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  <channel>
    <description>Mises.org.br - Artigos</description>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/Real/austerity-protests-storypic.jpg" alt="austerity-protests-storypic.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="406" height="238" hspace="20"&gt;Os
keynesianos e os declaradamente anti-keynesianos se deram as mãos e, 
atuando em
conjunto, passaram a propagandear um erro intensamente keynesiano: falar
 sobre a "austeridade" fiscal na Europa como sendo um fato negativo. A palavra "austeridade", que surgiu com a crise da dívida do governo da Grécia
dois anos atrás, tem sido utilizada pela mídia como tendo exclusivamente um
único sentido: reduções nos gastos dos governos nacionais.&amp;nbsp; A palavra não é utilizada em relação à
economia como um todo.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Mais
do que isto: a palavra tem sido utilizada para explicar as contrações nas economias
da Europa.&amp;nbsp; Fala-se que as reduções nos
gastos dos governos estão causando a recessão das economias europeias.&amp;nbsp; Esta explicação é baseada inteiramente nos
modelos keynesianos que dominam os livros-textos. Mas
há um problema: não houve reduções nos gastos.&amp;nbsp;
Ao que tudo indica, para a mídia, "austeridade" não significa o mesmo
que significa para uma pessoa normal: cortes severos nos gastos
governamentais.&amp;nbsp; Ao que tudo indica, "austeridade"
significa não haver absolutamente nenhum corte de gastos.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1307</link>
      <pubDate>Wed, 16 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-16T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Austeridade, otimismo e a dissolução do estado assistencialista keynesiano</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;b&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/Real/direito.jpg" alt="direito.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="418" height="294" hspace="20"&gt;&lt;/b&gt;Se uma das
melhores formas de analisar o grau de intervencionismo estatal numa sociedade é
avaliar o respeito do ordenamento jurídico aos princípios da autonomia da
vontade e da força obrigatória dos contratos, podemos concluir, sem titubear,
que estamos vivenciando o período mais intervencionista de nossa história,
tamanho é o dirigismo contratual a que estamos cada vez mais submetidos.&lt;a href="Articles_Edit.aspx?type=0&amp;amp;id=0#_ftn14" name="_ftnref14" title=""&gt;&lt;/a&gt; De um lado,
os legisladores retiram das pessoas o direito de firmar livremente acordos
voluntários. De outro lado, os julgadores retiram desses acordos voluntários a
sua imprescindível força vinculante. Tudo em nome do "social".

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;É urgente, pois, uma reação em defesa dos contratos. Nós,
que acreditamos na propriedade privada, no livre mercado e na não-iniciação de
agressão, precisamos lutar para recuperar a nossa autonomia da vontade e,
conseqüentemente, o nosso direito de construir, com base na ordem espontânea e
em arranjos consensuais e voluntários, uma sociedade livre, onde os engenheiros
sociais do estatismo, que escondem suas armas por trás de supostas boas
intenções, não consigam mais nos escravizar.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Essa luta, porém, precisa começar agora. Os estudantes de
Direito de todo o país estão, há tempos, sendo vítimas dessa doutrinação. Uma geração de juristas socialistas,
paladinos do igualitarismo e detratores do individualismo, está sendo forjada.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1306</link>
      <pubDate>Tue, 15 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-15T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Em defesa do direito de firmar contratos livremente</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img border="0" hspace="20" alt="fotos-condominios-8-67.jpg" vspace="8" align="right" src="../images/articles/2010/Novembro/fotos-condominios-8-67.jpg" width="391" height="293"&gt;A capacidade de &lt;i&gt;pressupor&lt;/i&gt; um evento não é de modo algum equivalente a &lt;i&gt;concordar&lt;/i&gt; com ele.&amp;nbsp; Sim, posso perfeitamente bem &lt;i&gt;prever&lt;/i&gt; que, se eu me mudar para uma região violenta, provavelmente serei vítima de algum crime de rua.&amp;nbsp; Porém, isso &lt;i&gt;de modo algum&lt;/i&gt; significa que estou &lt;i&gt;concordando&lt;/i&gt; com tal atitude execrável. &lt;/div&gt;
&lt;p align="left"&gt;Similarmente, é de se esperar que o indivíduo que fixa residência em uma cidade com impostos, leis de zoneamento etc., saiba que estará sujeito a essas depredações, assim como todos os outros moradores da cidade.&amp;nbsp; Mas daí a dizer que ele concordou em ser coagido por esses malfeitores há uma distância enorme.&amp;nbsp; A permissão que o recém-chegado à cidade dá ao cobrador de impostos para extrair dinheiro dele é a mesma que o recém-chegado a uma vizinhança violenta dá ao assaltante que viola seus direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="left"&gt;Com efeito, em um contraste muito nítido, o comprador de um apartamento não apenas pressupõe que estará sujeito a um pagamento mensal de uma taxa de sociedade, e a um colosso de restrições em relação ao que ele pode fazer com sua propriedade, como ele também de fato &lt;i&gt;consente&lt;/i&gt; em pagar aquele e estar sujeito a este.&amp;nbsp; A prova disso é que ele &lt;i&gt;assina &lt;/i&gt;um contrato de venda, o qual estipula todas as regras acima.&amp;nbsp; Já no caso do cidadão que vai pra uma cidade, não existe tal contrato assinado.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=827</link>
      <pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-14T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Mercado versus estado</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;IMG border=0 hspace=20 alt=marca.jpg vspace=8 align=right src="../images/articles/2012/Imagens%20Site/Eventos/marca.jpg" width=290 height=288&gt;A III Conferência de Escola Austríaca realizado pelo IMB terá transmissão ao vivo a partir deste sábado, 12 de maio, às 9 horas da manhã.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Peter Schiff, Jeffrey Tucker, Walter Block, Philipp Bagus, Helio Beltrão, Ubiratan Iorio, Anthony Mueller, José Manuel Moreira e Fabio Barbieri fornecerão explicações sólidas para os fenômenos econômicos da atualidade.&amp;nbsp; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Após o enorme sucesso de suas duas conferências anteriores, o IMB fará esta sua terceira conferência com a certeza de que será a melhor e mais completa de todas.
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;Link para a transmissão ao vivo do evento:&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;A href="http://wm02.mediaservices.ws/cmembuguacuon1-live"&gt;http://wm02.mediaservices.ws/cmembuguacuon1-live&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;
&lt;P&gt;E clique &lt;A href="/EACalendar.aspx"&gt;aqui&lt;/A&gt; para acompanhar a programação e não perder nenhuma palestra.&lt;/P&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1305</link>
      <pubDate>Fri, 11 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-11T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Transmissão ao vivo da III Conferência de Escola Austríaca</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img style="width: 357px; height: 267px;" src="../images/articles/2012/Maio/Real/verdade-mentira11.jpg" alt="verdade-mentira11.jpg" vspace="8" align="right" border="0" hspace="20"&gt;A maneira como se distribui o ônus da
prova é algo absolutamente crucial para a resolução de controvérsias, seja na
ciência, nas políticas públicas ou nas análises econômicas.&amp;nbsp; Mais importante, uma verdade lógica tem de
ser sempre enfatizada: se um arranjo depende da violência ou da ameaça de
violência para se sustentar, então, por definição, tal arranjo possui severas
deficiências morais ou intelectuais.&amp;nbsp; A
força bruta sempre será o recurso daqueles que não podem apresentar um bom
argumento para suas ações.&amp;nbsp; Embora o
estado moderno desfrute o apoio de inúmeros intelectuais e apologistas da
corte, ele depende inteiramente do uso da violência caso seus súditos não
aceitem as desculpas apresentadas para seus crimes.&amp;nbsp; 

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;O
fato de muitas pessoas temerem e odiarem o estado deveria, por si só, ser o
suficiente para indicar que são seus líderes e defensores -- e não aqueles que,
como nós, anseiam por liberdade -- que têm de arcar com o ônus da prova.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1303</link>
      <pubDate>Thu, 10 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-10T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>De quem deve ser o ônus da prova?</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/Real/5953.jpg" alt="5953.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="352" height="263" hspace="20"&gt;A
inflação surgiu quando o regente de um país -- por exemplo, um monarca --
obrigava seus cidadãos a lhe entregar todas as moedas de ouro que possuíam sob
o pretexto de que uma nova moeda iria substituir a atual.&amp;nbsp; Neste processo, o monarca falsificava o
conteúdo das moedas de ouro misturando a elas algum outro metal e devolvia aos
cidadãos moedas contendo ouro diluído.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Por
causa desta diluição das moedas de ouro, o monarca podia agora cunhar uma
quantidade maior de moedas e utilizar estas moedas extras para cobrir seus
próprios gastos.&amp;nbsp; Aquilo que continuava
sendo visto como uma moeda de ouro puro era na verdade uma moeda de ouro
diluído.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Este
aumento no número de moedas gerado pela diluição das moedas de ouro é
exatamente a definição de inflação.&amp;nbsp; Como
resultado deste aumento da quantidade de moedas que se faziam passar por moedas
de ouro puro, os preços em termos de moedas subiam (mais moedas estavam sendo
trocadas pela mesma quantidade de bens). Como resultado
desta inflação, o monarca podia agora incorrer em uma troca de nada por alguma
coisa: utilizando moedas adulteradas, ele podia obter para si próprio recursos
da economia.&amp;nbsp; Ao fazer isso, ele está
retirando recursos dos cidadãos e os desviando para si próprio, sem ter
produzido nada em
 troca.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1302</link>
      <pubDate>Wed, 09 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-09T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Inflação não é um aumento generalizado nos preços</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/Real/3007.jpg" alt="3007.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="303" height="303" hspace="20"&gt;Quem não
leva em consideração a escassez de bens de capital disponível não é um
economista; é um fabulista. Não lida com
a realidade, mas com um fabuloso mundo de abundância. &amp;nbsp;Todas as generosidades verbais dos defensores do
estado provedor baseiam-se, implicitamente, na pressuposição de que existe uma
abundância de bens de capital. &amp;nbsp;Se fosse
assim, certamente seria fácil remediar todos os males, dar a cada um
"segundo suas necessidades" e fazer com que todo mundo fosse perfeitamente
feliz.&lt;/p&gt;





&lt;p align="left"&gt;O
cerne de toda essa questão sobre a acumulação de capital consiste exatamente na
forma como o egoísmo produz os seus efeitos. &amp;nbsp;Em um sistema em que haja desigualdade, o
egoísmo impele o homem a poupar e a procurar investir sua poupança de maneira a
melhor atender às necessidades mais urgentes dos consumidores. &amp;nbsp;Em um sistema igualitário, essa motivação
desaparece. &amp;nbsp;A redução do consumo em um
futuro imediato é uma abstinência facilmente percebida, contrária aos
interesses egoístas do indivíduo. &amp;nbsp;Já a
maior disponibilidade futura que se espera obter em decorrência dessa
abstinência imediata é menos perceptível ao homem de inteligência média.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Já os
defensores do estado provedor vêem no governo uma materialização da Divina
Providência, que, sábia e imperceptivelmente, conduz a humanidade a estágios
mais elevados e mais perfeitos de um inexorável processo evolutivo; eles não são
capazes de perceber a complexidade do problema e suas ramificações. &lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1301</link>
      <pubDate>Tue, 08 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-08T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>A desigualdade e o egoísmo estimulam o desenvolvimento</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;P align=left&gt;&lt;IMG border=0 hspace=20 alt=mcdonalds-vagas-de-empregos-2012.jpg vspace=8 align=right src="../images/articles/2012/Maio/Real/mcdonalds-vagas-de-empregos-2012.jpg" width=361 height=275&gt;O McDonald's é um perfeito exemplo de como o mercado superou, conquistou e dominou um fundamental problema humano: conseguir produzir o bastante para se comer.&amp;nbsp; Eis aí um problema que atormentou e fustigou toda a humanidade desde o início de sua história.&amp;nbsp; Hoje, ele parece estar quase que inteiramente resolvido, graças a instituições como o McDonald's, a qual as pessoas sentem um prazer indescritível em criticar, difamar e caluniar por dois motivos: a instituição é uma das poucos que serve comida farta e barata a preços acessíveis (e genuínos progressistas acham que apenas o estado deve ter o monopólio de prestar serviços aos pobres) e porque estas pessoas creem que tais instituições são elementos fixos, inabaláveis e imutáveis no universo.&lt;/P&gt;
&lt;DIV align=left&gt;O mercado nos abençoa diariamente com uma abundância de alimentos impensável há menos de um século atrás, bem como com novos produtos que facilitam e melhoram nossas vidas, e como a sociedade responde?&amp;nbsp; De um lado, praguejando esnobe e arrogantemente contra sua produtividade, ao mesmo tempo em que frequenta festas e restaurantes chiques com farto bufê; de outro, adquirindo uma valorosa e desejada refeição no drive-through, a caminho de casa após uma jornada de trabalho. &lt;/DIV&gt;
&lt;DIV align=right&gt;&lt;/DIV&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1300</link>
      <pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-07T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>O McDonald's como o paradigma do progresso</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/Real/irm%C3%A3os%20mises.png" alt="irmãos mises.png" align="right" border="0" vspace="8" width="372" height="307" hspace="20"&gt;Poucos lugares presenciaram tantas
contribuições à ciência, filosofia e artes como Viena no final do século XIX e
início do século XX. Ao contrário da maioria dos centros culturais, a
relativamente pequena elite responsável por esse florescimento não era formada
por comunidades dispersas de especialistas, mas por intelectuais que se
interessavam pelas novidades em todos os &lt;i&gt;fronts&lt;/i&gt;
culturais -- e as debatiam entusiasticamente nos famosos cafés da capital do
Império Austro-Húngaro&lt;a href="Articles_Edit.aspx?type=0&amp;amp;id=1299#_edn1" name="_ednref1" title=""&gt;&lt;/a&gt;.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Esse fenômeno permitiu o
desenvolvimento de um passatempo intelectual moderno: traçar as relações
pessoais entre grandes figuras do período. Considere uma pequena amostra dessa
atividade: Popper se tornou amigo de Hayek, que era primo de Wittgestein. Mises
era colega de escola de Hans Kelsen. Freud atendeu Gustav Mahler. A esposa
deste, Alma Mahler, depois de flertar na juventude com Gustav Klint, após a
morte do compositor foi sucessivamente esposa do famoso arquiteto Walter
Gropius e do escritor Franz Werfel, além do romance que desenvolveu com o
pintor Oskar Kokoschka.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1299</link>
      <pubDate>Fri, 04 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-04T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Os irmãos Mises: o positivismo e as ciências sociais</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;DIV align=left&gt;&lt;IMG border=0 hspace=20 alt=federal.jpg vspace=8 align=right src="../images/articles/2012/Maio/Real/federal.jpg" width=330 height=330&gt;Qual o problema em se estimular a economia e o emprego por meio de gastos do governo?&amp;nbsp; Porque gastos do governo, ao contrário de estimular o necessário acúmulo de capital, geram seu consumo e consequente esgotamento.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A demanda de mercado é satisfeita por empreendedores que incorrem em riscos.&amp;nbsp; Ou eles obtêm êxito em produzir e vender justamente aquilo que os consumidores querem (e, consequentemente, são recompensados por isso), ou eles fracassam e se mostram incapazes de ofertar aquilo que os consumidores queriam (e, consequentemente, pagam o preço por este seu julgamento mal sucedido, incorrendo em prejuízos).&amp;nbsp; Esta constante necessidade de estar sempre tendo de agradar aos consumidores implica necessariamente prudência e poupança para os contínuos investimentos futuros. 
&lt;P&gt;Já a demanda do governo é financiada pelo dinheiro extraído via impostos.&amp;nbsp; Os cidadãos pagadores de impostos são obrigados a sustentar os desejos e projetos de uma elite de políticos e burocratas coligada aos grandes setores empresariais, que são poderosos lobistas.&amp;nbsp; Tal demanda, totalmente artificial, gera desperdícios de capital e investimentos insustentáveis, muito embora seja bastante eficiente para encher os bolsos daqueles mais bem conectados politicamente.&amp;nbsp; Nenhum sacrifício é exigido da parte deste grupo beneficiado -- todo o capital é confiscado da sociedade e redistribuído entre eles.&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1298</link>
      <pubDate>Thu, 03 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-03T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>A genuína demanda criada pelo mercado versus a demanda artificial criada pelo estado</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/Real/inflacion.jpg" alt="inflacion.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="349" height="261" hspace="20"&gt;Inflação é um aumento na quantidade de
dinheiro e de crédito criado em decorrência desta criação adicional de
dinheiro.&amp;nbsp; A principal e mais visível &lt;i&gt;consequência&lt;/i&gt; da inflação é a elevação
dos preços.&amp;nbsp; Portanto, uma inflação &lt;i&gt;de preços&lt;/i&gt; -- atenção para o termo
correto -- é causada unicamente pelo aumento da quantidade de dinheiro na
economia.&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div align="left"&gt;As causas da inflação de preços não são,
como se diz frequentemente, "múltiplas e complexas"; elas são simplesmente a
consequência inevitável de uma criação excessiva de dinheiro.&amp;nbsp; Não existe algo como "inflação gerada pelo
aumento dos custos".&amp;nbsp; Se salários e
outros custos trabalhistas ou de produção forem forçados para cima, mas não
houver um aumento na quantidade de dinheiro na economia, e os produtores
tentarem repassar estes aumentos aos consumidores elevando os preços de venda,
a maioria deles irá apenas vender menos produtos.&amp;nbsp; O resultado será um menor nível de produção e
a perda de empregos.&amp;nbsp; Custos maiores
podem se repassados para os preços somente quando os consumidores têm mais
dinheiro para pagar por estes preços mais altos.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1296</link>
      <pubDate>Wed, 02 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-02T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>O básico sobre a inflação</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/Real/MAY%20DAY%204.png" alt="MAY DAY 4.png" align="right" border="0" vspace="8" width="353" height="368" hspace="20"&gt;Um ótimo exemplo de como esta acumulação de capital favorece principalmente os
trabalhadores pode ser observado na própria Revolução Industrial,
contrariamente a todos os clichês que você certamente já ouviu sobre aquela
época.&amp;nbsp; Durante a Revolução Industrial,
os aluguéis cobrados sobre a terra permaneceram praticamente inalterados, o que
significa que os ganhos da industrialização não foram absorvidos pelos
proprietários de terra.&amp;nbsp; As taxas de
juros permaneceram praticamente inalteradas, o que significa que os ganhos da
industrialização não foram absorvidos pelos capitalistas.&amp;nbsp; Já os salários -- principalmente da
mão-de-obra de baixa qualidade -- explodiram.&amp;nbsp;
Tudo em decorrência da acumulação de capital.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Somos
realmente abençoados de viver nesta era. &amp;nbsp;A expansão do capital nos permitiu chegar a um
nível de conforto jamais sonhado até mesmo por monarcas e imperadores de alguns
séculos atrás.&amp;nbsp; É hora de repensar este
incorretamente rotulado dia do trabalhador e prestar o devido reconhecimento e
homenagem àquilo que realmente torna a nossa vida mais fácil e prazerosa: o
capital.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1295</link>
      <pubDate>Tue, 01 May 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-05-01T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Feliz dia do capital!</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;table align="right" border="0.1" cellpadding="1" cellspacing="1" width="317" height="47"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Maio/0,,55331350,00.jpg" alt="0,,55331350,00.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="317" height="317" hspace="8"&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;b&gt;Gustavo Franco, um dos principais mentores do Plano Real&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p align="left"&gt;Vários
planos heterodoxos já haviam sido tentados desde meados da década de 1980:&amp;nbsp; Plano Cruzado (I e II) em 1986; Plano Bresser
em 1987; Plano Verão em 1988/1989; e Plano Collor (I e II) em 1990 e 1991,
respectivamente.&amp;nbsp; Todos envolviam
congelamento de preços (alguns deles, cortes de zeros das moedas).&amp;nbsp; O governo congelava os preços, mas continuava
imprimindo dinheiro impavidamente, o que significa que os geniais burocratas restringiam
a oferta mas estimulavam a demanda.&amp;nbsp; Ao
final de cada plano, a inflação de preços ressurgia com vigor redobrado.&amp;nbsp; E ninguém entendia por quê.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Em
maio de 1993, partindo para o tudo ou nada, Itamar Franco nomeou Fernando
Henrique Cardoso -- então Ministro das Relações Exteriores -- para o Ministério
da Fazenda.&amp;nbsp; Naquele mês, a inflação de
preços acumulada em 12 meses já estava em 1.348%.&amp;nbsp; &lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Por
gozar de grande prestígio e por ter reconhecida capacidade intelectual, a
indicação de FHC foi recebida com entusiasmo.&amp;nbsp;
Vislumbrava-se pela primeira vez alguém com genuína capacidade de
apresentar um plano econômico que ao menos reduzisse sensivelmente a inflação. Embora
sempre houvesse admitido não entender nada de economia, Fernando Henrique ao
menos possuía bons contatos no mundo acadêmico, principalmente junto a um grupo
de economistas da PUC do Rio de Janeiro.&amp;nbsp;
E foi a eles que FHC delegou a tarefa de debelar em definitivo a
inflação. A
equipe de economistas encarregada desta espinhosa função era composta por Gustavo
Franco, Pedro Malan, André Lara Resende, Persio Arida, Edmar Bacha e Winston
Fritsch.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1294</link>
      <pubDate>Mon, 30 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-30T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Uma breve história do Plano Real</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;i&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Abril/sustentabilidade4.jpg" alt="sustentabilidade4.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="348" height="348" hspace="20"&gt;&lt;/i&gt;O melhor exemplo histórico que comprova este
fenômeno de regulação natural dos recursos naturais por meio da oferta e
demanda foi o da previsão do esgotamento do carvão -- então principal recurso
natural para produção de energia -- no início do século XX. &amp;nbsp;Especialistas da época, como o célebre
economista&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ordemlivre.org/2009/11/biografia-william-stanley-jevons/" target="_blank"&gt;William Jevons&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;acreditavam
seriamente -- assim como hoje -- que a humanidade entraria em crise porque
nossos recursos (no caso, o carvão) iriam acabar. &amp;nbsp;Isso não aconteceu, e não foi porque as
campanhas foram eficazes e "cada um fez a sua parte" altruisticamente
economizando carvão para as gerações futuras, mas sim porque o carvão
simplesmente se tornou mais caro à medida que sua quantia foi diminuindo,
fazendo com que houvesse, egoisticamente, uma economia. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;div align="left"&gt;Isso pressionou o mercado de energia elétrica a
ser mais eficiente no uso do carvão e a encontrar outras fontes (como o
petróleo) ou a pesquisar energias alternativas. &amp;nbsp;O mesmo efeito já está acontecendo hoje: o que
mais pressiona a busca por novas fontes de energia não são campanhas de ONGs,
subsídios governamentais ou a conscientização moral da população, mas sim as
incontornáveis leis econômicas. &amp;nbsp;O
petróleo simplesmente se tornou muito mais caro, pressionando o mercado mais
uma vez. &amp;nbsp;Não se trata de um processo
forçado e consciente, como grande parte do movimento ambientalista aborda a
questão, mas sim um processo natural e inconsciente, no qual toda a população
gradualmente muda seus costumes em decorrência do aumento dos preços.&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1293</link>
      <pubDate>Sun, 29 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-29T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Uma nova defesa da sustentabilidade</title>
    </item>
    <item>
      <description> &lt;div align="left"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;img style="width: 257px; height: 360px;" src="../images/articles/2011/Abril/wew2010.jpeg" alt="wew2010.jpeg" align="right" border="0" vspace="8" hspace="20"&gt;As
expressões 'ação afirmativa', 'representação paritária', 'tratamento
preferencial' e 'cotas raciais' não possuem grande apelo entre a
população.&amp;nbsp; Sabendo disso, a elite
intelectual, a mídia, o governo e todos os demais entusiastas criaram o termo
'diversidade', uma palavra aparentemente benigna que funciona muito bem para
encobrir políticas racialmente discriminatórias.&amp;nbsp; Via de regra, tais políticas exigem que as
universidades, as empresas privadas e as burocracias do governo formem seus
quadros de acordo com a proporção de cores e etnias existentes no país. 

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Por
exemplo, se os negros formam 20% da população, então eles devem formar 20% dos
estudantes universitários, 20% dos professores, 20% dos gerentes de empresas e
20% dos funcionários públicos.&amp;nbsp; Por trás
dessa visão de justiça está a ignara noção de que, não fosse a discriminação,
todas as cores e etnias estariam igualmente distribuídas em termos de renda,
educação, ocupação e outros critérios.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Não
há absolutamente nenhuma evidência, em nenhum lugar do mundo, de que a
proporcionalidade estatística seja a norma.&amp;nbsp;
Ainda assim, grande parte de nossas leis, de nossas políticas públicas e
do nosso modo de pensar parte do princípio de que a proporcionalidade é a
norma.&amp;nbsp; Vejamos agora algumas diferenças
raciais e vamos pensar sobre suas causas e possíveis curas. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=950</link>
      <pubDate>Fri, 27 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-27T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>A perversidade da diversidade</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;table align="right" border="0.1" cellpadding="1" cellspacing="1" width="319" height="47"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Abril/GRAMSCI.jpg" alt="GRAMSCI.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="360" height="391" hspace="20"&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;b&gt;Antonio Gramsci, filósofo stalinista italiano&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="left"&gt;Para os comunistas, o objetivo era a estatização dos meios de produção,
a erradicação da classe capitalista, e a tomada de poder pelo
proletariado.&amp;nbsp; Já os social-democratas
entenderam ser muito melhor um arranjo em que o estado socialista mantém os
capitalistas e uma truncada economia de mercado sob total controle, regulando,
restringido, controlando e submetendo todos os empreendedores às ordens do
estado.&amp;nbsp; O objetivo social-democrata não
é necessariamente a "guerra de classes", mas sim um tipo de "harmonia de
classes", na qual os capitalistas e o mercado são forçados a trabalhar
arduamente para o bem da "sociedade" e do parasítico aparato estatal.&amp;nbsp; Os comunistas queriam uma ditadura do partido
único, com todos os dissidentes sendo enviados para os gulags.&amp;nbsp; Os social-democratas preferem uma ditadura
"branda" -- aquilo que Herbert Marcuse, em outro contexto, rotulou de
"tolerância repressiva" --, com um sistema bipartidário em que ambos os
partidos concordam em relação a todas as questões fundamentais, discordando
apenas polidamente acerca de detalhes triviais -- "a carga tributária deve ser
de 37% ou de 36,2%?".







&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Esta
distinção nos objetivos -- totalitarismo brando vs. radical -- também é
refletida na acentuada diferença entre as estratégias e dos meios
utilizados.&amp;nbsp; Os comunistas, ao menos em
sua clássica fase leninista, ansiavam por uma revolução violenta e apocalíptica
que destruiria o estado capitalista e levaria à ditadura do proletariado.&amp;nbsp; Já os mencheviques -- social-democratas ou
neoconservadores --, fieis ao seu ideal "democrático", sempre se sentiram um
tanto desconfortáveis com a ideia de revolução, preferindo muito mais a
"evolução" gradual produzida pelas eleições democráticas.&amp;nbsp; O estado deve ser totalmente aparelhado por
intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir a continuidade da
longa marcha gramsciana da conquista das instituições culturais e sociais do
país. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1292</link>
      <pubDate>Thu, 26 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-26T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Progressistas, reacionários, histeria e a longa marcha gramsciana</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Abril/EscapingTheEuro.jpg" alt="EscapingTheEuro.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="334" height="334" hspace="20"&gt;É comum ouvir afirmações de que uma saída do euro implicaria altos custos
políticos.&amp;nbsp; Ótimo.&amp;nbsp; Uma saída poderia de fato desencadear a
dissolução do euro.&amp;nbsp; A desintegração da
UME iria colocar em risco o projeto de criação de um super-estado federal
europeu.&amp;nbsp; E isso significaria um
importante golpe no "projeto europeu".&amp;nbsp;
Poderia significar o fim da UE como a conhecemos hoje.&amp;nbsp; A UE poderia se "degenerar" em uma zona de
livre comércio.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Os
políticos dos países que saíssem do euro perderiam influência sobre as decisões
políticas dos outros países da UME.&amp;nbsp; Eles
também perderiam a estima dos outros políticos da UME e da grande mídia que apoiou
resolutamente a criação do euro.&amp;nbsp;
Portanto, para os defensores de uma zona de livre comércio na Europa,
estes custos políticos significam imensos benefícios.&amp;nbsp; O perigo de um super-estado federal europeu
desapareceria por ora.&lt;/p&gt;



&lt;p align="left"&gt;Uma
nação que saía do euro terá de imprimir novas cédulas, cunhar novas 
moedas,
reprogramar caixas eletrônicos e reescrever códigos de computadores.&amp;nbsp; 
Isso leva tempo.&amp;nbsp; A questão das máquinas que operam moedas de
euro não é necessariamente dramática, pois, durante o período de 
transição,
máquinas mais antigas podem ser utilizadas sem caos.&amp;nbsp; Estacionamentos 
públicos utilizando
parquímetros em euro não irão desarranjar nenhuma economia.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1291</link>
      <pubDate>Wed, 25 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-25T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>É possível sair do euro?</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2012/Abril/3100.jpg" alt="3100.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="348" height="292" hspace="20"&gt;Por
que os diamantes, que são quase que meras bugigangas decorativas, são muito
mais valiosos do que a água, uma substância sem a qual todos nós
morreríamos?&amp;nbsp; A resposta para esta
pergunta milenar é que o valor de um bem é determinado &lt;i&gt;na margem&lt;/i&gt;.&amp;nbsp; Isto significa
que não valoramos a categoria "diamantes" em relação à categoria "água"; não
fazemos uma comparação direta entre ambos os produtos, que são distintos não
apenas em sua composição, como também em suas finalidades.&amp;nbsp; O que realmente fazemos é valorar uma unidade
a mais de diamante em relação a uma unidade a mais de água.&amp;nbsp; Este é o conceito de margem.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;A
água é um bem superabundante.&amp;nbsp; Diamantes
não.&amp;nbsp; Este é um dos motivos por que um
diamante é tão caro, ao passo que a água é financeiramente acessível a
todos.&amp;nbsp; Isso também ilustra um importante
ponto acerca de tomadas de decisões: em vez de "estabelecer prioridades" e
enxergar as coisas como se fossem decisões do tipo 'tudo ou nada', devemos
analisar as opções e estabelecer prioridades.&lt;/p&gt;

&lt;div align="left"&gt;Um
dos mais importantes princípios da economia é o de que as decisões são feitas
na margem, e um dos principais problemas da economia clássica envolvia a origem
do valor.&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1288</link>
      <pubDate>Tue, 24 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-24T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>A utilidade marginal decrescente é uma lei</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img style="width: 420px; height: 291px;" src="../images/articles/2012/Abril/ovelhas.jpg" alt="ovelhas.jpg" align="right" border="0" vspace="8" hspace="20"&gt;A democracia cria uma
discórdia que não existiria em uma sociedade livre.&amp;nbsp; Indivíduos não se importam se o sujeito que
lhes vende uma xícara de café em uma padaria é judeu, católico, protestante,
muçulmano, ateu, branco, preto, solteiro, casado, gay, hétero, velho, jovem,
nativo, imigrante, alcoólatra, abstêmio ou qualquer outra coisa.&amp;nbsp; Nada disso importa no curso de sua
interatividade diária com as pessoas.&amp;nbsp;
Por meio do comércio e da cooperação, cada pessoa ajuda as outras a alcançar
suas aspirações.&amp;nbsp; Se alguém diferente de
você se muda para a sua vizinhança, você fará o seu melhor para lidar bem com
ele.&amp;nbsp; Seja na igreja, no shopping, na
academia ou até mesmo casualmente nas ruas, nós sempre nos esforçamos para
encontrar maneiras de sermos civis e prestativos.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Agora, coloque estas
mesmas pessoas na arena política e elas imediatamente se tornam inimigas.&amp;nbsp; Por quê?&amp;nbsp;
A política não é cooperativa, como o mercado; ela é exploradora.&amp;nbsp; O sistema é configurado para ameaçar a
identidade e as opções dos outros.&amp;nbsp; Todo
mundo deve batalhar para impor as suas preferências.&amp;nbsp; Consequentemente, coalizões se formam, bem
como alianças espúrias e momentâneas, que constantemente se alteram.&amp;nbsp; Este é o mundo imoral em que o estado -- por
meio da máquina eleitoral -- nos joga.&amp;nbsp;
Nele, torcemos para que o nosso cara vença e desejamos a morte política
do oponente.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;O jogo democrático
confunde as pessoas em relação ao real inimigo.&amp;nbsp;
O estado é a instituição que gera e vive à custa destas divisões.&amp;nbsp; No entanto, as pessoas são distraídas deste
fato por causa do endeusamento do sistema.&amp;nbsp; Os
negros culpam os brancos, os homens culpam as mulheres, os héteros culpam os
gays, os pobres culpam os ricos e assim vai, em um infinito número de
combinações possíveis.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1287</link>
      <pubDate>Mon, 23 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-23T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Como a democracia destrói riqueza e liberdade</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2010/Abril/tiradentes.jpg" alt="tiradentes.jpg" align="right" border="0" vspace="8" width="253" height="372" hspace="20"&gt;Pessoas adeptas da lógica não têm dificuldade alguma em concluir que 
qualquer
organização governamental, entidade essa que vive do esbulho alheio, é "uma gangue de 
ladrões
em larga escala", como disse Murray Rothbard, e que, exatamente por 
isso,
merece ser tratada -- moral e filosoficamente -- como um simples bando de 
meros
rufiões, parasitas imerecedores de qualquer reverência, deferência ou 
mesmo do
mais mínimo respeito.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;O
IMB dedica esse dia de Tiradentes a todos aqueles bravos brasileiros que
trabalham duro dia e noite e que são obrigados a entregar para a gangue 
de
ladrões em larga escala mais de 40% dos frutos do seu esforço, apenas 
para
sustentar o bem-bom de uma classe parasitária -- e tudo sob a mira de 
uma arma
e sob a ameaça de encarceramento. &lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Eis
um assunto de grande apelo para todos aqueles que trabalham no setor 
produtivo:
jovens e velhos, pobres e ricos, "proletários" e classe média, brancos e
negros, homens e mulheres, cristãos, judeus, muçulmanos e ateus.&amp;nbsp; Eis um
 assunto que todos estes criadores de
riqueza entendem muito bem: tributação. E
eis um assunto que o outro lado, o dos recebedores de impostos, também 
entende
muito bem: parasitismo.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=662</link>
      <pubDate>Sat, 21 Apr 2012 00:00:00 -0700</pubDate>
      <pubDateParsed>2012-04-21T07:00:00</pubDateParsed>
      <title>Em homenagem a Tiradentes</title>
    </item>
    <link>http://www.mises.org.br/Default.aspx</link>
    <title>RSS - Intituto Ludwig von Mises Brasil - Artigos</title>
    <pubDate>17/5/2012 1:29:29</pubDate>
  </channel>
</rss>
