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"Se eu denunciar, não vai acontecer nada"

Por que Junior Durski, do Grupo Madero, aceitou pagar propina para os corruptos do Ministério da Agricultura por um ano?

Leia sua resposta à Veja:

"O senhor nunca pensou em denunciar a extorsão?

É notório que existe muita corrupção no Brasil, tanto quanto é notório que existe muito corporativismo nos órgãos públicos. A impunidade é muito grande. O empresário pensa: "Se eu denunciar, não vai acontecer nada com o fiscal, e depois ele volta e me arrebenta."



Qual o seu argumento contra uma maior liberdade de contratação e empreendimento?

Argumente por que é preferível um mercado totalmente amarrado pelo governo do que um mercado um pouquinho mais livre.


Felizmente, o objetivo não é "gerar empregos". Aliás, nenhuma política deve ter o objetivo de "gerar empregos". O objetivo da economia, de qualquer economia, é "aumentar a produção". Empregos são a consequência disso.

O bom desta maior liberdade de contratação está exatamente em facilitar (só um pouco) a atividade produtiva. Se isso também gerar empregos como consequência, tanto melhor.


Excelente artigo Leandro, como sempre.

Esse artigo me fez pensar em algo agora, se puder me responda, e se essa lógica de permitir que empresas que inspecionam os produtos e liberam selos de qualidade para o mercado venham a competir com o estado for levada mais adiante... para permitir a existência de instituições que JULGAM o estado em si?


Depende, em direito, nenhum artigo deve ser interpretado de forma isolada. O art. 170 deve ser lido em conjunto com os outros da Constituição, principalmente os artigos relacionados à instituição de tributos, os quais devem ser criados ou majorados somente por lei strictu sensu.


OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."


E a "pejotização" continua proibida. O que de fato vai mudar para quem quer trabalhar sem ser estuprado pela CLT nesse país de chimpanzés?

Ao que parece, a única coisa que vai mudar é o relaxamento do "vínculo empregatício", o que sem dúvidas ajudará na geração de empregos, mas os ganhos continuaram a mesma merda porque o trabalhador ainda continuará pagando pelos "direitos".
Esperava poder operar como freelancer, prestar serviços e receber por eles. Mas pelo visto precisarei fazer isso através de um atravessador (a tercerizadora) e o salário será menor, não?


Também acho que se fosse para gerar empregos, deveriam atacar outras fontes: infraestrutura precária, melhor ensino básico, mais treinamentos, menos burocracia, menor carga tributária e mais simplificada, entre outras coisas. E essa história de que a terceirização vai aumentar empregos é conversa pra boi dormir. Se uma empresa precisa de 100 funcionários, ela irá contratar 100, independente de ser terceirizada ou não. Além disso, no Brasil são criadas muitas empresas de fachada que atrasam salarios, fecham sem mais nem menos, e quando muita gente começa a acionar a Justiça, fecham e abrem outra. Salários são, em média, 27 por cento menores e há mais acidentes de trabalho em empresas terceirizadas, o que acaba sobrecarregando o SUS. A terceirização é boa sim, mas só para maus empresários.


Estava falando com o meu primo que faz consultoria. Ele tem PJ e é contratado por uma empresa, que repassa os serviços dele para outra empresa. Porém ele não tem carteira assinada, e nenhum "benefício". Isso me parece como uma "Pejotação", que segundo o link ali em cima da UOL é ilegal. Saberiam me dizer se isso somente é legal em algumas áreas ou como funciona?


Essa lei não vai gerar um super cartel de empresas de terceirizaçao, com uma reserva de mercado bancada pelo governo? Se o governo ganha com isso, as empresas terceirizadas ganham com isso e as empresas que contratam mão de obra terceirizada ganham com isso, como é possivel dizer que o trabalhador vai ganhar com isso? Me parece que vocês do mises
estão cegos pra realidade desse País , o governo não via criar uma lei pra prejudicar a si mesmo. Vocês estão propondo que o mesmo que o mesmo valor que era usada pra pagar um funcionario agora vai ser dividido com mais um intermediario e mesmo assim vai ser melhor pro trabalhador. O que deveria ser feito é acabar com a CLT não esse puxadinho de terceirização.


Mises é exemplo de um grande profissional e pessoa a ser seguido. Além do alto nível intelectual que ele tinha, conseguiu compartilhar seus conhecimentos econômicos e filosóficos com os princípios de liberdade econômica que jamais abandonou.

Inspirador!



Contribuição? Então eu posso interromper?

Sim, porque, por definição, "contribuição" é algo voluntário, e não obrigatório. Se tal imposto é na verdade uma "contribuição", então isso significa que pagá-lo é inteiramente opcional.

Por outro lado, se o pagamento não é opcional, então não é contribuição p... nenhuma, mas sim imposto.

O autor, felizmente, não caiu na esparrela de se deixar levar por termos politicamente corretos criados apenas para enganar os mais incautos. Cofins é imposto. Caso se torne inteiramente voluntário, aí sim vira contribuição.


Sou totalmente a favor da exclusão do ICMS na base de cálculo do PIS COFINS, que, corrigindo com a devida licença ao autor, são contribuições e não impostos federais, como ele afirma.

Qualquer medida que diminua a altíssima carga tributária é muito bem vinda, além do que o mesmo raciocínio aplicado ao PIS COFINS e ICMS poderá ser aplicado a outros tributos. Entretanto, como o PIS / COFINS está intimamente ligada à Previdência Social, não me iludo acreditando que o STF está numa onda liberal, apenas se juntou à base do governo, reunindo esforços para passar a PEC que altera a Previdência Social.


"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.


-Retirar dinheiro da população pobre e repassar para as grandes empresas via BNDES vai melhorar a condição dos pobres.


No serviço público, por exemplo, acontece exatamente dessa forma: o terceirizado acaba custando 3 vezes mais que os contratados.
Ué, se o terceirizado custa mais caro, então não vejo nenhum alarde na estória toda, porque as empresas vão contratar diretamente ao invés de terceirizar. Um empresário teria que ser muito burro pra terceirizar se o terceirizado sairia mais caro que o empregado direto. Ele quebraria logo e sairia do mercado.

Alias, me corrigindo, valeria a pena se o terceirizado fosse mais especializado que o contratado normal, mas isso depende do nível de produtividade esperado.


Filhinho, o Bostil possui menos liberalismo do que a Rússia e a China. Você não possui a mínima ideia do que está falando.


O texto apenas demonstra que o sistema capitalista, ainda mais a forma liberal, é totalmente ineficiente.

Liberal? Onde? No Brasil? O país com um alto nível de protecionismo, regulações e proibições de concorrências, que garante reservas de mercado a um pequeno e seleto grupo de empresas ligadas ao governo? Você tá de zueira?

1) Sim, beleza, perfeito. Uma organização internacional sem fins lucrativos. Acho a ideia excelente. Isso também prova que não precisavam do estado e do ministério da agricultura para certificar as carnes, porque existem entidades que não são ligadas a ele que podem fazer esse trabalho de forma mais eficiente e barata, perfeitissimo.

2) Ah, sim, não é proibido. Que legal, então significa que não precisamos do estado e sua máquina carissima fazendo isso, já que, como você apontou no item 1, existem outras entidades sem fins lucrativos que podem fazer isso melhor e mais barato. Perfeito.

3) Recomendo leitura: O mito do monopolio natural
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1309

Mas, meu caro, deixe eu te perguntar uma coisa, eu achei que você ia criticar o liberalismo. Você só apresentou idéias que o defendem e que são contrárias ao estado, mas colocou a culpa no liberalismo. Estou confuso.


-Exportar comida fará com que os pobres fiquem mais ricos ou comerão melhor.


A PL não deveria de alguma forma forçar as empresas a apresentarem resultados melhores com a redução de custo com a terceirização?

Caro amigo, tire essa ideia da cabeça que o estado precisa enforçar alguma coisa no mercado, pois o próprio mercado faz isso muito melhor, sem necessitar de burocratas extremamente bem pagos e recebendo proprina. Estado se metendo na economia só cria distorções de mercado. Sugiro ler alguns textos e livros indicados por aqui para entender melhor porque.




Na minha modesta opinião, o próprio Hélio Beltrão deveria responder ao Capital Imoral.


"Minha objeção consiste em afirmar que a regulamentação do modo que foi feita não é benéfica para o Estado, logo, como tudo no Brasil, querendo ou não, está ligado à esse ente, não torna se benéfica ao indivíduo."

Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo.

"Outro ponto pouco abordado por vocês é que as terceirizações beneficiam também os empresários oriundos de reservas de mercado."

Abordado neste artigo:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=2076



Puxa, mas como é que ninguém nunca pensou nisso antes?! Criar uma lei para obrigar a qualidade! Sensacional!

Tem que dar certo!

Já eu tenho uma ideia 100% comprovada, que funcionou em absolutamente todos os lugares em que foi tentada. E o que é melhor: não custou um centavo de dinheiro público para ser implantada, não necessitou de políticos, nem de burocratas e nem de propina.

Que ideia é essa? O livre mercado e a livre concorrência. Não há sistema melhor para garantir qualidade alta e preços baixos.

O Brasil deveria tentá-lo algum dia.


A meu ver, essa "desregulamentação" estatal sobre a terceirização não passa de uma intervenção, de feição "liberal", que não implicará nos efeitos desejados e previstos.

Basicamente, pelo que eu entendi, a intenção do governo é gerar mais empregos que de fato paguem salários realmente vinculados à riqueza produzida pelo empregado. Com isso, busca se mover a economia, através de poupanças, maior capital do empregador para investimento e consumo real dos empregados. Desse modo, o Estado pode arrecadar mais, pois, na análise de Smith que é complementanda pelo autor do artigo, a especialização (terceirização) gera riqueza e prosperidade. Fugindo, portanto, do ideal keynesiano de que quanto maior o consumo de quem produz maior o progresso, negligenciando a possível artificialidade dessa troca.

Minha objeção consiste em afirmar que a regulamentação do modo que foi feita não é benéfica para o Estado, logo, como tudo no Brasil, querendo ou não, está ligado à esse ente, não torna se benéfica ao indivíduo.

Primeiro, pelo fato de que, as empresas que contratam outras empresas terceirizadas podem ter um elo empregatício direito com os empregados dessa última. Nessa perspectiva, caso uma terceirizada, receba os repasses do contratante, porém não esteja pagando os benéfícios/ salários dos seus empregados em dia, sob alegações diversas, iniciará se um processo judicial entre a empresa contratada e o contrante para solucionar esse caso, haja vista que é do interesse do terceirizado receber o que lhe é devido. Consequentemente, o tempo depreendido, os custos humanos e financeiros são extremamente onerosos para a empresa contratante, de modo que, sua produtividade e poder de concorrencia no mercado é reduzida. Ou seja, a continuidade do desrespeito aos contratos firmados e a morosidade da Justiça, práticas comuns no país, muitas vezes, anulam a ação estatal que visa gerar mais empregos e melhorar a produtividade das empresas. O que afeta principalmente os empreeendedores com um capital menor e que operam em mercados menos regulados. Logo, busca se intervir para corrigir um problema, sendo que o corolário dessa nova intervenção é exaurido por uma ação feita anteriormente

Outro ponto pouco abordado por vocês é que as terceirizações beneficiam também os empresários oriundos de reservas de mercado. Logo, uma ação estatal que, a posteriori privilegia os amigos dos políticos, não pode implicar nas consequências previstas a priori. Isso porque, a possibilidade contratação de terceirizados a partir de salários menores do que de fato seriam em um contexto natural/equilibrado torna se muito mais viável para os corporativistias, pelo simples fato de que seus acordos com agências e orgãos públicos influenciam também nas decisões judiciárias que envolvem a sua empresa e a empresa terceirizada. Desse modo, o megaempresário contrata a empresa terceirizada e estabelece um acordo onde há um repasse menor da grande empresa para a terceirizada e, na sequência, apenas uma parte muito pequena, não correspondente ao valor gerado, desse repasse para a empresa terceirizada é convertida em salários para os terceirizados, onde a empresa terceirizada acaba lucrando mais, ao ter menos gastos. Portanto, um terceirizado que trabalha para uma empresas monopolística (no sentido austríaco) possui maiores chances de ser ludibriado e não lhe resta muitas opções de mudança de nicho, haja vista que infelizmente inúmeros setores do mercado brasileiro sofrem regulação e intervenção constante do governo.

No mais, ótimo artigo.


Esse aí bateu o recorde: citou todos os problemas que existem no arranjo estatal atual, e os imputou ao excesso de liberalismo!

Pior: diz haver um excesso de liberalismo ... no Brasil!

Seria o equivalente a eu dizer que eventuais problemas em Hong Kong ou na Suíça foram causados pelo excesso de comunismo daquele país.

1) Você cita uma "organização sem fins lucrativos" (o artigo fala especificamente da necessidade de empresas concorrenciais) e você diz que isso representa "excesso de liberalismo" no Brasil? Sério, o que uma coisa tem a ver com a outra?

2) É mesmo? Quer dizer então que se eu quiser entrar na fábrica da Friboi e dizer "vim inspecionar seu processo de produção! Me mostrem tudo!", eu posso? Tô liberado? Você garante?

É cada ignaro....

3) Genial! Você constrói um cenário mental totalmente hipotético (e completamente sem nexo e lógica) e daí conclui que isso prova que "o excesso de liberalismo" no Brasil não deu certo!

Você só não é mais patético porque é desconhecido.

"aguardando respostas"

O que você realmente tem de aguardar é a chegada da inteligência.


Henrique,

vi essa notícia dizendo que essa lei da terceirização não vai ser tão favorável assim à ampliação do uso de PJ. Faz sentido?

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/03/24/lei-da-terceirizacao-libera-a-pejotizacao-especialistas-dizem-que-nao.htm



"É mentira sua...como a empresa vai ter lucros se ela também está inserida na decadência geral do emprego?"

Sim, menti... Com a "decadência geral do emprego", realmente ninguém vai ter lucro. Aliás, de novo, entre num acordo com a esquerda, pois a esquerda diz justamente o contrário: que a terceirização existe para aumentar explosivamente os lucros.

"No serviço público, por exemplo, acontece exatamente dessa forma: o terceirizado acaba custando 3 vezes mais que os contratados."

Ué, mas foi só agora que foi liberado terceirizar para o serviço público...

"É uma falácia...qual mecânica pagará menos se tem o lucro do empresário? Você tá imaginando que empresários não são gananciosos."

De novo? Então vamos lá: entre num acordo com a esquerda, pois ela diz que os terceirizados pagarão menos.

É cada ser esquisito que despenca por aqui...


"Milhares"? Entrei no site para conferir. Eis os números:

2015: 93 reclamações (92 atendidas)

2016: 27 reclamações (todas atendidas)

Últimos 6 meses: 7 reclamações (todas atendidas)

www.reclameaqui.com.br/indices/31471/doutor-resolve/

Cadê as "milhares" de reclamações? Deixe de ser cascateiro e caluniador, Marcio.

Pelo visto, esse seu "que eu saiba" passou bem longe da realidade. Vá se informar.


P.S.: ah, sim, eu tenho um reclamação quanto à empresa: eles não são muito pontuais.



"... muita gente já se recusa a aceitar trabalhos precários, ou próximos à zero, como você disse. Acho preferível não trabalhar para os outros se as condições estão abaixo do que se espera para manter-se dignamente..."

Manter-se dignamente recebendo eternamente uma bolsa-família "dada" pelo estado, é disso que vc está falando?

Conheci vários casos de pessoas que, com a enorme expansão do bolsa-família no governo Lula, decidiram que não valia a pena trabalhar. Era mais negócio passar a vida sem fazer nada, mesmo recebendo menos.

Será que obrigar os que trabalham a sustentar os que não querem trabalhar é um bom caminho para um país ?




Não comentaram nada sobre como vai funcionar se um trabalhador com MEI simplesmente for numa empresa e pedir emprego... Ele mesmo estaria se terceirizando, certo? Ele tem direito a férias, 13º e essas coisas? Só pra entender mesmo.


"Combater a corrupção prejudica a economia";

aqui depende do que vc chama de "combater a corrupção": se "combater a corrupção" significa criar mais empresas estatais ou agências estatais ou repartições públicas, então "combater a corrupção" implica mais intervencionismo estatal, logo, implica, sim, prejuízo à economia.



Gustavo, os Dinamarqueses podem usufruir desse tipo de assistencialismo, justamente porque o mercado deles é produtivo.

O mercado deles é produtivo como consequência da LIBERDADE DO MESMO, como o próprio artigo aponta.

Lá não existe salario mínimo, o imposto sobre o consumo é baixo, assim como o imposto sob pessoa jurídica.
No máximo, o imposto de renda é alto, mas eles tem uma moeda forte e estável, um lugar livre pra se empreender e contratar alguém(não existe nem salário minimo lá!).

Defender o modelo Dinamarques na situação Brasileira demonstra toda a ignorância básica em economia, nosso mercado fechado produz pouco pra aguentar um estado desse tamanho. Ainda sim, o estado da Dinamarca é menor que o Brasileiro, nunca ouvi falar sobre lá ter quase 40 ministérios, nunca ouvi falar lá sobre a existência de Agencias Reguladoras em todos os setores do Mercado, nunca ouvi falar lá sobre a existência de centenas de estatais!

E mais, a crise Sueca dos anos 80 justamente explica isso, o Welfare explodindo nessa época acabou ''sufocando'' o mercado, deixando-os em uma crise enorme de déficits astronomicos.
Qual foi a solução?

Austeridade e Livre-Mercado, na década de 90 a suécia voltou a crescer fortemente, uma reforma radical de corte de gastos e liberdade de mercado, no fim das década de 80 e começo da 90, permitiu que a Suécia saísse da crise causada pelo Welfare.

Mas por fim, você acha justo tirar o dinheiro das pessoas a força pra sustentar tudo isso para os que não querem trabalhar?

Antes de qualquer boa consequência, analise a ética e a moral.
É como querer defender o homicídio, dizendo que isso amenizara a escassez na terra no futuro. Não interessa, homicídio de inocentes é errado, é irrelevante as boas ou ruins consequências que o crime pode trazer.

E mais, Noruega já esta retirando dinheiro do seu fundo, mais uma vez veremos mais uma crise em alguns escandinavos, o peso do estado não dura muito, por mais produtivo que um mercado seja. É economicamente impossível, a empiria da ciência economica prova isso!



Mas uma dúvida. Será que as empresas, terceirizando as atividades-fim, diminuindo os custos com pessoal, consequentemente sobrando mais dinheiro em caixa, irão realmente fornecer produtos mais baratos ou serviços de maior qualidade? A PL não deveria de alguma forma forçar as empresas a apresentarem resultados melhores com a redução de custo com a terceirização?


O texto apenas demonstra que o sistema capitalista, ainda mais a forma liberal, é totalmente ineficiente.

Senão vejamos,

1: hoje já não é proibido nenhuma empresa ter seus laboratórios e certificados de qualidade internos ou externos, inclusive no Brasil existe a certificação "Certified Humane Brasil é o representante na América do Sul da Humane Farm Animal Care (HFAC), a principal organização internacional sem fins lucrativos de certificação voltada para a melhoria da vida das criações animais na produção de alimentos, do nascimento até o abate"; (não necessita liberalismo para isso), inclusive a Korin agropecuária é certificada por essa empresa, entre tantas outras.

2: Não é proibido nenhuma instituição avaliar a qualidade dos produtos e denunciar caso seja de péssima abaixo do esperado; (não necessita liberalismo para isso também)

3: No liberalismo estas mesmas instituições que avaliariam a qualidade ou emitiriam certificados poderiam ser construídas justamente para os objetivos do bloco gigante de algum ramo, como por exemplo carne, tendo esse poder eles também teriam o poder de patrocinar jornais e revistas para desmentir qualquer empresa de certificados privados concorrente e pronto, num mundo globalizado quem não aparece não é visto. O lucro dos grandes blocos estaria garantido... num capitalismo sem regulação estatal quem iria impedir isso? Da mesma forma que a "Certificadora" do grande grupo poderia difamar as carnes de um grupo concorrente.

claro, se não existissem grupos, talvez até funcionaria, porém pq não criar grupos para ter maior vulto de recursos para maior propaganda e maior lucro? Justamente. Apenas prova objetivo maior - lucro - é o motor para irregularidades, seja de agente público ou privado.

aguardando respostas...


Gustavo 24/03/2017 02:58
Pois bem, você deveria defender quem não pagasse o imposto de renda não tivesse o direito de usar nenhum serviço púnlico, nem o direito a sair na rua, usar uma calçada, uma rua asfaltada e a iluminação mantida pelo poder público.
Puxa vida! Excelente ideia! Vamos fazer assim, eu não receberei [b]nenhum[b/] benefício estatal: pagarei pela saúde, educação, segurança, etc., da minha família do meu próprio bolso, quando precisarmos sair na rua, pagarei por km andado. Em troca, não peço nada além de isenção total de impostos! Quero rescindir a porcaria do meu contrato social. Quero que meu filho possa sentir o gosto de ser realmente livre!
Perfeito, meu amigo! Exatamente isto que defendo! Quem não quiser pagar impostos, que não os pague, mas também não receberá benefício nenhum do estado. Claro, o estado tem que se comprometer a não entrar no caminho de empresas privadas querendo atender as necessidades dos desragados -- fica difícil pagar por polícia particular se esta for proibida...
Onde eu assino?


Que eu saiba, o serviço da Dr. Resolve é péssimo e caríssimo, porque tem que renumerar dois entes. Milhares de reclamações no Reclame Aqui e ela não RESOLVE nada e acumula processos na Justiça. Não seria melhor contratar um encanador na esquina?



"...sem contar que a previdência já é deficitária hoje, mas por enquanto consegue subsistir com o desvio de impostos para esse fim." Desculpe discordar mas ao contrário da sua afirmativa, a previdência é superavitária, todos os impostos e taxas governamentais e todas as apostas em loterias oficiais recolhem uma parcela para a previdência acumulando um montante superior ao gasto com os segurados, e ao invés de o governo estar injetando dinheiro vindo de outros impostos como você está afirmando, o dinheiro está sendo desviado da previdencia para outras finalidades que não aquela para qual está destinada.


4lex5andro, percebe-se que você faz parte do grupo dos "coxinhas x petralhas" , "os do lado de cá x lado de lá" . Cara, aprenda que discordar sobre um assunto não é o fim do mundo, e pelo contrário, deveria ser essencial para chegar num ponto de equilíbrio. Agora foi mal aí, jamais ousarei ter opiniao própria e tentar ao menos compreender os dois lados de um assunto que divide opiniões.

Guilherme e Alves, valeu pelas opiniões, depois de mais leituras e opinioes estou tendendo a aceitar essa mudança como uma possibilidade de melhoras. Mas de fato, meu lado humano exerce grande influência em minhas posições. Abraços.


Esse empregado não vai custar menos. É mentira sua...como a empresa vai ter lucros se ela também está inserida na decadência geral do emprego?
No serviço público, por exemplo, acontece exatamente dessa forma: o terceirizado acaba custando 3 vezes mais que os contratados.

É uma falácia...qual mecânica pagará menos se tem o lucro do empresário? Você tá imaginando que empresários não são gananciosos.


Aqui na Zona da Mata mineira já há vários serviços assim. Empresas como "Marido de Aluguel" e "Doutor Resolve" são acionadas para fazer serviços de reparo e instalações domésticas. Seus funcionários são terceirizados (as pessoas contratadas realmente entendem do assunto). E os serviços são ótimos (e a preços baixos).


Essa é fácil. (Aliás, é uma dúvida típica de quem nunca empreendeu ou trabalhou).

Imagine um mecânico especializado. Em tempos bons, ele trabalharia numa autorizada. Em tempos bicudos, ele trabalha para uma terceirizada. E o que essa terceirizada faz? Redireciona-o para toda e qualquer oficina mecânica que eventualmente precisar de mão-de-obra temporária.

Entendeu?

Ele é empregado da terceirizada, e a terceirizada está diariamente arrumando trabalho para ele.



Ué, mas um empregado que tem uma empresa como intermediária vai custar menos? Como?A CLT não foi revogada e a responsabilidade e subsidiária.


Ixi, vamos virar um EUA, todos do continente querendo vir para o Brasil buscando a liberdade rss
Trump nem vai mais precisar criar muro, os mexicanos vão vir para o Brasil também


-Generalizar que os brasileiros são burros, tirando a própria pessoa


Congratulações ao IMB pela insistência motivadora, de proporcionar de forma ampla e suportável a necessidade de expressão de ideias originais e que podem levar a noções e revelações pragmáticas à todos que, por ventura, esperam novidades e direcionamento numa época tão afetada pela duvida, confusão e desinformação.



Lógica do brasileiro médio:

-Impedir a livre contratação de desempregados protege o trabalhador;
-Combater a corrupção prejudica a economia;
-Monopolizar os serviços em estatais vai melhorar a qualidade do serviço;
-Fechar a economia do país vai estimular a economia;
-Se aposentar sem poupar um único tostão na vida inteira;
-Colocar filho pra ser educado por professores que geram menos valor que um mendigo vai instruir a criança;
-Empresário é malvado, mas emprego é maravilhoso.

Adicionem outras lógicas


Fiz o desafio no outro artigo, farei neste também:

Aos que são contra a terceirização, por favor, façam uma lista de tópicos contra a terceirização para uma pessoa de meia idade, com família e sem qualificação técnica alguma, cuja carteira não é assinada há uma década. Convença-o de que a terceirização é um mau negócio, e que o melhor é continuar como ele está.


O quê?! Suíça e Dinamarca estão entre os mais desregulamentados do mundo em termos de mercado de trabalho. Não só os custos de se contratar e demitir são baixíssimos, como nem sequer há salário mínimo neles. Na Suécia também não há salário mínimo.

Vá se informar, cidadão.

www.doingbusiness.org/data/exploretopics/labor-market-regulation

Todos os socialistas querem ser a Dinamarca - será mesmo?

Cinco fatos sobre a Suécia que os social-democratas não gostam de comentar


se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, os patrões os trocaram por um
que produza menos e então aceite aquele valor.


Você está de zoeira, né? Por que alguém, em mais santa consciência, iria trocar um bom empregado de confiança do empreendedor por um empregado menos produtivo e destreinado? (treinamento requer tempo e custo) Esse cara vai quebrar, pois vai sofrer uma perda significante na eficiência dos seus serviços, que vai refletir na qualidade para o consumidor, consequentemente, o consumidor vai migrar para outro lugar.

Ou você continua comprando de lugares que te oferecem péssimos serviços e te tratam mal? Você só compra assim de setores protegidos pelo governo e por falta de opção (telefonia, por exemplo).




Faltaram nessa lista tendenciosa da Veja, os países que possuem as regras trabalhistas mais rígidas do mundo. Que por coincidências são os países com maiores IDH's do mundo. Como exemplo: Suíça, Finlândia, Suécia e Noruega.
www.granadeiro.adv.br/template/template_clipping.php?Id=4849


"É claro que é uma vitória liberal, e dos empreendedores, mas num país como é o Br n parece algo tão benéfico, Bom se tivéssemos o mesmo poder de compra de Canadá, Austrália, ai poderíamos comemorar bem mais. Mas como não somos, quem mais sai ganhando com isso são os empreendedores."

Acho legal que a pessoa não consegue associar o porque de não termos o mesmo poder de compra desses países em primeiro lugar.


"Empresário não pensa em empregar, botem na cabeça isso....só pensa em embolsar lucro da diferença entre o que pagava no contrato formal e quanto vai pagar com o novo terceirizado ...esse lucro vai para bolsa de valores, carro novo ,amante mais nova e não para expandir fábrica."

Ué, já que é tão fácil assim ganhar dinheiro como empresário -- não é necessário produzir nem investir nada, mas só "contratar baratinho" -- então seja minimamente coerente: tire essa bunda da cadeira e vá "ser empresário" você também. Pela sua lógica, ganhar dinheiro vai ser mamão com açúcar.

Se você não fizer isso, de duas uma: ou você é burro (e odeia dinheiro) ou você próprio não acredita no que fala.

"Cadê a Infraestrutura, cadê Selic baixa , Redução de impostos, carga tributária, Gastos públicos , cadê a competividade com diminuição das barreiras de importação e exploração de novos mercados ,novos acordos bilaterais.etc.....isso é mais importante do que a CLT."

Ué, pergunte ao LULA (caixa alta, hein?), o "homem do boom". Ele e seu grupo ficaram 13 anos no poder. A infraestrutura colapsou, os impostos subiram, os gastos públicos explodiram, a dívida galopou, os três graus de investimento foram pro saco, a competitividade desabou, não houve acordos bilaterais, o protecionismo disparou, e compadrio alcançou os píncaros.

A única coisa da sua lista que de fato ocorreu foi a redução da Selic na marra. E o resultado em termos de inflação todos vivenciamos.

"É muito glamour para o empresário brasileiro como se fossem anjos celestiais....menos Mises Brasil,menos."

O gozado é que quanto o Instituto publicou os seguintes artigos abaixo, vários empresários reclamaram dizendo que o site era anti-empresário. Por favor, haters, entrem minimamente num consenso.

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

A "Carne Fraca" pergunta: quem regula os reguladores?

Quem realmente ganha com a obstrução do livre comércio?

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Romaria de grandes empresários a Brasília - capitalismo de estado explicitado


"No Brasil não é apenas isso, é incentivo aos sub-empregos, exploração da mão de obra se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, os patrões os trocaram por um que produza menos e então aceite aquele valor."

Se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, então quem perde é o patrão, que ficou sem este funcionário produtivo.

Num país como o Brasil, cuja produtividade de um brasileiro equivale a um quarto da produtividade de um americano, um empregador que abrir mão de um funcionário produtivo por um improdutivo estará sendo inacreditavelmente burro.

É realmente necessário ser um completo ignorante em economia para falar algo assim.

Agora, o que você realmente está querendo dizer, mas não está com coragem de vocalizar abertamente, é que funcionários ruins, encostados e preguiçosos -- mas que ganham bem por causa de alguma imposição sindical -- serão prontamente trocados por funcionários realmente bons, produtivos e trabalhadores.

Aí, sim. É exatamente por isso que a terceirização apavora sindicatos e barnabés. Gente que sempre ganhou bem e que nunca trabalhou direito agora terá de se aprumar. Caso contrário, vai perder o emprego para outro com mais gana.

"É difícil discutir terceirização com impostos trabalhistas, e consumo em níveis tão altos."

Consumo em níveis tão altos?! Essa é nova. De onde você está teclando?

"É claro que é uma vitória liberal, e dos empreendedores, mas num país como é o Br n parece algo tão benéfico, Bom se tivéssemos o mesmo poder de compra de Canadá, Austrália, ai poderíamos comemorar bem mais. Mas como não somos, quem mais sai ganhando com isso são os empreendedores."

Em primeiro lugar, sugiro você a se educar minimamente. Se você não consegue nem se expressar direito -- sua escrita e sua capacidade de comunicação são precárias e toscas --, dificilmente conseguirá algum emprego que pague bem. No máximo, você pode aspirar a fazer recauchutagem de pneus ou coisas do tipo.

Outra coisa: como exatamente seria uma "vitória dos empreendedores" ter empregados ruins (como você próprio disse) e população sem poder de compra (por causa dos altos impostos e dos altos preços)?

Quanto mais a pessoa é incapaz de ligar causa e consequência, mais ela comenta em público.


Ué ....mas no boom da economia na era LULA o desemprego estava em 4 % ...quase pleno emprego......CLT nunca foi problema para empresário. Esse papo de terceirização aumentar emprego é MENTIRA. .....Empresário não pensa em empregar, botem na cabeça isso....só pensa em embolsar lucro da diferença entre o que pagava no contrato formal e quanto vai pagar com o novo terceirizado ...esse lucro vai para bolsa de valores, carro novo ,amante mais nova e não para expandir fábrica.

Cadê a Infraestrutura, cadê Selic baixa , Redução de impostos, carga tributária, Gastos públicos , cadê a competividade com diminuição das barreiras de importação e exploração de novos mercados ,novos acordos bilaterais.etc.....isso é mais importante do que a CLT.

É muito glamour para o empresário brasileiro como se fossem anjos celestiais....menos Mises Brasil,menos.


No meu entender, o melhor benefício que pode existir é o cenário no qual as pessoas sejam capazes de constituir CNPJ de Microempreendedor Individual (MEI) e oferecer seus serviços às empresas através de contrato direto entre as partes, extinguindo assim o atravessador que é a empresa "terceirizadora" e a gigantesca burocracia estatal. O que impede uma empresa de contratar mão de obra diretamente com a pessoa, através de um contrato de prestação de serviços? Seria a liberdade de vez do trabalhador, mais ou menos como são feitos os trabalhos de consultores de empresas, contadores, advogados etc.


"permitir que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Trata-se, em suma, do direito de alguém poder negociar livremente com outra pessoa. Apenas isso.

No Brasil não é apenas isso, é incentivo aos sub-empregos, exploração da mão de obra
se um funcionário produtivo não aceitar tal salário, os patrões os trocaram por um
que produza menos e então aceite aquele valor.
É difícil discutir terceirização com impostos trabalhistas, e consumo em níveis tão altos.
É claro que é uma vitória liberal, e dos empreendedores, mas num país como é o Br
n parece algo tão benéfico, Bom se tivéssemos o mesmo poder de compra
de Canadá, Austrália, ai poderíamos comemorar bem mais. Mas como não somos, quem
mais sai ganhando com isso são os empreendedores.


Pois é, daí a necessidade de jamais deixar a esquerda pautar e impor sua narrativa (que sempre é pró-sindicatos, pró-improdutividade e contra os pobres).

E principalamte : daí a importância de manter a pressão pela sanção deste atual projeto. Nisso, este Instituto está fazendo tudo certo.


É isso aí, Mara. Um político irá gerenciar meu dinheiro melhor do que eu mesmo. Um político sabe muito melhor do que eu mesmo como gerenciar meu dinheiro.

E o detalhe pior: esse dinheiro que o político toma de mim nem sequer está sendo investido. Ele está sendo imediatamente gasto em outras pessoas. Não há investimento nenhum. O governo está tomando meu dinheiro com a desculpa de que eu sou burro demais para investi-lo por conta própria, mas também ele mesmo não está fazendo investimento nenhum. Está simplesmente gastando.

E ainda tem ignaro que defende esse arranjo. É simplesmente inacreditável o nível do nosso atraso mental. E da nossa paixão por políticos.


Quase arrisco dizer que os sistemas não são nem bons nem ruins,o problema é na sua aplicação e exequibilidade.Os atores ,participantes, "sócios"(muitos =sociedade), e executores é que vão determinar o sucesso ou não.
Mas o que se pode afirmar é que a falta de liberdade tira do ser humano o seu maior atributo, a CRIATIVIDADE,fator determinante de progresso e geração de riquezas; sem falar na MERITOCRACIA ,o que mais se esforça,estuda,trabalha tem diferença do vagaba,petista,socialista que se atira nas cordas e só quer mamar.
Todos os dias ao inicio do período recebemos um
" CHEQUE DE 24 HORAS"
para gastarmos,aplicarmos como bem entendermos, uns assim,outros assado,e os que bem aplicarem terão resultados diferentes." Uns em atividades produtivas,estudos,pesquisas. outros na rede deitados eternamente em berço esplendido, reivindicando "direitos sociais" entre um ronco e outro.
Num sistema, o vagaba preguiçoso não tem vez,e no outro pode pode viver as custas do suor alheio.
Acho então que fica claro que um é injusto, a MERITOCRACIA é fundamental,plasma bons exemplos,estimula a geração de riquezas;o todo ,o conjunto dos sócios se beneficia.Olhe as ruas de Cuba, modelo dos socialistas,as condições sociais do povo, e compare por ex com a dos Estados Unidos.
O cubano foge e arrisca a vida para ir viver nos Estados Unidos.
Alguém conhece algum americano se mudando para Cuba?
Fogem de um sistema HORRORÍVEL para ir a outro que é melhor, óbvio.
Se um lugar é muito bom, não precisa proibir as pessoas de irem embora para outro.
A imprensa mundial, que tem tetas nos governos socialistas, o professorado,pensa uniformemente a favor do esquerdismo e da castração da liberdade, pois sé usada como FERRAMENTA DE DOMINAÇÃO, mentindo como faz agora contra TRUMP. Aqui no Brasil, estamos vendo que quase toda a roubalheira deriva para despezas eleitorais,publicidade mentirosa menter no poder os criminosos da facção do Foro de S Paulo, compra de pesquisas e suborno através de bolsas e benefícios, políticos EXTORQUINDO dinheiro de grandes empresas para continuarem no poder.Matando, e talvez até derrubando avião ,fazendo o diabo se preciso for.


Ué, mas isso é fantástico. Barnabés caros, sindicalizados, encostados e improdutivos sendo substituídos por pessoas sérias, trabalhadoras e produtivas? Eu quero. E pra já!

Você acha isso ruim? Acha errado? Por quê?

Quem tem de se justificar são aqueles que defendem a manutenção dessa imoralidade.

É engraçado ver como as coisas estão invertidas no Brasil: aqui, os imorais e improdutivos exigem explicações e direitos adquiridos, ao passo que os produtivos e trabalhadores são prontamente criminalizados e acusados (a última, agora, é que eles "roubam empregos").

Nossa moral é de lascar.


Muito bom como sempre. Parabéns ao André e ao Leandro. De grão em grão...


O funcionário não poderia receber junto com o salário, porque ele gastaria.É muito difícil juntar dinheiro, com os salários de fome que são pagos no Brasil.O ideal seria sair automaticamente do salário para uma aplicação obrigatória(o INSS é obrigatório).


A terceirização não resolve muita coisa. Para começar a gerar resultados sólidos de aumento de renda, precisaria também diminuir ou abolir as burocracias inúteis para empreender no Brasil.

Mas os funcionários públicos não querem largar a mamata geradas pela burocracia.


Para trabalhadores pouco qualificados e desempregados a medida será ótima, mas e para os já empregados, cujo o salário se infla por conta dos sindicatos?

Um exemplo, uma financeira hoje é obrigada a contrata todos seus funcionários dentro do sindicato dos bancários, onde o piso e os beneficios são altos. Com a terceirização, a financeira foge do sindicato e contrata funcionários com menor salário. Nesse caso, como eu poderia argumentar para uma pessoa empregada no setor bancário que a terceirização será boa?


Estou saindo de um trabalho informal pra um como terceiro, pra ganhar mais e ter mais benefícios... Se fosse pra ser pela própria empresa não rolava.

Na situação atual econômica onde vc é demitido pq seu salário custa 2x mais pra empresa, devido a dezenas de impostos e taxas que os governo cobra, não sei porque o alarde. Vc vai virar terceiro, mas seria demitido se não fosse isso.

Até onde sei os direitos a boas condições de trabalho, e demais direitos que garantem o bem estar e segurança do trabalhador não foram alterados e valem também para terceirização.

Sobre sindicatos... tenho dó de quem acha que eles são a favor do trabalhador. Trabalhei 4 anos numa metalúrgica e pelos menos o sindicato dos metalúrgicos só que ganhar em cima de vc. Só.


Copio o que escrevi ainda ontem: se há custos trabalhistas artificialmente altos e estes puderem ser reduzidos, então eles serão reduzidos.

Se uma empresa opera com custos trabalhistas artificialmente altos -- por imposição do governo -- e estes custos podem ser reduzidos -- porque há outros trabalhadores dispostos a fazer mais por menos --, então eles serão reduzidos.

Se a empresa não fizer isso, então ela estará -- por definição -- operando de forma ineficiente. Ele não durará muito. Com efeito, essa empresa só irá durar se operar com uma reserva de mercado garantida pelo governo. Aí sim. Excetuando-se isso, ela estará queimando capital e comprometendo sua capacidade de investimento e expansão no futuro. Será rapidamente abarcada pela concorrência.

No mais, é interessante notar que as pessoas querem livre concorrência para tudo e todos, menos para elas próprias. Todos nós queremos competição entre empresas para que haja produtos melhores e preços menores, mas não queremos competição para o nosso emprego. Quando a concorrência chega até nós, queremos que políticos criem leis que garantam nossa estabilidade. Agora, querem até proibir empresas de contratar outras pessoas que não nós mesmos. Há totalitarismo maior do que esse?

Vale ressaltar o óbvio: essa lei da terceirização nada mais é do que uma permissão para que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?


Se você olhar bem, dentre os contrários, o único "argumento" real é que um trabalhador mais qualificado será substituído por outro menos qualificado. O engraçado é que isso vai exatamente contra tudo o que se sabe de economia.

Empregadores sempre querem os melhores funcionários, e não os piores. Dizer que o bom será trocado pelo ruim é uma absoluta ignorância sobre o mundo. Por essa lógica, Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo -- e seus altíssimos salários -- estariam com seus empregos ameaçados por jogadores do Íbis. Garanto que qualquer jogador do Íbis aceitaria jogar no Barcelona ou no Real Madrid em troca de um salário mínimo. Por que esses times não os contratam?

Se um sujeito foi trocado por outro, é porque este outro, por definição, é mais produtivo que o primeiro. Não tem mágica. Por que ser contra isso? Bom, apenas os encostados e ineficientes seriam realmente contra isso. Trata-se da negação da concorrência.


Ué, mas acabou de ser demonstrado que, para trabalhadores pouco qualificados (que hoje têm o salário zero do desemprego) haverá mais oportunidades de emprego.

Segundo um estudo da FGV sobre o custo do trabalho no Brasil, "o custo do trabalhador, em média, pode chegar a 2,83 vezes — ou 183% — o salário que ele recebe da empresa, no caso de vínculo de 12 meses de duração de um contrato CLT".

Isso quer dizer que, em vínculos empregatícios de 12 meses, se o trabalhador recebe o salário mínimo -- que é de R$ 937 --, seu empregador está desembolsando, na verdade, R$ 2.651 apenas para poder manter esse funcionário.

E isso significa, por definição, que, para compensar sua contratação, o trabalhador precisa de uma produtividade de, no mínimo, R$ 2.651 para poder trabalhar legalmente.

No Brasil, portanto, o valor mínimo que você tem de produzir para valer a pena ser contratado é R$ 2.651 por mês. Este é o valor do salário mínimo mais todos os encargos sociais e trabalhistas.

Quem produz menos que isso não será contratado. Graças à CLT.

Com tantos custos gerados pela CLT, com uma economia há três anos em recessão e com 13 milhões de desempregados, haver empregos abundantes e permanentes para todos é impossível. Pior: para quem está atualmente desempregado, uma recolocação no mercado de trabalho pode ser insuportavelmente demorada. E traumatizante.

Consequentemente, a permissão da terceirização de atividades surge como uma possibilidade para as empresas e os negócios que, ainda receosos, têm medo de contratar alguém sob o regime da CLT, mas suspeitam que já poderiam recolocar novos empregados no mercado. Assim, esses agentes podem contratar uma empresa que terceiriza o trabalho e, caso o negócio não esteja progredindo como esperavam, basta romper o contrato.

E o trabalhador, por sua vez, continuará empregado, pois terá vínculo empregatício com a empresa que terceiriza, e pode, por conseguinte, ser prontamente realocado em uma nova empresa contratante.

Qual o argumento contra isso?


Agora, se um sujeito tinha um emprego e foi substituído por outro trabalhador, então a conclusão óbvia é que este outro trabalhador é mais produtivo que o primeiro. Questão simples, básica e puramente econômica.

Qual o argumento contra isso?



Como lidar? Estudando mais, pois tudo o que você falou não só é errado, como a realidade é exatamente oposta.

"ausência de regulação favorece a formação de cartéis"

Errado. Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

Artigos para você sair entender isso:

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Precisamos falar sobre o "capitalismo de quadrilhas"

Por que o livre mercado é o arranjo mais temido pelos grandes empresários

Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

O estado agigantado gerou o estado oculto, que é quem realmente governa o país

Empresas grandes, ineficientes e anti-éticas só prosperam em mercados protegidos e regulados

E você ainda acredita que é o estado quem vai impedir a concentração do mercado, aquela concentração que ele próprio cria e protege?

"Existem monopólios e oligopólios naturais, que surgem independentemente das barreiras impostas por estados sobre mercados."

Errado de novo. Não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

Monopólio e livre mercado - uma antítese

O mito do monopólio natural


Existe um projeto tramitando no senado que se aprovado e sancionado, poderá dar um grande passo atrás na PL da terceirização. Alem disso, lamentavelmente existe boa chance do presidente não sancionar esse PL, ao menos na integra. Quero muito estar sendo pessimista e no fim estar completamente errado, mas quando se trata de agentes do estado, não consigo ser otimista. Abs.


Apesar da medida ser boa para reduzir o desemprego e aumentar a competitividade das nossa empresas a longo prazo, sabemos que para trabalhadores pouco qualificados a medida trará uma queda salarial. Então como poderia argumentar com alguém que esteja nessa situação?


Terceirização é a solução... O legal deste sistema é que as empresas poderão contratar temporariamente mão de obra das empresas intermediárias, portanto poderão reduzir custos e fazer pacotes customizados para seus clientes. Exemplo: as empresas de bufêt não mais precisarão manter um corpo fixo de funcionários e ao terceirizar sua atividade-fim ela repassará para seus preços finais este abatimento de custos. Conclusão: mais festas poderão ser agendadas, pois a clientela potencial é enorme.

Enfim quem viver verá essa transformação para a melhor no mercado de trabalho...

OBS:Estou falando de negócios e custos, pois quanto ao stress, cansaço, remuneração aí a conversa já é outra, mas terceirização eu aprovo...


Dois problemas não enfrentados:

1) Regulação favorece a formação de oligopólios? Sim. Mas ausência de regulação favorece a formação de cartéis.
2) Existem monopólios e oligopólios naturais, que surgem independentemente das barreiras impostas por estados sobre mercados. Como lidar com esse tipo de situação?



De sentenças assim como ''no Brasil as leis não funcionam" derivam teorias conspiratórias do "capital internacional" e dos "grandes bancos e investidores especulativos que causam propositadamente as crises econômicas brasileiras por serem inerentes aos seus lucros".

É quase o prefácio um livro do Mec.


Talvez (ênfase no talvez) o minarquista tenha referenciado seu post no conceito de enfiteuse.

"Durante o período colonial, a Coroa Portuguesa, diante da existência de largas áreas de terras abandonadas em seu território, decidiu utilizar compulsoriamente o aforamento, através do instituto da sesmaria, segundo o qual o proprietário do solo tinha de aceitar a presença em suas terras de lavradores que iriam utilizá-la mediante remuneração. O sesmeiro, autoridade pública criada em Portugal, distribuía e fiscalizava as terras incultas.

Em 10 de abril de 1821, foi expedido um alvará estabelecendo que todos os aforamentos existentes no Império Português seriam transformados em enfiteuses.

A diferença básica entre aforamento e enfiteuse era a duração: o aforamento ou emprazamento durava um período especificado em contrato, enquanto a enfiteuse era perpétua.

Historicamente a enfiteuse teve como objetivo permitir ao proprietário que não desejasse, ou não pudesse usar o imóvel de maneira direta, poder cedê-lo a outro o uso e o gozo da propriedade, o qual se obrigava ao pagamento de uma pensão anual para utilização do fundo, funcionando como um arrendamento perpétuo. Também foi importante para o surgimento de muitos municípios brasileiros."

Em resumo, é sobre os aforamentos e enfiteuses que se baseiam as 'jurisdições' dos cartórios de imóveis e sobre os quais há poder delegado via município (quem, segundo a constituição federal tem responsabilidade outorgada pela União para parcelamento do solo).

P.s. Esse post não é uma apologia ao sistema brasileiro, pelo contrário, mas para enriquecer a discussão; conhecer os conceitos de como se deu, desde 1500, o loteamento de terras no país, pode ser importante para os estudos liberais sobre direitos de propriedade.


O trecho abaixo destacado pode ser resolvido de modo simples.

"O que me deixa desconfortável, é saber que fazemos o mesmo trabalho e recebemos quantias muito discrepantes, esse universo aí que você está sugerindo é muito simplista, são n fatores que determinam os salários, agora na minha cabeça simplesmente não entra duas pessoas de mesma idade, entrando na mesma empresa, fazendo o mesmo trabalho ter diferentes salários pq um é contractor e o outro é empregado".

Por que raios não doa parte do seu salário pra minimizar esse "desconforto" de ganhar mais com menos qualificação ?

P.s. por um instante parecia que era um case da Ptroubras mas felizmente é da ExxonMobil, uma empresa privada e zero estatal; então se preferem pagar mais pra quem é menos eficiente, que façam o que bem entenderem com o próprio dinheiro.


Macri tem tudo contra ele, qualquer coisa que faça e um grande feito, Dória tem maioria na câmara, muita popularidade e o governo do estado de SP a seu favor, tudo que fizer ainda é pouco.


sua carteira de trabalho tem registros?? quando foi o último?? vc presta serviço com exclusividade? pode ser que umas notas para outras empresas ajude caracterizar melhor a empresa...


Rá, eu sabia! Era só apertar um pouquinho que o sujeito entrega o ouro. O problema nem é o fato de que esse seu cenário é ridículo; o problema é que ele é completamente sem sentido.

Mas, ainda assim, vale a pena destrinchá-lo.

"Se a Volkswagen quisesse, por exemplo, mandar a montagem do Gol pra "Zelão Montagens" aqui na esquina de casa, ela sempre pôde fazer isso. Mas não é isso que a VW quer com a nova lei: ela quer botar os funcionários do Zelão dentro de sua própria fábrica em São Bernardo do Campo"

Para começar, e só para começar, não tenho a mais mínima simpatia por funcionários de montadoras automotivas. Este é o setor mais protegido pelo governo e o mais fechado da economia. Há uma tarifa de importação de 35% sobre automóveis estrangeiros e, para piorar, é absolutamente proibido importar carros usados (uma prática corriqueira nos EUA e na Alemanha, por exemplo).

O brasileiro tem acesso a carroças, mas paga preços de Cadillac. Trata-se de um setor que sobrevive à custa do esbulho da população, principalmente do mais pobre, que se endivida eternamente para comprar um Gol 1.0 fodido.

Quanto mais cedo essas montadoras brasileiras sumirem de cena, melhor será para a população. Suíça, Irlanda, Islândia, Chile e Nova Zelândia não têm montadoras. Consequentemente, a tarifa de importação de automóveis estrangeiros é zero. Por causa disso, toda a população tem acesso a carros bons e baratos.

Aqui no Brasil, para sustentar a mamata dos empresários e dos sindicalistas dessas montadoras, toda a população é submetida a preços abusivos e mantida cativa em um mercado fechado.

Não tenho o mais mínimo dó de empregados de montadoras.

Se a VW levar os funcionários da "Zelão Montagens" para suas fábricas, e se livrar de todos os outros funcionários sindicalizados e altamente bem pagos, acharei ótimo. Aliás, o que você tem contra essa ascensão social dos mais desafortunados?

"treiná-los e manter todo o know-how sobre seus automóveis dentro de sua empresa, pra, no final do mês, só pagar uma nota fiscal pro Zelão com o salário de todos os funcionários"

Nossa! Quer dizer então que a VW vai abrir mão de toda a sua mão-de-obra treinada (na qual ela gastou milhões de reais) e vai substituí-la por pés-de-chinelo?

Se isso de fato acontecer, então é sinal de que a atual mão-de-obra da VW é uma porcaria. Se eu trabalhasse para uma empresa e fosse substituído por peões pés-de-chinelo de uma birosca ao lado, teria vergonha de mim mesmo. É sinal de que um sujeito sem nenhuma instrução e qualificação faz um trabalho tão bem quanto eu. Nem teria coragem de me olhar no espelho. Eu imediatamente criaria vergonha na cara e iria me especializar.

No entanto, acho até que você tem razão. Realmente, é bem provável que os funcionários pés-de-chinelo da Zelão Montagens sejam bem melhores que a atual mão-de-obra sindicalizada e protegida da VW. É exatamente isso o que acontece com quem trabalha em reservas de mercado garantidas pelo governo. O sujeito fica mole, preguiçoso e desqualificado.

A VW faria muito bem em trocar essa sua mão-de-obra frouxa pela do Zelão.

"e quando der na telha, poder demití-los sem se preocupar com aviso prévio, FGTS e toda a burocracia"

Ou seja, você nem sequer entendeu o mais básico sobre essa lei da terceirização (mas quer comentar sobre ela assim mesmo): a lei, infelizmente, não mexe em absolutamente nada da CLT. Sendo assim, excrescências como FGTS, aviso prévio, 13º, e jabuticabas afins (que só existem no Brasil), continuam intactas.

Portanto, você falou merda. Comprovou que está criticando uma lei sem saber nem sequer o mais básico sobre ela.

Outra coisa que não entendi: primeiro a VW troca toda a sua mão-de-obra ruim pela do Zelão, que é bem melhor. Aí, segundo você, após um mês ela demite toda a mão-de-obra do Zelão. E depois disso? A fábrica fecha? Quem irá trabalhar nela? Se a montadora demitiu toda a sua mão-de-obra, e duas vezes, então isso significa que ela vai fechar? Se sim, e como explicado acima, excelente notícia. Quanto mais cedo essas montadoras desaparecerem, maiores as chances de as tarifas de importação para carros genuinamente bons serem reduzidas (quiçá zeradas).

Ah, sim, ouvi dizer que americanos, honconguêses, cingapurianos e dinamarqueses (países com o mercado de trabalho mais desregulado do mundo) estão vindo em revoada para o Brasil. Eles ouviram dizer que aqui tem um tal de FGTS (que confisca o salário do trabalhador e o devolve corrigido abaixo da inflação) que é uma maravilha. Eles sempre sonharam com isso.

É cada coitado que vem chorar aqui.


Concordo.
Qual o problema de comer McDonalds?
Quem prefere comida fitness, coma comida fitness.
Ahhh... cada um come o que quer, pronto.


Caro Henrique,

Fiquei com uma dúvida.
É do meu interesse pessoal poder fornecer meus serviços à empresa que trabalho como PJ ao invés de continuar nesta CLT maldita.

No entanto, eu gostaria de fazê-lo deixando meu empregador com total segurança jurídica de que eu não possa "metê-lo no pau".

Com esta nova lei eu consigo desenhar contratos que desvinculem o vínculo trabalhista (e portanto o risco trabalhista)?
Como eu posso argumentar, por exemplo, ter um e-mail da empresa com meu nome e ainda dizer que sou não empregado celetista?

P.S: Vale ressaltar que meu empregador é totalmente avesso à risco trabalhista, já passou por situações bem chatas no passado (afinal a grande maioria dos processos trabalhistas é vagabundagem de funcionário malandro aproveitador) e por isso está totalmente desconfiado de tudo e todos.


É surreal ler um comentário que diz que "No Brasil as leis econômicas não funcionam".

É abismal o nível de vira-latice do brasileiro. Parece que vivemos em uma realidade paralela onde leis naturais que funcionam com toda CIVILIZAÇÃO HUMANA no PLANETA INTEIRO ao longo de TODA A HISTÓRIA magicamente deixa de funcionar em terras tupiniquins...

Não sei se rio ou choro diante disso.


Se o cara é irresponsável e burro o suficiente pra fazer uma família sem ter qualificação nenhuma, é claro que nunca vai ser possível convencer ele de nada correto.


Sinceramente, não vejo vantagem nenhuma na decisão do STF. Fosse a Dilma no poder este placar seria de 4 x 6 a favor do governo, então inconstitucionalidade seria constitucional. O governo disse que vai gastar X e não vai gastar menos por conta disso, até o final do ano o X será gasto, senão mais. Tudo ocorreu assim apenas para desgastar ainda mais o governo que continuará gastando X e terá de aumentar impostos para isso. Se o governo estivesse cortando gastos eu estaria feliz, mais assim do jeito que foi feito não terá efeito nenhum para nós. Esta decisão é a mesma coisa que a decisão da Aneel reconhecendo que cobrou mais na conta de luz e que tudo será pago aos consumidores em aumentos menores na conta de luz.


Para vocês notarem como a moral dos petistas é imunda, é só ver que situação ridícula eles se meteram ao chegarem ao ponto de defenderem nos comentários das redes sociais a JBS/BRF e atacarem a operação que descobriam as adulterações.
www.ceticismopolitico.com/blog-de-renato-rovai-emite-narrativa-podre-para-defender-carne-podre-da-friboi-simbolo-da-era-petista/

O único argumento econômico oferecido é que isso "vai afetar nossas exportações".
Esse tipo de argumento mostra como a mentalidade protecionista e estatista destrói a ética de um indivíduo.
Exportação NUNCA foi "algo bom" para a população (não quer dizer que é ruim). Exportação feita no modelo atual brasileiro é bom unicamente para o governo e principalmente para megaempresários. Não é porque o dinheiro está entrando no país que os pobres estão ficando com mais dinheiro ou comendo melhor.

E mesmo se esse argumento estivesse correto, vender carne adulterada é algo INACEITÁVEL. Em uma economia de mercado, a empresa que fizesse isso dificilmente recuperaria sua reputação.


O 13º salário está embutido no salário do trabalhador, não é nenhum favor que as empresas fazem. Se o empregador não consegue ver isto é sinal de que nem deve ser empreendedor. O 13º salário nada mais é do que o dinheiro do trabalhador que o empresário deixou de pagar durante um ano para pagá-lo apenas no fim do ano, enquanto isso este dinheiro ficou rendendo em sua poupança. Deixar de pagar esse dinheiro é a mesma coisa que dizer que esse desconto do meu salário deve ficar para o empreendedor. Agora vai pedir 10% de aumento no seu salário pra você ver, vão chorar até o fim.



Pra quem quiser acessar os artigose não sabe como, clique no link do leandro, copie o "doi"ou o link e cole no site sci-hub.cc. Abraços



Na Dinamarca, existem milhares de programas sociais de proteção ao cidadão. Evidentemente, os dinamarqueses podem se dar ao luxo de ter leis trabalhistas mais simples. Eu disse mais simples, mas não piores que a nossa. O dimarquês ganha renda mínima, ganha bolsas para estudar, bolsas para criar filhos, constituir família, existem inúmeras proteções aos idosos, deficientes e minorias. Para um dinamarquês sair de sua casa ou deixar seus afazeres e estudos oara trabalhar, o salário tem que ser muito alto.


OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.