Epa tão falando em crise nos bancos da Europa....Em texto na relação na foto de perfil divulgo declarações do analista Felipe Miranda da conhecida consultoria do mercado, a EMPIRICUS, afirmando que a crise de 2008 ainda não foi resolvida e estão apenas empurrando ela com a barriga mas ela vai explodir em algum momento e que tentarão resolver a crise ainda não resolvida com uma guerra a caminho EUA X Rússia e China que seria nuclear e global e não resolveria nada e sim detonaria tudo e todos. Até sugerimos em outro texto que o novo papa deveria resgatar o cristianismo primitivo sobretudo e inclusive o do grupo de Maria Madalena e Tomé pois detonaria as 3 ideologias materialistas atuais gerando os males do mundo e inclusive a guerra, as religiosas, as políticas e as econômicas, além das demais áreas das ciências também ainda presas ao velho paradigma materialista newtoniano devido ao cartório dos negócios e privilégios todos ignorando ou ocultando das massas as comprovações da mecânica quântica como explica o Hélio Couto em seus vídeos mas também comprovadas pelos livros do físico quântico Amit Goswami.. Obama bem que tentou regular o cassino financeiro global depois da crise de 2008 mas boicotaram isto e ainda vão pagar elevado preço devido a estarem permitindo esta zona ou baderna ou pirataria deste cassino financeiro global ou bando de salteadores reduzindo a pó as soberanias e as democracias dos povos do planeta inclusive dos EUA. Não live saco para entrar e ler tudo mas deixo a quem queria ler e comentar. Os textos das minhas pesquisas estão numa relação com links na foto de perfil e de capa da minha página no face GARRU JOÃO LUIZ GARRUCINO.
"A "situação econômica da Inglaterra" não mudou pós-Brexit, mudaram as expectativas momentâneas, porque o "Brexit", apesar de aprovado no em referendo ainda não aconteceu."

Lógica sensacional.

Segundo você, o Brexit será péssimo. Ok. No entanto, as expectativas momentâneas melhoraram (e em níveis recordes) porque esse péssimo, embora garantido, "ainda não aconteceu".

Brilhante.

Veja uma lógica idêntica: o Brasil aprova em um referendo adotar o Bolívar, a moeda venezuelana, como moeda nacional. Isso irá acontecer, mas não se sabe quando. Por causa dessa incerteza, as expectativas econômicas disparam, e chegam aos melhores níveis em décadas.

Faz muito sentido, né? As expectativas econômicas disparam a níveis inauditos porque algo de péssimo está para acontecer...

"Para ressaltar o tom falacioso tanto do artigo [...]"

Falacioso é dizer que algo péssimo que está para acontecer faz disparar as expectativas econômicas a níveis não-visto há décadas. Completamente sem sentido.

"O que "os números" dizem é que AS EXPECTATIVAS no momento estão positivas".

As expectativas não estão positivas; elas se tornaram positivas, após anos de negatividade. A diferença entre "estar" e "se tornar" é abissal.

Mas, como diz o próprio texto (o qual você involuntariamente, e hilariamente, confirma), catastrofistas jamais dão o braço a torcer, inventando as mais bizarras desculpas. Essa sua, então, foi a melhor: as expectativas ficaram boas porque algo de ruim foi aprovado e vai acontecer.

"Favor aprender a ler."

No seu caso, nem isso basta. A questão é a ignorância econômica, mesmo.
Refazendo a resposta que saiu truncada no site:


Friddi. Eu discordo de sua afirmação: "2o O plano Morgenthau poderia ter ajudado caso que Alemanha não teria perdido seus territorios no leste (o que é hoje parte de Polonia e Russia; Silesia, Prussia leste e Oeste)."

Até o final do século XVIII a Polônia fazia da Comunidade Polaca-Lituana, independente. Entre os anos de 1792 e 1795 esta comunidade foi dissolvida na marra pelos Império Russo, pelo Reino da Prussia e pelo Império Austriaco dos Habsburgos, que a dividiram entre os três no que foi chamado de "Tripartição da Polônia".


Esta partição criou uma grande emigração de poloneses para outros paises da Europa.

A Polônia só recuperou sua independência quando os impérios alemão e austro-húngaros foram derrotados na Primeira Guerra Mundial.

Com o advento da Segunda Guerra Mundial, Hitler e Stalin dividiram novamente a Polônia, ficando a parte ocidental para a Alemanha nazista e a oriental para a URSS.

Ao final da Segunda Guerra novamente a Polônia foi libertada.

Inclusive, áreas atuais do leste da Alemanha, pré-historicamente eram habitados por povos eslavos e não germânicos (originários da região ocidental da atual Alemanha e países nórdicos (Dinamarca e etc.), como já demonstrado por descoberta arqueológicas realizados na atual Alemanha por alemães

Assim sendo, a Alemanha não perdeu terreno para a Polônia mas recuperou pois eram territórios pré-historicamente e historicamente eslavos, e que desde a pré-história habitavam inclusive terrritório que hoje pertence a Alemanha e não o contrário.

O vale do Rio Elba (nasce na República Tcheca, corta o leste da Alemanha, a oeste de Berlim, e desagua no Mar Báltico era habitado na idade média por povos eslavos, osSlowianie polabscy.

PS:
1) Sou descendente de alemães por parte de mãe: meus avós maternos vieram ao Brasil no entre-guerras. Tenho muitos primos na Alemanha;
2) de poloneses por parte de pai: meus quatro bisavôs paternos eram eslavos, nasceram, cresceram, casaram numa pequena comunidade situada a cerca de 50 km a leste da Alemanha.
Os quatro só falavam polonês, tinham feições e raizes eslavas e se consideravam poloneses, não prussianos. Mas, ao virem ao Brasil na segunda metade do século XIX vieram com passaportes prussianos, o passaporte dos dominantes da Polônia à época.

Aliás, por conta disto não consegui a nacionalidade polonesa pois quando a Primeira Guerra acabou meus bisavôs já haviam morrido e, portanto, não trocaram seus documentos de prussianos para poloneses.

Algumas fontes:

- https://global.britannica.com/event/Partitions-of-Poland

- Norman Davies, God's Playground: A History of Poland in Two Volumes, Oxford University Press, 2005, ISBN 0-19-925339-0

- Bideleux, Robert; Jeffries, Ian (1998). A History of Eastern Europe: Crisis and Change. Routledge. p. 156

- Batt, Judy; Wolczuk, Kataryna (2002). Region, State and Identity in Central and Eastern Europe. Routledge. p. 153

Estudos sobre a presença de povos eslavos na atual Alemanha, escritos por alemães:

- The Archeology of Medieval Germany, by Günther P. Fehring :
https://books.google.com.br/books?id=7RMcBQAAQBAJ&pg=PA196&lpg=PA196&dq=slavic+settlement+Germany&source=bl&ots=DnBMN4Yl37&sig=oS9F03wUrlqh54GxzF-aZV58at0&hl=en&sa=X&ved=0ahUKEwjWr7-k2LXPAhVLCpAKHd_OB8AQ6AEIbzAQ#v=onepage&q=slavic%20settlement%20Germany&f=false


- Herrmann, Joachim (1970). Die Slawen in Deutschland (in German). Berlin: Akademie-Verlag GmbH

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