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Últimos comentários


Leandro, o saque do FGTS no curto-prazo poderia causar inflação? Isso enquanto o dinheiro não se ''dissolve'' pela economia. No curto-prazo pelo menos não haveria inflação? O dinheiro ser jogado na economia de uma vez não causaria inflação?

Eu entendo que, o dinheiro poupado foi fruto de riqueza criada, ou seja, foi dinheiro criado com LASTRO, houve uma criação de bens e serviços correspondentes aquele dinheiro. Portanto não acredito que haveria inflação, o dinheiro esta parado, não houve aumento da base monetária, não é dinheiro novo entrando na economia. Houve riqueza produzida correspondente a essa poupança. Certo?

Um amigo levantou essa hipótese da inflação e não me convenceu.



Grande Abraço.


Pessoal, um defunto tem direito de propriedade?

Porque pensem, só exercem os direitos naturais as mentes pensantes e racionais, ou seja somente aqueles que possuem capacidade cognitiva para exercer e identificar o direito de propriedade e liberdade.

Se uma pessoa morre, o seu corpo não é mais sua propriedade, já que ela deixa de ser uma mente pensante, é como um corpo sem dono.

Parem pra pensa, se um cara morre, ele perde o direito de propriedade sobre seu corpo.
Ele deixou de exercer, identificar e ser uma ''mente pensante'' para exercer direito de propriedade.

Pode parecer cruel, mas até certo ponto é verdade. Mas isso sem falar nos conflitos com direito de crença e etc.


Eu acredito que quando alguém mata um inocente, este assassino quer roubar o título de propriedade da vítima. No caso, poderia pegar orgaos para vender....

Enfim, o que acham? É só uma reflexão e não mera posição.


Abraço



Mais triste que Intervencionismo é a maioria absoluta da esquerda moderna aplaudir com tesão o Intervencionismo.

Para quem não sabe, historicamente, o Intervencionismo era considerado pelos marxistas como uma tentativa do estado burguês para o Capitalismo não colapsar.

Mesmo o Intervencionismo, assim como o Nazifascismo, sendo tido como Terceira-Via, os marxistas de forma desonesta consideravam e propagandeavam o Intervencionismo e o Nazifascismo como "extrema-direita".


Prezado,

É muito bom poder trabalhar no que você mais gosta. Se não der e você tiver que trabalhar em algo que os outros valorizem mais e consequentemente paguem mais para manter a música como hobby, também pode ser bom. Que bom que você é livre e pode escolher.

Já quem recebe e se sustenta com base em alguma ideia aplicada pela força da lei vai procurar a lógica para defender seu sustento até achar algum discurso que faça sentido.
Isso vale em especial para quem se sustenta pelo governo diretamente ou indiretamente.
Pense, se você for professor em um sistema de educação socialista, você não defenderia o socialismo?
Se fosse sindicalista não defenderia o imposto sindical?
Se fosse político então?

Boa sorte na busca pela verdade, pois às vezes a verdade dói e a mentira parece o remédio. Aí você aceita a mentira como verdade e sai por aí falando ela com a maior convicção de quem acredita de verdade na mentira, falando aquele discurso que fez sentido para você antes.


Alguém propõe alguma explicação sobre o porquê das horas de trabalho semanais terem voltado a aumentar?

Abraços!



Eu discordo - embora possa ocorrer. O 13% dos meus funcionários é a soma da 12ª parte do salario mensal que eu pagaria a eles - eu recolho, aplico e no final do ano tenho o valor de seu 13º salário sem precisar repassar este custo para meus clientes.

Claro que eu acredito que isso varia muito de empresa para empresa e do ramo de atividade.

Por exemplo. Eu tenho uma empresa de venda de quentinhas - e tenho 1.000 sobrando por mês de lucro. Preciso de um entregador mas não posso pagar 1.000 mensais, pois em dezembro simplesmente não terei +1.000 para pagar seu 13º. Eu simplesmente o contrato por 900,00 - seguro 100,00 por mês em uma aplicação para pagar ao empregado seu 13º sem repasse do valor deste custo para meus clientes.

É um exemplo simplista mas é como faço em minha empresa.


"Seu patrão paga 20% desse valor também para o INSS. Isso dá R$ 200."
Apenas um adendo - a empresa não paga 200,00 - ela deixa de pagar ao João estes 200,00 para pagar a previdência.


Tudo bem, obrigado por responder Leandro.

Percebo uma clara melhoria no Instituto referente aos tópicos abordados, agradeço o bom trabalho.


mas quem disse que a volta dos militares (quem são ?) seria a volta do liberalismo, e não a volta do autoritarismo ?


Falarei do que eu sei. Não é muito, mas é o que eu sei.

Qatar,

Pelo meu conhecimento, é um país miserável onde há duas castas: os marajás da Petrobrás Qatarinense 'Qatar Petroleum', uma estatal que é basicamente o centro do estado e do seu financiamento; e a ralé (o resto da população) que é extremamente qualificada para trabalhos valorizados do século XVIII e como no Irã, recebe alguma assistência do estado riquíssimo e populista em troca de apoio político. É uma república das bananas pretas / do petróleo, vide Irã e Venezuela.

Se um dia a situação do petróleo recuar lá, o governo provavelmente apelará para hiperinflação (como no Irã) para não perder apoio popular e se estrepará.

A questão do Islã não é tão pertinente porque é um país islâmico de povo quase inteiramente islâmico.

Brunei,

País extremamente curioso. Mas com o Qatar, é outro império do petróleo. Vai ao site da OEC e verá que petróleo e gás são 93% das exportações. Pouco é produzido nativamente e tudo depende das exportações de petróleo para manter a população com poder de compra.

É outra república das bananas pretas. A diferença é que é um Sultão ao invés de um presidente no poder.

Emirados,

É sem dúvidas o mais interessante deles. Petróleo existe lá mas não como no Qatar. Não era suficiente para sustentar uma república das bananas pretas. Os diamantes também não eram suficientes.

Aconteceu o que ocorreu em Cingapura e Hong Kong. País pequeno com pouco a oferecer teve a sabedoria de oferecer condições favoráveis a investimento estrangeiro. Por um lado, eles souberam dar liberdade econômica e garantia de direitos de propriedade aos investidores estrangeiros; pelo outro, acomodaram demais a situação e caíram na armadilha do crédito barato, gerando a bolha imobiliária dos Emirados da qual eles não se recuperaram ainda.

O resultado da bolha foi apreciação crescente dos imóveis e exclusão da população nativa que foi relegada a favelas. A cidade é linda de se ver mas a verdade é que a demanda para todo aquele luxo nunca foi justificada. É tudo recurso escasso jogado fora que poderia ter melhorado em muito a vida da população senão fosse a expansão de crédito.

O Fernando Ulrich tem uma bela perspectiva da situação:
www.mises.org.br/Article.aspx?id=555




Não é minha área. Isso envolve islamismo, um tema que eu não domino.


Num sistema selvagem de 200 mil anos atrás você não poderia empreender. O estado cobra isso(os valores podem ser discutidos).A dívida com o estado é eterna. O estado vende uma mercadoria cara: a proteção. Se o estado fosse pequeno demais, você teria que pagar às máfias.

Ironicamente, é mais fácil uma máfia existir em um ambiente no qual a presença estatal e a cultura de depender do estado seja forte. Caso estivesse há 200 mil anos atrás, e um grupo criminoso tentasse me extorquir, sempre haveria a possibilidade de, juntamente a outras vítimas, nos reunirmos e destruirmos esse grupo a base da lança e da espada. Na ausência dessa capacidade, podemos aumentar nosso número através do contrato de mercenários.

Para um grupo viver de extorsão, é condição necessária que o mesmo seja menos numeroso do que quem ele intimida, visto que de outra maneira o lucro não é possível. Assim sendo, nosso próprio grupo mais volumoso possui potencial para derrotar o outro em peleja.

A única possibilidade do fato não ocorrer é se os cidadãos são confiantes no poder estatal de os proteger e, com isso, não possuem nem a determinação nem o preparo necessário para proteger a própria vida e propriedade, fato que se aplica a maioria da sociedade moderna, a gigantesca maioria dos autoentitulados libertários inclusa.


1) Informação falsa (ou mentirosa).

A taxa de redesconto oficial era de 5,11% em janeiro de 1920 e de 6,25% em junho de 1921. Ou seja, a taxa aumentou. Pode conferir na fonte oficial.

fred.stlouisfed.org/graph/fredgraph.png?g=dxGo

Igualmente, você pode também olhar as taxas realmente praticadas no mercado, como a taxa de juros dos títulos de curto prazo (3 meses) do Tesouro americano.

Em janeiro de 1920, essa taxa era de 4,20%. Em junho de 1921 (data escolhida por essa turma aí), a taxa havia subido para 4,99%. Ou seja, a taxa de juros no mercado aumentou.

fred.stlouisfed.org/graph/fredgraph.png?g=dxGa

2) Não há absolutamente nenhuma informação sobre isso na internet. Eu mesmo já procurei no site do próprio Fed e a informação só começa a partir de 2002.
fred.stlouisfed.org/search?st=U.S.+Treasury+securities+held+by+the+Federal+Reserve%3A+All+Maturities

Se você tem informações desde 1920, eu serei o primeiro a agradecer.

3) Além de a informação não ter procedência, é também nonsense total. A recessão foi majoritariamente industrial, nada tendo a ver com o setor agrícola. (Com efeito, o início da década de 1920 foi marcado por um aumento da produção agrícola, especialmente na Europa).

De novo, qual a fonte desta informação? (Não quero um link para um livro; quero um link para números ou para um gráfico oficial).

4) Esta agência foi criada durante a Primeira Guerra para conceder crédito a empresas privadas que não mais conseguiam crédito no mercado porque o governo sugava tudo para financiar seu esforço de guerra. Após a Guerra, ela foi definhando (pois não tinha mais função). E foi abolida em 1925.

Se ela era tão crucial assim, por que foi abolida? Aliás, se até mesmo agências governamentais sem nenhuma função continuam existindo para sempre, por que aboliriam uma tão "crucial" quanto esta? Não faz sentido.

E, de novo, quais as fontes para essa afirmação? Quais os números? Em todos os materiais que já li sobre a época (e de todas as ideologias), nenhuma cita essa quase defunta organização como tendo sido crucial. Não só ela nunca é citada, como também nunca vi nenhum número dela. Procurei agora, e também nada encontrei. Por favor, passe-me.

5) Onde houve esse "déficit limitado"?

Eis o gráfico do orçamento americano:

[link]fred.stlouisfed.org/graph/fredgraph.png?g=cdX5

Houve déficits apenas durante a Primeira Guerra Mundial (até 1918). A partir de 1920, superávits. Aliás, a depressão de 1921 foi combatida com superávits. O governo Harding é odiado pela esquerda justamente porque combateu uma depressão produzindo superávits orçamentários.

"O que acha de tais informações?"

Que essa gente lhe fez de bobo. Mas mais bobo ainda sou eu, que estou pacientemente respondendo a tudo isso (sendo que tudo isso já foi respondido nos comentários acima).


Depois dos caminhoneiros do BNDES, vem aí outro fiasco do crédito barato:

www.canalrural.com.br/noticias/noticias/maggi-nao-buscarmos-uma-alternativa-para-pagamento-funrural-produtor-vai-quebrar-67177


Ou seja, o Google é melhor que os outros, é de graça, mas ainda não está bom.


"numa boa" mas dez mil onças mais pobre. Por outro lado, castrar o sujeito não traria vantagem nenhuma para a família agredida, já as dez mil onças de ouro podem ser vistas como uma espécie de compensação.


Enviei o meu artigo, mas até agora recebi nenhum retorno, nem mesmo de confirmação de recebimento...

Será que ao menos irão agradecer pela participação?


Leandro,

Tem alguma intenção de escrever sobre as monarquias absolutistas de hoje? falar sobre o Qatar, Brunei, Emirados Árabes e talvez até um "da pobreza a prosperidade" de alguns países desses mesmo com os problemas existentes?


Leandro, lendo um artigo de uma página pró-intervencionismo, me deparo com os "reais" motivos (segundo eles) para a rápida recuperação após a recessão de 1920:

"1) cortes da taxa de desconto [8] por parte do Federal Reserve (indo de 7% em janeiro de 1920 a 4% em junho de 1921);

2) triplicação do estoque de títulos do governo por parte do FED em operações de compra a mercado aberto;

3) concessão de crédito agrícola [9], estimulando assim o mercado internacional;

4) financiamento da exportação por parte da organização estatal War Finance Corporation em 1921;

5) financiamento de obras públicas por meio de um déficit limitado."

O que acha de tais informações?


Bela verdade num belo texto!Como pode existir pessoas que falam mal do capitalismo, se esse só existe para fazer o bem às pessoas?Mais triste ainda é ver pessoas atribuindo a crise de 2008-2009 ao capitalismo como se o capitalismo fosse o culpado pela existência de estados perdulários e irresponsáveis que são os verdadeiros culpados por essas crises que enfrentamos.É evidente que em um país verdadeiramente capitalista certamente haveriam pobres,porém também haveriam pessoas ricas e remediadas com condições de ajudá-los.Já em Cuba ou na África dificilmente se acha alguém realmente com condições de ajudar os desvalidos que não podem se virar sozinhos.O Bom samaritano não seria bom se não tivesse dinheiro e é o capitalismo que permite que as pessoas tenham dinheiro para fazer o bem que quiserem.


Não precisa ser tão melindroso e defensivo assim. Defender o capitalismo não tem nada a ver com defender empresas. O capitalista genuíno não é pró-empresas e nem pró-empresários. Ele é pró-livre concorrência, o que significa dizer que ele é pró-consumidor.

Logo, empresa boa será aquela que oferecer os melhores serviços aos menores preços -- e sem depender de subsídios e auxílios do dinheiro de impostos dos consumidores (afinal, tal medida simplesmente retira a preferência do consumidor da jogada).

Por isso livre-mercadistas são contra estatais e contra auxílios governamentais a empresas privadas. Nenhum destes arranjos está preocupado em bem atender ao consumidor; e ambos só querem viver à custa do dinheiro extraído à força do consumidor, sem que este tenha dado sua preferência a esta empresa.



Sensacional sua reflexão, amigo!! Sempre que posso, faço minha parte, mostrando que o Governo nada produz, e se o mesmo fornece algo, pode ter certeza de que alguém está perdendo...


Olha, eu sou um nato defensor do capitalismo. Mas no exemplo que você citou só tem um pequeno erro, porque a dita empresa só tomou essa atitude depois de ser posta contra a parede? Se a empresa fosse séria teria feito isso desde o início. É como acessar o site da odebrecht e ler a nota sobre ética da empresa, mas por qual motivo essa ética não era aplicada antes? Repito, sou um defensor do capitalismo.


Leandro, o foco desse artigo é o corporativismo sindical. Recomendo a leitura do artigo da Maria Cristina Fernandes, "O Desmonte Parcial do Corporativismo", publicado no jornal Valor Econômico em 27/04/17. Nele ela ressalta o que chamou de A hipocrisia da Fiesp já que esta instituição jamais admite cortar na própria carne.
Existe algum outro artigo no site da Mises em que o sindicalismo patronal também é dissecado? Afinal, é também compulsório o pagamento aos sistemas "S" entre outros.


O que realmente não fez sentido nenhum foi este seu comentário totalmente contraditório, incoerente e paradoxal.

Primeiro você diz, corretamente, que "a tendência é que, com a inerente acumulação de capital, as condições de trabalho e produtividade aumentem gradualmente". Perfeito.

Daí você conclui que "Isso quer dizer que, com o decorrer do tempo, o natural seria que se trabalhasse mais ainda pois o desgaste sofrido pelo trabalhador num determinado numero de horas de trabalho seria cada vez menor e a produtividade dele seria cada vez maior."

Contradição total. As pessoas inventam máquinas e dispositivos tecnológicos justamente para trabalharem menos. As pessoas acumulam capital justamente para fazerem menos esforço físico, terem jornadas menores e terem mais tempo de lazer.

O ser humano inventou a calculadora justamente para fazer contas mais rapidamente e ter menos trabalho manual. Inventou o transporte motorizado exatamente para fazer menos esforço físico carregando carga nas costas.

O ser humano aumentou a quantidade de energia elétrica e mecânica disponível exatamente para fazer menos esforço físico. Caso contrário, para compensar este não aumento da energia disponível, cada trabalhador teria de aumentar sua carga de trabalho muscular caso quisesse aumentar sua produtividade. E isso seria um ataque direto ao padrão de vida.

A qualidade de vida depende primordialmente de um fato: nossa força muscular, que é bastante modesta, tem de ser continuamente auxiliada por quantidades cada vez maiores de energia mecânica, na forma de máquinas, motores e geradores, alimentados por gasolina, diesel, gás, eletricidade e energia nuclear. Quanto maior a variedade de opções, melhor.

Você, no final, confundiu aumento de produtividade (que é o objetivo do capitalismo) com aumento do trabalho.

Aumentar a produtividade significa produzir mais com menos (esforço e horas de trabalho). Já aumentar o trabalho significa simplesmente aumentar o esforço físico, sem que isso necessariamente leve a um aumento da produção e da riqueza.

Só ignaros escolheriam voluntariamente a segunda opção em detrimento da primeira.

[i]"Nada impediu - aliás, tudo colaborou - para que a jornada de trabalho continuasse sendo de 80 horas semanais e para que o trabalho infantil continuasse existindo"

O artigo não apenas abordou este ponto, como ainda linkou para trabalhos acadêmicos e livros que versaram exclusivamente sobre este assunto. Caso você saiba mais (o que, como ficou claro acima, não é o caso), refute-os.

Ah, sim: o que um empregador ganharia em ter uma força de trabalho exausta? Os bens produzidos por estes empregados acabariam sendo uma porcaria. Consequentemente, qualquer outro empregador que reduzisse a jornada de trabalho e fornecesse equipamentos que aumentassem a produtividade de seus empregados (e, logo, melhorasse a qualidade dos produtos) iria rapidamente roubar fatias de mercado do outro empreendedor, tendo mais lucros.

A mentalidade anti-capitalista do brasileiro é tamanha, que o leva até mesmo a atentar contra a lógica mais básica.


Humano?! Ultraje!

Ausentei-me do Uber ontem para lutar pelos direitos dos trabalhadores e hoje ao acordar, recebo mensagem de ex-"amigo de velha data" agora traidor da revolução de que ele "nunca ganhou tanto dinheiro em um só dia!" como na sexta de greve geral.

Virei o rosto para a mais-valia retida em meu estômago não criar asas.

É absurdo que um cidadão que se ausenta do exercício da sua cidadania e da luta pelos seus direitos seja remunerado por prestar serviços aos consumidores enquanto eu literalmente sangrei e fiz sangrar pelos direitos trabalhistas ontem sem não receber em nem uma grama de centavo.

Onde está a humanidade? O ser humano é agora pago para trabalhar e não para militar pelos direitos sociais?


É, adesão mesmo realmente não teve, Magno. Mas eu, ao contrário de você, também não tinha muitas expectativas que as pessoas fossem mesmo às ruas, e menos ainda que houvesse uma paralisação massiva.

Mas o que eu vejo é que no geral as pessoas estão pendendo mais a para esse lado contra as reformas, tanto a trabalhista (ainda que elas na maioria das vezes não saibam o porquê) quanto a previdenciária. Por isso eu digo que a sensação geral era de que a "greve geral" não foi pelo fim do imposto sindical obrigatório, mas sim que ela foi contra as reformas.

Por outro lado, eu concordo que elas passarão sem muitos problemas.


O estado só pode ser grande quando o povo for educado.Precisa reduzir o tamanho do estado hoje para crescer depois.
Simples assim.


A verdade é que este artigo no final das contas não faz muito sentido. Nada impediu - aliás, tudo colaborou - para que a jornada de trabalho continuasse sendo de 80 horas semanais e para que o trabalho infantil continuasse existindo. Afinal, a tendência é que, com a inerente acumulação de capital, as condições de trabalho e produtividade aumentem gradualmente. Isso quer dizer que, com o decorrer do tempo, o natural seria que se trabalhasse mais ainda pois o desgaste sofrido pelo trabalhador num determinado numero de horas de trabalho seria cada vez menor e a produtividade dele seria cada vez maior.



Agora que passou a reforma trabalhista na Câmara, vamos ver o que está mantido:
- Férias
- 13° salário
- FGTS
- Licença maternidade/paternidade
- Hora Extra
- Adicional noturno
- Aviso Prévio

E agora vamos ver o que foi retirado:
- Imposto sindical obrigatório.

Hoje 15 mil sindicatos estarão nas ruas reclamando!


"Trump: 'I'm a Nationalist and a Globalist'"
www.breitbart.com/big-government/2017/04/28/trump-im-a-nationalist-and-a-globalist/


Como sempre um governo populista e keynesiano maquiando os dados para ferrar o país para as próximas gerações e se gabando que seu país cresceu 1.000.000% em cinco anos.

Quando esses canalhas vão parar de injetar dinheiro na economia de forma desenfreada achando que não haverão consequências futuras?



Nos economizou de citar que o governo não é uma empresa. É algo como sócio de todas as empresas e propriedades de um país no percentual que escolher por impostos ou pura e simples expropriação. Sem considerar o monopólio da criação do próprio dinheiro.
Se fosse uma empresa poderia quebrar. Mas como quebrar por falta de dinheiro se pode expropriar dinheiro ou criar mais dinheiro? Além de que uma empresa deve respeito às leis mas o governo cria e muda as leis.


Não existe direito que seja obrigatório, inclusive o direito a voto.
Se algo é bom, não há necessidade de obrigar a participação para sustentar um sistema insustentável.

Por exemplo:

Direito a Fgts - não precisaria fazer uma poupança compulsória administrada por políticos (que vão administrar mal e roubar seu dinheiro como roubaram do próprio fgts e de fundos de funcionários de estatais) para cobrar multa por demissão, poderia simplesmente calcular com base em salários anteriores. Se a pessoa recebesse na hora simplificaria até os débitos trabalhistas. Se não lhe pagar o salário você veria na hora. Muita coisa irracional decorre desse pensamento maluco de que multar a demissão preserva empregos.
Se o dinheiro é seu porque colocam tanta dificuldade na hora de sacar? É justo alguém ter dívidas com juros altos e ser obrigado a manter uma reserva com juros abaixo da inflação?

Aposentadoria compulsória - é um esquema de pirâmide, quem investe paga quem recebe e tudo que sobra é gasto. Se você fizer um esquema desse para outra coisa o ministério público vai pedir sua prisão. Não há que discutir que a previdência esta falida. Esquema de pirâmide é falido por definição. Porque você não pode sair do esquema e comprar uma propriedade sua para alugar? Se você tem direito a aposentar-se, porque tanta gente precisa processar o próprio governo para se aposentar?

Vale refeição - para que simplificar se dá para complicar com um atravessador que lucra?

Voto obrigatório - o sistema eleitoral é falho. Não serviria para administrar uma empresa pequena como uma quitanda, condomínio, chácara, padaria, mercado ou posto de gasolina. Vai servir para administrar a instituição mais rica do país? É obrigatório para dar um ar de legitimidade.

Por favor, coloquem outros sistemas obrigatórios que não se manteriam com tão pouca qualidade se não fossem obrigatórios, que você conseguiu perceber que é obrigado a participar, como os sindicatos, por exemplo, e o sus.

Note que a justificativa para tudo isso sempre é o seu vizinho, mas pobre e coitado que você, que não sabe cuidar da própria vida, e esta melhor dando o dinheiro para um político bondoso administrar.
Fala exatamente a mesma coisa para seu vizinho e pronto, todos aceitam já que cada um acredita que o menos inteligente é o outro e não você, você é inteligente o problema é o outro ele que está sendo protegido.

Quando alguém lhe conta algo que só um burro acreditaria, na verdade ele está lhe chamando de burro de forma indireta. Se você acreditou nesse tipo de argumento, quem lhe enganou além de fazer você abrir mão da sua liberdade de escolha, comprovou sua falta de inteligência e senso crítico.

E um político é mestre nisso, temos que dar crédito a eles por isso.


Eu fiquei impressionado com a sabedoria popular. Não imaginava que a população comum que não tem acesso à academia pudesse ter uma análise tão profunda do meio. Pensei que seriam percepções superficiais tais como a esquerda prega.


Eu derrubo este argumento estaparfúdio pedindo pra pessoa calcular hora homem. Geralmente se sentem ofendidos e abandonam a discussão. Outro argumento que faço é o seguinte. Eu tenho dois funcionários, o A e o B e ambos trabalham 6h por dia. O funcionário A produz mais do que o B, portanto, com base na lei é mais vantajoso eu comprar a hora extra dele do que manter dois funcionários, um que produz mais podendo ser recompensado por isso e um B que não faz muita diferença no final do dia. Vai sair mais barato pra mim que manterei um salário + recompensa e o funcionário A vai ganhar mais dinheiro. Quem vai perder é o B que ficará desempregado por produzir de forma mediana. O problema de socialista é que eles trabalham com o cenário da fantasia e a gente com a realidade.


Imaginem então o tamanho do desastre argentino que seria caso Maurício Macri não tivesse sido eleito presidente e ocorresse um continuísmo kirchnerista com uma vitória de Daniel Scioli. Que medidas poderiam implantar o candidato apoiado por Cristina Kirchner que, ao mesmo tempo, teria que continuar encobrindo todo o fracasso econômico da antecessora?


Prezado Diego, eu não discordo do que você falou, só que você, na prática, está dizendo que coitadismo e ignorância justificam a inação.

A Previdência não se sustenta, e por uma questão demográfica. Contra a demografia, ninguém pode fazer nada. E aí, qual a sua solução? Dizer que as pessoas são ignorantes (e que por isso nada deve ser feito) não apenas não resolve o problema, como, ainda pior, fará com que essas mesmas pessoas fiquem ao relento quando forem se aposentar.

E aí? Qual a sua solução?

Eis a minha: ou o cara se educa financeiramente ou ele vai se estrepar no futuro.

Aliás, sinceramente, qualquer pessoa que não tenha um mínimo de educação financeira irá se estrepar no futuro.


Olá Matheus:

De todas as bobagens que esse sujeito falou, parece que se salva uma coisa:
"...este senhor falou que o governo não é uma empresa e por isso não precisa ser superavitário..."

O governo realmente não é uma empresa. Não tem como objetivo gerar lucro. Não precisa ser superavitário. Mas também não pode ser deficitário.

O estado se assemelha muito mais a um condomínio. Os custos do estado devem ser rateados entre seus habitantes. E, assim como o síndico não tem o direito de assumir dívidas em nome dos condôminos, o estado também não tem o direito de se endividar em nome dos cidadãos.

Abcs


Interessante, mas isso funciona para quem entende de investimentos ou é da área de economia e afins. Vai explicar para a maiorias das pessoas que nem sabe da existência da tesouro, ate mesmo quem tem ensino superior nessa país que seja na de engenharia ou medicina iriam por resistência a investir em tesouro. Agora imagina explicando isso para quem não sabe nem ler e usar um computador, e isso é realidade para uma boa parte da população brasileira. A ideia e legal, mas devemos pensar em todos não somente em mim e meu círculo de amizades


"Agora você que é empregador pode contratar empregado pra trabalhar por 3h. Se você quiser, pode fazer um acordo dele trabalhar 6... muito bom para o empresário e chicotada para o trabalhador. É fim do mundo mesmo"

Ué! Antigamente, a esquerda estrilava dizendo que as pessoas deveriam trabalhar menos, e que a jornada de 8 horas diárias era desumana.

Agora que há a possibilidade de se trabalhar 3 horas por dia (e tudo regulamentado, com CLT e tudo!), a esquerda está dizendo que isso é um abuso e representa uma "chicotada" no trabalhador?!

A esquerda é tão patética e burra, que nem sequer consegue encontrar um discurso minimamente coerente. E pior: nem sequer percebe o quão incoerente ela é. Depois da traulitada que levaram hoje (ninguém da população foi às ruas apoiar a baderna sindical), então, estão perigosamente se aproximando da extinção.

Outra coisa: já que agora será essa mamata toda para o empreendedor, então aja coerentemente: tire a bunda do sofá e vá você também empreender. Segundo você próprio, ganhar dinheiro será mamão com açúcar. Sua vida financeira estará resolvida em 5 anos.

Se você não fizer isso, de duas uma: ou você odeia dinheiro ou você próprio não acredita no que fala.


Rá, sensacional! Bem-vindo de volta, Típico Filósofo. Estava sentindo (muito) a sua falta. Durante sua ausência, um copycat chamado Capital Imoral tentou destroná-lo, mas ele não tinha um décimo de sua sapiência e, principalmente, sensibilidade social.




Agora você que é empregador pode contratar empregado pra trabalhar por 3h. Se você quiser, pode fazer um acordo dele trabalhar 6...
flexibilidade meu chapa , muito bom para o empresário e chicotada para o trabalhador. É fim do mundo mesmo.


Hoje não atuo como filósofo, professor, funcionário público ou motorista do Uber; hoje sou guerreiro da revolução.

Posto aqui embora cegado pelos rios de sangue a derrapar sobre meus olhos após batalha notável. Companheiros e eu invadimos a fila de espera de um aeroporto e revivemos as batalhas da meninice ao agredir os funcionários pequeno-burgueses dos aeroportos que se recusaram a aderir à nossa greve.

Em meio ao caos, o nó dos meu tênis americano (obviamente sabotado pelo capital internacional) se desfez e pisei em meus próprios sapatos. Tombei dolorosamente ao chão e feri a testa. Pintou-me o ferimento todo de vermelho e logo atrás, a polícia fascista corria para impedir-nos de exercer nosso direito de associação democrática. Meu rosto, de semblante ensanguentado, ascendeu à face da classe trabalhadora brasileira diante da investida conservadora anarco-neoliberal fundamentalista religiosa.

Mas a batalha continua.

Atualmente troco minha camisa da CUT pela #Lula2018 e marcho em direção à marginal para a terceira tentativa de bloquear o trânsito da população em defesa do povo.



Povo brasileiro (boa parte dele) e suas prioridades:
- o time de futebol
- o capítulo da novela
- a nova tatuagem
- a birita gelada
- a galera do fim de semana
- exercer futilidades
- lutar por mais direitos
- passar num concurso público


Não se engane, em todo lugar sindicalista é vagabundo e não serve para nada.


Lógico que não, né. Eles viraram funças justamente para não trabalharem.


Temer é bunda mole. Tenta agradar todos os lados sem perder a boquinha.


.
Banânia esta falida há muito tempo.
.
Falência Institucional e Econômica.
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Pois é, da última vez que eu fui no supermercado só tinha chocolate da Nestlé mesmo. Não tive escolha.

Além disso, as grandes empresas monopolistas com certeza são culpa do mercado (capitalismo) e não do governo.

É cada Zé que aparece aqui...



Muito obrigado, Samuel.

Você pode contribuir comparecendo aqui:

www.conferencia-ea.com.br/


Ou então apenas doando por aqui:

www.mises.org.br/Donate.aspx


O link acima está no topo da página do site, no canto superior direito.

Grande abraço!



Sorry, Juliana, mas a adesão da população foi ínfima, para não dizer nula (o que surpreendeu até a mim, que esperava mais). No final, tudo está sendo um movimento orquestrado 100% por sindicatos.

A população mesmo, formada por cidadãos trabalhadores que apreciam ordem e estabilidade, não compareceu às ruas. (Sim, o povo ficou em casa, mas isso não é sinal de à greve. É sinal de preocupação com a integridade física.)

Michel Temer está com a faca e o queijo na mão. Basta convocar um pronunciamento em rede nacional, mostrar que o povo rechaçou a baderna, e então acelerar as reformas.


Infelizmente, não é bem assim. Por mais que seja uma iniciativa da CUT e de sindicalistas, a maioria das pessoas aderiram ou apoiam a "greve geral" fazem isso mesmo por causa da "perda" dos direitos trabalhistas e da reforma previdenciária. Para eles. não importa se essa paralisação é sindicalista, esquerdista, fascista... O importante é se unir "contra a perda de direitos".

Eu até acho a paralisação legítima, desde que todo mundo esteja ciente que vai ser descontado o dia de trabalho. E se fosse mesmo uma greve geral, aí era o caso de demissão por justa causa. Direito de greve é para ser usado quanto todas as tentativas de negociação com o empregador foram fracassadas. Não é para manifestação política.


Olá. Todos os ônibus do Brasil estão em greve. Eu vou deixar bem clara esta mensagem online para que os todos os policiais também do Brasil prendam todos os bandidos e os coloquem nas todas as celas brasileiras e logo após, todos os ônibus urbanos do Brasil voltam a circular normalmente a partir de hoje, agora e sempre todos os dias, 24 horas direto e em seguida, e todo o país volta salvo e livre das greves também a partir de hoje, agora e sempre todos os dias, 24 horas direto. Obrigada.


Acabei de ler a Saga Duna, de Frank Herbert.

É uma série de ficção científica em 6 volumes que trata de um universo 10.000 anos após a humanidade ter ganho uma guerra contra as "máquinas pensantes".

Por causa da guerra, toda a tecnologia teria sido execrada. De fato, as tecnologias da saga ou são analógicas ou são biológicas.

Todo trabalho é feito pelos humanos.
Assim, sem máquinas, a única forma de relação trabalhista possível é a escravidão. A justificativa é religiosa: "é preferível tornar humanos escravos do que tornar-se um escravo das máquinas" (sutra da Bíblia Católica Laranja - um dos livros sagrados da série)

A involução social e tecnológica é patente: escravidão, reis e nobres que vivem às custas dos trabalhos de milhares, sistema de castas feudais?.
Desde o seu nascimento, os seus genes definem as suas futuras habilidades e um treinamento desde a infância vai leva-lo à fase adulta realizando um trabalho específico, definido, imutável, subserviente ao "seu duque". Se tens um raciocínio rápido será treinado para ser Mentat, se tens sangue real, será treinado para comandar, se tena habilidades físicas, serás treinado para ser guerreiro e assassino etc.

A existência de uma comódite escassa e fundamental é o pano de fundo para todos os desdobramentos da saga.

É uma obra formidável com reflexões bastante interessantes sobre a religião, a política, a ecologia, a economia.

E, querendo ou não, consciente ou não, àqueles que gritam contra a automação e o progresso tecnológico simplesmente gritam para se criar um mundo assim, como descrito por Frank Herbert.






Como eu não posso editar o comentário anterior, aqui vai algo que deixei de comentar por falta de vontade, mas agora vejo que teria sido oportuno.

Acredito que o nosso amigo Keynesiano talvez não tenha notado que, graças a sua própria afirmação, ele afirma que a maior parte das pessoas são forçadas, graças ao governo, a viver com um mísero salário mínimo. Ora, se o governo dá as "pessoas carentes" 2 salários mínimos, e então 50% volta ao governo em forma de impostos, então estas pessoas são forçadas a viver com um único mísero salário mínimo.



Dito isto, aqui vai mais uma oportuna citação de Bastiat:

Workers, yours is a strange situation! People plunder you, as I shall show in a moment... No; I take back that word. Let us banish from our language every violent and possibly false expression—false, that is, in the sense that plunder, enveloped and disguised by sophisms, is carried on, one is constrained to believe, against the will of the plunderer and with the consent of the plundered. But after all, people do rob you of what is justly due you for your labour, and nobody concerns himself with seeing that you receive justice. Oh, if all you needed to console you was a clamorous appeal for philanthropy, for ineffectual charity, for degrading alms; if only big words—organization, communism, phalanstery—were enough, people would not stint themselves on your behalf. But justice, pure and simple justice, that is something no one dreams of giving you. And yet would it not be just if, after a hard day's ill-paid work, you could exchange the little you had received for the greatest amount of satisfaction that you could obtain freely from any man on the face of the earth?

Google tradutor para quem não entender:

Trabalhadores, a sua situação é estranha! Os povos os roubam, como eu mostrarei em um momento ... Não; Retiro essa palavra. Vamos banir da nossa língua toda expressão violenta e possivelmente falsa - falsa, isto é, no sentido de que o roubo, envolto e disfarçado por sofismas, é levado adiante, somos forçados a crer, contra a vontade do saqueador e com o consentimento dos saqueados. Mas depois de tudo, as pessoas roubam-vos do que vos é devido pelo vosso trabalho, e ninguém se preocupa em ver que recebais justiça. Oh, se tudo que você precisasse para consolar você fosse um apelo clamoroso para a filantropia, para a caridade ineficaz, para a esmola degradante; Se apenas palavras grandes - organização, comunismo, falanstério - fossem suficientes, as pessoas não se restringiriam a você. Mas justiça, justiça pura e simples, isso é algo que ninguém sonha em te dar. E, no entanto, não seria justo se, depois de um árduo dia de trabalho mal remunerado, pudesse trocar o pouco que recebeste pela maior satisfação que poderia obter livremente de qualquer homem na face da terra?


Hoje se verá que a "adesão" dos professores e técnicos das universidades públicas federais será proximo de 100%, não porque de fato eles apoiem a greve mas simplesmente porque a maioria dos reitores já decretou que "não haverá atividades" nas referidas universidades. Em outras palavras, não é greve, é feriado.



"O objetivo do capitalismo é melhorar a vida do consumidor, e não do empregado ou do empregador"

"Quanto aos empregados, sempre vale ressaltar que eles também são consumidores. Consequentemente, na condição de consumidores, empregados também são beneficiados."

Empregado, empregador, etc. e consumidor não são pessoas diferentes, mas papéis diferentes que podem ser exercidos pelas mesmas pessoas. Não existe "conflito de classes sociais" porque não existem "classes sociais", apenas indivíduos interagindo em busca de seus próprios interesses e em geral beneficiando-se mutuamente!

Que todos os seres infantis cegados pela ilusão doutrinária esquerdista possam compreender essas nobres verdades e atingir o estado de iluminação existencial!

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"Em um momento eu quase saí da palestra, pois esta pessoa disse que a crise de 2008 ocorreu por causa do neoliberalismo, devido aos governos "não se intrometerem" na economia. Como lido aqui no mises.org, quase me levantei e perguntei se um governo que emite 3,5 tri em moeda para subsidiar programas sociais, em alguns poucos anos, podia realmente ser chamado de "não intervencionista"."

Se acostume com este tipo de afirmação. Quando o governo, por meio de suas políticas, sejam econômicas, sociais, etc. transfere alguma forma de poder para algum grupo ou indivíduo, depois que isso for "abusado" a culpa não será do governo que transferiu este algo em primeiro lugar, mas dos indivíduos que utilizaram deste poder transferido pelo governo.

Quando o governo, por meio de suas políticas, joga dinheiro à rodo na economia, após haver crise, a culpa não é do governo, que deu este dinheiro, em primeiro lugar. A culpa será dos que receberam e gastaram este dinheiro. A culpa será do mercado "super-otimista", "ganancioso", etc. O problema não será a primeira intervenção (dinheiro à rodo). O problema será não ter havido intervenção suficiente depois que houve dinheiro à rodo.

Quando o governo entrega a sindicatos o poder da coerção (a mais explícita forma de corporativismo) e estes sindicatos "abusam" deste poder, a culpa não é do governo, que deu a estes o poder da coerção, em primeiro lugar. A culpa será dos próprios sindicatos, por terem "abusado" deste poder que o governo os garantiu.

De forma generalizada:

I, O governo irá transferir alguma forma de poder para um grupo ou para indivíduos;
II, Estes indivíduos iram utilizar este poder que o governo o transferiu;
III, Após isto acontecer, e algum problema ocorrer, o problema não estará no passo I, onde tudo começou. O problema estará, segundo nossos grandes sábios, no passo II. O problema será não ter havido intervenção, regulação suficiente no passo II.

O campo econômico é assim desde, ao menos, a grande depressão, em 29.

Mas a parte mais contraditória de todas, foi que ele falou que a maioria das aposentadorias e assistências são de pessoas carentes que recebem até dois salários-mínimos (me corrijam se estiver errado, não me recordo se era isso mesmo) e que cerca de 50% volta para o governo através de impostos indiretos e, logo após, falou o que foi escrito acima, sobre aumentar a taxação.

Então, fica assim:

I, O governo retira dinheiro das pessoas e transfere para elas próprias, dado que os cofres do tesouro não são preenchidos todas as noites por raios lunares;
II, 50% deste dinheiro que o governo retira das pessoas e transfere para elas próprias, irá voltar para o governo em forma de impostos.
Conclusão: O governo tira seu dinheiro e te devolve metade.
III, Os outros 50% serão utilizados para continuar o passo I.


Isto me lembrou uma citação do Bastiat:

Really, I wonder how we could have ever thought of doing anything so fantastic as to pay many millions of francs for the purpose of removing the natural obstacles that stand between France and other countries, and at the same time pay many other millions for the purpose of substituting artificial obstacles that have exactly the same effect; so that the obstacle created and the obstacle removed neutralize each other and leave things quite as they were before, the only difference being the double expense of the whole operation.

[...]Frankly, is it not somewhat humiliating for the nineteenth century to provide future ages with the spectacle of such childish behaviour carried on with such an air of imperturbable gravity? To be hoodwinked by someone else is not very agreeable; but to use the vast apparatus of representative government to hoodwink ourselves, not just once, but twice over—and that, too, in a little matter of arithmetic—is surely something to temper our pride in being the century of enlightenment.


As leis no que tange aos sindicatos são iguais.

No setor privado não se pode demitir grevista. Pode contratar temporário para substituir grevista, mas não se tem garantia nenhuma de que os grevistas não recorrerão à violência contra os temporários (nos EUA, em vários estados democratas, a polícia é "incentivada" a não reagir contra a violência dos grevistas).

No setor público a situação também é idêntico (com a diferença, ressaltada no artigo, de que em alguns estados é proibida a greve de funcionários públicos).

Já a parte final do texto, que fala sobre o funcionamento dos sindicatos dos funcionários públicos, foi apenas uma tradução ipsis litteris.



Ajuda a amenizar um pouco (ou seja, pára de piorar), mas só a segunda opção resolve.




A doutrinação esquerdista fez com que a maioria das pessoas acreditasse que o capitalismo gera consumismo e depende dele. Quem estimula o consumismo é o governo via crédito artificial, emissão de moeda e por outros meios!

O hábito de poupar não gera recessão porque em uma cultura de mentalidade poupadora os indivíduos não param de consumir indefinidamente e nem absolutamente, não poupam nem consomem de forma igual e nem ao mesmo tempo.

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Reforma e fraca porque não aborda oos principais fatores como custo produtividade o certo seria simplificar a CLT apenas como opção aos mais vulneráveis nao faz sentido um executivo por exemplo ki ganha 15 mil mês ter 102 % encargo social poderia ele ganhar 18 mil ter entre 50% de encargos ou passo que o trabalhadoro menos qualificado poderia ter mais beneficio e menos encargos problema aqui e cortes são sempre horizontal nunca vertical no topo da pirâmide vide a aula esdrúxula reforma providenciaria ki nos grupos de privilégio do funcionalismo público ninguém mexe Brasil sendo Brasil




"Artistas não são bobos"

Não, eles apenas vivem em uma bolha de irrealidade e/ou são hipócritas. Esquerda caviar.

Outra versão da frase final:

"Capitalismo para mim, socialismo para os outros"

ou

"Liberdade econômica para mim, restrição econômica para os outros"

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Leandro, uma dúvida:
Este artigo é de um americano, certo? Mas reflete de maneira incrível a realidade brasileira.
O artigo é modificado para a situação do Brasil, ou a situação lá nos Estados Unidos está tão parecida assim com a Brasileira?
Se a segunda opção for a verdadeira, o tal do Sonho Americano está a ponto de se tornar o Pesadelo Brasileiro, não?



O capitalismo malvadão faz os grandes capitalistas disputarem a clientela baixando preços, aumentando a qualidade e inovando sempre, aumentando continuamente a qualidade de vida das pessoas! Ainda bem que nós, aqui no Brasil, somos protegidos disso!

"A Dell, ao fabricar e vender laptops a preços baixos,..."

Lá fora a Dell diferencia-se por preços baixos? Aqui no submundo o diferencial da Dell é a garantia de uma boa qualidade, ainda que um pouco mais caro do que a média!


"A produção em massa de produtos têxteis acabou com a demanda por itens artesanais."

Mais do que isso. Antes da produção em massa, apenas os ricos podiam usufruir têxteis e outros produtos. O capitalismo malvadão tornou esse produtos mais acessíveis e ainda deu dinheiro para as pessoas comprá-los. "Produção em massa e para as massas" - Mises.

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Socialistas/positivistas acreditam que cabe ao legislador determinar como a realidade deveria ser e criar leis para recriá-la.

Jusnaturalistas acreditam que cabe ao legislador verificar como a realidade funciona e criar leis de acordo com isso.

("Legislador" aqui no sentido mais amplo e genérico, qualquer pessoa com autoridade para estabelecer normas para um grupo)

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Na quarta-feira, 26/04/2017, houve uma palestra na minha universidade (pública, pra variar), em que um senhor chamado Paulo Kliass fez uma palestra falando sobre a previdência.
Na palestra, ele explicou um pouco de economês (keynesianista, óbvio), porque a maioria dos presentes não entendia nada sobre o assunto.
Em um momento eu quase saí da palestra, pois esta pessoa disse que a crise de 2008 ocorreu por causa do neoliberalismo, devido aos governos "não se intrometerem" na economia. Como lido aqui no mises.org, quase me levantei e perguntei se um governo que emite 3,5 tri em moeda para subsidiar programas sociais, em alguns poucos anos, podia realmente ser chamado de "não intervencionista". Fora que ele só falou isso sobre a crise de 2008 e , após, completou que os governos decidiram que eles que deveriam tomar as rédeas da economia, porque "o empreendedor é ganancioso e sempre vai causar crises" (não foi dito com estas palavras, mas foi o que se deu a entender).
Mas a pior parte da palestra, em que a grande maioria eram jovens, provavelmente, entre 20 e 30 e poucos anos, foi a parte em que este senhor falou que o governo não é uma empresa e por isso não precisa ser superavitário e que uma das soluções para resolver o problema da previdência era retirar cerca 20% dos quase 1 tri da conta do Tesouro para pagar esta conta. O mais interessante de uma pessoa tão "estudada" e que está no topo da "cadeia alimentar", é que ele afirmou que a uma maneira de melhorar a arrecadação seria taxar as grandes fortunas. O único problema é que ele esqueceu que as grandes fortunas são de pessoas que utilizam do governo para ganhar sua fortuna e, por consequência, tem que repassar uma grande quantia de dinheiro para os partidos e políticos para poder continuar com a bonança ou são pessoas que enriqueceram de forma justa e que, se por uma acaso ele ver que pode ser prejudicado, ele provavelmente irá tirar seu dinheiro e todos os seus investimentos do país (seria o que eu faria, pelo menos. Se o país quer me taxar fortemente porque eu estou gerando empregos e melhorando a economia, tudo bem, tem país que não fará isso). Mas a parte mais contraditória de todas, foi que ele falou que a maioria das aposentadorias e assistências são de pessoas carentes que recebem até dois salários-mínimos (me corrijam se estiver errado, não me recordo se era isso mesmo) e que cerca de 50% volta para o governo através de impostos indiretos e, logo após, falou o que foi escrito acima, sobre aumentar a taxação.
Tenho pena daqueles que acreditaram no que ele falou, pois vão acreditar que, mesmo que a taxação das grandes fortunas funcione num curtíssimo prazo, quem vai pagar a conta será sempre os mais pobres e, principalmente, a classe média, já que os ricos são ricos por algum motivo: possuem capital e poder para poder contratar os melhores profissionais para poder achar uma brecha na lei para poder pagar menos imposto e, no fim, o tiro sempre sai pela culatra.
Desculpem o grande texto. Foi apenas um desabafo já que não poderia dizer tudo isso ao palestrante ou seria linchado da universidade. Qualquer observação que tenham a fazer, peço que me corrijam, pois comecei a ler o site a pouco tempo e aprendendo a pensar por conta própria. Então qualquer coisa que eu tenha dito errado que possa ser corrigida, enriqueceria meu conhecimento e me ajudaria a evoluir.
Grato a todos.


Vocês sempre utilizam fotos do UOL e outros jornais sem dar crédito? Cadê o respeito aos direitos de propriedade?


Perderam o imposto sindical ontem, devem estar revoltados. Até acordaram cedo hoje.


Moro na Italia e gostaria muito de conhecer Portugal. Voce poderia me recomendar algum link sobre turismo em Portugal? Desde ja agradeço! Um Grande Abraço!



Estranhos esses "direitos" que nos obrigam a fazer algo... Algo de errado não está certo!

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Eu desativo meu adblock para usar esse site.
Os artigos aqui possuem uma compreensão simples e completa. Futuramente pretendo fazer compras no site, principalmente para contribuir financeiramente com o trabalho de vocês.
Grato


Leandro,

A reforma na CLT do jeito que esta sendo passada, tudo o mais constante, é capaz de gerar algum enriquecimento mesmo em um país extremamente corporativista e intervencionista como o Brasil, ou só liberando os mercados?


Eu imagino se eles trabalham 16 ou 24 horas por dia para tal feito.


Errado, se um empregado contente com sua atual condição na empresa, não teve a possibilidade de escolha entre ir ou não trabalhar significa que, necessariamente, um fator externo, no caso a geeve, coagiu sua liberdade de escolha e, por conseguinte, impeliu esse a permanecer em casa ou juntar se aos revoltosos, sob penas vexatórias por parte dos colegas que aderiram à greve. Nessa sentido, qualquer minoria que tangencie o pensamento da maioria não terá força para impor suas vontades, uma vez que o coletivismo impera nessa conjectura e no Brasil de um modo geral


Então vejam mais essa:


veja.abril.com.br/brasil/stf-libera-salario-acima-do-teto-para-servidor-que-acumula-cargos/


Agora com "liberação" expressa do STF: se um funcionário público acumular dois cargos com vencimentos de 33 mil, p.ex., vai ganhar 66 mil reais mensais. Pagos com dinheiro extraídos dos pagadores de impostos.


Por isso sou a favor de uma ditadura liberal ou da tática terra arrasada.

Democracia nunca dá certo no longo prazo.





Caros, o caso das greves não seria um caso de externalidade negativa? Digo, se a maioria dos integrantes de uma empresa resolvem entrar em greve ao ponto de inutiliza-la , e ela ter de fechar no dia, os que não querem entrar em greve não podem ir trabalhar. Sendo assim, há uma perda mesmo sem coerção ai.. (Eles não foram obrigados a participar da greve, isso ocorreu como uma consequência externa)

Pior ainda, se essa greve consegue coisas que essas pessoas também não demandaram.. (Como alterar horários);

Sei que sempre existe a opção de sair da empresa, mas não anula a externalidade e o que a maioria causa sobre uma minoria de forma negativa mesmo sem coação



Parabéns pessoal do Mises. ( sem ironias) Parece-me que vocês evoluíram um pouco. Digo isso porque num passado recente a retórica seria outra. Mais ou menos assim: Fim dos sindicatos! Deixe que o "empregado" trate direto com o "patrão" como vai ocorrer a "compra e venda" da "força de trabalho".

Não, filinho, ninguém aqui é contra a liberdade de associação, seja para sindical ou para qualquer outra coisa.

As pessoas aqui são contra o monopólio de força sindical protegido pelo governo.

Se uma classe quer se associar e impor uma série de regras aos seus membros para que esses sejam contratados, perfeito, justo, força para eles, mas não imponham isso para toda a sociedade. Quem quer contratar ou ser contratado sem interferência do sindicato deve ter liberdade para assim fazê-lo.

A palavra chave é só essa, meu caro, coerção.


Eu também sou, mas aqui os funcionários serão"obrigados" a aderir a greve, pois o prédio estará fechado. Fiquei puto, estão me proibindo de trabalhar a obrigando a aderir a uma greve que sou completamente contrario. Só de raiva vou trabalhar remotamente, pois consigo fazer pela internet uma boa parte do meu trabalho. Cada vez odiando mais o Brasil e o serviço público!


A diferença, meu caro, é que se minha fé no Teorema de Pitágoras fraquejar, eu posso comprová-lo de várias formas.
Não reduza a questão a um jogo de palavras. Qualquer aluno de catecismo sabe que "Fé é acreditar sem provas". Já ouviu a expressão "credo quia absurdum" ?
Religião é lógica não se misturam. A religião é inimiga da lógica e a lógica é inimiga da religião.


Leandro, parabéns pelo brilhante artigo. Estou lendo-o em 2017, cinco anos depois, e me impressiona a clareza que você teve acerca do cenário que se avizinhava. Por isso, quero fazer um pedido: você poderia reescrevê-lo atualizando os fatos e dados para 2017, ou mesmo incluindo um capítulo acerca das consequências da política de expansão de crédito iniciada pelos bancos em 2012 e que, como você bem salientou, desaguou em uma brutal recessão?

Muito obrigado e parabéns novamente.


"Quando policiais, professores de escolas ou universidades públicas, metroviários, motoristas de caminhões de lixo ou de ônibus municipais fazem greve, não há policiamento, aulas, nem coleta de lixo, nem metrô e nem ônibus enquanto a greve durar. O objetivo claro é prejudicar a população (que paga seus salários) e usá-la de refém para poder barganhar perante os políticos — os quais, por sua vez, utilizarão o próprio dinheiro da população para satisfazer as demandas dos sindicalistas."

Mussolini, juntamente com o seu amigo Vargas e com os socialistas que elaboraram a CUnstituição de 1988, criou uma geração de sindicatos e sindicalistas vagabundos (e eleve isso à décima potência) e de funças que acham que todo mundo tem que sustentá-los porque fizeram um concurso estatal.

Solução pra isso é simples: secessão e depois secessão individual. Enquanto houver a bíblia estatal intocada, eu vou morrer esperando que políticos possam fazer alguma real reforma e acabe com isso. Pior é quando o pobre, que não tem dinheiro para fugir do lixoso setor estatizado, fica refém desse povo.

Aqui do lado de minha casa mora um sindicalista (deve ser um bolchevista). Maior sossego, a dondoca tem seu carro e não faz nada na vida e o barão tem uma casa e também um carro novo. Tudo pago com o seu dinheiro roubado.