clube   |   doar   |   idiomas
Não haverá nenhuma revolução
Estamos, isso sim, à beira de uma não-revolução

Se você é daqueles que acredita que haverá uma revolução, e que esta será liderada pela tecnologia, reconsidere. Tal ideia é totalmente contraditória.

Não haverá revolução e a tecnologia não levará a nenhuma revolução.

Por quê?

A essência de uma revolução é a centralização do poder. Engels já sabia disso desde cedo, e fez questão de nos lembrar disso ao longo de vários anos. Não há nada mais centralizador do que uma revolução.

Todas as revoluções ocorridas na história geraram uma centralização do poder, inclusive a Revolução Americana.

Não estamos na iminência de uma revolução. Estamos, isso sim, à beira de uma não-revolução.

O que estamos vendo ao redor do mundo é uma descentralização. Estamos testemunhando a fragmentação do equivalente ao Império Romano. Não houve nenhuma revolução contra o Império Romano. Ele simplesmente se desintegrou. O mundo medieval foi um período de enorme descentralização.

Ao longo do século XVII, houve várias tentativas de iniciar revoluções. A Revolução Puritana na Inglaterra foi uma delas. Foi uma revolta contra o poder centralizado do rei, mas foi uma revolta feita em nome da centralização do poder no Parlamento. Ela simplesmente gerou um ditador militar, Oliver Cromwell, de 1649 a 1659.

Cromwell foi substituído por um novo rei em 1660, mas o parlamento continuou a centralizar o seu poder. A Revolução Gloriosa de 1688 e 1689 retirou muito do poder do rei, mas não reduziu o poder do governo; ela simplesmente transferiu o poder para o Parlamento.

O Parlamento então adotou uma peculiar teoria sobre 'soberania parlamentar' algo até então sem precedentes na história da tirania. Ele reivindicou, e ainda reivindica, soberania suprema sobre todos os aspectos da vida britânica. Não foi elaborada nenhuma constituição para conter o Parlamento britânico. Havia apenas o direito consuetudinário para contê-lo, o que já era de alguma importância. Mas o fato é que a centralização continuou. E continua até hoje.

Com uma intensa descentralização surge não uma revolução, mas sim uma secessão. E não me refiro a uma secessão ao estilo daquela que ocorreu no sul dos EUA, que era apenas uma maneira de centralizar o poder no sul do país. Aquilo não passou de um grupo de revolucionários armados que procuravam centralizar o poder na região que queriam controlar. Como eles próprios argumentavam, era uma repetição da Revolução Americana.

Revoluções significam centralização do poder. Quem não entender isso não irá entender o que está ocorrendo hoje com o mundo, e o que vem ocorrendo ao longo dos últimos 500 anos. Revoluções centralizam o poder. Se o objetivo é combater militarmente um poder centralizado, então os combatentes têm de centralizar o poder em torno de si próprios. Ao fazer isso, tudo o que é alcançado é simplesmente uma mudança de lealdade, a qual irá para esse novo grupo de centralizadores formados. Até hoje as pessoas ainda não aprenderam isso.

Os cercamentos privados que ocorreram na Inglaterra foram cruciais para o estabelecimento da liberdade inglesa. Todo o processo representava uma guerra contra o governo federal. Era uma guerra contra o poder centralizado. Era uma guerra contra burocratas que davam ordens ao povo sobre o que deveria ser feito com a propriedade.

Para fugir do sistema, você não tem de fazer uma revolução; você tem de fazer uma secessão. Você tem de retirar todo o seu apoio ao sistema vigente. Você tem de revogar a legitimidade que você conferiu a essas organizações. Você tem de fazer isso, e todas as outras pessoas também têm de fazer isso. 

E isso não é uma coisa que pode ser organizada antecipadamente. As pessoas simplesmente aprendem, escândalo após escândalo, que é o estamento burocrático é incorrigível e que o sistema é irreparável. Ele não pode ser reformado. Ele não pode ser "capturado desde dentro". Ele tem de deixar de ser financiado. O segredo da liberdade não é a revolução; o segredo da liberdade é a deixar de financiar a ordem centralizada existente.

O segredo da estabilidade monetária e de uma moeda forte não é capturar o Banco Central e colocar lá "um dos nossos", ou conceder a ela uma suposta independência. O segredo é a soberania monetária. Qualquer um utiliza a moeda que quiser sob uma ordem social de livre mercado. E isso só se consegue via secessão.

O segredo de uma melhor educação não é capturar e controlar o sistema público de ensino. O segredo de uma educação melhor é utilizar a internet (o que reduz sobremaneira os custos da educação), descentralizar todo o processo, e colocar os pais no controle do programa educacional de suas famílias.

O problema é que os conservadores e vários libertários são de lento aprendizado. Eles ainda insistem em dizer que o melhor a ser feito é capturar e controlar o sistema progressista, pois acreditam que têm um plano melhor para fazê-lo funcionar. Isso foi o que os bolcheviques fizeram com a burocracia do Czar. Isso foi o que os revolucionários franceses fizeram com a burocracia de Luís XVI. Isso foi o que os revolucionários americanos fizeram com a burocracia de George III. Isso é o que o sul dos EUA teria feito caso tivesse vencido.

A revolução tecnológica, a revolução "open source", vai descentralizar o mundo de maneira mais intensa. A descentralização não vai levar a uma revolução.  A descentralização vai levar à secessão. Refiro-me a uma secessão ao estilo de Gandhi. Refiro-me à retirada do apoio. 

Você não tem de pegar em armas contra o estado; você simplesmente tem de se recusar a cooperar com ele. Agindo assim, você faz com que seja mais difícil e mais custoso para o estado tentar tiranizar você.

A Iugoslávia não existe mais. A União Soviética não existe mais. Essa é a onda do futuro. Os estatistas e os pretensos estatistas irão continuar em busca da Grande Revolução. Assim como Marx, eles veem como iminente a Grande Revolução. Só que ela nunca veio. A revolução comunista ocorreu justamente onde, segundo a própria teoria marxista, não deveria ter ocorrido: a área rural do império russo. O proletariado urbano não fez a revolução; quem a fez foi um bando de intelectuais alienados em conjunto com assaltantes de banco.

O que iremos testemunhar é o fim do apoio aos regimes centrais. As revoluções no mundo árabe não descentralizaram nada. Elas apenas reorganizaram a centralização nas mãos de um outro grupo de tiranos. É bom ver os antigos tiranos sendo humilhados e derrubados, pelo menos de longe. Mas isso não muda nada. O Egito é exatamente o mesmo que era sob o jugo de Mubarak. É uma ditadura militar. A revolução não trouxe nada de positivo.

Revolucionários têm de ter um objetivo centralizador. Pode ser explícito ou não, mas sempre há uma agenda centralizadora em todos os movimentos revolucionários. Todo revolucionário sempre acredita que sua revolução será a última. Todo revolucionário acredita que, quando ele finalmente estiver no controle da cadeia hierárquica de comando, as coisas serão diferentes. Sim, será diferente: teremos um grupo diferente de espoliadores pilhando a produtividade das vítimas.

Enquanto conservadores e alguns libertários continuarem sonhando com a captura e o controle de sistemas hierárquicos de poder, nada vai mudar.

Nenhum plano centralizador pode surgir de um sistema de comunicação descentralizado. Vivemos nos Bálcãs digitais, e não na Iugoslávia.

O Facebook está descentralizando o mundo. Ele está "balcanizando" o mundo. E isso vai continuar.


20 votos

autor

Gary North
é Ph.D. em história, ex-membro adjunto do Mises Institute, e autor de vários livros sobre economia, ética, história e cristianismo. Visite seu website

  • Carlos  02/09/2014 14:48
    Excelente artigo e nos mostra o quanto somos ignorantes no assunto. Parabéns!
  • Pedro Ivo  02/09/2014 19:22
    Revoluções significam centralização do poder. Quem não entender isso não irá entender o que está ocorrendo hoje com o mundo, e o que vem ocorrendo ao longo dos últimos 500 anos. Revoluções centralizam o poder. Se o objetivo é combater militarmente um poder centralizado, então os combatentes têm de centralizar o poder em torno de si próprios. Ao fazer isso, tudo o que é alcançado é simplesmente uma mudança de lealdade, a qual irá para esse novo grupo de centralizadores formados. Até hoje as pessoas ainda não aprenderam isso.

    Verdade! Eu mesmo não havia entendido até a minutos. Que burro!!! Dá zero pra mim Leandro!
  • Herbert Spencer  03/09/2014 06:30
    mais nao tem jeito, é utópico acreditar no que ele fala, pois nao tem como acontecer, para mudar este panorama, deveria ter uma grande massa de pessoa civilizadas e crentes na honestidades umas das outras para que num consenso coletivo revoguem todas as leis,

    nao existe isto em país nenhum daqui na terra, nao existe, e nunca existiu, nao sei se existirá, mais pode ter certeza, terá que ter a presença de Deus, senao nao, é IMPOSSIVEL!!
  • Mohamed Attacka Todomundo  10/09/2014 21:39
    hebert, s/ kerer ser grosseiro, mas ja sendo, vc eh burro ou ignorante?

    nenhum pais fez nem pode fazer isto?! serio?!!!! e q tal este:

    Todos os países que hoje enfraquecidos pela dívida estatal podem aprender uma ou duzentas coisas com aquele pequeno país que fez o que hoje seria considerado impossível — a Nova Zelândia cortou o tamanho de seu coercivo, regulador e ferozmente tributário governo, e não apenas viveu para contar a história, como também prosperou após isso. Ao passo que o mundo caminha hoje para o que parece ser a engorda interminável de seus já obesos leviatãs, a Nova Zelândia tem uma história de como emagrecer acentuadamente o estado por meio de uma dieta saudável baseada na contenção fiscal. Isso aconteceu em meados da década de 1980, e sob um governo de esquerda. De uma hora para outra, a Nova Zelândia se livrou de seus parasitas e escancarou as portas da oportunidade para que produtores e empreendedores pudessem criar riquezas e aumentar a padrão de vida de todos os neozelandeses.

    Com efeito, a Nova Zelândia operou sua mudança exatamente quando a população passou a demandá-la.


    entao "é utópico acreditar no que ele fala, pois nao tem como acontecer, para mudar este panorama, deveria ter uma grande massa de pessoa civilizadas e crentes na honestidades umas das outras para que num consenso coletivo revoguem todas as leis..."; pois bem, a tal utopia aconteceu, tem um artigo nesse site sobre, isto s/ falar em king kong, ou será ping pong q essa shangrilá se chama?... mas enfim, ex tem, se vc faz tanta kestão.
  • Herbert Spencer  12/09/2014 23:28
    tudo bem!!

    vc esta certo no que se refere a diminuição do estado, mais o texto nao fala em menos estado, ele fala em estado nenhum, portanto, nao há como acontecer, ainda mais que os defensores do sistema nao estado, ou anarco capitalista nao fazem nada para impor suas convicções, ou seja, segundo Von Mises a imposição ou a luta para aprovar uma certa lei já é contraditória a liberdade por natureza, entao me nao é a Nova Zelândia o estado que o texto cita segundo ideal, até acho que a Nova Zelãndia seria uma grande inspiração para nós, portanto, fico satisfeito de me enviar esta pesquisa sobre este país,

    assim podemos ver que é possivel uma boa política de diminuição do estado, mais o fim, ainda afirmo, é impossivel, ainda mais numa sociedade decadente com crise de moralidade como a nossa...
  • felipe  25/05/2017 23:45
    O texto é bom, além de indicar algo que realmente faz sentido! Mas concordo com vc, realmente não e possível resolver as coisas da forma como e proposta, fico pensando no caos que se alastraria caso fosse tentado, se chegasse a ser tentado.Embora, ele diga que não se deve ser algo planejado( pelo que entendi ), seria um tipo de " já basta " da população.
    Não acho que depois do caos vamos ter um jardim com flores, a unica coisa que vamos ter e amargura e saudade do que perdemos.
  • Neto  26/05/2017 00:42
    Não entendi a sua colocação. Qual "caos"? Se todo mundo parar de sustentar político e parar de submeter às burocracias do governo, qual seria o caos trazido por esta situação?
  • Farles  04/09/2014 04:25
    Descobri o mises há pouco tempo, site fantástico, comecei a estudar sobre o sistema de reservas fracionárias e cheguei até aqui. Essa questão de revoluções como alternância de grupos no poder, eu já havia pensado um pouco sobre ela, mas não conseguia organizar o raciocínio de uma forma tão clara. Obrigado por compartilhar o conhecimento.
  • Leonardo Couto  02/09/2014 15:25
    Perfeito.
  • Rogerio  02/09/2014 15:42
    Ótimo texto! o/
  • Ed  02/09/2014 16:06
    Que assim seja!
  • Herbert Spencer  02/09/2014 16:15
    interessante, porem fica aqui um monte de duvidas, como faria a defesa de uma agressao externa a sociedade sem estado?? vi ontem num dos artigos, que se pode usar uma justiça privada e uma segurança privada,

    o que nao ficou muito claro é como a justiça privada poderá ser imparcial?? quem ira dar legitimidade a segurança e a justiça privada??

    e os crimes?? como poderemos ficar livres dos assassinos e psicopatas de plantao?? sabemos que em todas as sociedades eles existem, como aprisionarmos?? quem irá busca-los? caça-loos,

    e o seguimento da educação, se educar é bom, a net sim é fantástica para educar, concordo plenamente, mais quem define a cultura define o caminho a se seguir, isto precisa ser bem pensado,

    nao estou contra, por enquanto, mais sao questoes ácidas que precisam ser bem tratadas, porque nao somos laboratorios em fase de testes,,,....
  • Euclides Velloso  02/09/2014 20:05
    Herbert Spencer, nesses pontos que você levantou, eu só não vejo um modelo contra agressões externas.

    Mas, o que garante uma justiça privada imparcial é que todos que procuram uma justiça privada, em tese, desejam imparcialidade. Ou seja, só se firmará como um empresa confiável no ramo justiça aquela que for imparcial. Se o mercado, do ramo justiça, for competitivo, com certeza os conflitos serão resolvidos com transparência é celeridade.

    O mesmo vale para a segurança pública. As empresas bem sucedidas, serão recompensadas por um bom serviço, com certeza surgirão modelos de negócio no ramo.

    Educação é o mais fácil de se visualizar. Já existem empresas privadas no ramo e sem os entraves burocráticos, novos modelos de negócio também apareceriam.

    Quanto ao texto, não sou a favor de uma desregulamentação.

  • anônimo  02/09/2014 22:13
    O estado, infelizmente, sempre será necessário para defender a propriedade privada. Afinal sem estado quem irá garantir que a sua casa é sua, e que ninguém mais forte irá tomar. Não vejo nenhuma solução além do estado para este problema.
  • Ricardo  02/09/2014 22:22
    Gozado. Quem toma a minha casa via "domínio eminente" ou "desapropriação" é o estado. E quem me proíbe de ter uma arma para defender a minha casa contra a invasão de bandidos também é o estado.

    Ou seja, é justamente o estado que representa uma ameaça (dupla) à minha propriedade.

    E o que diz esse anônimo? Que, se não fosse o estado, ninguém protegeria a minha casa.

    É cada gênio que despenca aqui...
  • Felipe  03/09/2014 18:28
    Você ainda não respondeu, que vai garantir que sua propriedade é sua se não houver estado, só me responde isso e eu fico convencido. Obrigado.
  • Neto  03/09/2014 19:17
    Em primeiro lugar, que tem de dar a resposta inicial é você. Não adianta fugir. Você veio aqui e disse que só o estado protege a propriedade. Respondi citando dois exemplos práticos de que é o estado a maior ameaça à minha propriedade.

    Em vez de contra-argumentar, você fugiu completamente e, utilizando a tática do avestruz que enterra a cabeça na areia, ignorou o desafio e simplesmente voltou a perguntar a mesma coisa, como se nada tivesse sido falado.

    Não. Aqui o buraco é mais embaixo. Não há complacência para quem foge de desafios. Antes de fazer uma segunda pergunta, você primeiro tem de responder à que lhe foi feita. Aqui não há tolerância para amadores tergiversarem.

    Responda primeiro, e aí essa sua pergunta é respondida (muito embora ela já tenha sido amplamente respondida nessa seção de artigos; basta você deixar a preguiça de lado e lê-los)
  • anônimo  03/09/2014 22:33
    Ok, responderei as duas perguntas, a primeira por mais que o estado tenha esse poder (desapropriar), e em alguns países isso ocorre de fato, não é uma prática que se ver, pelo menos não na minha terra. E mais, podemos aceitar que ele é uma ameaça mas com certeza seria a menor ameaça possível para sua propriedade, em outras palavras, o estado é a maior segurança que se tem para garantir a propriedade.
    A segunda pergunta quanto ao desarmamento eu já sou contra, pra mim seria um direito de cada poder portar uma arma se bem entender, mas não interfere na questão de o estado acabar sendo a melhor forma de proteção para a propriedade. Afinal você não acha que uma situação de "todos contro" todos seria a melhor forma de proteção.
    Agora responda minha pergunta por favor, não seria a instituição do estado a melhor maneira de assegurar a sua propriedade.
    Abraços e no aguardo.
  • Pobre Paulista  03/09/2014 23:31
    Existem muitas maneiras de se defender sua propriedade: Muros, portões altos, serviços de segurança que envolvam rondas, câmeras, cavar um fosso de jacarés em volta, criar leões no quintal, mas a melhor de todas é andar sempre com uma colt no bolso.

    Ah nenhuma delas precisa do estado dizendo o que se deve ou o que não se deve fazer.

    Cada um que aparece por aqui viu.

    Daqui a pouco só falta falar que precisamos do estado para garantir que ninguém irá poluir o ar que respiramos kkkkkk
  • Silvio  04/09/2014 20:51
    "Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais"
  • Neto  03/09/2014 23:33
    Hein?

    Voce não conhece casos de desapropriação?! Onde você mora, em Liechtenstein?


    Desapropriados pela Copa ainda esperam indenização 'justa' em PE

    ONU critica Brasil por desapropriações para Copa e Olimpíada

    Desapropriações relacionadas à duplicação da BR-470 só vão terminar no fim de 2015

    Desapropriações no trecho da duplicação na fase inicial

    Prefeitura do Rio afirma que desapropriações para as Olimpíadas seguem trâmites legais

    MP compara Prefeitura a nazistas na desapropriação de imóveis para Copa e Olimpíada

    Desapropriações começaram na avenida Padre Antônio Tomás


    E pode escolher as várias milhares de notícias aqui

    Todas essas pessoas foram, do dia pra noite, despejadas pelo estado. E você nem sabia que isso era possível...

    Ou seja, você segue sem responder ao desafio. Mostrar ignorância sobre algo não configura resposta.

    De resto, o Pobre Paulista acima já respondeu. Quem protege minha propriedade sou eu, e não Dilma ou Sarney. O otário que espera que políticos protejam sua propriedade é um merece de fato ser assalto.
  • Malthus  04/09/2014 03:01
    Esses exemplos aí estão até bem mansos.

    Saca só esse aqui:

    Decreto desapropria terras na BA para assentar índios Tuxá

    Brasília, 17/3/14 – A presidenta Dilma Roussef e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assinaram decreto que desapropria terras situadas no município de Rodelas, na Bahia. Os imóveis passarão para o domínio da União e serão destinados à posse e ao usufruto da comunidade indígena Tuxá de Rodelas. A área possui 4.392 hectares.

    Com isso, a Fundação Nacional do Índio (Funai) fica autorizada a promover, na forma da legislação em vigor e do Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta, firmado em 17 de agosto de 2004 e aditado em 16 de novembro de 2006, nos autos da Ação Civil Pública nº1999.3300.010342-0, a desapropriação dos imóveis na área e invocar o caráter de urgência.

    www.justica.gov.br/noticias/decreto-desapropria-terras-na-ba-para-assentar-indios-tuxa


    Esse anônimo acima vive num conto de fadas. Certamente é MAV do PT.
  • Felipe  04/09/2014 12:50
    Malthus e neto,

    Vocês citam casos extremos como se fossem algo comum.

    O que eu disse é que não é uma prática que se vê, e por que não é mesmo, minha casa é minha e eu serei que será minha, não tenho medo achando que alguém vai tomar.

    E repito, o estado é a menor das ameaças à sua propriedade, e logo, é a maneira mais segura para proteger os seus bens.

    Por fim Malthus, eu não sou nada do PT, não radicalize, se eu não sou de extrema direita como vocês não quer dizer que eu seja de esquerda.
  • Guilherme  04/09/2014 13:14
    Extremos? Pelo visto, você não clicou no link do Malthus. Ou clicou, ignorou e fingiu que não viu, que o típico MO dos desonestos.

    Há quase 800 mil notícias de desapropriações no Brasil, a maioria delas feitas de maneira totalmente arbitrária. A própria presidente da República, ao seu bel-prazer, decreta a desapropriação, estipula a área a ser tomada, a quem ela será entregue, e um abraço. O proprietário nada pode fazer contra esse decreto.

    E aí o cidadão vem aqui dizer que isso são casos esparsos, e que a propriedade é respeitada no Brasil?

    Outra coisa: experimenta abrir um empreendimento, por mais simples que seja, sem a devida permissão do estado. Seus bens serão confiscados. Experimenta não pagar IPTU; seus bens serão arrestados. Experimenta ficar sem pagar imposto; seus bens serão confiscados. Aliás, o próprio ato da tributação sobre a renda já é, em si mesmo, um confisco da propriedade.

    Acorda, meu filho.

    P.S.: agora, se você realmente está totalmente seguro quanto à sua propriedade, então certamente você pertence à máquina, o que significa que é você o beneficiário das expropriações.
  • Yuri  04/09/2014 14:05
    Bom, não se pode usar o exemplo de um país, especialmente um desmantelado de democracia jovem como o Brasil, para justificar que o Estado toma os bens.

    Em geral, o Estado mais protege que toma a propriedade privada. Aliás, nos países ditos capitalistas desenvolvidos, esse é o principal papel do Estado. Esse deveria ser o papel do nosso Estado democrático capitalista: proteção das liberdades individuais e da propriedade privada.

    Andar com uma Colt não me parece uma solução moderna. Basta uma briga de trânsito para começar a carnificina. E lembre-se: nada de alegar que a justiça impede isso, pois ela foi extinta junto com o Estado, lembram?

    Imaginem só, vocês visitando Tóquio, Nova Iorque, Paris, armados até os dentes para o caso de vir um assaltante e só pensando na sua propriedade privada que você deixou para trás para fazer turismo... acho que voltar à Idade Média não é solução.

    Anarcocapitalismo parece-me tão utópico quanto o socialismo.

  • Guilherme  04/09/2014 14:22
    Oi?! A carga tributária média mundial está em 28%. Há países em que ela chega a 50%. No Brasil é de 40%.

    Ou seja, de tudo aquilo que você ganha -- ou seja, sua propriedade --, o estado confisca 40%.

    E o cidadão ainda vem falar que o estado mais respeita do confisca! A menos que você, é claro, utilize a lógica de que, se o estado confiscou 40%, ele deixou 60% para você. Ou seja, confiscou menos do que deixou pra você.

    Lindeza moral sem fim.
  • Marcelo Motta  04/09/2014 16:44
    Felipe, eu discordo da atitude que alguns aqui tem nos comentários. Você parece ser alguém que tem ainda pouco conhecimento sobre o anarcocapitalismo e as suas dúvidas são pertinentes. E são comuns a qualquer um que tem os primeiros contatos com estas ideias.

    Obviamente, que seu argumento de que o Estado é o principal garantidor da propriedade privada encontra várias provas contrárias no mundo real. Como ficou bem mostrado nos outros comentários com os inúmeros casos de desapropriações que ocorrem diariamente no Brasil.

    A sua segurança de que sua propriedade é sua e está protegida é falso. Ninguém tem totalmente garantida a sua propriedade pelo Estado brasileiro. Basta que o governo decida construir uma avenida, uma ponte, um estádio na área em que sua propriedade está localizado e você será obrigado a sair. Utilizando do argumento do interesse social e coletivo, você até poderá brigar na Justiça, mas, será uma luta inglória. Acrescente-se que você não possui nem mesmo o direito de garantir de ser indenizado pelo maior valor de mercado possível. A sua indenização será calculada de acordo com a conveniência do Estado e não a sua.

    Por outro lado, não é nenhuma garantia de proteção à propriedade num mundo sem Estado. O que você e todos farão é procurar defender-se contra invasões da melhor forma possível. Seja, por meio de proteção individual, seja por proteção privada. Mas, infelizmente, meu caro, não é possível garantir que a empresa que você contratar terá 100% de eficácia em sua proteção, tampouco, que você sozinho é capaz de garantir a sua proteção.

    Entendo que talvez a sua dúvida seja aquela possibilidade remota de que o Estado inibe as pessoas de agirem umas contra as outras. É falso. Penso que independente de haver uma lei que te proíba, Felipe, de invadir a propriedade alheia, você ainda não tomaria esta atitude, mesmo que tal lei fosse abolida, correto? Da mesma forma você não precisa de leis que te digam para não matar, roubar, etc. E assim como você é a maioria dos seres humanos.

    Uma vez que o Estado não garante com 100% de eficácia a propriedade privada dos cidadãos, e empresas privadas também não são capazes de te dar esta garantia, por que o modelo anarcocapitalista é superior e deveria ser apoiado por você? Primeiro, porque a sua relação com uma empresa privada se dar de forma espontânea e livre, você inclusive pode dispensar os seus serviços e tentar a auto-defesa. Segundo, se a empresa contratada falhasse, você teria alternativas, podendo trocar a empresa que faz sua segurança, alternativa que o estado não nos oferece. Terceiro, não haveria um estado capaz de impor um interesse coletivo, sobre seus interesses individuais. Quarto, você estaria ética e moralmente protegido, não havendo a possibilidade de uma polícia apoiada pelo sistema judiciário, decretar a violação de sua propriedade. Estes são apenas alguns argumentos que colocam o arranjo anarcocapitalista em posição de superioridade ao modelo atual com um estado que não garante a propriedade privada com eficiência, ao mesmo tempo que detém para si o poder de violar as propriedades de seus cidadãos, bastante apenas um argumento coletivista convincente para tanto.

    Abraços!
  • Minarquista  25/05/2017 21:19
    Infelizmente o anarcocapitalismo é uma utopia. Não dá para imaginar todas as ruas e avenidas privadas. Pontes urbanas idem. São necessárias ruas públicas para garantir a liberdade de transitar entre minha casa e um restaurante ou shopping.
    Polícia e iluminação pública totalmente privadas também não são possíveis, pois estão sujeitas ao efeito carona. Todos esperariam o seu vizinho pagar pela segurança e iluminação, e acabaríamos ficando sem elas...
    Isso sem contar o risco de uma empresa de segurança privada ter poder coercivo demais e se transformar num novo estado...
    A segurança provavelmente seja um misto de privada em propriedades privadas com pública, nas ruas e parques públicos.
    Ninguém imagina a privatização das praias urbanas. Elas são parques públicos.
    Por mais que se usem câmaras arbitrais e acordos entre advogados, a justiça pública deve existir. Podemos é exigir que na área cível, antes de entrar com um processo, o sujeito deva provar que tentou resolver o problema extrajudicialmente. Já a justiça do trabalho é aberração, fruto do conflitismo causado pela CLT. Tem que ser extinta.
    O custo de manter os criminosos nas cadeias deve ser pago por impostos, mesmo que as cadeias sejam privadas.
    E o legislativo? Posso fazer tudo aquilo que não cause dano direto a terceiros. Mas, e quando a minha ação causar um certo dano a outrem? Ex: quanto barulho pode sair da minha propriedade à noite? Leis devem existir para regrar os conflitos; o que posso fazer e o que não posso. Somente o direito consuetudinário sem lei alguma é totalmente insuficiente. O jusnaturalismo resolve a grande maioria dos casos de conflito, mas não todos.

    Enfim: a filosofia ancap é um raciocínio raso e totalmente utópico. Vamos botar os pés no chão e focar na Minarquia.

    []s
  • saoPaulo  30/05/2017 17:07
    Minarquista 25/05/2017 21:19
    Infelizmente o anarcocapitalismo é uma utopia.
    Repito, ignorância tudo bem, todos somos ignorantes em inúmeros temas.
    Já o sujeito que, quando confrontado com a verdade insiste no erro, ou é estúpido ou tem má fé.
    Em resumo, anarcocapitalismo é anarquismo mais capitalismo, into é, sociedades auto-governadas baseadas em instituições voluntárias e propriedade privada.
    Sendo assim, todo o cenário internacional funciona em um sistema anarcocapitalista, já que não existe um governo mundial e os países interagem entre si de forma capitalista.
    E mesmo que se force a barra e se assuma que o comércio internacional não é "capitalista de verdade", isto em nada muda o fato de que o Direito Internacional é intrinsecamente anárquico.
    Portanto, falso Minarquista, ainda espero sua refutação do que escrevi. Prove que o anarcocapitalismo é impossível e utópico, ou seja honesto e pare de propagar besteiras.
    A China contra o Direito Internacional - quem arbitra, de maneira suprema, conflitos entre governos?

    Não dá para imaginar todas as ruas e avenidas privadas.
    Não consigo imaginar como algo mais pesado que o ar possa voar, portanto isto só pode ser impossível.

    Isso sem contar o risco de uma empresa de segurança privada ter poder coercivo demais e se transformar num novo estado...
    Câncer é ruim, mas por que remover um câncer em metástase se há a possibilidade de ele voltar?

    Ninguém imagina a privatização das praias urbanas. Elas são parques públicos.
    Portanto, a única conclusão lógica é que isto deve ser impossível.

    Por mais que se usem câmaras arbitrais e acordos entre advogados, a justiça pública deve existir.
    Prove.
    Existe uma "justiça pública" coercitivamente centralizada entre as nações? Qual?

    O custo de manter os criminosos nas cadeias deve ser pago por impostos, mesmo que as cadeias sejam privadas.
    Prove.
    Além disso, nos explique a moralidade em se roubar o dinheiro pra comida de um sem teto para se sustentar tudo que você propõem.

    Enfim: a filosofia ancap é um raciocínio raso e totalmente utópico. Vamos botar os pés no chão e focar na Minarquia.
    Qual minarquismo? Um com governo atuando em grandes obras públicas, saúde estatal pública, educação estatal pública, rede estatal de assistencialismo, agências reguladoras, etc.?
    Como exatamente isto se diferencia do que já existe?
  • Pedro  03/09/2014 01:01
    Eu fiz um vídeo falando sobre guerra em uma sociedade anarcocapitalista.

    https://www.youtube.com/watch?v=WoktyudEgbk
  • Vagner  04/09/2014 17:21
    Tem uma galera no Brasil, creio que mais de 70% da população, que anda com uma viseira de burro... Os fatos, as barbaridades, a violência, os roubos, os assassinatos estão todos ao redor... Mas o cara não enxerga. O caso do nosso amigo que desconhece os casos de desapropriações existentes no nosso país.
  • Gabriel  25/05/2017 17:53
    Ainda, temos que ter em conta que uma sociedade Anarco-capitalista não surgiria do nada, o Estado não vai simplesmente deixar de existir do dia para a noite no mundo todo.
    O que provavelmente ocorrerá é o surgimento de pequenas comunidades Anarco-capitalistas que irão agregando cada vez mais pessoas, tais pessoas para serem aceitas nessa sociedade terão de compartilhar os valores de liberdade desta.
    qualquer inicio de agressão praticado nessa sociedade seria imediatamente e rigorosamente reprimido por toda a comunidade.
  • Valdomiro  30/05/2015 03:43
    Muito bom artigo e de difícil contestação.

    A pergunta que fica é:
    Em um país como o Brasil, plural em território, cultura e educação, como seria essa transição.
    O que preocupa é a transição...ou não?
  • Douglas   02/09/2014 16:19
    Espero que um dia, muito mais pessoas tenham a capacidade de ler e compreender um excelente texto como esse. Aí sim viveremos num mundo melhor.
    Raciocínio perfeito, parabéns!!!!
  • Phillip Grillo  02/09/2014 16:20
    E se algum país desse um golpe de estado para privatizar todas as estatais e estabelecer federações S/A com capital aberto em bolsa e CEOs comandando as suas empresas de prestação de segurança e justiça focados no lucro e na lógica de mercado?

    brasillibertario.blogspot.com.br/2013/10/como-articular-um-golpe-capitalista-de.html
  • Daniel costa  02/09/2014 16:32
    Separatistas armados não são descentralizadores de poder? Pensei que fossem. Não foi bom a Irlanda se tornar livre da Grã-Bretanha?
  • anônimo  03/09/2014 08:24
    Claro que são. Acho que o problema pro autor é que um poder fragmentado ainda é um poder, e ele quer condenar qualquer tipo de poder.
    Mas a fragmentação em si é positiva.
  • daniel  02/09/2014 16:36
    Que assim seja.
  • Felipe  02/09/2014 16:49
    Excelente.
  • Daniel Dalet Nun  02/09/2014 17:05
    Excelente e brilhante, Gary North sintetiza o que é mudar o mundo para melhor. Destruir todas as tiranias e fraudes, trazer a paz entre os povos e proteger todos.

    Muito inspirador e cristaliza diversas idéias de Rothbard, Hoppe e Higgs sobre a mudança política (antipolítica) necessária para estrangular o Leviatã e inaugurar a sociedade de lei de propriedade privada.
  • oneide  02/09/2014 17:09
    E a primeira vez que posso afirmar que um texto do Mises esta equivocado, especialmente para a realidade brasileira.
    vejamos em que momento o estado brasileiro apesar da retórica esquerdista do avanço do neoliberalismo seja lá o que isso for na mente deles,abriu mão de seu poder.
    Em que momento o estado brasileiro diminuiu o seu intervencionismo?
    Negar o avanço do estado totalitário é a melhor forma de ver ele se realizar.
    A revolução não se dará por meios das armas convencionais e sim pela revolução cultural gramsciana.
    O próprio Mises tem infiltração gramsciana, sem ver as vezes muitos contribuem para o fortalecimento do totalitarismo.
    Uma das contribuições dos liberais para que o estado totalitário seja implantado é a discórdia que existe entre liberais e conservadores.
    Quando estiverem na forca ou na prisão não adiantá mais "discutir a relação".
  • Dedé  02/09/2014 19:02
    O comunismo nunca será implantado. Nem através de uma revolução proletária, nem através da tal "revolução cultural gramsciana".

    Não há viabilidade econômica no comunismo. Todas as tentativas levarão ao fracasso e serão logo abandonadas.

    Veja o que está acontecendo com os estados europeus. Estados inchados, cheios de benesses, sustentados por uma ilusão de prosperidade proporcionada pela expansão artificial do crédito.
    O que aconteceu? O arranjo se mostrou insustentável. Os partidos de esquedas espeneiam, esperneiam, mas aos poucos os "direitos" vão sendo cortados.
    Quando a Europa voltar a ser próspera, novamente os socialistas voltarão a exigir mais direitos para os trabalhadores e o estado voltará com as benesses até uma nova crise.

    Qualquer tentativa de comunismo pioraria rapidamente a qualidade de vida e seria logo abandonada.

    Veja o que ocorre na Venezuela. O socialismo Venezuelano ameaçava se espalhar pelo continente sulamericano, formando a união das repúblicas socialistas bolivarianas. Hoje vemos que não há a menor hipótese disso acontecer.
    A Venezuela está se desintegrando. Cuba vive de esmolas. E no Brasil o intervencionismo estatal já é visto com maus olhos por uma boa parte da população. O auge do PT já passou e não há menor possibilidade do partido voltar a ter a força que tinha antes.

    Esse artigo chama a atenção para um aspecto interessante. O que não falta na eleição atual são candidatos se dizendo liberais. Não acredito em nenhum deles. Mas pelo menos algo de positivo eles trouxeram, que foi o debate sobre o liberalismo para a cena política.

    O melhor candidato liberal pra mim ainda é o nulo. Se você acredita realmente no liberalismo, vote nulo nas próximas eleições.

    Essa idéia de que deixar o PT ganhar é pior é besteira. O PT irá se acabar. Não exite mágica e não há como mudar as leis da economia.

    O melhor a se fazer é estudar, aprender a ser útil, poupar, investir e deixar que a sociedade quebre a cara com esses partidos populistas. Enquanto nós seguimos divulgando o liberalismo, que só poderá vencer quando uma boa parte da sociedade perceber que o estado é um problema e não a solução.
  • oneide  02/09/2014 21:24
    Ai que esta o grande erro de avaliação, comunista, socialista, progressista não querem implantar o comunismo de fato.
    O Objetivo é a implantação de um regime totalitário.
    Na Venezuela, o socialismo não esta dando errado ele esta dando muito certo.
    Muito ingênuo pensar que não participar da politica é a solução para que algo mude.
    Quem não participa da politica é governado por quem participa.
    Não adianta sonhar com um mundo melhor ele não vai acontecer.
  • anônimo  02/09/2014 21:43
    O comunismo não, mas o socialismo sim.
  • Herbert Spencer  03/09/2014 05:35
    Dedé!! vc so pode estar maulco, ou voce esta cego?? nao percebe o que tem acontecido neste país?? vc perdeu o juizo?? vc conhece o foro de são Paulo?? vc conhece as leis aprovadas as pressas por dona Dilma que na verdade sao leis marxistas que farao um grande estrago em nossos filhos?? a lei da palmada, a lei do marco civil da internet, a lei da substituiçao dos congressistas pelas organizaçoes de trabalhadores, a lei disfarçadinha feita na calada da noite que legaliza o aborto p aquelas maes que se declararem estrupadas sem precisar de provar a ninguem, as leis de racismo, de demarcaçoes indigenas retirando pessoas de suas terras,

    o gramcismo esta a todo vapor em nosso solo, no congresso,nas faculdades nossos universitários estao todos gritando revoluçao, aqui esta virando uma torre de babel e vc acredita que o comunismo nao avança?? os medicos cubanos vieram aqui subverter nossos povos do interior, trabalhamos 5 meses p pagar impostos, nao temos condiçoes nenhuma de empreender por questoes fiscais e tributos, e vc ainda acha que é impossivel que se chegue a um estado socialista??

    nos ja somos socialistas, aliás, mais para facista, vc ainda é que nao acordou, precisa acordar mano, estude como aconteceu na Russia, na China, na Guatemala, na propria Venezuela, aqui no Brasil a coisa que falta é so trazer na hora exata uns soldados cubanos e montar uma guarda nacinal, é so isto, o que impede eles?? me diga?

    a policia??, o exercito?? temos 390 mil soldados no exercito, ele esta desmotivado e sucateado, se a dona dilma aos poucos montar uma guarda nacional com 100 mil homens, mais uns 100 mil do mst mais cut e seus partidos, pedir ajuda a cuba com mais soldados, nem precisa de guerra,

    basta invadir os quarteis no momento oportuno e tomar as armas, ninguem terá reaçao alguma, ninguem impedirá nada, bandido com disposiçao nao falta neste país,

    nao seja engenuo!!!
  • Silvio  02/09/2014 19:17
    Não compreendi muito bem o sentido do seu comentário. Por acaso você está sugerindo que liberais e conservadores se unam para fazer uma revolução gramsciana reversa?
  • oneide  02/09/2014 21:15
    Liberais e conservadores já deviam estar fazendo a contra revolução.
  • Lucas C  02/09/2014 17:38
    Excelente!
    Assim como a solução dada pelos heróis de Ayn Rand. A situação só é resolvida quando Atlas der de ombros.
  • Daniel  02/09/2014 17:39
    Excelente texto e argumentação. Simples e direto. Perfeito!
  • laércius  02/09/2014 18:01
    Muito bom.Gostaria de mais artigos.E vamos começar por revolucionar nossas cabeças com boas leituras como essa.
  • Pobre Paulista  02/09/2014 18:25
    Não entendi a última frase. Aliás, discordo em gênero, número e grau. O Facebook, assim como o Google, Amazon, etc, está CENTRALIZANDO todas as informações pessoais do mundo nas mãos do governo dos EUA. A não ser, claro, que vcs acreditem na história da carochinha do nerd programador que fez um site para curtir as colegas de campus. O Facebook foi bancado pelo Goldman Sachs para justamente captar informações granularizadas da população e vendê-las aos EUA. Perguntem a qualquer um que trabalhe no FB pra que serve o "Banco de dados de BI" deles, em oracle, que nem mesmo os técnicos tem acesso físico a ele.

    Concordo que ignorar o governo é a melhor forma de liquidá-lo. Mas achar que isso se dará por meio de redes sociais é um sonho infantil. Se apoiam mesmo essa ideia, apaguem imediatamente seus perfis em redes sociais (eu mesmo nunca tive um), pois isso alimenta os governos tanto quanto o $$ que nos é roubado.
  • Ismael  02/09/2014 19:51
    E só acrescentando que o complemento Ghostery para adicionar ao navegador Firefox bloqueia todos os botões 'curtir' de redes sociais! Uma maravilha!
    E para quem não conhece, descubra também o complemento Adblock Plus, para limpar propagandas da tela!
  • anônimo  03/09/2014 08:44
    www.thedailysheeple.com/the-u-s-government-can-brand-you-a-terrorist-based-on-a-facebook-post_092014
  • Luis Ramirez Delgado  02/09/2014 19:24
    E a revolução Gramsciana???Os libertários negam-na ou a subestimam? Não seria possível confrontar essa afirmação com uma série de fatos que vêem ocorrendo desde que a engenharia social foi concebida e, comprovadamente, adotada por socialistas que abandonaram a coerção imposta pelas armas??? Não fica claro que esta nova estratégia revolucionária foi adotada, analisando a cultura nos últimos 40 anos e os meios que a disseminam??? E a Nova Ordem Mundial??? O poder e clara influência de George Soros e de outros grupos financiadores de revoluções mundo afora (Rokfellers, Bildemberg, bolco Eurasiano etc.)???
  • Luciano  02/09/2014 20:26
    Excelente texto!
  • anônimo  02/09/2014 21:30
    Facebook!?? Putz, sabem aquela velha fofoqueira que tinha no programa a praça é nossa? Pois é, o face é o equivalente disso na internet.
    O artigo estava impecável até chegar na última frase, preferia ter ficado sem ler isso.
  • anônimo  02/09/2014 21:40
    Por centralização do poder eu entendo o seguinte:
    Imagine um lugar onde moram cem mil pessoas.Esse lugar tem dois reis, um manda no norte outro no sul, cada um manda em cinquenta mil pessoas.Quando ocorre uma centralização de poder, um rei toma o poder do outro e fica mandando em todas as pessoas, certo? O poder que era dividido em dois agora está centrado em um só.
    Agora, quando o artigo diz que
    'E não me refiro a uma secessão ao estilo daquela que ocorreu no sul dos EUA, que era apenas uma maneira de centralizar o poder no sul do país. Aquilo não passou de um grupo de revolucionários armados que procuravam centralizar o poder na região que queriam controlar. '
    Isso no meu entendimento é uma coisa muito diferente, que eu saiba os revolucionários do sul não queria mandar em todo os EUA, eles queriam apenas mandar na terra onde moravam. E isso de fato, é justamente o contrário da centralização: antes um rei só mandava em todo mundo e depois vc tem dois reis, cada um com um pedaço da população.
    Então como é que ele reclama que ninguém entende que isso é centralização? Isso não é centralização não, isso é o contrário.
    É só ver o seguinte, imagine que o processo continua, a quantidade de reis passa de um pra dois pra quatro, oito, cinquenta, etc, até chegar no ponto em que cada pessoa é a sua própria secessão individual.
  • Silvio  03/09/2014 15:29
    Creio que ele está falando em termos qualitativos. A idéia é de que o Sul não queria ser mais livre do que o Norte, eles apenas queriam fazer um governo novo nos moldes semelhantes ao que já existia.

    Não sei se me fiz claro, por isso vou dar um exemplo. Imagine o movimento separatista que existe no Sul do Brasil. Se eles forem bem sucedidos, criarão um novo governo central tão demente quanto o nosso, ou seja, apesar de haver uma diminuição do número de escravos no território, para o escravo que lá habita não haverá mudança significativa. O chicote apenas mudará de mãos e para o escravo pouco importa quem o chicoteia, se é o senhor de mil escravos ou se é o senhor de apenas 10.
  • Beto  03/09/2014 15:42
    Não necessariamente. O autor foi claro em sua defesa da secessão. O que não pode é haver secessionistas com mentalidade estatista. Veja o caso dos gaúchos, por exemplo. Dizem querer se separar, mas votam em petista em nivel federal, estadual e municipal. Ou seja, não são confiáveis.
  • Estevam  02/09/2014 22:02
    O problema é que fica a pergunta: quem vai revogar as leis?

    Algumas pessoas simplesmente são obcecadas por poder, nem todo mundo é bem intencionado como os otimistas querem acreditar.
    O socialismo foi só uma forma de colocar uma máscara de bondade no Estado, retirando isso perceberemos que algumas pessoas, mesmo flagradas, não vão querer largar o osso.

    Não sei como poderia ocorrer uma secessão em Cuba. Em botes?

    É evidente que uma maioria que não apóie o Estado é fundamental, mas o fato é que algumas pessoas são megalomaníacas.

    Como parar o fanatismo islâmico? Deixando de apoiar? Essas pessoas não são racionais, querem impor seus valores a todo custo.

    É preciso ficar claro que a anarquia precisa de uma sociedade civilizada para acontecer. O Estado existe não porque as pessoas incivilizadas precisam de correção, mas justamente porque são as incivilizadas que fazem uso da força contra outras pacíficas.
  • anônimo  03/09/2014 22:11
    O problema não é quem vai revogar as leis, o problema é vc achar que alguém precisa revogar elas pra que elas não sejam cumpridas.
  • Observadora  02/09/2014 22:23
    Tem que ser assim mesmo; mas tem que ser um pouco assado também.

    Fiquei muito feliz ao ler esse artigo. Há alguns dias estava pensando exatamente isso, então concordo quase que plenamente com o autor. Não consigo ver muita ressonância na associação entre as palavras liberdade e revolução. E além disso tenho visto com, ainda que sutil, genuíno interesse o assunto secessão.

    Mas há que se dizer que a capacidade de centralizar e organizar pessoas em torno de um objetivo, que toda revolução tem, não pode de maneira nenhuma ser deixada de fora. Muito embora chamá-la mobilização ou movimento pela liberdade me pareça um pouco mais adequado. Faltou citar isso para o texto ficar perfeito.

    É ótimo que ninguém mais precisa pegar em armas ou espadas, ou melhor dizendo, não é mais uma questão de vida ou morte. O que, cá entre nós, também tira um pouco do caráter evocativo do ideal. Ainda não se vê muito a articulação e o dinamismo realmente necessários. Mas um dia se chega lá.

    Sem mais para o momento, muito obrigada e até a próxima
  • Realista  04/09/2014 21:51
    Perdoe mas, vai derrubar uma pessoa que vive na maldade, que quer lhe matar, com palavras? Bem, ele até lhe deixa viver, se você virar seu escravo.

    Fico triste com tanta tolisse, pessoas assim só pensam dessa forma enquanto estão na zona de conforto ...

    Vamos ver até quando você pensará assim .... ;)
  • Observadora  05/09/2014 11:56
    Caro Realista, agradeço muito por chamar minha atenção. Acho que medi demais as palavras e acabei sendo mal interpretada. Espero que seja tempo para uma correção.

    Na verdade, é com muita consternação que vejo qua as coisas andam nesse pé mesmo: coerção, abuso, espoliação, etc., aplicados em níveis toleráveis (pelo menos para a maioria das pessoas) ao mesmo tempo que recebe-se liberdade suficiente simplesmente para aliviar, fazer acreditar e viver, mas que porém não permite fazer muita coisa. Como observadora, vejo o verdadeiro papel que os governos exercem e me pergunto como é que as pessoas deixam (e até apoiam) isso acontecer. Mas como essencialmente não sou muito diferente, também busco descobrir o que é que faz uma pessoa querer, de maneira deliberada, mudar uma situação e da mesma forma o como fazer isso também, já que ser suportável ou insuportável não é um bom critério. Pessoalmente eu tenho que dizer que se tem uma coisa que eu não posso nunca me permitir é colocar minha vida como mais importante que minha liberdade. Vejo que é preciso mexer mais nessa ferida e ir ainda mais fundo nessa questão

    De resto, eu realmente não vejo relação nenhuma entre a liberdade, principalmente como é divulgada e discutida aqui no IMB (paz, livre mercado, prosperidade, propriedade privada...), e uma revolução tendo confrontos, guerras, conflitos armados e onde a parte vencedora irá assumir o poder e impor um novo regime, uma nova forma de organização. Para mim, é tudo sobre conhecimento, coordenação, estratégia, objetivos, etc., o que certamente falta muito, mas nem de longe passa por alguma violência.

    Se eu ainda estiver escrevendo de maneira duvidosa, não deixem de me alertar e me corrigir.

    No mais, muito obrigada e até a próxima.
  • Sergio  03/09/2014 01:23
    Herói: g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/09/gerente-de-posto-no-df-quebra-vidro-de-carro-com-rodo-sou-quase-doido.html
  • Charles Secondato  03/09/2014 11:36
    Descentralização ?

    O poder do Estado está mais presente do que nunca. Substituindo, inclusive, o poder da família.

    Para citar um exemplo específico, vou citar a área da educação.
    As escolas não tem condições suficientes de proporcionar uma educação de qualidade (qualidade que para o governo é medida em índices falhos e parciais, como o IDEB, em uma distorção capenga). Para se manter, muitas contam com as promoções das APMFs.

    Por outro lado, governo e toda uma sorte de políticos, proferem em seus discursos a necessidade da educação integral como forma de garantir a qualidade desejada.

    O problema que a educação integral é tão falada não porque trará qualidade. Mas porque é o discurso que os pais de alunos querem ouvir.

    E aqui entramos em uma questão de valores. Os pais de alunos querem que o filho fique o maior tempo possível nas escolas, o desobrigando da responsabilidade de educá-lo. Assim, a escola assume não só o papel de ensinar como o papel de educar. E a sociedade, convenientemente, aprova essa intervenção do Estado.

    Como esse tipo de pensamento social, cada vez mais seremos ingeridos pelo Estado. Essa é a lógica. Soma-se a isso a revolução gramsciana, e, se não teremos o improvável Estado socialista / marxista (o que duvido, já que contraria o interesse da classe hegemônica - os direitos sociais são mera ferramenta de manobra), teremos um Estado cada vez mais influente.
  • Marcos  03/09/2014 17:14
    O comunismo mudou de rosto
    https://www.youtube.com/watch?v=HALN_uKcDpc
  • oneide  04/09/2014 22:35
    Muito bom Marcos.
  • Andre Cavalcante  03/09/2014 17:30
    Gostei!

    Facebook para sociedade,
    Linkedin, Catho etc. para achar profissionais,
    B2B/B2C (mercado livre, bom negócio, amazon, etc.) para achar produtos e serviços,
    khan academy para se instruir,
    bitcoin para pagar por isso tudo (poderia ser o ouro da Euro Pacific)

    e "viva la non revolución"!

    :D


  • Felipe  03/09/2014 18:33
    Pessoal aqui viaja achando que pode não haver estado. Não tem nenhum noção do caos que seria não haver um, grupos armados logo se formaria para dominar certa região, e sua propriedade seria ainda mais vulnerável sem estado.
  • Rodrigo D.  04/09/2014 12:41
    Claro felipe. Aproveita seus dons de prever o futuro e coloca os números da mega sena ai.

    Afinal é o estado que impede isso como nas favelas. Ou no campo combatendo o mst. Isso sem falar na proibição das armas que garante que nenhum bandido tenha armas.
  • Vagner  04/09/2014 13:52
    O que seria a independência de um banco central que ele cita no texto e que a Marina pretender fazer?
  • Bruno D  04/09/2014 17:38
    Não creio que seja tão simplista a utilização da Internet como meio de libertarmos de uma tirania, com o rádio acharam a mesma coisa e o próprio Facebook (cópia do Orkut e de outras ferramentas tb acessíveis e populares na época) é claramente uma ferramenta de controle (através da pesquisa de comportamento) por mais que o usuários possam se manifestar.
  • Bruno D  04/09/2014 17:45
    Concordo plenamente a revolução sempre vem de cima, o que a população faz no máximo e a revolta que muitas das vezes é subproduto de uma elite revolucionária.
  • Emerson Luis, um Psicologo  04/09/2014 21:47

    Quando um esquerdista diz que a solução é a revolução violenta, podemos solicitar um exemplo histórico de que uma tenha produzido bons resultados.

    * * *
  • Realista  04/09/2014 22:31
    Concordo em parte com o texto. Partes reais, e partes que se contradiz.

    Aos que procuram a verdade, e sabem o que ela é, meus parabéns

    As que ainda tem humildade em saber quando está errado, e sabe o que é errado ou não, meus parabéns

    Agora ... aos que não aceitam a verdade, e não admitem que estão errados por puro ego ... pense bem, você está sendo tolo

    E aos maldosos que vem aqui apenas para usar a velha técnica de desinformação, que tem problemas mentais, e vivem no mal por gostam mesmo ... Aceitem a verdade, doi menos ;)


    Provérbios 4

    .. Não entres pela vereda dos ímpios, nem andes no caminho dos maus.
    Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo.
    Pois NÃO DORMEM, SE NÃO FIZEREM O MAL, E FOGE DELES O SONO SE NÃO FIZEREM ALGUÉM TROPEÇAR.
    Porque comem o pão da impiedade, e bebem o vinho da violência ...

    Isso foi escrito a 2.000 anos atrás ... E em pleno século XXI ...

    Está na hora de acorda né, pessoas que acham que tudo está bom demais, está maravilhoso ....

    E olha que não sou religioso. Mas já fui ateu. E para o meu bem, prefiro andar na verdade, e aceitá-la.

    Morpheus em Matrix: "muitas dessas pessoas não estão preparadas para acordar, elas foram condicionadas a isso, e farão de tudo para proteger o sistema".


    -> condicionadas a isso = programadas, manipuladas - e nem vão se dar conta disso ... nunca ... jamais ... pois jamais irão admitir que foram enganadas ... sabem né, é vergonhoso isso ... elas são as fodanos, e assim tem que ser né. "EU SEI, VOCE NAO" ...

    Que ironia ...

    Sabem porque passei a acreditar em Deus ... tudo que foi escrito naquele livrinho ... está tudo acontecendo ...

    Uma coisa que acho engraçado é isso ...


    2 Timóteo

    ... Porque haverá homens amantes de si mesmos , avarentos , presunçosos , soberbos , blasfemos , desobedientes a pais e mães , ingratos , profanos,
    Sem afeto natural , irreconciliáveis , caluniadores , incontinentes , cruéis , sem amor para com os bons,
    Traidores , obstinados , orgulhosos , mais amigos dos deleites do que amigos de Deus ...


    No meu trabalho, de 10 pessoas, 9 zombam de Deus, não param de brincar com o nome Dele, e nem no nome de Jesus ... Se incomodam demais ...

    E a bíblia mais uma vez ...

    Uma coisa que as igrejas ODEIAM, porque não querem perder a R$ fatura ....

    Evangelho de São Tomas

    " O Reino de Deus está dentro de Você e a Sua volta; nao em prédios de madeiras ou pedras. Rache uma lasca de madeira e EU estarei lá; Levante uma pedra e ME encontrará "

    Tenham fé em Si, Tenham fé em Deus ... E se ainda não tiverem ... tenham ...

    A biblia falou que tempos piores virão ... E hoje ... Isto está acontecendo ... E vai piorar .... E muito ... Pois está escrito, e assim será.

    Olhem por favor para Israel, e orem, isto irá acontecer

    www.espada.eti.br/n1025.asp

    Não adianta tentarem entender o que foi predito a milênios atrás ... Basta aceitar ... Eu sei que é difícil ... também foi pra mim ... Mas estava na hora de acordar para a verdade ... Isso aqui tudo vai passar ...

    Vivam suas vidas normalmente, devemos, mas vivam na fé. O tempo é curto, e nós somos a geração que veremos e viveremos no fim, na sua calamidade ...

    Sinceramente ... nós merecemos isso.

    Que Deus os abençoe, e aqueles que não acreditem em Deus, que você seja abençoado também. Você é amado mesmo assim.

    No fim o que estava em oculto seria revelado ... até isso a bíblia acertou ...

    Vejam todos aqui tentando mudar o mundo, todos querendo fazer qualquer coisa para darmos um futuro melhor as crianças. pelo menos eu quero que as crianças tenham a infância maravilhosa que tive.

    Este é o avivamento é só o início. E será mais forte. As mascaras dos pilantras irão cair, e suas estruturas abaladas.

    Nunca perderei a fé. Nunca mais ....

    Estas são as boas novas. O fim de tudo isto está próximo.

    Lutem com toda a força!!!!
  • Arnaldo  29/05/2017 14:44
    cacete que rebosteio
  • J. Rodrigues  04/09/2014 22:53
    Que maravilha! Lendo é colírio para os meus olhos; ouvindo, música para meus ouvidos.
  • Amarilio Adolfo da Silva de Souza  06/09/2014 23:34
    Infelizmente, a revolução que espero que aconteça(o fim dos impostos e aumento dos salários) não aconteceu ainda.
  • Lucky Joe's  09/09/2014 18:54
    Discordo.
    Estamos mais perto de uma centralização global, com talvez um super banco central, do que de uma infinidade de pequenos poços de liberdade.
  • Fabricio  06/10/2014 17:31
    Sobre a descentralização, acho que ao mesmo tempo vai haver uma separação de fato entre a sociedade e o governo, mais ao mesmo tempo deve existir uma revolução pra concretizar isso

    Existem muitas pessoas que tem interesse em sustentar um estado rigido e autoritario, e nada impede elas de puxarem o resto da sociedade até o ponto mais critico
  • Alice Raabe  11/03/2015 12:10
    Cara, excelente. Não vou dizer que você está certo em todas as palavras porque meu conhecimento político é bem fraco, mas te dou crédito pela segunda parte do texto. Você deu SOLUÇÕES possíveis, não apenas o clássico "vamos quebrar tudo e depois a gente vê o que acontece" que muito escuto por aí.
    Parabéns.
  • Ronisch  26/10/2015 06:02
    Mas me pergunto: se ele aponta um caminho melhor para a humanidade na descentralização,quem garantirá a ordem centralizada do processo? Quem terá a primazia das armas?O poder do ato sempre fará efeito frente ao cultural,simbólico..
  • Rodrigo  25/05/2017 16:16
    ????
    Como assim, ninguém garante a ordem. A ideia é justamente parar com isso de "quem garante".
    Agora se com ordem vc diz ausência de crimes, as próprias pessoas, podendo se defender, já reduzem bastante a sua incidência.
  • Raphael Paiva  09/04/2016 18:06
    E a revolução industrial?
    Centralizou o que?
  • Magno  09/04/2016 20:16
    Nada, pois não foi nem revolução política nem tomada de poder (que é o assunto do artigo em questão).
  • reinaldo schroeder  25/05/2017 15:07
    Fui conferir o que foi o "cercamento" na Wikipédia, e meus olhos quase sangraram.
    Parece que o artigo foi escrito por alguém do PC do B ou do PSTU.
  • Paulo Henrique  25/05/2017 19:51
    Caro, acho que não está tão errado assim, embora esteja generalizado. A revolução industrial não foi tão ''livre mercado'' assim. Os camponeses eram os donos das terras, qualquer teoria de propriedade está de acordo comigo, você mistura trabalho inicial, você é o dono. Mas eles não tinham títulos para provar isso, os aristocratas medievais, a nobreza, expulsou eles de suas terras para ''arrendar'' terras para a produção de ovelhas e lã, já que a industria têxtil estava em expansão graças a inovação na tecelagem.. Contribuindo para um êxodo rural maior do que ocorreria naturalmente.

    Podemos ver algo assim ainda hoje em pleno Brasil, quando alguém vai abrir terras em florestas de forma ''ilegal'', até ele não ter um documento provando a posse, quem chegar ali e expulsar, e tiver documentos atestando que é dele, é dono..
  • Matheus  25/05/2017 16:16
    no Império Romano até ponto se deu certo , pois tinham leis que respeitava as individualidades , E não um estado laico e nem monoteísta , mas uma sociedade aceitava uma pluralidade de religiões de fiferentes povo e culturas vivendo sobre o mesmo governo. É por que to falando de religião ? pois não existia civilização sem religião . Então a parti do momento que o império queria centralizar a economia que começou a corroer se . O primeiro revolucionário foi um papa , pois ele queria centralizar o poder da igreja e fez a igreja cair . A igreja expandiu sem estado nenhum , mas através de emissários . É o que faz os islamismo crescer , pois não tem uma autoridade central , e sim milhares de cabeça aplicando o alcorão do seu jeito . O E.U.A não cresceram apenas pelo livre comércio , mais também , pelo protestantes que tinham a liberdade de crer em uma moral e fundar comunidades daquelas pessoas que tinham os mesmo ideias e quem não concordava , ao contrário de um governo central , não era caçado , apenas mudava de lugar e fundava outra comunidade . obs: desculpe pelo erros de português , pois tive que escrever super rápido .
  • Luiz  25/05/2017 16:43
    Votamos em qualquer pessoa nas eleições, vendemos votos por 100 reais, apoiamos candidatos que prometem nos ajudarem no futuro, e agora queremos uma revolução do dia para noite, como se vivêssemos numa ditadura. Esquerdista comparando a situação brasileira com a da frança, rússia, É uma ignorância tremenda. Temos que tirar alguns bundões no poder, e pressiona-los para leis que garantam liberdade jurídica.
  • Gabriel Vinícius  25/05/2017 17:40
    As pessoas são muito, muito intolerantes.
    Se alguém vem aqui e diz que o Estado é a melhor forma de proteger a propriedade privada, vem uma massa desprezar o indivíduo e atacá-lo ao invés de atacar apenas suas ideias. Não sabem contradizer uma opinião sem xingar o sujeito, é ridículo.

    Quanto ao texto, de excelente qualidade.
  • caesarIX  25/05/2017 18:48
    Réplicas e tréplicas são naturais em uma discussão de valores.
    A regrinha consiste em emitir a opinião - embasada, de preferência - e suportar as críticas, fazendo o contraponto dentro da elegância que a linguagem nos permite.
    Posicionar-se a favor ou contra determinada instituição ou ideia exige conhecimento para as inevitáveis defesas.
    Quando esse é tacanho, grassam os insultos.

    Parabéns ao site.
  • anônimo  25/05/2017 21:10
    Estou desenvolvendo um produto internacional e vou aceitar pagamentos em criptomoedas.
  • anônimo  25/05/2017 21:19
    Eu sinceramente gostaria de retirar meus filhos do sistema educacional marxista em que eles estão, que vai contra todos os meus valores. Mas se eu tirar acionam o conselho tutelar contra nós. Eu já falei pra eles, só me importa que vocês tirem notas boas em português e matemática, o resto, geografia (indigenismo com marxismo), história (contada da perspectiva marxista), ciências (só besteiras ambientalistas), eu disse pra eles que não me importo.
    Mas ainda entra um pouco de lixo na cabeça deles. Outro dia eu tive que convencer minha filha de que uma besteira lá ambientalista era mentira. É muito difícil educar os filhos assim. Como fazer?
  • Lia Cristina Fischer  27/05/2017 11:04
    Eu fiquei analisando uma coisa. Toda socieda, cultura, economia, tem sempre uma grande quantidade de pessoas "a margem". Aquelas que não tem condições de escolher por um qualquer tipo de limitação seja economica, intelectual ou capacitativa, aqueles que não tem base ou nenhuma condição de "tratar" de criar acordos e efetuar escolhas, em resumo a parte socialmente frágil; em um mundo livre de governo, onde as pessoas defendem a si mesmas, o mercado se auto regulamenta, cada um contrata e estipula acordos conforme as necessidades das partes, a oferta, a procura, os interesses interpessoais etc.. esta pessoas " a margem", essa massa incapaz de entrar nesse contexto.. quem é responsavel por ela? Quem cuida de quem não tem condições de cuidar de si mesmo?Porque é obvio que essa liberdade está ligada ao fato de você ter a capacidade , ter ou criar as condições necessarias para auto gestão de todos os aspectos da sua vida privada e publica e gestir suas escolhas e assumir seus riscos. Ter ou ter tido uma qualquer base solida ou familiar, algum tipo de suporte de desenvolvimento das suas capacidades e ter capacidade. Quem não tem? quem fica de fora, os "não livres" por uma questão alheia a propria vontade,os incapazes, os sem condições, os que não podem atuar essa liberdade, que fim fazem? Como o sistema aborve, protege, gerencia?Essa sociedade autosufiente, auto regulamentada, auto gestida o que faz com essa outra sociedade que está " a margem"? Acho que é um questionamento interessante porque os governo, "o poder" hoje usa essa massa em proveito proprio mas de uma certa forma , por necessitar dela, também viabiliza sua sobrevivencia, levando em conta que uma grande parte da sociedade deixada por conta propria não consegue gerar condições proprias de sobrevivencia , essa massa debole, nesse contexto de sociedade forte e Estado fraco, é eliminada? é segregada? é deixada de lado? Me preocupa a humanidade das ideias.Porque a natureza, por exemplo, se auto controla, se movimenta, cria ações e reações, se autoregenera , autogerencia e se auto destroi, visando a sobrevivencia e o mais forte sempre elimina o mais fraco , a minha duvida é, em uma sociedade assim, tão parecida com as leis da natureza, não ocorre que aqueles que criam as condições para serem livres, os 'preparados para sobreviver"acabam eliminando aqueles que não tem função e acabam sendo um peso e um desequilibrio? Se assim fosse , essa anarco economia, esse auto governo de tudo, não acabaria por gerar a mesma desgraça humana que os governos totalitários, centralizadores, ditatoriais , usando aquilo que serve e getando fora aquilo que incomoda e atrapalaha o seu mantenimento, conforme o momento e a conveniencia de quem está no controle da sua situação individual ? Essa parte que individualmente, tem a capacidade e cria oportunidades, assumir riscos, que é dona dos proprios passos, unidos, não se tornam um poder ? e esse novo "sistema" vai incluir ou excluir? Vai se responsabilizar humanamente? No mundo todo a parte excluida vem aumentando e por muito tempo acharam que isso não tinha problema, porque servem pra alguma coisa, porque ficam " a margem" ou estão do outro lado até que essa parte excluida começou a melar a vida dos "incluidos" ( caso da união europeia com o problema que explodiu dos imigrantes), então agora as pessoas "incluidas" discutem muito o que fazer com "eles". Vai desde criar condições de vida pra quem não o faz de forma autonoma até "morram e nós deixem viver". Não sei se expliquei direito, mas as ideias expostas no texto, como afetam as pessoas que estão "a margem"?.Toda vez que leio sobre novos sistemas, soluções, propostas, ideias, me preocupo muito com o fator humano, com a nossa humanidade, todos queremos uma vida melhor, gerar riquesas, bem estar, ser livres, independentes, ter direito de fazer e acontecer mas alguém sempre vai ficar de fora e quem vai cuidar deles? porque toda ideia tem que levar em conta "quem não conta nada", isso nós faz humanos, a capacidade de se importar, empatizar com o sofrimento alheio, me pergunto sempre como gerar riquesa , segurança, desenvolvimento e acho isso importante mas sempre que possamos preservar nossa humanidade no processo. O que acontece com quem não tem meios ou capacidade para fazer parte desse tipo de sistema?
  • Tarantino  28/05/2017 17:35
    Achei válido seu questionamento: que será dos incapazes? Gostando-se ou não, eles existem.
    Tenho uma dúvida ainda: na questão das leis, quem seria o responsável por redigì-las? Empresas privadas de justiça agiriam baseadas em quê?
    Na minha opinião, a grande maioria dos seres humanos ainda não tem preparo para viver em uma sociedade livre. Enquanto houver a ganância, a Lei de Gerson e a dissimulação, será tão difícil acreditar em empresas privadas quanto nas estatais. Parece-me que o grande erro é pressupor-se que em um arranjo totalmente privado as pessoas automaticamente passariam a ser 100% honestas. Concordo que em uma situação em que só houvessem empresas privadas, aquelas que agissem de má-fé seriam excluídas pelo público, mas há um outro lado: não sei como seria em outros países, mas pelo menos aqui no Brasil, seria muito mais provável ocorrer uma situação em que a maioria das empresas do mesmo ramo formassem um cartem para impor preços fora da lógica do mercado, e qualquer empresa que ousasse desafiar tal cartel, colocando preços melhores, seria intimidada ou então acharia mais vantajoso unir-se a tal cartel. No caso de intimidação, se tal empresa contratasse uma outra empresa de justiça privada, quem garantiria, conhecendo-se o ser humano como ele é, que tal empresa privada de justiça não estaria mancomunada com o tal cartel? Resumindo, tudo gira mesmo em torono da honestidade e retidão, qualidades que ainda não são muito comuns entre a maioria dos humanos. Logicamente existem seres humanos 100% íntegros, mas estes podem vir a temer represálias daqueles desonestos que vêem seus interesses ameaçados; aliás, já não são assim as coisas?
  • Ex-microempresario  28/05/2017 23:10
    Tarantino, comentários semelhantes ao seu são comuns aqui. Todos me deixam com a mesma dúvida:

    Se a sociedade livre não daria certo porque as pessoas agem de má-fé, não são 100% íntegras, existe ganância e dissimulação (expressões suas), então porque um estado, que é formado por estas mesmas pessoas é a solução ?

    Não esqueça de considerar que, ao entrar para o estado, estas mesmas pessoas que agem de má-fé e não são 100% íntegras passam a fazer parte de uma elite que é "intocável" pelas pessoas comuns, como vc pode constatar ao entrar em qualquer repartição pública e inevitavelmente encontrar o aviso com o artigo do código penal que trata do "desacato ao servidor público".

    Gostaria muito que alguém me explicasse porque uma sociedade de iguais seria injusta, mas uma sociedade em que alguns são "mais iguais" que os outros é uma opção melhor.
  • Tarantino  01/06/2017 01:04
    Como já disse implicitamente acima, tudo depende do ser humano. Concordo plenamente que em uma sociedade em que o peso do estado é grande as oportunidades de maracutaias são muitíssimos maiores. Mas assim como os socialistas se auto-iludem com seus devaneios, uma sociedade 100% livre ainda não é possível, pelo menos no estágio atual de desenvolvimento moral da maioria dos humanos. Obviamente que em uma sociedade livre, mesmo com todas as possibilidades de desonestidades e sacanagens, a situação seria melhor, pois creio que não há nada pior do que "roubos e coerções institucionalizadas pelo estado" em uma sociedade estatista. Dos males, o menor.
  • vladimr  28/05/2017 17:59
    Boa tarde:

    respondendo a sua pergunta com outra:

    1º Qual a habilidade dessa pessoa(a)s, caso não tenham o posso ensinar a elas o que eu sei?
    2º Uma vez que ajudei elas a resolverem seus problemas poderão ajudar seus semelhantes?
    3º E como evitar que indivíduos inescrupulosos usem essas pessoas para seus fins de poder absoluto?
    4º Que recursos devo usar e como devo usa-los?
    5º devo fazer tudo sozinho ou busco ajuda?
    6º e finalmente tenho condições de resolver todos os problemas?
  • Rodrigo  30/05/2017 15:31
    Bom dia, Lia. Suas dúvidas são excelentes. Vou tentar respondê-las.

    Os incapazes, as pessoas que não tem condições de se sustentar são uma questão que deve necessariamente ser enfrentada por qualquer modelo de sociedade - talvez uma das mais importantes, vez que, não cuidada, pode dar origem a uma gama de outros problemas sociais, tais como crimes e questões sanaitárias.

    Assim, mesmo se você considerar um conjunto de pessoas completamente egoísta, existe um interesse dos "incluídos" em garantir condições de vida dignas aos "excluídos" de modo a preservar seu próprio padrão de vida.

    É claro, por outro lado, que as pessoas não seriam completamente egoístas em uma sociedade libertária. Evidentemente, virtudes como caridade e compaixão e o valor associado a elas não desapareceriam.

    O que efetivamente ocorreria seria a modificação do gerenciamento dos recursos destinados ao assistencialismo do Estado, para pessoas da sociedade civil genuinamente interessadas em ajudar os incapazes. Teríamos uma multiplicação de ações menores, concentradas, diversificadas, criativas e realizadas em nível mais local, as quais ocupariam o lugar vago deixado por políticas centralizadas, burocráticas e pouco eficientes.

    Isto geraria uma nova pergunta relevante: "Ok, mas por que isso seria benéfico? E quem me garante que essas pessoas altruístas teriam os recursos necessários para ajudar os pobres?" Vou responder com mais uma pergunta.

    Por que as pessoas não se dedicam mais à caridade HOJE?

    Na minha opinião, há dois fatores principais:

    Primeiro, porque não temos dinheiro. Digo isso de maneira geral, em função da crise, desemprego e caos econômico e político do Brasil. Ademais, do dinheiro que temos, boa parte já é destinada à assistência aos mais pobres, por meio de impostos. Contudo, gerenciados pelo Estado, uma parte ínfima desses recursos efetivamente atinge os mais pobres. A maior parte é absorvida para custear a própria estrutura da administração. De toda forma, ficamos com aquela sensação de "Ei, eu já fiz minha parte. Não é minha culpa se o dinheiro não chega a quem precisa"

    Segundo, porque não vemos resultados. Tão retumbantes foram os fracassos dos governos em resolver esses problemas sociais, tão burocráticas são as estruturas, tantos escândalos se propagam nas manchetes de jornais que simplesmente já não acreditamos nessas iniciativas. Mesmo ONG´s são afetadas por essa apatia.

    Na minha opinião, a sociedade proposta pelo libertarianismo fornece um excelente antídoto para esses problemas:

    Com a redução da carga tributária e trabalhista, bem como da burocracia, teríamos um maior número de empreendimento e consequentemente, de oportunidades de emprego - inclusive para pessoas que hoje em dia encontram-se marginalizadas.

    Além disso, com o crescimento econômico, pessoas já incluídas disporiam de mais dinheiro para ajudar os excluídos - bem como um senso maior de responsabilidade moral, haja vista que não poderiam mais simplesmente culpar o governo por não fazer sua parte.

    Quantos às iniciativas privadas de caridade e assistência, elas disputariam entre si pela preferência dos recursos da sociedade e, para tanto, precisariam demonstrar eficiência e resultados. Haveria uma seleção natural das iniciativas mais eficientes, e os seus sucessos serviriam como incentivo para que mais pessoas se identificassem com a causa alocassem recursos para projetos que efetivamente funcionassem.

    É o que penso. Lembrando que o libertarianismo não promete nenhuma utopia, apenas um sistema que possui incentivos embutidos melhores que o sistema atual.
  • a  27/05/2017 22:34
    A esquerda mundial está morta e enterrada. Só um país atrasado, como o Brasil, para ainda permitir a possibilidade de alguém perder seu tempo pensando em "revoluções" ou "contra-revoluções". O que precisamos é de uma simplificação total no Brasil, respeitando as leis(mas, modificando-as paulatinamente, sem afetar os direitos). Fora, esquerda satânica!
  • Daniel de Jesus  31/05/2017 02:45
    Cara, que bacana. Que bom que parei pra ler. Tava pensando nisso hoje. E esse artigo expandiu a ainda mais a minha teoria de que pra combater o sistema, é só não ligar pra ele, sair fora dele.
  • Emerson Luis  25/06/2017 21:18

    "A descentralização não vai levar a uma revolução. A descentralização vai levar à secessão. Refiro-me a uma secessão ao estilo de Gandhi. Refiro-me à retirada do apoio."

    Legal! Agora "só falta combinar com os russos"!

    Os métodos do esquerdista Gandhi podem talvez funcionar razoavelmente bem contra um lorde inglês, mas não são muito efetivos quando se lida com um Führer nazista.

    Sorry...

    * * *


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.