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    <description>Mises.org.br - Artigos</description>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/Marx.jpg" alt="Marx.jpg" align="right" border="0" height="374" hspace="20" vspace="8" width="374"&gt;Foram
os sucessores de Ricardo que
caíram no erro quase inconcebível de apresentar o trabalho, com pleno e
consciente rigor, como princípio universal de valor. &amp;nbsp;Digo "erro quase inconcebível",
pois, com efeito, é difícil acreditar que homens de formação teórica pudessem
firmar, depois de reflexão madura, uma doutrina que não podiam apoiar em coisa
alguma: nem na natureza da coisa, uma vez que nesta natureza não se revela
absolutamente nenhuma relação necessária entre valor e trabalho; nem na
experiência, pois esta, ao contrário, mostra que o valor geralmente não se
coaduna com o dispêndio de trabalho; nem mesmo, por fim, nas autoridades, pois
as autoridades invocadas jamais afirmaram o princípio com aquela pretendida
universalidade que agora lhe era conferida.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Mas
os seguidores socialistas da teoria da exploração, quando apresentam um
princípio tão precário, não o colocam numa posição secundária, em algum ângulo
inofensivo de sua doutrina teórica. &amp;nbsp;Colocam-no
no topo de suas afirmações práticas mais importantes. Sustentam que o valor de
todas as mercadorias repousa no tempo de trabalho nelas corporificado. &amp;nbsp;Em outro momento, atacam todos os valores que
não se coadunam com essa "lei" (por exemplo, diferenças de valor que
recaem como mais-valia para os capitalistas), dizendo-os "ilegais",
"antinaturais" e "injustos", e condenando-os a anulação. &lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1606</link>
      <pubDate>Sat, 25 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-25T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Sobre o valor-trabalho e as cinco exceções factuais negligenciadas por Marx</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/A-health-worker-spays-DDT-006.jpg" alt="A-health-worker-spays-DDT-006.jpg" align="right" border="0" height="276" hspace="20" vspace="8" width="460"&gt;Além
das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência
da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma
vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar
novamente -- e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis
nos países pobres.&amp;nbsp; 



&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Não
obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não
apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres
humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição.&amp;nbsp; Só na África, milhões continuam morrendo de
malária e de outras doenças.&amp;nbsp; Após a
Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste
Asiático e na América do Sul.&amp;nbsp; Em alguns
casos, as mortes por malária caíram para quase zero.&amp;nbsp; Após o banimento do DDT, as mortes por
malária e por outras doenças voltaram a disparar.&amp;nbsp; Por que então o banimento não é revogado?&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Porque
este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional.&amp;nbsp; Alexander King, co-fundador do Clube de Roma,
&lt;a href="http://www.openmarket.org/2007/04/12/the-don-imuses-of-environmentalism/"&gt;disse&lt;/a&gt;:
"Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a
malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade.&amp;nbsp; Portanto, meu maior problema com o DDT,
olhando em retrospecto, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão
demográfica".&amp;nbsp; &lt;/p&gt;

</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1605</link>
      <pubDate>Fri, 24 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-24T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/556116_10150823596976356_146784537_n.jpg" alt="556116_10150823596976356_146784537_n.jpg" align="right" border="0" height="291" hspace="20" vspace="8" width="439"&gt;O
Brasil é um dos países em que mais se cobram impostos no mundo. &amp;nbsp;Neste
ano, os brasileiros terão de trabalhar mais de 150 dias apenas para pagar os
tributos cobrados pelo governo. &amp;nbsp;Para lembrar a data e chamar a atenção da
opinião pública para a questão, será realizado pela quinta vez&amp;nbsp;em São Paulo, o Dia da
Liberdade de Impostos, em que a população poderá adquirir gasolina sem o preço
dos tributos. &amp;nbsp;Além de São Paulo, o evento também será realizado no Rio
de Janeiro e demais cidades ainda a confirmar.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;O
objetivo é conscientizar a população quanto à abusiva carga tributária do país.
Muitos consumidores nem mesmo sabem, mas pagam cerca de 40% de imposto em cada
produto comprado. &amp;nbsp;Para a gasolina, os tributos chegam a 53%. Trabalhamos
praticamente cinco meses do ano apenas para bancar o governo. &amp;nbsp;Somos
súditos, não cidadãos!&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Em
nome da "justiça social", Brasília e as demais esferas de governo
arrecadam quase metade do que é produzido de riqueza no país. &amp;nbsp;Em troca,
produzem muitas leis estúpidas e um mar de corrupção. &amp;nbsp;A renda per capita
da capital é a maior do país, de longe. Como agravante, somos chamados pelo
eufemismo de "contribuinte", como se estivéssemos fazendo uma doação
voluntária (com o perdão do pleonasmo) para bancar a farra dos parasitas
consumidores dos nossos impostos. &amp;nbsp;Esse ato imoral de nos tirar quase a
metade do que ganhamos sob a mira de uma arma precisa ficar mais transparente.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1604</link>
      <pubDate>Thu, 23 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-23T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Dia da liberdade de impostos - 5ª edição </title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/20071231001%20PEPSI.png" alt="20071231001 PEPSI.png" align="right" border="0" height="335" hspace="20" vspace="8" width="448"&gt;Imagine uma sucessão de fotogramas que constituem
o celulóide de um filme.&amp;nbsp; Imagine que
este filme represente o processo dinâmico da concorrência.&amp;nbsp; Sendo assim, se escolhermos arbitrariamente
um fotograma e constatarmos que há apenas um vendedor neste fotograma escolhido,
um economista matemático imediatamente gritará "Monopólio! Exploração dos
consumidores! O governo tem de intervir e perseguir!"&amp;nbsp; Já um economista da Escola Austríaca, que
entende a perspectiva dinâmica do mercado como sendo um processo marcado pelo empreendedorismo,
dirá que é irrelevante que em um ou em vários fotogramas apareçam apenas um
único vendedor.&amp;nbsp; Pois o que tem de ser
levado em consideração não é um fotograma avulso, mas sim todo o processo
dinâmico contido neste filme, bem como se, ao longo deste filme, há liberdade
de entrada nos mercados, isto é, se há um livre exercício do empreendedorismo.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Se
ao longo do processo dinâmico houver liberdade de entrada nos mercados, então
existe concorrência no sentido dinâmico.&amp;nbsp;
É irrelevante se, em determinados momentos, existe no mercado apenas um
ofertante de bens e serviços.&amp;nbsp; &lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Mais
ainda: se em um determinado momento existe apenas um ofertante, mas há
liberdade de entrada neste mercado, então, o fato de existir apenas um
ofertante, longe de ser uma comprovação de que há monopólio e exploração dos
consumidores, indica apenas que tal ofertante está satisfazendo os desejos e
necessidades de seus consumidores de forma bastante eficaz.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1603</link>
      <pubDate>Wed, 22 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-22T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>As definições corretas de monopólio e concorrência - e por que a concorrência perfeita é ilógica</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Eventos/theoctopus.jpg" alt="theoctopus.jpg" align="right" border="0" height="268" hspace="20" vspace="8" width="447"&gt;Em
1994, foi editada a Lei nº 8.884, que normatizou o chamado direito antitruste
no Brasil, disciplinando, fundamentalmente, as atribuições do CADE (Conselho
Administrativo de Defesa Econômica). &amp;nbsp;Há
aproximadamente um ano, essa lei foi substituída pela Lei nº 12.529, que
reestruturou o SBDC (Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência), dando ainda
mais poderes e atribuições ao nosso órgão antitruste.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Desde
que a primeira lei referida foi editada, e principalmente após a edição da
segunda, o direito antitruste tem ganhado projeção nos meios jurídico,
econômico e político brasileiros. &amp;nbsp;As
decisões do CADE, proibindo ou restringindo concentrações empresariais e
aplicando multas vultosas a grandes empresas, são noticiadas com alarde e
muitas vezes recebidas com satisfação pela maioria da população.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Nos
cursos de direito e economia do nosso país, o antitruste é ensinado aos alunos
como se fosse algo absolutamente imprescindível ao funcionamento saudável do
mercado. Infelizmente, não se ouvem vozes discordantes de relevo.&amp;nbsp; Uma
das poucas exceções que confirmam a regra é o professor &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.mises.org.br/SearchByAuthor.aspx?id=323&amp;amp;type=articles"&gt;André
Luiz Santa Cruz Ramos&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, que, ao conhecer os fundamentos da escola
austríaca de economia, notadamente aqueles relacionados ao funcionamento dos
mercados como processos dinâmicos, passou não apenas a criticar o direito
antitruste, mas a mostrar que o único caminho viável, do ponto de vista da boa
teoria econômica, é a sua completa revogação.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1602</link>
      <pubDate>Tue, 21 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-21T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Antitruste: as falácias históricas, os erros econômicos e a pretensão do conhecimento</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/Brasil/f_171455.jpg" alt="f_171455.jpg" align="right" border="0" height="319" hspace="20" vspace="8" width="421"&gt;Eis
aí a nossa sinuca de bico.&amp;nbsp; O endividamento
e a inadimplência estão em alta, o que reduz a propensão ao consumo futuro e,
consequentemente, restringe novos investimentos.&amp;nbsp; A atual contração do setor industrial, que se
expandiu acentuadamente durante os anos de 2010 e 2011, época da farra do crédito,
é uma consequência inevitável desta nova realidade. &lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Enquanto
estas duas variáveis (endividamento e inadimplência) não forem equacionadas,
não há grandes perspectivas para o crescimento econômico.&amp;nbsp; E caso a SELIC mantenha sua trajetória de
alta -- o que pode se traduzir em um aumento dos juros do crediário --, o
endividamento e a inadimplência podem piorar, afetando ainda mais a economia e
a situação financeira dos bancos, das empresas e das indústrias.&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;Tudo
isso é uma consequência natural do nosso atual sistema monetário e financeiro, no
qual tecnocratas a serviço de políticos populistas -- que só pensam em
popularidade e em alguns décimos de PIB -- estimulam os bancos a expandirem o
crédito e a patrocinar o consumismo e o endividamento.&amp;nbsp; Isso pode acabar mal.&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1601</link>
      <pubDate>Mon, 20 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-20T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Um pequeno histórico das políticas monetárias do real - e por que estamos em uma sinuca de bico</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/AndAndAndCreativeKarlMarxRibbon2.jpg" alt="AndAndAndCreativeKarlMarxRibbon2.jpg" align="right" border="0" height="440" hspace="20" vspace="8" width="313"&gt;Julgo totalmente impossível a ginástica
dialética feita por Marx fosse a fonte e a real justificativa de sua convicção. Um
pensador da sua categoria -- e considero-o um pensador de primeiríssima ordem --,
caso desejasse chegar a uma convicção própria, procurando com olhar imparcial a
verdadeira relação das coisas, jamais teria partido por caminhos tão tortuosos
e antinaturais. &amp;nbsp;Seria impossível que ele
tivesse, por mero e infeliz acaso, caído em todos os erros lógicos e
metodológicos acima descritos, obtendo, como resultado não conhecido nem
desejado, essa tese do trabalho como única fonte de valor.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Creio
que a situação real foi outra. &amp;nbsp;Não
duvido de que Marx estivesse sinceramente convencido de sua tese. Mas os motivos de sua convicção não são
aqueles que estão apresentados em seus sistemas. &amp;nbsp;Ele acreditava na sua tese como um fanático
acredita num dogma. Sem dúvida, foi dominado
por ela por causa das mesmas impressões vagas, eventuais, não bem controladas
pelo intelecto, que antes dele já tinham desencaminhado &lt;a href="http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=688"&gt;Adam Smith e David Ricardo&lt;/a&gt;,
e sob influência dessas mesmas autoridades. &amp;nbsp;E ele, certamente, jamais alimentou a menor
dúvida quanto à correção dessa tese. &amp;nbsp;Seu
princípio tinha, para ele próprio, a solidez de um axioma. &amp;nbsp;No entanto, ele teria de prová-lo aos
leitores, o que não conseguiria fazer nem empiricamente nem segundo a
psicologia que embasa a vida econômica.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1600</link>
      <pubDate>Sat, 18 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-18T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>As falhas, incoerências e falácias do arcabouço intelectual de Karl Marx</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/ap-bangladesh-building-collapse-4_3_rx404_c534x401.jpg" alt="ap-bangladesh-building-collapse-4_3_rx404_c534x401.jpg" align="right" border="0" height="349" hspace="20" vspace="8" width="464"&gt;O
recente &lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/bangladesh-mortos-em-desabamento-ja-sao-1125"&gt;desabamento&lt;/a&gt;
em Bangladesh de um edifício que abrigava cinco unidades de confecção de tecido,
o que resultou nas mortes, até o momento, de mais de 1.100 pessoas que lá
estavam empregadas, gerou uma onda internacional de indignação e revolta não
apenas contra o proprietário do edifício, mas também contra as várias multinacionais
de roupas dos EUA e da Europa -- muitas delas famosas (como a britânica Primark
e a espanhola Mango) -- que revendem as roupas produzidas naquele
edifício.&amp;nbsp; Exige-se que elas assumam a
responsabilidade pelas condições de trabalho nas fábricas que abastecem seus
estoques e que não mais lidem com unidades de confecção que não forneçam
condições seguras e humanas e que não paguem salários dignos.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Tais
exigências se baseiam na crença de que, caso não haja intervenções do governo,
os empreendedores e capitalistas, em sua contínua busca pelo lucro, irão pagar
salários meramente de subsistência para seus empregados, os quais serão
forçados a trabalhar uma quantidade intolerável de horas em condições
sub-humanas.&amp;nbsp; &lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1599</link>
      <pubDate>Fri, 17 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-17T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Ainda mais perigoso do que o desabamento do edifício</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/20121103_WBD001_0.jpg" alt="20121103_WBD001_0.jpg" align="right" border="0" height="239" hspace="20" vspace="8" width="426"&gt;Os
gastos governamentais em porcentagem do PIB nas democracias ocidentais &lt;a href="http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1287"&gt;subiram de aproximadamente
12,7% em 1913 para 47,7% em 2009&lt;/a&gt;.&amp;nbsp; E
os gastos cresceram ainda mais desde 2009 em decorrência do esforço de se
estimular a demanda agregada após a crise financeira global.&amp;nbsp; Os governos gastam porque as economias estão
fracas, e as economias continuam fracas porque o gasto governamental -- que
retira recursos das mãos de investidores, empreendedores e trabalhadores
produtivos, e os redireciona na forma de subsídios para grandes empresas e
grupos de interesse e na forma de salários para uma insaciável e gigantesca burocracia,
garantindo assim a boa vida de empresários ineficientes, de políticos e de
burocratas improdutivos que regulam toda a economia -- inibe o investimento
privado.&amp;nbsp; 

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Trata-se
de um ciclo vicioso que tem de ser rompido por meio de uma reavaliação da função
e do escopo do governo em uma sociedade formada por indivíduos livres e
responsáveis.&amp;nbsp; A tarefa política e
intelectual mais importante de nossa era não é a de tentar privar completamente
o estado de recursos, mas sim a de construir o argumento intelectual que resulte
na total retirada de atribuições ao estado.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1598</link>
      <pubDate>Thu, 16 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-16T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>A intervenção estatal na economia é inevitável?</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/c_processo_2013_470171789.jpg" alt="c_processo_2013_470171789.jpg" align="right" border="0" height="279" hspace="20" vspace="8" width="421"&gt;Também
se afirma frequentemente que o fracasso do homem pobre no processo de
competição é causado por sua falta de instrução. Só pode haver igualdade de
oportunidade, costuma-se dizer, quando a educação, em qualquer grau, se torna
acessível a todos. Prevalece hoje a tendência de reduzir as diferenças entre as
pessoas a diferenças de educação, negando-se a existência de diferenças inatas
como a inteligência, a força de vontade e o caráter. Geralmente não se percebe
que a educação nunca pode ser mais do que uma doutrinação de teorias e ideias
já conhecidas. A educação, qualquer que seja o seu benefício, é transmissão de
doutrinas e valores tradicionais. É, por necessidade, conservadora; produz
imitação e rotina, e não aperfeiçoamento e progresso. Os inovadores e os gênios
criadores não se formam nas escolas. Eles são precisamente aqueles homens que
questionam o que a escola lhes ensinou.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Para
ser bem-sucedido nos negócios, um homem não precisa ter um diploma de
administração de empresas.&amp;nbsp; Essas escolas treinam os subalternos para trabalhos
rotineiros. Certamente não formam empreendedores.&amp;nbsp; Não é possível ensinar uma
pessoa a ser empresário.&amp;nbsp; Um homem se torna empreendedor ao perceber oportunidades
e preencher vazios.&amp;nbsp; O julgamento penetrante, a capacidade de previsão e a
energia que a função empresarial requer não se aprendem na escola.&amp;nbsp; Os homens de
negócio mais bem-sucedidos foram frequentemente ignorantes, se considerarmos os
critérios escolásticos do corpo docente. Mas estavam à altura de sua função
social de ajustar a produção à demanda mais urgente.&amp;nbsp; Em razão desse mérito, são
escolhidos pelos consumidores para liderar a atividade econômica.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1597</link>
      <pubDate>Wed, 15 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-15T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>O processo de seleção que ocorre no mercado - e o que é necessário para vencer</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/right_price.jpg" alt="right_price.jpg" align="right" border="0" height="315" hspace="20" vspace="8" width="421"&gt;Se
tudo o que os impostos fizessem fosse ocultar estes custos embutidos em tudo o
que compramos, seria bom demais; porém, os impostos geram outras formas mais
insidiosas de destruição.&amp;nbsp; Suponha que eu
queira contratar você para consertar meu computador.&amp;nbsp; Ter este serviço feito vale $200 para mim, e
efetuar tal serviço vale $200 para você.&amp;nbsp;
A transação ocorre porque nós temos esta coincidência de desejos, e
porque voluntariamente concordamos que tal transação melhorará nossa situação.&amp;nbsp; Agora, suponha que o governo imponha uma
alíquota de 30% de imposto de renda sobre o seu ganho.&amp;nbsp; Isso significa que, se você consertar meu
computador, você não mais receberia $200 -- que era o que valia para você fazer
o serviço --, mas somente $140 após os impostos.&amp;nbsp; Você poderá dizer "Que se dane este serviço;
ficar com minha família vale mais do que $140".&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;No
entanto, você ainda assim poderá se oferecer para fazer o serviço, mas só se eu
lhe pagar $283.&amp;nbsp; Desta forma, sua renda
após os impostos continuaria sendo de $200 -- que é o que tal serviço vale para
você.&amp;nbsp; Mas aí há um problema.&amp;nbsp;
O serviço de reparação valia $200 para mim, e não $283.&amp;nbsp; Sendo assim, é minha vez de dizer "que se
dane tudo isso; não vale a pena".&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1596</link>
      <pubDate>Tue, 14 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-14T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>A diferença entre preço e custo - e como os impostos distorcem tudo</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/meia-entrada.jpg" alt="meia-entrada.jpg" align="right" border="0" height="306" hspace="20" vspace="8" width="459"&gt;Quando o estado força uma política de discriminação de
preços, ele está se apoderando do papel do empresário, mas sem o seu incentivo
de alocar recursos eficientemente para auferir lucros, e sem o conhecimento
específico do mercado onde ele atua. O burocrata é um ignorante de todos os
mercados. A lei da meia-entrada é um ato de planificação econômica que
necessariamente terá um efeito predatório sobre a economia.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Engana-se o estudante que acredita estar obtendo alguma
vantagem com a meia-entrada. A legislação não pode alterar os custos do
produtor. Se o governo obrigá-lo a cobrar meio ingresso de uma pessoa, ele
aumentará o preço base do ingresso para minimizar a perda de receita. Todos os
outros pagantes arcarão com o custo. No Brasil, quase a totalidade dos
ingressos vendidos em cinemas, teatros e shows são meias-entradas, que por isso
custam praticamente o dobro do que poderiam custar imediatamente após a
revogação dessa lei. O mercado ainda absorveria efeitos benéficos adicionais
advindos da desregulamentação, que reduziriam ainda mais os preços.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1595</link>
      <pubDate>Mon, 13 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-13T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Meia entrada, inteira estupidez, nenhuma vergonha</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/bitcoin.jpg" alt="bitcoin.jpg" align="right" border="0" height="295" hspace="20" vspace="8" width="427"&gt;É
verdade que não podemos saber se o Bitcoin irá perdurar. Não sabemos se
sobreviverá outro ano, ou uma década. Mas arrisco dizer que uma moeda digital
(ou criptomoeda) veio para ficar. "O preço do Bitcoin pode até colapsar, e os
usuários podem repentinamente migrar para outra moeda", escreveu a revista
Britânica&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Economist&lt;/i&gt;&amp;nbsp;em&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.economist.com/news/finance-and-economics/21576149-even-if-it-crashes-bitcoin-may-make-dent-financial-world-mining-digital" target="_blank"&gt;artigo&lt;/a&gt;&amp;nbsp;sobre o Bitcoin, "mas há grande probabilidade
de que alguma forma de dinheiro digital deixará uma marca duradoura no ambiente
financeiro".&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;Bitcoin
está caro ou barato? Não sei. Ninguém sabe. O ponto fundamental não é se 1 BTC
vale 100 ou 30 dólares, mas sim que o preço de uma unidade bitcoin está acima
de zero, e isso, por si só, já é surpreendente. O simples fato de a moeda
digital ter um preço e estar sendo utilizada por indivíduos em intercâmbios é
sensacional.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Estamos
ainda na infância do experimento Bitcoin. A cotação de um bitcoin em relação a
outras moedas, ou o seu&amp;nbsp;&lt;i&gt;preço&lt;/i&gt;, é algo que está sendo descoberto
pelo mercado, e não podemos prever a sua evolução. E ainda que, pelo lado da
demanda, não saibamos como ela evoluirá, ao menos do lado da oferta não seremos
surpreendidos por súbitos aumentos na quantidade de bitcoins em circulação.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1594</link>
      <pubDate>Sun, 12 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-12T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Bitcoin: vale a pena comprar bitcoins? (Parte Final)</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;div align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/Lobao.jpg" alt="Lobao.jpg" align="right" border="0" height="268" hspace="20" vspace="8" width="402"&gt;Nas entrevistas de divulgação, Lobão foi contundente nas críticas à dominação
cultural da esquerda e no alerta para as consequências do aparelhamento
ideológico. A polêmica, que começou na imprensa, transbordou para as redes
sociais com a gritaria de sempre da minoria histérica, mas com uma reação
vigorosa de pessoas que compartilham ou descobriram que compartilhavam a visão
do artista.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;&lt;div align="left"&gt;
Além do fato incomum de um representante do universo musical passar com um
bulldozer por cima do hype esquerdista, a perspectiva também libertária que
embasa a sua visão crítica soou completamente estranha aos suspeitos de sempre.
Pois, para escrever o livro e fundamentar a sua crítica, Lobão afirmou ter lido
dezenas de livros e artigos, alguns dos quais de autores libertários e da
Escola Austríaca publicados no site do IMB.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;&lt;div align="left"&gt;
"Sou leitor do site, que me ajudou muito a escrever o livro e a ampliar a minha
visão de mundo. O site tem textos maravilhosos e indicações de livros
fundamentais. Você tem acesso a livros que não estão disponíveis em outro
lugar. Eu devo muito ao site do Instituto Mises", disse Lobão nesta entrevista
ao Podcast.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1593</link>
      <pubDate>Fri, 10 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-10T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Podcast especial do Instituto Mises Brasil - Lobão</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/Gorilla%20origin%20of%20man.jpg" alt="Gorilla origin of man.jpg" align="right" border="0" height="278" hspace="20" vspace="8" width="416"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Pessoas
que não se encaixam nos pré-requisitos básicos exigidos por determinados
objetivos e funções, desde admissão em uma universidade a um empréstimo
bancário, passando por empregos em cargos que exigem diversas habilidades, são
tidas como pessoas socialmente excluídas cuja ascensão social lhes foi "negada
pela sociedade".&amp;nbsp; Donde surgem as
desculpas de que tais pessoas estão moralmente eximidas de seguirem uma vida
pautada pelas mesmas regras aplicáveis ao restante da população -- como, por
exemplo, não recorrerem à criminalidade.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Tanto
o 'pluralismo' quanto a 'exclusão social' devem ser corrigidos por políticas
públicas, como por exemplo as cotas.&amp;nbsp;
Segundo os teóricos, tais políticas equalizariam as "oportunidades de
acesso".&amp;nbsp; O problema é que os defensores
dessa tese sempre refugam quando instados a explicar por que uma igual
oportunidade de acesso seria sinônimo de igual probabilidade de sucesso.&lt;/p&gt;



&lt;p align="left"&gt;Todas as pessoas podem tentar adentrar uma universidade, pedir um empréstimo
bancário ou disputar um determinado emprego.&amp;nbsp;
Se todas essas solicitações forem julgadas pelos mesmos critérios, então
todos tiveram uma igual oportunidade de acesso.&amp;nbsp;
Se aquele sujeito com pouquíssimas qualificações intelectuais não
conseguiu o emprego na multinacional ou o ingresso em uma universidade, ou se
um sujeito de histórico creditício duvidoso não conseguiu o empréstimo
bancário, isso não significa que lhe foi negada a mesma oportunidade de
acesso.&amp;nbsp; Simplesmente nunca houve uma
igual probabilidade de sucesso.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1592</link>
      <pubDate>Thu, 09 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-09T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Lugares comuns que substituem o raciocínio crítico</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/D7A35.jpg" alt="D7A35.jpg" align="right" border="0" height="273" hspace="20" vspace="8" width="428"&gt;A
inflação de preços na Iugoslávia chegou ao ápice em janeiro de 1994, quando a taxa mensal de
inflação foi de 313 milhões por cento.&amp;nbsp; Uma inflação de preços desta magnitude
representa uma taxa diária de 64,6%, o que significa que os preços dobravam a
cada 34 horas.&amp;nbsp; &lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;Durante
o período de 24 meses de hiperinflação, a renda per capita da população
despencou mais de 50%.&amp;nbsp; Os cidadãos
comuns foram forçados a utilizar e exaurir toda a poupança que mantinham em
outras moedas mais fortes.&amp;nbsp; Tendo
exaurido essa poupança, as pessoas não mais conseguiam comprar comida no
mercado negro (no caso, o livre mercado).&amp;nbsp;
Para não morrerem de fome, elas se alinhavam em enormes filas à porta de
mercearias estatais à espera de rações de baixa qualidade que eram ofertadas
irregularmente.&amp;nbsp; Os mais sortudos recorriam
a alguns parentes que viviam no interior do país.

&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;Todos
os postos de gasolina de Belgrado ficaram fechados por um longo tempo, com a
exceção de um único posto que atendia exclusivamente estrangeiros e
funcionários das embaixadas.&amp;nbsp; A população
acabou sendo obrigado a, diariamente, gastar uma enorme quantidade de tempo no
mercado negro de câmbio, que era a única maneira de conseguir alguma moeda
forte com a qual comprar alimentos no mercado paralelo.&amp;nbsp; Era comum trocaram enormes pilhas de dinares
praticamente inúteis por uma única cédula de marco alemão ou dólar americano.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1591</link>
      <pubDate>Wed, 08 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-08T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>A hiperinflação mais negligenciada da história</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/th2.jpg" alt="th2.jpg" align="right" border="0" height="239" hspace="20" vspace="8" width="333"&gt;A
história é repleta de exemplos de empresas ineficientes e problemáticas que
foram socorridas pelo governo.&amp;nbsp;
Atualmente, várias grandes empresas são protegidas e privilegiadas pelo
governo.&amp;nbsp; Isso representa um triplo golpe
contra público consumidor: ele se torna privado dos benefícios que uma empresa
mais eficiente, operando sob livre concorrência, traria para o mercado; ele é
obrigado a abrir mão de parte de seu dinheiro, via impostos, para ajudar
compulsoriamente as finanças destas empresas ineficientes; e, ainda pior, ele é
obrigado a pagar mais caro por produtos de pior qualidade.&amp;nbsp; Afinal, não fosse o protecionismo, os
subsídios e a cartelização do mercado implementados pelo governo, haveria mais
opções de produtos, tanto importados quanto produzidos no mercado interno pela
livre concorrência.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Já
em um livre mercado, não obstruído por privilégios e protecionismos estatais,
empresas lucrativas são aquelas que descobriram uma maneira de criar e de
fornecer produtos e serviços a preços altos o suficiente para cobrir seus
custos, mas baixos o suficiente para fazer com que os consumidores os
considerem atraentes.&amp;nbsp; Uma empresa
lucrativa, em outras palavras, é aquela que prospera criando e entregando bens
de valor.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1590</link>
      <pubDate>Tue, 07 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-07T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>A função social e moral dos lucros</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;table align="right" border="0.1" cellpadding="1" cellspacing="1" height="47" width="321"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="/Product.aspx?product=69"&gt;&lt;img src="/images/articles/Biblioteca/historia.jpg" alt="historia.jpg" align="right" border="0" height="364" hspace="20" vspace="8" width="326"&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="center"&gt;&lt;td&gt;&lt;a href="/Product.aspx?product=69"&gt;&lt;b&gt;Clique na imagem para obter o livro&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p align="left"&gt;Em 1920, na Áustria, em um período no qual o ideal
socialista alcançava grande aceitação, o economista Ludwig von Mises &lt;a href="http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1141"&gt;publicou
um artigo&lt;/a&gt; em que defendia a tese de que o socialismo não seria uma forma
possível de organização social, a despeito do apoio que essa causa obtivesse,
do ardor com que fosse desejado e da previsão marxista sobre sua
inevitabilidade. &lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Para Mises, o socialismo marxista, que prometera trazer consigo a
racionalidade para a esfera das atividades econômicas em substituição ao 'caos
da produção capitalista', fracassaria justamente quando se investigasse à luz
da teoria econômica como seria o funcionamento de uma economia socialista.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Mises notou que os autores marxistas pouco ou nada diziam sobre a natureza
do sistema econômico socialista. A mesma observação foi feita pelo economista
russo Boris Brutzkus, que simultaneamente formulou a crítica feita por Mises:
"O socialismo científico, limitado exclusivamente à crítica da ordem
econômica capitalista, não produziu até agora uma teoria para a ordem econômica
socialista" (Brutzkus, 1920:3).&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Quando a análise econômica do socialismo fosse feita, chegaríamos então à
conclusão de que ali não seria possível alocar os recursos escassos de forma
racional.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1588</link>
      <pubDate>Mon, 06 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-06T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>A história do debate do cálculo econômico socialista</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="/images/articles/2013/Maio/apatia.jpg" alt="apatia.jpg" align="right" border="0" height="316" hspace="20" vspace="8" width="304"&gt;Estamos hoje vivenciando
todo o esplendor do anti-intelectualismo que se espalhou por metástase ao longo
de todo o mundo acadêmico.&amp;nbsp; As
universidades se tornaram tão dominadas por uma insistência na inviolabilidade de
um determinado pensamento grupal, que qualquer professor "forasteiro", que não
compactue com a predominância deste pensamento gregário, não mais pode falar a
respeito de um determinado assunto sem antes ter sido devidamente credenciado
por seus pares.&amp;nbsp; Uma simples pesquisa
sobre o tratamento dispensado a acadêmicos que ousam questionar a santidade do
aquecimento global mostra bem esse ponto.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Já houve uma época em que
um curso universitário era considerado um meio de introduzir as pessoas a uma
ampla gama de assuntos que lhes permitiria pensar e falar inteligentemente
sobre várias questões que estivessem afetando suas vidas.&amp;nbsp; O pensamento coletivista -- que hoje é
predominante no meio universitário -- rejeita tal ideia, conferindo o monopólio
de determinadas questões apenas àquelas pessoas que são reconhecidas como
"especialistas" por seus pares.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;O fracasso do sistema
educacional vai muito além da ausência de um aprendizado útil.&amp;nbsp; O real fracasso está naquilo que de fato é
ensinado -- ou melhor, doutrinado -- nas salas de aula, algo evidenciado pelos
formandos que as universidades cospem para o mundo, seres incapazes de apresentar
qualquer resquício de pensamento original.&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1587</link>
      <pubDate>Fri, 03 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-03T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>Pensar está se tornando algo obsoleto</title>
    </item>
    <item>
      <description>&lt;p align="left"&gt;&lt;img src="../images/articles/2011/Setembro/Prosperity-2.jpg" alt="Prosperity-2.jpg" align="right" border="0" height="298" hspace="20" vspace="8" width="382"&gt;Se
você quer criar algo de valor, você tem de pensar, tem de utilizar suas
faculdades mentais.&amp;nbsp; Você tem de estar
disposto a dedicar muito tempo para aprender novas habilidades e saber como
praticá-las; tem de saber conectar longas relações de causa e efeito a fim de
trazer ao mundo algo que não existia antes.&amp;nbsp;
E esse algo de tem de ser proveitoso ou desejável para outras pessoas.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Como
você tem de considerar as necessidades e desejos de terceiros, isso significa
que você tem de criar empatia.&amp;nbsp; Você tem
de se tornar capaz de perceber e entender o que vai dentro das outras pessoas --
o que significa que você tem de desenvolver habilidades que lhe permitam
entrever o que outras pessoas pensam, sentem e desejam.&lt;/p&gt;

&lt;p align="left"&gt;Você
tem ser capaz de estabelecer contato com outras pessoas de maneira pacífica, o
que significa que você deve saber ter bons modos e desenvolver outras
habilidades sociais.&amp;nbsp; O capitalismo
estimula um comportamento mais extrovertido, uma maior cautela quanto aos seus modos e mais
atenção a como seu comportamento afeta os outros.&lt;/p&gt;</description>
      <link>http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1110</link>
      <pubDate>Thu, 02 May 2013 00:00:00 +0000</pubDate>
      <pubDateParsed>2013-05-02T00:00:00</pubDateParsed>
      <title>A defesa moral do capitalismo</title>
    </item>
    <link>http://www.mises.org.br/Default.aspx</link>
    <title>RSS - Intituto Ludwig von Mises Brasil - Artigos</title>
    <pubDate>25/05/2013 20:17:31</pubDate>
  </channel>
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