A seguir vai uma lista com todos os artigos que devem ser minuciosamente lidos para se entender a atual bagunça financeira.

Compare os artigos sobre a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos com a realidade que impera nos EUA (e, consequentemente, no mundo) e aí você entenderá por que os seguidores da teoria austríaca foram os únicos que previram a atual desordem.


A teoria:

O ciclo econômico em um PowerPoint animado (os triângulos hayekianos)

Como ocorrem os Ciclos Econômicos

A Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos: Uma Breve Explanação

O desastre não é natural

Depressões econômicas: a causa e a cura

A teoria austríaca dos ciclos econômicos

Expectativas e a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos

A verdade sobre a inflação

O que você deve saber sobre a inflação

Crise Bancária

O colapso da Enron

Será que o capitalismo falhou?

A Grande Depressão - uma análise das causas e consequências

O New Deal ridicularizado (novamente)

Como Franklin Roosevelt piorou a Depressão

Rothbard, Friedman e a Grande Depressão - quem afinal estava certo?

Paul Krugman, a atual crise, sushis e a importância da teoria do capital 

O problema do crédito: o que fazer para recuperar os mercados? 

Explicando a recessão japonesa

Será que precisamos de mais Keynes agora?

O risco moral criado pelas regulamentações 

Consumidores não provocam recessões

Alan Greenspan e os ciclos econômicos

O padrão-ouro e a regra monetária de Friedman: qual de fato pode estabilizar a economia?

Palestra do IMB sobre a crise financeira 

Carta aberta a Gary Becker: Depressões

Os triângulos hayekianos e a estrutura do capital

Agora são os empregos

A SEC torna Wall Street ainda mais fraudulenta

À espera de um novo New Deal

Será que durante uma depressão as regras econômicas se alteram?

Estimulando a economia até o colapso

Um Banco Central é incompatível com uma economia livre 

Por que estímulos fiscais não acabam com recessões 

Por que os bancos devem aumentar os juros em uma recessão 

A economia da tragédia

Ascensão e queda da economia brasileira

As crises monetárias mundiais

Hoover e a fraudulenta história da Grande Depressão

Por que o gasto governamental piora uma recessão

Dicas de investimento e análise da economia mundial

O mundo confuso e invertido de John Maynard Keynes

Palestra definitiva sobre a crise americana

Os planos obâmicos são uma negação da realidade

O que um país deve fazer para substituir o dólar como moeda de reserva mundial

Salvar ou deixar falir?

A atual crise financeira confirma as teorias de Hyman Minsky?

Juros, preferência temporal e ciclos econômicos


A realidade (em ordem de publicação):

A crise imobiliária e a política monetária do Federal Reserve

Não culpem os emprestadores Subprime!

Expansão do crédito e investimentos improdutivos

Loucuras fiscais

A Economia Austríaca vs. a Economia de Bernanke

A pior recessão dos últimos 25 anos?

Os novos truques do Fed estão criando um desastre

O banco central não pode planejar

A guerra contra a recessão

Friedman e o Fed: será que liquidez é a solução?

Oh, keynesianos, onde estais vós?

A guerra do Fed contra a classe média

As raízes da crise imobiliária

Freddie + Fannie = Fascismo

O governo destroça a economia - um estudo de caso

Como evitar uma outra Depressão

Parem os resgates!

A glória das mudanças

Por que a proibição das vendas a descoberto será um fracasso

O que está por trás da crise do mercado financeiro?

A (quase) morte do estado

Exemplo Clássico

A bolha imobiliária em 4 etapas

O resumo da encrenca

Um problema de regulamentação?

O governo não promove a estabilidade

A estabilização gera o caos

Crise financeira e recessão

Paul Krugman, a atual crise, sushis e a importância da teoria do capital


O problema do crédito: o que fazer para recuperar os mercados?

O mito de que o laissez faire é o responsável pela crise atual 

Perguntas e respostas sobre a crise

O prodígio que é o mercado

Haverá hiperinflação?

A febre keynesiana e o mercado financeiro

Um giro pela tragédia

Exemplo clássico - parte II

Isso pode até chocar alguns...

A grande catástrofe de 2009

As falências são o verdadeiro estímulo econômico 

Invista em commodities ou vire um fazendeiro

A crise bancária da Islândia: o colapso de um sistema financeiro intervencionista

Demissões em massa: por que os EUA ainda estão longe da recuperação


Os bons tempos não voltaram


Os "especialistas" nunca aprendem

Menos governo ou menores salários - essa é a escolha

EUA - não há recuperação sem empregos

As delícias da ignorância


Por que apenas a escola austríaca explica a bolha imobiliária

A geração e o estouro da bolha imobiliária nos EUA - e suas lições para o Brasil

A mecânica de um ciclo econômico — abreviadamente




Sobre o autor

Leandro Roque é o editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.


ADICIONAR À MINHA BIBLIOTECA

OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.