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Os anticapitalistas de hoje continuam ignorando os problemas mais básicos do socialismo
por , terça-feira, 4 de agosto de 2015
1409428824071.jpgA grande ironia é que, com o colapso do modelo social-democrata e assistencialista na Europa e na América Latina, a retórica anti-mercado e pró-socialismo está ressurgindo com força nas manchetes dos jornais (ver aquiaquiaqui) e aparecendo cada vez mais frequentemente nas mídias sociais.

Invariavelmente, tais pessoas acreditam firmemente que organizações financiadas pelo governo — como o FMI (instituição criada por Keynes e financiada pelos impostos pagos pelos cidadãos dos países ricos) — são representantes da genuína economia de mercado.

Esse tipo de confusão conceitual não interessa a essas pessoas, pois os artigos e os memes de internet recorrem ao típico tom populista e a frases curtas e triviais, repletas de clichês e soluções fáceis — e são intencionalmente construídas assim para facilmente evitar ataques e causar mais impacto nos leigos. 

Ao final, tudo pode ser resumido à seguinte mensagem: o socialismo funciona e é melhor do que o capitalismo.

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Por quem os juros dobram - e o que pode ser feito pela economia brasileira
por , segunda-feira, 3 de agosto de 2015
DilmaVitoria.jpgSejamos sinceros: com nossas universidades loteadas por professores keynesianos, e com um empresariado de mentalidade protecionista e afeita a subsídios, era inevitável que, cedo ou tarde, esse experimento conhecido como "Nova Matriz Econômica" fosse implantado no país.

A demanda por esse conjunto de políticas keynesianas é antiga.  Mesmo quando, no período 2005-2008, o crescimento da economia brasileira era elevado, a inflação de preços era declinante, o desemprego diminuía e a classe média aumentava rapidamente, os clamores por uma guinada mais radical à heterodoxia ainda eram uma constante. 

E o argumento — o mesmo de sempre — era o de que o país iria crescer muito mais caso o governo adotasse uma política fiscal mais expansionista e uma política monetária mais frouxa, utilizasse os bancos estatais para expandir o crédito, desvalorizasse o câmbio e aumentasse as tarifas de importação para "estimular" a indústria nacional. 

Durante o auge desse experimento, em que o "capitalismo de estado" foi elevado ao paroxismo, não foram poucos aqueles que vaticinaram que tal arranjo "havia vencido e havia melhorado a vida do pobre"
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