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sexta-feira, 1 nov 2013
96º Podcast Mises Brasil - Bene Barbosa

logo_baixa.jpgENTREVISTA 96 – BENE BARBOSA

 

A liberdade e o direito de comprar e portar armas de fogo é um dos assuntos mais controvertidos no Brasil, onde o governo já tentou, mediante referendo realizado em 2005, proibir o comércio de armas de fogo e munição. A derrota foi acachapante: 63,94% dos que votaram disseram não à proibição. Apesar da mensagem clara dada na consulta popular, o tema volta e meia volta à pauta de discussão pública quando ocorre alguma tragédia, como a ocorrida numa escola municipal carioca em 2011, e há tentativas políticas de aumento da restrição ou da completa proibição da venda.

 

As justificativas para tirar a liberdade do cidadão de adquirir uma arma de fogo vão desde tragédias como a de Realengo ao aumento do número de mortes no país provocadas por tiros, mesmo que não haja provas que demonstrem uma relação de causa e efeito. Para falar sobre o assunto e derrubar alguns mitos ideológicos sobre o tema, o Podcast do Instituto Mises Brasil entrevistou o  especialista na área de segurança e presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, que não tem dúvidas ao afirmar que nos últimos 20 anos se estabeleceu uma meta (política) de demonizar a arma de fogo com o claro de intuito de retirar esse direito do cidadão.

 

“O que o governo está propondo com o desarmamento é uma restrição ao cidadão, a retirada da liberdade do cidadão de ter uma arma de fogo. E isso tem uma simbologia muito forte porque quando o governo diz ‘olha, fulano, você tem que entregar a sua arma, você tem que se desarmar’, o que ele está dizendo é o seguinte: ‘você tem que se render’. Com esse gesto, você tem que mostrar que confia a sua vida, a vida da sua família, a sua propriedade, nas mãos do estado, e isso é perigoso, uma vez que a gente sabe muito bem que o estado não é onipresente, e não pode e não deve ser onipresente. Sendo assim, o cidadão deve continuar tendo essa opção de segurança, de defesa”, sugeriu.

 

Professor e consultor de empresas, Bene contou nesta entrevista por qual razão o Movimento Viva Brasil decidiu assumir a bandeira de defesa do direito do cidadão de comprar e portar armas de fogo, por que esse direito é importante para a sociedade brasileira e por que governos com a mesma orientação ideológica tentam restringir ou proibir a venda de armas de fogo no país. Ele também abordou o mito referente à relação entre quantidade de armas legais e o aumento do número de mortes como usualmente se faz de forma equivocada, considerando os dados disponíveis. “O Brasil é um dos países mais desarmados do mundo. Nós temos pouquíssimas armas nas mãos da população na comparação com outros países, como nos Estados Unidos. Se a simples relação entre armas e violência fosse verdadeira, a Suíça seria o Brasil e o Brasil seria a Suíça”.





  • me  01/11/2013 12:42
    Pergunta de quem realmente desconhece as idéias:

    Até onde poderia existir o direito de portar armas? É ilimitado? É legítimo neste caso alguém ter mísseis, canhões, armas nucleares e biológicas em casa?
  • Paul Kersey  01/11/2013 13:09
    É sempre assim. Basta a gente pedir um pouquinho -- só um pouquinho -- de liberdade, e lá vem um totalitário pró-estado impor regras e inventar hipóteses absurdas.

    O mais curioso é que o sujeito acima realmente não parece se dar conta de que mísseis, canhões, armas nucleares e biológicas só existem porque o estado deu dinheiro de impostos para que empresas fabricassem essas monstruosidades. Mísseis, canhões, armas nucleares e biológicas não existiriam sem o estado, pois não haveria demanda de livre mercado para sua fabricação.

    Não, prezado Me, quero apenas que políticos e burocratas me deixem ter uma Glock em casa. Posso?
  • Pedro.  01/11/2013 15:25
    Uma AR15 também, Uzi, AK 47 e etc..

    DEVO RESSALTAR QUE FOI ESTONTEANTEMENTE BRILHANTE A RESPOSTA SOBRE ESTAS ARMAS DE ALTÍSSIMO CUSTO.

    Não houvesse Estado e nenhuma empresa faria pesquisa para desenvolver armas caríssimas, de custo de projeto e produção altíssimo.

    Que empresa conseguiria cobrir seus custos para fornecer armas tão caras? ...sobretudo pq a baixa demanda as faria ainda mais caras para cobrir custos de pesquisa e produção.

    Ademais, muitos indivíduos tem acesso a estas armas. Os militares, por exemplo.
    Então um estatista responderá que que sendo militar e recebendo do governo ele é uma pessoa diferente?
    Dirá que por pertencer ao Estado/governo (aparato estatal) o indivíduo tende a tornar-se alguém sem ambições e sem interesses nocivos?

    Somente a iniciativa privada tem interesses egoístas e os integrantes do Estado são almas bondosas, asceticos, que querem apenas o bem do povo?

    Francamente! que idiotice. Muitos indivíduos possuem estas armas de destruição em massa. ...e as utilizam exatamente para explorarem os indefesos.

    Na Siria, por exemplo, o Estado poderia usa-las contra os oponentes. Se toda a população recusar-se a SERVIR AO ESTADO, esta quadrilha não hesitará em EXIGIR A SERVIDÃO DA POPULAÇÃO AO ESTADO. Usarão todas estas armas contra a população. Ciente disto a população acovarda-se e SUBMETE-SE ao arbítrio da hierarquia estatal.

    Se a tar di democracia começar a incomodar o Estado, ...pode escrever: ACABA-SE A DEMOCRACIA NO MESMO MOMENTO.

    Vide o TSE e mesmo o judiciario ESTABELECENDO A CENSURA bem maior até do que na épca da tal dita dura dos milicos flacidos.
  • Caio M Rodrigues  01/11/2013 20:24
    Muito apropriadas as respostas à pergunta do Sr. me.

    Faço minhas as palavras deles - e a línguagem coloquial pode ser considerada agressiva ou cordial, dependendo do estado de espírito e da predisposição de quem as lê.

    O único ponto que me permito acrescentar é que o Estado é, por natureza, um aparelho de violência: é coerção e extorção, conquista e confisco. E seus alvos são nada mais e nada menos que você, eu e todos os outros indivíduos que compõem a Nação.

    Estado é o principal inimigo físico e psicológico do Povo-Nação.

    E ele convive conosco como a água e o peixe. Por isso é um perigo permanente.
    Daí, Sr. me, além dos pequenos e ingênuos bandidos, ladrões, PCC´s, FARC´s, MST´s...você completa a lista, nos temos o Grande Bandido: o Estado, com seus canhões, metralhadoras etc. compradas exatamente com o $ que extorquiu do povo contra o qual ele usa seu aparelho de coerção e confisco.

    Lembro que todo esse poder de agressão do Estado é apoiado e implementado, do lado privado, pelo enxame de advogados - isso mesmo: advogados que sustentam a farsa da "legalidade" e da "institucionalidade" dos atos de pilhagem do Estado.

    Você, como todos nós, deve estar bem familiarizado com esse quadro que descrevi acima. Ele é pervasivo na sociedade e no território.

    Agora, se você desconfia que "armas nas mãos de cidadãos" é algo desnecessário; se ainda tem dúvidas quando a isso, recomendo fazer suas contas e uma cotação de preços entre o custo para você do que vem do Estado e o custo que as mesmas coisas teriam sem o Estado como "atravessador compulsório" entre você e quem executa, de fato, os "serviços públicos" - empresas do setor privado.

    Faça suas contas e depois aponha aqui o que apurou.

    Atenciosamente
    Caio M Rodrigues
  • Caio M Rodrigues  02/12/2013 10:07
    Penso que "pedir" ao Estado o que quer que seja, é absolutamente perda de tempo.
    O Estado é uma 'organização de meios políticos" voltada para o enriquecimento da casta dos "operadores do Estado".

    Se você pensa que "tem direitos", está sendo ingênuo.
    Você (ou qualquer pessoa) nasce com Liberdade.
    Ela foi 'confiscada" pelo Estado para impor suas regras sobre o povo.
    E isso foi feito sob a orientação e com a colaboração ( a ser retribuída, claro) dos advogados. Isso mesmo ADVOGADOS. Esses são os asseclas do Estado contra você.

    Esse assunto de armas é mais velho que o rascunho da bíblia: toda vez que o Estado quer dominar o povo, a primeira coisa que faz ( e tem que fazer) é confiscar a liberdade de auto-defesa.

    Pensa um pouco e verá que o problema está um pouco abaixo de toda essa espuma da mídia. E tem um monte de advogado aí defendendo as leis, porque é das vítimas delas que eles tiram seu sustento. Por isso se vestem de preto: urubus.

  • Bene Barbosa  01/11/2013 13:57
    Prezado anônimo

    Tenta forçar uma lógica rastaquera, que qualquer criança poderia facilmente contra-argumentar. Já debati com pessoas realmente capazes, equivocadas e até mal-intencionadas, mas minimamente capazes de lançar reais desafios minimamente lógicos.

    O dia que o senhor(a) tiver a mínima expressividade sobre o assunto e um nome, marcamos um debate sobre o assunto. Enquanto isso sugiro que leiam meus artigos, veja minhas entrevistas e vá se preparando minimamente para, pelo menos, saber do que estou falando.

    Atenciosamente,

    Bene Barbosa
  • me  01/11/2013 15:47
    Não sou estadista e leio o site diariamente. Minha pergunta veio de minha ignorância sobre o assunto. Este nick já foi usado por mim em outros posts, caso minha "reputação" tenha relevância para a pergunta.

    Infelizmente não tive a sorte de ser respondido por um dos autores do site. Em particular o Leandro, que esbanja cortesia e conteúdo.

    Ironicamente, esta comunidade começa a soar tão agressiva quanto aos grupos que tanto condenam.
  • anônimo  01/11/2013 21:06
    Para este imbecil com o pseudônimo 'me' eu respondo: Bandidos já estão de posse de dinamite, mísseis, granadas e bazucas. Ele acha que meliantes explodem caixas eletrônicos com oquê? Bombinhas, estalinhos e cabeças-de-negro? Defecou pela boca.
  • me  11/12/2013 16:26
    Eis acima uma confirmação de minha última afirmação.
  • Io  01/11/2013 21:51
    Pessoal, o ME foi claro na pergunta

    "Pergunta de quem realmente desconhece as idéias: "

    Acho que deveriamos responde-lo novamente sem as patadas que costumamos dar nos desarmamentistas.

    ME, eu peço desculpa pelas respostas, tente entender que os pró-armas ja estão como porco-espinhos por ouvir tanta asneira dos Desarmamentistas.
  • Eduardo Bellani  02/11/2013 14:52
    Até onde poderia existir o direito de portar armas? É ilimitado? É
    legítimo neste caso alguém ter mísseis, canhões, armas nucleares e
    biológicas em casa?


    Sua confusão advém, acho eu, de achar que existe o tal direito de
    portar armas. Citando um padre famoso, isso non ecxiste.

    O único direito que existe é o de propriedade, seja da sua vida, seja
    das suas coisas. Se você se apropria de um terreno no meio do nada,
    sem vizinhos, e constrói uma bomba atômica cujo raio de explosão vai
    além do seu terreno, mas não infringe o terreno dos outros pois não
    existe ninguém que é dono daquelas terras ao seu redor, você se
    apropriou do direito de propriedade de ter aquela bomba ali. Se alguém
    vier a se apropriar de algum terreno ao seu redor, problema deles se
    não gostarem de você ter a sua bomba.

    Agora, se você já está num lugar onde as pessoas se apropriaram de
    terrenos sem bombas ao redor, ao construir uma bomba que
    potencialmente exploda o terreno deles você está invadindo a
    propriedade deles, e fica passível de processos indenizatórios.

    Veja que uma metralhadora não é uma bomba. A destruição causada por
    armas de fogo está sob o absoluto controle de quem a porta, não tendo
    risco inerente algum para vizinhos (note que certos comportamentos com
    essas armas poderiam ser classificados como invasões de propriedade
    por um juri imparcial, mas isso é outra história).

    Espero ter ajudado na compreensão.
    Abraços.
  • guilherme  02/11/2013 19:59
    "Até onde poderia existir o direito de portar armas?"
    Então, o porte é restrito, pois além de habilitado, é necessário permissão perante a PF (Polícia Federal) para o porte, então fatores como área de atuação profissional e outra série de fatores seram analisados.

    "É ilimitado? É legítimo neste caso alguém ter mísseis, canhões, armas nucleares e biológicas em casa?"
    É uma questão de bom senso né meu caro. O mínimo que se espera de um estado democrético de direito é que o cidadão civil comum tenha, no mínimo, posse de arma de fogo (direito a posse da arma dentro de sua residencia e terreno, uma vez habilitado e documentada, para a proteção de sua família e de seus bens.
    Tanto o porte, quanto o registro têm uma validade e renovação, passando pelos mesmo tramites anteriores como exame de tiro, prova teórica, exames psicológicos. Podendo ser revogado ou não, uma vez que passmos vários momentos de desequilíbrio emocional em nossas vidas.
  • anônimo  01/12/2013 21:54
    'Tanto o porte, quanto o registro têm uma validade e renovação, passando pelos mesmo tramites anteriores como exame de tiro, prova teórica, exames psicológicos. Podendo ser revogado ou não, uma vez que passmos vários momentos de desequilíbrio emocional em nossas vidas.'

    Lá vem a galera arrogante se achando capaz de julgar quem tem equilíbrio emocional pra ter armas.
  • Caio M Rodrigues  02/12/2013 13:24
    Exatamente, Sr. Anônimo.
    Os "operadores do Estado" se acham sempre os mais entendidos em tudo.
    O problema é que muitos do Zé Povinho, acreditam nos "intoridade"!
    E esses coitados do Zé Povinho ficam pedindo para o Estado "cuidar deles".
    Aí é que a coisa fica preta: os "operadores do Estado" - políticos e funcionários - aceitam de cuidar dos desvalidos.
    E o que fazem?
    Como o Estado não entende nada daquele serviço (educação, ensino, saúde, tratamento médico, segurança...) - só entendem de extorquir o povo - ele faz uma "licitação" - lei 8.666 - para contratar uma empresa (talvez de um conhecido seu) para prestar o serviço que eles pediram ao Estado.
    Entende?
    Isso se chama "atravessador" e é considerado prática imoral no conceito geral civilizado.
    Depois, o que os "operadores do Estado" fazem?
    Confere se todos eles têm títulos de eleitor da região do político envolvido no assunto, e fazem TODOS os pagadores de impostos (não só os que pediram para o Estado cuidar deles) pagarem a conta dos "cuidados" incluindo:
    1. Custo do serviço;
    2. Propina para o funcionário ou político que deu ordem para "o Estado cuidar dos desvalidos pedintes";
    3. Propina para o carinha do caixa que, para entregar o cheque ao empreiteiro, tem que receber o dele...;
    4. Sobrepreço cobrado pela empresa privada, porque o Estado é mau pagador;
    5. Salário dos Funcionários Públicos ligados ao assunto.
    Agora pergunto: será que o Zé Povinho, junto com os pagadores de impostos, não estão todos sendo enganados pelo Estado?
  • Bruno D  01/12/2013 19:24
    pergunte para um bandido de onde ele acha que tirou o direito de portar a arma de preferencia quando ela tiver apontada para a sua cabeça
  • anônimo  01/12/2013 21:51
    Sim é ilimitado mas é claro que esse é um caso absurdo que não serve pra tirar conclusão nenhuma sobre o mundo real
    No mundo real, pegando por ex os EUA dos pais fundadores as pessoas tinham armas pra se defender e pronto.Tinham mais o que fazer, ninguém precisava entrar em guerra com os vizinhos.
  • Cristiano  01/11/2013 20:20
    Excelente entrevista. Os defensores da autodefesa tem um DNA libertário.
  • jandir antonio rigo  01/11/2013 22:13
    o estado existe em função do cidadão. Só isso. Se assim não for, não podemos denominar de democracia, seria qualquer outro. A questão que me assoma um primeiro plano, é a falta de competência da autoridade constituída - presente e anteriores próximas -, em assegurar ao cidadão comum SEGURANÇA. Os delinquentes possuem equipamentos e estruturas melhores que a oficial. Quem conhece as fronteiras secas, sabe que qualquer contrabandista entre e sai a hora que deseja. Os efetivos naquelas localidades lotados são insignificantes e pecam por falta de equipamento adequado. As leis atuais são capengas, desprovidas de representação séria. Então, fica muito mais fácil, simplesmente proibir, como se isso resolvesse toda esta mazela que visualizamos diariamente em meios comunicativos. É o caso, inclusive, da estúpida proibição de CAÇA em nosso país. Se olharmos os danos causados por sistemas produtivos, em mananciais, depósitos subterrâneos de água, aplicação de adubos, defensivos que dizimam a micro fauna. Isso tudo bem, ninguém praticamente fala coisa nenhuma. HIPOCRISIA.
  • anônimo  02/11/2013 00:59
    o estado existe em função do cidadão.

    Jandir, permita-me demonstrar algumas definições que podem lhe ajudar
    a repensar essa sua afirmação:

    Justiça: Estruturalmente, uma métrica que visa analisar se ações
    humanas são compatíveis com a minimização de conflitos.

    Agressão: Violência não justificada.

    Monopólio: Uso de agressão para impedir a entrada de concorrentes em
    um determinado setor do mercado.

    Estado: Monopólio da resolução de conflitos interpessoais em um
    determinado território (jurisdição).

  • Caio M Rodrigues  02/11/2013 09:45
    Prezado Jandir,

    Permita-me contestar a afirmação: "O Estado existe em função do cidadão."

    Examine com uma lupa o Estado que está à sua volta, e identifique o seguinte quadro:

    1. Uma pletora de gente igual a você ou eu, fazendo regras, da cabeça deles ou "a pedido" de grupos de pressão (setores da indústria, gays, religiosos, pretos, classes profissionais, sindicatos etc.).

    2. Fiscais entrando nas empresas, escolas, lojas, hospitais etc. para conferir e multar pessoas e empresas que não cumprem aquelas regras feitas a pedido daqueles grupos (você pediria a fiscais para entrar na sua casa, loja, fábrica, escritório, para te fiscalizar? Acho que não, certo?

    3. Repartições públicas fazendo "licitações", e dando preferência a amiguinhos daquelas pessoas iguais a você e eu, com a única diferença de serem "funcionários públicos". Esses "servidores do Estado" (presta atenção à expressão), com todos os privilégios e imunidades imagináveis (por eles mesmos), atuam como "atravessadores" entre você, que é cobrado de "impostos" (outra vez: você pagaria impostos voluntáriamente?) - atravessadores entre você e seu vizinho, empresário, que paga propina para fornecer a você mesmo?

    Chama isso de "democracia"?
    Sério?

    Atenciosamente
    Caio M Rodrigues
  • Caio M Rodrigues  02/12/2013 10:14
    Caro Jandir Antonio Rigo, Estado NÃO é ou existe em função do cidadão.
    Estado é uma organização de meios políticos para enriquecimento de uma casta de 'operadores do Estado' e seus apaniguados.
    O que "parece" que ele faz para o indivíduo é apenas cortina de fumaça para tapar os atos escabrosos lesivos ao cidadão.
    Não confundir "Estado" com "governo" que é outra coisa.
    Se quer entender isso mais precisamente, veja a análise histórica de Albert Jay Nock "Our Enemy, the State" ou www.youtube.com/watch?v=72sf56QPJ-8
  • Agnaldo Gonçalves  02/11/2013 14:18
    Ótima entrevista. Parabéns pela atitude do entrevistador.Trouxe-me ótimas informações e esclarecimentos à respeito do assunto. Sou a favor das armas e acho que é sempre muito difícil lidar com pessoas fanáticas pelo desarmamento, portanto, agora, polí minhas informações.
  • Manoel Nunes Neto  02/11/2013 16:14
    Boa tarde, concordo com o nosso queridíssimo Bene Barbosa, pois hoje essa ideia de desarmamento só beneficiou os criminosos que se utiliza desta ferramenta, ou seja arma de fogo para tirar vantagem dos desarmados. E acrescento que desarmados deveriam ser os ladrões.
  • Bruno D  01/12/2013 20:23
    o debate com o Luiz Eduardo Greenhalgh foi gravado?


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