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05/06/2016 00:00  por  Equipe IMB \  direito

Os Direitos Humanos consistem em: vida, liberdade, propriedade.  Mais especificamente, o indivíduo tem o direito de que não tirem sua vida, não restrinjam sua liberdade, e não confisquem sua propriedade honestamente adquirida.

Esses são direitos naturais, dos quais todos os outros decorrem.  Eles existem, ainda que não estejam escritos na lei. São inalienáveis e indisponíveis — ninguém pode abrir mão deles.

Nesta aula, Rodrigo Saraiva Marinho fala dos direitos atribuídos ao coletivo em detrimento do indivíduo, os quais são chamados de "direitos fundamentais", em pé de igualdade com "direitos humanos". Fala do Bill of Rights, da Carta Magna Inglesa e dos seriados Filhos da Liberdade e John Adams, que mostram o corte histórico que a Revolução Americana trouxe.

Aprendemos sobre o valor do direito de propriedade (considerado um dos mais odiados do Brasil), sobre as contribuições do Iluminismo para o socialismo, sobre a Revolução Bolchevique, sobre a Constituição Mexicana e sobre a Constituição da República de Weimar, que trouxe a ideia de "função social da propriedade" — e a qual permitiria que Hitler administrasse o período nazista utilizando-a como base.


02/06/2016 00:00  por  Equipe IMB \  filosofia

O professor Alberto Oliva fala, na primeira parte da aula ministrada no Summer School do IMB, sobre a diferença entre as noções de coletividade e coletivismo.

Fala sobre a tendência brasileira em relacionar o individualismo com o egoísmo — ignorando a definição de que individualismo é autonomia individual — e discorre também sobre o emprego nocivo da palavra "coletivismo", a qual os intervencionistas exploram.

Quem tem desígnios, objetivos e tira conclusões não é a "classe social", mas sim seus indivíduos, que dificilmente teriam desígnios, objetivos e conclusões homogêneos —cenário ignorado pelos intervencionistas que atribuem ao coletivo uma personalidade superior à do indivíduo.


01/06/2016 00:00  por  Equipe IMB \  economia

O professor Fabio Barbieri ressalta, nesta aula, que é possível falar em Economia sem se utilizar de dados econométricos ou dados fornecidos pelos governos. 

Afirma que a tarefa da economia é também a de identificar a causa da prosperidade ou do empobrecimento de uma nação, comparando conjuntos de "regras do jogo" por meio do subjetivismo e da complexidade da coordenação dos agentes.  

O professor fala do excesso de psicologismo e da crença no realismo de instrumentos métricos, por meio dos quais a simplicidade de um modelo matemático é transferida para a vida real, que é bem mais complexa.

Por causa dessa matematização da economia, os economistas costumam gerar símbolos de representação gráfica, sem se aprofundar no significado de cada um, transformando todo o capital da economia em uma entidade autônoma.  Como consequência, o capital fica desconectado do subjetivismo dos agentes econômicos e da complexidade da economia — o que é totalmente incompatível com os planos de ação dos indivíduos.  


30/05/2016 00:00  por  Equipe IMB \  economia

É sobre esta trajetória histórica que o Professor Ubiratan Iorio trata em sua aula "O Nascimento da Escola Austríaca", ministrada no Mises Summer School de 2016.

Considerando a Escola Austríaca um corpo heterogêneo, cujas contribuições decorrem do desenvolvimento das ideias de diversos pensadores, o professor Iorio refere-se às diferentes contribuições como ordens espontâneas, ou seja, frutos da contribuição humana individual, não-planejadas, mas que surgem a fim de compor e modernizar os pensamentos centrais da Escola Austríaca.

O professor Iorio afirma que as diferenças de pensamento são apenas meta-etiquetas que, na realidade, constroem o pensamento austríaco.  A Escola Austríaca é formada por três elementos básicos: ação humana, tempo (definido como fluxo permanente) e conhecimento. 


24/05/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia


Arno Augustin: "Estou tendo uma ideia genial!"
O governo Temer quer extinguir o Fundo Soberano do Brasil (FSB) para angariar recursos e ajudar a tapar o buraco fiscal — e também porque o FSB não serve para porcaria nenhuma. Que assim o faça, para ontem.

O FSB é um (mais um) dos maiores fiascos da era petista. No alto da megalomania, o governo de Lula criou o fundo de olho nos recursos futuros do pré-sal (alguém se lembra do pré-sal?). Criamos um fundo soberano antes de ter um mísero centavo proveniente da suposta benção do pré-sal!

Mas o fiasco não acaba aí. Aliás, esse foi apenas o começo. Após sua criação, em 2008, o FSB ficou subordinado à Secretaria do Tesouro Nacional, sob o comando de ninguém menos que o marxista Arno Augustin — a mente genial por trás da Nova Matriz Econômica e das Pedaladas Fiscais.


10/05/2016 00:00  por  Leandro Narloch \  economia


Anula tudo, Waldir!
Se você fosse presidente da Câmara e acordasse com a crença absurda de que pode anular votações anteriores dos deputados, qual votação anularia?

Waldir Maranhão escolheu a votação do impeachment de Dilma. Eu iria muito mais longe.

Começaria logo anulando a votação de 2009 que instituiu a tomada de três pinos. Uma simples canetada me tornaria o candidato favorito à presidência em 2018.


28/04/2016 00:00  por  Bruno Garschagen \  economia

A república nasceu maculada com o golpe militar que derrubou a monarquia. A república começou com duas ditaduras (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto).

A República Velha terminou em estado de sítio seguido de um golpe militar.

A Era Vargas começou com um golpe eufemisticamente chamado de "Revolução de 1930" e sediou um golpe dentro do golpe em 1937, eufemisticamente batizado de "Estado Novo".

Um golpe afastou Getúlio Vargas do poder em 1945 e novas eleições foram convocadas.

Em 1964, um contragolpe impediu o golpe orquestrado pelas forças ideológicas e políticas que sustentavam o governo de João Goulart.

Golpe, portanto, não é novidade no Brasil. Novidade é acusar de golpe aquilo que, definitivamente, não é.


18/04/2016 00:00  por  Equipe IMB \  economia

Ontem, após o processo de votação da aceitação do pedido de impeachment na Câmara dos Deputados, o que mais se comentava nas redes sociais era o baixo nível educacional/intelectual dos políticos.  Essa, a meu ver, é a prova de que as pessoas acreditam que a democracia (no sentido de votar em 'representantes' a cada 4 anos) tem poderes mágicos.

Ora, sinceramente, o nível dos deputados não é muito diferente do dos brasileiros. Não é exatamente isto — representante que são a cara do povo — que deveria ser esperado de um sistema de representação?  Como querer que os representantes do povo sejam diferentes — cultural e intelectualmente — do povo que os elegeu?



10/04/2016 00:00  por  Leandro Roque \  economia

Segundo os defensores do assistencialismo, o estado — por mais defeitos que tenha — é quem impede que os pobres sejam ainda mais pobres, que a miséria se torne mais profunda, e que a expectativa de vida decline ainda mais.

Alguns — como é o caso do primeiro leitor — até conseguem ver o estado como uma máquina ineficiente que representa um grande entrave ao desenvolvimento.  No entanto, e curiosamente, quando se trata de amenizar e até mesmo acabar com a pobreza — algo infinitamente mais complicado do que simplesmente atravancar o progresso —, aquela máquina ineficiente e corrupta miraculosamente se transforma na solução suprema e inquestionável.

Como o estado é capaz de operar essa transubstanciação?


05/04/2016 00:00  por  Rodrigo da Silva \  economia

Eles querem tudo dentro do estado, condenam a livre iniciativa e abraçam a Carta de Lavoro como base para a organização laboral. Mas você é o fascista que nunca leu um livro de história.

Eles compram jornalistas, criam uma rede de publicações governistas sustentadas com dinheiro público, pautam diariamente uma dezena de revistas, blogs e jornais. Mas você é o manipulado que só se informa pelos canais errados.




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