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A mágica do socialismo venezuelano: o país nada em dinheiro, mas ninguém tem dinheiro para nada
O escambo e a teoria de Mises em ação

No dia 25 de julho de 2018, uma xícara de café estava custando 2 milhões de bolívares em Caracas. No início do mesmo mês, estava custando "apenas" 1 milhão de bolívares.

No dia 25 de abril — ou seja, 3 meses atrás —, a mesma xícara de café custava 190 mil bolívares. Você pode acompanhar toda a evolução do preço da xícara de café aqui.

Em três meses, portanto, uma xícara de café encareceu 953%. Uma inflação trimestral de 953% significa uma inflação anualizada de 1.228.000%. Sim, você leu corretamente: mais de um milhão por cento.

Atualmente, utilizando os preços do mercado paralelo, um salário mínimo de um venezuelano equivale a apenas US$ 1,50. Sim, você leu corretamente: após um mês de trabalho, um venezuelano que trabalha pelo salário mínimo recebe o equivalente a um dólar e cinquenta cents.

O que ele consegue comprar com esse valor na Venezuela? Um quilograma de frango. Se quiser se dar ao luxo de comprar uma garrafa de uísque, por exemplo, será necessário trabalhar 16 anos.

A mão-de-obra mais qualificada do país precisa recorrer a três empregos apenas para conseguir comer ao longo do mês.

Apenas para colocar em perspectiva, em julho de 2007, a cédula do bolívar de maior valor nominal era a cédula de 100 bolívares. À época, ela comprava 28 dólares, 288 ovos ou 56 quilogramas de arroz. Dez anos depois, em julho de 2017, eram necessárias cem cédulas de 100 bolívares (10.000 bolívares) para comprar somente um ovo. Hoje, obviamente, a cédula já foi retirada de circulação.

E uma pilha de dinheiro que, há 15 anos, compraria um apartamento, hoje mal dá para pagar um café.

Mas há um efeito "curioso" nisso tudo, ainda que de certa forma seja uma curiosidade mórbida.

O dinheiro é abundante — e ao mesmo tempo inexistente

Com a queda das receitas do petróleo, o governo venezuelano recorreu àquela solução simples, fácil e totalmente equivocada para aumentar seus gastos e manter seus programas assistencialistas: saiu literalmente imprimindo dinheiro.

Os gráficos abaixo mostram a evolução desta quantidade de cédulas de papel e de depósitos em conta-corrente na economia venezuelana (agregado M1) de acordo com as estatísticas do próprio Banco Central venezuelano. Dado que o aumento da oferta monetária é exponencial, é necessário subdividir em dois gráficos.

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Gráfico 1: evolução da quantidade de cédulas de papel e de depósitos em conta-corrente na Venezuela, de janeiro de 2007 a dezembro de 2016

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Gráfico 2: evolução da quantidade de cédulas de papel e de depósitos em conta-corrente na Venezuela, de janeiro de 2017 a maio de 2018

No primeiro gráfico, a oferta monetária em dezembro de 2016 é de dez trilhões de bolívares. Já em maio de 2018, esse montante já estava em 1,2 quatrilhão de bolívares.

Isso significa que, em dois anos e meio, a quantidade de dinheiro na economia foi multiplicada por 120.

Ou seja, ao final de maio, havia nada menos que 1,25 quatrilhão de bolívares em circulação na economia, na forma de cédulas e depósitos em bancos.

Logo, dinheiro na economia Venezuela é o que não falta, correto? Errado. As notícias são abundantes e recorrentes: o dinheiro praticamente sumiu da economia venezuelana.

Os caixas eletrônicos dos bancos quase nunca têm dinheiro, o que leva à formação de filas volumosas, que demoram horas. Um cidadão que queira fazer uma simples compra em uma quitanda tem antes de ir, em média, a nada menos que seis caixas eletrônicos para retirar dinheiro.

O país está na curiosa situação de estar "nadando em dinheiro", mas não ter dinheiro.

Tal fenômeno, no entanto, já havia sido previsto e explicado por Ludwig von Mises em sua pioneira obra "A Teoria da Moeda e do Crédito", publicada em 1912.

Em um ambiente de hiperinflação, chega-se a um ponto em que a população — exatamente por já estar vivenciando uma subida rápida e diária dos preços — passa a esperar que os preços futuros irão subir a taxas ainda mais aceleradas. Se a inflação do mês passado foi de 100%, ela espera que a deste mês será de 150%. E a do mês seguinte, de 200%. E assim por diante.

Neste ponto, a demanda por dinheiro — ou seja, o desejo das pessoas de portar dinheiro — desaba. Ninguém quer manter consigo algo que amanhã já não terá nenhum poder de compra. Ato contínuo, as pessoas freneticamente tentam trocar todo e qualquer dinheiro por bens o mais rapidamente possível. Todos querem prontamente se livrar do dinheiro que recebem, trocando-o por produtos que ao menos tenham algum valor.

Por outro lado, praticamente ninguém aceita abrir mão de bens — principalmente alimentos e outros produtos essenciais — em troca de uma moeda sem poder de compra nenhum.

Ou seja, de um lado, as pessoas querem se livrar rapidamente do dinheiro em troca de bens. De outro, quem tem bens não quer receber esse dinheiro que não vale nada — a menos que cobre um enorme ágio por isso. Daí os preços sobem ainda mais.

Tão logo essas expectativas inflacionárias se estabelecem entre as pessoas, o nível dos preços se torna completamente descolado da quantidade de dinheiro em circulação, de modo que os preços passam a disparar a taxas cada vez maiores, as quais excedem a taxa de expansão da oferta monetária.

O resultado, ironicamente, é que ao mesmo tempo em que o Banco Central está inundando a economia com quantidades cada vez maiores de dinheiro, surge uma escassez de dinheiro em circulação, o que dificulta enormemente o pagamento de bens e serviços. A impressora do Banco Central não mais consegue manter o mesmo ritmo da espiral inflacionária dos preços.

A Venezuela entrou neste estágio (alteração das expectativas inflacionárias) há alguns anos, sendo que a taxa de inflação monetária — como mostra o gráfico 2 — se acelerou intensamente no início de 2018. De acordo com o economista Steve Hanke, o grande especialista mundial no assunto, a taxa anualizada da inflação de preços foi de 27.000% em maio, pulou para 46.000% em junho e espera-se que, até o final do ano, já esteja chegando ao valor mágico de 1.000.000%.

Taxas anuais de inflação desta magnitude significam que os preços mais do que dobram a cada mês. Se os preços sobem mais de 100% ao mês, isso significa que, para tentar mitigar a escassez de dinheiro — ou seja, para que os preços não subam muito mais que a oferta monetária —, o Banco Central teria de imprimir e distribuir por todo o país, a cada mês, uma quantidade de dinheiro igual à quantidade absoluta de dinheiro que já está em circulação. Isso, obviamente, é tecnicamente impossível.

Adicionalmente, dado que os venezuelanos estão trocando suas cédulas de bolívares por bens tão logo conseguem, a velocidade de circulação do dinheiro (a troca de dinheiro de uma pessoa para outra) é alta, o que faz com que as cédulas se desgastem muito rapidamente. Por causa desse desgaste, na Venezuela, as cédulas precisam ser trocadas a cada 7 ou 9 meses. (Nos EUA, a título de comparação, a expectativa de vida média de uma cédula de dólar é de seis anos). Isso exacerbou a escassez de moeda no país, pois fez com que o custo de produção de cédulas de baixo valor nominal passasse a ser maior que seu valor de face, o que levou o governo a abandonar a emissão destas cédulas e, em seu lugar, emitir cédulas com três zeros a mais. Assim, a cédula de 100 bolívares foi extinta e, em seu lugar, entrou a cédula de 100.000 bolívares.

Recentemente, o governo venezuelano anunciou que começaria a importar cédulas fabricadas pela Casa da Moeda do Brasil.

Dado que os bancos venezuelanos ficam sem dinheiro diariamente, e seus caixas eletrônicos precisam ser reabastecidos a cada pequeno intervalo de horas, os correntistas precisam esperar longas horas nas filas para sacar montanhas de dinheiro que, no final, equivalem a apenas US$ 0,10. (No mercado paralelo, um dólar custa 3,3 milhões de bolívares). Várias bodegas locais perceberam aí uma oportunidade de lucro e já estão vendendo cédulas a um ágio que varia de 40% a 120% do valor de face, pagável apenas via transferência bancária.

A hiperinflação também impõe o custo de se transportar e de se contar montanhosas quantias de cédulas até mesmo para fazer pequenas compras. Na Venezuela, os consumidores não mais usam carteiras, mas sim mochilas para carregar dinheiro, e os comerciantes não mais contam as cédulas manualmente, mas sim utilizam balanças para pesar o dinheiro que recebem. É mais prático. Nas padarias, a mesma balança usada para pesar queijo é usada para pesar dinheiro. Tudo isso estimula a reduzir ainda mais o uso do dinheiro, promovendo a desmonetização da economia.

Mas isso gera outras situações inusitadas: com os comerciantes preferindo pesar o dinheiro em vez de contar, as próprias balanças começam a apresentar limitações. Como escreveu a jornalista Patricia Laya, da Bloomberg, em sua fascinante série A Vida em Caracas:

A balança na mercearia local vai até seis dígitos monetários. E o presunto — informa meu grupo de WhatsApp formado por pessoas procurando comida — está sendo vendido por 1.480.000 bolívares (sete dígitos) por quilograma. Resultado: não pude comprar. Pouco importou o fato de eu querer apenas alguns gramas. O custo, neste mercado, era impossível ser calculado.

Dinâmica similar está impedindo o uso de cartões de crédito e de débito. O preço de um conjunto de lençóis (33.541.963 bolívares), um par de tênis Adidas (10.500.000 bolívares) ou mesmo um pedaço de lasanha (401.450 bolívares) não cabe nos visores das máquinas mais antigas de cartões. A solução, então, é dividir uma compra em várias transações. Mesmo as impressoras que as empresas utilizam para imprimir as faturas para relatar seus ganhos para a Receita Federal estão ficando sem espaço para os dígitos.

Indo para o escambo

Em conjunto com esta hiperinflação da moeda, o governo decretou controle de preços e recorreu à estatização de fábricas e de lojas. Como consequência, a escassez e o desabastecimento se tornaram generalizados. Vai de papel higiênico a comida, passando por remédioseletricidade e até mesmo água.

Sem uma moeda funcional e operando sob rígidos controles estatais, toda a economia se desarranjou. Sendo a moeda a metade de toda e qualquer transação econômica, se ela deixa de funcionar, a economia retorna a um estado de escambo. E é o que está acontecendo.

Na Venezuela, assim como já ocorreu nos outros episódios de hiperinflação na história do mundo, a escassez de moeda afeta mais severamente os consumidores de baixa renda, os pequenos comerciantes e os trabalhadores do setor de serviços, os quais não têm acesso a bancos ou à tecnologia eletrônica para fazer ou receber pagamentos.

Estes grupos estão recorrendo cada vez mais ao escambo, não obstante seus já bem conhecidos custos e ineficiências. Trocas diretas envolvendo comida e itens de higiene pessoal estão cada vez mais tomando o lugar das transações monetárias nas cidades pequenas e até mesmo nas grandes.

A seguir, alguns relatos (ver aqui, aqui, aqui e aqui) divulgados pela imprensa.

Na cidade litorânea de Rio Chico, pescadores tentam trocar seus peixes diretamente por arroz, farinha e óleo de soja. Um homem dirige seu carro até a lagoa estocado de caixas de óleo de soja, massa e farinha de milho — os ingredientes da arepa venezuelana (um pastel de queijo tradicional) — para trocar por peixes. A transação é rapidamente efetuada com vários pescadores locais. Mas essa é uma exceção.

O principal problema com o escambo, e o motivo por que o dinheiro surgiu espontaneamente no mercado, é aquele que os economistas rotulam de "a dupla coincidência de desejos". É extremamente custoso em termos de tempo e de esforço encontrar alguém que possua o item específico que você quer e que também queira o bem que você está oferecendo em troca. Assim, uma mulher com um caixote de isopor repleto de peixes frescos caminha pela borda da lagoa à procura de pessoas que aceitam peixes e que estejam dispostas a dar em troca remédios para a epilepsia de seu filho. Nada.

Há dias em que um pescador perde horas tentando trocar seu pescado por algum outro item. Nada. Ele volta pra casa apenas com seu peixe.

Nas áreas pobres de Caracas e em suas favelas, as pessoas no setor de serviços também recorrem ao escambo. Um barbeiro cobra 1 milhão de bolívares (aproximadamente US$ 0,30 à taxa do mercado paralelo), mas também aceita comida como pagamento. Em algumas ocasiões, ele sai da barbearia e vai com seus clientes até o açougue local, onde eles compram para o barbeiro algo com igual valor de mercado, presumivelmente com cartão de débito.

O dono de uma empresa de contabilidade permite que seus clientes paguem suas contas com carne, frango, manteiga e desodorante.

Um cabeleireiro combina com seus clientes que eles irão pagar suas contas mensalmente. Como? Seus clientes são donos de mercearias, e darão ao cabeleireiro itens selecionados.

Um encanador conserta uma máquina de lavar em troca de alguns gramas de massa, um pedaço de bife e 200.000 bolívares (que valiam aproximadamente US$ 1,20 no início de 2018, data da reportagem).

Pessoas talentosas começaram a desenvolver seu próprio tipo de meio de troca. Uma professora com diabetes e um parente esperam na fila, durante horas, para comprar produtos altamente comercializáveis, como pacotes de macarrão, para então trocar pela insulina de que ela precisa. Ele consegue trocar 1,5 kg de macarrão pela necessária dose do medicamento.

Com fontes de proteína sob grande demanda, uma professora de arquitetura da Universidade de Caracas descobriu que o ovo é um "perfeito" meio de troca para pagar pelo estacionamento. Ela pagou dinheiro mais dois ovos pelo estacionamento. Já seu departamento universitário pagou um programador com uma caixa de ovos.

Assim, em todo o setor de serviços, antes de aceitarem um trabalho, é normal perguntarem ao cliente o que há na despensa deles. Farinha, macarrão, arroz, óleo vegetal, açúcar, maionese, refrigerantes e itens de cuidado pessoal também são "moedas fortes".

Empregadas domésticas, motoristas de táxi e de ônibus, carpinteiros, sapateiros, enfermeiras, empregados de lava-jatos, comerciantes e até mesmo profissionais estão cada vez mais dispostos a participar do arranjo "trabalho por comida" para não morrer de fome.

Já a mão-de-obra mais qualificada que ainda ficou na Venezuela é hoje, como mostrado, remunerada com ovos (uma caixa de 36 ovos vale US$ 2 no mercado paralelo).

Conclusão

A escassez de moeda gerada pela hiperinflação — sim, esse fenômeno aparentemente paradoxal já havia sido previsto por Mises em 1920 — acrescentou ainda mais sofrimento às já espantosas ineficiências causada pela maciça intervenção do governo na economia e à pandêmica corrupção política.

A situação é de catástrofe humanitária.

Não é nada surpreendente que a economia venezuelana esteja em acelerado processo de contração, tendo encolhido 16,50% em 2016 e 13,20% em 2017.

Sendo altamente improvável que o governo vá interromper a impressão de dinheiro, o colapso de todo o sistema monetário é iminente. Assim como o humanitário.

 


autor

Joseph Salerno
é o vice-presidente acadêmico do Mises Institute, professor de economia da Pace University, e editor do periódico Quarterly Journal of Austrian Economics.

 

  • Guilherme  30/07/2018 15:28
    Mas... mas... e a teoria keynesiana que diz que se o governo imprimir dinheiro haverá um grande boom na economia? Não me digam que ela é falsa...
  • Seu Mazarito  30/07/2018 15:37
    Mas os keynesianos estão certos. Sim, imprimir dinheiro causará um grande boom na economia. Só que esse "boom" é o barulho da explosão seguida do colapso.

    Ou seja, eles sempre estiveram certos, apenas foram mal interpretados. Uma injustiça.
  • Geraldo  30/07/2018 15:50
    Ok, entendi a ironia. (Estou colocando isso porque tem muita gente que não entende ironia, especialmente na Web)
  • patricio  31/07/2018 18:39
    Mas para Keynes tem que ter demanda também, mesmo que seja criada artificialmente pelo governo.
  • Bruno  31/07/2018 19:24
    A criação de dinheiro por definição impulsiona a demanda, meu caro. Se chover dinheiro na sua casa sua capacidade de demanda será maior. Keynes defendia a impressão de dinheiro exatamente para aumentar a demanda.

    Logo, o problema nunca foi a demanda. Nunca há ausência de demanda. Demandar é uma coisa natural do ser humano. Todos nós estamos demandando coisas desde o momento em que acordamos e saímos da cama até o momento em que vamos dormir.

    O problema sempre foi a oferta. A produção. Como criar bens e serviços. Essa é a encrenca.

    Demandar, todos os venezuelanos demandam. Só que eles não têm muito o que comprar, pois não há produção.

    Não faz sentido estimular a demanda e o consumo; a encrenca sempre foi a produção

    A Lei de Say é irrefutável e, sozinha, destrói todo o arcabouço keynesiano
  • Capital Imoral  30/07/2018 15:30
    A principal luta é contra as fake news ideológica

    Existe uma ideologia suja que não pode chegar à mente das pessoas sem que isso traga consequências terríveis para sociedade como um todo, trata-se das idéias liberais que estão exterminando pobres e minorias, como funcionários públicos, que são vítimas do livre mercado. A grande pergunta é: Como acabar com o ódio que os neoliberais produzem na internet?

    Sim, o Facebook precisa acabar com as páginas de Direita
    Já dizia a grande filósofa, Marcia Tiburi: "Em qualquer pacto entre o bem e o mal, somente o mal pode lucrar.[1] " Precisamos acabar com a hipocrisia e parar de ficar protegendo os neoliberais e conservadores através da liberdade de expressão. Esses imundos se aproveitam de nossa bondade e misericórdia política para espalhar uma ideologia terrível que desumaniza o homem e o torna um monstro que persegue minorias. Desde quanto a liberdade de expressão é irrestrita? Não podemos aceitar que as pessoas voltem a defender o Nazismo, que é praticamente a mesma coisa que Liberalismo e Conservadorismo.

    Quando o Facebook apagou páginas de direita, isso visava evitar a distorção da narrativa política para esse espectro ideológico desumanizador (neoliberalismo), que é ruim desde sua premissa; porém, o congresso defensor da escravidão do povo através do capitalismo já tomou medidas para trazer novamente a desumanização através das palavras e ideologia neoliberal. Isso significa que os neoliberais vão continuar a produzir fake news ideológico e vão continuar perseguindo minorias como pobres, homossexuais, Pedofolosexuais etc.

    Aprenda uma lição: A liberdade de expressão não é irrestrita, e não podemos aceitar que determinadas idéias circulam livremente pela internet; precisamos sim! estatizar a internet pois ela se tornou uma extensão da nossa vida social. Ora, se não aceitamos a propagação do Nazismo na sociedade aberta, por que deveríamos aceitar o neoliberalismo que é a mesma coisa?

    [1] A revolta de Atlas, Marcia Tiburi.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • João   30/07/2018 18:42
    Recentemente estava pensando: Pelo conceito de propriedade privada, eu posso fazer o que eu quiser na minha propriedade desde que eu não interfira na propriedade e na liberdade de outras pessoas. Porém e no caso de uma indústria que emita gases poluentes. Ela esta teoricamente prejudicando a atmosfera que é algo que todos usam. Isso foi algo que eu pensei enquanto liberal. O que voces tem pra me dizer? Realmente estou em dúvida (se puderem, pensem na poluição como um todo, não só nesse exemplo em específico, mas como seria em outros casos)
  • Amoedo  30/07/2018 18:49
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1177

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2524

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1685

    Gentileza abordar determinados tópicos em seus respectivos artigos, caso contrário a seção de comentários fica descaracterizada. Questão de finesse.
  • Não vou botar nome  30/07/2018 18:57
    Depois de ver esse comentário,por favor me mata
  • Coxinha opressor  31/07/2018 12:06
    kkkkkkkkkkkkk

    Vc é quem manda, meu caro... o cara chama pedofolosexuais de minoria... kkkkk

    Figuraça vc... continue postando que eu dou umas risadas
  • K.K.Kn  12/08/2018 14:58
    O cara dizer que pedofolosexuais são minorias e sofrem perseguição isso tudo ja mostra a insanidade mental dele, e ainda defender a estatização da internet,so pode ser um burro,nem na China e Coreia do Norte conseguem, pois óh idiota dos dedos sujo existe a DARK WEB, ou seja a internet sera totalmente vigiada.
    Insamo mental, e se contradiz quando escreve que o facebook derrubou as paginas da direita.
  • Jango   30/07/2018 15:40
    Pelo menos eles possuem um índice de Gini invejável.
  • Vladimir  30/07/2018 15:41
    Daqui a pouco alguém lá terá a ideia de usar o ouro.
  • Lel  30/07/2018 15:44
    Aos poucos vão reinventar a roda.
  • Silvio  30/07/2018 15:45
    Há uma moeda digital chamada Nano que, ao contrário do Bitcoin e das demais, não cobra taxa pra nada. Diz que ela está começando a se tornar popular na Venezuela, mas não irá decolar até que os desenvolvedores deem um update nela. Isso está programado para o segundo semestre agora.
  • Márcio  30/07/2018 15:52
    Será difícil. Para começar a usar o ouro, o ouro já tem de estar presente na economia. Duvido muito que os venezuelanos tenham ouro. E mesmo aqueles que têm dificilmente irão abrir mão deste ativo. Só em caso de desespero máximo.

    A única solução para atrair ouro para a economia seria começar a ofertar bens e serviços a preços baixíssimos para estrangeiros em troca de ouro. Mas, ora, como ofertar bens e serviços baratos se a escassez de bens e serviços é total?

    Acho que é game over pra Venezuela. Quem mora na região Norte do Brasil que se acostume: o influxo de esfomeados será cada vez maior.
  • Pobre Paulista  30/07/2018 16:21
    Correção: O influxo de mão de obra barata será cada vez maior. É só saber aproveitar as oportunidades.
  • Márcio  30/07/2018 16:32
    Sim, esse é o lado positivo. Por outro lado, vai estar cheio de gente desesperada e sem nada a perder. Como dizem os americanos, quando as pessoas já perderam tudo e não têm mais nada a perder, elas perdem a cabeça. ("When people have lost everything e have nothing left to lose, they lose it").

    Eu não queria estar no caminho desta gente.
  • Eduardo  30/07/2018 16:38
    Na fronteira com a Colômbia, as venezuelanas estão se prostituindo e até vendendo seus cabelos para conseguir alimentar os filhos.

    Venezuelans sell sex and hair to survive in Colombian border city
  • Pobre Mineiro  30/07/2018 16:54
    Mão de obra barata e sem qualificação não serve para nada. (só para sobrecarregar o sistema social)

    Vide a situação dos haitianos e africanos no Brasil.
  • Matheus  01/08/2018 13:13
    Ah, mas o "grande e maravilhoso Estado BR" já está corrigindo a situação: haverão mutirões de juízes, defensores e do Judiciário em geral, para cadastrar e "regularizar" a situação dos Venezuelanos, tentando inclusive, naturalizá-los como Brasileiros (para que tenham acesso aos nossos "abundantes" e "eficazes" serviços estatais).
  • anônimo  30/07/2018 15:47
    Eu nunca tinha entendido como era possível dizer que estava faltando dinheiro durante uma hiperinflação. Falaram isso no governo Sarney e também no Zimbábue. Agora entendi a lógica e faz sentido. Ótimo artigo. Obrigado pelo trabalho!
  • Livre Mercado  30/07/2018 16:00
    Eu disse que eu nunca te abandonaria, após invocar meu irmão Mercado Negro e este não dar conta das coisas, nosso pai Escambo saiu da aposentaria para dar aos venezuelanos tanto poder de compra quanto for possível.
  • 4lex5andro  03/08/2018 01:00
    Tome like Livre Mercado, sintetizou a situação descrita no artigo num único post.
  • Pobre Mineiro  30/07/2018 16:51
    Ou seja, a Venezuela nem precisa de um muro.

    Qual venezuelano tem dinheiro para pagar uma passagem para fora da Venezuela ?.

    Fiquemos atentos com o Brasil, pois o "muro" pode ser o preço impagável de uma simples passagem para fora daqui.
  • anonimo  30/07/2018 17:14
    Bem observado Pobre Mineiro, esse muro invisível pode ser erguido em poucas semanas e isolar qualquer membro da classe média. No Joesley Day eu estava em Cusco no Peru, as casas de câmbio costumam aceitar e pagar bem por reais brasileiros mas naquele dia a variação foi tão brutal que praticamente todas as casas de câmbio da cidade se recusavam a aceitar reais até que a volatilidade diminuísse, foi então que descobri o inferno que é portar uma moeda inconversível e sem valor, fiquei 2 dias sem poder trocar dinheiro e só não fiquei na pior porque uma namoradinha canadense que estava comigo me emprestou uns dólares.
  • Paulo Henrique  30/07/2018 17:38
    Sempre me pergunto se é proposital ou fruto da ignorância. Nunca subestimei o poder da burrice, mas permanecer assim por anos sempre levanta duvida. A destruição da economia pode ser proposital para acabar com a resistência interna. Quem poderia lutar está simplesmente tentando ficar vivo, outra parte migrou, ficando apenas aqueles que se adaptaram a situação de calamidade.
    Para que matar a oposição no paredon se você tem o poder sobre a moeda?


  • Pobre Paulista  30/07/2018 16:55
    Agora tem que medir a log-inflação de lá. Está em torno de 6 por mês.
  • Geraldo  30/07/2018 17:14
    Log-inflação? Imagino que você quis dizer que a inflação de lá é medida em uma escala logarítmica (o que eu concordo). Só que quem não é bom em matemática não vai saber do que se trata.
  • Pobre Paulista  30/07/2018 17:43
    Mas é essa a idéia, camuflar mesmo!

    A inflação hoje lá é de 46.000%, o que dá uma log-inflação de cerca de 4,66
    No final do ano está estimada em 1.000.000% , o que dá uma log-inflação de 6

    De 4,66 para 6 não parece um aumento tão grande assim :-D
  • Gato escaldado  30/07/2018 17:44
    A verdadeira "mágica do socialismo" é promover destruição e caos para depois vir com a narrativa que não era o socialismo real. A artimanha convence os idiotas e o ciclo se repete ad infinitum.

    Esse truque nem o Mister M consegue revelar o segredo.
  • Marcos  30/07/2018 18:38
    Se um exemplo do outro lado da rua não for suficiente, o Brasileiro não merece nada mais do que morrer de fome.

    todo leitor do mises tem a obrigação moral de enfiar os ideais libertários goela abaixo de toda a gente possível. Nesse ponto, é ótimo que tenhamos uma vizinha Venezuela para deixar qualquer argumento mais tangível, até porque a maioria dos brasileiros tem uma capacidade de abstração e de cálculo mental irrisível.

    ps: não é viralatismo, é realidade............
  • Carlos  30/07/2018 18:50
    Concordo totalmente. Eu mesmo sempre digo isso: acho ótimo que existam exemplos práticos como Venezuela, Coreia do Norte e Cuba. Infelizmente, apenas teoria não basta. Apenas teoria não convence. As pessoas querem ver a coisa na prática. Só assim há alguma chance delas se convencerem.

    Nesse sentido, a existência de Venezuela, Cuba e Coreia do Norte é uma benção (para quem está de fora, é claro), pois é isso que impede que determinados políticos influentes adotem o socialismo integral aqui. Não houvesse esses exemplos práticos estaríamos lascados.
  • Constatação  31/07/2018 13:19
    Digo que o paraíso socialista venezuelano ainda é melhor que cubano, no sentido da possibilidade de fuga.

    Cubano tem que atravessar 144 km de mar em barco improvisado e correr o risco de ser mandado de volta assim que chega a Miami. Venezuelano, com alguma sorte pega a matagueira mas consegue chegar aqui em Banânia sem que alguém sequer lhe peça um documento.
  • Kira  30/07/2018 19:00
    Infelizmente você tem toda razão! todos os dias lutamos contra idiotas e gente mal intencionada sobre esses assuntos em todo lugar, no trabalho, escola, faculdade e até em nossas famílias.
  • jão  31/07/2018 00:46
    tem gente que vejo não ser mal intencionada... é ignorante sobre o tema mesmo... nasceu, cresceu e vive nesse esquema de que pago impostos entao vou exigir do governo, por mais que veja que isso na prática não ocorre. até concordam que cada um tinha de cuidar do seu e tal, mas na hora que chega o boleto do plano de saúde, vem o refrão "isso ai é o governo que tinha de dar..." e isso mesmo vendo toda a merd@ ocorrendo na venezuela... parece que não conectam que aquela situação (e a nossa) ocorrem porque há um bando de despreparados que assumiram o papel de deus (os quais nós concedemos o poder para que pensem que o são)...
  • Demolidor  30/07/2018 19:34
    Só não vamos pensar que isso é algo exclusivo do brasileiro. Educação nas mãos do estado dá nisso.

    Basta vermos os fenômenos Bernie Sanders e Alexandria Ocasio-Cortez nos EUA.

    Nossa missão é desmascarar esses safados, sempre. E sim, exibir exemplos do mundo real funciona muito bem. É até engraçado ver a cara dos idiotas e sociopatas quando você dá um exemplo concreto de que a crença esotérica deles está errada.
  • off topic  31/07/2018 14:36
    A galera da esquerda continua convencida de que a desgraça da Venezuela é culpa dos Estados Unidos e da geopolítica. Eles utilizam esse bode expiatório sempre que se argumenta sobre essa tragédia econômica e política. Isso me dá nos nervos.

    Eles dizem também que a ditadura na Coréia nada tem a ver com socialismo e que lá é uma ditadura militar e que Cuba é uma ilha maravilhosa de onde se exporta excelentes médicos.

    São pessoas consideradas intelectuais, amigo e conhecidos graduados e pós graduados.Não importa o que você diga e o quanto de argumento você tenha.

    Tem horas que eles de fato me cansam e vencem o debate pelo ultraje, argumentum ad hominem e falácias de autoridade, algo que acho muito forte do ponto de vista social, pois continuam ali disseminando excrecências.

    Imagina aí, velho, o nível de ignorância dessas pessoas?
  • Fernando  30/07/2018 21:03
    Acredito que mesmo com esse exemplo o brasileiro não acordará para a realidade, primeiramente a esquerda virá com um novo "deturparam marx" "a venezuela não deu certo porque faltou ousadia na implantação do socialismo" "precisamos se mais incisivos no ataque as desigualdades sociais" "capitalismo destruiu a revolução popular que iria ser implementada na venezuela" e os desinformados continuarão elegendo políticos em prol de mais políticas públicas. Eu me surpreendo com o nível de alienação estatal que o brasileiro se encontra, eu não consigo conversar com ninguém que não me ache louco ou radical demais, apesar de concordar com todos os problemas que aponto, ainda relutam em achar que existe uma solução estatal para eles.
  • Jenifer Viana  31/07/2018 15:35
    Estava pensando nisso ontem, em como eles sempre dizem que houve deturpação das ideias do seu 'profeta' e os tolinhos verde e amarelo caem como pato.
    Tenho a mesma sensação quando começo a falar e inclusive tenho que esmiuçar a informação a um nível aceitável para no decorrer do tempo inserir novas ideias libertárias.
  • Felipe Lange  30/07/2018 18:41
    Tomara que a Nano vingue lá. E os Bitcoins salvem mais vidas. Houve um venezuelano que conseguiu comprar um bom estoque de bens com Nanos doadas.
  • Metallion  30/07/2018 18:50
    Quando a mesma situação atingiu o Império Romano, nasceu o Feudalismo (www.mises.org.br/Article.aspx?id=1348). Será que a Venezuela vai virar feudalista? O que acontece quando os ricos, que viraram os senhores feudais na derrocada do Império Romano, podem abandonar o país? Vão virar um deserto Mad Maxiniano?
  • Marcelo  30/07/2018 18:55
    Este é ainda mais completo sobre o tema:

    Socialismo e retrocesso da civilização
  • Judeu  30/07/2018 19:54
    Quanto é o rendimento dos títulos do Tesouro na Venezuela?
  • 4lex5andro  03/08/2018 01:04
    Provavelmente menor do que a hiperinflação do país.
  • Che  30/07/2018 22:07
    Ninguem se lembra que a Venezuela sofre sanções dos americanos, e parte da crise pode ser explicada por esse fato. Não conheço o white paper do Petro, mas acredito que uma criptomoeda pode trazer alívio à população, desde que permita transações em escala e a baixo custo.
  • Gary Prado  30/07/2018 23:25
    Claro. Foram as sanções, iniciadas em agosto de 2017 (e que se limitam a proibir americanos de comprar títulos do governo da Venezuela, que deveriam estar em altíssima demanda) que provocaram a crise iniciada dez anos antes, em 2007, ([link=www.mises.org.br/Article.aspx?id=2748]quando já havia escassez[/link).

    E devem ter sido essas "sanções" de 2017 que acentuaram crise a partir de 2013.

    E devem ter sido as sanções que explodiram a quantidade de dinheiro no país.

    Né?

    É só gênio que defende o socialismo, impressionante.
  • ed  31/07/2018 18:41
    É a mesma conversa mole quando se fala de Cuba. Tudo culpa dos estadunidenses. É engraçado. Se o capitalismo é tão ruim por que a ausência de comércio com um dos países capitalistas causa tantos prejuízos a países socialistas?
  • Neo-reacionário  30/07/2018 22:53
    A liberdade é um tema complicado.

    O Aborto é um extermínio da liberdade do indivíduo.

    Drogas é mais complicado, porque a própria liberdade pode matar o indivíduo.

    Imposto não necessariamente é roubo, porque um indivíduo assassinado já perdeu a sua liberdade. É melhor ficar vivo pagando um pouco de imposto pra polícia.

    Por mais que os liberais não acreditem nas proibições do governo, eu ainda acredito que a ideologia conservadora foi originada no liberalismo.
  • Pobre Paulista  30/07/2018 23:29
    "Imposto não necessariamente é roubo"

    Se não fosse roubo, se chamaria doação ;-)
  • Gustavo A.  31/07/2018 14:51
    Ah sim, e a restrição da liberdade do mercado das drogas criou uma GUERRA que tira a vida de terceiros INOCENTES. Ou você acha que os 60 mil homicídios/ano são crimes passionais e gente que brigou no trânsito? Além do que, se o cara quiser se entupir de pó até morrer, em que isso te afeta?

    Tá, pode não ser roubo, é extorsão estatal. Você pode ser um minarquista e entender que o Estado deva cumprir funções como segurança pública e jurídica, por exemplo, porém, é impossível defender moralmente o esbulho da propriedade privada para que um burocrata do Estado decida o que deve ser feito e para quem deve ser feito (relembrando, o Brasileiro paga mais de 53% do que ganha em impostos).

    Você ser conservador não implica em esbulhar o bem de terceiro, você não é um iluminado que sabe mais que as outras pessoas o que elas tem de fazer da vida delas. Um conservador estatista é quase tão ruim quanto um progressista. Veja a herança dos militares que tivemos no poder, do fascismo ao welfare state, mas sempre com a pauta conservadora nos costumes.

    Não é por nada não, mas isso aqui não é o terça livre.
  • Von Mises  30/07/2018 22:54
    Helio Beltrão e seus asseclas fazem parte da elite natural, à qual Mises se referia?
  • Pepino di Capri & Porres De Vodga  31/07/2018 14:29
    Sim, jogar toneladas de dinheiro de helicóptero na economia não faz o menor sentido, sabemos que para a economia crescer não temos de aumentar a demanda.

    Mas, uma expansão monetária pequena em dado momento não poderia ser um impulso necessário para aumentar o giro do dinheiro e reaquecer a economia? Mesmo esse tipo de intervenção causará efeitos negativos no futuro?

  • Vladimir  31/07/2018 14:37
    Como exatamente a criação de papel-moeda (ou de dígitos eletrônicos) propicia o surgimento de bens de capital? São os bens de capital que tornam os investimentos possíveis e aumentam a produtividade.

    Como exatamente a criação de papel-moeda (ou de dígitos eletrônicos) possibilita o surgimento de bens? Como ocorre essa mágica?

    O que cria riqueza é outra coisa, e não a impressão de dinheiro. se apenas imprimir dinheiro (ainda que a uma "taxa modesta") fosse o segredo, então a pujança no mundo seria total e todos seríamos nababos.

    Sociedades pobres e sociedades ricas - o que faz a diferença

    Trabalho, emprego, poupança e capital
  • Paraíba  01/08/2018 14:24
    Eu não tenho a mínima pena dos venezuelanos. E se a mesma situação acontecesse no Brasil, também não teria a nenhuma pena dos brasileiros.

    É o povo latino-americano que permite (e ainda dá respaldo) esse tipo de barbaridade aconteça e seja repetido inúmeras vezes.
  • Gustavo A.  01/08/2018 17:14
    Cara, é difícil de falar, tem muita gente que é usada como massa de manobra apenas, as pessoas não tem consciência das consequências daquilo que é prometido a elas pela elite intelectual.

    Imagine um debate no Brasil, dois políticos tentando explicar saúde para um miserável, um esquerdista prometendo saúde universal de qualidade e um liberal tentando explicar por que isso não funcionaria, baseado na demanda infinita, escassez, etc... É complicado.

    A Venezuela não conseguiu força pra parar o golpe Chavista, é um país bem menor que o Brasil e foi fácil de ser controlado.
  • Roberto  01/08/2018 16:48
    O Caso da Venezuela não seria perfeito para implementação de uma moeda independente do governo, como BitCoin? Porque lendo o texto percebe-se que as pessoas tem certa idéia dos valores das mercadorias e serviços, bastando agora transformar essa " idéia" em um valor monetário.

    As pessoas tem celulares e computadores ainda!

    É uma grande oportunidade para que algum empreendedor - que seja independente de qualquer governo - lançar essa moeda e ela será rapidamente aceita, porque a moeda oficial já nada vale (e não existe).

    Faz algum sentido essa minha idéia?
  • Alfredo  01/08/2018 17:03
    Os mais espertos já recorreram ao Bitcoin lá atrás, quando ainda dava.

    O Bitcoin foi o que impediu minha família de morrer de fome na Venezuela

  • Libertário anônimo  01/08/2018 17:42
    A sua ideia é ótima, o problema é o governo do país deixar fazer isso. Pois se isso acontecer acaba de vez as boquinhas dos funcionários públicos, militares, governantes e empresários amigo do rei. E isso ninguém quer, igual no Brasil só que em proporções muito maiores.
  • Anarquista sem coração  05/08/2018 13:48
    Não queriam mostrar ao mundo o que seria o Socialismo do Século XXI? Essa hiperinflação veio bem a calhar. E eu acho pouco.
  • Emerson Luis  13/08/2018 21:38

    Conclusão: o socialismo pode produzir mais milionários do que o capitalismo!

    * * *
  • Salah  20/08/2018 19:14
    istoe.com.br/maduro-aumenta-salario-minimo-da-venezuela-em-35-vezes/

    AGORA VAI!


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