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segunda-feira, 30 jan 2012
Aula 6 - Individualismo Metodológico

Módulo II - Epistemologia das Ciências Sociais (10 horas)

 

Aula 6 - Individualismo Metodológico

·         Fundamentos Ontológicos e Epistemológicos do Individualismo Metodológico

·         O Método 'Compósito' das Ciências Sociais

·         Crítica às teorias Coletivistas

·         Crítica às teorias Historicistas

·         Individualismo: verdadeiro e falso



  • Tereza da Cruz Thompson  08/04/2011 18:35
    Muito esclarecedor esse artigo. E assim mesmo que acontece. Sempre que o governo de um pais quer que seu povo seja subjugado, sua primeira atitude e tentar desarma-lo. No Brasil o povo ja mostrou que nao quer isso. Houve um Plebiscito onde o povo disse NAO ao desarmamento. Sabem amigos, fui professora de Ensino Medio ate 2008, quando me aposentei. No ano de 2005, ano do MENSALAO, fiz uma pesquisa com os meus alunos (14 aos 20 anos) e constatei que a maioria apoiava o SIM. Eu nao me conformei com aquilo e comecei uma campanha para mudar essa situacao, promovi seminarios, com debates entre classes com a maioria dos alunos a favor do sim e poucos a favor do nao 90% (SIM) 10% (NAO) Nossa, nem lhes conto como a coisa "pegou fogo"! Os alunos pesquisaram e debateram a valer.Sabe o que aconteceu no final, pouco antes do Plebiscito? O NAO venceu por maioria esmagadora entre os meus alunos e seus pais! Nao estou certa dos numero mas foi por volta de 80 a 90% pelo NAO. Isso me orgulha muito e sei que mais professores devem ter feito o mesmo. \r
    Sendo assim faco minhas tambem as palavras do Engenheiro Celio Franco: do site: www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Politicos/DesarmamentoPlebiscito.htm\r
    \r
    "VITÓRIA maiúscula do POVO, contra mais uma UTOPIA de DESGOVERNOS IMORAIS, CORRUPTOS e inconseqüentes, em todas as esferas do poder, desgovernos que pretendiam anular direitos legítimos do cidadão, para tentar esconder a sua enorme incompetência"\r
    \r
  • Marcos  12/04/2011 19:34
    Não adianta. Nós podemos derrota-los 10 vezes, eles vão vir com o 11º referendo. Eles não tem respeito algum pela democracia, vão manipular até ganharem.
  • P.Araujo  22/10/2012 11:13
    Esse é o grande problema, eles fazem a agenda globalista passar, mesmo que tenham que esperar muito tempo.

    Só como informação no Brasil onde ter uma arma legal, é quase impossível, temos 50.000 assassinatos por ano. Nos USA, onde ter uma arma é muito simples, não sei se em todos os Estados, mas com certeza na maioria, tem 10.000 assassinatos por ano, com uma população maior que a nossa.
  • Filipe Celeti  12/04/2011 14:25
    Tereza,

    Fiz o mesmo em sala de aula. Contra fatos e argumentos só sobram as crenças, fanatismos e insanidades.
  • Guilherme Calspiatti  12/04/2011 15:43
    \r
    Gostaria de ter tido professores como vocês. Fica difícil levar a verdade para a sala de aula quando aqueles que deveriam estar ensinando algo, ocupam-se em repetir as mesmas sandices divulgadas pelos kamaradas governantes.\r
    \r
    Grande Abraço!
  • Caio Cesar  12/04/2011 20:08
    A pergunta que não quer calar:

    Por que a votação do plebiscito a favor do desarmamento foi adiado em quase 1 mês por conta do caso Weillington, sendo que as armas que ele usava eram ilegais?!
  • anônimo  12/04/2011 21:53
    Esse artigo da gunowners.org ("planilha de fatos das armas de fogo") vai ser extremamente útil na campanha contra o desarmamento no possivel referendo.
  • Marco Aurelio  12/04/2011 22:40
    E eu que era a favor do desarmamento, putz que furada, o que deve ser feito como exemplo para sociedade, é a presidente, min. da justiça solicitar aos seus seguranças que andem desarmados já que estão incomodados com as armas legalizadas.\r
    O exemplo tem que vir de cima.
  • Carlos  13/04/2011 21:11
    Artigo esclarecedor e importatíssimo publicado no zerohedge.com:\r
    \r
    www.zerohedge.com/article/libya-all-about-oil-or-all-about-banking
  • Alexandre Melchior Rodrigues Filho  14/04/2011 00:27
    Eu sou contra a turma se armar.

    Mas acho que as pessoas devem ter essa liberdade.

    Num mundo ideal, eu preferiria contratar uma empresa de segurança e me precaver.

    Eu jamais teria coragem de, com filho pequeno e casa movimentada, colocar um revólver aqui dentro.

    Agora, querer obrigar todo mundo a agir assim, não soa bem...

    Ótimo texto!! Parabéns ao IMB mais uma vez!
  • Caio Cesar  14/04/2011 16:40
    Na teoria, isto seria perfeito, já na prática... não.
    Oras, e as ruas silenciosas? como ficariam? Colocaríamos seguranças lá?

    Bom, isto é impossível. Não há tantas pessoas no mundo que estariam habilitadas a serem seguranças. Nem se todos os exércitos do mundo fossem dissolvidos e transformados em empresas de segurança, ainda assim não haveriam soldados suficientes para cobrir todas as ruas do mundo - ou até mesmo todos os quarteirões.


    8,990,400 é o número de soldados somados das 10 maiores potências militares do mundo. Eu creio que isto nem ao menos é o número de ruas da Ásia. No Brasil, só temos 287 600 soldados, eu creio que isto não dá nem as ruas de São Paulo e Rio de Janeiro juntas... De onde você quer tirar tantos soldados para cobrir as ruas assim?

    E além do mais, seria bem mais prático se houvessem milhões, talvez até bilhões de policiais armados para todos os lados: os civis.

    Fonte: br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20060918115226AAbeWYh
  • Alexandre Melchior Rodrigues Filho  15/04/2011 01:49
    Haver no sentido de existir é impessoal. Não varia.

    E as ruas seriam privadas. Problema dos donos dar-lhes segurança.
  • void  15/04/2011 08:27
    Logo se vê que você não é um indivíduo empreendedor ou essa não é a sua área pra empreender.
  • Erick Skrabe  23/07/2011 20:43
    Caio,

    O texto menciona algo chave: a criminalidade diminui por porque os ladrões tem medo (com razao) de assaltar pessoas armadas.

    E como ele vai saber quem está armado ?

    A tese de que deve haver um policial em cada esquina é o que chamamos de policiamento ostensivo. Foi a primeira coisa que o Sr. Giuliani acabou em Nova York. Porque o policiamento ostensivo é bom para ganhar votos, já q vc sabe q o policial está alí.

    Só q tem um problema: o ladrão tb sabe que o policial está alí...
  • Thyago  23/04/2011 08:33
    fantástico... vou repassar a meus colegas!
  • void  23/04/2011 14:48
    www.youtube.com/watch?v=0_rz2wBYin4
  • Ewerton Alípio  09/05/2011 17:20
    O principal movimento camponês e pró-reforma agrária (leia-se terrorista) de Pindorama já aderiu fortemente à campanha pelo desarmamento civil:

    www.brasildefato.com.br/node/6071
  • Ciro M.  23/07/2011 21:28
    Ótimo material muito esclarecedor!

    Eu realmente gostaria que fosse facilitado e liberado o uso de armas no Brasil nem que fosse as leves (não esta palhaçada que demora anos e custa os olhos da cara).

    Não acredito no estado para proteger ninguem, quem dirá a minha família, gostaria de ter a chance de fazer o maximo possível para garantir a segurança dos meus entes queridos.

    Lembro-me muito bem que no inicio dos anos 90 meu tio andava com seu 38 cromado na cintura, e segundo ele, se sentia muito mais seguro do que hoje em dia. até hoje ele reclama sobre o fato de não poder mais andar armado.

    Outra coisa que esclarece 100% deste dilema acredito eu é a frase feita dita por qualquer policial que da entrevista quando o assunto é: reação a assalto.

    "Em caso de assalto não reaja, o bandido pode tirar a sua vida".

    O governo deveria ser processado toda vez que um cidadão fosse morto por um bandido por falta de segurança, se ele nos proibe de se defender por que não nos defende?



    parabéns Leandro Augusto Gomes Roque pela tradução
  • Renato  11/02/2012 15:05
    "O governo deveria ser processado toda vez que um cidadão fosse morto por um bandido por falta de segurança, se ele nos proibe de se defender por que não nos defende?"


    Genial o seu apontamento!
  • Jerry  13/12/2011 15:13
    A revista VEJA também já massacrou os mitos politicamente corretos (ou seja, fascistas) do Desarmamento (no blog do Reinaldo Azevedo): veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/os-numeros-da-violencia-e-a-farsa-da-campanha-do-desarmamento/
  • E vedado o anonimato  08/08/2012 05:29
    Só linkando aqui o comentário que fiz no outro artigo, já que tem tudo a ver com "armas e liberdade" (trata-se de um projeto para que as pessoas possam imprimir suas próprias armas em casa, com impressoras 3D): www.mises.org.br/Article.aspx?id=1339&comments=true#ac30000
  • void  13/08/2012 12:35
    www.estadao.com.br/noticias/internacional,atirador-e-detido-em-campus-universitario-no-texas,915961,0.htm

    Alguém mais além de mim acha que isso tá ficando estranho? Muito estranho. Algo me diz que estes atiradores estão, de alguma forma, ligados aos desarmamentistas. Logo veremos leis ainda mais rígidas sobre controle e venda de armas de fogo na América, é só esperar. E o plano de transformar os EUA numa ditadura avança a passos largos.
  • Jose Roberto Baschiera Junior  14/08/2012 04:38
    Também pensei sobre isso, sobre estarem ligados aos desarmamentistas.

    Recentemente Obama falou que respeita a segunda emenda mas acha que a população só deveria ter acesso a armas leves. Ou seja... é o começo.
  • Leandro  14/08/2012 04:49
    Sugiro este vídeo do melhor jornalista americano da atualidade, Bem Swann. Ele faz algumas perguntas incômodas que ninguém mais na mídia se dignou a fazer. A conclusão inevitável é a de que o sujeito teve ajuda externa. E de gente graúda e muito bem financeiramente provida.

    www.youtube.com/watch?v=1jeW_-Kq7vA
  • Glaucio  16/12/2012 19:43
    Bom dia,não consigo ver o video do link acima. Alguem pode ajudar?
    Obrigado
  • Alexander  26/01/2013 00:28
    Também não consegui abrir,mas procurei no youtube videos com o nome do jornalista e olhe o que encontrei.........www.youtube.com/watch?v=wZPS7AdgNgE

    Por sorte pode ser o vídeo que o Leandro sugeriu!
  • MAJ Eduardo  13/05/2013 06:05
    Não se iluda, a mídia tupiniquim deseja profundamente ver acontecer um Decreto Obamista arrasador que, de plano, extermine a liberdade dos americanos no acesso as armas de fogo, mero delírio da midia "chapa branca" nacional pois que absolutamente alijada da verdadeira estrutura de realidade norte americana; primeiro porquê lá a lógica republicana existe e cada estado tem prerrogativas inarredáveis e também por que, de longe, o esporte mais praticado em USA é o tiro (esportivo, caça ou hobby) com mais de 34 milhões de adeptos e o efeito multiplicador desse grupo é devastador sobre as pretensões restritivas dos Democratas, aliás mesmo entre estes não há consenso. Verdadeiramente em USA predomina o senso: "If guns cause crimes all that mine are defective" isso porque os americanos sentenciam o criminoso e não os objetos e está é uma realidade que produz um claro ódio nos "especialistas" e na imprensa brasileira tão preocupados em defender os "excluidos" e, afinal, o bandido no fundo é um coitadinho, vítima dos burgueses malvados.
  • Henrique  16/12/2012 15:20
    Artigo genial, ele constata o óbvio mostrando dados estatísticos, me surpreende que alguém em sã consciência seja capaz de defender o desarmamento civil...
  • Thiago G  16/12/2012 16:29
    Gostaria de saber se vocês são a favor do direito do indivíduo de produzir e comercializar o que quer que seja. Inclusive drogas ilegais, tais como a cocaína.

    Quanto a esta passagem:
    "Uma literatura maciça e detalhada já comprovou, seguidamente, que quanto mais armas uma comunidade possui, menor é a criminalidade que essa comunidade tem de aturar. Os dados são tão devastadores que nenhuma pessoa sensata poderia negá-los."

    Serei insensato de discordar disso. Em primeiro lugar, já a primeira fonte que vocês apresentaram tem evidente interesse nessa matéria (Gun Owners Foundation). O que por si só, não é razão para invalidar a pesquisa. Mas é suficiente para que se analise esses dados com certa desconfiança.
    Li, algum tempo atrás, que, de fato, quando uma população se encontra armada, as taxas de alguns crimes mais leves, como o furto, tendem a se reduzir. Contudo, discussões banais e brigas de trânsito podem se tornar letais. Sem mencionar o fato de pessoas psicóticas terem acesso a essas armas, podendo resultar em tragédias. O que vocês pensam disso?
    Por fim, inúmeras variáveis interferem nos indicadores de criminalidade. Educação deficiente, filhos indesejados etc. Vocês não acham que muitas pesquisas podem adotar metodologias questionáveis, redundando em conclusões que intencionam mais desinformar do que proporcionar um debate proveitoso?
  • Leandro  16/12/2012 22:05
    Também não dou a mínima para estatísticas (como a do desemprego, por exemplo). Cada um que acredite na que lhe for mais conveniente. Mas há dados brutos que devem ser considerados, como por exemplo o número de armas por habitantes e o número de homicídios por habitantes. Se houver correlação, e se esta for inversa, então é algo que não pode ser ignorado. E você próprio concorda que onde há mais cidadãos armados, há menos homicídios por habitantes.

    O melhor exemplo ainda é a Suíça, país em que cada casa possui uma arma. E, ao contrário de seu temor, lá não há brigas de trânsito resolvidas à bala. Muito pelo contrário, até: o trânsito é civilizado, e talvez justamente por esse temor. Afinal, por que alguém cairia na imbecilidade de bater boca no trânsito (toda briga de trânsito é imbecil) se você sabe que o outro cara pode estar armado?

    Cidadãos armados são cidadãos civilizados. Cidadãos desarmados são cidadãos mal educados. Quer melhor exemplo disso do que o Brasil?

    Artigo recomendado:

    Como o porte irrestrito de armas garantiu a liberdade dos suíços
  • Gustavo BNG  17/12/2012 00:07
    O abuso não tolhe o uso.
  • anônimo  17/12/2012 02:52
    Em 2005, durante o referendo sobre o desarmamento, a revista Veja publicou um quadro dos paises que proibiram as armas, comparando com os que ainda liberaram as armas. O interessante é que depois que proibiram as armas, as taxas de homocídio só aumentou...
  • anônimo  28/01/2013 11:18
    'Gostaria de saber se vocês são a favor do direito do indivíduo de produzir e comercializar o que quer que seja. Inclusive drogas ilegais, tais como a cocaína.'

    Sim.
  • anônimo  11/02/2013 12:35
    Se o cara botar veneno pra rato num pote e quiser vender, o único problema vai ser se eu for OBRIGADO a comprar. Se não, basta exercer sua liberdade, usar o cérebro e não consumir porcaria.
  • anônimo  22/04/2013 17:15
    Do ponto de vista do consumidor, beleza, mas e quanto ao pequeno e médio empresários que não tem como competir com os gigantes da sua área?
  • Danielbg  22/04/2013 20:46
    Pq não tem como competir?!!
  • Machd  17/12/2012 12:46
    Bem, sempre que ocorre um acidente, ou incidente que envolve armas, logo aparecem alguns pedindo desarmamento e tentando justificar que sem as armas não existiriam os incidentes.
    É como se toda vez que um engarrafamento (com varias vitimas) acontecesse ficassem repetindo que os carros deveriam ser proibidos.
    Qualquer objeto que possa causar um acidente ou ser usado como arma deve ser proibido? Então devemos proibir pessoas de terem automóveis, aviões, objetos cortantes, gasolina, etc... Não esqueçam que devemos banir também as artes marciais. Bem vindo a idade da pedra.
    Para justificar este absurdo ideológico gostam de dizer os números exatos dos feridos por malucos, mas ninguém diz quantas vezes as armas salvaram alguém de criminosos. A policia criminosamente adverte que ninguém deve reagir a um crime. Se um cidadão reage com sucesso é um maluco que não deveria ter feito isto. Mas se um policial de folga o faz, é um herói. Isto se deve ao rigoroso e exclusivo treinamento de atirar em alvos fixos que eles recebem?
    Quando o Estado lhe diz que você não deve ter armas e que pode lhe proteger, porque ele cria exceções para militares, parlamentares, juízes, policiais? Não somente na ativa, mas também aposentados? Primeiro porque os parlamentares gostam de restringir direitos dos outros e não deles, claro. Mas também porque estes grupos são os que poderiam ser opor a estas ideias. E quem regula a segurança privada? Temos verdadeiros exércitos de seguranças, mal pagos, mal treinados e armados! E ninguém se preocupa com isto.
    Em países onde o Estado consegue garantir a segurança das pessoas, embora não concorde eu admito que a discussão sobre direitos de portar armas pode existir. Mas no Brasil, onde a Policia tem medo dos bandidos, onde os criminosos roubam quarteis do exercito quando precisam de armas, vão querer te convencer a ficar calmo? Esta discussão não deveria nem acontecer por aqui. Quando ocorrem estas tragédias nos EUA, sempre vejo um monte de comentários sobre as noticias criticando os EUA por permitir que seus cidadãos tenham armas. Mas estas mesmas pessoas que fazem qualquer coisa para que seus filhos não frequentem uma escola pública no Brasil juntam suas economias para envia-los para fazer um ano de High School nos EUA e se sentem bastante tranquilos. Que ironia, não?
    Muitas pessoas têm por hábito não se preocupar quando o Estado tolhe direitos que eles individualmente não usufruíam por escolha própria. Para um não fumante, a ideia de proibir o fumo faz total sentido. Só que não percebem que uma vez que o Estado começa a invadir as liberdades individuais este caminho não tem volta. Recentemente os apoiadores de um Estado controlador levaram um susto quando o prefeito de NY ameaçou proibir os refrigerantes grandes na cidade. Foi só aí que perceberam que logo a fome controladora do Estado iria lhes afetar. E o mesmo acontece com armas. Quem nunca teve e não quer ter não costuma se preocupar se o Estado irá proibir.
    Estes normalmente advogam que é uma irresponsabilidade possuir uma arma em casa quando se tem crianças. Irresponsável é quem guarda uma arma carregada ao acesso de crianças, concordo. Mas então tudo que pode ferir uma criança deve ser proibido? Remédios, piscina, fogão? Não. O que deve acontecer é que os pais tem a obrigação de prevenir acidentes domésticos com medidas simples. A menos que me convençam que crianças conseguem abrir cofres com o poder da mente.
    Sempre que se fala em ameaça externa e nos benefícios de uma população civil armada, o argumento contrário é o de negar as ameaças externas. Isto nunca irá ocorrer, dizem. Nunca irão invadir o Brasil. A pergunta é: Se estão tão certos disto, porque temos exército? Para que serve? Esta é uma discussão maior e não cabe aqui, mas a história mostra que o equilíbrio de poder é o que mantém as pessoas a salvo.
  • Fellipe  17/12/2012 14:52
    gunwatch.blogspot.com.br/2012/12/mass-killings-stopped-by-armed-citizens.html?m=1
  • Rodrigo FS  17/12/2012 22:08
    EXCELENTE ARTIGO, parabéns por traduzi-lo e disponibilizar no site
    para que todos possam ler.
  • André Luiz S. C. Ramos  25/01/2013 19:51
    O sangue na ponta de uma faca é menos vermelho?
    Bene Barbosa*
    Dia 14 de dezembro de 2012, um homem invade uma escola primária e consegue atacar 22 crianças. Não, não estamos falando do mais recente e hediondo ataque em uma escola norte-americana. Estamos falando de mais um ataque ocorrido na China. Não, ele não usou uma arma de fogo, usou uma pequena faca que roubou da cozinha de uma senhora que também foi esfaqueada.
    Os ataques à escolas primárias na China são extremamente comuns e causam centenas de mortes e mutilações em crianças e adultos. O governo Comunista Chinês decidiu inclusive vetar informações sobre os ataques, para evitar os possíveis copiadores, ou seja, pessoas que resolvem agir da mesma forma. Assim, dificilmente teremos número reais da quantidade de ataques que ocorrem na gigantesca e censurada China.
    Ao contrário, os EUA vivem uma democracia que venera a liberdade de imprensa e por isso não existe qualquer freio – e não deve haver mesmo - para noticiar-se esse tipo de ocorrência, que sempre causa comoção no mundo com os vídeos e fotos que são veiculados em milhares de jornais, revistas e canais de televisão.
    No Brasil, imediatamente dois tipos de sentimentos aparecem em comentários, debates e reportagens, quase sempre juntos: o antiamericanismo e o desarmamentismo. O discurso de modo simplista e simplório de que o americano é belicista, que os EUA são a cultura das armas, que o cinema vangloria a violência, etc. E, claro, num tom professoral, que os EUA deveriam restringir a compra de armas de fogo pela população, em detrimento da chamada Segunda Emenda.
    O mais interessante é que esses doutos especialista brasileiros moram em um país onde o desarmamento vem sendo implantado desde 1997. Em um país onde o porte – legal – de armas é proibido, onde a compra de um reles .22 tem tamanha burocracia e custos que inviabiliza a aquisição para 99% da população. Ou seja, um país desarmado, mas em que se mata 55 mil brasileiros por ano! Onde 45% dos jovens que não morrem por causas naturais são assassinados.
    Os EUA possuem 5 vezes menos homicídios que o Brasil. Connecticut teve, em todo o ano de 2010, menos de 150 assassinatos, e a pequena cidade de Newton, onde ocorreu o massacre, tem em média dezesseis crimes violentos por ano, e apenas um homicídio!
    Qual o motivo destes "especialistas" que culpam as armas, o belicismo, o cinema ou o próprio capitalismo não se manifestarem tão veementemente sobre as mais de cem crianças mortas a facadas, machadadas ou marretadas na China, só em 2010?
    Será que o sangue inocente de uma criança chinesa no gume de uma faca é menos vermelho que o sangue de uma criança norte-americana no chão de uma escola? A verdade é que o que define o horror e que "alguma coisa precisa ser feita" é a ideologia cega e burra dos especialistas de plantão.
    *Bene Barbosa é bacharel em direito, especialista em segurança pública e presidente da ONG Movimento Viva Brasil
  • André Luiz S. C. Ramos  25/01/2013 19:52
    Para especialista, foco da discussão sobre armas é equivocado

    Após mais uma lamentável tragédia nos Estados Unidos, com um assassino descontrolado abrindo fogo contra crianças em uma escola, volta à tona a discussão sobre o controle de armas naquele país e, por tabela, também no Brasil. Por lá, desta vez coube ao governador do estado de Nova Iorque puxar o coro por mais restrições ao acesso às armas, e, por aqui, isso parece ser tarefa da grande mídia televisiva.

    A discussão, no entanto, é duramente criticada pelo pesquisador em segurança pública da ONG Movimento Viva Brasil, Fabricio Rebelo, para quem há um erro de foco na abordagem do tema. Segundo Rebelo, "o debate é necessário, porém não sob o prisma de mais proibições, pois quem comete atos assim não está observando lei nenhuma, e não seria a ilegalidade no acesso às armas que impediria o assassino; afinal, matar já é a maior das proibições legais e ele matou dezenas de pessoas".

    De acordo com o pesquisador, a discussão deveria ser voltada à permissão da atuação de segurança armada nas escolas e universidades, ou mesmo à liberação ao porte de arma por professores e funcionários nestes locais. "Não podemos fechar os olhos para o fato de que estas tragédias somente acontecerem, exatamente, onde não é permitido portar armas. São locais onde o assassino sabe que a reação não existirá prontamente e, até a chegada da polícia, várias mortes acabam sendo provocadas", afirma.

    Ainda segundo Rebelo, a investigação desses casos costuma mostrar que a ação do assassino poderia ser parada caso houvesse alguém armado dentre as vítimas. "É contumaz nestes casos a constatação de que o ataque prossegue até que alguém armado chegue ao local, quando o assassino é morto ou acaba tirando a própria vida. Portanto, o meio mais eficaz de se evitar estes ataques é possibilitar que a reação seja mais rápida, para que, ao invés de tentar se esconder e rezar pela chegada da polícia, alguém possa simplesmente revidar, salvando a própria vida e a dos demais ali em risco", pondera o pesquisador.

    Rebelo ilustra sua tese com um recente episódio ocorrido em Portland (EUA), sequer por aqui divulgado, em que um homem entrou em um shopping portando um rifle AR-15, mesma arma utilizada na escola de Connecticut, e começou a disparar contra as pessoas. "Nesse caso, ao contrário de um massacre, o agressor só conseguiu atirar em duas pessoas, sendo logo confrontado por um cidadão armado que ali fazia compras e, diante da reação, preferiu tirar a própria vida. Se isso fosse uma realidade também em escolas, as crianças estariam muito mais protegidas de ataques insanos", conclui.

    Num dos mais famosos casos de ataque contra estudantes americanos, em Virginia Tech, à tragédia se seguiu uma forte discussão sobre a liberação do porte de armas nas universidades. Hoje, o porte ainda não é liberado, mas a presença de seguranças armados já é uma constante e, onde ela existe, não se tem verificado casos de ataque.

    Publicado originalmente no blog "Defesa Armada".
  • Sérgio  21/04/2013 02:31
    CAMPANHA DE APOIO PARA APROVAÇÃO DO PL3722/12

    O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC) apresentou no dia 19/04/12 projeto de lei que prevê regulamentar a aquisição e circulação de armas de fogo no país. O PL 3722/2012 revoga a lei atual, popularmente conhecida como "Estatuto do Desarmamento". Extenso e cujos termos demonstram uma profunda análise técnica da matéria, o projeto estabelece uma nova sistemática regulatória para armas na sociedade brasileira, alinhada à realidade e, sobretudo, ao resultado do Referendo de 2005, quando 60 milhões de eleitores rejeitaram a ideia de se extinguir o comércio de armas e munições no Brasil.


    www.mvb.org.br/campanhas/pl3722/
  • Bruno D  25/04/2013 14:51
    Eu já liguei para o disk-camara apoiando o PLC vale lembrar que esse é só o começo. Não é a melhor forma libertária de resgatar o seu direito individua e familiar a defesa própria. Mas.. no atual cenário é o menos pior.

    O dep. Peninha fez um projeto de lei que visa regulamentar a produção doméstica de cerveja... Bom, político é politico né...

    Att
  • anônimo  23/05/2013 08:43
    kat.dashitz.com/search/liberator%20gun/

    O governo Obama já está trabalhando pra tornar armas impressas ilegais, e já mandou retirar do site oficial ( defcad.org/liberator/ )os arquivos da liberator. Mas ainda dá pra baixar usando arquivos torrent
    E o mais importante, não se esqueçam de compartilhar!
  • Rodnei  10/06/2013 00:17
    Perguntei ao meu pai se quando ele era adolescente na região sul do país, onde quase todos andavam armados, não havia muitas mortes por brigas triviais, "brigas de bar". Guardo sua resposta com carinho:
    "Meu filho, ninguém era de besta de arranjar briga à toa sabendo que o outro tava armado."
  • Emerson Luis, um Psicologo  20/11/2014 19:52

    "É um pensamento tipicamente esquerdista: achar que problemas sociais podem ser resolvidos colocando-se palavras num papel e transformando-as em estatutos federais e estaduais."

    Sim, eles pensam que a natureza humana é apenas uma "construção social" (sem base biológica) e que a realidade pode ser modificada por decreto, à revelia das leis naturais.

    * * *
  • Bernardo  12/01/2015 13:43
    Gostaria de saber se há um link pro artigo em Ingles? Obrigado.
  • Pedro T  08/06/2017 16:19
    BEM LEGAL
  • pedro frederico caldas  06/06/2018 02:32
    Só para registro: nos Estados Unidos 60% das mortes por arma de fogo decorrem de suicídio. Assim, quando mencionarem dados de mortes por arma de fogo nos USA levem esse dado em consideração. Também só para registro, no Brasil, 60% dos suicídios são por asfixia, morte agônica, por falta de arma de fogo. Até no suicídio o sacrifício é maior.


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