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"uma abordagem melhor apresentar essa ideia ressaltando que o salário é determinado pelo lucro e nunca o contrário (ainda mais pra quem sofreu anos de lavagem cerebral de valor trabalho e decorou por osmose que custo determina preço). E também que trabalho é só mais um recurso escasso como um tomate ou um ventilador."

Até aqui, quase tudo certo. Para ficar certo você teria de dizer que "o salário é possibilitado pelo lucro", e é "determinado pelos consumidores".

Consumidores determinam as receitas, as receitas determinam os lucros, e os lucros possibilitam os salários.

Tire o consumidor da jogada, e tudo acaba. Se os consumidores pararem de comprar, não há receitas. E aí não há nem salários e nem lucros.

"É mais didático explicar que se há demanda para um trabalho em uma fabrica especifica que produz o produto X, é porque existe anteriormente uma demanda pelo produto X em questão, caso não existisse essa demanda pelo produto X não haveria demanda para o trabalho de produzi-lo. No caso de uma possível diminuição do valor de X acarretaria na diminuição valor do serviço/trabalho/esforço de produzi-lo."

Tudo bem, mas aí você apenas reforçou meu ponto de que euem determina tudo é o consumidor. Isso é um tanto óbvio, não?

"Se a sociedade em geral não percebe as velas como um produto doméstico essencial e ,por exemplo, mudar sua preferência para lampadas, consequentemente a demanda por trabalho na industria de lampadas irá despencar."

Idem acima.

"O preço dos salários oscila em decorrência do preço dos produtos finais, se há lucro em produzir as lampadas existira trabalho nesse setor, caso contrário não haverá trabalho. Pois, significa que sua produção é inviável, consome mais recursos do que produz, ou seja, empobrece uma sociedade, deixa de criar valor para destruí-lo."

Correto. E de novo: apenas comprova que quem determina tudo é o consumidor.

Há um artigo inteiro sobre isso:

Por que lixeiros e professores ganham menos que artistas e grandes jogadores de futebol
Não falou nada e ainda errou tudo.

Sim, há deflação de preços nos produtos tecnológicos. Isso não é tergiversação. É fato tangível.

Um iPhone 2018, lançado em 2018, continuou sendo produzido em 2019, mas ficou mais barato em 2019. E continuará sendo produzido em 2020 e ficará ainda mais barato em 2020.

Um iPhone 2019, lançado em 2019, continuará sendo produzido em 2020, e ficará mais barato em 2020. E continuará sendo produzido em 2021 e ficará ainda mais barato em 2021.

Um iPhone 2020, lançado em 2020, continuará sendo produzido em 2021, e ficará mais barato em 2021. E continuará sendo produzido em 2022 e ficará ainda mais barato em 2022.

Sempre foi assim com todos os modelos de iPhone.

Aliás, sempre foi assim com todos os modelos de computador (em todas as décadas), de calculadoras (em todas as décadas), de televisores (em todas as décadas), de câmeras de vídeo (em todas as décadas), de máquinas fotográficas (em todas as décadas), de notebooks (em todas as décadas) etc.

Lança-se um modelo novo hoje a um preço Y, e daqui a um ano este mesmo modelo continua em produção, mas sendo vendido a um preço X (sendo que X é menor que Y).

Como você explica isso? Por que empresas de tecnologia investem maciçamente e produzem modelos que a cada ano que passa são vendidos a preços menores?

Pela sua lógica, isso jamais deveria acontecer. Jamais alguém deveria continuar produzindo coisas cujo preço cai ano após ano.

Entretanto, é simples entender por que isso ocorre. Quando você investe já sabendo que os preços tendem a cair no futuro, você ajusta seu custo de produção de acordo. Você adota processos de produção mais eficientes. Você aumenta sua escala. (Ah, e sem qualquer redução salarial dos empregados).

De novo: isso não é teoria; empresas de tecnologia operam exatamente assim. Produtos lançados em 2015, por exemplo (pense no iPhone) continuam sendo produzidos hoje, mas seus preços caem ano após ano.

Quem nada sabe sobre administração e sobre economia básica (empresas lucram muito mais com redução de custos do que com aumento de preços) realmente tem dificuldade para entender esse básico.

Eis um artigo que refuta um por um de seus clichês:

www.mises.org.br/article/2717/as-bencaos-de-uma-deflacao-de-precos
Selfie-service dispensou os garçons e barateou a comida(Redução de custos),provando que os trabalhadores são um custo a mais na atividade de fast-food,mas nos restaurantes gourmet,os garçons e maître são fundamentais para o serviço mesmo aumentando os custos,portanto a mais-valia é o maior engana trouxa da história.
Não, não........ o problema está no Chaves querer, uma vez que a caixa de sapateiro exista, que ela seja compartilhada e quem produzir com ela, ganha 100% do que produzir. Tá, pode ser, mas não com a caixa de sapateiro da Chiquinha!! Que seja com outra que foi comprada por todos que a utilizarão.

Ai, como mostra a história, a Chiquinha, com sua caixa de sapateiro, consegue engraxar mais sapatos e cobrar menos que a turma que comprou uma caixa de sapatos para compartilhar, pois eles estão muito envolvidos com discussões sobre quem pegou os melhores horários para utilizá-la, quem está estragando o equipamento, quem produz mais rápido e deveria deixar o que produz menos ter mais tempo para usá-la, assim todos ganhariam o mesmo com a caixa, etc.

Só vamos lembrar que, na URSS, havia uns 5% de terras que estavam nas mãos de proprietários privados. Estes 5% produziam algo tipo 70% dos alimentos do país..........
Parece que Marx nunca conheceu a palavra CUSTO. Ele achava que tudo era produzido com mágica mesmo.
Acredito que seria uma abordagem melhor apresentar essa ideia ressaltando que o salário é determinado pelo lucro e nunca o contrário (ainda mais pra quem sofreu anos de lavagem cerebral de valor trabalho e decorou por osmose que custo determina preço). E também que trabalho é só mais um recurso escasso como um tomate ou um ventilador.

É mais didático explicar que se há demanda para um trabalho em uma fabrica especifica que produz o produto X, é porque existe anteriormente uma demanda pelo produto X em questão, caso não existisse essa demanda pelo produto X não haveria demanda para o trabalho de produzi-lo. No caso de uma possível diminuição do valor de X acarretaria na diminuição valor do serviço/trabalho/esforço de produzi-lo.

Se a sociedade em geral não percebe as velas como um produto doméstico essencial e ,por exemplo, mudar sua preferência para lampadas, consequentemente a demanda por trabalho na industria de lampadas irá despencar. O preço dos salários oscila em decorrência do preço dos produtos finais, se há lucro em produzir as lampadas existira trabalho nesse setor, caso contrário não haverá trabalho. Pois, significa que sua produção é inviável, consome mais recursos do que produz, ou seja, empobrece uma sociedade, deixa de criar valor para destruí-lo.
Ulysses, tendo a discordar de você. o Setor tecnológico não tem deflação de preços e sim um ajuste devido aos custos de desenvolvimento das tecnologias serem diluídas pelo consumo, além é claro da defasagem da tecnologia pleo surgimento de tecnologias mais eficientes e inovadoras.
A questão da deflação gera um impacto negativo para a economia pelo fato de que em uma economia em deflação as pessoas tendem a não consumirem esperando que os preços baixem ainda mais. Além disso, os empresários tendem a não investir pois o potencial de lucro passa a ser menor e o de prejuízo tende a ser maior, devido que máquinas, equipamentos e mercadorias tendem a ter o preço deflacionado e o empreendedor vê seu estoque e patrimônio desvalorizar.
Um detalhe interessante é que devido a esse movimento negativo, os salários tendem a diminuir e os empregos a desaparecer devido a queda na demanda. Quem seria louco de comprar uma carreta fechada de algum produto correndo o risco de ter de vender por um preço menor do que pagou?
A inflação, por sua vez, é prejudicial pois em movimento contrário cria uma bolha de crescimento artificial e insustentável que se romperá gerando crise e levando o país a estagnação e até deflação.
Parece que todo trabalho ou empreendimento do Chaves tende sempre a fracassar sendo diferente naquela série do Todo mundo odeia o Chris em que mesmo o Chris fracassando em algum empreendimento ou trabalho "novo" acaba voltando pro "antigo"( trabalhar pro Doc ).

Resumindo...

Chaves - passa fome - fracassa em todos os empreendimento ou trabalho - passa fome - trágico

Chris - não passa fome - fracassa em alguns empreendimento ou trabalho "novo" - volta pro trabalho antigo - não passa fome - menos trágico

Spoiler não gravado nos episódios finais:

Chaves morre atropelado e Chris vira um humorista rico.
Tenho essa mesma opinião, Jorge Krug.

O texto é bom e expõe muito bem o ônus para o país do funcionalismo, mas os comentários de difamação do funcionalismo público não ajuda em nada na melhoria do sistema. Esse governo atual vai reduzir alguns benefícios dessa estrutura e deve facilitar um pouco a vida do empreendedor, mas como foi dito, tudo isso é pouco, pois precisamos de continuidade dessas politicas. Nesse ponto é importante colocar no debate o peso do funcionalismo público, mas se quem for defender as ideias liberais tiver a argumentação exposta aqui nos comentários, essa continuidade não acontecerá nunca.
Ainda mais importante do que estabilizar em relação ao dólar é estabilizar em relação a uma cesta de commodities.

Mais importante do que saber quantos dólares seus reais compram é saber quantas commodities seus reais compram.

Preço de commodities é tão ou mais determinante do que a simples cotação dólar na determinação da inflação de preços. Afinal, commodities são insumos para a produção de bens e serviços da cesta de consumo. E, além de influir diretamente no custo de produção, os preços das commodities tendem influenciam os termos de troca e, consequentemente, a renda e a demanda domésticas.

Felizmente, o Banco Central parece saber disso, tanto é que ele abertamente fala sobre isso em seus relatórios trimestrais de inflação.

Veja, por exemplo, na página 34:

www.bcb.gov.br/htms/relinf/port/2017/12/ri201712p.pdf

E a própria alta cúpula do Banco Central reconhece que utiliza o IC-Br (Índice de Commodities - Brasil) como guia para a "inflação importada". Veja a partir do minuto 38:30:



O IC-Br converte os preços (em dólares para reais) das principais commodities consumidas no Brasil. Como as commodities são precificadas em dólar, se o dólar encarece, as commodities tendem a encarecer em reais. No entanto, se o dólar encarece, mas as commodities barateiam em dólar (que é o que normalmente ocorre), então há estabilidade no preço das commodities em reais. E se o dólar encarece, mas commodities barateiam em dólar com mais intensidade do que o dólar encareceu em reais, então elas ficam mais baratas em reais. (Isso aconteceu em maio, junho, julho e agosto; vide no gráfico abaixo).

Com efeito, esse Índice se tornou tão proeminente, que ele passou a ser o segundo destacado na lista dos Indicadores Econômicos Selecionados, atrás apenas do IBC-Br, que é a prévia do PIB:

www.bcb.gov.br/estatisticas/indicadoresselecionados

Veja a evolução do Índice de Commodities (já convertido para reais):

ibb.co/1XFmmyR

E perceba que há correlação com o IPCA

ibb.co/C0FThSQ

Portanto, se for para escolher, manter o IC-Br estável (ou, melhor ainda, declinante) já seria ótimo. Para fazer isso, basta vender dólar (em troca de reais) e utilizar os reais para comprar títulos públicos em posse dos bancos. Ao fazer isso, a base monetária não se altera (logo, a Selic não é afetada) e o dólar barateia, o que já garante estabilidade no índice de commodities.

Já que é para haver Banco Central, e já que ele é o "guardião da moeda", então faria muito mais sentido ele atuar para garantir o preço da moeda (seu real poder de compra) do que fixar o preço do crédito (a taxa de juros de curto prazo).
A teoria marxista é realmente algo que explica tudo em economia: o dono de uma lanchonete é um burguês explorador, enquanto o diretor de uma multinacional é um proletário oprimido. Faz todo o sentido.
Pra esse povo salário justo é só 150 mil reais por mês mais o auxílio-mansão.
Pergunta off topic:

Leandro,

Vendo uma notícia como essa: economia.uol.com.br/noticias/redacao/2019/10/22/dolar-vai-seguir-acima-de-r-4-por-meses-dizem-economistas.htm

Me pergunto o que o BC e/ou Governo Federal deveriam fazer (ou não fazer) para manter o real estável/valorizado? Quais os caminhos para resolver esse problema do câmbio?

(Já li artigos que vc menciona medidas como adoção do Currency Board, liberação de circulação de moedas estrangeiras, etc... mas, como você mesmo disse, são medidas que tem chance quase zero de serem implantadas no Brasil.)

Obs: No longo prazo a expansão monetária no Brasil tende a gerar uma desvalorização do real perante o dólar? Uma inflação brasileira na casa dos 4% a.a. frente a uma inflação nos EUA (salvo engano) na casa dos 2% a.a. irá gerar essa tendencia de desvalorização com o passar do tempo? Se estou certo, um dos caminhos seria diminuir o ritmo da expansão monetária para buscarmos um inflação menor?
"Tem o sujeito que é Chiquinha e ta apenas defendendo o lado da Chiquinha."

Ao defender a Chiquinha, ele está automaticamente ajudando o Chaves, pelo simples e lógico motivo de que, não fosse a Chiquinha, Chaves estaria pior, pois sem renda.

Com Chiquinha, Chaves tem instrumentos de trabalho, fatura $ 100 e fica com $ 50. Sem Chiquinha, Chaves não tem nada.

E não há refutação lógica a isso.

"Tem o sujeito que é o Chaves e ta defendendo o lado do Chaves.(Esses vocês do IMB normalmente chamam de "esquerdistas", marxistas...)"

Não entendi. Qualquer pessoa racional no lugar do Chaves também defenderia os próprios interesses. Chaves voluntariamente aceitou o arranjo proposto por Chiquinha (ganhar $ 50), pois, a alternativa, seria não ter nada. Ao agir assim, ele defendeu os próprios interesses.

É estranho você dizer que tal postura (defender os próprios interesses) seria rotulada de "esquerdista", "marxista" etc.

"O problema ta no sujeito que é "Chaves" mas acha que é "Chiquinha"."

Por que isso seria um problema? Um proletário que pensa como um empreendedor e que quer se tornar um empregador seria um problema para quem e por quê?

Ao meu ver, aliás, ele seria um problema apenas para o patrão dele, que corre o risco de perdê-lo.

Sua participação aqui foi confusa.
Excelente artigo!
Ao contrário do que dizia Karl Marx, capital e trabalho NÃO SÃO inimigos , eles são complementares. Um PRECISA do outro.
1) Qual o salário justo?

2) Quantas pessoas você emprega?

3) Qual o salário que você paga para elas?

Coloque aqui fotos que comprovem os pagamentos. Utilize este site para postar o link das fotos:

pt-br.imgbb.com/
Artigo inteiro respondendo exatamente a esta falácia do "morrer de fome":

www.mises.org.br/article/3031/eis-as-tres-principais-maneiras-como-os-capitalistas-melhoram-a-vida-dos-trabalhadores-

Eis um antepasto:

"João não tem nenhum emprego e não é proprietário de nenhum meio de produção. Sem emprego, sem renda e sem ativos que possam lhe gerar renda, a única opção que ele tem para alimentar a si próprio e a sua família é literalmente utilizar suas mãos para produzir bens que satisfaçam a vontade de consumidores voluntários.

Obviamente, a produtividade de João será próxima de zero. Na melhor das hipóteses, ele conseguirá cultivar alguns vegetais e abater alguns pequenos animais para alimentar sua família.

Ou então ele pode fazer pequenas atividades artesanais com suas mãos utilizando recursos brutos que ele encontrou na natureza, e então vender este artesanato para quem quiser voluntariamente comprar.

Se a família de João sobreviver, o máximo a que ela pode almejar é um nível mínimo de subsistência.

Para se tornar mais produtivo, e assim garantir a sobrevivência sua e de sua família, João obviamente necessita ter acesso a bens de capital que lhe permitam aumentar sua produtividade. Afinal, quanto mais ele conseguir produzir utilizando sua mesma mão-de-obra, maior será sua receita.

Sendo assim, João agora tem de fazer uma escolha: adquirir ele próprio bens de capital para que ele possa produzir bens para vender, ou ir trabalhar para um capitalista que lhe forneça os meios de produção aos quais João pode aplicar sua mão-de-obra em troca de um salário.

Há vários, mas eis os três principais benefícios fornecidos pelo capitalista a João, os quais fazem com que João, e a esmagadora maioria das pessoas, considere ser mais benéfico trabalhar para um capitalista."
Quem cria moeda é o Banco Central, uma agência estatal responsável por planejar centralmente a economia.

Esquerdistas e redistributivistas, estranhamente, são contra o padrão-ouro (como você demonstrou saber).

Aí fica difícil
Eu concordaria com a conclusão do artigo se a sociedade empregasse um meio de troca (moeda) que não pode ser criado a partir do nada, como por exemplo ouro ou bitcoin. Enquanto uma classe detiver o poder de criar moeda, diminuindo a sua escassez e, portanto, o seu valor, o resto da sociedade sempre receberá menos do que deve pelo seu trabalho e a sua poupança sempre será lentamente furtada. Isso ficou ainda mais claro após a crise da bolha da internet, com as medidas tomadas pelos bancos centrais que acentuaram a concentração de renda nos "1%".Concordo com as pessoas orientadas por ideias da esquerda que existe algo de errado com a sociedade, mas acredito que o seu diagnóstico esteja errado. O real conflito de classe está entre as elites do estado contra o restante da população.
Se não paga um salário justo, está explorando sim.