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PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
Capítulo I - CARL MENGER - 1 O VALOR DE MENGER
Capítulo II - EUGEN VON BÖHM-BAWERK - 1 A TEORIA DA EXPLORAÇÃO
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 1 A PRAXEOLOGIA DE MISES
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 2 AS SETE LIÇÕES
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 3 O PESO DA MÃO ESTATAL
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 4 LIBERALISMO E RELIGIÃO
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 5 A MENTALIDADE ANTICAPITALISTA
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 6 OS TENTÁCULOS BUROCRÁTICOS
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 7 A FALÁCIA DA RENDA NACIONAL
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 8 A FALÁCIA DO POLILOGISMO
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 9 OS PILARES DO NAZISMO
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 10 OS DEFENSORES DA POLÍTICA INFLACIONÁRIA
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 11 A PROSPERIDADE ILUSÓRIA
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 12 UM MARXISTA COERENTE
Capítulo III - LUDWIG VON MISES - 13 AS BARREIRAS DO SINDICALISMO
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 1 A LIBERDADE SEGUNDO HAYEK
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 2 IGUALDADE, VALOR E MÉRITO
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 3 O CULTO À DEMOCRACIA
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 4 LIBERAIS E CONSERVADORES
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 5 O CAMINHO DA SERVIDÃO
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 6 IMPOSTO PROGRESSIVO
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 7 MOEDAS CONCORRENTES
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 8 OS MITOS HISTÓRICOS
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 9 A ARROGÂNCIA FATAL
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 10 A DESIGUALDADE SOCIAL
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 11 O PROBLEMA ECONÔMICO
Capítulo IV - FRIEDRICH VON HAYEK - 12 O ABUSO DA RAZÃO
Capítulo V - LUDWIG LACHMANN - 1 A ESTRUTURA DO CAPITAL
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 1 A CRISE DE 1929
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 2 ESQUERDA E DIREITA
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 3 A LEI NATURAL
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 4 A LIBERDADE DE CRUSOÉ
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 5 O CONCEITO DE COERÇÃO
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 6 O DIREITO DE FORMAR CARTÉIS
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 7 O PRIMEIRO BANCO CENTRAL
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 8 A ORIGEM DO FED
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 9 O PRIMEIRO PÂNICO AMERICANO
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 10 A ORIGEM DO DINHEIRO
Capítulo VI - MURRAY ROTHBARD - 11 O ESTADO E A EDUCAÇÃO
Capítulo VII - ISRAEL KIRZNER - 1 O EMPREENDEDOR ALERTA
Capítulo VII - ISRAEL KIRZNER - 2 A NATUREZA DA CIÊNCIA ECONÔMICA
Capítulo VIII - RON PAUL - 1 O MANIFESTO DE RON PAUL
Capítulo VIII - RON PAUL - 2 A DOENÇA DO SISTEMA DE SAÚDE
Capítulo IX - GEORGE REISMAN - 1 O CONTROLE DE PREÇOS
Capítulo IX - GEORGE REISMAN - 2 A FUNÇÃO DOS ESPECULADORES
Capítulo X - WALTER BLOCK - 1 LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Capítulo X - WALTER BLOCK - 2 A ESTRADA DA LIBERDADE
Capítulo XI - LLEWELLYN ROCKWELL JR. - 1 A VIABILIDADE DO PADRÃO-OURO
Capítulo XI - LLEWELLYN ROCKWELL JR. - 2 GUERRA E LIBERDADE
Capítulo XI - LLEWELLYN ROCKWELL JR. - 3 O CAMINHO DA VITÓRIA
Capítulo XI - LLEWELLYN ROCKWELL JR. - 4 A PUREZA DAS IDEIAS
Capítulo XII - HANS-HERMANN HOPPE - 1 OS PERIGOS DA DEMOCRACIA
Capítulo XII - HANS-HERMANN HOPPE - 2 DEMOCRACIA E IMIGRAÇÃO
Capítulo XIII - THOMAS J. DILORENZO - 1 A HERANÇA DE LINCOLN
Capítulo XIII - THOMAS J. DILORENZO - 2 A REVOLUÇÃO CAPITALISTA
Capítulo XIV - JESÚS HUERTA DE SOTO - 1 A ESCOLA DE SALAMANCA
Capítulo XV - ROGER W. GARRISON - 1 A TEORIA AUSTRÍACA DE CICLOS ECONÔMICOS
Capítulo XVI - DOMINICK ARMENTANO - 1 O CASO CONTRA O ANTITRUSTE
Apêndice I: MARK SKOUSEN - VIENA E CHICAGO: A LUTA PELO LIVRE MERCADO
Apêndice II: ÉTIENNE DE LA BOÉTIE - A SERVIDÃO VOLUNTÁRIA
APÊNDICE III: THOMAS E. WOODS JR - A CRISE SEGUNDO A ESCOLA AUSTRÍACA
Bibliografia

Sobre o autor

Rodrigo Constantino é formado em Economia pela PUC-RJ e tem MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha desde 1997 no mercado financeiro, primeiro como analista de empresas, depois como gestor de recursos. É autor de cinco livros: "Prisioneiros da Liberdade", "Estrela Cadente: As Contradições e Trapalhadas do PT", "Egoísmo Racional: O Individualismo de Ayn Rand", "Uma Luz na Escuridão" e "Economia do Indivíduo - o legado da Escola Austríaca".


ADICIONAR À MINHA BIBLIOTECA

Meu caro, pelo seu discurso você nunca foi liberal e nunca entendeu o que é ser liberal. E ainda tem coragem de vir com esse apelo sobre pobreza.

Gostaria de fazer uma pergunta a todos vocês:
Pois não.

Vocês já foram Pobres pra saber?
Nasci pobre, muito prazer.

Vocês já tiveram um parente morto por bala perdida?
O que isso tem a ver com capitalismo/liberalismo? Você está misturando segurança pública (que é MONOPOLIO do estado), que alias é altamente ineficiente (no Brasil, morrem 56.000 pessoas por ano, o maior indice do mundo, a gente perde até pra India, que é 43.000 por ano, outro país com alto controle estatal e burocrático) com conceitos economicos. O estado nega aos seus cidadãos o próprio direito de se defender com uma arma e mesmo assim é incapaz de solucionar o problema.

Falam tanto em mercado, economia. Mas nunca vi um liberal que enriqueceu graças a todo seu conhecimento na área, algum de vocês é rico por acaso? Maioria que vejo é classe média, acho gozado porque se manjam tanto de produzir valor e riqueza vocês deveriam ser ricos..Mas não é isso que eu vejo.

Ai meus deuses... essa foi triste.
1) O Brasil está muito longe de ser um país livre, economicamente. É o país que fica em 118 lugar no índice de liberdade econômica.

2) Ser liberal não é uma formula para ser rico e sim defender que as pessoas tenham a liberdade para efetuarem trocas entre si sem intervenção constante do Estado por via de impostos e regulações. É dessas trocas de valor que a riqueza é produzida. Cada um teria a liberdade de crescer de acordo com suas habilidades e viver num patamar de vida que julga confortável, mas repito, o Brasil NÃO É E NUNCA FOI UM PAÍS LIVRE, ECONOMICAMENTE. Você se dizia liberal e não sabe desse básico. Aham. To vendo.

Eu já fui liberal, ai cai na real com a vida, vi que esse papo de mercado não é bem assim.
Não, amigo, você nunca foi liberal. Sinto muito. Ou você está mentindo ou você diz ser uma coisa que nunca entendeu direito o que é (o que mostra o seu nível de inteligência).

Inclusive, um amigo meu foi pra Arabia Saudita, ele disse que lá existem muitas estatais e assistencialismo e o país enriqueceu assim mesmo...

Aham, beleza, usando a Arabia Saudita como exemplo:

Saudi Arabia's riches conceal a growing problem of poverty

"The state hides the poor very well," said Rosie Bsheer, a Saudi scholar who has written extensively on development and poverty. "The elite don't see the suffering of the poor. People are hungry."

The Saudi government discloses little official data about its poorest citizens. But press reports and private estimates suggest that between 2 million and 4 million of the country's native Saudis live on less than about $530 a month – about $17 a day – considered the poverty line in Saudi Arabia.


Opa, perai, como é que 1/4 da população da Arabia Saudita vive abaixo da linha da pobreza? Você não disse que era um país ótimo, rico, cheio de estatal e assistencialismo? Explique isso então.


Falam de acabar com o imposto mas negam toda a imoralidade que a ausência deste geraria, como injustiças e até coisas que ninguém prever.

Que imoralidades, cara-palida? Favor discorrer.

Favor, tentar novamente. Essa sua participação foi muito triste.


Poderiam responder o comentário desse Leonardo Stoppa:
Estranho, hipócrita é dizer que o socialismo atual compete com o capitalismo. Comunismo sim complete com capitalismo mas socialismo é uma forma de redistribuição que, quando interpretada por pessoas que estudam economia a partir de livros de economia (e não Olavo de Carvalho) é uma espécie de segurança ao capitalismo.

Se um dia você entender que existe conhecimento além do que você conhece você vai ver que dentro do conceito atual de socialismo estão as formas de redistribuição de renda (SUS, Fies, Bolsas). Em países de primeiro mundo a galera acaba usando essa grana inclusive para comprar iPhone, logo, é um socialismo que serve ao capitalismo pois deixar essa grana parada na conta de um milionário vai resultar na venda de 1 iPhone para apple, agora, quando redistribuído vira vários iPhones.

O problema da sua visão é que você estuda em materiais criados sob encomenda. Você deixa de estudar em livros de economia para aprender pelas palavras de um cara que é pago por aqueles que pagam os impostos, ou seja, aqueles que são contra a redistribuição, logo, você abre mão do conhecimento para a alienação.

Socialismo não é comunismo. Pode vir de certa forma assemelhado nos livros antigos, mas depois da segunda guerra mundial e principalmente depois da queda da URSS, ficou claro que não há em se falar em controle centralizado e ausência de propriedade privada, mas quem estuda um pouco de economia e sociologia sabe que a intervenção e a redistribuição são importantes atividades governamentais para salvaguardar a atividade industrial.

A final, de que adianta ter industrias de ultima geração se apenas 1% do povo compra seus produtos??