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Alguns fatos cômicos (e patéticos) sobre o comércio internacional dentro do bloco soviético
Quando não estão matando, socialistas são uma comédia de erros

Uma das maiores contribuições de Ludwig von Mises ao pensamento econômico moderno foi a sua demonstração irrefutável de que o cálculo econômico sob o socialismo é impossível. Essa verdade indelével merece ser continuamente relembrada sempre que vários esquerdistas começam a se tornar saudosos do socialismo.

Com efeito, nada ilustra mais vivamente a paralisia mental gerada pelo socialismo do que as práticas de comércio exterior adotadas pelos regimes do Leste Europeu.

Em 1986, um guarda de fronteira tcheco parou uma família polonesa que estava saindo da Tchecoslováquia e ordenou à criança polonesa que retirasse seus novos sapatos tchecos "porque levar sapatos de crianças para fora do país é proibido". O guarda de fronteira polonês assistiu à cena passivamente — e então parou um carro tcheco vindo de Varsóvia e ordenou que os novos pneus poloneses fossem retirados das rodas do carro, alegando que haviam sido ilegalmente adquiridos na Polônia.

As desavenças comerciais típicas dos países do Ocidente eram meros piqueniques em relação às brigas comerciais dos países socialistas do Leste Europeu. O COMECON — Conselho para a Mútua Cooperação Econômica — era zombado pelos cidadãos do Leste Europeu como "conselho para a mútua troca de ineficiência". O COMECON era a organização que regulava o comércio exterior de um grupo de nações que instintivamente odiava o comércio exterior.

Em Budapeste, a máxima popular era: "Nós enviamos cereais aos tchecos e eles enviam maquinários aos poloneses. Os poloneses então enviam produtos químicos para a União Soviética e, como pagamento final, nós húngaros recebemos dos russos um grupo de danças folclóricas".

O comércio exterior era uma guerra perpétua no Leste Europeu porque absolutamente ninguém concordava com os preços estabelecidos. Na prática, os preços eram "burocraticamente estipulados, com total desconsideração por importantes noções econômicas, como custos ou nível de demanda."

Mas piora: como as moedas de cada país não eram conversíveis, eles utilizavam o rublo transferível, que era a moeda oficial do COMECON. Mas o rublo transferível era tão transferível quanto uma cédula feita de celofane. E dado que cada governo socialista determinava seus preços nacionais de acordo com seus próprios caprichos — normalmente sem prestar qualquer atenção aos preços vigentes ao redor do mundo —, o resultado era que ninguém se entendia, ninguém aceitava os preços, ninguém aceitava a moeda de ninguém (e nem o rublo transferível), e ninguém transacionava.

À base do escambo

Assim, os acordos comerciais entre os países do Bloco Oriental eram normalmente baseados em arranjos primitivos, como o simples escambo. O método mais frequente era estipular o peso dos objetos a serem comercializados, sem nenhuma consideração (ou mesmo recompensa) pela qualidade.

No início da década de 1980, Tchecoslováquia e Polônia concordaram em criar um arranjo no qual cada lado produziria peças de tratores e comercializariam entre si. Só que ambos eram incapazes de chegar a um acordo em relação aos preços praticados. Consequentemente, passaram a simplesmente trocar um quilograma de peças de trator tcheco por um quilograma de peças de trator polonês. Porém, com o tempo, cada lado começou a pensar que estava sendo trapaceado pelo outro. E aí até mesmo este acordo primitivo entrou em colapso.

Como Mises já havia explicado e previsto, se não há propriedade privada sobre os meios de produção, não há um genuíno mercado entre eles. Sem mercado, não há como surgir preços. E, sem preços, não há cálculo econômico. No bloco soviético, a incapacidade de se fazer cálculos acurados em relação a preços e custos tornava a especialização na produção de peças, componentes e bens de capital praticamente impossível.

E como os acordos comerciais se baseavam em quantidades físicas, os países não só não tinham nenhum incentivo para aprimorar a qualidade dos bens, como ainda faziam de tudo para maximizar o peso de seus maquinários e produtos. Consequentemente, as indústrias do Leste Europeu consumiam até três vezes mais insumos e matérias-primas por unidade produzida do que os fabricantes ocidentais.

Obviamente, aquilo que parecia ser uma virtude dentro do COMECON (máquinas pesadas, porém ineficientes) se tornava um defeito fatal perante o resto do mundo. Como reclamou o diretor do Comitê Nacional de Planejamento da Hungria, "É difícil comprar dos países do Comecon, e é difícil vender para os países do Ocidente".

Por tudo isso, os líderes do Leste Europeu não confiavam no comércio exterior. E, dado que cada governo socialista estava obcecado em planejar sua própria economia, cada país tentava minimizar a influência estrangeira. 

Essa desconfiança em relação ao comércio era compreensível porque os membros do COMECON eram famosos por sua "baixa disciplina" para enviar produtos, como diria um eufemismo socialista. Depender de insumos fornecidos por outro país — o qual não tinha nenhum interesse em fornecer produtos de qualidade — podia significar a bancarrota de vários setores da economia. 

Os soviéticos pararam de exportar seu algodão de maior qualidade para seus aliados do Pacto de Varsóvia, e isso por sua vez afetou a capacidade do Leste Europeu de exportar vestuário para o Ocidente. Os soviéticos também forneciam eletricidade para seus vizinhos, mas a má qualidade das redes elétricas levou a um crescente número de apagões e racionamento de energia, causando sérios danos à indústria húngara.

A tradicional desconsideração dos socialistas pelos consumidores alcançava extremos patológicos quando o consumidor era um estrangeiro — ou ao menos um estrangeiro que não estava pagando com moeda forte e conversível. Era extremamente difícil conseguir peças de reposição para bens produzidos em outros países socialistas. Por exemplo, a Hungria tinha de importar da América Latina peças de reposição para seus carros (Trabants) da Alemanha Oriental.

E era assim porque, de um lado, não havia um estoque de peças sobressalentes e, para as poucas existentes, os húngaros não aceitavam os preços estipulados pelos alemães orientais; de outro, nenhum cidadão e nenhuma fábrica da Alemanha Oriental aceitavam abrir mão de suas escassas peças mecânicas (que possuem alguma utilidade) em troca de uma moeda de papel inconversível e que nada valia.

O objetivo era o déficit comercial

Ao passo que no Ocidente a maioria dos países almeja um superávit comercial, no Bloco Oriental cada país almejava um déficit comercial (importar mais do que exportar). Óbvio. Exportar mais do que importar não era vantagem nenhuma. Quem exportava mais do que importava ficava com menos produtos no mercado interno e, em troca, recebia uma moeda sem nenhum valor. A principal função dos "rublos transferíveis" era servir como papel de parede e limpar o chão.

Por isso, cada país socialista era extremamente cuidadoso para não ter um superávit comercial. E, como consequência, o comércio entre os países do Leste Europeu era bem mais "equilibrado" do que nos países ocidentais. Mais uma prova de que almejar um "equilíbrio comercial internacional" não é necessariamente positivo.

E não só os países se esforçavam para equilibrar seu comércio uns com os outros a cada ano, como também tentavam equilibrar, de maneira rigorosa, o comércio de cada grupo de mercadoria. Quando a Hungria inventou o Cubo Mágico (também conhecido como Cubo de Rubik), vários russos queriam adquirir aquele brinquedo que viria a ser a sensação mundial do ano. Porém, se a Hungria aumentasse suas exportações do Cubo para os soviéticos, ela teria de reduzir suas outras vendas (mais importantes) para os soviéticos. Consequentemente, o país não fez nenhum esforço para satisfazer a demanda russa.

rubik.jpg

Ganhos de arbitragem

A enorme discrepância de escassez e subsídios entre os países socialistas criou enormes incentivos para ganhos de arbitragem por indivíduos.

Poloneses costumavam adquirir bens na Alemanha Oriental (país mais rico e de maior abundância) para revender no mercado negro da Romênia (país mais pobre e de maior escassez) em troca de moeda forte. Consequentemente, a Alemanha Oriental praticamente fechou suas fronteiras para os poloneses. E a Romênia, sabendo que os poloneses estavam indo lá para obter moeda forte no mercado negro, só permitia que poloneses portando algum objeto entrassem no país se eles antecipadamente fizessem um depósito em moeda ocidental forte para cada item transportado.

Os guardas da fronteira da Alemanha Oriental rotineiramente confiscavam os sapatos dos cidadãos de outros países socialistas quando estes saíam da Alemanha. E os guardas húngaros confiscavam salames das pessoas que saíam de Hungria. 

Nos dias de inspeções surpresas, os trens de passageiros eram parados e inteiramente vasculhados — o que incluía revistar os passageiros, abrir suas malas e até mesmo rasgar o couro de suas valises. A Romênia era particularmente famosa por suas inspeções ferroviárias de fronteira, que duravam um dia inteiro.

Como disse Jan Vanous, um refugiado tcheco em Washington: "Eles estão chegando a um ponto em que irão pesar você quando estiver saindo do país e pesarão de novo, junto com sua bagagem, quando você retornar."

Conclusão

Embora os problemas do COMECON fossem óbvios, a grande ironia é que eles não podiam ser resolvidos, pois a resolução deles levaria à destruição do próprio COMECON. Livre comércio e socialismo são tão incompatíveis quanto política e honestidade. Se as moedas do Leste Europeu se tornassem conversíveis, nenhum plano nacional de algum governo estaria seguro, pois empresas e indivíduos estrangeiros poderiam ir para esses países e adquirir o que quisessem, intensificando a escassez. 

Enquanto o governo estivesse comprometido com o planejamento central, influências estrangeiras tinham de ser minimizadas e estritamente controladas.

Ludwig von Mises alertou em 1920: "O socialismo é a abolição da racionalidade econômica". As excentricidades do COMECON foram uma das mais vívidas provas da insanidade que é tentar abolir os mecanismos de preços.

 

Uma versão deste artigo foi publicada no The Wall Street Journal/Europa em 25 de janeiro de 1987.


autor

James Bovard
é autor de dez livros, dentre eles Public Policy Hooligan, de 2012, e Attention Deficit Democracy, de 2006. Já escreveu para The New York Times, Wall Street Journal, Playboy, Washington Post e várias outras publicações.

  • Luiz Moran  09/11/2017 09:53
    Os russos tentaram transformar o comunismo de Marx, que é uma ideologia política, numa nova "ciência econômica".

    Por óbvio, jamais conseguiram tal feito, restringindo-se ao morticínio e a fome como consequência inevitável dessa ideologia.

  • Enxugando Gelo  09/11/2017 10:24
    O artigo seria engraçado, se nós não estivéssemos vivendo as mesmas coisas.

    Como experiência, vai comprar 5 pares de tênis no Paraguai pra você ver. Compre uma geladeira na Argentina e traga num caminhão para o Brasil. Compre umas garrafas de vinho no Chile e traga para o Brasil.

    Esse Mercosul é um COMECON !
  • ANTONIO  09/11/2017 13:35
    Verdade absoluta, e o caso dos Pneus ainda acontece hoje em dia no Uruguai
    somo um COMECON do seculo XXI
    e ainda tem gente que quer saudar a mandioca em 2018
  • Geraldo  10/11/2017 19:20
    "saudar a mandioca" = votar no Lula?
  • Old Buk   09/11/2017 13:45

    "Mais um triste episódio se registra no campus da Universidade Federal de Santa Catarina. Um evento cultural, que pretendia debater o tema "Semana Vítimas do Comunismo, a maior tragédia do Século 20", autorizado pelos órgãos universitários, foi cancelado inesperadamente, por pressão de grupos de esquerda.

    Estariam em Florianópolis especialistas para debater questões relativas ao gigantesco morticínio humano da Rússia no período Stalin. Este monstruoso líder comunista é vice-campeão mundial de assassinatos coletivos. Mandou matar mais de 43 milhões de seres humanos. Só perde para o ditador Mao-Tse Tung, que liquidou 77 milhões de chineses.

    O cancelamento, segundo os organizadores, foi decidido pelo professor Irineu Souza, diretor do Centro Sócio Econômico, que disputou o cargo de reitor apoiado pelo professor Nildo Ouriques, presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos e maior defensor do bolivarianismo em Santa Catarina.

    O cancelamento do evento e até das noticias veiculadas pela Agecom revela que a esquerda da UFSC assumiu atitudes fascistas e liquida com a diversidade ideológica, condição vital para existência de uma universidade" (dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/moacir-pereira/noticia/2017/11/a-pressao-dos-grupos-de-esquerda-no-cancelamento-do-evento-da-ufsc-que-critica-o-comunismo-9987740.html)

  • Mídia Insana  09/11/2017 15:10
    Feliz que tenham cancelado o evento. Publicidade gratuita e agora ele será publicado na internet, o que multiplicará a audiência dos especialistas. O fato de terem cancelado o evento também justificará um possível bloqueio de auditório no futuro por parte dos conservadores.

    Sem o auditório da universidade onde os espectadores podem ter sua presença contando como aula ou congratulada de alguma forma pelos professores, a esquerda está perdida. Não adianta colocar o vídeo de evento deles na internet. Nem de graça alguém assiste à verborragia de tédio que é uma palestra comunista. E quem for assistir por curiosidade não vai durar 10 minutos.

    Arrepender-se-ão os esquerdistas por terem devolvido os conservadores ao local onde eles são mais fortes.
  • Enxugando Gelo  10/11/2017 02:08
    Eu escutei que as redações esquerdistas do Enem e de outros vestibulares, estão com as notas supervalorizadas.

    Parece que os professores que corrigem as redações do Enem, estão fraudando as notas para colocar mais socialistas nas univerisdades.

    Esse é um dos motivos da esquerda ter crescido muito nas universidades.
  • Richard Stellman  13/11/2019 20:18
    O ENEM deveria acabar. Um exame que nasceu com o propósito de simplesmente avaliar a situação do ensino publico, tornou-se um Bloatware, que dá a impressão que sua vida depende disso e que sem ele você esta lascado.
  • Revoltado  13/11/2019 20:39
    Também acho!

    O ENEM mais parece aquelas ferramentas ideológicas através das quais os jovens têm permissão para entrar numa universidade cubana, tendo quase só como critério a "pureza ideológica"; a diferença é que na ilha dos Castro o coagido aluno deve defender o socialismo estilo século XX, enquanto ao sul do Equador obriga-se os mancebos a louvar o socialismo lacração do século XXI.
    Qual outra utilidade teria essa prova?
  • Demolidor  09/11/2017 14:46
    Ia comentar justamente isso. Em Salto del Guayrá, vá de carro velho com pneus velhos. Já teve gente que ficoi sem os pneus por lá, mesmo em carros novos.
  • Gabrielzão  09/11/2017 10:27
    Sobre este artigo publicado pelo Mises: Podemos ver que os comunistas são um fiasco no que fazem, e o fazem propositalmente. Um festival de palhaçadas, o país que vive sob o guarda-chuva soviético era um picadeiro a céu aberto, e 99,9% da população toma na tarraqueta. Quem lucra com essas bizarrices? Os capas-pretas seguidores do tio Karl Marx e cia LTDA.
    O comunismo é uma piada, uma verdadeira afronta à humanidade.
    Parafraseando Mises: "O socialismo é a abolição da racionalidade econômica". Ademais, o socialismo é a abolição da racionalidade intelectual do ser humano. Uma verdadeira insanidade.
    Países que adotaram esta porcaria se destruíram!!! Polônia, Romênia, Bulgária, Alemanha Oriental (Desde 1990 reunificada com a Alemanha Ocidental, que são um só país e, desde então, esta parcela germânica ainda não se equiparou economicamente com a fatia a oeste em termos de riqueza e PIB per capita) são alguns dos exemplos que o Comunismo é uma porcaria!!!
  • Estado, o deus-verme  09/11/2017 10:46
    O socialismo é como um episódio do Chaves: todos já sabem as piadas e sabem exatamente o que vai acontecer, mesmo assim riem no final. A diferença é que com o socialismo as pessoas riem para não chorar.
  • Gabriel  09/11/2017 10:47
    "Quando não estão matando", nunca então.
  • Igor  09/11/2017 10:49
    O tradução do artigo para o português BR não foi de muita utilidade, a menos que tenha sido para demonstrar como este país está irremediavelmente sovietizado. Fora a moeda inconversível o comércio de bens de consumo e o trânsito de pessoas nas fronteiras do Brasil é exatamente como nos países socialistas, inspeções rigorosas e confisco de bens pessoais, e a terra de Pindorama possui uma avançada agência de controle de comércio fronteiriço, os correios, se alguém tem dúvida do motivo do monopólio:

    www.gazetadopovo.com.br/economia/fiscais-desmontam-esquema-de-envio-irregular-via-correios-3g4iv60cfukv0vjs3mnb1r5u6

    www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/fiscalizacao-de-encomendas-nas-agencias-dos-correios-e-mais-intensa-na-regiao-de-fronteira-0fv3or8ys7ekibg9op32ol9hq

  • Emerson  09/11/2017 12:48
    Ué, se algumas das situações descritas se assemelham muito à brasileira, então eis aí um motivo ainda mais premente para a tradução do artigo, pois se trata de utilidade pública. "Vejam quão próximos estamos do arranjo soviético" é o alerta a ser depreendido do texto.

    Ainda preciso entender essa intolerável mania do brasileiro de só resmungar e depreciar (ao mesmo tempo em que consome tudo de graça). Impressionante.
  • Victor  09/11/2017 11:09
    Estou pasmo. NUNCA tinha lido nada dessas forma, que explicasse essas idiossincrasias das economias socialistas de maneira tão didática e desnudasse essas histórias que mais parecem de terror.

    Mas, o mais impressionante foi ao final: durante todo a lida do texto, estou pensando que é mais um daqueles depoimentos, feitos depois que os regimes socialistas do Leste Europeu terem caído, feito por algum refugiado, com maior conhecimento de economia, e eu deu alguma entrevista explicando o caos econômico que era aquilo tudo. Ou, na melhor das hipóteses, alguma explicação de algum economista mais ligado na realidade (nada de keynesianos ou marxistas malucos), depois que aqueles regimes caíram e, debruçando-se sobre as informações colhidas depois que os regimes caíram pôde explicar aquela maluquice. Mas não.

    Não foi nada disso. O espanto é que o artigo é de 30 anos atrás, ainda com os regimes em vigência e publicado num jornal para leigos, explicando tim-tim por tim-tim a loucura que era tentar fazer uma economia funcionar sem as ferramentas naturais para aquilo, como o sistema livre de preços e salários.

    Inacreditável como nós, aqui na República Pentecostal do Bananistão, NUNCA poderíamos ler uma matéria dessas, em português (muito menos em inglês, haja vista que não havia Internet e quem tivesse acesso a jornais estrangeiros naquela época, provavelmente já sabia disso por outras vias) nos nossos jornais e revistas. Também, pudera. Em 1987, depois do plano socialista econômico, o Plano Cruzado, a "intelligentsia" do país estava mais interessada em eleger Lula para presidente em 1989...

    E durmamos com um barulho desses.
  • Enxugando Gelo  09/11/2017 13:47
    Seja bem-vindo !

    Eu acho que o IMB é muito mais do que um think tank que defende liberdades individuais, propriedade privada ou capitalismo.

    O IMB parece mais uma busca pela realidade dos fatos.
  • Victor  09/11/2017 17:17
    Obrigado pelas boas vindas, mas, não sou exatamente um "novo visitante" no site do Instituto Mises Brasil. Já o leio há tempos, e, via de regra, praticamente todos os artigos são, sem dúvida, muito bons e não encontram paralelo em outro lugar na Internet em língua portuguesa.

    O quê disse que me espantou foi ler um artigo desses (não necessariamente aqui no IMB, mas, em qualquer lugar!) com esse tipo de informação e que houvera sido publicado numa época em que muita gente ainda acreditava no sucesso do socialismo, mormente no Leste Europeu. Não que esse tipo de lunático, hoje, em pleno ano de 2017, não acredite mais no sucesso do socialismo - acredito que eles acreditam até com mais força - mas sim o fato de a história já ter ridicularizado-os e esse tipo de informação, exatamente por vivermos na era da informação, ainda me surpreende.

    Mas, de qualquer forma, obrigado pelas boas vindas.
  • WestBerlin  09/11/2017 11:15
    A história dos pneus me fez lembrar que aqui na fronteira com o Paraguai acontece a mesma coisa. Você está arriscado a terminar com o carro sobre estacas e com uma baita multa se o guarda da fronteira achar que teus pneus são novos. Ouvi até que vendedores do Paraguai, sabedores disso, tentam dar uma "envelhecida" nos pneus para vender para os brasileiros. A bizarrice econômica do comunismo está entre nós.
  • Felipe Lange S. B. S.  09/11/2017 13:04
    MerCUsul, como é conhecido.
  • Enxugando Gelo  09/11/2017 13:26
    Eu não quero ir para Miami ou Paraguai para fazer compras.

    Eu quero comprar barato aqui no Brasil.

    Nós perdemos milhares de vagas de emprego, porque as lojas baratas são em outros países.

    Que diferença faz pagar 6% de imposto em Miami, no Paraguai ou em São Paulo ?

    Se tivermos os mesmos impostos de Miami ou do Paraguai, os nossos preços sobre importados serão muito mais competitivos.

    Os socialistas estão exportando empregos !!!!!!
  • Capital Imoral  09/11/2017 14:32
    Neste natal devemos lembrar dos pobres e oprimidos pelo capital

    Neste texto irei contar a história de duas pessoas completamente diferentes. O primeiro deles é o Richard; homem rico, inteligente, bonito, poderoso e dono do mundo. O segundo é o Wellingson; morador de rua, pobre, viciado em crack e analfabeto.

    Richard irá para o shopping gastar cerca de vinte mil reais em compras para família branca e burguesa. Somente na árvore de natal ele irá gastar mais de três mil reais. lógico que tem que comprar as roupas brancas (promoção) cerca de R$150,00 cada. Provavelmente irá tirar uma selfie ao lado do Papai Noel, no novo iphone x; e ao fim do dia, se tiver sorte, poderá fazer sexo com a esposa de olhos azuis.

    Wellingson neste natal irá comer pão duro na rua. Ele está viciado em Crack. Ele não é como Richard que busca sempre estar informado e bem educado para o futuro. Wellingson não tem nada. Wellingson é analfabeto. Este mundo é muito cruel, neoliberal. Mas mesmo assim, Wellingson insiste em querer sobreviver neste natal; ele procura emprego de empacotador nos supermercados, desde novembro, mas logo é negado ao saberem que ele é usuário de crack. Este mundo é muito cruel, neoliberal. Não há paz.

    E parece que quanto mais a vida torna-se cruel, mais Wellingson torna-se bruto e desumano. A linha que separa nossa humanidade está ficando cada vez mais fina para Wellingson. Ele está com muita fome, se pudesse, comeria durante dias a fio. Qualquer cachorro quente de R$3,00 já estaria de bom tamanho, pelo menos para aliviar.

    Mas voltemo-nos para vida do Richard, neoliberal. Você já viu a nova coleção de carros do Richard? Sim, ele pode comprar todos esses carros graças à "informação" de que seria uma boa investir em Bitcoins, lógico; ele já era investidor à décadas e a onda do bitcoin só foi mais um ganho para vida maravilhosa de Richard. É tudo tão perfeito, é tudo tão belo. Ele tem todos "contatos" e "informações". Richard dificilmente erra pois ele utiliza a ciência praxeológica.

    O inferno na mente de Wellingson é uma mistura de ignorância, frio, desumanização, vício em drogas e bebidas. É a completa destruição do homem. aliás, ele não é mais mais um homem; é um sub-humano. É tudo tão gritante neoliberal, você não consegue ver as diferenças sociais diante dos seus olhos? Neste mundo desumano onde quem tem à "informação" tem absolutamente tudo, e quem está de fora, não tem absolutamente nada. É tudo muito gritante. É o inferno na terra.

    Conclusão
    Se tem um lugar que eu odeio, este lugar se chama shopping. Ali, se encontra a maior concentração de burgueses e Richards por metro quadrado: existe burguês velho, branco, negro, anão, fêmea, jovem, bebê. E se você olhar bem, irá perceber que eles são todos iguais tentando ser diferentes. É tudo muito grotesco, aliás, a vida de um burguês é uma vida grotesca. O que quero dizer com isso, é que neste natal, devemos colocar a mão na consciência e não gastar dinheiro com bobagens no shopping e pessoas. Todos nós sabemos que essas pessoas são um lixo e que você só quer fazer sexo com a mina no qual você vai presentear, porque você também é um lixo. Pegue esse dinheiro e gaste com Wellingson. Pegue esse dinheiro e gaste com quem realmente sofre e precisa. Aqueles R$3,00 do cachorro quente pode decidir entre a vida e a morte.

    Parabéns Capitalismo, veja a merda no qual esse sistema nos colocou.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • Intruso  13/11/2019 13:09
    O vício em drogas não é exclusividade de uma classe social, ela está presente em todas as classes sociais e está de tal forma dessiminada que praticamente todas as famílias tem algum integrante. Eu que sou de classe média baixa gasto um razoável dinheiro em internações com meu sobrinho, é dinheiro que foi necessário gastar do contrário ele já estaria falecido. Do fundo do coração preferiria que esse dinheiro estivesse sido gasto em algum shopping e tivesse gerado emprego para algum Willienlson.
  • Revoltado  13/11/2019 17:15
    Correto!

    Lamentavelmente tenho um primo no litoral que precisou passar por reabilitação graças ao consumo de entorpecentes. Graças a Deus hoje está bem melhor, mas tive o desprazer de vê-lo em estado alterado e até mesmo repreendê-lo em virtude disso.
    Detalhe: este primo meu é de uma família classe média alta.
  • Rodrigo Alves de Paula  09/11/2017 14:56
    O Brasil já fez "transação comercial" com o bloco comunista exatamente desse jeito. Em 1967, o governo paulista adquiriu locomotivas diesel-elétricas da estatal LEW, da Alemanha Oriental: o pagamento aos alemães orientais foi com sacas de café...
  • Nordestino Arretado  12/11/2017 15:03
    Em pleno regime militar. E ainda teve aquela pretensão dos milicos de comprar motores de foguetes soviéticos para construir um MRBM brazuca. E tem conservador que ainda defende aquela merda de regime militar, que não passavam de esquerdistas travestidos de conservadores.
  • Ninguem Apenas  09/11/2017 15:37
    Eu não entendi sobre o comércio equilibrado forçar a diminuição da produção de cubos mágicos, se a Hungria produzisse mais cubos mágicos ela poderia obter um maior número de importações dos soviéticos com esse excedente, não? O comércio não continuaria equilibrado? porque ele precisaria reduzir as outras vendas?

    Eu sei que a moeda era extremamente fraca e os preços tabelados, mas se isso valia pra todos eles, porque não produzir os cubos e importar um maior número de coisas em troca?
  • Nikolai Baibakov  09/11/2017 16:33
    Em primeiro lugar, não é sobre forçar a diminuição de produção, mas sim reduzir as exportações. São coisas bastante distintas.

    Ademais, e igualmente importante, vale lembrar que, em uma economia socialista, aumentar a produção para exportar mais não é exatamente uma coisa simples e corriqueira. Com efeito, pode ser até mesmo fisicamente impossível. Produzir bens sob o socialismo é algo longe de ser trivial.

    No caso em questão, a Hungria exportar mais Cubos é algo que não faria sentido nenhum para o país, pois:

    1) As exportações seriam pagas em "rublos transferíveis", que não valiam absolutamente nada;

    2) A população húngara ficaria com menos Cubos no mercado interno (e, vale lembrar, simplesmente aumentar a produção não era algo trivial e corriqueiro em uma economia socialista).

    Caso eu morasse na Hungria não veria benefício nenhum nisso. Aliás, mesmo no atual arranjo não vejo nenhuma vantagem em exportar muito, que dirá em uma economia socialista.

  • Ninguem Apenas  10/11/2017 11:13
    entendi, vlw pela resposta!
  • Gabriel Vinícius  09/11/2017 15:41
    Excelente artigo.
    Explicou muito bem todo o funcionamento do COMECON e o principal, o porquê de ele não funcionar.

    Me lembrei agora do meu ensino médio. Uma professora de Geografia disse que os países pertencentes ao Pacto de Varsóvia conseguiam se sustentar sim, mesmo que não importassem do Ocidente, pois importavam dos outros países do bloco.
    Me lembrando disso, novamente percebo que essa praga vermelha está por toda parte...
  • anônimo  09/11/2017 16:56
    Não é atoa que uma parte gigantesca da economia comunista funcionava sob o Mercado Negro.

    Como é possível uma economia sobreviver dessa forma relatada?
  • Andre  09/11/2017 18:59
    Discordo que considere o artigo de pouca utilidade, mas concordo que bate um desespero quando diante de artigos destes retratando a semelhança da economia soviética com a brasileira o povo se impressione. Todos os povos do leste europeu sabiam que sua miserável situação se devia ao sistema socialista, aqui a população jura de pés juntos que o país está na merda que está devido unicamente à corrupção, vide aí os links que colocou.
  • Ninguém 2018  09/11/2017 21:41
    Dr. Rey é liberal? Ele disse que o Brasil precisa de Livre-mercado.

    Acontece que ele disse que a escandinavia esta fazendo QE, pois esta quebrada.
    Mas pera, o modelo monetário escandinavio não é ''currency-board''?

    Afinal, escandinavia esta quebrada? Como é o modelo monetário por la?

    Olhem esse vídeo do Dr.Rey falando sobre livre-mercado.
    https://www.youtube.com/watch?v=x9Em0Lo0UpU
  • João   09/11/2017 21:54
    Não tem nenhum Currency Board na Escandinávia. Você delirou nessa aí.
  • Mídia Insana  10/11/2017 01:35
    Não acho que o Dr. Rey seja liberal. O vídeo é somente bom senso. Ele é um empreendedor de sucesso e entende melhor do que nós sobre como o estado é um fardo para a iniciativa humana.

    Só a intelligentsia brasileira, cuja cabeça está embaixo da terra de uma caixa de areia federal, ainda não pegou o recado de como o Brasil é atrasado e de que eles SÃO o problema.

    Estava assistindo a reportagens do Japão recentemente e a quantidade de capital é extraordinária. E aí você para para ler algumas notícias e vê a seguinte notícia:

    g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2017/01/peritos-recolhem-mais-partes-de-corpos-na-penitenciaria-de-alcacuz.html
  • Nimrod  10/11/2017 00:57
    Uma observação: o artigo original falando do Comecon é de 1987...e as mesmas ações feitas pelo governo brasileiro nas fronteiras estão acontecendo em 2017 !!!
  • Orlandilson Landim Cardoso  10/11/2017 01:14
    O Brasil está chegando ao mesmo nível dos países do leste europeu, querem pesar as malas que vão e volta de Miami para impedir a entrada de mercadorias sem pagar impostos.
  • Emerson Luis  28/12/2017 12:33

    O socialismo é a abolição de toda e qualquer racionalidade - exceto a psicopática.

    Um sistema autoritário desperdiça muito tempo e energia com coerção interna.

    Dizem que os comunistas só inventaram o AK47, inventaram o Cubo Mágico também!

    Os soviéticos não usavam os preços reais do ocidente para planejar seus próprios preços?

    * * *
  • Músico  10/09/2019 15:00
    O site precisa ter mais artigos sobre as economias socialistas do passado. São um prato cheio.

    medium.com/@franciscoprimeiro/uma-análise-da-economia-soviética-sim-novamente-450999e85731
  • Isaias Lobao  12/11/2019 18:37
    Depois de relembrar estes fatos, me deparei como estamos próximos desta loucura. Os recentes protestos no Chile, o caos na Venezuela, as eleições argentinas são sinais dos tempos. No Brasil, temos uma geração que não conheceu a inflação, a correção monetária, os gatilhos salariais, os planos econômicos entre outras bobagens, está se rendendo a cantilena socialista. Por isso, é necessário divulgar textos como esses.
  • Felipe   12/11/2019 22:02
    Li essa notícia hoje:

    "Como deve ser o Programa Verde Amarelo que o governo lança nesta segunda"

    O que acharam disso? Teve gente falando que isso só vai beneficiar as grandes empresas, então eu não sei. Acho que isso não apenas não deveria ser temporário, como a CLT e a "justiça do trabalho" e seus derivados devem ser imediatamente abolidos. O presidente não pode simplesmente revogar os decretos do Getúlio que criaram isso?
  • Bruno Feliciano  13/11/2019 04:03
    A CLT é constitucional, uma alternativa para dribla-la é lançar essa carteira verde e amarelo e o trabalhador escolher qual carteira ele quer.
    Uma o contrato manda e a outra as legislação manda.

    Problema é que o Guedes já assumiu que isso não foi aceito e parece que o jeito foi fazer isso ai.
    Cara, eu não curto gambiarra assim, mas talvez seja melhor que nada. Vai ser mais viável contratar mais jovens.

    Eu já falei e repito: Na America Latiná a paz sera eterna quando acabarmos com as FARC, Cuba e Venezuela. Aqui é o único lugar no ocidente que a ameaça socialista continua, criaram esse socialismo latino americano chamado Bolivarianismo. Depois que a URSS caiu, tentaram re-formular uma ideia fracassada.

    A justiça do trabalho talvez dê pra abolir
  • Estado o Defensor do Povo  13/11/2019 14:23
    onde foi que você leu que numa o contrato manda e na outra a legislação manda?
  • Bruno Feliciano  13/11/2019 15:39
    A ideia seria essa cara, a própria reforma trabalhista do temer deu mais autonomia a isso, o acordado prevalece o legislado, com limites é claro, mas a ideia era essa.

    No caso do Bolsonaro, seria isso a ideia, porém sabemos que o parlamento e o STF facilmente rejeitaria alegando ser ''ilegal''
  • Rodrigo  13/11/2019 18:00
    Infelizmente, não é só na América Latina que a ameaça socialista continua.

    Saiu uma pesquisa onde boa parte dos millenials americanos são favoráveis ao socialismo (apesar de serem a favor da livre iniciativa (??)). Candidatos socialistas nos EUA tem ganhado cada vez mais popularidade. Na Europa parece que ainda tem muitos socialistas também.

    Fico pensando no que seria necessário para essas pessoas quebrarem a ilusão...se outra crise de grandes proporções ou mais um experimento social fracassado.
  • Revoltado  13/11/2019 19:09
    Rodrigo,

    No caso dos millennials residentes no Primeiro Mundo, um estagiozinho vivendo como o povo propriamente dito em lugares como Cuba ou Venezuela seria uma excelente jogada. Digamos que um bimestre sobrevivendo com cerca de (sendo bem generoso) US$ 30 os faria repensar sobre quê tornou seus países de origem referências em desenvolvimento. Havana ou Caracas lhes permitiria "ligar os pontos" na cabecinha lotada de cannabis ou LSD...
  • Richard Stellman  13/11/2019 20:49
    "Fico pensando no que seria necessário para essas pessoas quebrarem a ilusão..."
    Preços baixos. É difícil ter esperança quando tudo a sua volta fica mais e mais distante, se não impossível de se alcançar, e ainda bota a culpa nos millennials, pra derrubar ainda mais.
  • Estado o Defensor do Povo  13/11/2019 13:41
    kkkkkkk esse Guedes é um gênio. Tomara que dê certo isso.
  • Felipe  13/11/2019 19:22
    De fato o socialismo é uma ameaça no mundo inteiro. Mas os socialistas latino-americanos, ao contrário dos existentes em países desenvolvidos, são defensores abertos do comunismo e extremamente violentos. São infinitamente perigosos. Vocês já viram algum esquerdista da América Latina fazer isso?
  • Aprendiz de EA  13/11/2019 12:56
    Pessoal, estou no momento lendo o livro "A Grande Depressão Americana" do nosso querido Rothbard, porém estou tendo uma certa dificuldade com alguns termos:

    Notas descontadas, notas compradas e aceitações.

    Alguém poderia me explicar o que seriam essas coisas? Pois as respostas que o tio Google me deu não ficaram muito claras.

    Obrigado!
  • Ninguém Apenas  13/11/2019 16:25
    São conceitos de era passadas, não fazem muito sentido para os dias de hoje. Mas pense nessas notas como se fossem cheques. Na época do padrão-ouro, a moeda papel eram certificados de depósito de ouro, chamados de notas bancárias. Notas descontadas eram aquelas notas que um comerciante ou qualquer pessoa recebia e imediatamente ia ao banco, descontá-la (entregar a nota e receber o equivalente em ouro).

    As aceitações eram devido o fato de alguns bancos em tempo de crise passarem a ser vistos como não sólidos (emitiram mais notas do que tinham de ouro em posse) e por isso as notas desses bancos deixavam de serem aceitas como dinheiro.

    A emissão dessas notas era principalmente feita via empréstimos, alguns bancos imprimiam notas sem equivalente em ouro e as usavam para conceder empréstimos e obviamente lucrar com isso.
  • Aprendiz  13/11/2019 21:10
    Entendi, obrigado!

    Rothbard diz que o FED por diversas vezes durante a década de 20 comprou largas quantidades destas notas, isso significaria então dizer que o governo comprava esses "papéis podres" para resgatar os bancos insolventes gerando inflação?

    Obrogado!
  • Marcelo  13/11/2019 14:12
    Apenas um reparo: política e honestidade não são incompatíveis.
    O liberal econômico precisa entender que ele não é uma ilha de honestidade.
    O liberalismo econômico está para a política assim como os trilhos de uma linha férrea estão para a sua locomotiva.
    A honestidade vem sendo destruída pelo genocídio cultural praticado pela esquerda política mundial, quando desconstrói os princípios espirituais cristãos e a filosofia Greco/romana daí inspirada para, em meio ao caos, legitimar a construção de uma Nova Ordem Mundial socialista.


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