É tentador: salário vitalício, benefícios garantidos pelo estado, estabilidade, carga horária conveniente, e a não-necessidade de apresentar resultados.
Quem nunca desejou passar em um concurso público para dar fim às aflições motivadas pelas incertezas do conturbado cenário econômico-social atual?
A grande questão é que o sonho do concurso público tem gerado um enorme e duplo prejuízo ao país: além do custo exorbitante — o qual exige impostos e endividamento crescentes –, temos uma boa parcela de nossos talentos (nada menos que 12 milhões de jovens preparados) buscando vagas em trabalhos que não acrescentam nada ao avanço da nação.
O gasto do país com funcionários públicos (agora de todas as esferas de governo) é de 13,1% do PIB. Trata-se também do maior percentual entre todos os países analisados. Muito acima de países como Portugal, França, Austrália e EUA. Nestes, o gasto do governo com funcionalismo público é de aproximadamente 9% do PIB.
Já o Chile gastou somente 6,4% do PIB em salários do funcionalismo público em 2015.
Ou seja, em relação à renda, o Brasil gasta 45% a mais que os países mais ricos com seus funcionários públicos. Em relação ao Chile, gastamos incríveis 104% a mais.
E, considerando todo o funcionalismo público federal, nada menos que 83% dos funcionários estão no topo da pirâmide da renda, compondo assim a parcela mais rica da população. E sete em cada dez estão no grupo dos 10% mais ricos do país.
Assim, o governo é simplesmente o maior concentrador de renda e maior causador das desigualdades sociais no Brasil.
Segundo um relatório do Banco Mundial:
Com base em dados de 2016, os militares brasileiros recebem, em média, mais do que o dobro pago pelo setor privado (R$ 55.000 por ano), e os servidores federais civis ganham cinco vezes mais que trabalhadores do setor privado (R$130.000 por ano). A remuneração média por funcionário é excepcionalmente alta no Ministério Público Federal (R$ 205.000 por ano), no Poder Legislativo R$ 216.000 por ano) e no Poder Judiciário (R$ 236.000 por ano).
Além desses salários magnânimos, há também vários benefícios (penduricalhos) atrelados ao cargo, como auxílio-moradia, auxílio-transporte, auxílio-creche, auxílio-educação, auxílio-funeral, auxílio plano de saúde, reembolso por despesas médicas e odontológicas não cobertas pelo plano de saúde, retribuição por acúmulo de funções, bônus de eficiência etc.
Só o auxílio-moradia dos juízes custa R$ 1 bilhão por ano aos pagadores de impostos.
E, no final, a maior parte dos cargos públicos se dedica à operacionalização e à manutenção da máquina estatal — e nada mais do que isso. Só que apenas manter a máquina não gera crescimento econômico. É algo como uma locomotiva funcionando sem sair do lugar.
A mentalidade do concurseiro e do burocrata
Normalmente, as pessoas que almejam a um cargo público têm uma certa aversão a riscos.
Entretanto, elas próprias não conseguem enxergar os grandes riscos que estão por trás de suas escolhas. Enquanto se preparam para os concursos, os candidatos deixam de desenvolver as competências e habilidades extremamente necessárias na iniciativa privada. Não acumulam experiência, não fazem contatos, e colocam em seu currículo apenas os cursinhos preparatórios para concursos. Parecem nunca ter o pensamento “e se eu não passar?“.
Um concursado leva, muitas vezes, mais tempo para passar em um concurso do que um acadêmico leva para se fazer doutor. E em que contribuem os anos de estudo do “caçador de concursos” para o avanço da ciência? Em nada. E para a geração de novos negócios? Pior ainda.
Um número incontável de pessoas com preparo e talento passa a se dedicar — e com uma certa obsessão — a passar em algum concurso. Logicamente, o setor público não pode absorver todo esse contingente de pessoas. Consequentemente, apenas alguns passam. E a imensa maioria não aprovada permanece se preparando continuamente, na espera de algum dia ser aprovada.
Enquanto se preparam para os concursos, não desenvolvem habilidades e competências essenciais na iniciativa privada. Os conhecimentos que adquirem nessa jornada são rasos: não provocam avanços na ciência, tampouco estimulam a inovação e muito menos fomentam novos negócios. Trata-se, literalmente, de uma geração desperdiçada. Para infelicidade do país.
Com efeito, os conhecimentos que os concurseiros adquirem também não são úteis nem mesmo para promover melhorias significativas no próprio setor público. Por quê? Porque o sistema burocrático tem auto-defesas muito fortes. A intenção de burocratas sempre é a de se constituir como um grupo à parte, como um sistema de poder coletivo definido a partir da ausência de poder dos dominados.
O fenômeno burocrático caracteriza-se por um conservadorismo expresso especialmente na manutenção e expansão de uma situação de privilégio.
No lugar de representar uma ponte entre os interesses particulares e os coletivos, a burocracia serve a seus próprios interesses — trata-se de uma corporação que se defende em oposição ao resto da sociedade.
Nada pode gerar mais imobilismo do que isso.
O atraso
Um dos principais vetores do desenvolvimento econômico e social de um país é a sua capacidade de produzir ciência, tecnologia e inovação. A inovação é o fator mais importante, não apenas no desenvolvimento de novos produtos ou serviços, como também no estímulo ao interesse em investir nos novos empreendimentos criados.
Nesse cenário, surge a figura do empreendedor como uma força positiva no crescimento econômico, fazendo a ponte entre a inovação e o mercado.
Pode-se ir ainda mais além: o empreendedor é a figura principal desse processo. Apenas pesquisa, desenvolvimento e investimentos em capital físico e humano não causam o crescimento. Essas atividades ocorrem em resposta às oportunidades de crescimento, e tais oportunidades de crescimento são descobertas por empreendedores alertas às demandas futuras dos consumidores.
Lembrando Schumpeter, os empreendedores são os impulsionadores do desenvolvimento econômico, os responsáveis pelas mudanças econômicas em qualquer sociedade. O seu papel envolve muito mais do que apenas o aumento de produção e da renda per capita. Seu papel é iniciar e constituir mudanças na estrutura de seus negócios e da própria sociedade, sempre buscando atender às demandas dos consumidores. Essas mudanças geram maior produção e mais crescimento econômico, o que possibilita que mais riqueza seja usufruída pelos diversos atores sociais.
Entretanto, em nosso país, a cultura empreendedora cede lugar, cada vez mais, à cultura do funcionalismo público. Grande parte de nossos maiores talentos — pessoas capacitadas — sente-se muito mais atraída pelos benefícios do setor público do que pelos riscos e desafios do empreendedorismo.
Pessoas que poderiam contribuir para a melhoria das condições do setor produtivo — seja estudando a fundo a problemática das empresas, seja colocando em prática a sua visão de excelência, servindo de exemplo e referência para outras empresas e outros profissionais — desperdiçam seu talento e energia decorando apostilas para concursos.
Por aqui, empreender passou a ser uma saída para os menos preparados, para os mais necessitados, para aqueles que não têm condições de arrumar um emprego decente ou de passar em um concurso público.
E essa é a parte preocupante: nosso setor privado realmente não é eficiente, o empreendedorismo brasileiro, no geral (e essa é uma generalização necessária), é muito rudimentar, surgindo muito mais por necessidade do que pela identificação de oportunidades. Não há diálogo entre academia e mercado. E, em vez de termos pessoas debruçadas sobre os problemas enfrentados por nossas organizações, pesquisando, inovando ou empreendendo, temos um êxodo cada vez maior dos nossos talentos em busca do setor público.
Está tudo errado. Ao passo que os gênios americanos criam empresas fantásticas que mudam os rumos da humanidade, os gênios brasileiros passam em concursos públicos.
O grande inimigo
E, para piorar, além de enfrentar a concorrência dos salários do setor público, o empreendedorismo também não atrai os jovens por causa dos elevados riscos e das enormes dificuldades para se fazer negócios no Brasil.
Empreender e empregar legalmente no Brasil é muito caro. Para abrir uma empresa são necessários 107 dias, em média. Pagar impostos requerem 2.600 horas apenas para preencher formulários (mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia). Empregar alguém traz um custo extra de 103% do salário só com impostos e outros encargos trabalhistas. Ou seja, além do salário, você tem de pagar o equivalente a outro salário só com impostos, encargos sociais e trabalhistas. Não bastasse isso, ainda temos de arcar com nada menos que 93 impostos diferentes.
O resultado dessa equação é trágico: empaca-se o avanço da ciência e dos negócios, a oferta de empregos diminui, a economia estagna e mais e mais pessoas passam a almejar um posto nas instituições públicas, alimentando esse círculo vicioso.
Eis o resumo da tragédia: o governo asfixia o empreendedorismo com impostos, burocracias e regulamentações. Isso mantém os salários baixos. Salários baixos empurram jovens capacitados para o setor público, que garante estabilidade e altos salários. Mas todos os privilégios do setor público são bancados por impostos e endividamento do governo, os quais são integralmente pagos pela iniciativa privada. Isso deprime ainda mais os salários do setor privado, o que empurra ainda mais jovens preparados para o setor público.
É fundamental revertermos essa tendência e trabalharmos no sentido de fomentar a cultura empreendedora em nosso país. Quando coloco os verbos reverter e trabalhar na primeira pessoa do plural, quero puxar a responsabilidade para as nossas mãos, cidadãos comuns.
Não podemos esperar que o poder público faça a sua parte, pois o estado faz justamente o contrário: inibe a atividade empreendedora ao elevar a carga tributária e criar empecilhos burocráticos absurdos, buscando sempre financiar os altos gastos do setor público com mais tributos e endividamento.
O estado é hoje o grande inimigo da sociedade. Já que não podemos vencê-lo, devemos resistir fortemente à tentação de nos juntarmos a ele.
Conclusão
Nosso setor privado precisa de pessoas capacitadas, talentosas e inteligentes, mas grande parte de nosso contingente pessoal com essas características sente-se muito mais atraída por cargos públicos.
Do ponto de vista individual, todos aqueles que almejam vagas no setor público estão mais do que certos. Lógico: por que eu deveria me esforçar para atuar em um campo cheio de riscos, sem segurança e sem estabilidade, quando posso trabalhar para o estado, sem me preocupar pelo resto da vida? Por que me arriscar no setor privado, sofrendo cobranças e tendo de apresentar eficiência, se posso simplesmente ganhar muito no setor público, tendo estabilidade no emprego e sem ter de apresentar resultados?
Porém, é justamente o setor privado quem tem de sustentar a farra do setor público. Daí os baixos salários pagos na iniciativa privada. Toda a carga tributária existente no Brasil, que impede aumentos salariais na iniciativa privada, existe justamente para sustentar o setor público e seus funcionários que ganham salários magnânimos e vivem à custa dos trabalhadores da iniciativa privada, os quais ganham pouco justamente porque têm de bancar os membros do setor público.
Sim, o Brasil gasta demais com funcionários públicos, e não há quem se comprometa a pôr um freio nesta farra.
A questão é: como irão fechar as contas sem recorrerem a mais impostos? Se assim o fizerem, poderá chegar o dia em que irão inviabilizar as empresas, que são quem mantém toda essa estrutura. Ironicamente, sem o setor produtivo, o número de funcionários públicos bem pagos cairá a zero.
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Leia também:
O funcionalismo público, a drenagem dos cérebros, e os efeitos deletérios sobre a iniciativa privada
Como os funcionários públicos se tornaram uma casta privilegiada e quase intocável
Se os beneficiados pelo governo são também eleitores, o arranjo é irracional
Injustiças e penitência social

“Nosso setor privado precisa de pessoas capacitadas, talentosas e inteligentes”, mas é muito mais arriscado assinar uma carteira de trabalho do que andar com 5kg de joias numa favela no RJ. Aí não tem ninguém pra empreender e ninguém qualificado pra trabalhar. Chances de sucesso: zero.
Concordo com tudo que a EA prega mas é fato que do ponto de vista individual faz todo o sentido virar funça. Se as pessoas reagem a incentivos, como o próprio IMB prega, é claro que ela vai preferir virar funça tendo a estabilidade e um alto salário.
Eu sou um exemplo disso. Trabalho no setor privado em uma empresa de TI. Sou forçado a trabalhar até de madrugada para entregar projetos no prazo. Tudo isso para ganhar R$3000. Acabei de passar em um concurso para ganhar R$5500. Só estou esperando ser chamado.
Sei que vão dizer que vou virar um parasita, que eu deveria empreender e etc… Sim, sei que do ponto de vista ético eu estou errado, mas quem é tão altruísta a ponto de ficar sendo massacrado no setor privado podendo ter um emprego melhor em um cargo público, sendo que é você quem sustenta todos os funças no final das contas? Vale lembrar tb que não adianta eu não assumir o cargo pois outro certamente irá ocupá-lo e serei eu quem irá sustentá-lo.
Tem mais um detalhe esquecido pelo texto: os terceirizados que trabalham nos órgãos públicos se tornam amigos e apadrinhados de servidores de alto escalão e tem uma “estabilidade” subjetivada, porque a empresa terceirizada obedece aos pedidos dos tais funcionários; chefes e diretores, para indicar na terceirizada.
A UNB, por exemplo, aqui em brasília, gasta 75 por cento do seu orçamento com empresas terceirizas e provavelmente com excesso de seguranças, limpadores, vidraceiros, jardineiros, etc… a soldo do contribuinte também, sem competição no mercado aberto.
Todo jovem que me pede conselhos pra se dar bem na vida recomendo estudar pra concursos, Deus me livre ter concorrentes talentosos no meu nicho de negócios. Faço coisa relativamente simples, acadêmica mesmo colocada na prática, se ser funça fosse menos atrativo estes seriam concorrentes meus e teria de me contentar com margens de lucro ridículas de 30% ou menos.
Ontem estava conversando exatamente sobre isso com um jovem quase formado em computação numa das melhores universidades do país: ele e outros amigos, na casa dos 20 e poucos anos, só pensam em fazer concurso pra ter estabilidade de emprego.
Isso mesmo: um jovem cuja formação custou rios de dinheiro público só pensa em ter estabilidade no bolso alheio.
A questão é que em determinado momento esta cultura da moleza vai entrar em colapso, se já não entrou.
O Brasil ainda possui déficit de servidores públicos para bom atendimento ao cidadão. Falta médicos, policiais, militares para patrulhamento de fronteiras, fiscais de meio ambiente e etc.
Os maiores salários são uma exceção no funcionalismo publico, não é regra. Em todo país se explode greves por melhores salários e melhores condições de trabalho.
O serviço publico é ruim mas é pelo fato de haver um número insuficiente de funcionários, além da maquina ser usada para fins políticos eleitoreiros, como tem mostrado o noticiário sobre a operação Lava-Jato e quadro “Cadê o dinheiro que estava aqui?” do programa dominical. A função de atender ao público não existe no Brasil.
O contribuinte sustenta uma máquina que não funciona, é muito insuficiente, ainda precisamos de mais concursos e mais investimento em órgãos públicos para que de fato venham prestar bons serviços.
Outra coisa, o Brasil é basicamente exportador de comodities, produtos pouco elaborados em nível tecnológico, com isso, precisa-se de mão de obra pouco qualificada assim força-se os salários pra baixo. Fica mais barato contratar um técnico que um engenheiro, por exemplo.
Para mudar o nível de salário será preciso, entre outras coisas, mudar a matriz produtiva do Brasil, precisamos dar esse salto tecnológico, de exportador de matérias primas para produtos mais elaborados.
Além disso, a sonegação de impostos precisa ser combatida. A sonegação é 50 vezes mais nociva que a corrupção.
Enfim, mudanças estruturais e de postura de nós cidadãos serão necessárias para um melhor controle dos gastos públicos e assim melhorar a qualidade de vida
Salários gordos e cargos vitalícios, o doce serviço público
exame.abril.com.br/carreira/bons-salarios-e-cargos-vitalicios-o-doce-servico-publico/
Interessante como qualquer atividade produtiva do estado é terceirizada para a iniciativa privada, via licitações ou similares.
Uma das funções básicas de uma prefeitura é abrir e asfaltar ruas, mas praticamente todas as ruas são construídas por empreiteiras.
A Petrobrás tem por função explorar petróleo, mas toda sua infra-estrutura, de um simples tanque a uma plataforma flutuante, é construída por empresas contratadas.
Toda estatal, apesar de ter um departamento de informática muito bem pago, contrata de terceiros o desenvolvimento de sistemas.
Em qualquer repartição pública, quem realmente trabalha são os terceirizados e os estagiários. O trabalho de um concursado dificilmente chega a 50% da eficiência que um empregado em função similar em uma empresa privada.
Nosso funcionalismo pensa ser exatamente o que pensavam ser os nobres da Europa Medieval: seres privilegiados que tem um “direito” indiscutível de ser sustentados pelos “plebeus”.
Olha o quanto é dificil empreender num país como esse: https://www.youtube.com/watch?v=-DndwNEP5MY
Assitam ao video depois se perguntem: como um jovem que está inciando sua vida vai preferir isso a ocupar um cargo com estabilidade e um bom salário?
Esse vídeo chega a ser desolador, mas é a realidade…
Se a iniciativa privada fosse destruída, não existiria funcionalismo público nenhum.
Isso é o que basta para se constatar a ordem de causalidade e de prioridade, lógica, econômica e moral.
É uma verdade de Perogrullo isso, mas experimentem falar isso para pessoas próximas a você (e nem precisa, necessariamente, ser para um funcionário público).
Governo fascista
+
Ensino marxista
=
Analfabetos funcionais
Pessoas fúteis
Medrosos
Acomodados
Incultos
Egoístas
Brasil, uma Nação fracassada e falida.
O estado capturou a população do Brasil e a fez refém. Hoje politicos e burocratas mandam neste pais e usam o poder em seu proprio beneficio. Esta Nova Classe corrompe e rouba e leva o pais para o abismo da insolvencia. Aumentos de gastos públicos tornou-se uma norma progressista seguida de deficites públicos cada vez maiores e a divida pública sempre aumentando. Um funcionalismo público crescente improdutivo acomodado destruidor de riquezas e com todo tipo de benesses e direitos só aumenta a conta. Eticamente juizes que vendem sentenças são afastados e como punição aposentadoria compulsoria e e salário integral. Mesmo o ex presidente Lula cuja esposa teve morte recente lhe deixou uma duvidosa aposentadoria de 20.000.00 reais, será que ela tinha um cargo fictício. Mas nos teremos que pagar estes 20.000.00. Os privilegios em favor do serviço público em qualquer reforma são reforçado, e para não dizer que as leis são feita com brechas para eles escaparem se porventura forem púnidos. O povo esta sentindo prejudicado por este tipo de estatismo e democracia perverso que nos tranforma em um burro de carga a puxar uma carroça cada vez mais pesada. Até quando? Este tipo de sistema de governo estatista defensor do crony capitalismo e opressor que obriga um cidadão a pagar a conta de milhares de outros que persistem em não trabalhar faliu ou está em vias de extinção. Cada cidadão tem que assumir sua propria responsabilidade. O governo é o problema sob o comando da nova elite corrupta e dominadora. Se tem social sou contra. Que alcancemos a liberdade sem governo. Meu povo indignação e revolta tem que ser a nossa resposta ou seremos severamente prejudicados.
Excelente análise!
Sou engenheiro formado em universidade federal e faço parte de um grupo de Whatsapp de amigos da época da faculdade. Da até canseira de ver que o povo só fala em passar em concurso público. Se tornar burocrata de uma repartição qualquer…. triste!
O artigo é excelente e mostra a nossa realidade. Só gostaria de debater um ponto sobre as escolhas “racionais” das pessoas que optam por trabalhar no setor público. Quando trabalhamos em qualquer setor privado e não temos essa tal estabilidade que todos buscam, aprendemos a nos organizar de forma muito mais eficiente, aprendemos o real valor das coisas que compramos e adquirimos uma capacidade extraordinária para superar os obstáculos e dificuldade que aparecem no dia a dia, incentivando em muito a nossa criatividade. E tudo isso que aprendemos não serve somente para os negócios, ela é muito mais importante em nossas vidas fora da empresa e isso sim faz com que essa tal “racionalidade” caia por água a baixo. Não existe nada de racional nisso, apenas uma forma de fugir dos compromissos e não encarar as dificuldades da vida. São tantos os funcionários públicos que quanto mais ganham mais gastam, tem problemas familiares por não saberem lidar com os problemas do dia a dia e até financeiros(soa até estranho isso, mas a maioria é endividada). O que mais me incomoda é o fato destas pessoas não estarem vivendo o vida como deveria. A vida nunca foi e nem será um mar de rosas. Todo ser humano deve aprender a lidar com seus erros e problemas do dia a dia. E quanto mais penso em ser um funcionário publico mais longe fico de me tornar um ser humano responsável. Não é a toa que muitos funcionário públicos ficam depressivos. Um grande abraço a todos.
O Estado brasileiro é um grande monstro verde!!!
Que massacra nossas esperanças e nos condenam à uma miserável e sem perspectivas do amanhã.
Acho que está havendo um erro de interpretação.
Eu sou servidor. Dou o meu sangue.
O problema desse país são cargos de comissão.
Conheço muito servidor dedicado que se acaba pra fazer a parte dos cargos de comissão.
Embora esse artigo seja verdade, em partes, acho que grande parte de servidores, não ganham muito.
Se você pegar prefeituras… tem muita gente concursada que é dedicada e não ganha muito.
O grande problema são os salários dos comissionados, e os salários do Judiciário.
É muito magistrado, promotor… ganhando um mar de dinheiro… assessores.
No Brasil existem servidores pobres.
E os ricos… os que realmente prejudicam esse país, juntamente com o governo.
Acho que devemos avaliar melhor aí a crítica contra os concurseiros.
Pois ser concurseiro nada mais é do que lutar pela própria sobrevivência.
Se o povo quer mudança… que se faça a desobediência civil (já pregada aqui), e que exijam o fim de cargos comissioinados e outras regalias à tantos cargos públicos, que te garanto que a maioria não tem.
O objetivo de vida deve ser sempre a busca por países com governo menores.
Esses governos se transformaram em ditaduras brancas. Ditadura não se faz apenas com tanque na rua.
A expropriação e o atropelamento da liberdade também é uma ditadura branca.
A justiça nunca pode ser justa e respeitada, quando ela mesma é usada para extorquir as pessoas.
Essa tentativa de se criar um mundo ideal só serviu para extorquir as pessoas.
Enfim, o direito do governo escravizar precisa acabar.
Não sei vocês, mas preciso sustentar minha família, e se no funcionalismo publico é aonde tem dinheiro que acho suficiente, é para lá que eu vim. Se na iniciativa privada me pagarem oque mereço, vou pra iniciativa privada, olha que sou bem qualificado, Graduado, pós e mestrado na minha área. Recebia uns 6 mil pra ser líder de uma equipe de ti com 12 funcionários. Outra coisa, ganhar 10/15/20 mil na iniciativa privada são para as exceções, como no funcionalismo também é. Hoje, sou bancário, ganho a mesma coisa uns 6 mil e trabalho mais do que trabalhava antes, a diferença é que o salario não atrasa e tenho alguns benefícios!
Interessantes os comentários dos funcionários públicos aqui.
Vejo que galera fica bem revoltada com eles, mas acho que não adianta bater nos poucos que por algum milagre vem se informar no Instituto Mises.
Nós sabemos muito bem que é muito tentador o funcionalismo público: dinheiro fácil todo mês, apesar de ser a custo dos pobres e dos produtivos. É como aquele estudante da FFLCH que fuma maconha e cheira cocaína, mas finge que não está alimentando o tráfico de drogas e todo o crime que ele gera.
O que nós devemos realmente fazer é incentivar que esses funcionários públicos peguem toda essa grana que eles ganharam ‘honestamente’ e a usem pra empreender, criar algo realmente produtivo. Querendo ou não, as pessoas que passam nesses concursos de super salários de 20 a 30 mil geralmente são pessoas inteligentes e capacitadas, formadas em engenharia em faculdades boas (pros padrões brasileiros).
As vezes eu mesmo penso em fazer isso: me formar, pegar um concurso absurdo desses, de 15k a 20k pra me capitalizar, trabalho uns 2 a 5 anos lá, e depois toco projetos pessoais. Até porque sou pobre e não tenho como me capitalizar de outra forma, na iniciativa privada poderia demorar muito. Por outro lado, a iniciativa privada dá muito mais experiência com a realidade. O duro é se a pessoa se acomodar, mas acho que quanto mais tempo livre eu tiver, mais eu fico pilhado de tocar meus projetos
A burocracia é tão perigosa quanto a classe política,o próprio Trótsky denunciou que Stálin foi capturado pela burocracia czarista e engessou a União Soviética.
O serviço público é demandável pela população,mas por ser monopolista à máfia estatal cobra caro pelo serviço e entrega um serviço ruim,caro e lento,por sua vez o funcionalismo público tem uma função necessária pois existe demanda por seu trabalho,mas como a classe política quer se perpetuar no poder seja de forma ditatorial(Chefe supremo e vitalício) ou democrática(Membros do partido hegemônico se revezam no poder)concedem privilégios e mais privilégios para o funcionalismo público e esta classe se torna parasitária e burocrática igual a czarista/soviética e ao invés de servir o povo passa também a ser sugadora do povo em aliança com a classe política,enfim o estado presta serviços necessários,mas de forma monopólica o que prejudica quem precisa destes serviços,enfim só o livre-mercado(Nós juntos) para quebrar esse paradigma do estado leviatã e seu canto de sereia para cima dos concurseiros.
Viva o livre-mercado e abaixo essa cultura nefasta dos concursos e o endeusamento desta maquina de desperdício que é o estado leviatã.
Os empreendedores deveriam imprimir este artigo e dar a todos os seus funcionários.
Acho super coerente o argumento dos funças, é algo do tipo:
“Eu sei que estou matando a vaca, mas e daí? Eu gosto de leite. Se a vaca morrer o problema não é meu…”
As pessoas viraram reféns do próprio estado.
Os funcionários públicos fazem ameaças de greves. Os motoristas de ônibus e taxi fazem ameaças de greve. Os metroviários fazem ameaças de greve. Os pilotos de avião e comissários fazem ameaças de greve. Ou seja, tudo que está ligado ao governo é usado contra a população.
A liberdade e a gestão privada podem mudar isso. O livre mercado é apenas trocas voluntárias entre cidadãos livres. Esse sequestro da liberdade impetrada pelos trabalhadores ligados ao governo, é um ataque direto ao povo brasileiro.
Sequestro é o roubo ou impedimento da liberdade. Os trabalhadores ligados ao governo estão sequetrando a liberdade de quem quer apenas sobreviver por conta própria.
Este foi um grande texto, que divide opiniões, mas no Brasil é matar ou morrer, ser funcionario publico aqui é ter algumas garantias de continuar sobrevivendo, estamos numa lama, eu posso observar profissionais da iniciativa privada que poderiam fazer a diferença( mas agem como se funça fossem ) , portanto, devemos repensar o projeto de crescimento deste gigante com metástase.
Essa tua formação foi paga com recursos próprios? Claro que não: ” Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul Foi professor da Escola de Administração da UFRGS.” Diria, no mínimo, que tua analise esta contaminada. O estado investiu pesado no teu mestrado” para você, então, retribuir… opa.. tornar-se docente e funcionário público. Vamos discorrer sobre isso? Tem coragem de publicar?
Claro, é contra o funcionalismo. E quanto aos gastos públicos da dita “universidade gratuita e universal” ? Ai você vai começar a argumentar: não, veja bem… Não adianta, cada grupo de interesse, vai sempre defender o seu, enquanto que o outro é nocivo.
Vejo o artigo sendo tratado de uma forma, sem a complexidade que exige. Não deveria ser imputado ao funcionário público pela ineficiência da maquina governamental. A sociedade enxerga o funcionalismo como estorvo, sinônimo de ineficiência, regalias e falta de ambição. Digamos que com certa razão, mas a verdadeira ocorrência deveria ser colocada na conta da ineficiência, da ingerência e do proposital caos na maquina administrativa e de nossas instituições públicas (caos esse, meus colegas. visto de forma intencional,talvez para favorecer o descalabro e a corrupção sem limites em nossa nação) . Mas acreditem existem exemplos de eficiência no serviço publico. Acredito que o problema não esta no servidor publico em sua grande massa, mas na forma como a maquina publica é administrada, por aqueles temporários e eletivos e comissionados que deveriam governar e gerir nossa nação. Mas o serviço público paga o preço e leva fama da política no Brasil. O Estado tem seu papel mesmo nos movimentos liberais, e a estabilidade é necessária para evitar o crime dentro da administração pública. O que nos falta é gerenciamento e valorização do desempenho dentro do funcionalismo assim como se faz no setor privado, sem que para isso seja necessário privatização da maquina pública. Colocar fé na maioria esmagadora dos funcionários públicos que para além da estabilidade querem fazer do Brasil um país melhor, mas que esbarra na burocracia, leis e ingerências de nossa casta política… O problema não consta na base mas no cume desta pirâmide publica.
Previdência de servidores supera despesa com educação em 16 Estados
m.folha.uol.com.br/mercado/2017/07/1905463-previdencia-de-servidores-supera-despesa-com-educacao-em-16-estados.shtml
tem um filme italiano sobre funcionalismo público que é muito bom, lembra bastante o Brasil (e nos comentários do trailer no youtube, parece que também lembra Argentina, Grécia, Espanha…). Aqui está o trailer:
https://www.youtube.com/watch?v=t3al1PBx09A
Sou funcionário Público. Tenho 27 anos e estou no meu terceiro concurso. Entrei nesse ramo aos 18. Hoje tenho um salário bruto de 8 mil. Confesso que até pouco tempo queria tentar duplicar esse salário, indo pra um cargo fiscal. Todavia, estou começando enxergar outras possibilidades no setor privado. Claro que inicialmente não largaria o “osso” no setor público, mas quem sabe um dia.
MAS… algumas coisas precisam ser esclarecidas.
Primeiro, a esmagadora maioria dos servidores públicos ganham salário bem abaixo do que o meu. São exceções os cargos públicos que passam de 10mil. As pessoas acham que todo funci é bem remunerado. Não é bem assim.
Segundo, é óbvio que pensamos primeiramente na gente. Farinha pouca, meu pirão primeiro. Sou de família pobre e nunca que teria oportunidades de ganhar 8 conto em inicio de carreira no setor privado, ainda mais na minha região. Muitos dos que criticam a gente são na verdade pessoas frustradas, muitas das quais queriam ganhar nossos salários.
Terceiro, considero-me mais inteligente que a grande maioria dos “empresários” que estão aí e isso é o que está me fazendo olhar mais para o setor privado. Entretanto, pra começar e empreender precisaria de algo inicial. Agora já tenho. Vou aos poucos tentar produzir (já estou) de forma paralela, inicialmente auxiliando minha esposa em pequenos detalhes de um pequeno empreendimento que abrimos. Graças a Deus tem dado certo.
Por fim, trabalho pra caramba na maioria das vezes. E, sinceramente, acredito que faço um bom serviço. Pra vocês que dizem que estão se lixando pra minha dedicação e serviço bem prestado, desejo sinceramente que nunca precisem do judiciário, ou se precisarem, e tiverem com um processo parado por incompetência de alguém ou simples má vontade, desejo que tenham a sorte de se depararem com alguém com a vontade de ajudá-los, orientá-los, a fim de que tenham sua demanda atendida.
Boa sorte!
Inacreditáveis os comentários!
Stefan Molyneux acerta ao retirar a discussão sobre o Estado do campo abstrato e trazê-la ao campo prático: você atiraria na minha cabeça se eu não ajudasse na causa X?
Pois este é o grande mal! Os funças sabem que seus salários vêm dos impostos em cima do desdentado (como apontado em outro comentário). Sabem que se beneficiam do imposto sobre a comida de quem passa fome, do remédio do enfermo, da educação do analfabeto. Mas tudo isso lhes é muito abstrato, não têm que lidar diretamente com o esfomeado, com o doente, nem com o analfabeto que roubaram. É fácil simplesmente torná-los este ente abstrato chamado Orçamento da União e, com isso, se livrarem do remorso que qualquer ser humano sentiria. Bem vindos ao arranjo coercitivo estatal.
O Estado é uma abstração, onde todos tentam viver às custas de todos. E, nele, funças já se tornaram literalmente uma Casta. Passar num concurso públicos dá automaticamente um bilhete para uma vida de bonanças vitalícias às custas dos membros de castas inferiores. E quem não concorda com isso? “Claro que deve ser um invejoso! Afinal, temos direito a este arranjo”. Pensa o funça. Não vejo diferença nenhuma quanto ao sistema de Castas indiano, ou a senhores feudais.
No mais, aos funcionários públicos que dizem que trabalham duro e que se preocupam com um país melhor, por acaso aceitariam abdicar de seus “direitos adquiridos”, caso necessário fosse para se garantir um país melhor? Falam demais em como são essenciais, em como tornam o país melhor (como se estivessem fazendo um favor), mas ai de quem proponha o corte na estabilidade, ai de quem mencione o rombo na previdência pública, ai de quem fale de cortes de benefícios. São todos uns parasitas hipócritas que ainda desdenham dos hospedeiros.
Tenho muito mais respeito por um vendedor de pipoca na rua. Ele pode não ter estudado ou não ser capaz de passar em concurso, mas pelo menos não se acha a última bolacha do pacote, tampouco quer me obrigar a lhe sustentar.
Resta, agora, os colegas minarquistas explicarem como se diminui o Estado neste arranjo, sob o qual os funças de tudo farão para bloquearem tal avanço, cagando baldes para o desdentado que exploram.
Desafio os concurseiros de plantão e funças a abdicarem de seus privilégios e se unirem com os políticos sérios que sonham com a implantação do estado mínimo ou abraçarem a causa libertária de dissolução completa do estado ou então privatização de todos os serviços prestados pelo mamute estatal passando a ser mais um concorrente no Mercado ao ofertar seus péssimos serviços,enfim os concurseiros e funças que abraçarem esta causa terão o meu respeito,pois se a situação hoje é escolher entre setor público e setor privado eu entendo pois é racional e compreensível,agora o que não é compreensível é lutar para aumentar privilégios e\ou preservar regalias e mordomias conquistadas por sindicatos parasitas e classe política safada e corrupta…
Meus pais foram empreendedores a vida toda, falindo várias empresas, até que acertaram em duas. Vivemos bem e, depois, as empresas faliram novamente. Hoje estão com 60-70 anos sem nada. Esse o reconhecimento que o país deu a quem tentou, por diversas vezes, construir algo nessa banânia. Eu, que sou mais inteligente que eles, resolvi estudar pra concurso público. Passei, tenho estabilidade, salário razoável (não essas aberrações de 10-20 mil, mas maior do que na iniciativa privada), e não passo tanto stress. Prefiro mil vezes a minha vida do que a que meus pais tiveram. Tem que ser muito idiota pra tentar empreender na banânia, e é por isso que os super-inteligentes vazam daqui, os inteligentes passam em concurso, os menos inteligentes empreendem e os burros se escravizam no setor privado e sustentam todo o sistema. Falem o que quiser, citem os filósofos que quiserem, esta é a verdade. Agora, querer culpar o cidadão que presta concurso por querer o melhor pra si e pra sua família é muita idiotice. O sistema é uma merda, não a pessoa. Cada um sabe o que é melhor pra si. Pra mim, repito, o melhor é ser “funça”, como dizem vcs. Podem chamar de parasita e do que quiserem. E ah, sou funça que lida com o público, então eu trato todo mundo bem, até quem não merece, porque reconheço que ser bananense não é fácil.
Sob esta definição de que é parasita todos que vivem às custas do dinheiro alheio tirado coercitivamente, os aposentados pelo INSS são parasitas também? A contribuição do trabalhador ativo é coercitiva e o déficit é coberto com dinheiro de impostos coercitivos.
Triste o país onde o objetivo da maioria dos jovens é se tornar funcionário público.
* * *
Quando até a mídia de esquerda começa a noticiar as mazelas do funcionalismo público é porque a coisa já se tornou completamente insustentável.
Privilégio do servidor público é um dos maiores problemas do país, diz juiz do trabalho
Essa é só pra quem tem estômago forte: funça recebe salário mensal de meio milhão de reais. E no próximo mês subirá para 750 mil reais. E diz que não tá nem aí.
m.oglobo.globo.com/brasil/nao-to-nem-ai-diz-juiz-de-mt-que-recebeu-meio-milhao-em-contracheque-21705474
A mão OBESA de um estado ineficiente com a leniência de barnabés[funcionário público] se deliciando de resultados pífios. O Roberto Campos a saída da MISÉRIA: Liberdade econômica e Livre Mercado os tonificantes de uma ECONOMIA SAUDÁVEL e COMPETITIVA PARA TODOS. O estado não cria nada.
Ótimo artigo relacionado:
http://www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2350
O texto superestima a educação. Como se devoradores de apostilas fossem a elite intelectual da sociedade. A educação no Brasil é uma piada. No mínimo desestimulante – pra não dizer emburrecedora. Na universidade se vê pouca contribuição para o avanço da sociedade. O funcionalismo público tem todos esses problemas citados no texto. Mas a qualidade dos nossos empreendedores, acredito que tenha um peso maior, a falta de cultura empreendedora na nossa sociedade. A própria cultura do diploma que praticamente obriga todo jovem talentoso a primeiro dar uma passada por uma universidade pública, em um ambiente atrasado e conviver com mestres com mentalidade de fracassados. Da arrepio no cu só de pensar…
Concordo.
com jah li em algum artigo do IMB: Dont blame de players, blame the game
Saudações pessoal!
Sou professor universitário federal. Também já fui da iniciativa privada. Mudei de um para o outro por sonho e desafio. Dedicar a vida ao estudo na área de engenharia eletrônica não é necessariamente ‘vagabundismo’!
Vejo muitas premissas válidas e muitas inválidas no artigo e na discussão, mas há um grande problema: a generalização.
O Estado é gigantesco e ineficiente, e, mesmo eu sendo funcionário público, defendo, digamos, sua ‘eficiencitização’!
Não se pode colocar tudo e todos na mesma panela.
Desenvolvo meu trabalho na área de empreendedorismo-inovador. Criei estruturas na universidade que viabilizaram a criação de muitas empresas e, por incrível que pareça, sou também perseguido pelo sistema U (MPU, CGU, TCU e, pra fechar com chave de ouro, PF).
Qual o motivo: leis que não se entendem!
Mas, indo ao ponto, vejo dois grandes problemas em ambos setores, públicos e privados:
#1. O egoísmo, que leva à corrupção e
#2. A falta de comprometimento com os resultados!
Isto é inerente ao ser humano.
Mas não se pode esquecer que a educação, segurança, saúde não podem ser tocados em escala só pela iniciativa privada, pois isso não dá lucro. Imaginem um exército privado!!! Imaginem escola privada entrando em morro!!! Imaginem hospital privado cuidando de sem teto!!!
Muitos de vocês foram formados em universidades públicas!
Assim, não vou defender o Estado. É impossível, mas um discussão menos leviana passa pela compartimentalização correta do problems.
Detonar o servidor público de modo generalizado é tão inteligente quanto enaltecer 100% dos funcionários privados. Ambos discursos são falácias.
Definam bem o problema. A solução óbvia será a consequência.
Eis a prova suprema de que o estado não sabe calcular e nem escolher prioridades: um engenheiro do ITA com doutorado recebe R$ 6.600. Já um burocrata batedor de carimbo num Tribunal de Contas recebe de entrada R$ 29 mil.
O país tá condenado.
http://www.infomoney.com.br/carreira/concurso-publico/noticia/7022376/regiao-sudeste-tem-mais-concursos-publicos-com-salarios-ate-947
Temer pôs um fim ao funcionalismo público. Congelou os gastos por 20 anos, utilizou um grande volume de recursos públicos para comprar parlamentares em troca de emendas. Depois de sucatear a máquina, vieram as privatizações a preço de banana. O fim da estabilidade e a remoção de direitos são apenas pequenos indícios do que veremos adiante. Quem possui algum talento, não se entrega facilmente a um concurso.
é ja tentei de tudo aqui nesse Brasil mas infelizmente não da mais vou ter que sair desse pais
Sabendo que meu comentário não será publicado, mas fica obvio pelos comentários que o texto foi escrito por empresário miope, sensacionais os comentarios e testemunhos que mostram como o setor privado pensa apenas em si e ainda tem a cara de pau de cobrar virtudes empreendedoras de nós cidadãos, quando voces do setor privado só querem mexer nos salarios e beneficios trabalhistas. Então, voces liberais tem que se ferrar mesmo.
Tenho 26 anos, sou servidor público no Estado do Rio Grande (mas com sonhos e pretensões profissionais de ingressar no setor privado). Investi inicialmente em um cargo público justamente para adquirir capital (sem deixar de produzir bem no serviço público, claro) e alcançar voos profissionais maiores. Escolhi incialmente o serviço público porque, como todos devem saber, trabalhar como empregado de carteira assinada no Brasil beira a escravidão em muitos casos.
Atualmente aqui nos Rio Grande do Sul as remunerações do serviço público estão sendo pagas com atraso. Assim surgem alguns dados interessantes:
-Quando o Estado quita salários de até R$2.300,00, 53,5% da folha é quitada. Tu acha que R$2300,00 é um salário digno aqui em Porto Alegre? Difícil tu achares um aluguel aqui por menos de R$800,00 (só o aluguel). Isso é pagar bem? 53% da folha!
– Quando o Estado quita salários de até R$4.000,00, 74% da folha é quitada.
– Apenas 8% da folha do Executivo no Rio Grande do Sul recebe mais que R$7.000,00.
Resumindo:
Em termos gerais, sem considerar exceções, não é o serviço público que ganha altos salários, é o setor privado que paga muito mal seus empregados!!!!!
Não há como empreender sem capital inicial.
Ós danos que o funcionalismo público causa no Brasil são uma gota em um oceano.
O texto está até correto, mas nas atuais condições é impossível optar pela iniciativa privada. Me formei em 2015 em R. Internacionais pela UFRRJ, em 2016 em ingressei um mestrado profissional na área de planejamento. Ao longo da graduação e da pós, investi em cursos de línguas (falo 4 idiomas), fiz cursos na área de comércio, logística e etc visando ser um profissional completo.
Resultado: 2 anos e meio desempregado !!!! Mais de 500 CVs distribuídos sem nenhuma resposta !!!! Cursei o mestrado sem bolsa, tendo de arcar com todos os custos de uma dissertação que não serve pra nada !!!!!! Sou oriundo de periferia e não tenho renda.
O único emprego que consegui foi um de recepcionista temporário contratado pelo TRE. Foi a melhor experiência da minah vida !! Mesmo trabalhando fora da área, foi remunerado melhor do que seria em qualquer empresa privada !!!
Não tem jeito !! Enquanto o Estado sufocar a iniciativa privada, ela sempre pagará salários de bosta e o empreendedorismo nunca vai pra frente !!! Desse jeito isso nunca vai ser opção !! Tá certo que há muitos concurseiros mal intencionados, mas uma outra parte é composta de jovens talentosos e esforçados como eu que não encontram condições mínimas de sobreviver !!! Não adianta atacarem pessoas que querem apenas sobreviver quando é o Estado quem promove isso.
Meu contrato acabou nessa semana e o que fiz ?? Comprei uma série de apostilas pra estudar pra concurso !! É o que restou !!!
No Brasil ou você vira funcionário público ou sustenta um.
O efeito do funcionalismo público no mercado de trabalho é igual ao tráfico de animais silvestres para a biodiversidade: Para cada 10 animais retirados da natureza, um sobrevive. E logicamente, o que sobrevive não irá perpetuar a espécie na mata. Da mesma forma, o funcionalismo público retira milhões de jovens do mercado de trabalho, para eleger alguns deles como um funcionário, que por sinal não irá ajudar muito a economia a prosperar.
Brasil ainda não colapsou por alguns fatores, empreendedorismo da população, persistência heroica dos empreendedores, sonegação, agronegócio com total capacidade de produção mas principalmente pela passividade da população local.
Na Argentina de 2000-01 empresários pequenos, profissionais e poupadores em geral sacavam com frequência seus dólares para depositar no Uruguay, Paraguay e embaixo do colchão, a clase media instruída emigrou sem grande questionamento e quando veio el corralito só os tontos foram pegos de surpresa, saques e desobediência civil eram comuns nas províncias afastadas desde 2000, quando passaram na TV no final de 2001 já eram mais que rotina.
Na Argentina o ponto de ruptura social se deu quando o governo mexeu nos dólares da população, item amado da cultura argentina, no Brasil penso que este seja a aposentadoria, nunca vi um país onde pessoas de 50 anos falam apenas de se aposentarem, são muito novos ainda.
Eu não entendo uma coisa. O Brasil tem cerca de 13 milhões de desempregados. Eles bem que poderiam empreender. ou arrumar empregos na iniciativa privada. Não é tão fácil assim arrumar bons empregos no Brasil. Penso que essa geração de que entrou no serviço público nos anos 2000 viu a merda que foi o Brasil na decada de 80 e 90. então faça-me o favor. deixe-me ser feliz sendo servidor público. Pois estudei, me formei, me graduei, fiz por merecer. e pra mim o Estado e um empregador como outro qualquer. pra mim seu dinheiro é honesto. e nao me sinto nem um pouco enverganhado com isso.
Essa matéria levanta uma ótima questão para o Brasil.
Aqueles que assumem cargos públicos não são os profissionais mais qualificados, mas são filhinhos de papai que tiveram tempo e condições de estudar. Quase nunca trabalharam de verdade. Saíram da faculdade e se tornaram fazedores de concurso público. São pessoas covardes, preguiçosas, corruptas, invejosas, dissimuladas, puxadores de saco, oportunistas, fofoqueiros, malandros, idiotas, estúpidos e por aí vai… ou seja, o lixo da sociedade. O que há de pior. Os vermes do sistema. Lula falou bem quando disse que servidores públicos são piores que políticos, pois são eles que dão suporte a eles e estão lá para serem servidos.
Desacatar servidor público é crime? Então eu digo que gente trabalhadora deveria cuspir na cara e pisar no pescoço desse bando de parasitas burocratas.
Gente descente não deve prestar concurso público sobre pena de morrer de desgosto cercado por incompetentes e vagabundos corruptos. O melhor é sair do país e viver em uma nação de verdade. Onde tem pessoas descentes com moral.
O estado está totalmente aparelhado por esta corja de escroques e isso não vai mudar tão cedo, haja vista que são estáveis e jamais pensam em sair para trabalhar.
Só pensam em viajar para o exterior. Canalhas que ganham dinheiro aqui e gastam na França, socialista é claro.
Funcionário público é o tipo mais baixo de gente que você pode encontrar no Brasil. Até bandido traficante trabalha mais. Corre risco, faz empreendimento, abre uma boca de fumo aqui e outra ali, faz o negócio crescer. Servidor público faz o que? Vê internet o dia inteiro (site G1 é o principal), gastam folhas de papel e discutem futebol ou novela a depender do gênero. Essa gente é tão vagabunda que distorce até a teoria da administração para justificar seus erros primários de alocação de recursos. Ganham bem mas estão sempre endividados porque são perdulários.
Um bando de chorões. Cagalhões que não merecem respeito algum.
Servidores como Sérgio Moro e Corpo de Bombeiros são raridades. Na real também não fazem mais do que suas obrigações, pois se propuseram a isso.
Funcionalismo público brasileiro dá nojo até em dragão de comodo!
Infelizmente a net caiu e não pude enviar o comentário gigante sobre o que falam as pessoas que procuram o funcionalismo público. Já conversei com funcionários públicos e há outros fatores alem de dinheiro e estabilidade que fazem as pessoas procurarem o serviço público (inclusive que talvez faça isso no futuro, não sei ainda…). A qualidade de vida é um dos principais motivos: nada de horas extras sem pagamento, chefe que critica o mínimo erro, mas não reconhece o trabalho bem feito, pressão excessiva no trabalho que faz com que as pessoas adoeçam. Muitos que abandonaram o setor privado o fizeram devido a péssima qualidade de vida nas empresas privadas (com crises de ansiedade, colesterol alto, depressão, e outras coias que elas atribuem ao trabalho extenuante). claro que eu entendi o que vocês estão falando sobre a culpa do estado. Mas muitas empresas privadas parecem punir o funcionário que trabalha duro no lugar de dar incentivos, ainda que não materiais.
Tem empresa que contrata funcionário de outros estados para que o funcionário seja mais produtivo por não ter vínculos no local da empresa (pode até ser mais produtivo até que este empregado entre em colapso).
O servidores pública atender às necessidades da população enquanto os empresários capitalistas só querem lucro.
Muita gente consegue promoção na iniciativa privada por Q.I. (Quem Indica).
Quanta mulher é nomeada só por ser bonita? Ou porque teve um affair com o executivo da empresa?
Enquanto no serviço público tem que prestar concurso.
O Brasil realmente precisa de sérias reformas na economia, outra matéria que li hoje e achei interessante foi essa do G1 sobre diferenças salariais snip.ly/x99h7f
Sou funcionário publico, ganho cerca R$1400,00. Tenho que atender pessoas num orgão de defesa do consumidor, escutaando todo tipo de reclamação. Quando não tem ninguém, o trabalho é ocioso demais, e tudo o que se fala no texto e nos comentários é verdade. O que se vê são pessoas despreparadas, que só sabem jogar conversa fora o dia inteiro. Não sei nem como passam nas provas. Não aguento mais, não tenho perfil para aturar isso. Estou pedindo exoneração e Deus me permite encontrar algo na iniciativa privada, que não é tão ruim assim não. Muitos brasileiros na verdade ou não gostam de trabalhar, ou estão no trabalho errado, não se qualificam e só ficam reclamando. Somado a situação econômica do país onde é proibido empreender, acontece isso. Muitos querem ser funcionários públicos e falta empregos na iniciativa privada. Todo trabalho é cansativo, se não teria outro nome. É trabalhar sem ser produtivo, onde você não se encaixa e não ter uma perspectiva de crescimento ou mudança é mais que cansativo, é deprimente, adoece ainda mais.
Sei que muito libertário aqui vai torcer o nariz para o que digo. Mas não ligo.
Querer um sistema que funcione bem e que não adote o modelo estatal (um desastre que consegue fazer até a saúde pública de um país pujante como o Canadá falhar) é uma coisa. Outra, muito diferente, é atacar a pessoa do funcionário público. A grande maioria é correta e está lá simplesmente porque é o que havia de melhor para eles.
Como o ed disse lá em cima. No Brasil (e na grande maioria dos países hoje em dia), ou você é um funcionário público ou sustenta um. Independente do que pensemos, é assim que funciona. Racionalmente falando, é melhor você ficar em paz e com sua família livre de problemas financeiros ou viver precariamente, sem saber direito o dia de amanhã? Tudo isso para não viver de um tomado à força do empreendedor, que vai ser tomado de qualquer jeito se não mudar o sistema?
Não é porque somos libertários que estamos livres de toda interferência estatal. Pelo contrário. Vivemos em um país dominado pelo estado, onde até serviços privados como de telefonia acabam sendo controlados por ele. Isso sem falar em energia elétrica, água e combustíveis. Pergunto: foi errado nos aproveitarmos de subsídios ao combustível e à energia elétrica no governo Dilma? Estamos errados ao usar um posto de saúde ou o SUS? Já não existe e foi pago mesmo?
O que o texto coloca, corretamente, é o problema da cultura do funcionalismo público. É esta que gera a situação caótica em que vivemos. E é um modelo absolutamente insustentável. A meu ver, funcionários públicos devem ter plena noção disso e não apoiar a expansão do estado e maior liberalismo. Por seu próprio interesse.
O que outros comentaristas disseram é verdade. O mercado de trabalho brasileiro não é fácil. Instabilidade, baixo pagamento, subemprego com relações abusivas, etc., são comuns. E isso não ocorre porque o brasileiro é safado ou porque o patrão é malvado. Ocorre porque o mercado é asfixiante para o empreendedor, com altíssima regulamentação estatal, impostos pesados, sistema judiciário não confiável. Tal ambiente “rarefeito” faz com que poucas empresas consigam sobreviver adequadamente, gerando um gargalo na oferta de trabalho que desfavorece o trabalhador. E tudo isso é sim, causado pelo estado. Mas não por funcionários públicos individuais.
O erro começa quando a despesa supera a receita. Isso não ocorrendo, algo raro, vamos as questões:
Uma empresa que não consegue pagar 1 salário mínimo, está produzindo algo insustentável e deve fechar as portas e ponto final.
O encargos do salário são devolvidos ao trabalhador, logo compõe o salário dele e portanto não é ruim pro trabalhador. Se acabar esses encargos ele não vai ganhar mais mas sim menos.
O gasto no funcionalismo é alto porém produz serviços que o cidadão arca com impostos mas tb não irá pagar pelo serviço avulso. Basta uma unica vez que vc precise ser resgatado de helicóptero na selva ou um incêndio esteja chegando na sua casa que o custo com dezenas de profissionais paga todo o imposto que vc pagaria uma vida inteira. Portanto o imposto não é tão caro assim, obviamente se o serviço oferecido for de qualidade.
Além disso a indústria do concurso publico gera dinheiro demais e uma vez funci público os salários recebidos tb irão desovar riqueza no mercado, no qual empreendedores irão disputar.
Eu tentei !!!
Sou funcionário da Iniciativa Privada há 8 anos, trabalho na área de Petróleo e gás, e cheguei num estágio da Carreira que não vejo mais crescimento, nem profissional e nem financeiro, muito menos pessoal; talvez mudando de empresa, mude alguma coisa… Mas dou o meu melhor, acordo cedo, estudo antes do trabalho, sou bem relacionado, faço bem meu trabalho e mais do que eu preciso fazer. Tudo como manda a “cartilha” do funcionário exemplar…. a pergunta é: Pra que ? Não me sinto mais valorizado. O Mercado ainda anda esquisito, há uma grande pressão mundial para alteração da Matriz energética: sair de combustíveis fósseis, para energia limpa… Enfim, se hj já não está uma maravilha, daqui a 10 anos acho que estará pior, e eu quero casar ter filhos, etc…
E uma coisa que é muito clara pra mim, é que o Mercado (pelo menos o brasileiro) não sabe o tipo de profissional que quer, não sabe valorizar os que tem e tem como resultado, grandes prisionais insatisfeitos… e isso Fomenta muito o mercado de Concursos públicos….
Infelizmente no Brasil só há dois caminhos para o Sucesso Financeiro:
1 – Abrir uma Empresa e, além de trabalhar MUITO, Rezar, orar, fazer macumba e etc… para Dar certo e conseguir ter dinheiro pra comer até conseguir fazer dar certo… (pra quem é pobre ou classe média é praticamente um milagre)
2 – Ser funcionário Público.
A Realidade do Brasil infelizmente é essa… e vai demorar muito pra ser alterada. Eu decidi jogar o jogo. Já comecei a estudar, e vou ser funcionário público em breve…. Não é o que sonhei pra minha vida quando me formei, mas ficar achando que o Brasil vai ser a terra das oportunidades em um momento breve, é muita utopia…..
Então eu viver a realidade do meu país…. pq tbm não quero ter que sair daqui…..
Julguem-me
Os caras usam como exemplo meia dúzia de funcionários públicos que ganham acima de 10 mil, kkkkk, por favor… Sejam honestos pelo menos. Esse tipo de ataque não é nada produtivo para o debate. Sabemos que empreender no Brasil é impossível, só para loucos mesmo. Sou funça, como vocês dizem, não tenho FGTS, não tenho teto, não tenho multa nem nada, bato ponto, trabalho sob produtividade, lido com uma legislação previdenciária bizarra, que muda a todo momento, indicações políticas o tempo todo intrometendo nas atividades funcionais, e não ganho nem perto dos 10 k. Então, mais honestidade nas falas por favor.
Nessas eleições o único candidato a presidência (não dá para confiar) que quer reduzir o tamanho do Estado mas defende privilégios como auxílio moradia é o Bolsonaro! Será que vale a pena votar?
Leandro,
Discordo de muito dados e impressões, mas uma me chamou a atenção e constitui o eixo principal da teoria do “duplo ônus” …
Tomemos apenas um exemplo (pelo exíguo espaço e interesse pelo debate):
Ao servidor público está sendo atribuído um ônus que não passa nem perto do empreendedor. E sabemos (pelo menos eu tenho a impressão) que, no caso do Imposto de Renda (aquele que é recolhido para “sustentar” o Governo – segundo sua teoria) o servidor público é taxado pelo alto e a maioria dos empreendedores sonega, omite ou é isento. Será que se fizermos uma análise qualificada e detalhada, não descobriríamos que tem muito servidor que não tem nem a noção do quanto prejudicial é a atividade dele para ele próprio?
Adicionalmente, concordo que concurseiro é uma praga. Esporte nacional de gente preguiçosa e ou incompetente, principalmente depois que criaram algumas “carreiras” nos governos estaduais e federal.
Mas quem ganha mais dinheiro com estes concurseiros? Já parou para pensar nos “empreendedores” educacionais de cursinhos para concurseiros? e no seus ´professores` com dupla jornada? quanto é a carga tributária destes cursinho e a tributação sobre os professores? Será que o ônus é realmente desta cultura do serviço público? Suspeito que não…
Tendencioso. A base da piramide do funcionalismo publico federal tem rendimentos pouco acima do equivalente no setor privado. Não há FGTS, VT, VR é infinitamente menor que no privado, descontro de 11 % previdencia sobre o rendimento bruto, sem contrapartida do empregador, não tem dissídio e todos aqueles “direitos” do regime CLT. Mas vejam, o autor do artigo tem um forte laço com a “coisa” publica, teve toda a sua formação custeado pelo estado, incluindo um mestrado. É liberal ? Que tal um artigo sobre do peso do estado na tua formação e, conte um pouco sobre sua experiencia como professor universitário. Liberais demagogos=esquerdopatas, apenas em lados opostos.
Discordo totalmente! Justamente por haver concurso público muitas esferas do governo se profissionalizaram, vejamos os exemplos dos auditores da Receita Federal, o nível dos policiais federais ou mesmo o preparo dos membros do Ministério Público. Sinecuras existem? Sim. Há muitas coisas a serem corrigidas, muitas estatais foram criadas para servir a interesses políticos, para gerar cargos em comissão, mas generalizar! É no mínimo desonesto. Quanto a remuneração, há falsas interpretações, não é o funcionalismo público que ganha muito e sim o setor privado que esmaga o salário diante de tanta oferta de mão-de-obra no mercado. Outro detalhe, quanto aos talentos brasileiros, infelizmente muitos cientistas quando saem da faculdade, deparam-se para a dura realidade de um país que não investe em pesquisa, em desenvolvimento de novas tecnologias, governos esses que somente se preocuparam nas últimas décadas com jogos de poder e com a doutrinação partidária dentro das universidades.
Temos que considerar que no Brasil as grandes empresas privadas não investem em pesquisa e desenvolvimento de pessoal e tecnologia, dos futuros empregados esperam profissionais graduados, mestrados e doutorados sem ter experiencia profissional anterior e tudo patrocinado pelo próprio, a tal conversa fiada de investimento pessoal, pagando um salário ridículo. Essas grandes empresas não gostam de tecnologia, preferem ser importadores com lucros abusivos, investir em produção de comida e minério, alto retorno com pouco problemas. Outra avaliação que faço, é esse pessoal que se diz liberal, demonstra incompetência em se tratando de gestão do patrimônio público, são de muitas conversas, mas como não tem competência para administrar autarquias e empresas estatais, apenas aparecem com o discurso de privatizar tudo. Então é necessário perguntar: Se não tem competência para gerir o patrimônio do estado, porque trabalha para governos? Deveriam esses economistas ou admiradores do liberalismo não trabalhar para o governo, provar que são competentes, produzir empresas, riquezas e empregos no mercado privado. Alguns desses liberais até conseguem enriquecer como donos de bancos ou de entidades financeiras na boquinha de governos e não ficam acanhados com o partido que está governado o Brasil. Percebem, que atividades financeiras direcionadas ao lucro do dono do banco não produz renda, emprego e riqueza para o trabalhador?
Não tem jeito….Funcionário público não consegue imaginar o país sem sua presença e não entende que há quem os considere abomináveis e sua eliminação, ou de sua classe, a única solução possível para ajustar parte da economia.
Libertários que compram títulos públicos estão ajudando a perpetuar esse sistema que continuamente destrói a riqueza e o futuro de milhões de pessoas. Coloque tudo em criptomoedas ou mande o dinheiro pra fora do país.
Vai aí meu relato, a quem interessar possa.
Tenho 50 anos. Trabalhei no Banco do Brasil até os 25. Saí e fui trabalhar por conta, perseguindo meu sonho. Mesmo nos anos 90 já tinha percebido duas coisas:
Ter funcionário era a única forma de enriquecer, mas o risco era alto.
A previdência estava quebrada.
Para o primeiro caso, resolvi ser cauteloso e nunca tive funcionário. Para o segundo, previdência privada.
Nos meus tempos de BB, sem conhecer nada da escola austríaca, achava algo imoral e errado pertencer a uma casta. Naquela pequena cidade do interior, éramos invejados, respeitados e provavelmente odiados. Os funcionários 100% públicos ganhavam mal, com exceção de fiscais, juízes e promotores. E donos de cartório. Que compunham a classe média, junto com alguns comerciantes e sitiantes mais bem sucedidos. Os ricos eram os fazendeiros.
Meu pai foi funcionário pública, por indicação, quando não havia concurso. Ganhava mal, mesmo sendo fiscal. Éramos pobres, comparado com a classe média citada acima. Não passávamos fome, mas no fim do regime militar lembro de usar camisetas que encolhiam junto com o salário do meu pai, conforme eu crescia rápido acompanhando a inflação.
Aí veio o Collor, o ódio contra os barnabés, a autarquia que meu pai trabalhava foi extinta, mas curiosamente sua situação salarial melhorou, pois foi absorvido por outro órgão, a receita federal.
Depois veio o PT e os salários dos funcionários públicos subiram acima da inflação e mercado.
Agora pensem: o odiado Getúlio já foi herói, e trouxe equilíbrio a uma situação injusta. O mesmo com os sindicatos. E revolução francesa. E Tiradentes. A revolta do chá. Aliás, precisamos de um #tiradentes-2.0. Por que ninguém divulga isso, é o caminho mais simples. Medo?
Mas as coisas são cíclicas e hoje o funcionalismo é o vilão de novo. Aqui algumas opiniões:
O funcionário não se preocupa de onde vem o seu dinheiro e se é imoral.
O comerciante não vai arcar as responsabilidades de vender um produto com defeito, vai empurrar para o fabricante.
Os exemplos podem não ser ótimos, mas não os critiquem, o que importa é a idéia. Quero basicamente dizer que a menos que você seja um santo, que ainda assim estará simplesmente fazendo um investimento na sua imortalidade, ninguém faz nada que não seja do seu interesse. O estado é ladrão, sim, nos rouba, sim, o funcionário público é incompetente a grosso modo, sim, tem má vontade, sim, se acha acima dos outros e de fato está, sim, são parasitas, sim, e são odiados e invejados, sim. O resto é hipocrisia.
A inveja e maledicência é o alívio dos impotentes.
O governo que está aí agora também vai cometer uma série de erros e imoralidades. O que esperamos é que seja menos e que não atrapalhe tanto o povo. Espera mais que isso é ilusão.
Portanto, não faz sentido em demonizar o funcionário, que como já foi dito, em geral ganha mal. O problema é o andar de cima, como já foi mencionado pelo funcionário do RS que mostrou que o que afeta a folha são os altos salários, acompanhando a pesquisa divulgada no próprio artigo.
Muito sábia também foi a frase: critique o jogo, não o jogador.
Provavelmente entraremos em nova fase de correção e o funcionalismo em geral será prejudicado e a diferença entre os salários da iniciativa privada e funcionalismo diminuirá.
Mas se o governo fracassar e a esquerda voltar ao poder, essa melhoria se perderá rapidamente.
Não é realista esperar que o funcionário público faça auto-critica, largue o emprego, etc. A sociedade está pressionando por mudanças e elas virão. Quem é funcionário que faça seu pé de meia, pois anos de vacas magras virão.
E o mercado se auto-regulará.
Mas temos uma tradição ruim. Esse é o problema mais profundo. Historicamente, a "barnabisse" tem ganhado a longo prazo. O lobby é forte.
Estou com vários serviços de manutenção parados na minha casa que exigem pedreiro, pintor, assentador de piso, instalação de ar condicionado, etc. Já recebi inúmeros profissionais e tenho uma triste e negativa experiência relacionado a estes prestadores de serviço.
Já tentei pagar bem, mal, mais ou menos, aceitar os orçamentos de cara, pechinchar, e o resultado geral é ruim: roubo de materiais, descumprimento de prazos, qualidade ruim do serviço, etc.
E isso é sintomático. E explica o brasil, com b minúsculo mesmo.
Inexplicável é o setor público brasileiro que atrai os melhores talentos do país com seus altos salários, estabilidade, carreira sem riscos, etc. Ser tão ineficiente, perdulário, omisso, sem ética e não entregar a devida contrapartida em serviços básicos de educação, saúde e segurança (só pra dar um exemplo) á população.
O texto trás verdades, mas não adianta, o racional sempre prevalece. Enquanto a conjuntura não for favorável, o funcionalismo sempre será a melhor opção pra quem quer crescer na vida. Muito melhor ganhar altos salários e ter o gozo da estabilidade. Me formei há 3 anos em R. Internacionais, domino 4 idiomas, pacote office e ferramentas de gestão. Nunca consegui emprego na iniciativa privada mesmo distribuindo mais de 300 CVs. Consegui emprego depois como terceirizado em um cartório, ganhava muito bem, mesmo estando em um cargo bem inferior ao da formação, ganhava muito mais do que colegas que estavam em empresas., minah jornada de trabalho era muito tranquila. Depois que acabou o contrato, fiquei desempregado. Novamente distribui CVs e nada. Ao terminar o mestrado, fui contratado pelas FFAA como consultor, ganhando novamente, o triplo do que ganharia na iniciativa privada…
Moral da história = comprei uma série de cursos preparatórios e apostilas para concurso…
A inciativa privada é a espinha dorsal da economia sim, mas enquanto não for capaz de remunerar bem, sempre será preterida, os melhores profissional sempre escolherão o que for masi vantajoso, e isso, não está nas empresas.
Muito simples, é estudar bastante para passar em um concurso público.
Bando de cabra besta, invejosos, preguiçosos.
Senos caras ganham bem se esforçaram para chegar aonde estão.
Falar é fácil, até papagaio fala.
Quem fala mal vai la estudar para tanbem ganhar bem.
Eu sou serventuário da JUSTIÇA FEDERAL desde 1996. No mês passado fui atualizar o TOKEN que uso para acessar o PJE. Uma empresa terceirizada faz esse procedimento. O NOTEBOOK do atendente travou umas duas vezes. Segundo ele já tinha uns 5, 6 anos de uso. Serviço atrasou uns 20, 30 min.. Tudo bem, pacientemente conclui meu atendimento. Sou tranquilo. Não reclamo dessas coisas. Interessante é que no meu setor acabou de chegar uma CPU zerada, na caixa, valor aproximado de 3mil e vai ficar parada no armário, pois as que estão no em uso estão em perfeito estado, não há necessidade de troca. Quando menos esperamos os caras chegam com caixas trocando tudo. Fico imaginando, poderia a EMPRESA TERCEIRIZADA ter uma carga tributária menor e que pudesse investir no seu crescimento, no seu funcionamento pleno. Parece que toda a riqueza vai para o funcionalismo público. Simples e sinceras palavras de um serventuário da justiça federal consciente, torcendo para que o Governo Federal faça um reforma adminstrativa de verdade!
Na opinião do vocês, qual a porcentual da chance de uma pessoa comum no Brasil auferir uma renda decente em relação a atividade que exerce? Renda esta para um casal jovem poder pagar por uma moradia decente, ter um carro razoável, boa alimentação, vestimentas e saúde, frequentar restaurantes medianos, aproveitar a maioria dos feriados e dar-se ao luxo de viagens internacionais 3 ou 4 vezes por década.
Aqui na grande SP tenho a impressão que 50% das pessoas com renda para tudo isso sejam funcionários públicos, como é na sua região?
Ainda que fosse muito competente,
não acho que seja salutar permitir que o gasto com o funcionalismo público
cresça cada vez mais.
Um governo deve ter o controle de suas despesas,
e assim, deve também controlar o crescimento de seu funcionalismo.
Discuto isso no meu blog velhaeconomia.blogspot.com
Eu acho que os gastos com funcionários públicos no Brasil (municipal, estadual, federal, militares, benefícios e aposentadorias chega a quase 10% do PIB, talvez 13% seja exagerado. Mas isso não muda o fato do Brasil ter um gasto como percentagem do PIB extremamente oneroso, muito acima da média mundial. A média salarial do setor público brasileiro chega a quase 2,5x o que se paga no setor privado. Isso já demonstra que algo está bastante errado, mesmo considerando que, na média, a qualificação dos funcionários públicos é melhor do que dos assalariados do setor privado. No setor privado há uma massa expressiva de assalariados que trabalham no setor de serviços que não exige muita qualificação, o que distorce a média. Os salários do setor público começaram a crescer proporcionalmente mais do que no setor privado porque os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário começaram há muitos anos atrás a trabalhar em causa própria e a sociedade ficou inerte, passiva. Essa distorção se acentuou a partir de 2003, na gestão petista. Um aumento desproporcional de salários no setor público federal tem efeito cascata. Depois de algum tempo, funcionários públicos estaduais e municipais começam exigir que seus salários e benefícios sejam equiparados ao do setor federal. No Brasil, o setor público há muito tempo deixou de servir a sociedade. Esta última virou refém do setor público.
Quando ingressei no serviço público, eu desejava e sonhava que os bons valores que a advocacia tentaram corromper fossem fator prevalecente na instituição. Infelizmente, por mais que há quase 16 anos paute minha conduta nos princípios insculpidos no art. 37 da Constituição, o que mais presencio, e que diariamente me faz infartar, morrer e, ao chegar em casa, ressuscitar, é o avesso da desejada realidade eficiente e proba. Apadrinhamento, corporativismo, tentativas infrutíferas de malversação, etc. A realidade de quem ingressou no serviço público para fazer a diferença, para aprimorar os processos e satisfazer as necessidades do contribuinte, não é um mar de rosas. A pirâmide de poder, o mau uso de cargos em comissão, a ausência de transparência de processos internos, a absoluta falta de meritocracia, o assédio organizacional e outros incontáveis fatores cobram sua conta da população.
Bem… eu persisto na minha saga de ser justo e eficiente no exercício das minhas competências. O busílis está no fato de, como afirma o dito popular, uma andorinha não fazer verão.
Eu sou um indivíduo neoclássico maximizador de utilidade e digo que o funcionalismo público é o melhor tipo de carreira!
a)É estável
b)Ganha bem
Estabilidade + renda boa = Flexibilidade
Flexibilidade + Ambição= Estudo
Estudo + Poupança = Capital
Ou
Estabilidade + renda = vida boa
Obviamente acho o funcionalismo público patético, mas essa ingenuidade em considerar o setor privado como ‘avanço’ me espanta tanto quanto – ainda mais vindo de pessoas inteligentes.
Ao que parece já passamos daquela linha em que tecnologia e a suposta ‘evolução’ nos acrescenta coisas boas. Ar condicionado, telefone celular (aquele que simplesmente faz ligações) e internet (até certo ponto) foram realmente evoluções construtivas, além é claro da aviação (que ironicamente contou com muito subsídio do governo americano).
Quando você considera o que nos tornamos, seja com as ridículas redes sociais ou com a fome doentia pelo dinheiro (a exemplo das internets 4g e 5g, que comprovadamente possuem uma frequência tão alta ao ponto de interagir diretamente com as células, causando assim câncer) em que desconsidera-se a saúde do resto, contanto que o lucro aumente.
Não existe mais bom senso, um lado é doente pela preguiça e pela necessidade de dependência do estado, e o outro é doente porque comicamente desconsidera o fator humano que por natureza está cagando para o resto da humanidade, contanto que ele esteja melhor, com mais dinheiro ou mais poder.
No final das contas Thoreau estava certo, melhor é virar um ‘bicho do mato’ e esquecer essa merda toda.
Só vai parar esse esbulho quando o Brasil quebrar á moda venezuelana ou zimbabweana, depois não vai adiantar reclamar, que a escola austríaca não preveniu.
Os auditores fiscais catarinenses (salário inicial: R$22 mil) continuam em estado de greve.
Motivo: o fim dos R$ 4.800 de verba indenizatória sobre o uso do carro.
Essa verba é mais do que ganham 85% dos catarinenses. E os parasitas acham pouco.
Pessoal, alguém pode enviar o link da matéria aqui do Mises que fala de um professor americano cujo estudo diz que os gastos do governo crescem junto com a receita?
Salário na iniciativa privada é uma verdadeira merreca, não tem estabilidade, promoção é algo muito raro, além de termos que aquentar chefia mal humorada e também aquele plano de metas inatingíveis. Diante de tudo isso quem não quer ser funcionário público bem pago. Os cursinhos preparatórios agradecem.
Servidor federal do executivo ganha em média 7k, do legislativo 15k e do judiciário
A tradição brazuca exige que nossos jovens que tardam a adolescência sejam concurseiros e não empreendedores
odia.ig.com.br/economia/2020/02/5867771-guedes-diz-que–com-dolar-baixo–ate-empregada-domestica-estava-indo-para-disney—uma-festa-danada–perai.html?utm_source=pushnotification&utm_medium=splash&utm_campaign=odia
Eu mesmo sou concurseiro, não quero mais saber de setor privado, tenho curso técnico profissionalizante, e todas as vagas que aplico me exigem Nível Superior para fazer função de TÉCNICO, ou seja tem que estar no mínimo cursando uma faculdade (quando são menos exigentes) ou estar com o diploma em mãos, sem contar que tem alguns RH’s malucos que ainda querem pós-graduaçao, e pagam pouco 2, 3 mil por 44hrs, Sai fora!! Prefiro gastar algum dinheiro com Livros e Cursos e virar um servidor técnico e ganhar dignamente 4 Mil por 40hrs, e ser valorizado e respeitado.
Este site, muito embora esteja subordinado ao caráter de liberdade da rede, é um site majoritariamente para simpatizantes, para pessoas que enxergam além do obvio e do imediato. Serve portanto, principalmente, como um fórum que eleva o nível de percepção de todos que estão inclinados à causa do liberalismo econômico. Aqui, não raro nos deparamos com questões que demandam uma grande capacidade de abstração e desprendimento. Evidentemente que por se tratar de um espaço aberto, percebemos a presença de pessoas – seja por conceito ou interesse – que não comungam dos ideais de liberdade propostos neste canal. Está valendo, seja enquanto um trabalho de convencimento ou de confrontamento. Ninguém vive isolado. Mas os contrapontos aqui expostos, apenas evidenciam a falência dos conceitos que regem o nosso país até este momento. A defesa verdadeira de certas teses vigentes, mostra-se, literalmente impossível.
O que o artigo, brilhantemente coloca, é um contexto de ideal. Ele reafirma o que a maioria de nós sabe ainda que inconscientemente: O que é bom para a sociedade é bom para o indivíduo, mas o que é bom para o indivíduo nem sempre é bom para a sociedade. Um simples trocadilho que tem muito aí implícito. Nesta perspectiva o artigo não alude que as pessoas deixem de trabalhar para o governo quando se sentem bem nesta função, mas deixa claro, a dinâmica aí envolvida e a condição quase crônica atual que evoluirá para a insustentabilidade deste processo deste processo em algum momento do futuro. Não se trata de pedir demissão. Mas de saber o seu papel no mundo. Se isto em algum momento contribuir para que as pessoas vejam a nossa sociedade de uma forma mais realista, ja está valendo.
Analisem como uma mãe que manda um adolescente viciado em hambúrguer, refrigerante e batatas fritas. Entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas lá na frente, quando a vaidade falar mais alto ou as condições de saudê exigirem, ele vai comer verdura, e ele vai comer, porque em algum momento lá atras alguém o convenceu – muito embora pelo gozo do momento ele não tenha acatado. Isto é uma condição neuro-comportamental ja bem determinada, portanto, parabéns ao nobre autor.
É, galera. Acabou.
O guedes pirou de vez e agora declara abertamente que dólar caro é bom. Ou seja, segundo o camarada quanto mais desvalorizada a moeda, quanto menor o poder de compra dos brasileiros, melhor para a economia. Justamente por isso a Venezuela é uma potência e os suiços passam fome.
A esquerda vai deitar e rolar. “Viram só como o liberalismo não funciona?”
E em 2022 ela vai voltar para enterrar tudo de uma vez.
O IMB não vai comentar a besteira que o Paulo Guedes falou das empregadas irem pra Disney e o dólar caro ?
Ao atacar todo o funcionalismo público, além de irresponsável e imoral [ dado a necessidade de serviços públicos essenciais], torna o liberalismo e o capitalismo suscetíveis a ataques espetaculares…
Como exemplo de capitalistas brasileiros, temos Joesley Batista [não preciso nem comentar né].
Ah, mas ele enriqueceu graças ao capitalismo de ESTADO, sufocando a livre concorrência, quando não comprando o BNDES e CADE. Correto, mas:
No final do século 19, a Standard Oil de Rockefeller controla até 90% das refinarias, através da formação de monopólios e compra seguida de fechamento das concorrentes. Sem ajuda do governo, porém, destruindo o liberalismo clássico, devido a ausência de órgãos reguladores. Assim, Rockefeller até elegeu presidentes com seu financiamento [William McKinley], porém, sua maré de sorte teve um revés com a ascensão de Theodore Roosevelt, que passou a aplicar o Sherman Act de 1890 e esfacelou o conglomerado de Rockefeller.
Então a saída é aceitar passivamente o intervencionismo estatal e a estatização do sistema financeiro? jamais
Proponho o Ordoliberalismo, adotado na Alemanha Ocidental e até hoje de certa forma, com combate aos monopólios e controle dos gastos governamentais e até da política monetária [ protomonetarismo] , porém, sem esquecer do lado social e dos serviços públicos essenciais.
Enfim, espero que entendam que ataques a ermo contra o funcionalismo público não irão prosperar. Estado mínimo não é anarcocapitalismo[ Ordoliberalismo foi elogiado por Hayek e Roberto Campos].
PS: Não sou funcionário público, mas conheço pesquisadores com mais de 20 patentes que saem do país devido a ausência de empresários em investir em pesquisa e desenvolvimento, preferem ganhar exportando commodities. Triste.
Estou muito emocionado com a quantidade de gente que veio inundar de lágrimas esta seção de comentários jurando de pés juntinhos que "não sou funcionário público, mas estou aqui para defendê-los porque são dão sangue pelo povo".
Essa gente é tão patética e covarde que nem sequer tem coragem de se assumir, preferindo assumir outra identidade.
Quem viu a nova pérola do Guedes?
Então história para você é a sua opinião pessoal. Faça me o favor. Quanto ao Rockefeller, o [Pseudo]Historiador [Des]Honesto defende alguém que pagou propinas, foi um Robber Baron e cuja família foi responsável pelo Massacre de Ludlow. Até o bisneto dele [Jay Rockefeller ] se filiou ao Partido Democrata…
Tem alguma coisa errada com estado.
Quem vai numa repartição publica ve pouca pessoas trabalhando, onde está o resto?
basta ver quem é “mais parasita”
quem entrou pela porta da frente no serviço público é submetido ao “teto” remuneratório.
mas quem é nomeado…
noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/02/14/servidores-ministerio-economia-paulo-guedes-jetons-supersalarios-2019.htm
Texto muito bom, mas o Autor esquece que ele mesmo foi buscar no estado a sua estabilidade, conforme currículo. Ele seria melhor aproveitado no setor privado. E como disse um amigo que no final de carreira de funcionário público você olha pra trás e vê a frustração de nunca ter produzido nada. E acrescentaria e infernizado quem queria produzir.
A melhor forma de acabar com isso é acelerando o processo de destruição. Parem de lutar contra aumentos de salários, concursos , mordomias e afins.
A destruição é a melhor opção para a ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA.
As pessoas só vão aprender pela dor. ( principalmente o povão )
Quem usa a cabeça deve :
1- Usar moedas digitais.
2- Não usar nota fiscal, CLT ou qualquer outra forma de controle estatal.
3- Possuir no mínimo 5 rendas diferentes.
4- Estar disposto a mudança a qualquer momento. ( seja flexível )
5- Não possuir nada em seu nome. Somente coisas sem valor ou muito baratas.
6- Se preparar para o futuro. ( um dia você vai envelhecer e/ou morrer ) Seguro e Previdência.
7- Desenvolvimento Pessoal.
8- Não casar e nem ter filhos. ( as leis estão sempre do lado das mulheres e estado ).
9- Ter uma vida simples , mas repleta de realizações pessoais. ( minimalismo ou quase isso )
10- Ousar. Não existe glória sem riscos.
Bom dia a todos. Gostaria de expor os pensamentos abaixo, no campo teórico, claro, para reflexão e recebimento de críticas e contra-argumentações.
Em vez do monólogo polarizado inútil, do taoquei e do companheiros, criado na fake news, a ÚNICA SOLUÇÃO é: 1Auditoria Cidadã da Dívida, sem sigilo, com participação da sociedade;
2Fim da reeleição no mesmo cargo ou noutro diferente;
3Fim do cargo/função d livre nomeação;
4Fim d sigilos fiscal/financeiro, com publicação de patrimônio e sua evolução mensal, referentes a servidor público e parente até 3o grau, inclusive agentes políticos como membros do STF;
5Publicação d Demonstrações Financeiras d Empresas, inclusive LTDA, participantes d obras/serviços públicos. (ponto de vista hipotético).
Em vez de ficar 30 anos mamando na política, colocando parentes, amigos e fantasmas pra mamar também, por conta desse comportamento parasita de uns, um eleito deveria ter mandato de apenas 4 anos em toda sua vida, depois voltar à sua profissão antes de ser político, ou seja, voltaria a ser: advogado, professor, médico, lixeiro, engenheiro, vendedor, desempregado, metalúrgico, estocador de vento, soldado, fritador de hambúrguer… (ponto de vista hipotético).
Povo não pode paralisar diante dos parasitas q expõem a população à corrupção, subemprego e violência p/ sustentar reinados disfarçados d democracia. Se achou interessante a ideia (ponto de vista hipotético: 5 medidas básicas p/ levar às mudanças necessárias), então copie e ajude a divulgar. Quando houver milhões do texto acima, os q não defenderem essas medidas, simplesmente não terão voto do povo, já conscientizado pela ideia sedimentada na sua cultura. Persistência, racionalidade e competência podem tornar alguns sonhos em realidade.
1 A proposta é clara: Auditorias independentes. 41% do pagamento federal anual vai p dívida pública paga ao sistema financeiro, em vez disso PG diz que 95% da receita é pra servidor? Auditoria não foi realizada até hoje como manda o Art26/ADCT/CF? Há indícios de irregularidades: dívidas prescritas; cláusulas ilegais e recompra antecipada d títulos com ágio d até 70%? Há remuneração da sobra de caixa? Operações Compromissadas? Pode sigilo sobre origem/destino de gasto público?
2_ …30, 40anos de experiência e aperfeiçoamento na forma de mantê-los no poder? Melhor uma disputa mais justa e equilibrada — sem reeleição para não gerar ganância pelo poder: venceriam os mais preparados? Sabendo que votariam às suas profissões antes da política, tenderiam a pensar no coletivo e no país, e não fazer fortuna em apenas 4 anos – muito risco em pouco tempo para montar uma rede sistêmica como o mecanismo de desvios montado há décadas?
3_ Livre nomeação pode levar a uma rachadinha e aparelhamento estatal? Em vez de indicação política, função deve ser para servidor, obtida por critérios objetivos, meritocracia e mandato/prazo determinado? Governo é pra tomar decisão política em prol da sociedade, não para acumular poder pelo poder eterno? O melhor plano sempre foi o da parte técnica. Caberia ao governo apontar o caminho desejado e ratificar ou propor melhoria em consenso com os setores técnicos da administração.
4 Há necessidade de fiscalização mais abrangente até onde o dinheiro público pode chegar. Cidadão comum? Já somos cada vez mais fiscalizados, começando pela DIRPF. 5 Como fiscalizar, se 94% das empresas são LTDAs e 2% Simples, e não são obrigadas a publicar Demonstrações Financeiras? As obrigadas: SA de capital aberto, cerca de apenas 4%. Pergunto: quais são as mais contratadas pela administração pública?
Democracia em vertigem? 1 no 1º mês, tentativa d Decreto p/aumentar o poder de sigilo sobre informações? 2 …instigação contra o STF? 3 …Aí5 para manifestações, seria pra evitar greve também? 4 repetir mil vezes uma mentira, vira verdade: fake News robotizada? 5 reforma p/ dar aumento de até 75% para uma força, provocando gasto de 87bi numa reforma que 80% do rombo é pago por quem ganha até 2 salários? 6 país em crise, mas criação de próprio partido e aumento de bilhões para fundo eleitoral? 7 aterrorizante: encenação para lançamento com cara de nova ideologia supostamente inspirada em velha ideologia combatida no mundo inteiro? 2 …mais instigação contra o Congresso, o servidor público, esquecendo que o executivo também vem de até 30 ou 40 anos mamando na política?
Já está sendo estrategicamente dominado pela força? Já estão sendo nomeados em várias estatais e administração direta? São milhões? Quantos já foram nomeados? Está sendo transformado em um mero fantoche levantando polêmicas p/ fazer cortina de fumaça? Vai assumindo em várias áreas civis… será que a grande maioria da sociedade está percebendo esse movimento sombrio?
Século 21, 2020, acreditar em quem? Militares, Governos, Mídias, SistemaFinanceiro, Historiadores, Mitos inúteis? de 1964ou2020? Houve eleições democráticas; anistia; e sigilos sobre contratos? Dívida, entre 64 e 85, aumentou 35vezes? Entre 95 e 2014, 47vezes? trocas d farpas? licenças, viagens? Cortinas d Fumaça p/ desviar foco? Dividir o povo? fugir d debates? Reforma previd dá aumento de até 75% a forças, gerando gasto de 87bi? Independente de década perdida só pagando dívida, que cláusulas protegidas por sigilos podem ter levado ao crescimento exponencial dessa dívida nos 2 períodos, últimos 56 anos?
Se empenham, dia após dia em desconstruir o Estado Democrático de Direito, atacando as Instituições, corroendo os direitos fundamentais e fazendo chacota dos setores públicos e privados que defendem o respeito à Constituição? O aparelhamento do Estado por militares é uma demonstração inequívoca de seus planos totalitários e antidemocráticos? O Brasil está sob o risco de se tornar um pária na sociedade internacional?
Democracia em vertigem? 1 no 1º mês, tentativa d Decreto p/aumentar o poder de sigilo sobre informações? 2 …instigação contra o STF? 3 …Aí5 para manifestações, seria pra evitar greve também? 4 repetir mil vezes uma mentira, vira verdade: fake News robotizada? 5 reforma p/ dar aumento de até 75% para uma força, provocando gasto de 87bi numa reforma que 80% do rombo é pago por quem ganha até 2 salários? 6 país em crise, mas criação de próprio partido e aumento de bilhões para fundo eleitoral? 7 aterrorizante: encenação para lançamento com cara de nova ideologia supostamente inspirada em velha ideologia combatida no mundo inteiro? 8 …mais instigação contra o Congresso, esquecendo que o executivo também vem de até 30 ou 40 anos mamando na política? 10 Desrespeito à imprensa, à mulher…? …11 política que parece incentivar aumento significativo de ataques ao meio ambiente? 12 …fortes indícios de campanha política com disparo em massa de mensagens digitais…? 13 ataque claro ao servidor público, tanto que pediu desculpas (como sempre, morde e assopra, mas a mensagem de maldade e fake News foi passada? 14 política claramente com vies ideológico?
Como encher páginas de números procurando justificar a culpa para uma economia de crescimento fracassado, mesmo com todo potencial que ainda detém? Porém, gestão após gestão insiste em degradar tal potencial e, como sem explicação científica transparente, acha o culpado: servidor público e trabalhador que ganha até 2 salários? Como acreditar em uma justificativa dessas, sem sequer tocar no assunto de uma auditoria da dívida púbica, que custa 41% do pagamento federal anual, sem sigilo, com participação da sociedade? Discutir só metade da pizza de gastos…? …parei aqui!
Excelente matéria, e tem ainda quem diga que quem gera riqueza é o setor público kkkk o setor público é apenas um parasita sujador de impostos
Detalhe nesse trecho…
O gasto do país com funcionários públicos (agora de todas as esferas de governo) é de 13,1% do PIB. Trata-se também do maior percentual entre todos os países analisados. Muito acima de países como Portugal, França, Austrália e EUA. Nestes, o gasto do governo com funcionalismo público é de aproximadamente 9% do PIB.
Já o Chile gastou somente 6,4% do PIB em salários do funcionalismo público em 2015.
Ou seja, em relação à renda, o Brasil gasta 45% a mais que os países mais ricos com seus funcionários públicos. Em relação ao Chile, gastamos incríveis 104% a mais.
E então, hoje cedo, chega a especialista em economia no jornal da manhã e critica o fato de o Brasil, na figura de seu governo, não estar estimulando a economia, via subsídios ou simplesmente maior gasto (contratações, licitações e afins) público, já que esse, segundo ela, é o caminho que está sendo adotado por muitos países (inclusive europeus) pelo mundo nesse momento.
Mas em momento algum – nem hoje ou antes, no telejornal – considerou o por quê de as finanças do país estarem quebradas e a capacidade de investimento e formação de capital do país ser tão baixa, a níveis similares aos de 2010 (exato, essa década foi perdida, economicamente, de novo).
O mind-set predominante no Brasil é um caso de dissonância cognitiva a ser estudado, é caso psiquiátrico, sério.
“A grande questão é que o sonho do concurso público tem gerado um enorme e duplo prejuízo ao PAÍS: além do custo exorbitante ”
Ué, virou coletivismo agora? Dane-se o PAÍS!
Servidor público também paga impostos, do Governo e das compras.
Senhores, sou Servidor Público. Sei que haverá quem me critique pela minha posição, mas a verdade é que no Brasil, desde o Ensino Fundamental, somos moldados, induzidos, incentivados a estudar para passar em concurso público. Somos incentivados a DEPENDER DO GOVERNO, seja ele federal, estadual ou municipal. Estímulo ao EMPREENDEDORISMO, zero! Além do mais, a BURROCRACIA para se empreender aqui no Brasil é desestimulante. Por isso países como os Estados Unidos detêm o maior número de BILIONÁRIOS e MILIONÁRIOS no mundo, porque a cultura é diferente. A matéria diz que o o governo é o “maior causador das desigualdades sociais no Brasil” justamente por isso. Não tem vaga pra todos, salários acima da média do setor privado e da maioria dos brasileiros – um tapa na cara do pobre assalariado! – e não produz RIQUEZA para o país. Por esta razão eu converso muito com minhas filhas sobre o assunto e as tenho estimulado ao EMPREENDEDORISMO. Elas nunca serão bilionárias ou milionárias sendo funcionárias públicas, a menos que se envolvam em falcatruas. É muito melhor ser patrão que empregado. Infelizmente fui vítima dessa cultura nefasta, mas estou começando meu empreendimento e pretendo ajudar outras pessoas a sair desse julgo.
O que realmente destrói o Brasil é a política e suas acomodações, como por exemplo, aposentadoria vitalícia para ex-presidentes, o salário de deputados, senadores e seus exacerbados benefícios, trazendo absolutamente nada ao país!!!! Lamentável colocar a culpa sobre os servidores públicos que prestam seus serviços, como exemplo os servidores da saúde e educação, que nesse momento de pandemia estão trabalhando arduamente para o melhor da sociedade.
Há poucos dias o STF auto reajustou o próprio salário. Há alguém com coragem no Brasil para impedir esses marajás ?(Collor em 89 dizia que ia combatê-los e puxaram o tapete).