clube   |   doar   |   idiomas
Sim, o certo é “deixar o mercado cuidar disso” - mas você tem de saber o que essa frase significa
Soluções para problemas complexos requerem o maior número possível de mentes criativas interagindo

"'Deixem o mercado cuidar disso! Deixem o mercado cuidar daquilo!'  Você não se cansa de ficar repetindo essa fórmula simplista?".

Assim terminava um e-mail que recebi de um leitor.

O professor de Harvard, Dani Rodrik, muito querido nos círculos protecionistas, vai na mesma linha. Em seu livro Economics Rules, ele escreve: "A abordagem do hamster para um problema é previsível: a solução está sempre no livre mercado. [...] Já as raposas, em algumas ocasiões, recomendam mais mercados e, em outras, mais governo." De acordo com Rodrik, é melhor ser uma raposa do que um hamster.

Esse argumento, à primeira vista, parece ser o ápice da sensatez.  Reformulado, ele está dizendo que:

É dogmático e perigoso supor que uma solução ou uma abordagem é a resposta para absolutamente todos os problemas. Há problemas que só podem ser solucionados com chaves de fenda; outros, só com martelos. Somente um tolo insistiria em usar uma chave de fenda em vez de um martelo para pregar um prego; ou usar um martelo para atarraxar um parafuso. Já o indivíduo sábio, não-ideológico, iluminado, sensato, de cabeça aberta, e cientificamente atento sabe que, em algumas situações deve usar uma chave de fenda e, em outras, um martelo. O que poderia ser mais sensato do que isso?

O erro dessa formulação é fácil de ser apontado: o mercado — ou seja, a livre, espontânea e voluntária interação entre as pessoas — não é apenas uma ferramenta; o mercado são várias ferramentas

O mercado é um kit de ferramentas que contém muito mais ferramentas do que as que os burocratas do governo possuem. 

Ao passo que o governo possui apenas algumas poucas ferramentas — majoritariamente martelos (algumas marretas), serrotes e braçadeiras —, o mercado está repleto de várias e incontáveis ferramentas. E suas ferramentas são muito mais diversas, variadas, especializadas e criativas do que aquelas contidas naquele simples e limitado conjunto do governo.

Dizer "deixe o mercado cuidar disso" é apenas uma maneira sucinta de dizer "deixem que qualquer indivíduo (ou grupo de indivíduos) que se mostre mais disposto, mais capacitado, mais experiente, mais sagaz, mais versado e mais bem equipado tenha a liberdade para tentar lidar com cada problema específico".

E dizer "deixe que o mercado sempre cuide disso" não significa — contrariamente ao que Rodrik sugere — propor uma solução única e simplista para todos os problemas. Significa, ao contrário, propor que o campo seja mantido aberto para que todas as soluções exequíveis possam ser tentadas. 

Dizer "deixe que o mercado sempre cuide disso" é alertar para o fato de que utilizar o governo para tentar corrigir um problema é uma atitude que sempre irá impedir que outras várias soluções criativas e experimentações inovadoras sejam tentadas.

Em suma, a escolha não é entre apenas duas soluções possíveis: o mercado ou o governo. Ao contrário, a escolha é entre um conjunto gigantescamente amplo e variado de soluções possíveis (o mercado, com seus vários mestres de obras e carpinteiros altamente especializados e detalhistas) ou entre um ínfimo conjunto que apresenta apenas uma solução (o governo, com seus burocratas que manejam martelos, serrotes e braçadeiras).

E, ao contrário de empreendedores correndo riscos no mercado, não seria muito sensato presumir que esses burocratas com martelos, serrotes e braçadeiras possuam conhecimentos profundos sobre qualquer um dos problemas que eles sejam convocados a "consertar".

Consistência não é simplicidade

Sim, devo admitir que minha solução proposta para vários problemas relacionados a políticas públicas é dizer "deixe o mercado cuidar disso". Mas essa resposta aparentemente simplista não é nem ingênua e nem preguiçosa. Ela é realista. 

Ela reflete meu entendimento de que qualquer problema que você imaginar — reconstruir uma terra arrasada por um terremoto, fornecer educação e saúde de excelente qualidade para crianças e adultos, reduzir congestionamentos em ruas e estradas, fornecer uma moeda de qualidade, construir pontes e estradas, fornecer água tratada e encanada — será mais bem resolvido, com muito mais eficiência, presteza e baixo custo, por indivíduos atuando livremente na arena das trocas voluntárias e pacíficas (mercado) do que por burocratas do governo.

Dizer "deixe o mercado cuidar disso" é o oposto de dar uma resposta simplista: essa frase sintetiza a mais completa rejeição a uma solução única para tudo fornecida por burocratas com um poder centralizado. Significa endossar um arranjo incomensuravelmente complexo para lidar com o problema em mãos. 

Recomendar o mercado (a livre interação entre pessoas) em lugar do governo (a intervenção de burocratas) significa a humildade de reconhecer que ninguém possui informação e conhecimento suficientes para determinar, ou mesmo para prever, quais métodos específicos são os melhores para lidar com o problema.

Recomendar o mercado, com efeito, significa recomendar que se permita que milhões de pessoas criativas, cada uma com perspectivas distintas e com seus próprios conhecimentos e percepções, voluntariamente contribuam com suas próprias idéias e esforços para lidar com o problema. 

Recomendar o mercado é recomendar não uma solução única e simplista, mas sim um processo descentralizado que gera vários experimentos concorrenciais, os quais então levam à descoberta das soluções que funcionam melhor sob aquelas circunstâncias.

Recomendar o mercado é entender a genialidade daquela importante constatação de James Buchanan, que disse que "a ordem é definida durante o processo de seu surgimento".

Esse processo é flexível e estimula a criatividade. Ele também nega a qualquer um o poder de impor unilateralmente sua própria visão sobre todos.

Em suma, aconselhar que "deixem o mercado cuidar disso" é uma maneira abreviada de dizer que "eu não tenho um plano simplista para lidar com esse problema; com efeito, rejeito todos os planos simplistas. Somente uma instituição competitiva e descentralizada, e que recebe contínuas informações de todos os indivíduos que dela participam (ou seja, o mercado), pode ser confiável o bastante para descobrir e implantar uma solução suficientemente detalhada para lidar com o problema em questão".

Dito tudo isso, vale ressaltar que os mercados só funcionam otimamente sob um arranjo em que a propriedade privada esteja protegida, os contratos firmados sejam respeitados, a cultura empreendedora seja forte, e o meio de troca utilizado (o dinheiro) não seja achincalhado. Se tais instituições estiverem ausentes, dificilmente haverá um mercado para lidar com qualquer problema.

Mas se essas instituições estiverem presentes, então os mercados irão se revelar espantosamente criativos e confiáveis. Recorrer ao mercado para lidar com problemas representa, portanto, o caminho mais sábio.

Conclusão

Infelizmente, no entanto, a tolice frequentemente triunfa sobre a sabedoria. As pessoas frequentemente pressupõem que grandes problemas sociais só podem ser resolvidos por um grupo específico e pré-determinado de pessoas, as quais magicamente possuiriam a chave para a solução.

Embora declarar que "deixem o governo cuidar disso" possa parecer uma solução, tal atitude é meramente um sinal de uma fé simplista e sem qualquer fundamento: uma fé de que as pessoas investidas de poder não irão abusar deste poder; de que burocratas nomeados por políticos possuem respostas melhores do que milhões de indivíduos interagindo voluntariamente em busca de soluções próprias, colocando seus próprios recursos e sua própria reputação em jogo; de que apenas aquelas "soluções" escritas em estatutos e regulamentações, e implantadas por burocratas assalariados, representam soluções verdadeiras e factíveis.

Portanto, sim, mostrem-me um problema e eu provavelmente responderei que "deixem o mercado cuidar disso". E irei responder dessa maneira porque não apenas sei que meus parcos conhecimentos e esforços jamais estarão à altura do desafio de solucionar problemas complexos, como também sei que nenhum político ou burocrata entre nós tem o poder de saber a melhor solução para todo e qualquer problema social. 

Soluções para problemas sociais complexos requerem o maior número possível de mentes criativas interagindo voluntariamente entre si — e isso é exatamente o que o mercado entrega.

 


autor

Donald Boudreaux
foi presidente da Foudation for Economic Education, leciona economia na George Mason University e é o autor do livro Hypocrites and Half-Wits.


  • Heberth  26/06/2018 16:19
    Mais um excelente e objetivo artigo !

    Além de tudo do que foi explícito, vale ressaltar o clamor contínuo do "homem" pela exacerbada intervenção estatal em prol da "justiça social" ( que Hayek demonstrou jamais existir) em detrimento do livre mercado. Tudo isso em virtude da ignorância econômica.

    Pobre Brasil, em particular !
  • Robert  26/06/2018 16:21
    Eu conheço pelo menos umas 10 pessoas que desesperadamente deveriam ler isso. Mas não o farão, pois contradiz tudo aquilo que elas já determinaram "ser a verdade inquestionável".
  • Jean Meira  26/06/2018 16:22
    As pessoas preferem acreditar que um grupo reduzido de indivíduos (estado) será capaz de resolver um problema que eles desconhecem totalmente em vez de acreditar que várias indivíduos levados pelo interesse próprio (mercado) poderão fazer isso muito melhor.
  • thiago  27/06/2018 13:16
    Creio haver a crença de que o Estado poderia mobilizar as melhores mentes para resolver os maiores problemas
  • Sayd  26/06/2018 16:24
    "Ao passo que o governo possui apenas algumas poucas ferramentas — majoritariamente martelos (algumas marretas), serrotes e braçadeiras"

    E fuzis, algemas e penitenciárias para aqueles que se recusarem a lhe pagar o arrego (i.e. impostos)
  • Jeffrey  26/06/2018 16:40
    No final, todas as leis estatais são impingidas pela pena de morte. Tudo vai depender do seu grau de resistência.

    Se você sonegar impostos será preso. Se resistir à prisão será morto. Se você não pagar uma multa terá seus bens arrestados. Se não aceitar receberá ordem de prisão. Se resistir à prisão será morto.

    Se você abrir uma carrocinha de limonada sem ter uma licença emitida por um burocrata você será multado. Se não pagar a multa, um burocrata irá atrás de você e dirá que você tem de ir ao tribunal. Se não for, outro burocrata (agora uniformizado e armado) irá atrás de você e jogará você na cadeia. Se resistir, você vai apanhar. Se reagir e bater, vai ser baleado.

    Isso, no final, é ainda pior do que assalto. De um assaltante você ao menos tem chance de escapar. Do estado não.
  • Jairdeladomelhorqptras  26/06/2018 22:07
    Caro Jeffey.
    Apoiado.
    Nas mãos do estado, a guilhotina - tanto real quanto figurada- está logo ali.
    Abraços
  • Sayd  26/06/2018 16:27
    Ok, o sr Mercado é o melhor planejador econômico descentralizado que existe, não há dúvida. A inteligência econômica encontra-se dispersa na população. Entretanto, existem situações em que o mercado falha. Nas guerras e conflagrações as leis de mercado simplesmente não são postas em prática, ou não funcionam a contento, devido a conflitos de interesse. Quando o valor econômico não pode ser medido, o mercado não existe, por exemplo em situações onde as transações não resultam em ganhos para ambas as partes. Exemplo disso são as ações de ajuda humanitária. Portanto, uma pequena dose de estado sempre será necessária.
  • Amante da Lógica  26/06/2018 16:36
    "Entretanto, existem situações em que o mercado falha."

    Vejamos.

    "Nas guerras e conflagrações as leis de mercado simplesmente não são postas em prática, ou não funcionam a contento, devido a conflitos de interesse."

    Tradução: quando políticos de um país resolvem declarar guerras aos políticos de outros países, destruindo toda a infraestrutura e submetendo a população do país atacada a impiedosos bombardeios, as coisas se tornam escassas, os preços disparam, e muita gente sofre privações.

    Isso, para você, significa que "o mercado não está funcionando a contento".

    Genial.

    "Quando o valor econômico não pode ser medido, o mercado não existe, por exemplo em situações onde as transações não resultam em ganhos para ambas as partes. Exemplo disso são as ações de ajuda humanitária."

    Ajuda humanitária voluntária não resulta em ganhos para as ambas as partes? Quer dizer então que quem pratica caridade voluntariamente não tem ganho nenhum com isso? Nem de bem-estar ou de leveza da alma? Não tem um lucro psíquico (pesquise)?

    Outra coisa: é lamento quebrar ilusões, mas é impossível haver caridade e ajuda humanitária sem mercado. A caridade e a ajuda humanitária só são possíveis porque alguém, em busca do lucro, criou os bens utilizados nesse trabalho voluntário para aliviar o sofrimento das pessoas.

    Por exemplo, na caridade você distribui comida? Pois a comida é um bem material que teve de ser produzido por alguém. E esse alguém estava em busca do lucro.

    Você distribui roupas de frio? Roupas são bens materiais que foram produzidos por alguém em busca do lucro.

    Você dá aulas de matemática? Então você terá de fazer uso de giz, quadro-negro e folhas de papel. Isso são riquezas que foram anteriormente criadas por alguém em busca do lucro.

    Você distribuiu remédios? Remédios foram criados por farmacêuticas em busca do lucro.

    É realmente muito bonito uma pessoa se acreditar indiferente ao mundo material e adepta da caridade e do trabalho voluntário. Mas a caridade é impossível se alguém, antes, não tiver criado riqueza.

    Artigo para você:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2777

    "Portanto, uma pequena dose de estado sempre será necessária."

    E eu achando que você ao menos estava defendendo a caridade voluntária... Mas não. Todo esse seu discurso foi apenas para dizer que devemos dar dinheiro para dinheiro para políticos (meros atravessadores com salários magnânimos) para que estes então repassem o dinheiro (após desviarem um troquinho para trustes na Suíça e nas ilhas Cayman) para os necessitados.

    Isso sim é algo necessário. E bem humanitário.
  • 4lex5andro  26/06/2018 23:55
    KKKKKKKK

    O amante da lógica volta e meia dá uma mitada com suas respostas a "ignaros" desavisados.

    Só faltou escrever uma assinatura, se fosse possível, no perfil: - "Não me venha com xurumelas, tolerância zero."
  • Fernando  29/06/2018 05:32
    Sou um grande fã do Amante da Lógica! Gostaria de ver ele escrevendo artigos aqui. As respostas dele são sempre de uma paciência, racionalidade e timing impecáveis. Nenhum estatista sai impune.
  • Insurgente  29/06/2018 16:30
    Ele mita é sempre!

    E eu babo nas respostas dele, uma vez que esta criatura consegue sintetizar palavras de uma forma genial!

  • Bruno  27/06/2018 15:29
    Vejamos o mercado de transporte rodoviário de cargas.

    O transportador que utiliza drogas para se manter acordado consegue tranportar mais em menos tempo, reduz custos e leva vantagem. Mas, está colocando a vida de terceiros em risco.

    Como o mercado resolveria esse impasse?
  • Humberto  27/06/2018 16:11
    Ué, mas este cenário está acontecendo exatamente no arranjo atual, em que o estado está no controle! Por que você isenta o estado e cobra respostas de quem nem sequer está no arranjo? É incrível essa propensão de algumas pessoas a sempre isentar o estado de tudo.

    De resto, sua pergunta é de fácil resposta: sendo as estradas privadas, os proprietários de cada estrada farão sua própria política. Fosse eu o proprietário de uma estrada, certificar-me-ia de que apenas caminhoneiros aptos poderiam dirigir -- afinal, se algo ocorrer em minha propriedade, eu sou o principal culpado.

    Por outro lado, de quem é a culpa dos acidentes que ocorrem nas estradas estatais?
  • Bruno  28/06/2018 10:49
    "Por que você isenta o estado e cobra respostas de quem nem sequer está no arranjo?"
    Ué, olha o título do artigo. Apenas descrevi uma situação e perguntei como o livre mercado cuidaria disso. Nada mais natural. Não estou "cobrando" nada de ninguém, apenas interagindo dentro do assunto. Responde quem quiser. Talvez você (e muitos outros, estou falando contigo mas serve para muitos) precise fazer uma auto-análise e pensar se não é você quem está propenso a criar oposições, apontar o dedo e falar de forma agressiva em conversas na internet.

    "os proprietários de cada estrada farão sua própria política."
    Achei essa solução muito parecida com a solução estatal. Alguém dita normas e as fiscaliza. Mas acho que o problema original continua, aqueles donos de estradas que não fiscalizarem ou não exigirem segurança levarão vantagem na competição.

    "afinal, se algo ocorrer em minha propriedade, eu sou o principal culpado"
    E daí que o proprietário é o culpado? Em que isso o prejudica? A não ser que exista algo para puni-lo isso não significará nada para ele. Como se daria essa punição? Quem a executaria?

    "Por outro lado, de quem é a culpa dos acidentes que ocorrem nas estradas estatais? "
    O assunto do artigo é sobre como o livre mercado soluciona os problemas. Você parece estar constantemente fugindo do assunto.
  • Felipe  28/06/2018 12:59
    "Alguém dita normas e as fiscaliza."

    Bingo! É exatamente assim: havendo propriedade privada, o proprietário dita as normas e a fiscaliza. Você está começando a entender o básico.

    "Mas acho que o problema original continua, aqueles donos de estradas que não fiscalizarem ou não exigirem segurança levarão vantagem na competição."

    Oi?! Quer dizer então que se eu sou proprietário de uma "estrada da morte", na qual o índice de acidentes é altíssimo e os usuários sabem que está cheia de bêbados trafegando, eu levarei vantagem na concorrência?! Todo mundo vai ficar doidinho para dirigir ali?!

    Você só pode estar de zoeira.

    "E daí que o proprietário é o culpado? Em que isso o prejudica?"

    Essa pergunta é séria? "E daí que um determinado restaurante só serve comida ruim. Em que isso o prejudica?"

    O brasileiro, de fato, nada entende de mercado.

    "A não ser que exista algo para puni-lo isso não significará nada para ele. Como se daria essa punição? Quem a executaria?"

    Como se dá a punição para um restaurante que só serve comida ruim? Quem executa essa punição?

    O anti-capitalismo do brasileiro comum é tão profundo que ele simplesmente não consegue ver a diferença básica entre mercado e estado.
  • William  28/06/2018 12:59
    "Como se daria essa punição? Quem a executaria?"

    No caso de mortes em que o proprietário é comprovadamente culpado, ora, o sistema judiciário, agora funcionando concorrencialmente e não mais monopolisticamente.

    www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=731

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=93

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1570

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=605
  • Alexandre Dias  05/04/2020 17:17
    Que voadora! Pulverizou o estatista...
  • Demolidor  26/06/2018 21:29
    Ok, o sr Mercado é o melhor planejador econômico descentralizado que existe, não há dúvida. A inteligência econômica encontra-se dispersa na população. Entretanto, existem situações em que o mercado falha. Nas guerras e conflagrações as leis de mercado simplesmente não são postas em prática, ou não funcionam a contento, devido a conflitos de interesse.

    Eu queria saber voar com meus próprios braços também, mas a sra Física e a sra Biologia não permitem, essas malvadas.

    Talvez eu deva ir a algum lugar onde as leis da Física não são postas em prática. Mas nem no vácuo espacial, onde a gravidade é negligível, isso ocorre.

    Algum político com uma caneta mágica precisa dar um basta nessa situação.
  • Curioso  26/06/2018 16:29
    E a assistência aos desamparados? Todo país tem lá o seu percentual de órfãos, oligofrênicos, deficientes etc; Tem gente que por um motivo ou outro cai em momentos muito difíceis. Se não tiver um sistema compulsório para 'arrancar' uma parte parcela TOLERÁVEL da prosperidade (via impostos) e dar esse amparo, não vai ser a caridade privada que vai resolver isso. Ora, não se tolera que parte dos impostos seja destinada à segurança (interna e externa) e às atividades jurisdicionais e diplomáticas? Por que não destinar um parte, repito, TOLERÁVEL das riquezas de um país para assegurar que, na pior das hipóteses ninguém fique desamparado? Se a grana der, e a sociedade topar, qual o problema? Não acredito que a caridade privada resolva esse tipo de problema. Exige planejamento e constância. Quando a situação aperta a primeira coisa que se corta e a caridade a terceiros. Claro que quanto maior o aparato burocrático para lidar com esses programas, mais manipulação política vai ser ter. A solução é vigilância.
  • Roberto   26/06/2018 16:35
    "Se não tiver um sistema compulsório para 'arrancar' uma parte parcela TOLERÁVEL da prosperidade (via impostos) e dar esse amparo, não vai ser a caridade privada que vai resolver isso."

    Por que não? Só porque você determinou oniscientemente que assim será?

    Vale enfatizar que, neste cenário de profundo corte de impostos e gastos, haveria muito mais renda disponível para as pessoas, o que lhe permitiria direcionar muito mais para a caridade.

    Quais os seus argumentos em prol do assalto?

    "Ora, não se tolera que parte dos impostos seja destinada à segurança (interna e externa) e às atividades jurisdicionais e diplomáticas?"

    Só para os minarquistas (incoerentes). Anarcocapitalistas também são contra isso.

    "Se a grana der, e a sociedade topar, qual o problema?"

    Se absolutamente 100% dos indivíduos de uma sociedade toparem, sem problemas. Se um se recusar, é roubo.

    "Não acredito que a caridade privada resolva esse tipo de problema."

    Qual seu argumento além do hiper-científico achismo?
  • Mercado  26/06/2018 16:42
    Caridade governamental não está amparando nada, pelo contrário está criando ainda mais necessitados na outra ponta, vide aí os quase 14 milhões de desempregados "oficiais" e mais tantos outros desalentados. O melhor ministro da assistência social é a família, que decide quais recursos ajudará quem e de qual forma. Qualquer arranjo fora disto é desculpa para protoditador angariar poder para ter o domínio dessa faca que dividirá o bolo.
  • Eduardo  26/06/2018 16:44
    O que vai resolver o desamparo é darmos dinheiro para políticos para que estes então repassem o dinheiro para desamparado.

    O que vai resolver o desamparo é contratarmos atravessadores (com salários magnânimos) para que estes (após desviarem um troquinhos para trustes na Suíça e nas ilhas Cayman) entao repassem algumas migalhas para os desamparados.

    Isso sim é uma ideia genial e prática. Qualquer outra ideia que não essa deve ser sumariamente descartada como sendo "radicalismo de mercado".
  • reinaldo  26/06/2018 19:02
    Quanto à ajuda aos desamparados, tenho um exemplo prático: No meu bairro uma casa de madeira queimou até as fundações. Ninguém se feriu, mas a família perdeu tudo, literalmente. Em menos de quinze dias, as doações cobriram todas as necessidades da família (até eu mesmo doei alguns casacos). Eles já tinham casa para morar (um senhor cedeu uma casa desocupada até eles arranjarem uma definitiva), eletrodomésticos, comida, móveis, etc.
    Sabe quanto a prefeitura ajudou? NADA, absolutamente NADA. Tudo foi por ação voluntária dos moradores da cidade, encabeçadas pelas duas rádios locais.
    Nestes momentos é que se percebe a inutilidade do estado.
  • Rodolfo Andrello  26/06/2018 19:08
    "Se não tiver um sistema compulsório para 'arrancar' uma parte parcela TOLERÁVEL da prosperidade (via impostos) e dar esse amparo, não vai ser a caridade privada que vai resolver isso". Basta ao ser humano viver um único século sob a vigência do estado de bem estar social que ele já ignora milênios de experiência e declara que nunca houve nem haverá salvação fora do welfare state.
  • Raquel  27/06/2018 22:18
    Mas caridade não é obrigação,é opção.
    Porque raios eu sou obrigada a contribuir compulsoriamente com o bem estar dos outros?
    Eu já faço caridade voluntariamente, dentro das minhas possibilidades.
    Se uma pessoa chega ao ponto de se tornar indigente,porque o resto da sociedade deve ser punida pelos erros alheios?
    Não sei no resto do Brasil,mas o que vejo muito aqui no Rio,são mulheres miseráveis,tendo filho em produção.Depois ficam batendo na minha casa,pedindo dinheiro,comida,fralda.Sinto pena das crianças(não da ordinária da mãe),mas sinto mais pena ainda do meu bolso.
  • Régis  26/06/2018 17:25
    O problema é que, normalmente quando falam em "mercado", as pessoas imediatamente pensam em "mercado financeiro e corretores da bolsa". E só. Nunca falha. A mídia é a principal responsável pela disseminação desse mito.
    É sempre necessário ressaltar e enfatizar que quem "trabalha no mercado" -- aliás, quem é o mercado -- somos nós. Você, eu e todos os cidadãos. Nós é que decidimos, por meio de nossas decisões de comprar e de se abster de comprar, o que deve ser produzido, qual indústria sobrevive, qual deve ser extinta e qual deve trocar de gerência, quem vai prosperar e quem vai falir. E é respondendo às nossas demandas que padarias, restaurantes, lojas de roupa e de eletroeletrônicos (pessoas que "trabalham no mercado") produzem.

    Isso é o mercado: uma matriz na qual os indivíduos praticam trocas livres e voluntárias. No livre mercado, as decisões relativas a (1) o que produzir, (2) em quais quantidades, (3) utilizando quais métodos e (4) em quais locais, são tomadas visando satisfazer às mais urgentes demandas dos consumidores.

    Aliás, se houver algum arranjo mais eficaz e mais ético do que esse, estou muito interessado em saber dessa revolucionária descoberta.

    Quem pode atrapalhar esse processo, protegendo e socorrendo ineficientes e destruindo os eficientes, são os políticos e suas regulamentações. Exatamente quem as pessoas querem elevar ao status de santos solucionadores de problemas.
  • Padawan  27/06/2018 03:35
    "O problema é que, normalmente quando falam em "mercado", as pessoas imediatamente pensam em "mercado financeiro e corretores da bolsa". E só. Nunca falha. A mídia é a principal responsável pela disseminação desse mito."

    Estava pensando nisso agora há pouco! E termos como "agradou ao mercado" só reforçam a desinformação.

    Dito isso, tenho uma dúvida. Há alguma verdade na forma pejorativa como o mercado financeiro, por exemplo, é retratado pelo senso comum?
  • Economista  27/06/2018 12:47
    A pergunta está errada. A pergunta certa é: por que houve esta "financeirização" da economia ao redor do mundo?

    E a resposta é simples: a contínua desvalorização da moeda causada pelos governos.

    Foi esse fenômeno da contínua desvalorização da moeda causada pelos governos que gerou um agigantamento do setor financeiro, pois as pessoas, afinal, têm de adotar alguma medida para proteger o poder de compra da sua poupança. Isso criou exatamente aquilo que os críticos do capitalismo chamam de "financeirização" da economia, arranjo em que os mercados financeiros adquirem importância central, deixando o setor produtivo, que é quem genuinamente gera riqueza, em segundo plano.

    Eu mesmo dedico boa parte dos meus dias à procura de investimentos que possam ao menos proteger meu poder de compra para o futuro. Houvesse uma moeda forte, do tipo que faz os preços caírem uma média de 1% ao ano (como ocorreu nos EUA entre 1865 e 1913), eu me ocuparia de investimentos produtivos, e não de investimentos meramente defensivos.

    Acabe com a desvalorização da moeda e você verá o setor financeiro encolher de importância.
  • Che  26/06/2018 17:33
    O mercado tem falhas e o estado é a solução para elas. Me refiro a estado mínimo, por óbvio. Fornecimento de serviços públicos onde é quase impossível a concorrência é um exemplo irrefutável. Não dá para ter mais que um fornecedor de água, esgoto e energia elétrica, por exemplo. Não dá para fazer 2 BR 116, uma concorrendo com a outra. Os liberais anárquicos se perdem tentando resolver esses problemas, mas não apresentam exemplos concretos.
  • Guilherme  26/06/2018 17:41
    O fato de você não conseguir visualizar a solução para um problema não significa que não haja solução para ele. Você simplesmente acabou de incorrer na exata contradição apontada pelo artigo.

    Como funcionaria água, esgoto e energia elétrica? Aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=646

    (Sugiro ler o artigo todo, mas caso tenha preguiça, pode pular direto para a seção "A liberdade de entrada restringe as arbitrariedades")

    Como já funcionou na prática em outros lugares? Aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1309

    Estradas? Aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1614


    Pelo visto falta leitura para você. Jamais venha a público dizer que "não existe solução para algo" baseando-se apenas em seu conhecimento sobre o mundo. É só uma dica.
  • Rodolfo Andrello  26/06/2018 19:28
    Vou simular aqui: acabei de começar meu empreendimento pra construir a concorrente da BR 116, estou chamando de BR 116 V2 beta edition. Espera aí! esqueci de perguntar antes o que vai me acontecer se eu estiver construindo a estrada e um burocrata do governo descobrir que eu não tenho licença ambiental, CNPJ, CLT assinada dos meus colaboradores... Ops, acho que não vai rolar. Mas vejam só, o estado impediu que eu construisse a BR 116 beta V2, e você concluiu que a ausência de exemplos concretos depõe de maneira irrefutável a favor do estado... Não sei quanto a você, mas o fato de que me abstive de empreender tendo armas apontadas para mim me impedindo de tomar decisões voluntárias não é o que eu chamaria de argumentação racional.
  • Demolidor  26/06/2018 21:23
    Não dá para fazer 2 BR 116, uma concorrendo com a outra.

    Ao ler isso, fiquei pensando aqui: vou de Miami a Orlando por Fort Myers, Port Saint Lucie ou Turnpike?

    De Dubai para Abu Dhabi, vou por Jumeirah, Aeroporto al Makhtoum ou Emirates Road?

    De Cancún a Chichen Itzá, qual das três rodovias paralelas eu pego?

    De São Paulo a Curitiba vou pela Régis ou por Bertioga?

    Até em arranjo estatista há alguma forma de concorrência e redundância. E tem gente que diz que não tem como...
  • Kira  26/06/2018 22:38
    "Não dá para fazer 2 BR 116, uma concorrendo com a outra." Não, mas dá pra escolher qual empresa de engenharia vai fazer a pista, em um mercado de dezenas delas.
  • Demolidor  24/07/2018 13:37
    Citei errado Bertioga. Seria para o Rio, pela Rio-Santos. Para Curitiba seria por Peruíbe.

    Aliás, apenas para demolir ainda mais o argumento de que não pode haver concorrência em estradas, nós temos, a partir de São Paulo para oeste, as rodovias Raposo Tavares e Castelo Branco seguindo rotas bem parecidas... e em boa parte do país, BR-116 e BR-101 em rotas próximas.

    Fica aí de referência.
  • Kira  26/06/2018 22:37
    Corrigindo seu comentário estapafúrdio: O mercado tem falhas e a solução para essas falhas são mais mercado e ausência de estado, pois é das falhas que surgem inovações que tornam negócios falhos obsoletos em negócios mais lucrativos. De onde imbecilidades você tirou a desidéia de que fornecer água e energia é algo impossível de haver concorrência? empresas de energia nuclear, hidrelétrica, eólica, solar, empresas mistas, empresas alugando redes umas das outras, etc... O mesmo para água. VOCÊ É UM LIBERALECO DE MERDA DEFENSOR DE BANDIDO.
  • Kira  26/06/2018 22:41
    ESTADO NÃO SERVE PARA NADA, APENAS PARA CRIAR INFLAÇÃO E ROUBAR FRAÇÕES DO LUCRO DAS PESSOAS EM IMPOSTOS, E CRIAR BARREIRAS E DIFICULDADES ARTIFICIAIS PARA PROTEGER SEUS INTERESSES E CONVENCER TROUXAS DE QUE É IMPOSSÍVEL SURGIR CONCORRÊNCIA. imbecis com esse pensamento nunca ouviram falar em empreendimento, engenharia, evolução de tecnologia, acham que a opinião de um burocrata político de merda é superior a toda uma sociedade com dezenas ou centenas de empreendedores em potencial buscando soluções que lhes tragam lucro e atendam demandas. O livre mercado é a melhor forma de eliminar empresas ineficientes e de evitar em absoluto a existência de monopólios ou oligopólios.
  • JeNeSuisChe  28/06/2018 02:52
    Lendo o comentário do "Che" lembrei-me de duas frases:

    Uma é de um meme: [i] "É contra o mercado e quer aumento da intervenção estatal. Aponta como problemas do mercado coisas causadas pela intervenção estatal" [i]

    A outra é de Roberto Campos, provavelmente do fim dos anos 80: [i] "A burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor" [i]
  • Pobre Paulista  26/06/2018 17:50
    Duvido que o livre mercado cobre impostos melhor do que o estado.
  • Pobre Mineiro  26/06/2018 21:47
    Também duvido.
  • Felipe Lange  26/06/2018 19:39
    Pessoal, parece que vai sair uma legislação sobre agrotóxicos que, pelo que ouvi, vai flexibilizar para adquirir novos agrotóxicos. O Mises Brasil pretende fazer um artigo sobre, falando sobre as consequências da regulação sobre agrotóxicos, além de expor a hipocrisia da esquerda e dos ambientalistas? Acho que seria muito interessante algum autor que seja da área escrever sobre, e publicar aqui.
  • Jenifer Viana  27/06/2018 16:22
  • Felipe Lange  27/06/2018 22:22
    Para desespero da esquerda...
  • Um leigo qualquer  26/06/2018 22:47
    Off

    Gostaria que o Leandro ou alguém inteligente me tire uma dúvida.

    Eu li o "O que o governo fez com o nosso dinheiro" e lá diz que um dinheiro antes de se tornar meio de troca, ele era uma mercadoria. Fica assim um dinheiro-mercadoria, por exemplo, o ouro, que era usado para ornamentos.

    O Bitcoin se enquadra nessa definição? Porque não sei qual seria o uso de mercado do Bitcoin antes de se tornar um meio de troca.
  • Pobre Paulista  26/06/2018 23:28
    Bitcoin possui características típicas de commodity. Muitos o chamam de "commodity digital" por isso.

    NMHO não é dinheiro, pois não tem liquidação instantânea (O recebedor precisa esperar uma confirmação de terceiros, que pode levar tempo). Mas obviamente isso não impede que ele seja utilizado para transações quaisquer.

  • Um leigo qualquer  27/06/2018 12:53
    No segundo artigo:

    "Os bits usados para publicar este artigo — os quais foram comprados na forma de espaço no Hard Drive (Disco Rígido), Memória RAM, largura de banda de internet etc. — representam a mesma commodity da qual os bitcoins se originaram.

    Os bits (que carregam informação) criptologicamente protegidos são a commodity que lastreiam o Bitcoin. O Bitcoin fornece seu serviço (o produto) por meio da troca de bits."

    Então, no caso, a commodity (mercadoria) seriam os bits criptografados? Então mesmo se o bitcoin fosse banido do uso de moeda ainda haveria o uso dele como criptografia?

    Ps: não estou tentando invalidar o bitcoin. Afinal, eu tenho algumas criptocoins. Só estou tentando entender como ele se encaixa na definição do Rothbard.
  • Jeff  27/06/2018 13:39
    "Então mesmo se o bitcoin fosse banido do uso de moeda ainda haveria o uso dele como criptografia?"

    A tecnologia Blockchain é a grande sacada por trás do Bitcoin, e é ela quem realmente irá alterar o mundo. Ela pode até mesmo levar a uma reviravolta na relação entre o indivíduo e o estado.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2815
  • Sabio  27/06/2018 09:18
    Por que o IMB nunca aponta falhas do mercado e sempre do Estado? O primeiro seria perfeito?
  • Amante da Lógica  27/06/2018 12:42
    É simples. Diga você uma falha oriunda da interação voluntária entre bilhões de pessoas (atuando em um setor livre, e não em um setor regulado pelo estado), aponte por que isso seria uma falha e mostre como você ou um burocrata (ou seja, um único indivíduo) teria feito tudo melhor.
  • Sabio  28/06/2018 00:09
    Digo sim: a atual desvalorização maciça do real, totalmente descolada dos fundamentos reais da economia brasileira que conta com forte solidez externa. Outro exemplo, a não descoberta do pré sal. Quem descobriu este foi a petrobras. Sem ela não haveria hoje o pre sal com todos seus leilões.
  • Gênio  28/06/2018 01:08
    "a atual desvalorização maciça do real, totalmente descolada dos fundamentos reais da economia brasileira que conta com forte solidez externa."

    Concordo. Temos de proibir as pessoas de fazerem o que quiserem com o seu dinheiro.

    Por exemplo, investidores estrangeiros foram otários para colocar dinheiro aqui? Temos apenas de dizer: "Perderam, playboys! Seu dinheiro agora é nosso! Nada de querer tirá-lo daqui. Se foderam!"

    Tenho certeza de que o anúncio de tal medida irá fazer maravilhas para o câmbio, e deixaria os investidores estrangeiros ávidos para vir para cá, dando ainda mais dinheiro para nós. O anúncio de que quem colocar dinheiro aqui irá perdê-lo certamente derrubará o dólar para menos de 1 real. É tão óbvio...

    "Outro exemplo, a não descoberta do pré sal. Quem descobriu este foi a petrobras. Sem ela não haveria hoje o pre sal com todos seus leilões."

    Essa é ainda mais genial. Uma empresa estatal detentora das principais jazidas do país e atuando monopolisticamente em um ramo cuja entrada da concorrência é amplamente regulada pelo estado (para não dizer proibida) descobre camadas de pré-sal, e isso é prova de que a iniciativa privada e o livre mercado falharam!

    Pergunta: quando você cai no chão de quatro consegue se levantar sem guindaste?
  • anônimo  28/06/2018 14:50
    "Diga você uma falha oriunda da interação voluntária entre bilhões de pessoas (atuando em um setor livre, e não em um setor regulado pelo estado), aponte por que isso seria uma falha"

    Navios pesqueiros em águas internacionais estão levando diversas espécies de animais marinhos á extinção.



    "mostre como você ou um burocrata (ou seja, um único indivíduo) teria feito tudo melhor."

    Teria que haver uma fiscalização dos portos a nível mundial com multas para aqueles que pescarem animais em risco de extinção.
  • Guilherme  28/06/2018 16:33
    "Navios pesqueiros em águas internacionais estão levando diversas espécies de animais marinhos á extinção."

    Não há propriedade privada nem sobre o mar e nem sobre as espécies que nele habitam, que são propriedade pública.

    A extinção é uma consequência inevitável da ausência de propriedade privada. Todas as espécies criadas em cativeiro ou em habitats privados não estão em extinção, pelo simples motivo de que sua extinção acarretaria o fim dos lucros do empreendedor.

    Você simplesmente acabou de dar um exemplo prático de algo ruim causado pela ausência de instituições de mercado.

    "Teria que haver uma fiscalização dos portos a nível mundial com multas para aqueles que pescarem animais em risco de extinção"

    Ué, mas por que os burocratas já não estão fazendo isso hoje?! Afinal, este é exatamente o arranjo em que vivemos: estado cuidando das coisas públicas. Você está dizendo que esta fragorosa falha dos burocratas é exatamente a prova de que os burocratas são necessários?

    Deve ser gostoso viver sob essa deliciosa ilusão.
  • Peguete da Lógica  02/04/2020 23:38
    Bem, o país pobre A produz petróleo. O país superpotência B consome petróleo. É mais viável para A vender para C, que paga melhor, ou não vender, usando para o consumo interno.

    Um burocrata do país B convoca a suas forças armadas para pressionar o pobre e indefeso país A a vender o petróleo para o país B, mesmo não compensando para A

    Taí uma situation (corriqueira) onde um amado burocrata resolve a parada
  • Guilherme  03/04/2020 00:51
    Por que os produtores de petróleo do país A não iriam querer vender para os consumidores de petróleo do país B? O preço do petróleo é determinado no mercado internacional de commodities (ou seja, ele é o mesmo para todos; ele não varia de país para país) e, sendo os consumidores cidadãos da superpotência, a garantia de que eles terão como pagar é total.

    Amiás, por que um "amado burocrata" teria de intervir para obrigar produtores privados do país A a venderem a preço de mercado para consumidores da superpotência B?

    Não entendi nada da sua lógica.

  • Anonimo  27/06/2018 17:14
    Kkkkkkk vcs lembram do que o Petkovic dizia antes? Parece que ele mudou de ideia
    brasil.elpais.com/brasil/2018/06/27/deportes/1530053462_136459.amp.html
  • anônimo  04/07/2018 20:40
    Qualquer pessoa que fale bem do socialismo é pura nostalgia. Mesma coisa do regime militar.
  • pablo  04/07/2018 18:43
    Vamos a três exemplos recentes de "deixe o mercado cuidar disso": Tragedia da Samarco em Mariana, onde a empresa usou a barragem de rejeitos acima da capacidade visando o lucro,Tragedia da Chapecoense onde o empresário da Lamia resolveu não abastecer o avião para lucrar mais,Locaute nos transportes do Brasil porque o mercado internacional estava definindo os preços dos combustíveis. São milhoes de exemplos de caos quando o estado se omite e deixa o mercado livre.

    Se um estado grande faz tão mal(segundo os "experts" em economia do IMB),me explica então a Noruega e a Suécia.
  • Amante da Lógica  04/07/2018 19:15
    "Tragedia da Samarco em Mariana"

    Minerados são o xodó dos governos, pois geram muitos empregos, garantem fartas receitas tributárias para governos municipais, estaduais e federal (os impostos pagos pela Samarco representvam simplesmente 80% da arrecadação de Mariana) e garantem muitos dólares via exportação.

    Sendo assim, elas operam protegidas pelos governos em todos os níveis. São suas queridinhas. Logo, elas sabem que, qualquer coisa que fizer de errado, nada acontecerá, pois o governo virá a seu socorro.

    Prova desse protecionismo é que todos os órgãos estatais que detinham o monopólio da fiscalização das barragens da empresa — como o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), vinculado ao Ministério de Minas e Energia, e a Superintendência Regional de Regularização Ambiental — haviam garantido, ainda em julho de 2015, que tudo estava "em totais condições de segurança".

    E aí, qual será a punição para esta falha estatal?

    O fato de nada ter acontecido à Samarco é simplesmente a prova suprema de como a empresa, muito longe de operar em um livre mercado, sempre esteve em conluio com o estado (em todas as esferas).

    "Tragedia da Chapecoense onde o empresário da Lamia resolveu não abastecer o avião para lucrar mais"

    Exatamente por causa da legislação estatal imposta pelo governo brasileiro, só se pode fretar aeronaves de empresas do país sede ou do país de destino. Não houvesse essa legislação, qualquer empresa decente de qualquer país do mundo poderia fornecer seu avião.

    Isso foi abordado em detalhes neste artigo:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2516

    Mas piora: a empresa cujo avião foi fretado, de origem venezuelana, estava falida por causa da situação econômica daquele país socialista.

    aeromagazine.uol.com.br/artigo/time-do-chapecoense-sofre-acidente-aereo_3018.html

    Ou seja, socialismo (e sua destruição de capital) em conjunto com leis estatais autoritárias (que impedem a correta alocação de capital, ou seja, a oferta de aviões bons de outros países). Eis as causas da queda.

    Isso poderia ser evitado? Sim. Como? Com a desestatização do setor aéreo e com o uso de seguradoras:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=129

    "Locaute nos transportes do Brasil porque o mercado internacional estava definindo os preços dos combustíveis."

    Errado. Quem definia os preços era a Petrobras.

    Dado que a Petrobras detém o monopólio do refino (98% do refino é da Petrobras), é ela quem define, sozinha, sem mercado, o preço dos combustíveis nas refinarias.

    No resto do mundo, o petróleo é produzido (ou importado) e as refinarias, que trabalham com concorrência, estipulam os preços. Eventuais altas no preço do barril no mercado internacional não são repassados integralmente pelas refinarias às distribuidoras, exatamente pelo motivo de as refinarias terem concorrência.

    Já no Brasil, em que não há concorrência no refino, eventuais altas no preço do barril no mercado internacional são integralmente repassadas pelas refinarias da Petrobras, que são monopolistas.

    "Se um estado grande faz tão mal(segundo os "experts" em economia do IMB),me explica então a Noruega e a Suécia."

    Segundo o site Doing Business, nas economias nórdicas,

    1) você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio (contra mais de 130 no Brasil);

    2) as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média (no Brasil, se você quiser importar pela internet, pagará no mínimo 60%);

    3) o imposto de renda de pessoa jurídica é de 15% (no Brasil, chega a 34%);

    4) o investimento estrangeiro é liberado (no Brasil, é cheio de restrições);

    5) os direitos de propriedade são absolutos (no Brasil, grupos terroristas invadem fazendas e a justiça os convida para um cafezinho);

    6) o mercado de trabalho é extremamente desregulamentado. Não apenas pode-se contratar sem burocracias, como também é possível demitir sem qualquer justificativa e sem qualquer custo. E tudo com o apoio dos sindicatos, pois eles sabem que tal política reduz o desemprego. Não há uma CLT (inventada por Mussolini e rapidamente copiada por Getulio Vargas) nos países nórdicos.

    O único quesito em que os nórdicos superam o Brasil em ruindade é no IRPF, cuja alíquota máxima lá é maior que a daqui -- o que de pouco adianta, pois tais pessoas sempre conseguem driblar as regulamentações e evadir esses impostos.

    Aliás, na classificação do Instituto Fraser, a Suécia e a Dinamarca possuem mais liberdade econômica que os EUA no que diz respeito à estrutura legal e aos direitos de propriedade; a moeda é mais sólida (temos menos inflação), o comércio internacional é mais livre e menos protecionista, e as regulamentações sobre as empresas e sobre o mercado de crédito são mais baixas. Não há uma aquela infinidade de leis que regulamentam profissões e licenças ocupacionais, as quais bloqueiam a concorrência em vários outros países.

    Sim, deveríamos ser mais parecidos com a Suécia - quer tentar?

    Cinco fatos sobre a Suécia que os social-democratas não gostam de comentar

    Todos os socialistas querem ser a Dinamarca - será mesmo?

    Mitos escandinavos: "impostos e gastos públicos altos são populares"


    Mas, infelizmente, não temos como copiar os nórdicos, por esses motivos:
    A social-democracia no Brasil entrou em colapso - abandonemos os delírios e sejamos mais realistas

    Volte sempre.
  • Fã do Amante  04/07/2018 19:21
    Rapaz, qualquer dia desses o Amante da Lógica ainda vai ser processado e preso por "espancamento intelectual" e "danos morais por causar humilhação pública".
  • Guilherme  04/07/2018 19:28
    Já eu, se fosse ele, entraria na Justiça do Trabalho e exigiria adicional de insalubridade e indenização por trabalho não remunerado. O cara dá aula todo dia e ninguém o paga por isso.
  • Humberto  04/07/2018 19:38
    Detalhe: a LaMia era uma empresa venezuelana (foi fundada com participação estatal, no caso, do estado venezuelano de Mérida), mas com sede na Bolívia.

    Ou seja, mistura a merda com a bosta. A chance de um troço desses ir pro chão é de quase 100%. O incrível, aliás, é que tenha conseguido voar.
  • Emerson Luis  04/07/2018 21:11

    É importante sempre lembrar que tanto "governo" quanto "mercado" são abstrações: no mundo concreto, o que existe de fato são indivíduos.

    Qual grupo tem proporcionalmente maior capacidade de processamento eficiente de informações: (1) um pequeno grupo de políticos e burocratas tentando administrar toda a macroeconomia há milhares de quilômetros de distância ou (2) milhões de indivíduos administrando as microeconomias de seus respectivos nichos?

    * * *
  • Capital Imoral  02/04/2020 18:49
    Políticas para combater o Coronavírus

    É tempo propício para o país rever sua condição ideológica e até mesmo combater as causas do coronavírus. O Instituto Capital Imoral de Assuntos Sociais, pensando nisso, preparou uma série de políticas que precisam ser adotadas para combater a pandemia de coronavírus.

    1. Derrubar o governo
    A presidência e toda estrutura de poder precisa voltar às mãos do povo. Nesse sentido é importante que o PT e os líderes sindicais voltem ao poder. Sim, o imposto sindical ajuda na cura do coronavírus. Derrubar o governo Bolsonaro é o mesmo que acabar com o vírus da indiferença capitalista. As pessoas estão morrendo por causa do livre mercado. Não é possível, nesse momento de crise, vivermos em um regime exclusivista, como é o regime capitalista. O país não pode continuar nas mãos de banqueiros, liberais e comerciantes. O poder não pode conduzido sob uma ideologia assassina. Vocês não entendem que o capitalismo é uma máquina de moer carne humana? O Brasil só voltará a ter políticas sociais, e a cura do coronavírus, de graça, quando a esquerda voltar ao poder. Derrubar o Governo Bolsonaro é uma política de saúde pública.

    2. Congelamento de preços
    A política econômica mais urgente para o país é o congelamento imediato de preços. Todos produtos e serviços não podem ter aumento de preço. O ideal é que haja uma certa gratuidade e fraternidade na oferta de produtos. Consumir é um direito próprio da existência em momentos de crise, portanto, devemos oferecer de graça e sorrindo. A lei precisa garantir esse direito quando a pessoa egoísta não quer colaborar. Portanto, a crise exige, como política pública, o total congelamento de preços e até mesmo gratuidade de produtos e serviços. A ideia é congelar os preços e prender quem tentar aumentá-los. Vamos deixar os capitalistas morrerem desesperados.

    3. Ouvir especialistas
    Os brasileiros devem ser profundamente obedientes ao que diz a comunidade científica. É importante ressaltar que o especialista, representante de deus na terra, precisa ser escolhido a dedo e carregar "o espírito comum" da comunidade científica, que sempre será igual ao da comunidade política. Nada de cientista obscuro, idealista, que vá contra a narrativa internacional. Ciência e política devem ser uma unidade. Para se ter ideia do quão verdadeira é essa relação, peguemos o exemplo de Tedros Adhanom, atual presidente da Organização Mundial de Saúde (OMS). Você sabia que o homem que coordena toda saúde do mundo não é médico? Ora, o cara fez um cursinho de ciências sociais com doutorado em marxismo, mais algum network, e está pronto para ditar se as pessoas devem ou não sair de casa. Viu, trouxa, ficou anos em casa estudando matemática enquanto o marxista passou na sua frente. Esse tipo de realidade precisa virar lei! O humanismo é a nova ciência.

    4. Intervenção chinesa
    O Partido Comunista Chinês deverá assumir o poder de todas instituições no Brasil. O país será uma extensão da Nova Ordem Mundial Chinesa. Isso irá ocorrer após o grande salto para frente, que irá derrubar o governo Bolsonaro. O expurgo será a principal característica desse salto cultural. Devemos prender todos opositores num grande estádio de futebol e deixar que o vírus termine o trabalho. A circulação de qualquer ideia liberal, conservadora ou religiosa deverá ser criminalizada, com pena de morte para quem desobedecer. A imprensa deverá ser estatizada e trabalhará em união com o Regime Chinês - como ocorre agora. A intervenção chinesa irá trazer ordem e progresso. Você não queria uma casa, carro, emprego estável e uma mulher para fazer sexo nos fins de semana? Pois bem, você terá tudo isso, apenas pedimos a sua consciência. O governo mundial da China irá nos oferecer a cura do coronavírus e muitas outras coisas. Você só precisa ser obediente ao livrinho vermelho.

    5. Distribuir maconha
    Muitos brasileiros estão sofrendo com a quarentena imposta pelo conservadorismo, ficar trancado em casa e não ter acesso a erva da paz é algo realmente assustador. A ansiedade é um problema seríssimo em nossa sociedade. A falta de acesso à maconha se tornou uma questão de saúde pública. Neste momento de crise é crucial que a maconha seja distribuída de graça junto com álcool em gel e máscara. Tenho certeza que essa política irá ajudar na cura do coronavírus. É impossível pensar direito sem um bom baseado.

    Conclusão
    Neste momento a humanidade encontrou um ponto de inflexão, ou seja, encontrou um motivo para inverter a ordem das coisas. Com base nisso, somente políticas de igual intensidade podem atender as demandas deste momento. O capitalismo criou este vírus, somente o comunismo chinês poderá curá-lo. Este é o momento do Brasil lutar pelo paraiso Chines.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • D2  03/04/2020 00:52
    Haha, comentário genial. O item 5 foi sensacional. Quero mais!
  • Alexandre Dias  05/04/2020 17:38
    Eis que o bobo da corte se apresenta. Estava mesmo demorando a dar as caras, KKKKKKKK!!!!
  • Giordano Bruno  06/04/2020 04:32
    Hahahah adoro seus comentários, uma ironia fina e sutil (op´s...).
    Podia escrever um livro nesses moldes.
  • anônimo  02/04/2020 22:00
    O mercado sim é a verdadeira democracia.
  • Aprendiz de EA  03/04/2020 02:53
    Galerinha, me bateu aqui uma dúvida um tanto insana (ou não, sei lá), acredito que muitos aqui conheçam o Linux, que é desenvolvido e mantido de forma altamente descentralizada por comunidades de desenvolvedores mundo afora que sobrevivem geralmente de doações e patrocínios (pelo menos uma boa parte das distros são assim).
    Minha dúvida é: Seria possível aplicar uma lógica semelhante em outras áreas, digamos, projetos de engenharia, ou desenvolvimento de novos materiais ou até mesmo remédios pra peste chinesa, sendo feitos por comunidades independentes, mesmo que formalmente remuneradas? Se sim, será que tais comunidades conseguiriam competir ativamente com as grandes corporações e "guildas de ofício" de hoje em dia, assim como o Linux consegue desbancar o Windows nos servidores e supercomputadores por exemplo?
    Obrigado!
  • anônimo  03/04/2020 16:20
    Conseguiriam sim. Mas as corporações e guildas sabendo disso sabotam a livre iniciativa desses projetos. Nada impede que engenheiros façam um megaprojeto coletivo, por exemplo, e o coloquem pra todos utilizar. É livre associação, como os programadores que fazem e liberam pros outros.

    Mas daí vc chega numa localidade, cidade, e lá não é permitido usar um projeto feito por outro engenheiro. Por pura burocracia mesmo. Só pra obrigar a usar e pagar pelos projetos dos engenheiros da guilda local. Então a regulamentação estatal age contra as atuações independentes de quem quer fazer, isto é, sabota no berço as iniciativas. Ser possível e poder usar são coisas diferentes. No seu caso, vc é favorável a um mercado mais livre. Mas o estado age contra.
  • Humberto  03/04/2020 16:23
    Isso que você sugere não está muito longe disso que já está acontecendo no mundo:

    www.mises.org.br/article/3175/como-o-atual-capitalismo-ja-esta-provocando-uma-grande-redistribuicao-de-renda
  • Aprendiz de EA  03/04/2020 20:19
    Muito obrigado pelas respostas! :)

    Mas vamos levar o nosso raciocínio mais além, digamos que eu abro uma empresa para produzir chips altamente complexos para computadores, ou seja, quero bater de frente com a Intel, AMD, ARM, e várias outras (principalmente asiáticas), porém eu não tenho nenhum desenho, nenhum projeto, nada, sendo assim decido criar uma comunidade online nesses moldes, porém somente brasileiros aceitam participar, e brasileiros com uma formação não muito profunda na área (estudantes em busca de experiência prática, autodidatas, enfim).

    Será que seria possível a minha empresa chegar em alguns anos a bater de frente com essas gigantes, mesmo com a minha comunidade não sendo formada por grandes especialistas, ao contrário dos funcionários das ditas cujas empresas? Digo, será que centenas, ou potencialmente milhares de cabeças não tão especializadas pensando conseguiriam superar os engenheiros de alto nível vindos de países com um nível de educação muito mais alto?

    Sei que parece um tanto "brisa", mas é algo que eu realmente gostaria de ler vossas opiniões/experiências práticas sobre.

    Obrigado!
  • Xcelssior  04/04/2020 17:04
    Sim, ao juntar projetos e fazê-los grátis, coletivamente, dividindo visões, uma hora vários grupos chegam às mesmas soluções das grandes. Desde engenheiro de materiais que desenhariam as placas a especialistas em diminuição, assim como programadores que buscariam um nicho específico, a publicitários pra vender esse peixe ao mercado.

    Fazer um chip demora um milhão de anos, mas se vc dividir em etapas todos o processos de fabricação, que são vários, e várias cabeças fazendo parte, vc diminui o tempo de fabricação para alguns.

    Se vc demora um milhão de anos pra fazer um chip, com uma equipe de um milhão de pessoas, fazendo tarefas cooperativas, integradas, e em paralelo ao mesmo tempo, em processo de agregar, vc demora um ano.

    Fazer um empreendimento então depende mais da equipe do que a ânsia de fazer tudo sozinho. E o sistema de cooperativa do Linux funciona igual, mas é aberto pra juntar mais equipes. Funciona do mesmo jeito. No caso da sua empresa seria mais importante "como" você juntaria essa equipe.

    Empresas grandes contratam os profissionais e montam as equipes (com dinheiro). Já esse projeto como o Linux veio de entusiastas de contribuir com outros, sem nenhuma arma na cabeça obrigando. Eles queriam um sistema concorrente e barato ao Windows, que é caro. E sem pirataria, que é roubo. Ao mesmo tempo que se beneficiariam, ninguém estaria pagando, pois todos estariam usando a parte do outro.

    É perfeitamente possível, só teria de ver como juntar as equipes e profissas necessários.
  • anônimo  03/04/2020 22:25
    O modelo brasileiro de pesquisa não é voltado pra indústria e isso impede o desenvolvimento de vários setores no brasil. Faculdade no Brasil só ensina receita de bolo, não ensina a desenvolver.

    Assim, quase todos os doutores são contratados para dar aula, e não pra desenvolver e pesquisar - o que é outra profissão, mas importante pro desenvolvimento tecnológico, pois produz produtos comerciais.

    Quem faz pesquisa no Brasil normalmente é professor, dá aula e não recebe como pesquisadores. Não é assim nos países líderes de pesquisa. Existe a profissão de pesquisador, e faculdades trabalham junto à iniciativa privada para desenvolver e chegar ao mercado. O modelo estatal brasileiro é muito intrometido. Tem que ser eliminado pra tirar a corrente dos pés da iniciativa privada.
  • Felipe L.  04/04/2020 14:05
    Verdade. As instituições de ensino superior estatais brasileiras agem como verdadeiras bolhas. Em todas que fui, aparecia alguém demonizando o mercado e a iniciativa privada. Agora compare por exemplo com uma estatal nos EUA. Por exemplo, na FAU, universidade estatal da Flórida, existe até programa para o sujeito trabalhar com alguma coisa (como babá) e estudar. Aqui normalmente, na melhor das hipóteses, ele vai pegar um estágio ou fazer alguma coisa dentro do curso, e ganhar uma migalha (por exemplo, no meu curso, para monitoria, é R$ 200 por mês). Trabalhos meio-período quase inexistem. Só não é pior porque em cidades maiores existe a alternativa para trabalhar por aplicativos (em Mococa, por exemplo, Uber não compensa). Não sei como é na Flórida, mas em outras regiões, as férias de graduação são bem extensas (duram meses) e há até mais flexibilidade. Muito provavelmente é pelo fato de eles terem menos disciplinas obrigatórias por curso.

    No final, agradeçam aos amigos dos pobres que defendem CLT, moeda fraca, improdutividade e falta de capital acumulado. A crítica fica ao fato de que, como o estado regula cada vez mais e fica subsidiando o setor de ensino, as anuidades de graduação são caras e o sujeito muitas vezes precisa se endividar para ir ao curso superior, pois ficou muito caro (não sei se existe um jeito de estudar de graça; só sei que isso é possível em Harvard). Nesse ponto, eu não sei qual é o sistema menos ruim: o embutido que existe no Brasil e na Europa, ou o americano que uma parte é cobrada diretamente por instituições estatais, como se fosse os Correios. Mas pelo menos a infraestrutura das instituições estatais americanas presta, fazendo qualquer universidade federal brasileira parecer uma favela.
  • Aprendiz de EA  04/04/2020 20:09
    "Verdade. As instituições de ensino superior estatais brasileiras agem como verdadeiras bolhas. Em todas que fui, aparecia alguém demonizando o mercado e a iniciativa privada."

    Sei exatamente do que você está falando, cursei 4 semestres de Ciência da Computação numa universidade regional (pública, mas que cobra mensalidades), no segundo semestre tive uma disciplina intitulada "Desafios Sociais Contemporâneos" (Calma, não vomite ainda, dá pra piorar), o professor era pura e simplesmente um extremista de esquerda (sim, eles existem, ao contrário do que diz a mídia tradicional...), defendia o Lula de uma forma quase doentia (sério, era assustador), atribuía a culpa de absolutamente tudo o que dá errado aos "super ricos" (Sem em nenhum momento deixar claro o que é um "super rico"), além de ser um teórico da conspiração nato, na cabeça dele a recente ascensão mundial da direita se deve a uma massiva campanha de desinformação e fake news promovida pela "elite ultraliberal americana" (Como se a elite americana fosse liberal...), e daí pra pior, um show de horrores. Mas sabe qual é a pior parte? eu tive que pagar (e pagar caro) pra fazer essa matéria, pois sem ela não me formo.

    Contrário à isso, tive no primeiro semestre uma disciplina chamada "Universidade, Ciência e Pesquisa", esta com um professor Cubano (Achei até o Lattes dele: buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4763043Z8), o mais engraçado (pros canhotos, pra nós não é nenhuma novidade) é que não me lembro de uma única vez em que ele tenha tecido elogios à Cuba, ao esquerdismo nem a nada do tipo, na verdade ele muito raramente sequer falava do país dele ou da sua história pessoal. Certo dia, tivemos que fazer um trabalho falando sobre culturas e modelos de ensino de diferentes países (cada grupo falava de um país diferente) e um grupo resolveu falar de Cuba, nisso mostraram um vídeo de turistas andando de carro por Havana, que parecia bem bonita, aí um colega decidiu perguntar "Mas é só Havana que é assim, professor?" (Obviamente já sabendo a resposta), e ele com um sorriso do tipo "rir pra não chorar" disse "Sim, o resto tá tudo caindo aos pedaços". Fora o Portunhol dele que as vezes era difícil de entender, foi um ótimo professor, e hoje eu adoraria tomar uma gelada com ele.

    Mas no fim das contas você tem toda razão, as pessoas lá dentro vivem em outra realidade, a maioria dos socialistinhas de classe média de lá juram saber com enorme precisão tudo o que o pobre quer e precisa, mas eles nunca pisaram e nem pisariam numa favela, é ridículo, e o pior é o "ar científico" no qual eles se envolvem.

    "No final, agradeçam aos amigos dos pobres que defendem CLT, moeda fraca, improdutividade e falta de capital acumulado."

    Não adianta, só o que dá pra fazer é continuar com esse site e todos os Youtubers e etc espalhando a palavra do Mestre Mises, e torcer para que essas ideias continuem crescendo. O povo bananense é desde muito pequeno ensinado à ter inveja e a desejar a presença do estado garantindo "direitos" por todo canto, isso não vai mudar tão fácil.

    O sistema de ensino brasileiro é no mínimo totalmente bizarro, "aprendemos" sobre o ciclo de reprodução das samambaias, as organelas celulares, etc, mas não aprendemos o básico do básico sobre coisas realmente úteis para a vida, como economia básica, finanças pessoais, como funciona a produção de alimentos e itens que fazem parte do dia-a-dia (digo isso pois muitos descem lenha no agronegócio achando que seu leite de soja nasce na prateleira do supermercado), etc. O sistema de gadificação... digo... de educação bananense falha miseravelmente em quase tudo o que se propõe à fazer, lembro de colegas meus no ensino médio nas aulas de inglês, a esmagadora maioria deles não seria capaz de escrever frases simples em inglês, ter uma conversa então, esqueça, e isso que todos estudamos inglês desde a quinta série, ou seja, 8 anos de estudo do idioma, era pra galera sair de lá no mínimo totalmente capaz de se comunicar com falantes nativos e de se expressar por escrito com grande facilidade, fora o português, tinha colegas meus que liam gaguejando e escreviam com grotescos erros ortográficos e de concordância, isso no terceiro ano do ensino médio (Você não tem ideia de como eu gostaria de estar apenas brincando, mas não estou), e isso que eu sou do Sul, região que em teoria ainda tem uma "boa" qualidade de ensino, imagine agora o que se passa no norte e nordeste...

    Fora que o fetichismo por diplomas que se criou por aqui é no mínimo nojento, parece que um pedaço de papel assinado por um reitor de universidade equivale a uma licença poética pro sujeito sair dizendo as maiores merdas imagináveis e ainda ser aplaudido de pé, e se você discorda dele você é um terraplanista.
  • Felipe L.  06/04/2020 15:25
    Concordo com absolutamente tudo que disse.
  • VALDERI FELIZADO DA SILVA  03/04/2020 06:26
    Inicialmente quero aqui argumentar que não sou a favor e nem contra um sistema público de saúde. Ainda não tenho uma opinião formada, embora eu tenha precisado e sido atendido por um hospital conveniado com SUS que me fez uma cirurgia urgente, sem precisar ter pago nada, além do imposto para sustentá-lo.
    .
    Mas o que vocês acham do início do caos que está vivendo os EUA, onde não há sistema universal de saúde, e que milhões de desempregados estão surgindo a cada semana sem plano de saúde?
    .
    Digo início do caos porque a crise é provocada justamente por um vírus que está tendo uma taxa de infecção exponencial, provocando milhares de mortes por dia.
    .
    Qual seria a solução?
  • William  03/04/2020 15:48
    Quem fala que não há sistema universal de saúde nos EUA obviamente nunca ouviu falar de Medicare e Medicaid.

    Outra coisa: enquanto o atual arranjo lá for mantido, sem chances.

    www.mises.org.br/article/1851/como-realmente-funciona-o-sistema-de-saude-americano

    www.mises.org.br/article/2782/com-um-simples-decreto-trump-expos-a-escandalosa-natureza-do-obamacare


    P.S.: nos EUA, a mortes diárias ainda não chegaram nem sequer a 600. Você, ao dizer que são milhares por dia, mostra-se totalmente desinformado.
  • Leigo  03/04/2020 20:02
    A não ser que eu tenha lido informações erradas, não é ele o desinformado.
  • VALDERI FELIZADO DA SILVA  03/04/2020 20:53
    Quem é desinformado é você:

    g1.globo.com/mundo/noticia/2020/04/02/eua-tem-recorde-mundial-de-mortos-por-covid-19-em-um-dia-com-1169.ghtml

    E, outra, todos sabem como funcionam o Medicaid, uma cirurgia para perna quebrada custa 20 mil dólares e o desempregado tem que arcar com 4 mil, 20%.
    Grande coisa.
  • William  03/04/2020 22:04
    Superou mil apenas nesse dia. No dia seguinte, voltou a cair para abaixo de mil. E antes, sempre havia sido menos que mil. Ou seja, superou 1 mil apenas um dia.

    Você, ao dizer que há "milhares de mortes todos os dias", está ou desinformado ou passado desinformação. Nunca houve milhares de mortes todos os dia. Houve mil mortes apenas um dia. E, no dia seguinte, já voltou a cair. Ou seja, você pinçou apenas a notícia que te interessava.

    tradingeconomics.com/united-states/coronavirus-deaths
  • VALDERI FELIZADO DA SILVA  04/04/2020 01:39
    Puxa, vamos lá.
    .
    Dia 31/03 - 4053 mortes
    Dia 01/04 - 5102 mortes (Novas mortes - 1049)
    Dia 02/04 - 6070 mortes (Novas mortes - 968 )
    Dia 03/04 - 7048 mortes (Novas mortes - 978 )

    Média de mortes nos últimos dias - 998,33333-
    .
    Posso falar tranquilamente milhares de mortes ao dia, uma vez que posso arrendondar para cima tão ínfima diferença. Ou será que o limiar de sua alegação está em 1,666 mortes?
    .
    E, diferente do que você novamente alegou, cresceu novamente, de 968 para 978 mortes.
    .
    E só falarei centenas, e não milhares, quando tivermos 200 ou até 700 mortes por dia.
    .
    Porque, se eu falar que temos 998,333 mortes por dia, sim, falarei em milhares.
    .
    Mas e daí? Será que a sua ojeriza ao sistema público de saúde numa calamidade dessas está entre 1.000 e 998,333?
    .
    Sim, se tem acima de 1.000 mortos quem sabe?
    Mas se tiver 998,333 - não!
    .
    Se é essa a régua que move a repulsa ao sistema público de saúde, 1,6666, estou fora do debate.
    .
  • VALDERI FELIZADO DA SILVA  04/04/2020 03:17
    É, parece que subiu novamente. Esqueça os 600 que você falou ou os mil que eu disse. O negócio está indo para a casa dos 2.000.
    .
    internacional.estadao.com.br/noticias/geral,eua-tem-novo-recorde-de-mortos-por-coronavirus-em-um-dia-1480,70003259974?utm_source=twitter:newsfeed&utm_medium=social-organic&utm_campaign=redes-sociais:042020:e&utm_content=:::&utm_term=
    .
    E aí?
    Vai o tal Medicaid?
  • Breno Guimarães  03/04/2020 16:53
    Valderi,

    Eu ainda sou contra o SUS, mas só preciso te lembrar que a sua cirurgia, se vc tem plano de saúde não foi paga pelos seus impostos, visto que vc abate do IR seus gastos com plano de saúde, com a premissa de que se vc tem plano privado nao vai usar a rede pública, logo não deve pagar por esta (a mesma lógica vale pra educação, vc abate do IRPF).
    Vc até paga indiretamente via outros impostos, mas é um imposto indireto e totalmente regressivo - característica contrária a qualquer sistema tributário descente e de direita.

    William, resume ai pra gente os artigos.
    Comecei vendo que os EUA nao tem um sistema à la Europa.
    Vejo noticias de que grávidas preferem ter filho no uber ao inves da ambulancia pq o valor da ambulancia é exorbitante, coisas do tipo. Mas parece muito mais lenda urbana
  • VALDERI FELIZADO DA SILVA  04/04/2020 01:41
    Na verdade foi totalmente pelo SUS.
    Temos um bom hospital conveniado com o SUS aqui na Zona Leste de São Paulo, Santa Marcelina. Por isso dei um tempo no Plano de Saúde - caríssimo e com filas também.
  • Breno Guimarães  06/04/2020 12:49
    É assim mesmo, Valderi.
    A gente só dá valor na hora do aperto. Estamos vendo isso cada vez mais claramente nesta crise. Tomara que as lições aprendidas não fiquem para trás
  • Gustavo A.  06/04/2020 14:03
    Valderli, existem dois modelos utilizados pelos países relacionados a sistemas públicos de saúde Beveridge e Biscmarck.

    Beveridge: sistemas nacionais de saúde, com hospitais públicos e cobertura universalizada, é o modelo do SUS e do NHS da Inglaterra (também é utilizado na Espanha e Suécia, por exemplo).

    Bismarckiano: é como um sistema de subsídio pelo governo aos mais pobres, sendo financiado plano de saúde àqueles que não podem pagar, os hospitais são privados. Há uma regulação grande dos planos. Países como Alemanha, Suiça e Austrália utilizam estes sistemas.

    Se você entende que isso é um dever do Estado e irá defender isso, ao menos defenda o modelo correto, os sistemas nacionalizados são catástrofes, o SUS tem a realidade conhecida, o NHS, embora em um país mais rico têm uma infinidade de problemas ( veja aqui uma lista de 11 feita pela BBC . Isso por que estes sistemas nacionalizados são uma afronta à lógica econômica, é um pedaço de socialismo dentro dos países capitalistas (não por outro motivo são tão defendindos), é impossível aferir a demanda e alocar recursos de maneira minimamente eficaz.

    Como exercício, imagine se um hospital privado começar a atender de graça, com recursos escassos e sem poder limitar atendimento, o que aconteceria?

    Enfim, observe agora a efetividade dos sistemas contra o coronavírus:

    Espanha (SUS/Beveridge): 135 mil casos e 13 mil mortes

    EUA (o que é uma bagunça burocrática monumental e amplamente criticado): 336 mil casos e 9 mil mortes.
    -

    Itália (SUS/Beveridge): 128 mil casos e 15 mil mortes

    Alemanha (Bismarckiano/subsídio): 100 mil casos e 1500 mortes

    -
    Reino Unido (SUS/Beveridge): 47 mil casos e 5.000 mortes

    Suiça (subsídio/Bismarck): 21 mil casos e 734 mortes.
    -

    Brasil (SUS): 11 mil casos, 489 mortes

    Austrália (Bismarck): 5795 casos e 41 mortes.
    -

    Enfim, o único país que encontrei que conseguiu um controle mais ou menos (sem ser uma ditadura genocida) e tendo um sistema de saúde universalizado foi o Canadá, que está fazendo um controle muito rígido da quarentena e é um país bastante rico.

    Acho que isso te ajuda a repensar a situação. SEMPRE a iniciativa privada é mais eficaz, e SEMPRE soluções liberais estarão à frente da soluções estatistas.




  • anônimo  03/04/2020 07:34
    epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2017/09/como-australia-quebrou-o-recorde-de-crescimento-economico-e-esta-ha-26-anos-sem-recessao.html?fbclid=IwAR2eWgo2JTbJ__27Q29_P4eqhUoKfpBoPbfj0CWM8UMgknq6i9rSDGzXabY

    Um dos mais livres do globo. Crescendo como nunca.
  • Giordano Bruno  03/04/2020 15:10
    Olhem que maravilha, vai dar tudo certo na Argentina, não teremos desemprego, viva o Estado! [é ironia, acho que nem precisava dizer]

    oglobo.globo.com/economia/coronavirus-governo-da-argentina-proibe-demissoes-suspensao-de-trabalhadores-por-60-dias-1-24344157?utm_source=Whatsapp&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar
  • anônimo  03/04/2020 19:23
    É bom esse tipo de política ser colocada em prática, veremos mais uma vez o fracasso socialista diante dos olhos de todos. E melhor ainda é gravar quem irá apoiar esse tipo de genialidade.
  • Thiago  03/04/2020 16:01
    Que beleza. O governador socialista de Nova York começou a confiscar os respiradores no Estado.

    Se no pais referencia do capitalismo chegou a esse ponto, imagina em terras tupiniquins?
  • Um pouco mais de socialismo?  03/04/2020 22:18
    Mais um confisco a caminho?

    www.camara.leg.br/noticias/648634-projeto-obriga-empresas-bilionarias-a-emprestarem-dinheiro-ao-governo-para-gastos-com-pandemia/

    O governo não ajuda a economia porém atrapalha bastante.
  • anônimo  03/04/2020 16:23
    Sobre Bolsonaro e a sua entrevista:

    Fez muita palhaçada? Fez. Perdeu grandes oportunidades? Perdeu. É um boçal? Digamos que sim. Mas o cara está sendo sensato. Na posição dele, e com as circunstâncias de hoje, não precisaria ficar se preocupando com desemprego e um aumento brutal da dívida pública. Era só aderir ao establishment, ao politicamente correto e deixar rolar... Só lavar as mãos e tirar o dele da reta.

    O cara tem culhão. Nem Trump bancou essa. Acho que é a última grande liderança mundial a não concordar totalmente com as medidas que estão sendo tomadas. Estou com ele nessa. Não vou deixar o cara sozinho.
  • Jairdeladomelhorqp/tras  04/04/2020 00:19
    Caro Anônimo,
    Vc está corretíssimo. Os esquerdopatas defendem fanaticamente o ladrão condenado. Cabe a nós defender com a mesma ênfase o Bolsonaro. Se ele é tosco, as vezes grosseiro, inarticulado, de expressões impróprias, cometendo erros ... e daí? Não temos alternativa. Ou é ele ou volta o PT ou o Ciro. Ou um pior ainda.
    Nunca acreditei que ele seria o melhor dos mundos. Tanto que meu nick, o "Jairdelado... é antigo e é uma paródia ao "Jairseacostumando" que rolou antes das eleições.
    Ele tem muita coragem em se posicionar contra toda esta maré. Só nos resta apoiá-lo, pois o homem não tem militância ativa. Não é fácil ter rádios, televisões, jornais, escolas, universidades, intelectuais, artistas, quase todos atuando contra suas ações.
    Temos que apoiá-lo e contar com sua reeleição.
    Abraços
  • jeferson Vasquez  04/04/2020 17:47
    Então é só boicotar quem for contra! Simples assim!
  • Jobson Bronson  03/04/2020 18:01
    A meu ver, o empresário brasileiro é péssimo empreendedor. Trata os clientes com uma mentalidade de burocrata. Some-se a isso toda a barreira burocrática estatal contra o empreendimento e isso nos prende na periferia do capitalismo.

    A minha esperança é esse pessoal novo das startups, que possuem outra mentalidade, mais liberal.
  • Gilberto  03/04/2020 18:53
    Iniciativa privada acima de tudo!

    Por mim devia ser preso com prisão perpétua ou pena de morte todos aqueles que participaram de ditaduras, seja como ditador ou como membros de primeiro escalão (ministros etc). Pra completar todos os seus descendentes deveriam ter seus patrimônios inteiramente confiscados, uma vez que o dinheiro ROUBADO DO POVO foi que os enriqueceu.

    Chega de burocrata atrapalhando a vida dos empreendedores e trabalhadores honestos
  • João Carlos  04/04/2020 11:23
    Tem todo o meu apoio.
    Não importa se de direita ou de esquerda. Se é a Alemanha nazista ou a China comunista. Se é pinochet ou Fidel. Geisel ou Chaves.
    Ceifou nossas liberdades então tem que ir pro paredão
  • Talita  06/04/2020 17:50
    Pessoal,
    Vamos com calma, pois tem um monte de gente boa e que apoia a causa do nosso Instituto e que se fosse assim tb seria fuzilado e teriam seus bens tomados para pagar os ressarcimentos.
    Nao é isso que a gente quer. Quem tá do nosso lado, não pode sofrer com isso, só quem é realmente pró intervenção e anti liberalismo que deve sofrer
  • Caio Rodrigues  03/04/2020 19:33
    Que alegria ler um artigo desses! Quem dera tivesse descoberto o Libertarianismo/Anarcocapitalismo com meus 13 anos (tenho 32). Agradeço à toda equipe do site. MAGNÍFICO!
  • Novato  04/04/2020 02:55
    Agora que a crise econômica está vindo, estão dizendo que oma possível "falha" diria respeito à alegada incapacidade do mercado, se deixado solto, de impedir movimentos cíclicos recessivos.

    Numa economia sem bancos centrais e sem monopólio do estado na moeda, ocorreriam os movimentos cíclicos de expansão e recessão?
  • Amante da Lógica  04/04/2020 17:24
    "Agora que a crise econômica está vindo, estão dizendo que oma possível "falha" diria respeito à alegada incapacidade do mercado, se deixado solto, de impedir movimentos cíclicos recessivos."

    Isso é genial. A crise econômica foi, como sempre, inteiramente causada por políticos e burocratas. Ao redor do mundo, políticos e burocratas intervieram drástica e subitamente nas economias e, sem qualquer aviso, ordenaram o completo fechamento de todos os empreendimentos, permitindo apenas a venda de comida, remédios e combustíveis.

    Repentinamente, por ordens políticas, as economias ficaram isoladas, as transações comerciais foram proibidas, estabelecimentos foram compulsoriamente fechados, pessoas foram proibidas de trabalhar e obrigadas a ficarem confinadas em casa, a livre circulação nas estradas foi abolida, as viagens internacionais foram banidas e, na prática, quase todos os tipos de empreendedorismo foram compulsoriamente suspensos.

    E então, com as economias inevitavelmente em colapso em decorrência dessa pesada intervenção estatal, os gênios dizem que tem-se aí a evidência de que o mercado não funciona….

    "Numa economia sem bancos centrais e sem monopólio do estado na moeda, ocorreriam os movimentos cíclicos de expansão e recessão?"

    Sim, mas os ciclos não seriam causados por distúrbios na oferta monetária, mas sim por outras intervenções.

    É falsa a ideia de que crises são causadas exclusivamente por Bancos Centrais. Crises são causadas, aí sim, exclusivamente por intervenções estatais. Banco Central é apenas um dos vários tipos de intervenções estatais. Há crises causadas por um aumento súbito de impostos; há crises causadas por uma súbita restrição ao livre comércio (forte aumento das tarifas de importação); há crises causadas por repentinas regulações do mercado de trabalho (que explodem repentinamente o desemprego); há crises causadas por uma súbita guinada nas políticas de um governo, o que gera um profundo abalo na confiança dos agentes econômicos (a famosa "incerteza gerada pelo regime"); e, finalmente, há crises causadas pelo fato de o estado proibir as pessoas de trabalhar, produzir e circular livremente, (como a atual).

    Tudo isso gera crise. E todas as crises são causadas por alguma intervenção estatal.
  • Entusiasta Crítico  04/04/2020 22:01
    O Brasil e outros países injetam dinheiro na economia para estimular a demanda. Muitos países fazem isso. O Brasil, com essa política, conseguiu turbinar ,momentaneamente, a indústria e, se formos olhar para o New Deal e outros programas do tipo, conseguiram turbinar a infraestrutura. Claro que todo esse "anabolismo" gera os tais "ciclos econômicos".

    Agora, será que essa senoidal de recessão/prosperidade/recessão/prosperidade/recessão não seria intencional? Pois, se bem empregada, numa "prosperidade A" podemos turbinar as indústrias.Virá a recessão A fechando as indústrias e apertando os cintos: nesse ciclo já temos alguma indústria.

    Numa"prosperidade B", após a recessão A, vamos ter uma infraestrutura.Virá a recessão B fazendo com que todo mundo aperte os cintos: nesse ciclo já temos uma infraestrutura de ponta fora a indústria da prosperidade A.

    Numa "prosperidade C", após a recessão B, podemos ter uma universalização da moradia digna.Virá a recessão C, cintos apertados. Nesse ciclo já temos uma indústria, uma infraestrutura e uma universalização da moradia.

    O investimento privado que não viria por causa da inflação, está vindo por causa do crédito fácil (é como se tivéssemos 2006's,hiperinflação, controle da inflação, 2006's, hiperinflação, controle da inflação, 2006 )

    Daí chega o ciclo D, o ciclo E e assim sucessivamente e com as melhorias sendo somadas.

    Imagino, que as boas práticas econômicas servem para aumentar os tempos das "prosperidades" e diminuir o tempo das recessões.

    E ainda imagino que, durante uma recessão, todos os "papéis podres" dos investidores menores podem ser canalizados (é só uma gambiarra das várias) para os grandes bancos que, de todas as formas, trabalham junto ao governo (exemplo: os agricultores ficarão endividados e darão calotes nos banco, porém o governo dará cobertura aos bancos...o tal do conluio)

    No fim, é uma gambiarra infinita mas que segue a ideia do "engenho do desenvolvimento em pulsos" (aquele hop-hop-hop que o exército brada quando vai fazer algum serviço extenuante) e que tenta dominar uma força "natural" da humanidade: o mercado (a EA dá a impressão de que o mercado seja algo "natural" que não pode sofrer nenhuma intervenção humana.)
    Eu acho que a missão da humanidade seja a dominar a natureza e não ser submisso à ela
  • Daniel  05/04/2020 14:27
    "O Brasil, com essa política, conseguiu turbinar ,momentaneamente, a indústria"

    Errado. O governo que mais fez isso (estimular a demanda) foi o governo Dilma. E foi neste período que a indústria mais definhou.

    www.mises.org.br/article/2220/o-descalabro-gerado-pelo-governo-na-economia-brasileira--em-25-graficos-

    Dica básica: injetar dinheiro na economia não fará com que as indústrias magicamente produzam mais. Injetar dinheiro é operar a economia pelo lado da demanda. Mas a produção industrial é a economia pelo lado da oferta. Para que a indústria produza mais é necessário atacar a economia pelo lado da oferta (reduzindo impostos, reduzindo regulamentações, reduzindo burocracias, flexibilizando o mercado de trabalho etc.). Imprimir dinheiro não fará nada por isso.

    www.mises.org.br/article/3190/economistas-do-lado-da-oferta-vs-economistas-do-lado-da-demanda--entenda-esta-distincao-crucial

    www.mises.org.br/article/3046/dizer-que-a-solucao-para-uma-economia-estagnada-e-estimular-a-demanda-e-um-atentado-a-logica
  • LEIGO  04/04/2020 06:04
    Uma dúvida:

    Essa queda no preço do petróleo não é benéfica para a economia brasileira? Por que ocorre tanto alarde e pânico com essa queda? Entendo que as petrolíferas (seus funcionários e fornecedores e empregos indiretos) podem ser afetados.
    Mas para o restante da população é benéfico, com a diminuição dos custos de produção das empresas e um menor peso do gasto com combustível na renda das famílias, correto?
  • Economista  04/04/2020 17:13
    "Essa queda no preço do petróleo não é benéfica para a economia brasileira?"

    Óbvio. Gasolina e diesel são custos de produção. Quanto mais caros, maiores os custos de produção. Maior o preço do frete, maior o custo operacional das indústrias, maior o custo operacional dos motoristas de aplicativo, das empresas de ônibus, das empresas aéreas (querosene) e do cidadão comum.

    Petróleo barato é uma bênção para a humanidade.

    "Por que ocorre tanto alarde e pânico com essa queda?"

    O pânico está apenas na mídia, que não faz a mais mínima ideia do que fala.

    A mídia é keynesiana, e, para keynesianos, quede de preços é péssimo. Lembre-se de que, em setembro do ano passado, ocorreu uma pequena deflação no IPCA, e mídia entrou em polvorosa, dizendo que o fato de alimentos e remédios estarem mais baratos era péssimo para a economia (acredite se quiser).

    www.mises.org.br/article/2717/as-bencaos-de-uma-deflacao-de-precos

    "Entendo que as petrolíferas (seus funcionários e fornecedores e empregos indiretos) podem ser afetados."

    Nem serão. São um dos poucos setores da economia que ainda têm a permissão de políticos para continuar operando. No máximo, terão uma redução salarial — o que, no atual contexto mundial, já é um lucro.

    "Mas para o restante da população é benéfico, com a diminuição dos custos de produção das empresas e um menor peso do gasto com combustível na renda das famílias, correto?"

    Corretíssimo. Ao falar isso, você demonstra entender mais de economia do que 100% dos editores de jornais.
  • Jacob  06/04/2020 12:54
    A histeria da imprensa se dá por causa dos royalties do petróleo aos Estados e Municipios e a possível deterioração adicional das contas públicas por queda na receita.
    Se o país é especializado em um bem e o preço desse bem cai, obviamente afeta a economia desse país.
    Não é dificil ver isso, e é isso que está por trás da queda do preço do petroleo, visto que somos produtores desses bens.
    Se a queda de preço fosse de bens altamente tecnologicos, seria bom pra gente, visto que não produzimos mais nada disso.
  • anônimo  04/04/2020 16:39
    O Coronavírus demonstrou como uma Economia regida, exclusivamente pela predominância dos interesses do mercado, sucumbe aos interesses coletivos, os quais o Estado tem por dever assegurar a existência e proteção.
  • Amante da Lógica  04/04/2020 16:57
    Sim, claro. É exatamente isso.

    Ao redor do mundo, políticos e burocratas intervieram drástica e subitamente nas economias e, sem qualquer aviso, ordenaram o completo fechamento de todos os empreendimentos, permitindo apenas a venda de comida, remédios e combustíveis.

    Repentinamente, por ordens políticas, as economias ficaram isoladas, as transações comerciais foram proibidas, estabelecimentos foram compulsoriamente fechados, pessoas foram proibidas de trabalhar e obrigadas a ficarem confinadas em casa, a livre circulação nas estradas foi abolida, as viagens internacionais foram banidas e, na prática, quase todos os tipos de empreendedorismo foram compulsoriamente suspensos.

    E então, com as economias inevitavelmente em colapso em decorrência dessa pesada intervenção estatal, temos então uma evidência de que o mercado não funciona.

    É cada jegue que habita esse mundo…
  • Estado o Defensor do Povo  05/04/2020 00:28
    O que é "interesse coletivo"? Quem determina? Você?
  • Obviedade  05/04/2020 14:15
    Se determina com debate público. Coisa que proto ditadores como Bolsonaro por exemplo ignoram
  • Realidade  05/04/2020 14:28
    Curioso. Do meu ponto de vista, no Brasil atual, ele é o mais aberto ao debate. E sabe quem é o menos aberto? A mídia e a esquerda.

    Eles bloqueiam qualquer opinião contrária.

    No Twitter, jornalistas como Vera Magalhaes e Gabriela Priolli pedem abertamente que a rede delete os comentários de pessoas que questionam a atual quarentena. Vera pela a cabeça de qualquer pessoa que discorde da imprensa. Pediram até para o Twitter deletar a conta da Osmar Terra, pelo simples fato de ele postar trabalhos acadêmicos que questionam a eficácia da querentena. Ademais, nenhum jornal brasileiro publica sobre os avanços do tratamento da covid-19 pela hidroxicloroquina.

    Pessoas são censuradas nas redes sociais a mando de jornalistas e de toda a esquerda.

    Toda a imprensa e toda a esquerda está unida em sua torcida pelo vírus e pela derrocada econômica (pois ambos ganham com isso). E quem questionar qualquer coisa é censurado.

    E você vem dizer que é Bolsonaro o censor? Ele é um banana, isso sim. Deixa todo mundo caluniá-lo à vontade e nada faz contra. Se ele fosse jornalista, há tinha censurado todo mundo há muito tempo.
  • Joao Carlos   05/04/2020 15:51
    Mas era exatamente isso que tava discutindo com um amigo outro dia.
    O Twitter é privado. Ele tem direito ou não de fazer o que bem entender na rede dele?
    Pra mim não deveria proibir
  • Pedro_N  06/04/2020 19:55
    O próprio presidente deste Instituto (Hélio Beltrão) foi vítima desse "debate plural de idéias" que acontece na mídia.
  • Carlos Alberto  05/04/2020 14:53
    Toda a imprensa, em peso, juntou-se e mandou o twitter bloquear as postagens do Osmar Terra, contra a quarentena. Aliás, não se acha um mísero artigo na grande mídia questionando a quarentena. Devemos foder completamente a economia, gerar desemprego em massa e extinguir milhões de CNPJs, e isso não pode ser sequer questionado.

    Mas o iluminado acima jura que Bolsonaro (que é quem a mídia quer realmente ferrar, mas faz isso ferrando o povo) é o censor. Até onde vai a cegueira e o fanatismo ideológico.
  • Estado o Defensor do Povo  05/04/2020 18:12
    E esse debate público acontece entre quem? Você e sua turma que concorda com você? Você inclui os votantes do Bolsonaro no seu debate público? Inclui os libertários? E como ele acontece? No Twitter? Ou numa roda que nem acontecia na democracia ateniense?
  • L Fernando  05/04/2020 22:02
    Tu só pode ser uma analfabeto funcional da Pátria Educadora do Paulo Freire
  • NOVATO  05/04/2020 14:26
    Sendo um novato em EA, vejam se estou raciocinando corretamente:

    Supondo um cenário absurdo, em toda a população brasileira tivesse uma grande e repentina mudança cultural passando a serem frugais e poupadores: o que ocorreria?

    O efeito aparentemente "ruim" seria uma queda momentânea no consumo que afetaria diversos setores no curto prazo, correto?

    Por outro lado (se o governo não aumentasse seus gastos e déficits), essa maior poupança disponível geraria uma queda nas taxas de juros que estimularia os investimentos em bens de capital e na criação/ampliação dos negócios no geral, ok?
    Mais bens de capital proporcionariam maior disponibilidade de bens e serviços para a população, aumentando o padrão de vida, correto?

    O efeito benéfico de se ter uma população poupadora é esse?
  • anônimo  05/04/2020 20:52
    Sim, a poupanca tb geraria uma reserva que impediria as pessoas de pegar empréstimos , então os bancos teriam menos poder pra despejar dinheiro na economia. Precisaria se de menos juros pra controlar esse despejo
    No brasil as pessoas tomam emprestimos pra cobrir Seus dedicits. Ficam devendo no cheque especial e rezando pra darem calote. Alguns consideram o credito do emprestimo como direito. Tomam e dicam esperando a proxima rodada de perdoes pra tomar mais.
    Ao passo que ae as.pessoas investissem o seu dinheiro em coisas produtivas, elas ganhariam dinheiro limpo, contribuiriam com a produção e portanto para diminuição dos precos e custos de vida( o dinheiro circulante compraria mais, isto é moeda forte). Isso só e possivel porque pouparam recursos. Quem nao poupa , ganha menos. Quem ganha menos nao poupa.
    Ao passo que ficar dando crédito toda hora que a economia anda.mais devagar é o contrario de poupança. As pessoas disperdicam recursos e essa falta que faz a.economia desacelerar. O credito é um dinheiro fabricado, ele nao tem lastro, entao pra fazelo, é necessario desvalorizar a.moeda naquele esquema de trapaca chamado inflação.
    Ao desvalorizar a moeda , destroi se mais recursos. Poupar é salvar recurso. Sao acoes contrarias.
    O que salva uma pessoa et poupar, nao dar credito pra ela. Pessoas que destroem recursos tem que ser punidas recebendo menos. E pessoas que salvam recursos tem que ser beneficiadas, pois contribuem com a sociedade.
  • Rick, O Magnífico  06/04/2020 16:18

    Qual é a opinião de vocês quanto uma redução da
    jornada de trabalho, para garantir dois turnos de serviço e aumentar o número de empregados, isso no pós-crise, é claro?

    Ou qual seria outra alternativa se tiver?
  • Carlos  06/04/2020 18:03
    Se for um acordo voluntário entre empresas e empregados, sem problemas. Se for algo compulsoriamente imposto pelo estado, aí é evidente que vai dar merda.

    Apenas empresas e empregados sabem as reais condições de seus respectivos balancetes e finanças. Nenhum burocrata tem essa capacidade. Daí a diferença.
  • Milla  07/04/2020 14:14
    O ministro Lewandowski vai se intrometer...como não??


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.