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sexta-feira, 16 set 2022
Podcast 476 - Transportar (e planejar) é preciso! (Adriano Paranaíba e Eliezé Bulhões)


Burocratas do governo se comprometem a pensar a mobilidade pela população, propondo soluções que, muitas vezes, vão na contramão do que os indivíduos realmente gostariam. 

Por exemplo, a forma de locomoção mais natural e utilizada de todas é seguidamente preterida, e os pedestres se veem em apuros sempre que precisam sair de casa. 

Afinal, planejar é importante ou é o problema?

No episódio do podcast Mises Brasil desta semana, Rodrigo Marinho recebe os autores dos livros "Transportar é Preciso, uma proposta liberal" e "Transporte e Liberalismo", Eliezé Bulhões e Adriano Paranaiba.



  • Norberto Correia  21/09/2022 19:43
    Prezados(as)
    Muito interessante o tema aqui desenvolvido. Vem de encontro ao que "discutimos" por aqui nas mesas da área Gourmet do Shopping onde reunem-se velhos/idosos, de várias formações. Não há discussão, todos concordam que o planejamento e ações governamentais são feitas de cima para baixo. Principalmente a participação de Arquitetos que se colocam como "modelos" de cérebros que definem o que é e será ideal para as pessoas.
    Aqui em São Paulo ,cidade, participamos de uma ação popular que impediu a implantação de um "Corredor de ônibus" numa via da zona sul. O Arquiteto que participava pela PMSP definia o que os cidadãos fariam hora a hora do dia.
    A um momento uma Senhora levantou-se indignada e perguntou onde ele colheu essas informações. Resposta foi que estudos , na Europa, mostravam essa tendência. Após a gargalhada de todos mostramos que estamos bem longe da Europa e não queremos viver como eles.
    Desta vez vencemos mas, implantaram uma ciclovia cuja frequencia é próxima de zero e estreitou a avenida.
    As pessoas, que caminha e ou possuem automóveis, disputam espaço com ônibus, motos e biciletas. No entanto são a fonte do IPTU.
    A onda "franja reta" se infiltrou em vários setores ditando modelos e como devem viver em nome de um tal novo mundo. Só não consideram de onde virá a renda/receita para pagar essas mudanças.
    Abraços a todos
    Norberto


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