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Este trabalho investiga o desenvolvimento no século dezenove da teoria econômica clássica em sua negligenciada vertente francesa, privilegiando o estudo da teoria do valor e da análise econômica do estado. 

Partindo de uma perspectiva gradualista sobre a evolução científica, este trabalho traça a evolução da escola a partir da obra de seus principais precursores, Cantillon, Quesnay e Turgot. Depois de argumentar como Garnier e Say sistematizam a economia de Smith e como Destutt de Tracy utiliza a filosofia de Condillac para fundamentar a teoria em termos da lógica da ação, mostramos como esse referencial fornece a base para Storch e Rossi desenvolverem a teoria subjetiva do valor e Comte, Dunoyer e Blanqui criarem uma interpretação econômica da história, baseada no conflito entre produtores e exploradores.


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Sobre o autor

Fabio Barbieri é mestre e doutor pela Universidade de São Paulo.  Atualmente, é professor da USP na FEA de Ribeirão Preto.



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