kudos 4u, WDS !
(btw, o IMB devia possibilitar aos leitores avaliar c/ up\downvotes tanto os artigos como seus comentários).

Sobre o trecho "...pessoas de bom-senso que percebessem o abuso das medidas nada poderiam fazer, pois o Estado tem o poder de impor arbitrariamente esse tipo de decisão aos cidadãos.", acho que hoje finalmente já há sim ao alcance de muitos algumas
medidas c/ verdadeiro potencial "game changer" p/ se contornar\mitigar essa tirania dos governos imposta essencialmente pela monopolização do (pseudo-)dinheiro e do sistema monetário.

Curioso em saber o percentual de frequentadores deste fórum que de fato já tomam iniciativas pessoais de combate efetivo ao poderio estatal nesse fronte, considerando a facilidade c/ que agora se pode adquirir e transacionar (transferir a outros como pgto e recebimento) tanto cripto-moedas como metais preciosos...
O problema é que essa atitude apenas PODE - mas provavelmente não vai - representar o fim do euro e da União Européia. O mais provável e realista é crer que com o eventual resgate - e isso também geraria crises - os burocratas da UE chegassem (por má-fé) à conclusão contrária, insistindo que o episódio prova que não há o que fazer em tal caso senão ajudar os bancos, e que para "evitar" isso no futuro seria necessário mais regulação - que na verdade, como bem sabemos, é a CAUSA deste problema.

Diante disso, logo a mentira seria veiculada com ar de verdade absoluta pela grande mídia de todo o mundo. Especialistas muito bem pagos para mentir descaradamente dariam aval à idéia de mais regulação. Algum cretino escreveria algum trabalho cheio de falhas lógicas, defendendo tal idéia e logo seria cotado para o prêmio Nobel.

Com isso, milhões de cidadãos incautos e desconhecedores de economia no mundo todo acreditariam na mentira propagada pelos burocratas e seus intelectuais orgânicos. Logo um monte de inocentes úteis estariam repetindo a mentira como se verdade fosse e enalteceriam as nocivas medidas adotadas.

Por fim, tanto os inocentes úteis quanto pessoas de bom-senso que percebessem o abuso das medidas nada poderiam fazer, pois o Estado tem o poder de impor arbitrariamente esse tipo de decisão aos cidadãos. E é o que ocorreria. O Estado ajudaria o banco insolvente e, percebendo ou não a ineficácia dessa medida para remediar crises econômicas e a própria hipocrisia de burocratas como Angela Merkel, a verdade é que o povo acabaria mesmo tendo que arcar com o prejuízo.

Por isso, é melhor que ela não ajude o banco, deixando assim de criar uma crise maior ainda para o futuro e evitando um acirramento de regulações que escravizam a população e estrangulam a economia, sendo ao mesmo tempo capaz de mostrar que para ser burocrata nem sempre é necessário recorrer aos níveis mais perversos de hipocrisia.

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