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Dez lições de economia austríaca - Terceira lição: ação, tempo e conhecimento

Rascunhamos na aula anterior o conceito de ação e podemos agora defini-lo: ação, para a Escola Austríaca de Economia, é qualquer ato executado voluntariamente com o objetivo de aumentar a satisfação de quem o executa. Como vimos na aula anterior, os agentes — isto é, aqueles que agem, sejam eles consumidores, produtores, investidores, poupadores, exportadores, importadores etc. — quando o fazem o fazem por meio de escolhas, considerando que os fins sempre suplantem os meios, ou seja, que as escolhas são feitas em meio à escassez.

Toda a ação nos mercados pressupõe, então, uma escolha feita em um determinado momento, tendo o agente a posse de alguns meios e tendo em vista determinado(s) fim(s). A teoria econômica supõe, com toda a razão, que todas as ações são realizadas com a expectativa de que, caso sejam concretizadas, venham a aumentar a satisfação (ou utilidade, na linguagem dos economistas) dos agentes.  Ninguém age para piorar, é isso o que queremos dizer.

Agora uma pergunta que pode parecer complicada: e uma pessoa que decida que vai suicidar-se pulando de um edifício alto? Essa pessoa estará agindo da forma como definimos, isto é, pensando que se suicidar vai aumentar a sua satisfação? A resposta é sim! Porque seus sentimentos subjetivos estão tão abalados que ela pensa que a morte é a melhor solução. É claro que ela está errada, mas no momento em que decide tirar a própria vida ela não percebe isso.

Da mesma forma São Francisco de Assis, quando mandou distribuir os bens de seu pai, um rico comerciante, aos pobres, praticou aquela ação porque achou, de acordo com sua valoração subjetiva, que aquela ação lhe proporcionaria uma satisfação muito grande. O postulado da ação humana, portanto, é universal! Toda ação é executada no intuito de se aumentar o estado de satisfação.

Podemos refinar agora um pouco: toda ação é executada porque quem a executa acha que se a executar sua satisfação vai aumentar. O agente pesou e repesou meios e fins, considerou suas valorações e decidiu-se por aquela ação — por exemplo, comprar um tênis da marca X. Mas pode acontecer que, depois de ter praticado a ação, ou seja, depois de ter comprado o tênis, ele venha a perceber que a qualidade o mesmo não era boa, ou que poderia ter pagado um preço bem menor pelo mesmo modelo em outra loja. Em outras palavras, como o nosso conhecimento de todos os fatores que devem ser considerados ao se fazer as escolhas sempre é incompleto, além de estar distribuído desigualmente entre os agentes, ocorre que as ações acontecem na imensa maioria das vezes em ambiente de incerteza, o que significa que a ocorrência de erros costuma ser comum.

A economia do mundo real, portanto, nada mais é do que o conjunto de todas as ações — compras, vendas, empréstimos, decisões de produção, de poupança, de investimento etc. — realizadas sob a forma de transações econômicas, que envolvam escolhas.

Acontece, porém, que essas escolhas não são fixas no tempo! Imagine que você não suporta ouvir músicas sertanejas, mas que um belo dia começa a namorar a filha de um rico fazendeiro do interior de São Paulo. Sua valoração quanto às músicas sertanejas muda: você, influenciado por fatores não econômicos, como a paixão, passa a comprar CDs e DVDs de todas as duplas sertanejas que encontra nas lojas. Seis meses depois, vocês terminam o namoro. Muito provavelmente, você jogará no lixo todos os CDs e DVDs que comprou enquanto estava apaixonado. Portanto, sua escala de valores alterou-se duas vezes em poucos meses. E isso acontece com boa parte dos bens e serviços que temos que valorar ao longo de nossas vidas (felizmente, porque senão a vida será mais entediante).

A passagem do tempo, portanto, tende a afetar sensivelmente e de maneira muitas vezes imprevista as nossas escolhas. O tempo pode ser definido como um fluxo permanente e contínuo de novas experiências: é como se o nosso estoque de conhecimentos e de interpretação desses conhecimentos estivesse armazenado em um tanque e o tempo fosse algo como uma torneira despejando novos conhecimentos e novas interpretações a esse estoque, que vai, então, se modificando permanentemente; e isso influencia as ações ao longo do tempo. Por exemplo, se você gosta muito de chocolate e come de uma vez só duas barras daquelas maiores, provavelmente vai sentir dores na barriga. Na próxima vez, dificilmente você comerá duas barras de uma só vez.

Outro exemplo: quando você tinha cinco anos, o valor subjetivo que atribuía a um velocípede certamente era maior do que o que atribui hoje a ele, porque o tempo passou e suas perspectivas, sua memória, sua antecipação foi alterando o seu conhecimento e a maneira de interpretar esse conhecimento também se alterou.

Vamos refazer nossa definição de economia, então: a economia do mundo real, portanto, nada mais é do que o conjunto de todas as ações — compras, vendas, empréstimos, decisões de produção, de poupança, de investimento etc. — realizadas sob a forma de transações econômicas, que envolvam escolhas ao longo do tempo. 

Por fim, temos que considerar que, como ensinou o grande economista austríaco Hayek, o nosso conhecimento (aquele necessário para decidirmos as ações econômicas que escolheremos) possui duas características: primeira, ele é incompleto; e segunda, ele está espalhado de maneira desigual entre os participantes dos mercados.

Ora, se nosso conhecimento é incompleto, ele é insuficiente, então, para que possamos tomar todas as decisões envolvendo uma ação com certeza absoluta de que serão as decisões corretas. E se ele está distribuído desigualmente entre os participantes dos mercados, isso significa que alguns terão informações mais apuradas do que outros, o que irá com certeza afetar o grau de acerto/erro das decisões. Por fim, observe que, mesmo se todos os participantes em um mercado tivessem exatamente as mesmas informações, o mesmo conhecimento, cada um deles interpretaria essas informações e conhecimentos de maneira absolutamente única, individual, porque somos racionais, temos gostos e preferências próprias, valorizamos a posse de dinheiro de maneiras diferentes, somos influenciados por fatores externos diferentes, somos, para resumir, diferentes.

A conclusão disso é que sempre vai existir uma incerteza característica ao processo de escolher quais as melhores ações, tanto no campo da economia como nos outros campos da vida humana. Essa incerteza que está presente na ação humana, por mais racional que esta possa ser, não é uma incerteza que se pode medir com números, como, por exemplo, quando dizemos que a probabilidade de dar "cara" quando lançamos uma moeda para o ar muitas vezes será de 0,5. No caso da ação humana nos mercados, trata-se de uma incerteza que chamamos de incerteza genuína, à qual não podemos associar números nem estimativas. O corolário da incerteza genuína é a ignorância: temos que admitir que, por mais estudados que possamos ser, sempre seremos ignorantes de algumas condições específicas (de momento ou não) e que seriam relevantes para que a nossa ação não contenha erros.

Podemos agora finalizar nossa definição de economia, escrevendo: a economia do mundo real, portanto, nada mais é do que o conjunto de todas as ações — compras, vendas, empréstimos, decisões de produção, de poupança, de investimento, etc. — realizadas sob a forma de transações econômicas, que envolvam escolhas ao longo do tempo, realizadas em ambiente de incerteza genuína

O erro, a incerteza genuína, a ignorância, o fato de que nossas valorações mudam com o tempo e outros fatores muito complexos e que não se restringem apenas à economia fazem com que tenhamos que considerar que estudar economia não é o mesmo que estudar uma ciência natural. Por isso, temos que ter muito cuidado quando usamos a matemática para descrever o comportamento econômico, pois a economia não se presta a isso: nenhum modelo matemático poderá explicar porque você preferiu comprar uma camisa do seu clube de futebol, ao invés de comprar a de um clube rival.

A Escola Austríaca rejeita o uso da matemática na economia porque usa o critério hipotético dedutivo (e não o indutivo) e porque adota o falsificacionismo, em que formulamos uma teoria com base em argumentos lógicos e consideramos que essa teoria será correta enquanto não for falsificada pelos fatos do mundo real. Isso é diferente do método das outras correntes do pensamento econômico, que usam modelos matemáticos para descreverem o comportamento das pessoas no mundo real.

Ação, tempo e conhecimento, eis o universo da economia, caro aluno. Convido você a mergulhar nesse mundo fascinante!

 

Sugestões de leitura:

Iorio, Ubiratan J. Ação, tempo e conhecimento: a Escola Austríaca de Economia, Instituto Mises Brasil, 2011, São Paulo, Introdução e caps.1e 2

Wisniewski Jakub B., Dez motivos por que a Escola Austríaca é melhor que as escolas convencionais

Rothbard, M., O individualismo metodológico

Beltrão, Helio, Como a Escola Austríaca mudou minha vida para melhor

Woods, Thomas, Explicando o livre mercado para um ignorante econômico


Sugestões para reflexão e debate:

1. Por que toda ação é uma escolha?

2. A definição de ação é válida sempre ou admite exceções?

3. Qual a importância da incerteza para as escolhas que caracterizam a ação?

4. Comente: "tempo é conhecimento, tempo é experiência".

5. Defina economia em função dos três conceitos apresentados.


4 votos

autor

Ubiratan Jorge Iorio
é economista, Diretor Acadêmico do IMB e Professor Associado de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).  Visite seu website.

  • Neto  17/09/2012 03:54
    1 Porque sempre existem opções
    2 Sem exceção, sempre existem opções, até não agir é uma opção, então qualquer ação sempre vai vir de uma escolha
    3 Ninguém pode saber tudo, o raciocínio na hora da escolha tem que se basear no pouco que é possível saber
    4 'Quando eu era criança, pensava como criança, agia como criança, etc' Quando eu era adolescente pensava como esquerdista, agia como esquerdista, etc.Já hoje...
    5 A economia é o estudo das decisões sobre quais ações executar.Pra comparar as opções é bom ter o máximo de conhecimento possível sobre elas,(já que o conhecimento total de tudo é impossível) conhecimento que é acumulado através do tempo e das experiências de vida
  • Gabriel Tosi  17/09/2012 10:45
    1. Toda ação é uma escolha, ao agir o agente deixa de realizar outras ações, sendo assim escolhe aquela que lhe trará maior utilidade;

    2. Sempre, toda e qualquer ação é efeito direto da escolha dos agentes em seus cenários;

    3. Toda, a noção de incerteza e a falta de informações na tomada de decisões é um fator que afeta diretamente a ação;

    4. Com a passagem do tempo o resultado das ações tomadas anteriormente afetam as ações futuras;

    5. A economia (economy) é o resultado do conjunto de ações tomadas por todos os agentes em tempo continuo influenciados pela falta de conhecimento total.
  • Jose  17/09/2012 11:13
    Me tirem essas duas dúvidas: O que quer dizer neoclássico em economia? Os austríacos são neoclássicos? Grato.
  • Pedro Bernardes  17/09/2012 13:18
    Também tenho dúvida sobrre os Neoclássicos. Neoclássico = Neoliberal ou são coisas diferentes?

    Gostaria também de deixar uma dúvida sobre a questão da inflação e desemprego. O professor Iorio afirmou que a escola austríaca desconsidera a idéia mainstream de que ou se escolhe inflação ou desemprego e que a inflação por si só já gera o desemprego. Isso eu não entendi muito bem já que essa lei foi sempre observada na sociedade exceto em alguns casos como a crise do petróleo de 1973 em que o aumento do preço do barril de petróleo gerou desemprego. (Pelo menos só me recordo desse caso específico no momento)
  • Leandro  17/09/2012 16:46
    Neoclássico pode ter vários significados, sempre ao sabor da ideologia de quem está falando. No mundo acadêmico atual, neoclássico é uma definição utilizada para designar os microeconomistas seguidores de teorias microeconômicas ortodoxas. Mas tal definição também costuma ser ampliada de modo a também englobar os macroeconomistas seguidores de teorias econômicas neokeynesianas e de Chicago. (Ver mais aqui).

    De modo geral, no atual mundo acadêmico, neoclássico é o sujeito que aceita que o mercado é o melhor meio para se definir os preços de bens e serviços, mas que defende que o estado dever manter um ativismo macroeconômico (fiscal e monetário) em tempos de crise. Desnecessário dizer que um neoclássico defende o monopólio estatal da moeda.

    Sobre inflação e desemprego, até a década de 1970 acreditava-se que era impossível o dois coexistirem. Se houvesse inflação, o desemprego diminuiria, e vice versa. A estagflação americana e europeia da época mostrou que tal teoria era infundada, pois era possível ter inflação crescente e desemprego crescente.

    Recomendo este artigo.

    Abraços!

    P.S.: o desemprego da década de 1970 nada tem a ver com preço do petróleo. Foi causado pela interrupção da expansão creditícia da década anterior, interrupção essa que os governos tentaram reativar com farta impressão de dinheiro, logrando apenas gerar inflação de preços. Não é muito fácil reativar uma bolha de crédito.
  • Jose  17/09/2012 19:10
    E quanto aos novos keynesianos e novos clássicos?
  • Norberto  17/09/2012 19:39
    São sinônimos. Neokeynesiano = Novo Keynesiano = Neoclássico = Novo Clássico.

    Se há alguma diferença entre eles, são ínfimas.
  • Rhyan  17/09/2012 14:37
    Prof. Iorio,

    "A Escola Austríaca rejeita o uso da matemática na economia porque usa o critério hipotético dedutivo (e não o indutivo) e porque adota o falsificacionismo, em que formulamos uma teoria com base em argumentos lógicos e consideramos que essa teoria será correta enquanto não for falsificada pelos fatos do mundo real."

    Isso significa que a crítica popperiana de que a EA não é falseável não faz sentido?

    Obrigado!
    Abraço!
  • Erick Skrabe  17/09/2012 14:47
    Os economistas clássicos são os influenciados por Adam Smith, David Ricardo e outros autores que defendiam o liberalismo economico e adescentralização.

    Os neoclassicos - nao confundir com "neoliberais" - sao os que foram influenciados por Marx, Engels e outros que defendiam a intervenção economica do estado e a consequente centralização.
  • Gabriel Tosi  17/09/2012 16:14
    E os neoliberais? Seria a EA? E onde a escola de Chicago entra, as teorias de Milton Friedman e etc?
  • Patrick de Lima Lopes  17/09/2012 16:32
    Bem, eu recomendaria essa aula:
    www.mises.org.br/FileUp.aspx?id=134
    Nela, o professor Hélio Beltrão(Fundador do IMB) explica sobre a história do pensamento econômico e sobre as idéias que separam a EA do mainstream da economia. É muito útil e irá com certeza saciar sua dúvida além de ensiná-lo ainda mais coisas.
    Obrigado.
  • Leandro  17/09/2012 16:33
    Neoliberalismo nada tem a ver com a Escola Austríaca. Neoliberais são socialistas light que, além de defenderem o estado "cuidando do social", gerindo hospitais e escolas, também defendem o monopólio estatal da moeda, da segurança e da justiça.

    Há artigos sobre isso:

    Mises contra os neoliberais - as origens desse termo e seus defensores

    O conceito de neoliberalismo
  • Cesar  17/09/2012 19:48
    Prof Iorio: Excelente explanação. Porém resta uma duvida,
    Nesse mundo de incerteza genuína qual o papel do economista? Que parâmetros de acordo com a EA devemos
    Observar para tomar melhores decisões ?
  • Rodrigo Bitencourt  24/09/2012 17:28
    1) Por que toda ação é uma escolha?
    Agimos para aumentar nossa satisfação, porém vivemos em um ambiente de escassez - os recursos para a obtenção de satisfação são limitados. Logo, precisamos escolher quais os fins vamos perseguir, além de como e quais meios utilizaremos.

    2) A definição de ação é válida sempre ou admite exceções?
    É válida sempre, é universal. O indivíduo sempre age buscando satisfação. Toda escolha é feita na expectativa que seus resultados aumentem a satisfação daquele que age. Porém, o conceito de satisfação varia para cada indivíduo segundo as informações, conhecimentos, crenças, etc. Logo, o que parece ser prejudicial ou insatisfatório para um, poderá ser extremamente útil, ter grande valor para outro.

    3) Qual a importância da incerteza para as escolhas que caracterizam a ação?
    A incerteza provêm do fato de que as informações e conhecimentos que fundamentam as escolhas estão dispersos desigualmente entre os indivíduos. Logo, o erro é um dado fundamental na tomada de decisões pois o agente terá que ser muito mais criterioso e sempre buscará mais conhecimento e informações pra aumentar as chances de sucesso de suas escolhas. A escassez e a incerteza constituem nos dois poderosos motores do progresso.

    4) Comente: "tempo é conhecimento, tempo é experiência".
    O tempo, como os outros recursos, é finito e como meio para atingir nossos fins, é escasso. Ao agirmos ao longo do tempo, acumulamos experiência e conhecimentos - o que terá impacto direto em nossas futuras ações, pois a maneira como valoramos os bens e serviços mudará.

    5) Defina economia em função dos três conceitos apresentados.
    Economia consiste em toda ação realizada pelos indivíduos através das escolhas feitas com o objetivo de atingir seus fins - o aumento da satisfação - ao longo do tempo e em ambiente de incerteza genuína, i.e., em uma realidade onde os conhecimentos e informações estão dispersos de maneira desigual entre os agentes.
  • Patrick de Lima Lopes  01/10/2012 15:00
    Brilhante artigo.

    1. Por que toda ação é uma escolha?
    A definição de ação é todo ato cometido por um agente buscando aumentar sua satisfação subjetiva/utilidade. Sendo assim, todo indivíduo aplica seus recursos sempre à possibilidade que escolheu entre as muitas que o agente desvalorizou.
    A ação é uma escolha entre todas as milhões de possibilidades disponíveis aos escassos recursos do indivíduo.
    Exemplo: Tenho 2 horas livres e tenho prova amanhã. Ao invés de estudar, decido dormir. Meus recursos(Fator tempo) eram escassos em relação às milhões de coisas disponíveis a mim. Decidi fazer a que prefiro pois esta aumenta minha satisfação.

    2. A definição de ação é válida sempre ou admite exceções?
    Apenas quando há o uso da coerção.

    3. Qual a importância da incerteza para as escolhas que caracterizam a ação?
    Pois toda a ação tomada leva em conta fatores anteriormente adquiridos. Pode-se estimar um futuro baseado no pretérito, entretanto, será apenas uma simulação baseada nas experiências e conhecimentos anteriores.

    4. Comente: "tempo é conhecimento, tempo é experiência".
    Pois toda previsão que realizamos do futuro é feita a partir de experiências anteriores.
    Por exemplo:
    Plutão dá uma volta ao redor do Sol em 200 anos. Se há 100 anos ele encerrou sua última volta, estima-se que em 2112 ele estará realizando a próxima. Não há nenhuma garantia que tal acontecimento irá ocorrer além do conhecimento anteriormente adquirido sobre a velocidade de locomoção do corpo celeste.

    5. Defina economia em função dos três conceitos apresentados.
    A economia é o conjunto de ações tomadas por todos os agentes participantes com o intuito de aumentarem sua satisfação/utilidade baseando-se em seus respectivos valores subjetivos e seu conhecimento(Incompleto) em um determinado momento.


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