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Cinco lições sobre o referendo escocês
por , segunda-feira, 22 de setembro de 2014
6888.jpgAs autoridades governamentais do Reino Unido declararam que a campanha do "Sim" pela secessão perdeu por uma margem de aproximadamente 10 pontos percentuais — 55% votaram pelo "Não" e 45% votaram pelo "Sim". 

No entanto, mesmo sem obter o voto majoritário, essa campanha pela secessão da Escócia em relação ao Reino Unido nos forneceu alguns vislumbres sobre o futuro dos movimentos secessionistas e sobre aqueles que defendem o status quo.

Como aprendemos com a experiência escocesa, os centralizadores temem a secessão ao ponto de se mostrarem realmente dispostos a oferecer várias benesses aos separatistas.  É claro que, no caso da Escócia, que é uma região recebedora de impostos, as promessas envolveram ainda mais assistencialismo estatal.  Já no caso de Veneza, por outro lado, as coisas certamente seriam distintas.  De qualquer maneira, ameaçar separatismo é uma tática muito útil para se obter ou mais autonomia ou mais benesses.  Adicionalmente, é sempre positivo forçar um governo central a se submeter a um referendo que questione sua legitimidade.  Isso, aliás, não deveria ser algo feito em uma única eleição, como fizeram os escoceses, mas sim uma característica tradicional e corriqueira do processo político.  Deveria ser algo feito continuamente.

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O ciclo da dependência pode ser quebrado
por , sexta-feira, 19 de setembro de 2014

317339_446344455447273_534922397_n.jpgAs pessoas reagem a incentivos. E os incentivos também se aplicam ao comportamento eleitoral, e os políticos sabem perfeitamente disso.  As pessoas sempre votarão naqueles candidatos que elas julgam ser os que mais efetivamente irão atender aos seus interesses. 

No entanto, em todo esse fenômeno há um fator nada trivial: esse comportamento leva à perpetuação de políticas que tentam alinhar os interesses do eleitor médio à agenda do partido político que está no poder.

O exemplo mais engenhoso e explícito disso é a maneira como a esquerda tenta criar uma dependência em relação aos programas do governo. Dado que a mentalidade esquerdista exige cada vez mais controle governamental, então a solução passa a ser clara: criar programas que façam com que uma maioria se beneficie financeiramente à custa de uma minoria.  Isso levará à criação de um bloco eleitoral que jamais votará a favor um partido que defenda a redução do estado.

E não se está aqui falando apenas do assistencialismo aos mais pobres.  Há também os vários tipos de assistencialismo aos ricos, um filão que a esquerda ao redor do mundo descobriu ser extremamente rentável em termos eleitorais.

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