clube   |   doar   |   idiomas
Por que Ron Paul

No complicado processo de escolha do candidato republicano que irá enfrentar o presidente Obama nas eleições deste ano, todos os austríacos que conheço, americanos ou não, torcem por Ron Paul. Tenho lido e ouvido algumas críticas a esse apoio, no sentido de que ao optarmos por Paul estaríamos apenas olhando para os aspectos econômicos de seu programa de governo, apenas porque seguem os ensinamentos da Escola Austríaca. E, por extensão, que estaríamos deixando de considerar outros aspectos importantes, entre os quais o da política externa e, ainda, que estaríamos apoiando um candidato sem chances de vitória.

Nenhuma das três críticas, a meu ver, é pertinente, como tentarei demonstrar neste pequeno artigo. A primeira crítica — a de que olhamos apenas para os pontos positivos do programa econômico de Ron Paul — é bem característica daqueles que Nelson Rodrigues chamava de idiotas da objetividade. Porque seu programa austríaco, exatamente por ser austríaco, transcende a economia, alcança fortemente a política e a ética e resgata o que de mais caro os Estados Unidos sempre tiveram e que foi exatamente o que os levou ao status de país mais desenvolvido do mundo: as liberdades individuais e a libertação do indivíduo da servidão ao estado a que vem sendo progressiva e subliminarmente submetido, geração após geração. Com efeito, pouca gente percebe que a economia americana, pouco a pouco, foi se transformando em algo como um socialismo democrático, tal o peso do governo.

Não, senhores e senhoras; não estamos olhando apenas para a economia de mercado que ele pretende recuperar: estamos enxergando os valores econômicos, morais e culturais que isso significa! Quando o estado avança sobre o indivíduo, ele não está apenas agindo na esfera econômica; está estabelecendo novos padrões morais, éticos e culturais, necessariamente inferiores aos que são gerados pelas ordens espontâneas dos mercados. Os valores morais da economia de mercado são sempre superiores aos de economias intervencionistas, como os chamados pós-escolásticos demonstraram sobejamente, antecedendo os austríacos!

Quando um candidato promete — e há nesse candidato toda uma história de coerência entre o que sempre disse e o que sempre praticou! — por exemplo, acabar com o monopólio de emissão de moeda do Fed, poucos conseguem perceber que uma medida dessas teria, além de um alcance econômico muito salutar, efeitos morais e culturais também bastante construtivos. O mesmo acontece quando ele diz que vai diminuir o tamanho do estado ao estritamente essencial e vai cortar impostos e taxas, ou que vai privatizar a saúde e a educação, que vai, enfim, abalar as estruturas do chamado estado do bem-estar (welfare state).

Com Ron Paul, poupar voltará a ser uma virtude e gastar em excesso voltará a ser um vício, porque esta é uma das premissas básicas da Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos. Não haverá mais um Fed, dominado por políticos e por tecnocratas, estabelecendo os valores das taxas de juros, não haverá mais keynesianismo ou monetarismo, a não ser em uma ou outra universidade... Isso, apenas isso, já seria motivo para esse homem ser eleito presidente dos Estados Unidos, porque os outros países, cedo ou tarde, acabariam instados a seguir esse bom exemplo.

Mas não é só isso! No plano da política externa, por exemplo, seus detratores o acusam de pacifismo, de um pacifismo que seria descabido diante das ameaças terroristas que apavoram o ocidente. A resposta é simples: há quantos anos os Estados Unidos vêm se metendo em guerras e mais guerras, que nada mais têm feito do que aumentar o ódio contra o país e fomentar as ações de extremistas terroristas? Quantas famílias americanas choram seus filhos mortos em combates em países remotos, a troco de nada, a não ser popularidade para políticos oportunistas? É uma questão essencialmente prática e ética, pois o povo americano está farto de guerras imorais lançadas deliberadamente sob falsos pretextos

Por fim, quanto a Ron Paul ter poucas chances de vitória, primeiro, parece cedo para levarmos tal afirmativa a sério e segundo, mesmo que isso seja verdade, vale a pena apoiar algum outro candidato republicano acreditando que este, sim, terá chances de vencer Obama? Diversas pesquisas vêm apontando que o único republicano com reais possibilidades de vencer Obama é exatamente Ron Paul, porque os outros são quase que cópias do atual presidente, ou seja, mais do mesmo, assim como no Brasil tanto faz votar em um candidato do PSDB ou em um do PT, porque ambos acreditam na social-democracia. Rick Santorum, por exemplo, acaba de declarar que a economia americana precisa de uma "pequena inflação", o que, cá entre nós, é uma estupidez além da conta, digna de certos economistas tupiniquins que estão no governo brasileiro. E Romney, em que será diferente dos demais, no processo de degradação econômica e externa que os EUA vêm sofrendo?

Não, gente, o que posso afirmar com convicção é que lamento não poder contar com um candidato como Ron Paul aqui no Brasil, e que essa convicção valeria mesmo se eu me convencesse de que ele não tem chances de vitória. Esse homem é a esperança de dias melhores na economia, na política e na ética. E não apenas para os Estados Unidos. Para o mundo ocidental. Tomara que vença! Mas, mesmo se não conseguir, já plantou muitas sementes para as gerações futuras!


0 votos

autor

Ubiratan Jorge Iorio
é economista, Diretor Acadêmico do IMB e Professor Associado de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).  Visite seu website.

  • Fernando Ulrich  23/01/2012 04:24
    Excelente!
  • Domingos  23/01/2012 11:24
    Excelente artigo, Prof. Iorio. Parabéns.\r
    Incrível poder de síntese e justificação irrefutável sobre o tema no meu entendimento.\r
  • Atefah Ceglio  26/01/2012 00:19
    Eu concordo em grande parte do texto com o Professor Bira!

    Minha opinião sobre a crítica ao pacifismo dele, é que infelizmente o espírito dos eua de ser um grande oeste não findou de fato.
    EUA é a nação das armas, culto às armas e depois os outros que são as ameaças!
  • LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA  23/01/2012 04:31
    É uma pena que O Ron Paul, pelo que apontam as primárias estaduais já realizadas e por realizar, não tenha praticamente chances de ser o candidato republicano escolhido. Infelizmente, o escolhido será o Romney ou o Gingrich.
  • José Ricardo das Chagas Monteiro  23/01/2012 05:33
    Saudações, professor Iório, como sói acontecer mandou muito bem, o assunto, assim como a quebradeira/choradeira europeia, demais importante - eleições no U.S.A.
    Mesmo que o melhor canditado não seja eleito, a oportunidade de lançar a todos aquilo que está acontecendo em nível mundial é impar, conseguir em um mesmo lance eleger Ron Paul e conscientizar o mundo (os USA são mundo)seria saltar para um futuro promissor.
    A Europa está perdendo uma oportunidade de ouro em não remodelar a sociedade com base na filosofia econômica, ou seja, nos basilares: respeito a propriedade,liberdade,empreendedorismo,moeda lastreada,não-intervencionismo,etc.
    Incrível a dificuldade em enxergar, espero que não seja dolo,que a sociedade precisa de uma nova ordem filosófica,que há na filosofia econômica todos os ingredientes e ferramentas,lembrei de uma máxima de meus pais:[u]casa que falta pão,todo mundo grita e ninguém tem razão[/U]. O pão já falta há muito tempo,o Estado intervencionismo vem ofertando migalhas,os jovens que nasceram dentro do atual contexto não percebem o tamanho do controle, paredes invisíveis, e não há ninguém que irá impetrar um habeas mentem,trata-se de uma servidão objetiva.Gostaria de gritar aos jovens para que olhassem a história, e descobrissem que foi na Holanda,então um país livre ,na época do Iluminsmo que a sociedade deu grandes avanços em todas as áreas, visto que no resto do mundo os dogmas e uma espécie intervencionismo já grassava,fazendo com as ciências ficassem engessadas.
  • Petrus  23/01/2012 05:38
    Acompanho a corrida presidencial norte-americana, não tão perto quanto queria. mas através do contato com Ron Paul conheci a econômia austríaca e sei que este é um marco para meus ideais políticos. \r
    falo isso pois poucas linhas de texto foram tão contundentes quanto: \r
    \r
    "Tomara que vença! Mas, mesmo se não conseguir, já plantou muitas sementes para as gerações futuras!"\r
    \r
    é exatamente isso que penso, é sobre isso que converso com outras pessoas e é sobre isso que militarei, até que algo prove-se tão sensato quanto o que me foi apresentado por Ron Paul.
  • Getulio Malveira  23/01/2012 05:49
    Disso tudo! Achei engraçado a vociferação da iimprensa brasileira tão logo o Ron Paul apareceu com reais chances em Iowa... afora o ridículo de atacar um candidato a presidência de um país estrangeiro, chegou-se mesmo a indicar uma contradição no discurso "pacifista" de Ron Paul com um banner de sua campanha na qual ele aparecia vestido como um soldado da independência americana (obviamente não tinha a cultura histórica mínima para reconhecer o episódio histórico e viu ali somente uma guerra).

    Bom, "quem quer se ocupar com tolos?" É uma pena que só nos reste torcer por ele, mas como bem disse o prof. Iorio: a bela campanha de Paul ainda renderá muito para o futuro, principalmente pela grande adesão dos jovens eleitores.
  • Kaio  23/01/2012 06:00
    Ótimo texto!\r
    Acredito que a importância dessa pré-candidatura de Ron Paul será mais a médio/longo prazo do que a curto, pois sua base eleitoral são jovens, portanto nos próximos anos o libertarianismo tende a crescer nos EUA e em outros países (inclusive o Brasil). \r
    A internet teve/tem/terá um papel nessa disseminação das idéias libertárias - inclusive quando é atacada (ao meu ver, a reação à SOPA/PIPA teve forte teor libertário).
  • Luís Dietz  23/01/2012 07:04
    Alguém poderia dar uma olhada na descrição do Ron Paul neste link:

    www.estadao.com.br/especiais/confira-o-perfil-dos-pre-candidatos-republicanos,157622.htm

    Ali aparece que Ron Paul estaria interessado em aumentar as restrições contra a imigração. Me parece não fazer muito sentido em relação a tudo que ja li dele.
  • Gustavo Sauer  23/01/2012 08:11
    Ron Paul nunca foi a favor da livre imigração de pessoas. Acho que nenhum político dos EUA conseguiria se eleger com um discurso de liberalização das fronteiras. Mas ele não é a favor desses programas caça-aos-imigrantes-ilegais que alguns políticos e famosos advogam.
    Eu não gostei desse resumo dele. Ele não é a favor do aborto mas ele não defende uma proibição do aborto, como diz o site. Ele acha que essa questão deve ser tratada por cada estado e não por lei federal.

    Qual seria o próximo passo após uma hipotética vitória de Ron Paul? Imaginemos que ele consiga implementar toda a sua agenda, acabar com o FED e todo o restante, o que os libertários vão fazer? Continuar votando em outros libertários para preservar a liberdade?
  • Paulo Sergio  23/01/2012 09:12
    'Ali aparece que Ron Paul estaria interessado em aumentar as restrições contra a imigração'

    E nisso ele ta certo.Os mexicanos que querem entrar lá acreditam em tudo na vida, menos no capitalismo.O que eles querem é ganhar mais (sem se importar com o porquê de estarem ganhando mais) e viver mamando em obamacare e coisas do tipo
    Porque é que os políticos mais a esquerda são os que mais defendem esse pessoal? Eles são os eleitores bolsa esmola de lá, vão morrer votando na esquerda.
  • Gustavo Sauer  23/01/2012 10:07
    Eu não acho que os imigrantes dos EUA vão pra lá pensando no "farto" welfare state americano. Você poderia alegar que muitos acabam indo pras filas do welfare, mas dizer que eles foram com o objetivo primário de usufruir do welfare state acho que é uma conclusão que não tem respaldo.

    Os imigrantes dos EUA estão procurando primeiramente trabalho. Claro que nem todos vão conseguir um bom trabalho
  • Paulo Sergio  23/01/2012 17:47
    'mas dizer que eles foram com o objetivo primário de usufruir do welfare state'

    Eu não disse isso.O que eu disse foi ganhar mais (nenhum problema até aí) sem se importar com o porquê disso, E o welfare state.
    O obamacare beneficia descaradamente os imigrantes ilegais, mas do jeito que as coisas vão daqui a pouco vai ser crime falar disso
  • luiz  23/01/2012 07:59
    No Brasil está começando a safra Ron Paul. Esse partido é o melhor exemplo disso. Tomara que dê certo.
    www.facebook.com/sejaliber
  • anônimo  23/01/2012 09:01
    Dois verdadeiros defensores da liberdade e da civilização ocidental: Ron Paul e Ubiratan Iorio!
  • Rubens  23/01/2012 09:56
    Excelente texto professor Iorio.
  • Klauber Cristofen Pires  23/01/2012 10:28
    Prezado professor Iorio,

    Subscrevo inteiramente seu artigo. Parabéns!
  • Rhyan  23/01/2012 11:33
    Klauber, o sr já criticou a política externa de Ron Paul no seu site, não é?
  • Andre  23/01/2012 11:06
    Mas a política externa do Ron Paul é claramente antiamericana!

    Eu acho o máximo ter um candidato como Ron Paul, como presença útil, mas não dá.

    Tirar todas as tropas americanas do mundo todo, fingindo que os EUA não têm inimigos não é uma atitude prudente.

    Ser o candidato predileto da Rússia (www.aim.org/aim-column/why-is-russian-tv-backing-ron-paul/) certamente também não é um bom sinal.

    Infelizmente, o pacote Ron Paul não vem só com os ensinamentos da escola austríaca e mesmo a transcendência desses ensinamentos, repercutindo na ética etc., intencionalmente ou não, não perpassa por sua política externa.
  • Luis Almeida  23/01/2012 11:25
    Pois é, André. Que coisa, não? Esses malditos muçulmanos não entendem que todos os bombardeios americanos e toda a consequente carnificina de civis inocentes, principalmente mulheres e crianças, é para o bem deles. De fato, ser contra essa chacina de civis é muito antiamericanismo da parte do Ron Paul.

    Tenho certeza também que os americanos ficariam totalmente sossegados caso uma frota de porta-aviões, submarinos e destroyers russos e chineses começassem a navegar pelo Golfo do México. Afinal, forças estrangeiras circundando seu território e armadas até os dentes só podem estar querendo paz e o bem de toda a população daquela região.

    Por fim, todo mundo sabe que manter tropas americanas em todos os países do mundo é a receita certa para fazer com que as pessoas adorem os EUA, jamais os vejam como invasores e nunca, de modo algum, sejam tomados por alguma espécie de ódio destes usurpadores da soberania.

    Concordo com você.

    Abraços.


    P.S.: que tal agora começar a pensar por conta própria e parar de repetir como papagaio todos os talking points dos neoconservadores?
  • Fernando Chiocca  23/01/2012 11:47
    Tirar todas as tropas americanas do mundo todo, fingindo que os EUA não têm inimigos não é uma atitude prudente.

    Que burro, dá zero pra ele.

    Os EUA tem inimigos exatamente porque tem tropas americanas no mundo todo. Pq será que não atacam a Suiça ou o Brasil hein!?

    Next al-Qaeda Target: Rio de Janeiro, Brazil


    E esse negócio de dizer que a "Russia" (quem é esta senhora?) apoia o Ron Paul pq a rede internacional, de idioma inglês, a Russian TV, é bem libertária, é a típica coisa de quem ouviu alguém que ouviu o galo cantar e não sabe onde.

    A RT é a única rede jornalística do mundo fora do mainstream.. e logicamente tinha que ter simpatia pelo Ron Paul, o único candidato (no mundo inteiro) que é contra o sistema. A RT sempre entrevista o Lew Rockwell, o Peter Schiff, Jeffrey Tucker.. e tantos outros que estão sempre aqui no Mises Brasil. É o único canal de tv que presta no mundo.


    E eu nem sei disso, mas meu palpite é que a RT deve ser odiada pelos políticos russos (como o Ron Paul é odiado, e foi chamado pelo Putin de novo Hitler!) e deve ser um canal odiado também pelas outras redes de comunicação russas.

  • Márcio Alves  23/01/2012 13:14
    Fernando,

    E mesmo se a RT fosse um braço do governo russo, e daí!?

    Ao dar publicidade ao Ron Paul eles estariam atirando no próprio pé, pelos seguintes motivos:

    1)Estariam ajudando a difundir a mensagem libertária, inclusive para o público interno da Rússia. A difusão de idéias libertárias internamente seria a maior ameaça possível aos estatistas e comunistas russos;

    2)Estariam ajudando a mostrar para o público russo algo que vai contra a imagem do americano perante os russo em geral: que nem todos os americanos são imperialistas e warmongers, que há um grupo expressivo de americanos genuinamente interessados em cuidar de seus próprios problemas, ao invés de ficar querendo policiar o mundo inteiro. Isso certamente ajudaria a diminuir a percepção entre a população russa de que os EUA são uma ameaça à segurança da Rússia, e, portanto, enfraqueceria a propaganda dos estatistas russos em relação aos EUA.

    3)Estariam ajudando a difundir a mensagem libertária dentro dos EUA e, portanto, a enfraquecer os estatistas americanos, estes, sim, aliados naturais dos russos.

    4)Estariam ajudando a impedir que os EUA entrem em colapso por causa de excesso de gastos com guerras (imperial overstretch), o que é, verdadeiramente, a única ameaça à segurança nacional dos EUA.

    O fato dos governantes russos acharem que ao promover o Ron Paul estariam ajudando a enfraquecer os EUA e a fortalecer a si mesmos só demonstraria o quão incompetentes eles são, e a capacidade aparentemente sem fim dessa gente de fazer trapalhadas, de fazer aquilo que, no fim das contas, só contribui para a própria derrocada.



  • mcmoraes  23/01/2012 13:34
    Realmente, a RT foge do lugar-comum. Um dos programas que mais me impressionou foi: Adam vs the Man: Episode 6 with Stefan Molyneux!. Lembro que pensei logo após o término: "Carai, não acredito que vi isso num programa de TV; e ainda por cima num canal chamada Russia Today!"
  • Paulo Sergio  23/01/2012 18:17
    'E mesmo se a RT fosse um braço do governo russo, e daí!?
    Ao dar publicidade ao Ron Paul eles estariam atirando no próprio pé, pelos seguintes motivos... '

    Resumindo, espalhando as idéias libertárias enfraqueceria o poder dos políticos tanto dos EUA como da Ruxian.
    O que não faz o menor sentido é porque eles fariam isso.O governo dos amigos do Putin tem alguma coisa de libertário? Não é hipócrita ele pagar uma tv pra defender as coisas que ele mesmo não pratica?
    Eu não acredito que seja por burrice.Tem alguma coisa errada nisso aí.
  • Rhyan  23/01/2012 14:41
    Fernando, eu coloquei seu artigo num grupo de libertários americanos, teve um cara dizendo que não fazia sentido, pois houve ataques terroristas em outros países, como Canadá, China, e etc..
  • Paulo Sergio  23/01/2012 18:00
    Nesse artigo da aim...
    'Ron Paul(...) called for trade relations with Communist Cuba. '
    Como é que é?
  • Luis Almeida  23/01/2012 18:08
    Excelente medida. Não bastasse o sofrido povo cubano estar submetido a uma ditadura comunista, o governo americano ainda resolve aumentar o sofrimento daquela gente impedindo que eles comercializem e ao menos adquiram alguns produtos?

    É preciso realmente ser muito "humanista" para defender esse duplo sofrimento para um povo.
  • Vinicius Aguilar  24/01/2012 04:32
    Fiquei com uma duvida agora, quanto aos libertarios, seriam a favor de retaliação de um pais para com o outro no caso de um tomar medidas protecionistas ?\r
    \r
    Duvido muito que Cuba liberasse as importações, no caso da abertura das relações comerciais seria somente no ambito das exportações, se liberassem as importações em massa em Cuba no dia seguinte o pais não teria mais divisas, e o peso cubano viraria pó.
  • Leandro  24/01/2012 04:54
    Por quê, Vinicius? Balança comercial e balanço de pagamentos não têm nada a ver com valorização da moeda.

    Leia mais sobre isso:

    Falando claramente sobre balança comercial, investimento estrangeiro e câmbio

    Aflições cambiais


    E não, não há motivo algum para retaliações protecionistas, nem no campo econômico nem no campo moral.

    Leia mais aqui:

    A filosofia da miséria e o novo nacional-desenvolvimentismo do governo brasileiro

    A tungada do aço e o mercantilismo de sempre


    Abraços!

  • Paulo Sergio  28/01/2012 05:31
    Ou seja, se um dia vc descobre que seu vizinho tem a filha dele em cárcere privado, comendo comida de cachorro, o certo é vc colaborar com seu vizinho, ajudar ele a arrumar um emprego melhor,coisas assim, pra quem sabe a filha dele passar a comer pão com ovo.
  • anônimo  23/01/2012 20:40
    Eu nunca vi uma explicação tão bem feita quanto essa:

    A Fraternidade Islâmica
    www.youtube.com/watch?v=C7FDoqENeIM

    Isso desmonta o argumento do Fernando Chiocca com relação ao islamismo, pois o mesmo é sempre hostil aos países não-islâmico, independente de ter ou não bases militares espalhados pelo mundo.
  • Luis Almeida  24/01/2012 02:41
    Correto. Se uma franja islâmica é contrária ao Ocidente, então é claro que todos os muçulmanos, inclusive mulheres e crianças, devem ser bombardeados e trucidados. Quem pode ser contra isso?

    Da mesma forma, existe uma franja evangélica americana -- liderada pelo pastor John Hagee -- que é abertamente anti-islâmica. Logo, pela lógica, os muçulmanos também estariam corretos em atacá-la e dizimá-la.

    O mundo seria muito melhor assim. Quem não gosta de alguém deve ser totalmente livre para eliminá-lo.
  • anônimo  24/01/2012 08:24
    Mas não se trata de ser contrário. Existem Campos de treinamento islâmico. A hostilidade passa do campo das idéias! Você faz uma comparação ridícula.
  • Luis Almeida  24/01/2012 09:00
    É lícito bombardear toda uma população apenas para tentar atingir uma franja dela? Esse foi o meu desafio ao qual você não respondeu.
  • Paulo Sergio  24/01/2012 09:01
    'Correto. Se uma franja islâmica é contrária ao Ocidente, então é claro que todos os muçulmanos, inclusive mulheres e crianças, devem ser bombardeados e trucidados. Quem pode ser contra isso?'

    Isso se chama a falácia da redução ao absurdo.
  • Luis Almeida  24/01/2012 09:18
    Isso se chama análise realista da situação. Os valentões que gostam de falar grosso (mas que nunca serviram no exército) contra o Oriente Médio estão defendendo o quê? Bombardeio cirúrgico? Falaram que iam fazer isso no Iraque e o resultado foram 300.000 mortos e um novo governo entregue de bandeja aos xiitas aliados do Irã (o sunita Saddam era inimigo dos iranianos e não representava perigo algum aos EUA). Coisa de gênio.

    E ainda existem ignaros apoiando as políticas desses mesmos parvos.
  • Paulo Sergio  24/01/2012 09:35
    'Os valentões que gostam de falar grosso (mas que nunca serviram no exército) contra o Oriente Médio estão defendendo o quê? Bombardeio cirúrgico?'

    E a falácia continua, agora tem até bola de cristal!
  • Luís Almeida  24/01/2012 09:59
    Bola de cristal?! Ora, eu estou falando do que aconteceu no Iraque, operação essa, aliás, comandada por essa mesma turma que pretende voltar ao poder. Não é preciso ter bola de cristal quando se conhece a história, o currículo e a ideologia de determinadas pessoas.

    E você, vai defender suas idéias ou vai ficar apenas nessas frasesinhas de comentarista de revista de fofoca?
  • Fernando Chiocca  28/01/2012 11:49
    Ahh, claro.. totalmente desmonstado. O islamismo é sempre hostil aos países não-islâmico!!!...temos mais de 1 bilhão de pessoas no mundo que querem matar os outros 5 bilhões..... Como você dorme a noite num mundo desses?

    FAIL
  • Roberto  28/01/2012 13:58
    Sua postagem é hostil aos islâmicos, talvez vc entenda que eles são nosso inimigos pq estamos atacando-os. Mesmo assim vc tem a liberdade de não gostar deles , e eles de não gostar de vc, mas só o ocidente envia tropas para lá...
  • Catarinense  28/01/2012 15:52
    De fato, a liberdade que os islamistas têm de praticar a sua religião nos países ocidentais é desfrutada em igual tamanho por cristãos nos países islâmicos. Cito inclusive o seguinte artigo para embasar minha opinião:

    en.wikipedia.org/wiki/Persecution_of_Christians#Muslim_world

    Paulo Sérgio, deixe de ser maldoso com os pobrezinhos!
  • Ricardo  20/08/2012 14:38
    Sujeito que se apoia na wikipedia e vem cantar de galo como se tivesse informações seríssimas e definitivas tem séria disfunção cerebral.

    Até mesmo no Irã os cristãos podem praticar a religião. Em muitos país de maioria islâmica os cristãos ocupam posição social de destaque (Síria, Egito, etc, etc - não tomo o Líbano porque nesse até o presidente é cristão). Até no Iraque do Saddam havia mais de 1,5 milhão de cristãos.

    Hoje, com a gloriosa invasão que você e outras iguanas defendem, os cristãos saíram em massa do país e foram reduzidos a 400 mil.

    Agora, veja que interessante: o país mais anti-cristão do mundo islâmico, a Arábia Saudita, é idolatrado por neocons como você e lá ninguém pensa em tocar uma bolinha de papel sequer! Porque não fazer uma guerra contra eles, já que são supostos inimigos das bases da civilização ocidental? A Arábia Saudita, convém lembrar, é a terra da AL QAEDA!!!

    O Islã nunca foi problema algum antes da intervenção americana na região, nem pros EUA e nem pro ocidente, salvo na Idade Média e durante um breve período posterior pelo Império Otomano. Depois, NADA, até que os neocons e seus amiguinhos acéfalos se engajaram nessas guerras estúpidas.

    Enfim, o especialista do vídeo abaixo já acabou com a discussão. O problema é a intervenção americana e o apoio irrestrito e cego a Israel, duas coisas que só trazem problemas pros EUA.
  • Catarinense  20/08/2012 15:04
    Me apoio na wikipedia? Citei a wikipedia pois não lembrei de outras fontes na hora. Tem outra mais completa pra você se divertir:\r
    \r
    olhonajihad.blogspot.com.br/2012/08/numeros-reveladores-sobre-os-islamicos.html\r
    \r
    Aproveita que tá no site e leia os outros artigos sobre a tolerância do pessoal de Maomé.\r
    \r
    Que invasão? Iguana? Neocon? Tá falando de quê? O Islã nunca foi problema pra ninguém? Qual mundo você vive? Império norte-americano não vale, mas império Otomano tá tranquilo?\r
    \r
    Pelo visto a coerência não é seu forte, não é mesmo?
  • Paulo Sergio  30/01/2012 03:20
    'Pq será que não atacam a Suiça ou o Brasil hein!?'

    O Brasil porque não tem fama de rico, a Suíça porque é um país pequeno que não chama a atenção.Mas quando chama, ela é odiada tanto ou mais ainda que os EUA
    finance.yahoo.com/news/topless-protesters-detained-davos-forum-134449002.html
    Olhem o cartaz da peituda:POBRE POR CULPA SUA
    Os países ricos, as pessoas ricas, sempre vão ser odiadas, não importa o que elas façam.É muita ingenuidade achar que a aversão aos EUA é só porque eles se acham a polícia da terra,no dia que essa desculpa não servir eles vão arrumar outra.Como dizia meu professor de história 'vcs que comem mcdonalds, bebem coca cola, estão sendo manipulados.A dominação econômica é muito mais eficiente que a dominação militar'
  • Fabio  24/01/2012 09:05
    Destruir a economia americana é extremamente pró-EUA...
  • William  29/02/2012 08:40
    Creio que você deve ter sido influênciada pelas idéias do doido do Olavo de Carvalho, que aponta Ron Paul como um espião russo.
    Ron Paul é o único realmente pró-americano, a favor de resgatar a constituição norte-americana, claramente violada pelo intervencionismo cada vez maior. Anti-americanos são seus adversários e os que votam neles...
  • Thyago  23/01/2012 11:20
    Torço por ele...
  • Andre  23/01/2012 11:47
    Esquecer que você tem inimigos ou fingir que eles não existem não é solução, não faz eles desaparecerem como num passe de mágica.

    E o pior: enquanto isso, eles não param de trabalhar contra você!
  • anônimo  23/01/2012 12:14
    Olá, André. Que tal ler o link que o Fernando passou logo acima?
  • Pedro Griese  23/01/2012 14:59
    André \r
    \r
    O EUA, na sua tradição, é uma nação de comerciantes, fazendeiros, agricultores, etc... Os EUA se envolveram apenas em duas guerras externas no decorrer de todo o século XIX. A Guerra do México (1846) e uma tal de Guerra do Caribe (1898).\r
    \r
    O exercito americano era incomparavelmente menor do que exércitos de outros países ate a primeira guerra mundial. \r
    \r
    Foi de 60, anos para cá que os EUA passaram a ser o "monstro" militar que é hoje. E, os maiores inimigos que os EUA já enfrentaram foram: império inglês na independência e a URSS na guerra fria. Na guerra fria, a "arma" americana foi o bom e velho capitalismo mesmo.\r
    \r
    Mas foi da segunda guerra para cá que os EUA passaram a se meter em todo e qualquer conflito no globo, com a ideia de proteger interesses ou "exportar liberdade e democracia" etc, etc... Primeiramente, com o intuído de disputar influencia com a URSS.\r
    \r
    Ora, achar que adotar uma politica de presença militar em todo o globo sem achar que haverá consequências, isso sim é uma ingenuidade. Mais ainda, levou-se ao extremo de declarar guerra a um pais sem a menor razão para isso. Estão procurando armas de destruição em massa no Iraque até hoje. \r
    \r
    e os inimigos de hoje foram aliados ontem e podem ser parceiros comerciais amanhã!\r
    \r
    \r
  • anônimo  23/01/2012 14:21
    Por favor, nós ouvintes do Olavo de Carvalho e leitores desse site, precisamos de uma explicação com relação as acusações contra o Instituto:

    Ron Paul é agente dos Rockefellers? - Olavo de Carvalho
    www.youtube.com/watch?v=3LfCEAduEVo

    Olavo de Carvalho parece Estadista.

    Obrigado!!!!!
  • Luis Almeida  23/01/2012 14:47
    Mas é claro que as acusações procedem, caro anônimo. Você não sabia? Ron Paul é apenas um fake do Putin (na verdade ele é o Putin, só que trajando aquelas máscaras de látex que aparecem na série Missão Impossível), e todos os seus simpatizantes -- inclusive o pessoal aqui do IMB -- recebem fartos subsídios da KGB, além de serem meras marionetes do Kremlin.

    Fora isso, como disse esse brilhante filósofo nesse seu impecável vídeo, a Escola Austríaca é uma mera criação dos Rockefeller -- os quais, apenas para disfarçar, criaram uma escola de pensamento econômico que defende a total descentralização econômica e a completa desestatização monetária ao mesmo tempo em que eles, os Rockefeller, defendem um governo global e um banco central mundial. Percebeu como tudo se encaixa nesse esquema genial?

    Agora, em um tom um pouquinho mais sério: Olavo conhece a Escola Austríaca e sabe que o Ron Paul é seguidor dela (se ele não souber disso, então ele é um completo imbecil que está palpitando sobre um sujeito do qual ele não sabe nem o essencial). Logo, um conhecer da Escola Austríaca e, principalmente, de sua história, dizer que ela é criação dos Rockefeller... o que comentar disso? Ou ele esclerosou de vez ou partiu pra baixaria.

    Isso apenas comprova -- infelizmente -- aquilo que os críticos do Olavo sempre disseram sobre ele: é charlatão, inventa coisas e é movido não pela lógica e pelos fatos, mas pela ideologia. Triste mesmo.


    No mais, olha a Rússia aqui dando seu "apoio" ao Ron Paul. Alguém deveria mostrar isso para o Olavo imediatamente!

    Um Novo Despertar: Rússia alerta que Ron Paul pode levar EUA a guerra civil se for eleito

    Fonte em inglês: www.escapistmagazine.com/forums/read/18.337206-Vladimir-Putin-warns-Ron-Paul-victory-would-lead-to-American-Civil-War


    Atente para o trecho em que o Putin diz que Ron Paul "é o novo Hitler". Ou seja: O Putin apoia o Ron Paul chamando-o de novo Hitler. Mas ambos são a mesma pessoa, lembre-se disso!


    Pobre Olavo... já deu o que tinha de dar. A idade chegou e seu tempo já era. Infelizmente.
  • Paulo Sergio  23/01/2012 17:52
    Essa fonte em inglês é um fórum, onde qualquer um escreve o que quiser, e sendo que o usuário que escreveu isso tinha uma credibilidade tão grande que foi banido
  • Anonimo  23/01/2012 15:25
    O Newt Gingrich é citado expressamente no livro "A verdadeira história do clube de Bilderbeg" como um importante membro dessas organizações secretas. E aí, então ele também é representante dos Rockefeller? E o Olavo de carvalho o considerados o menos pior. Qual a lógica?
  • Flávio  23/01/2012 15:28
    Concordo com tudo q está no texto.
    Mas, como nem tudo são flores ele pretende repelir roe v. wade e proibir o aborto...
  • anônimo  23/01/2012 15:42
    Ou seja, ele pretende deslegitimizar o homicídio sancionado pelo estado. Nada mais coerente com sua posição pró-vida. Ele é contra o homicídio de muçulmanos assim como é contra o homicídio de bebês.
  • Alvaro  24/01/2012 06:43
    Acho que vale a pena ver seus argumentos sobre a questão do aborto:

    mises.org.br/Article.aspx?id=241

    E tem um discurso no youtube em que ele diz que, ao estudar medicina, sempre foi orientado a cuidar de dois pacientes como um obstetra (a mãe e o bebê).
    Isso denota muito como os valores mudaram ao longo dos tempos.

    e Ron Paul acha na verdade que a questão do aborto deveria ser decidida estado por estado, e argumenta que inclusive este seria um meio mais rápido para proibir amplamente esta prática em grande parte do território americano.
  • Rhyan  24/01/2012 08:00
    Não, ele acha que a questão do aborto é estadual.
  • Alexandre M. R. Filho  24/01/2012 08:49
    Estadual, municipal, federal, distritial, zonal etc. faz alguma diferença pra idéia de que haverá coerção num determinado sentido?
  • Luis Almeida  24/01/2012 08:56
    É coerção proibir o homicídio de inocentes?
  • Absolut  24/01/2012 12:15
    Qual mal é menor:
    1 - obrigar uma mãe a cuidar de um ser humano em seu ventre [será que alguém realmente acha a reprodução humana um mal?!?]; ou
    2 - matar esse ser humano (inocente e de inocência conhecida) no ventre?
    Certamente o 1° mal (que não é mal nenhum!) é infinitamente menor.
  • mcmoraes  24/01/2012 13:08
    Qual mal é menor:
    1 - obrigar uma mãe a cuidar de um ser humano, que seja indesejado por ela (por um motivo qualquer, que só cabe à mãe julgar), em seu ventre [será que alguém realmente acha a reprodução humana um mal?!?]; ou
    2 - matar esse ser humano (inocente e de inocência conhecida) no ventre?
    3 - achar que existe uma resposta correta para essa questão, em termos gerais, que se aplique em todos os casos?

    Certamente eu não sei a resposta.
  • Tiago RC  24/01/2012 01:40
    Eu espero que o Ron Paul, mesmo caso ele não seja aceito pelos republicanos, ao menos tente uma candidatura como independente. Eu sei que como independente a chance de ganhar é mínima, mas ele poderia provocar um desequilíbrio nesse sistema bi-partidário americano. Eu imagino que uma boa parte da população por lá já está farta tanto dos democratas quanto dos republicanos.
  • José Ricardo das Chagas Monteiro  24/01/2012 03:15
    Saudações, viva a liberdade! Cuidado com aqueles que vocês escolhem para bajular e seguir; atenção para com o medo da conspiração; não há como descobrir a verdade consultando apenas uma fonte,faz-se necessário ler e pensar os artigos contra;cuidado para não se transformar em um patrulheiro ideológico,acabam virão prosélitos imbecilizados.
  • José Ricardo das Chagas Monteiro  24/01/2012 09:34
    correção: virando, e não "virão"
  • Felipe  24/01/2012 05:00
    Amigos, a opinião do Olavo de Carvalho sobre o Ron Paul está aqui:

    www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/12733-mais-um-homem-de-duas-cabecas.html

    O Olavo não combate a Escola Austríaca. O que ele sustenta é a existência de uma tentativa de manobrar os libertários com um discurso econômico pró-Escola Austríaca - que, se implementado, levaria a grandes sucessos econômicos - para fragilizar os EUA no campo externo e, com isso, favorecer os inimigos da liberdade em outras áreas do Globo.

    Quanto à Escola Austríaca em si mesma, ele a conhece e defende. Tanto é assim que, em seu site, ele já escreveu vários textos em louvor às ideias de Mises e Hayek.

    Abraços.
  • Nyappy!  25/01/2012 09:19
    Olavo de Carvalho não merece o respeito de ninguém aqui.

    Abraços.
  • anônimo  24/01/2012 10:39
    Tenho um conhecido anarquista (mutualista). Não conhecia o Ron Paul, mas ao ouvir, por mim, falar que Olavo de Carvalho desaprovava este, disse: pro Olavo repudiar, esse homem deve prestar.

    A questão que não quer calar: será que o Olavo ainda é um agente do comunismo disfarçado de conservador?
  • Paulo Sergio  25/01/2012 03:47
    'Tenho um conhecido anarquista (mutualista). Não conhecia o Ron Paul, mas ao ouvir, por mim, falar que Olavo de Carvalho desaprovava este, disse: pro Olavo repudiar, esse homem deve prestar.'

    Exemplo perfeito de argumentum ad hominem.
  • anônimo  25/01/2012 10:50
    E eu lá estou argumentando algo? Estou relatando um fato que me pareceu muito engraçado. Já não é a primeira (nem segunda) vez que vejo você acusando alguém de agir com falacias, sem ter razão pra tal. Quanto mimimi... que mania feia.
  • Paulo Sergio  25/01/2012 12:31
    'e eu lá estou argumentando algo?'
    Nem eu disse que a falácia era sua

  • ademir  24/01/2012 13:22
    qual a posição de ron paul a respeito da guerra as drogas?
  • Luis Almeida  24/01/2012 13:35
    Não é função do governo federal legislar sobre isso, mas sim dos governos estaduais.

    Ron Paul não pode legalizar as drogas simplesmente porque, de acordo com a Constituição americana, este é um assunto que cabe aos estados, e não ao governo federal. Constitucionalmente, o governo federal não tem autoridade nenhuma para legislar sobre drogas. Ron Paul, portanto, quer apenas retirar o governo federal da imbecil guerra contra as drogas, que só serviu para comer dinheiro de impostos e não trouxe resultado efetivo algum. Os estados é que devem estipular suas leis. Ao menos em teoria, os EUA ainda são uma federação.
  • Willian  24/01/2012 20:19
    Vou repetir uma questão colocada aqui e no MSM (o site do Olavo e dos conservadores).Quando é que os libertarios vão entender que sem valores morais, familia, tradição e religião não existe capitalismo muito menos libertarianismo? Quando é que os conservadores entenderão que o Estado(por mais mínimo que seja) é o grande inimigo da família, tradição, valores morais e religião? Quando as duas tribos encontrarem a resposta, e se encontrarem, teremos o exército da liberdade em ação!
  • Leandro  24/01/2012 20:27
    Prezado Willian, é a liberdade econômica o que dá sustento e longevidade às tradições culturais e religiosas, principalmente a ética judaico-cristã. Estatize a economia, e a tradição e as liberdades individuais vão embora.

    Basta ver que, nos países comunistas, a primeira coisa que fizeram foi estatizar a economia. Depois, só depois, é que começaram a atacar a cultura, as tradições e a religião. Foi assim na URSS, no Leste Europeu, na China, no Leste Asiático e em Cuba. Fizeram assim também no Chile, onde o problema só foi contornado pelo uso da violência (e não tinha outra maneira).

    Pode-se contra-argumentar dizendo que a esquerda mudou de tática, e que ela agora aposta na revolução gramsciana, não atacando diretamente a economia. Ora, é verdade que atualmente a esquerda não parte para a estatização direta da economia; porém, a estatização continua acontecendo, apenas num ritmo mais lento. E é isso que também deve ser combatido. É essa progressiva estatização o que permite o avanço das ideias esquerdistas. A deterioração da cultura e da tradição anda junto com a deterioração das ideias econômicas (basta ver o nível dos esquerdistas que comentam neste site; nenhum sabe se expressar corretamente). Não é possível se concentrar em apenas um lado (cultura e tradição) e ignorar o outro lado (as ideias econômicas). A cultura e a tradição não sobrevivem em um ambiente de forte presença estatal. É a defesa dos sólidos pilares econômicos o que permite que as tradições sejam mantidas.

    (Veja os EUA atualmente. O estado cresceu, a economia estagnou e a moral ali está sumindo em velocidade espantosa. Exatamente como o previsto).

    E a atual safra de conservadores (bem diferente da original tradição conservadora) não parece se importar com isso (aliás, eles atacam justamente quem se importa com isso). Só podemos lamentar. Podíamos ser aliados, mas eles preferiram nos atacar no campo econômico. Paciência.
  • anônimo  25/01/2012 04:27
    Concordo plenamente com tudo que você disse Leandro, e é triste ver conservadores de grande gabarito como o próprio Olavo De Carvalho acreditando que ainda existe futuro para a democracia representativa, algo que é descrito pelos socialistas como trampolim para a ditatura do proletariado. Porém esta nova geração de políticos libertários não pode ter a ingenuidade de um Ron Paul, que acha que a coisa pode ser feita de forma unilateral. Não é à toa que Putin torce descaradamente pela sua vitória, acabar com o Estado repentinamente em território americano seria simplesmente criar um vácuo a ser preenchido por um Estado invasor. O processo, infelizmente, precisa ser lento, gradual e universal, as idéias libertárias precisam se difundir globalmente antes de serem postas em ação, dez mil anos de cultura estatal não desaparece da noite para o dia. Há ainda um grande adversário a ser enfrentado no longo prazo, o Islã, que não aceita a divisão entre religião e estado (e muito menos o fim deste).
  • Luis Almeida  25/01/2012 04:40
    O Putin torce descaradamente para o Ron Paul chamando-o de novo Hitler e dizendo que sua vitoria gerará guerra civil? Interessante seu conceito de torcida. Mais interessante ainda é você se julgar tão sabido.

    Um Novo Despertar: Rússia alerta que Ron Paul pode levar EUA a guerra civil se for eleito

    Fonte em inglês: www.escapistmagazine.com/forums/read/18.337206-Vladimir-Putin-warns-Ron-Paul-victory-would-lead-to-American-Civil-War


    Atente para o trecho em que o Putin diz que Ron Paul "é o novo Hitler".
  • Willian  25/01/2012 07:07
    Olha Luís Almeida esta história do Putin com o Ron Paul já está virando comédia,primeiro o cara rasga elogios ao candidato, depois o chama de "novo Hithler", sinceramente não sei onde está a verdade nisto tudo; o que eu acho é que o Putin deve estar desesperado vendo as bases de seu poder ruir a cada dia, o cara está precisando de uma guerra urgentemente, e nada melhor do que um opositor que promete tirar seu time de campo, você não acha?.
    Com relação ao Ron Paul, a esta altura do campeonato suas chances de vitória são mínimas, mas como diz o texto, é bom saber que o ideal libertário está se difundindo entre os americanos, quem sabe na próxima eles(libertários) não escolham um candidato mais esperto que não prometa ao seu país entregar os pontos no jogo da política internacional. Eu como libertário sonho um dia viver num mundo sem estados, mas enquanto este dia não chega, sei pra que lado torcer. Transformar os Estados Unidos no país mais bonzinho da terra não vai fazer com seus inimigos desistam de destruí-lo. O jogo das nações, infelizmente, continua e nós só podemos torcer para os Yankees, ou alguém acredita que a Rússia, China ou os estados islâmicos vão contribuir para a difusão do Libertarianismo.
  • Conservador  24/05/2012 09:48
    "Prezado Willian, é a liberdade econômica o que dá sustento e longevidade às tradições culturais e religiosas, principalmente a ética judaico-cristã. Estatize a economia, e a tradição e as liberdades individuais vão embora."

    Se a culpa é da intervenção do Estado, entao pq no mercantilismo, no século XVI e XVII, na época do Henrique VIII, Elizabeth I, na Inglatera, e de Luis XIV na França, qdo a economia era mais estatizada, a ética e as tradições culturais e religiosas cristãs eram mais respeitadas?
  • Leandro  24/05/2012 10:50
    Você está dizendo achar estranho que monarquias absolutistas -- em uma época em que não havia separação entre estado e Igreja -- mantiveram as tradições culturais e religiosas?!

    Ademais, em que sentido as economias da época eram mais estatizadas que hoje? Certamente, em termos da carga tributária e gastos do governo é que não eram...
  • Conservador  24/05/2012 12:22
    Claro que já havia separação entre Estado e Igreja. Henrique VIII, por exemplo, rompeu com o Papa.

    Vc disse: "Estatize a economia, e a tradição e as liberdades individuais vão embora." Vamos à atualidade, observe a geografia global: países como o Irã, Índia, Paquistão tem economias mto mais estatizadas do q países como a Austrália, Nova Zelândia, Suíça, Holanda... e quem é q mantém as suas tradições culturais e religiosas?
  • Leandro  24/05/2012 12:33
    Como assim?! Henrique VIII foi simplesmente o fundador de uma nova religião, a anglicana! Ele se tornou ninguém menos que o líder da Igreja Anglicana. Isso é separação entre estado e Igreja?

    Quanto à sua segunda pergunta, a resposta é: nenhum. Nenhum destes países manteve liberdades individuais e tradições intactas. Todos degringolaram (principalmente o Irã -- compare o país atual com o país da década de 1960, por exemplo). Austrália e Holanda não eram como são hoje (se isso é bom ou ruim, vai de cada um). Ou eu estou delirando?
  • Conservador  24/05/2012 12:50
    O Henrique VIII se separou da Igreja, ele rompeu com o Papa. E o fato dele ter criado uma nova religião mostra como o poder da Igreja Catolica sobre Rei era quase nulo. Ele criou o anglicanismo e a Igreja Católica não fez nada, apenas excomungou o Rei.

    O Irã hoje é mais tradicional do que nos anos 60 e 70. Por exemplo, até a Revolução Islamica havia uma zona conhecida chamada Shahr-e-no, que depois foi fechada. Por outro lado, a Holanda é isso q a gente vê hj...

    "Austrália e Holanda não eram como são hoje (se isso é bom ou ruim, vai de cada um)"
    Sei lá o q vc quer dizer entre parênteses, só sei q a Austrália e principalmente a Holanda já abandonaram as tradições judaico-cristã faz tempo e isso é mto ruim.
  • Erick Skrabe  25/01/2012 07:49
    "Quando é que os libertarios vão entender que sem valores morais, familia, tradição e religião não existe capitalismo muito menos libertarianismo?"

    Quando deixarem de ser libertários e virar NeoCons.


    "Quando é que os conservadores entenderão que o Estado(por mais mínimo que seja) é o grande inimigo da família, tradição, valores morais e religião? "

    Achei que os conservadores tradicionais já tivessem entendido.
  • Rhyan  25/01/2012 10:42
    Não entendo qual a dificuldade em existir uma sociedade libertária com valores seculares e individualistas. Não entendo essa importância toda que dão à cultura judaíco-cristã, como se ela tivesse uma importância vital para liberdade econômica. Hong Kong e Singapura estão aí para provar isso. As leis econômicas funcionam em qualquer ambiente cultural.



  • Catarinense  25/01/2012 13:39
    Bom, o fato destes dois países terem sido colônias do império britânico não deve ter muito a ver com a situação atual... Essas ex-colônias britânicas nunca tiveram muito sucesso no âmbito econômico, não é mesmo?
  • Rhyan  25/01/2012 15:42
    Estou falando da cultura...
  • Rhyan  25/01/2012 15:52
    Sem falar que o judaísmo vê o cristianismo como uma farsa. O cristianismo existe em tantar formas que acaba entrando em contradição. Católicos e protestantes acham que só essas versões cristãs são válidas. (Tá certo que alguns da icar vê o protestantismo como uma seita).

    Neocon conseguiram expandir, de forma gramsciana, esse mito de que a "cultura" judaíco-cristã é fundamental para existir liberdade econômica. Não é, e as próprias leis econômicas deixam isso claro.
  • void  25/01/2012 15:59
    Bem, Belize e Jamaica também foram colônias britânicas, são cristãs e...
  • Roberto  25/01/2012 17:19
    palestina, india tbm e...
    Existe uma coisa que os Eua, Austrália, Hong Kong tem e se chama proteção a propriedade. Não adianta ser ex-colônia britânica, não adianta ser cristã, não adianta ser, tem que ter proteção a propriedade.
  • Catarinense  27/01/2012 05:53
    Deixa eu ver, aqueles países que foram colonizados pelos britânicos experimentaram ao longo de sua história longos momentos de liberdade e prosperidade econômica. Outros que serviram como portos ou foram dominados, isto é, não foram amplamente colonizados, não experimentaram o mesmo nível de liberdade e prosperidade econômica. Isso diz algo, não? Quanto aos tigres asiáticos, seu sucesso não foi resultado direto da implantação de políticas que visavam atender a uma necessidade dos europeus, no caso, um hub para os negócios com a ásia? Creio que isto afirma a posição do Rhyan, que as leis econômicas funcionam em qualquer ambiente cultural, da qual eu não discordo, nem discordo de que o país não precisa ser necesariamente cristão para que os ideais libertários sejam aplicados. Porém não dá pra negar que numa sociedade cristã estes valores encontram uma facilidade maior de serem adotados do que, por exemplo, numa sociedade muçulmana. Sem falar que os valores libertários, bem como a escola austríaca se desenvolveram em sociedades que respeitavam esses valores, propiciando um ambiente onde pudesse acontecer a reflexão, além da moral e ética da sociedade, além da cultura, servir como base para o desenvolvimento destes valores. Não seria esta a razão para a importância dada à cultura judaico-cristã? ( Concordo com você, Rhyan, que a palavra judaico-cristã chega a ser antagônica, se estudarmos a fundo ambas as religiões, mas discordo que o cristianismo entra em contradição, pois a Bíblia é uma só, quem se contradiz são os pregadores, por falta de estudo dos mesmos, na maioria dos casos. )
  • Roberto  31/01/2012 08:14
    A sociedade cristã ocidental, existem varias escolas do cristianismo no oriente e na África desde os primórdios do cristianismo, e não sei se o termo judaico-cristão é coerente muito menos para o ocidente. Essa sociedade já foi teocrática, absolutista, feudal... Não creio que o cristianismo em nenhuma de suas escolas tenha mudado ao longo do tempo, sim o indivíduo e seus meios de ensino evoluíram de tal forma que caminharam para o liberalismo. Do contrario estariam os senhores afirmando uma heresia, afirmando que a interpretação bíblia e a imagem de Cristo foram alteradas no decorrer do tempo no processo cultural, coisa que já levou muitos para fogueira. Também sugere que um padre, pastor, missionário... de esquerda está em falta com sua religião, o que é uma falta de respeito com os respectivos cleros e seus praticantes. Posso sim concorda que o oriente se desenvolveu sempre para o comunismo, numa forma bem menos dogmática que o marxismo, basta observar que o xintoísmo, taoísmo, budismo, hinduísmo entre outros, são voltados para comunidades solidárias(o que não impediu que o japão virasse liberal). Já a África, coitados não saíram das tribos.
  • Catarinense  05/02/2012 06:28
    Roberto,

    (...)afirmando que a interpretação bíblia e a imagem de Cristo foram alteradas no decorrer do tempo no processo cultural,(...)

    Quando alguém lê a Bíblia, constata que é isto mesmo que ocorreu. Cristo mesmo não foi crucificado por divergir e criticar as autoridades religiosas da época? Hoje a história não seria diferente. A teologia da libertação é um exemplo de distorção, que prega o paraíso na terra.

    (...)Também sugere que um padre, pastor, missionário... de esquerda está em falta com sua religião, o que é uma falta de respeito com os respectivos cleros e seus praticantes.(...)

    Não entendi, eles são dignos de respeito somente pela atividade que fazem?


    (...)Não creio que o cristianismo em nenhuma de suas escolas tenha mudado ao longo do tempo,(...)

    O que mudou foi o acesso à informação, que provocou as mudanças nas autoridades religiosas, bem como o surgimento do grande número de igrejas.

    Abraços!
  • Hay  24/05/2012 11:56
    Deixa eu ver, aqueles países que foram colonizados pelos britânicos experimentaram ao longo de sua história longos momentos de liberdade e prosperidade econômica. Outros que serviram como portos ou foram dominados, isto é, não foram amplamente colonizados, não experimentaram o mesmo nível de liberdade e prosperidade econômica. Isso diz algo, não?

    Eu acredito que o problema não estava no fato de a colônia ter servido para exploração ou não. O problema está na estrutura herdada dos impérios. No Brasil, por exemplo, essa estrutura era fortemente hierárquica, as terras eram divididas entre os membros da monarquia ou pessoas ligadas à monarquia, e o cidadão comum tinha que se sujeitar. Isso não aconteceu da mesma maneira nos EUA. Alguns na época certamente faziam as mesmas objeções que hoje são feitas aos libertários. Se você perguntasse a um inglês o que ele imaginava que iria acontecer com o Mayflower e a terra onde ele fosse aportar, a resposta lembraria aquela que é atribuída a uma possível sociedade anarcocapitalista ou mesmo a uma sociedade minarquista: instalaria-se naquela terra o caos, o terror, a morte, as doenças e a decadência, ninguém respeitaria ninguém, pois não haveria uma entidade central forte para defender os mais fracos.
  • Gustavo Sauer  27/01/2012 06:57
    Não há impossibilidade alguma em existir prosperidade sem religião. Religião nenhuma é pré-requisito para liberdade e prosperidade.
  • Catarinense  28/01/2012 15:49
    (...)Religião nenhuma é pré-requisito para liberdade e prosperidade.(...)

    Correto. Temos o excelente exemplo de países sem religião, como a URSS, ou a China comunista, que deram muito certo nos campos mencionados. E outros países religiosos que não deram nada certo, como EUA, Inglaterra e Alemanha.
  • void  28/01/2012 18:37
    Poxa, Catarinense, desconsiderou a religião comunista e seus ídolos?
  • Gustavo Sauer  30/01/2012 05:31
    Você realmente acha que um país socialista fracassou por não seguir nenhum manuscrito religioso?!
  • Hay  30/01/2012 05:53
    Você realmente acha que um país socialista fracassou por não seguir nenhum manuscrito religioso?!

    Eu diria que havia uma espécie de religião em quase todos os países socialistas. Os "grandes líderes" eram elevados à categoria de semi-deuses. Havia uma intensa máquina de propaganda e lavagem cerebral que tinha como objetivo transformar os cidadãos em "felizes servos" dos partidões. Resumindo: esses regimes eram, digamos, teocráticos.
  • Catarinense  30/01/2012 14:04
    (...)Você realmente acha que um país socialista fracassou por não seguir nenhum manuscrito religioso?!(...)\r
    \r
    Não. Os países comunistas fracassaram por que a teoria comunista é inviável. A teoria comunista exige que a população sancione o roubo e a violência. Um país cristão está melhor protegido contra a tomada de poder e consequente implantação do regime do que um país não cristão. O socialismo nórdico deu certo por um tempo pois o cristianismo serviu como uma espécie de freio para a roubalheira. Vide o que está acontecendo por lá agora, que os ateus estão ganhando influência. O cristianismo está sendo deixado de lado por toda a europa. Acha que é coincidência o que está acontecendo por lá? Os ateístas deviam estar exultantes com o estado da sociedade brasileira. Afinal, é o mais puro reflexo de anos de luta pelos esquerdistas para tirar Deus da vida da sociedade. O cristianismo traz paz e prosperidade. Quando é deixado de lado, as coisas costumam desandar. Além do mais, não se pode colocar o cristianismo no mesmo nível das outras religiões. O cristianismo é a única religião que admite que o paraíso não pode e não será construído na terra. E isso faz uma tremenda diferença.
  • Gustavo Sauer.  30/01/2012 18:31
    O problema da Europa é o avanço do socialismo. Apenas isso.
  • Guilherme Shibata  30/01/2012 20:34
    Se pelo menos o Brasil fosse capitalista ou seguisse a Escola Austríaca, eu acharia fantástico a Europa e os EUA afundando no socialismo...
  • Gustavo Sauer  31/01/2012 06:26
    O socialismo é expansionista. Quanto mais países rumarem para o socialismo, maior a instabilidade na economia mundial e maiores as possibilidade de novos conflitos armados. Nenhum libertário pode ver com prazer o avanço do socialismo nas regiões mais influentes e ricas do planeta.
  • Catarinense  05/02/2012 06:34
    Gustavo, uma curiosidade minha, qual seria, pra você, a base da ordem, numa sociedade atéia? Por quê ela não acabaria encaminhando-se para uma ditadura, ou mesmo para um governo socialista? O que impediria as pessoas de cobiçar as posses do próximo, de achar que teriam alguma espécie de direito sobre a riqueza alheia? De achar o roubo justificável?
  • Rhyan  05/02/2012 09:52
    Sociedade ateísta? Acho que a grande maioria dos ateus só querem um estado laico.
  • Gustavo Sauer.  05/02/2012 11:28
    Eu não acredito que a maioria das pessoas são potenciais criminosos, com nenhum respeito a vida ou a propriedade alheia, e tudo que as impede de cometer crimes é o medo do estado ou de Yahweh. Se isso realmente fosse verdade, os homens ainda estariam vivendo como animais selvagens na natureza.

    Se a crença em um deus fosse necessário para manter a ordem, Noruega, Suécia e Japão seriam países mergulhados no caos e no crime (visto que são países onde a grande maioria da população não acredita em divindades).

    Os homens são capazes de viver harmoniosamente em sociedade. Primatas são seres gregários que evoluiram usando a cooperação como meio de sobrevivência. Alguns economistas acreditam que as trocas voluntárias foram um dos fatores que fez com que o homo sapiens conseguisse superar as outras raças hominídeas. (www.newscientist.com/article/dn7221-free-trade-may-have-finished-off-neanderthals.html)

    É bom lembrar que os primeiros escritos da humanidade foram registros de propriedade privada.

    Enfim, a hipótese que é necessário religião para que as pessoas possam ter um comportamento moral é falsa.


  • Catarinense  05/02/2012 14:28
    Então a base da ordem, basicamente, seria a crença de que as pessoas são inerentemente boas e que não querem causar o mal ao próximo. É isso?
  • Gustavo Sauer.  06/02/2012 05:39
    Sim. Como eu disse, se não existisse essa natureza cooperativa entre humanos, acho que não teríamos chegado aonde estamos.

    Em resposta ao amigo Void,
    Não acho que essa discussão seja inútil. Há inúmeras teses tentando relacionar os efeitos da religião com a prosperidade dos países.
  • Rhyan  05/02/2012 09:47
    Não faz sentido falar isso. O ateísmo não tem doutrinas, muito menos políticas. É como se eu falasse que o nazismo era católico logo estados católicos causam extermínio de judeus.

    E realmente da pra fazer boas comparações com a religião e o marxismo, mas tô com preguiça de escrever isto agora.
  • Rhyan  05/02/2012 09:48
    E ele não disse que um países não-religioso garante prosperidade.
  • void  05/02/2012 14:06
    Só pra constar:

    Dizer que "religião nenhuma é pré-requisito para liberdade e prosperidade" não é o mesmo que dizer que o ateísmo é pré-requisito. Só significa que "religião nenhuma é pré-requisito para liberdade e prosperidade". Não é difícil entender.

    E da mesma forma que se diz isso, é possível dizer "ateísmo não é pré-requisito para liberdade e prosperidade" e ainda assim não está excluído o fato de que "religião nenhuma é pré-requisito para liberdade e prosperidade".

    O objetivismo é ateu e possui princípios que guiam para liberdade e prosperidade. O socialismo também é ateu, no entanto...

    O Cristianismo, de uma maneira geral, advoga alguns princípios que são fundamentais para para liberdade e prosperidade, ao passo que, dentro do próprio cristianismo, existem princípios e seitas/movimentos - como a Teologia da libertação, a "esquerda cristã" etc - que representam justamente o contrário.

    Portanto, na minha humilde opinião, esta discussão toda é inútil.
  • Nyappy!  25/01/2012 09:33
    Francamente, essa galerinha olavete me tira do sério, ela engole tudo que aquele velho joga e depois vem aqui apoiar políticas neoconservadoras, defender o militarismo e ainda se vê no direito de criticar o Libertarianismo.

    "HERP DERP, o olavinho gosta da economia austriaca, ele só não gosta do libertarianismo porque ele é realista"

    Realista? Falir um país é realista? Dizer que o Lula "entende de economia" e que Ron Paul é comparável ao mesmo é realista? Quando eu era esquerdista eu simplesmente não gostava dele, mas hoje que sou 'direitista' ele simplesmente me tira do sério.
  • Nyappy!  25/01/2012 10:21
    Um Ex-Chefe da CIA que comandou a operação de caça ao Bin Laden diz que os EUA "estão lutando com um inimigo que não existe":



    Aí depois o Olavo diz que os muçulmanos querem destruir a civilização ocidental enquanto puxa o saco do George H. W. Bush e promove políticas militaristas que servem somente para enriquecer o Complexo Militar Industrial.

    O não-intervencionismo é uma política claramente advogada por verdadeiros conservadores, como os conservadores do Contitution Party que é um partido que nada mais é que os antigos conservadores desgostosos com a política neoconservadora atual do Partido Republicano.

    Aliás, o Neoconservadorismo é uma ideologia fortemente influenciada por Leon Trótski e não deveria nem ser chamada de "conservadorismo" como Ron Paul mesmo alerta:


    Olavo de Carvalho é simplesmente um Zé Povinho maria-vai-com-as-outras e suga bolas de Israelitas, só isso.
  • anônimo  25/01/2012 12:22
    Olha, até pouco tempo eu fui sentindo isso do Olavo tb, ele tem um perfil todo neoconservador, apesar de dizer que não.

    E essa característica de fazer guerra é diretamente compatível com o esquema global hegeliano. As guerras sempre resultam em mais controle, como a ONU.

    E tem outra coisa que deve ser levada em consideração, Olavo faz zombaria com quem diz que as torres gêmeas foram implodidas, sendo que é evidente que foi, pode ser visto em vários vídeos.

    Essas faltas de lógica na sua filosofia deixam bastante a desejar.
  • Roberto  25/01/2012 17:23
    Explodida? insinua que os EUA explodi sua própria torre? É de se zombar...
  • anônimo  25/01/2012 17:58
    Veja o vídeo e retire suas conclusões.

    youtu.be/Zv7BImVvEyk
  • mcmoraes  26/01/2012 04:57
    @Roberto: "...Explodida? insinua que os EUA explodi sua própria torre? É de se zombar..."

    Não vejo motivo nenhum para zombaria. Os caras destroíram a sua própria moeda e o sistema educacional; além de terem limpado a própria bunda com a constituição e a carta de direitos individuais (só falta agora tocar fogo nelas com cerimônia e tudo). Sendo assim, não há problema algum em pensar que eles detonaram as torres e uma das paredes do Pentágono. Além disso, você não acha no mínimo curioso que exatamente após míseros 10 anos após o ataque eles tenham aprovado a lei que permite a prisão de qualquer americano dentro ou fora dos EUA sem acusação formal? É muita coincidência para que você diga que há motivo para zombaria; a menos que você seja uma espécie de hiena, aqueles seres divertidos que comem merda e acham graça.
  • Nyappy!  25/01/2012 18:17
    Bem, acreditar que ataque às torres gêmeas são trabalho interno eu não acredito, apesar de me manter aberto as evidências.

    Mas o fato é que sendo interno ou sendo mesmo um ataque terrorista, os EUA(o governo) usaram isso como uma desculpa para começar a guerra no Iraque e no Afeganistão, que hoje não faz o mínimo sentido. O Olavo de Carvalho é um perdido ideologicamente, um cara que advoga o militarismo fascista neoconservador. Não sei se faz isso com boas intenções e é apenas um Zé Povinho mesmo, já que é sustentado por muitos órgãos judaicos de São Paulo.

    Não quero parecer antissemita aqui, mas já ouvi muitas entrevistas de representantes da comunidade judaica no Brasil em rádios DEFENDENDO toda a intervenção dos EUA e Israel na Palestina e no oriente médio, ficando claro que há um movimento neoconservador muito forte espalhado pelo mundo, muitas vezes propagados por esses representantes de Israel. A questão não é condenar Israel ou os Judeus, a questão é condenar esses meliantes que se utilizam de sua influência para propagar ideologias odiosas pelo mundo, judeus ou não.
  • anônimo  25/01/2012 19:26
    "já que é sustentado por muitos órgãos judaicos de São Paulo."

    Da onde vc tirou essa informação!??!
  • Paulo Sergio  26/01/2012 10:12
    "já que é sustentado por muitos órgãos judaicos de São Paulo."
    Da onde vc tirou essa informação!??!
    (2)
  • Erick Skrabe  30/01/2012 20:07
    Eu admiro muito o Olavo, o que não quer dizer que absolutamnete tudo que ele fale esteja certo. Aliás cada vez mais tenho que ligar o "filtro".

    Por exemplo: o ano passado ele estava criticando o Fórum da Liberdade (! ! !) só porque não era um "trabalho de base".

    Quanto ao 11 de setembro eu acredito que há muita coisa mal contada, mas daí a sair por aí fazendo afirmações e tirando conclusões (e guerras) já é outra história.
  • Willian  25/01/2012 19:06
    "Não entendo qual a dificuldade em existir uma sociedade libertária com valores seculares e individualistas. Não entendo essa importância toda que dão à cultura judaíco-cristã, como se ela tivesse uma importância vital para liberdade econômica. Hong Kong e Singapura estão aí para provar isso. As leis econômicas funcionam em qualquer ambiente cultural. "
    São os valores morais( que não precisam ser exatamente judaico-cristãos) e a tradição que define as bases cognitivas de uma civilização, sem estes uma determinada cultura simplesmente perde o rumo, dilapide as bases civilizacionais de um povo e você poderá fazer o que quiser com ele. Nenhum país adere ao movimento revolucionário sem antes ter sua cultura dilapidada. Se você convence um sujeito de que a escola pode decidir a preferência sexual do seu filho, ele não vai se importar de entregar metade de tudo o que produz ao estado.
  • anônimo  26/01/2012 16:52
    A única coisa que me preocupa é em relação ao padrão ouro. Tenho diversas dúvidas se isso não estabeleceria diretamente o controle dos maiores possuidores de ouro do mundo sobre aquela economia. Quem não possuir ouro, o que vai acontecer? O ouro também não pode sofrer falsificações? Não se pode continuar a reprodução do sistema de reservas fracionárias mesmo que a moeda seja lastreada pelo ouro? Não seria um sofá de pudim para Rothschilds e seus amigos que esvaziaram o Fort Knox?
  • Matheus Polli  26/01/2012 20:11
    A resposta a suas dúvidas estão nos artigos do site.
  • anônimo  26/01/2012 22:53
    E a sua resposta não foi nem sim, nem não. Mas ok, vou deixar o que Bill Still diz em seus filmes de lado e PESQUISAR!
  • Romolo Saporito  04/02/2012 15:24
    Como dizia um personagem do comunista jô

    Tirou daqui oh.

    Parabém Professor
  • Rhyan  05/02/2012 09:55
    A identação dos comentário é bem estranha.
  • void  05/02/2012 14:40
    Realmente. As respostas ficam, muitas vezes, embaralhadas.
  • Paulo Sergio  05/02/2012 14:24
    RP disse que devia ter batido nesse cara.

    www.youtube.com/watch?v=F7RnlPQCKBQ
  • 1berto  06/02/2012 13:16
    Eleito ou não só o fato de um candidato falar de maneira tão aberta sobre economia 'de verdade' já é um alento para o mundo. Nem no Brasil, nem na Europa alguém que é candidato a presidente sequer conhece tanto da escola austríaca. O que mais me arrepia são os vídeos antigos do Ron Paul (desde a década de 90) em que ele faz previsões praticamente literais sobre os caminhos da economica dos EUA... Se metade dos eleitores vissem aqueles vídeos seria difícil que ele não fosse eleito.
  • Guilherme Shibata  08/02/2012 10:16
    Esquerdistas atacando Ron Paul sobre o fim do Fed e dos BCs...

    www.cartacapital.com.br/economia/por-que-acabar-com-o-bc-dos-eua-nao-e-uma-boa-ideia/
  • anônimo  08/02/2012 11:09
    Ninguém aqui pode se dizer surpreso.\r
    \r
    Está escrito no Manifesto Comunista que, para se chegar ao comunismo, o Estado precisa monopolizar o crédito.\r
    \r
    Como monopolizar o crédito sem um banco central e uma moeda de curso forçado?\r
    \r
    E que piada chamar Ron Paul de "direita"...
  • Ewerton Alipio  08/02/2012 11:51
    Não quero entrar no mérito do problema Fed e nem tecer comentário a respeito da ignorância do sr. Gabriel Bonis em economia básica - este site possui farto material sobre o assunto. Vejam só isto:

    "Um tipo de ideia com alto potencial de repercução em tempos de eleição presidencial, abraçada por Ron Paul, pré-candidato republicano à Casa Branca e autor de um livro sobre o tema, que reflete a essência do Estado mínimo típica do Tea Party".

    "Repercução"?! Hehehe, não é por acaso que o articulista em questão está na CartaCapital...
  • Fernando Chiocca  08/02/2012 14:58
    Segundo o acadêmico, a autorização eliminaria o monopólio do governo em imprimir moeda para aumentar suas reservas e pagar contas. Não menciona, porém, que os EUA inundaram o mercado de dólares na crise de 2008 e utilizaram essa liquidez para salvar o gigante City Group, entre outros bancos menores.

    Foi impressão minha ou ele se refere a este "porém" de maneira negativa, como se fosse ruim não resgatar uma bilhonária instituição financeira falida com dinheiro das outras pessoas??

    Antonio Carlos Alves dos Santos, doutor em economia e professor da PUC-SP, discorda. "Esse sistema provocaria uma concorrência para estabelecer a melhor moeda, a com maior credibilidade. Ao final deste processo, haveria um único banco com moeda em credibilidade no mercado", diz.

    "No melhor dos cenários, haveria quatro bancos imprimindo moedas, mas ao longo prazo, seria um monopólio privado", completa.


    Ou seja, o sistema não funcionaria, pois ele resultaria num monopólio, igualzinho o que temos hoje... Voilá!

    Os defensores da eliminação do FED podem justificar que, ainda assim, o mercado estaria aberto para a participação de concorrentes, mas Santos aponta que seria muito difícil se recolocar na disputa. "Se um banco venceu a corrida e construiu a moeda com maior credibilidade, porque alguém a trocaria por outra?"

    Trocaria exatamente por não ser um monopólio! Exatamente por que, ao contrário de hoje, elas poderiam trocar!
    Se um fornecedor de moeda privadamente competiticva fizesse as lambanças que os Bancos Centrais monopolistas fizeram desde que foram criados..bem.. tái a resposta de "porque alguém a trocaria por outra"...

    De acordo com o consultor, o BC não tem apenas o papel de administrador da moeda, é um agente de confiança para o dinheiro. "Aceita-se um pagamento em espécie se houver a certeza de que o valor será recebido naquela mesma moeda em outro lugar", afima. "O BC é capaz de definir a aceitabilidade de uma forma geral, é um representante social."

    Sim, é capaz mesmo. E a forma que ele define esta aceitabilidade de uma forma geral é obrigando através do cano de um revólver que todas as pessoas que estejam no territorio dominado pelo estado aceitem sua moeda, através da leis da moeda de curso forçado.

    Como será que as pessoas aceitavam ouro por 6 mil anos antes de ser proibido é um grande mistério...

    "Como as pessoas não tendem a acompanhar qual moeda tem menor ou maior valor para não se deixar contaminar por reações, isso significa dizer que poderá haver uma crise monetária a cada governo."

    Almeida rebate que o mercado tem condições de regular muitas coisas, "mas o dinheiro é um representante da riqueza e pressupõe uma moeda nacional ou estatal gerida por um órgão regulador do crédito, um órgão regulador que se debruça para controle da inflação", ou um país ficaria sujeito a muitas crises.


    Ufa.. ainda bem que estamos livres dessas crises com o atual sistema!

    Os analistas ouvidos por CartaCapital, também apontam falhas no raciocínio de que a concorrência entre bancos imprimindo moeda, baseada no ouro, levaria a um controle da inflação. "É uma ideia infeliz, pois ao usar o ouro como ancora, a inflação pode variar de acordo com o custo de produção do metal e o governo não saberia se isso ocorreu por algum outro motivo econômico", alfineta Santos.

    E a grande vantagem do ouro é considerada uma DESvantagem por estes analistas!
    Feliz é a ideia de deixar o governo criar dinheiro a partir do nada!

    O economista ainda levanta outro problema em se estabelecer uma moeda ancorada: como acumular as reservas de ouro ou commodities? De forma física? "Não é um ponto em que os defensores entram em detalhes, pois é preciso o volume equivalente de ouro para se imprimir uma moeda."

    Bom mesmo é ter um cofre cheio de vácuo ao invés de ouro!!
    E não é pqoeu ele desconhece os detalhes que não entramos nesses detalhes....
  • Virgilio  08/02/2012 12:59
    Vocês leram o artigo na Carta Capital:"Por que acabar com o BC dos EUA não é uma boa ideia".\r
    Link:\r
    www.cartacapital.com.br/economia/por-que-acabar-com-o-bc-dos-eua-nao-e-uma-boa-ideia/
  • Giancarlo  08/02/2012 14:12
    Virgilio,

    Carta Capital é uma piada.
  • anônimo  09/02/2012 12:22
  • Hay  10/02/2012 02:48
    Para ele, existe um problema de má governança nos bancos, que precisa ser supervisionado pelo BC. Além disso, no mercado algumas pessoas têm mais acesso do que outras a dados que influenciam o preço de um ativo. É a chamada "assimetria de informação", outro elemento que causa desequilíbrios e torna necessária a existência de um regulador.

    Como há assimetria da informação, precisamos criar uma entidade reguladora, que terá acesso a todas as informações. Dessa maneira, cria-se uma assimetria suprema e institucionalizada. Tudo o que nos restaria, então, seria confiar na boa índole dos reguladores. Bem, eu não sei quanto a vocês, mas eu não costumo confiar em burocratas e políticos, e muito menos na mistura deles.

    Não me surpreende que um economista pense assim. Afinal, os economistas são péssimos em pensar na aplicação prática de suas ideias.
  • anônimo  11/03/2012 08:51
    O Olavo de Carvalho é definitivamente um agente russo.

    Olavo e o Pravda, o site russo semi-oficial, juntam forças e atacam a mídia americana por ignorarem investigação sobre a certidão de nascimento do Obama.

    english.pravda.ru/opinion/columnists/07-03-2012/120708-arizona_sheriff_obama-0/

  • anônimo  12/03/2012 09:45
    Acho que pela lógica do próprio Olavo de Carvalho isso faz dele um agente de Moscou.
  • anônimo  15/03/2012 14:14
    O Olavo de Carvalho é um agente russo, não dá mais para negar.

    RÚSSIA PEDE PARA OS EUA E A OTAN CONTINUAREM COM A GUERRA NO AFEGANISTÃO!!!

    bosco.foreignpolicy.com/posts/2012/03/15/russia_to_nato_please_dont_leave_afghanistan

    Dá para entender agora por que o Putin chamou o Ron Paul de novo Hitler?


  • Alexandre  31/03/2012 03:22
    Romney disse dia 30/03/2012:

    "Ele (Obama) passou os últimos quatro anos lançando as bases para uma nova sociedade centrada no governo. Eu vou passar os próximos quatro anos reconstruindo as bases para a nossa sociedade de oportunidades, liderada por pessoas livres e pela livre iniciativa"

    Como Romney tem, atualmente, muito mais chances do que Ron Paul, gostaria de saber se é um candidato que poderia mudar o cenário socialista/estatista dos EUA? Qual a opinião de vocês?
  • Gustavo Sauer.  31/03/2012 08:51
    Esse era o mesmo discurso que você vai encontrar em videos antigos do Bush antes dele ser eleito. Ele não tem princípios claros como o Ron Paul. Eu não vejo chance alguma de uma presidência Romney ser diferente da do Bush. E também não acho que Romney tem chance de ganhar do Obama, o Lula americano.
  • Paulo Sergio  06/04/2012 13:30
    E o Bush mesmo não era muito melhor do que o Obama? Socialista como o Obama nunca teve nenhum!
  • Marc...  05/04/2012 20:45
  • Pitacos  06/04/2012 11:47
    Bem, eu não sei o que eu sou. Concordo com vocês em praticamente tudo, mas não em tudo. Concordo com conservadores em várias coisas, mas não em tudo. Acho que, no final, só sou eu. Mas vou dar uns pitacos sobre o vocês estavam falando:

    - Quando se fala da moral judaico-cristã (uma veio da outra e existe mais ligação do que parece), entendo que seja apenas um reconhecimento da sua importância pra construção da sociedade ocidental. Eu não sou religioso, não acredito em algo específico e interpreto assim. Vejo como algo benéfico até, que trouxe bons ensinamentos aos humanos e facilitaram a convivência. No âmbito econômico, acho que ela serviu como terreno para o estabelecimento de um capitalismo laissez-faire. Inclusive, sim, através de antigas metrópoles.
    - Concordo que a política externa dos EUA é uma porcaria e só contribui para piorar. Mas é evidente que ameaças existem. Lá e nos países de grande imigração da Europa, existem estudos por aí que demonstram mais ou menos quantos imigrantes e filhos estão ligados a cédulas terroristas do Oriente Médio. Um Estado tão pacifista, hoje, seria desastroso. Evidentemente que não apóio como é hoje, só acho que às vezes ele acaba sendo muito ingênuo e uma sociedade liberal dessas HOJE seria muito arriscada. Óbvio que não estimulo a guerra.
    - Ainda assim considero Ron Paul o melhor candidato. Os outros republicanos são bem ruins (o Obama nem se fala).
    - Não entendo a rejeição de libertários pelo rótulo "direita". Sei que se consideram além de espectros políticos, mas é apenas forma de diferenciar do que ficou convencionado como "esquerda".
  • Andre Cavalcante  13/04/2012 05:15
    Bem, Pitacos interessantes, mas...

    "Quando se fala da moral judaico-cristã (uma veio da outra e existe mais ligação do que parece), entendo que seja apenas um reconhecimento da sua importância pra construção da sociedade ocidental. Eu não sou religioso, não acredito em algo específico e interpreto assim. Vejo como algo benéfico até, que trouxe bons ensinamentos aos humanos e facilitaram a convivência. No âmbito econômico, acho que ela serviu como terreno para o estabelecimento de um capitalismo laissez-faire. Inclusive, sim, através de antigas metrópoles."

    Posso estar enganado, mas se estiveres se referindo às metrópoles europeias até o séc. XIX, o modelo econômico era do mercantilismo e não capitalismo livre.

    "Concordo que a política externa dos EUA é uma porcaria e só contribui para piorar. Mas é evidente que ameaças existem. Lá e nos países de grande imigração da Europa, existem estudos por aí que demonstram mais ou menos quantos imigrantes e filhos estão ligados a cédulas terroristas do Oriente Médio. Um Estado tão pacifista, hoje, seria desastroso. Evidentemente que não apóio como é hoje, só acho que às vezes ele acaba sendo muito ingênuo e uma sociedade liberal dessas HOJE seria muito arriscada. Óbvio que não estimulo a guerra.

    A bem da verdade, a mais de 100 anos não entramos (o Brasil) em guerra nossa mesmo e, nem por isso, estamos em um estado "desastroso" como dizes (pelo menos não o desastre que se infere de seu pensamento sobre não se fazer guerra e que isso é arriscado).

    "Ainda assim considero Ron Paul o melhor candidato. Os outros republicanos são bem ruins (o Obama nem se fala)"

    Aí depende, o Obama, para os keynesianos e americanos de forma geral, é perfeito.

    "Não entendo a rejeição de libertários pelo rótulo "direita". Sei que se consideram além de espectros políticos, mas é apenas forma de diferenciar do que ficou convencionado como "esquerda"."

    Aí depende do significado de direita e esquerda. Dá uma vista aqui: www.pliber.org.br/Artigos/Details/66



  • William  12/04/2012 19:41
    Está se falando agora de uma possível aliança entre Paul e Romney, vejam:
    articles.businessinsider.com/2012-04-03/politics/31275799_1_ron-paul-jesse-benton-campaign-manager
  • Paulo Sergio  13/04/2012 03:29
    Esse negócio de RP é incorruptível, RP nunca se aliaria com um neo con, então vão nessa, melhor pro Obama e pra companheirada de lá.O governo americano nunca foi tão socialista como hoje, e só tende a piorar, é tanto absurdo por cima d absurdo que é impossível prestar atenção em tudo
    Eles já são um país doente, eu fico vendo as mentiras descaradas da midia desse caso trayvon martin...putz
    O prox passo do Obama vai ser acabar com essa lei stand your ground, vcs vão ver.
  • william  13/04/2012 07:48
    O futuro do governo Obama pode ser nefasto para econômia norte-americana, logo, talvez seja uma boa opção se Ron Paul apoiasse Romney após as prévias, caso Romney ganhasse, seria "menos pior" que Obama, eu acho.

    É claro, desde que ele se comprometa com algumas idéias libertárias, por exemplo, sabemos que Romney não vai acabar com o FED, mas pelo menos pode se comprometer a fazer do mesmo mais transparente e impôr limites para suas atividades.

    Sobre conservadorismo, eu não sei as opiniões de Romney em relação a políticas conservadoras, só sei que recentemente vi uma pesquisa que Romney tem bastante rejeição entre os conservadores americanos, ou seja, parece que ele não é tão conservador...
  • Victor   24/05/2012 11:23
    Romney não é conservador, é um tipo de Obama/McCain. Cara que muda de opinião conforme o público. Típico "moderado".
  • Gustavo Sauer.  10/05/2012 21:08
    Viram que Ron Paul teve um café da manhã reservado com o presidente do FED? blogs.wsj.com/washwire/2012/05/09/fed-foe-ron-paul-breakfasts-with-bernanke-at-central-bank/

    Nenhum dos dois comentou muito sobre assunto. Ron Paul apenas brincou dizendo: "He's for the gold standard now".

    Interessante que a matéria também comenta uma reunião que o presidente do FED teve com outro republicano que havia proposto uma lei para reduzir os poderes do FED.

    O que será isso? Uma reação do FED pelo medo de perder seu status de inquestionável?
  • joao  24/05/2012 12:00
    eita, por essa eu realmente não esperava!
  • presentinho  28/05/2012 14:43
    Um presentinho pra vcs:

    Capítulo IV do livro Socialismo (Die Gemeinwirtschaft) de Ludwig von Mises, originalmente publicada em 1922:
    www.midiaindependente.org/pt/blue/2012/05/508071.shtml
  • Paulo  07/08/2012 05:10
    "Ademais, em que sentido as economias da época eram mais estatizadas que hoje? Certamente, em termos da carga tributária e gastos do governo é que não eram..."
    - Então em que sentido, as economias do Irã e da Índia são mais estatizados do que as economias da Austrália e da Nova Zelândia? Pois em termos de carga tributária e gastos do governo, as Austrália a Nova Zelândia são muito mais estatizados do que o Irã e a Índia. Sendo assim, pq o Irã e a Índia são considerados bem mais estatizados do a Austrália e a Nova Zelândia pelo Ranking do Heritage?
  • Leandro  07/08/2012 11:11
    Prezado, impostos nem de longe representam o único e exclusivo fator determinante para o grau de liberdade de uma economia. Tampouco representam o único e exclusivo fator impeditivo para a acumulação de riqueza. Vide por exemplo o Haiti, o Paraguai e a Bolívia, países pobres mas de baixa carga tributária. Pela sua lógica, era para eles serem bombantes.

    Muito mais influente na criação da riqueza e, consequentemente, na liberdade econômica de uma sociedade é a liberdade de se empreender sem amarras, sem burocracias, sem regulamentações, sem a necessidade de se recorrer à corrupção para ter a papelada liberada e com garantias totais à propriedade privada.

    Quem você acha que é melhor nestes quesitos: Austrália e Nova Zelândia ou Índia e Irã?

    Recomendo estes artigos:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=271
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1126
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=971

    Grande abraço!


    P.S.: na discussão acima, pelo que me lembro, estávamos nos referindo a países da Idade Média. Utilizei como critério apenas gastos do governo e carga tributária porque, desnecessário dizer, naquela época não havia muitas agências reguladoras e ministérios...
  • Caio  07/08/2012 18:17
    E Gary Johnson? Por que ele quase não é comentado?
  • Leandro  07/08/2012 18:31
    O Gary Johnson é ok. Dentre os que restaram na disputa, é sem dúvida o melhor. Porém, quando foi pressionado por quem entende do assunto, afinou e demonstrou desconhecer questões essenciais. No final, revelou-se apenas mais um friedmaniano -- algo que qualquer candidato republicano também alega ser.

    www.economicpolicyjournal.com/2012/06/how-libertarian-is-gary-johnson.html
  • Caio  29/08/2012 17:56
    Leandro, O que aconteceu no GOP que o deixou de fora?
  • Leandro  30/08/2012 03:51
    Não aconteceu nada, ué. Apenas a normalidade. Como já disse Lew Rockwell, "O Partido Republicano é hoje a maior organização criminosa da América".

    Nunca entendi como foi possível alguém realmente acreditar que esta quadrilha profissional e altamente organizada iria permitir qualquer palanque pro Ron Paul.

    Jeffrey Tucker e Hans-Hermann Hoppe já se esgotaram de tanto explicar o óbvio. A "mudança" pela liberdade não virá pela via política. É impossível. O sistema é corrupto e precisa da corrupção para sobreviver e se expandir. Não tem como se infiltrar nele e destruí-lo.

    A "revolução" (eu prefiro o termo "reação", pois sou reacionário) só ocorrerá quando a população que trabalha e sustenta todo este esquema finalmente se conscientizar de que é escrava e que, sem seu consentimento, todo o sistema se esfacela. Mais ainda: quando ela finalmente perceber que, sem este sistema, sua vida irá melhorar sobremaneira. Não há outra maneira -- exceto a luta armada, é claro, mas esta não se sustenta.

    A via política já está toda dominada. O sistema é imutável. Quem tentar mudar as coisas pela via política conseguirá apenas ser corrompido. Ron Paul, até hoje, foi a única exceção. Até mesmo o filho dele já passou para o lado negro da força. Na melhor das hipóteses, quem se infiltrar no estado para tentar alguma mudança obterá apenas frustração. A mudança tem de vir pelas ideias.
  • Alan Denadary  30/08/2012 04:55
    Leandro, qual é a sua posição em relação ao Líber?

    Também acho que a mudanção pela liberdade não será alcançado por vias políticas, mas acho benéfico que as pessoas tenham contato com as ideias libertarias, seja por vias políticas, em debates nas Universidades, em Instituto, mídia, mercardo, etc...
  • Leandro  30/08/2012 05:00
    Torço muito para que dê certo e que se efetive como genuína opção política. Mas a mentalidade da população ainda não está preparada para as ideias do partido. Dizer o que de um povo que acha que o tal zesserra representa o ápice do liberalismo?
  • Fellipe  30/08/2012 10:33
    Leandro,

    Magistral constatação. Se você autorizar, gostaria de utilizar suas palavras (citando a fonte, é claro) para alguns amigos que acretitam em Partidos Novos, eficiência pública, combate à corrupção, etc...

    Abs,
  • Leandro  30/08/2012 10:38
    Fique bastante à vontade, prezado Fellipe. E nem precisa citar a fonte, não. Caso queira, apenas fale do nosso site.

    Grande abraço!
  • Fellipe  30/08/2012 10:48
    Obrigado!

    Abs,
  • anônimo  26/11/2012 04:43
    "Leandro 24/1/2012 20:27:42

    Prezado Willian, é a liberdade econômica o que dá sustento e longevidade às tradições culturais e religiosas, principalmente a ética judaico-cristã. Estatize a economia, e a tradição e as liberdades individuais vão embora.

    Basta ver que, nos países comunistas, a primeira coisa que fizeram foi estatizar a economia. Depois, só depois, é que começaram a atacar a cultura, as tradições e a religião. Foi assim na URSS, no Leste Europeu, na China, no Leste Asiático e em Cuba. Fizeram assim também no Chile, onde o problema só foi contornado pelo uso da violência (e não tinha outra maneira).
    "


    Leia isso e reflita.
  • Francisco Seixas  25/02/2013 14:54
    Admitindo que não seja de conhecimento geral, no próximo dia 18 de Março Ron Paul vai estrear um programa de rádio. Ron Paul estreia no rádio

    Abraço.


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.