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Trump vs. Harley-Davidson: ao contrário do imaginado, guerras comerciais não são fáceis de ganhar
Não é função de uma empresa sacrificar seu balancete apenas para satisfazer políticos

Imagine que um novo presidente tome posse sob a promessa de que irá colocar os interesses de seu país em primeiro lugar. A última coisa que você poderia esperar é que esse próprio governo fosse executar um impiedoso ataque frontal a uma das mais icônicas empresas do país.

É exatamente isso o que está acontecendo entre o presidente americano Donald Trump — que adotou o slogan America First — e a mais icônica fabricante de motocicletas dos EUA, a Harley-Davidson.

Eis o que houve.

No início de junho, como já era esperado, entraram em vigor as tarifas aplicadas pelos EUA à importação de aço e alumínio oriundos da União Europeia. O aço importado passou a ser tarifado em 25% e o alumínio, em 10%.

Além de ser uma medida que não faz nenhum sentido econômico, o próprio Pentágono veio a público se manifestar contra as tarifas afirmando que elas não apenas nada fariam pela segurança nacional, como ainda prejudicariam as próprias empresas americanas produtoras de equipamentos bélicos para a defesa nacional.

Ato contínuo, a União Europeia, também como esperado, decidiu revidar: no dia 22 de junho, anunciou o aumento das alíquotas sobre a importação de vários produtos americanos, dentre eles as motocicletas Harley-Davidson, cujas tarifas de importação subiram de 6% para 31%.

E aí a Harley anunciou que irá fechar uma parte da sua produção nos EUA e se mudar para a Tailândia, de onde poderá produzir para exportar para a União Europeia sem estar submetida a esta nova tarifa de 31%. Essa mudança será completada em um prazo de 18 meses.

Em um comunicado aos acionistas, a direção da empresa afirmou que as motocicletas exportadas à União Europeia desde os EUA teriam, a partir de agora, um custo médio de US$ 2,2 mil a mais, motivo pelo qual decidiu que é mais efetivo fabricá-las fora do país. Disse ela:

Aumentar a produção internacional para aliviar a carga tarifária da UE não é a preferência da companhia, mas representa a única opção sustentada para fazer com que as suas motocicletas sejam acessíveis para os clientes na UE e para manter um negócio viável na Europa. [...]

O tremendo aumento de custos, se for transferido às concessionárias e aos clientes no varejo, teria um impacto prejudicial imediato e durável para o negócio, reduzindo o acesso aos nossos produtos e afetando negativamente a sustentabilidade das concessionárias.

Essa decisão de mudar a fábrica para manter os preços baixos e preservar a lucratividade da empresa não apenas faz total sentido econômico, como também é uma questão de respeito à propriedade privada: é o direito de qualquer empresas privada (em uma sociedade livre) escolher sua localização e, principalmente, qual a melhor estratégia de produção.

Mas Trump, obviamente, não gostou. E foi para o Twitter. De início, usou um tom até relativamente brando:

trump3.png

"Surpreso que a Harley-Davidon, logo ela, tenha sido a primeira a se render e a balançar a bandeira branca. Lutei duro por eles e, no final, não irão pagar tarifas vendendo para a União Europeia, a qual nos prejudica bastante no comércio, com quem temos um déficit comercial de US$ 151 bilhões. Impostos soa apenas uma desculpa da Harley — sejam pacientes! #MAGA (Make America Great Again)"

Depois, o tom subiu, e ele ameaçou tributar a empresa "como nunca antes".

trump2.png

"Uma Harley-Davidson jamais deveria ser construída em outro país — nunca! Seus empregados e consumidores já estão muito zangados com eles. Se eles se mudarem, observem, será o começo do fim — eles se renderam, eles se entregaram! A Aura irá acabar e eles serão tributados como nunca antes!"

Os investidores e acionistas, é claro, não gostaram nada desse ataque. Os preços das ações caíram. À primeira vista, parece um comportamento estranho para um presidente que dizia colocar a América em Primeiro Lugar, mas o fato é que já estamos ficando acostumados a esperar o inesperado das intervenções governamentais feitas pela Casa Branca no comércio exterior.

Por ora, as maiores vítimas dessa beligerância comercial estão sendo os exportadores americanos de bens de consumo, os importadores americanos de matérias-primas, e os próprios consumidores americanos e europeus, que são quem, em última instância, irão pagar esses impostos rotulados de tarifas.

No entanto, para quem é fã de Trump, eis a seguir alguns argumentos em sua defesa. E contra a Harley.

Uma história de intervenção

Não, a Harley-Davidson não é inocente. Ela possui um histórico  de envolvimento com o governo. Trump não é o primeiro presidente a intervir, mas pode ser o primeiro a direcionar o poder do governo contra a empresa, e não a favor.

No dia 2 de abril de 1983, o presidente Ronald Reagan ordenou que a tarifa de importação para motocicletas com cilindrada acima de 700 cm3 [as famosas "700 cilindradas"], nicho em que apenas a Harley-Davidson atuava, fosse elevada de 4,4% para 49,4%, um aumento de mais de dez vezes, equivalente a 45 pontos percentuais. O objetivo óbvio era proteger a Harley da concorrência estrangeira, majoritariamente japonesa.

As tarifas foram criadas já com uma programação pré-definida: seriam reduzidas para 39,4% em 1984; 24,4% em 1985; 19,4% em 1986; 14,4% em 1987; e finalmente voltariam aos 4,4% originais em 1988.

Em defesa da Harley, pode-se apenas dizer que, em 1987, quando a tarifa deveria ser de 14,4%, ela própria veio a público e espontaneamente pediu para o governo abolir essa ajuda tarifária, voltando para os 4,4% originais.

Já em 2008, no auge da crise financeira americana, a Harley voltou a passar dificuldades. Documentos posteriormente liberados pelo Federal Reserve (o Banco Central americano) revelaram quem se beneficiou de um programa de empréstimos feitos pelo Fed durante a crise (o Fed comprava títulos das empresas e elas tinham até abril de 2010 para quitar).

Os dados mostram quem pediu e quem recebeu. A Harley-Davidson recorreu ao programa em nada menos que 33 ocasiões entre 2008 e 2009. Quanto ela recebeu? Ao todo, incríveis US$ 2,3 bilhões.

Após todos esses esforços, benefícios e protecionismos, nada poderia preparar a empresa para lidar com uma perda substantiva do seu mercado estrangeiro. Por isso a empresa anunciou que irá transferir parte da sua produção para outro país em decorrência do aumento de custos trazido pelas tarifas retaliatórias impostas pela UE em resposta às tarifas do governo americano sobre o aço e o alumínio.

A Harley possui fábricas no Brasil, na Índia, na Austrália e na Tailândia. Isso traz duas vantagens à empresa: de um lado, permite que ela evite as altas tarifas de importação impostas por esses países, podendo agora vender para estes mercados sem ser taxada; de outro, essas mesmas tarifas de importação garantem à empresa uma grande reserva de mercado nestes países, pois a população local não pode importar motos de seus concorrentes estrangeiros. Um ótimo arranjo para a empresa.

A empresa também anunciou que pretenda aumentar em 50% sua participação internacional até 2027.

Atirando no próprio pé

No final, eis uma previsão que não tem como errar: toda e qualquer ação governamental sempre irá gerar consequências que são opostas ao declarado objetivo da intervenção. Se você duvida, apenas olhe a intervenção do governo americano na área da saúde. Ainda não foi encontrado ninguém que realmente acredite que o Obamacare resultou em um arranjo melhor.

O mesmo é válido para as tarifas de importação. A intenção declarada é facilitar a vida das empresas, mas o resultado é um completo desarranjo na cadeia global de fornecedores. As indústrias domésticas têm de pagar mais por insumos, matérias-primas e maquinários. Consequentemente, elas têm de alterar sua estrutura de produção em decorrência destes custos maiores. Sua margem de lucro cai. Para piorar, elas ainda perdem uma fatia do mercado, pois os outros países, em retaliação, também adotam tarifas.

Tudo isso já havia acontecido com as tarifas de Bush e de Obama. Ambos, ao menos, reconheceram seus erros e as aboliram. Trump, por sua vez, é um espécime totalmente diferente. Ele é muito menos previsível. Embora ele sempre diga que quer "chegar a um acordo", suas declarações fazem com que "chegar a um acordo" seja algo impossível, pois ele vive alterando o conteúdo e a essência dos termos.

No entanto, não se pode dizer que essa postura de Trump seja uma surpresa. Ele passou toda a sua campanha fazendo do nacionalismo o tema central de sua agenda. Uma guerra comercial era exatamente o que ele sempre quis. Ele abertamente declarou que "guerras comerciais são boas e fáceis de ganhar". O problema é que a realidade econômica, além de nunca aceitar desaforos, não pode ser alterada por meras frases de efeito.

E eis a realidade econômica: empresas americanas que querem continuar operando de maneira viável, mesmo que isso agora exija uma realocação de fábricas para outros países, estão sendo ameaçadas de violência pelo mesmo presidente que disse que iria tornar a América grande novamente. A Harley é apenas o exemplo mais recente. Desde que Trump assumiu a presidência, a Amazon sempre foi um dos principais alvos de suas críticas. Antes da Amazon foi a Apple, contra quem Trump, durante a campanha presidencial, demandou um boicote por parte dos consumidores.

Desnecessário ressaltar que estas são grandes empresas americanas, de modo que um ataque direto a elas contradiz seu principal lema de campanha.

No entanto, quem é fã de Trump certamente irá ver apenas bons motivos nestas suas ações, enxergando nelas algum tipo de estratégia superior.

Conclusão

No final, sejamos perfeitamente claros quanto a um ponto: a função de uma empresa é satisfazer seus consumidores e seus acionistas de uma maneira que seja consistente com sua lucratividade.

Não é função de uma empresa sacrificar seus resultados operacionais apenas para satisfazer as prioridades e os caprichos de um político. De qualquer político.

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Leia também:

No final, Trump expôs a hipocrisia dos líderes da União Europeia em relação ao livre comércio


31 votos

autor

Jeffrey Tucker
é Diretor-Editorial do American Institute for Economic Research. Ele também gerencia a Vellum Capital, é Pesquisador Sênior do Austrian Economic Center in Viena, Áustria.  Associado benemérito do Instituto Mises Brasil, fundador e Diretor de Liberdade do Liberty.me, consultor de companhias blockchain, ex-editor editorial da Foundation for Economic Education e Laissez Faire books, fundador do CryptoCurrency Conference e autor de diversos artigos e oito livros, publicados em 5 idiomas. Palestrante renomado sobre economia, tecnologia, filosofia social e cultura.  

  • Carlos  29/06/2018 15:53
    "a função de uma empresa é satisfazer seus consumidores e seus acionistas de uma maneira que seja consistente com sua lucratividade.

    Não é função de uma empresa sacrificar seus resultados operacionais apenas para satisfazer as prioridades e os caprichos de um político. De qualquer político."


    O foda é fazer algum político entender e aceitar essa realidade. E se nem mesmo um americano que era empresário aceita, como esperar que um latino-americano o faça?
  • Pobre Mineiro  29/06/2018 17:28
    Latino americanos gostam de políticos "salvadores da pátria".
  • Érika  04/07/2018 20:29
    Pensei a mesma coisa, se o cara é um megaempresário e não entende ainda essa lição, estamos ferrados...
  • Alfredo  29/06/2018 15:55
    Como eu disse em outro lugar Reagan não era nada livre-mercadista, embora sua retórica fosse. Mas é verdade que ele foi o menos pior de todos desde Harding.
  • José Márcio Santana  29/06/2018 16:02
    A questão é: como é que chegamos a um ponto em que um homem só -- um político! -- pode afetar todo o comércio mundial?
  • Fabrício  29/06/2018 16:21
    Simples: criando um estado e permitindo que ele fosse crescendo e acumulando poderes.

    Essa é a resposta à sua pergunta.

    Enquanto houver estado, haverá indivíduos com plenos poderes sobre sua vida.
  • Jorge  29/06/2018 18:39
    Étienne de La Boétie já respondeu isso no século XVI.
    É a servidão voluntária que a espécie humana se submete desde tempos imemoriais.
  • gabriel batista  29/06/2018 16:17
    Tenho uma dúvida (OFF-TOPPIC).

    Na crise de 2008, quem mais sofreu, vamos se dizer assim, foram os bancos que emprestaram para pessoas que não podiam pagar os empréstimos imobiliários, no fim o FED salvou quase que a todos.

    Desde então o FED vem expandindo sua base monetária novamente, e foi agora que está subindo seus juros novamente, se ocorrer outra grande crise, quem vai ser o mais prejudicado? tem como saber para onde todo essa impressão de dinheiro foi direcionada primeiro ? Para qual tipo de empréstimo.

    Ou é sempre os bancos a sofrerem, pois o FED deposita direto no sistema bancário.

    obrigado.
  • Trader  29/06/2018 16:26
    "se ocorrer outra grande crise, quem vai ser o mais prejudicado?"

    Depende de qual setor será afetado e, principalmente, quem está investido nele. Há quem diga que seja o mercado de ações.

    "tem como saber para onde todo essa impressão de dinheiro foi direcionada primeiro ?"

    Aparentemente, para a bolsa de valores. Mas também houve reaquecimento do mercado imobiliário.

    "Ou é sempre os bancos a sofrerem, pois o FED deposita direto no sistema bancário"

    Os bancos sofrerão se tomarem calotes maciços.
  • gabriel batista  29/06/2018 19:05
    obrigado caro Trader
  • Silvio  29/06/2018 16:57
    Eu confesso que até via algum sentido (embora não concordasse) em ele querer tributar produtos chineses, por mais estapafúrdia que fosse a desculpa.

    Agora, tributar aço e alumínio de seus principais aliados? E mesmo com o Pentágono dizendo que a segurança nacional nunca foi afetada por isso? E mesmo ele já sabendo na prática que isso aumenta custos de produção, causa demissões e afeta toda a economia?

    Ou o sujeito é um gênio seguindo uma estratégia que ninguém é capaz de compreender ou ele é meio pnóia.
  • Yuri  29/06/2018 17:02
    Nunca tente ver lógica ou razão em nenhuma ação de nenhum político. Todos eles sem exceção fazem políticas visando apenas a atender os exclusivos interesses de seus grupos de aliados, nem que para isso tenham de ferrar todo o resto.

    Vide Lula, Dilma, Odebrecht e JBS.

    Toda a política sempre se resumiu a isso: atender lobbies e grupos de interesse.
  • Demolidor  29/06/2018 19:08
    Agora, tributar aço e alumínio de seus principais aliados? E mesmo com o Pentágono dizendo que a segurança nacional nunca foi afetada por isso? E mesmo ele já sabendo na prática que isso aumenta custos de produção, causa demissões e afeta toda a economia?

    Eu até vejo lógica sim. Não só a Europa tem votado a favor de tudo quanto é ditadurazinha na ONU (e votado contra os EUA), como também resolveu abraçar um estado de bem-estar social forte e se comporta como um bloco socialista. Olha a VW, veja sua estrutura societária e me diz se isso não é um arranjo socialista. Por que a Baixa Saxônia tem que ter uma participação tão grande na empresa e direito a voto?

    www.volkswagenag.com/en/InvestorRelations/shares/shareholder-structure.html

    Difícil acreditar que um estado acionista de uma empresa seja isento em suas decisões comerciais.

    Até o Banco Central suíço resolveu entrar na ciranda e se tornar um dos maiores acionistas de empresas do mundo:

    www.nasdaq.com/quotes/institutional-portfolio/swiss-national-bank-913041

    A verdade é que o mundo, hoje, virou uma coleção de blocos protecionistas. Claro, nós sabemos que isso não tem como funcionar. Protecionismo nunca causou riqueza e bem estar duradouros (nem mesmo a China, com uma população ainda bastante pobre perante os padrões de países desenvolvidos, escapa à regra). Não só isso: países que se tornaram muito protecionistas, como o Brasil de Dilma, acabaram mesmo com grandes crises (no caso brasileiro, houve até desindustrialização, embora não se possa afirmar que o protecionismo foi a única, nem mesmo a principal causa deste último fenômeno).

    E qual a resposta de Trump? Mais protecionismo. Sabemos que isso trará prejuízos para as empresas. Felizmente, e é por isso que dou algum crédito e cruzo os dedos em torcida, ele também admite isso:

    www.usatoday.com/story/news/politics/2018/04/06/china-trade-war-trump-pain-stock-markets/493052002/

    Neste caso, já é diferente do protecionismo de Dilma. Fiquei agradavelmente surpreso com o que fez na reunião do G7. Me parece que é o tipo de chega para lá que socialistas fabianos mereciam. Mesmo assim, esse remédio amargo pode ser bem perigoso. Se o que ele quer é o fim de tarifas e livre comércio, como disse ao final da reunião, estou torcendo para ele. Mas se não for ou se ele perder, o mundo deve se tornar um lugar pior. Inclusive pela idolatria a um líder estatista forte.
  • Rodson Cabelo  29/06/2018 19:31
    "No início de junho, como já era esperado, entraram em vigor as tarifas aplicadas pelos EUA à importação de aço e alumínio oriundos da União Europeia. O aço importado passou a ser tarifado em 25% e o alumínio, em 10%.

    Além de ser uma medida que não faz nenhum sentido econômico, o próprio Pentágono veio a público se manifestar contra as tarifas afirmando que elas não apenas nada fariam pela segurança nacional, como ainda prejudicariam as próprias empresas americanas produtoras de equipamentos bélicos para a defesa nacional."

    Para mim, o que já desconfiava só fez se confirmar. Caiu a máscara 100% de quem é Trump.

    O cara continua investindo pesado em todos os frontes socialistas e revolucionários. Só que a mídia o protege, dissimulando, atacando-o, para não dar na telha, que ele é tão socialista quanto Hillary e Obama.
  • Pobre Mineiro  29/06/2018 17:28
    Bolsonaro vem aí, e vou prognosticar uma coisa: será outro desastre.
    Menos ruim que um Ciro Gomes ou um Lula da vida, mas ainda assim será um desastre.

    Mas o povo brasileiro adora um "salvador da pátria".
  • Rodson Cabelo  29/06/2018 19:25
    Acho difícil ele ser um desastre. Primeiro porque ele vai colocar gente especializada em cada área para fazer acontecer, e fazer o que tiver que fazer para melhorar e tentar reverter mais de 30 anos de desgoverno Socialista.

    Diferente de políticos como Lula, Temer, Ciro, Doria, Alckmin, João Amoedo, Marina, etc, que não sabem fazer mas opinam sobre tudo, e quando fazem algo, é uma cagad@ atrás da outra.

    São especialista em tudo, opinam sobre tudo, e nada fazem independente da área que eles se metam. É um desastre atrás do outro.

    Bolsonaro não é Trump. Bolsonaro é Brasileiro.

    Trump não passa de outro Socialista Globalista, que nem Temer, que está ávido e pronto para destruir os EUA de uma vez por todas.

    No demais, Trump faz nada menos que teatro para se passar por patriota e conservador, sendo que o cara está investindo massivamente em desinformação.

    Isso tudo se chama falsa polarização.

    * Pela sua bola de cristal, já sei qual seu posicionamento político e ideológico.
  • ed  29/06/2018 19:51
    Desalentador ver gente apoiando políticos aqui. Bolsominions se infiltraram até aqui. Concordo com o Pobre Mineiro. Bolsonaro será, no máximo, menos pior do que Ciro e Marina.

    O cara passou 99% da vida pregando nacionalismo, ditadura militar e mamando no governo junto com a família. Só pq falou algumas frases liberais nos últimos meses o pessoal acha que ele virou liberal.

    E mesmo que por milagre ele tenha virado a casaca não se esqueçam que ele terá que enfrentar uma montanha de funças, políticos e demais estatistas. Ilusão total achar que ele fará reformas liberais profundas.
  • Mais Mises...  09/07/2018 11:49
    "E mesmo que por milagre ele tenha virado a casaca não se esqueçam que ele terá que enfrentar uma montanha de funças, políticos e demais estatistas. Ilusão total achar que ele fará reformas liberais profundas."

    É aqui que acho que ele (Bolsonaro), caso eleito (e caso as urnas eletrônicas, leia-se stablishment, deixem) irá empacar. O lobby do funcionalismo público e muito forte. O estatismo está no sangue da maioria dos brasileiros. E os políticos não vão querer perder poder de barganha. Jamais!
  • rafafulano  30/06/2018 00:53
    Sempre tenho em mente! Nem tanto ao céu e nem tanto ao inferno.

    Desconfio do trump, mas nao tenho certeza disso, que ele é globalista.

    Você tem alguma fonte sobre??

    Porque os grandes players do mundo são globalistas??? Afim de unificar ideias, gostos e etc. Assim há uma maior mercado consumidor para os produtos do capitalismo??
  • Dorival  30/06/2018 19:17
    "Acho difícil ele ser um desastre. Primeiro porque ele vai colocar gente especializada em cada área para fazer acontecer, e fazer o que tiver que fazer para melhorar e tentar reverter mais de 30 anos de desgoverno Socialista. "

    Poxa, como nenhum outro político teve essa ideia antes!? Com certeza essa é a solução para os nossos problemas.

    Só pra deixar claro, você está falando do Bolsonaro, não é? Aquele que dentre suas pautas está a crucial questão da importação de bananas do Equadro? Ah, sim, sei quem é.
  • Paulo Henrique  29/06/2018 23:45
    É preciso colocar as coisas no contexto. Uma coisa é Trump nos EUA, outra é o Bolsonaro no Brasil.
    Trump, no Brasil, seria muito melhor que o Trump nos EUA. Não sei eu me fiz entender, mas, uma coisa é uma economia relativamente livre, outra é o comunistão chamado Brasil, Bolsonaro não precisa aprovar tudo o que promete para o Brasil melhorar consideravelmente, uma equipe séria cuidando da moeda, desburocratizar por decreto, e uma alteração do modelo previdenciário, já fazem uma boa limpeza..
    Observe aquele ajuste que o Lula fez no primeiro mandato e o que venho depois. Não foi nada muito profundo, mas o tornou popular e trouxe uma pequena prosperidade ao Brasil. O Brasil não precisa muito para sair do atoleiro.

    Mas se quisermos crescer 2 digitos, ai o Guedes vai ter de cumprir boa parte do que disse
  • Lee Bertharian  30/06/2018 04:30
    "Desburocratizar por decreto": um oxímoro.
    Quer outro? "Bolsonaro liberal".
    A única esperança é o Novo conseguir algumas cadeiras no congresso (e que venham mais partidos liberais).
    Melhor sorte para meus netos...
  • Trump, o engana trouxas  29/06/2018 18:41
    Querem saber um pouco mais sobre Trump?

    Assistam o documentário "Trump, um sonho americano" no Netflix.

    Resumo: é um sujeito arrogante, prepotente, dissimulado, chantageador, mulherengo, infiel à suas esposas e por ai vai.

    E os idiotas ficam aplaudindo ele.
  • Pobre Paulista  29/06/2018 20:18
    A verdade está na Netflix. Bom saber, achei que era lá fora.
  • O mesmo de antes  29/06/2018 21:02
    Você assistiu o doc pra opinar sobre?
  • L Fernando  29/06/2018 21:19
    Vamos votar no Lula e assemelhados
    Tudo gente boa da paz
  • Eu de novo  29/06/2018 22:57
    O que tem a ver Lula com isso?
  • anônimo  30/06/2018 02:11
    Tudo a ver
    Só existe duas vias
    A atual e a uma nova que somente um poderá começar.
  • logo na netflix?  30/06/2018 20:12
    logo na netflix? Aquela que contrata os obamas como produtores de conteúdo, susan rice para o conselho administrativo, e até o fotográfo do obama?

    www.eonline.com/news/937634/president-barack-obama-michelle-obama-head-to-netflix-with-new-production-deal

    www.foxnews.com/entertainment/2018/03/28/susan-rice-ex-obama-official-appointed-to-netflix-board-directors.html

    revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2017/05/netflix-contrata-fotografo-de-obama-para-campanha-de-house-cards.html
  • De novo?  01/07/2018 00:43
    E dai? No doc é o próprio Trump falando. Agora vão dizer que é distorcido como fazem com o salavador Bolsonaro?

    Trump injetou um monte de grana em sites para apoio na sua campanha, principalmente naquele site xodó dos neocon americanos, sites inclusive que fabricaram fake news também como aquelas notícias de que a Hillary está doente pra caramba, mas isso vocês não falam né?

    Cegos ideológicos assim como os esquerdistas.

  • logo na netflix?  01/07/2018 18:11
    "E dai? No doc é o próprio Trump falando."

    Fazer um documentário com trechos cuidadosamente selecionados do próprio Trump falando fora de contexto é a coisa mais fácil q existe. E a netflix anda tão enviesada que qualquer coisa q saia de lá tem ser no mínimo confrontado por outras fontes. Embora não descarto que possa ter críticas válidas lá também.

    Se vc quiser saber sobre os verdadeiros podres do trump (e são vários) vc pode buscar fontes muito melhores, como por exemplo, este site.

    "Agora vão dizer que é distorcido como fazem com o salavador Bolsonaro?"

    Muito provavelmente tem distorções, assim como em boa parte da imprensa americana Anti-trump. E caguei pro bolsonaro

    "Cegos ideológicos assim como os esquerdistas. "

    E é incrível que por tão pouco já conclui que é um neocon ou coisa do tipo. Chegam falando como se a verdade tivesse na netflix e quem questiona é cego ideológico/bolsominion/etc, ta serto!


  • Demolidor  01/07/2018 02:37
    Tem outro documentário interessante também. Dirty Money. Cheio de problemas.

    Depois de ver o episódio sobre Trump, difícil não dar razão a ele quanto à parcialidade da imprensa esquerdista, haja vista que muitas coisas que se atribuem a falas dele, como não dar o devido crédito ao próprio pai ou dizer que se fez do nada, são desmentidas já no começo do livro "The Art of Comeback", escrito por ele há 21 anos. Mesmo em "Art of the Deal", de 1987, ele diz que seu pai, de origem sueca (não alemã), já era rico quando ele começou seus negócios.

    Fica realmente difícil dar crédito a um documentário tão cheio de erros factuais básicos. E olha que tenho minhas sinceras desconfianças quanto a Trump.

    Acredito que o pior mesmo seja com relação à Valeant/Philidor. Até hoje não entendo por qual razão Bill Ackman se afundou tanto em um trade perdedor daquela maneira, mas fica uma pergunta aqui a quem assistiu ao documentário e deu razão ao argumento de ganância/price gouging do documentário: por que apareceu uma Valeant somente após o Obamacare? Talvez porque os planos de saúde fossem obrigados a aceitar qualquer receita de qualquer farmácia, nos preços que estavam sendo cobrados?
  • Mais Mises...  09/07/2018 11:51
    Vi um Obamaminion espectador da GloboNews aqui...
  • Trump - um sonho americano?  29/06/2018 19:35
    Uma das formad ds conhecer Donald J Trump melhor é assistir ao documentário "Trump - um sonho americano" no Netflix.

    Mas já adianti pra vocês: um sujeito arrogante, dissimulado, manipulador da opinião pública, infiél a todas às suas esposas, mentiroso compulsivo, etc.

    Parabéns a todos os ditos conseervadores que idolatram ele. O pior de tudo é dizer que ele é defensor da família! Hahahaha.
  • Raquel  29/06/2018 20:27
    Não entendo como alguém pode achar que Bolsonaro irá fazer algo de positivo.Um presidente sem apoio do Congresso não é nada.
    E não se esqueçam,o objetivo de todo político,ainda mais de carreira,não é o progresso da sociedade,e sim sua consolidação no poder.
    Eu sempre votei nulo,para todos os cargos políticos, porém se eu votar esse ano,eu irei de João Amoedo,mesmo sabendo que ele não tem a menor chance de ganhar.
  • Pobre Mineiro  30/06/2018 00:11
    Eu estou pessimista, essas "zurna eletrônica" da Smartmatic são um verdadeiro mistério cercado de teorias conspiracionistas.
  • L Fernando  30/06/2018 02:13
    Para começar parece que o próximo presidente irá indicar 2 novos futuro smebros do STJ
    então é bom ver em quem votar
  • Paulo Henrique  29/06/2018 23:36
    Tentando ser imparcial, Trump fez uma bem vinda desburocratização nos EUA, reduziu impostos e apontou a hipocrisia dos tratados comerciais, também atacou o politicamente correto e escancarou a parcialidade da mídia ocidental. Mas, até agora (isso pode mudar), ele não atacou a dívida americana, a promessa de auditar o FED virou fumaça, e esta ameaçando iniciar uma guerra comercial global, a parte protecionista e os gastos não é nenhuma surpresa, basta ver a campanha dele. O Homem está cumprindo o que disse nessa parte negativa, logo, não da para culpar outro
  • Demolidor  30/06/2018 01:02
    Eu enxergo como você, Paulo Henrique. E espero mesmo que ele mude o que você apontou.

    Até mesmo o que ele diz sobre a imprensa tem alguma razão. Alguns veículos são notavepmente exagerados em sua retórica anti-Trump, distorcendo fatos, com evidente parcialidade.
  • Natalia  30/06/2018 00:55
    OFF-TOPIC

    Encontrei no facebook a seguinte publicação de um crítico musical e colecionador de LPs.

    O que acham?

    Ele defende que o governo se responsabilize financeiramente para a manutenção da arte e reclama que o Conservatório Musical de Tatuí, instituição mantida pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, que é uma das maiores e mais renomadas escolas musicais da América latina, está sofrendo cortes de verbas e demissão de professores.

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    "Nunca vou me cansar em declarar em alto e bom som e por intermédio de palavras escritas que fazer com que crianças em tenras idades e adolescentes espinhudos se interessem em aprender a tocar algum instrumento é um caminho bem pavimentado para tirá-los das tentações das drogas, do emburrecimento coletivo galopante que reina no Brasil atualmente e para propiciar um futuro minimamente digno. Sem contar o aprendizado de fundamentos básicos de respeito, educação e profissionalismo, três palavras que parecem ter sido riscadas do dicionário nacional.

    Um dos exemplos disso ocorre atualmente no interior do Rio Grande do Norte, mais precisamente na cidade de Cruzeta. Acredite se quiser: em uma das localidades mais pobres do Brasil existe uma orquestra filarmônica! E que gera anualmente inacreditáveis R$ 2 milhões de receita, que servem para pagar salários e uma série de outros benefícios! Parece mentira, mas não é.

    É óbvio que a implementação deste sistema de ensino e cidadania demanda dinheiro. E muito dinheiro! Só que se você pensar nas imensas quantias que foram desviadas em propinas e todos os demais escândalos que recentemente transformaram o Brasil em alvo de chacota mundial, vai chegar à mesma conclusão: dinheiro existe, só que é pessimamente aplicado.

    É imperdoável que um País tão musicalmente rico como o nosso tenha que implorar para que aportes financeiros tenham que ser dados como se fossem esmolas pelo Banco Mundial.
    Para piorar ainda mais, a constatação da existência do gene da corrupção no DNA do povo brasileiro – não adianta espernear, é isso mesmo! – certamente já começou a afastar iniciativas de financiamento externo para projetos muito bem intencionados existentes por aqui.

    Veja o que está acontecendo com uma de nossas mais importantes instituições musicais, o Conservatório Musical de Tatuí, no interior de São Paulo. Há décadas sendo uma altíssima referência quando se pensa na formação musical no Brasil - ele é considerado como uma das três melhores escolas de Música da América Latina, hoje ele que vem sofrendo com a demissão de professores e músicos, além de um genuíno desmonte por conta de sucessivos "cortes de verbas". Sem qualquer transparência em sua administração recente e apresentando deterioração visível de sua infraestrutura, a escola reflete de modo deprimente a vertiginosa desvalorização da cultura no Brasil e o hediondo descaso do governo em relação à arte. Uma vergonha hecatômbica!

    É preciso acreditar – e muito – que o ensino musical feito com seriedade no Brasil pode se transformar em um meio eficiente de combate à pobreza, seja ela intelectual, econômica ou moral.
    Faço aqui a minha parte. Faça a sua."

  • Rodolfo Andrello  30/06/2018 14:17
    Olá Natalia. Um dos muitos problemas dessa atitude de buscar no governo a salvação pra um projeto "muito muito" importante, é que se ninguém está dando bola pro referido projeto e ele está em risco de acabar, é que talvez ele não seja tão importante assim. Se fosse, financiamentos coletivos seriam uma solução possível, patrocínios, ricos querendo doar pra algum lugar e abater no imposto de renda. Nem entro no mérito se o estado deveria usar dinheiro do pagador de impostos pra salvar o projeto de música reclamado no post, acho que nem é necessário chegar a discutir isso, pois a chamada apela pra uma narrativa bem incoerente. Essa relação proposta entre "aprender instrumentos" e "não uso de drogas", a mim parece bem falaciosa. Acho que a pessoa que escreveu desconhece o universo musical, não interage com bandas que tocam na noite, ignora o número de músicos desde os anos 60 que tem ou tiveram substancial envolvimento com tóxicos... Enfim, daria pra ficar uma década discutindo o por quê desse "apelo" não fazer sentido.
  • Cobaia  30/06/2018 15:05
    Já adianto que esse sujeito ou é um tolo ou tem más intensões.

    Nunca vou me cansar em declarar em alto e bom som e por intermédio de palavras escritas que fazer com que crianças em tenras idades e adolescentes espinhudos se interessem em aprender a tocar algum instrumento é um caminho bem pavimentado para tirá-los das tentações das drogas, do emburrecimento coletivo galopante que reina no Brasil atualmente e para propiciar um futuro minimamente digno. Sem contar o aprendizado de fundamentos básicos de respeito, educação e profissionalismo, três palavras que parecem ter sido riscadas do dicionário nacional.

    "Fazer crianças se interessarem" em alguma coisa tem a mesma ideia de uma "contribuição obrigatória" ou um "livre mercado regulado", típico de um protótipo de planejador central. Esse tipo de gente ainda é incapaz de observar que sua ânsia em controlar outras pessoas é o fundamento para matanças imensas, tal como na URSS, Cuba, China, Coréia do Norte ou Venezuela (há ou houve mais lugares, mas se for escrever tudo aqui vai faltar espaço).

    Um dos exemplos disso ocorre atualmente no interior do Rio Grande do Norte, mais precisamente na cidade de Cruzeta. Acredite se quiser: em uma das localidades mais pobres do Brasil existe uma orquestra filarmônica! E que gera anualmente inacreditáveis R$ 2 milhões de receita, que servem para pagar salários e uma série de outros benefícios! Parece mentira, mas não é.

    Conforme esta fonte, essa afirmação é potencialmente falsa. Não é que eles "gerem" alguma coisa, mas sim que eles "movimentam" 2 milhões por ano. Juntando as informações do artigo linkado acima com os presentes aqui dá para inferir que apesar da organização tentar aparentar ser de controle não governamental, tem fortes relações com organizações estatais, como o Banco Mundial e o governo do RN, o que exigiria um levantamento mais cuidadoso para saber se eles de fato caminham com suas próprias pernas ou são apenas mais uma mamadora de tetas estatais.

    É óbvio que a implementação deste sistema de ensino e cidadania demanda dinheiro. E muito dinheiro! Só que se você pensar nas imensas quantias que foram desviadas em propinas e todos os demais escândalos que recentemente transformaram o Brasil em alvo de chacota mundial, vai chegar à mesma conclusão: dinheiro existe, só que é pessimamente aplicado.

    "Preciso roubar dinheiro alheio para implementar o que eu considero ser certo, mas os outros ladrões roubaram antes e agora fiquei sem! Sacanagem! Quero entrar nessa pilhagem também!"

    É imperdoável que um País tão musicalmente rico como o nosso tenha que implorar para que aportes financeiros tenham que ser dados como se fossem esmolas pelo Banco Mundial.
    Para piorar ainda mais, a constatação da existência do gene da corrupção no DNA do povo brasileiro – não adianta espernear, é isso mesmo! – certamente já começou a afastar iniciativas de financiamento externo para projetos muito bem intencionados existentes por aqui.


    Ué, a filarmônica de Cruzeta não é um exemplo de sucesso? Ela também usou a "esmola" do Banco Mundial, poderia ser uma referência para futuros projetos, certo? Então por que o medo de espantar financiamento externo? Ou será que o negócio é tão dependente do Estado que é "impossível" agir fora dele?

    Veja o que está acontecendo com uma de nossas mais importantes instituições musicais, o Conservatório Musical de Tatuí, no interior de São Paulo. Há décadas sendo uma altíssima referência quando se pensa na formação musical no Brasil - ele é considerado como uma das três melhores escolas de Música da América Latina, hoje ele que vem sofrendo com a demissão de professores e músicos, além de um genuíno desmonte por conta de sucessivos "cortes de verbas". Sem qualquer transparência em sua administração recente e apresentando deterioração visível de sua infraestrutura, a escola reflete de modo deprimente a vertiginosa desvalorização da cultura no Brasil e o hediondo descaso do governo em relação à arte. Uma vergonha hecatômbica!

    "Potência musical", mas uma mamadora voraz de teta estatal, e agora "sofrendo" pois a teta secou... Ou é uma potência musical ou é uma mamadora do Estado, os dois ao mesmo tempo é tão possível como um quadrado redondo. Mas parece que a teta estatal é mais interessante que caminhar com as próprias pernas e se ver livre de intervenções de gente naturalmente incompetente para fazer algo que presta, também conhecidos como políticos.

    É preciso acreditar – e muito – que o ensino musical feito com seriedade no Brasil pode se transformar em um meio eficiente de combate à pobreza, seja ela intelectual, econômica ou moral.
    Faço aqui a minha parte. Faça a sua.


    Já eu prefiro tentar mostrar o real interesse de pessoas que imploram por Estado, é muito mais interessante pois mostra os reais problemas que precisam ser enfrentados. Nesse caso, o problema da sede por tetas estatais, no qual este instituto mostra constantemente em seus artigos o estrago resultante dessa ação.
  • Natalia  01/07/2018 21:38
    Sim, ele se baseou totalmente na matéria desse site do elpais. Dá para perceber pela forma como escreve.
  • Demolidor  01/07/2018 06:22
    Para piorar ainda mais, a constatação da existência do gene da corrupção no DNA do povo brasileiro – não adianta espernear, é isso mesmo! – certamente já começou a afastar iniciativas de financiamento externo para projetos muito bem intencionados existentes por aqui.

    "Gene da corrupção no DNA do povo brasileiro"... e eu pensava que já tinha visto de tudo. Percebem como esses esquerdistas são perigosos?
  • Silvio  30/06/2018 10:43
    Amazon e Apple lutaram ferozmente contra Trump durante a corrida presidencial. De fato o Vale do Silício inteiro fez a mesma coisa, e continuam fazendo, uma vez que essas empresas são um ninho de esquerdopatas. Então não dá pra afirmar que Trump morra de amores por elas. Quanto a tarifação do metal Europeu não deve ser apenas retaliação, tem algo mais escondido por trás disso, que pode ir desde um plano de várias fases muito bem elaborado a interesses pessoais ocultos, passando por estupidez pura e simples.
  • Cobaia  30/06/2018 15:34
    Já eu não complico muito meu raciocínio: Trump está apenas entragando aquilo para o qual foi eleito. Protegendo amigos ao custo dos não tão amigos assim. E o gado pagando a conta, como de costume.
  • Carlos Marques  30/06/2018 15:48
    Sem dúvida. Esses libertários ingênuos não entendem como o mundo funciona, ameaçando a soberania do país. Trump sabe o que faz, assim como Bolsonaro saberá quando assumir por aqui.
  • Cobaia  30/06/2018 16:33
    Sem dúvida. Esses libertários ingênuos não entendem como o mundo funciona, ameaçando a soberania do país. Trump sabe o que faz, assim como Bolsonaro saberá quando assumir por aqui.

    Só faltou pedir o sujeito em casamento. Mas não recomendo, pois ele não é interessado em seu bem estar, nem é honesto sobre seus interesses.
  • Prepare-se  01/07/2018 00:37
    Agora vão pegar este link que você postou e dizer que não vale de nada só por ser da BBC.

    Fanáticos por Trump e/ou Bolsonaro são a mesma coisa que fanáticos por Lula e cia. Quando se traz algo que os desagrade, tiram o foco e partem pro ataque pessoal.

    É a cegueira ideológico misturada com má intenção.
  • Guerrilheiro Cultural de Direita  30/06/2018 15:50
    A medida é ruim. O Trump também errou feio no marketing e na guerra cultural.

    A Harley precisa ter fábricas em outros países, porque existe protecionismo na Europa, AL, Asia, etc.

    A notícia foi transmitida como se fosse melhor produzir em outros países. Não é nada disso. Essas fábricas vão para outros países, porque existe protecionismo.

    O Trump já baixou os impostos sobre PJ e deixou os impostos americanos bem mais competitivos.

    O fogo deveria ser direcionado ao protecionismo, aos subsídios, etc.

    Ficar dizendo America First não vai resolver o problema.
  • Libertario de verdade  30/06/2018 17:50
    O liberalismo de verdade e uma maravilh,o problema e que tem muito funcionario publico se dizendo libertario,nessa pagina por exemplo tem muitos inclusive escrevendo artigos,o que considero um erro e hipocrisia da partes deles,escrever a favor de um movimento contra eles. O Trump nao e perfeito,e acho que ele ainda esta batendo pouco em agendas esquerdistas como por exemplo a guerra as drogas,a prostituicao,feminismo(que e forte demais na america a ponto de Lola ser machista perto do que existe na america) e etc. Na area comercial e imigracao o cara esta apenas jogando e apertando para tentar fazer algo bom,pois ele nao governa sozinho. E falo mais,achem bom ou ruim,o Trump e o melhor presidente que o Eua teve nos ultimos 20 anos,e o mais importante,e empresario,e nao funca que vive do governo. O Brasil tinha que seguir essa linha e escolher empresario para cargo publico,jamais funca que vive do estado. Que comece a choradeira e apagacao de post.
  • Thiago Barreto  30/06/2018 23:01
    Sobre as bananas importadas do Equador que Bolsonaro falou, o entendimento da maioria das pessoas foi errado. Ele não simplesmente criticou a importação, mas sim a burocracia, as leis trabalhistas, regulações e altos impostos que atrapalham as pessoas de produzir a banana aqui e comercializa-la. E faz sentido, uma fruta que pode ser produzida em qualquer local do país em abundância, seja importada de outro país por causa do "custo Brasil". Pessoal daqui poderia acompanhar um pouco mais dele e do guedes nas entrevistas, os planos deles para o Brasil estão muito bons na área econômica e de segurança. Se conseguirem 50% do que querem implementar, o Brasil vai experimentar um momento liberal na economia que ninguém vivo atualmente viu por aqui.
  • Cobaia  01/07/2018 00:10


    Além de criticar a importação, algo que ele insinuou ser algo relacionado ao Foro de São Paulo, ele nem falou sobre leis trabalhistas, burocracia na produção ou algo parecido, e ainda usou a velha conversa mercantilista do "temos que proteger nossos produtores", nesse caso, os do Vale do Ribeira. Se tiver alguma fonte melhor, estou aguardando.
  • Cientista Politico sem grife  01/07/2018 01:43
    Eu não sei o que é pior: achar que o Bolsonaro virou liberal de repente durante a época de eleição ou que ele, se ganhar (tem chances), conseguiria aprovar qualquer coisa no congresso. O sujeito tem zero capacidade de articulação política, isso pega bem entre o eleitorado leigo em como a política funciona, mas, uma vez assumido o poder, vira fragilidade. Conseguiu apenas 4 votos para presidente da câmara. Não conseguiria aprovar nem nome de rua. Paralisaria o país, tal qual a Dilma, e o novo Joaquim Levy nada aprovaria. Nem o Temer - muito bom de bastidor - tinha conseguido 3/5 pra Previdência mesmo antes do Joesley day, imaginem o Bolsonaro. Pelo menos vou comprar umas ações baratas até o impeachment.
  • Matheus Ozorio  01/07/2018 13:28
    Legal, mas como ele irá fazer isso? Para fazer tudo que prometeu, no mínimo teria que contar com 1/3 de cadeiras na câmara e senado, se ele não conseguir isso vai governar por meio de MP, e existe um limite anual para tal decreto. Ele está confiando muito que se elegendo o povo irá escolher pessoas da mesma linha ideológica que ele para o congresso, tá se iludindo.
  • Skeptic  04/07/2018 05:54
    Impressionante como o Bolsonaro nunca fala o que diz, sempre tem um significado oculto, inteligente, honesto e correto por trás de todas as bobagens ditas.
    Bolsonete é foda.
  • Adriano  01/07/2018 23:47
    Não tem um artigo que esses bolsominions não venham aqui azucrinar nossa paciência.

    Brasileiro gosta mesmo é de ter sua vida conduzida por políticos. Uns gostam de ser sodomizados pelos políticos de esquerda, outros preferem ser currados pelos políticos de direita. Ficam discutindo qual é a melhor forma de ser enrabado, mas no final das contas o que brasileiro gosta mesmo é de ter um político pra chamar de seu.

    Bolsonaro será eleito e fará um monte de asneira. Vai decepcionar vocês como todo político faz.

    Vamos ver se pelo menos vocês lambedores de botas dos salvadores da pátria terão a hombridade de vir aqui reconhecer o erro de ter elegido mais um imbecil.
  • Pobre Paulista  02/07/2018 13:45
    Bolsonaro será eleito (não com meu voto) mas não conseguirá governar por falta de apoio do congresso. E isso será ótimo para nós: Enquanto eles estão se digladiando entre si, o governo irá parar, ao menos temporariamente, de atrapalhar nossas vidas.

    Não é o cenário ideal, é claro, mas é basicamente o mesmo que aconteceu nos 2 últimos anos do Obama, quando assumiu um congresso majoritariamente Republicano: O simples fato do governo não conseguir fazer mais nada já deu um alívio para que a economia dos EUA começasse a se recuperar.
  • Bernardo  02/07/2018 13:51
    Concordo plenamente. E esse aliás é um dos fatores que podem me levar a votar em Bolsonaro: a certeza de que ele será um presidente que terá todo o Congresso contra ele, o que fará o governo ficar quatro anos travados.

    Isso será excelente, pois a alternativa é ter um governo operante (isto é, promulgando leis e regulamentações que acabam com nossas escassas liberdades civis e econômicas).

    Ademais, se a alternativa a Bolsonaro for Ciro Gomes, então aí sim é que irei apertar o número de Bolsonaro naquela urna até ela afundar.


    P.S.: lamento apenas pelos meus amigos bolsonaristas que estão crentes de que ele irá liberar o porte de armas, um assunto que depende exclusivamente do Congresso. Esses terão uma grande surpresa.
  • Xinuo  02/07/2018 21:37
    Se as pessoas estão desesperadas pelo Messias é porque a coisa está russa.

    Existe o ótimo, que para vc deve ser o Amoedo ou Flávio Rocha, e existe o menos pior com chances de ganhar. Ou vai dizer que o Amoedo ou o Rocha vão ganhar da margem de erro das pesquisas?

    Daí vc fica querendo combater o menos pior e dizendo que não vai votar, tirando votos e melhorando as chances de Ciro Gomes ou outro poste de #Luladrão ganhar.

    O que vc têm é desconfiança do Bolsonaro, se o #Luladrão (ou poste) ou o Ciro Gomes assumir, vc já têm certezas, vc sabe que vai dar ruim.

    Ao invés de reconhecer que a situação exige que se apoie o Bolsonaro, vc vem com essa desculpa tosca de acusar os outros de bolsominion, para desmerecer a opinião dos outros que discordam de sua estratégia e/ou opiniões. Isso aí, não passa de um ad hominem. Uma muleta que vc usa para desmerecer a opinião dos outros.

    A diferença entre vc e um "bolsominion" é esse reconhecimento do que o país será muito pior sem ele. Se vc acha que as pessoas endeusam o chamado MITO, pense qual seria o problema disso? É uma situação melhor do que endeusar um #Luladrão. Com certeza não é mesma coisa, isso é uma argumentação tosca. Com um, o país não vira uma Venezuela, com o outro, vc têm certeza que virará.

    E o termo MITO, vc sabe que é apenas uma gíria da internet, que pode ter vazado para o mundo real.

    Outra prova de sua idiotice(*) declarada é ignorar que há uma pressão por renovação na política, pois vários políticos estão sendo investigados pela justiça e isso será usado contra eles. A prova é que o PSDB, que governou SP por muitos anos, não consegue ganhar nem por lá, e o PSDB foi queimado, muito por conta do Aécio. E provavelmente a votação maciça que teve, quase ganhando da Dilmanta, foi alavancada por votos contrários a #jumenta, não necessariamente favorável ao PSDB e ao Aécio.

    Então se têm PT, PSDB e MDB muito queimados e creio que todos os outros partidos esquerdistas também é a chance de renovação.

    Não tenho certeza, mas posso dizer o que eu acho das outras opções de direita: que o Amoedo e o Rocha, parecem muito com o Alckmin, eles deveriam ter um discurso mais contundente e procurar se diferenciar do tucano. Vi entrevistas que os caras nem reagem quando chamam eles de centro. E os que chamam eles de centro, tb chamam o Alckmin de centro. Então os caras já entram na entrevista parecendo com o tucano. Sendo que eles deveriam bater nos tucanos e petistas sem dó.

    Para mim uma melhor estratégia, seria trabalhar para convencer pessoas idiotas (*), que não vão votar, a irem votar no seu candidato e apoiar o Bolsonaro no 2º turno (se for o caso). Ao invés de querer tirar votos do Bolsonaro.

    (*) me lembro de uma história sobre a origem da palavra "idiota", que era o nome que se dava a quem deixava a política para os outros, não ia votar.
  • Vinicius  02/07/2018 22:08
    Colega, o Brasil morreu, você não pode fazer nada por ele, apenas aceitar. Apoiar um condidato é apenas escolher quem fará o discurso no sepultamento. Encontre meios para proteger você e sua família quando a grande inflação chegar. Abraço.
  • bruno  04/07/2018 23:01
    É isso!
  • Pobre Paulista  02/07/2018 23:31
    Não sei se foi reply pra mim ou não (às vezes o sistema de respostas aqui se embaralha) mas vamos lá:

    1. Eu não vou votar no Bolsonaro, nem em ninguém. Político nenhum merece meu voto. Eu sou bom demais pra eles.

    2. Dadas as circunstâncias, é melhor que o Bolsonaro seja o próximo presidente, seja pelo fato que expus acima, seja pela probabilidade dele ser honesto em seu discurso e realmente ao menos tentar desestatizar um pouco a economia. Me animou a ideia de ter Adolfo Sachsida, apesar de saber que ele pouco ou nada poderá fazer para diminuir o tamanho do estado.

    3. Sendo estritamente pragmático, eu preferiria a Dilma, ou o Ciro, ou o Lula, pois, como já é sabido por todos aqui, eles irão pisar novamente no acelerador expansionista. Porém, dessa vez eu estaria preparado para posicionar meus investimentos de maneira a maximizar meus retornos (quero Selic a 40%, tô nem aí).

    4. Infelizmente, nenhum cenário pós eleição depende de alguma ação que eu tome (ou você, ou qualquer um). Para mim, isso é meramente uma variável aleatória. É dado. É condição de contorno. Absolutamente nada que eu fizer irá mudar o resultado de eleição alguma. Então considero uma estupidez tremenda torcer para esse ou para aquele, faz tanto sentido quanto torcer para um time de futebol. A mim só me interessa tentar antever como cada um vai estragar a economia, de maneira a proteger meu patrimônio.

    5. Por fim, defender esse ou aquele político implica em defender o coletivismo, coisa que acho pouco provável de você encontrar por aqui.

  • Gustavo Arthuzo  03/07/2018 12:31
    Tem uma pauta essencial para QUALQUER presidente que assumir ano que vem: a reforma da previdência.

    Agora, me digam, se o Temer (notável pela articulação com os deputados e senadores) não conseguiu, será que Bolsonaro conseguirá? Será que qualquer outro fora do centrão conseguirá?

    Diferente dos EUA, o fato do governo ficar paralisado pode ser bem ruim para o Brasil, tendo em vista que são necessárias reformas urgentes (outro exemplo é a reforma tributária, EXTREMAMENTE necessária).

    Um outro receio que tenho de Bolsonaro é a guerra às drogas. Em seu discurso, ele quer intensificar, e nós podemos ver aqui , aqui e aqui que isso não dá certo.

    Um ponto positivo é que Bolsonaro poderá indicar dois juízes ao STF, já que Celso de Mello e Marco Aurélio acabam seus mandatos.

    Mas, ao final dos 4 anos, Bolsonaro (caso seja um desastre) poderá fortalecer a esquerda novamente, que virá com discurso de que a direita e o neoliberalismo de Bolsonaro não funcionaram e a solução é mais Estado.
  • anônimo  03/07/2018 02:25
    O que o Instituto que defende o deus livre-mercado/mão invisível e auto-regulador diz sobre o monopólio e oligopólio da P&G?

    super.abril.com.br/blog/alexandre-versignassi/seculo-21-a-era-dos-monopolios-globais/

    www.mdig.com.br/?itemid=24536

    www.theguardian.com/business/2011/apr/13/unilever-procter-and-gamble-price-fixing-european-commission


    ''O que ridiculamente nos vendem como um exercício existencial de livre arbítrio, dentro do qual temos a radiante autonomia para decidir se vamos lavar nosso cabelo com um produto da L'Oreal ou com um da Pantene, se vamos começar nosso dia com bolachas da Nestlé ou com sucrilhos da Kelloggs, ou inclusive para escolher se vamos celebrar nossa decadência gastronômica com uma pizza ao final do dia, na verdade é que esta virtual liberdade está delimitada à colossal gama de produtos que derramam no mercado apenas dez grandes companhias.''


    Assim como diz o link do The Guardian, vira e mexe as empresas tão fazendo cartel dentro da Europa, e olha que la dentro é livre comércio total. Quem produz na europa vende pra toda a europa livremente....




  • Bernardo  03/07/2018 12:45
    Monopólio da Procter & Gamble?! Não sabia disso. Quer dizer então que todos os governos do mundo proíbem que surja uma empresa para concorrer com ela? Sim, pois a definição precípua de monopólio é exatamente essa: uma empresa opera dentro de um mercado cuja entrada da concorrência foi fechada pelo governo.

    Por outro lado, se há liberdade para se entrar no mercado e surgir concorrência, então, por definição, não há monopólio nenhum. E, se mesmo com essa liberdade de entrada, nenhuma nova concorrente consegue desbancar aquela empresa já estabelecida, é porque essa empresa fornece produtos bons e baratos que agradam aos consumidores.

    Deixa eu lhe contar uma novidade: quem garante a posição da P&G no mercado mundial são exatamente os consumidores, que se demonstram plenamente satisfeitos com seus produtos (como eu).

    Se até hoje ninguém conseguiu desbancar a P&G é simplesmente porque ninguém conseguiu inventar produtos melhores e mais baratos. Não há monopólio nenhum nesse arranjo. Há simplesmente consumidores muito satisfeitos.

    Agora, pra você, bom mesmo devem ser os Correios...
  • Semi-liberal  04/07/2018 02:30
    A Europa aplicou sanções nas empresas com provas de que houve cartel, só abrir o link.
    De fato houve e há um monopolio/cartél, as fontes estão ai.


    Queria uma resposta aos fatos e não repetir o que já estou cansado de saber, não que você esteja errado amigo, mas o fato é que há um cartel e você assumiu que há livre-mercado no setor...
    Como proceder?


    Abraços
  • Régis  04/07/2018 12:35
    Estado aplicar multa porque ele determinou que há cartel?! Oh, que novidade! Que prova cabal e irrefutável! Fizeram o mesmo com a Microsoft e com a Standard Oil, que foi multada porque estava reduzindo preços e assim impedindo o estabelecimento da concorrência.

    O gozado é que em seus próprios monopólios -- estes sim deletérios, ineficientes e caros -- o estado nunca aplica multas. Ele só aplica multas em empresas que realmente satisfazem os consumidores.

    Mas gostei da sua lógica: quer dizer então que ações de burocratas, que querem apenas arrecadar mais dinheiro de impostos para engordar os próprios proventos, representam prova cabal de algo?

    É cada ignaro que segue despencando por aqui.
  • Pobre Paulista  03/07/2018 16:38
    "As pessoas estão voluntariamente comprando produtos de uma empresa a qual eu não gosto! Essa é a prova cabal que o livre mercado não funciona!"
  • bruno  04/07/2018 23:05
    Até alguém criar algo que as pessoas gostem...
    Num país afundado em burocracia e tributação, quem poderá empreender para concorrer com os grandes??
    O Brasil tem um problema grave que não é somente a restrição de mercados específicos, mas a macro exigência de alvarás-licenças-softwares-encargos trabalhistas-contadores-advogados que impede qualquer pessoa de crescer...
    Comece pela dificuldade que é conseguir um crédito, pegar um empréstimo....
    Enquanto pessoas físicas não puderem emprestar dinheiro a juros, sinto muito... Ninguém conseguirá concorrer com grandes empresas.
  • Mais Mises...  09/07/2018 11:42
    "Ainda não foi encontrado ninguém que realmente acredite que o Obamacare resultou em um arranjo melhor."...
    Claro que tem: brasileiros esquerdopatas socialistas de iPhone que não moram nos EUA, mal viajaram pra lá, não conhecem absolutamente nada dos Yankees, mas juram que o Obamacare foi bom para os pobres!
  • Emerson Luis  12/07/2018 21:19

    "Imagine que um novo presidente tome posse sob a promessa de que irá colocar os interesses de seu país em primeiro lugar."

    Menos pior do que um presidente que coloque Cuba em primeiro lugar, ou o Foro de São Paulo, ou semelhantes.

    Mas o preferível mesmo é que o governo se torne tão descentralizado, minimizado e diluído que a eleição para prefeito se torne mais importante do que a eleição para presidente...

    * * *


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