rss Assine o RSS de Artigos da Mises.org.br
A redistribuição é uma ideia economicamente insensata
por , sexta-feira, 22 de maio de 2015
redistribuicao de renda1.png
Redistribuição de renda

A história do século XX está repleta de exemplos de países que se propuseram a redistribuir riqueza e acabaram redistribuindo pobreza. Os países comunistas foram um exemplo clássico, mas não são de modo algum o único exemplo.

De acordo com a teoria defendida pelos adeptos da redistribuição de renda, confiscar a riqueza das pessoas mais bem-sucedidas e redistribuí-la para os mais pobres fará com que toda a sociedade se torne mais próspera.  Entretanto, quando a União Soviética confiscou a riqueza de fazendeiros bem-sucedidos, os alimentos se tornaram escassos e o resultado foi a inanição.  Sob o regime de Stalin, durante a década de 1930, o número de mortos de fome foi praticamente igual ao número de mortos no Holocausto de Hitler na década de 1940.

Por que isso acontece?  Realmente, não é nada complicado.  No mundo real, só é possível confiscar a riqueza que já existe em um dado momento.  Não é possível confiscar a riqueza futura; e é menos provável que essa riqueza futura seja produzida quando as pessoas se derem conta de que ela também será confiscada.

leia mais...

rss Assine o RSS de Artigos da Mises.org.br
Governar é errar ... à custa dos outros
por , quinta-feira, 21 de maio de 2015
Dilma.jpgO aspecto mais relevante do "erro político" não é que ele exista, mas sim as consequências que ele acarreta. 

Quando um indivíduo qualquer se equivoca, os custos e os prejuízos vinculados ao seu erro são arcados por ele próprio.  A responsabilidade individual consiste justamente em aceitar as consequências de nossas ações, em não culpar os outros por nossas falhas, e em não descarregar nem culpas nem ônus sobre terceiros inocentes.

Na teoria econômica, com efeito, criou-se o termo "externalidades negativas" para descrever custos que não são arcados pelo indivíduo que as produziu, mas sim por terceiros. Os políticos, por sua vez, são inteiramente capazes de transferir o custo de seus erros para todo o conjunto da população.  Afinal, quem são os grandes prejudicados pelos fiascos das políticas implantadas pelo governo?

Os políticos, ao cometerem erros, detêm o benefício de converter a sociedade em responsável solidária por seus erros.  Aquilo que no livre mercado seria considerável inaceitável e motivo de acionamento judicial — as ações de um indivíduo repercutirem adversamente sobre um outro que não é obrigado a arcar com elas —, torna-se a regra quando o envolvido é o estado: os erros dos políticos se transformam estruturalmente em um fardo compartilhado por todo o conjunto da sociedade.

leia mais...

Artigos anteriores

veja mais...


Mais acessados








Multimídia   
  Podcast Mises Brasil
        por Bruno Garschagen - 06/01/2016
  Conferência de Escola Austríaca 2014
        por Diversos - 23/10/2014
  Fraude - Explicando a grande recessão
        por Equipe IMB - 31/10/2012
veja mais...



Instituto Ludwig von Mises Brasil



contato@mises.org.br      formulário de contato           Google+
Desenvolvido por Ativata Software