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País nórdico confessa: se a fecundidade não aumentar, nossa social-democracia estará condenada
Os finlandeses não estão procriando rápido o bastante para bancar o governo

A social-democracia é um arranjo paradoxal: embora ela seja vista como a salvação dos pobres, ela só pode funcionar — e ainda assim temporariamente — em países de população rica.

E o motivo é simples: para que um estado de bem-estar social — no qual o governo cuida de todos por meio de altos gastos sociais e ainda fornece vários serviços "gratuitos" — funcione, o governo tem de tributar pesadamente a população.

E para que essa alta carga tributária não afete a criação de riqueza da economia, essa população tem de ser extremamente produtiva e possuir uma alta renda per capita. Ela tem de produzir a taxas cada vez maiores, e já ter uma grande riqueza acumulada, para poder ser pesadamente tributada pelo governo e ainda conseguir manter seu padrão de vida. Só assim ela poderá arcar com a alta carga tributária necessária para bancar o estado de bem-estar social.

Caso contrário, se a produtividade não for crescente, o governo estará confiscando riqueza a uma taxa maior do que ela é criada. E aí a pesada tributação fará a riqueza definhar. E se a renda per capita não for alta o bastante, simplesmente não haverá como o governo continuar tributando para manter o estado de bem-estar social.

Uma coisa é o governo tributar pesadamente uma população já rica e produtiva; outra, completamente oposta, é o governo querer fazer o mesmo com uma população pobre e pouco produtiva. Para efeitos de comparação, onde você acha que seria mais fácil manter um estado de bem-estar social: na Suíça ou no Haiti?

Obviamente, tributar apenas os "ricos" para então bancar todo o resto da população "não-rica" é algo numericamente impossível, pois simplesmente não há, em nenhum país do mundo, ricos em quantidade suficiente para serem continuamente tributados e custearem sozinhos os gigantescos gastos efetuados pelos estados assistencialistas ocidentais.

Portanto, para a social-democracia se manter, toda a população tem de ser rica e muito produtiva.

Consequentemente, uma social-democracia, para se manter, tem de criar um arcabouço amplamente liberal em termos de economia de mercado: as pessoas têm de ser extremamente livres para investir, produzir e criar riqueza; o ambiente burocrático e regulatório tem de ser leve e pouco intrusivo; a facilidade de empreendimento tem de ser máxima; o respeito à propriedade privada tem de ser total (caso contrário, não haverá investimentos); os investimentos estrangeiros têm de ser liberados.

O melhor exemplo prático, obviamente, são os países nórdicos, os quais seguem à risca essas regras: seu ambiente empreendedorial é extremamente desregulamentado e os países são um dos mais abertos do mundo para o livre comércio. Demora-se no máximo 6 dias para abrir um negócio e as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média. A dívida pública é baixa, o que significa que o governo não estoura o orçamento. Não há salário mínimo estipulado pelo governo. Há uma robusta proteção dos direitos de propriedadeAs alíquotas de imposto de renda para pessoa jurídica são das mais baixas do mundo. Não há impostos sobre a herança.

Todas as atuais sociais-democracias do mundo seguiram o mesmo ritual: primeiro elas enriqueceram por meio de uma economia de mercado amplamente desregulamentada; depois, só depois, adotaram um estado de bem-estar social.

Entra a Finlândia

Antes de a social-democracia ter se radicalizado nos países nórdicos ao final da década de 1960, a carga tributária destes países era de aproximadamente 30% do PIB — valor muito próximo ao de outros países desenvolvidos.  À época, todo esse fardo tributário era bastante visível, pois a maior parte da tributação se dava por meio de impostos diretos, os quais apareciam no contracheque dos empregados.

Ao longo do tempo, uma fatia cada vez maior da tributação passou a ser arrecadada por meio de impostos indiretos. Estes são bem menos visíveis para os que arcam com eles, uma vez que tais impostos ou são cobrados antes de o salário ser formalmente pago ao empregado, ou já estão incluídos nos preços dos bens de consumo.

A Finlândia é um exemplo bem interessante dessa política. 

A carga tributária do país era de 30% do PIB em 1965. Os impostos indiretos, tanto na forma de VAT (imposto sobre o valor agregado, essencialmente um imposto sobre vendas) quanto de contribuições compulsórias para a previdência social, equivaliam a 25% da tributação total. 

Atualmente, a carga tributária total já está 44% do PIB, sendo que metade disso está na forma de impostos indiretos (ou, utilizando um termo mais apropriado, impostos ocultos).

Como mostra o gráfico abaixo, os governos finlandeses financiaram a expansão do setor público e do estado de bem-estar por meio da elevação dos impostos indiretos (ocultos), e não por meio da elevação dos impostos diretos (visíveis). 

Impostos ocultos e visíveis na Finlândia (como porcentagem do PIB)

finnish.png

Distribuição dos impostos na Finlândia: a linha vermelha mostra a evolução dos impostos indiretos (VAT e previdência social); a linha verde mostra a evolução dos outros impostos (diretos); a linha azul são os impostos totais.  Fonte: base de dados tributária da OCDE e cálculos próprios.

Ou seja: para manter o estado de bem-estar social, o governo finlandês passou a tributar, de maneira crescente, toda a população. Isso era inevitável.

Mas mesmo este arranjo também não tem como ser duradouro. Há um fator crucial que simplesmente não pode ser ignorado, e o qual pode fazer todo o arranjo sucumbir: a demografia.

Mesmo as mais bem azeitadas sociais-democracias não podem contornar esta realidade: se a população parar de crescer, não haverá uma quantidade suficientemente grande de indivíduos para serem tributados no futuro para bancar os mais velhos, os aposentados e os mais pobres. Consequentemente, todo o estado de bem-estar social entra em risco.

De novo: mesmo os mais bem gerenciados estados assistencialistas terão de lidar com um futuro desafiador por causa das mudanças demográficas. Volumosos programas de redistribuição só funcionam se houver uma quantidade suficientemente grande de pagadores de impostos para bancar as prometidas redistribuições.

E, na Finlândia, a quantidade futura de pagadores de impostos está secando. Uma recente reportagem da Bloomberg relata que os políticos e economistas do país estão profundamente preocupados com o fato de que não haverá um número suficiente de pagadores de impostos no futuro para financiar o extravagante estado assistencialista do país. A Finlândia está vivenciando uma "escassez de bebês".

Em 2016, o país teve o menor número de partos em 148 anos — ou desde a grande fome de 1868. A taxa de fecundidade da Finlândia caiu para 1,57 filho por mulher, e o percentual de pessoas com 20 anos de idade ou menos em relação à população em idade de trabalhar é de 40%. Era de 60% em 1970. Ou seja, a base da pirâmide etária encolheu acentuadamente, ao passo que o topo está só aumentando.

Este percentual de 40% é o menor entre todos os países nórdicos.

A situação pegou os economistas do país de surpresa. Eles não só não têm nenhuma solução para isso, como ainda se mostram um tanto desesperados. Para Heidi Schauman, economista-chefe do Aktia Bank, as estatísticas são "assustadoras". Como ele próprio explica (negrito meu):

Essas estatísticas mostram quão rapidamente nossa sociedade está mudando, e não temos nenhuma solução para evitar esse fenômeno. Temos um setor público grande e o sistema precisa de pagadores de impostos no futuro.

O economista claramente não percebeu a deliciosa ironia contida na última frase de sua declaração, a qual revela explicitamente a essência dos estados modernos: a função do setor público é apenas se servir das pessoas.

Sem a capacidade de expropriar eternamente capitalistas e empreendedores ricos, o estado de bem-estar social passa a ser apenas uma máquina ensandecida cujo único propósito é perpetuar a própria existência devorando quantidades maciças de impostos extraídos das próprias pessoas a quem ele diz estar servindo.

Se a tendência demográfica ameaça a existência dessa máquina, bem, então mais pessoas devem ser geradas apenas para continuar alimentando esse mecanismo. Isso lembra o enredo do filme Matrix.

Conclusão

Com suas baixas taxas de fecundidade, a demografia já é uma preocupação em todo o mundo desenvolvido. Mas as atuais tendências demográficas são particularmente problemáticas para países com generosos estados de bem-estar social, uma vez que uma baixa fecundidade coloca em risco a própria sobrevivência do sistema.

Os "beneficiários" das mais avançadas sociais-democracias não estão se reproduzindo em quantidade suficiente para bancar os benefícios que estão recebendo. Consequentemente, estão "colocando em risco" a sobrevivência de longo prazo dos mais generosos estados assistencialistas.

Por outro lado, é importante ressaltar que mudanças demográficas não necessariamente geram problemas econômicos e fiscais. Hong Kong e Cingapura possuem taxas de fecundidade extremamente baixas, mas não estão enfrentando problemas. Motivo: suas economias não são oneradas por estados assistencialistas de estilo ocidental.

No final, a ironia maior é que o arranjo que mais será afetado pela baixa taxa de fecundidade é exatamente aquele que é tão caro às esquerdas adeptas do controle populacional.

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Leia também:

As consequências econômicas e previdenciárias de uma redução na taxa de fecundidade

Uma proposta para uma reforma definitiva da Previdência

O mundo está superpovoado? Não. E isso será ruim para o futuro


autor

Daniel Mitchell
é membro-sênior do Cato Institute e especialista em política fiscal e o fardo representado pelos gastos do governo. É também membro do quadro editorial do Cayman Financial Review.


  • Capital Imoral  02/10/2017 15:12
    Para resolver essa questão é necessário que às crianças tenham liberdade sexual desde os nove anos de idade. Eu escrevi um artigo sobre isso.

    Queermuseu e a censura do homem nu

    O Brasil passa por uma grande onda conservadora e liberal que está censurando e destruindo vidas, carreiras, pessoas. A arte do Queermuseu e o homem pelado foram duramente atacados pelos ultraconservadores. Voltamos à ditadura. Quem está no poder são os neoliberais. Tempos sombrios.

    Antes de começar minha crítica cultural, gostaria de fazer uma pequena introdução sobre o que é arte e quais os "limites da arte". Arte é tudo aquilo que eu julgar que é arte; ela segue movimentos sociais e individuais do mundo inteiro. Por exemplo: Alguém corta o próprio braço, congela, e deixa exposto nas galerias da Le Fonds, França, para todo mundo ver. Eu, um homem de sutilezas, me senti inspirado e decidi que esta arte poderia ser melhor. Porque eu não poderia fazer a mesma coisa, só que dessa vez; cortar o braço de um bebê morto e expor nas principais galerias do Brasil?? ora, não há nada de errado nisso. Isso é arte. Não quero que você me imponha limites. Eu quero avançar, quebrar padrões. Veja que o primeiro artista avança nos conceitos estéticos, cabe a mim, fazer o mesmo trabalho, segundo minhas interpretações. Pois bem, foi definido o que é arte. Agora, cabe apenas concluir que a arte não tem limites. É igual o humor, não tem limites. Se eu tenho uma interpretação de mundo - por mais louco que seja - esta loucura deve ser respeitada.

    Nota: Se você assumir que o humor não tem limites, por consequência, você, obrigatoriamente, tem que assumir que a arte não tem limites. Caso o contrário será um neoliberal hipócrita.

    Sim! As crianças precisam ver.
    È um absurdo essa mania de querer proteger as criança dos novos conceitos artísticos e sociais. Ora, você nunca viu um pinto mole na vida, rapaz? Não há nada de errado, é só uma criança e um homem nu. Isso é puro moralismo de uma sociedade patriarcal, neoconservadora, escravocrata. Eu diria que faz até bem para criança. Ela fica mais madura; cedo ou tarde ela vai ver um pinto mole mesmo. De que lugar nasce está loucura? nasce do nosso instinto de sobrevivência, quando queremos resguardar os mais jovens e fracos. É um puro neoconservadorismo de fracassado, hipócrita. Para nós que somos "adultos" a partir dos 18 anos, tudo vale; mas se a pessoa tem 9 anos e 11 meses, então é uma criança que todo mundo quer proteger. Isso é uma hipocrisia, coisa que só pode advir de uma sociedade atrasada, como de fato é, à sociedade Cristã.

    Ora, se a liberdade artística vale para você; por que não valeria para uma criança? Afinal, uma criança não tem liberdade de consumo? E se os pais deixarem?

    Precisamos avançar socialmente e impor uma nova maioridade para esses seres que o homem moderno julga em desenvolvimento. Este novo ser será um adulto desde os nove anos de idade; poderá se relacionar com adultos[1]; ter filhos; ter emprego; consumir o que quiser; ser drag queen[2], etc. Precisamos trabalhar para que essa nova realidade avance na sociedade. Não existe melhor ferramenta do que a arte para indicar o futuro. Neste novo mundo precisamos mudar os conceitos. Não utilize mais o termo "Criança", isso pega mal para o semi-adulto. Como você percebeu, em minhas citações anteriores, devemos trazer esta liberdade que você de fato já possui na idade adulta para este novo indivíduo semi-adulto (Criança). É o que eu chamo de nova maioridade. Eu acho que a partir dos nove anos já está bom. No futuro nós abaixamos um pouco mais. Mas o fato é, se a liberdade artística é respeitado de modo irrestrito entre os adultos. Por que não entre os semi-adultos? Aliás, o que é uma criança? È apenas um adulto reduzido. È apenas um consumidor reduzido. Precisamos de uma nova maioridade artística e social.

    [1] Crianças de 11 anos já podem fazer sexo com adultos, na França. Quando chegará a nossa vez de evoluirmos também? nationalpost.com/news/world/a-28-year-old-had-sex-with-an-11-year-old-under-french-law-its-not-necessarily-rape

    [2]Comunidade LGBT celebra "drag queen" de 8 anos no Canadá
    https://padrepauloricardo.org/blog/comunidade-lgbt-celebra-drag-queen-de-8-anos-no-canada

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.

  • Emerson  02/10/2017 15:19
    Haha! Devo confessar que esse troll - na verdade um liberal fazendo troça do discurso caricato da esquerda - é bem original e divertido.
  • Constatação  02/10/2017 15:31
    Onda conservadora?

    O país nunca deixou de ser conservador em boa parte.
  • Pedro  02/10/2017 17:24
    Esse povo já acomodou-se a viver dessa form pacata, consequentemente o empreendedorismo e a produção do país devem despencar, escandinavos próximo ao colapso
  • Sideshow Bob  02/10/2017 17:55
    Quero saber como explicar pra uma criança se um peladão é um tarado ou uma arte a ser, digamos, apreciada e aceita.
  • Sempre Mais do MESMO  02/10/2017 20:54
    Não é que crianças devam ter liberdade sexual, mas sim que devem se multiplicar.
    Todo esse moralismo anti sexual serve para fortalecer o debate acirrado com base no sexo. É um debate banal e estes pústulas sabem que a idéia é banalizar o sexo e não libera-lo como algo normal. O objetivo é a desestruturação da familia de tal forma que possa haver procriação desenfreiada sem vinculo familiar.

    Essa era a idéia do celebrado PLATÃO, que com sua república pretendia que o governo criasse todas as crianças, para assim doutrina-las. Nem Aristóteles viu com bons olhos a estupidez do MANÍACO mestre Platão.

    Aldoux Huxlei emulou bem a idéia de Platão em seu genial "Adorável mundo novo". Aliás tal livro foi um tanto profético em alguns pontos e talvez mais se revelem.

    O fato é que O GOVERNO É CONSUMO!!!

    Se numa comunidade 1000 pessoas trabalham e TROCAM seu trabalho, ou frutos deste, livremente, os mais ricos serão aqueles MAIS ÚTEIS ou MAIS RAROS.
    Afinal, somente conseguirão grandes parcelas do trabalho alheio SE E SOMENTE SE esse "alheio" precisar do trabalho deles. Fora isso, simplesmente não concordam com as trocas propostas.
    Claro que os mais ÚTEIS e RAROS serão os mais ricos PORQUE são NECESSÁRIOS e RAROS.

    Se não forem necessários, simplesmente seu trabalho não obterá a anuência dos demais. Se não forem poucos, os concorrentes que propuserem uma troca mais vantajosa terão maior volume de trocas, vencendo a concorrência e se capazes de atender o mercado (toda a demanda) os que conram muito irão a FALÊNCIA.

    ...MAS AÍ, digamos, uns 200 se unem sob o argumento de ROUBAREM dos MAIS RICOS e REDISTRIBUIREM

    ..MAS AÍ essa comunidade só terá 800 produzindo bens e serviços ÚTEIS e CONSUMÍVEIS.
    Porém os 200 que formarão apenas FORÇA DESTRUTIVA para COAGIR os mais ÚTEIS, RAROS e PRODUTIVOS, Porém, ENVAIDECIDOS COM SUA NOBRE TAREFA, SE ATRIBUIRÃO ALTA REMUNERAÇÃO e assim FICARÃO COM A MAIOR PARTE do que ROUBARAM para si mesmos.

    Ora, aquilo que era ÚTIL e RARO vai ficar MAIS RARO e se a produtividade não aumentar, os menos favorecidos terão ainda menos porque os 200 NADA PRODUZEM para CONSUMO, mas vão CONSUMIR MUITO. Afinal sua tarefa é NOBRELISSIMA!!! ...devem obter muito de tudo que é produzido SEM CRIAR NENHUMA RIQUEZA e só distribuindo uma ÍNFIMA PARTE do que ROUBARAM.

    ÓBVIO que após o consumo dos mais ricos e dos DONOS do PODER, os BENS e SERVIÇOS MAIS ÚTEIS e RAROS VÃO FICAR AINDA MAIS RAROS e os menos favorecidos terão de disputa-los entre si. ...Os mais úteis, raros e produtivos que desejarem continuarão enriquecendo (movidos pela ganância que os faz aceitar a SERVIDÃO aos "distribuidores").

    Agora enriquecendo porque os donos do Poder, que nada produzem para consumo, irão querer consumir o que há de mais útil e em grande quantidade, tirando dos ricos. Por sua vez a ESCASSEZ dos mais úteis levará que obtenham mais dos demais. Não tem jeito!!!

    Tentar escravizar os mais úteis, raros e produtivos só fará com que não mais desempenhem suas funções. Aqueles que tiverem maiores habilidades NÃO DEMONSTRARÃO para não serem escravizados e obterem menos do que merecem.

    Acaba que alguns dos mais ÚTEIS e RAROS serão incorporados pelos DONOS do PODER a fim de não ANIQUILAREM a "GALINHA dos OVOS de OURO" ...pronto, eis a fórmula do PODER perene!!!

    EI-LA:

    - Muitos necessitados para JUSTIFICAREM o PODER dos "DISTRIBUIDORES" que, imbuidos de tão santa função, exigirão para si altíssima remuneração para desempenharem tarefa tão santa, tão cristã.

    - Mantendo consigo alguns dos mais úteis, raros e produtivos como privilegiados pelo PODER, conseguem equilibrar uma SOCIEDADE fraca e DEPENDENTE, incapaz de livrar-se da SERVIDÃO aos donos do PODER.




  • Tarantino  03/10/2017 01:48
    Ótimo. Só faltou também, já que a criança agora é um "semi-adulto", que ela possa responder pelos seus crimes. Maioridade penal aos 10 anos já!!!!!!!!!
  • Capital Imoral  03/10/2017 02:03
    Caro Tarantino, Não podemos cair nas armadilhas do neoliberalismo. Quando falamos sobre liberdade sexual e de escolha dos mais jovens, dizemos que está liberdade está restrita até o âmbito de relações sexuais e de consumo. Se entrarmos no âmbito jurídico e econômico; temos que levar em consideração o sistema de opressão social, conhecido como capitalismo, que explora os pobres e minorias. Por isso não pode haver uma maioridade penal para este âmbito. Pois a liberdade de empreendimento corrompe o jovem a fazer parte do sistema. Espero ter ajudado.
  • Tarantino  03/10/2017 15:00
    Mas e se a tal liberdade de empreendimento tão criticada for usada para exposições tipo "Vamos pegar na jeba do peladão", ou então para financiar, por exemplo, uma peça infantil denominada "A fada lésbica", aí tudo bem?

    Espero ter ajudado, rs....
  • Quentin  03/10/2017 15:07
    Embora o Capital Imoral seja um fake liberal fazendo troça dos chavões esquerdistas, aproveito a oportunidade para responder à questão levantada pelo Tarantino: tudo se resume à propriedade privada.

    Dentro de estabelecimentos privados, qualquer exibição performada por adultos consensuais e financiada voluntariamente por pessoas físicas e jurídicas de ordem privada deve ser permitida. Quem não quiser ver o espetáculo grotesco (o que seria o meu caso) simplesmente não adentre o recinto.
  • Marcelo Cético  17/02/2019 16:27
    Sei, não. Isso leva a muitas outras implicações.
  • DIOGO SIMOES GOMES  03/10/2017 23:32
    É mais fácil diminuir o estado.
  • Alien  04/10/2017 01:05
    Estado, qual Estado?

    Com tanta guerra ideológica, o pessoal já não sabe mais o que é imposto, o que é dinheiro público, o que é um liberal, o que é um reacionário...
  • Rafael Vieria da Silva  09/11/2017 17:33
    hahahah sua psicopatia travestida de humor/trollagem/ironia/opinião foi tão bem escrita que chega a ser engraçada.
  • Luiz Rocha  15/02/2019 14:27
    Vai lá e leva essa solução para eles.
    Diga que as crianças (mulheres) devem começar a parir com 10, e por isso deverão se submeter a adultos para poderem salvar o sistema econômico que esses Oniscientes implantaram.
    Afinal, tão evoluídos que são, deveriam facilmente comorar sua tese. SQN!
    Sua teoria não se sustenta.

    Doentes como és, deveria estar em um manicômio e por certo seus conceitos PODERIAM encontrar eco em um igual.
  • Guinter  17/02/2019 00:41
    Genial ????????
  • Keynes  02/10/2017 15:17
    É uma situação facilmente resolvida com uma simples adoção do estado: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/07/14/com-campanhas-e-subsidios-do-governo-dinamarca-apela-por-mais-filhos.htm
    www.tvi24.iol.pt/sociedade/natalidade/casais-recebem-para-ter-filhos#/

    E sobre os Tigres Asiáticos:
    internacional.estadao.com.br/noticias/geral,plano-de-aposentadoria-em-hong-kong-discrimina-mulheres,70001737068
    https://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/08/internacional/1460110447_744683.html
    https://www.terra.com.br/noticias/mundo/asia/maior-centro-financeiro-mundial-hong-kong-enfrenta-desigualdade-crescente,dd782dd84200f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
  • Menger  02/10/2017 15:26
    Ué, mas na Finlândia já é exatamente assim: o governo está fazendo de tudo pras mulheres terem mais filhos. E, apesar disso (ou exatamente por isso), a taxa de fecundidade desabou.

    Eis o que está escrito no artigo da Bloomberg:

    The fertility rate should equal two per woman, Schauman says. It was projected at 1.57 in 2016, according to Statistics Finland.

    That's a surprisingly low level, given the efforts made by the state to support parenthood.

    Perhaps nothing illustrates those better than Finland's famous baby-boxes. Introduced in 1937, containers full of baby clothes and care products are delivered to expectant mothers, with the cardboard boxes doubling up as a makeshift cot. The idea behind the maternity packages was prompted by concerns over high infant mortality rates in low-income families. The starter kits were eventually extended to all families.

    The baby boxes that are delivered to expectant mothers contain all sorts of goodies. They include bodysuits, leggings, mittens, bra pads, talcum powder, lubricant, a hairbrush and a bath thermometer.

    Offering generous parental leave and one of the best education system in the world doesn't seem to be working either. According to the OECD, Finland already has the lowest ratio of youths to the working-age population in the Nordics.

    E agora vem a melhor parte:

    The government has been working with employers and trade unions to boost gender equality by making parental leave more flexible and the benefits system simpler.
  • Tarantino  03/10/2017 01:52
    Deveriam fazer como na Antiga Roma, na qual a classe dos escravos não possuía patriarcado: periodicamente, todos os escravos faziam sexo com todas as mulheres, dessa maneira, a cidade estava sempre abastecida de escravos, que nem sabiam quem eram os pais.
  • Guilherme  02/10/2017 15:28
    Há várias pesquisas indicando que a expansão da social-democracia e do estado assistencialista coincide com uma acentuada diminuição nas taxas de fecundidade.

    Essas pesquisas foram compiladas neste artigo:

    www.nationalreview.com/node/301108/p/page/0/1
  • Álvaro Teodoro do Vale  02/10/2017 15:32
    Mas isso é algo bem intuitivo. Quanto maior a social-democracia, maiores os impostos e menores os incentivos para se ter uma família, pois o custo de vida se torna completamente proibitivo.

    Eu me considero uma pessoa bem viajada. Já estive em vários países da Europa e do continente americano. E uma coisa que sempre me impressionou é que quase nunca vê famílias nórdicas viajando. Você encontra famílias de todos os lugares, exceto nórdicos.

    Os únicos nórdicos que já vi em viagem foi um casal de namorados dinamarqueses, mas sem filhos.
  • Demolidor  02/10/2017 16:18
    Sendo fã de viagens para o exterior, concordo contigo. É comum ouvir de alemães que os suecos, dinamarqueses, finlandeses, têm "mais cash". Mas você não vê esse pessoal. É comum encontrar britânicos, italianos, franceses, espanhóis, portugueses e, principalmente, americanos, canadenses, alemães e até brasileiros. Mas nórdicos fora dos países deles é algo muito raro.

    Deve ser a mesma impressão que os brasileiros têm dos falidos argentinos. Ou que alguns lojistas da Serra Gaúcha têm do sistema de saúde alemão e curitibano. Uma visão romantizada de quem não conhece a realidade.

    A falta de viagem dos nórdicos é uma questão cultural? Duvido. Nas minhas andanças, estou convencido de que o ser humano é igual em qualquer lugar do mundo. Todo mundo aspira melhorar sua condição, ganhar mais, ter melhores casas, carros, viajar mais. Trabalham duríssimo para isso, em qualquer lugar.
  • Traveler  02/10/2017 16:55
    É questão de número mesmo, dos povos que considera viajadores o menor que citou são os tugas, com 10,6 milhões deles, já os nórdicos o maior deles são os suecos com 9,9 milhões, depois Dinamarca com 5,7 milhões, Finlândia com 5,5 e Noruega com 5,4 milhões. A probabilidade de encontrar um desses é muito diminuta.

    https://www.thelocal.se/20140603/swedes-top-travel-destination-revealed

  • Álvaro   02/10/2017 17:28
    Traveler, procurei esses números no seu link e não encontrei. Onde estão?

    Mas o que de fato encontrei é que apenas 500 mil suecos foram aos EUA, o que equivale a 5% da população, um número bastante baixo para um país muito rico.
  • Traveler  02/10/2017 18:10
    Os números que passei são da população de cada país nórdico. O destino favorito dos suecos é Espanha com 2 milhões de visitas em 2013, logo no segundo parágrafo do link:

    "In fact, in 2013, Swedes took 2.04 million trips to Spain - an 8 percent increase compared to the year before. Swedes have almost doubled their penchant for Spain in the past three years."

    Na reportagem em inglês está o link da reportagem fonte em sueco com mais detalhes dos destinos e números.

    www.vagabond.se/artiklar/nyheter/20140603/vagabonds-resebarometer-2014-svenskarnaviker-inte-medelhavet




  • Andre  02/10/2017 19:43
    Já repararam na facilidade de falar uma asneira e na dificuldade de desmenti-la? 2 incautos colocaram meras impressões que tiveram em suas viagens ao exterior para taxar os nórdicos como pouco capazes de viajar e até rolou comparação com os falidos argentinos.
    Já para desmentir a canalhice até rolou link em inglês e sueco, parabéns Traveler e seu compromisso com a verdade, aos outros... povo dado a deduzir conhecimento com base nos "acontecimentos da vida", pouca pesquisa baseada em dados mensurados e pouco compromisso com a verdade explicam o porque do Brasil estar na merda em que está.
  • Álvaro   02/10/2017 20:30
    Ué, e minha informação "incauta" foi retirada do mesmo link que você venerou: 500 mil suecos foram aos EUA, o que equivale a 5% da população, um número bastante baixo para um país muito rico.

    Lamento se isso lhe emputeceu. Mas também não é problema meu. E você é igualmente livre para trazer seus próprios links e fazer suas próprias constatações. Consegue? Ou quer só gemer e criticar seu próprio país (coisa típica de derrotado)?
  • Traveler  02/10/2017 23:28
    Prezado Alvaro, somando os 20 destinos internacionais de viagem mais populares entre os suecos em 2013 contabilizam 11,7 milhões de saídas, conforme o link passado anteriormente, o que pela sua relação dá 118% da população do país viajando, os 5% nos EUA são apenas uma fração do contingente.
  • Marcos  02/10/2017 20:35
    O detalhe é que se está debatendo famílias suecas, e o bonzão do André entendeu suecos em geral, o que obviamente inclui suecos solteiros e namorados, que não são família e logo têm orçamento mais folgado para viajar.

    E o André ainda chamou os outros de burros e afirma que "os outros" é que são culpados pela situação do Brasil.

    Impossível demonstração mais explícita do "xingue-os daquilo que você é".
  • Demolidor  02/10/2017 21:23
    Basear-se em experiências pessoais é sempre um perigo. São evidências anedóticas.

    No entanto, a impressão que eu e o Álvaro tivemos tem suas razões. Os escandinavos estão reduzindo suas viagens ao exterior e preferindo realizar turismo interno:

    norwaytoday.info/travel/norwegians-will-spend-less-money-summer-holidays/

    Simplesmente porque o câmbio em relação ao euro e dólar está numa trajetória desfavorável:

    www.xe.com/currencycharts/?from=NOK&to=EUR&view=5Y

    Há alguns anos, estavam entre os povos que mais viajavam no mundo, rivalizando com americanos (e provavelmente ainda continuam, dado seu amplo período de férias e abundância de feriados):

    www.traveller.com.au/the-worlds-biggest-travellers--which-nationality-takes-the-most-trips-11979j
  • JoJ  02/10/2017 16:41
    Governo fazer alguma coisa?

    Mas foi exatamente o governo quem adotou a social-democracia e a ideologia de gênero.

    Esses dois modelos somados encarecem os custos para ter filhos e convencem as mulheres a investirem na carreira para tentarem ser iguais aos homens (e consequentemente terão menos filhos).

    A culpa de tudo o que está ocorrendo nos países nórdicos é unicamente do governo.
  • Pobre Paulista  02/10/2017 17:38
    Ué, não precisa aumentar a fertilidade: Basta abrir as fronteiras para os "Refugiados muçulmanos" que tá tudo resolvido (-:
  • Richard Stallman  02/10/2017 17:46
    Apesar de você ter dito tudo isso com a intenção de escárnio, isso seria excelente, menos estado intervindo na sexualidade é melhor. Como se um garoto drag queen de 8 anos fosse problema meu para eu ficar dando pitaco. Daqui a pouco o estado vai me impedir de desenhar... ops! ele já fez isso.
  • Cebolinha  02/10/2017 19:20
    Coloca o HD no micro-ondas que daqui a pouco a PF aparece.
  • Luiz Moran  02/10/2017 19:31
    A Europa está sendo islamizada.

    O socialismo, o politicamente correto, o feminismo, o gayzismo, a ideologia de gênero, as políticas de Estado pró-aborto e a favor da descriminalização das drogas, o multiculturalismo, o relativismo em suas mais diferentes formas, e o ateísmo, tem reduzido o Ocidente, e em especial a Europa Ocidental, a um amontoado de imbecis sem opinião, descrentes, covardes, amorais, fúteis, medrosos, egoístas e animalizados.
    Trata-se de uma geração de idiotas arrogantes que obedecem a cartilha do politicamente correto como um cãozinho adestrado obedece ao seu dono.

    É óbvio que a permanência deste estado de coisas levará a Europa à sua completa destruição.
  • Vitor  17/02/2019 13:10
    Fibalmente um enviado do divino para esclarecer esse mundo sombrio e pecador. Todos saudem o Profeta do Apocalípse Socialista/Ateísta/"Gayzista"[a lista é grande].
  • Maduro  02/10/2017 20:10
  • L Fernando  02/10/2017 22:43
    Para mim parece sintomático que a queda das taxas de fecundidade tem a ver com que o texto descreve A SOCIAL DEMOCRÁCIA..
    Quando as pessoas recebem muitos beneficios elas querem mais é aproveitar a a renda ganha para viver de forma mais gratificante possivel, fazendo pouco caso com a criação de filhos.
    Antigamente filhos poderiam ajudar no sustento da familia e também para ajudar na velhice dos pais.
    Se não mais necessitar e por outro lado também devido aos altos custos de se criar um filho atualmente pela alta tributação , se cria um ambiente de estagnação da população.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  02/10/2017 22:54
    Há uma solução racional e necessária: A Finlândia deve ligar-se, perpetuamente, aos Estados Unidos da América. Eternamente. Digo que é necessário que o território finlandês deve ser americano. A população e governo finlandês devem propor isso, abertamente, ao presidente Donald Trump, com a condição de manter o idioma finlandês, cultura e tradições, pelo tempo necessário à adaptação ou, se preferirem, para sempre. O resto será americano. Mas, a população e governo finlandês devem propor isso, abertamente, ao presidente Donald Trump, que deve aceitar de imediato, juntamente com os EUA, rapidamente. Esse ato será irrevogável.
  • Rogério  02/10/2017 23:32
    Obrigado por mais um ótimo artigo.
    Depois que passei a ler Mises me sinto como um "profeta do acontecido". Toda lambança passada brasileira está explicada. E o presente mostra um futuro complicado, vejamos:

    "seguem à risca essas regras: seu ambiente empreendedorial é extremamente desregulamentado e os países são um dos mais abertos do mundo para o livre comércio. Demora-se no máximo 6 dias para abrir um negócio e as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média. A dívida pública é baixa, o que significa que o governo não estoura o orçamento. Não há salário mínimo estipulado pelo governo. HÁ ROBUSTA PROTEÇÃO DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE. Há uma robusta proteção dos direitos de propriedade. As alíquotas de imposto de renda para pessoa jurídica são das mais baixas do mundo. Não há impostos sobre a herança."

    Estamos ao avesso em relação a isso. Sobre propriedade privada, o que dizer de um país que tem MST e MTST?
  • WDA  03/10/2017 14:16
    Haha, legal o seu depoimento, Rogério! Acho que isso acontece com todo o mundo que lê Mises e tem um cérebro dentro do crânio.
  • Renan Merlin  03/10/2017 00:37
    Seria por isso então que paises nordicos abrem suas fronteiras pros islamicos?
  • Luiz Moran  03/10/2017 10:39
    Alguém precisa comer as mulheres deles... hahahaha
  • Hideki  03/10/2017 11:25
    Pago o mesmo imposto que a Filandia e não tenho o estado de bem estar social igual aos deles.
    Acho que irei me mudar para lá e aumentar um pouco a população.
  • Marcos   03/10/2017 14:08
    Desmontar o estado social democrata com uma população idosa e que viveu a vida toda nesse arranjo é a opção correta,mas é praticamente inviável politicamente. Sobram 3 opções: falir, imigração controlada e imigração sem controle. Dessas, um programa de imigração bem feito, tal como acontece no Canada ou Austrália pode melhorar o problema atraindo imigrantes bem educados e dispostos a se integrar na sociedade. Mas o que provavelmente vai acontecer é a opção 3: imigração de gente que em vez de se integrar vai querer implantar a sharia no país. Ou seja, teremos o califado da Finlandia daqui há algumas décadas.
  • Capitalista Keynes  04/10/2017 12:38
    Eu vi um vídeo desses radicais islâmicos ameaçando : " Vamos fazer filhos nas suas mulheres, 1, 2,3 4 filhos e islamizar a Europa".

    Na Alemanha na Oktoberfest o cara dança e se esfrega com a mulher de um alemão e quando questionado ele diz: "Pelo menos ele não tá bebendo minha cerveja".

    Aí é dose mesmo. Com aquelas mulheres Nórdicas TOPS fazer filho é muito fácil.
  • Eliseu  05/10/2017 01:01
    Relato mais que suficiente para demonstrar o quão bitolado estão os europeus. Aquele povo forte, aguerrido, ativo, lutador, outrora defensor de suas terras, se transformou num povo acovardado, totalmente submisso/passivo, sem voz, sem forças nem pra defender seu próprio lar. Em 2016 eu tive uma prova da gravidade da situação: na Islândia, pequeno país insular no meio do oceano e sempre destacado como o mais pacífico e tranquilo do mundo, a população de lá ficou com tanta peninha dos refugiados da religião da "Paz" que chegaram a oferecer a própria residência pra eles morarem, cogitaram dormir nas ruas e permitir que os imigrantes ocupassem suas casas, dá pra crer que em pleno século XII possa existir um povo tão ingênuo e submisso?

    Quando a Europa acordar, será tarde, isso se vê agora, será muito tarde. Que ao menos sirva de lição à América do Sul, o próximo alvo dos muçulmanos.
  • Emerson Luis  24/12/2017 19:11

    Mesmo que um país seja desenvolvido e tenha uma população crescente, isso só adia o colapso do "Estado de Bem-Estar Social", pois nenhum organismo individual ou coletivo pode continuar crescendo indefinidamente em um mesmo ambiente.

    * * *
  • Revoltado  15/02/2019 13:07
    Uma pena ver isto ocorrer na Finlândia.

    È provavelmente (dos escandinavos) o menos influenciado pela onda PC que assola o Ocidente, sem contar que, com poucos recurso, enfrentou uma invasão soviética durante a Segunda Guerra Mundial, além de sua peculiar língua, capaz de formar cerca de 1 bilhão de palavras, tamanha flexibilidade.

    Mas, infelizmente, quando se esquerda, é questão de tempo para os resultados negativos virem à tona. Seja homeopaticamente ou em doses cavalares.
  • Adriano A. Goede  18/02/2019 13:30
    Quanto mais eu leio os artigos deste site e pesquiso sobre economia e etc, mais me vem a certeza de que o sistema educacional deste país está completamente podre, eu faço faculdade de Ciência da Computação, e uma das matérias chama-se "Desafios sociais contemporâneos", só o nome já pode causar náuseas, mas dá pra piorar, o professor é um esquerdista ferrenho, daqueles que quando algo ruim acontece joga os dados pra decidir se coloca a culpa nos banqueiros, no liberalismo econômico ou no imperialismo americano, isso quando não joga nos três ao mesmo tempo, mas quando algo bom acontece, o responsável é sempre o estado, em 100% dos casos. O cara chegou ao absurdo de afirmar que a pobreza no Brasil é culpa do "Neoliberalismo", que permitir que as pessoas possuam armas em casa é uma ameaça à democracia, que reduzir o estado e significa dar mais poder "prus banqueru", o que é uma ameaça à democracia (como se um estado grande, gordo, lento e burro, lotado de burocratas autoritários e inúteis fosse algo extremamente democrático. Enfim... é rir pra não chorar.
    Para a minha sorte a esmagadora maioria da minha turma tem mentalidade mais liberal, e ninguém caiu no papo dele.
  • Lucas  18/02/2019 14:39
    Também estudo computação, e o que percebo muito é a mentalidade um pouco mais estatista de algumas pessoas da área em questão de regulamentação da Eng de Software e outras correlatas.

    Se a nossa área está assim, imagina os cursos de humanas.
  • Adriano A. Goede  18/02/2019 15:34
    Essa questão de regulamentação é bem complicada, eu sou contra, pois digamos que o estado crie uma lei dizendo que por exemplo um programador deve ganhar no mínimo R$ 3000,00 mensais, isso seria ótimo para quem já trabalha na área e tem experiência porém ganha menos que isso, mas é péssimo para as empresas que terão seus custos aumentados, e principalmente para uma pessoa como eu e provavelmente também você, que estuda nessa área porém ainda não tem tanto conhecimento e pouco ou nenhuma experiência profissional, já que dificilmente alguém iria contratar com este salário sendo que a pessoa neste condição é pouco produtiva no início.
    Mas alguns da minha turma também defendem isso, lamentavelmente.
  • RAFAEL MARQUES DOS SANTOS LIMA  06/03/2019 14:02
    Segundo o comentário do cidadão anencéfalos acima a solução é fazer com que a população inicie a sua vida sexual mais precocemente pra poder engravidar mais precocemente ? Piada isso e sobre arte eu até concordo com ele mas no caso do homem pelado no museu não houve censura mas sim boicote coisas bem distintas


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