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Últimos comentários


Estava cá novamente eu pensando. Os colegas acima estavam comentando sobre o uso da computação quântica como ferramenta por parte do estado para perseguir os dissidentes usuários de criptomoedas. Claro, o mesmo poderia ser usado pelos mesmos usuários para defesa mas isso é algo ainda mais para o futuro creio.

Mas, para a atualidade, agora um ponto me ocorreu: o estado poderia então, sabotar de alguma forma, as empresas fabricantes de smartphones, computadores, chips e afins(afinal, são eles as ferramentas para uso dos aplicativos de moedas digitais) seja estatizando-as ou as obrigando a entregarem aparelhos configurados de acordo com as "normas" (com rastreadores, chips que desabilitam certas operações).

Não seria esse o interesse descarado por Taiwan que tanto cresceu ultimamente? Bem como uma possivelmente intencional diminuição da concorrência, já que hoje na linha dos smartphones, são uma americana, uma coreana e duas chinesas comandando o mercado no mundo todo?


" ain, se privatizar, como que vai ter entrega em lugares pobres?..."
com iniciativa privada. se o estado não atrapalhar...

g1.globo.com/politica/noticia/2021/11/22/o-jovem-de-paraisopolis-que-criou-sistema-para-fazer-entregas-onde-os-correios-nao-entram.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1&fbclid=IwAR36s5Ig1714U1m0jHDvws9jBA8nEZHBLI-c-02nZKRpZoCKuDL1W0RdSDU


Recente e absolutamente inútil. O Brasil tem problemas mais importantes. Antes de inventarem absorventes, as mulheres usavam tiras de tecido.


desgraça é país foram o mensalão petrolão e foi também as construção nos países comunistas e volta do Brasil inteiro para subir de mundo e mais os nove bilhões que agora foi liberado pelo STF que tava preso dono da desgraça Lula


E o governo Bolsonaro fez algo nesse sentido, de tirar esse regime de partilha?

Eles deveriam pelo menos mudar esse regime para autorização, como está acontecendo agora com o setor ferroviário. O que o MME está fazendo sobre isso?


Apesar dessa fala do Gustavo Franco, na prática o governo FHC depois voltou a aumentar as tarifas de importação. Não aguentaram a pressão?

De qualquer forma, fosse o Guedes falando com alguém gemendo contra concorrência estrangeira, ele provavelmente falaria "Nós não vamos derrubar a indústria brasileira em nome da abertura comercial".

Na história do real, vejo o Gustavo Franco, Henrique Meirelles e o Antonio Palocci como os melhores ministros da Economia. E na história do Brasil? Talvez só no período colonial e imperial?



Exato, essas pessoas acham ok matar uma pessoa em como? Um hospital poderia fazer isso? Se pedir ele não vai sair da sua propriedade, contudo ele sequer apresenta perigo, está inconsciente, não é um invasor.


Não deixa de ser assassinato contra um ser indefeso.


Pode ser que o anonimato resolva o problema mas, em alguns casos, a mera desconfiança de que você está ocultando patrimônio é suficiente para causar penalidades.

Lembre-se: quando o estado está realmente incomodado com algo que o cidadão faz, rasgam a lei e aplicam o arbítrio.



"Biden convida Brasil para Cúpula pela Democracia, que visa a isolar China e Rússia"

Para quem achou que o governo americano ia impor sanções contra o Bolsonaro...

E ainda convidaram Taiwan, o que é extremamente ofensivo para os burocratas da China.


Previsibilidade. Moeda forte é previsibilidade das atividades econômicas. Sem esta moeda a economia fica como o prédio q foi construido com um metro variável. Cai.
Abraços


Eu uso a Blockchain.com como wallet.

Aparentemente, é possível comprar criptomoedas direto do cartão de crédito, embora eu nunca tenha usado tal método.


Primeiro eles teriam que saber que você tem bitcoin, e existem vários métodos para anonimização dele, e se isso ainda não for suficiente vá para moedas focadas em privacidade como a Monero.


Vai ter que fazer um outro artigo, só que abordando a política monetária keynesiana do governo atual.


O estado pode não tomar o Bitcoin, mas pode tomar qualquer outra coisa que você tenha até que você pague impostos relacionados à propriedade do Bitcoin (um imposto de ganho de capital, por exemplo)

Ou seja, só funciona se o Bitcoin for a única coisa que você tem. Em última instância, podem mandar um policial arrancar e confiscar até as suas roupas, Desde que você seja encontrado, claro.


"Futuramente, quando a população já estiver mais adaptada ao uso das moedas digitais, qualquer estabelecimento que se preze irá aceitar pagamento em Bitcoins, Ether, Ripple, Cardano, Litecoin, Monero, Dash, ZCash e demais moedas."

Isso deve demorar. Nesse ponto mencionado, o estado vai se tornar tão irrelevante que não haverá nada que eles possam fazer. O máximo que eles poderão fazer é diminuírem para pequeninos arranjos, como eram as subdivisões do Sacro Império Romano-Germânico.

O Bisq parece bom para comprar Bitcoin, mas o valor mínimo é muito alto. As corretoras nacionais brasileiras já estão praticamente sob total controle e vigilância do estado (e vai ficar por isso mesmo). Fora o Bisq, seria o caso de comprar "ao vivo" e com dinheiro (mas sem aplicabilidade para grande parte do País) ou usar caixas eletrônicos de Bitcoin. Desconheço outras formas. A Binance parece boa mas também pode, em algum momento, ser obrigada a dar os dados de todos os seus compradores para o governo.


"Farofa do bitcoin". É só um sujeito que aplicou um dos golpes mais velhos do mundo, que já foi aplicado em todas as moedas: a pirâmide.

Não teve nada a ver com o bitcoin, mas com a falta de caráter do golpista.
Troque a moeda e use o mesmo método. Não muda nada. A pirâmide sempre vai existir, pois sempre existirão os que querem dinheiro fácil, acreditam em promessas. E que fogem de uma verdade: a única renda boa provém da produção de bens e serviços.


"Por que esses problemas não acontecem nos países desenvolvidos? O regime flutuante deveria funcionar para qualquer país, ao menos em tese."

Países em desenvolvimento não têm demanda mundial por suas moedas.

Dólar, euro, franco suíço, libra esterlina, iene japonês, dólar canadense, coroa sueca (moedas que formam o índice DXY) são moedas demandadas mundialmente. Sendo assim, seus respectivos Bancos Centrais podem se dar ao luxo de expandir a oferta monetária sem que tal expansão cause uma desabada geral na demanda por essas moedas. Consequentemente, uma expansão monetária nestes países não causa uma desvalorização cambial.

O mesmo, porém, não pode ser dito das moedas dos países em desenvolvimento. Como não há demanda mundial pelas moedas destes países, qualquer expansão monetária se traduz em desvalorização cambial, como bem estamos sentindo.

A única situação em que uma expansão monetária em países em desenvolvimento não se traduz em desvalorização cambial é quando as moedas dos países desenvolvidos estão em forte processo de enfraquecimento (como ocorreu excepcionalmente entre 2005 e 2011). Mas tal situação é a exceção, e não a regra.
Na prática, se um país em desenvolvimento quiser câmbio genuinamente flexível, mas sem sofrer desvalorização cambial, ele terá de manter sua quantidade de dinheiro extremamente rígida: a quantidade de moeda terá de aumentar menos que a dos países desenvolvidos e seu PIB terá de crescer mais (menor quantidade de moeda e maior demanda por ela).

Tal arranjo exige muitas reformas supply-side (do lado da oferta). E também exige juros reais positivos.

Não é simples.

"Supondo-se que o Brasil de novo nomeie uma equipe econômica aos modos de Afonso Beviláqua (não vai acontecer, mas vamos sonhar), é concebível que o Brasil se dê bem com esse regime de papel flutuante, pelo menos mais parecido ao Banxico?"

Vai depender dos juros reais e da evolução da oferta monetária.

"Leandro, aquilo que você disse sobre o Bundesbank é interessante. Tem fontes e referências sobre isso?"

Eu li sobre isso, há algum tempo, numa monografia publicada no site do Banco Central Europeu. Não faço ideia do link. Entretanto, procurando agora, curiosamente encontrei isso:

vip.inversa.com.br/mdn/mdn33


A criptografia normal será trocada pela quântica. Esta não pode ser quebrada pela computação quântica. Isso se chama atualização.

Se alguém puder quebrar a criptografia normal usando a computação quântica, o fará agora enquanto puder. Será um baita golpe. Mas não o poderá fazer para sempre. O primeiro a chegar lá, se for antiético, o fará. Porque nesse tempo em que ele chega ao supercomputador, ele está em uma vantagem que nenhuma pessoa tem. Depois acabou.


Não faz sentido nenhum esta iniciativa. Não é à toa que não há nenhuma explicação econômica para ela. E exatamente por isso está sendo feita com o farto dinheiro dos sindicatos. Filiados estão sendo feito de trouxas em decorrência de uma ação puramente política.


Você considera todo um desenvolvimento novo acerca da possibilidade de quebrar a criptografia das criptomoedas, mas desconsidera os inúmeros desenvolvimentos que podem ocorrer na blockchain e nas vulnerabilidades existentes.

Apesar de todo o boom de propaganda em torno da computação quântica e da "supremacia quântica", o mundo não está exatamente no estágio em que o maior computador quântico conhecido pode quebrar significativamente os padrões de criptografia atuais. Isso pode acontecer no futuro, mas os computadores quânticos atualmente disponíveis não conseguem prejudicar significativamente os padrões de criptografia sobre os quais as criptomoedas já são construídas. O maior computador com esse poder de processamento que é da IBM e já está comercializando não consegue atingir nem 1.000 qubit, para quebrar apenas um código do bitcoin o poder do processamento precisa ser de 4.000 qubit. Os desenvolvedores e engenheiros computacionais estimam que o desenvolvimento de um computador quântico com esse poder de processamento capaz de quebrar a criptografia do bitcoin pode levar de 5 a 10 anos.

A computação quântica põe em risco a propriedade de chaves de segurança e a autenticidade do próprio sistema, mas as criptomoedas podem ser proativas através da criptografia pós-quântica. A criptografia pós-quântica é certamente possível, e uma mudança neste sentido pode e deve ser proativa. Com a criptografia pós-quântica, o bitcoin e outras criptomoedas podem levar algum tempo para resolver os problemas. Portanto, qualquer trabalho preparatório deve ser considerado importante, principalmente ao analisar os custos e benefícios.

Colabora para esta análise o fato de que existem apenas dois ou três tipos de técnicas criptográficas que precisam ser substituídas. Assinaturas digitais e chaves de segurança são as duas áreas que precisam de foco. Corrigir essas duas áreas ajudará a grande maioria das vulnerabilidades que podem ocorrer com a computação quântica.

Graças à importância da criptografia e das assinaturas digitais para o mundo das criptomoedas, é provável que estas comunidades tenham mais debates antes ou depois de uma interrupção repentina, mas o tempo seria essencial neste cenário. No entanto, há esperança de que a comunidade seja mais ágil do que as indústrias tradicionais ao combater este problema, justamente porque a criptografia é uma parte crítica da existência de criptomoedas.

Blockchains que se atualizarem para algoritmos pós-quânticos como a Ethererum não terão problemas com a nova era do computador quântico. Aliás, a computação quântica não é um perigo apenas para carteiras de criptomoedas, eles podem invadir qualquer telefone-celular, computadores domésticos, redes privadas... entre outros. Se você acha que o mundo vai ficar assistindo sendo passivo a essa realidade da ameaça do poder de processamento de um computador quântico, você está redondamente enganado.

Olhe esse exemplo: portaldobitcoin.uol.com.br/o-homem-que-pode-salvar-o-bitcoin-da-computacao-quantica/


"A prática, no entanto, mostra que taxas de câmbio flutuante não funcionam bem para países ainda em desenvolvimento que possuem um longo histórico de instabilidade monetária ou política, e cujo Banco Central não é visto como confiável. Nestes países, a qualquer sinal de novas instabilidades, a taxa de câmbio não flutua; ela afunda.

E junto com a taxa de câmbio vão a inflação de preços e a queda no padrão de vida dos cidadãos.

Nem mesmo exportações são estimuladas, pois a inflação de preços resultante da disparada cambial afeta severamente os custos do setor industrial, que tem também de importar vários insumos e maquinários de qualidade (ver todos os detalhes sobre isso neste artigo). Consequentemente, não apenas os preços dos produtos fabricados sobem (pois os custos de produção subiram), como também a qualidade se deteriora (por agora utilizarem menos insumos importados), o que não ajuda a aumentar as exportações."


Por que esses problemas não acontecem nos países desenvolvidos? O regime flutuante deveria funcionar para qualquer país, ao menos em tese.

Supondo-se que o Brasil de novo nomeie uma equipe econômica aos modos de Afonso Beviláqua (não vai acontecer, mas vamos sonhar), é concebível que o Brasil se dê bem com esse regime de papel flutuante, pelo menos mais parecido ao Banxico?

Leandro, aquilo que você disse sobre o Bundesbank é interessante. Tem fontes e referências sobre isso?


"Gasolina será vendida a R$ 4,40 para motoristas e entregadores de app"

"O objetivo é chamar a atenção de que, sem a política de paridade de importação (PPI), imposta no governo Temer, a gasolina estaria sendo vendida a R$ 4,40 o litro, segundo o Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps)."

Eu gostaria de saber de como que eles chegaram a esse preço. Antes daquele controle de preços que a Dilma impôs, como que era a política de preços da Petrobras?



Artigos como esse costumam ser muito esclarecedores, assim como são importantes para que possa orientar as pessoas a pararem de demonizar a busca de lucro pessoal, que faz parte da longa estrada para o sucesso. Da mesma forma, os interesses individuais que cimentam isso deixa claro que não é maldade buscar poder e influência por meios necessários para a própria pessoa.

A maturidade e juízo para avaliar o que é certo pensar sobre o assunto vai de qualquer um, desde que lembrem que alguns métodos podem não são completamente obsoletos por um simples razão : o que pode ser bom para um indivíduo, pode ser bom para todos e vice-versa.


"novíssima tecnologia que está reinventando o mundo digital"

nem é tao novo assim . a supremacia quantica foi alcançada na ultima decada e as bases sao bem antigas, o maior desafio é o processo industrial (o processo de inovaçao so se completa apos a produçao e distribuiçao em larga escala, liçao que se aprende nos cursos de engenharia)

"porém um dos principais objetivos dos computadores quânticos será QUEBRAR QUALQUER TIPO DE CRIPTOGRAFIA!"

com computaçao quantica sera virtualmente impossivel quebrar , nao tem como fazer bruteforce com entrelaçamento , o maximo que voce vai conseguir é invalidar os dados

o alarmismo em dizer que a segurança da informaçao vai ficar na idade da pedra enquanto as ameaças chegam no ano 3000 demonstra dominio proximo a zero sobre o assunto

"não quero desanimar ninguém, podem continuar com suas criptos mas estou alertando sobre o que poderá acontecer daqui alguns anos. "

ufa, ainda bem que voce avisou, vou vender tudo e depositar no INSS ...

HODL é uma filosofia , o beautiful people jamais vai entender o que proximo pensa pois faltam os tijolinhos que formam a compreensao do papel que isso tem no contexto politico-economico


É tudo parte do plano do Grande Reset, esquematizado pela ONU e pelo Fórum Mundial Econômico de Davos, na diabólica figura do senhor Klaus Schwab.

Resumidamente:

As elites globalistas já têm esquematizado todo um plano que visa suprimir as moedas nacionais e impor uma moeda digital, a qual abolirá completamente toda privacidade do indivíduo, fará com que ele apenas consuma o que o estado autorizar e, ainda por cima, permitirá a imposição da Renda Básica Universal, o que manterá toda a população dócil e submissa.

Isso representará a maior ruptura econômica da história recente. Este Grande Reset já é falado abertamente por Davos, FMI e ONU.

Toda essa agenda começou a ser colocada em prática com essa fraudemia da Covid-19, a qual foi instigada por toda a elite globalista já conhecida: ONU, OMS, Fórum de Davos e George Soros. Os lockdowns — que não têm nenhum respaldo científico e que nunca foram adotados na história do mundo — foram inventados exatamente para quebrar as economias, destruir as pequenas empresas, criar as bases para a nacionalização das indústrias e, finalmente, impor as moedas digitais. Não mais haverá soberania nacional. Todos passarão a seguir ordens de Davos.

Os lockdowns sempre foram uma medida crucial para a implantação desta medida. O Partido Democrata americano é amplamente favorável e está no bolso de Soros e de Klaus Schwab (o real mentor do Grande Reset).

Grande Mídia e Redes Sociais apoiam tudo isso e suprimem qualquer dissidência (e agora está escancarado: o Twitter simplesmente proíbe e deleta qualquer crítica ao processo eleitoral americano) porque sabem que terão muito a ganhar no futuro arranjo.

A Grande Mídia será essencial para convencer a população de que tudo está correto e tudo está sendo feito para o bem dela. Ela será crucial para manter o populacho desinformado e submisso. Em troca, terá a sua fatia no novo arranjo e receberá grandes agrado$ do establishment (o qual será feito de maneira direta com as moedas digitais, que estarão fora do escrutínio do público).

As viagens internacionais serão (aliás, já estão sendo) deliberadamente restringidas com o objetivo de "reduzir a poluição", que é um dos objetivos explícitos da ONU, do Fórum de Davos e do New Green Deal, do Partido Democrata.

(Obrigar os países a só emitirem passaportes para cidadãos que provarem que já se vacinaram é o lado mais explícito deste plano).

Estamos vivenciando a maior conspiração organizada da história humana, e toda a imprensa não só não está denunciando, como está adorando tudo.

Por enquanto, Trump realmente era a única peça fora do quebra-cabeça. Uma eventual reeleição dele frustraria esses planos. Retirá-lo da jogada era absolutamente crucial. Para isso, valeria fazer absolutamente tudo (350 mil mortos votaram em Michigan e vários eleitores foram proibidos de votar no Arizona.)

Bolsonaro será o próximo a ser corrido. Chance zero de o establishment mundial deixá-lo ganhar.

Brace yourself.


P.S.: eu sempre fui completamente avesso a teorias da conspiração. Mas tudo isso que falei acima nem sequer é teoria. Já está tudo escancarado. Todos os fatos que citei acima são perfeitamente encontráveis em qualquer googlada. Tudo o que fiz foi juntar as peças do esquema.


P.P.S: leia os dois artigos linkados para você entender o que já está sendo implantado como consequência dos lockdowns:

www.mises.org.br/article/3303/a-grande-mudanca-monetaria-e-bancaria-que-esta-por-vir--esta-preparado

www.mises.org.br/article/3277/comecamos-com-os-lockdowns-e-estamos-indo-para-o-grande-reset-atualizado


Você acabou de fornecer um perfeito exemplo prático de por que não se deve ter ativos tangíveis no Brasil. Nêgo enche a boca para falar de imóveis e de terra ("quem tem terra não erra"), sem nem saber que o real dono de tudo é o estado. Mediante o pagamento de um arrego, o estado permite que você se ache o dono da terra. Mas se você deixar de pagar o arrego (ou por qualquer outro motivo que o estado inventar), o estado simplesmente toma tudo, como seu pai perfeitamente sentiu.

Já com o BTC, eu realmente gostaria de saber um mísero exemplo prático de como o estado pode confiscá-lo. Até hoje ninguém nunca falou. Só fazem terrorismo, mas nunca forneceram um mísero exemplo prático.



"Como o banco central em tese destruiria e/ou confiscaria as moedas que estão na carteira de uma pessoa"?

É um sistema, uma blockchain só dele, a qual ele obriga que sua conta esteja incluída, a qual ele tem acesso. Nesse sistema, você não é o dono da conta. Assim ele coloca e tira o tanto que quiser, quando quiser.

Obviamente, ele tem que te obrigar a usar, tornando ilegal os outros sistemas. Já na blockchain do Bit, ninguém manda, portanto não é possível alterar o sistema para sair apagando ou transferindo chaves ou fraudando a lista.

No sistema do governo, ele edita os números. E como lá os número são o dinheiro…

Já se foi discutido que dinheiro nessas regras não é dinheiro, é crédito. E é ele quem te dá e tira. É como no caso do cheque especial, que todo mês cobre o seu salário quando cai, caso o banco cancele o cheque especial e não cubra, a pessoa fica como se o dinheiro ( crédito) fosse dele e até com raiva do banco.



Sim Felipe eu também não entendo isso. Se a igreja se junta ao estado a igreja passa a apenas a servir ao estado e seus burocratas, e não aos verdadeiros fiéis e devotos.


Sr. Escatalogia, como o senhor vê que será o desfecho dessa história? Será que a humanidade alcançará a liberdade do controle estatal?


Nesse caso os capitais não vão só para os títulos governamentais, indo para negócios e demais investimentos produtivos?

Mesmo com os juros reais negativos, qual foi o milagre daqui para voltar a ser atrativo? Há a Rússia, mas com as sanções da UE e do governo americano, não sei se vai interferir nos investimentos. Nesse caso há México, Índia e África do Sul. Não sei se a China ainda é cotada.


"Isso é ótimo, pois traz capital e ajuda no câmbio. Infelizmente, em 2020, criou-se uma legislação imbecil que obriga os bancos a se desfazerem de seu overhedge. Não vou entrar em detalhes (quem quiser saber, pode ler aqui e aqui), mas tal legislação simplesmente obrigou os bancos a comprarem mais de US$ 50 bilhões de dólares. Isso detonou o câmbio."

O primeiro endereço que você passou não está carregando... pode ser erro do site, eu acho. O segundo endereço não existe, você não colocou link. Qual o número dessa MP? Achei essa notícia. Olha, eu nem sabia dessa MP (não sei se aqui no IMB foi mencionado isso). Pelo jeito isso será permanente, uma tributação também para esses overhedges. Ao invés de eles zerarem a tributação para hedges, não, para igualar (sempre é igualar para ter mais roubo), eles tributam o overhedge também. Essa obrigação de se comprar US$ 50 bilhões foi para fugir da tributação?


Esses fãs de criptos tem sempre esse leve viés megalomaníaco. Já tive BTC, ganhei bastante, adoro, especulei com ETH, etc. Só vim deixar duas informações para os bit-freaks: atrás de cada coisa intangível de valor (criptos, real digital, propriedade intelectual, etc.) sempre há um corpo de carne e osso. É atrás desse corpo que o governo vai, não das "wallets".

Na década de 90, mto antes de bitcoin, pix ou mesmo internet no BR, meu pai tinha um terreno na praia que não tinha nada, por não ter nada a gente não ia mas ele também não vendia, ficou abandonado por anos. Um belo dia, comum e normal, meu pai foi ao mercado e quando foi pagar no caixa disseram que o cartão não tava passando (não tinha saldo!). Ora, não tinha saldo? Impossível! Meu pai ficou louco, pois ele tinha certeza que tinha saldo para várias vezes aquela compra de supermercado. Foi ao banco ver qual era o problema.
O problema é que, sem seu conhecimento, o município onde ele tinha aquele terreno esquecido, estava cobrando uma multa por alguma regularização na calçada em frente ao terreno que foi decretada anos antes pelo tal município e que obviamente meu pai nem ficou sabendo, nem fez. Por isso o cartão de débito não passou, o banco foi intimado a bloquear todo o saldo dele até o pagamento da multa do terreno.
Note que foi todo um longo processo burocrático que na verdade transcorreu por anos mas de forma obscura. Do outro lado, o cidadão (nesse caso meu pai), foi surpreendido totalmente com um confisco. Sem nada de internet, nada eletrônico. Só a boa e velha burocracia moedora de carne humana.

Nenhum governo no mundo hoje PRECISA de moeda digital para confiscar sua população. O digital só facilita o trabalho deles.
Bitcoin é uma camada extra de proteção? Sim, mas serve tanto quanto ter investimento no exterior (se o medo é apenas o país de origem) ou uma offshore (só que com custos bem menores). Todos os 3 casos (investir direto no exterior, ter uma offshore ou ter bitcoins) são possíveis de serem vencidos pelos governos, quando realmente querem.

Pq o que eles querem realmente, não são teus BRLs, ou teus USDs, ou teus BTCs, é VC!


Criptomoedas são ativos virtuais protegidos por criptografia. Eis o motivo pelo qual ainda são irrastreaveis, porém, acredito que algo pode mudar esse cenário negativamente para elas: a computação quântica.

Trata-se de uma novíssima tecnologia que está reinventando o mundo digital porém um dos principais objetivos dos computadores quânticos será QUEBRAR QUALQUER TIPO DE CRIPTOGRAFIA! Isso mesmo que você leu, eles são tão rápidos que conseguem quebrar qualquer tipo de criptografia existente em computadores convencionais, blockchains provavelmente serão bloqueadas na Rede por meio dessa nova tecnologia.

Se você duvidar do que estou falando e até achar que é uma teoria sem fundamento pesquise por notícias relacionadas aos computadores quânticos, especialmente o que a IBM acabou de desenvolver, é impressionante.

Criptomoedas tendo suas criptografias quebradas seria o fim delas, não quero desanimar ninguém, podem continuar com suas criptos mas estou alertando sobre o que poderá acontecer daqui alguns anos.



Neste cenário, você também não paga nada nem via cartão de débito ou de crédito. Muito menos com Pix. Só com dinheiro vivo. Como quase ninguém mais carrega dinheiro vivo (nas grandes cidades), haveria um colapso total da divisão do trabalho.


Só me diz em caso de faltar a rede mundial de computadores, como fica o uso de cripto moedas?


Foi a tempestade perfeita: bancos sendo obrigados a comprar 50 bi de dólares, M1 subindo 50% ao ano, Selic nas mínimas (afastando capital estrangeiro e incentivando remessas ao exterior) e orçamento destroçado pelo Orçamento de Guerra.

Olhando em retrospecto, foi até milagre o dólar não ter batido R$ 6.


Normal. Com os juros nominais voltando a ser atrativos, especialmente em cenário de juros nulos na Europa e nos EUA, é natural que o gringo venha para cá.

Isso é ótimo, pois traz capital e ajuda no câmbio. Infelizmente, em 2020, criou-se uma legislação imbecil que obriga os bancos a se desfazerem de seu overhedge. Não vou entrar em detalhes (quem quiser saber, pode ler aqui e aqui), mas tal legislação simplesmente obrigou os bancos a comprarem mais de US$ 50 bilhões de dólares. Isso detonou o câmbio.

Não fosse por essa imbecilidade, o câmbio estaria menor e, consequentemente, a carestia estaria mais baixa. A partir do ano que vem, com os bancos já tendo comprado esses 50 bilhões de dólares, com a Selic mais alta (atraindo mais capital estrangeiro) e com a oferta monetária mais contida, é de se esperar um alívio no câmbio.


Até psicologicamente o esquerdismo consegue realizar estragos consideráveis, meu caro.

A maioria (felizmente não são todos) que são canhotos são demasiado emocionais e conseqüentemente, tornam-se hipersensíveis. Alie-se o fato de que essa mesma maioria não sente necessariamente a escassez de bens e serviços, temos um coquetel mental elaborado.


"Estrangeiros voltam à dívida pública brasileira depois de saída na pandemia"

Em termos práticos, o que muda na economia brasileira? No ano de 2015, eram 18,8 % de estrangeiros. Depois essa cifra caiu bastante, chegando 9,2 % em 2020 (o que foi influenciado pela perda de grau de investimento do Brasil). Agora voltou para 10,5 % (outubro desse mês de 2021). Alguém pode falar que isso reduz a necessidade de algum brasileiro financiar o governo comprando títulos, mas o que faria um rentista sair dos títulos governamentais e abrir um negócio no Brasil?

De curiosidade, analisando o mesmo relatório, só que em dezembro de 2000, a maior parte dos títulos era atrelada à SELIC (52,14 %). Nessa época (fim de dezembro), a SELIC era de 15,75 % (até que o crescimento do PIB foi bom nessa época, apesar da alta inflação).


Eu nao conheço todo o mundo para comentar sobre o mundo. Mas o Brasil eu conheço bem e tenho para mim que este país caminha a passos largos para um colapso completo. Cada dia mais, o setores dentro do Brasil exaltam a pobreza economia e principalmente a pobreza de espírito enquanto baluartes de mérito. Seja pobre para ser alguém que mereça algum respeito - apesar de este respeito de mentira e apenas da boca para fora.

E as pessoas, neste cenário, se aceitam e se permitem e se conformam. Abrem mão completamente de serem protagonistas de seu próprio bem estar e mudança de realidade. Este conformismo atenta contra a nossa evolução enquanto espécie e nos leva no caminho a involução.

Programas como SUS, Bolsa Família entre outros, que em algum momento da história representava algum sentido de lógica, na medida em que buscavam minorar consequências extremas e negativas, hoje, passaram a serem políticas permanentes de assistência, que deseducam, que desestimulam, que encabrestaram, reduzem a autonomia e que matam pessoas. E as pessoas passaram a gostar disso... Analogamente eu comparo ao achar que usar craque ou cocaína dá prazer... Que prazer reles hein?

Se os políticos são reflexo do povo... Eu não sei realmente em que arranjo este cenário poderia ser evitado. A coisa toda so tende a piorar. A política do cinismo não poderia levar a outro lugar que não ao colapso.


Conta normal pode ser bloqueada. No caso do Bit, você tem que bloquear a rede internacional toda. Impossível.

O governo também pode tentar tornar você ilegal por possuir Bit como última cartada. Mas daí você compra Bit e, quando se aposentar, muda-se para pra El Salvador ou outro país que não o proíbe. Existirão países em que o Bit entra até como investimentos. E os países hostis vão perder dinheiro, pois os cidadãos vai converter suas divisas em Bitcoin e investir nos países liberais.

Então: os países hostis ao Bit e os que montarem o esquema de usar moedas digitais próprias pra interferir na vida do cidadão serão os novos países burocratas e "em atraso do futuro". Esse esquema de controle, assistencialismo, burocracia, tecnocracia e agora "criptocracia" são sistemas do atraso. Países andam pra trás com isso. E os libertários crescem de verdade.

A não ser que todos os países do globo banissem o Bit, pra fazer um mega "cartel criptocrata". Daí teríamos os libertários totalmente no mercado negro, que é impossível controlar.

Seria a ruptura total de "alguns povos" com a política formando uma nação "sem fronteira".


Sim. Bem provavelmente, as primeiras moedas que começarão a ser usadas pela população no lugar do real serão as moedas "fortes" (dólar, euro) ou que sejam lastreadas nelas. Principalmente para compras direto do exterior, remessas ou simples poupança. Quero ver o desespero dos burocratas bananeiros quando verem a moedinha deles ser deixada de lado.


Repare que hoje mesmo o sistema financeiro já é bem digitalizado. Mesmo para quem não possui um aplicativo de algum banco em seu celular, bem provavelmente possui um cartão de débito/crédito. De posse do cartão você consegue em um mero caixa eletrônico ou de lotérica realizar transferências e pagar contas instantaneamente sem uso de moeda física.

Com as criptos funcionaria da mesma forma, apenas seria necessário aqui um aplicativo (wallet) no telefone. Tendo a wallet e sua chave (senha) não tem como ser impedido de realizar qualquer operação. E para muitas criptos, nem ser rastreado, pois elas não possuem uma "central" comandando seu funcionamento (que poderia ser interditada pelo governo) mas sim funcionam totalmente na rede mundial descentralizadamente.



"Como o banco central em tese destruiria e/ou confiscaria as moedas que estão na carteira de uma pessoa? "

Com a ajuda disso aqui:

auditornfe.com.br/artigos/post/os-supercomputadores-da-rfb-no-combate-a-sonegacao


Sim para os dois itens.

Dependendo de qual seja o governo do momento, qualquer pessoa que não se enquadrar no sistema — e "sistema" significa qualquer que seja o conjunto de ideias vigentes, principalmente o politicamente correto — poderá ser marcada e, com isso, financeiramente punida.

Moeda poderá ser subtraída de sua carteira caso este indivíduo não se conforme às ideias vigentes, caso seja um rebelde. Poderá também ter serviços negados.

O incentivo à produção também será reduzido. Se um indivíduo pode ser premiado simplesmente por demonstrar submissão às ideias vigentes, ele não terá por que empreender ou trabalhar.

Não estou dizendo que tudo isso irá acontecer. Estou dizendo, isso sim, que tal arranjo será tecnicamente possível.


Matutando aqui: esse arranjo poderia levar aos seguintes cenários.

1. Com o fim da privacidade financeira, obviamente que o estado vai estar habilitado a incluir e excluir quem quiser do sistema ou manipulá-lo. Primeiro vão criar alguma renda básica universal, de facílima implantação.

Depois é bem provável que em pouco tempo os governos comecem a estipular margens "aceitáveis" de lucro nos empreendimentos. E poderão ir além: suspender do sistema qualquer um que não quiser se enquadrar e não cumprir com normas verdes, dar emprego para "minorias", entre outras coisas.

Além disso, a política de salário mínimo e tributação de renda será universal, mesmo para aqueles que jogaram sua carteira de trabalho no lixo para ganhar mais trabalhando informalmente. Haverá grande pressão, descontentamento por grande parte da população e muita gente deixando de trabalhar e empreender.

2. Isso levará a países fora do radar desses grandes centros que até poderão trabalhar com moedas digitais, mas sem imposição de um banco central estatal. Bem provável que estes atraiam grandes levas de pessoas que queiram fugir do sistema centralizado e levar suas vidas da maneira que bem entenderem. Esse cenário até já foi abordado pelo Daniel Altman em "O futuro da economia", sobre ilhas de mercado negro financeiro e novos conjuntos de eixos de estilo de vida.


Essa ideia de implantar moedas digitais já vinha desde que perceberam que o Bitcoin funcionava (assim como todas as moedas digitais) e que o QE (afrouxamento quantitativo) não tinha efeito desejado. O Corona agora foi só o catalisador.

Todo o esquema é uma espécie de Teoria Monetária Moderna em esteróides.

Sem resistência (e não haverá), esse sistema começará mais rapidamente do que muitos imagina. No Brasil, o Pix já fez uma bela introdução. O uso das chaves aleatórias e QR codes do Pix teve o positivo efeito colateral de ensinar o povo a como usar criptomoedas. A experiência do usuário é muito semelhante (obviamente, não a tecnologia subjacente!).

Aos poucos, mas exponencialmente, todos irão adotar moedas digitais. Com a difusão da internet 5G, qualquer rincão do Brasil poderá transacionar moedas digitais. O papel-moeda físico estará abolido em no máximo 5 anos. E aí todo o sistema estará totalmente implantado.

Pode anotar e cobrar.


O que saiu do país foram bens e serviços. Não dinheiro. Agora você tem menos bens e serviços disponíveis e a mesma quantidade de dinheiro em circulação, na melhor das hipóteses.


Vc já usou a Bisq? Eu até olhei a uns dois anos atrás,mas o preço sempre estava mais alto do q na Coinbase. Além de q a forma pra transferência de cash me deixou um pouco desconfiado e acabei não testando. Gostaria de saber se alguém teve experiência com essa exchange


"Recentemente estive entusiasmado com a possibilidade de criar uma conta numa corretora de criptomoedas, colocar meu dinheiro lá e ver meu patrimônio decolar junto com a valorização das criptos recém criadas, conhecidas como mais lucrativas. Foi então que comecei a ver nomes de corretoras como a Binance no site Reclame Aqui. Li reclamações de usuários que depositavam quantias e o dinheiro sumia, ou não conseguiam sacar mais, e até pior: contas de usuários que desapareciam."

Mas pq não colocar suas coin em uma cold wallet? Pq deixá-las na corretora?


"Alguém aqui já ouviu falar do Faraó do Bitcoin?"

sim, eu nao encontraria apelido mais ridiculo, a midia sempre tem que manter certo "padrao" quando o assunto foge da agenda

"Era um esquema de pirâmide."

piramide por piramide o INSS tambem é , sem contar aquele monte de "segredo" de ganhar dinheiro na rede

"Na deep web os hackers só usam essas criptomoedas privadas, lá o tráfico de drogas, armas e pessoas foi tremendamente facilitado por meio das transações por essas moedas irrastreaveis"

deep web é so internet nao-indexada , abra a surface e os ads na rede social e a sua caixinha de spam estarao cheias de phishing , abra o SMS da sua rede de telefonia e igualmente voce ve (normalmente de gente presa) - MO comum é usar uma conta de laranja , ademais, o dinheiro de papel pode ter passado na mao de um traficante ou de sequestradores antes de passar pra sua e ninguem traz isso pra conversa pois que diabos isso tem a ver , se isso é relevante entao faça o devido contraste - num papel-moeda regular pode ter traços desde cocaina a DST , é nojento se for parar pra pensar em todas as aventuras que uma nota de 50 faz , tratemos com o mesmo horror tudo que pode ter sido feito com ela, extorsoes, corrupçao, assaltos, sequestros

"Você cria uma conta numa corretora digital, ok, mas quem garante que aquilo é de fato uma corretora?"

se voce esta usando uma corretora, entao a cripto nao é sua, é da corretora, capice ? antes de dar dinheiro pros outros pesquise como funciona e depois que voce estiver seguro voce decida com quem vai negociar - desconfie de promessas de dinheiro facil e ganhos absurdos ... é o minimo do minimo pra navegar em segurança

90% dos sentimentos que as pessoas escrevem sobre isso é uma variaçao porca dessa sintese, mesmo que completamente falsa : cripto é coisa de bandido, fiat é do governo entao é dinheirinho bonzinho pois os politicos e bucrocratas "garantem" que estejamos seguros

por mim elas que se estrepem no BRL


algo no fundo de meu cérebro me impede de confiar em cripto-moedas como o bitcoin... é eletronico, pode ser bloqueado, não? o estado não admite concorrencia...


"Mas quando o exportador, o investidor ou o portador de capital escolhe ficar com dolares la fora ao invés de ficar com reais aqui dentro, tem uma saída de capital. Porque negam isso como se não entendessem?"

Quando o exportador manda soja para o exterior, ele adquire a propriedade de uma conta bancária em dólares, no exterior. Ato contínuo, ele tem a opção de decidir "internalizar" esses dólares (ou seja, trocá-los por reais) ou deixar tudo como está (manter a conta estrangeira em dólares).

Se optar por essa última alternativa, não houve nenhuma saída de capital.

Houve, isso sim, saída de bens de consumo. Mas nenhum real foi mandado para fora do país. Aliás, e igualmente, nenhum dólar saiu do Brasil.

"Se eu ganhei aqui 100 mil reais, eu posso transformar em 18 mil dolares e deixar la fora, oras, isso é tirar 100 mil reais do país que seriam aplicados aqui."

Frase sem nenhum sentido. Se você exportou soja, você ganhou em dólares, que é a moeda internacional de troca. Esses dólares estão em um conta estrangeira no exterior (pleonasmo intencional).

No seu exemplo, você ganhou a propriedade sobre uma conta bancária de 18 mil dólares (normalmente, um banco em Nova York). Se você optar por deixar tudo em dólares, nenhum real saiu do Brasil. A oferta monetária em reais no país se mantém absolutamente a mesma. Nenhum real foi subtraído de nenhuma conta bancária.

Aliás, se você decidir converter esses 18 mil dólares para 100 mil reais, também não haverá nenhuma alteração na oferta monetária do país. Você irá adquirir 100 mil reais de um brasileiro (provavelmente um importador) e este irá utilizar seus 18 mil dólares para importar algo.

A oferta monetária do país só será alterada se o Banco Central decidir comprar esses dólares (em vez de o banco repassá-los ao importador, ele os repassa ao BC); aí sim ele criará base monetária para fazer a compra desses dólares.

Fora isso, a oferta monetária nacional mantém-se a mesma.

Você irá adquirir 100 mil reais de um brasileiro (provavelmente um importador) e este irá utilizar seus 18 mil dólares para importar algo.

Qual, exatamente, é a sua dificuldade, além de lógica básica?


P.S: agora, se a moeda mundial fosse o ouro ou mesmo o Bitcoin, aí sim um superávit na balança comercial geraria um aumento na oferta monetária nacional (esse também é exatamente o princípio de um Currency Board). Já com moedas distintas com câmbio flutuante, déficits ou superávits na balança comercial não alteram a oferta monetária nacional (a menos, é claro, que o BC intervenha; mas aí não seria mais câmbio flutuante).


Não sei o motivo, mas o Paulo Kogos critica muito essa separação entre Igreja e estado e que isso trouxe consequências nefastas para a civilização. Qual a lógica de misturar religião com um aparato coercitivo?


Eu já vi gente sugerindo usar Bisq.

Gente pilantra e corretora ruim sempre vai ter.


Leandro e companhia, vocês argumentam que não existe isso de o ''dinheiro sair do país'' porque lá fora não circula real.

Mas quando o exportador, o investidor ou o portador de capital escolhe ficar com dolares la fora ao invés de ficar com reais aqui dentro, tem uma saída de capital. Porque negam isso como se não entendessem?

Se eu ganhei aqui 100 mil reais, eu posso transformar em 18 mil dolares e deixar la fora, oras, isso é tirar 100 mil reais do país que seriam aplicados aqui.

Me explicam


Algum tempo atrás as estruturas de poder concordavam que era impossível separar a igreja do estado. Se elas o fizessem seria o caos e a sociedade acabaria.

Hoje as estruturas de poder acham que não podem separar a moeda do estado. Se você o fizer vai ser o caos e a sociedade acabará.

As elites acham que o governo deve controlar a moeda porque não existe alternativa, mas eles têm muito pouco poder sobre esta noa tecnologia.

A crença mainstream/keynesiana de que o governo vai simplesmente chegar e proibir Bitcoin se ele "ficar muito grande" claramente é superficial e não foi bem pensada.

Quanto mais o bitcoin cresce, mais difícil também fica pará-lo. Hoje a rede tem o maior poder computacional do planeta, simplesmente não tem nenhuma força estatal que consiga derrubar isso.

E vai ficar cada vez mais forte. A rede do bitcoin é uma fortaleza de validação, uma verdadeira maravilha da era digital.


O real digital funcionará assim, como todos os serviços públicos: o governo montará sua própria blockchain, montará a rede que irá gerenciar essa rede e obrigará você a pagar por essa estrutura.

Para minar a concorrência, obrigará todos a pagarem nas outras transações para subsidiar os custos. Você gostando ou não, pagará por isso.


Pix e TED dependem de bancos, que são os intermediários. Moeda digital não. Vai de um indivíduo direto para o outro, sem terceira parte.


As criptomoedas privadas são realmente impressionantes, faz os governos se rasgarem de raiva por que não há como acabar com elas, porém, ainda é uma terra sem lei, vou explicar com um exemplo.

Alguém aqui já ouviu falar do Faraó do Bitcoin? Pesquisem e vão encontrar, ainda é notícia recente. Ele aplicava golpes nas pessoas através de uma corretora de criptomoedas criada e gerenciada por ele. Era um esquema de pirâmide. Felizmente o cara já está preso mas os seus ex-clientes passaram um trabalhão pra recuperar o dinheiro roubado.

Recentemente estive entusiasmado com a possibilidade de criar uma conta numa corretora de criptomoedas, colocar meu dinheiro lá e ver meu patrimônio decolar junto com a valorização das criptos recém criadas, conhecidas como mais lucrativas. Foi então que comecei a ver nomes de corretoras como a Binance no site Reclame Aqui. Li reclamações de usuários que depositavam quantias e o dinheiro sumia, ou não conseguiam sacar mais, e até pior: contas de usuários que desapareciam.

Por não ter nenhum tipo de controle, também tem pouquíssima segurança nessas corretoras de criptomoedas privadas, pensei em arriscar mas se eu perdesse meu dinheiro numa aventura dessas eu não teria como cobrar de ninguém.

Na deep web os hackers só usam essas criptomoedas privadas, lá o tráfico de drogas, armas e pessoas foi tremendamente facilitado por meio das transações por essas moedas irrastreaveis. Vá saber quem está falando com você do outro lado da tela? Você cria uma conta numa corretora digital, ok, mas quem garante que aquilo é de fato uma corretora? Quem garante que seu dinheiro estará seguro? Ele pode estar ali num dia e no outro já não estar mais. Entendem? O grande problema é a segurança para os usuários desse sistema.

Não estou desmerecendo as criptomoedas privadas, pelo contrário, são muito promissoras mas assim como tem pessoas boas no ambiente digital também tem muitos ladrões golpistas e estelionatários prontos pra aplicar todo tipo de golpes.

Acredito que o único obstáculo para a popularização das criptos privadas seja a segurança. Fato.


Fora a questão do dinheiro vivo, qual a diferença disso para as transações do sistema bancário tradicional e do PIX?


A tecnologia do blockchain grava toda e qualquer transação financeira ocorrida. Com isso, o emissor (que controla do blockchain) saberá, a todo momento, exatamente quem detém qual dígito em qual carteira. Ele sabe qual carteira transferiu tantos reais para outra carteira.

É claro que, EM TESE, para o BC ter todo esse poder, ele terá antes de receber autorização do Congresso.


Texto muito bem escrito. Algumas pequenas correções. Petróleo no Brasil é quase todo de origem da Bacia de Santos, pré-sal. Neste caso, petróleo de API próximo de 23, que é considerado leve, com bom rendimento em diesel, GLP, nafta e gasolina. Petróleos mais pesados , como Marlin, Albacora, Jubarte ainda tem participação no elenco conforme a conveniência de produção de derivados. A função objetivo é sempre maximizar produção de diesel e gasolina nas refinarias do Brasil. Faz quase 20 anos que não são feitos investimentos serios em refino no Brasil. Rnest foi uma farsa e gastou se muito para produzir pouco. Comperj não saiu do papel. Se houvesse seriedade nesses investimentos teríamos condições de produzir boa parte dos combustíveis rodoviários nas unidades da Petrobras.


Claro, o governo tem hoje já CPF, RG e afins de todo mundo, mas como o estado é ineficiente por natureza, como seria na prática esse sistema deles?


O Irônico é que todas elas tinham potencial para dominar o mercado mas faltou alguém com visão.

Blockbuster teve a chance de comprar a Netflix por uma mixaria.

Kodak inventou a fotografia digital, mas achou que isso mataria seu negócio é não estavam errado.

Nokia apostou no Windows phone ao invés do Android.

Toys R us tinha potencial para ser uma Amazon se investisse no on-line, poderia fazer igual a Magazine Luiza oferecendo para buscar a mercadoria no loja com frete grátis. Poderia vender de tudo via market place.



Como o banco central em tese destruiria e/ou confiscaria as moedas que estão na carteira de uma pessoa? Eles seriam capazes de controlar dezenas de milhões dessas carteiras, ainda que sob o controle do banco central?

De qualquer forma, como provavelmente eles irão inventar alguma para aumentar o poder, então isso certamente vai afetar a própria moeda deles. Pode chegar num ponto em que a demanda pela moeda estatal ficará tão baixa, que será insustentável para o governo. Eu vou palpitar de que as pessoas usarão as moedas estatais só para coisas corriqueiras, mas irão proteger o patrimônio por outros meios.

E onde vão ficar os fundos de investimento e demais coisas do mercado financeiro, tradicionalmente usados como proteção, irão evaporar?


Recentemente o Mercado Livre anunciou que deve aceitar Bitcoin no Mercado Pago. É uma iniciativa interessante, ainda que em tese o governo ainda possa monitorar nesse caso (pelo menos eu acho). Não sei se faria diferença se a pessoa tivesse mais de uma carteira de BTC, já que tem carteiras de BTC que possuem mais de um endereço.


Lembro que certa fez o Raphaël Lima falou que o governo vai querer tributar as pessoas baseado no que elas têm em BTC. Eu não tenho a mínima ideia de como ele chegou à essa conclusão. O governo não consegue nem saber o quanto que as pessoas devem de imposto, imagina com algo como Bitcoin.


Ano passado, alguém transferiu o equivalente a 621 milhões de dólares em Bitcoin.

Pagou uma taxa de míseros 27 dólares.

Isso equivale a uma taxa de 0,00000434%.

twitter.com/coinbeastmedia/status/1329622598062260224

E detalhes:

-Não foi necessário um atravessador
-Essa transação não pode ser revertida pelo estado.
-Essa transação não pode ser proibida.
-Nada precisou ser "autenticado".
-O estado não ficou sabendo e, por isso, não tem como tributar.

Alguma dúvida de que isso é o futuro? Alguma dúvida de que bancos serão irrelevantes no futuro?


Para bens de consumo não duráveis você está certo. Não há chance de tributação, igual a comprar sem NF. Mas e no caso de ativos permanentes como carro, imóveis? Muitas pessoas ainda irão querer comprar esses bens permanentes. E muito provavelmente desejarão que esses bens tenham alguma garantia. E garantia legal, garantia de fábrica, etc. Além disso, o IR ainda vai continuar existindo e a Fazenda vai desejar saber a origem do aumento patrimonial.


Seu item 7 está em contradição com o item 6. O 7 está correto e o 6 está errado. Não tem como o governo tributar transação de BTC, a menos que o BTC também se torne moeda de curso forçado.

Se eu vou a um restaurante, almoço e pago em BTC (pois o dono é meu amigo), não tem como isso ser tributado.

Qualquer coisa que eu compre em BTC não tem como ser tributado -- a menos, é claro, que o vendedor faça questão de emitir nota fiscal acusando o valor da venda, e assim se auto-obrigando a pagar impostos. Mas aí é problema dele.


1) Não há como o governo "encampar" o bitcoin.

2) O máximo que pode fazer é exatamente isso que ele pretende: lançar uma moeda digital e chamar isso de criptomoeda.

3) Se ele usar os mesmos algoritmos de uma verdadeira criptomoeda, vai perder o controle sobre a própria moeda. Como ele não quer isso, então vai ter que usar de emissão ou de mineração prévia. Isso, e apenas isso, já diz tudo sobre a qualidade da moeda estatal.

4) Não há como uma moeda estatal, seja ela física ou virtual, ser "melhor" que uma moeda privada.

5) Só há uma maneira de o governo emitir sua moeda e fazer as pessoas usarem: forçando-as.

6) Sim, o bitcoin (ou qualquer outra moeda digital) é passível de impostos. Impostos sobre as pessoas físicas e jurídicas não dependem de qual moeda se usa na transação.

No entanto, pense bem: o que mudaria para o governo se vc recebesse seu salário de seu empregador em BTCs ou em BRLs? Só o valor de face: as taxas e encargos continuariam a ser extorquidas pelo governo que forçaria as empresas recolherem o IR na fonte.

Também, o que mudaria no ICMS que vc paga no supermercado se ele continua emitindo a nota fiscal (e ainda coloca lá o seu CPF - o que poderia ser obrigatório), mesmo se vc pagasse em BTC? Nada, o governo continuaria recolhendo os impostos.

7) Sonegar impostos é uma questão de posicionar-se assim. Ambas as partes de uma transação teriam que concordar em usar dinheiro vivo ou BTCs (não rastreável) e ambas teriam de concordar em não registrar tal transação em algum meio que o governo pudesse exigir os impostos devidos.

8) Não adianta falar de outras criptomoedas, o valor de face do bitcoin e o seu apelo de marketing já é tanto que dificilmente alguma outra cripto venha a substituir, ao menos se não encontrarem algo realmente ruim no bitcoin (coisa que até hoje não encontraram).


Até hoje, nunca ninguém explicou como é possível o estado proibir o Bitcoin ou qualquer outra criptomoeda privada. Todo mundo jura que isso irá acontecer, mas nenhuma única alma conseguiu explicar como.

Dica: dizer que o governo vai fechar exchanges não cola, pois ele teria de fechar todas as exchanges do mundo. Enquanto houver uma única aberta, e clandestina, tudo continua inalterado.

A China proibiu todas as mineradoras do país no primeiro semestre deste ano. Quando isso foi anunciado, um bando de emocionado saiu vendendo e o preço caiu forte. Hoje, o preço não só já se recuperou totalmente, como está maior do que estava na época do anúncio.

Ou seja, o BTC está cada vez mais forte.

De resto, para quem insiste que o estado vai simplesmente proibir o uso, tenho três palavras para você: guerra às drogas.


Detalhando melhor: os ditos "coletivos" processaram a XP em 10 milhões de reais, por conta da propaganda. A opção que a XP tinha: pagar esse valor ao coletivo ou admitir "voluntariamente" os tais 600.


Você esta muito otimista, também queria que acabasse assim fácil...Mas você acha mesmo que o estado (ou os estados) vai dar essa de bandeja? E quase certo que esses desgraçados irão criminalizar no futuro qualquer criptomoeda que não seja a controlada pelo estado, punindo tanto pessoa física quanto empresas que se atreverem a usar. Provavelmente a maioria das empresas vai se acovardar e não vai querer arriscar transacionar em bitcoin ou outra cripto moeda descentralizada.


Sim, e você terá de se resguardar nas moedas privadas (as quais são impossíveis de serem abolidas ou mesmo proibidas pelo estado).

Futuramente, quando a população já estiver mais adaptada ao uso das moedas digitais, qualquer estabelecimento que se preze irá aceitar pagamento em Bitcoins, Ether, Ripple, Cardano, Litecoin, Monero, Dash, ZCash e demais moedas.

Por isso, quem é esperto já está comprando BTC exatamente para ir acumulando. Quem compra BTC não pensa em voltar para reais.


Eu acho sensacionais essas pessoas que vivem dizendo que o Bitcoin vale zero (neste momento, vale R$ 317 mil. Valia R$ 90 mil um ano atrás).

São as mesmas pessoas que estão com todo o patrimônio financeiro em uma moeda estatal — a qual, esta sim, tem o valor intrínseco de zero, estando a apenas uma rodada de impressão de sua completa destruição.

E não percebem a ironia disso.

O dólar, em seu atual formato, surgiu em 1971. Sim, em 1971, quando sua ligação com o ouro foi completamente abolida. O dólar de hoje nada tem a ver com o dólar que vigorou até 1971. É uma moeda muito recente. E já bastante inflacionada.

O peso argentino surgiu em 1991. Quando surgiu, um peso comprava um dólar. Hoje, são necessários 201 pesos para se comprar um dólar (sendo que este dólar também já se desvalorizou muito).

Ou seja, um peso, que já chegou a comprar um dólar, hoje não compra nem meio centavo de dólar. Argentino que poupou em peso foi para baixo da linha da miséria. Argentino que poupou em Bitcoin já se mudou para as ilhas Cayman.

No Brasil, o real surgiu em 1994. É mais bem gerenciado que o peso, mas o destino será exatamente o mesmo. É tudo uma questão de tempo.

Eu imaginava que o brasileiro, de larga experiência com várias hiperinflações, já houvesse aprendido essa lição básica (jamais confie em moeda estatal). Mas, pelo jeito, somos realmente mulher de malandro. Gostamos daquilo que sabemos que vai nos dar tristeza.


Esse é o ponto principal: uma tecnologia como a do bitcoin usada pelo governo é PIOR que o papel-moeda. Ela tem um registro de TODAS as transações no blockchain, ou seja, você pode literalmente saber a quantidade exata de transações econômicas no país e seus respectivos valores.

É uma ferramenta para impedir sonegação caso você compulsoriamente faça o comércio usá-la.

A guerra da nossa época é das tecnologias que afetam o poder do estado vs as que aumentam. E o resultado final não é o meio termo ao que parece


O BITCOIN tem valor apenas para as pessoas que o possuem. Igual aquelas figurinhas que quando criança as colecionava. Você cresce e percebe o quanto de dinheiro e tempo gastou nisso.;
Se você comprou bitcoin no passado e hoje ele vale mais de 1000x, venda logo. Do contrário, você nada tem. Não existe riqueza se você não pode usufruí-la; Digo mais. O bitcoin chegou ao limite de valor pelo simples fato de que ele começa a se tornar desinteressante. O alto valor afasta interessados.
Imagina se você fosse dono de todos os bitcoins, hoje você seria um retardado pobre, pois somente há riqueza quando se pode comparar os patrimônios,.
As moedas digitais de todas as nações já estão em andamento. Logo o bitcoin se tornará obsoleto e desinteressante. Mesmo caso da libra.
Abraços


Nos últimos 12 meses o Bitcoin subiu 200%. Essa disparada do Bitcoin, e com vários figurões (Druckenmiller, Saylor, Salinas) comprando, mostra que o smart money já está se movendo para se proteger. Uma puxada nos preços nesta magnitude não é coisa de pequeno investidor sardinha. Tem um monte de tubarão comprando. Quem é esperto já está se protegendo com criptomoedas privadas, exatamente como está fazendo o smart money.


Estamos vivendo um momento decisivo da história. Quem tem algum entendimento bíblico está vendo profecias se desenrolarem a olhos nus: acordo de paz com Israel, centralização de poder, controle de meios de transação comercial... É um futuro, escrito há quase 2 mil anos, se tornando presente em nossos dias... pare, pense e pesquise.


O real digital será propagandeado como sendo uma grande facilitação para a população. Na prática, será sua escravidão e o fim de qualquer privacidade.

O foda é que não tem para onde escapar, pois será assim no mundo inteiro.


Com as moedas digitais estatais, pode dizer adeus a qualquer tipo de privacidade financeira. Impostos sobre grandes fortunas, por exemplo, serão tributados na hora, sem ter como escapar. O BC saberá em tempo real quanto há em sua posse, e ele imediatamente confiscará esse dinheiro.

Dica: assim que começarem a discutir o assunto, converta todo seu dinheiro em Bitcoin e envie para uma wallet. Será a única salvação.


Bolsonaro praticamente reverteu as admissões feitas no governo Dilma.

Isso sem dúvida é uma vitória para o governo Bolsonaro e para nós também. Ele simplesmente parou de ficar contratando funcionários federais.

Pena ele não poder nem demitir e nem reduzir salários.


A desvalorização cambial no Brasil tem que ser interrompida o quanto antes. Quanto mais forte e estável for o real, menos vulneráveis a choques externos estarão os consumidores, produtores e investidores no Brasil.

O setor energético brasileiro precisa também ser desregulado o máximo possível. Fosse feita uma grande reforma no setor, isso atrairia fartos investimentos estrangeiros e domésticos. E o governo brasileiro deveria ignorar quaisquer pressões ambientalistas, inclusive do International Energy Agency. Além disso, sair do Mercosul e diversificar os parceiros comerciais, incluindo os produtores de petróleo.



Não. Current account é conta-corrente (balança comercial e de serviços).

Balanço de pagamentos é conta-corrente mais conta de capitais.


Avisei...

www.wsj.com/articles/opec-weighs-shift-in-oil-policy-after-crude-release-11637765371

Arábia Saudita e Rússia consideram pausar os aumentos planejados na produção de petróleo após os EUA e outros países liberarem petróleo visando a empurrar os preços para baixo


O balanço de pagamentos seria o current account? Na Bolívia, após vários meses com saldo negativo, os últimos meses ficaram com saldo positivo. Os juros no país flutuam como em Cingapura. Pelo fato de as reservas internacionais estarem tão baixas, não era para os juros estarem muito maiores (taxa de juros do país), especialmente para um país instável como a Bolívia? De curiosidade, eles até que possuem uma reserva boa de ouro.

Sobre o Banco Central do Oeste Africano (que é quem emite o franco CFA do Oeste Africano), há esse informe sobre a política monetária e, pelo que consta, é igual no Brasil na parte dos juros.


1) A frase não é minha.

2) Liberar compulsório é preferível a colocar o BC para imprimir moeda.

3) No final, liberaram compulsório e ainda colocaram o BC para imprimir moeda. O pior dos mundos.

Eis o artigo:

www.mises.org.br/article/3239/a-pec-do-orcamento-de-guerra-e-a-bazuca-do-banco-central


O Kogos também falou isso, mas eu realmente nunca vi nada do Leandro defendendo isso, ainda mais que eu acompanho tudo que ele posta.


Já na prática, os grandes forçam os pequenos a vender para eliminar a concorrência e manterem os preços elevados.
Isso quando não usam o estado para criar normas, regulamentos a ponto que seja impossível um novo concorrente.
Quase tudo que compramos pertecem a meia dúzia de empresas.

Um pouco sobre o que rola nos bastidores.
www.istoedinheiro.com.br/dolly-vai-a-guerra/


Não vai mudar absolutamente nada.
Isso é mera cortina de fumaça (para tentar agradar o seu eleitorado).

Esses 50 milhões de barris perfazem apenas metade do consumo médio diário mundial, ou seja, é completamente irrisório.


Leandro, aqui esta o artigo:

''O ideal seria que a liquidez adicional viesse de liberações de reservas preexistentes, e não de dinheiro criado "ex nihilo", ou seja, do nada, pelo Banco Central. Nesse sentido, o BC acertou ao liberar, no final de março, parte dos compulsórios sobre depósito a prazo, uma jabuticaba brasileira.''

Posso estar falando besteira, sei que o Artigo foi do Helio, mas é do IMB.


Abraços