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Trump reverteu praticamente todas as suas promessas de campanha - para deleite do establishment
É assim que funciona a política, e é difícil entender por que as pessoas ainda se surpreendem

Aconteceu o esperado: os eleitores de Trump estão assistindo à captura do Executivo americano pelo establishment de Washington.

A captura é tão explícita, que todas as suas mudanças de postura estão sendo elogiadas pela grande mídia. O Washington Post, embora continue o atacando 24 horas por dia, já admite que ele vem adotando "posições mais centristas". A BBC também fez a mesma observação.

Em menos de 100 dias, Trump deu uma guinada de 180 graus em várias áreas: Síria, Afeganistão, a promessa de revogar o ObamaCare, a alegação de que a China manipula sua moeda, relações com a Rússia, a importância da OTAN, a promessa de sair do NAFTA, a suspensão de novas contratações de funcionários públicos, a abolição do Ex-Im Bank, a re-nomeação de Janet Yellen como presidente do Federal Reserve, e a urgência de uma reforma tributária. Confira toda a lista aqui.

Comecemos pelos mais óbvios.

Durante toda a sua campanha eleitoral, Trump prometeu abertamente abolir o ObamaCare e, em seu lugar, simplesmente liberar a concorrência entre as seguradoras de saúde (o governo federal americano proíbe que a seguradora de um estado forneça serviços em outro estado). Tal mudança seria ótima.

Porém, logo após sua eleição, ele mudou o tom e, em vez de abolir, passou a falar em "substituir". Para isso, lutou pela aprovação de um novo modelo para o sistema de saúde, repleto de concessões aos democratas, elaborado pelo congressista republicano Paul Ryan.

Este modelo, denominado de RyanCare, era tão repleto de meios-termos, concessões e acomodações estatistas, que a ala mais libertária do Partido Republicano — denominada de Freedom Caucus — bloqueou sua aprovação. Trump, então, declarou guerra a eles.

Só que isto será de pouca serventia a Trump, pois ele não possui grandes poderes políticos nos distritos destes congressistas. Com efeito, a maioria deles teve um desempenho eleitoral muito melhor que o de Trump em novembro passado.

Já o Export-Import Bank vem concedendo subsídios a grandes empresas exportadoras há décadas. A função deste banco é fomentar a exportação, e ele faz isso concedendo garantias para instituições bancárias que financiam as exportações de algumas empresas americanas. Na prática, o banco estatal serve aos interesses da Boeing e subsidiam as importações de produtos americanos pelos estrangeiros. Quando candidato, Trump disse que iria abolir o banco. Agora presidente, ele diz que apóia o banco.

Para o candidato Trump, a China manipulava a moeda para adquirir uma vantagem exportadora. O governo chinês, segundo Trump, estaria diminuindo artificialmente o valor de sua moeda. Como ele estaria fazendo isso é algo que Trump nunca explicou. E nem mais precisará, pois isso já é passado. Para Trump, a China não mais é uma manipuladora de moedas. O problema agora, segundo Trump, é o dólar, que estaria muito forte.

Ainda mais esquisita foi sua justificativa para essa sua mudança de postura: segundo o próprio, ele parou de criticar a China simplesmente porque precisa da ajuda do país contra a Coreia do Norte.

E quanto ao Federal Reserve? Enquanto candidato, Trump criticou a política de juros baixos do Banco Central americano. Disse, corretamente, que ela prejudicava os poupadores. E que Janet Yellen deveria se envergonhar do que está fazendo. Não mais. Agora, a política do Fed é ótima, e Trump já até fala em conceder a Yellen mais um mandato como presidente do Banco Central americano.

E quanto ao inchaço da folha de pagamento do governo federal americano? Em seu terceiro dia como presidente, Trump assinou uma ordem executiva congelando a contratação de novos funcionários públicos fora das forças armadas. No início de abril, o congelamento derreteu, e as contratações federais voltaram a ser liberadas.

A mais recente deserção ocorreu em relação à OTAN. Para o candidato Trump, a OTAN era obsoleta. Não mais. Agora, a OTAN é muito boa.

E quanto aos cortes de impostos para a classe média? Ele ainda tem de introduzir um projeto de lei.

E o muro na fronteira com o México? Ele ainda tem de introduzir um projeto de lei.

E quanto a expulsar os imigrantes ilegais? Ele ainda tem de introduzir um projeto de lei. A administração diz que não mais haverá deportações em massa. Quando candidato, Trump disse que deportaria de 2 a 3 milhões de imigrantes ilegais que eram criminosos. Isso significa que teria de haver mais de 2.000 deportações por dia, durante quatro anos, para se chegar a 3 milhões. O custo seria de aproximadamente US$ 25.000 por deportação. O governo Obama deportou 333.000 apenas em 2015. Este número não mudou.

Algumas das mudanças, disseram membros do governo, demorarão para ser implantadas por causa dos custos, e também porque algumas das políticas terão de ser anunciadas por meio do registro federal. Funcionários do governo se recusaram a estimar os custos para a burocracia adicional necessária, inclusive a contratação de mais juízes especializados em imigração para acelerar as audiências, bem como a construção de um significativo número de novas casas de detenção para alojar imigrantes ilegais à espera da resolução de seus processos judiciais.

"Isso não irá acontecer amanhã", disse um funcionário do Department of Homeland Security. [O Ministério da Segurança Nacional dos EUA].

Quando ocorrerá?

E quanto ao NAFTA? Quando candidato, Trump disse que retiraria os EUA do acordo comercial. Até agora, não apenas nenhuma mudança foi apresentada, como, de acordo com o site Vox:

Uma proposta do governo Trump que recentemente passou a circular no Congresso não parece querer uma transformação radical do NAFTA. Muito menos quer a sua abolição. Com efeito, todo o texto do documento parece ... construtivo.

A proposta adota um teor surpreendentemente radiante em relação à importância do livre comércio com os parceiros dos EUA no NAFTA, Canadá e México, reconhecendo seus "interesses e valores em comum". O documento contém vários daqueles fraseados convencionais sobre 'acesso ao mercado' e 'redução das barreiras comerciais' que costumam acompanhar este tipo de texto.

E, embora haja algumas cláusulas contra as quais México e Canadá possivelmente protestarão, é notável a ausência das propostas protecionistas tão defendidas por Trump durante sua campanha, as quais garantiriam que o acordo fosse revogado.

Essa agora é de especial interesse para aqueles que imaginavam que Trump atacaria os globalistas e a Nova Ordem Mundial:

O governo dos EUA pede a remoção de um dos três principais processos de solução de disputas judiciais sob o NAFTA, conhecido como Capítulo 19, o qual permite a criação de tribunais internacionais para ajudar a ordenar desavenças acerca de medidas criadas para punir fraudes comerciais. No entanto, não pede a eliminação do mais controverso de todos — o sistema de solução de disputas judiciais envolvendo investidores e governos, o qual permite que investidores processem governos em tribunais comerciais privados, basicamente concedendo a grandes corporações o status de países sob a lei internacional.

Por fim, e quanto às tarifas sobre produtos importados? Ele ainda tem de introduzir um projeto de lei.

Esta última, ao menos, está sendo uma louvável reversão de postura.

Qual a surpresa?

Eleições presidenciais nada mais são do que um show de marionetes. A maioria das promessas de campanha, para o bem e para o mal, não se concretiza após as eleições.

No entanto, e curiosamente, as pessoas seguem acreditando em promessas eleitorais e votando de acordo com elas, aparentemente sem se dar conta de quão pouco as campanhas e manobras eleitorais têm a ver com os resultados concretos do governo eleito. As pessoas votam por uma coisa e recebem outra completamente diferente.

Quando as pessoas vão às urnas, elas não estão votando em políticas específicas (exceto no caso de um referendo), mas sim em pessoas específicas — as quais, tão logo eleitas, não estão comprometidas com absolutamente nenhuma promessa. Uma vez no poder, eles podem fazer o que quiser. Tão logo o poder sobe à cabeça, elas estão livres para se comportar de qualquer maneira, desde que consigam se safar.

Portanto, não, Trump não cometeu nenhuma traição eleitoral. Ele simplesmente está dando continuidade a uma tradição da democracia.

Como bem disse o Procurador-Geral John Mitchell (governo Nixon) antes de ir para a cadeia: "Observem aquilo que fazemos, e não aquilo que falamos".


11 votos

autor

Gary North
é Ph.D. em história, ex-membro adjunto do Mises Institute, e autor de vários livros sobre economia, ética, história e cristianismo. Visite seu website

  • Leitor  24/04/2017 14:55
    O que está acontecendo com o site?
  • Auxiliar  24/04/2017 15:20
    Novo webdesign, nova fonte e novas funcionalidades. Você está tendo algum problema de visualização? Se sim, por favor, diga qual plataforma está usando.
  • Andre Mello  26/04/2017 01:32
    Só pra dar um feedback.

    Aqui está perfeito.
  • Skeptical  26/04/2017 19:03
    Como entro na lista de artigos (todos)?
    E na lista dos textos do blog (todos)?
  • Auxiliar  26/04/2017 19:13
    Clique em "Artigos". Abrirá um submenu. Clique então em "arquivo".

    Mesmíssimo procedimento para o Blog.
  • WDA  26/04/2017 22:43
    Mania de mudar para pior!
  • Luan Ribeiro  24/04/2017 15:13
    "O problema agora, segundo Trump, é o dólar, que estaria muito forte."

    Considerando que o principal motivo do bom momento econômico vivido pelo Brasil, durante o governo Lula, foi resultado de uma baixa significativa do dólar, esse não seria o caso dos Brasileiros ficarem felizes caso o Trump realmente leve essa ideia de enfraquecer o dólar a sério ?
  • Eliseu  24/04/2017 15:17
    Sim. Aliás, isso já está acontecendo. O enfraquecimento do dólar ajudou a inflação de preços no Brasil a registrar baixas recordes desde o início do real. Valeu, Trump!

    Aproveitando o gancho, deixo aqui o link do artigo que explica isso que você disse:

    O que realmente permitiu o grande crescimento econômico brasileiro da última década
  • anônimo  24/04/2017 15:29
    Sim, mas uma desvalorização do dólar não necessariamente é suficiente para deixar os brasileiros felizes.

    O bom momento econômico do Brasil era meramente artificial, impulsionado pelo consumo e crédito barato, porém as reformas estruturais não foram feitas ou foram feitas de forma meia boca:

    - Desregulamentação das atividades empreendedoras, de modo a facilitar a troca voluntária entre bens.
    - Eliminação das barreiras protecionistas que protegem o grande baronato industrial brasileiro.

    Fora que o exaurimento do crescimento artificial trouxe uma conta bem nefasta:

    - Endividamento das familias brasileiras
    - Estado inchado e gasto governamental elevados

    Ou seja, não há fôlego financeiro nenhum para outro boom artificial da economia. Se medidas liberais e cortes de gasto não forem implantados, o resultado será uma moratória de dívidas que levará os juros para o espaço.

    Enquanto o país continuar na retaguarda da liberdade comercial, não tem dólar artificialmente fraco que dê jeito.

  • Tiago  24/04/2017 16:18
    O que apenas mostra a ignorância econômica do sujeito. Ele critica exatamente aquilo (moeda forte) que permitiu aos EUA ter uma economia forte e pede sua desvalorização.

    Na prática, ele quer menos poder de compra para os consumidores e mais incerteza para investidores. Um desvario só.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2055
  • Carlos neto  24/04/2017 15:38
    Quem nao tem teto de vidro que atire a primeira pedra...
  • Ninguém Apenas  24/04/2017 15:41
    Leandro,

    A Alemanha Imperial seguia um regime próximo ao livre-mercado e do modelo americano ou até mais liberal que este nos anos 1900? após as reformas de Erhard a Alemanha Ocidental em uma democracia ficou mais livre do que na era imperial? é um fato correto?

    fiquei pensando sobre a tese de Hoppe sobre democracia e monarquia, se o rei tem mais incentivos para manter um regime capitalista que um presidente, a Arábia Saudita é motivada por quais incentivos para se manter com um regime de liberdade inferior que as democracias da Europa? tem a ver com a religião? e sobre o caso Alemão, estou errado?

    Se alguém tiver algum livro ou artigo sobre, favor informar!

    Desde já, agradeço!
  • Intruso  24/04/2017 16:37
    Sobre a história da Alemanha, recomendo este texto:

    mises.org/library/authentic-german-liberalism-19th-century

    Sobre Erhard e suas reformas, vale enfatizar que todas elas (junho de 1948) foram adotadas antes da restituição da democracia, a qual só voltaria em agosto de 1949. Erhard fez tudo durante um governo provisório. (Curiosamente, Itamar Franco -- um governo reformista -- operou em situação semelhante. O atual governo Temer também.

    Sobre a Arábia Saudita, o país opera estritamente de acordo com as leis islâmicas, da propriedade privada ao judiciário. Leis islâmicas não são muito propicias ao desenvolvimento econômico. Ademais, 87% das receitas do governo advêm do petróleo, o que significa que o governo não precisa estar nada preocupado em criar um ambiente de eficiência econômica e de facilidade aos investimentos estrangeiros. O dinheiro vem fácil e garantido.
  • Ninguem Apenas  24/04/2017 23:52
    Muito obrigado pela explicação e pela recomendação de leitura, vou ler.

    mas é verdade que após a reforma de Erhard a Alemanha estava mais livre que na era imperial?

    Outra curiosidade, quanto tempo levou pra Alemanha abandonar as reformas de Erhard e ir pro Welfare State?
  • Gerhard  25/04/2017 01:00
    A Alemanha não abandonou as reformas de Erhard. O que aconteceu foi simplesmente o que sempre acontece quando se parte de um estado mínimo: a economia cresce tanto, que o próprio estado se alimenta dela, e passa a crescer também. Tal fenômeno é inevitável.

    Artigo sobre isso:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=291
  • Kay Sievers  25/04/2017 18:13
    Essa sua pergunta me lembra dessa notícia aqui.

    https://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/08/19/ausencia-de-lei-de-direitos-autorais-era-o-motivo-da-expansao-industrial-na-alemanha.jhtm
  • Pobre Paulista  24/04/2017 16:42
    Como já foi dito antes: A única virtude do Trump é não ser a Hillary

    de resto, típico político.
  • Malthus  24/04/2017 16:54
    Não sei se isso é vantagem. Uma presidente Hillary não conseguiria fazer absolutamente nada. Ela seria odiada inclusive por democratas e jamais conseguiria aprovar nada. No máximo, sairia fazendo cagadas que seriam prontamente atribuídas à esquerda e ao intervencionismo. Inclusive, a vindoura recessão econômica cairia no colo dos democratas, e estes seriam dizimados. Após algum período de dor, a liberdade sairia vitoriosa.

    Já com Trump, todas as suas besteiras (e inclusive uma vindoura recessão econômica) serão atribuídas à "direita" e ao "liberalismo" econômico, do qual Trump não é e nem nunca quis ser seu representante.

    Ao final do governo Trump, radicais socialistas da estirpe de Bernie Sanders ou Elizabeth Warren ficarão ainda mais fortalecidos.

    Pior para a liberdade.


    P.S.: imagine se Dilma tivesse perdido as eleições de 2014? Com toda a inevitável derrocada econômica que viria a acontecer de qualquer jeito, o PT seria hoje um partido absolutamente dominante. Teria levado todas as prefeituras em 2016 e não teria rivais para 2018. Um pesadelo.
  • Lel  24/04/2017 20:57
    Concordo com ambos.

    Os republicanos foram eleitos várias vezes seguidas nos anos 80 e 90 por causa das cagadas contínuas que os democratas fizeram nos anos 60 e 70.

    Mas deixarem os democratas ficarem no poder por muito tempo seguido, pode ser que os EUA se torne uma grande Detroit (não chegue a esse ponto, é apenas uma analogia), ou seja, não importa quantas vezes as políticas deles fracassem, sempre eles serão eleitos por causa das novas promessas.
  • Andre  24/04/2017 17:32
    A esquerda sobreviveu ao discurso secreto de Krushev, a queda do muro de Berlin e a todos os fracassos em implementar o comunismo, não é cortando margem para discursos contrários que essa gente se dará por vencida.
    Quanto ao PS não descreveu nada desvantajoso, o único caminho para o Brasil é o colapso econômico e independe do blá blá blá político, o impeachment só adiou o inevitável.
  • Leitor  24/04/2017 17:47
    Sim, estou com problemas de visualização.

    Os títulos dos artigos aparecem cortados. E diversas coisas escritas, na página principal, sequer aparecem; no Google Chrome
  • Outro Leitor  24/04/2017 18:04
    Uso chrome no windows 10. Os títulos das matérias na home estão cortados. Só aparece a primeira linha do título... Não está fazendo o "word-wrap".
  • Pobre Paulista  24/04/2017 18:12
    Idem no Firefox

    "mas é só ajustar o css que resolve" hehe
  • anônimo  24/04/2017 18:22
    Limpem o cache do navegador. No chrome, basta abrir a página e clicar: Ctrl + F5.
  • Mais um Leitor Assíduo  24/04/2017 18:37
    só uso o Chrome; então terei q fazer isso toda vez que acessar o site...?

    Desmotivador...
  • Bill  24/04/2017 19:16
    Não será necessário. É uma vez só. É porque o site antigo estava armazenado na memória do seu computador, e ele estava interferindo com o site novo. Agora que você limpou o cache, essa "lembrança" não estará mais ali.
  • Outro Leitor bastante assíduo  24/04/2017 22:08
    Obrigado.
  • RAFAEL TEIXEIRA  28/04/2017 19:17
    Não irão mais colocar as cotações na entrada do site? Gostava de seguir o Bitcoin.
  • LUIZ F MORAN  24/04/2017 19:47
    Trump age como qualquer outro político, mas de qualquer forma é trilhões de vezes menos maléfico do que foi o pior presidente da história dos EUA - Hussein Obama, o office-boy dos sauditas - e do que estaria sendo Hillary, ambos democratas, diga-se de passagem, admiradores de Saul Alinsky.
  • SHEYK  24/04/2017 19:56
    Ai ai...

    Sei que não é o assunto mais só quero mandar uma real pra vocês, mim refutem se puderem. No capitalismo todos trabalham na maioria das vezes num sistema escravagista. Esse sistema enriquece cerca de 1% da população mundial. Com essa riqueza, um grupo menor como os Rockfeller, Soros, Rothschild e outros, resolvem formar um governo único mundial. Com a riqueza eles ficam proprietários do Banco Mundial, controlam a mídia mundial, farmacêutica, desenvolvimento científico conforme suas regras e derrubam governos democráticos em todo o mundo através dos EUA, que é seu pau mandado. Com a imensa fortuna colocam a principal mídia do pais de joelhos e no bolso para que enganem o povo igual a Rede Globo faz aqui. O Banco Mundial faz a economia do pais de refém através de acordos com políticos aliados tipo PSDB aqui no Brasil. Daí com o neoliberalismo os donos do mundo se apropriam das principais reservas do pais tipo PETROBRAS e VALE DO RIO DOCE. Finalizando, com a mídia educando a população e dizendo que o socialismo é do diabo, as pessoas gritam capitalismo (mesmo sem saber o que é na essência). Sem empresas no pais, o Estado não pita mais nada, não retorna benefícios, a corrupção come o resto do dinheiro e daí temos que trabalhar na empresa dos gringos ganhando o salário que eles acham que merecemos e que é bem pouco. Dái viramos escravos da era moderna, agradecemos por ainda termos um emprego e os Rockfeller da vida ficam mais trilionários ainda para fazer girar essa roda aí.?
  • Vitor  24/04/2017 20:48
    O que é isso? O conteúdo do seu comentário foi retirado de uma Infowars socialista?
  • MB  24/04/2017 21:09
    Sheyk boçal é assim mesmo,só fala asneiras...
  • Ex-microempresario  24/04/2017 21:21
    Certíssimo. Seu único engano é que os Rockefeller, Soros e Rotschild não mandam nada, eles são só os testa-de-ferro dos illuminati, que junto com os templários, os zoroastristas e os incas venusianos, são quem realmente dominam o planeta.
  • Carlos Neto  27/04/2017 03:51
    sou mais o povo caranguejo do South Park
  • Raffael  24/04/2017 22:04
    A única coisa sensata que você disse em seu lamentável comentário foi a respeito do Deep Government e dos globalistas. De resto, apenas reflete o nível massivo de doutrinação vinda do deus estado infeccioso que contaminou as mentes de milhões de pessoas, com concepções falaciosas do tipo "o estado retornar benefícios", "o petróleo é nosso", "nossas empresas", etc. Não, nada disso é de ninguém, a não ser da quadrilha estatal que se expropria da riqueza gerada pelos indivíduos para seu projeto de poder criminoso. É o que Rockfeller, Soros e os globalistas desejam: estados fortes e controladores.
  • Reserva de mercado  24/04/2017 22:47
    Ai ai...

    Esse tipo de comentário já foi refutado tantas vezes aqui no site, tantas vezes, que eu já perdi a conta. Cada semana aparece um coitado com essa mesma argumentação. Vamos lá, mais uma vez:

    O que você está descrevendo se chama crony capitalism. É o capitalismo dos poderosos, dos corporativistas, dos monopolistas ligados e protegidos pelo governo. Esse capitalismo se desenvolve onde o Estado é grande e inchado, onde o mesmo impede a livre concorrência de operar e cria dificuldades para os pequenos empreendedores adquirirem bens de capital e comercializarem seus produtos e crescer na vida, de modo a proteger o grande baronato industrial daquele país, que é ligado ao mesmo governo.

    Um governo socialista é um ambiente perfeito para o surgimento desse tipo de capitalismo porque o estado é intrusivo, grande e inchado. Simples assim. A empiria está ai para provar isso (veja Venezuela, Ex-URSS, Cuba, Vietnã e Coreia do Norte). Onde o poder é grande e o planejamento é central, há tendência de se formar corrupção.

    Na boa amigo, você não está mandando a real para ninguém. Este site segue a escola austriaca, que busca explicar os efeitos da atuação governamental na economia, enquanto as pessoas que aqui frequentam são, em sua maioria, libertárias (minarquistas ou ancaps), que são pessoas contrárias ao governo, ao planejamento central e a proteção aos poderosos. As pessoas aqui são a favor que qualquer pessoa tenha liberdade e facilidade de conseguir bens de capital para empreender por conta própria e defendem que a geração de riqueza é feita através de trocas VOLUNTÁRIAS entre as pessoas. Este site é pro mercado e não pro empresa. As pessoas aqui são totalmente contra o crony capitalism e a favor do livre mercado, onde qualquer pessoa pode empreender sem interferência de um planejador central.

    Exemplo: Se você quer ser fotográfo, por que o governo deveria impor que você tenha uma licença carissima para exercer a profissão? Por que o governo tem que taxar e encaracer a compra de máquinas profissionais via impostos de importação? Não seria melhor se seu acesso a elas fosse mais barato de modo que você possa comprar e enriquecer com seu próprio trabalho? Ao invés de trabalhar pro baronato industrial protegido pelo governo?

    Esse sistema escravagista que você descreve é defendido pelos seus amigos esquerdistas progressistas. Você deveria ir mandar a real para eles.
  • Arnaldo  25/04/2017 15:08
    "mim refutem" que porra é essa? Vai pra escola capiau.
  • André Luiz  24/04/2017 21:58
    Então o site evoluiu e adquiriu novas funcionalidades? Seria bom que o conteúdo evoluísse também, mais liberal clássico e menos anarcocapitalista.
  • cromidia  25/04/2017 02:23
    Ou "seje" mais estatista...
  • Rennan Alves  25/04/2017 13:16
    Mas o site evolui nisso a muitos anos pelo que acompanhei (provavelmente 2 dias após sua criação), de liberal clássico para anarcocapitalista.

    Uma baita evolução, diga-se de passagem.
  • Paulo Henrique  24/04/2017 22:04
    O pior é que as tarifas tem apoio dos republicamos neoconservadores e dos democratas, corre o risco de ele não mudar nada, e ainda aprovar as coisas ruins

    Mas não vou ser pessimista.
  • Etibelli  25/04/2017 00:13
    Complementando, o que o colega Reserva de Mercado expôs, com alguns artigos teóricos e empíricos.

    Por que o capitalismo de livre mercado é o único arranjo moral possível

    O conceito de neoliberalismo

    Cinco medidas do governo que aumentam a concentração de renda

    Classificar o "Relatório da Desigualdade" da Oxfam de farsa seria pouco

    Sobre o 'Crony Capitalism'

    Recomendo que você leia 'O Capital' de Marx (sim, os 3 livros) e 'Ação Humana' do Mises se quiser ter um pouco mais de noção de micro e macroeconomia para cessar com essa propagação de abobrinhas em discurso típico de aluno do ensino médio. E também para ter um arcabouço mais amplo e conhecimento de ambos os lados (com o intuito de concordar ou refutar)
  • Giovanni  25/04/2017 00:30
    Pergunta aos editores do site, ou aos que escrevem aqui, se puderem dar uma opinião como se fosse ''a visão'' do IMB...

    Acham que caso o Dória viesse a ser o presidente, vocês esperam uma posição parecido com o Trump? De adotar um discurso empolgante, mas na prática ser mais do mesmo?
  • Gentili  25/04/2017 01:02
    É o que inevitavelmente acontecerá. Mas, no caso de Trump, o discurso dele -- ao menos pra mim -- nunca foi empolgante. Há uma diferença entre falar coisas sensatas e apenas recorrer ao populismo rasteiro.
  • Modelo  25/04/2017 02:36
    Não.

    Com Dória são vouchers e parceria público-privada(PPP). O pior que este tipo de gestão está atraindo muitas pessoas a votarem em Dória em 2018, caso ele venha a ser candidato.
    Sinceramente, não votaria nele nem a pau. Eu agora estou fazendo tudo diferente, entre aquele candidato ruim e péssimo, eu fico com o nulo mesmo.
    Enquanto não vier um candidato liberal convicto que fale abertamente na TV que irá abolir as taxas de importação, privatizar TODAS as estatais do Brasil, pelo menos cortar uns 30 ministérios, diminuir TODOS os gastos governamentais, abolir os impostos inúteis como CSLL, COFINS e todas essas patifarias, introduzir o imposto único de no mínimo 5% a 15%, eu votarei NULO.
    Sabe qual a probabilidade disto acontecer? Uns 5%.
    1º Teria que ser um candidato que não tenha medo de críticas, aliás deste ponto de vista confesso ser um fã declarado de Roberto Campos, era ele praticamente sozinho contra toda a esturpe keynesiana, ainda mais no fim do cenário da Guerra Fria.
    2º Se preparar e muito para o debate televisivo, teria que ser um cara que tenha expressão, que não recue e saiba argumentar sem parecer complexo demais, mas ser demasiadamente simples para todos entenderem seu ponto de vista. Acontece que isto é difícil até mesmo para debatedores profissionais.
    3º Mesmo que esse candidato venha a ganhar, ele ainda estaria refém da quadrilha ali no congresso, o que deixaria pouco espaço para as reformas liberais necessárias. Por isso que ele ganhar, proporcionalmente o congresso teria que ter o mesmo raciocínio do futuro presidente liberal, o que eu acho difícil, muito difícil.


    Contra tudo isso aí, acho difícil alguém aguentar tamanha pressão. Veja por exemplo a PEC241, ou a reforma trabalhista e da previdência, dia 28 agora irá ter paralisação geral, pelo menos é o que estão afirmando e adivinhem contra o quê? Contra a reforma da previdência e trabalhista.

    Por enquanto vou continuar no meu sonho liberal mesmo, imaginando o Brasil sendo uma potência econômica, onde todos tenham o bem-estar gerado pelo livre mercado, todos poupando, investindo e consumindo. É o que me resta.
    Obs: Não se enganem, eu divulgo no face e no instagram o site para ajudar a causa liberal, mas são poucos os avanços, mas um dia chegaremos lá.
  • Historiador  25/04/2017 15:27
    "Teria que ser um candidato que não tenha medo de críticas, aliás deste ponto de vista confesso ser um fã declarado de Roberto Campos, era ele praticamente sozinho contra toda a esturpe keynesiana, ainda mais no fim do cenário da Guerra Fria."

    Eu também era fã, mas mesmo ele cedeu e se acoelhou.

    Ao tentar se eleger senador em 1998, ele utilizou como mote em sua propaganda eleitoral o fato de ele ter sido o criador do FGTS*. De nada adiantou o apelo populista. Perdeu para o brizolista Saturnino Braga.


    * Por uma questão de justiça, vale ressaltar o ambiente que levou à criação do FGTS por Campos, em 1966. À época, as centrais sindicais estavam fazendo barulho exigindo que o governo aprovasse uma lei que simplesmente instituísse a estabilidade no emprego no setor privado. Imagine se essa estrovenga fosse aprovada? Todos os trabalhadores do setor privado passar a ser como funcionários públicos, com estabilidade no emprego e sem poder ser demitidos.

    Campos então criou o FGTS, o qual teria exclusivamente função de acobertar o trabalhador em caso de demissão. Seu uso para financiamento habitacional só viria a ser instituído depois, por outros políticos.

    Eis o que Campos escreveu sobre o FGTS em seu livro Lanterna na Popa:

    "A finalidade do FGTS era criar um pecúlio financeiro permanente, em substituição ao instituto da estabilidade no emprego, que previa uma indenização somente no caso do desastre da despedida. [...]

    A criação do FGTS foi uma das reformas sociais mais importantes, e mais controvertidas, do Governo Castello Branco. Havia o "mito da estabilidade", tido como a grande "conquista social" do governo Vargas. Mito, porque a estabilidade, após dez anos de serviço na empresa, se havia tornado em grande parte uma ficção.

    Os empregados eram demitidos antes de completado o período de carência, pelo receio dos empresários de indisciplina e desídia funcional dos trabalhadores, quando alcançavam a estabilidade. Os trabalhadores, de seu lado, ficavam escravizados à empresa, sacrificando a oportunidade de emigrar para ocupações mais dinâmicas e melhor remuneradas.

    Os empresários perdiam o investimento no treinamento; as empresas mais antigas, que tinham grupos maiores de empregados estáveis, eram literalmente incompráveis ou invendáveis por causa do "passivo trabalhista". Muitas empresas não mantinham líquidos os fundos de indenização de despedida, ou sequer os formavam, criando-se intermináveis conflitos na despedidade de empregados.

    Foi precisamente um desses casos típicos de rigidez estrutural nas relações de trabalho que deflagrou a busca de uma solução mais flexível, tipo FGTS. Era o caso da Fábrica Nacional de Motores (FNM) em Xerém, Rio de Janeiro.(…) Havia 4000 funcionários, na grande maioria estáveis. Quem a comprasse, compraria um imenso passivo trabalhista.(…)

    "Daí se originou a fórmula do FGTS, de substituição da estabilidade por um pecúlio financeiro, em conta nominal do empregado, que ele poderia transportar de empresa para empresa. Não haveria encargo adicional para as empresas e nenhum empuxe inflacionário, pois a contribuição de 8% do empregador, para a formação do FGTS, era compensada pela eliminação de vários encargos sociais que representavam 5,2% da folha e pelo Fundo de Indenização Trabalhista, quer representava 3%(…)"
  • Modelo  25/04/2017 19:03
    Historiador,

    o Roberto Campos já disse que as convicções dele foram mudando de acordo com o tempo, até mesmo o Delfim Neto já falou que Campos disse uma vez para ele:"Delfim, eu perdi muito tempo, só deveria ter lido Hayek". Isto nos anos 80 e 90 que houve a conversão.

    Aqui uma matéria sobre isso:O pregador incansável do liberalismo

    Abraço
  • Kaio  25/04/2017 05:54
    Dória é social-democrata. Ele próprio falou isso.

    E vários liberais estão apoiando o cara por falta de opção.
  • Fernando  25/04/2017 15:06
    É falta de opção mesmo. Convenhamos, melhor um Dória do que um Ciro Gomes, Marina, os caciques etc.

    Vamos ser sinceros: dificilmente o Brasil vai se tornar um país liberal até a próxima década.
  • Leandro Campos  25/04/2017 19:05
    Até o próximo milênio
  • Desideologizado  25/04/2017 01:22
    Se os "donos do mundo" queriam roubar das riquezas do Brasil eles chegaram tarde, o governo brasileiro já vem realizando essa função há centenas de anos. (destaque especial para a facção removida do poder recentemente).

    Ainda bem que com a sua ajuda e de outros com "pensamento crítico" a espoliação dos brasileiros continuará sendo monopólio exclusivo dos membros do estado brasileiro.

    Você é um verdadeiro patriota, parabéns.
  • anônimo  25/04/2017 11:02
    Concordo parcialmente com o artigo.

    O Trump não vai fazer tudo que disse, mas não existe essa igualdade entre os políticos.

    Isso é a mesma coisa que comparar um estuprador japonês de 1,60 com um negão de 2 metros. Se o estupro é inevitável, que seja feito pelo japonês de 1,60.

    Por pior que seja esse partido republicano, eu prefiro eles do que os esquerdistas.

    Os partidos de esquerda enganam os pobres e os de direita fazem de conta que existe liberdade. Os políticos transformaram os governos em especialistas em enganação e mentiras.

  • Outro Outro Leitor  25/04/2017 11:24
    Olá caros amigos, vcs vem passando por uma reformulação no site, isso é bom. Porem sugiro q n deixem a fonte nesse estilo similar ao negrito e talvez mudar até a fonte. Bom, nao sei q fonte encaixaria melhor, mas deixo minha sugestão
  • Capitalista Keynes  25/04/2017 12:29
    Difícil entender é como vocês ainda acreditam em Liberalismo .....nunca será implementado em sua forma Full (100%) em nenhum lugar do mundo....será sempre uma UTOPIA, pois nunca haverá Estado zero , sempre haverá protecionismo.....sempre haverá um ESTADO e suas intervenções, sempre haverá políticos.

    Mas como a Escola de Samba de Padre Miguel já cantarolava na avenida : "Sonhar não custa nada...."
  • Gannicus  26/04/2017 16:41
    O que me impede de hoje juntar, digamos, 100 milhões de reais, comprar um super lote de terra, decretar esse terreno como independente do Brasil, fundando assim o Ancapistão, e então eu sublotearia para pessoas interessadas em viver em libertarianismo?

    O Estado Brasileiro e a violência que ele empregaria. Que não é diferente do que ele já faz.
  • Marcos  26/04/2017 17:38
    Exato. Todas as terras pertencem ao estado, tanto é que você tem de pagar impostos sobre ela. Adicionalmente, toda a sua renda pertence ao estado, que permite que você fique com um pouco desde que pague 40% ao estado (impostos diretos e indiretos).

    Simplesmente não tem como você viver sem sofrer a violência do estado. Não dá para fazer um ancapistão dentro do Brasil, por menor que fosse o pedaço de terra: o estado não permitiria.
  • Carlos Neto  27/04/2017 03:54
    e essas pessoas pagariam para viver na sua terra por que?
  • Poor Cruzader, Soldier of Christ  25/04/2017 12:39
    Quem manda nos EUA é a imprensa. Mesmo Trump não tem poder para enfrentar todo o Stabelishment. Quem tem poder não é o presidente e sim a imprensa!
    Por este motivo ele precisou fazer escolhas dentro de seus meios de ação e priorizar ações mais importantes! Vamos aguardar para ver.
  • Carlos Neto  27/04/2017 03:57
    quem manda nos eua, na banania e em tudo que é lugar é o $$$. Só isso.

    A diferença é que o povo está um pouco menos alienado agora. Até as guerras ficaram previsiveis.
  • 4lex5andro  25/04/2017 12:45
    No Explorer por enquanto está funcionando a contento.
  • 4lex5andro  25/04/2017 12:52
    Nem sempre as causas das escolhas eleitorais são só econômicas (é um fator muito importante porém não o único); é bom frisar que o viés político do eleitorado estadunidense é alternar o poder em Washington.

    Tanto que nem democratas (tendem ao welfare state) e nem republicanos (tendem a maior liberalismo e menos estado) costumam passar de 3 mandatos seguidos.
  • Diego  25/04/2017 14:56
    O texto é quase perfeito ao tratar do estelionato eleitoral do Trump(talvez o maior da história) mas peca por não falar sobre o pq disso: Trump, como praticamente todos os políticos hoje, SEMPRE esteve no bolso desses globalistas.
    A coisa já chegou num patamar que, sinceramente, eu acho impossível bater de frente contra essa máfia.
    A quantidade de poder, dinheiro e de manipulação que essa cambada de Soros e cia possuem é avassaladora. Achar que por meio da internet seja possível quebrar isso beira a ingenuidade. Agora na França está acontecendo a mesma coisa, todos já correram pra apoiar o "centrista" Macron e mesmo a Le Pen, salvo as críticas à invasão daquela corja na França, tem um programa de governo totalmente intervencionista.
  • Souza  25/04/2017 15:08
    "Trump, como praticamente todos os políticos hoje, SEMPRE esteve no bolso desses globalistas."

    Ora, mas este sempre foi exatamente o ponto. Os anti-globalistas votaram no Trump exatamente com o argumento de que, pelo fato de ele já ser bilionário e poderoso, ele seria incomprável, incorrompível e incorruptível. Ele não cederia aos interesses dos globalistas e não seria controlado por essa gente.

    (Argumento semelhante, embora em nível municipal, foi usado por vários pobres que votaram em João Dória: "Como ele já é rico, não vai querer roubar da gente").
  • Felipe Lange S. B. S.  25/04/2017 20:22
    "Porra Hillary vai causar a Terceira Guerra Mundial! Vamos votar no Trump!"

    Agora nenhum neocon aparece aqui para tentar justificar o voto nesse mais outro fantoche dos globalistas que era o que "iria salvar a América". E nem os "gradualistas".
  • Ronaldo  25/04/2017 23:38
    Trump acaba de afinar em relação ao muro. Não mais será construído.

    www.foxnews.com/politics/2017/04/25/trumps-reported-shift-on-border-wall-money-could-prevent-govt-shutdown.html

    edition.cnn.com/2017/04/25/politics/donald-trump-border-wall/index.html

    https://www.nytimes.com/2017/04/25/us/politics/mexico-wall-spending-trump.html?_r=0

  • sheyk  26/04/2017 09:01
    Reserva de mercado



    Infelizmente uma pessoa com a mente despreparada pode estar fadada a ficar como você colega. Ou seja, ler, ler e não absorver o conteúdo. Parece que você banca o intelectual, mas na prática não aprendeu nada com a história do mundo. Eu te indicaria primeiramente um estudo profundo em Filosofia e Sociologia. Mas aí você tem o jeito de ser aquele cara que adora ficar trocando figurinhas nos comentários, mas com pouco enriquecimento lógico. Portanto... Ah! A propósito sim! Lí Marx, Smith e Ricardo. Não na sequência de suas épocas.?















    Na boa amigo. Você escreveu um texto gigantesco, me chamou de coitado, mas você não tem a prática do pensamento lógico. Lamentável para alguém que até tem alguma informação técnica do assunto. Vejo você como um romântico. Talvez na terra da Alice, toda essa didática acima funcione. Abra a mente. Aprenda com a história e comece a observar os acontecimentos com uma base mais filosófica da coisa. Abraços
  • Ex-microempresario  26/04/2017 16:13
    Ah, se eu ganhasse dez reais cada vez que aparecesse um sabe-tudo cujos únicos argumentos são dizer aos outros para "estudar mais", "abrir a mente", "aprender com a história".......
  • Reserva de mercado  26/04/2017 17:29
    Caro Sheyk:

    Você aparece em um site de ideologia libertária, vem dizendo que está mandando a real na galera, descreve crony capitalism como se as pessoas aqui defendessem um arranjo que este site é TOTALMENTE contra?

    Depois ainda vem me chamar de despreparado sem apontar um único motivo e nem tentar ao menos refutar nenhum dos pontos apresentados, que alias, sãos os mesmos defendidos aqui no site em dezenas de artigos por dezenas de autores diferentes?

    Aham, certo tudo bem. Parece que eu sou burro mesmo. Favor, descrever onde está meu despreparo para que eu possa aprender com sua infinita sabedoria.

    Meu comentário era uma resposta do seu "mandando a real", eu posso CONCORDAR INFINIDAMENTE com você que vivemos nesse sistema crony capitalista e escravagista que você escreveu (o capitalismo dos grandes), pois é assim que o Brasil funciona, talvez desde sua fundação, mas não concordo quando você diz que a essência básica do capitalismo e do livre mercado é essa.

    E mantenho minha posição: por definição, esse sistema escravagista somente é possivel através do estado grande e por barreiras de protecionismo que impendem que pessoas comuns acumulem bens de capital para produzir suas próprias riquezas.

    Faça o seguinte: va lá no sebrae, pergunte quanto custa abrir uma micro empresa que não seja MEI. Depois de cair da cadeira, raciocine um pouquinho: "ou a pessoa vai para o mercado informal ou trabalha no sistema escravagista que o sheyk mencionou".
  • Emerson Luis  26/04/2017 11:45

    Não depende apenas do indivíduo eleito realizar aquilo que quer fazer.

    Seria mais exato os políticos dizerem em campanha que pretendem fazer ou que lutarão para fazer isso ou aquilo, em vez de dizer taxativamente que farão.

    Porém, esse discurso mais comedido e ponderado não cativa a maioria.

    PS: meu comentário pressupõe que há políticos sinceros e refere-se a eles.

    * * *
  • Ronaldo de Paula  26/04/2017 13:51
    Trump candidato: "Adoro o Wikileaks!"

    Trump presidente: "Prendam Assange!"

    mises.org/blog/candidate-trump-i-love-wikileaks-president-trump-arrest-assange

    Establishment total.
  • Carlos Neto  27/04/2017 03:58
    deve ser por isso que só jornalistas amigos entram na casa branca
  • Giovanni  26/04/2017 15:31
    brasil.elpais.com/brasil/2017/04/25/internacional/1493140921_135343.html

    ''vai anunciar hoje uma redução histórica da pressão fiscal sobre as empresas. A medida, que vai reduzir de 35% para 15% o imposto de corporações''

  • Ribisi  26/04/2017 17:45
    E acabou de implantar uma tarifa de 24% sobre toda a madeira importada do Canadá. Vai reduzir impostos sobre grandes corporações (ótima medida, mas absolutamente nada contrária aos interesses globalistas) e encarecer o preço da madeira, que é a matéria-prima para a moradia, especialmente dos mais pobres.

    Se você quisesse criar um estereótipo de um "direitista anti-pobre" não faria melhor do que o próprio Trump.

    money.cnn.com/2017/04/24/investing/canada-lumber-tariff-trump/
  • ZzXx  27/04/2017 22:55
    Aposto que nem a parede esse verme vai construir, um verdadeiro manipulador.
  • Skeptic  28/04/2017 02:31
    Ainda bem. Dinheiro gasto a toa.
  • Luis Eduardo  29/04/2017 06:19
    "Trump: 'I'm a Nationalist and a Globalist'"
    www.breitbart.com/big-government/2017/04/28/trump-im-a-nationalist-and-a-globalist/
  • Leitor curioso  03/05/2017 15:45
    O Trump vem pensando em restaurar a Lei Glass–Steagall.

    Fiz alguma pesquisa no site mas não encontrei nada a respeito. Tem algum artigo do Mises que aborda esse assunto?

    Obrigado!


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