntária é a maior esperança de que voltemos à vida normal. Sendo assim, o compromisso deve ser com a urgência e com o balanço de potenciais benefícios contra danos, e não com a perfeição procedimental alienada da realidade.

A autorização de uso emergencial para as demais vacinas aprovadas por órgãos reconhecidos em países desenvolvidos — onde foram conduzidos extensos estudos clínicos— deveria ser automática. A exigência de estudos clínicos conduzidos no Brasil e outras de natureza burocrática não deveriam interditar a aprovação de uso emergencial. 

O Brasil deveria conferir a essas vacinas a autorização de uso emergencial e deixar livre a importação, venda e distribuição em clínicas e hospitais privados, em paralelo com o programa federal de imunização.

O governo federal, em coordenação com as secretarias estaduais de Saúde, acertou ao implementar um programa voluntário de imunização contra a Covid-19, o qual prioriza profissionais de saúde da linha de frente, indivíduos com maior risco de mortalidade (idade avançada e com comorbidades), demais profissionais de saúde e outros. 

No entanto, proibir que o setor privado complemente a imunização, assim impedindo o acesso à vacina aos brasileiros que estiverem esperando sua vez na fila estatal de distribuição, é uma barbaridade. 

Aqueles homens e mulheres jovens e saudáveis que carregam nas costas o PIB brasileiro — por exemplo trabalhando na produção, distribuição e comercialização de seringas — poderiam ser vacinados desde logo por seus empregadores, que já manifestaram interesse. São pais e mães de família que, em caso de proibição da vacina privada, ficarão à mercê do andamento do plano federal e sob continuado risco de contaminar a si e aos outros.

Simplificar a autorização, importação e comercialização de todas as vacinas possíveis é o caminho. Não se trata claramente de permitir a uns que andem no acostamento para fugir do congestionamento, ao contrário. São mais pistas, agilizando a passagem de todos.

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Leia também:

Uma vacinação compulsória é incompatível com o mais básico conceito de liberdade

O STF escancara seu autoritarismo e agora quer punir indivíduos com base em probabilidades



autor

Helio Beltrão e Anthony Geller

Helio Betrão é o presidente do Instituto Mises Brasil.

Anthony P. Geller é formado em economia pela Universidade de Illinois, possui mestrado pela Columbia University em Nova York e é Chartered Financial Analyst credenciado pelo CFA Institute.


  • Caio  08/04/2021 16:00
    Não é novidade. Pandeminions e lockdowners apenas fingem defender a ciência e se importar. No final, eles querem economia parada e quebrada para sempre, pois isso é o que irá tornar os pobres para sempre dependentes do estado. Qualquer coisa que vá contra esse arranjo será combatida por eles.
  • Bernardo  08/04/2021 16:07
    Já eu acho que a esquerda está sendo coerente. Ela sempre foi contra a importação de tudo. Também é contra a importação de vacinas.

    Ela é contra a importação de produtos baratos e de qualidade, fazendo com que o padrão de vida dos pobres seja menor. Também é contra a importação de vacinas, fazendo com que a economia (e os pobres) continuem ferrados por mais tempo.

    Coerência pura.
  • Igor  08/04/2021 16:34
    Em Belo Horizonte, o estoque de vacinas acabou. Vai ser interessante ver a esquerda sendo contra a importação numa situação assim.
  • Intelectual Honesto  08/04/2021 17:05
    Ela é contra a importação de produtos baratos e de qualidade, fazendo com que o padrão de vida dos pobres seja menor.

    A esquerda defende exatamente isso, mas não se esqueça da justificativa: caso houvesse importação de produtos baratos e de qualidade sem taxação, as industrias brasileiras que produzem produtos similares sofreriam com isso e os pobres seriam prejudicados pois o patrão reduziria o salário deles ou então até mesmo os demitiria.

    Eu realmente não entendo o que essas pessoas entendem por "democracia". Se esses produtos importados de qualidade estivessem disponíveis no preço original deles, só os compraria quem quer. Quem acredita que esses produtos importados prejudicam o "Brasil", poderia continuar não comprando eles. A ignorância é tanta que esses políticos protecionistas acham que os eleitores manifestam seus desejos sobre produtos e serviços nas urnas. E o corporativismo anda junto com isso. Um mês de lockdown em São Paulo certamente é mais danoso do que caso todos os trabalhadores da Fiesp ficassem desempregados devido a liberação irrestrita das importações.


  • Túlio  08/04/2021 17:09
    "mas não se esqueça da justificativa: caso houvesse importação de produtos baratos e de qualidade sem taxação, as industrias brasileiras que produzem produtos similares sofreriam com isso e os pobres seriam prejudicados pois o patrão reduziria o salário deles ou então até mesmo os demitiria."

    Correto, mas esse é um argumento pró-classe média alta (funcionários das grandes indústrias) e pró-sindicalistas (classe alta), e não um argumento pró-pobres (que estão majoritariamente no setor de serviços e no comércio, e que se beneficiariam de produtos importados baratos e de qualidade).
  • Bruno Souza  08/04/2021 17:14
    "Correto, mas esse é um argumento pró-classe média alta"

    Bingo! Tanto é que tá cheio de direitista que também defende protecionismo e reserve de mercado.

    Nunca é "pelos pobres". É sempre "pelos grupos de interesse".

    Praticamente todas as políticas* que realmente beneficiariam os pobres envolvem a retirada do estado de economia, e não seu aumento.


    * A única política estatal que pode beneficiar o pobre é o repasse direto de dinheiro; mas mesmo esta política é controversa, pois envolve tributação, endividamento público e inflação, coisas que prejudicam os pobres no longo prazo.
  • Guilherme  08/04/2021 17:38
    Mas nunca foi pelo pobre. Por exemplo, o atual garoto-propaganda da esquerda, o imitador de focas Felipe Neto (sim, esse é o nível da atual esquerda), descobriu a nova solução para o mundo: acabar com o consumo de carne (inclusive de frango).

    twitter.com/felipeneto/status/1379944360196866051

    Adivinhe qual classe social seria a mais prejudicada com o fim desta importante e saborosa fonte de proteínas?
    No final, toda a atual esquerda é formada por elitistas lacradores que nunca trabalharam na vida, que vivem sob luxos que apenas o capitalismo proporciona e que, justamente por nunca terem passado dificuldades, podem se dar ao luxo de ter esses devaneios completamente imbecis.
  • Felipe J.  08/04/2021 22:32
    Esqueça que essa ideia de acabar com o consumo de carne partiu da cabeça mononeural dele. Ele só posta aquilo que a assessoria de imprensa dele o manda dizer. Se vocês observarem, já existe um alinhamento entre todos os grandes conglomerados frigoríficos do planeta em restringir o consumo de carne, especialmente entre os mais pobres. Li esses tempos que a Minerva Foods vai focar em carne vegetal e carne sintética e, assim como a JBS, focar em carne animal para consumidores mais específicos (ou seja, quem tem dinheiro pra pagar 60 reais no kg do contrafilé Angus); aliado a isso, diversas regulações estatais têm restringido a atividade de pequenos frigoríficos e açougues, que vendem carne "a granel". No interior ainda é muito comum as famílias comprarem os quartos bovinos em porta de fazenda e estocar carne, a um custo muito mais baixo. Já nos grandes centros, essa prática tem cada vez mais sucumbido e o preço da carne tem só aumentado, devido a tantas regulações (aplaudidas pelos grandes conglomerados de carne).
  • Felipe  08/04/2021 22:11
    Querem que os pobres dependam do SUS. Os políticos esquerdistas, obviamente, vão continuar tendo seus serviços de saúde privados de boa qualidade, e sustentados por todo mundo.

    O Hugo Chávez fez a burrice de tratar o seu câncer em Cuba. Morreu.
  • anarcopt  09/04/2021 18:18
    so nessa tua cabeca doentia e terraplanista o cara quer viver dependendo de 150,00.
  • Gredson  08/04/2021 16:02
    Eu vejo com suspeita a afirmativa "todas as vacinas importam". Como assim todas as vacinas importam? Há vacinas no Brasil com graves denúncias de efeitos colaterais e até mesmo de morte. Lembrando que essas vacinas foram produzidas sem o devido tempo de avaliação e não se sabe quais serão os efeitos colaterais futuros; inclusive, os contratos das farmacêuticas não aceitam consequências jurídicas para os efeitos colaterais posteriores dessa vacina.

    Na minha opinião, as pessoas estão sendo coagidas pelo estado, muitas aderiram à ideologia mundial da pandemia de Covid-19 (sim, isso é ideologia), e agora estão obedecendo cegamente e colocando a esperança em tudo que algum burocrata iluminado – ou cientista autorizado pelo burocrata – disser o que é a verdade. As empresas atualmente servem como força motriz para essa ideologia autoritária. Isso não vai terminar bem.
  • Gustavo  08/04/2021 16:07
    Relaxe. É só um trocadilho irônico com "Black lives matter", "all lives matter" e o ato econômico de importar.

    Quanto às vacinas, não sendo elas compulsórias, algo que o artigo acertadamente abordou, não vejo problema nenhum.

    Ademais, se elas são necessárias para que se aceite uma reabertura da economia, por mim que todos que quiserem tomem (eu não vou tomar).
  • Vladimir  08/04/2021 17:05
    A grande vitória da liberdade está em não ser obrigatória. Neste ponto, Bolsonaro merece méritos eternos. De resto, quem quiser tomar que tome. Indivíduos tomam decisões baseadas em seus riscos todos os dias. Deixe que o façam. Os mais velhos da minha família todos já tomaram. Por enquanto, tudo certo. Se isso os fez se sentir bem (mesmo que psicologicamente), ótimo. Se isso acelerar a abertura da economia, ainda melhor.
  • Revoltado  08/04/2021 20:33
    Sim,

    Pode ser coincidência minha, mas não muito tempo atrás o avô de uma conhecida minha parou no hospital por arritmia pouquíssimos dias após ter sido vacinado.

    Espero que de fato tenha sido uma coincidência. Sei lá eu...
  • Jeferson Vasquez  08/04/2021 22:24
    Isso tudo é coincidência?

    www.istoedinheiro.com.br/sete-mortes-por-coagulos-sanguineos-no-reino-unido-apos-vacina-astrazeneca/

    www.bbc.com/portuguese/geral-56625042

    www.em.com.br/app/noticia/internacional/2021/04/07/interna_internacional,1254536/reino-unido-registrou-79-casos-de-trombos-e-19-mortes-apos-vacina-com-astra.shtml

    jovempan.com.br/noticias/mundo/espanha-informa-morte-de-pessoa-que-tomou-vacina-contra-covid-19-da-astrazeneca.html

    criticanacional.com.br/2021/04/05/cresce-numero-de-obitos-por-covid-de-pessoas-que-receberam-a-vacina-chinesa/

    E ainda tem nego que acha que vai voltar ao normal depois de tudo! Vão sonhando!

    Mas aparentemente isso tem data certa pra terminar : 31/3/2025 de acordo com essa reportagem :
    www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/24016/o-que-nao-esta-certo-nessa-agenda-mundial

    Se depois de tudo isso ainda acharem isso e as consequências chegarem, não adianta depois querer se desculpar dizendo que não sabia, usando a própria velhice como muitos fazem(tem muito idoso redpillado sobre isso aí) ou usar o alzheimer com desculpa pra eventuais estragos corporais! Podiam considerar isso como suicídio!
  • Vinícius  08/04/2021 16:04
    Quem é pandeminion e torce pelos lockdowns eternos (toda a mídia e a esquerda) tem de ser contra.

    E, olha só!, é exatamente isso o que ocorre.
  • Revoltado  08/04/2021 18:49
    Enquanto tiver o seu quinhão garantido para apenas coçar a bolsa escrotal, sem dúvida!

    Quem não curte tirar férias em casa e recebendo?
  • anônimo  08/04/2021 19:23
    Se eu fosse funcionário público, estaria pedindo mais lockdowns mesmo, vou estar recebendo meu salário sem fazer nada e á custa dos outros, é nessa hora que danesse á "coletividade".
  • Rafael  08/04/2021 19:31
    Lockdown com salário garantido não é quarentena, é férias. Funças, políticos e jornalistas estão nessa categoria.
  • Revoltado  08/04/2021 20:38
    O pessoal da Prefeitura de Criciúma deve estar rangendo os dentes aos choros até agora, já que o lockdown voluntário não lhes permite férias domésticas. Como engordar igual um cachaço sentado no sofá assistindo à Merdaflix e mostrar o delicioso vinho da safra de 1863 que está degustando e a comidinha gourmet via delivery pelo Bostagram sem receber um centavo? LOL
  • Jeferson Vasquez  08/04/2021 22:29
    ''O pessoal da Prefeitura de Criciúma deve estar rangendo os dentes aos choros até agora, já que o lockdown voluntário não lhes permite férias domésticas.''

    Rangendo até os dentes? Aí o milagre ocorreu, todos viraram trabalhadores de fato! Já que eles são a favor de trancar tudo e todos, eEles poderiam aproveitar essa temporada para melhorar o ''tempo de qualidade''! Hehe!

    ''Aos choros.'' Podia ser choro de............................... você sabe, hehe!
  • Bolsodilma ciroguedes  08/04/2021 17:01
    Não faz sentido nenhum impedir as importações, pois não existe concorrência no consumo de vacinas. Uma empresa que comprou não estaria impedindo o governo de vacinar os prioritários. E daí que comprou antes? Quem disse que a vacina também pertence aos governos?

    Um laboratório de vacinas que receba o dinheiro logo vai aumentar a produção pra atender a demanda, algo que não fará se tiver que esperar o SUS pagar, o que só ocorre na licitação. E com preços do governo.

    Toda essa burocracia só serviu pra atrasar a produção dos laboratórios.

    Esse papo de grupo prioritário é mais politicagem que qualquer outra coisa: serve pra dar mais poder apolíticos. Criaram mais um problema que não existe pra cobrar pela solução.

    Se o comércio das vacinas fosse livre, os laboratórios já teriam investido muito mais pra acelerar a produção. Nas mãos do estado estão todas com o pé no freio. A escassez de vacinas é muito maior.
  • Felipe  08/04/2021 17:03
    Obrigar empresas a entregarem todas as vacinas que compraram para o SUS é uma das coisas mais comunistas da história deste país. Ainda bem que ao menos isso tem chance de cair.
  • Erick  08/04/2021 20:34
    Conhecendo o timing brasileiro... acho q vai cair depois q ninguém mais tiver a doença. Da mesma forma como a Petrobrás só vai privatizada depois q todos os carros forem elétricos e os Correios serão privatizados depois q todas as ntregas forem feitas pelo MercadoLivre.
  • Jeferson Vasquez  08/04/2021 22:18
    ''Acho q vai cair depois q ninguém mais tiver a doença.''

    Péssimas notícias! Vai sonhando! Esse vírus vai circular pra sempre! Não vai ser como o sarampo não! Além disso, apesar de o sarampo ser mais grave, é como a catapora e a caxumba, pegou uma vez não pegou mais! Imunidade basicamente eterna! Isso se chama adaptabilidade do corpo humano e da sua imunidade no geral!
  • Roberto R.  08/04/2021 17:48
    O governo tem 100 doses. Por isso só vacina quem tem mais de 65 anos.

    Se um jovem de 30 anos quiser aumentar o estoque total de doses no país para 101, sendo que essa dose extra seria consumida por ele, os socialistas não permitem.

    Eles dizem: "Se eu não posso consumir uma dose porque eu não tenho 65 anos mas 30 como você, então você também não vai poder".

    Qual o nome disso? Inveja. Ressentimento. Ódio.
  • Roberto R.  08/04/2021 17:53
    A fila está formada no supermercado. Um caixa para todos.

    Aí o dono do supermercado resolve abrir um dos caixas que estavam fechados. Mas coloca uma placa avisando que ali só será atendido quem tiver cartão de crédito da empresa

    O que o socialista faz?

    1. Reclama dizendo que isso é imoral (e convoca boicote).

    2. Fica feliz que agora as pessoas serão atendidas mais rapidamente sem que ninguém tenha perdido nada.
  • rraphael  08/04/2021 18:32
    voce leva seu filho no aniversario do coleguinha, ao chegar no local voce entrega o presente para o seu filho, que entrega o presente para o coleguinha

    quem comprou o presente foi voce, mas quem "deu" o presente ao coleguinha foi seu filho

    o coleguinha entende que ganhou o presente do seu filho, nao de voce

    é um raciocinio completamente infantil mas é uma das essencias em que as beterrabas se apoiam, se o empresario comprar a vacina e vacinar seus funcionarios , ofertar a populaçao, o papai-estado deixa de ser aquele que salva as pessoas , o empresario deixa de ser o vilao da historia

    quantas vezes nos ultimos meses voce viu alguem dizendo que é um absurdo mandar a pessoa embora so porque nao pode ir trabalhar ? que nao aceita lockdown , quer que o funcionario se arrisque a morrer enquanto trabalha pois so pensa em lucrar ?

    na gramatica se aprende - primeira pessoa : quem fala , segunda pessoa : para quem se fala , terceira pessoa : de quem se fala

    o passo adiante é o exercicio : por quê se fala

    como ja disseram , nunca foi pela vida, nem pelo pobre, é por poder, influencia ... apesar de ser cristalino como agua , pra base da piramide sao aguas turvas impossiveis de se atravessar
  • Joel  08/04/2021 18:50
    "Hoje o setor privado já pode comprar vacina, desde que doe 100% para o SUS enquanto durar a vacinação dos grupos prioritários."

    Isso é que nem você estar tentando apagar um incêndio com uma mangueira, e quando vem alguém querer ajudar em vez de usar mais mangueiras você obriga eles a ligarem suas torneiras na sua mangueira. É uma estupidez que chega a doer.
  • Diogo  08/04/2021 20:07
    Mentalidade socialista. A propriedade privada não é sua. O que você comprou não pertence a você, mas ao estado.
  • Vladimir  08/04/2021 20:15
    Ué, mas isso é mais corriqueiro do que parece. No Brasil, o governo é o dono de tudo. Porém, mediante o pagamento de um arrego, ele deixa você ficar com algumas coisas.

    Duvida?

    Deixe de pagar seu IPTU para você ver. Faça isso e veja se você é realmente o dono do seu imóvel.

    Deixe de pagar seu IPVA para você ver. Faça isso e veja se você é realmente o dono do seu carro.

    Deixe de pagar seu Imposto de Renda para você ver. Faça isso e veja se você é realmente o dono dos frutos do seu trabalho.

    Deixe de pagar seu ITCMD para você ver. Faça isso e veja se você é realmente o dono da herança de seus pais.

    Em todos os casos acima, o não-pagamento resulta em confisco de propriedade. Seu ativo é confiscado, vai a leilão e as receitas vão para o governo.

    Se você resistir, será preso. Se resistir à prisão, será morto.

    Não existe propriedade privada. Existe apenas concessão estatal mediante pagamento de arrego.
  • Erick  08/04/2021 20:39
    Excelente ponto, Vladimir.

    Inclusive no Brasil existe uma coisa que é bem de família. Se vc deixa sua casa como garantia para o banco, o banco pode até tomar sua casa, mas não pode despeja-lo se aquela for sua única casa. A pessoa pode perder a propriedade mas não a posse.

    Mas existem 2 excessões... e uma delas é exatamente o IPTU !
  • Erick  08/04/2021 20:54
    Fora a questão dos prioritários. Quem decide quem são os prioritários ? Pq os idosos e não os motoboys e funcionários dos Correios e transportadoras que estão fazendo as entregas ? Ou os motoristas de ônibus ? - pessoas q tem contato com milhares de pessoas por dia.

    Antes pensou-se até em deixar os presidiários como prioritários. Mas, no país onde o poste mija no cachorro, optou-se por solta-los, enquanto a população trabalhadora anda em ônibus lotados.

    Eu não sou médico e não sei se vacina ou remédio A ou B funcionam. O q eu sei é q hj, 8 abril, o Butantan está parando o envase pq faltam insumos (e o motivo declarado por eles era a documentação de importação, sim pq vc tem q pedir uma autorização antes de importar) e a Sputnik, que a fábrica de Pouso Alegre/MG está pronta para produzir, não consegue iniciar as entregas por falta de um carimbo da Anvisa.... enquanto em Belo Horizonte já acabaram as vacinas.

    Entre o amor ao carimbo e o amor à vida, me parece bastante óbvia a "prioridade" do governo. Aliás, prioridade foi durante milenios uma plavara no singular, pq durante milenios a humanidade soube q se alguém tem mais de uma, não tem nenhuma.
  • Humberto  08/04/2021 19:50
    Essa questão é tão bizarramente óbvia que torna ainda mais bizarra a postura de alguns. Aqueles que defendiam "vacina", "saúde" e "ciência" são os mesmos que agora se opõe ao aumento da oferta de vacinas!

    Tente explicar isso pra alguém e o louco será você.
  • Fabrício  08/04/2021 19:57
    Foi excelente porque desnudou os sedizentes defensores "da saúde", "da ciência", "dos pobres" e "das vacinas".

    Essa gente nunca esteve interessada em nenhum desses quatro. Queriam apenas lacrar politicamente. Quando a narrativa virou, ficaram completamente perdidos e se revelaram.


    P.S.: quem acompanha meus comentários aqui sabe que eu não recomendo a vacinação caso você seja uma pessoa jovem e saudável. Pouquíssimo upside e grande potencial de downside. Deixem para os mais velhos, que têm menos a perder.
  • Felipe  08/04/2021 20:37
    O fato de o sujeito ter que doar à força, para o SUS, metade das vacinas compradas, mostra como o Brasil é um país comunista.

    A postura da AGU lamentavelmente também mostra que ainda há alguma mentalidade anti-capitalista dentro do governo Bolsonaro.
  • João  08/04/2021 20:57
    Projeto para cego vê, todos sabemos que a própria inciativa privada (farmacêuticas) deixaram bem claro que não vai existir venda para empresas privadas apenas a Governos. Com todo respeito o debate pode ser válido, mas, não existe nenhum sentido. O Congresso brasileiro deveria focar em outros assuntos mais importantes para o país no atual momento, esse projeto é fruto de deputados e de empresários lobistas.
  • Carlos Brodowski   08/04/2021 21:23
    "todos sabemos que a própria inciativa privada (farmacêuticas) deixaram bem claro que não vai existir venda para empresas privadas apenas a Governos."

    Ué, você está dizendo que as multinacionais farmacêuticas odeiam dinheiro? Que elas irão se recusar a vender para empresas?

    Essa é nova. Já ouvi de tudo, mas confesso que essa (farmacêuticas odeiam dinheiro) é nova.
  • Jo%C3%83%C2%A3o  08/04/2021 22:48
    Farmacêuticas não odeiam dinheiro, tanto que é uns dos negócios mais lucrativos do mundo.

    O interesse econômico das farmacêuticas é outro, não faz sentido elas venderem vacinas para uma empresa específica de um país que já existe acordo de vacinação quando essas mesmas doses podem ser usadas em outro país que não possuem o suficiente e acordo através de órgãos internacionais. Isso vai acabar estimulando a aceleração econômica desse país que é bem mais vantajoso ao restante do mundo do que um grupo seleto de um país X que vai usar suas doses ao menos afetados clinicamente.

    Lembrando também que esse tipo medida se não é bem aplicada pode causar desigualdades.
  • Daniel  09/04/2021 00:13
    Resposta convoluta e completamente sem sentido. Dado que farmacêutica quer dinheiro, ela vai vender pra quem pagar mais. Ela está defecando se é governo ou empresa. Vai pra quem pagar mais. Se empresas brasileiras se dispuseram a pagar mais que governos do resto do mundo, as farmacêuticas irão vender pra cá, e com muito boa vontade.

    Escolha outra resposta para ao menos fingir coerência.
  • anônimo  08/04/2021 21:42
    "Projeto para cego vê, todos sabemos que a própria inciativa privada (farmacêuticas) deixaram bem claro que não vai existir venda para empresas privadas apenas a Governos."

    Ora, isso não faz o mínimo sentido, porque farmacêuticas iriam comprar vacinas para revender para o governo, em vez de simplesmente venderem diretamente para á população e para os hospitais? Só irão vender em massa se ocorrer algum lobismo, com o governo comprando as vacinas á um preço bem inflado.

    "Com todo respeito o debate pode ser válido, mas, não existe nenhum sentido. O Congresso brasileiro deveria focar em outros assuntos mais importantes para o país no atual momento, esse projeto é fruto de deputados e de empresários lobistas."

    O que não faz o mínimo sentido é proibir as pessoas e os empresários de comprarem as suas próprias vacinas. O intuito não era fazer á maioria se vacinar!? Proibir uma coisa dessas é realmente bizarro.

    E o preço das vacinas é bem acessível, basta o governo liberar as Importações e zerar todas as tarifas envolvendo as vacinas, garanto que em até 1 ano todas as farmacêuticas irão ter vacinas de todas as marcas em Abundância, e á maior parte da população já irá ter se vacinado sem depender de Estado babá.

    E aliás, quem decide quem são os prioritários? Porque os idosos e não os motoboys e funcionários dos Correios e transportadoras que estão fazendo as entregas? Ou os motoristas de ônibus? - pessoas que tem contato com milhares de pessoas por dia.

    Antes pensou-se até em deixar os presidiários como prioritários. Mas, no país onde o poste mija no cachorro, optou-se por solta-los, enquanto a população trabalhadora anda em ônibus lotados.
  • Felipe  08/04/2021 22:05
    Esse vídeo mostra um fenômeno: ao passo que as vacinas para humanos são praticamente monopólios do SUS, há várias fábricas de vacinas para gado. Ou seja, não podemos ser comparados com o gado, porque o gado é mais bem tratado do que a gente. Já pensou que maravilha se as vacinas para gado fossem monopólios totais do estado...
  • Tyu  08/04/2021 22:57
    Este site abaixo, é do Centro Nacional de Informações sobre Vacinas, orgão oficial do EUA, que informa sobre mortes e
    sintomas após vacinação, ele é atualizado quase semanalmente.

    medalerts.org/vaersdb/findfield.php?TABLE=ON&GROUP1=CAT&EVENTS=ON&VAX=COVID19


    Um pouco longo, mas esclarece alguns "detalhes" sobre essa fraudemia............

    Um lado que os ordinários da mídia, no braziu, não vão mostrar, porque será?

    Dr. Mercola

    www.mercola.com


    "Vacinas" são terapia gênica.


    À medida que as chamadas para a vacinação COVID-19 obrigatória crescem em todo o
    mundo, está se tornando cada vez mais crucial entender o que essas injeções
    realmente são. As "vacinas" de mRNA criadas pela Moderna e Pfizer são, na verdade,
    terapias genéticas.

    Como explicarei abaixo, simplesmente não há maneira de contornar isso, e os fabricantes de
    medicamentos e as autoridades de saúde pública devem ser obrigados a admitir esse
    fato. Porque? Porque faz toda a diferença do mundo. Você não pode exigir uma terapia
    gênica contra COVID-19, assim como não pode forçar populações inteiras a se
    submeterem à terapia gênica para um câncer que não têm e pelo qual podem nunca
    estar em risco.

    Curiosamente, a grande mídia, verificadores de fatos e vários grupos da frente da
    indústria insistem que a alegação da terapia genética é falsa, embora cada detalhe sobre
    as vacinas grite o contrário. Por que eles estão espalhando essa desinformação? Por que
    eles não querem que você saiba o que realmente são essas injeções?

    Em suma, eles sabem que rotulá-los como "terapias genéticas" seria como colocar um
    rótulo de caveira e ossos cruzados neles. A maioria das pessoas tem bom senso
    suficiente para perceber que a terapia genética é um jogo diferente de uma vacinação
    regular e pode ser uma má ideia, especialmente para crianças e indivíduos mais jovens.
    'Vacinas' de mRNA não atendem a nenhum dos critérios para uma vacina.

    Para começar, vamos dar uma olhada em algumas definições básicas de palavras.
    De acordo com os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças, uma vacina é:

    "Um produto que estimula o sistema imunológico de uma pessoa a produzir
    imunidade a uma doença específica, protegendo a pessoa dessa doença."

    A imunidade, por sua vez, é definida como:

    "Proteção contra uma doença infecciosa", significando que "Se você for imune a
    uma doença, pode ser exposto a ela sem se infectar".

    Essa é a definição médica. A definição jurídica, nos poucos casos em que foi detalhada, é
    igualmente inequívoca:

    Código de Iowa - "Vacina significa um antígeno especialmente preparado
    administrado a uma pessoa com a finalidade de fornecer imunidade."

    Código do estado de Washington - "Vacina significa uma preparação de um
    microrganismo vivo morto ou atenuado, ou fração dele ..." O estatuto também
    especifica que uma vacina "após a imunização estimula a imunidade que nos
    protege contra a doença ..."

    Essas definições, médicas e legais, apresentam problemas para "vacinas" de mRNA, uma
    vez que:

    As injeções de mRNA não conferem imunidade. A Moderna e a Pfizer admitem que
    seus ensaios clínicos nem mesmo analisam a imunidade. Como tal, não cumprem a
    definição médica e / ou legal de vacina.

    Eles não inibem a transmissibilidade da infecção por SARS-CoV-2. Como tal, não
    cumprem a definição médica e / ou legal de vacina.

    Tentativa de dicionários para reescrever termos médicos

    Não devemos ser enganados por tentativas de condicionar o público a aceitar termos redefinidos.
    Em fevereiro de 2019, MerriamWebster definiu "vacina" como "uma preparação de microorganismos mortos,
    organismos vivos atenuados ou organismos vivos totalmente virulentos que é administrada para
    produzir ou aumentar artificialmente a imunidade a uma doença específica" Em 26 de fevereiro de 2021,
    eles atualizaram a definição de "vacina" para:

    "Uma preparação que é administrada (como por injeção) para estimular a resposta imunológica do corpo contra uma doença
    infecciosa específica:

    a: uma preparação antigênica de um agente patogênico tipicamente inativado ou
    atenuado (como uma bactéria ou vírus) ou um de seus componentes ou produtos
    (como uma proteína ou toxina).

    b: uma preparação de material genético (como uma fita de RNA mensageiro
    sintetizado) que é usado pelas células do corpo para produzir uma substância
    antigênica (como um fragmento de proteína de pico de vírus) "

    Vamos ser claros. Merriam-Webster não dita terminologia médica. Pode ser usado,
    entretanto, para confundir as pessoas. Por enquanto, todos os dicionários médicos ainda
    apresentam a definição tradicional de vacina, como o Merriam-Webster até este ano.
    Dito isso, eu não ficaria surpreso se mudanças fossem feitas lá também, eventualmente,
    se a deturpação das vacinas de mRNA de COVID-19 fosse mantida.

    A terapia de mRNA não atende à diretiva de medidas de saúde pública
    Há também a questão de saber se uma terapia genética pode ser obrigatória, e isso
    pode depender de ela ser aceita como uma vacina. A decisão da Suprema Corte de 1905
    em Jacobson v. Massachusetts estabeleceu essencialmente que o benefício coletivo
    substitui o benefício individual.

    Uma vez que as terapias de mRNA não tornam a pessoa imunizada imune e não inibem
    a transmissão do vírus, elas não podem ser qualificadas como uma medida de saúde
    pública capaz de fornecer benefício coletivo que substitua o risco individual e, portanto,
    não podem ser obrigatórias.

    Dito de outra forma, a decisão argumenta (embora os especialistas jurídicos divirjam em
    alguns dos detalhes mais sutis de sua interpretação) que é aceitável que alguns
    indivíduos sejam prejudicados por uma diretiva de saúde pública, desde que beneficie o
    coletivo. No entanto, se a vacinação é uma medida de saúde pública destinada a
    proteger e beneficiar o coletivo, então ela precisaria cumprir duas coisas:

    1. Assegure-se de que a pessoa vacinada se tornou imune à doença.
    2. Inibir a transmissão da doença da pessoa vacinada para outras pessoas.

    Estamos agora de volta ao problema original de que as terapias de mRNA para COVID-19 não realizam nenhuma dessas coisas. Uma vez que essas terapias gênicas não tornam a pessoa imune e não inibem a transmissão do vírus, elas não podem ser qualificadas como uma medida de saúde pública capaz de fornecer benefício
    coletivo que supere o risco individual.

    Pelo contrário, o único que se beneficia de uma "vacina" de mRNA é o indivíduo que recebe a terapia gênica, uma vez que tudo o que eles são projetados para fazer é diminuir os sintomas clínicos associados à proteína S-1 pico.
    Em outras palavras, eles não impedirão que você adoeça com SARS-CoV-2; eles só devem diminuir os sintomas da infecção se ou
    quando você for infectado. Portanto, a vacinação só protege a si mesmo. Visto que você
    é o único que obterá benefícios (sintomas menos graves de COVID-19 após a infecção),
    a justificativa para aceitar os riscos da terapia "para o bem maior" de sua comunidade é flagrantemente irracional.

    O marketing da terapia de mRNA como vacina viola a lei federal Uma vez que as "vacinas" de mRNA não atendem à definição médica e / ou legal de vacina, referir-se a elas como vacinas e comercializá-las como tal é uma prática
    enganosa que viola a Seção 41 do Código 15 dos EUA da Lei da Comissão de Comércio
    Federal, a lei que rege a publicidade de práticas médicas.
    A falta de testes em humanos concluídos também coloca esses produtos de mRNA em desacordo com a seção 41 do código 15 dos EUA. Por esta lei, é ilegal anunciar "que um produto ou serviço pode prevenir, tratar ou curar doenças humanas, a menos
    que você possua evidências científicas competentes e confiáveis, incluindo, quando
    apropriado, estudos clínicos humanos bem controlados, comprovando que as alegações
    são verdadeiras no momento em que são feitas. "
    Aqui está o problema: o desfecho primário nos ensaios de "vacina" da COVID-19 não é um desfecho real de ensaio de vacina porque, novamente, os desfechos de ensaio de vacina têm a ver com imunidade e redução da transmissão. Nenhum deles foi medido.
    Além do mais, os principais desfechos secundários no estudo da Moderna incluem a prevenção da doença COVID-19 grave (definida como necessidade de hospitalização) e a prevenção da infecção por SARS-CoV-2, independentemente dos sintomas. No
    entanto, Moderna não mediu de fato a taxa de infecção, afirmando que era muito
    "impraticável" fazê-lo.

    Isso significa que não há evidências de que essa terapia genética tenha um impacto sobre a infecção,
    para melhor ou para pior. E, se você não tiver nenhuma evidência, você não pode cumprir o requisito do Código dos EUA que afirma que você deve ter "evidências científicas competentes e confiáveis ... que comprovem que as alegações são
    verdadeiras".
    Para piorar as coisas, tanto a Pfizer quanto a Moderna estão agora eliminando seus grupos de controle, oferecendo a vacina real a todo e qualquer receptor de placebo que a deseje. Os estudos devem durar dois anos completos, mas com a eliminação do grupo de controle, a determinação da eficácia e dos riscos será quase impossível.

    O que torna a terapia gênica das vacinas COVID?

    Bem. Vamos passar para a definição de "terapia genética".
    Conforme detalhado na página "What Is Gene Therapy" de MedlinePlus.gov:

    "A terapia gênica é uma técnica experimental que usa genes para tratar ou prevenir
    doenças… Os pesquisadores estão testando várias abordagens para a terapia gênica, incluindo:…
    Introduzir um novo gene no corpo para ajudar a combater uma doença…
    Embora a terapia genética seja uma opção de tratamento promissora para várias
    doenças (incluindo doenças hereditárias, alguns tipos de câncer e certas infecções
    virais), a técnica continua arriscada e ainda está em estudo para garantir que será
    segura e eficaz. A terapia genética está sendo testada atualmente apenas para
    doenças que não têm outra cura. "
    Aqui, é importante notar que existem muitos tratamentos diferentes que se mostraram
    muito eficazes contra o COVID-19 , portanto, certamente não se qualifica como uma
    doença sem cura. Faz sentido que a terapia gênica seja restrita a doenças incuráveis, já
    que esta é a única ocasião em que correr riscos drásticos pode ser justificado. Dito isso,
    é assim que a Food and Drug Administration dos EUA define a terapia genética:
    "A terapia gênica humana visa modificar ou manipular a expressão de um gene ou
    alterar as propriedades biológicas de células vivas para uso terapêutico. A terapia
    genética é uma técnica que modifica os genes de uma pessoa para tratar ou curar
    doenças. As terapias gênicas podem funcionar por vários mecanismos:

    • Substituir um gene causador de doença por uma cópia saudável do gene
    • Inativar um gene causador de doença que não está funcionando corretamente
    • Introduzir um gene novo ou modificado no corpo para ajudar a tratar uma doença
    "
    Em 17 de novembro de 2020, a Sociedade Americana de Terapia Gene + Celular
    (ASGCT) anunciou "COVID-19 Vaccine Candidates Show Gene Therapy is a viável
    Strategy", observando que:
    "Dois ensaios da vacina COVID-19, ambos usando a tecnologia de RNA mensageiro
    (ou mRNA) para ensinar o corpo a combater o vírus, relataram eficácia acima de 90
    por cento.
    Essas descobertas, anunciadas pela Moderna em 16 de novembro e pela Pfizer e seu
    parceiro BioNTech em 9 de novembro ... demonstram que a terapia genética é uma
    estratégia viável para o desenvolvimento de vacinas para combater o COVID-19.
    Ambas as vacinas candidatas usam mRNA para programar as células de uma pessoa
    para produzir muitas cópias de um fragmento do vírus. O fragmento então estimula
    o sistema imunológico a atacar se o vírus real tentar invadir o corpo. "
    mRNA entrega novas instruções genéticas.

    Conforme explicado no vídeo do ASGCT acima, mRNA são moléculas que contêm
    instruções genéticas para fazer várias proteínas. As "vacinas" de mRNA entregam uma
    versão sintética de mRNA em suas células que carregam a instrução para produzir a
    proteína spike SARS-CoV-2, o antígeno, que então ativa seu sistema imunológico para
    produzir anticorpos. Depois, há o site de teste da Moderna, onde eles descrevem sua
    tecnologia da seguinte forma:

    "As vacinas típicas para vírus são feitas de um vírus enfraquecido ou inativo, mas o mRNA-1273 não é feito do vírus SARS-CoV-2. É feito de ácido ribonucléico mensageiro (mRNA), um código genético que diz às células como fazer proteínas, que ajudam o sistema imunológico do corpo a produzir anticorpos para combater o vírus. "
    18 de novembro de 2020, a revista Wired fez um grande alarde sobre as vacinas COVID19 serem "vacinas genéticas", observando:

    "O ingrediente ativo dentro da injeção é o mRNA - cadeias móveis de código
    genético que contêm os projetos de proteínas. As células usam mRNA para obter
    essas especificações do armazenamento rígido de DNA e colocá-las em suas fábricas
    de produção de proteínas. O mRNA dentro da vacina da Pfizer e da BioNTech
    direciona todas as células que alcança para executar um programa de construção de
    pico de coronavírus ".

    É importante ressaltar que, conforme relatado por David Martin, Ph.D.,

    "Moderna… descreve seu produto não como uma vacina, mas como 'tecnologia de terapia genética' nos arquivos da SEC. Isso ocorre porque nem a Moderna nem a Pfizer fazem qualquer reclamação sobre seus produtos criando imunidade ou prevenindo a
    transmissão. " Além disso, os arquivos SEC da Moderna declaram especificamente que "Atualmente, o mRNA é considerado um produto de terapia genética pelo FDA," também.

    mRNA é 'forma comprovada de terapia gênica'

    Em um artigo de fevereiro de 2021, a MIT Technology Review revisou a história da
    tecnologia de mRNA em geral, e da Moderna em particular, afirmando:
    "As vacinas não eram o foco. Na fundação da empresa em 2010, seus líderes
    imaginaram que poderiam ser capazes de usar o RNA para substituir as proteínas
    injetadas que compõem a maior parte da farmacopéia biotecnológica,
    essencialmente produzindo drogas dentro das próprias células do paciente a partir
    de um projeto de RNA. 'Estávamos perguntando, poderíamos transformar um
    humano em um biorreator?' diz Noubar Afeyan, o cofundador da empresa ... "
    Bloomberg, em agosto de 2020, relatou que a vacina Moderna buscaria transformar
    seu corpo em "uma máquina de fazer vacinas". O New York Times foi mais direto ao
    ponto. Em maio de 2020, eles relataram que "pesquisadores de dois hospitais
    afiliados a Harvard estão adaptando uma forma comprovada de terapia genética para
    desenvolver uma vacina contra o coronavírus". Leia novamente - uma forma comprovada
    de terapia genética.
    Então, para resumir: a definição de "genético" é algo relacionado aos genes, e a
    definição de "terapia" é o tratamento médico de uma doença. A definição de "terapia
    gênica" é o processo de modificar ou manipular a expressão de um gene, ou alterar as
    propriedades biológicas de células vivas.
    mRNA são fragmentos de código genético que instruem as células a produzir proteínas.
    As terapias de mRNA COVID-19 "entregam instruções genéticas às suas células",
    fazendo com que seu corpo produza um fragmento do vírus (a proteína do pico).
    Portanto, as vacinas de mRNA SÃO terapia genética. Simplesmente não há maneira de
    contornar isso. Eles cumprem todas as definições de terapia genética e nenhuma das
    definições de vacina.

    Definindo 'COVID-19'

    Há ainda mais um problema potencial com a narrativa da "vacina COVID-19" como um
    todo, que Martin revelou em uma entrevista de 25 de janeiro de 2021 no podcast Wise
    Traditions (acima). Nele, ele explica:
    "COVID-19 não é uma doença. É uma série de sintomas clínicos. É um guarda-chuva
    gigante de coisas associadas ao que costumava ser associado à gripe e a outras doenças febris.

    O problema que temos é que em fevereiro [2020], a Organização Mundial da Saúde
    foi clara ao afirmar que não deveria haver uma conflação entre [SARS-CoV-2 e
    COVID-19]. Um é um vírus, em sua definição, e o outro é um conjunto de sintomas
    clínicos. A ilusão em fevereiro era que o SARS-CoV-2 causava o COVID-19.
    O problema com essa definição, e com a expectativa, é que a maioria das pessoas
    com teste positivo pelo método RT-PCR para teste de fragmentos do que está
    associado ao SARS-CoV-2 não está doente. A ilusão de que o vírus causa uma
    doença se desfez. Essa é a razão pela qual eles inventaram o termo portador assintomático. "

    Resumindo, o SARS-CoV-2 ainda não foi definitivamente provado ser a causa real do
    COVID-19. Portanto, uma terapia genética que instrui seu corpo a produzir um antígeno
    SARS-CoV-2 - a proteína viral spike - não pode nem mesmo ser apontada como um
    preventivo contra COVID-19, já que os dois não mostraram estar causalmente ligados.
    "Eles têm mentido deliberadamente desde o início disso", disse Martin na entrevista.
    "Não existe um nexo causal entre essas coisas ... Nunca esteve nem perto de ser estabelecido.

    Temos uma situação em que a ilusão do problema é que as pessoas dizem: 'Não
    quero obter COVID-19.' O que eles querem dizer é que não querem ser infectados
    por um vírus. O problema é que essas duas coisas não estão relacionadas entre si.
    Uma infecção viral não foi documentada na maioria dos chamados casos.
    Não há base para essa fusão a não ser a manipulação do público. Essa é a primeira
    metade do problema. A segunda metade do problema é que o que está sendo
    anunciado como uma vacinação ... não é uma vacina. Isso é terapia genética ...
    O que isso está fazendo? Ele está enviando uma fita de RNA sintético para o ser
    humano e invocando dentro do ser humano, a criação da proteína spike S1, que é
    um patógeno ... Supõe-se que uma vacina desencadeia imunidade. Não é para
    acionar você a produzir uma toxina ...
    Não é um pouco diferente. Não é a mesma coisa ... Não é uma infecção proibitiva.
    Não é um dispositivo de transmissão de proibição. É um meio pelo qual seu corpo é
    convocado para produzir a toxina com a qual, supostamente, seu corpo se acostuma
    de alguma forma a lidar, mas ao contrário de uma vacina - que é para desencadear
    a resposta imunológica - é para desencadear a criação da toxina. "

    Por que a deturpação?

    Quanto ao motivo pelo qual as empresas farmacêuticas estão deturpando essa
    tecnologia, Martin suspeita que "isso é feito exclusivamente para que possam se colocar
    sob o guarda-chuva das leis de saúde pública que exploram a vacinação".
    As terapias gênicas experimentais não têm proteção de responsabilidade financeira do
    governo, mas as vacinas pandêmicas sim, mesmo em estágio experimental, desde que a
    autorização de uso emergencial esteja em vigor. Este é realmente um grande incentivo
    para garantir que essa tecnologia seja percebida como uma vacina e nada mais.
    Assim, mantendo a ilusão de que COVID-19 é um estado de emergência, quando na
    realidade não é, os líderes governamentais estão fornecendo cobertura para essas
    empresas de terapia genética de forma que elas fiquem isoladas de qualquer
    responsabilidade.

    Terapia gênica experimental é uma má ideia

    Escrevi muitos artigos detalhando os efeitos colaterais potenciais e esperados dessas
    "vacinas" de terapia genética. Se tudo isso é novo para você, considere revisar " Como a
    vacina COVID-19 pode destruir seu sistema imunológico ", " Idosos morrendo após a
    vacina COVID rotulada como causas naturais " e " Efeitos colaterais e lacunas de dados
    levantam questões sobre a vacina COVID ."
    A mensagem para levar para casa aqui é que essas injeções não são vacinas. Eles não
    previnem a infecção, não o tornam imune e não evitam a transmissão da doença. Em
    vez disso, eles alteram seu código genético, transformando você em uma fábrica de
    proteínas virais que não tem botão de desligar. O que está acontecendo aqui é uma
    fraude médica de magnitude sem precedentes e realmente precisa ser interrompida
    antes que seja tarde demais para a maioria das pessoas.

  • Jeferson Vasquez  09/04/2021 01:22
    Geert Van der Bosche já avisou! Se mesmo assim eles querem insistir com isso mesmo com todos os avisos, então já deveriam considerar isso suicídio por parte de quem entrar nessa! Avisar pra salvar vidas é o que importa! Podia pegar tudo isso que disse ou fazer um resumo e distribuir panfletos por aí em caixas de correios! Se vão ler ou não é outra história!
  • Zé das Couves  08/04/2021 22:58
    nessa linha de (falta) de raciocínio desses hipócritas, os planos de saúde e hospitais privados também deveriam ser proibidos... vamos todos morrer na fila ou nos corredores dos hospitais públicos, porque é "injusto" você se tratar em hospital particular enquanto outros não podem... o fim está próximo meus concidadãos... arrependam-se dos pecados e voltem à Deus...
  • Jeferson Vasquez  09/04/2021 01:19
    Aí vem um zé porciúncola que diz que lutar contra o anti-cristo seria transitoriamente ser contra a volta de cristo! putz!

    Olha na china como o cristianismo cresce mesmo com toda a opressão! Nunca é tarde pra lutar pra ser livre! Jesus não mandou esperar pra lutar pelo cristianismo! E pare de ir nessas igrejas que já estão todas subvertidas! Não passam de covardes! As cruzadas entre 500dc e 1500dc foram o quê? Eles não esperaram Jesus voltar pra serem livres! Diziam que já estava tudo acabado quando o império romano caiu e olha agora! Se fosse assim, tú já estaria falando alahu-akbar essa hora! Agradeça as cruzadas pois foram elas que possibilitou que você dissesse isso! Já chega de tanta indolência, falta de conhecimento e demonstração de covardia! Um dia serão cobrados por atitudes como essa! Aí quero ver!
  • Bolsodilma ciroguedes  08/04/2021 23:56
    O que a esquerda quer é usar o SUS como trampolim para o estatismo socialista. Para isso, eles criam essas regras estúpidas, como se quisessem criar um monopólio da saúde. "Só o SUS deve mandar". Coisa mais ditatorial e antidemocrática impossível.

    I ser humano tem direito à saúde, mas só aquela que o burocrata quer... assim se perde o direito aos tratamentos.

    O próximo passo agora desses execráveis é proibir tratamentos de saúde fora do SUS. Assim eles conseguirão controle completo das pessoas.
  • Souza  10/04/2021 01:55
    Na China, nem funcionários do governo querem tomar a tal da Coronavac, tão elogiada pelo seu Doria, que afirmou com pulmões cheios que é 100% eficaz (isso contra casos graves). Alguém ainda duvida que tem caroço nesse angu?

    sensoincomum.org/2021/04/09/oficiais-chineses-evitaram-ser-vacinados-alegando-questoes-de-saude/
  • Lucas  10/04/2021 05:27
    Enquanto isso...

    Confiança no SUS dispara e 61% consideram o sistema público melhor que o privado

    Pesquisa Exame/Ideia divulgada nesta quinta-feira (9) aponta que, para 61% dos entrevistados, o Sistema Público de Saúde (SUS) tem mais competência para lidar com os problemas da pandemia do que a rede privada de Saúde.

    A pesquisa também perguntou qual instituição o brasileiro aprendeu a confiar mais durante a pandemia. O SUS foi a resposta de 35% dos entrevistados. (...)

    (...)

    A Exame/Ideia aproveitou a votação do Projeto de Lei 948/2021, que autoriza a compra de vacina pela iniciativa privada, para perguntar aos entrevistados se eles concordam com a medida. Para 23%, as empresas podem contribuir com a pandemia se comprarem vacinas para imunizar seus familiares e funcionários. Outros 40% consideram que os empresários devem doar equipamentos e insumos para os hospitais.

    (...)
  • anônimo  10/04/2021 18:15
    Isso porque METADE dos internados por Covid no SUS morrem. Enquanto 20% dos internados morrem na rede privada.
  • Souza  11/04/2021 01:02
    Se for entubado, a chance de morrer é bem alta, e no SUS então, pior ainda. Ontem mesmo (09/04) o pai de um amigo meu faleceu depois de ficar vários dias intubado num hospital municipal, e a causa dada foi complicações de covid (como a gente sabe, esse motivo pode ser bem duvidoso, mas isso já é outra história). E aí, qual o motivo de se ter orgulho do SUS mesmo?
  • Felipe  11/04/2021 23:16
    Bom, eu conheço algumas pessoas mais velhas que sobreviveram de coronavírus na UTI, mas aí não sei se eram de rede privada ou rede estatal. Seria bom fazer uma estatística sobre isso.

    Nos EUA já fizeram uma estatística (do próprio CDC) sobre as chances de morrer de coronavírus, por faixa de idade.
  • rraphael  10/04/2021 19:17
    qual instituição o brasileiro aprendeu a confiar mais ... O SUS foi a resposta ...

    tipico da america latrina

    o SUS nao é uma instituiçao, por aqui nao deve ter , mas se alguem ainda duvida que pesquisas sao direcionadas esta ai mais uma evidencia

    pena que a fonte nao tem sessao de comentarios abertos , nao da nem pra deixar uma cutucada
  • Revoltado  12/04/2021 17:22
    Rafael,

    Grande parte dos que alegam considerar o SUS confiável muito raramente (e sou otimista em usar esta expressão composta) utilizam/utilizariam seus serviços.
    Sempre que posso, digo e escrevo que conheço gente que enaltece o sistema único, mas nunca necessitaram agendar sequer para cauterizar uma verruga.
    Um socialistinha de I-Phone, conhecido meu, mora na Europa e certa feita teceu elogios ao sistema de saúde, não lembro-me de qual país.
    Precisei de resiliência para não retrucar, escrevendo que o mesmo jamais utilizava o SUS daqui para nem mesmo pegar camisinha de graça para utilizar as nádegas gulosas que possui ou mesmo introduzir o que possui entre as pernas no traseiro igualmente faminto de outro semelhante a ele.
    Em tempo, o mesmo é defensor intransigente de qualquer coisa que de chame vacina anti-COVID e tem ânsia de vômito quando ouve a palavra "hidroxicloroquina".
  • Tyu  10/04/2021 08:52
    Atualizando......2.342 mortes após "vacinas" nos EUA:

    medalerts.org/vaersdb/findfield.php?TABLE=ON&GROUP1=CAT&EVENTS=ON&VAX=COVID19



    Mais um pouco do outro lado dessa fraudemia que os ordinários ficam arrepiados em mostrar.........

    childrenshealthdefense.org/defender/science-mrna-vaccines-alter-dna/


    As vacinas de mRNA podem alterar permanentemente o DNA? A ciência recente sugere que eles podem.

    A pesquisa sobre o RNA SARS-CoV-2 por cientistas de Harvard e MIT tem implicações em como as vacinas de mRNA podem alterar permanentemente o DNA genômico, de acordo com Doug Corrigan, Ph.D., um biólogo bioquímico-molecular que diz que mais pesquisas são necessárias.

    A cobertura inclinada da mídia forneceu um impulso de relações públicas particularmente frutífero para vacinas de mRNA.

    Durante o ano passado, seria quase impossível para os americanos não perceberem a decisão da mídia de tornar as vacinas a narrativa COVID dominante, correndo para fazê-lo antes mesmo que ocorressem quaisquer mortes atribuídas ao coronavírus.

    A cobertura inclinada da mídia forneceu um impulso de relações públicas particularmente frutífero para vacinas de RNA mensageiro (mRNA) - décadas em construção, mas nunca aprovadas para uso humano - ajudando a conduzir a tecnologia experimental para mais perto da linha de chegada regulamentar.

    Em circunstâncias normais, o corpo produz ("transcreve") mRNA do DNA no núcleo da célula. O mRNA então viaja para fora do núcleo para o citoplasma , onde fornece instruções sobre quais proteínas fazer.

    Peça ao Congresso para investigar as origens do COVID - tome medidas
    Em comparação, as vacinas de mRNA enviam sua carga útil de mRNA sintetizado quimicamente (junto com as instruções de fabricação de proteína de pico) diretamente para o citoplasma.

    De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e a maioria dos cientistas de vacinas de mRNA , a responsabilidade então para por aí - as vacinas de mRNA "não afetam ou interagem com nosso DNA de nenhuma forma", diz o CDC. O CDC afirma primeiro, que o mRNA não pode entrar no núcleo da célula (onde o DNA reside) e, segundo, que a célula - estilo Missão impossível - "se livra do mRNA logo após terminar de usar as instruções".

    Uma pré - impressão de dezembro sobre o SARS-CoV-2 , feita por cientistas de Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), produziu descobertas sobre o coronavírus selvagem que levantam questões sobre como o RNA viral opera.

    Os cientistas conduziram a análise porque estavam " intrigados com o fato de que há um número respeitável de pessoas que apresentam resultados positivos para COVID-19 por PCR muito depois de a infecção ter desaparecido".

    Suas principais descobertas foram as seguintes: ARNs SARS-CoV-2 "podem ser transcritos reversamente em células humanas", "essas sequências de DNA podem ser integradas no genoma celular e posteriormente transcritas" (um fenômeno denominado "retro-integração") - e existem vias celulares viáveis ??para explicar como isso acontece.

    De acordo com o Ph.D. Para o bioquímico e biólogo molecular Dr. Doug Corrigan , essas descobertas importantes (que vão contra o "dogma biológico atual") pertencem à categoria de "Coisas que estávamos absoluta e inequivocamente certas não poderiam acontecer e que realmente aconteceram".

    As descobertas dos pesquisadores de Harvard e do MIT também colocam as suposições do CDC sobre as vacinas de mRNA em terreno mais instável, de acordo com Corrigan. Na verdade, um mês antes do aparecimento do preprint Harvard-MIT, Corrigan já havia escrito um blog descrevendo os possíveis mecanismos e caminhos pelos quais as vacinas de mRNA poderiam produzir o mesmo fenômeno.

    Em uma segunda postagem no blog , escrita após a publicação da pré-impressão, Corrigan enfatizou que as descobertas do Harvard-MIT sobre o RNA do coronavírus têm implicações importantes para as vacinas de mRNA - um fato que ele descreve como "o grande elefante na sala". Embora não afirme que o RNA da vacina necessariamente se comportará da mesma maneira que o RNA do coronavírus - isto é, alterando permanentemente o DNA genômico - Corrigan acredita que a possibilidade existe e merece um exame minucioso.

    Na opinião de Corrigan, a contribuição da pré-impressão é que ela "valida que isso é pelo menos plausível e muito provavelmente provável ".

    Transcrição reversa

    Como a frase "transcrição reversa" implica, a via de DNA para mRNA nem sempre é uma via de mão única. Enzimas chamadas transcriptases reversas também podem converter RNA em DNA , permitindo que este último seja integrado ao DNA no núcleo da célula.

    Nem a transcrição reversa é incomum. Os geneticistas relatam que " Mais de 40% dos genomas de mamíferos são compostos de produtos de transcrição reversa".

    A evidência preliminar citada pelos pesquisadores Harvard-MIT indica que as enzimas da transcriptase reversa endógena podem facilitar a transcrição reversa de RNAs do coronavírus e desencadear sua integração no genoma humano.

    Os autores sugerem que, embora as consequências clínicas exijam mais estudos, os efeitos prejudiciais são uma possibilidade distinta e - dependendo dos "locais de inserção no genoma humano" dos fragmentos virais integrados e do estado de saúde subjacente de um indivíduo - podem incluir "uma resposta imunológica mais grave ... como uma ' tempestade de citocinas ' ou reações autoimunes ".

    Em 2012, um estudo sugeriu que a integração do genoma viral poderia "levar a consequências drásticas para a célula hospedeira, incluindo a interrupção do gene, mutagênese de inserção e morte celular".

    Corrigan faz questão de dizer que as vias hipotetizadas para facilitar a retrointegração do RNA viral - ou da vacina - no DNA "não são desconhecidas por pessoas que entendem a biologia molecular em um nível mais profundo".

    Mesmo assim, a discussão da pré-impressão sobre a transcrição reversa e integração do genoma gerou um turbilhão de comentários negativos de leitores que não queriam repensar o dogma biológico, alguns dos quais até defendiam a retratação (embora as pré-impressões sejam, por definição, não publicadas) com base em que "teóricos da conspiração ... levarei este artigo para 'provar' que as vacinas de mRNA podem de fato alterar o seu código genético.

    Os leitores mais atentos concordam com Corrigan que o artigo levanta questões importantes. Por exemplo, um leitor afirmou que faltam evidências de confirmação "para mostrar que a proteína do pico é expressa apenas por um curto período de tempo (digamos 1-3 dias) após a vacinação", acrescentando: "Achamos que é esse o caso, mas não há evidências para isso. "

    Na verdade, por quanto tempo o mRNA sintético das vacinas - e, portanto, as instruções para as células continuarem a fabricar a proteína spike - persistem dentro das células é uma questão em aberto.

    Normalmente, o RNA é uma molécula " notoriamente frágil " e instável. De acordo com os cientistas, "essa fragilidade é verdadeira para o mRNA de qualquer ser vivo , seja ele de uma planta, bactéria, vírus ou humano".

    Mas o mRNA sintético nas vacinas COVID é uma história diferente. Na verdade, a etapa que finalmente permitiu que os cientistas e fabricantes de vacinas resolvessem seu impasse de décadas de vacinas de mRNA foi quando eles descobriram como modificar quimicamente o mRNA para aumentar sua estabilidade e longevidade - em outras palavras, produzir RNA "que permanece no célula muito mais longa do que o RNA viral, ou mesmo o RNA que nossa célula normalmente produz para a produção normal de proteínas. "

    Ninguém sabe o que o mRNA sintético está fazendo enquanto está "pendurado", mas Corrigan especula que sua maior longevidade aumenta a probabilidade de ele "ser convertido em DNA".

    Além disso, como o mRNA da vacina também é projetado para ser mais eficiente em ser traduzido em proteína, "os efeitos negativos poderiam ser mais frequentes e mais pronunciados com a vacina em comparação com o vírus natural".

    Cifrões

    Corrigan reconhece que algumas pessoas podem ignorar seus avisos, dizendo "Se o vírus é capaz de fazer isso, então por que eu deveria me importar se a vacina faz a mesma coisa?"

    Ele tem uma resposta pronta e convincente:

    "[T] aqui está uma grande diferença entre o cenário onde as pessoas aleatoriamente, e sem querer, têm sua genética alterada porque foram expostas ao coronavírus, e o cenário onde deliberadamente vacinamos bilhões de pessoas enquanto dizemos a eles que isso não está acontecendo. "

    Infelizmente, a atitude predominante parece ser que a "corrida para vacinar o público" justifica correr esses riscos extras .

    Em meados de novembro, depois que o Jerusalem Post disse aos leitores que "quando o mundo começar a se inocular com essas vacinas completamente novas e revolucionárias, não saberá virtualmente nada sobre seus efeitos de longo prazo", um diretor de hospital israelense argumentou que não vale a pena esperar mais dois anos para descobrir os "riscos únicos e desconhecidos" das vacinas de mRNA ou os efeitos potenciais de longo prazo.

    Nos Estados Unidos, o entusiasmo pela tecnologia de mRNA é igualmente irrestrito. Poucos dias depois que o CDC divulgou dados atualizados mostrando que mais de 2.200 mortes de indivíduos que receberam as vacinas de mRNA Pfizer ou Moderna foram relatadas em 26 de março, o The Atlantic elogiou a tecnologia , sugerindo que o "engenhoso" sintético A tecnologia de mRNA por trás das vacinas COVID da Pfizer e Moderna representou um "avanço" que poderia "mudar o mundo".

    Em vez de descartar a perspectiva de retrointegração de DNA estranho como uma "teoria da conspiração", os cientistas deveriam conduzir estudos com o mRNA vacinado para avaliar os riscos reais.

    Por exemplo, Corrigan acredita que, embora os dados in vitro em linhas de células humanas (uma das fontes de dados examinadas pelos pesquisadores de Harvard-MIT) ofereçam resultados "herméticos", ainda há uma necessidade de demonstrar de forma conclusiva a alteração genômica na vida real por meio de " PCR, sequenciamento de DNA ou Southern Blot ... em DNA genômico purificado de pacientes COVID-19 "- e indivíduos vacinados.

    No entanto, em vez de abordar essas lacunas de pesquisa, as empresas estão salivando com o potencial de usar mRNA editado por humanos para "comandar nosso maquinário celular" e "fazer praticamente qualquer proteína sob o sol".

    Um comunicado de imprensa de 10 de março pronunciando vacinas de mRNA, os vencedores da corrida de vacinas COVID-19, notaram que todas as grandes empresas farmacêuticas estão agora "testando a tecnologia [mRNA] entrando em acordos de licença e / ou colaboração com empresas de RNA bem estabelecidas. "

    Em velhos desenhos da Disney, os espectadores muitas vezes assistimos tio rico do Pato Donald, Tio Patinhas de "olhos esbugalhados [por sua vez] no slot Vegas máquina de grandes dimensões cifrões " quando contemplando oportunidades para aumentar a sua já imensa riqueza.

    A julgar pela disposição dos executivos da empresa farmacêutica de ignorar os riscos de longo prazo - e possivelmente multigeracionais - das vacinas de mRNA, eles devem estar igualmente hipnotizados por visões cifradas de um fluxo interminável de produtos mRNA " plug and play ".
  • Realista  10/04/2021 11:05
    Isso não é erro dos governantes, isso é previamente calculado.
    Ora, o que vai acontecer se empresários estiverem livres para importar vacinas?
    Simples, empresários vão se associar e vacinar todo mundo pq querem que a economia volte à normalidade.

    Isso é um golpe de duas vias aos governantes. Primeiro porque deixa claro a incompetência do SUS e o absurdo de querer monopolizar a logística de vacinação de um país continental com milhões de pessoas.

    E segundo, e mais importante, acaba a desculpa! Com todos vacinas os poderosos perdem a capacidade de continuar com o abuso do poder (e consequentemente diminuir sensivelmente a roubalheira).

    Ficou mais do que evidente que o objetivo não é combater o covid, o objeto é AUXILIAR o covid. Só assim pode se continuar o terror.

    (Nem entro no mérito da vacina ser experimental e etc..)
  • Financista  10/04/2021 15:12
    Falta um artigo sobre quebra de patentes das vacinas. A quebra de patentes faria com que a produção mundial aumentasse vertiginosamente, mas novamente lobbys criam essa oferta artificialmente limitada impedindo que novas empresas entrem na competição.
  • BGC  10/04/2021 15:30
    O texto não comentou a falta de vacinas no mercado mundial. A oferta de vacinas chegou no limite da capacidade de produção. A entrada das empresas privadas iria aumentar o preço das vacinas sem necessariamente garantir que elas sejam produzidas mais rapidamente.
  • Daniel  10/04/2021 23:19
    Se o comércio das vacinas fosse livre, os laboratórios já teriam investido muito mais pra acelerar a produção. Nas mãos do estado estão todas com o pé no freio. A escassez de vacinas é muito maior.

    E também tem a questão das patentes, que nada mais são do que monopólios intelectuais garantidos pelo estado.
  • BGC  12/04/2021 18:04
    Se os produtores tem capacidade para aumentar a produção, porque não conseguem atender nem a demanda do estado?
  • Flávio  12/04/2021 18:25
    Está faltando vacina mundialmente? As notícias que vejo é que há incompetência e desvios nos governos. Nos EUA, por exemplo, não há problema de vacinação.

    P.S.: se for mandar links, gentileza mandar links que comprovem que há uma escassez mundial de todas as vacinas (no sentido de que acabaram os insumos). Dispenso links falando que determinado país está vivenciando escassez. Isso denota incompetência de governo e não de laboratórios.
  • Analista de Risco  12/04/2021 20:09
    Demanda em alta (e consequente aumento de preços) desvia os fatores de produção para as necessidades mais prementes dos consumidores. Num segundo momento, isso leva ao aumento da oferta.

    Em um cenário de escassez abrupta, o "preço abusivo" é a única solução realmente humanista

    Fazendo uma analogia simples, imagine se, no início da pandemia, o governo tivesse restringido a compra de álcool em gel para apenas hospitais?? Você acha que oferta do bem seria a mesma??
    Lembrando que chegou a faltar o item devido ao aumento absurdo da demanda (superior a 3000%).

    Se você consegue entender o exemplo acima, consegue entender o que ocorreria com as vacinas (é literalmente a mesma coisa)

  • anônimo  11/04/2021 01:32
    O que não entendo: há uma produção limitada de vacinas no mundo no momento, e empresas priorizam vendas gigantescas para governos. Onde está essa sobra de vacinas a pronta entrega que empresas crêem que podem conseguir ? E pq não seriam vendidas ao governo federal em 1o lugar?
    Não estou questionando a moralidade, legalidade ou necessidade de ampliar enormemente a vacinação no Brasil. A questão é de ordem prática: sendo a produção limitada, caso existissem doses a "pronta entrega" essas já teriam sido distribuídas a governos que fazem compras gigantes.
  • Daniel  12/04/2021 12:47
    Se o comércio das vacinas fosse livre, os laboratórios já teriam investido muito mais pra acelerar a produção. Nas mãos do estado estão todas com o pé no freio. A escassez de vacinas é muito maior.

    E também tem a questão das patentes, que nada mais são do que monopólios intelectuais garantidos pelo estado.
  • Bolsodilma ciroguedes  12/04/2021 12:52
    Não ocorreriam faltas se os laboratórios pudessem comercializar livremente. Eles já teriam recebido e investido mais em produção. Presos aos governos, esperando para receber aos preços destes, só resta a eles fabricarem pouco (se fabricarem muito, e não escoarem, tomam prejuízo). Esse gargalo foi responsabilidade dos próprios governos.

    Ou seja, é limitada somente porque os produtores estão presos à burocracia estatal. Eles são obrigados a receber somente o que os estados fornecem, ao preço que os burocratas estipulam, e ainda sofrem o risco de perderem a patente e os investimentos em vacinas. Com isso elas não tem condições de aumentar a produção com investimentos. Por isso a produção é limitada.

    Agora, se estivesse liberada a compra e venda desde muito antes, eles estariam cheio do dinheiro e na perspectiva de lucros, aumentariam a produção pra equivaler à demanda, que já era previsivelmente alta para quando surgissem as vacinas.

    Os investimentos são sempre feitos muito antes, tendo em vista os lucros futuros. Sendo assim, eles já teriam construído muitos centros produtores mesmo antes de se ter as vacinas, já estando tudo preparado pra produção em grande escala quando estas estivessem prontas.

    Mas como os laboratórios não possuem segurança jurídica pra lucrar com preços livres, eles não fizeram e não farão os investimentos pra acelerar a produção, pois não terão retorno ou terão pouco.
  • Fritz inteligente e educado  11/04/2021 15:11
    Lembram quando o Tiririca dizia "pior que tá não fica"? Pois é, parece que ele subestimou, e muito, o governo bananense. E o mais bizarro são as justificativas, 0% razão, 100% emotividade e falsa virtuosidade. Se esquecem completamente que se uma empresa vacinar seus funcionários por conta própria, isso diminui a carga no SUS (Sistema Utópico de Saúde), cada funcionário vacinado fora do SUS é uma dose que sobra pra um pobre/doente no SUS (Vamos fingir que eles realmente se importam com estes). Vivem chorando que "a iniciativa privada não fornece saúde pros pobres", aí quando um patrão quer dar a vacina pros funcionários os mesmos canhotos são contra, é um festival de bostejamento.

    Mas enfim, mudando de assunto, recentemente investi uns trocados que eu tinha sobrando em criptomoedas e já tive alguns reais de retorno, pouca coisa, mas bem mais do que eu ganharia deixando o mesmo montante em uma conta poupança por esses poucos dias. Estou pensando em comprar também ouro, será que vale a pena? Digo isso pois se os BCs seguirem com as impressoras de dinheiro no modo turbo o ouro só tende a valorizar nos próximos meses, certo? Se sim, o que me dizem do PAX Gold? é confiável?
  • Estado máximo, cidadão mínimo.  12/04/2021 00:37
    Vá de Pax Gold. Está entre as opções de criptos do mercado bitcoin. A empresa que gerencia está localizada em Cingapura se não me falha a memória.


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