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Últimos comentários


Olá a todos ! Gostaria muito que a obra do Hoppe " The Economics and Ethics of Private Property" fosse publicada, é o livro pai do anarcocapitalismo após a ética da liberdade. Serei um dos primeiros a comprar, abraços.



Agradeço as palavras a mim direcionadas, mas suas teses econômicas são tão erradas e descabidas, que é impossível deixá-las passar em branco.

Vou abordar as mais gritantes.

"Existem certas capacidades que só o governo tem."

Correto. Só ele tem a capacidade de destruir uma economia, por exemplo. No máximo, na melhor das hipóteses, ele pode apenas atrapalhar pouco.

"Por exemplo, capacidade virtualmente ilimitada de honrar seus compromissos em moeda local,"

O que, na prática, significa que o governo pode ou hiperinflacionar para quitar suas dívidas (o que nos leva à década de 1980 no Brasil) ou aumentar continuamente sua carga tributária (o que nos traz ao modelo atual). Cabe a você mostrar que ambos estes arranjos são propensos a criar prosperidade.

"capacidade de assumir riscos de investimento de longo prazo em infraestrutura"

O que o governo faz, na realidade, é tomar dinheiro alheio e repassar a seus empresários favoritos, os quais então irão fazer obras que atendem a interesses políticos e eleitoreiros, e não às genuínas demandas dos consumidores.

Se uma determinada obra, por mais vultosa que seja, atende a uma genuína demanda dos consumidores, então isso, por definição, significa que ela é lucrativa. Sendo lucrativa, empreendedores se acotovelarão para atender a esta demanda de mercado, pois há lucros a serem obtidos.

Por outro lado, se uma obra de longo prazo não é economicamente lucrativa, então, por definição, significa que não há genuína demanda por ela, e, logo, só será feita para atender a desejos políticos. Moradores locais serão privilegiados à custa do resto do país, que só perderá.

Um grande exemplo de tudo isso é a ponte Rio-Niterói. Ótima para os cariocas e niteroienses que a utilizam diariamente. E péssimas para os desdentados do Piauí, que viram todo o seu INPS enterrado na ponte.

É indiscutível que uma obra será ótima para aquela pequena fatia da população que irá utilizá-la diariamente. A questão é: e quanto ao restante da população? Quais serão as consequências da construção desta ponte para quem não a utiliza?

A construção da obra será paga ou com impostos ou com endividamento.

Se com impostos, as pessoas e empresas que pagaram esses impostos ficarão sem esse dinheiro e, logo, não poderão despendê-lo em coisas que voluntariamente considerem mais necessárias. Consequentemente, os empreendimentos que receberiam esse dinheiro ficam agora sem receita.

Se com endividamento do governo, as pessoas e empresas que poderiam ter pegado esse dinheiro emprestado para fazer investimentos produtivos, ficarão agora sem acesso a ele.

Em ambos os casos, os empreendimentos que agora não mais receberão este dinheiro — que foi desviado para a obra — começarão a demitir. Ou então não mais se expandirão.

Portanto, para cada emprego público criado pela obra, foi destruído, em algum lugar, um emprego no setor privado.

Podemos ver os operários empregados na obra. Podemos vê-los trabalhando. Esta imagem real faz com que o argumento do governo — seu investimento gerou empregos — se torne vívido, tangível e convincente para a maioria das pessoas. Há, no entanto, outras coisas que não vemos porque, infelizmente, não se permitiu que surgissem. São os empregos destruídos pelos $100 milhões tirados dos contribuintes ou do mercado de crédito.

Na melhor das hipóteses, tudo o que aconteceu foi uma transferência de empregos por causa de um projeto. Mais operários para a construção da ponte; menos operários para a indústria automobilística, menos empregados para fábricas de artigos de vestuário e para a agropecuária.

E agora vem pior: caso a obra tenha sido financiada via empréstimos contraídos pelo governo, tais empréstimos terão de ser quitados. E quem fará isso serão os pagadores de impostos de todo o país. Dado que o governo não gera riqueza, ele só poderá quitar seus empréstimos por meio de impostos confiscados da sociedade.

Como então é possível dizer que houve um enriquecimento de toda a sociedade?

A grande lição é: vivemos em um mundo de recursos escassos. Aquilo que é utilizado em um setor foi necessariamente retirado de outro setor. Se os gastos do governo concentraram recursos em um setor, então outros setores ficaram sem estes mesmos recursos.

Se o governo está construindo uma ponte, ele irá consumir grandes quantidades de aço, cimento, vergalhões e argamassa. Isso significa que todo o resto do setor da construção civil terá agora de pagar mais caro para conseguir a mesma quantidade de aço, cimento, vergalhões, argamassa. Os preços desses itens irão subir e, como consequência, todos os bens que utilizam esses itens em sua construção — como imóveis e carros — ficarão mais caros.

Quando o governo gasta, ele está consumindo bens que, de outra forma, seriam utilizados pela população ou mesmo por empreendedores para fins mais úteis e mais produtivos. Por isso, todo o gasto do governo gera um exaurimento de recursos. Bens que foram poupados para serem consumidos no futuro acabam sendo apropriados pelo governo, que os utilizará sempre de forma mais irracional que o mercado, que sempre se preocupa com o sistema de lucros e prejuízos. Portanto, os gastos do governo exaurem a poupança (por ''poupança'', entenda-se ''bens que não foram consumidos no presente para serem utilizados em atividades futuras'').

Os gastos do governo não possuem o poder milagroso de criar riqueza para todos. Sempre há os que ganham e sempre há os que perdem. Impossível todos ganharem.

O velho ditado segue impávido: quem afirma que gastos do governo geram crescimento econômico está afirmando que tomar dinheiro de uns para gastar com outros pode enriquecer a todos. Está afirmando que tirar água da parte funda da piscina e jogá-la na parte rasa fará o nível geral de água na piscina aumentar.

Uma obra é viável? Tem demanda? Então seus beneficiários diretos estarão mais do que dispostos a pagar por ela. Ou pagar pedágio para a empresa que se dispuser a construí-la.

Foi assim que aconteceu em Hong Kong

"capacidade de investimento em ciência básica e tecnologia"

Isso exige uma resposta mais detalhada, a qual foi dada aqui:

Ciência financiada pelo livre mercado versus ciência estatal

"capacidade de definir um posicionamento estratégico para a nação e conduzir iniciativas para realizar este posicionamento."

Ou seja, políticos têm mais visão empreendedorial do que todo o conjunto de empreendedores do país. Aliás, têm mais visão empreendedorial que todo o conjunto de empreendedores do resto do mundo -- afinal, em um livre mercado, qualquer consórcio de empreendedores de qualquer lugar do mundo poderia livremente vir ao país e fazer obras aqui.

Desconheço um único exemplo bem-sucedido desta sua teoria. Mas conheço vários mal-sucedidos.

"Capacidade de combinar políticas fiscais e monetárias de forma a maximizar a capacidade produtiva da nação."

Aí você está dizendo que manipular juros, imprimir dinheiro e cobrar impostos é o que "maximiza a capacidade produtiva da nação". Pelo visto, você está totalmente alheio ao que ocorreu no Brasil nos últimos anos. Afinal, isso foi exatamente o que foi feito aqui, e o resultado foi o exato oposto da "maximização da capacidade produtiva da nação".

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466

"Estas capacidades, se bem utilizadas, em colaboração com os demais segmentos da sociedade, representam a diferença entre um pais bem sucedido e um pais medíocre. Não fazer uso delas é burrice."

Fizemos uso de todas elas aqui no Brasil. Isso, sim, foi burrice.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2755

"Na realidade dívida pública é poupança privada."

Essa foi a pior de todas. Dívida pública só é poupança para quem aplica na dívida do Tesouro. Só que tem uma encrenca: quando essa dívida é quitada, alguém tem de ser tributado para isso. E essa pessoa tributada foi "despoupada", por definição. E sua poupança foi repassada ao aplicador.

Logo, não é necessário ser um gênio matemático para entender que houve apenas uma redistribuição de renda. Um ganhou, outro perdeu. Quem comprou títulos públicos se deu bem; já quem foi tributado para quitar essa dívida se deu muito mal.

Como em todas as intervenções estatais, sempre há ganhadores e perdedores. A ideia de que a dívida pública é boa porque "nós devemos a nós mesmos" possui profundas implicações: tudo depende de se você faz parte do "nós" ou do "nós mesmos".

"Déficits do governo correspondem a superávits do setor privado."

Isso não faz o mais mínimo sentido. A igualdade contábil nem sequer é essa. A igualdade é outra: o saldo da balança comercial é igual à soma da poupança (ou déficit) do setor público e a poupança (ou déficit) do setor privado.

Não há absolutamente nenhuma teoria dizendo que se o setor público tem déficit isso significa que o setor privado teve superávit.

"Gastos do governo criam dinheiro"

Errado. Déficits do governo podem criar dinheiro caso o governo recorra a empréstimos do setor bancário, e o setor bancário crie dinheiro (via reservas fracionárias) mas não venda ativos para o setor privado com o intuito de conseguir este dinheiro. (O que foi explicado em detalhes neste artigo).

Já a frase "gastos do governo criam dinheiro" é totalmente desprovida de verdade.

"e impostos cancelam dinheiro."

Ainda mais falso. Impostos só podem "cancelar dinheiro" se o governo incorrer em superávit nominal (o que quase nunca ocorre, exceto em raríssimos um ou outro mês) e, em seguida, guardar esse dinheiro dentro de um cofre eletrônico (o que nunca houve na história do mundo).

Tudo o que o governo arrecada ele gasta ou quita dívida. E, ao quitar dívida, o dinheiro volta para a mão de pessoas e empresas. Logo, não houve nenhum "cancelamento de dinheiro".

"Se o governo gasta mais do que recolhe de impostos – um déficit – há um saldo financeiro líquido no setor privado."

Abordado acima. Haverá saldo financeiro líquido no setor privado apenas se o governo recorrer a empréstimos do setor bancário, e este não vender ativos para o setor privado. No entanto, observe que, neste caso, houve aumento da dívida pública, e esta terá de ser quitada via impostos, os quais advêm do setor privado -- e cobrar impostos do setor privado é o oposto de "saldo financeiro líquido".

No final, você está simplesmente acreditando em mágica, e dizendo que o governo é o ente capaz de efetuar esse milagre em que criação de dinheiro e aumento da dívida beneficiarão a todos e não prejudicarão ninguém.

"Todos estes países se industrializaram e se tornaram ricos com participação do governo no financiamento, planejamento e condução de um projeto estratégico para o país, no desenvolvimento da infraestrutura, na criação de forca de trabalho de excelência, na criação de um parque industrial diversificado, no investimento em ciência básica e tecnologia e no posicionamento e defesa dos seus interesses perante a comunidade internacional."

Você acabou de descrever o funcionamento do planejamento da União Soviética. Já entre os países de primeiro mundo, nenhum teve comitês voltados a essas áreas. Agora, se você realmente acredita que o parque industrial de Suíça, Alemanha, Hong Kong, Cingapura e EUA (apenas para citar os mais robustos) foram obras de seus governos (e não de um mercado voltado a atender as demandas dos consumidores), então realmente nada posso fazer por você. E se você acredita que a China é o modelo a ser copiado, então realmente será impossível chegarmos a qualquer concordância.

Agradeço novamente suas palavras, mas infelizmente só posso concluir que você não entendeu nada do que leu por aqui.


Eu votei contra o desarmamento no referendo de 2005.

Essa proibição foi golpe !



É a mesma resposta da pergunta "Porquê até hoje ninguém invadiu a Suíça?".



Para mim estas estatísticas pouco importam,o que interessa é a minha defesa pessoal,ou seja quero portar um 38 ou quem sabe uma metralhadora,pois só assim estarei seguro contra a bandidagem e ajudar terceiros em apuros,estatísticas é para a Polícia e o poder público avaliarem seus trabalhos e não para nós cidadãos ficarem consultando.

Lógico que para estudos comparativos,culturais,curiosidades e afirmações contra ou a favor elas tem seu valor,mas para mim pessoalmente são inócuas e perfumaria de estatistas demagogos.


Alguém me responde uma dúvida (um pouco fora do assunto do texto) ? Como uma nação verdadeiramente liberal, com Estado mínimo, consegue se proteger de outra que não segue essa ideologia ? Em outras palavras, como uma sociedade de livre-mercado, sem governo centralizado, consegue se defender de outra população que possui hierarquia rígida, concentra seus recursos no desenvolvimento da guerra e num exército poderoso? Um povo que vive o "Laissez-faire" não estaria muito suscetível a sucumbir perante um poder externo organizado ? Mesmo com o armamento individual na população liberal, as forças militares organizadas externas não seriam mais fortes (até porque numa sociedade livre não se pode admitir a existência de alistamento obrigatório) ?



Interessante que um dos primeiros atos de Lenin, após a revolução russa, foi desarmar a população.


Fui operário no ABC Paulista, na década de oitenta, e o sindicato o qual eu pertencia, sempre se posicionou contra a cobrança anual desse posto sindical!
Aliás, fazia parte da pauta de reivindicações anuais, o fim desse famigerado imposto!


Rapaz, um exemplo de como não é necessária a propriedade intelectual para a galera produzir ( e muito bem, inclusive) é o open source Linux, que em muitos aspectos dá uma surra no windows

Errado. O Linux usa licença GPL e exige que qualquer versão modificada mantenha o código aberto e acesso aos fontes:

www.gnu.org/licenses/old-licenses/gpl-2.0.html

www.gnu.org/licenses/rms-why-gplv3.pt-br.html

Ou seja, trata-se de um projeto protegido por direitos autorais e com restrições (poucas) explícitas a quem for distribui-lo. Mesmo o Android, que roda sobre Linux, tem de obedecê-las. Não podem "kibar" o Linux.


Eu já digo que PIB não conta. Uma fórmula que pode ser manipulada com gastos governamentais e impressão de dinheiro, e que considera importação como algo que subtrai riqueza, não pode ser levada a sério.

Muito melhor simplesmente deixar o povo livre, com o planejamento feito por indivíduos ou empresas. Veremos produto privado remanescente e consumo por lar crescendo antes do PIB, mas este naturalmente acompanhará.

Como demonstra o Paraguai, podemos ter padrão de consumo superior ao europeu antes que as fórmulas mostrem que estamos ricos.


Orweel nunca se arrependeu de ser socialista e criticava o capitalismo como exercido na Inglaterra à sua época


Alguns artigos do Leandro Roque que analisam a economia brasileira me motivam a visitar este site com frequência. A clareza e a preocupação em explicar a economia como ela é, fazem dos seus textos o que há de melhor no jornalismo econômico do Brasil.

É um contraste grande com o conteúdo de caráter mais ideológico relacionado a Escola Austríaca, como, por exemplo, o presente artigo. A linguagem e o discurso promovem uma divisão da sociedade que não é nada saudável. Há uma constante busca de colocar governo e sociedade como adversários. A própria escolha das palavras, como afrontar, intervencionista, impor, aparato, coerção, czares, tirano, deixa isto bem claro. Laissez-faire e planejamento são uma batalha.

Tomei contato com a escola austríaca no final dos anos 90 quando fazia MBA em Finanças no IBMEC. O Prof. Ubiratan Iorio transmitia com entusiasmo as ideias de Mises e Hayek na disciplina de Economia e muito me influenciaram durante um longo período.

Mais recentemente, procurando entender a crise de 2008, tive oportunidade de explorar a história da ciência econômica e comecei descobrir que muito do que se ensina nos cursos de macroeconomia não corresponde à realidade. Passei então a buscar a verdade sobre austeridade, dívida pública, dinheiro, credito, déficits lendo economistas como Georg Friedrich Knapp, Georgescu-Roegen, Marriner Eccles, Alfred Mitchell-Innes, Abba Lerner, Hyman Minsky, Wynne Godley, Randall Wrey, Warren Mosler, Richard Werner, Michael Hudson, Cullen Roche e Steve Keen e explorando, além de macroeconomia, temas como Energia e Entropia, Termodinâmica, Modelagem de Sistemas Complexos e System Dynamics.

Uma sociedade é composta de pessoas distribuídas entre governo, domicílios, empresas, ongs, escolas, universidades e países parceiros, que precisam colaborar para produzir bens e serviços que atendam às suas necessidades. O governo é uma peça chave neste ecossistema. Existem certas capacidades que só o governo tem. Por exemplo, capacidade virtualmente ilimitada de honrar seus compromissos em moeda local, capacidade de assumir riscos de investimento de longo prazo em infraestrutura, capacidade de investimento em ciência básica e tecnologia, capacidade de definir um posicionamento estratégico para a nação e conduzir iniciativas para realizar este posicionamento. Capacidade de combinar políticas fiscais e monetárias de forma a maximizar a capacidade produtiva da nação. São capacidades que o setor privado não tem. Estas capacidades, se bem utilizadas, em colaboração com os demais segmentos da sociedade, representam a diferença entre um pais bem sucedido e um pais medíocre. Não fazer uso delas é burrice.

EUA, Japão, Coreia do Sul, Cingapura e a China não chegaram aonde chegaram colocando a sociedade contra o governo. Chamando pejorativamente servidores públicos de parasitas e burocratas. Afirmando bobagens do tipo que se lê aqui com frequência de que imposto é um confisco de recursos dos cidadãos necessário para que o governo possa gastar, que o governo não produz nada, que déficits públicos são ruins. Que dívida pública concorre com investimento privado. Tais afirmações demonstram apenas um desconhecimento sobre como funciona uma economia moderna que emite sua própria moeda fiat soberana. Na realidade dívida pública é poupança privada. Déficits do governo correspondem a superávits do setor privado. Gastos do governo criam dinheiro e impostos cancelam dinheiro. Se o governo gasta mais do que recolhe de impostos – um déficit – há um saldo financeiro líquido no setor privado.

Todos estes países se industrializaram e se tornaram ricos com participação do governo no financiamento, planejamento e condução de um projeto estratégico para o país, no desenvolvimento da infraestrutura, na criação de forca de trabalho de excelência, na criação de um parque industrial diversificado, no investimento em ciência básica e tecnologia e no posicionamento e defesa dos seus interesses perante a comunidade internacional. Estratégias envolvem escolhas. Estas escolhas não devem ser confundidos com privilégios.

Elon Musk só conseguiu seus feitos na SpaceX as custas de várias gerações de projetos financiados por recursos do governo dos EUA a partir do final da segunda guerra. O iPhone é fruto de tecnologias desenvolvidas pelo governo, diretamente nos seus próprios laboratórios ou indiretamente, provendo recursos para universidades e empresas. Só o Departamento de Energia dos EUA comanda uma rede de 17 laboratórios de pesquisa básica e centros de tecnologia que desenvolvem as soluções de energia para o futuro.

Claro que o governo, como qualquer outro segmento da sociedade, deve exercer suas funções com qualidade e responsabilidade, sem privilégios. Cabe a sociedade implantar mecanismos que assegurem que isto ocorra. É difícil. Mas é necessário. Pois não há alternativa de uma nação forte sem governo forte. Se o governo é necessário, então por que não dimensiona-lo adequadamente de forma a torna-lo capaz de exercer suas funções de forma plena? Em parceria com os demais segmentos da sociedade. Não se trata de afrontar a vontade dos consumidores ou suprimir democracia do mercado. Não é Laissez-faire contra planejamento. Trata-se de realizar o potencial de uma nação de forma plena.



[OFF] Vejo muitos livros desconhecidos por mim do Ludwig von Mises sendo vendidos (em português mesmo) em sites sobre esse tipo de venda, livros que não estão nem na biblioteca e nem na loja do site. Gostaria de saber se esses livros têm propriedades intelectuais impedindo suas publicações no site, nem que sejam PP em suas traduções ou ilustrações, já que os originais podem ser baixados no site do Mises Institute.
Obrigado!


Ainda bem que foi postado. Afinal, é com mentecaptos do seu tipo que eu me divirto.

A taxa de mortes caiu por causa do estado de São Paulo, que desvirtuou a média. Em todos os outros estados, as taxas aumentaram.

Pode conferir nas tabelas daqui e daqui

Ou seja, os números nacionais só caíram por causa do estado de São Paulo. Retire o estado de São Paulo da estatística e a taxa de homicídios em todos os outros estados explodiu.

Explique essa.

De resto, informe-se melhor, cidadão. São deslizes como esse seu -- que nem se deu ao trabalho de pesquisar em detalhes os números -- que fazem a festa dos políticos e dos demagogos.


Por fim, se quiser um artigo específico sobre isso (o qual tenho certeza de que não irá
ler):

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2147



O Brasil precisaria crescer no mínimo 6% a.a durante 16 anos para ser considerado um país de renda média alta. Começando o PIB com US$1,7 tri crescendo a 6% a.a teria um PIB depois de 8 anos um total de US$2,706 tri, depois de 16 anos um total de US$4,309 tri o que daria um PIB per capita de US$20,816.

Agora ter um PIB per capita de país rico só com um PIB de US$6 tri em diante para entrar neste seleto grupo, algo em que demoraria no mínimo 20 anos para se concretizar.



Mesmo sendo um comentário antigo, vale a pena respondê-lo, já que trata-se da argumentação (se é que esse emaranhado de parágrafos longos é um argumento) mais comum contra o laissez-faire.

"As teorias do Mises e cia jamais podem ser implementadas, pois a presença de regulação é e sempre será necessária, enqto isso vocês vão continuar concebendo estes ideais como perfeição, mas não podem ser implementados"

Argumento baseado em uma premissa falsa. Mises nunca argumentou que a regulação não é necessária, ele simplesmente disse que a regulação ESTATAL é problemática – justamente porque os políticos usam regulação para sufocar a concorrência e favorecer os empresários "queridinhos", formando oligopólios e cartéis. Quem perde com isso? O consumidor, claro.

"...primeiro porque a própria sociedade demanda regulamentação..."

Ué? Mudou de regulação para regulamentação? Vou considerar que ele errou na digitação.

Sim, existe demanda por regulação. E existem as empresas que suprem essa demanda dos consumidores – são as certificadoras. Elas servem para guiar os consumidores quando estes forem escolher os produtos que desejam adquirir, garantindo que aquele produto tem as qualidades que o consumidor preza (é orgânico, é "sustentável", é produzido sem trabalho escravo etc). Essas empresas têm como principal patrimônio sua reputação – se for descoberta fraude, a certificadora é desacreditada e tanto produtores quanto consumidores abandonam seus serviços. Portanto, são empresas com incentivos fortíssimos contra corrupção e fraude.

Todavia, o mesmo não pode ser dito para a regulação estatal (que o autor do comentário acha tão necessária), não é verdade?! Em poucas palavras – Operação Carne Fraca. Para saber mais sobre o assunto, leia o artigo abaixo:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2769

"ela é necessária desde os tempos imemoráveis e não é possível que mais de cinco mil anos de civilização isto esteja errado"

Ah, uma primorosa mistura de Argumentum ad antiquitatem (argumento da tradição) com Argumentum ad populum (como a multidão).

A antiguidade ou popularidade de uma coisa não a torna correta ou desejável. Estas falácias lógicas foram utilizadas para justificar a escravidão, entre outros comportamentos humanos horrendos.

"...segundo porque o colega ali acima exemplificou muito bem - os consumidores sempre estão em piores condições de decidir."

Os consumidores só estarão em piores condições de decidir justamente em um mercado artificialmente restrito à concorrência por regulação estatal. Se existe um oligopólio, e o consumidor não consegue fugir da empresa ruim – sai de uma ruim e cai em outra péssima.
Já em um mercado mais livre, soluções como o Reclame Aqui e os sistemas de avaliação permitem ao consumidor conhecer a reputação das empresas ANTES de consumir produtos ou serviços. Além disso, esses mecanismos permitem ao consumidor que foi lesado punir as empresas ruins, afugentando futuros clientes. Nesse ambiente, as empresas recebem incentivos tanto para abster-se de fraudes, como para ter um bom pós-venda.

Regulação estatal é ruim para o consumidor – "só não vê quem não quer".


Que artigo falacioso. No Brasil o aumento da taxa de homicídios caiu após o desarmamento.
Fonte: exame.abril.com.br/brasil/o-mapa-dos-assassinatos-no-brasil-nos-ultimos-30-anos/

Vou marcar o trecho para ficar mais claro.

"O estudo revela que, por outro lado, a promulgação do Estatuto do Desarmamento amenizou a escalada do número de homicídios na última década.

Nos primeiros 23 anos da série histórica, a taxa média de crescimento dos assassinatos era de 8,1% ao ano. A partir de 2004 — quando a lei entrou em vigor — até 2014, a taxa de mortes por armas de fogo caiu para 2,2% ao ano, de acordo com o estudo.

A estimativa é de que cerca de 133 mil vidas foram poupadas graças às medidas mais rígidas propostas pelo Estatuto do Desarmamento. "

Mas, provavelmente não irão postar meu comentário. Afinal, os *mentes abertas* deste instituto aceitam apenas comentários que concordam com o conteúdo apresentado.


Rapaz, um exemplo de como não é necessária a propriedade intelectual para a galera produzir ( e muito bem, inclusive) é o open source Linux, que em muitos aspectos dá uma surra no windows


Ron Paul disse que todo esse crescimento é pura ilusão, é possível ver a bolha mas não da pra saber quando estoura

Vocês concordam? E teria como o TRUMP amenizar o crash ou pelo menos retardar?

Eu acredito que sim pra todas as minhas perguntas, gostaria de ouvir mais gente aqui.

Abraços


OK, vamos baixar o nível intelectual para conseguirmos avançar. Responda honestamente:

"Temos a obrigação de impor o libertarianismo à sociedade"

A sentença anterior é verdadeira ou falsa?




O dinheiro é bom.

O que a bíblia diz é que o "amor ao dinheiro é a raiz de todos os males". Ou seja, aquela ganância de querer ganhar dinheiro a qualquer custo, nem que para isso que passar por cima da ética.

Por que, por exemplo, o corporativismo dos mega-empresários e banqueiros com os políticos? Por causa do amor ao dinheiro dos primeiros, e à ânsia pelo poder dos últimos.


Ótima descoberta, Ronaldo. Eu desconfiava que esse aumento de salário pudesse ser contrapartida de algum lobby, o que no caso não é ruim, e não uma consequência naturalmente esperada da diminuição dos impostos.

E aproveitando a oportunidade, acrescento que para que esses 'aumentos voluntários dos salários' gerem confiança no futuro da economia ao ponto de levar ao aumento de empréstimos pelos bancos, a inflação também tem que estar baixa. Em 1981, o governo Reagan fez também uma redução de impostos, mas como a taxa de juros estava lá em cima, não tinha como os bancos ampliarem o crédito.

Mas só para esclarecer, eu penso ser uma ilusão alguém diminuir impostos, visando aumentar a arrecadação.



Padaria no Socialismo: Fila de pessoas esperando pães

Padaria no Capitalismo: Fila de pães esperando pessoas


Mercado= pessoas. Regular mercado pra proteger emlresarios, é proteger empresarios da vontade das pessoas.



Ei, Marx, o que aconteceu com os seus colaboradores nos EUA que, apesar de tudo, falharam em barra o Trump?

Aliás, a história do suposto conluio com os russos foi tramada mesmo para parecer conluio com a campanha de Trump, notadamente inexperiente com as artimanhas políticas, e assim terem os democratas o que acusar?


No socialismo fila de pessoas esperam pães.

No capitalismo fila de pães esperam pessoas.

O mais bizarro no Brasil é essa direita querendo previdência, universidade gratuítas, infraestrutura e saúde de graça.

Só que Não tem dinheiro....O PIB per capita precisaria subir mais de 10 vezes para ter o mínimo de qualidade.


Assisti aos três capítulos do documentário Zeitgeist. De fato, trata-se de um delírio a visão deles de como a humanidade poderá se manter no futuro. Eles chegam a apresentar o projeto de sociedade deles, a organização das cidades e etc. Com eles vejo o mesmo problema que vejo com os comunistas: eles se veem como os capos da nova sociedade, jamais como parte da plebe que irá se beneficiar das maravilhas que prometem. A turma do Zeitgeist afirma a possibilidade desse futuro edênico e "sustentável" em que todos terão tudo sem ter de se "submeter" ao trabalho, mas não explicam quem vai trabalhar duro na construção e na manutenção daquilo tudo. No final do dia... é apenas mais um grupinho de totalitários querendo dar ares de futuro a um delírio antigo e comprovadamente, na realidade dos fatos, nefasto.


O ser humano não gosta de ser escravo, como alguém insinuou acima. O ser humano está programado para seguir uma liderança, pois era assim nos primórdios dos tempos, quando a vida somente era possível se um indivíduo pertencesse ao grupo. O socialismo, a meu ver, se utiliza desse expediente para reinar, impondo regras desumanas a todas as pessoas que vivem em determinado território.

O socialismo procura, enfim, juntar o instinto de alguns para exercer o comando com a passividade de muitos em seguir uma liderança. As pessoas também são culpadas dessa situação, porque, em vez de buscarem soluções para os problemas pessoais por conta própria, esperam que o poder constituído (Estado) lhe traga as soluções. Vemos muito disso aqui no Brasil e é por isso que o nosso País ainda fica flertando com um socialismo fracassado; fica acreditando em falsos profetas.


Acontece que os títulos do governo são referência para todas as operações do Mercado Financeiro,recorrer aos Bancos Comerciais os juros do crédito Livre são mais altos do que os juros do crédito direcionado,onde as propinas ditam as regras em boa parte dos casos e Corporate Bonds os juros são mais altos devido a taxa de risco ser maior,enfim caro André você está equivocado e releia o artigo e só relembrando a grande bolsa de valores de Nova York teve uma queda espetacular de 6% semanas atrás só por causa da expectativa de alta dos juros dos títulos do Tesouro norte-americano.


OFF-TOPIC:

Ideia legislativa para privatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o monstrengo que detém o monopólio de serviços postais em Banânia. E faz o trabalho da estatal típica - atrapalhar a vida do cidadão produtivo.
Quem nunca teve problemas com os Correios é porque nunca usou os "serviços".

Não coloco fichas no Senado Federal - um antro de parasitóides, mas afinal de contas é só um clique. Se fizer o assunto pelo menos ser levantado novamente, já é lucro.

Apóiem e divulguem.

www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=97198&voto=favor



O parece que o os ekocjatos não notam que:

Recursos naturais só são valiosos quando se tem utilidade dependo da civilização e do período histórico.

O principal recurso natural é a inteligência e criatividade humanas o resto é conversa.

Governos megamaniacos e insano são grandes gastadores de recursos naturais.

E por fim.

A humanidade um dia vai ter que sair deste planeta e se espalhar pelo cosmos quer queira quer não.


Olá camaradas !

Se tem uma coisa que deixou a gente furioso aqui no inferno foi a queda desse maravilhoso muro de Berlim.

Aquela tal "dama de ferro" na Inglaterra junto com o Reagan e o Papa João Paulo II é que foram os culpados pela derrubada desse muro e depois da cortina de ferro.

De qualquer forma encaramos esses ocorridos como um alerta, e, logo em seguida colocamos nossa artilharia no máximo:
- ecologismo
- veganismo
- feminismo
- gayzismo
- cotas / racialismo
- ideologia de gênero
- abortismo
- liberação das drogas
- social democracia
- UE
- criptocomunismo
- politicamente correto
- gramscismo

Enfim, ainda estamos a todo vapor.

Saudações vermelhas !
KARL MARX


Olá camaradas !

Não estamos gostando nada desse tal de Trump, quem ele pensa que é ?

Vamos dar um jeito de aumentar a desinformação para destruir a reputação desse capitalista burguês. Iremos intensificar as fake news e triplicar as mentiras que imbecilizam a grande massa da população mundial, já adestrada pelos nossos camaradas aí na Terra.

O Satã está muito nervososo e tem pedido pressa na remoção desse patriotinha mequetrefe que surgiu no nosso maior inimigo, os EUA.

Assim não dá ! Assim não pode !

Saudações vermelhas !
KARL MARX


Maravilhosa instituição. Escrevi um livro, nele exalto a forma lúcida e ao mesmo tempo arrochada de informar e orientar os leitores.
Muito bom.


Quais são os autores liberais precursores da idéia de luta de classes?
Penso em Etienne de la Boetie.
Outras recomendações de leitura?


Confiar num parasita que vê problemas em importar bananas do equador? Que tem fetiches por minérios? Que gosta de protecionismo? Há quem confie em parasitas, mesmo nos mais descarados.


Qualquer um pode fabricar remedios em casa e vender pra quem quiser, pelo preço que bem entender. Isso não é prova de que o mercado de medicamentos é pouco regulado. Fica a dica. Há lugares no mundo onde existe preço mínimo. O brasil está se encaminhando para esse modelo no mercado de leite.


Que retórica, Bruno? Minha primeira frase foi: "Concordo com o autor que o foco deve ser em combate à pobreza."

Minha segunda frase: "Mas a afirmação que desigualdade é uma consequência natural da prosperidade me parece exagerada." Deixei claro que não concordo com a afirmação.

Depois trouxe um artigo do WEFORM. Destaquei um trecho do artigo que afirma que riqueza (ou pobreza) e desigualdade tem um vínculo estreito.

Você leu o artigo e as fontes que ele cita?

Caso você não tenha lido, segue uma reprodução: "The reality is that both wealth and income inequality are closely linked. Richer parents can afford to send their children to better schools: nearly half of the variation in wages of sons in the United States can be explained by looking at the wages of their fathers a generation before. That compares to less than 20% in relatively egalitarian and tuition-free countries like Finland, Norway and Denmark. The story is similar in the UK, where over half of judges, MPs and CEOs of UK companies attended expensive private schools, while around one third of children live below the poverty line – 67% of those from working families. Better education means better opportunities and more wealth later in life: the cycle reinforces itself from generation to generation."

Um relatório do Parlamento citado pelo artigo traz informações detalhas para concluir que no Reino Unido, as escolas independentes, que atendem a apenas 7% da população formam a maior parte das lideranças políticas, governamentais, empresariais e culturais do pais. Conclui que se trata de uma sociedade extremamente elitista, de reduzida mobilidade social.

A conclusão deste trecho do meu post é de que o acesso a melhor educação implica em maior riqueza e maior acesso à funções de liderança, e contribui para o aumento da desigualdade. Em outras palavras desigualdade é consequência, em parte, de uma educação elitista, que confirma a minha discordância com a afirmação de que desigualdade é consequência natural de prosperidade.

Na sequencia, apresentei um estudo da London School of Economics sobre o assunto. O estudo encontrou correlação entre desigualdade e pobreza em países da Europa e que nos EUA a renda da classe média e dos mais pobres está estagnada.

Repare que em momento algum fiz uso de retorica contra ricos.


Acho difícil, uma vez que só houve uma redução do IRPJ na história (em 1987). Na época, o salário aumentou bem, mas também a inflação era maior, o que significa que uma fatia também era reposição.

d3fy651gv2fhd3.cloudfront.net/charts/united-states-wage-growth@2x.png?s=unitedstawaggro&v=201801241711v&d1=19840215&d2=19890215

Quanto à segunda parte, bom ponto e concordo com ele.



Sim, da para confiar no Bolsonaro, não espere um austríaco na fazenda, nem na presidência, porem, Paulo Guedes é um ótimo nome, e será muito bom se ele permanecer fiel as suas idéias (o que eu acredito que ocorra , Bolsonaro não é um político comum, quer goste dele ou não, é alguém que claramente não vai dar com o pé nas suas propostas e cometer estelionato eleitoral)

Defende abertamente desburocratização, corte de impostos, privatização, redução de ministérios e gastos gerais do governo, além da segurança jurídica e publica. Tem ainda um pequeno viés nióbio, mas não vejo ele criando uma niobiobras , no máximo vai incentivar pesquisas no setor com alguma medida governamental.

Entendo que ele não passa segurançam principalmente por dizer que vai indicar ''quem entende''.. Seja lá o que for ''entender'' na mente dele. Só que esse medo acabou com o Guedes.
E também não da para ser muito exigente no Brasil, Anos atrás o Brasil estava com o ilustre Guido Mantega, agora temos um candidato que defende abertamente pautas liberais em certas áreas da economia.
E se ele perder não temos nenhum nome melhor com chances de vitória. É começar a melhorar , ou quebrar de uma vez. O Brasil não aguenta mais um governo de esquerda.

A governabilidade dele pode ser ruim, mas tem várias medidas que ele pode fazer por decretos, principalmente na área de burocracia ;



O socialismo é um processo pelo qual pessoas burras e/ou imorais e/ou que erraram ao resolverem tentar o socialismo ativa ou passivamente são eliminadas do pool genético.
Após mais algumas implementações do socialismo em larga escala, não pensem que isso acabou, talvez possa surgir uma sociedade anarcocapitalista.


Wagner, assistencialismo não gera parasitas, isso é um discurso que barra a evolução, o Império Romano evoluiu para a política "Pão e Circo", a sociedade vai evoluir para renda mínima universal, apesar desses discursos ao contrario, tudo isso por achar que vai gerar parasitas.


Essa é fácil.

Em sendo verdade a choradeira progressista de que negros com idêntica capacidade de trabalho intelectual são discriminados e, logo, aceitam salários menores, então eu obviamente iria contratar o negro. Afinal, se ele é tão capacitado quanto o branco, mas aceita um salário menor, isso me traria grandes lucros: eu teria uma mão-de-obra qualificada, mas a um custo menor.

Vou desenhar: se os negros de fato ganhassem menos que os brancos para realizar as mesmas tarefas, empresas que buscam o lucro só contratariam negros. Diante de dois candidatos com o mesmo potencial, o patrão, é claro, contrataria o mais barato.

Logo, se realmente fosse verdade que negros e brancos possuem capacidade idêntica para todos os trabalhos, mas negros ganham menos simplesmente porque são discriminados, então só haveria empregos para negros. Afinal, contratar negros seria uma ótima medida econômica: você tem mão de obra de qualidade, e a salários menores. Assim, os lucros disparariam, e nenhum branco teria emprego.

O simples fato de não ser isso o que acontece mostra que a realidade é um pouquinho diferente do que ruminam os progressistas.


Existe algum mensurador do crescimento da média salarial nos Estados Unidos, para mostrar mais significativamente esse tipo de relação (diminuição de impostos e aumento imediato de salários)?

Outra coisa. Inversamente (não excludente) ao que a Escola Austríaca diz, toda essa onda de aumento salarial não poderia também levar a um aumento da confiança, de empréstimos, de expansão monetária, etc.? O que consequentemente levaria a um aumento das receitas das empresas e dos governos.


Vamos à questão prática:

Tem 02 candidatos à uma vaga de emprego. Um branco e um negro. Ambos possuem as qualidades (curriculum) que a empresa está buscando e, portanto, aptos a desempenhar à função. Quem tem mais change de ser contratado? Por quê?


Mas a desvalorização cambial que eu me referi, seria a curto prazo. Se um BC inflacionar a quantidade de moeda em uma economia, o cambio ficaria destruido a longo prazo como vc disse. O próprio texto diz que a curto prazo tem uma desvalorização que rapidamente é corrigida. A minha pergunta é se uma maior entrada de dólares na economia faz com que a desvalorização seja corrigida de uma maneira mais rápida.


"Supondo que um país acumule déficits na balança comercial, e seu cambio se desvalorize"

O problema é que não existe essa relação. No longo prazo, o que define o câmbio é a paridade do poder de compra das moedas, e isso nada tem a ver com balança comercial e pagamentos. Logo, no longo prazo, balança comercial e de pagamentos nada terá a ver com o câmbio.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2402

"A tendencia das exportações é aumentar então, já que os nossos produtos ficaram mais baratos la fora..."

Também não existe essa relação. Aliás, ela é ao contrário: desvalorização cambial, ao contrário do que dizem os "especialistas", reduz as exportações.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2378

www.mises.org.br/BlogPost.aspx?id=2277


"A colgate, fabricante de cremes dentais, estava quase falindo quando um gênio teve a brilhante ideia de aumentar o tamanho do bocal do tubo, o que faria sair mais pasta, aumentar o consumo e, por conseguinte, a demanda."

E quantas pessoas morreram em decorrência deste crime inominável? Eu, que raramente uso Colgate, como fui prejudicado por isso?

Aliás, a lógica da esquerda é sensacional: se uma empresa vai à falência e causa desemprego, isso evidencia que o capitalismo é mau. Já se uma empresa consegue se reerguer satisfazando a demanda dos consumidores (e, com isso, preservando vários empregos), isso é a prova de como o capitalismo deixa as pessoas gananciosas.

Nunca há nada que agrade a esquerda.

Esquerdismo, realmente, é um desvio mental. São pessoas extremamente infelizes e revoltadas com tudo. Fosse eu, já teria morrido de depressão.

P.S.: se você não gosta da Colgate, vá pra Sorriso ou pra qualquer produto da Unilever.

"A apple fez com que seus celulares reduzissem a velocidade de processamento propositalmente, não importa a desculpa que deram, com o objetivo de fazer as pessoas comprarem aparelhos novos, mesmo que estes não fossem tão mais avançados que os modelos anteriores."

E quantas pessoas morreram por causa disso? Não gosta da Apple? Vá pra Samsung. Eu tenho e recomendo.

É cada derrotado que vem gemer aqui...

"Todas as empresas de tecnologia lançam novos produtos com pouco ou, efetivamente, nenhuma diferença do que seus modelos antecessores com o intuito de fazer as pessoas comprarem mais."

Mostre uma foto dessas empresas chicoteando as pessoas e as obrigando a comprarem seus produtos. Eu mesmo nunca me senti compelido a comprar nada. E, tudo o que comprei, cuido com zelo para durar o máximo possível. Se você não tem esse cuidado, então você é o otário que garante as receitas dessas empresas que você diz odiar.

Pare de ser um coitado sem nenhum controle da própria vida. Vire adulto, assuma suas responsabilidades e pare de acusar os outros pelas suas inconsequências.

Dá um dó....



Ora, toda a sua retórica de condenação da desigualdade parte do princípio de que desigualdade é várias vezes pior que a pobreza. Não? Então ótimo. Se você não está preocupado com pobreza (que é o que realmente interessa), então faz muito menos sentido se preocupar com a desigualdade.

Logo, sua participação aqui, além de confusa, foi totalmente sem sentido.



Escravos? Hum, interessante. Conte-me mais como é que escravos irão produzir produtos de qualidade. Estou bastante interessado em aprender essa mágica.

Ah, sim, apenas lembrando que:
Salário médio da indústria da China supera o do Brasil e do México

É cada coitado sem a mais mínima noção de lógica básica que desaba por aqui...


Leandro, a própria balança de pagamentos pode voltar com a taxa de câmbio caso essa seja desvalorizada? Acho que esse exemplo não foi citado no texto, pois ao meu ver é diferente de arbitragem.

Supondo que um país acumule déficits na balança comercial, e seu cambio se desvalorize (de uma maneira ínfima e curta como você argumentou no texto). A tendencia das exportações é aumentar então, já que os nossos produtos ficaram mais baratos la fora...isso por si só faria com que mais dólares entrassem na economia, e com isso, o cambio volta a aproximar de seu valor anterior.

Este raciocínio também é correto?


"Como ficaria a fiscalização do ambiente em que, por exemplo, se produz algum tipo de alimento, já que não haverá regulação. Ainda haverá informações nutricionais ou não?"

É exatamente quando há regulação que ocorrem as picaretagens.

Suponha um grupo de reguladores cuja função é fazer inspeções sanitárias e garantir credenciamento de empresas alimentícas. Eles fiscalizam tanto as grandes quanto as pequenas empresas para ver se elas estão cumprindo todas as normas impostas pela agência reguladora.

Tais normas, por definição, acarretam vários custos para todas as empresas.

Só que, logo de partida, já está óbvio que tal regulação é positiva para as grandes empresas: dado que as regulações representam um custo, as pequenas terão mais dificuldade de arcar com elas do que as grandes, que possuem muito mais capital. Logo, essas regulações afetam a capacidade das pequenas de concorrer com as grandes.

Mas tudo piora.

As grandes empresas, exatamente por terem mais dinheiro, poderão perfeitamente fazer conchavos com os fiscais (por meio de subornos diretos e outros agrados), e com isso ganhar um passe-livre da fiscalização e ainda assim serem credenciadas. Já as pequenas não terão essa mesma capacidade e poderão até mesmo ser descredenciadas.

Assim, as grandes conseguem uma segunda vantagem: elas não apenas se livraram da fiscalização, como ainda conseguiram manter as pequenas estritamente fiscalizadas (e até mesmo descredenciadas).

No final, quais as consequências? As grandes pagaram para se livrar da fiscalização, as pequenas foram sufocadas pela fiscalização, criou-se um oligopólio das grandes empresas, a população pagou impostos para bancar todo esse programa de fiscalização, e os preços acabaram sendo mais altos do que poderiam ser, pois tanto as grandes quanto as pequenas incorrerem em custos para lidar com essa fiscalização.

Quem realmente ganhou? As grandes empresas e os fiscais. Quem perdeu? As pequenas empresas e os consumidores.

Como seria sem regulação? Assim:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2024

"Como haverá a concorrência entre monopólios e pequenas empresas, já que as últimas não tem muita mão de obra e lucro por serem recentes e mal conhecidas, em contraste com as transnacionais."

Monopólios só existem em ambientes regulados pelo governo. É impossível existir monopólio quando não há regulamentação estatal impedindo a livre entrada de concorrentes no mercado.

Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

Artigos para você sair desse auto-engano:

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

E você ainda diz que é o estado quem vai impedir a concentração do mercado, aquela concentração que ele próprio cria e protege?

Por outro lado, não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

Monopólio e livre mercado - uma antítese

O mito do monopólio natural

Quem é a favor de estado é, por definição, a favor de monopólios, oligopólios e cartéis. E quem é contra monopólios, oligopólios e cartéis é, por definição, a favor de estado mínimo ou mesmo nulo. Não há meio termo.

"E a proteção do meio ambiente, já que, na busca pelo lucro, o empresário tende a utilizar gases poluentes, por serem mais baratos e executarem a mesma função que energias renováveis, que são mais caras."

Poluição só ocorre em ambientes regulados pelo estado, pois é o estado quem permite que suas empresas favoritas poluam. Poluição ocorre justamente porque ar, rios e lagos são propriedade do estado -- ou seja, de ninguém. Logo, todos se sentem livres para poluí-lo.

Por exemplo, quem, na prática, é responsável pelos rios? O Ministério do Meio Ambiente. Só que esse Ministério, com sua política de "integrar o meio ambiente à produção", serve para proteger as grandes indústrias com boas influências políticas e discriminar novos empreendedores ao, por exemplo, legalizar a poluição para as indústrias existentes ao mesmo tempo em que impõe custos proibitivos às novas.

Atualmente, cidadãos comuns prejudicados pela poluição não consegue processar os grandes poluidores, que estão protegidos pelo governo federal. E as indústrias com boas influências políticas utilizam as regulamentações ambientalistas para impor custos proibitivos a potenciais concorrentes, impedindo que estes entrem no mercado.

Por que manter esse arranjo?

"Salário mínimo e horas de trabalho: haverá uma garantia, ou tendência a não haver "exploração" por meio da concorrência?"

Ora, mas é exatamente a concorrência o que garante a elevação dos salários.

A "necessidade do trabalhador" e a "ganância do empregador" são irrelevantes em determinar salários

"Escolas/educação"

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1072
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2790
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2786
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2628




Olá! Recentemente tenho buscado conhecimento sobre o assunto capitalismo, socialismo e etc. Porém, tenho umas dúvidas enormes sobre certas coisas no modelo liberal, em que não há nenhuma intervenção estatal na economia por que o mercado se autorregula.
1ª Como ficaria a fiscalização do ambiente em que, por exemplo, se produz algum tipo de alimento, já que não haverá regulação. Ainda haverá informações nutricionais ou não?
2ª Como haverá a concorrência entre monopólios e pequenas empresas, já que as últimas não tem muita mão de obra e lucro por serem recentes e mal conhecidas, em contraste com as transnacionais.
3ª E a proteção do meio ambiente, já que, na busca pelo lucro, o empresário tende a utilizar gases poluentes, por serem mais baratos e executarem a mesma função que energias renováveis, que são mais caras.
4ª Salário mínimo e horas de trabalho: haverá uma garantia, ou tendência a não haver "exploração" por meio da concorrência?
5ª Escolas/educação. Vocês defendem que as Escolas devam apenas ensinar conhecimento científico e que ajudará a conquistar profissões no futuro, ou acha que, por meio dos direitos individuais, a escola pode ensinar o que quiser, cabe aos pais/responsáveis decidirem o que o filho deve estudar, para ser mais útil na sociedade.
Por gentileza, peço respostas para minhas perguntas, já que não tenho muito conhecimento aprofundado e estou sempre buscando conhecer melhor tudo!


Sim, acho que o primeiro impacto seria mais na redução dos preços do que em aumentos. Quando os empresários começassem a perceber que o acúmulo de capital foi suficiente para conseguir elevar os salários e conquistar o melhores empregados, o montante seria dividido entre reduções de preços e aumentos de salários, o que elevaria o poder compra dos empregados em geral.


"O capitalismo premia o talento" de manipular o capitalismo, assim como o socialismo premia o talento de manipular o seu sistema.

A colgate, fabricante de cremes dentais, estava quase falindo quando um gênio teve a brilhante ideia de aumentar o tamanho do bocal do tubo, o que faria sair mais pasta, aumentar o consumo e, por conseguinte, a demanda.
A apple fez com que seus celulares reduzissem a velocidade de processamento propositalmente, não importa a desculpa que deram, com o objetivo de fazer as pessoas comprarem aparelhos novos, mesmo que estes não fossem tão mais avançados que os modelos anteriores.
Todas as empresas de tecnologia lançam novos produtos com pouco ou, efetivamente, nenhuma diferença do que seus modelos antecessores com o intuito de fazer as pessoas comprarem mais.

O capitalismo é o modelo que funcionou para o mundo moderno até hoje, mas a sustentabilidade desse padrão de produção-consumo vai por agua abaixo em pouco tempo. O MUNDO NÃO É INFINITO!!!!!! É necessária uma outra forma de viver, em que seja bonito ter uma camisa que dure anos e anos, não uma nova a cada estação. Como fazer essa mudança sem interferir na voracidade pelo lucro continuado!? O capitalismo não pode dar essa resposta....... não quero dizer que o socialismo dá, mas só vejo no estado o poder de alterar o passo do futuro em relação ao isso.....................



Bruno

"Em suma: por que você acha que empobrecer o rico irá aumentar a qualidade de vida do mais pobre?"

Você pode, por gentileza, apontar onde eu afirmei que acho que empobrecer o rico irá aumentar a qualidade de vida do mais pobre?

Grato





www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/trump-ja-esta-frente-de-reagan-em-corte-de-regulacao-algo-que-cnn-nao-vai-mostrar/

istoe.com.br/trump-assina-decreto-para-reduzir-regulacao-no-pais/

Qual serão as consequências disso a longo prazo.


Vou fazer a mesma coisa que os bancos.

Só que ao invés de usar dinheiro vou cria-lo do nada.

Vou emprestar dinheiros a juros de pessoas que tem cartão de crédito.

Cenário:

Emprest0 R$ 1.000,00
Recebo em 10x de 120,00

Pago 3% de comissão ao Mercado livre e ganho 17% sem fazer nenhum investimento.




Excelente texto! O autor só se esquece de mencionar que, para essa maravilha toda neoliberal acontecer, é necessário que existam escravos nos países de terceiro mundo produzindo todo esse aparato de bem estar que os ricos usufruem!


"E dado que o governo está tomando mais crédito, sobrará menos crédito disponível para financiar empreendimentos produtivos, o que afetará os salários futuros. "

Não necessariamente. Empresas que necessitam de crédito podem recorrer aos bancos comerciais (que criam dinheiro do nada para conceder empréstimos) ou podem emitir títulos (Corporate Bonds) a juros mais altos que os títulos do governo.


Boa tarde OFF-TOPIC.

Lendo os artigos mais voltada a economia de mercado, me recordo do Leandro falando que a balança comercial não era importante, e se me recordo, ele usou um exemplo muito lógico de uma ilha no meio do mar, que foi descoberto uma grande quantidade de petróleo, e com isso as importação do país aumentou mas a exportação não, pois, essa ilha vivia de plantações e tinha uma vida simples(não foi bem assim como ele falou, mas não me lembro e não consigo achar o artigo).

Se a balança comercial não tem muito significado, então porque algumas pessoas dão tanta ênfase em manter ela em equilíbrio?

obrigado esse site é um lugar que faz eu pagar a internet com gosto.


Há um grande risco de os EUA passarem por uma recessão no governo Trump. Mas acho bastante improvável que um ou outro partido seja dizimado numa eleição. Os conservadores e a direita em geral não vão deixar de votar nos republicanos mesmo que haja uma recessão. Os progressistas, socialistas e etc não deixarão de apoiar os democratas mesmo que a economia cresça.
Há uma boa parte do eleitorado que não tem identificação partidária que migra de um lado para o outro, mas não seria o suficiente pra dizimar um ou outro partido.
Uma outra questão é quando a recessão ocorrerá. A China, está sim uma grande bolha, continua respondendo aos estímulos monetários e crediticios e continua crescendo, mesmo que não seja sustentável a longo prazo. A Europa tá crescendo, vários países asiáticos e latinos crescendo. Pode ser que leve anos pra que economia americana entre em recessão. Quanto mais tempo levar maior será o tombo. Mas não dá pra afirmar que isso ocorrerá sob o governo Trump.
Se por um lado Trump está dando um grande tiro no pé ao cortar impostos e aumentar gastos, não podemos esquecer que ele está promovendo uma grande desregulação da economia.
Uma economia mais livre, menos regulada, pode minimizar os efeitos dos déficits fiscais.


Estive em Berlim em 2014 e passei quase o dia todo na Bernauer Strasse, onde eles mantém uma parte do muro, como também algumas instalações que evitavam a fuga dos berlinenses.

Lá também encontram-se partes de construções que literalmente foram cortados pelo muro. Construções estas que permitiram muitos escaparem do comunismo pelas janelas de seus imóveis.

E também algumas ruínas que pereceram por conta do muro, no caso o sino da "Igreja da Reconciliação", que apesar do irônico nome, ficava ao lado do muro, e foi demolida para dar visão aos guardas da fronteira.

Estar naquele local, ver de perto aquele memorial, te faz refletir sobre as pessoas que ficaram presas nesta parte da cidade, e o que elas passaram.

Espiar pelas frestas das muretas do lado comunista, andar pela parte que antes tinha a "Linha da Morte", no qual qualquer travessia a pé era morte certa, dá uma vaga idéia do como o alemão oriental deve ter se sentido preso, e sem esperanças.

Na minha opinião, um memorial que deve ser preservado, para que as gerações futuras lutem e preservem a liberdade.


Bravo, companheiro!

Os néscios até hoje não entenderam que o Muro era, na verdade, um "Muro de contenção antifascista"! Ele foi erguido justamente para impedir a invasão de burgueses (i.e. fascistas) ao Éden socialista. E funcionou maravilhosamente bem: após sua ereção, nenhum burguês (i.e. fascista) se atreveu a invadir nosso paraíso, permitindo assim que mais trabalhadores usufruíssem da abundância permitida pelo socialismo.

Enviado do meu iPhone X


Diferenças na propriedade de ativos não significam uma igual diferença no padrão de vida, muito embora várias pessoas tenham esse fetiche.

Por exemplo, a riqueza de Bill Gates deve ser 100.000 vezes maior do que a minha. Mas será que ele ingere 100.000 vezes mais calorias, proteínas, carboidratos e gordura saturada do que eu? Será que as refeições dele são 100.000 vezes mais saborosas que as minhas? Será que seus filhos são 100.000 vezes mais cultos que os meus? Será que ele pode viajar para a Europa ou para a Ásia 100.000 vezes mais rápido ou mais seguro? Será que ele pode viver 100.000 vezes mais do que eu?

O capitalismo que gerou essa desigualdade é o mesmo que hoje permite com que boa parte do mundo possa viver com uma qualidade de vida muito melhor que a dos reis de antigamente. Hoje vivemos em condições melhores do que praticamente qualquer pessoa do século XVIII.

Sempre que você vir ou ouvir uma pessoa parolando sobre desigualdade, faça a si mesmo a seguinte pergunta: será que ela está genuinamente preocupada com os pobres ou está apenas indignada com os ricos?

Eis uma maneira de descobrir a diferença: sempre que alguém reclamar sobre a desigualdade de renda, pergunte a ela se aceitaria que os ricos ficassem ainda mais ricos se isso, no entanto, significasse condições de vida melhores para os mais pobres. Se a resposta for "não", então ela está admitindo que está importunada apenas com o que os ricos têm, e não com o que os pobres não têm. Já se a resposta for "sim", então a tal desigualdade de renda é irrelevante.

Em outras palavras, a preocupação deveria ser com a pobreza absoluta, e não com a pobreza relativa.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1859


"descendentes dos mais ricos tem mais chance de terem uma renda mais alta por terem acesso a melhores escolas"

E daí? Sério mesmo, e daí?

Por que vocês têm essa tara insana com a riqueza alheia? Por que vocês não batalham para enriquecer o pobre? Por que estão mais preocupados em tomar a riqueza dos ricos do que em enriquecer os mais pobres? Em suma: por que você acha que empobrecer o rico irá aumentar a qualidade de vida do mais pobre?


Stalin tinha receio de que a cidade, primeiro, fosse financeiramente incorporada ao ocidente. De cara, isso já resultou no Bloqueio de Berlin e, mais tarde, nessa vergonha aí.


Os marxistas nunca perderam guerra nenhuma, eles usam a própria "economia de mercado" para prosperar. Não há comunista pobre, os que são pobres são idiotas úteis, pois se fossem inteligentes não apoiariam tal loucura. É sempre o mesmo em todo lugar, um grupo/casta assume e usa o "poder do estado" para seus próprios fins, fazendo de todo o resto meros servos.

"O capitalismo vai enforcar-se com a própria corda" - Karl Marx

Marx errou: não, não vai. O capitalismo será sempre domado por essa corda.

Sem dúvidas no mundo das ideias eles são absolutamente dominantes.


Ainda hoje, o Muro de Berlim remanesce a mim como um fantasma doloroso: uma sagrada medida emergencial da liderança socialista para defender seu povo contra o capitalismo, que permanecia com suas hordas coloridas de bens e serviços acessíveis a espreitar do outro lado da muralha, munido de tanques de pasta de dente, fuzis de papel higiênico e artilharia de rock n'roll; todas futilidades desnecessárias que quase não existiam entre os proletários honestos e bons da Alemanha Oriental.

Os bárbaros, porém, venceram. Perderam os artistas de todo mundo, os catedráticos de departamentos das humanidades, perdeu a classe política socialista e justa de todo mundo e principalmente, perderam-se as crianças de Berlim Ocidental: não mais escutarão de seus mestres lendas e fábulas sobre o paraíso socialista por trás de sua muralha defensiva e carregarão o fardo de formar-se com apenas uma abstração do que teria sido o grandioso experimento estatal, apenas sonhando cada dia em recriá-lo sem ao menos poder vê-lo e tocá-lo.

Torçamos para que mais portões sejam erguidos, mesmo que marítimos.


Resumindo: como mostra ninguém menos que a rica Alemanha, não deixem que esquerdizem seu país, pois não tem conserto.


Ou seja, a guerra no campo econômico é besteira, os marxistas perderam ela há décadas, a cultura é o mais importante de tudo, as pessoas precisam ser "vacinadas" contra as ideologias marxistas, olha aí o Olavão de Carvalho novamente.


É importante não esquecer o que foi o chamado "socialismo": a ditadura mais odiosa e implacável de toda a história humana, deixando o nazismo muitos anos-luz atrás, no segundo lugar das maiores escravidões da Humanidade.

Parece que o ser humano gosta de ser escravo, pois permitiu que duas chagas ("socialismo" e "nazismo") acontecessem num mesmo século. Lamentável!


Ué, e sabe onde é assim? Exato, nos países nórdicos. Lá não há nem salário mínimo. E muito menos uma Justiça do Trabalho como a nossa.

E eu pensava que a esquerda queria imitar a Suécia e a Dinamarca...

Todos os socialistas querem ser a Dinamarca - será mesmo?

Cinco fatos sobre a Suécia que os social-democratas não gostam de comentar


O estatismo necessita de um muro

www.libertarianismo.org.br/o-estatismo-necessita-de-um-muro/


Esse artigo me lembrou de uma parte do primeiro episódio da série do Milton Friedman, Free to Choose (www.youtube.com/watch?v=aedjlCmrEkg). O trecho começa a partir dos 22:57 minutos e tomo a liberdade de transcrevê-lo:

"Essas pessoas estão cruzando duas sociedades muito diferentes. Este é Lo Wu, o posto de fronteira oficial entre a China e Hong Kong. E deste lado da fronteira as pessoas são livres não só no mercado, mas em suas vidas em geral. Elas são livres para dizer o que quiserem, escrever o que quiserem, fazer praticamente tudo o que lhes convém. Não tanto daquele lado. É por isso que as pessoas na China que não conseguem a permissão para sair tomam medidas desesperadas para escapar. Elas arriscam suas vidas no processo. Muitas chegam a perdê-las, mas isso não impede que outras continuem a seguir seu exemplo. Algumas são atraídas pelo padrão de vida material mais alto em Hong Kong. Mas mais (pessoas), pelo desejo humano natural de ser livre.

As pessoas que conseguem a autorização oficial para deixar a China são afortunadas. Elas serão capazes de se beneficiar da liberdade econômica que encontrarão em Hong Kong. Mas o mais importante é que isso lhes dará uma liberdade muito mais ampla.

A liberdade humana e política nunca existiram e não podem existir sem uma grande medida de liberdade econômica. Aqueles de nós que foram tão afortunados de nascer em sociedades livres tendem a considerar a liberdade como garantida e pensar que é um estado natural da humanidade. Não é. É algo raro e precioso. A maioria das pessoas ao longo da História e a maioria das pessoas hoje viveu sob condições de tirania e miséria, não de liberdade e prosperidade. A demonstração mais clara de como as pessoas valorizam a liberdade é a forma de como elas votam com seus pés quando não têm outra maneira de votar.

Hong Kong está muito longe de ser uma utopia. Ela tem favelas, tem crimes e tem pessoas desesperadamente pobres. Mas as pessoas são livres. É por isso que, no fim das contas, muitos vêm para cá. A despeito de terem de viver em barcos-casa que vazam em uma das diversas pequenas baías de Hong Kong, aqui elas têm a liberdade e oportunidade de melhorarem a si mesmas para melhorar suas vidas. E muitas são bem sucedidas.

Há uma enorme parcela de pobreza no mundo, em qualquer lugar. Não há um sistema que é perfeito. Nenhum sistema irá eliminar a pobreza por completo (seja qual for sua definição). A questão é: qual sistema tem a maior chance, qual é o melhor arranjo que possibilita os pobres melhorarem suas vidas? E a verdade é que as provas históricas falam em uníssono. Não conheço qualquer exceção a esse preceito. Se você comparar os semelhantes, quanto mais livre o sistema, melhor as pessoas pobres comuns estarão."


Beleza. Então vamos colocar em prática isso hoje mesmo. Acaba com a Justiça do Trabalho. Abre uma portinha e paga para cada trabalhador o que ele pedir sem que nenhuma alegação dele seja verificada. Na prática é essa a proposta. Daqui a seis meses vamos ver no que isso vai dar. É por isso que a direita não pega nesse País. O raciocínio dos que os defendem é puro vexame. Precisamos antes de esquerda e direita, de pessoas sérias e de boa fé. Não vejo isso para qualquer lugar para onde olho.


a esquerda é tão yanke que usa a teoria do homer simpsom A CULPA É MINHA E EU A PONHO EM QUEM EU QUISER. e o principal, SÃO CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO; MAS TERCEIRIZAM SEU PENSAMENTO E A CULPA DAS SUAS IDIOTICES.


"O governo comprando dólares não faz com que este se valorize, ao invés de se desvalorizar?"

Quando ele falou em "desvalorizar", ele se referia a desvalorizar a moeda nacional em relação ao dólar.


Gostei de alguns candidatos do Partido Novo, é provável que o Bolsonaro coloque uma equipe econômica com pensamento liberal, mas é o Bolsonaro. Como eu não gosto de esquerdistas e conservadores, votarei em candidatos liberais ou em branco.


www.mises.org.br/Article.aspx?id=94

"Primeiro ocorreram os expurgos — também conhecidos como "purificação" — para que o comunismo pudesse ser implantado. Havia rebeldes a serem mortos e terras a serem nacionalizadas. As igrejas tinham de ser destruídas. Os contra-revolucionários tinham de ser suprimidos. A violência começou no campo e depois se espalhou para as cidades."


accountability=Prestação de contas do agente que está usando recursos de terceiros,no caso da ação estatal seriam os burocratas do DER a título de exemplo e empreiteiros,enfim usou dinheiro público é preciso comprovar onde e como foi usado.


Como vocês avaliam a situação econômica para o Brasil pós 2018? Qual a melhor opção? Dá pra confiar em Bolsonaro?

E a CLT é absurda, não bastasse a Lei rídicula a Justicinha Trabalhista está contaminada ideologicamente, os juizes fazem o que querem (inclusive legislar); o que torna um grande problema para o empreendedor e para criação de riqueza e de empregos.


Pessoalmente, apesar de não simpatizar muito com o Sr. Musk, acho exagero dizer que a Tesla é uma bolha. Trata-se de um empreendedor tomando riscos com seu próprio capital criando empreendimentos que podem dar certo ou não.

É verdade que ele anda muito alinhado com o pensamento do establishment atual e tira muita vantagem disso, basicamente tentando manipular a opinião pública, mas ainda assim, é alguém que age majoritariamente como um empreendedor.

Seria uma bolha se tivesse dinheiro público entrando a torto e a direito nas empresas dele. Não sei se é o caso, mas ainda que seja, acho que é algo muito longe do que tivemos no mercado imobiliário por aqui.


João

Você se contradisse. Afirmou que desigualdade causa pobreza, mas em momento algum comprovou isso. Apenas recorreu a coitadismos.

Em nenhum momento afirmei que desigualdade causa pobreza ou recorri a "coitadismos."

O fato de a família rica colocar seus filhos nas melhores escolas não torna o pobre mais pobre. Esse é o discurso mais estúpido que já vi — o qual, aliás, só comprova o ponto do autor: ninguém está interessado em enriquecer o pobre, mas sim em empobrecer o rico.

Não foi o que o artigo afirmou. O que o artigo afirma é que descendentes dos mais ricos tem mais chance de terem uma renda mais alta por terem acesso a melhores escolas: "Richer parents can afford to send their children to better schools: nearly half of the variation in wages of sons in the United States can be explained by looking at the wages of their fathers a generation before. … Better education means better opportunities and more wealth later in life: the cycle reinforces itself from generation to generation."

Quanto à afirmação de que a desigualdade é consequência da prosperidade, e que é a desigualdade quem reduz a pobreza, eis um artigo inteiro sobre isso, o qual você está convidado a refutar:

Obrigado pelo artigo mas não estava me referindo a ele. O que eu disse: ."Mas a afirmação que desigualdade é uma consequência natural da prosperidade me parece exagerada.". Ou seja, que a desigualdade pode não ser exclusivamente consequência natural da prosperidade e, portanto, que a desigualdade pode ser consequência também de outros fatores. Dica: que tal qualidade da escola?

Depois mencionei artigo que encontrou correlação positiva entre pobreza e desigualdade para a maioria dos países europeus e os EUA. Não fiz nenhuma afirmação de que desigualdade causa pobreza. Pelo contrário, fiz menção explicita que as causalidades serão objeto de artigo a ser publicado.



Os idiotas úteis de plantão e a esquerdalha canalha gosta de culpar os EUA por todas as lástimas do mundo,enfim haja paciência com argumentos e vitimismos de sempre e a mania de culpar terceiros pelos seus fracassos,estes esquerdalhas são cansativos e arrogantes.


Hiperinflação? Quem previu hiperinflação? No Mises Brasil nunca li um artigo sobre.


Minha leitura bate com a tua. Mesmo que os gastos aumentem, a tendência mais provável seria a batata estourar no colo da próxima administração.

Quanto ao efeito imediato da desoneração, olha a empiria demonstrando de novo que a esquerda está errada. Os agentes mais agressivos tendem a tomar decisões imediatamente após qualquer mudança. Se haverá a formação de uma tendência de alta ou se este foi um episódio passageiro, depende quase que exclusivamente das decisões do governo.

Esses efeitos imediatos ocorreram na Alemanha pós-guerra, na China de Deng Xiaoping e agora nos EUA. Ou seja, acontecem tanto em economias devastadas quanto naquelas já prósperas.