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Políticos mudam e ditadores caem, mas o estamento burocrático sempre se mantém
E é ele quem comanda toda a política

Artigo originalmente publicado em dezembro de 2017. Com a proximidade das eleições presidenciais — em que começa a haver a ingênua crença de que "haverá mudanças" — sua mensagem se torna ainda mais necessária

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Há duas semanas, a queda do ditador do Zimbábue, Robert Mugabe, ganhou as manchetes dos jornais do mundo inteiro, e foi recebida com grande alívio e esperança tanto pelos comentaristas internacionais quanto pelos zimbabuenses.

Como um todo, a sensação geral era a de um novo começo, algo extremamente necessário e desejado para um país afundado há quatro décadas em hiperinflação, corrupção e governo opressivo. Levando-se em conta a maneira como a notícia foi dada, parecia haver poucas dúvidas de se tratar de uma transformação crucial, definitiva e decisiva para esta nação africana.

E, no entanto, se formos olhar mais atentamente, há sinais de que, apesar de toda a sensação de esperança no Zimbábue, a remoção de Mugabe não trará a grande mudança esperada. Mugabe "aposentou-se" com imunidade, embolsou uma indenização de US$ 10 milhões, e receberá um salário pelo resto de sua vida.

Ele foi sucedido pelo seu vice-presidente, Emmerson Mnangagwa, que liderou o suposto "golpe de estado" e faturou em cima dos protestos públicos que já vinham ocorrendo há mais de um ano contra Mugabe. Com o novo presidente, o domínio do partido União Nacional Africana do Zimbabwe - Frente Patriótica continuará intocado, assim como sua ideologia marxista-leninista e seu politburo.

Como é possível saber que as coisas não irão mudar?

É só olhar os padrões

Há muitas similaridades entre a recente história do Zimbábue e a não tão distante história das repúblicas socialistas, como a da minha terra natal, Romênia: de décadas de opressão e pobreza à enorme esperança de um novo começo após a revolução que derrubou o comunismo.

Um importante aspecto em comum entre os dois regimes — o de Ceausescu e o de Mugabe — é que nenhum dos dois era uma genuína autocracia, isto é, um estado "personalista". Um regime totalitário que dura quarenta anos não é uma façanha feita por um homem apenas; trata-se de algo necessariamente apoiado e protegido por todo um enorme aparato estatal, do qual o próprio ditador normalmente nada mais é do que um mero porta-voz.

Este aparato estatal normalmente acaba se degenerando em vários conflitos internos e em pequenos grupos de interesse competindo entre si pela captura do poder. Em algumas ocasiões, isso é alcançado por meio de mecanismos internos de "expurgos e purificações"; em outras, uma revolução popular é necessária para mudar a figura do chefe de governo. Ato contínuo, após a "revolução popular", o aparato estatal se reinventa e até mesmo troca seu rótulo e sua aparência externa, normalmente adotando uma postura mais democrática e mais tolerante do que antes. No entanto, sua composição interna em quase nada muda.

Para os cidadãos oprimidos, a queda do ditador pode parecer o fim da ditadura ao qual ele sempre esteve associado. Porém, embora ditadores caiam, o estado sempre permanece. A corrupta e opressiva rede de interesses políticos, extremamente habilidosa na arte da pilhagem, mantém seus tentáculos firmemente agarrados na economia, no sistema jurídico e, é claro, na própria máquina pública.

Assim, na prática, o aparato estatal é como um polvo que, ao ter uma cabeça derrubada, simplesmente cresce outra em seu lugar.

Na Romênia, a sangrenta revolução de 1989 foi sucedida por anos de transição e reformas econômicas que simplesmente culminaram no partido social-democrata — majoritariamente formado por ex-comunistas — capturando o poder e servindo aos seus próprios interesses. Em si, a morte do autocrata trouxe apenas pequenas alterações para o povo no front político e econômico. Embora tenha sido uma mudança, não foi nenhuma mudança profunda. Ela não alterou o sistema, o qual continuou — com a mesma ideologia e com os mesmos políticos de antes — afetando e destruindo a economia, e restringindo as liberdades da população.

Como sempre alertou Mises nesse contexto, "todo socialista é um ditador disfarçado".

Também nas democracias

É importante ressaltar que esse mecanismo de auto-proteção do estado não ocorre apenas nas ditaduras. Ele ocorre igualmente nas democracias. Só que, nestas, há todo um aspecto de legitimidade.

Frequentemente, as pessoas rejeitam a elite política — também chamada de "o establishment" — que as está espoliando. Ato contínuo, exigem sua derrubada. No entanto, mesmo que esta elite política seja retirada da linha de frente, o poder estatal e a máquina pública continuam intactos. O que normalmente acontece é que apenas a linha de frente (a face visível) da elite política é alterada; todo o resto continua impávido. Toda a gigantesca máquina de exploração legalizada, toda a burocracia, todas as leis criadas por políticos, todas as regulamentações, todos os jogos de bastidores e todos os demais poderes estatais continuam intactos.

No final, simplesmente houve uma troca da linha de frente da elite governante.

Esse novo establishment pode ser igual, pior ou ligeiramente melhor do que aquele do qual as pessoas acreditam ter se livrado. Por isso, na prática, tanto em uma ditadura quanto em uma democracia, o máximo a que você pode aspirar é trocar uma elite política ruim por outra que seja mais aceitável. E só. Todo o cerne do problema continua inatacado: o aparato estatal.

Como exemplos, o Leste Europeu derrubou seus establishments em 1989, mas manteve seus estados, dando origem a economias mistas e social-democratas. A Rússia se livrou dos bolcheviques em 1990 e colocou em seu lugar uma oligarquia autoritária. Em ambos esses casos, os regimes subsequentes eram melhores do que os anteriores. Por outro lado, na primeira metade do século XX, México, Rússia, Espanha, Alemanha, Itália e Argentina, e na segunda metade, Cuba e Venezuela derrubaram seus establishments e os substituíram por outros ainda piores.

Logo, a simples troca (ou derrubada) de um establishment ruim não é garantia de nada.

Conclusão

Quem de fato comanda o estado, quem estipula as leis e as impinge, não são os políticos, mas o estamento burocrático: isto é, a permanente estrutura burocrática formada por pessoas imunes a eleições ou a troca de regimes. São estes que compõem o verdadeiro aparato controlador do governo.

O estamento burocrático é uma máquina estável que sempre procura fazer o sistema funcionar em benefício próprio. Ele resiste a qualquer arroubo (revolucionário ou reacionário) que possa causar desconforto.

Considerando as perspectivas atuais, o Zimbábue pode até se auto-rotular agora como um país livre ou mesmo uma democracia; porém, seus problemas — inflação, corrupção, pobreza e falta de liberdade — continuarão normalmente. Acima de tudo, a mesma elite política continua no poder. A diferença entre o passado e o futuro do Zimbábue será visível, talvez, apenas no grau da opressão efetuada por seus governantes.

Uma genuína liberdade política e econômica requer ares completamente diferentes. Nunca será possível respirar enquanto políticos estiverem determinando como e quando as janelas podem ser abertas. É o ato de fazer este ar circular, e não o ato de mudar o rosto dos opressores, que faz com que revoluções populares possam ter um papel decisivo. A Revolução Americana continua sendo o melhor exemplo.

 

32 votos

autor

Carmen Elena Dorobat
é pós-doutoranda em economia na Universidade de Angers, na França, e professora na Bucharest Academy of Economic Studies.


  • Observador  04/12/2017 15:22
    Para fugir do sistema, você não tem de fazer uma revolução; você tem de fazer uma secessão. Você tem de retirar todo o seu apoio ao sistema vigente. Você tem de revogar a legitimidade que você conferiu a essas organizações. Você tem de fazer isso, e todas as outras pessoas também têm de fazer isso.

    E isso não é uma coisa que pode ser organizada antecipadamente. Escândalo após escândalo, já deveria estar evidente que o estamento burocrático é incorrigível e que o sistema é irreparável. Ele não pode ser reformado. Ele não pode ser "capturado desde dentro". Ele tem de deixar de ser financiado. O segredo da liberdade não é a revolução; o segredo da liberdade é a deixar de financiar a ordem centralizada existente.

    Por exemplo, o segredo da estabilidade monetária e de uma moeda forte não é capturar o Banco Central e colocar lá "um dos nossos", ou conceder a ela uma suposta independência. O segredo é a soberania monetária. Qualquer um utiliza a moeda que quiser sob uma ordem social de livre mercado. E isso só se consegue via secessão.

    O segredo de uma melhor educação não é capturar e controlar o sistema público de ensino. O segredo de uma educação melhor é utilizar a internet (o que reduz sobremaneira os custos da educação), descentralizar todo o processo, e colocar os pais no controle do programa educacional de suas famílias.

    O problema é que os conservadores e vários libertários são de lento aprendizado. Eles ainda insistem em dizer que o melhor a ser feito é capturar e controlar o sistema progressista, pois acreditam que têm um plano melhor para fazê-lo funcionar. Isso foi o que os bolcheviques fizeram com a burocracia do Czar. Isso foi o que os revolucionários franceses fizeram com a burocracia de Luís XVI. Isso foi o que os revolucionários americanos fizeram com a burocracia de George III. Isso é o que o sul dos EUA teria feito caso tivesse vencido.

    A revolução tecnológica, a revolução "open source", vai descentralizar o mundo de maneira mais intensa. A descentralização não vai levar a uma revolução. A descentralização vai levar à secessão. Refiro-me a uma secessão ao estilo de Gandhi. Refiro-me à retirada do apoio.

    Você não tem de pegar em armas contra o estado; você simplesmente tem de se recusar a cooperar com ele. Agindo assim, você faz com que seja mais difícil e mais custoso para o estado tentar tiranizar você.
  • Graciano   04/12/2017 17:15

    Eu sinceramente não tenho muito conhecimento para opinar, porem achei o artigo muito esclarecedor e inclusive de alguns comentaristas que deixam o tema ainda mais claro gosto demais dos artigos do instituto Mises não perco nenhum. O observador arrasou.
  • CARLOS LIMA  20/09/2018 22:09
    Prezado Graciano: o que a pessoa que se intitula OBSERVADOR fez foi apenas copiar 'ipsis litteris', e colar, parte de outro artigo publicado também pelo IMB, intitulado "Não haverá nenhuma revolução" (www.mises.org.br/Article.aspx?id=1928), de autoria de Gary North. Neste caso foi o Gary quem arrasou, e não ele, que com certeza esqueceu de citar a fonte de onde capturou o texto. O esquecimento do 'Observador' faz com que muitas pessoas pensem que ele é o autor do comentário que postou. Desculpe ter cortado o seu barato, mas não consegui me conter. EM TEMPO: leia o artigo de Gary North. É excelente...
  • Olegário  04/12/2017 23:47
    O povo da Venezuela já retirou o apoio ao estado (aliás, eles já não têm nem como SE apoiar)
    O povo da Koreia do Norte já retirou o apoio ao estado (aliás, eles já não têm nem como SE apoiar)
    O povo de Cuba já retirou o apoio ao estado (aliás, eles já não têm nem como SE apoiar)
    O povo do Zimbabue já retirou o apoio ao estado (aliás, eles já não têm nem como SE apoiar)

    Esses países já não cobram mais impostos. Eles se contentam em inflacionar a moeda e escravisar (literalmente) o povo. Nesses locais, a simples secessão não adianta
  • Imperion  20/09/2018 17:24
    Tem que ser uma secessao territorial na venezuela. pega se em armas , se separa do resto, organiza sse um novo governo e pra recuoerar a economia local, uma economia de producao e, em que oarasitast nao recebem, so quem produz. Porisso que as vezes alguns estado almejam a independencia . O resto do pais continuaria em maos dos destruidores da patria. E as oessoas recomecariam d
  • Rafael Nascimento  06/12/2017 00:12
    Você desconsidera que a tecnologia é uma via de mão dupla e, portanto, também age em favor dos estados tiranos
  • CARLOS LIMA  20/09/2018 22:45
    Prezado 'Observador' eu acho que seria interessante dizer de onde esse texto foi tirado: 'NÃO HAVERÁ NENHUMA REVOLUÇÃO', de autoria de Gary North, publicado no site do IMB em 25mai2017. Link para quem quiser ler o artigo inteiro, que é excelente por sinal: www.mises.org.br/Article.aspx?id=1928
  • Alberto Carlos  04/12/2017 15:25
    O estado, infelizmente, sempre será necessário para defender a propriedade privada. Afinal sem estado quem irá garantir que a sua casa é sua, e que ninguém mais forte irá tomar. Não vejo nenhuma solução além do estado para este problema.
  • Ricardo  04/12/2017 15:29
    Gozado. Quem toma a minha casa via "domínio eminente" ou "desapropriação" é o estado. Quem me assalta e confisca uma fatia do meu salário (minha propriedade) é meu estado. Quem confisca meu automóvel ou meus imóveis (minhas propriedades) caso eu não pague o arrego (IPTU e IPVA) é o estado. E quem me proíbe de ter uma arma para defender a minha casa contra a invasão de bandidos também é o estado.

    Ou seja, é justamente o estado que representa uma ameaça à minha propriedade e à minha segurança.

    E o que diz o Alberto Carlos? Que, se não fosse o estado, ninguém protegeria a minha casa, meus bens e meu salário.

    Dissonância cognitiva ou esperteza pró-estado?
  • Leigo  05/12/2017 12:40
    De certa forma concordo com o Alberto Carlos. Em um governo sem Estado, quem seria legitimado para tomar a casa que um mais forte tomou de um mais fraco? Ruas privadas não entram na minha cabeça. A justiça privada é interessante, será que todos os casos poderiam estar nela? Apesar disso vem o Alberto e aduz que o Estado está agindo sem limites, também concordo. Enfim, acho a segurança e justiça muito complexos. Um Estado fortemente descentralizado é o fundamental antes de qualquer coisa.
  • Sempre Mais do MESMO  05/12/2017 17:20
    A questão é livrar-se do VÍCIOMENTAL!!!

    tem quem "funcione" como aquela "pegadinha" onde o nome das cores são escritos na cor diferente e ao ler as palavras se erra a cor das letras. Ou ainda aquela que o cérebro é CONDICIONADO a fixar-se tonalidades (claro-escuro, preto branco) e depois disso pergunta-se o contrário de VERDE e o CONDICIONADO MENTAL não consegue perceber que é MADURO. ...afinal não se trata de cor ou tonalidade de cor, mas de outra categoria.

    As mentes fechadas não se livram de seu condiconamento e imaginam que somente um grande aparato estatal de coerção seria capaz de garantir a idéia de justiça e de proteção da vida, integridade e propriedade: NÃO É!!!

    Um exemplofácilimo de DESMISTIFICAR e DESCONDICIONAR isso são os JUSTICEIROS que acabam surgindo em certas cidades e comunidades.
    Esses JUSTICEIROS desobedecem o Estado e passam a fazer justiça contra bandidos.

    Qual a razão disso?
    Os seres humanos possuem ÍNDOLE, CONSCIÊNCIA, APTIDÃO e etc. diferentes. Os mais racionais, mais ionteligentes, RACIOCINAM como serem inteligentes e por tal mais COOPERATIVOS.
    Os humanos ANIMALESCOS ão são capazes de vislumbrar o quanto seria melhor o respeito mútuo ao direito de cada um (justiça) e euq isso levaria a cooperação com ganhos mútuos. Daí o RACIOSSIMIO e NÃO o raciocinio.

    Fataalamente a inexistência de uma gigantesca QUADRILHA de BANDIDOS com intenção monopolista (bando ou SÚCIA) FATALMENTE GERARIA organizações de JUSTICEIROS PRIVADOS que não imporiam tributos arbitrários à população, mas acabariam formando-se em organizações em REDE para proteção e mesmo para desenvolvimento de bens comunitários (estradas, ruas e etc.). Com isso todos pagariam POR SERVIÇOS que OBRIGATÓRIAMENTE DEVERIAM SER PRESTADOS ou CESSARIAM os PAGAMENTOS.

    Ora, o Estado surgiu exatamente como uma QUADRILHA de ASSALTANTES EXPLORADORES e PERVERSOS. Porém, foram as inconformidades, facínoras concorrentes e mesmo as reações de justiceiros que levaram à idéia de governantes que prestassem algum serviço aos seus cativos. A necessidade do apoio dos cativos deu origem a ESTRATÉGIA de prestar serviço e não apenas explorar.

    Essa estratégia foi incutida nas mentes sobretudo com a idéia de "PROTEGER" os submissos e mais modernamente ajudar os pobres, numa incontestável estratégia de SUN TZU. SIm a divisão da população lançando parcelas desta contra outras parcelas a fim do Estado (quadrilha dominante) SEMPRE obter APOIO de ALGUMAS PARTES INTERESSADAS em SE APROVEITAR de OUTRAS ATRAVÉS do Estado (da quadrilha monopolista).

    O que o comentarista observador parece ter em mente é que NENHUMA PARCELA APOIASSE a QUADRIOLHA ESTATAL ao AMBICIONAR UNIR-SE ao Estado para OBTER VANTAGEM DAS OUTRAS PARCELAS da POPULAÇÃO EXPLORADA.

    Ou seja, parece-me que a idéia do OBSERVADOR (comentarista) era a de que o ESTADO NÃO CONTASSE COM NENHUM APOIO da SOCIEDADE e assim o Estado estaria SOLITÁRIO e ANTAGONIZADO por TODOS os PAGADORES de IMPOSTOS, caso NENHUM PAGADOR de IMPOSTOS canalhamente SE UNISSE ao Estado visando APROVEITAR-SE de OUTROS PAGADORES de IMPOSTOS.

    Então, sob este aspecto o Observador esta CERTÍSSIMO.

    Se nenhum pagador de impostos se unir ao Estado e recusar-se SUBMETER-SE SERVILMENTE ao aparato estatal, fatalçmente esta QUADRILHA NÃO TERIA o PODER para SUBMETER TODA uma população.

    Bandidos que sonham em dominar são facilmente domináveis.
    Napoleão o afirmou magistralmente que QUEM SONHA SUBMETER aceita a SUBMISSÃO resignadamente.

    NÃO É OUTRA A RAZÃO de BANDIDOS pobres estarem sob as ORDENS de BANDIDOS RICOS.

    - Os soldados são pobres e logo se tornarão pagadores de impostos. è deles a força do goveno.

    - Policiais não ganham tanto quanto os inúteis que os comandam (comandam os comandantes) e etc..

    Qual a razão de remediados e mal remediados facínoras, em pleno exercício da bandidagem, obedecerem e SUBMETEREM-SE a seus ricos chefões??? ...Não é por senso de justiça!!! ...afinal, sua atividade é a injustiça.

    PENSEM NISSO!!! ...São condicionamentos subliminares que nocauteiam a racionalidade.

    NÃO É POR ACASO que os Estados chamam a seu JUDICIÁRIO de "JUSTIÇA" e a seus QUADRILHEIROS chamam de SERVIDORES PÚBLICOS. É uma TÉCNICA de SUBVERSÃO da RAZÃO por meio das palavras usadas contrariamente a seu significado. A TÉCNICA da CONTRADIÇÃO. (Marx entendeu isso!)

    Os tais "SERVIDORES PÙBLICOS" são RECEBEDORES de IMPOSTOS e SERVEM-SE dos PAGADORES de IMPOSTOS.

    Se essa injustiça dos que VIVEM do PODER (da FORÇA que EXPROPRIA) CONTRA os que VIVEM DO TRABALHO (da PRODUÇÃO OFERECIDA em TROCA) fosse percebida, fatalmente a SOCIEDADE SE UNIRIA CONTRA estes EXPLORADORES que VIVEM DA FORÇA e NÃO DO TRABALHO.
  • Luiz  21/09/2018 20:09
    Você enrolou, enrolou, escreveu muito e não disse nada. A pergunta do cara tem todo sentido. Objetivamente, quem vai garantir a segurança de que um combinado será cumprido? "Ah, contrata-se justiça privada" E se o outro lado não reconhecer a justiça privada que eu contratar, quem vai obriga-lo a cumprir seu contrato comigo? Se alguém ou algumas pessoas mais fortes que eu invadirem minha propriedade, minha casa, quem os obrigará a desocupar e devolver o que é meu para mim? Vejo vocês falando muito em vício mental, que tem de destravar a maneira de pensar e etc., mas não vejo propostas práticas da solução de problemas, a não ser a pura abstração, a pura crença de que aquilo vai funcionar porque é o "certo", não muito diferente dos socialistas com suas crenças irreais.
  • holder  04/12/2017 15:29
    derrubam o ditador, mas o bitcoin continua proibido por lá
  • Daniel  04/12/2017 15:39
    Excelente texto. É muito interessante ver o comportamento do estamento burocrático atualmente no Brasil. Todo esse estamento beneficiou-se incrivelmente com os governos petistas. No entanto, com a mera ameaça do regime ruir, praticamente todos se transformaram do dia para a noite em anti-petistas e críticos do intervencionismo. A burocracia é bastante ágil quando o assunto é a manutenção do seu poder de influência.
  • Nadienne  05/12/2017 12:48
    Texto de carmen, perfeito. E seu comentário, daniel, tbém. Que bom ler textos q são objetivos e claros, sobre coisas tão intrincadas qto política, economia, ser humano..rsrs. Amo seu site inst mises. Amo.
  • Raulrb  10/12/2017 17:08
    Concordo Daniel, 2018 os transformistas políticos vão aparecer em pencas dizendo que querem mudar o sistema.
  • Servidor Federal e empresário  10/12/2017 18:36
    Exatamente isto, o liberalismo é a nova moda em qualquer repartição pública atualmente, estão plenamente cientes da beira de abismo que o sistema se encontra e estão ansiosos para aplicar algum liberalismo para salvar seus benefícios.
  • Jefferson  04/12/2017 15:42
    O establishment já está um tanto perdido por causa das inovações tecnológicas. A elite governante está gradualmente perdendo o controle das comunicações, da educação, do desenvolvimento industrial, do planejamento civil, do consumo e de quase todo o resto. Os modelos antigos se tornaram antiquados e desacreditados, e os novos os estão substituindo, organicamente, de maneira duradoura.

    Por isso, eleger um autocrata personalista, seja de esquerda (Lula) ou de direita (Bolsonaro, ainda que em menor intensidade), pode colocar tudo isso em risco. Um movimento político impulsionado pelo ressentimento pode conferir poder a uma nova forma de controle oligárquico, resultando em uma calamidade ainda maior, uma que ninguém poderá controlar.
  • Afrânio  04/12/2017 17:25
    Em conversas do dia-a-dia, quando o assunto é economia e política, o que mais ouço é"precisamos de um governo assim ou assado", ou "o governo deve fazer isso ou aquilo, que aí funciona". E isso partindo de gente supostamente esclarecida.

    A esmagadora maioria das pessoas, inclusive as que criticam as idéias de esquerda dizendo que elas são responsáveis pela atual situação do país (correto), nada deseja além de apeá-la do poder e substituí-la por algum tipo de "governo forte". Não há uma sequer, na minha convivência, que considere o estado desnecessário. No máximo, que ele deva ser reduzido. Então, até que se mude a cabeça do dito brasileiro médio e que ele aprenda a conviver com a idéia de libetdade, muito tempo ainda deve passar.
  • Daniela  04/12/2017 17:03
    Caro Mises,

    Num cenário em que todo o aparato burocrático (ministérios, agências reguladores, bancos) fossem supostamente extintos, e esse pessoal que não faz nada não tivesse mais o nosso dinheiro e as benesses do governo, de que forma seria o impacto no mercado e na economia?

    Att,
  • PP  04/12/2017 17:26
    A maioria das pessoas é medíocre, vivendo apenas para garantir estarem vivas no dia seguinte. Não têm e nem se dão um propósito às próprias vidas. Por isso é tão fácil o establishment se manter: Ninguém está nem aí em levar uma vida de semi-escravidão.
  • Demolidor  05/12/2017 01:06
    Não. A maioria das pessoas é de bem. Só querem produzir, sustentar suas famílias e levar uma vida confortável e pacífica.

    Nós mesmos somos vítimas de aproveitadores pelo simples fato de seguirmos as leis. E isso também nos torna vítimas. Se não as seguíssemos, provavelmente nem mesmo estaríamos reclamando delas aqui nos comentários.
  • Pobre Paulista  04/12/2017 17:49
    "Se queremos que tudo permaneça como está, tudo deve mudar" - Giuseppe Tomasi di Lampedusa
  • Gustavo  04/12/2017 18:15
    Podemos dizer que, ao final da década de 80, o Brasil trocou seu establishment por outro pior?
  • Primo  04/12/2017 20:41
    Na minha opinião o estamento burocrático se 'adaptou', não houve 'troca'. Penso nosso caso ser semelhante ao Zimbábue, tanto década de 80 como em meados dessa década. Normalmente os líderes, a contragosto de suas convicções, aplicam algumas medidas libertariezantes, em um ritmo bem devagar de um modo que a inércia escravista se mantenha.
  • Minerius  04/12/2017 20:53
    Não exatamente. Os milicos eram todos keynesianos e destruíram a economia com uma hiperinflação de países socialistas e protecionismo de União Soviética (hoje ainda tem, mas se comparar com essa época, já foi muito pior). Trocou por outras porcarias que fizeram algumas mudanças importantes mas... o Brasil permanece um país fascista.
  • 4lex5andro  21/09/2018 12:04
    Fascismo brasileiro foi de centro-direita, de viés católico-conservador, mas comunista no espectro econômico.

    Como não era dirigido pelo PCB então a diferença era que o Brasil - e outros países vizinhos que seguiram o mesmo modelo - não tinham embargo dos US.
  • Minerius  04/12/2017 20:53
    Por isso a única solução é a secessão. É isso que os gradualistas não entendem (ou não querem entender).
  • Ygor  05/12/2017 00:11
    Não. Desde a década de 30 é o mesmo.
  • Imperion  20/09/2018 20:46
    Mudou pra continuar o mesmo
  • Leigo  04/12/2017 19:46
    OFF

    Já houve aquele debate entre os austríacos e o Ciro Gomes? Se sim, alguém poderia me enviar uns links?
  • Atento  04/12/2017 19:51
    Não houve. Foi tentado três vezes. Nas três, a assessoria dele disse que "não havia espaço na agenda".
  • Demolidor  04/12/2017 22:22
    Se eu não tivesse família por aqui, eu daria risada.

    O estamento burocrático tupiniquim se tornou tão sem vergonha que isso ficou óbvio para toda a população.

    Interessante que a função básica do estado seria manter a paz, proteger o povo contra invasão de forças que o desdenhem, não permitir a escravidão e a pilhagem de seus cidadãos. Enfim, proteger o país de um monte de coisas que o estado brasileiro vem praticando contra seu povo.
  • Ferreira Gomes  20/09/2018 19:14
    Realmente, é uma coisa que praticamente todos já perceberam.

    Quem REALMENTE manda no país NÃO É eleito. Juízes, desembargadores, "cargos de confiança", burocratas que entraram no cargo há 40 anos, sindicatos e conselhos, etc.

    Os brasileiros estão, lentamente, percebendo que a democracia é um paradoxo.
  • Striker  05/12/2017 12:00
    O estado brasileiro ultrapassou todos os limites da ética e do respeito.

    O governo troca leitos de hospitais por shows artísticos, jogos de futebol, olimpíadas, etc.

    Parques, praças e museus são sustentados pelo estado, enquanto o povo toma tiro na rua por falta de segurança.

    Funcionários públicos ganham auxílio moradia, pago com o dinheiro dos sem teto.

    Enfim, o estado foi dominado por criminosos.
  • Juliana  05/12/2017 12:25
    Ótimo artigo, apesar das constatações nada animadoras.

    Um ponto que eu considero positivo nas democracias atuais é que elas têm sido bem-sucedidas em impedir justamente revoluções e, consequentemente, ditaduras. O bem-estar social deixou todo mundo muito acomodado para isso. Não é grande coisa, mas essa aparente tranquilidade é parada obrigatória para se lançar as bases para um "novo nível".

    Parafraseando Mises, se somente ideias não são suficientes para iluminar a escuridão, então só nos resta voltar a pensar em fazer revolução.
  • Anti-Estado  05/12/2017 12:52
    Duas palavras: desobediência civil.

    Mas para isso é preciso gente corajosa, coisa que anda em falta aqui no Pindorama.

    Tudo é bem simples de resolver na verdade.
    Quer se livrar das titânicas taxas e burocracias? Bitcoin. Não quer depender do Estado para te proteger? Compre uma arma. Quer atrapalhar o avanço do Estado? Não pague impostos.

    Simples.

    Mas, ninguém aqui tem coragem de tomar nem essas simples iniciativas.
    Já ouvi muito: "arma? Tenho medinho!", "bitcoin? Cruzes!!", "não pagar impostos? Que horror!"

    Bananeiros sempre colocam impedimentos: "não, veja bem, não é assim, o povo não vai entender, vai virar anarquia, vamos dialogar, etc, etc, etc".

    Não basta ser bananeiro, tem que ser cagão.

    Vim do mato e lá gostava de assustar as galinhas com um pisão do lado delas, algumas até aprendiam a voar, heheheh.

    Pois bem, esse é o brasileiro: dê um pisão que ele sai se cagando feito galinha.

    Povo de merda.

    Povo inferior.

    Merece cada imposto no lombo, cada político fungando no cangote e cada cusparada que leva na cara.

    Att,

    Anti-Estado
  • Sempre mais do MESMO  07/12/2017 11:53
    Perfeito!

    Mas não só o bananeiro, a maioria do tal "serumano" é ainda animal e aceita com normalidade a submissão.
    A fraqueza física possivelmente o faz gregário e isso acaba fazendo-o servil ao comando da manada. Acredito que o instinto animal ainda se sobrepõe à razão.

    A larga maioria de humanos são como gado e facilmente são conduzidos por "vaqueiros" de humanos.
    Um cão, por exemplo, ao ser condicionado não questiona suas reações e ações, simplesmente segue. O humano não difere: explique a razão de um humano matar e morrer pelo seu time de futebol. Não é possível conceber tamanha imbecilidade.

    Explique a razão de humanos afirmarem que, por exemplo as estatais e a Petrobras serem patrimônio do povo. Isso nem um jumento aceitaria. O "dono" desse patrimônio nada recebe dele e nem mesmo tem acesso às propriedades de "seu" patrimônio e ainda paga os maiores preços pelo que o "seu" patrimônio porcamente produz.

    Quem é capaz de explicar tais imbecilidades???

    Como um ser humano pode conceder a outros o total arbítrio sobre sua vida??? ...em que se baseiam estes tais humanos para aceitar que outros humanos decidissem sobre sua vida como se fosse um boi, uma galinha ou um cão? ...em qual razão se baseiam pára assim se submeterem tão resignadamente???
  • Emerson Luis  31/12/2017 19:28

    Há quem afirme que Maduro é apenas o fantoche do comitê que realmente controla a Venezuela: se der errado (ou seja, se ele cair), quem vai ser preso ou morto será ele.

    Faz sentido.

    Além disso, uma teoria para explicar como um ditador consegue controlar uma nação:

    O ditador controla pessoalmente seis pessoas;

    Cada uma dessas 6 pessoas controla mais seis pessoas;

    Cada uma dessas 36 pessoas controla mais seis pessoas;

    Cada uma dessas 216 pessoas controla mais seis pessoas;

    Cada uma dessas 1296 pessoas controla mais seis pessoas;

    E assim por diante, até abranger toda a população.

    Logo, não há apenas um único ditador, mas sim toda uma hierarquia de ditadores.

    * * *
  • João   20/09/2018 17:15
    Acredito que esse comentário seja apropriado para este artigo: O que voces acham de ''O Teatro das Tesouras''? Muitas pessoas ja me recomendaram e falaram bem dessa serie.
  • Darlan  20/09/2018 17:18
    No caso brasileiro, tem um candidato que está pondo medo nas elites socialistas, mídias que dependem da grana pública e todo o setor público que não quer de jeito nenhum baixar impostos e liberar a economia.

    Quando um cara assim causa esse desconforto é porque eles sabem que o cidadão quer acabar com essa sujidade.

    Como não tenho opção, vou votar nele. Pelas reformas já.
  • João Paulo  20/09/2018 18:31
    Eu também irei votar nele, mas ao contrário de você (que irá se decepcionar), eu não tenho nenhuma expectativa de ele irá "fazer mudanças" -- aliás, é o cúmulo da ingenuidade achar que um sujeito que está aboletado na máquina pública há mais de 35 anos, e se beneficiando dela, irá realmente "fazer mudanças".

    Eu voto em Bolsonaro única e exclusivamente porque a alternativa a ele é ter o país comandado por um presidiário. E isso já ultrapassa todos os limites do bom senso e até da sanidade.

    Votar em Bolsonaro esperando mais do que isso é pedir para se decepcionar.
  • Fabrício  20/09/2018 18:40
    "Eu voto em Bolsonaro única e exclusivamente porque a alternativa a ele é ter o país comandado por um presidiário. E isso já ultrapassa todos os limites do bom senso e até da sanidade."

    Tirou as palavras de minha boca (ou do meu dedo). É exatamente como eu penso.

    Achar que Bolsonaro, que foi funcionário público a vida inteira, irá fazer algo de diferente é delírio, ingenuidade e wishful thinking. Não há a menor chance, ainda que ele realmente quisesse. Como o artigo explicou (e eu já pensava assim), o establishment sabe resistir a arroubos revolucionários ou reacionários que possam causar tumulto e atrapalhar um esquema que tão bem está lhe servindo.

    E Bolsonaro, convenhamos, construiu sua vida dentro do establishment. Assim, ele é tão "antiestablishment" quanto Ciro Gomes, Alckmin e qualquer deputadinho do PT. Todos são profissionais mamadores das tetas da viúva.

    Voto em Bolsonaro apenas para impedir que um presidiário controle o país, o que seria a desmoralização total.
  • Gilson Zolla  20/09/2018 19:29
    Então fechem este site de uma vez e não postem mais artigos, de que adianta isso tudo aqui se o stablishment sabe resistir?
  • Guilherme  20/09/2018 20:34
    Ué, o site é anarcocapitalista e defende o fim do estado. Aí posta um artigo explicando que apenas tentar reformar o estado e eleger "pessoas certas" não vai adiantar, pois o estamento que mantém o estado permanecerá intacto.

    Ou seja, só a abolição do estado resolve.

    E aí o gênio diz que isso é incoerência.

    É cada um...
  • L Fernando  20/09/2018 20:24
    Não penso assim
    È muita ingenuidade argumentar que o cara esta a 35 anos lá e não faz nada para mudar
    Para mudar precisa muito mais que boa vontade, precisa do poder, ou pelos menos acesso ao poder
    Não acredito que Bolsonaro va´solucionar alguma coisa a curto prazo, mas ao menos veremos o inicio de algumas mudanças principalemente a que ficou escancarada nesta eleição
    NÃO EXISTE E NUCA EXISTIU OPOSIÇÃO sempre eram os mesmos se alternando, se insultando e tirando fotos abraçados
    POVO está a anos sendo enganado de forma patética
    Ao menos agora parece que todos os contra o BOLSONARO estão baixando o nível pelo desespero de que realmente eles irão perder o controle
  • thiago  21/09/2018 11:10
    Vero. Podia ser o Amoêdo, que nem é chamado pros debates ou mostrado na grande mídia, enquanto o "Boulos" é.
  • Insurgente  20/09/2018 19:51
    Em que ponto chegamos hein?

    Ou se vota num presidiário ou se vota num sugador de teta.

    Mas veja que um consegue ser ainda pior que o outro.

    Que desgraça! Que desgraça!

  • Imperion  20/09/2018 20:42
    É necessário obrigar o estado a se comportar como uma empresa, prestar conta aos donos e nao obrigar quem nao pertencer ao clube a contribuir. Em suma, as oessoa vao se associar a quem lhe da o melhor resultado. O e stado comum se sustenta pela guerra contraoutros estados e de espoliar quem ta dentro.
  • Paulo Henrique  20/09/2018 21:47
    Eu estou lamentando que alguns liberais não tenham percebido ainda a oportunidade que o Bolsonaro trouxe ao liberalismo econômico no Brasil.

    Ele não precisa cumprir todo o plano de governo, basta resgatar o emprego e o crescimento econômico e os méritos vão ir para um economista liberal-chicaguista.

    A boa notícia é que existe muitas áreas para reformar no Brasil, o que significa que efeitos positivos podem ser vistos no curto prazo.
    A notícia ruim é que temos uma previdência rumando para quebrar. Com sorte, uma reforma é aprovada no fim do ano, antes do bolsonaro assumir, caso ele ganhe.

    Ficando a impopularidade para o Temer


  • Realista  21/09/2018 05:10
    Não há oportunidade alguma. Trabalho no Congresso, Temer não vai conseguir passar nada depois das eleições (nem pretende), muito menos o Bolsonaro se assumir - ainda que bem intencionado. Zero capacidade de articulação política. Parece que você leu o artigo e não entendeu nada.
  • anêmona  21/09/2018 18:11
    Se os eleitos só pensam na própria boquinha (impostos e gastos), queria só ver a reação do gado ao saber que QUEM REALMENTE MANDA no país NÃO É ELEITO. Juízes, desembargadores, cargos de confiança, burocratas que estão no cargo há 40 anos, sindicatos e conselhos, etc.

    A democracia está fadada ao colapso, é só questão de tempo.
  • Gilson Zolla  20/09/2018 22:19
    Este instituto aqui não tem apelo na sociedade, se quisessem algo sério ja tinham se manifestado mais na mídia, no linkedin, canais de tv, entre outros meios, nem vejo o tal do Leandro falando numa rádio, no linkedin, numa FGV, escrevendo artigos nos jornais e universidades, nada, nunca se dispôs a chegar na política e tentar mudar isso aí, esse povo do mises aí não quer saber de nada, só ficam falando falando falando. Falei ok.
  • Guilherme  21/09/2018 17:15
    É mesmo? Não é o que afirma o jornal o O Globo, que relata casos de estudantes do Ensino Médio confrontando (e destroçando) seus professores de esquerda com bases em artigos do site.

    oglobo.globo.com/sociedade/debate-sobre-se-nazismo-de-direita-ou-esquerda-atormenta-professores-23088894
  • Adriano  21/09/2018 17:37
    Haha, hilária a reportagem.

    "Meus alunos chegam a me peitar, gritar. Está nesse nível. Só quem é professor, principalmente da área de humanas, sabe o que está acontecendo"

    KKKKKKKKKKKKK!

    O mais louco da reportagem é que criaram uma imagem de que os professores de segundo grau são coitadinhos nas mãos dos impiedosos alunos que acessam o site do IMB.
  • Lee Bertharian  21/09/2018 19:44
    Ai, ai... Mais uma variação do "As mudanças devem vir da política!" Ou seja, os políticos vão renunciar aos seus privilégios e resolver os problemas que eles mesmos criaram. Olha como tá facinho pro Amoedo...
    Mas você veio para aqui no site, não é mesmo? Então continue lendo lendo lendo (de preferência entendendo) e depois divulgue. Ninguém (a não ser os políticos) falou que é um processo rápido, mas seus netos agradecerão.
  • %C3%83%C2%B3rf%C3%83%C2%A3o  20/09/2018 22:45
    LOS POLÍTICOS SON COMO UNA TORTUGA EN UN POSTE:

    - NO ENTENDERÁS CÓMO LLEGÓ AHI.
    - NO PODRÁS CREER QUE ESTÉ AHÍ.
    - SABRÁS QUE NO PUDO HABER SUBIDO SOLITA AHÍ.
    - ESTARÁS SEGURO QUE NO DEBERIA ESTAR AHÍ.
    - SERÁS CONSCIENTE QUE NO VA A HACER NADA ÚTIL MIENTRAS ESTE AHÍ.

    LO ÚNICO SENSATO SERÍA AYUDARLA A BAJAR.

    POR LO TANTO, HAGAMOS LO MEJOR, NO PERMITAMOS QUE LAS TORTUGAS ESTÉN EN UN POSTE.
  • Lucas Rodrigues  20/09/2018 23:48
    Como sempre o artigos do Instituto Von mises abrindo os olhos de quem não consegue enxergar sozinho. Obrigado.
  • %C3%83%C2%B3rf%C3%83%C2%A3o  21/09/2018 00:02
    Ronald Reagan: "La libertad nunca está a más de una generación de la extinción. No se la pasamos a nuestros hijos en el torrente sanguíneo. Se debe luchar por ella, protegerla, y transmitirsela a ellos para que hagan lo mismo".

    Javier Milei - Argentina:

    www.youtube.com/watch?v=TIpFVdfXASY

    www.youtube.com/watch?v=hAQg0kdqf9I

    www.youtube.com/watch?v=9jg0Rb8Gj8M

    www.youtube.com/watch?v=9jg0Rb8Gj8M

    www.youtube.com/watch?v=Ri2sr2SzeDI

    www.youtube.com/watch?v=5GCObzusITo


    Javier Milei:

    "Estar dolarizado lo único que te asegura es que los políticos no te afanen".

    Algún día la población comprenderá lo que el liberalismo propuso ya hace tiempo y lamentarán por el tiempo perdido.

    En todo lugar donde hay un político chorro siempre hay un "economista" keynesiano para darle "sustento teórico" al mecanismo del afano.
  • Andrius  21/09/2018 00:16
    Oi, Algum moderador pode me responder?
    Isso é mais um clone do Instituto?
    imb17.azurewebsites.net/Article.aspx?id=2190
  • Webmaster  21/09/2018 00:41
    É um site espelho, para quando o original sai do ar ou está em manutenção.
  • Andrius  21/09/2018 03:21
    Obrigado, imb17, o 17 é aleatório ou intencional kkkkkkkkkkkkk ^_^.
    Ps. Não precisa responder, estou só brincando :p
  • Gustavo A.  21/09/2018 12:42
    O que vocês acham do Partido Novo?
  • Pobre Paulista  21/09/2018 15:40
    Acho que não é nada liberal querer tributar igrejas
  • Skeptic  21/09/2018 13:22
    Uma dúvida sobre economia, a lei da utilidade marginal é suficiente para colocar a propriedade intelectual em cheque?
  • Visitante  21/09/2018 15:52
    Excelente artigo, como de se esperar aqui no Mises.
    Tenho tido dificuldades de acessar diversos artigos pelo celular, já há bastante tempo. Não é generalizado, são alguns especificamente que não abrem de jeito nenhum. Isso acontece com mais alguém?
  • vitor  23/09/2018 21:24
    Quando escrevemos no gerúndio, o pronome vem sempre depois do verbo:

    Este aparato estatal normalmente acaba (se degenerando) = errado
    Este aparato estatal normalmente acaba (degenerando-se) = correto

    Excelente texto!
  • Deep State  18/01/2019 16:32
    www.youtube.com/watch?v=XP3D1sUSuzg


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