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Existe uma moralidade intrínseca ao livre mercado?
por , segunda-feira, 27 de abril de 2015
morality1.jpgA questão a ser analisada não é o benefício instrumental que a liberdade econômica proporciona aos indivíduos, mas sim se o mercado é, em si mesmo, intrinsecamente moral. Muitas pessoas bem-intencionadas não fazem uma distinção entre algo ser instrumental (isto é, servir apenas como um meio) e algo ser intrinsecamente bom.

A qualidade intrínseca de um bem está relacionada à natureza desse próprio bem, algo sem o qual o bem em questão não seria o que é.  Para avaliar a moralidade intrínseca do livre mercado é necessário ir além da mera consideração dos efeitos utilitaristas positivos (ou mesmo negativos) que o livre mercado pode gerar. É necessário analisar a própria natureza do livre mercado.

Se olharmos para além dos efeitos instrumentais de uma economia livre — a qual não se limita ao dinheiro e nem à sua alocação ou distribuição —, descobrimos que, em seu nível mais fundamental, a economia diz respeito à ação humana: à maneira como as pessoas agem para satisfazer suas necessidades.

Uma analogia simples pode ajudar a esclarecer essa situação.  Pergunte-se a si mesmo o seguinte: um martelo é algo intrinsecamente moral?

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O estado gera as desigualdades sociais que ele próprio alega ser o único capaz de resolver
por , domingo, 26 de abril de 2015

classe-social-e-desigualdade.jpgO atual sistema monetário é baseado em um monopólio estatal de uma moeda puramente fiduciária.  O dinheiro é criado monopolisticamente pelo Banco Central e é em seguida entregue ao sistema bancário.  O sistema bancário, por sua vez, por meio da prática das reservas fracionárias, se encarrega de multiplicar este dinheiro (eletronicamente) por meio da expansão do crédito.  Falando mais diretamente, o dinheiro criado pelo Banco Central é multiplicado pelo sistema bancário e entra na economia por meio do endividamento de pessoas e empresas.

Ao analisarmos os negativos efeitos sociais e políticos deste arranjo, a seguinte pergunta tem de ser feita: onde estão as manifestações dos defensores e apologistas da justiça social contra este arranjo fiduciário que destrói o poder de compra dos poupadores e aumenta as desigualdades?  Por que não ouvimos clamores de políticos e sociólogos — que juram ter em mente o bem-estar geral da população — contra o crédito fácil?

Se aqueles que alegam estar falando em nome da justiça social nada fizerem para protestar contra isso, seu silêncio pode ser interpretado de apenas duas maneiras: ou eles não entendem absolutamente nada sobre como funciona o atual sistema monetário, o que significa que eles nunca se interessaram em pesquisar e estudar sobre o assunto; ou eles de fato leram, estudaram e entenderam perfeitamente bem, o que significa que eles estão ignorando de maneira cínica uma grande fonte de desigualdade e pobreza simplesmente porque provavelmente estão se beneficiando deste sistema.

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        Local: Fortaleza/CE
        Data: 21/05/2015 18:00


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