25/09/2016 00:00  por  Diversos Autores \  economia

Sim, a possibilidade de o aluno agora ter o direito de escolher quais matérias ele quer fazer e quais não quer fazer representa um avanço.  Isso é digno de aplausos e merece elogios.

Mas de nada adianta essa maior liberdade se, em troca, nossos filhos serão obrigados a ficar 7 horas por dia sob o controle de professores engajados, de politiqueiros e de agitadores sindicais

25/09/2016 00:00  por  Eileen Wittig \  economia

Sem o governo, quem irá construir as estradas?

Resposta: qualquer empreendedor que veja ali uma oportunidade de lucro.  Até mesmo pessoas que operam à margem da lei farão isso.


22/08/2016 00:00  por  Rafael Rosset \  economia

Suponha comigo que você tem 35 anos, R$ 500.000,00 no banco e um Q.I. acima da média. O que fazer?

Você pode abrir uma empresa. É o que jovens com esse perfil e boas ideias costumam fazer em países mais civilizados, por exemplo. Na verdade, esse é o objetivo de vida mais cobiçado em lugares como EUA, Inglaterra e Austrália: abrir uma empresa, ganhar muito dinheiro e, no processo de ficar podre de rico, empregar dezenas ou centenas de pessoas e gerar bens e serviços que vão elevar a qualidade de vida de todos.

Mas vamos supor que você viva no Brasil. A média de lucro (o retorno sobre o investimento do capitalista) vai de 3% a 5% (varejo), 6% (farmácias e drogarias), 10% (postos de gasolina) 11% a 13% (alimentação e serviços), só para citar alguns exemplos.


11/08/2016 00:00  por  Leandro Narloch \  economia

Cem pessoas sentam-se em um círculo, cada uma com seu bolso cheio de centavos. Um político caminha por fora do círculo, pegando um centavo de cada pessoa. Ninguém se importa; quem se importa com um centavo?

Quando o político dá toda a volta em torno do círculo, joga 50 centavos para uma pessoa, que se sente cheia de alegria com a sorte inesperada.

O processo é repetido.  Um centavo é novamente recolhido de cada uma das 100 pessoas e, ao final, 50 centavos são entregues para outra pessoa.

E assim vai, até que cada uma das cem pessoas tenha recebido 50 centavos.

Após cem voltas, cada indivíduo está 100 centavos mais pobre e 50 centavos mais rico.  E todos estão felizes.


31/07/2016 00:00  por  Thomas DiLorenzo \  economia

O mais recente, e trágico, exemplo prático disso é a democracia socialista da Venezuela. 

Primeiro, o governo venezuelano arruinou completamente a economia com a adoção de medidas socialistas.  A mistura de hiperinflação (gerada pela impressão desmedida de dinheiro), controle de preços e estatizações de fábricas e lojas não apenas não conseguiu gerar oferta abundante de nenhum bem, como, ao contrário, gerou desabastecimento generalizado — as prateleiras das lojas e dos supermercados estão vazias e as pessoas de classe média que antes tinham emprego estão hoje esfomeadas, tendo de literalmente revirar latas de lixo e matar gatos e pombos nas ruas para ter o que comer. (Veja relatos completos e apavorantes aqui e aqui)

Agora, para tentar "reverter" a fome e a escassez de comida, o governo venezuelano decretou que os cidadãos venezuelanos serão compulsoriamente convocados a trabalhar em fazendas agrícolas estatizadas por pelo menos 60 dias para reverter a fome que vem castigando o país. 


18/07/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

A má precificação do risco é como aquela rede de segurança dos trapezistas: enquanto a rede está lá embaixo, todos treinam de forma muito mais audaciosa; mas quando o show é para valer, ele têm de ser muito mais prudentes. Não há rede lá embaixo.

A política dos Bancos Centrais consiste em sinalizar ao mercado que a rede está lá embaixo, e ela é forte, capaz de segurar todo mundo. Mas a verdade é que a rede não passa de uma ilusão.


08/07/2016 00:00  por  Fernando Ulrich \  economia

Nos primeiros seis meses de 2016, o volume de negociação de bitcoins nas bolsas brasileiras ultrapassou o volume de ouro na BM&F.

Nesse período, mais de R$ 164 milhões foram transacionados nas bolsas da moeda digital, enquanto os lotes de OZ1D e OZ2D (250g e 10g de ouro, respectivamente) registraram cerca de R$ 153 milhões. Apenas no mês de junho, o volume de bitcoins negociados foi duas vezes maior do que o do metal precioso.


05/07/2016 00:00  por  Felippe Hermes \  economia

Na sua luta para abrir uma empresa, você teve de esperar 107 dias para conseguir esta façanha.

Após abri-la, teve de contratar um contador, pois pagar impostos por aqui requer 2.600 horas apenas para preencher formulários, mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia.

Se você conseguiu legalizar a empresa, é hora de contratar os funcionários. Não espere qualquer qualificação. Em alguns casos, até 75% das vagas formais deixam de ser preenchidas, pois os funcionários não possuem qualquer qualificação para o trabalho.


01/07/2016 00:00  por  Luan Sperandio \  economia

A lei estabelece uma contribuição obrigatória equivalente a um dia de trabalho de quem tem carteira assinada ao sindicato de sua categoria. Isto é, há o desconto em folha do trabalhador, mesmo que ele não seja filiado, tampouco se sinta representado por seu sindicato de classe.

Os valores do Imposto Sindical chegam a 3 bilhões de reais por ano, distribuídos pelos mais de 15 mil sindicatos no Brasil, um sistema que possui muitas fraudes, desde entidades que são somente um meio para que dirigentes se perpetuem em cargos com altos salários até organizações fantasmas.

Trata-se de uma verdadeira caixa-preta, tendo em conta que, apesar de financiados com recursos públicos, não há qualquer prestação de contas e transparência. Por tudo isso, é comum os sindicatos brasileiros serem considerados irrelevantes.


21/06/2016 00:00  por  Diversos Autores \  economia

Indo direto ao ponto, a atual Oi nasceu da megalomania do ex-presidente Lula de querer criar "campeãs nacionais" em vários setores da economia (além da Oi, a BRF e a JBS/Friboi são as principais representantes desse delírio). 

A intenção de Lula, com a Oi, era criar uma "supertele nacional" para fazer frente a gigantes como a espanhola Telefónica (dona da Vivo) e a mexicana América Móvil (dona de Claro, Embratel e Net).  Falava-se até em lançar operações em outros países.

Obcecado, Lula não se furtou a desrespeitar as leis vigentes e, por meio de um decreto presidencial, mudou a Lei Geral de Telecomunicações (algo que não poderia ser regulamentado naquela época), permitindo a fusão da Telemar com a Brasil Telecom, de Daniel Dantas.




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