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A queda no preço do petróleo coloca a Venezuela no limiar do colapso

Com o preço do petróleo do tipo Brent tendo despencado 22% nos últimos 12 meses — estando hoje por volta de US$85 o barril —, o governo da Venezuela está entrando em desespero.  Preços menores colocarão enorme pressão sobre a economia venezuelana — totalmente dependente das receitas da exportação de petróleo —, que hoje sofre com profundos e crescentes desequilíbrios macroeconômicos.

No entanto, mesmo com todos os problemas que essa redução no preço do petróleo criou para seu governo, o presidente Nicolás Maduro decidiu dobrar a aposta em suas atuais políticas econômicas.  Em vez de tentar uma impopular reforma econômica, Maduro está apenas à espera de uma retomada dos preços do petróleo e de mais crédito fornecido pelo governo chinês.

A explosão nos preços das commodities ocorrida a partir de meados da década de 2000 permitiu que a Venezuela, que possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, mantivesse um volumoso programa de gastos sociais combinado com controles de preços e salários e com um mercado de trabalho extremamente rígido.  Todo esse insano castelo de cartas conseguiu se manter solvente por um bom tempo unicamente por causa das receitas do petróleo.

No entanto, uma redução na demanda mundial por petróleo em conjunto com um aumento na produção no Oriente Médio e um forte aumento na produção de gás de xisto nos EUA — que está fazendo com que o custo da energia venha caindo vigorosamente nos EUA — derrubaram o preço do petróleo do tipo Brent para o menor valor em quatro anos.

Estas alterações serão profundamente sentidas na Venezuela, um país em que o petróleo é responsável por mais de 95% das exportações da economia e por aproximadamente 45% de toda a receita do governo.  A queda nos preços do petróleo irá reduzir as receitas de exportação da Venezuela, exacerbando o já monumental déficit orçamentário do governo — em 2013, quando o preço do petróleo ainda estava alto, o déficit orçamentário do governo foi de 11% do PIB — e restringindo sua capacidade de acumular divisas internacionais. 

Caso o valor do barril do petróleo permaneça abaixo de US$120 — valor necessário para o governo equilibrar seu orçamento —, a situação fiscal do governo irá se deteriorar ainda mais.

Essa escassez de receitas deveria fazer o governo Maduro repensar suas estratégias.  Ao longo dos próximos dois anos, a Venezuela tem mais de US$28 bilhões em dívidas vincendas.  Enquanto as dívidas se acumulam, a quantidade de dólares em suas reservas internacionais caiu para o menor valor em dez anos.  O Banco Mundial recentemente decretou que a ExxonMobil deve ser indenizada pelo governo venezuelano em US$1,6 bilhão por ter tido seus ativos expropriados no país.  Igualmente, a empresa Gold Reserve também terá de ser indenizada em US$740 milhões pelo governo venezuelano. 

Mais de uma dezena de casos semelhantes estão pendentes nos tribunais internacionais, os quais elevariam em vários bilhões as obrigações da Venezuela.  Ainda no início deste ano, a Standard & Poor's estimou em 50% as chances de a Venezuela dar o calote em sua dívida ao longo dos próximos dois anos.  Após os últimos eventos, novas estimativas elevaram essa probabilidade para quase 100%.

A reação de Caracas à queda nos preços do petróleo indica que o governo da Venezuela manterá sua postura nos próximos meses.  Algumas semanas atrás, Maduro veio a público para repetir o mantra favorito da esquerda latino-americana: ele disse que a queda nos preços do petróleo foi causada por "inimigos estrangeiros" que querem "desestabilizar" seu governo popular.  Em seguida, a Venezuela conclamou uma reunião de emergência com a OPEP para pedir aos países-membros que reduzissem a produção e a oferta. 

No entanto, os países da OPEP ainda não demonstraram nenhuma intenção de atender aos clamores de Maduro.  A Arábia Saudita, o único país com alguma capacidade de fazer grandes cortes em sua produção, não parece propensa a alterar o atual arranjo, uma vez que a queda nos preços está ajudando a proteger a decrescente fatia do país no mercado de petróleo. 

E mesmo uma eventual e imediata redução na produção de petróleo pelos sauditas não garantiria nenhuma retomada de preços: a capacidade da OPEP de determinar os preços do petróleo foi severamente enfraquecida pelo estrondoso aumento na produção de gás xisto nos EUA, o que vem erodindo o monopólio até então usufruído pelos tradicionais ofertantes.  Adicionalmente, como já dito, a demanda global por petróleo está em arrefecimento.

A China parece mais propensa e mais bem posicionada do que a Arábia Saudita para ajudar Maduro.  Desde 2006, Pequim já forneceu mais de US$50 bilhões em financiamentos para Caracas, sendo que a quitação desses empréstimos foi acordada em termos de envio de petróleo para a China, a preços de mercado.  Uma assistência adicional dos chineses poderia ajudar o governo madura a manter seus elevados gastos, ou ao menos fornecer uma liquidez temporária para evitar um iminente calote.

Em última instância, essa assistência chinesa pode ajudar apenas temporariamente a economia venezuelana.  A acentuada queda nos preços do petróleo expôs a frágil situação do país.  Com as receitas do petróleo em baixa, o governo venezuelano passou simplesmente a imprimir dinheiro para financiar seus gastos. Oficialmente, a inflação de preços está em 60% ao ano.  Mas estatísticas privadas colocam esse valor em aproximadamente 350%.  A imposição de controle de preços gerou um desabastecimento generalizado no país-

A escassez crônica de produtos básicos — como papel higiênico — e a imposição de cotas para compras em supermercados estão gerando grande inquietação e revolta entre os venezuelanos.  Diariamente, os venezuelanos descobrem que está cada vez mais difícil encontrar produtos básicos, de remédios e fraldas a alimentos.

Para desestimular uma revolta, o governo parou de divulgar estatísticas sobre a escassez.  O mesmo recurso foi utilizado quando a criminalidade saiu do controle. 

Para piorar, a produção de petróleo do país desabou em decorrência da corrupção e da incompetência dos burocratas que administram a estatal petrolífera PDVSA, a qual é utilizada como um caixa sem fundo para financiar os programas do governo.  O desvio do dinheiro deixou a empresa descapitalizada e impossibilitada de fazer novos investimentos.  Como consequência, a produção de petróleo é hoje 13% menor do que era em 1999, quando Hugo Chávez assumiu o governo.  Um país que boia sobre petróleo passou a ter de importar o produto.

Várias manifestações de rua foram suprimidas à força, com o governo mandando para a cadeia os mais vocais opositores.

Não é de se estranhar, portanto que a aprovação ao governo Maduro esteja em queda livre.  Para tentar conter uma inevitável revolta popular, Maduro recentemente ordenou um aumento de 15% no salário mínimo.  Uma semana antes, ele já havia ordenado um aumento de 45% no salário dos militares.  Manter o apoio das forças armadas é essencial para impedir um golpe de estado.

No entanto, se a nova realidade econômica afetar o fluxo de dinheiro para burocratas corruptos e para seus grupos de apoio, os quais lhe dão sustentação, Maduro poderá enfrentar uma hostil oposição da elite do país. 

Como disse a revista The Economist, a Venezuela é provavelmente o país que tem a pior gerência econômica do mundo.



autor

Frida Ghitis
é colunista de assuntos econômicos do site World Politics Review, além de consultora.  Já trabalhou em todos os cantos do mundo, do Iraque à Argentina, do Camboja ao Brasil, da Somália à Argentia, do Tibet ao Kuwait, da Colômbia ao Egito.


  • cristian william  10/11/2014 14:40
    Como estamos num mundo globalizado, já prevejo uma invasão de venezuelanos no Brasil, como já tenho visto bastatne espanhois e portugueses quebrados.
    E nem bem chegam...Já se adaptam á politica socializada brasileira. Pedem tudo: de pomada para assaduras a leite.
  • Silvio  10/11/2014 16:21
    E que venham os imigrantes! O problema não é a imigração. Imigrantes enriquecem o país. O problema, para variar, é o estado, que (para variar) estraga tudo. Ao invés de considerar os imigrantes como mão-de-obra que vem para enriquecer o país, o estado os trata como uma massa de mendigos que precisa do poder público para sobreviver. E, convenhamos, se o estado oferece benefícios, por que os imigrantes iriam recusá-lo?

    Como disse em outro comentário, se você cria um estímulo para que as pessoas se comportem mal, você não deveria culpar as pessoas quando elas começassem a se comportar mal. A culpa é toda sua. O mesmo vale para o estado e os imigrantes. Por falar nisso, esse é o ponto que me irrita na questão dos imigrantes nos EUA. Ao invés de atacar o governo por criar uma política de maus incentivos (como toda política pública), muitos americanos direcionam seu descontentamento justamente contra os imigrantes que se valem dessas ajudas governamentais.

    Ademais, recusar os eventuais imigrantes venezuelanos seria uma maldade enorme. Tudo bem que o Brasil é uma porcaria de país, mas a Venezuela consegue a incrível façanha de ser ainda pior, uma verdadeira latrina infestada de pobreza e violência.
  • anônimo  10/11/2014 16:36
    'O problema não é a imigração. Imigrantes enriquecem o país.'

    Nem sempre, imigrantes inteligentes, educados e civilizados enriquecem, mas tem uns que só servem pra aumentar a estatística dos crimes e das massas dependentes de esmola estatal
  • Silvio  10/11/2014 20:23
    Dois problemas no seu comentário:

    1) Imigrantes são pessoas como quaisquer outras. Se você abre as portas para a imigração, você corre o risco de receber criminosos sim, mas, como em qualquer sociedade, os criminosos são uma pequena minoria. Logo, não faz sentido execrar a imigração ou vê-la com desconfiança por causa dessa pequena minoria. Isso é um absurdo tão grande como deixar de se relacionar com quem quer que seja porque eventualmente você pode se relacionar com um criminoso. Isso é uma conduta histérica. E já adianto que a regulamentação estatal sobre a imigração, além de não ajudar, complica as coisas.

    2) Você acha que os imigrantes que "valem a pena" são apenas os "inteligentes, educados e civilizados", ou seja, os altamente qualificados. Isso é bobagem. Não que esse tipo de imigrante não seja bom, mas mesmo os parvos, sem educação e brutos são muito bem-vindos, desde que estejam dispostos a trabalhar. Aliás, é mais provável que seus ancestrais fossem imigrantes da segunda categoria do que da primeira e nem por isso eles contribuíram para empobrecer o país (assim espero).

    Aproveito a oportunidade e passo aqui uns links interessantes sobre o tema:

    5 razões de porquê imigrantes pouco qualificados são bons para a economia
    www.youtube.com/watch?v=NY9ov4XuubY

    A verdade sobre as "Fábricas de Suor"
    www.youtube.com/watch?v=nC_muaZR_VM

    O impacto da imigração sobre o emprego e renda
    www.youtube.com/watch?v=7kRSZSxY90c

    Os 3 maiores mitos sobre imigração
    www.youtube.com/watch?v=hx5hUDAioBI

    Imigrantes comprometem os valores de um país?
    www.youtube.com/watch?v=Sj0s0lA00P4
  • anônimo  10/11/2014 16:39
    'se você cria um estímulo para que as pessoas se comportem mal, você não deveria culpar as pessoas quando elas começassem a se comportar mal. A culpa é toda sua'

    Culpa é só sua uma ova, deles também, então o sujeito não tem moral? Não tem livre arbítrio nem sabe que roubar é errado, por mais lucrativo que seja? Esse argumento parece com o velho discurso esquerdista onde os burros e preguiçosos nunca são os responsáveis pelo lixo que é a própria vida.
  • Silvio  10/11/2014 20:26
    Estou de acordo com seu comentário até certo ponto.

    Em primeiro lugar, se a pessoa vem de um país socialista, tal qual a Venezuela, é muito provável que seu senso de certo e errado já esteja todo torto graças a anos de doutrinação estatal, logo, é bem capaz do imigrante se achar sim no direito de receber uma ajuda do país que o recebe. Além disso, muitas pessoas (arrisco-me a dizer que a maioria) acham correto que o estado forneça algum tipo de auxílio material aos imigrantes.

    Dito isso, repito: você não deve culpar os imigrantes por estarem se comportando mal se foi o estado quem começou com a brincadeira. E é esse o problema. Todo mundo joga a culpa dos problemas da imigração nos imigrantes e se esquece quem é o verdadeiro culpado. Todo mundo fala do pecador e se esquece do diabo.

    E não estou dizendo que os imigrantes que aceitam o welfare não estão errados e não vão pagar muito muito caro por aceitarem a esmola estatal. Só estou dizendo que quando alguém te oferece dinheiro, ainda mais quando você não tem um centavo no bolso (e é levado a acreditar que recebê-lo é um direito seu), é altamente improvável que você vá recusá-lo.
  • anônimo  11/11/2014 05:08
    'Se você abre as portas para a imigração, você corre o risco de receber criminosos sim, mas, como em qualquer sociedade, os criminosos são uma pequena minoria. Logo, não faz sentido execrar a imigração ou vê-la com desconfiança por causa dessa pequena minoria. Isso é um absurdo tão grande como deixar de se relacionar com quem quer que seja porque eventualmente você pode se relacionar com um criminoso.'

    Seu raciocínio é movido a wishfull thinking, e passa muito longe do mundo real.Qualquer cidade européia que já tenha provado as maravilhas do multiculturalismo sabe que as taxas de crimes e estupros são acentuadas nos lugares com os imigrantes pouco qualificados que, segundo vc, enriquecem o país que os recebe.
    Tem bairros de imigrantes na europa onde os europeus nativos não podem entrar. Se fosse o contrário no mínimo a patrulha politicamente correta viria com a histeria de sempre chamando os nativos de nazistas.
    Rothbard mudou de idéia sobre a imigração no fim da vida, quando notou que num mundo livre a imigração seria muito pouca.Ninguém tem direito nenhum de obrigar os outros a te aceitar.

    'Dito isso, repito: você não deve culpar os imigrantes por estarem se comportando mal se foi o estado quem começou com a brincadeira.'

    Besteira. O estado são só pessoas,não tem nenhum poder mágico, no caso aí os dois grupos estão errados e vc quer livrar a cara de um deles.
    É como falar 'ah, se uns caras aí inventaram um incentivo pra que eu entre na indústria de sequestros, e eu entro, a culpa não é minha'. Isso é coisa de gente sem ética e que não quer se responsabilizar pelo que faz.
  • Silvio  11/11/2014 15:13
    Você fala do problema do multiculturalismo, mas quem foi que começou com essa besteira? A social-democracia européia, ou seja, estatistas. Essa mesma social-democracia (ou seja, estatistas) criou um monte de regras bestas para o recebimento de imigrantes e qual a consequência disso? As pessoas mais ordeiras, que tendem a respeitar a lei, imigrarão menos para lá, enquanto que as pessoas que não estão nem aí para a lei vão imigrar de qualquer jeito. Ou seja, o estado criou um incentivo perverso (como sempre) que afasta os bons imigrantes e atrai os maus. E o bom imigrante não é aquele super qualificado, é aquele que simplesmente deseja trabalhar e viver em paz.

    Você diz sobre a taxa de crimes, mas quem proíbe o cidadão de se defender ou de organizar uma defesa privada para neutralizar a criminalidade que o estado não consegue (ou não quer) conter? Mais uma vez, os mesmos culpados. Aliás, quem é o culpado pela explosão da criminalidade no mundo inteiro, independentemente das políticas migratórias de cada país? Como você vive num desses países em que a criminalidade explodiu, sabe muito bem a resposta (e nem temos aqui fluxos significativos de imigração para usar de bode expiatório).

    A crítica de Rothbard não invalida em nada o que eu disse, a menos que ele no fim da vida tenha perdido uns parafusos e começado a defender o estado, o que não é verdade. Mas, ainda assim, discordo dessa visão. Por causa do crescente custo de mão-de-obra, sempre haverá um incentivo para se trazer imigrantes. Não tanto pelas indústrias, porque, num mundo livre, a pessoa pode fazer sua indústria onde julgar melhor, tornando desnecessária a importação de mão-de-obra nesse caso. Mas, quando o serviço deve ser prestado in loco, como no caso da construção civil, jardinagem, limpeza etc. (e bota etc. nisso), a melhor opção para diminuir os custos da mão-de-obra vai ser sim a imigração. E, num mundo sem imigração ilegal, as pessoas se valeriam muito mais da importação de pessoas.

    Sobre o poder do estado, engana-se. O estado tem um poder mágico sim: o de dispor do dinheiro alheio livremente. E se o estado começar a distribuir dinheiro para as pessoas enfiarem a porrada umas nas outras, não fique surpreso se os casos de violência começarem a aumentar significativamente do dia pra noite. Isso não quer dizer que todo mundo sairá na porrada, mas pode estar certo de que muita gente vai. E, mais uma vez, a culpa seria toda do estado.
  • anônimo  12/11/2014 07:04
    ' Mas, quando o serviço deve ser prestado in loco, como no caso da construção civil, jardinagem, limpeza etc. (e bota etc. nisso), a melhor opção para diminuir os custos da mão-de-obra vai ser sim a imigração.'
    Você está algumas décadas desatualizado, a automação é cada vez mais capaz de resolver essas coisas.E mesmo que não fosse, a taxa de criminalidade relacionada com certos imigrantes é tão alta que mesmo com a população nativa armada o custo/benefício disso é insignificante. Quem prefere o risco de ter sua filha estuprada por causa de um idiota cuidando de umas florezinhas no quintal...chega a dar pena
    Enfim, os suíços, como sempre, nunca decepcionam
    'Of course, not hamburger flippers – those they want to keep out – but highly qualified professionals and researchers, for which they would like having an open door.'

    www.lewrockwell.com/2014/11/no_author/is-switzerland-arming-itself/


  • Silvio  12/11/2014 13:13
    Embora o Jeffrey Tucker tenha um livro chamado "It's a Jetsons World", verdade é que ainda não temos uma Rose. Então, sinto informar, mas a automação ainda (infelizmente) está longe de superar a necessidade de mão-de-obra para muitas profissões que se encaixam na categoria "blue collar". Desse modo, o problema não é que estou algumas décadas desatualizado. O problema é que você está algumas décadas adiantado. Isso pode até soar bem, no entanto, fato é que você está no mundo da lua. Mas pelo menos você reconhece a possibilidade de estar errado, o que é bom.

    Sobre a criminalidade relacionada a certos imigrantes, não saberia dizer o quão alta ela é, até porque há muita imigração ilegal e fica difícil fazer estatística. Além disso, os que vivem sua vida em paz são como fantasmas, sendo apenas os encrenqueiros os que ganham visibilidade. Por causa disso, creio que há muita histeria e pouca razão nesse assunto. E, mesmo que assim não fosse, veja o que disse no comentário anterior. São as próprias políticas estatais sobre imigração que afastam as pessoas boas e atraem as más. O problema da imigração na Europa é causado (para variar) pelo estado. Isso é tão óbvio que fico até encabulado de escrever isso.

    Uma vez dito isso, concluo exatamente o contrário do que você concluiu. Os suíços decepcionaram sim. E o artigo que você mandou está de acordo comigo. Sobre essa política de armamento, o autor diz que "It doesn't come as a surprise. Switzerland has a history of xenophobia". E ele explica a razão dessa histeria xenofóbica apontando o estado como sendo o seu causador (que surpresa, né?). Leia esse trecho: "So – why this rather negative reputation about 'fear of immigrants'? - The right wing of this center-right governed country makes a lot of anti-foreigner noise. The right wing of this center-right governed country makes a lot of anti-foreigner noise". Aliás, o trecho por você citado quer dizer exatamente o contrário do que você entendeu. Não sei se percebeu, mas ali o articulista estava sendo irônico.
  • anônimo  15/11/2014 17:44
    Eu não errei em absolutamente nada, o único erro aqui é na sua capacidade de compreender o que lê. Quando eu digo que a automação é cada vez mais capaz, isso não significa que ela seja 100% capaz.Daí pra frente é só o espantalho que vc inventou.Não existe Rose? Existem robôs aspirador de pó, robôs que limpam janelas e até robôs que fazem sushi.O único problema é o preço, mas não é futuro coisa nenhuma, então se tem alguém que está no mundo da lua é vc
    https://www.youtube.com/watch?v=x6Q1r0u_5bI

    E quanto à Suíça não adianta culpar o governo, eles são xenofobistas sim.O POVO é, então se o mundo todo virar ancap pode tirar o cavalinho da chuva que não é só querer pro povo de lá te receber de braços abertos que não vai rolar. Qualquer um com um pouco de experiência já notou isso.E não só por lá, no Texas são os próprios cidadãos que formam milícias e vão patrulhar as fronteiras.
    Se é uma 'pequena parcela' dos imigrantes que causam distúrbios e os inocentes levam a culpa, fazer o quê, faz parte da vida.As pessoas tem o direito de discriminar, quer vc goste ou não.
  • Silvio  17/11/2014 15:35
    Espantalho nenhum, minha resposta complementa adequadamente seu comentário anterior nesse ponto. Relaxe a cuca, isso aqui não é um duelo de espadas, é só uma troca amigável (até então) de idéias. Dessa forma, não precisa ficar com o ânimo emulatório e caçar pêlo em ovo.

    Posto isso, de novo: como ainda (ainda) não temos uma Rose ou aquele robozinho do filme "Frank e o Robô" (www.imdb.com/title/tt1990314/?ref_=nm_knf_i4), o uso da mão-de-obra não qualificada se fará necessário por um bom tempo. E, quando se trata do emprego de mão-de-obra não qualificada, a estrangeira se mostra consistentemente mais em conta, mesmo se pensarmos em países esculhambados como o Brasil. Na verdade, o mesmo raciocínio se aplica para a qualificada também, afinal num mundo livre, um profissional concorre com gente do mundo inteiro e é bem capaz de que não esteja no país do contratante a pessoa que melhor combine a relação qualificação X salário.

    Fora isso, achei muito legal de sua parte ter citado a questão dos custos. Mesmo no dia em que tal maravilha tecnológica vier a ser ofertada no mercado, ainda assim isso não significa automaticamente o fim do uso da mão-de-obra humana não-qualificada. Ela só será suplantada de fato quando o custo de se manter um robô for igual ou menor de se manter empregados humanos. Embora não discordemos nesse ponto, só queria salientar esse fato.

    Sobre o caso suíço, não estou advogando em causa própria. Muito embora quero sim dar o fora daqui antes do Brasil virar uma fotocópia da Venezuela (o que infelizmente não vai demorar), se pudesse escolher um lugar para imigrar, iria para a Nova Zelândia ou para a Austrália, uma vez que não me adapto bem aos climas mais frios. No entanto, nem sei porque insinuou isso. Se você ver os primeiros comentários, vai constatar que a conversa começou porque eu estava defendendo justamente a vinda incondicional dos venezuelanos para cá, não a minha ida para onde quer que seja. Pode conferir.

    Concordo que não adianta culpar o governo suíço, até porque eles não vão deixar de ser idiotas só porque estou dizendo. Mas, veja bem, não apenas eu culpo o governo, como o autor do artigo que você citou também o faz. Como fiz uma pequena burrada no comentário anterior e colei o trecho com uma parte repetida, colo agora o trecho certo aqui:

    So – why this rather negative reputation about 'fear of immigrants'? - The right wing of this center-right governed country makes a lot of anti-foreigner noise. They have the majority in Parliament and they have a lot of money – the financial sector and big industry.

    E nem poderia ser diferente. A aversão a estrangeiros não é uma conduta economicamente racional. Em verdade, não é uma conduta racional sob qualquer perspectiva. É apenas uma histeria besta, que só é possível se perpetrar no tempo graças a ação estatal. Não sei se já percebeu, mas os políticos são campeões em gerar cizânia na população ao usarem consistentemente a técnica de criação de inimigos imaginários. O exemplo nazista é só o mais famoso, mas está muito longe de ser um caso isolado tanto no tempo quanto no espaço.

    Sobre o caso do Texas, o estado americano (sei que já está ficando repetitivo, mas vá lá: para variar) também tem toda a culpa. Por causa da sua social-democracia, o governo dos EUA faz com que a imigração nem sempre seja um adicional de riquezas, mas muitas vezes um adicional de despesas, ou seja, mais um fardo para o contribuinte. Além disso, lá também os políticos se valem da estratégia marota de jogar a culpa (deles) pelo desemprego nos estrangeiros (www.youtube.com/watch?v=768h3Tz4Qik), o que só contribui para acirrar ainda mais o clima de animosidade contra os imigrantes (e estrangeiros em geral).

    Acabou? Não! Só falta agora comentar a sua última frase. Mas é claro que as pessoas sim têm todo o direito do mundo de discriminar, mas o que você se esquece é que elas também têm todo o direito de não fazê-lo. Se um industrial quiser trazer 2.000 cambojanos para trabalhar em sua fábrica ao invés de contratar 2.000 brasileiros, que diabos a porcaria do governo (tanto o daqui como o de lá) tem a ver com isso?
  • anônimo  18/11/2014 11:30
    Sílvio, vc continua culpando o governo. Sim o governo é um câncer, mas nesse caso existem muitas outras variáveis.

    Sim, nós estamos do mesmo lado, mas não pelos mesmos motivos.A maioria dos libertários acha que o mundo gira em torno do PNA, e se ele economiza um dinheirinho pagando um pedreiro barato, tá beleza.Eu não penso assim, apesar de achar que o Olavo fala muita besteira numa coisa ele ta certo:o principal é a CULTURA e todo o resto, inclusive respeito à propriedade privada e ao PNA, é consequência. A suíça foi só um exemplo, no texas ##as pessoas## se organizam em milícias ´pra patrulhar as fronteiras, a despeito das políticas de imigração do governo americano.Na europa, como já disse, tem bairros de imigrantes muçulmanos onde eles proíbem os europeus nativos de entrar.Quem já andou por lá sabe que nos lugares com europeus nativos o crime praticamente não existe, vc pode fazer coisas impensáveis de fazer aqui no brasil. Vc pode andar de noite a pé, sem medo de nada, vc pode andar num metrô sem fiscal pra ver se vc compra uma passagem de pé ou sentado, se vc perde sua carteira alguém acha e vem te devolver e se vc oferecer uma recompensa o cara se sente ofendido até.Vc acha que é um preconceito besta mas é impossível tapar o sol com a peneira, só alguém muito míope pra estar disposto a sacrificar isso tudo e muito mais, só por causa de uma mão de obra barata.
    O que tem a ver é que, por mais que seja difícil de admitir, se vc pegar o melhor lugar do mundo e encher de imigrantes baratos como os brasileiros típicos, mais cedo ou mais tarde aquilo lá vai virar um chiqueiro.Como o brasil de hoje é.

    Se vc quer achar que não, por mim tudo bem, não vou mais discutir isso. Até porque na prática estamos de acordo: vamos tirar o governo da jogada e deixar as pessoas decidirem se isso vale ou não a pena.
  • Silvio  18/11/2014 16:15
    Sim, continuo culpando o estado não por paranóia ou ranhetice, mas é porque o estado alopra (e muito), inclusive nesse caso.

    E não desvalorizo o aspecto cultural. Não sou um relativista/multiculturalista. Estou plenamente ciente de que a civilização ocidental é a maior conquista da Humanidade, sendo não apenas superior, mas muito superior a todas as demais civilizações (presentes e passadas). E, desse modo, é claro que defendo sua conservação, pois a eventual perda desse valioso patrimônio seria um crime imperdoável contra toda a raça humana.

    Posto isso, também concordo com o Olavo de Carvalho sobre o fato de nossa civilização não ser um mero acessório, devendo sim ser protegida contra todos os ataques de malucos (sejam eles socialistas ou muçulmanos). Sobre sua ressalva ao professor, não consigo ver esse tanto de besteira por parte dele que o pessoal anda falando por aí. As críticas às suas idéias são praticamente inexistentes (digo praticamente para dar o benefício da dúvida), sendo que os ataques contra ele se dirigem à sua pessoa (ex-astrólogo, não tem diploma de filosofia, fuma pra cacete, fala palavrão) e a eventuais escorregadas sem relevância que ele deu em seu programa (aborto terceirizado, combustível fóssil o caralho), críticas essas que quase sempre não têm pé nem cabeça.

    Apesar disso, a civilização ocidental não é perfeita. Se ela nos legou as melhores religiões (judaísmo e cristianismo), as melhores línguas (grego e latim) e um acervo cultural impressionante, incluindo aí própria Escola Austríaca, não podemos nos esquecer de que nossa civilização também desenvolveu uma doença gravíssima, um verdadeiro câncer maligno chamado socialismo/comunismo. São justamente os socialistas/comunistas, filhos da civilização ocidental, que querem destruir essa mesma civilização em todos os seus aspectos (na verdade, se pensarmos nos ambientalistas, os socialistas também querem destruir a própria Humanidade). Não é exagero algum dizer que o socialismo/comunismo é um câncer e que os socialistas/comunistas são células cancerosas.

    Veja que quem defende abertamente o fim da civilização ocidental não sou eu, mas sim os socialistas, não devendo nos esquecer de que são esses mesmos putos que vivem aplicando e defendendo barreiras à movimentação de pessoas (e de bens também). São esses putos que vivem insistindo na divisão e no conflito. Assim, se você quiser preservar nossa civilização, você jamais deve validar políticas socialistas nem se deixar se cegar pelo ódio que esses canalhas incitam. E creio que você está falhando justamente nesse aspecto.

    E se o motivo fundamental para barrar a imigração é cultural, então aonde está o fundamento para barrar a imigração de mexicanos para os EUA? Os mexicanos também compartilham a mesma cultura e religião dos americanos. Se você se lembrar das lições do Professor Olavo, pode retrucar que é a língua o elemento impeditivo da aceitação à imigração. No entanto, o que impede a absorção do idioma espanhol é (para variar) justamente a segregação fomentada pelo estado americano. Se as pessoas são forçadas a não se misturar, o resultado disso é que cada um fica no seu canto falando a sua língua. E, o que é pior, um nutrindo desconfiança e ressentimento pelo outro. Note que os EUA receberam um enorme influxo de imigrantes alemães e italianos (esse não é o melhor dos exemplos porque esses países foram de unificação tardia e suas respectivas línguas nacionais são um artificialismo imposto - para variar - pelo estado) mas nem por isso o inglês deu lugar a esses idiomas. É claro que esses grupos influenciaram o inglês falado hoje nos EUA, mas, no fim das contas, isso acabou por tornar o idioma mais rico, o que é muito bom.

    Sobre os muçulmanos na Europa, como já disse anteriormente, o problema reside todo (para variar) no estado, que torna o imigrante um peso para os contribuintes e que afasta as pessoas pacíficas e atrai os desajustados. E, para jogar mais lenha na fogueira, na Europa ainda há a blindagem às loucuras islâmicas fornecida pelo multiculturalismo, loucura esta inventada (para variar) pelo pessoal socialista, pessoal esse que dá as cartas na Europa.

    No que diz respeito à criminalidade, ela também é culpa do estado do mesmo modo, que insiste em manter o cidadão de bem desprotegido e assustado, ou seja, torna o cidadão comum a vítima perfeita para todo o tipo de brutalidade, seja ela proveniente de vagabundos nacionais ou importados. Não é à toa que nos países dominados por socialistas (tal como o nosso e a Venezuela) a criminalidade sempre explode.

    Para finalizar, se concordamos que o governo deve sair da jogada e que as pessoas devem ser deixadas em paz para julgarem por si essa questão, então concordo que não há uma significativa discordância entre nós.
  • anônimo  18/11/2014 11:34
    E de novo, o 'espantalho' se referia ao fato de vc dar a entender que eu disse que essa coisas já existem.
  • Silvio  18/11/2014 18:23
    Posso não entender muito de falácias argumentativas, portanto, corrija-me se estiver errado, mas, para mim, esses sim são verdadeiros exemplos de 'espantalhos':

    Exemplo 1

    Exemplo 2

    Exemplo 3

  • Alan  11/11/2014 14:00
    Aprecio seu comentário, pra mim a imigração deveria ser totalmente livre, mas nesse caso somente se o estado fosse o mínimo e tivesse a garantia de continuar assim.
  • Silvio  12/11/2014 13:26
    Você consegue ver a horrível imoralidade de seu pensamento? Se não, vou reescrevê-lo com outras palavras para deixar o problema mais claro:

    Aprecio seu comentário, pra mim as pessoas poderiam tentar construir uma vida melhor em qualquer lugar do mundo, mas nesse caso somente se as gangues que possuem o monopólio da violência em seus respectivos territórios fossem menos violentas e dessem a garantia de continuar assim.

    Posto dessa maneira, você ainda mantém sua opinião?
  • Robson Ramos  18/11/2014 03:46
    Moro em Boa Vista Roraima. Sim, esta tendo uma invasão de venezuelanos aqui, os que tinham algum capital estão vindo para o Brasil. vejo todos os dias vários carros circulando pela cidade, coisa que não se via a 1 ano atrás.
  • Marcos  18/11/2014 03:56
    Prezado Robson, você que é de Roraima, por favor satisfaça minha curiosidade: notei que, desde 2006, o pessoal daí vota maciçamente nos candidatos do PSDB para a presidência da república. Isso tem alguma coisa a ver com a vizinhança com a Venezuela? Ou foi porque Lula tomou terra dos arrozeiros para dar pra índios?
  • Robson Ramos  18/11/2014 04:20
    Marcos, sou natural de Curitiba e estou aqui desde 2010. Essa questão dos arrozeiros são falsas, mas faz parte da história. A questão é que estas terras são ricas em diamantes e pedras preciosas e havia um grupo de americanos e europeus que compraram grandes áreas e um dos maiores exploradores de pedras o famoso senador Romero Jucá e mais uma parte de políticos daqui são donos de mineradoras e eles estavam tentando tomar as terras destes extrangeiros. Eles foram a Brasília reclamar os problemas e acabou que o governo do pt simplesmente riscou no mapa uma grande área, chamada raposa serra do sol, dentro desta área havia cidade constituida. De tão rápido e mal feito foi o jeito que o governo decidiu desapropriar essas terras eles acabaram mexendo no tamanho e na forma desta área, sem fazer um estudo. Somente para encobrir esta riqueza. A parte dos arrozeiros entra nessa onda, pois havia familias a mais de 30 anos ali e foram retiradas e muitas não receberam indenização do governo. O pt nunca olhou pra cá, na era PSDB o estado cresceu muito. O arroz é praticamente o que move o PIB do estado, hj estão implantando novas culturas. 70% da população veio de todas as regiões do Brasil.

    Alguma outra dúvida?
  • Renato Souza  04/12/2014 19:03
    A questão da imigração é complexa.

    O imigrante traz uma bagagem cultural, que pode ser má para o pais que os acolhe. Afinal, a percepção do povo (muitas vezes por indução do estado ou do partido) em relação a muitas coisas é geralmente a principal causa da pobreza do país de origem.

    Alguém dirá que os EUA recebem uma enorme quantidade de imigrantes, por muito tempo, sem que isso tenha sido prejudicial.

    Ocorre que naquele tempo, era o imigrante que tinha de se adaptar. Hoje, com o multiculturalismo, se diz aos imigrantes que eles não precisam se adaptar a nada, e forçam a sociedade local a se adaptar aos imigrantes.

    Um caso específico é o da criminalidade. Em tempos antigos, ninguém dava a mínima para a "cultura" do imigrante na hora de prende-lo por um crime e condena-lo. Cometeu crime, será punido, não importa se nacional ou estrangeiro. Hoje, a polícia tem de pisar em ovos, se prenderem imigrantes numa proporção maior que a proporção desses imigrantes na população, os policiais serão acusados de "racismo", "xenofobia", "islamofobia", e toda essa baboseira. Falsas acusações por parte dos esquerdistas (sabendo-se do imenso poder político e midiático que eles tem) podem destruir a carreira de um policial, ou pior, leva-lo para a cadeia. Cientes disso, policiais e juizes são extremamente suaves em relação aos imigrantes, e os criminosos entre eles se sentem livres para barbarizarem.

    Ora, essa situação é um dado da realidade. É impossível muda-la sem um esforço imenso por parte de muita gente. Em outras palavras, não mudará tão cedo. Mais prático é impedir a entrada de imigrantes em grande número, pois haverá apoio natural de muita gente para essa solução mais simples.
  • Alfredo  10/11/2014 14:56
    Excelente matéria, muito esclarecedor sobre como esse regime populista mal utiliza os recursos naturais do país para se manter no poder em lugar de criar as condições para o desenvolvimento.
    Temos tantos casos na história de fracassos usando esses métodos de distribuição de dinheiro fácil e benefícios a esmo sem reparar em como funciona a economia real. Este é mais um.
    Lamentável pelo irmão povo venezuelano que teve uma chance histórica de se transformar num pais desenvolvido se essa riqueza enorme que tem no subsolo houvesse sido bem utilizada, alavancando a produção, o ensino, num mercado livre sem tanta ingerência do estado.
  • Raphael  10/11/2014 15:10
    Falar que está no limiar do colapso é até ser bonzinho diante da realidade.
  • Joao Filipe  10/11/2014 15:23
    E pensar que temos candidatos à presidência que concordam com essa forma de gerir um país.
  • Silvio  10/11/2014 15:40
    Piadinha rápida:

    -Sabe o que a Venezuela tem mais do que os EUA?
    -Petróleo?
    -Não, a Venezuela tem mais é que se f%&£#!

    Sinto muito, mas não tenho dó. O povo de lá (tal qual o daqui) só está recebendo o que pediu. O governo não vai tirar o povo da pobreza. Se o povo acredita nessa conversa mole para boi dormir, tem mais é que se tornar escravo no paraíso socialista bolivariano.
  • Rennan Alves  10/11/2014 15:59
    É sempre bom relembrar.

    m.youtube.com/watch?v=ZlOUE6yB6Jg
  • anônimo  10/11/2014 16:40
    Cada dia tenho mais raiva dessa raça.
  • MCcapitalista  10/11/2014 15:57
    Acho incrivel a mentalidade esquerdista. O exemplo é o Maduro ir correndo na opep pedir para outros paises diminuirem a produção para ele aumentar o preço. kkkkkkkkkkkkkk
    Como se o preço só fosse influenciado porque um chefe de estado esta pedindo algo.
    Outro exemplo de como o comunista acha que pode controla tudo,é a tentativa do sindicato dos bancarios pedirem para o HSBC parar de mandar gente embora.
    www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=9448
    Como é que pode?
  • Erick V.  10/11/2014 16:28
    Vale lembrar que os governos Chávez e Maduro sucatearam tanto a indústria petrolífera venezuelana que o país está precisando importar petróleo cru para salvar as possibilidades de exportação do produto. O deserto do Saara está ficando sem areia.
  • Daniel  10/11/2014 16:44
    Os venezuelanos podem ficar tranquilos, o governo brasileiro fará o socorro financeiro assim que for necessário. Se é que já não está fazendo...
  • Eduardo  10/11/2014 16:54
    Em pouco tempo o regime Bolivariano da Venezuela cairá.

    Aboa notícia é que ficará difícil para Cuba também se manter, assim como outras Republicas de Bananas da América Latina.

    A questão central depois de tudo isso é: será que as pessoas não aprendem com a história?!?

    Me indigna os mesmos erros se sucederem geração após geração. E as formas de tentar contornar os problemas são sempre os mesmos.
  • anônimo  10/11/2014 17:59
    Minha previsão: o regime de Maduro cai, um opositor mais pró-mercado assume, reergue a economia do país, e com a atual constituição, dada a sua popularidade, se reelege indefinidamente. Supondo que ele não se deixe envaidecer com o poder e mantenha a escalada de reformas pró-mercado, levando maior prosperidade ao país, logo quando o país estiver bem e com várias conquistas econômicas e sociais, aparecerão socialistas se arrastando de seus covis se apropriando dos frutos destas conquistas, clamando ser o modelo político-eleitoral por eles criado o grande responsável.
  • Caio  10/11/2014 17:48
    Uma pergunta off-topic, dirigida a Leandro: Poderíamos classificar o modelo político-econômico do Egito Antigo como comunista? Tem muitas semelhanças: Estado gigante, um líder muito forte, burocracia ligada ao Estado riquíssima, o governo determina onde e quando as pessoas vão trabalhar, enfim...
  • Leandro  10/11/2014 19:17
    Detalhes sobre a economia do antigo Egito estão fora do escopo de minha especialidade, de modo que não estou intelectualmente equipado para tecer considerações mais profundas.

    Posso apenas dizer que, baseando-se exclusivamente nessa descrição que você fez, o regime egípcio em nada se diferenciava do atual regime da Rússia, por exemplo. Ou seja, ele poderia ser descrito como um "corporativismo burocrático".
  • Caio  11/11/2014 02:13
    Obrigado, sou novo por aqui, então tenho ainda algumas dúvidas:

    1- Como funcionariam agências judiciárias em uma sociedade ancap? Se eu tivesse uma divergência com vc, quem decidiria qual seria o tribunal pra solucionar o caso? Cada um não estaria necessariamente interessado em escolher os melhores juízes, mas sim aqueles que teriam maior propensão pra legislar a seu favor. E como os consumidores avaliariam as agências? Cada um iria gostar da agência q julgou em seu favor, não?

    2- Qual uma definição precisa de misturar seu trabalho a algo? Só usar a água de um rio pela primeira vez não me transformaria no dono dele, mas uma comunidade q tira seu sustento desse rio certamente tem mais direitos, não? Quanto é necessário usar um recurso natural pra ser dono dele?

    3- Quase toda propriedade privada hoje é, de certo modo, ilegítima. Se vc comprou algo de alguém, esse alguém comprou uma parte de outra pessoa, e assim por diante, até chegar em um governo ou exército q tomou ilegalmente de alguém. Se alguém rouba meu celular e vende pra outra pessoa, o celular deveria ser meu, mas se o governo toma, por meio de uma guerra, um recurso e vende para uma indústria, que vende para uma loja, até chegar em alguém, consideramos essa propriedade como legal? Sei que nada funcionaria sem propriedade privada, mas qual seria o critério? Assumir as propriedades como são hj e desconsiderar as ações de governos e guerras anteriores?

    Enfim, espero q não seja mt, e agradeço pelo trabalho extraordinário desse site.
  • Tio Patinhas  11/11/2014 12:38
    O Egito antigo não era uma espécie de monarquia?
  • Andre  10/11/2014 17:50
    Agora vou pegar minha pipoca e aguardar o clímax da história.
    Qual será o desfecho, fim da ditadura ou recrudescimento, será que vai ter campo de concentração?

    No índice de liberdade economica só o Zimbábue separa a Venezuela de Cuba:

    www.heritage.org/index/ranking
  • Pedro Mundim  10/11/2014 17:56
    Nada disso é novidade. A história da Venezuela nos últimos 100 anos, desde a descoberta do petróleo, tem sido uma sucessão de espasmos: surtos de prosperidade quando sobre o preço do barril, seguidos por crise, desordem e queda do governo quando o preço cai. É bom lembrar que os antecessores de Chávez, da ADECO, também já tiveram um período de lua-de-mel com a população nos idos dos anos setenta, quando do primeiro choque do petróleo.

    O mais triste é que se o preço voltar a subir, o primeiro efeito na Venezuela será o revigoramento do governo chavista. O povo não consegue aprender, é como um vício. Mas também não é difícil de entender, e isso vale tanto para a Venezuela quanto para o Brasil: a maior parte da população é pobre e não paga impostos diretos, por este motivo não vê o governo como um gestor de seu dinheiro. Por este motivo também não se incomoda com a corrupção, pois não se sente pessoalmente lesado, uma vez que o dinheiro roubado não saiu de seu bolso. No imaginário do eleitor pobre, o estado é como um Pai, um provedor, por isso interessa-o que o Estado seja tanto maior quanto possível. Já o eleitor classe média pagador de impostos vê o estado da mesma maneira como vê o síndico de seu prédio - um mero gestor de uma receita provida por ele e pelos demais contribuintes. Enquanto persistir essa idealização do estado como um Pai, crises como esta da Venezuela podem se repetir mil vezes, que no fim o povo sempre voltará a clamar por um caudilho.
  • Brasileiro Nato  10/11/2014 19:56
    Olá!
    Não é bem esse assunto do artigo, mas por que fomentar o consumo nao melhora a economia?
    onde posso ler sobre? Tem algum video que explica isso?
  • Intelectual estrangeiro  10/11/2014 20:28
    Porque o desafio não é fomentar o consumo, mas sim a produção.

    Consumo, aliás, não precisa ser fomentado. Consumo é um impulso natural do ser humano. Ele precisa consumir para sobreviver. Fomentar o consumo faz tanto sentido quanto fomentar a respiração. E, assim como não adianta fomentar a respiração se não houver oxigênio, não adianta fomentar o consumo se não houver produção.

    Esse é o desafio:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1457
  • Brasileiro Nato  11/11/2014 11:48
    Saquei, muito obrigado.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  10/11/2014 20:11
    A Venezuela está praticamente morta economicamente, graças aos seus "ilustres líderes". Infelizmente, eles não sabem ou fingem não saber que quem morre economicamente está morto biologicamente. Pobre América Latina vermelha. Teimosa e obstinada a caminho do túmulo.
  • Alemao 60  11/11/2014 01:06
    A America Latina está fadada ao atraso, entra governo sai governo e os países da região não avançam, o Brasil deu seu voo de galinha, não foi longe, já aterrizou na lama desse desgoverno de tendencia comunista. Parte da população mais jovem que vem sendo doutrinada nas escolas, e universidades, anida acredita nesse modelo social, que não deu certo em lugar nenhum, e levando as sociedade por onde passou ao desastre. Na Venezuela o desastre é iminente, e o regime se fecha cada vez mais, e o nosso Brasil segue no mesmo caminho, parou de crescer, e o rombo nas contas públicas já é estratosférico, além das denúncias dos desvios de dinheiro na Petrobras, entre outros escândalos.
  • Anarca  11/11/2014 10:52
    Não esquecendo que o sofrimento do povo venezuelano não é causado pelo
    comunismo bananeiro conhecido como bolivarianismo. Essa doença é só um
    vírus oportunista moderno.

    O populismo democrático alimentado pela arrecadação do petróleo é a doença
    primária. As causas dessa doença são as ações desse mesmo povo venezuelano, balizadas
    pelo pensamento democrático, a ignorância econômica e os velhos vícios da covardia, da preguiça e da inveja.
  • anônimo  11/11/2014 11:30
    Prezado Moderador, isso muito me custa, mas devo informar que dois links (ExxonMobil deve ser indenizada pelo governo venezuelano e repetir) são de artigos não estão abertos para o público geral. Além disso, o último (revista The Economist) deve estar quebrado ou inativo. Mas também, não é nada que faça muita diferença; os mais importantes estão acessíveis (se bem que dá para lamentar um pouco por não ler o do Maduro culpando os "inimigos estrangeiros") e além do mais ninguém nem dá importância para isso.

    Pode considerar esta uma mensagem tipo inbox; em casos como esse é uma usualidade interessante. Permite que leitores se comuniquem e colaborem (leia-se reclamem) de maneira mais discreta.

    Grande abraço
  • Trader Carioca  11/11/2014 13:09
    A Carta Capital soltou, essa semana, uma pequena matéria falando do mesmo assunto.

    www.cartacapital.com.br/revista/825/venezuela-em-apuros-5354.html

    Se a Venezuela chegou ao ponto de ser criticada pela Carta, então a situação deve ser muito ruim mesmo.
  • Atylla Arruda  11/11/2014 13:45
    A Venezuela esta sobre o controle da Ditadura Cubana:
    1) Possui uma fonte de renda independente do setor produtivo da sociedade.
    2) A população na sua ampla maioria é desarmada o que torna fácil o seu massacre e prisão, como
    aconteceu nos protestos desse ano. O governo não combate a violência urbana mantendo o povo em pânico.
    3) A possibilidade de intervenção militar existe mas é pequena, já que os agentes Cubanos estão infiltrados no exército, controlando as armas, identificando e eliminando a resistência.
    4) São aliados da China e Rússia.
  • Vander  11/11/2014 14:49
    Até mesmo um dos ícones da ideologia socialista na Venezuela, Simon Bolívar, foi feliz quando proferiu a seguinte frase: "A melhor coisa a fazer na América Latina é? ir embora".

    Mas eu sinceramente achava que a Venezuela já tinha encontrado o fundo do buraco a muito tempo.
  • Silvio  11/11/2014 16:01
    A Venezuela encontrou o fundo do buraco. E nele havia petróleo. Mas na superfície havia socialistas que, ao invés de levar o petróleo à superfície, levou tudo o que estava na superfície para o buraco. De certo modo, os socialistas deram o petróleo ao povo. Agora só é preciso que ambos saiam do buraco.
  • Thiago  11/11/2014 14:49
    Se o preço do petróleo esta caindo por que a gasolina brasileira está aumentando ?
  • Malthus  11/11/2014 15:04
    Porque o setor é controlado por uma estatal monopolista, e o preço da gasolina que ela revende para as distribuidoras é estipulado exclusivamente pelo governo.

    Enquanto nos EUA -- cujo setor é dominado por inescrupulosas e gananciosas empresas privadas --, o preço da gasolina está despencando (a gasolina está hoje mais barata do que estava em 2010!), no Brasil -- cujo setor é controlado por uma estatal que ama os pobres --, o preço é o maior da história.
  • Andre  11/11/2014 15:57
    "Enquanto nos EUA -- cujo setor é dominado por inescrupulosas e gananciosas empresas privadas --, o preço da gasolina está despencando (a gasolina está hoje mais barata do que estava em 2010!), no Brasil -- cujo setor é controlado por uma estatal que ama os pobres --, o preço é o maior da história."


    Malditos empresários!
    Sempre abaixando os preços de tudo para que compremos mais e tenhamos mais conforto!
  • Dw  13/11/2014 13:15
    Putz, isso é de causar no mínimo muita revolta..
  • Caio  11/11/2014 17:49
    Daí eu me pergunto, o que fazer com os imbecis que seguem defendendo isso? Parece que quanto mais a Venezuela entra no buraco, mais os socialistas a defendem.

    Eu pensava que o futuro daria respostas, mas cada vez estou mais pessimista.
  • Renan  11/11/2014 20:35
    O COMUNISMO É UM REGIME-RELIGIÃO QUE SE AUTO IDOLATRA, OBSOLETO E SATANISTA!
    O comunismo é um movimento político revolucionário material-totalitarista, a doutrina da cobiça e inveja dos bens alheios - tomar dos outros e doar para o deus-Estado e seus dirigentes apenas - que detesta todas as religiões, especialmente a Igreja católica, das mesmas ideologias básicas dos nazistas e fascistas, que defende a formação de uma sociedade sem classes sociais, onde os meios de produção sejam propriedade comum - tudo uma farsa, apenas propagandística - comprovando-o o Estado se apropriar e ser dono de tudo, inclusive de vida e morte sobre os cidadãos, doravante passarão apenas a lacaios, caso dos médicos de Cuba aprisionados no Brasil.
    Posto noutros termos, se dependesse do alardeado da ideologia comunista, a propriedade privada desses meios não existiria e, por conseguinte, o poder pertenceria à classe trabalhadora, embora isso seja apenas falsa propaganda, sendo Cuba, Coreia do Norte, China e Vietnã etc., ferrenhos regimes ditatoriais, opressores e fortemente escravagistas.
    O comunismo tem o Estado e seus dirigentes como o senhor seu deus e as bases dessa ideologia marxista foram desenvolvidas pelos satanistas Karl Marx e Friedrich Engels em finais do século XIX em livros como "O capital".
    No século XX, o revolucionário russo Lênin e sucessores decidiram por em prática as referidas teorias, a partir da sua própria interpretação, mas o comunismo tem sido alvo de duras críticas de diferentes setores por propagar suas maravilhas, mas onde adentra de cara aparecem o atraso, miséria, violência sem fim aos opositores, destruição e morte e só no século XX mataram mais de 150 000 000 de pessoas para se imporem, e as miseráveis Coreia do Norte e Cuba são clássicos exemplos do fracasso depois de mais de 50 anos de ininterrupto comunismo.
    Vejam como sucumbiu a Venezuela ao atraso e miséria após a entrada do comunismo do Chávez e, para se manter no poder - não têm planos de governo - mantém os cidadãos sob ferrolho redundando numa sociedade hoje quase totalmente idiotizada, alienada, massificada, massacrada e relativizada pelos (des)conceitos dessa nova religião que auto adora.
    A sociedade sem classes é impossível, tendo em conta que acaba sempre por haver um ou outro grupo a ostentar poder; no caso do comunismo, os governantes são os burgueses, capitalistas e imperialistas de Estado, caso de Fidel Castro e sua dinastia, como o PT, tomando dos outros para o partido, mas acusam os outros de o serem, nunca eles, querendo se passarem por defensores dos trabalhadores.

    O socialismo, como PSDB, menos ruim, é uma doutrina da economia política de um comunismo mitigado até que domine a situação; mas no fim tudo será do mesmo jeito; uma via mais sedutora, em principio, sem derramamento de sangue; o socialismo é considerado como sendo a fase prévia até chegar ao pleno comunismo, como o dos violentos PT, PSOL, PSTU etc., tipos trotskista, stalinista etc.

  • Joana Derma  11/11/2014 21:54
    Tenha pena do povo e do país... Um lugar tão belo e cheio de riquezas, porém, amaldiçoado por um governo incompetente. Ainda há como salvar o país, e temos que acreditar, e não jogar pragas. A Venezuela tem suas riquezas e poderia ser uma potencia, mas, assim como nós, fica refém de uma política repleta de aproveitadores.
  • Andre  12/11/2014 12:07
    "Tenha pena do povo e do país...".

    Ter pena não irá ajudá-os em nada.
    Já os conhecimentos da Escola Austríaca de economia poderiam ajudá-los enormemente.
    Os venezuelanos possuem acesso à internet, logo possuem acesso a tal conhecimento, se não usufruem azar o deles.

    "Um lugar tão belo e cheio de riquezas",

    Com capitalismo dá pra ser rico mesmo num lugar podrão.
    Vide muitos países do primeiro mundo que ficam meses cobertos de neve.

    ", porém, amaldiçoado por um governo incompetente."

    Governo esse eleito e apoiado pela maioria do povo.

    "Ainda há como salvar o país"

    Sim, é só liberar a economia.
    Tecnicamente falando é muito fácil, é só o governo parar de se meter.
    Na prática é quase impossível, pois os Venezuelanos gostam que o governo se meta na vida deles.

    ", e temos que acreditar, e não jogar pragas."

    Jogar pragas não causa nenhum dano. Isso é superstição.

    "A Venezuela tem suas riquezas e poderia ser uma potencia,"

    Com capitalismo seria uma potência mesmo que não tivesse riquezas.
    O Japão é menor que metade da Venezuela, é carente em petróleo, tem terremotos
    e é muito, MUITO, mais rico. Graças ao capitalismo.

    "mas, assim como nós, fica refém de uma política repleta de aproveitadores.".

    Apoiados pela maioria do povo.
  • Marcos  13/11/2014 20:02
    Infelizmente, não acho que a situação econômica ponha fim ao governo bolivariano. Ditaduras são bem resistentes ao empobrecimento da população. Se a economia realmente fosse um fator determinante, a Coréia do Norte e Cuba já teriam derrubado seus regimes há muito tempo.

    Provavelmente vai acontecer um endurecimento cada vez maior da ditadura, para controlar os descontentamentos com a economia. O governo se torna mais e mais autoritário para controlar a população insatisfeita. As poucas liberdades que ainda existem vão ser cada mais restringidas.

    Para controlar os problemas criados pelo intervencionismo, o governo vai lançar mão de medidas ainda mais restritivas, que por sua vez vão criar problemas maiores

    É o que acontece em ditaduras, nas quais é impossível o surgimento de grupos dispostos a fazerem reformas liberais.
  • Emerson Luis, um Psicologo  15/11/2014 12:57

    Quem sabe assim a Venezuela não se livra da "maldição do petróleo"

    e se torna um país com mais liberdade e responsabilidade?

    * * *
  • Thiago Nonato  17/11/2014 03:41
    "Para piorar, a produção de petróleo do país desabou em decorrência da corrupção e da incompetência dos burocratas que administram a estatal petrolífera PDVSA, a qual é utilizada como um caixa sem fundo para financiar os programas do governo. O desvio do dinheiro deixou a empresa descapitalizada e impossibilitada de fazer novos investimentos."

    qualquer semelhança é mera coincidência..
  • Hannah Cream  24/11/2015 20:25
    Estamos cada vez mais perto da Venezuela, hein?


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