rss Assine o RSS de Artigos da Mises.org.br
“Os fundamentos contra o antitruste” - novo lançamento apoiado pelo IMB
por , quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Os_Fundamentos_Contra_o_Antitruste.png
Clique na imagem para adquirir o livro

Foi com o intuito de fazer a defesa da concorrência e dos consumidores que o professor André Luiz Santa Cruz Ramos — que tinha um viés liberal — foi, com a melhor das intenções, trabalhar no órgão antitruste brasileiro, o CADE.

Porém, logo no início de suas atividades, ao deparar com uma tentativa de se aplicar uma das várias teorias absurdas que nos atormentam — a teoria do "preço predatório" —, o professor André percebeu que havia algo de muito errado com as leis e os órgãos antitruste: ele percebeu na prática que suas ações estavam contrárias a tudo que ele defendia, pois prejudicavam, em vez de proteger, os consumidores e a concorrência.

Tal foi o caso contra a rede de farmácias Drogaria São Paulo, a qual, quando resolveu entrar no mercado nordestino, abriu diversos pontos e praticou altos descontos. Para proteger os consumidores dessa "situação calamitosa", as farmácias concorrentes se uniram e usaram a lei antitruste para atacar a Drogaria São Paulo. A acusação foi aquela que está entre as teorias mais absurdas da pseudoeconomia que domina o direito antitruste: a prática de precificação predatória.

Segundo essa "teoria", uma empresa grande pode cobrar preços abaixo do custo por certo período de tempo, fazendo todos os seus concorrentes falirem; depois disso, já com seus concorrentes aniquilados, ela pode aumentar os preços o quanto quiser, prejudicando os consumidores, que agora não teriam outra opção.

Obviamente, uma situação dessas jamais ocorreu.

leia mais...

rss Assine o RSS de Artigos da Mises.org.br
Por que empresas estatais tendem à corrupção e à ineficiência
por , quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

lula.jpgEsse esquema entre estatais e empreiteiras, envolvendo superfaturamento, fraudes em licitações e desvio de recursos das estatais para o pagamento de propina a políticos é tão antigo e tão básico, que é impressionante que apenas agora as pessoas demonstrem surpresa com ele.

Toda a esquisitice já começa em um ponto: por que os políticos disputam acirradamente o comando das estatais?  Por que políticos reivindicam a diretoria de operações de uma estatal?  Que políticos comandem ministérios, vá lá.  Mas a diretoria de operações de estatais é um corpo teoricamente técnico.  Por que políticos?  Qual a justificativa?

Quem acompanha o jornalismo político já deve ter percebido que os partidos políticos que compõem o governo federal não se engalfinham tanto na disputa de ministérios quanto se engalfinham na disputa para a diretoria de estatais.  É óbvio.  É nas estatais que está o butim.  As obras contratadas por estatais são mais vultosas do que obras contratadas por ministérios.  O dinheiro de uma estatal é muito mais farto.  E, quanto mais farto, maior a facilidade para se fazer "pequenos" desvios.

Quando políticos e sindicalistas gritam "o petróleo é nosso", "o minério de ferro é nosso", "a telefonia é nossa", "a Caixa é nossa", aquele pronome possessivo "nosso" se refere exclusivamente a "eles", os únicos que ganham com todo esse arranjo.

leia mais...

Artigos anteriores

veja mais...


Mais acessados








Blog  rss Assine o RSS de Blog da Mises.org.br
  Comedimento e sobriedade
        por Helio Beltrão - 10/06/2014
  Comunicado
        por Equipe IMB - 10/06/2014
  O que fazer com a Petrobras?
        por Leandro Roque - 07/04/2014

Multimídia   
  Podcast Mises Brasil
        por Bruno Garschagen - 06/01/2015
  Conferência de Escola Austríaca 2014
        por Diversos - 23/10/2014
  Fraude - Explicando a grande recessão
        por Equipe IMB - 31/10/2012
veja mais...



Instituto Ludwig von Mises Brasil



contato@mises.org.br      formulário de contato           Google+
Desenvolvido por Ativata Software