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Nota Oficial

São Paulo, 3 de abril de 2020

Fomos surpreendidos na tarde de hoje com acusações infundadas ao nosso presidente, Helio Beltrão, de que ele estaria fazendo "tráfico" de medicamentos pelas redes sociais, pelo fato de ele defender que as pessoas busquem mais informações sobre os efeitos da hidroxicloroquina.

O Sr. Helio Beltrão, ao contrário das alegações descabidas, tem se empenhado, em suas contas pessoais, a disseminar informações científicas e referenciadas sobre o medicamento Hidroxicloroquina, que apresenta potencial como um tratamento possível para a Covid-19. Seu objetivo claramente expresso em suas postagens é ajudar a salvar vidas, e não o de pregar automedicação ou qualquer prática contrária à lei.

Formou-se uma "Corrente do Bem", em que pessoas buscaram a informação, conversaram com seus médicos e têm relatados casos que corroboram os resultados iniciais divulgados por diversos médicos e instituições mundo afora.

Lamentamos profundamente esse tipo de politização de uma questão humanitária.


autor

Equipe IMB

  • ABMAEL ARAUJO DIAS FILHO  07/04/2020 11:45
    Meu apoio ao Hélio Beltrão. Aguardo ainda uma retratação pública da Vera Magalhães.
  • Eduardo Rollo Duarte  08/04/2020 12:35
    Olá Mises Br. Apoio totalmente a iniciativa dr Sr Helio Beltrão. Gostaria de complementar algo que considero funfamental. O liberalismo não é incompatível com as mediadas restritivas ou supressoras, incluindo a medida de isolamento horizontal ou distanciamento social. O liberalismo é intimamente ligado às ciências baseadas nas evidências. Dentro de uma situação inesperada, emergencial, o caminho para as soluções deve ser encontrado por meio das investigações racionais. Mesmo que tal decisão para aplicação das medidas venha do poder concentrado no estado, pois o ilberalismo não é dissociado da de regras claras e medidas que mantenha a organização dos sistemas de funcionamento da sociedade numa emergência inusitada, inclusive, as evidências cientificas estão sendo produzidas no mundo todo como resposta do meio científico ou da livre iniciativa de pensamento e investigação da comunidade científica. Mesmo que a ciência venha a errar, é do jogo, dentro da crise, mas é o mundo científico que produzirá as melhores respostas. Poderia introduzir mais duas ideias : o conservadorismo dentro do liberalismo clássico, que conserva a importãncia da preservação do desenvolvimento da sociedade baseada na ciência e as medidas de intervenção do governo na economia, injetando dinheiro. Nem isso é incompatível com o liberalismo, uma vez que o dinheiro é da sociedade que o produziu e deve ser usado para a sua preservação em tempos de crise de pandemia. Com meus melhores cumprimentos . Prof. Dr. Eduardo Rollo, profissional liberal clássico , dentista e professor universitário
  • Carlos   19/04/2020 01:32
    Sua argumentação circunda-se ao fato de qualquer emergência pode suscitar uma solução unilateral, estatal. Chega ao absurdo ilógico de dizer que o dinheiro é da "sociedade". Se assim é, favor depositar suas economias - que não podem ser suas, dada a sua própria argumentação - para a entidade beneficente mais próxima, ou ao pinguço cheio de covid na testa - e pinga. Pense, e repense: você acaba de dizer que o dinheiro é de todo mundo. Se assim é, então você também não tem dinheiro nenhum, a não ser aquele que um burocrata lhe designe. É o típico apavoramento diante de uma crise: pensamento ruim, totalitarista e que não será retirado, nem pago, uma vez que as condições voltem à normalidade. Lembra-se do empréstimo compulsório que nunca foi devolvido?

    Sugiro reler Liberalismo, do Mises, para você entenda o que está, supostamente, defendendo.

    A promessa de saúde com essas medidas, que pode ou não ocorrer, não vale a liberdade individual que será solapada (ainda mais do que já é) por medidas econômicas destrutivas como a que você apoia.

    No mais, tudo como dantes, no quartel de abranches.
  • Ronaldo Manoel dos Santos  24/07/2020 14:45
    O dinheiro, você disse, é da sociedade....
    Na verdade não é.
    Ele nem sequer existe.
    O que existe é um endividamento através de emissão de papel moeda baseado em previsão futura de entrada de capital.capital esse que se espera,seja gerado pela cadeia produtiva do país.
    Ou seja;o que foi feito ao injetar papel moeda na economia foi um risco calculado, que pode quebrar o estado futuramente

  • Filipe Covas  20/04/2020 08:04
    Este tema foi mal gerido pelo Helio Beltrao. Não duvidando do seu empenho nesta causa pelos maiores motivos, ele ficou muito ligado ao resultado que a ciência poderá ou não revelar. Director de Instituto filosófico não se pode ligar tanto ao possível resultado de um medicamento. Deveria ter tido muito mais cuidado nesta gestão de imagem.
    Agora, claro, é aguentar.
  • WDA  27/04/2020 14:38
    Eis que um sujeito (no caso Hélio Beltrão) faz um vídeo propondo a pesquisa e discussão sobre um remédio importantíssimo para um problema atual e grave - uma atitude claramente PRÓ-CIENTÍFICA - e os cretinos de plantão CRIMINOSAMENTE procuram chamar isso de "tráfico de medicamentos".

    Estes canalhas são os mesmos que têm abusado de forma sistemática do termo "Ciência" para fins políticos, e para impor um discurso e condutas claramente ANTI-CIENTÍFICOS.

    Não é de hoje que criminosos procuram perverter a Ciência em nome do crime e do abuso político. Já vimos este filme com o Marxismo (socialismo" científico") e o Nazismo (e sua "eugenia").

    Com isto os abusadores do discurso científico pretendem impor uma ESPIRAL DE SILÊNCIO em torno de questões relevantes, para que possam então IMPOR seus ABUSOS no CAMPO POLÍTICO.
  • Judeu  30/05/2020 03:18
    Hélio, leve essa questão à justiça. Calúnia é um crime gravíssimo.
  • Mauro Assis  16/07/2020 12:45
    Eu acho que o presidente Hélio Beltrão perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado. Dada a polêmica sem sentido que se estabeleceu em relação ao uso da hiroxicloroquina, emitir opinião a respeito não sendo especialista no assunto é se meter numa controvérsia que nem mais diz respeito à droga em si.

    Ocupando o cargo que ocupa, presidente de certa forma associou o Instituto à sua declaração, ainda por cima.

    Citando Zé Sarney: "há que se preocupar com a liturgia do cargo".


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