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Gramsci, Paulo Freire e a batalha da linguagem: nosso declínio começou com a deturpação das palavras
Chegou a hora de contra-atacar

O famoso escritor francês Victor Hugo (1802-1885) observou: "resistimos à invasão dos exércitos; não resistimos à invasão das ideias".

Uma das frases mais repetidas por Mises — e atribuída por alguns ao pintor americano William McGregor Paxton (1869 – 1941) — é que as ideias são mais poderosas do que os exércitos. Acredito não apenas que todos estavam cobertos de razão, mas também que, nessas poucas palavras, conseguiram transmitir uma lição formidável de otimismo e, mais do que isso, um convite para que todos acreditemos na inexorabilidade do longo prazo, no tempo bergsoniano como fonte permanente de descobertas e aperfeiçoamento.

Como escreveu Lew Rockwell,

As ideias ignoram as fronteiras.  Elas não são inibidas por meras questões espaciais.  Elas são perfeitamente capazes de atravessar os limites do tempo.  Elas crescem e se difundem por meio de ações e decisões individuais sobre as quais absolutamente ninguém possui controle algum.  No final, o fato é que os governos são incapazes de gerir e impor as ideias.  Muitos são, inclusive, emasculados por elas.

Ora, assim como os armamentos usados pelos exércitos são transportados em caminhões, aviões, helicópteros ou mesmo pelas tropas de infantaria, as ideias são expressas — e isso é uma simples tautologia — por meio da linguagem, que é o meio sistemático de comunicá-las por meio de sinais convencionais sonoros e escritos (linguagem verbal) e gestuais, corporais, geométricos e mímicos (linguagem não verbal).

É a linguagem, portanto, o elemento mediante o qual expressamos nossos pensamentos, ideias, opiniões, expectativas e sentimentos. É o elemento comunicador por excelência: onde há comunicação, há necessariamente linguagem. A linguagem é o sistema de sinais que utilizamos para efeito de nos comunicarmos e a linguística é o estudo dos fenômenos segundo os quais as línguas evolvem.

Você pode ter uma ideia excelente, até mesmo genial, mas, se não souber comunicá-la, essa ideia não se espalhará e você perderá a batalha. Nunca é demais relembrar o velho José Abelardo Barbosa de Medeiros, mais conhecido como Chacrinha (1917 — 1988), um comunicador popular fantástico, que tinha como um de seus famosos motes "quem não se comunica se trumbica". Pura sabedoria popular, sem qualquer pretensão de erudição, mas que, para determinados fins, vale mais do que certos tratados de Filosofia da Linguagem [1].

Pois bem, o ponto a que desejo chegar é que, fora do âmbito teórico, os liberais, no Brasil e no mundo, vêm se trumbicando há muitos anos, simplesmente porque, embora suas ideias sejam as melhores, não têm sabido comunicá-las devidamente para a sociedade. Ou seja, até o presente momento nós simplesmente ainda estamos perdendo a batalha da linguagem. E de goleada.

O que devemos, então, fazer, já que, neste bendito ano da graça de 2016, a esquerda — ao que parece — está perdendo rapidamente espaço em todo o mundo e sabendo que, se nada fizermos, ou se adotarmos alguma postura ineficaz, essa esquerda — que é bastante organizada — irá recuperar o terreno, com todas as consequências que isso trará em termos de obstáculos à geração de riqueza e da melhoria do padrão de vida em todo o planeta?

A paródia da "linguagem das doninhas"

Weasel word é uma gíria inglesa para designar palavras evasivas ou ocas. Em português usamos a expressão linguagem das doninhas, essa mesma ouvida incessantemente na TV, em bares e reuniões de intelectuais, na internet e nos jornais, e que cria em suas vítimas o hábito de não pensar, substituindo a lógica pelos chavões e palavras de ordem.

Ai de quem, sabendo pensar por conta própria, recusa-se a falar esse dialeto maldito. É logo tachado de ''elitista'', ''conservador'', "misógino", "racista", "machista", "homofóbico", "nazista", "coxinha" e — ignomínia das ignomínias! — ''politicamente incorreto'', além de outros adjetivos "xingativos".

Em Dilbert and the way of the weasel: A Guide to Outwitting Your Boss, Your Coworkers, and the Other Pants-Wearing Ferrets in Your Life, um livro satírico de bastante sucesso, o economista e cartunista americano Scott Adams (1957) estabelece a proposição de que muitas pessoas — mais exatamente, as que se deixam dominar pela ditadura do ''politicamente correto'' — agem como as doninhas ou mustelas, aqueles mamíferos capazes de sugar todo o conteúdo de um ovo, por um minúsculo furo que conseguem fazer, deixando-o aparentemente intacto. A humanidade, segundo essa sátira, não seria formada por pessoas boas ou más, mas sim por doninhas.

Assim, o autor introduz sarcasticamente a Zona da Doninha, uma gigantesca área cinzenta entre o bom comportamento moral e a criminalidade aberta, que é de onde nos ''exploram'' sem parar: chefes, empresários, fazendeiros, executivos, países e pessoas ricos, banqueiros, Donald Trump, Angela Merkel, enfim, todos os que são bem sucedidos na vida. Em 27 hilariantes capítulos, Adams revela os segredos desses seres escorregadios, como reconhecê-los e como agem, denominando de weaseleze a língua oficial das doninhas, útil para ninguém entender racionalmente o que é dito e confundir os inimigos, como parte da estratégia gramsciana de implantar o socialismo sem recorrer às armas convencionais.

Passando da sátira ao mundo real, esse comportamento de bois ao som do berrante que domina a sociedade atual é certamente uma das etapas derradeiras do processo de degradação cultural, em que a linguagem se desconecta da experiência inteligente e emite apenas tênues sinais de vida social. Aquilo que quase todos se põem a dizer já se mostra inteiramente desconectado dos acontecimentos, fatos e ações racionais do mundo real, para refletir apenas opiniões conduzidas e sem qualquer embasamento, segundo a clivagem binária rudimentar entre nós e eles.

Imagine uma explanação qualquer feita por um professor e que atenda aos requisitos da lógica e suponha que o raciocínio desse docente o conduza a, por exemplo, defender as privatizações. O homem que é guiado pela linguagem politicamente correta, então, dirá simplesmente que discorda, sem qualquer preocupação quanto a explicar por que discorda. Muito provavelmente, se lhe perguntarem o motivo, ficará em maus lençóis.

Isso acontece porque aquilo de que ele discorda nada tem a ver com a sua vivência dos fatos reais, mas sim com o comando que lhe foi exarado — como que do além —, de que "privatizar é dilapidar o patrimônio público". Logo, ele instantaneamente colocará o professor do lado deles e, portanto, contra o nós que lhe foi impregnado desde o ensino básico como o time dos bonzinhos.

Para usarmos a nomenclatura do filósofo alemão Eric Voegelin (1901-1985), essas pessoas vivem em uma segunda realidade, aquela que povoa seu imaginário e que é absolutamente alheia ao mundo real, formado pela primeira realidade, aquela que é factual, que de fato existe.

Temos, então, uma grave situação, em que os sons emitidos pelo professor são reconhecidos como característicos de uma linguagem racional, mas compreendidos — e passados adiante — como o de uma comunicação irracional, como a dos animais.

O veneno de Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire

A degradação da linguagem se dá quando essa anomalia se estende aos jornais, à TV, à internet, ao rádio, aos discursos dos políticos e — como é triste escrever isso! — aos intelectuais e professores universitários.

Argumentar para quê?, se esses teleguiados já dispõem dos chavões, das palavras de ordem e de todas as doninhas do mundo para protegê-los. Mostrar racionalmente por que se discorda dessa ou daquela afirmativa para quê?, se é suficiente buscar-se a leniência do grupo nós. Buscar convencer o outro lado para quê?, se é mais fácil intimidá-lo com a demonstração de que esse mesmo grupo é mais barulhento do que o grupo deles

Em suma, não há qualquer necessidade de demonstrar-se que se está com a razão, porque o que importa é amealhar o maior número possível de autômatos que compõem o nós e segregar os demais — mesmos que estes sejam a maioria — no curral utilizado para isolar a influência nociva de todos os mal-intencionados, ou seja, eles.

Mas é evidente que essa verdadeira ditadura das doninhas conhecida como linguagem politicamente correta não está acontecendo por acaso. Tudo isso foi pensado, planejado e executado pacientemente, durante décadas, como um incessante trabalho de formigas, pela esquerda em todo o mundo. Para não retrocedermos em demasia no tempo, vamos nos referir apenas ao filósofo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975) e ao também filósofo italiano Antonio Gramsci (1891-1937), bem como aos educadores Jean Piaget (1896-1980), e Paulo Freire (1921-1997), todos comunistas.

Bakhtin enxergava a linguagem como um processo permanente de interação por meio do diálogo e não apenas como um sistema autônomo. Assim, a língua só existe mediante o uso que locutores ou escritores e ouvintes ou leitores fazem dela, em situações concretas de comunicação. Definiu noções de análise da linguagem com base em discursos e crônicas artísticos, filosóficos, científicos e políticos. Segundo ele, o ensino, o aprendizado e a linguagem deveriam subordinar-se ao sujeito, aquele agente dos acontecimentos responsável pela criação dos discursos e ideias. E — os negritos são meus — os enunciados sempre são trabalhados pelo sujeito tendo em vista os objetivos ideológicos, sociais, históricos e culturais.

Isso lembra a você alguns dos partidos de esquerda? Pois é.

As relações entre linguagem, ideologia e hegemonia de Gramsci e Bakhtin são bastante semelhantes. Analisando os conceitos bakhtinianos de heteroglossia (a diversidade social de tipos de linguagens) e dialogismo (o processo de interação entre textos, em que estes não são considerados isoladamente, mas concatenados com outras proposições similares) e a definição gramsciana de hegemonia (as relações de domínio de uma classe social sobre o conjunto da sociedade), conclui-se que as visões de linguagem e subjetividade de ambos são convergentes e que, a partir de uma discussão sobre os conceitos de poder, discurso e ideologia, consideram a linguagem e o sujeito como processos capazes de refutar e criticar os poderes e discursos prevalecentes.

O sardo de Ales, Antonio Gramsci, certamente é mais conhecido no Brasil do que Bakhtin como uma das maiores referências do pensamento esquerdista no século XX. Il Gobbo (o corcunda), assim apelidado por conta de um defeito físico, alinhava-se com o projeto político que visa à revolução proletária, mas se distinguia porque acreditava — e, novamente, os negritos são meus — que a chegada ao poder deveria ser antecedida por mudanças de mentalidade e que os agentes dessas mudanças deveriam ser os intelectuais e a ferramenta essencial deveria ser a escola.

Enquanto a maioria dos pensadores marxistas enfatizava as relações entre economia e política, Il Gobbo deu maior importância à ação ideológica nos campos da educação, da cultura e da intelligentsia no processo histórico de transformação. Muitos de seus conceitos permanecem atuais e — o que é pior — são postos em prática por governos e políticos esquerdistas em todo o mundo. Por exemplo, é dele o de cidadania, pois foi Gramsci que levou à pedagogia a "conquista da cidadania" como um dos objetivos das escolas. Estas deveriam ser manipuladas para o que denominou de "elevação cultural das massas", alegoria que, segundo ele, representaria a libertação das populações da visão de mundo baseada em "preconceitos" e "tabus" (a religião seria um deles), bem como dos usos e costumes tradicionais que impediriam a crítica das "classes dominantes".

A maior parte da obra de Gramsci foi escrita na prisão, por ordem de Mussolini e só veio a ser divulgada depois da sua morte. Desse período, há duas obras: as Cartas do cárcere, com mensagens a parentes ou amigos e os famosos 32 Cadernos do cárcere, que não eram originalmente destinados à publicação. Para esconder-se da censura fascista, adotou uma linguagem cifrada, repleta de conceitos originais, como bloco histórico, intelectualidade orgânica, sociedade civil e hegemonia, e de expressões novas, como 'filosofia da práxis' como sinônimo de marxismo. Sua escrita, a exemplo da de Nietzsche, é fundamentalmente fragmentada, com inúmeras passagens que se limitam a sugerir reflexões.  

Segundo Gramsci, "toda relação de hegemonia é necessariamente uma relação pedagógica", isto é, de aprendizado. E obtém-se a hegemonia mediante uma luta de direções contrastantes, primeiramente no campo da ética e depois no da política. Para Il Gobbo, era necessário primeiro conquistar as mentes e só depois o poder. 

No campo da educação, duas influências consentâneas com essas ideias influenciaram a educação de maneira muito forte. A primeira foi a do francês Jean William Fritz Piaget, para quem as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos professores  caberia tão somente a tarefa de aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos. Piaget criticou acidamente a modalidade de ensino onde "o professor dita e o aluno copia e repete".

Crítica endossada pela segunda das influências, o pernambucano Paulo Freire, o pedagogo endeusado pela esquerda de nosso país e autor de A pedagogia do oprimido. Com seu método dialético de alfabetização, Freire denominou jocosamente a então maneira tradicional de educar de "educação bancária". Freire é — e não posso me furtar de aduzir — infelizmente, o patrono da educação brasileira. O que, certamente, explica as péssimas colocações do Brasil em todos os rankings internacionais divulgados anualmente. Mas trata-se, dizem seus adoradores, de pedagogia crítica, o que para mim não passa de uma antecipação do dialeto weaselese para designar o grande equívoco que é o marxismo.

Sempre que ouço ou vejo o nome de Paulo Freire, lembro-me de Roberto Campos, que não se cansava de se referir a ele como o educador que jamais educara uma criança sequer. Mas vale a pena verificarmos até que ponto suas divagações alucinatórias iam. À educação "bancária" ele contrapunha a educação "libertadora".

A primeira seria uma relação "vertical" entre educador e educando. Um deteria o conhecimento e a capacidade de pensar, e o outro seria o objeto que recebe o conhecimento e segue o mestre. O educador "bancário", então, "depositaria" conhecimentos nos alunos e estes passivamente os receberiam. Tal concepção de educação teria como objetivo intencional formar indivíduos acomodados, não-questionadores e que se submeteriam à estrutura de poder vigente, sem objetivos de crescerem na vida, e teria sido idealizada para acobertar os interesses dos "dominadores".

Trata-se de uma trama muito bem urdida por Freire: ao mesmo tempo em que alerta que educar para pensar é algo perigoso para eles e que mudanças devem ser feitas, ele também propõe uma solução que, ao fim e ao cabo, bestializa os alunos, destruindo sua inteligência e sua própria capacidade de pensar como indivíduos autônomos. E, ao mesmo tempo em que critica a educação "vertical" ou "bancária", sugere outra verticalidade de viés totalitário, a do estado sobre os indivíduos, transferindo a autoridade de pais e professores para seu exército de ideólogos ocupando as salas de aula.

Segundo sua nomenclatura, uma "educação libertadora ou problematizadora" seria aquela que não separasse professor e aluno, em que ambos seriam concomitantemente educadores e educandos. Em suas palavras:

Desta maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa. A educação libertadora abre espaço para o diálogo, a comunicação, o levantamento de problemas, o questionamento e reflexão sobre o estado atual de coisas e, acima de tudo, busca a transformação.

Repare no recorrente estratagema dialético que consiste em dividir tudo o que existe no mundo na suposta dicotomia entre nós e eles, sem a qual o socialismo-comunismo não pode existir: nós, os bonzinhos, os socialistas-comunistas de caráter ilibado e ótimas intenções e eles, os malvados defensores do capitalismo, da propriedade privada e da economia de mercado, de péssima índole e intenções escusas.

Bakhtin, Gramsci, Piaget e Freire, os dois primeiros em plano mais filosófico e os dois últimos invadindo (ou ocupando, segundo o dialeto weaselese) as salas de aula, podem ser responsabilizados pelo predomínio — dito cultural — que a esquerda vem exercendo há décadas em todo o mundo. A linguagem das doninhas é fruto, como escrevi no início, de um trabalho árduo, paciente e de longo prazo da esquerda mundial. Mas, como tudo o que é errado não pode funcionar bem durante todo o tempo, as coisas estão começando a mudar.

Alguns exemplos de weaselese

Eis alguns exemplos de palavras e expressões dessa novilíngua tão bem retratada por George Orwell (1903-1950) e que bem ilustram a importância dessa batalha, ao mesmo tempo em que nos exortam a eliminar esse lixo que vem contaminando seguidas gerações, destruindo sua capacidade de pensar, manipulando o idioma e cometendo enormes fraudes semânticas:

Homofobia, machismo, empoderamento, aquecimento global (ou mudanças climáticas), patriarcado, ressignificação da família, misoginia, o uso do x em lugar dos artigos o ou a, afrodescendente, opressão, luta de classes, golpista, democracia, estado democrático de direito, extrema-direita, mídia golpista, neoliberalismo, capitalismo selvagem, identidade de gênero, justiça social, dívida histórica, xenofobia, ocupação (no lugar de invasão), eurocentrismo, islamofobia, heteronormativismo, elite, classista, burguês, pobre de direita, negro de direita, direito social, distribuição de renda, cultura do estupro, apreensão (no lugar de prisão) de menores, função social da terra, desconstrução, poliamor, homoafetivo, medidas sócio-educativas, transexualidade, problematização, opressão do homem branco, medieval (aplicado à Igreja Católica), transfobia, consciência social, função social, desmatamento, ações afirmativas, minorias, elitista, preconceituoso, "pública, gratuita e de qualidade", polícia cidadã, relativização, cidadãos críticos, neo (aqui basta acrescentar qualquer palavra), globalização (no lugar de globalismo), excluídos, presidenta, dieta balanceada, manifestantes, inclusão, interrupção voluntária da gravidez, espírito republicano, autonomia do corpo, direito da mulher ao próprio corpo, católicas pelo direito de decidir, sociedade justa e igualitária, saúde reprodutiva, questão de gênero, orientação sexual, autoritarismo (como sinônimo de hierarquia), cadeirante, indivíduos em situação de risco social (criminosos), demandas do nosso tempo, bom dia a todos e todas, pessoa em transição entre empregos (desempregado), sustentabilidade, hipossuficiência e muitas, muitas e muitas outras.

Poderia continuar (existem até dicionários com essas palavras), mas creio que isso já seja suficiente.

Combatendo o bom combate da linguagem

Todo esse discurso contaminado ideologicamente tem uma característica indisfarçável, que é a negação da verdade, o que se explica pela orientação marcantemente relativista do socialismo-comunismo e, no plano prático, pelos conhecidos conselhos do nacional-socialista Goebbels, de que uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade, bem como pelo ensinamento de Lenin de acusar os adversários do que você faz e chamá-los do que você é.

Mas parece que uma nesga de esperança começa a se descortinar neste final de 2016, em que a esquerda brasileira foi batida e humilhada nas eleições municipais, a presidente petista foi destituída, a Inglaterra escolheu o Brexit, Hillary Clinton perdeu para Donald Trump, Hollande está com sérios problemas na França, a bandeira da responsabilidade fiscal está mais visível e as pessoas estão acreditando cada vez menos nas ditas soluções políticas.

A batalha das ideias aí está e o que devemos fazer para vencê-la, aproveitando-nos dessa aparente derrocada do esquerdismo?

Aqui vou apenas dar algumas sugestões genéricas, ao mesmo tempo em que indicarei um curso — Guerra Semântica — criado por Dante Mantovani, especialista em linguística, para estudar metodicamente o tema e mostrar como restabelecer a verdade semântica em dez lições, com abordagem aprofundada e fundamentação sólida. Aqui você pode assistir ao vídeo em que ele fala sobre o curso.

A primeira coisa que devemos fazer para ganharmos a batalha da linguagem é nos insurgir contra a mentira. E, para combatermos a mentira, temos necessariamente de reconhecer que existe a verdade. Isso não quer dizer, em absoluto, que pretendamos ser seus donos; apenas que devemos mostrar todo o arsenal de embustes que se esconde atrás dessa linguagem politicamente correta da esquerda. A mentira não pode prevalecer durante muito tempo e, em se tratando das ideias socialistas, seu tempo já é mais do que passado.

Assim, reaja sem medo, tão logo você ouvir alguma dessas palavras ou expressões envenenadas, mostrando que você tem cérebro e que ele funciona, mesmo se você foi treinado na escola por professores do método Freire. Mostre que o socialismo-comunismo jamais funcionou em país algum, não funciona e nunca vai funcionar.

Para isso, é preciso que você faça um pequeno esforço, começando pela supressão dos jornais e documentários de TV e dos jornais impressos, que estão impregnados de doninhas. Busque outras fontes de informação. A internet aí está para isso. A lei da demanda funciona sempre e, portanto, caindo a demanda por esse verdadeiro lixo, os proprietários de TVs e de jornais terão que se livrar dos maus jornalistas, que são na verdade militantes. Se não agirem assim, vão quebrar. Mercado neles!

Se você tem filhos na escola, acompanhe tudo o que os professores estão fazendo com eles, porque a responsabilidade é toda sua. Se perceber a existência de professores militantes — e certamente isso vai acontecer — vá à escola e diga que seu filho não está ali para ser doutrinado por ideias de esquerda ou de direita, mas para aprender. Se a coordenação ou direção da escola não se mostrar receptiva, ameace trocar de escola. E se nem assim funcionar, troque. Aqui o mercado também funcionará.

Se você é universitário e está cansado dessa xaropada doutrinadora, desse lerolero esquerdista que domina os cursos de ciências humanas, especialmente nas universidades públicas, comece a contestar respeitosamente seus professores. Use argumentos e não se impressione nem com a idade, nem com a barba e a sandália do seu professor petista ou psolista ou com aquele vestido sempre comprido e os cabelos desalinhados da professora marxista, pois a maioria deles não tem argumentos. Os que eventualmente apresentarem alguns argumentos muito provavelmente irão respeitar também os seus. Se eles não respeitarem você, ficarão mal perante a turma.

E se você, tal como eu, é professor universitário, tenha sempre em mente uma famosa frase de Mises, a de que basta haver um solitário professor que tenha as ideias certas — e que saiba transmitir sua lógica — em um departamento, para que um grande número de alunos se interesse e busque aprofundar-se nelas. A esse respeito posso, por experiência própria, assegurar que o "bom velhinho" estava coberto de razão.

E, para incentivar seus alunos a não abandonarem seus intentos diante das enormes dificuldades representadas pela cultura predominantemente de esquerda, diga para eles que, se eles têm convicção de que suas ideias são corretas, então sigam a máxima: o sentido é mais importante do que a velocidade.


[1]  Por exemplo, segundo Olavo de Carvalho, o autor do Tractatus Logico-Philosophicus, o filósofo austríaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951), um dos membros do famoso círculo de Viena e primo de F. A. Hayek, "se notabilizou pelo seu ódio insano à ciência, que ele considerava a raiz de todos os males modernos, e pela precariedade dos conhecimentos de matemática e linguística com que se meteu a enfrentar os problemas da linguagem filosófica".

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autor

Ubiratan Jorge Iorio
é economista, Diretor Acadêmico do IMB e Professor Associado de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).  Visite seu website.

  • Um anônimo qualquer  24/11/2016 13:08
    "(...) o grande equívoco que é o marxismo."

    Não consigo evitar o pensamento de que tamanha insistência em atacar Marx seja devida muito mais a uma defesa de ideologia que a questões teóricas. Sobretudo porque as "críticas" não revelam mais que as inépcias pueris da austriacada, cuja dificuldade de compreensão d'O Capital só posso atribuir a uma displicência deliberada.

    Se alguém se lança ao desafio de teorizar a economia, a primeira coisa que deve ser capaz de fazer é apresentar uma interpretação convincente para aquela que é a característica essencial de uma sociedade capitalista: a geração privada de lucros. Vocês não fazem mais que se posicionar ao lado dos seus congêneres ortodoxos nesta questão basilar, mas o austriaquismo de internet se prolifera alardeando por todos os cantos que é A escola que deveria ser ouvida...

    É ridículo acreditar na ideia simplista de que o lucro é nada mais que o fruto da "capacidade do empreendedor de ajustar sua produção à demanda dos consumidores", como diz Mises; de que o lucro ocorre simplesmente porque o "empreendedor" foi capaz de obter um ganho com a venda de suas mercadorias num montante que excede os gastos, despesas e investimentos incorridos em sua produção, reduzindo uma complexa relação social a uma mera relação entre oferta e demanda... Parece tão simples e óbvio, não? O capitalista simplesmente foi recompensado por seu esforço de atender a uma necessidade dos "consumidores" e conseguiu tornar positiva a relação P.Q - CT. Fim de papo!

    Mas vamos estender esta ideia rasa para todo o conjunto da classe capitalista? Se o lucro é meramente um montante obtido no mercado suficiente para cobrir com margem os custos totais de produção, como é possível que a maioria dos capitalistas - ou mesmo quase a totalidade deles - possa estar lucrando ao mesmo tempo, como ocorre durante a fase ascendente do ciclo econômico? Chega a passar pela cabeça de vocês que isto significa que cada capitalista está realizando o absurdo de tirar do mercado mais do que coloca nele? Ou, por outras palavras, que o volume monetário que cada um dos "empreendedores" toma para si do mercado com a venda das mercadorias que produziu é superior ao montante monetário que coloca nele ao empenhar recursos na produção destes bens (matérias-primas, salários, maquinário, instalações, energia, aluguel, juros, etc.)? Parece perfeitamente possível que isto ocorra a um capitalista individual, que ele possa simplesmente estar recebendo pela venda de suas mercadorias um volume monetário maior que aquele despendido na produção das mesmas, mas, de novo, como estender esta ideia míope para todo o conjunto dos capitalistas? Como poderia este suposto processo de obtenção de lucro funcionar para praticamente todos os capitalistas, como quando a atividade econômica está em constante expansão? Como poderia o total dos lucros exceder o total dos prejuízos? Vocês podem acreditar, mas a mim não parece que o mercado possua a propriedade de viabilizar o milagre da multiplicação...

    A única explicação logicamente plausível para esta concepção é que o mercado funcione como um jogo de soma zero, em que o ganho do conjunto de empreendedores bem sucedidos em sua empreitada significa simplesmente o prejuízo, ou mesmo a falência, dos que não obtiveram êxito em seu negócio. Mas se tudo o que um empreendedor faz para lucrar é atrair para si o dinheiro de demandadores que, de outra forma, iria para os bolsos de outro empreendedor, como explicar que os mercados possam se expandir e ampliar ao longo do tempo? Além disso, parece não ser esta a ideia de Mises: "Os lucros daqueles que produzem bens e serviços disputados pelos compradores não são a causa dos prejuízos daqueles que produzem mercadorias pelas quais o público não está disposto a pagar um preço suficiente para cobrir os custos de sua produção." Este senhorzinho esperto deve ter para o problema uma solução mágica que eu desconheço.

    Mas a verdade é que pouco importa, porque a origem do lucro não está na esfera da circulação ("mercado"), como imaginam os austríacos e seus parzinhos ortodoxos, e Marx é quem a localiza com precisão: o próprio processo produtivo. E é por isso que Marx foi capaz de demonstrar como o lucro surge aparentemente de maneira "natural" para o capitalista (conquanto produza bens úteis fazendo uso do nível técnico predominante em determinado período), teorizando o capitalismo não como um conjunto de peças de quebra-cabeça destacadas do processo histórico, mas como mais um modo de produção, em que a classe da base da pirâmide social produz para a sociedade como um todo, da mesma forma como operavam todos os outros modos de produção anteriores.

    Que tal justificar a selvageria dos ataques a Marx tentando fazer mais do que apenas arranhar a superfície do problema essencial?
  • Guilherme  24/11/2016 13:54
    "Não consigo evitar o pensamento de que tamanha insistência em atacar Marx seja devida muito mais a uma defesa de ideologia que a questões teóricas. Sobretudo porque as "críticas" não revelam mais que as inépcias pueris da austriacada[...].Que tal justificar a selvageria dos ataques a Marx tentando fazer mais do que apenas arranhar a superfície do problema essencial? "

    Fique à vontade para refutar as inépcias pueris da "austriacada":

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2348
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1856
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2324
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2540
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2136
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1141

    Volte quando tiver algo de concreto a dizer em vez de apenas despejar sua diarréia mental aqui. Ou então pode apenas se resignar e ficar de beicinho. Aqui você é livre.
  • saoPaulo  24/11/2016 14:27
    Se o lucro é meramente um montante obtido no mercado suficiente para cobrir com margem os custos totais de produção, como é possível que a maioria dos capitalistas - ou mesmo quase a totalidade deles - possa estar lucrando ao mesmo tempo, como ocorre durante a fase ascendente do ciclo econômico? Chega a passar pela cabeça de vocês que isto significa que cada capitalista está realizando o absurdo de tirar do mercado mais do que coloca nele?
    Exatamente pela capacidade humana de se aprimorar e se tornar mais eficiente.
    Antes eu tinha um processo que levava dois dias de trabalho para ser efetuado. Ao adotar um processo mais eficiente, consigo o mesmo resultado, com os mesmos insumos, mas agora com uma hora de trabalho. Eu estou "tirando menos do mercado" (tempo), mas estou "colocando o mesmo" (resultado). Acabei de "realizar o absurdo de tirar do mercado mais do que coloquei nele".

    A única explicação logicamente plausível para esta concepção é que o mercado funcione como um jogo de soma zero
    O pescador trocou seu peixe pelo pão do padeiro. Segundo seu raciocínio, nenhum deles melhorou sua situação. É isso mesmo?
    Por favor, isso é economia 101, nas primeiras 30 páginas de qualquer livro texto de economia básica...
  • Um anônimo qualquer  24/11/2016 15:01
    Olá, Paulo.
    Me refiro em tirar/colocar do mercado em termos monetários.
    Para tornar um "processo mais eficiente" é preciso ter havido uma acumulação prévia (lucros). Mas, então, volta-se à questão: como o total dos lucros pode superar o total dos prejuízos, de modo que a maioria dos capitalistas possa lucrar?

    "O pescador trocou seu peixe pelo pão do padeiro. Segundo seu raciocínio, nenhum deles melhorou sua situação. É isso mesmo?
    Com "jogo de soma zero" eu quis dizer que lucros e prejuízos se compensariam "no agregado", não havendo uma acumulação total que viabilizasse a expansão dos mercados (de novo, em termos monetários, independentemente do que cada um produza).

    Capiche?
  • Alfredo  24/11/2016 15:51
    "Me refiro em [sic] tirar/colocar do mercado em termos monetários. Para tornar um "processo mais eficiente" é preciso ter havido uma acumulação prévia (lucros)."

    Correto. E com esse lucro, o empreendedor adquire maquinários, amplia suas instalações e contrata mais mão-de-obra.

    Observe que, após isso, ele não mais está em posse de dinheiro (seu lucro). O dinheiro já foi novamente disperso pela sociedade. Foi para os mãos do vendedor/produtor dos maquinários, para a construtora que ampliou suas instalações fabris, e para a mão-de-obra contratada. E todos esses gastaram esse dinheiro em outras coisas.

    "Mas, então, volta-se à questão: como o total dos lucros pode superar o total dos prejuízos, de modo que a maioria dos capitalistas possa lucrar?"

    Juro que tentei e me esforcei. Mas sinceramente não entendi do que você está falando. Li seu texto completo e não consegui ver ali um simples encadeamento lógico.

    "Com "jogo de soma zero" eu quis dizer que lucros e prejuízos se compensariam "no agregado", não havendo uma acumulação total que viabilizasse a expansão dos mercados (de novo, em termos monetários, independentemente do que cada um produza)."

    É porque você, como todo marxista, acha que o lucro é algo que some no bolso do capitalista. Ou então é remetido para uma conta na Suíça. Como tentei desenhar acima, em uma economia capitalista, lucros não somem no bolso do capitalista malvadão. Ele tem de reinvesti-los em seu negócio caso queira continuar competitivo. Se não fizer isso, ele será devorado pela concorrência.

    E, ao reinvestir seus lucros, esse dinheiro volta a "circular" na economia, permitindo lucros em todas as áreas. É isso, pelo visto, que você não conseguiu entender. Seu raciocínio parou na metade. Como o de Marx.
  • saoPaulo  24/11/2016 17:27
    Um anônimo qualquer 24/11/2016 15:01

    Com "jogo de soma zero" eu quis dizer que lucros e prejuízos se compensariam "no agregado", não havendo uma acumulação total que viabilizasse a expansão dos mercados (de novo, em termos monetários, independentemente do que cada um produza).
    Não entendi. Por que algo ilógico já nos fundamentos se tornaria certo "no agregado"? Se o jogo já não é de soma zero no seu fundamento, por que o seria "no agregado"?
    É o mesmo que o seguinte:
    - (eu) Se eu jogar uma pedra para o alto (sem atingir a velocidade de escape) ela cairá.
    - (você) Sim, mas se eu jogar várias (sem atingir a velocidade de escape), elas ficarão voando "no agregado".
    - (eu) Isso não faz sentido algum.
    No mais, daonde você tirou que a base monetária se mantém constante nas economias? Já ouviu falar de inflação?
    E, mesmo que ela permanecesse constante, se mais produtos são produzidos, o próprio valor do dinheiro aumenta. Digamos que investi R$100.000,00 há 5 anos, quando eu podia comprar x balas Juquinhas. Hoje, com a mesma quantidade de dinheiro, eu compro 1,2*x balas Juquinhas. Mesmo que meu investimento me retorne os exatos R$100.000,00, eu terei um lucro de 20%.
    Ainda sob a mesma base monetária, mesmo que o valor do dinheiro não aumente (a produtividade não aumente), o empreendedor irá inevitavelmente gastar seu lucro, não "realizando o absurdo de tirar do mercado mais do que colocou nele".
    Creio que você esteja confundindo dinheiro com riqueza. Dinheiro é apenas um meio de se facilitar as trocas*, se foque na riqueza e talvez entenderá melhor.

    *E também de se distribuir informação pelo mercado através de preços.
  • Getulio  24/11/2016 17:54
    Exato, saoPaulo. O anônimo ignorou completamente coisas como dinheiro e valor subjetivo em sua análise (assim como Marx). Ele acha que o valor (preços, custos e até mesmo o valor nominal dos lucros e dos prejuízos) das coisas é fixo e imutável, e não algo em contínua mudança.

    Um preço de $100 será $ 100 para sempre. Um custo de $ 100 será $ 100 para sempre. Nada muda.

    A "análise" que ele fez é completamente mecanizada; preços e custos não se alteram. Volume de gastos e de investimentos também não. Tudo tem o mesmo preço e o mesmo custo para sempre, assim como as preferências dos consumidores, que não se alteram. Por isso ele ficou completamente perdido em sua "análise". Não há espaço para a ação humana alterar a valoração das coisas na "análise" dele.

    E ele vem, na cara-de-pau, dizer que já leu tudo de Mises.
  • saoPaulo  24/11/2016 18:23
    Getulio 24/11/2016 17:54

    Concordo, acho que ele não faz ideia de contra o que ele está tentando argumentar.

    Pra título de educação, sugiro o seguinte livro/quadrinho de economia básica. É tão simples que até uma criança consegue entender. E não digo isto para humilhar ninguém, visto que já o li várias vezes.

    How an Economy Grows and Why It Doesn't (by Irwin Schiff)
  • Franco Engenheiro  24/11/2016 16:12

    Um anônimo qualquer, boa tarde.

    Concordo plenamente com você,

    eu transformo aços em máquinas, que estas, fabricam treliças, as mesmas, constituem a armação de residências = oras, um indivíduo tem que pagar para se ter um teto, ou um imóvel é natura, tal qual, cavernas.

    Porém, inicialmente eu preciso de matéria prima, especificamente, barras, chapas de aço, eletrônicos, etc... as barras de aço precisam de uma mistura de minérios, parte vem do Brasil, parte da África, e um restante da China.

    Simplificando e concluindo,

    a) eu compro uma pão, o padeiro ganha;
    b) a padaria foi construída por determina empreiteira, a empreiteira ganha;
    c) na obra foi usada treliça, a casa de ferragens ganha;
    d) a casa de ferragens comprou a treliça do distribuidor, o distribuidor ganha;
    e) o distribuidor comprou da metalúrgica, a metalúrgica ganha;
    f) a máquina de conformar treliça foi comprada de mim, eu ganho;

    E assim até a ideia inicial, pagamos pela inventividade de vários indivíduos, aquele que descobriu o aço, aquele que produziu o primeiro pão, e pago para o padeiro me fazer pão, e ele me paga para ter treliça em seu imóvel.

    Quanto de trabalho você está disposto para para ter um local apropriado para te proteger do vento, da chuva, do frio, do sol e preservar sua privacidade?????

    Tudo pagamos com trabalho, a moeda é somente o símbolo ( a soma zero que você diz, acredito que seja inerente a circulação da moeda).

    E com isso todos ganhamos, mas antes, lembre-se sempre damos mais do que ganhamos, por isso a soma nunca é zero. Um pão tem mais "valor" pra mim que a máquina e a máquina tem mais valor pro padeira que para mim.

    Relação ganha ganha, onde 1+1= n.
  • Não sou um anônimo qualquer, meu nome é Jefferson  24/11/2016 15:10
    Permita-me refutar suas proposições?
    1)
    "Não consigo evitar o pensamento de que tamanha insistência em atacar Marx seja devida muito mais a uma defesa de ideologia que a questões teóricas. Sobretudo porque as "críticas" não revelam mais que as inépcias pueris da austriacada, cuja dificuldade de compreensão d'O Capital só posso atribuir a uma displicência deliberada. "
    - O fato de Marx se contestado não se deve por "questões teóricas, mas sim, por empíricas. Vos pergunto onde a proposta marxista obteve êxito? Cuba, URSS, Armênia, Romênia, Venezuela, Camboja e etc... talvez?
    2)
    "É ridículo acreditar na ideia simplista de que o lucro é nada mais que o fruto da "capacidade do empreendedor de ajustar sua produção à demanda dos consumidores", como diz Mises; de que o lucro ocorre simplesmente porque o "empreendedor" foi capaz de obter um ganho com a venda de suas mercadorias num montante que excede os gastos, despesas e investimentos incorridos em sua produção, reduzindo uma complexa relação social a uma mera relação entre oferta e demanda... Parece tão simples e óbvio, não? O capitalista simplesmente foi recompensado por seu esforço de atender a uma necessidade dos "consumidores" e conseguiu tornar positiva a relação P.Q - CT. Fim de papo! ....."
    - A minha ideia de lucro é mais simplista ainda. O lucro é o estímulo que o empreendedor tem para produzir algo acima da suas necessidades e só. E é por isto que em uma economia igualitária, benevolente, em que o estado bom coração sabe distribuir a renda de maneira uniforme, e sem lucros as pessoas morrem de inanição, sem remédios, sem roupas, sem moradia, sem os benefícios da tecnologia e sem vida.
    3)
    "...Ou, por outras palavras, que o volume monetário que cada um dos "empreendedores" toma para si do mercado com a venda das mercadorias que produziu é superior ao montante monetário que coloca nele ao empenhar recursos na produção destes bens (matérias-primas, salários, maquinário, instalações, energia, aluguel, juros, etc.)? Parece perfeitamente possível que isto ocorra a um capitalista individual, que ele possa simplesmente estar recebendo pela venda de suas mercadorias um volume monetário maior que aquele despendido na produção das mesmas, mas, de novo, como estender esta ideia míope para todo o conjunto dos capitalistas?..."
    - É contraditório pensar que um capitalista que fica com algo que não lhe é devido, ou seja , o lucro para depositar em um cofre e deixar que os anos o corroa. Imagine em alguns países da Europa onde o juros são negativos. Estranho, não? Sim, é estranho. O empreendedor empreende, desculpe o trocadilho, seu lucro em novos equipamentos ou em outros negócios e, desta forma, devolve o lucro para a economia gerando novos empregos e afins. Lembra-se daquele dito popular? Girando o dinheiro? E também, o que é poupança, não é aquela de fornece os recursos para o Estado Gente Fina financiar seus projetos habitacionais?

    Gostaria de prolongar esta refuta, mas, há outros afazeres. De fato, sou míope na realidade e não enxergo tão longe. Mas, vós , sois hipermetrope não consegues ver o que lhe estas perto. O conhecimento dos fatos nos demonstra que o socialismo não funciona, nuca funcionou e nunca fucionará.
  • Emerson Luis  28/11/2016 14:20

    "O fato de Marx se contestado não se deve por "questões teóricas, mas sim, por empíricas. Vos pergunto onde a proposta marxista obteve êxito? Cuba, URSS, Armênia, Romênia, Venezuela, Camboja e etc... talvez? [...] O conhecimento dos fatos nos demonstra que o socialismo não funciona, nuca funcionou e nunca funcionará."

    Jefferson, o socialismo "não funciona" somente se você acreditar que os líderes socialistas são pessoas virtuosas, porém mal informadas e autoiludidas, que realmente querem ajudar as pessoas, mas não conseguem compreender que estes métodos são ruins.

    Fidel Castro era um psicopata que queria dominar de modo totalitário o seu país para o resto da vida e usufruir de grande riqueza confiscada, mesmo que isso significasse causar grande sofrimento e miséria para o seu povo durante décadas; ele usou o discurso socialista para obter e manter esse poder. Parece-me que o socialismo funcionou muito bem e deu certíssimo no caso dele.

    Em vez de dizermos que o socialismo "nunca deu certo" fazendo parecer que eles eram sinceros, é melhor dizer que o socialismo sempre deu maus resultados.

    * * *
  • Dario  22/12/2016 18:11
    O socialismo funciona, sim. A questão é saber onde ele foi efetivamente implantado. E ele o foi na Europa, no Japão, em Israel, no Canadá... , sob o nome de Estado de Bem-Estar Social. Com apoio a microempresa, com investimento estatal maciço em educação de base, com uma rede pública de atendimento à saúde, com investimento em ciência e tecnologia e, sobretudo, com valorização constante do salário-mínimo e da massa salarial em geral. Ou seja, socialismo é antes de tudo, composto por medidas simples e óbvias, mas de dificílima implementação neste Brasilzão adormecido...
  • Berger  22/12/2016 18:49
    Não, Dario. Isso não é socialismo. Isso é social-democracia.

    É um arranjo aparentemente muito bonito; o único probleminha é que ele é paradoxal: só funciona em países de populações ricas e produtivas -- que em tese não necessitam de social-democracia.

    Sim, social-democracia é luxo de país com população rica e produtiva (veja os países que você próprio citou como exemplo). População pobre e pouco produtiva não tem como sustentar um arranjo social-democrata.

    A própria história mostra que nenhum país enriqueceu aplicando a social-democracia. A história mostra que todos os países ricos que hoje adotam a social primeiro enriqueceram por meio do livre mercado, depois, só depois, implantaram a social-democracia, a qual se consolidou apenas na década de 1970.

    População ainda pobre não tem como aplicar social-democracia. Se o fizer, os custos serão inviáveis no longo prazo.

    Vou lhe recomendar apenas dois artigos sobre o tema. Leia-os se tiver coragem e sinta-se livre para refutá-los.

    A social-democracia no Brasil entrou em colapso - abandonemos os delírios e sejamos mais realistas


    Cinco fatos sobre a Suécia que os social-democratas não gostam de comentar

  • Robson  24/11/2016 15:32
    "Se o lucro é meramente um montante obtido no mercado suficiente para cobrir com margem os custos totais de produção, como é possível que a maioria dos capitalistas - ou mesmo quase a totalidade deles - possa estar lucrando ao mesmo tempo, como ocorre durante a fase ascendente do ciclo econômico?"

    Em que mundo um ser desses vive? Escolha aí o ano de maior pujança econômica da história. Haverá ali, naquele ano, milhões de empreendedores que faliram ou entraram em concordata. E milhões de pessoas que foram demitidas e que foram buscar emprego em outras áreas.

    Não existe isso de todos -- ou "quase todos" -- empreendedores terem lucro ao mesmo tempo. Sempre há aqueles que ficam obsoletos. Sempre há aqueles que perdem mercado para novos entrantes. Sempre há aqueles que simplesmente não são bons no que fazem e levam prejuízo. E milhões desses vão à bancarrota. E outros tomam essa sua fatia de mercado. (Uma simples empresa que fabrica telefones de linha fixa pode perfeitamente ir à bancarrota num período de grande crescimento econômico, pois as pessoas preferem celular e smartphone).

    Isso explica o seu falso paradoxo: não são todos que têm lucro; há vários que quebrem e saem do mercado; e há vários outros que tomam o lugar deste. E há ainda vários outros que, embora não quebrem, têm seus lucros acentuadamente diminuídos pela simples entrada de novos concorrentes mais eficientes.

    Por que todo marxista é incapaz de entender o mais básico do básico do mundo empreendedorial? Gente que nunca gerenciou uma carrocinha de pipoca acha que encontrou "a grande falha do mundo capitalista".

    Aliás, para quem diz ter lido o que Mises tem a dizer sobre isso, parece que você pulou exatamente o texto básico:

    A natureza econômica dos lucros e dos prejuízos

    Condenar o lucro é defender o retrocesso da humanidade
  • Um anônimo qualquer  24/11/2016 16:29
    Para a discussão que incitei aqui, dos textos que vc linkou (eu já havia lido, mas, mesmo assim, obrigado) a única coisa relevante é esta:

    "o que permite o surgimento do lucro é o fato de que aquele empreendedor que estima quais serão
    os preços futuros de alguns bens e serviços de maneira mais acurada que seus concorrentes irá
    comprar fatores de produção a preços que, do ponto de vista do estado futuro do mercado, estão
    hoje muito baixos. Consequentemente, os custos totais de produção — incluindo os juros pagos
    sobre o capital investido — serão menores que a receita total que o empreendedor irá receber
    pelo seu produto final. Esta diferença é o lucro empreendedorial."


    Ou seja, apenas a obtenção de lucro por um único capitalista individual. Para contra-argumentar a mim, você subtrai do meu
    comentário inicial a proposição de que a maioria dos capitalistas possa estar sendo lucrativa em determinado período, afirmando que tal coisa é impossível, e, sem perceber, cai justamente naquela explicação que eu afirmei ser a única "logicamente plausível".
    Mas isso significa também negar que possa haver excesso do total de lucros sobre o total de prejuízos, e os ganhos e perdas "no agregado" apenas se compensariam (como o total de fichas numa mesa de poker: os ganhos de um são as perdas de outros, e o total de fichas permanece o mesmo). Mas, neste caso, como poderiam os mercados expandirem-se ao longo do tempo?
  • Franco Engenheiro  25/11/2016 10:43
    Não leu tudo que está acima??

    O valor se cria a partir do trabalho, e não confunda riqueza com a moeda em circulação, nisso que você deve estar se equivocando, qual é a mágica de se ter ~200 bi de reais em moeda na circulação com uma população de 206 mi de pessoas, daria R$970 para cada um, você tem somente isso??

    E todos podem ganhar sim, devido a subjetividade.
  • saoPaulo  25/11/2016 11:22
    Um anônimo qualquer 24/11/2016 16:29

    Sua dificuldade em entender conceitos fundamentais é incrível! Começo a achar que é má vontade mesmo, visto que você não parece ser burro.
    Já foi discutido acima que o próprio valor do dinheiro pode mudar, possibilitando que, mesmo que monetariamente o somatório de todas as transações seja nulo, empreendedores consigam lucro pelo simples fato do dinheiro ter se valorizado. Num cenário inflacionário, sua afirmação sequer faz sentido, já que o somatório não pode ser nulo, por definição!
    Apesar disto, você simplesmente ignorou o que escrevi, não apresentou sequer um contra-argumento e continua insistindo no erro. Você está interessado em debater e buscar a verdade, ou somente em nos fazer perder o nosso tempo?
    Segundo seu raciocínio equivocado, seria impossível o pescador e o padeiro acumularem peixes e pães ao mesmo tempo! Quando, para isso, basta consumirem menos que produzem.
    Esqueça o "agregado"! Pense nas interações entre poucas pessoas. Se os fundamentos mostrarem que isto é possível, é óbvio que isto também será possível com um conjunto maior de interações. O que acontece no "agregado" é justamente a mudança do valor da moeda para se ajustar à maior abundância de produtos.
    Por último, como você explica o fato da riqueza mundial per capita hoje ser muito maior que há meros 200 anos se, para você, é óbvio que um empreendedor só ganha quando outro perde? Se a criação de riqueza é um jogo de soma zero, a riqueza per capita não deveria se manter constante? A própria empiria desmente sua afirmação!

    Capiche?
  • LEONARDO M COSTA  26/11/2016 01:27
    A economia para esse ser pensante é a mesma de 50 anos atrás. Pois "estamos numa mesa de pôquer trocando fichas."
  • Jarzembowski  24/11/2016 15:45
    Será que algum dia vocês vão entender o que é valor subjetivo?
    NÃO EXISTE essa relação direta entre o (tempo + valor de insumos gasto para produzir algo) X (lucro gerado pela venda deste bem ou serviço) - esse raciocínio CRETINO de "tirar mais do mercado do que colocou nele" parte dessa mesma ASNEIRA de valor-trabalho que já foi reduzida abaixo de merda por centenas de economistas deste os marginalistas.
    MEU DEUS, até quando vão insistir nisso? Já não foram humilhados o bastante?

    Leia esse livro do Böhm-bawerk pra exorcizar(só pode ser um demônio uma teoria que já foi esmigalhada e ainda
    é defendida bovinamente dessa forma) essa BOBAGEM de valor-trabalho de onde surgem todos os erros do arcabouço econômico marxista.

    www.buscape.com.br/a-teoria-da-exploracao-do-socialismo-comunismo-eugene-von-bohm-bawerk-8562816124

  • Nogueira  24/11/2016 17:52
    Se você acha que o lucro é o problema do capitalismo. Então as pessoas têm que trabalhar de graça, ou ficar sem trabalhar e esperar tudo cair do céu?
    Explique aí como as ideias de Marx funciona no mundo real.
  • Primo  26/11/2016 13:57
    Deixe-me comentar as frases abaixo:

    "[...] como é possível que a maioria dos capitalistas - ou mesmo quase a totalidade deles - possa estar lucrando ao mesmo tempo, [...]"

    "[...] empreendedores" toma para si do mercado com a venda das mercadorias que produziu é superior ao montante monetário que coloca nele ao empenhar recursos na produção [...]"
    Ditas por: Um anônimo qualquer , comentarista do site mises.


    "Uma anônimo qualquer" o seu erro fundamental é acreditar que o capitalista não gera riqueza. Dizer que o capitalista tira do mercado mais do que coloca nele, é fazer uma analise simplista das relações de troca. O calculo do lucro é apenas um indicador momentâneo contábil da relação de troca do ponto de vista do capitalista. A acumulação de capital, não está diretamente ligada ao lucro, você confunde esses conceitos e faz suposições estapafúrdias. Quando um tomateiro, vende seus 10kg de tomates a $50 reais, depois de simplesmente jogar umas sementes e gastar seus tempo cuidando da planta, ele obteve $50 de lucro. Ora, o tomateiro criou $50, e somente criou $50 no momento da venda, caso não conseguisse vender, ele não teria criado nada de riqueza. O custo monetário contábil dele é zero, mas o custo subjetivo do cliente dele é exatamente os $50 da operação de venda. O cliente que paga os $50 não teve o conhecimento, o capital acumulado, ou a motivação necessária de simplesmente jogar umas sementes e gastar seu tempo cuidando da planta, para ele isso vale $50.
    O tomateiro pode tomar diversos caminhos. Ele pode pagar a alguém $30 para colher e cuidar do seu tomate, ele pode comprar uma enxada por $45, e ele pode também não fazer nada. Optando por comprar uma enxada, ele teria ainda $5 de lucro vendendo os mesmo 10kg a $50. Você consegue perceber que o custo é completamente relativo? Consegue perceber que do ponto de vista do capitalista o custo é um conjunto de parâmetros e do ponto de vista do consumidor o custo é outro? Um cenário onde todos os capitalistas estejam lucrando significa que estão atendendo exatamente a demanda de mercado, isto é, estão produzindo na quantidade, na qualidade e no custo exigido pelo mercado. Consegue perceber que um proletário também é um capitalista? Quando Karl Marx divide a sociedade em classes de trabalhadores e estimula a luta entre eles, o foco das relações de trabalho deixa de se concentrar na produção de riqueza e passa a se concentrar na distribuição. Dessa forma, a analise da demanda de mercado fica prejudicada e toda a sociedade perde. Por isso Karl Marx deve ser combatido. Ele acredita que o justo é o tomateiro jogar umas sementes de tomate, cuidar da planta e simplesmente distribuir os tomates para seu cliente, ou que o tomateiro "ganhe" umas 4 enxadas, contrate 5 trabalhadores, que oriente eles a plantar e cuidar dos tomates e depois os tomates serão distribuídos a quem quiser. Percebe que nesse sistema os custos são distorcidos? Percebe que nesse sistema haverá uma disputa política e não uma disputa econômica? A simples substituição de uma disputa econômica por uma disputa política, não torna a sociedade mais justa. Simplesmente toda a sociedade perde.
  • Waldomiro Silva Filho  29/11/2016 13:44
    Um amigo insistiu muito para que eu lesse esse artigo. Relutei, disse que esse tema não é do meu interesse.

    Li.

    Eu sou uma pessoa que aceita tranquilamente o fato de que existem diferente opiniões sobre inúmeros assuntos. O desacordo é algo natural e, até certo ponto, positivo.

    Mas eu já mais li tanta bobagem na minha vida. Eu me pergunto, como uma pessoa educada (o autor parece-me ser um professor universitário com um título de doutor), pode escrever algo tal estúpido. Eu tenho certeza que ele não acredita em uma linha do que escreveu. Não é crível que alguém possa acreditar nisso.

    Os comentários de apoio ao texto provam que a insanidade está se disseminando como uma pandemia.

    Estou apavorado.
  • Cleodomiro  29/11/2016 14:09
    Sua capacidade de argumentação é primorosa. Seu poder de refutação é inigualável. E seu português ("eu já mais [sic] li tanta bobagem") é esplêndido.

    Essas suas três qualidades refletem perfeitamente seu intelecto.

    De fato, seu amigo poderia ter lhe poupado desse vexame público.

    P.S.: você realmente tem todos os motivos do mundo para "estar apavorado". Fosse eu você, já estaria além do desespero.
  • Um observador  29/11/2016 14:35
    O comentário do Waldomiro é a representação perfeita deste trecho do artigo:

    "Imagine uma explanação qualquer feita por um professor e que atenda aos requisitos da lógica e suponha que o raciocínio desse docente o conduza a, por exemplo, defender as privatizações. O homem que é guiado pela linguagem politicamente correta, então, dirá simplesmente que discorda, sem qualquer preocupação quanto a explicar por que discorda. Muito provavelmente, se lhe perguntarem o motivo, ficará em maus lençóis."

    Waldomiro, por que você discorda do texto?
  • O MESMO de SEMPRE  24/11/2016 13:20
    ..e por falar em educação e estabelecimentos educacionais (que são apenas "instrucionais", já que educação é em casa):

    Isso aqui não é bla bla bla, É VIDEO é PROVA CABAL e tô tentando viralizar:

    https://homemculto.com/2016/11/24/visita-a-uma-invasao-estudantil/

    Esse é o melhor video de todos os tempos.
    Clareza insuperável:
    - os pacíficos e DEMONIOCRÁTICOS esquerdistas fazem assim, TAL e QUAL FIZERAM os NAZISTAS e FASCISTAS!

    - Eles usam a violência para impedir as críticas e até mesmo a verdade do que são.

    - Eles são imbecis que NEM MESMO SABEM O QUE ESTÃO FAZENDO ou SOBRE o QUE ESTÃO ATUANDO: São como CÃES ADESTRADOS que ATACAM ao COMNDO dos ADESTRADORES, MAS NÃO SABEM a RAZÃO de ESTAREM ATACANDO:
    A esquerda ANIMALISA o ser humano, leva o indivíduo à condição de ANIMAL ADESTRADO.

    - São SAFADOS e IMBECIS que, ADESTRADOS, OBEDECEM sem saber o porquê estão obedecendo.
    APENAS OBEDECEM SEUS LÍODERES e são capazes de ATACAR, AGREDIR e certamente ATÉ MATAR, bastando-lhes que o LÍDER MANDE e eles OBEDECERÃO!!!

    O esquerdismo ou Socialismo, traduza-se como DEFESA do PODER TOTALITÁRIO do ESTADO, é um EMBUSTE IDEOLÓGICO que IMBECILIZA e ANIMALISA o ser humano recalcado, sem autoestima (seduzido facilmente por galanteios) e mentalmente instável.

    Uma ideologia de PSICOPATAS que desenvolveram metodologia para ALICIAR IMBECIS e mais imbeciliza-los e torna-los VIOLENTOS como CÂES ADESTRADOS a serviço de seus adestradores e proprietários.

    E ALÈM de COVARDES, atacam em grupos numericamente mais fortes e choram se revidados à altura, além da COVARDIA SÃO FROUXOS e não permitem que seus FOCINHOS SEJAM MOSTRADOS ...PORQUE SABEM qaue SÃO LIXO e não querem ser RECONHECIDOS FORA do grupamento "valentão". PULHAS!!!
  • henrick andrade   24/11/2016 13:48
    Olá, gostaria de saber como funcionaria a justiça numa sociedade sem estado, grato !
  • Terráqueo  24/11/2016 14:00
    Leia:
    Murray N. Rothbard - O Manifesto Libertário

    Capítulo 12 - O Setor Público , III: Polícia ,
    Lei e os Tribunais ........................................ 255
    Proteção Policial........................................ 255
    Os Tribunais........................................ 262
    A Lei e os Tribunais........................................ 268
    Protetores Criminosos ........................................ 276
    Defesa Nacional........................................ 280

    Leia toda a obra do Rothbard, sua visão de mundo nunca mais será a mesma.
  • Guilherme de Souza  24/11/2016 13:55
    Os índices da Educação no Brasil são sofríveis, mas questionar o "santíssimo patrono Paulo Freire" é praticamente um pecado por aqui

    Vá entender.
  • Alfaiate Progressista  24/11/2016 15:04
    Isso porque deturparam Paulo Freire.

    E o manual ideológico esquerdista que eu sigo é bem claro:

    Se uma ideia ou teoria esquerdista produz resultados desastrosos no mundo real, o problema está na realidade e não na teoria. Essa realidade precisa então ser torcida e espremida até se encaixar na teoria.

    Na minha profissão por exemplo, quando um terno fica curto demais no cliente eu resolvo o problema do jeito marxista:

    amputando partes dos membros do cliente até que ele caiba no terno.
  • JP  24/11/2016 15:47
    Os antigos que não são bobos em nada já sabiam disso. Basta ler o mito sobre o Leito de Procusto.
  • Paulo Sérgio  24/11/2016 15:53
    Ninguém distorceu Paulo Freire, a sua pedagogia é este lixo marxista mesmo que vemos nas escolas, uma educação voltada pra formar militantes de esquerda e não cabeças pensantes.

    P.S.: apesar de saber que você fez uma (excelente) ironia, é sempre bom aproveitar as deixas para fazer esclarecimentos e correções.
  • Esquerdista de Verdade  24/11/2016 20:30
    Exatamente, Alfaiate! Deturparam Paulo Freire.

    Mas isso é porque nunca houve uma esquerda no Brasil. Aqui só tem direita e extrema-direita.
  • Rômulo Costa  25/11/2016 13:49
    Como sempre, deturparam Marx, deturparam Paulo freire....

    Senhores, não é a primeira vez que vemos isso. Esse argumento já está um tanto velho.
  • Gilberto  24/11/2016 13:56
    Torci pelo Trump porque ele não reza por essa cartilha do politicamente correto.
  • Alexandre  24/11/2016 13:57
    Apoiado. Enquanto não divulgarmos às massas a obra de nomes como Bastiat, HHH, Rothbard, Mises, Milton Friedman, Vargas Llosa e outros, estaremos sujeitos a esse brainwashing a favor da utopia marxista e gramscista.

    "Idéias...somente Idéias podem iluminar a escuridão" - LVM
  • Max Stirner  24/11/2016 14:26
    Excelente artigo... me fez lembrar também de outra fase :

    "É a palavra que ordena e organiza, que induz as pessoas a fazerem as coisas, comprar e aceitar."

    Querem substituir uma ideologia por outra... É a briga contínua de poder, de ideias... a "direita" quer vencer a "esquerda".
    Mises x Marx , nós x eles...



  • WDA  29/12/2016 17:22
    Só que Mises tem razão, Marx não.
  • Marcelo Delormes dos Santos  24/11/2016 13:59
    Quanta lucidez nesse comentário. Fantástico!!!!

    Esse texto é para até os mais doutrinados pela esquerda despertarem do zumbinismo ao qual foram lançados.

    Parabéns!!!! Nota 10, professor!!!

    Meu sonho é ver essa mudança acontecer. Eu faço uso de todas as ferramentas disponíveis para fazer essa mudança. Tenho certeza que um dia teremos todo esse mau varrido do nosso Brasil.
  • Tannhauser  24/11/2016 15:07
    Discordo em contestar respeitosamente os professores marxistas. Prefiro a estratégia de ignorar ao máximo a aula do sujeito e, fora de aula, discutir com os demais alunos. Será bem mais frutífero.

    Sobre os filhos na escola, concordo em pressionar a diretoria pela não doutrinação. Mas, considerando que a pressão dificilmente surtirá efeito, sobretudo em escolas públicas, sugiro o ensino domiciliar (homeschooling).

  • Daniel Marchi  24/11/2016 15:21
    Excelente artigo. O Padre Paulo Ricardo ministrou um curso de Filosofia da Linguagem que é fundamental para se entender a profundidade da revolução semântica. O curso está disponível para os assinantes do site do Pe. Paulo.
  • anônima das sextas  26/11/2016 01:06
    Agradeço a dica, Daniel! Também vou assistir ao curso de Revolução e Marxismo Cultural que outro comentarista indicou nesta seção de comentários. É muito bom saber que há padres contrários à "Teologia da Libertação".
  • Pobre Paulista  24/11/2016 15:21
    Mercado neles! Gostei do termo.
  • Henrique Inácio  24/11/2016 15:29
    É bom ver que tem mais gente que está se empenhando nesta batalha contra socialistas e comunistas e não fica só em defesas políticas e querendo afastá-los da mídia.

    A universidade tem um poder velado, o de formar os dirigentes do futuro. Não basta combatermos os inimigos de hoje, é preciso que tenhamos menos adversários amanhã.
  • Flávio  24/11/2016 15:39
    E a mais nova distorção da verdade é a "pós-verdade", em que a esquerda só aceita a sua verdade dos fatos ;)
  • Dissidente Brasileiro  24/11/2016 16:04
    Resultado do gramscismo e dos ensinamentos da Escola de Frankfurt nas universidades públicas bananeiras: retardados que sequer sabem pensar e atacam de acordo com as ordens de seus donos, como cães adestrados. Não têm a mínima ideia do que fazem, nem do motivo de estarem ali. Vejam como exemplo este vídeo:

    https://www.facebook.com/mamaefalei/videos/1824719297762417/

  • Viking  24/11/2016 17:24
    lembrei desse especial sobre o Paulo Freire publicado no ano passado
    reaconaria.org/colunas/dacia/especial-paulo-freire/

    reaconaria.org/resenha/pedagogia-do-oprimido/
  • Paulo  24/11/2016 17:44
    Conversei recentemente com um amigo, chamado Israel, que antes comemorava a aprovação da filha no vestibular. Agora, já com a filha universitária, lamenta cabisbaixo: a filha só fala em ir para Cuba, pintou o cabelo de vermelho e tornou-se uma filha respondona.
  • Sociólogo da USP  24/11/2016 20:09
    Ele deveria ficar feliz, pois a filha dele aos poucos está desenvolvendo um pensamento crítico próprio, assim se despregando dos fundamentos patriarcais e religiosos impostos pela sociedade machista e opressora onde vivemos.

    Aqui na USP mesmo, pude ter a felicidade de acompanhar a ''evolução'' de uma aluna: ela entrou tímida, de roupas cobrindo todo o corpo, era ''bem cuidada'' até demais e saiu de cabeça raspada, com pelo nas axilas, roupas curtas e cheia de tatuagens.

    O progressismo não só liberta a alma das pessoas, mas as evolui mentalmente.
  • Marciano  25/11/2016 14:34
    Manda seu amigo dá uma conta para ela pagar.
  • Juliana  25/11/2016 23:28
    Joga uma carteira de trabalho nela.
  • Julian  24/11/2016 17:47
    Já dizem os próprios esquerdistas: "a crise da educação no Brasil não é uma crise, é um projeto". Eles são parte ativa desse projeto (são as doninhas) e os grandes projetistas são aqueles que eles defendem com unhas e dentes (políticos de esquerda, sua ideologia e as políticas por eles defendidas).

    E Paulo Freire é um dos maiores mentores desse atraso. É impressionante como sua corrente idiotizadora consegue, ainda, seduzir. Na verdade, até sabemos o motivo: suas doninhas (professores doutrinadores) seguem à risca suas ideias, destruindo os cérebros dos incautos. Mas sempre vai ter aquele "intelectual" (na verdade, outra doninha) a afirmar categoricamente que "não há doutrinação nas escolas e universidades", enquanto a horda de lobotomizados toma conta.
  • Sérgio  24/11/2016 18:13
    Só que vocês se "esquecem" que Paulo Freire nunca foi aplicado no Brasil.

    www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/07/150719_entrevista_romao_paulofreire_cc

  • Murdoch  25/11/2016 04:54
    É sempre o mesmo discurso da negação.

    Socialismo foi implantado ali e não deu certo, mas não foi o socialismo.

    Agora é os "intelectuais" da pedagogia negando que o método Paulo Freire não foi implementado.
  • LEONARDO M COSTA  26/11/2016 01:15
    Se o comunismo nunca foi implantado e Paulo Freire nunca foi aplicado. Como sabes que funciona?
  • Valentin  24/11/2016 18:20
    Parabenizo o site e o articulista pela excelente reflexão. No meu entender a batalha não é só pela mente - intelecto, razão, mas também pelo coração - sentimento. Diria que a batalha começa exatamente pelo coração. Quem não se comove com a miséria e o sofrimento de outro ser humano? Ora, se eu ofereço a cura para isso e toco no seu coração, já tenho a abertura para ganhar a sua mente. O processo demanda paciência e tolerância.
    Roberto Freire trabalha com a empatia - tira o professor do pedestal e coloca no mesmo nível do aprendiz. Ora, qualquer adolescente adora rivalizar com o mestre e se o mesmo se mostra receptivo já ganhou seu coração. Por outro lado, por mais que você tenha razão - e intelectualmente seja superior, se isso aparentar arrogância há o fechamento da comunicação.
    Perceba a questão da "justiça social". É a grande bandeira do socialismo. Ainda que seja inalcançável por esse caminho as pessoas insistirão nele porque tem a aparência da caridade, da salvação pessoal, do ajudar o próximo ... (ideias presentes em todas as grandes religiões do mundo)
    Ora, se o liberalismo entende ter a melhor solução deve embalá-la de maneira que as outras pessoas também entendam, não adianta citar a Ação Humana de Mises, quem é Mises para o povão? A esquerda há muito saiu do academicismo e foi para as ruas, onde o liberalismo é totalmente desconhecido. Até o nome" capitalismo" foi dado pela esquerda e tudo que se refere ao liberalismo foi rotulado como selvagem, ruim, desequilibrado ....
    É hora de virar o jogo, mas é preciso pensar e agir estrategicamente.
  • Centrista  24/11/2016 19:25
    O que dizer sobre o banco estatal Suiço ''Credit Suisse'' que é mundialmente conhecido e renomado?

    Os liberais amam a Suiça como exemplo. O que dizer sobre:

    O sector industrial é uma das marcas mais importantes dos séculos XVIII e XIX pois serviu de impulso para a economia helvética. Mas a grande expansão de empresas criara um efeito de capitalismo sem ordem pelo que foi necessário criar regras para conter esses problemas. Também no século XIX a Suíça faz-se de exemplo ao Mundo ao criar regras laborais tais como em 1815 em Zurique que defendia que as horas diárias não excederiam as 12, nunca começando antes das cinco da manhã. As crianças com menos de dez não deviam trabalhar. Em 1815 o cantão de Turgau afirma que nenhuma criança pode trabalhar. Em 1877 uma lei federal nasce afirmando que as horas diárias passariam a ser 11 e não haveria período laboral à noite e aos Domingos. As crianças com menos de 14 anos estavam proibidas de trabalhar.

    Essa história que os escandinavos enriqueceram em live-mercado não é muito verdade, tanto que no século 19 e 20, eles estavam submetidos a muita regulamentação e assistencialismo...

    E as estatais do Reino Unido?
    E as Sul-coreanas?
    E as japonesas?

    E a coreia do sul que cresceu com protecionismo, assitencialismo e desenvolvimentismo..

    Expliquem essa neoliberais!!!!
  • Exterminador  24/11/2016 20:50
    Mas hein?! O Credit Suisse é um banco totalmente privado. Sempre foi.

    Aliás, foi fundado por Alfred Escher, simplesmente o homem que travou uma batalha contra a ideia de haver ferrovias estatais na Suíça.

    en.wikipedia.org/wiki/Credit_Suisse

    Suas fontes estão boas, hein? Tão boas quanto o que você disse depois.

    Pulemos para o que interessa.

    "E as estatais do Reino Unido?"

    Privatizadas por Thatcher

    "E as Sul-coreanas?"

    Desconheço uma de renome mundial.

    "E as japonesas?"

    Idem.

    "E a coreia do sul que cresceu com protecionismo, assitencialismo e desenvolvimentismo..."

    Você se refere àquele modelo implantado aqui por Dilma e que gerou a Lava-Jato? Por favor, conte-nos mais sobre ele.

    Essa gente que defende mercantilismo é simplesmente é incapaz de ligar causa e consequência. Capitalismo corporativista é excelente para os grandes empresários ligados ao governo e para os grandes sindicatos. E péssimo para o povo, que fica com toda a fatura.

    Ademais, não é verdade dizer que a Coréia do Sul "era pobre e aí foram adotadas políticas intervencionistas e aí ela enriqueceu". Mesmo porque isso é econômica e logicamente impossível.

    O que o general (aliás, ditador) Park fez foi adotar uma política extremamente favorável ao investimento estrangeiro (óbvio, pois a Coréia não tinha capital), principalmente de japoneses (com quem ele reatou relações diplomáticas) e americanos. Não fossem esses investimentos estrangeiros, o país continuaria estagnado.

    Os japoneses investiram pesadamente em infraestrutura, em indústrias de transformação e em tecnologia, o que fez com que a economia coreana se tornasse uma economia altamente intensiva em capital e voltada para a exportação. Esse fator, aliado à alta educação, disciplina e alta disposição para trabalhar (características inerentemente asiáticas), permitiu a rápida prosperidade da Coréia.

    Era economicamente impossível a Coréia enriquecer por meio de intervencionismo simplesmente porque não havia capital nenhum no país. Intervencionismo é algo possível apenas em países ricos, que já têm capital acumulado e que, por isso, podem se dar ao luxo de consumi-lo em políticas populistas. Já países pobres não têm essa moleza (por isso o intervencionismo explícito em países como Bolívia e Venezuela apenas pioram as coisas).

    De resto, chega a ser engraçado o desespero dos nossos desenvolvimentistas. Ao se apegarem com todas as forças ao mito de que a Coréia do Sul se desenvolveu graças à intervenção estatal, eles estão explicitamente apoiando uma ditadura militar (que foi o que ocorreu na Coreia)

    Aliás, vale destacar a desavergonhada defesa do mercantilismo e do corporativismo. Eles não têm o menor pudor em fazer propaganda protecionista em prol dos grandes conglomerados e dizer que o Brasil deve imitar esse modelo de privilégio estatal às grandes empresas. Ué, mas não foi exatamente isso o que foi feito no governo Dilma?

    Jamais imaginaria que a esquerda chegaria a tal desespero a ponto de defender mais privilégios para Eike Batista (que nada mais é do que uma grande Chaebol). Os políticos e os grandes empresários que têm pavor da concorrência adoram.

    Se for para escolher, fico com os modelos de Hong Kong e Cingapura. Ambos eram grandes favelas a céu aberto na década de 1970, e hoje têm as maiores rendas per capita do mundo. E jamais aplicaram políticas protecionistas. Ambos são mais ricos que a Coréia do Sul em termos per capita. E olha que ambos são asiáticos -- logo, possuem relativamente a mesma cultura.

    "Expliquem essa neoliberais!!!!"

    Tá falando pras paredes.

    Você sabe o que realmente significa 'neoliberalismo'?
  • Maycon  24/11/2016 22:54
    Excelente resposta, parabéns!
    Mais uma vez aprendi muito com os comentários neste site.
  • Vanessa  24/11/2016 22:43
    O pior são essas estratégias implantadas aos poucos. Eles trabalham com escala de tempo, numa situação onde a maioria não percebe, e assim, pouco a pouco, vão moldando o cotidiano, transformando mentes, colocando na espiral do silêncio os contrários. E fica tudo tão sutil, como é jornalismo hoje. É um modelo de "revolução" perfeita, quase imperceptível, e sem armas.
  • Inaví Corcini   24/11/2016 22:44
    Esses dias estava ajudando minha mãe com as aulas de sociologia e fiquei em choque, é uma lavagem cerebral.
  • Sérgio  24/11/2016 23:08
    Curto muito os textos do Sr. Ubiratan Jorge Iorio. É um dos membros mais sensatos do IMB....
  • saoPaulo  25/11/2016 00:11
    Também curto muito as opiniões do Pe. Paulo Ricardo. É um dos membros mais sensatos da ICAR....
    https://padrepauloricardo.org/cursos/revolucao-e-marxismo-cultural
  • Rhyan  25/11/2016 08:14
    Janer Cristaldo falava muito de como os conservadores superestimam Gramsci, sendo o sr. Olavo de Carvalho um dos seus maiores propagandistas. Tudo é colocado com ares de teoria conspiratória, extremo planejamento central, exatamente como o olavismo faz com o suporto ultra-poder do Foro de SP, outra coisa que Janer questionava bem.

    Além do exagero, os conservadores, fusionistas e coisas piores também adoram distorcer o marxismo cultural. Tudo que eles não gostam, tudo que vai contra o pensamento religioso e neoconservador dessa direita caricata brasileira é marxismo cultural.
    Libertários são marxistas culturais! Mises queria legalizar as drogas? Marxista cultural! Isso é uma crítica filosófica à minha religião? Marxismo cultural! Está dizendo que o regime militar não foi necessário? Marxismo Cultural! Abolir o estado? Marxismo cultural! Deixar tudo na mão do mercado? Marxismo cultural!

    Ubiratan Iorio não é o professor do Bolsonaro Jr naquela foto?
  • saoPaulo  25/11/2016 14:25
    Libertários são marxistas culturais! Mises queria legalizar as drogas? Marxista cultural!
    Exato! São os mesmos que defendem internet como direito social e depois têm o disparate de vir afirmar que libertários que são idiotas úteis da esquerda...
  • kabeça  25/11/2016 13:35
    Cara, vou dizer só um coisa.
    Costumo dizer que eu leio de tudo...
    Basta ver três comentários aqui pra ver a SUPERIORIDADE da discussão em relação aos sites esquerdistas.
    Até os esquerdistas que entram aqui acabam travando uma discussão com base em argumentos e não as baboseiras que se vê em outros sites.
    Os comentários reforçam o sentido do texto: no campo das ideias, da consistência dos argumentos, de sua plausibilidade a esquerda perde é feio... no campo das palavras a história é outra.
  • Che  25/11/2016 19:42
    É preciso contextualizar a época em que Paulo Freire desenvolveu suas idéias. No país a grande maioria das pessoas eram analfabetas, e viviam de subemprego, quando algum tinham. A educação assume poder libertador aos oprimidos que padecem sua ausência. A semelhança da maiêutica socrática, a verdade e o conhecimento não podem ser impostos, mas como que paridos, banindo a educação bancária impositiva, dando lugar uma educação libertadora e que permite a formação de indivíduos com visão crítica e dialética, o pesdelo dos opressores.
  • Companheiro Camarada  25/11/2016 21:35
    Mais um artigo do Ubiratan Iorio para se ler e dizer: "Sim senhor! Como o senhor mandar."

    É realmente muito visível como os socialistas, marxistas, etc., já há tempos descobriram como utilizar nossa principal ferramenta de comunicação, a linguagem, para propagar e fixar suas ideias. E infelizmente, na maioria das vezes fazem isso deturpando ou vulgarizando o sentido de palavras e expressões que, em um país tão plural como o Brasil, tendem a ser caras à maioria das pessoas. Mas muito do trabalho para reverter isso começa com saber trazer à racionalidade, justamente, muito desse vocabulário.

    E também, com muito cuidado para não cair na armadilha e ser simplesmente a projeção, a oposição e a perpetuação dessa divisão, nós e eles. A direita, nova direita, neoconservadores ou sei lá quem mais, erra muito a mão, e está longe de conseguir construir alguma linguagem com palavras, expressões ou sentidos que se aproximem de fazer parte e serem defendidas como valores da sociedade ou de pessoas comuns. Opressão, por exemplo, é uma palavra que tem sido muito utilizada para caracterizar uma atitude que poderia ser entendida como típica da "direita reacionária". Não chega a ser nenhuma novilíngua, muitas vezes é apenas uma forma jovial e descontraída de irritar a esquerda ou de fazer um elogio. Mas não tem a menor chance de ser absorvida, constituir e fazer parte da linguagem popular. Jovial e descontraída demais.

    Racionalidade e seriedade são as palavras chaves. E quem está no meio liberal, tem mais chances de saber contra-atacar.
  • Paulo Bat  26/11/2016 00:39
    Prezado Ubiratan Jorge Iorio
    Segundo você, uma das fraudes semânticas é o aquecimento global ou mudanças climáticas.

    Em primeiro lugar, deixe me apresenter: sou geólogo a 38 anos, com especialbização em geologia do petróleo.

    Em relação a mudanças climáticas terrestres, elas ocorrem a 4,5 bilhões de anos, ou seja, desde que o planeta Terra foi formado. Este ponto é pacífico entre todos os geólogos contemporâneos. Um estudo muito interessante é a curva de variação do nível do mar, de autoria da Exxon, a maior empresa de petróleo do mundo e que criou esta curva baseado nos milhares de poços de petróleo que furou mundo afora.

    Vejo muitas vezes, neste site que falar sobre mudanças climáticas é coisa de esquerdista. Em primeiro lugar, concordo que nas ciências humanas haja tendências à esquerda e à direita.

    Não vou dizer que nas ciências naturais isto não possa existir. Dois exemplos são famosos: a afirmação que a Terra não era o centro do universo foi violentamente atacado pela igreja, de tal forma que Galileu teve que se retratar ou iria para a fogueira. Hoje ninguém discute que a Terra não é o centro do universo. O segundo foi a Teoria da Origem das Espécies de Charles Darwin o qual a igreja foi violentamente contra e hoje ninguém reprova, principalmente após as descobertas do DNA. Só alguns grupos extremistas americanos que continuam a só acreditar no criaçonismo.

    Mas, na grande maioria dos casos, as ciências naturais são não ideológicas (esquerda ou direita). Afinal, ao contrário das ciências sociais. as ciências naturais seguem as leis da natureza que são indendentes da vontade do homem. Assim, não adianta Mises ou Marx querer elaborar a segunda lei de Newton. Sempre será F = m.g.

    Isto posto, oclima está alterando. Afinal, a pouco de dez mil anos atrás estávamos na idade do gelo.

    Hoje, todos os estudos científicos mostram que o clima está esquentando.

    Agora, o segundo ponto não é se o clima está alterando, o que está, mas qual são os fatores causadores, naturais, antropogênicos ou ambos.

    Ou seja, assim como as teorias de Copérnico e Darwin não eram de esquerda, só porque iam contra a igreja e o establishment, a teoria da mudança climática também não é.

    Outro grande exemplo é a deriva continental que hoje está comprovada cientifcamente pela rede de satélites GPS, mas foi ridicularizada no início do século XX.


  • Dissidente Brasileiro  26/11/2016 23:15
    Hoje ninguém discute que a Terra não é o centro do universo.

    Discute sim. Já ouviu falar da Teoria da Terra Plana? Pois é, procure saber mais a respeito, eles têm questionamentos bem interessantes que deixam algumas pessoas - aquelas com alguma perspicácia - digamos, "com a pulga atrás da orelha"...
  • João das Coxas  27/11/2016 22:18
    O Geocentrismo também nunca foi descartado. Pode não ser mais o consenso hoje, mas também não há nenhuma prova definitiva de que esteja errada essa hipótese.

    Só pra deixar claro: eu não acredito em Geocentrismo, mas não há nenhuma prova definitiva de que a Terra não seja o centro do Universo.
  • Paulo Bat  28/11/2016 02:07
    Caro João das Coxas

    O geocentrismo já foi totalmente descartado pela CIÊNCIA. Só alguns seguidores de pseudo-ciência ainda batem nesta tecla. Há gente para tudo neste mundo.
  • João das Coxas  28/11/2016 19:03
    Não, senhor Paulo Bat. O Geocentrismo NUNCA foi descartado pela Ciência (nem mesmo pela convencional). A Ciência está em constante construção e mesmo que haja hoje um Consenso Científico de que a Terra não seja o centro do Universo, não há nenhuma prova conclusiva de que ela não seja.
    Há provas conclusivas de que a Terra não seja o centro do Sistema Solar, mas não que não seja do Universo.

    E como o Rogério postou, ser um Consenso Científico não prova que seja Verdade. Há vários exemplos disso em um passado recente.
  • Rogério  27/11/2016 22:28
    Como um bom cientista, você deveria saber que nem sempre o Consenso Científico é verdadeiro. O século passado, é uma grande prova disso.
  • Emerson Luis  28/11/2016 14:56

    "Mas, na grande maioria dos casos, as ciências naturais são não ideológicas (esquerda ou direita). Afinal, ao contrário das ciências sociais. as ciências naturais seguem as leis da natureza que são independentes da vontade do homem. Assim, não adianta Mises ou Marx querer elaborar a segunda lei de Newton. Sempre será F = m.g. "

    Concordo, Paulo.

    É interessante que os paulofreireanos afirmam que ensinar os alunos a fazerem as operações matemáticas fundamentais, conjugar verbos, interpretar mapas, etc. é uma "doutrinação ideológica burguesa" - "educação bancária" - e que esta deve ser substituída pela "educação libertadora" - "senso crítico" (doutrinação socialista). Por isso temos tantos jovens que são analfabetos funcionais e "guerreiros da justiça social".

    Repetindo: os socialistas acreditam que ensinar o pensamento racional/científico é "doutrinação burguesa" - ou seja, o modo de pensar liberal/conservador.

    Em outras palavras, "Mises" (liberais e conservadores) não tem nenhum interesse em impedir os alunos de aprender a ler e escrever, calcular, conhecer as leis de Newton, pelo contrário, pois esses conhecimentos e habilidades conduzem ao liberalismo e ao conservadorismo moderado.

    Já "Marx" (os socialistas) tem enorme interesse em impedir os alunos em geral de aprender a pensar, pois com esta habilidade eles rejeitarão o socialismo.

    * * *
  • saoPaulo  28/11/2016 16:03
    Perdão pela chatice, mas meu TOC está apitando aqui...
    A fórmula correta é F = d(m*v)/dt
  • Mr Richards  02/03/2017 20:56
    Os pontos mais importantes destacados:

    Deixando de lado o Geocentrismo e a Teoria da Terra Plana, abordarei outras questões destacadas.

    "O segundo foi a Teoria da Origem das Espécies de Charles Darwin o qual a igreja foi violentamente contra e hoje ninguém reprova, principalmente após as descobertas do DNA."

    1º Fato - Existe um arcabouço de cientistas que reprova ou põe em dúvida a teoria de Darwin. Mais de 800 cientistas com PhD proclamam suas dúvidas acerca da teoria de Darwin abertamente.
    O Design Inteligente é a irrefutável evidência de que a Teoria da Evolução é pura estupidez!
    Segundo o David Berlinski, filosofo da ciência, Ph.D. em filosofia pela Universidade de Princeton, é também pós-doutorado em matemática e biologia molecular pela Universidade de Columbia: "A teoria de Darwin é volumosa, quase completamente inútil, e objeto de veneração supersticiosa."

    2º Fato - Dizem comumente que humanos e chimpanzés dividem 99% do mesmo DNA. Comparações genéticas não são tão simples devido às repetições e mutações, mas uma estimativa melhor seria entre 85 e 95%. Isso pode soar impressionante, mas saiba que a maior parte do DNA é usado para funções celulares básicas, que todos os seres vivos dividem.
    Por exemplo, nós temos quase metade do mesmo DNA de uma banana, mas as pessoas não usam isso de exemplo! Então 95% não é tanto quanto parece de início.
    Os chimpanzés têm 48 cromossomos, dois a mais que os humanos. Pensa-se que isso acontece por que em um ancestral humano, dois pares de cromossomos se fundiram e formaram um apenas. Um fato interessante é que os humanos têm as menores variações genéticas entre os animais, por isso o relacionamento entre parentes é perigoso.
    Mesmo dois humanos completamente sem parentesco são usualmente mais similares do que dois chimpanzés parentes.
    Limites rigorosos de "comparação genética" parecem que não são levados em conta quando comparações simplistas como esta são feitas. A se utilizar uma abordagem como esta, alguém poderia chegar à conclusão de que, baseado nos 97 genes escolhidos, os seres humanos e as bananas seriam da mesma espécie, uma vez que eles teriam quase que 100% de DNA idêntico. Então por que considerar o macaco ou algum animal do mesmo ancestral e descartar a banana? Se bem que Jean Wyllys iria gostar de ter vindo de uma banana. Brincadeiras a parte.

    3º Fato - Gigantes. Sim, eles existiram assim como foi relatado biblicamente com pura comprovação arqueológica. E como eu disse lá em baixo, tudo que não estiver de acordo com a teoria evolucionista, é descartado e escondido da grande massa pelas mídias e a comunidade científica.
    Fotos históricas revelam a existência de seres humanos gigantes
    Fotos mostram claramente a evidência da existência de gigantes na Terra
    Essa existência de gigantes já é uma grande refutação da teoria evolucionista, porque esta é uma questão muito controversa especialmente para a ciência, uma vez que eles não mencionam e não acreditam que gigantes existiram. Mas mesmo assim você poderá me perguntar: Como foi que surgiram, de onde vieram e porque a ciência não os mencionam em canais como History Channel, National Geographic ou outro programa semelhante?
    Há uma foto onde os cientistas foram contratados para negar a existência de um gigante. Talvez a foto tenha sido manipulada ou não, mas além desta foto existem centenas de outras fotos onde você verá claramente que esses seres viveram conosco. Confira na imagem abaixo que mostra a altura em metros de gigantes relatados na Bíblia e de fósseis encontrados na Terra. Fonte acima.

    A imagem anterior é incrível, mas a National Geographic negou a constatação desses restos assumindo que era uma montagem . A resposta é simples: a Ciência se recusa a reconhecer que os gigantes existiram, porque mostrar as fotos e os restos encontrados simplesmente derrubaria a teoria da evolução, que ensina que viemos do macaco. Ops! Se isto acontecesse toda rede envolvida no comércio iria a falência, todo dinheiro envolvido nesta teoria evolutiva seria perdido, as grandes vendas de livros, as aulas em todas as escolas do mundo que ensinam a teoria do "macaco" ficariam obsoletos, e um grande negócio acabaria! E você acredita ou não?
    Como sustentar a evolução destes gigantes? Se fosse assim deveria existir em algum lugar deste mundo, um macaco gigante como é King Kong!

    4º Fato - Um estudo do cientista evolucionista Todd Preuss, do Centro Nacional Yerkes de Pesquisa de Primatas da Universidade Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, desfaz o mito de que o DNA do ser humano é 99% idêntico ao do chipanzé. O estudo, intitulado Human Brain Evolution: From Gene Discovery to Phenotype Discovery ("A evolução do cérebro humano: da descoberta do gene à descoberta do fenótipo"), foi publicado na edição de 26 de junho de 2012 da PNAS – a revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. Afirma Preuss em seu artigo que "é agora claro que as diferenças genéticas entre humanos e chipanzés são muito mais extensas do que se pensava; seus genomas não são 98% ou 99% idênticos". O mito dos 99%, popularizado pela mídia secular, surgiu quando uma equipe de pesquisadores, dirigida por Morris Goodman, da Faculdade de Medicina da Wayne State University, nos EUA, comparou 97 genes de seres humanos, chipanzés, gorilas, orangotangos e camundongos. Naquele momento, eles concluíram que os genes de chipanzés e de bonobos (chipanzés pigmeus) tinham mais em comum com os genes humanos do que com os de quaisquer outros primatas. Só que dificilmente esses dados seriam suficientes para sustentar uma conclusão tão radical, já que os pesquisadores compararam apenas 97 genes, quando o genoma humano (que foi mapeado em sua totalidade de uma maneira muito geral) tem pelo menos 30 mil genes – ou seja, eles haviam comparado apenas 0,03% do total. Além disso, os genomas dos primatas naquela época não haviam sequer sido mapeados de maneira aproximada.
    Em artigo publicado na revista Molecular Ecology em 2011, o geneticista Richard Buggs explica que essa proximidade genética chegaria, na verdade, a no máximo 69%. Explica Buggs: "De 1964 a 2004, acreditava-se que os humanos eram quase idênticos aos macacos no nível genético. E dez anos atrás, já dizíamos que a informação codificada em nosso DNA era 98,5% a mesma que codificava no DNA de chipanzé. Isso levou alguns cientistas a afirmarem que os humanos eram simplesmente outra espécie de chipanzé. Eles argumentavam que os humanos não tinham um lugar especial no mundo, e que os chipanzés deveriam ter os mesmos direitos que os humanos […] Só que, em 2005, os cientistas publicaram um rascunho de leitura da sequência completa de DNA (genoma) de um chipanzé. Quando isso é comparado com o genoma de um humano, nós encontramos grandes diferenças. Para compararmos os dois genomas, a primeira coisa que nós devemos fazer é alinhar as partes de cada genoma que são semelhantes. Quando nós fazemos esse alinhamento, nós descobrimos que somente 2,4 bilhões dos 3,2 bilhões de letras do genoma humano se alinham com o genoma do chipanzé – isto é, 76% do genoma humano".

    "Alguns cientistas argumentaram que os 24% do genoma humano que não se alinha com o genoma do chipanzé é o inútil DNA lixo. Todavia, parece que agora este DNA pode conter 600 genes que codificam proteínas, codificam também moléculas de RNA funcionais. Além disso, olhando detalhadamente a semelhança do chipanzé com 76% do genoma humano, nós descobrimos também que, para fazermos um alinhamento exato, frequentemente temos que introduzir lacunas artificiais ou no genoma humano ou no genoma do chipanzé. Essas lacunas dão outros 3% de diferença. De modo que, agora, nós temos uma semelhança de 73% entre os dois genomas".(Fonte)

    5º Fato - A evolução das espécies não está em hipótese alguma comprovado. Não se sabe de um caso sequer de uma transformação(mudança) de um animal para outro. Eu disse mudança, não adaptação. Paramos para pensar. A ciência afirma que uma matéria abiótica(sem vida) deu origem à todas as formas de vida. Mas a mesma ciências afirma que uma vida só é possível vindo de outra vida. E agora? É uma tremenda contradição. Se crer na criação é uma questão de fé, crer na evolução também o é, só quem num grau muito maior, visto que eles caem numa contradição. Para ainda amplificar o raciocínio, existe a questão dos aminoácidos que se unem para se tornarem uma célula replicante. A vida até o presente momento não foi capaz de ser criada em laboratório a partir dos elementos químicos básicos para tal.

    "Só alguns grupos extremistas americanos que continuam a só acreditar no criaçonismo."

    Acho que você nunca ouviu falar do TDI(Teoria do Design Inteligente). Resumindo o TDI é uma teoria científica que emprega os métodos comumente usados por outras ciências históricas para concluir que muitas características do Universo e dos seres vivos são mais comumente explicadas por uma causa inteligente, não por um processo não guiado como a seleção natural. Os teóricos da TDI argumentam que o design pode ser inferido estudando-se as propriedades informacionais dos objetos naturais para determinar se eles portam o tipo de informação que, em nossa experiência, se originam de uma causa inteligente. A forma de informação que observamos é produzida por uma ação inteligente, e assim indica seguramente o design, que é geralmente verificado por características como a "complexidade especificada" ou a "informação complexa e especificada" (ICE). Um objeto ou evento é complexo se ele for improvável, e especificado se corresponder a algum padrão independente.
    Ao contrário do que muitos supõem, o debate sobre o design inteligente é muito maior do que o debate sobre a teoria da evolução de Darwin. Isso porque muito da evidência científica a favor do design inteligente vem de áreas científicas que a teoria de Darwin sequer aborda. Na verdade, a evidência a favor do design inteligente vem de três áreas científicas importantes: Física e Cosmologia, a Química da Origem da Vida e a Bioquímica do Desenvolvimento de Complexidade Biológica.(Fonte)

    A Teoria do Design Inteligente está pautada sobe uma vasta e sólida literatura científica, existe centenas de obras científicas tratando do assunto, um bom começo para os brasileiros é ler o livro de Michael Behe, intitulado "A Caixa preta de Darwin, O desafio da bioquímica a Teoria da Evolução". O Intelligent Design é uma verdadeira Teoria cientifica que segue o método cientifico a risca, a Teoria da Evolução por outro lado não passa de um conjunto de especulações sem fundamento algum.

    "Mas, na grande maioria dos casos, as ciências naturais são não ideológicas (esquerda ou direita)."

    O quê? Amigo, aqueles de áreas de ciências naturais que não se encaixa na teoria evolucionista e funciona de alguma maneira para comprovar a veracidade bíblica é descartado. Primeiro, o que eles não puderem explicar vão tentar esconder, depois afirmar que é uma anomalia, e por último se calar e tentar calar a quantos puderem. O evolucionismo não explica satisfatoriamente a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.
    Sua afirmação é completamente desonesta.


    Sobre o aquecimento global:
    Onda de frio mata 'dezenas' na Índia
    Frio mata 41 na Índia e provoca transtornos na China e Coreia
    Onda de frio mata 46 pessoas na Europa
    "Não existe aquecimento global", diz representante da OMM na América do Sul
    Prof. Molion aponta renovadas incongruências e até fraudes científicas em recente relatório do IPCC
    30,000 scientists sue Al Gore for fraud.
    www.dailymail.co.uk/news/article-1250872/Climategate-U-turn-Astonishment-scientist-centre-global-warming-email-row-admits-data-organised.html

    "Aliás o Phil Jones admitiu que usou truques para manipular os dados da temperatura.

    Ele não está sozinho nesse ceticismo. A lista é enorme, na verdade: Dr. Ian Clark, professor da Universidade de Ottawa; Dr. Daniel Schrag, de Harvard; Claude Allegre, um dos mais condecorados geofísicos franceses; Dr. Richard Lindzen, professor de ciências atmosféricas do MIT; Dr. Patrick Michaels da Universidade de Virginia: Dr. Fred Singer; Professor Bob Carter, geologista da James Cook University, Austrália; 85 cientistas e especialistas em climatologia, que assinaram a declaração de Leipzeg, a qual denominou os drásticos controles climáticos de "advertências doentes, sem o devido suporte científico"; 17.000 cientistas e líderes envolvidos em estudos climáticos, que assinaram a petição do Oregon Institute de ciências e medicina, cujo texto afirma a falta de evidência científica comprovando que os gases estufa causam o aquecimento global; e 4.000 cientistas e outros líderes ao redor do mundo, incluindo 70 ganhadores do Prêmio Nobel, que assinaram a Petição de Heidelberg, na qual se referem às teorias do aquecimento global relacionadas aos gases estufa como "teorias científicas altamente duvidosas". E tem muito mais!"

    E uma especial para você: Santa Catarina registra neve no amanhecer deste domingo

    Deixe-me ser claro, cientistas alegam que na Idade Média teve um período de aquecimento, chegando a temperaturas superiores do que atualmente, o que indica que se houver um aquecimento hoje, não é culpa do homem, é como um ciclo da natureza. Pois bem, existe um outro lado científico, que alega que a terra está ESFRIANDO.
    Homem não controla o clima e mundo está esfriando, diz professor
    A terra não está esquentando, mas esfriando, diz a NASA
    A Antártida está esfriando
    Cientistas dizem que Terra poderá viver 'mini Era Glacial' na década de 2030
    A terra está esfriando afirma estudioso
    A Terra está esfriando e cientistas alarmistas corrigem dados falsos
    Arctic Ice Cap Growing at Tremendous Rate

    E mais:
    Após 37 anos, volta a nevar no deserto do Saara
    2016 não termina nunca: nevou no Deserto do Saara

    Como o colega acabou de postar hoje.
  • Ex-microempresario  18/06/2017 17:10
    Nota dez no Control-C/Control-V. Pena que mesmo copiando a internet inteira, nada do que vc postou faz sentido.
  • saoPaulo  20/06/2017 09:23
    Gigantes? Sério isso? Gigantes?
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    Pessoal tá de sacanagem.
  • Paulo Bat  27/11/2016 10:37
    Prezado Dissidente Brasileiro.

    Entrei no site Terra Plana. Li e não fiquei "com a pulga atrás da orelha".

    Para mim, pareceu muito mais um "hoax" (embuste, em português), que está cheio na Internet.

    Ou então os caras acreditam mesmo. O que fazer, há todo tipo de gente no redondo planeta Terra.
  • Dissidente Brasileiro  27/11/2016 17:09
    Não é hoax. A origem desse movimento existe bem antes da Internet, na verdade originou-se ainda no século 19 com o inventor e escritor inglês Samuel Rowbotham. No século 20 seus proponentes foram
    os americanos Samuel Shenton e Charles K. Johnson. Busque também por vários vídeos no YouTube mostrando as muitas falsificações de filmagens da ISS, filmagens a partir da estratosfera de balões meterológicos a 30.000 metros de altitude onde não se vê nenhuma curvatura do globo terrestre, relatos de ex-funcionários da NASA e outras agências espaciais denunciando como as falsificações das fotos do globo são feitas, além da famosa ida do homem à Lua - coisa que pelo visto nunca aconteceu.
  • Paulo Bat  27/11/2016 18:14
    Eu entrei tanto nos sites em português quanto em inglês dos proponentes da Terra Plana. O que você escreveu está nestes sites além da Wikipedia inglesa. Li inclusive, no site Wiki da The Flat Earth Society muitos verbetes explicando porque a Terra seria plana, porque não existem satélites circundando a Terra e que todos os países fazem parte de uma grande conspiração global para "esconder" a verdadeira forma da Terra. E que tanto a NASA como os programas espaciais são uma mentira.

    Nada se sustenta com os fatos científicos e tecnológicos acumulados desde Copérnico. É como se todos os países e organizações científicas e tecnológicas mundiais participassem de um grande embuste mundial. Quem ganharia o que mentindo que a Terra é esférica?

    Interessante que quando eles usam fotos do exterior da Terra, utilizam fotografias tiradas por satélites da NASA.

    É a típica pseudo-ciência como tantas outras e que só são seguidas por uma minoria.

    Hoax é uma palavra inglesa do final do século 18, que significa embuste em português. Ou seja, é usada a mais de duzentos anos. Vide na wikipedia em inglês. Ou seja, muito antes da Internet.

    Para mim Teoria da Terra Plana é um hoax típico além de uma pseudo-ciência.
  • Dissidente Brasileiro  28/11/2016 04:01

    Nada se sustenta com os fatos científicos e tecnológicos acumulados desde
    Copérnico. É como se todos os países e organizações científicas e tecnológicas
    mundiais participassem de um grande embuste mundial. Quem ganharia o que
    mentindo que a Terra é esférica?


    Se você leu todo o conteúdo dos sites, viu que além deles afirmarem que a Terra
    é plana, também afirmam que ela possui um domo impenetrável. Fora um possível
    pânico generalizado mundial que esta revelação poderia criar, existe o fator
    financeiro. Por exemplo, se não podemos sair de nosso planeta, todo o programa
    espacial existente - inclusive as futuras "viagens a Marte", tão em
    destaque atualmente na mídia - obviamente não fariam sentido.

    Sendo assim, para onde vai o dinheiro investido nele? Dinheiro fácil roubado
    através de impostos do bolso dos americanos que vai parar direto nas mãos de
    empresas como Raytheon, Boeing, Lockheed Martin e outras que têm contrato com a
    NASA. Estou falando de bilhões de dólares por ano. Consegue entender onde quero
    chegar?

    E existem as histórias sobre os "avistamentos de Óvnis"; isto também estaria
    relacionado, mas não quero entrar em detalhes nesse assunto aqui.

    Interessante que quando eles usam fotos do exterior da Terra, utilizam
    fotografias tiradas por satélites da NASA.


    Eles usam estas fotos justamente para provar que não passam de montagens
    baratas criadas pela NASA.

    Aliás, você já viu alguma foto real da Terra vinda da NASA ou alguma outra
    agência espacial? Não existe. Em pleno século 21, na Era da Informação não
    existe uma única fotografia real do nosso mundo, nenhuma mesmo. Porquê? Qual
    seria o motivo?

    É a típica pseudo-ciência como tantas outras e que só são seguidas por uma
    minoria.


    Então o fato de uma minoria apoiar determinada teoria automaticamente torna essa
    teoria uma "pseudo-ciência"? Falácia cretina essa...

    Hoax é uma palavra inglesa do final do século 18, que significa embuste em
    português. Ou seja, é usada a mais de duzentos anos. Vide na wikipedia em
    inglês. Ou seja, muito antes da Internet.


    Sei muito bem o significado e origem da palavra hoax. Mencionei
    "Internet" porque você disse: pareceu muito mais um "hoax" (embuste, em
    português), que está cheio na Internet.
    A Internet está mesmo cheia de
    hoaxes, mas a Teoria da Terra Plana não é um deles e nem surgiu através
    dela, como várias pessoas já disseram por aí.
  • Paulo Bat  28/11/2016 20:22
    Dissidente

    Pelos dois últimos posts seus, vi que você acredita na teoria da Terra plana. Respeito você. Inclusive porque muitas teorias tem um número inicial muito de seguidores e depois vai crescendo.

    No entanto, no meu ponto de vista ela não se sustenta. Como você falou, a NASA estaria roubando os americanos. Engraçado que os Estados Unidos, com 300 milhões de habitantes, não tenha criado um grupo de pressão para mostrar esta farsa.

    Exemplo 1: o Partido Republicano não apontou a farsa da NASA quando Kennedy a criou e Johnson a ampliou. Todos os presidentes republicanos a seguir a mantiveram. Certo que Reagan diminuiu seu orçamento, mas não porque não acreditava na Terra redonda.

    Exemplo 2: as centenas de universidades privadas não acusaram esta farsa, afinal é o imposto deles que ajuda a financiar a NASA.

    Exemplo 3: a opinião pública contrária ao gasto público. Muitos grupos até defendem o fim da NASA, mas por questões de privatização. Nunca falaram que era porque a Terra não é redonda.

    Exemplo 4: quando a União Soviética lançou o primeiro satélite ao espaço, o Sputnik, os EUA não denunciaram como sendo uma farsa, em plena guerra fria. Idem quando a URSS lançou o primeiro homem ao espaço: Yuri Gagarin. Os EUA não só não denunciaram a farsa, mas Gagarin foi capa de todos os jornais e revistas americanos.

    Exemplo 5: que dizer de todos os outros países que já lançaram foguetes ao espaço: Japão, China, Alemanha, França, Grã-Bretanha, só para ficar nos mais conhecidos.

    Exemplo 6: além dos países acima que lançaram foguetes, satélites e homens ao espaço, dezenas de países já lançaram satélites ao espaço, comprando lançamento dos países mencionados, incluindo o Brasil,

    Exemplo 7: fora os países dos itens 4 e 5 muitos países já enviaram astronautas ao espaço, incluindo Brasil (Marcos Ponte), Irã, Israel, Ucrânia, Polônia, e muitos outros.

    Exemplo 8: hoje já existem empresas privadas de lançamento de satélite como a SpaceX.

    Exemplo 9: milhares de pessoas trabalham em programas espaciais mundo a fora e centenas de astronautas já foram ao espaço.

    Exemplo 10: A ISS é um esforço conjunto de 26 países: Canada, Japan, Russia, United States, Austria, Belgium, Czech Republic, Denmark, Estonia, Finland, France, Germany, Greece, Hungary, Ireland, Italy, Luxembourg, Netherlands, Norway, Poland, Portugal, Romania, Spain, Sweden, Switzerland,United Kingdom.

    É muita gente de muitos países para a NASA enganar.

    Exemplo 9: O sistema de GPS é todo baseado numa constelação de satélites. Por isto funciona no planeta inteiro, dos confins da Amazônia ao centro do deserto do Saara.
    Assim como os satélites de telecomunicações, de análises climáticas (cujos resultados são apresentados toda noite nos telejornais pela moça do tempo.)

    Ou seja, bilhões de pessoas do mundo inteiro, incluindo milhões de cientistas, engenheiros, advogados, professores, e etc. estão se deixando enganar por estas empresas que tem medo que o povo descubra que estão sendo enganadas a centenas de anos por cientistas e engenheiros maus e que a Terra não é redonda, mas plana.

    E se fosse verdade que a Terra fosse plana, segundo você a NASA mente para não perder sua boquinha. Só que a NASA foi instalada em 1958, e Copérnico e Galileu viveram no século 16. E o estudo da Terra redonda só foi se sofisticando até que a URSS e a NASA começaram a lançar foguetes.

    Em relação à pseudo-ciência, deixa eu refazer a frase: a Teoria da Terra Plana é uma pseudo-ciência pois não consegue se submeter ao método científico. https://en.wikipedia.org/wiki/Pseudoscience.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Myth_of_the_flat_Earth

    Ah, sim, e também é seguida somente por uma minoria, centenas de pessoas.

    Quando eu falei do hoax eu já tinha lido sobre Rowbothan, Shenton e etc. e de que tudo começou no século 19.
  • Dissidente Brasileiro  27/11/2016 20:09
    Não é hoax. A origem desse movimento existe bem antes da Internet, na verdade originou-se ainda no século 19 com o inventor e escritor inglês Samuel Rowbotham. No século 20 seus proponentes foram
    os americanos Samuel Shenton e Charles K. Johnson. Busque também por vários vídeos no YouTube mostrando as muitas falsificações de filmagens da ISS, filmagens a partir da estratosfera de balões meterológicos a 30.000 metros de altitude onde não se vê nenhuma curvatura do globo terrestre, relatos de ex-funcionários da NASA e outras agências espaciais denunciando como as falsificações das fotos do globo são feitas, além da famosa ida do homem à Lua - coisa que pelo visto nunca aconteceu.
  • Vladimir  27/11/2016 10:52
    Vamos aos fatos:
    1º quem propôs que a Terra era o centro do universo foi Aristóteles e Ptolomeu e retificado pela igreja que era grande admiradora da idade clássica
    2º Quanto a mudança de clima entram outros fatores que não se mencionam que afetam mais que ação do homem como atividade solar, vulcanismo, raios cósmicos, supernovas, alteração do campo magnético que está ocorrendo e ninguém quase fala.
    3º Quanto a Terra plana, um sábio grego fez um calculo da circunferência da Terra usando a posição do sol, e os antigos tinham inclusive conhecimento de outros continentes além da Eurásia e África como o mapa de Piris Reis já mostrou.
    5º Se estivessem preocupados com ação do homem sobre a Terra e meio ambiente incentivariam os empreendedores a buscar inovações que suprissem a demanda energética, transportes mais eficientes, menos ação de governos, uso de usinas desalizadoras para irrigação etc. E o que falam: culpam o capitalismo pelas mudanças de clima, clamam por justiça social etc. E a solução deles: socialismo, volta a uma sociedade primitiva, exterminar um terço da população mundial, governo mundial etc.
  • Paulo Bat  27/11/2016 14:49
    Prezado Vladimir

    Em relação a seus itens:

    1° e 3°) Concordo com você em relação a no passado a Terra ser considerada o centro do universo. Só disse que a Teoria da Terra Plana não se sustenta cientificamente. A Terra é redonda, orbita a estrela Sol, que por sua vez orbita a Via-Lactea que também não é o centro do universo. Foi Erastótenes que estimou a circunferência com erro de 5% somente.. Já o mapa de Piri Reis, de 1513, é considerado o 1° mapa-mundi e mostrava o mundo conhecido aos europeus, inclusive mostrando a costa NE do Brasil.

    2°) Em relaçào à mudança do clima, como geólogo eu sei que muitos fatores o alteram. Se voltar ao meu comentário inicial, verá que disse que tal fato ocorre desde o início da formação da Terra. E também que isto é ponto pacífico entre os geólogos.

    Em relação aos fatores que você indicou, a comunidade científica concorda. Agora, um dos fatores mais importantes na variaão climática são variações orbitais da Terra, como por exemplo os "Ciclos de Milankovitch": https://en.m.wikipedia.org/wiki/Milankovitch_cycles. Um exemplo típico de variação orbital são as estações do ano. CONCLUÍDO: Variações climáticas por causas naturais é ponto pacífico da grande maioria da comunidade científica.

    O que se discute atualmente é se as variações OBSERVADAS na temperatura, teor de CO2, redução das calotas polares e dos glaciares está sendo causada por causas naturais somente ou pela combinação das causas naturais aliadas a fatores antropogênicos (seres humanos).

    5°) Em relaçào à preocupação, um verdadeiro cientista analisa um efeito e procura sua causa usando o método científico. É como um médico que vê un paciente com febre, vômito e diarréia e analisa como causa mais provável uma infecção intestinal.

    Exemplo de como estudos sobre problemas ecológicos foram apresentados por cientista e a solução melhorou a vida de todos:
    a: despoluição dos rios Tâmisa, inglês e Reno, alemão. Hoje dá até para tomat banho nestes rios que eram considerados mortos, devido principalment aos dejetos industriais.

    Hoje o céu das cidades inglesas são azuis durante o tempo bom. Antigamente eram sempre cinzenta devido a poluição. Foi a discussão da sociedade embasada em estudos científicos que fez esta mudança.

    Exemplo brasieiro: A cidade industrial Cubatão, em São Paulo, era uma das mais poluídas do mundo. Precisou muita luta de médicos e cientístas, aliado a um número exagerado de crianças com hidrocefalia para a sociedade não aceitar mesmo.
    Bom, as dezenas de industrias instalaram filtros e programas de controle de efluentes líquidos e sólidos e Cubatão resolveu o problema.

    Quando a indústria conversa com a sociedade aparecem as soluções. Um exemplo foi a invenção dos catalizadores que tornou os motores a combustão interna muito menos poluidores. Antes do advento, todas as grandescidades mundiais tinham o ar mais poluídos.
    PS: Sou geólogo de petróleo que é uma industria poluidora por excelência. Sou profissional liberal e adoro minha profissão. O que vi neste 38 anos que trabalho no petróleo foi que a indústria diminuiu muito seu perfil poluidor, principalmente nos paises ricos. Graças à pressão da sociedade. E mesmo assim elas continuam tendo excelentes resultados.

    Este negócio de dizer que se culpa o capitalismo é uma desculpa. O pais mais poluidor do mundo é a China. A ex-URSS e seus satélites sempre foram mais poluidores que os paises capitalistas. Por que no capitalismo há mais liberdade de se mostrar quando algo está errado e pode-se discutir o contraditório.

    Wladimir. Querer afirmar que alguém queira socialismo ou queira voltar a uma sociedade primitiva ou querer eliminar mais de DOIS bilhões de pessoas, só porque faz estudos sobre mudanças climáticas? Ao contrário. Graças à ciência o mundo está cada vez melhor. E a ciência é financiada, pelo menos nos países ricos, por empresas capitalistas, pois é graças à ciência que elas conseguem ser cada vez mais competitivas, através de novas descobertas.

    Eu mostrei alguns exemplos de como cidades ou países melhoraram após ações tomadas baseadas em estudos científicos. Há centenas de outros exemplos.

    O que é melhor? Tomar banho no Tietê ou no Reno? Na baia da Guanabara ou na de Sydney, Australia? que também era poluida e hoje tem água cristalina.


  • Bruno Feliciano  27/11/2016 17:55
    Quanto o aquecimento global, partindo do pressuposto que é verdade, eu não vejo problema.

    Acho que o próprio mercado corrigi isso, eu não me refiro em o mercado poluir menos, acho que enquanto não houver demanda por produtos que são menos agressivos ao meio ambiente, tudo vai continuar como esta.
    Como a própria lei do mercado, onde há demanda há oferta! Se a demanda por produtos ecológicos for baixa, os produtores continuaram se lixando pra poluição.

    O mercado corrigiria pelo seguinte:

    Se a temperatura subir e o nível do mar também, as cidades litoraneas perderão valor, todo os imóveis vão cair de preço, obrigando as pessoas a vender e se mudar pra outro lugar que gere mais valor. Portanto, o sistema de preços iria forçar as pessoas a saírem dessa cidade. O dano que o mar pode causar aos empreendimentos, significa um risco enorme a quem quer empreender, portanto os empreendedores fugiriam dessa cidade levando os empregos e a renda para outra cidade. Assim a cidade seria esvaziada naturalmente e tudo isso antes do mar engolir a cidade(como prevê os ambientalistas). Porque como as pessoas estão sujeitas ao prejuízo privado, estas iriam se planejar antecipadamente evitando enormes prejuízos. As pessoas ficariam atentas a cade previsão, pra sair da cidade antes que o prejuízo seja maior.

    O aumento de temperatura iria prejudicar a agricultura e inclusive o bem estar nas grandes cidades do interior.
    Muitos lugares do Mundo batem médias acima de 40 graus ao longo do ano e como é notório, ninguém mora em um lugar desses, assim como o Polo Sul com 50 graus negativos.
    Logo, as pessoas iriam demandar lugares com temperaturas mais agradáveis, do mesmo jeito que os antepassados se mudaram de lugares que foram se tornando inabitáveis. A um tempo, esses lugares em que hoje são extremamente quentes, já foram frios os suficientes pra sustentar o bem estar de uma sociedade.
    Então onde hoje é meio frio pra se morar, vai se tornar mais agradável com o aumento da temperatura. Os nórdicos poderiam se tornar um lugar ótimo pra se habitar. A ideia é que, lugares muito frios se tornarão agradáveis pra morar, consequentemente iria ter demanda por moradia nesses lugares o que levaria toda a oferta pra lá.

    Hoje os humanos habitam lugares que antigamente era muito frio pra se habitar, é uma questão de se adaptar...
    A agricultura poderá progredir em lugares em que hoje são frios de mais, esses lugares se tornarão agradáveis para agricultura, substituindo os atuais que ficarão quente de mais pra isso.

    Não faz sentido? Isso sem contar inúmeras invenções pra superar tudo isso, toda a engenharia biológica, marítima, gastronômica e etc...


    Abraços
  • Paulo Bat  28/11/2016 00:50
    Prezado Bruno Feliciano

    Muito boa a sua colocação. Não só o Ser Humano, mas toda a vida animal e vegetal do planeta ou se adapta ou se extingue às mudanças, já que nada é estático em nosso mundo.

    Um exemplo, o ser humano, segundo estudos antropológicos, paleontológicos e genéticos, tem cerca de 200.000 anos. Neste período nossa espécie já passou por dois períodos glaciais (idade do gelo) e estamos na segunda idade de efeito estufa. Isto segundo estudos geológicos, paleo-climatológicos, paleontológicos e etc. Ou seja, sobrevivemos a dois extremos: muito quente e muito frio.

    Assim, como você falou, o próprio mercado também se adaptará a estas mudanças e corrigirá. Um exemplo é a Russia, que já está tendo ganhos com o aquecimento, pois a cada ano mais terras se tornam agriculturáveis e cada vez é mais fácil navegar no Oceano Ártico, mesmo no inverno.

    Aliás, estudos mostram que muitas das grandes civilizações antigas se fortaleceram ou enfraqueceram após períodos de mudanças climáticas extremas (longas secas ou enchentes extremas).

    Alguns exemplos que o mercado, quando se alia a estudos científicos, muda e tem ganhos com isto, sem o auxílio do governo, pode ser visto no norte do Mato Grosso. Lá, nos anos de 1970, colonos do sul do Brasil se estabeleceram apoiados por uma política de ampliação da fronteira agrícola. Nestas grandes fazendas, a mata foi toda cortada para se tornar plantações. Pois bem, com o tempo estas fazendas começaram a ter problemas de falta de água e necessidade de investimento em caros projetos de irrigação. Estudos mostraram que o problema era o desmatamento radical que matou as nascentes d'água. Uma empresa de recuperação ambiental começou a fazer estudos em fazendas e reflorestar as nascentes e a mata ciliar. E a água voltou. Ou seja, as fazendas perderam um pouco de sua área agriculturável mas voltaram a ter água.

  • Bruno Feliciano  28/11/2016 15:09
    Caro Paulo, perfeita a sua complementação sob meu comentário.

    '' Neste período nossa espécie já passou por dois períodos glaciais (idade do gelo) e estamos na segunda idade de efeito estufa. Isto segundo estudos geológicos, paleo-climatológicos, paleontológicos e etc. Ou seja, sobrevivemos a dois extremos: muito quente e muito frio''

    Exatamente isso, o exemplo da Russia traduz exatamente o que eu quis dizer.

    E mais, quem disse que não estamos sujeitos a entrar em uma nova era glacial? Quem garante que a terra não pode voltar a esfriar devido algum ciclo centenário não identificado?

    Que moral quer ter a humanidade que faz estudos precisos a menos de 200 anos? Sendo que todos os ciclos e de mais eventos terrestres tomam milhares de anos...É um incoerência cronológica, os humanos querem afirmar algo somente observando 200 anos dentro de milhares e trilhares de anos...


    Abraços
  • Cristiane de Lira Silva  27/11/2016 14:04
    Olá, mises.org estive lendo alguns textos daqui e gostado deles. Nunca fui a favor do comunismo e sou de convicção social-democrata. No entanto, tenho respeito e até concordo com certos aspectos do liberalismo. Esse foi o primeiro texto do mises do qual discordo . Já li diversos textos da direita falando dessa tal de "doutrinação comunista" e todas as vezes que leio sobre isso imediatamente vem a minha mente lembranças daquelas histórias de Nova Ordem Mundial e Conspiração Illuminati. Meu ponto de vista sobre esse tema é muito parecido com o que se encontra aqui neste site: https://bertonesousa.wordpress.com/2015/05/16/existe-doutrinacao-ideologica-nas-escolas/
    Há inclusive um texto intitulado "O totalitarismo nacionalista na Coréia do Norte" (https://bertonesousa.wordpress.com/2013/09/08/o-totalitarismo-nacionalista-da-coreia-do-norte/). Nesse texto tem um vídeo mostrando como é o regime da Coreia do Norte e fica bem claro que ali realmente existe uma verdadeira doutrinação ideológica com controle total da informação.
    Acredito que seja importante considerar este ponto de vista, principalmente porque é a crença nessa suposta doutrinação marxista que tem levado as pessoas a apoiarem projetos como o escola sem partido. O liberalismo é a favor da diminuição do poder do estado, mas esse projeto parece aumentar o poder do estado sobre os professores determinando o que eles podem ou não fazer, criminalizando certas convições políticas e até a liberdade de opinião do professor. E o professor tem o direito de ser de esquerda ou de direita e expressar suas convicções sem ser criminalizado por isso. Também os alunos devem ter esse direito assegurado. Obviamente os pais não devem ser obrigados a colocar os seus filhos em escolas onde ensinem marx ou teoria da evolução se isso vai contra a convicção moral deles, por isso me coloco a favor do homeschooling. Outra alternativa seria os pais colocarem seus filhos em escolas que se alinhem mais com as convicções ideológicas deles, já que eles acreditam tanto em doutrinação comunista. A única coisa errada é tentar sutilmente eliminar o pensamento esquerdista só porque se discorda dele. Também seria errado fazer o mesmo com o pensamento de direita.
    No mais, vocês estão de parabéns. Embora eu discorde totalmente dessa ideia de doutrinação, há textos excelentes aqui e parece ser um ambiente de tolerância.
  • Cristiane de Lira Silva  27/11/2016 14:09
    Mas em uma coisa a direita tem razão: As ideias dos teóricos liberais deveriam ser mais ensinadas nas escolas. Acredito que não sejam ensinadas porque o ensino brasileiro é de péssima qualidade. Na verdade, nem Marx é ensinado bem. Debates sobre teóricos liberais e marxistas seria muito enriquecedor pois se teria acesso a muitos pontos de vista!
  • Emerson Luis  28/11/2016 14:00

    Ótimo artigo, professor Ubiratan Jorge Iorio. Comecei a ler o IMB depois de ver um dos seus artigos. Seguem alguns comentários referentes a este.

    "Piaget, para quem as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar.

    Essa frase está correta em termos neuropsicológicos: crianças só podem aprender o que estão [neurologicamente] preparadas a assimilar [de acordo com seu desenvolvimento atual decorrente da interação do relógio biológico com o ambiente].

    Nenhum liberal ou conservador defenderia ensinar matemática avançada para crianças de cinco anos que mal conseguem dominar o básico das quatro operações fundamentais. Ao contrário, dizer que a biologia contingencia o desenvolvimento humano individual refuta o socialismo.

    Aos professores caberia tão somente a tarefa de aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos."

    Essa frase pode estar certa ou errada dependendo do contexto. Piaget falava do processo neurológico. Uma criança neurotípica de cinco anos não possui capacidade cerebral para compreender que um quilo de ferro pesa tanto quanto um quilo de algodão; não é uma questão de conhecimento, habilidade ou atitude, mas de capacidade neurológica naquela etapa de seu desenvolvimento.

    Aliás, isso vale até para adultos. Não recomendamos a quem está começando a aprender sobre liberalismo que comece pelas obras mais simples e só depois as mais profundas?

    Piaget não propôs que o professor devia ser passivo, igualitário e não diretivo em relação à criança e aprendiz dela em vez de seu instrutor, como Paulo Freire defendeu; Piaget propôs que se ensinasse de acordo com cada fase de desenvolvimento cognitivo, não adiantando nem postergando indevidamente.

    Mas aproveitando o assunto, seria interessante uma análise das ideias do Vygotsky. O Olavo de Carvalho já o criticou brevemente, mas não explicou. O único erro que percebi é que ele pode ter dado a entender que o ser humano nasce biológico e depois deixa de sê-lo quando passa a ser um ser social - a verdade é que somos biologicamente sociais.

    Sobre Paulo Freire, ele é acusado de plagiar um missionário que elaborou um método de andragogia (ensino para adultos). É uma das várias razões de porque o socioconstrutivismo só causa maus resultados: ensinar crianças é muito diferente de ensinar adultos.

    PS: Em vez de falarmos que "o socialismo/comunismo jamais funcionou" [o que pressupõe que os líderes socialistas/comunistas são sinceros e estão iludidos], parece ser melhor dizer algo do tipo "o socialismo/comunismo sempre deu maus resultados". O verdadeiro objetivo dos doutrinadores é tornar todos os jovens militantes incapazes de pensamento autônomo válido e neste sentido o socioconstrutivismo funciona muitíssimo bem.

    * * *
  • Marcela  28/11/2016 21:12
    Lamentável existirem pessoas que acham que o aquecimento global é coisa de Gramsci.Está provado pela CIÊNCIA que o gás carbônico aumenta a acidez dos oceanos.Isso acontece porque esse gás é um óxido ácido que,combinando-se com a água do mar, forma o fraco ácido carbônico, mediante a reação: CO2 + H2O –> H2CO3(Isso é química,não é conversa de Gramsci ou de chineses).Desde a revolução industrial iniciada na Inglaterra, a acidez do oceano aumentou 30%,e se continuar do jeito que está não é impossível haver uma extinção em massa nos sete mares.Tudo isso é fato científico e eu não costumo brigar com a Ciência.Porém eu também não nego o marxicismo cultural(feminismo,aborto,igualdade de gênero etc) que assola nossas escolas e que devemos combater,eu só acho que é uma irresponsabilidade tratar o aquecimento global como invenção de comunistas para prejudicar o capitalismo.Aquecimento Global não é questão de ideologia,é questão de CIÊNCIA!
  • Tulio  28/11/2016 23:08
    Em primeiro lugar, o artigo em momento algum fala isso.

    Em segundo lugar, sugiro a você se informar melhor sobre a história. Utilizar o ambientalismo para atacar o capitalismo é uma tática planejada, a qual foi explicitamente vocalizada pelo socialista Robert Heilbroner no final da década de 1980.

    Tudo começou em um ensaio publicado em 10 de setembro de 1990 na revista The New Yorker intitulado "Após o Comunismo".

    Heilbroner, com muito pesar, lamentou que "Não estou muito esperançoso quanto às chances de o socialismo continuar sendo considerado uma importante forma de organização econômica...". E acrescentou que "o colapso das economias planejadas nos forçou a repensar o significado de socialismo".
    Um novo subterfúgio deveria ser inventado, disse ele, para enganar ou acalentar o público, fazendo com que ele se mostrasse novamente disposto a adotar o socialismo. Isso poderia demorar um pouco, admitiu ele, mas se "nós" obtivermos êxito, "nossos bisnetos ou tataranetos poderão estar preparados para se submeter a arranjos sociais que nossos filhos e netos rejeitaram."

    O subterfúgio sugerido por Heilbroner foi explicado por ele próprio da seguinte maneira: "Há, no entanto, uma outra maneira de olharmos para o socialismo. Tal maneira seria concebê-lo... como a sociedade que irá inevitavelmente surgir caso a humanidade tenha de lidar com ... o fardo ecológico que o crescimento econômico vem impondo ao ambiente."

    Em outras palavras, se um número suficientemente grande do público puder ser ludibriado por este subterfúgio, então o "capitalismo terá de ser monitorado, regulado e restringido de tal forma que seria difícil chamar esta nova ordem social de capitalismo".

    Os socialistas, segundo Heilbroner, teriam de mudar sua postura: em vez de acusar o capitalismo de ineficiência e desperdício, a nova estratégia seria acusá-lo de destruição ambiental e, consequentemente, criar inúmeras burocracias, regulamentações e leis com a explícita intenção de subverter totalmente as características do capitalismo a ponto de fazer com que, segundo os próprios socialistas, o novo arranjo social gerado não possa de modo algum ser considerado capitalismo.

    E assim foi feito.
  • Milton  19/12/2016 13:03
    Caro Professor
    Aprecio muito seus artigos , mas como estou apenas engatinhando em economia austríaca, gostaria de sua ajuda para compreender uma questão. Dado que para que ocorra um crescimento equilibrado é necessária a poupança prévia, e não a injeção de "dinheiro criado do nada", a massa monetária permanece a mesma ao final do ciclo de produção, com o acréscimo de produto do novo investimento. Como cresce a moeda para fazer frente ao crescimento do produto?
    grato
    Milton
  • WDA  29/12/2016 17:02
    Clap, clap, clap! Palmas para este excelente artigo. Achei que o IMB não iria conseguir se superar, mas vocês têm aparecido com coisas cada vez melhores e de extrema importância!
  • anônimo  10/01/2017 20:37
    Artigo magnífico. Não conhecia esse texto do Ubiratan.
  • Natalia Matiazzo  30/11/2017 20:50
    Tem outro dessa escola de pensamento que também é idolatrado. Um tal de Zygmunt Bauman. O cara morreu esse ano, na idade de 91 e ainda era marxista, sendo que se ele continuasse vivendo na situação de um país socialista, dificilmente teria chegado até essa idade. Falava contra consumismo e "a face desumana do capital". Na minha turma de faculdade muitos se obrigaram a citar esse sujeito e sua "teoria da modernidade líquida" pra passar nas avaliações. Já ouviram falar? O que acham?


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