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Longe de ser a raiz de todo o mal, o dinheiro é a essência de tudo o que há de bom no mundo material
Sem o dinheiro, não há nem civilização e nem progresso

O que é o dinheiro? Em termos simples, o dinheiro pode ser definido como um "meio de troca aceito por todos".

O dinheiro é o bem que todas as pessoas de uma sociedade estão dispostas a aceitar — com efeito, estão ávidas para aceitar — em troca de produtos e serviços que elas oferecem.

E tão logo as pessoas recebem dinheiro em troca dos bens e serviços que ofertam, elas subsequentemente o utilizam com o objetivo de fazer novas trocas comerciais, para então obter os produtos e serviços de outras pessoas, as quais estão igualmente ávidas para aceitar esse dinheiro delas.

Sendo assim, o dinheiro é a mercadoria de mais fácil comercialização em uma economia. Um indivíduo está disposto a aceitar dinheiro porque tem a convicção de que todas as outras pessoas estarão dispostas a aceitar este dinheiro dele em troca de bens e serviços.

Sem o dinheiro, não há divisão do trabalho

Independentemente da maneira como o dinheiro surge na economia, o fato de que ele existe é algo extremamente benéfico. Sem o dinheiro, uma sociedade baseada na divisão do trabalho — da qual toda a moderna civilização depende para ter bem-estar — não poderia existir.

Uma sociedade baseada na divisão do trabalho é caracterizada pelo fato de que cada indivíduo se dedica a produzir apenas um bem ou serviço — ou, no máximo, uma pequena quantidade de bens e serviços. E cada um destes bens e serviços é consumido pelas outras pessoas.

Ao mesmo tempo, praticamente tudo o que qualquer indivíduo consome nesta sociedade é produzido pelo trabalho de outros. Apenas pense em qualquer emprego que você já teve, em quão específica era a natureza daquele trabalho, e quem, em última instância, foi beneficiado pelo fato de que aquele serviço foi fornecido.

Se, por exemplo, você trabalhou em uma fábrica de botões de camisa, os beneficiários físicos do seu trabalho foram as pessoas cujas camisas tinham os botões que você ajudou a fabricar. Igualmente, pense em todos os tipos de trabalho feito por todas as pessoas que fabricam bens e serviços que você consome: de ar-condicionado e automóveis a produtos contendo zinco e zircônio.

Entre os benefícios de uma sociedade baseada na divisão do trabalho está o fato de que o volume de conhecimento empregado nos processos de produção cresce contínua e exponencialmente. Em vez de todas as pessoas viverem como agricultores que visam apenas à subsistência, e que aplicam seus escassos conhecimentos produtivos apenas para si próprias, sob um arranjo de divisão do trabalho o volume de conhecimento aplicado na produção passa a refletir todo o conjunto combinado de conhecimentos de todas as diferentes especializações.

E cada indivíduo, na condição de comprador dos bens e serviços de outras pessoas, se beneficia deste radicalmente ampliado conjunto de conhecimentos.

Uma sociedade baseada na divisão do trabalho, e todos os seus benefícios, não seria possível caso não houvesse dinheiro. Na ausência do dinheiro, bens e serviços só poderiam ser trocados por outros bens e serviços por meio da prática direta do escambo.

O produtor de cada bem ou serviço teria de encontrar alguma maneira de trocar o bem ou serviço específico que ele produziu por todos os bens e serviços que ele deseja adquirir de todas as outras pessoas.

Por exemplo, os produtores de ácido sulfúrico, de vigas de aço, de rolamentos, de chips de computadores, de cortes de cabelo etc. teriam de encontrar alguma maneira de oferecer seus bens e serviços em troca de comida, roupa e alojamento. Porém, quantos agricultores ou donos de mercearia, quantos comerciantes ou fabricantes de roupas, quantos proprietários de imóveis, incorporadoras ou financiadores hipotecários teriam necessidade de tais produtos — principalmente com uma frequência cotidiana?

Mais: como poderiam os produtores de bens tão valiosos e indivisíveis, como carros ou imóveis, oferecer estes seus produtos em troca de coisas de pequeno valor, como um pedaço de pão? Eles não têm como fragmentar carros ou imóveis em pedaços menores e usar esses pedaços como moeda de troca para conseguir pão.

Na ausência do dinheiro, a única maneira confiável de adquirir itens básicos e de primeira necessidade seria ou tentando produzir cada um deles por conta própria, como um agricultor de subsistência, ou tentando produzir bens e serviços que agricultores estão sempre demandando — por exemplo, você teria de se tornar um ferreiro ou um médico rural.

Mas isso, obviamente, significaria a completa destruição da extremamente produtiva especialização gerada pela economia baseada na divisão do trabalho, e a abolição da oferta da enorme variedade de bens e serviços vitais para um moderno padrão de vida.

O resultado seria um apavorante empobrecimento e uma explosão na mortalidade, levando a uma acentuada despopulação.

A existência do dinheiro impede esses problemas. Por causa do dinheiro, um produtor não tem de produzir apenas aquilo que seus ofertantes de bens e serviços essenciais querem. Tudo o que ele tem de fazer é produzir algo que qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, queira e esteja disposta a dar seu dinheiro em troca.

E, uma vez em posse deste dinheiro, tal produtor poderá agora comprar o que desejar de quem ele quiser — afinal, como vimos, o dinheiro é algo que todos querem, é a mercadoria de mais fácil comercialização em uma economia.

Desta maneira, a existência do dinheiro radicalmente aumenta o grau em que a divisão do trabalho pode ser ampliada e aprofundada.

Ao mesmo tempo, o dinheiro fornece a base intelectual para a conduta da sociedade baseada na divisão do trabalho.

Por causa do dinheiro e da existência de preços monetários para todos os bens e serviços, os produtores de tornam capazes de comparar suas receitas monetárias com seus custos monetários e, com isso, saber se estão sendo eficientes em sua produção. Supondo que o poder de compra do dinheiro não tenha caído significativamente entre o momento em que o produtor comprou seus meios de produção (bens de capital e mão-de-obra) e o momento em que ele vende seus produtos, um lucro monetário significa um aumento em sua capacidade de adquirir bens e serviços de terceiros. Consequentemente, isso comprova que sua operação foi bem-sucedida.

Intimamente relacionado a isso está o fato de que a existência dos preços torna possível comparar os custos de se utilizar diferentes métodos de produção e, consequentemente, escolher o mais econômico. O sistema de preços — possibilitado pelo dinheiro — torna possível comparar a lucratividade de se produzir diferentes produtos, a lucratividade de se investir em áreas diferentes e, acima de tudo, comparar em termos remuneratórios as vantagens de se trabalhar em uma determinada ocupação em vez de em outra.

E se o dinheiro fosse abolido?

Não obstante tudo isso, ainda são várias as pessoas ignorantes em economia básica que dizem ser o dinheiro a raiz de todo o mal, e que, por isso, se ele fosse abolido estaríamos em melhor situação.

No entanto, o fato incontornável é que, sem a nossa atual economia baseada no dinheiro, praticamente toda a moderna vida industrial e urbana entraria em colapso em uma questão de poucos meses. 

Por exemplo, se todo o sistema monetário de um país rico e grande fosse abolido — como querem essas pessoas —, provavelmente mais da metade das pessoas deste país estaria morta em menos de três meses. Sem o dinheiro, não haveria cálculo de preços e de custos. Ninguém seria capaz de ofertar bens básicos às cidades. Ninguém seria capaz de calcular o custo de nada.

Sem dinheiro, não haveria, por exemplo, transporte de cargas, de alimentos ou de combustível. Caminhões que transportam produtos para as cidades são pagos em dinheiro. Nenhuma empresa de transporte mandaria um caminhão com uma valiosa carga de gasolina para uma cidade. Em troca de quê? Se ela fizesse isso, o motorista jamais retornaria. Nem o caminhão. A gasolina e o caminhão passariam a ser uma valiosa moeda de troca. Os caminhões deixariam de rodar.

O mesmo raciocínio acima é válido para empresas de transporte que levam suprimentos de alimentos para os supermercados nas cidades. As prateleiras dos supermercados ficariam vazias. Quem sobreviveria em uma cidade que não recebe suprimento nenhum? Como seria essa cidade após três semanas sem suprimentos?

Sem dinheiro, simplesmente não haveria como essa vasta quantidade de bens e serviços — algo que nem sequer podemos estimar — encontrar compradores. A maioria da população perderia seus empregos em uma questão de semanas. Não haveria demanda por nenhum dos serviços que somos capazes de ofertar. Consequentemente, não seríamos capazes de comprar praticamente nada daquilo que nos mantém vivos.

A divisão do trabalho estaria praticamente abolida. Seria um colapso econômico muito além de qualquer coisa que já ocorreu na história moderna. O retorno ao escambo resultaria em uma mortandade em massa. As cidades se tornariam armadilhas mortíferas.

Quando você compra um ativo, você o adquire porque ele irá gerar dinheiro para você. Se um empreendedor faz algum investimento, ele o faz com o intuito de obter um fluxo de dinheiro no futuro. Se, repentinamente, o dinheiro deixa de existir, a esmagadora maioria destes ativos e investimentos se torna inútil. Mais ainda: sem o dinheiro e sem o sistema de preços monetários, o sistema judiciário (estatal ou privado) deixaria de funcionar. Não haveria mais respeito aos contratos e aos direitos de propriedade, o que geraria ainda mais incerteza em uma economia já destroçada. Haveria um completo colapso da economia.

Conclusão

Ao radicalmente aumentar a amplitude e a profundidade da divisão do trabalho, e ao fornecer o arcabouço intelectual essencial para orientar a condução dessa divisão do trabalho, o dinheiro é o que torna possível a moderna civilização material, com seu crescente conforto e bem-estar.

Logo, longe de ser a raiz de todo o mal, seria muito mais correto descrever o dinheiro como o pilar essencial de tudo o que existe de bom no mundo material.

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Leia também:

O que é o dinheiro, como ele surge, e como deveria ser gerenciado

Sem o dinheiro, não há civilização nem progresso

24 votos

autor

George Reisman
é Ph.D e autor de Capitalism: A Treatise on Economics. (Uma réplica em PDF do livro completo pode ser baixada para o disco rígido do leitor se ele simplesmente clicar no título do livro e salvar o arquivo). Ele é professor emérito da economia da Pepperdine University. Seu website: www.capitalism.net. Seu blog georgereismansblog.blogspot.com.

  • Emerson  09/02/2018 15:50
    A maioria das pessoas nem sequer entende direito o que exatamente é o dinheiro.

    Poucos se dão conta, por exemplo, de que se alguém possui uma nota de $10 (ou qualquer outro valor), ele não é proprietário da nota em si e sim do valor que ela representa - por isso é crime destruir dinheiro.

    Ou que o papel-moeda era originalmente um tipo de nota promissória de uma quantidade de ouro no banco - daí tantas moedas no mundo terem nomes de medidas de peso.

    O problema não é o dinheiro em si, mas as atitudes em relação a ele (incluindo tanto a obsessão quanto a aversão e outras). O dinheiro é apenas mais um dos instrumentos inventados pelo ser humano para facilitar sua própria vida. Usá-lo com equilíbrio e bom senso é responsabilidade individual de cada um.
  • Magno  09/02/2018 20:56
    Se uma pessoa queima dinheiro ela está fazendo um bem para a sociedade, pois está se abstendo de consumir o que poderia ser consumido com aquele dinheiro.

    Se muitos fazem isso os preços caem e todos os outros saem ganhando.
  • Vinicius Gabriel Tanaka de Holanda Cavalcanti  10/02/2018 06:46
    Destruir recursos escassos nunca é bom. Pois envolve custos para tal.
  • Renan  10/02/2018 09:30
    Vou entender que você está sendo irônico...
  • Anderson Moura  12/02/2018 17:19
    Explique melhor seu raciocínio, pois ele não faz sentido algum.
  • Bruno  14/02/2018 21:48
    Ironia. Só pode!
  • Carlos  09/02/2018 15:53
    De certa forma, os defensores da abolição do dinheiro agem como as feministas radicais que o mundo seria muito mais belo e puro sem os homens. Só falta dizer como é que haveria mulheres sem homens, mas isso é só um detalhe.
  • Rene  09/02/2018 15:54
    Um regime que tentou abolir o dinheiro foi o Khmer Vermelho, de Pol Pot. O resultado foi um genocídio que exterminou 1/4 da população do Camboja, deixando ainda a população que sobrou em uma miséria tão grande que até hoje eles ainda não se recuperaram. Em todas as conversas que tive até hoje, nunca vi ninguém que falasse em abolir o dinheiro ter uma alternativa, nem que fosse uma alternativa que só funcionasse em um mundo de fantasia.
  • Leandro  09/02/2018 16:01
    Propostas como essa são mais comuns do que aparentam.

    Uma leitora chamada Marília, na seção de comentários deste artigo, defendeu a abolição do dinheiro como solução para a humanidade, dizendo que todos deveríamos viver à base de comida hidropônica.

    Disse ela:

    "As únicas leis que devemos respeitar são as leis da natureza, pois se as utilizarmos conforme nosso cérebro passa a entendê-las e em cima disso, ser criativos, não mais precisemos passar por necessidades materiais.

    Por exemplo, a cultura hidropônica consegue alimentar a mesma quantidade de pessoas com 1% da área da agricultura. Ou seja, com 0,4% da área continental da Terra, conseguiríamos alimentar 10 bilhões de pessoas. Isso apenas no andar térreo.

    No entanto, todo trabalho humano serve ao lucro. O conhecimento e a tecnologia, por melhor que sejam, estão restritos, pois vivemos em um mundo de competição, não de colaboração.

    Tem gente que chama isso de qualquer ismo (marxismo, fascismo, socialismo), mas não, é apenas uma observação fora de qualquer ideia política. No momento em que pudermos explodir com o dinheiro, não há mais do que se falar em economia, política e propriedade."


    Como resposta, citei exatamente este exemplo prático do Camboja (3 milhões de mortos em um total de 8 milhões de habitantes). E então ela respondeu: "E só porque deu errado, sempre dará? Eu hein."
  • Marcos Rocha  09/02/2018 16:20
    Na verdade esse assunto é mais importante do que parece. Com os recentes e infindáveis escândalos de corrupção assolando o Brasil, o que tem de gente dizendo que a causa de tudo é o "vil metal" não tá no gibi. Elas dão a entender que se não houvesse dinheiro não haveria corrupção, não haveria pobreza e todos estariamos no paraíso e na abundância.
  • André  09/02/2018 16:03
    Não tem aquele pessoal do movimento Zeitgeist que defende isso aqui no Brasil?
  • anônimo  09/02/2018 16:13
    Zeitgeist é comunismo do século 21.

    Eles falam que com a tecnologia atual já é possível produzir o suficiente para TODOS terem uma vida plena. E que, portanto não precisaremos de dinheiro.

    Só não sei o que é que eles estão esperando para começar à produzir e distribuir produtos para todos AGORA!

    Ora, se é possível então FAÇAM, PRODUZAM!

    Enquanto isso ficarei esperando meus produtos GRÁTIS trabalhando, para não morrer de fome.
  • Favero Sil  16/02/2018 10:55
    Assisti aos três capítulos do documentário Zeitgeist. De fato, trata-se de um delírio a visão deles de como a humanidade poderá se manter no futuro. Eles chegam a apresentar o projeto de sociedade deles, a organização das cidades e etc. Com eles vejo o mesmo problema que vejo com os comunistas: eles se veem como os capos da nova sociedade, jamais como parte da plebe que irá se beneficiar das maravilhas que prometem. A turma do Zeitgeist afirma a possibilidade desse futuro edênico e "sustentável" em que todos terão tudo sem ter de se "submeter" ao trabalho, mas não explicam quem vai trabalhar duro na construção e na manutenção daquilo tudo. No final do dia... é apenas mais um grupinho de totalitários querendo dar ares de futuro a um delírio antigo e comprovadamente, na realidade dos fatos, nefasto.
  • Pobre Paulista  09/02/2018 17:12
    Ainda existe isso? Achei que era modinha de 2014
  • Capital Imoral  09/02/2018 16:04
    Em defesa do assalto

    Muita gente têm atacado Marcia Tiburi pelo fato dela ter afirmado em um vídeo que ela era a favor do assalto{1}. Os neoliberais, que são obcecados pela propriedade privada e pelo capitalismo fizeram questão de tirar de contexto o ambiente cultural, maléfico, que o capitalismo cria. É fundamental entender o contexto que o grande capital cria para que possamos defender o direito de assaltar.

    Um contexto injusto
    Deveríamos ter prestado mais atenção na frase da maior filósofa que já passou pelo Brasil: "Sabe que isso seria justo (assaltar) dentro de um contexto tão injusto (Capitalismo)." E de fato existe um contexto injusto criado, exclusivamente, pelo capitalismo de livre mercado. O capitalismo é uma máquina de moer carne humana, um jogo de soma zero, onde para alguém estar sempre no alto é necessário que alguém esteja sempre no baixo. - Como eu sei que estou diante de materialistas, eu gostaria de lembrá-los que este contexto injusto pode ser explorado tanto materialmente, através do trabalho que é escravidão, quanto intelectualmente, através do grande falatório que o livre mercado propõe.

    As bases do capitalismo se encontra na desigualdade entre os homens, existe inclusive uma defesa aberta, real, para que esta desigualdade entre os homens ocorra para sempre. Mas devemos reconhecer que a premissa correta, que está relacionada a esta desigualdade, é que o capitalismo explora os homens através do trabalho assalariado. Pois quem está em melhor condição cria uma empresa e começa a explorar os pobres. Trabalhar é roubo! meu amigo. Ainda não caiu a ficha? Todos homens deveriam ser iguais, e todos deveriam ser intelectuais como Marcia Tiburi, todos deveriam ser cools e ter uma sensibilidade aguçada como Marcia Tiburi.

    Vivemos em uma sociedade grotesca porque o capitalismo, através do sistema de escravidão chamado trabalho, tornou a mente das pessoas grotescas. Conforme foi afirmado acima, o capitalismo nos atacou intelectualmente também, ele criou uma mentalidade onde um garoto de 15 anos dá à vida por um tênis de 200 reais. Por isso que Marcia Tiburi afirma: "Eu não tenho uma coisa que preciso" ... "Eu fui contaminado pelo capitalismo.". Veja que praticar assalto torna-se um ato justificável diante deste contexto, porque antes o sistema capitalista já havia me assaltado fisicamente através do trabalho, e intelectualmente através das falsas necessidades que o capital cria. Eu não quero um tenis de 200 reais, cara! Mas por que esse maldito capitalismo fica enfiando na minha cabeça que eu preciso desta porcaria? Vá para o inferno! você e sua matéria. Ai está o contexto injusto que o capital cria: Ele cria demandas para quem não pode pagar por elas. Logo é justificável roubar. Eu diria, inclusive, que é um ato correto contra o capitalismo, pois: ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão.

    Conclusão
    Eu fico impressionado com a semelhança de idéias que eu e Marcia Tiburi temos. Temos às mesmas idéias como relação ao futuro do socialismo, e agora, estamos novamente concordando com relação ao sistema de opressão social que é capitalismo. Qualquer dia vou convida-la para tomar chá. Mas vamos resumir tudo que foi dito até agora: 1) trabalhar é um jogo de soma zero, onde pessoas que estão em uma classe acima exploram através do livre mercado pessoas que estão abaixo. 2) Existe um influencia cultural do capitalismo, onde ele cria demandas para quem é absolutamente miserável, e, portanto, cria-se um contexto injusto onde é justificável roubar. Obrigado por ler mais um artigo de Capital Imoral.

    {1} Marcia Tiburi a favor do assalto: goo.gl/pEqAHt

    Capital Imoral é filósofo escritor e já refutou Mises.
  • Fabio Rangel  09/02/2018 17:52
    Nem vou me dar ao trabalho de ler gente que evacua pelos dedos... Aliás, vossa graça deveria abandonar o computador e a Internet, itens mais que representativos do regime tão odiado pela vossa pessoa.
  • anônimo  11/02/2018 16:35
    Fabio Rangel,

    O leitor "Capital Imoral" é apenas uma caricatura, alguém que gosta de escrever usando chavões para ironizar. Leia apenas como entretenimento, um chiste, uma brincadeira, embora algumas coisas incrivelmente encontrem respaldo na realidade.
  • eugenio  10/02/2018 01:24
    IGUALDADE NÃO QUER DIZER ABSOLUTAMENTE NADA!

    IGUALDADE "NA MERDA" COMO EM CUBA é péssimo!

    IGUALDADE NA RIQUEZA COMO NA EM PAÍSES ESCANDINAVOS, É ÓTIMO!

    DESIGUALDADE ONDE UNS SE ESFORÇAM,TRABALHAM MAIS, E FICAM DESIGUAIS ,
    MAS MELHORES, ENTÃO TAMBÉM É ÓTIMO.

    Somos seres vivos, e todos os seres vivos do planeta são desiguais, SÃO DESIGUAIS, arvores umas diferem das outras,flores, e todos os animais, de modo geral são diferentes, seria impossível que assim não fosse, o instante da geração e as condições do evento na natureza são diferentes,os seres terão diferença.
    Sabemos hoje que a impressão digital, a voz, a iris, o DNA são unicos.
    Daria até para afirmar que O CRIADOR não copia nada, suas obras são únicas,só a cegueira da ignorância não percebe.

    Aí vem alguem e quer ADMINISTRAR, DECRETAR que tudo deve ser igual...

    É MUITA PRETENSÃO, achar que isso é possível é expor ignorância na vitrine,pode saber ler, mas não pensar...
  • Constação  09/02/2018 16:08
    Sem dinheiro, a coisa começaria dar errado já cedo no dia, na panificadora.

    - Não tenho dinheiro, mas tenho este tubo de pasta dental para pagar o pão.
    - Senhor, eu já tenho pasta dental, não preciso dela.
    - E o que você precisa?
    - Bom, eu preciso de algumas canetas.

    Fazer o que? Sair na rua com o tubo de pasta dental na mão, até encontrar alguém que esteja disposto a dar umas canetas em troca dele, e depois voltar à padaria pra comprar o pão? O mundo voltaria à idade da pedra em questão de semanas.
  • Felipe Lange  09/02/2018 16:32
    "O dinheiro é o que faz com que a prostituta possa comprar pães na padaria sem ter que fazer sexo com o padeiro."

    Paulo Kogos
  • Jonathan  10/02/2018 03:24
    Kkkkkkk

    Deus abençoe o Kogos.
  • Francisco D´Anconia  09/02/2018 17:00
    Selecionei uma pequena parte do famoso discurso do personagem Francisco D´Anconia, conhecido como "O discurso do dinheiro".


    "Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? Ele é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los.

    O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que recorrem às lágrimas para pedir produtos, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível por intermédio dos homens que produzem. É isto que o senhor considera mau? [...]

    Mas o senhor diz que o dinheiro é feito pelos fortes em detrimento dos fracos? A que força se refere? Não à força das armas nem à dos músculos. A riqueza é o produto da capacidade humana de pensar.

    Então o dinheiro é feito pelo homem que inventa um motor em detrimento daqueles que não o inventaram? O dinheiro é feito pela inteligência em detrimento dos estúpidos? Pelos capazes em detrimento dos incompetentes? Pelos ambiciosos em detrimento dos incompetentes?

    O dinheiro é feito - antes de poder ser embolsado pelos pidões e pelos saqueadores - pelo esforço honesto de todo homem honesto, cada um na medida de suas capacidades. O homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que produz. [...]

    O dinheiro é o produto da virtude, mas não dá virtude nem redime vícios... O homem que venderia a própria alma por um tostão é o que mais alto brada que odeia o dinheiro - e ele tem bons motivos para odiá-lo. Os que amam o dinheiro estão dispostos a trabalhar para ganhá-lo. Eles sabem que são capazes de merecê-lo. Eis uma boa pista para saber o caráter dos homens: aquele que amaldiçoa o dinheiro o obtém de modo desonroso; aquele que o respeita o ganha honestamente. Fuja do homem que diz que dinheiro é mau. Essa afirmativa é o estigma que identifica o saqueador.[...]

    Enquanto os homens viverem juntos na Terra e precisarem de um meio para negociar, se abandonarem o dinheiro, o único substituto que encontrarão será o cano do fuzil.[...]

    Quando o dinheiro deixa de ser o instrumento por meio do qual os homens lidam uns com os outros, então os homens se tornam instrumentos dos homens. Sangues, açoites - ou dinheiro. Façam sua escolha, o tempo está se esgotando..."

    Francisco d´Anconia em A Revolta de Atlas - Ayn Rand, volume 2, páginas 82-87.
  • KARL MARX  09/02/2018 17:58
    Olá camarada Francisco !

    Que bom que vc gosta da Rand.

    A Ayn Rand também está aqui conosco, ela sempre promoveu o ateísmo de forma brilhante e era uma narcisista exemplar, talvez tenha sido a maior de todas.

    Outra coisa que devemos ressaltar nela: a sua incrível capacidade de discursar em favor das liberdades individuais ao mesmo tempo em que praticava autoritarismo extremista.

    Um outra coisa bacana nela era a adoração que ela tinha pela luxúria e o ódio que nutria pela fidelidade conjugal, por casamento e pela religião.

    O objetivismo de Ayn Rand é levado a sério aqui no inferno, e o nosso grande líder Satanás faz enormes elogios à sua criadora.

    Saudações vermelhas!
    KARL MARX
  • gabriel batista  09/02/2018 17:17
    Boa tarde, Meio OFF TOPIC.

    Eu tenho lido muitos artigos aqui, os artigos sobre ciclos econômicos e as crises, muito bom todos eles, mas eu acho que deixei alguma coisa escapar, veja meu entendimento até agora.

    O banco central expandi a base monetária, acredito eu que baixando os juros(Mas posso estar errado), os bancos privados pegam dinheiro emprestado do banco central? ou simplesmente esse dinheiro e dado ao os bancos para eles oferecerem a o cliente final? essa uma questão que ainda não compreendi.

    Outra dúvida, quando o banco central quer parar com a expansão da base monetária ele simplesmente aumenta os juros tornando os empréstimos menos atraente ? Mas mesmo ele aumentando os juros, os primeiros empréstimos foram feitos com os juros baixos, esses não tem essa taxa de juros alterada correto?

    essas são minhas dúvidas, acredito que não nada complexo mas ainda não compreendi por completo.

    obrigado.
  • Leandro  09/02/2018 18:05
    "O banco central expande a base monetária, acredito eu que baixando os juros"

    Correto. Ele reduz os juros expandindo a base monetária.

    Na prática, ele cria dinheiro (dígitos eletrônicos) e usa esse dinheiro para comprar títulos públicos que estão em posse do sistema bancário. Ato contínuo, os bancos ficam com mais dinheiro em suas reservas e, com isso, os juros caem.

    "os bancos privados pegam dinheiro emprestado do banco central?"

    Não. Como dito acima, o Banco Central cria dinheiro eletrônico e o repassa aos bancos em troca de títulos públicos que estavam em posse desses bancos.

    "ou simplesmente esse dinheiro é dado ao os bancos para eles oferecerem a o cliente final?"

    O dinheiro é dado aos bancos em troca de títulos públicos.

    "quando o banco central quer parar com a expansão da base monetária ele simplesmente aumenta os juros tornando os empréstimos menos atraente ?"

    Aí ele faz o inverso do que foi dito acima. Em vez de criar dinheiro e comprar títulos dos bancos, ele vende títulos públicos aos bancos e, consequentemente, recebe dinheiro dos bancos em troca. Assim, a quantidade de dinheiro nas reservas dos bancos diminui. Com menos dinheiro em suas reservas, os bancos elevam os juros.

    "Mas mesmo ele aumentando os juros, os primeiros empréstimos foram feitos com os juros baixos, esses não tem essa taxa de juros alterada correto?"

    Se as taxas são prefixadas, não. Se são pós-fixadas, sim. Tudo isso é acordado no momento em que o banco empresta dinheiro aos tomadores.

    Sugiro este artigo sobre o assunto:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=344

    Grande abraço!
  • gabriel batista  09/02/2018 18:19
    Muito obrigado Leandro pela explicação, vou ler o artigo linkado.

    abraços.
  • SRV  11/02/2018 16:52
    Gabriel Batista,

    Talvez uma explicação simples sobre funcionamento básico de bancos ajude na questão da oferta monetária:

    Suponha que nós dois vamos abrir um banco. A primeira coisa que faremos será colocar dinheiro no caixa do banco para que possamos emprestar aos clientes e receber juros. Porém, enquanto não temos clientes o suficiente, precisamos de um jeito de rentabilizar esse caixa. A forma mais simples é comprar títulos do governo. Assim, o caixa rende ao menos os juros pagos pelo governo (lembrando que é um modelo bem simples de funcionamento de bancos).

    Mas de onde vieram os títulos do governo? Em alguma data no passado, o governo, para financiar suas atividades. emitiu títulos que pagam juros e com isso captou dinheiro. Esses títulos ficaram em posse dos bancos. E é o mesmo título que nosso banco fictício irá comprar.

    Um belo dia, o Banco Central decidiu que quer reduzir os juros. O que ele faz? Ele recompra esses títulos do nosso banco. Desta forma, nosso banco terá mais dinheiro em mãos, mas ao mesmo tempo teremos que disputar mais clientes com os concorrentes pois a alternativa de comprar títulos do governo foi reduzida, e todos os bancos estão capitalizados. Como nosso caixa não pode ficar parado sem rentabilizar, seremos mais agressivos para captar clientes, o que em outras palavras significa que abaixaremos nossos juros.

    A wikipedia fala um pouco mais sobre o tema pt.wikipedia.org/wiki/Cria%C3%A7%C3%A3o_de_moeda
  • Gusta  09/02/2018 17:33
    Só seriam produzidos os itens de necessidade básica, tendo em vista que seriam os únicos com demanda para troca; afinal, uma pessoa morrendo (literalmente) de fome, não iria se alimentar de um iphone ou macbook.
  • Keynes  09/02/2018 19:55
    Leandro Roque é o libertário que compra títulos públicos? Kkkk ah, basta uma boquinha no estado pra vocês ficarem de quatro.
  • keila lopez  09/02/2018 21:23
    o dinheiro torna muito mais facil a vida dos bandidos e corruptos, vejam o caso das malas de dinheiro do gedel. Se nao existisse dinheiro ele nao poderia roubar tanto, o dinheiro torna td mais facil pros bandidos, sem dinheiro os grandes roubos seriam inviáveis.
  • eugenio  09/02/2018 21:39
    DINHEIRO=FERRAMENTA DE TROCA,EQUIVALENTE DE RIQUEZA

    VIABILIZA O PROGRESSO,A DISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZA
  • Lee Bermejo  09/02/2018 22:31
    Vou contar uma história pra vocês...


    eu visitava uma prostituta...
    ela odiava esse trampo, eu era um dos poucos clientes que ela gostava(amizade sincera).
    Passava até da hora de ir embora e a gente ficava junto, ao final do programa eu perguntava pra ela quanto tinha sido e pra ela era muito difícil "precificar" aquilo. Podia ser de graça, mas a verdade é que ela precisava de dinheiro pra sobreviver(pagar as contas). Eu queria ajudar, mas não podia ser muito, porque eu também não tinha muito pra oferecer. Se eu fosse rico, daria 1 milhão pra ela ( resolver a vida dela pra sempre)...enfim, era uma pessoa humilde, sem muito tino pra negócio mas tendo que sobreviver a cada dia, sobreviver em um mundo movido por dinheiro. Tem pessoas que estão inseridas nesse sistema mas que "não sabem jogar o jogo".

    O que eu to querendo demonstrar com essa história...É que é uma AGONIA precisar de dinheiro pra VIVER e no caso dela, não ter muitos recursos pra ter um trabalho normal, adentrar o mercado de trabalho sem estudo, principalmente num país igual ao nosso. Quero ser cuidadoso nesse momento de não fazer muitos julgamentos, não sei como ela foi parar nessa vida ou se ela poderia ta fazendo outra coisa. Enfim...

    O Dinheiro juntamente com tudo que o artigo diz, ele também é PODER.

    Ter DINHEIRO é ter PODER.

    Poder de mudar a sua vida, poder de mudar a vida dos outros. Poder sobre os outros.

    E ainda existe a MICRO FÍSICA desse PODER nas relações... (exemplo: uma família,o membro que tem mais dinheiro é o que manda, muitas vezes a figura do homem, do pai de família) , o dinheiro compra/impõe respeito. Percebem ?

    Tem coisas sutis que permeiam o dinheiro.

    E quando você "coisifica" as pessoas ?
    O caso dessa moça...o que ela estaria disposta a fazer por DINHEIRO ? Ela, como falei, não tinha muito tino pra negócio... mas e uma outra jovem que fosse MAIS ambiciosa ?

    Será que dinheiro compra qualquer coisa ? Será que dinheiro compra amor ? Será que todo mundo tem um preço ? Será que dinheiro demais torna uma pessoa fútil ?

    (risos)

    Sei que estou divagando...

    O site é mais economia, mas às vezes filosofar sobre esses assuntos cai bem.
  • Hank  10/02/2018 00:42
    Sempre lembrando que, no livre mercado, dinheiro é simplesmente um certificado de desempenho. É a prova de que você criou valor para terceiros. Se você é um indivíduo que sabe criar valor para terceiros, você terá dinheiro e, logo, a liberdade de ter e consumir o que quiser.

    Por isso, no livre mercado, você tem a liberdade de trabalhar naquilo que quer e de consumir o que quiser (exceto aquilo que é proibido por políticos, o que nada tem a ver com capitalismo), desde que em troca crie valor para terceiros. Nada pode ser mais ético e moral do que isso.

    Já se você é um sujeito imprestável, incapaz de criar valor para ninguém, então de fato você não poderá nem ter e nem consumir o que quiser. E nada mais justo e moral do que isso: se você não presta pra nada nem pra ninguém, então você realmente não tem serventia nenhuma. Consequentemente, não há por que ter acesso irrestrito a bens e serviços que outras pessoas labutaram tanto para produzir.

    Querer ter acesso a bens e serviços sem ter desempenhado nada a ninguém significa simplesmente querer escravizar terceiros. Não houvesse dinheiro, a escravidão estaria generalizada.

    No entanto, tais pessoas que não sabem fazer nada não precisam atender ao desejo do mercado. Se elas encontrarem alguém voluntariamente disposto a lhes sustentar, elas não precisarão atender aos desejos de ninguém.
  • Lee Bermejo  10/02/2018 02:02
    Isso é uma lógica muito cruel.

    Somos escravos do mercado ?


    Já se você é um sujeito imprestável, incapaz de criar valor para ninguém, então de fato você não poderá nem ter e nem consumir o que quiser. E nada mais justo e moral do que isso: se você não presta pra nada nem pra ninguém, então você realmente não tem serventia nenhuma. Consequentemente, não há por que ter acesso irrestrito a bens e serviços que outras pessoas labutaram tanto para produzir.

    Esse é o tipo de pensamento que nos cala racionalmente(num primeiro momento ele parece lógico), mas se você leu mais de dois livros ou tem um pouco mais de experiência de vida, você questiona o funcionamento disso.
    Pessoas com deficiência grave, pessoas consideradas pela sociedade como "loucas" enfim, tem n casos... Em que lugar nós vamos colocar essas pessoas ? Elas atendem ao "Deus mercado" ?

    Eu faço um desafio ao IMB, faça um artigo para os "imprestáveis".
    senão a Direita nunca vai chegar ao seu público.

    Enquanto ela não olhar para os "imprestáveis", a Direita sempre vai ficar mal vista. Dando espaço para a Esquerda angariar essas pessoas.

    Pensar por essa lógica faz a Direita parecer MESQUINHA.
    Meio tosca, como diria o filósofo Pondé.

    E reforça mais ainda o sentimento de AGONIA que é viver em função do dinheiro.

    Que lógica e justiça existe em um mundo em que o valor é SUBJETIVO ?
    Existe algo de fato ético e moral quando o valor é SUBJETIVO ?

    Novamente, IMB, faça um artigo para os "imprestáveis".
    Conseguem falar com os imprestáveis sem a lógica capitalista ?













  • Ulysses  10/02/2018 19:37
    É uma lógica tão "cruel" quanto dizer que "2 + 2 = 4" ou que "tudo o que sobe cai".

    O pessoal ainda não entendeu o básico: a economia não pode ser alterada por coitadismos, vitimismos, e afetações de indignação e de emotividade. Economia é razão, e não emoção. Se a economia for guiada pelo coitadismos, o salário mínimo iria pra R$ 1 milhão e todos os preços seriam congelados. E aí seria uma maravilha, não? A Venezuela já está quase lá.

    Os maiores desastres humanitários forem causados exatamente por pessoas que pensavam que a economia poderia ser modificada pela emoção, pelo coitadismo e palas lágrimas.
  • eugenio  11/02/2018 01:47
    Ulisses, excelente! assim mesmo, mas enroladores sempre quererão sofismar, o sofisma o raciocinio falso é a sua ferramenta.
  • Felipe Lange  10/02/2018 22:29
    E ainda querem nos associar com aqueles lixos estatistas que se chamam de "direita" (neoconservadores da laia de Bolsonaro e que têm tara em estatizar nióbio)... realmente o sujeito só tenta de usar aquelas velhas táticas de colocar situações extremas para tentar deslegitimar o austro-libertarianismo, como na verdade falham miseravelmente.

    Deficientes e loucos? Em sociedades primitivas como muitas tribos indígenas muito provavelmente já teriam morrido pois essas sociedades não possuem o capital suficiente para mantê-los, visto que a produtividade é baixíssima perto de sociedades mais avançadas mesmo como a existente no Brasil. Até porque o que permite que hoje eles possam conviver em sociedades mais avançadas é o próprio mercado, através de tratamentos e medicamentos, todos criados por pessoas que pensaram apenas em seu próprio bem-estar. Isso sem mencionar a caridade privada, que hoje seria muito maior se o estado não roubasse tanto a população para torrar em sua burocracia e em seus circos eleitoreiros. Quando se vive em uma sociedade mais rica, é possível se preocupar com a vida dos miseráveis e ajudá-los. Isso é não apenas aprioristicamente comprovado como também empiricamente comprovado.

    Infelizmente, para você, aqui não é o Facebook, onde uma militância virtual pode encher de "likes" um comentário com valor lógico nulo e ficar por isso mesmo. Aqui ocorrem debates sérios e geralmente os estatistas não são perdoados.
  • Demolidor  11/02/2018 20:04
    Pois é, melhor Cuba onde até os capazes vivem na miséria, não é? Ou sob o nacional-socialismo, vulgo nazismo, onde os deficientes eram simplesmente eliminados...

    Entenda uma coisa: até hoje, o único sistema capaz de gerar excedentes suficientes para possibilitar aposentadoria com bom padrão de vida e grande especialização de trabalho que possibilite que deficientes possam executar um trabalho remunerado é o capitalismo liberal.

    O sistema é tão inclusivo que permite que não só deficientes possam trabalhar e ganhar seu dinheiro dignamente, como também se tornarem líderes em suas respectivas áreas.

    Casos como o da autista Temple Grandin, que revolucionou as fazendas de gado dos Estados Unidos ao focar em um ambiente psicologicamente confortável para o gado, ou de Stephen Hawking, um físico autor de best sellers de alcance global, só são possíveis em economias livres.

    Sem contar no número se produtos para que as pessoas superem suas deficiências. Na pior das hipóteses, deficientes acabam com facilidades como as cadeiras de rodas motorizadas, muito mais populares num país livre como os Estados Unidos, do que essas que precisam ser empurradas, comuns no Brasil.
  • Primo  12/02/2018 14:19
    "Que lógica e justiça existe em um mundo em que o valor é SUBJETIVO ?
    Existe algo de fato ético e moral quando o valor é SUBJETIVO ?
    Novamente, IMB, faça um artigo para os "imprestáveis".
    Conseguem falar com os imprestáveis sem a lógica capitalista ? " Lee Bermejo 10/02/2018 02:02


    Imprestáveis? Defina imprestáveis? Do ponto de vista liberal macro não há imprestáveis, essa é a grade diferença entre um pensamento estadista e um pensamento liberal. O que quero dizer é que a imprestabilidade é subjetiva, isto é, para fulano o tal sujeito ciclano é imprestável, mas para beltrano, o tal sujeito ciclano pode ter serventia.
    Ora, sendo fulano um sujeito averso as leis naturais e um ideólogo intervencionista logo passará a classificar, definir e julgar os imprestáveis sob seu ponto de vista. Tudo o que fulano quer agora é dar alguma serventia aos imprestáveis. Ciclano sempre gostou de samba, futebol e cerveja, fulano, um sujeito culto e sabedor das artimanhas politicas irá taxar a cerveja, destruir os campos de futebol e regulamentar as escolas de samba cobrando ingressos e definindo notas. Pensa ele, em pouco tempo a sociedade irá tomar vinho, jogar dama e escutar musica clássica, iremos solucionar a imprestabilidade.
    Agora, sendo fulano um sujeito liberal, ele começará a produzir vinho, organizar torneiros de dama e patrocinar orquestras com musica clássica. Pensa ele que com seus serviços a sociedade será melhor.
    A diferença é sutil mas faz uma enorme diferença para se ter uma sociedade prospera e saudável com uma convivência pacifica e em harmonia.
  • Demolidor  10/02/2018 00:51
    A vida é assim mesmo. Se pudessem escolher, a maioria das pessoas não trabalharia. O que não falta por aí é gente que odeia seus trabalhos.

    Mesmo um que pague numa noite aquilo que se ganharia num mês, trabalhando menos:

    revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI52980-9531,00-DEPOIMENTOS+DE+GAROTAS+DE+PROGRAMA.html

    Aliás, está aí uma profissão que demonstra o quanto sindicatos e regulamentação são desnecessários.
  • Jailma Viana  19/06/2018 23:36
    Caro Lee Bermejo,
    Mas quem pode ser prostituta, quem utiliza seu corpo, com certeza pode exercer também uma variedade de profissões. Com certeza ela não sofria de loucura, nem estava em estado vegetativo. Não acredito que você utilizasse os serviços de uma mulher nestas condições.
    Ela só ponderou que era melhor ser prostituta. Nada demais.... E as leis do mercado funcionaram. Pelo visto você, o cliente, ficou satisfeito. É isto que é o livre-mercado capitalista: deixar o cliente/consumidor satisfeito.
    Longa Vida ao dinheiro.
    PS "ela odiava este trampo" você escreveu. Acredito. Só que ela odiava mais ainda os demais trabalhos que ela poderia fazer... e com certeza receberia menos, por " horas" trabalhadas.
  • eugenio  10/02/2018 01:06
    Entendo o dinheiro como

    DINHEIRO= EQUIVALENTE DE RIQUEZA

    DINHEIRO= FERRAMENTA DE TROCA DE RIQUEZA(produtos ou serviços)

    JURO = ALUGUEL DO DINHEIRO

    Alguem aluga um imóvel,paga um ALUGUEL,mas, na verdade,este aluguel é um JURO DO DINHEIRO EQUIVALENTE a este imóvel. "
  • marcela  10/02/2018 10:32
    Desde que comecei a ler o IMB a primeira lição que aprendi foi que o que realmente define o câmbio no longo prazo é o poder de compra das duas moedas que estão sendo trocadas.Baseada nisso eu usei uma calculadora de inflação e descobri que de 1 de julho de 1994 até hoje a inflação nos EUA foi de 65% e a do Brasil foi de 475%.1 dólar vale hoje 1,65 dólares e 1 real vale hoje 5,75 reais.Fazendo a divisão temos 5,75/1,65=3,48 reais,que é o preço correto do câmbio.Dado que o dolar fechou a 3,30 reais,isso significa que ainda temos 0,18 centavos de gordura para queimar.Com o corte de impostos nos EUA e mais o aumento dos gastos em 400 bilhões aprovados ontem,obviamente o dólar vai pro saco,cumprindo o objetivo do Trump que quer uma moeda fraca para ajudar nas exportaçoes.O FED aumentará os juros e a empiria mostra que "Houve cinco grandes aumentos nas taxas dos juros desde a década de 1970, e cada um deles, quando o Fed aumentou as taxas, o dólar caiu".O Luciano Huck vai ganhar e governar no mesmo cenário em o Lula governou e se der autonomia ao Armínio Fraga terá uma popularidade assombrosa.Libertários conscientes fogem de todos os outros investimentos e só confiam em ouro e bitcoins.
  • anônimo  10/02/2018 17:36
    Quando será que um governante ocidental vai voltar a reduzir os gastos do governo? O Trump estava indo tão bem...
  • kira  10/02/2018 19:39
    Isso não me parece uma forma de aumento de gastos, mas de tentar abater uma certa porcentagem da dívida que tem sido acumulada, tendando sacrificar uma parte do poder de compra do povo compensando alguma parcela disso na redução de impostos, o que pode explicar a lógica de aumentar as exportações reduzindo o custo de câmbio de compra dos mercados exteriores. já há sinalizadores de pequenos colápsos nas últimas semanas, e como previsto governos provavelmente vão tentar imprimir mais moeda para pagar parte da dívida e compensar a arrecadação com exportações. é claro que quando você inflaciona a moeda os exportadores tambem perdem parde de poder de investimento em sua produtividade para custear a logistica e cadeia de produção, mesmo tendo uma compensação de impostos reduzidos, se esta for de fato a ideia do Trump, é claro que jamais vai cubrir a totalidade da dívida lá, acredito que não chega nem muito próximo, imagino que seja a tentativa de dar alguma sobrevida e empurrar com a barriga, porém criando um outro problema em cadeia a médio e longo prazo. Isso é uma bola de neve auto fágica. é a tecla que sempre batemos aqui. Eu não espero lógica vinda de governos, por estranho que pareça o que eu disse aqui.
  • eugenio  11/02/2018 00:33
    Alô Lee Bermejo,

    Estas falando como "ela foi para aquela vida", "podia fazer outra coisa"...
    só que é um grande preconceito desprezar este ofício, ´serviço, e todo serviço prestado é uma forma de riqueza, sim senhor, e se alguem quer consumir, precisa consumir, que pague o preço, e ninguem tem nada a ver com isso.

    O dinheiro é uma ferramenta de troca, UMA FERRAMENTA CORINGA", (JOGO DE CANASTRA), e se o vendedor do bem ou produto ou serviço e o comprador do produto ou serviço estão acertados na transação, acho que ninguém devia meter o bico,arbitrar etc... Pretensiosos juízes,normalmente religiosos, com seus usos e costumes deviam não se meter na vida alheia.

    ALGUEM SE ACHANDO SUPERIOR, COMEÇA A DESMERECER E DIZER ISTO É VERGONHOSO, ISTO NÃO É, ora é muita pretensão

    Alguém quer comprar um serviço de corte de cabelo, vai e compra e paga o serviço,é tão igual,´a qualquer outra transação de compra e venda de produtos ou serviços, que são formas de riqueza e só ao comprador e ao vendedor cabe decidir o quanto e o modo do pagamento.

    O PODER sempre esteve vinculado a posse de alguma forma de riqueza, mercadoria ou fornecimento de serviço, e é tanto maior este poder,quanto maior for o valor dessa riqueza,ou títulos de equivalencia de riqueza:

    RIQUEZA EM FORMA DE PRODUTOS:
    -SACOS DE FEIJÃO,
    -ARROZ,LARANJA,
    -FACA,ETC

    RIQUEZA EM FORMA DE SERVIÇO: A prestação do tal serviço, ou "VALE SERVIÇO" ex -"vale uma lavagem de carro,"
    -"vale uma passagem de ônibus.".
    -" vale uma entrada de circo...",
    -"vale uma massagem..."

    RIQUEZA EM FORMA DE TITULOS: -
    -Ações de uma empresa,
    -ações do tesouro
    -CÉDULA MONETARIA (dinheiro,ferramenta de troca-valor convencionado)

    OBS. :TÍTULOS DE NOBREZA, CARGOS EM FUNÇÃO PÚBLICA ,deles emanam poder pela POSSIBILIDADE ,VIRTUALIDADE de fornecer "BENESSES" em forma de bens, produtos ou serviços.
  • eugenio  11/02/2018 01:41
    " ...coisas sutis permeiam o dinheiro..."

    sim , até uma ameba funciona na identificação da vida,das coisas que viabilizam a vida, e PROCURA E QUER = EROS, VIDA

    FOGE na identificação do perigo e das coisas da morte = THANATUS,

    Ora,o dinheiro é FERRAMENTA DE TROCA, viabiliza portanto alimentos,vida,armas de defesa ,EROS, então dele, dinheiro, FERRAMENTA DE TROCA, emana VIABILIZAÇÃO DE VIDA, EROS

    Acho Lee,que tentei lhe esclarecer, não sei se ajudei...

    Nessa programação, estão inseridos todos os seres vivos, MACROS e BIOS, um exemplo simples de um vegetal que busca EROS pela manha, e durante todo o dia: GIRASSOL

    Como a energia do sol é gratis,(enquanto algum governante ou comunista não se meter) ele girassol, não precisa ter dinheiro e pagar .....kkkkk ,mas tem que se mexer e girar.
  • Kelvin  11/02/2018 16:27
    Leandro, acho que só você pode me ajudar. Um outro dia estava lendo um artigo sobre a definição dos termos, liberal, libertário, anarcocapitalista... e no escopo de comentários estava um debate em que você argumentava que o monarca como dono da propriedade privada - no caso a nação - teria o incentivo absoluto em maximizar riqueza do país para perpetuar a sua dinastia através de seus descendentes, no caso você até cita o príncipe de Liechtenstein Alois que disse que era fã do HHH em uma entrevista - acho que para o NY Times - e que o príncipe também disse que um imposto acima de 6% já era tirania.

    Eu gostaria de saber onde esse seu comentário e debate se encontra, porque quero dar uma relida e possivelmente copiá-lo para futuras leituras.

    Agradeço desde já.
  • Pobre Paulista  12/02/2018 15:47
  • Kelvin  13/02/2018 14:18
    Muito obrigado Pobre Paulista.
  • anônimo  12/02/2018 00:50
    Num anarco-capitalismo eu poderia pagar para não ter bloco de carnaval na porta da minha casa ?

  • Felipe  12/02/2018 14:14
    Só haveria desfiles em ruas cujos proprietários (ou seja, os moradores e inquilinos) permitissem. Obviamente, sendo propriedade privada, eles cobrariam pelo uso das ruas.

    Já hoje, em que a rua é do estado, o coitado do morador não tem direito a nada. Sua única obrigação é pagar o IPTU em dia para, em troca, ter sua propriedade invadida, depredada, mijada e cagada por foliões.

    E ainda dizem que este arranjo é superior...
  • Pobre Paulista  12/02/2018 15:55
    Num anarco-capitalismo pleno você poderia comprar um Panzer direto pelo smartfone, e dirigi-lo tranquilamente por cima do bloco.
  • anônimo  12/02/2018 15:19
    O Paulo Guedes corre o risco de virar um Joaquim Levy ?

    Por que os Chicago Boys estão virando estatistas ?
  • Pobre Paulista  12/02/2018 18:36
    Ué, sempre foram.
  • anônimo  12/02/2018 21:59
    Então são Havana Boys ?
  • Pobre Paulista  13/02/2018 21:53
    Chicaguistas sempre defenderam que o estado é o supremo controlador da estabilidade econômica, e seu foco sempre foi criar "modelos" para controle da taxa de juros "ótima" e de "políticas fiscais" eficientes.
  • Felipe Lange  13/02/2018 21:47
    Corre risco sim. O único austríaco que conheço que esteve em um cargo parecido foi esse. A grande maioria é mainstream.
  • Paulo Henrique  12/02/2018 20:17
    É interessante como muitos atribuem a pobreza do Brasil ao Ouro que foi retirado daqui, confundindo claramente riqueza com moeda;
    Existe algum artigo que mostre os malefícios da expansão monetária do Ouro provocou em portugal, espanha, e na Europa?

    Seria interessante desmontar aquela falácia que esses países enriqueceram porque ''roubaram o nosso ouro''
  • Felipe Lange  13/02/2018 21:54
    "Seria interessante desmontar aquela falácia que esses países enriqueceram porque ''roubaram o nosso ouro''

    Esse já foi refutado indiretamente com esses exemplos...

    Nova Zelândia, que era um país dos mais ricos do mundo décadas antes da década de 80, quando ficou numa situação pior do que a brasileira nesses anos de Dilma e Lula. Veio um socialista e fez uma reforma brutal. Inclusive eu cobro isso desses candidatos hoje que ficam com esse papo de gradualismo... bom, até lá eu já vou morrer e eu só tenho essa vida. Por exemplo a "reforma previdenciária" do Bolsonaro é uma grande porcaria.

    Hong Kong foi outro exemplo de uma favela a céu aberto que se enriqueceu quando o estado saiu do caminho.

    Infelizmente as outras questões não posso te responder.
  • Pobre Paulista  13/02/2018 21:58
    Circulou por aí um post calculando que o governo Lula / Dilma rasgou mais dinheiro do que o ouro enviado para Portugal (não lembro a fonte nem chequei os dados).

    De qualquer jeito, grande coisa levarem o ouro embora. Ia fazer o que com um monte de ouro aqui, sem nada sendo produzido para ser comprado?
  • Jailma Viana  20/06/2018 00:06
    Caro Paulo Henrique,
    O século do ouro no dito Brasil foram os primeiros 60/70 anos do século XVIII. No final deste século o ouro já era residual. Daí a "derrama" e Tiradentes. Mas neste período o Brasil não existia. As terras que viriam a ser o Estado Brasileiro eram meras extensões de Portugal. O que hoje, e creio, já naquela época, chamavam de colônia. Seria como se a Amazônia ficasse independente amanhã, e acusasse a nós, os brasileiros, de termos retirado toda a borracha dos "Amazônios".
    Quanto a tua pergunta. Sim. O ouro daqui e especialmente a prata da América Espanhola gerou uma enorme inflação na Península Ibérica. Inflação esta que depois se espraiou para a Europa. E não gerou riqueza alguma na Espanha e Portugal, que sempre foram os países mais atrasados da Europa Ocidental. E creio que ainda são.
    Espanha e Portugal eram países de passagem para a prata e o ouro. Estes metais que eram as moedas da época eram redirecionados para os países que de fato produziam como a Holanda e Inglaterra. Não tenho a bibliografia aqui de cabeça, sinto. Se por acaso escrevi qualquer asneira, por favor me corrijam.
    Abraços
  • Felipe Lange  13/02/2018 18:42
    Pessoal preciso da ajuda de vocês...

    Estou procurando um artigo aqui no Mises Brasil onde o autor escreve algo como "se eu a tratasse como minha propriedade eu trataria bem", acho que envolve relacionamentos e economia. Quem souber o link estarei grato.
  • Vedran  14/02/2018 00:24
  • Sérgio  16/02/2018 15:06
    O dinheiro é bom.

    O que a bíblia diz é que o "amor ao dinheiro é a raiz de todos os males". Ou seja, aquela ganância de querer ganhar dinheiro a qualquer custo, nem que para isso que passar por cima da ética.

    Por que, por exemplo, o corporativismo dos mega-empresários e banqueiros com os políticos? Por causa do amor ao dinheiro dos primeiros, e à ânsia pelo poder dos últimos.
  • Jailma Viana  20/06/2018 00:39
    Caro Sérgio,
    O Gênesis foi escrito provavelmente no século nono antes de Cristo. O novo testamento começou a ser escrito aí pelos anos 80 depois de Cristo. Não sei de qual livro da bíblia você pinçou esta afirmação.
    Mas para entender melhor, por favor, onde está escrito: " O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males" reescreva. Ficaria assim; " O amor ao Estado é a raiz de todos os males".
    Explico agora porque deve reescrever esta citação de forma correta, conforme dito acima
    A bíblia foi escrita em aramaico, hebraico e grego antigo. Os tradutores que na época eram pouco letrados se confundiram. E tudo era escrito a mão. E lógico, não havia livros impressos. Ainda levaria mil e quinhentos anos para Gutemberg inventar a imprensa. A bíblia era escrita por escribas, no fundo dos mosteiros, que utilizavam penas de aves sobre couros de carneiro (pergaminhos) ( e a tinta não sei do que era feita) na semi-escuridão propiciada por algumas velas de sebo . Erros assim são comuns em traduções. Mais ainda, quando copiamos a mão infinitas edições . Dá sono e cansaço. Deus disse certo e mesmo as pessoas de boa vontade erram. Me fiz entender. Qualquer esclarecimento estou a disposição.
    Abraço fraternal. Que Deus esteja convosco.
  • Emerson Luis  02/03/2018 22:20

    Condenar o dinheiro e o lucro em si mesmos, como se fossem intrinsecamente ruins, equivale a dizer que todos deveriam trabalhar apenas pela subsistência e viver na miséria.

    Naturalmente, a maioria dos que condenam o dinheiro e o lucro NÃO trabalha apenas pela subsistência nem vive na miséria...

    (meu corretor ortográfico quis colocar "Venezuela" em vez de "miséria")

    * * *


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