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Desarmamento e genocídios
por , domingo, 23 de novembro de 2014

384241_399404500133101_1784420382_n.jpgQuando as tropas de Mao Tsé-Tung invadiam um vilarejo, elas capturavam os ricos.  Em seguida, elas ofereciam a devolução das vítimas em troca de dinheiro.  As vítimas eram libertadas quando o pagamento fosse efetuado.  Mais tarde, o governo voltava a sequestrar essas mesmas pessoas, só que desta vez exigindo armas como resgate.  Ato contínuo, assim que as armas eram entregues, as vítimas eram libertadas.  Essa mudança de postura — exigir armas em vez de dinheiro — fez com que a negociação parecesse razoável para as famílias das próximas vítimas.  Porém, tão logo o governo se apossou de todas as armas de uma comunidade, os aprisionamentos e as execuções em massa começaram.

Em sua obra Tragedy and Hope (1966), Carroll Quigley argumenta que a Revolução Americana foi bem sucedida porque os americanos possuíam armas de poder de fogo comparável àquelas em posse das tropas britânicas.  Foi exatamente por isso, disse ele, que houve toda uma série de revoltas contra governos despóticos em todo o século XVIII.  Tão logo as armas em posse do governo se tornaram superiores, os movimentos e manifestações em prol da redução do tamanho do estado deixaram de ter o mesmo êxito que haviam tido nos séculos anteriores.

Há uma razão por que os governos são tão empenhados em desarmar seus cidadãos: eles querem manter seu monopólio da violência a todo custo.  A ideia de haver cidadãos armados é apavorante para a maioria dos políticos.  Afinal, para que serve um monopólio se ele não pode ser exercido?  Cidadãos armados impõem um limite natural à tirania do estado. 

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Como o governo está tentando enganar a população com a meta do superávit primário
por , sexta-feira, 21 de novembro de 2014

dilma1-636x395.jpgA presidente encaminhou o projeto de lei ao congresso para abolir o limite da dedução de até R$67 bilhões, deixando livre a exclusão de todos os gastos do PAC e das desonerações.  

Na prática, isso significa o seguinte: mesmo havendo um enorme déficit, o governo terá cumprido a meta de superávit, pois ele agora poderá abater até R$122,890 bilhões (que é a soma até o momento dos gastos do PAC e das desonerações) da meta de R$116,072 bilhões

Ou seja: por meio de uma contabilidade mágica, um déficit virou um superávit.

O problema é que truques contábeis não alteram a realidade.  E a realidade é que, na prática, o governo federal está incorrendo em um déficit primário.  E vale lembrar que déficits (sejam eles primário ou nominal) são financiados pela emissão de títulos do Tesouro, os quais são majoritariamente comprados pelos bancos por meio da criação de dinheiro. Portanto, os déficits do governo são uma medida inerentemente inflacionária.  Será difícil reduzir a atual inflação de preços se o governo não equilibrar seu orçamento.

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