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Surpresa! Desde o real, preços regulados pelo governo subiram muito mais que os preços de mercado
por , sexta-feira, 26 de agosto de 2016
capa3-820x508.jpgO governo, que detém o monopólio da moeda, é um impiedoso destruidor da mesma. Mas nem toda a destruição é igual.

Setores que operam sob concorrência oferecem os bens e serviços cujos preços foram os que menos subiram nos 22 anos de real. 

Em contraste, bens e serviços ofertados por setores regulados pelo governo e blindados da concorrência por meio de agências reguladoras conseguiram extrair preços cada vez mais altos da população.  E com uma qualidade, no mínimo, insatisfatória.

Não é nada complicado.  Se você quer bons serviços, bons produtos, idéias inovadoras e preços contidos, você tem de ter mercados livres e concorrenciais, com liberdade de entrada em todos os setores. 

Quanto mais o governo controla, maiores são os preços, e mais insatisfatórios são os serviços.

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Quanto mais o keynesianismo fracassa, mais ele é ressuscitado sob novas promessas de prosperidade
por , quinta-feira, 25 de agosto de 2016

min-guido-mantega_fotor_collage_0.jpgEsse curioso fenômeno de inflação em alta ocorrendo simultaneamente a uma aguda recessão simplesmente não poderia ocorrer, de acordo com a visão keynesiana do mundo.

Os economistas keynesianos afirmavam que ou a economia deveria apresentar uma expansão, sendo que nesse caso os preços estariam subindo, ou a economia deveria apresentar uma recessão com grande desemprego, sendo que nesse caso os preços estariam caindo.  Durante o período da expansão econômica, o governo keynesiano deveria "enxugar o excessivo poder de compra", elevando impostos — de acordo com a teoria keynesiana, isso reduziria os gastos da economia.  Por outro lado, durante uma recessão, o governo deveria aumentar seus gastos e seu déficit orçamentário, com o intuito de estimular o nível de gastos da economia. 

Mas e se a economia apresentasse ao mesmo tempo inflação e recessão com alto desemprego, o que o governo deveria fazer?  Se o governo deve pisar no acelerador dos gastos durante as recessões e no freio durante as expansões, o que ele deve fazer se houver uma aguda recessão (com desemprego e falências) e uma vigorosa inflação ao mesmo tempo?  Como poderia ele pisar no acelerador e no freio da economia ao mesmo tempo?

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