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Não basta privatizar - tem de desregulamentar e liberalizar
por , segunda-feira, 1 de setembro de 2014

orelhao.jpgLiberalizar é retirar entraves à concorrência; é permitir que quem tenha uma ideia possa entrar no mercado para prover o serviço da forma que julgar melhor, arcando com as consequências — lucros ou prejuízos — de sua tentativa.

Se uma empresa é privatizada, mas o monopólio (ou oligopólio) é mantido — que é exatamente o que ocorre quando o setor é controlado por uma agência reguladora, que existe apenas para proteger os interesses dessa empresa privada —, cria-se um incentivo dúbio: por um lado, a empresa agora buscará ser lucrativa, e portanto eficiente na geração de valor. Por outro, a restrição à concorrência permite que ela cobre preços mais altos e ofereça serviços inferiores ao que faria se tivesse que se virar no livre mercado.

Os consumidores continuam reféns de um mesmo provedor. Do preço artificialmente baixo que as estatais gostam de praticar (nem sempre), passa-se a preços artificialmente altos. Que o dono deixou de ser o estado e agora é um grupo privado importa pouco, dado que em ambos os casos a relação fundamental é a mesma: uso do aparato coercitivo para garantir que o negócio opere fora do processo de trocas voluntárias.

Quatro combinações são possíveis. A péssima: empresa estatal, setor restrito. A ótima: empresas privadas, setor livre. E duas intermediárias: empresa privada com setor restrito, e empresa estatal com setor livre.  Se for para escolher uma dessas intermediárias, prefiro a última.

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Como empreendedores melhoram - ou pioram - a sociedade
por , sexta-feira, 29 de agosto de 2014

abilio-antonio.jpgO que pode inequivocamente ser dito sobre o lucro ou prejuízo do capitalista é isto: seu lucro ou prejuízo são a expressão quantitativa do tamanho de sua contribuição para o bem-estar de seus semelhantes, isto é, os compradores e consumidores de seus produtos, que renunciaram ao dinheiro deles em troca do produto oferecido pelo capitalista, produto este que, no entendimento subjetivo dos consumidores, valia mais do que a quantia monetária da qual abriram mão.

O lucro do capitalista indica que ele soube transformar, com sucesso, meios de ação que eram socialmente menos valorizados e estimados em meios mais valorizados e estimados.  Em outras palavras, ele soube avaliar que os preços dos fatores de produção estavam baixos em relação aos possíveis preços futuros dos bens e serviços produzidos por esses fatores de produção.  Ao agir assim, ao saber como recombinar estes fatores de produção, ele criou valor e, consequentemente, aprimorou o bem-estar social.

Mutatis mutandis, o prejuízo do capitalista indica que ele usou insumos mais valiosos para a produção de produtos menos valiosos e assim desperdiçou meios físicos escassos e empobreceu a sociedade.

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