24/03/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

O Instituto Mises Brasil está lançando um concurso de artigos em comemoração aos seus 10 (dez) anos!

14/03/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

A Justiça do Trabalho, uma das maiores responsáveis pela desigualdade de renda do país, definiu, por meio de sua mais alta corte, que caso a montadora Toyota dê um intervalo de 20 minutos a mais para que seus funcionários tomem café, a empresa terá de pagar por isso como se fossem horas extras — ou seja, com diversos encargos e custos crescentes.

Agora, apenas reflita. Fosse você o CEO da Toyota, o que você faria:

I - incorporaria o intervalo como horas extras a todos os funcionários daqui pra frente, arcando com todos os encargos sociais e trabalhistas que isso acarreta; ou

II - cortaria de imediato o intervalo para café a fim de evitar esse gasto extra.


16/02/2017 00:00  por  Mariana Diniz Lion \  economia

Em um acordo comercial gerenciado por governos, são inseridas tantas regras, taxas, condições e arbitrariedades, que se evidencia não haver qualquer preocupação com a preservação real da liberdade de quem mais importa — o indivíduo, o consumidor final nesta cadeia econômica.

Se a regulamentação de um governo é capaz de engessar uma economia, imagine a combinação da regulamentação de diversos governos ao mesmo tempo? Isso não é liberalização, é centralização de poder.

O verdadeiro livre comércio é espontâneo; é feito entre indivíduos de comum acordo, ainda que estes estejam em diferentes nações.

A partir do momento em que apoiamos que governos endossem, por meio de sua coerção, a suposta existência de um livre comércio, estamos nos rendendo à lógica estatista.


08/02/2017 00:00  por  Equipe IMB \  economia

O ativista cubano defensor dos direitos humanos Ubaldo Herrera Hernandez foi detido no último dia 2 de fevereiro por agentes da polícia nacional cubana.

Hernandez é responsável pelo projeto Biblioteca Libertária Benjamin Franklin.

Sua detenção foi cometida na província de Mayabeque sob a acusação de "atentado", uma alegação comum do governo cubano para encarcerar aqueles que discordam do regime castrista.


02/02/2017 00:00  por  Willem Mantum \  economia

João e José são dois indivíduos comuns. Ambos são trabalhadores e honestos. Jamais roubaram nada de ninguém. Tudo o que têm foi conseguido com o próprio suor.

Eles jamais se conheceram. Jamais conversaram. Um jamais nada fez de ruim para o outro. São apenas dois indivíduos comuns que nunca se viram.

Dado este cenário, assinale o que você pensa de cada um dos seguintes cenários abaixo:


30/01/2017 00:00  por  Leandro Narloch \  economia

Ninguém disse que "picho é arte" — como se diz hoje a João Doria (PSDB) — quando Marta Suplicy (então no PT) resolveu coibir os pichadores, em 2002.

Se Dilma houvesse proposto a mesma reforma do Ensino Médio que Temer apresentou no ano passado, nenhuma escola teria sido invadida. A UNE e o PSOL comemorariam o maior poder de escolha que a mudança proporcionou.

Quando Jaime Lerner encheu Curitiba de parques e ciclovias, a esquerda o acusou de só se preocupar com o meio ambiente e ignorar a periferia. Vinte e cinco anos depois, a mesma acusação recaiu sobre Haddad, mas na boca da direita.

O personalismo faz opiniões mudarem de lado sem o menor pudor. O melhor exemplo são as críticas ao Bolsa Família, que nasceram, todas elas, do próprio PT. Quando FHC criou o Bolsa Escola, em 2001, a esquerda o acusou de assistencialismo e de criar um "bolsa esmola" para comprar votos dos nordestinos.


23/01/2017 00:00  por  Donald Boudreaux \  economia

Se você é contra o governo impor um salário mínimo, você é contra os pobres.

Se você é contra a saúde pública, você é a favor de os pobres morrerem nas ruas, doentes e sem acesso a serviços médicos.

Se você é contra tarifas de importação e restrições ao livre comércio, você é contra os trabalhadores industriais terem empregos a altos salários.

Se você é contra regulamentações estatais, você é a favor de as pessoas serem fraudadas, envenenadas e assassinadas indiscriminadamente por empresas.

Se você é contra o governo conceder créditos subsidiados com o dinheiro de impostos, você é a favor de recessões.

Se você é contra a educação estatal, você é contra a educação dos pobres.


18/01/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

Com o lançamento do "livro" intitulado Historiadores Pela Democracia, escrito pela elite de pensadores de esquerda da área de história do país, o termo 'ultraliberal' voltou a ser usado para denominar o movimento liberal/libertário do país, do qual este Instituto é apontado como parte.

Embora tenha sido claramente empregado no sentido pejorativo, a pergunta é válida: seria mesmo uma má ideia utilizarmos o termo 'ultraliberal' para nos descrever?

Para responder a isso, retornemos às origens.


17/01/2017 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

anúncio da primeira-ministra Theresa May sobre o Brexit agora há pouco representa uma reação realista às demandas dos britânicos, e o mais fiel e balanceado exemplo da nova visão mundial que está se disseminando e que vigorará pelas próximas muitas décadas.

Como um cético da eficácia dos mecanismos de representação democrática, reconheço que, pelo menos neste exemplo pontual, a vontade do povo parece refletida nesta declaração de princípios.

Theresa se posicionou como firme defensora do livre mercado ("o comércio não é um jogo de soma zero", disse), e que deseja uma Grã-Bretanha como "global trading nation" (nação que comercializa com todo o mundo), respeitando sua tradição, história e cultura de internacionalismo e de comércio com todos.

Esclareceu que haverá um "Hard Brexit", com os seguintes itens:


16/01/2017 00:00  por  Helio Beltrão \  economia

A meu ver, a saída do mercado único europeu já está decidida. O referendo foi uma clara declaração de que o povo quer ter o controle sobre as fronteiras do Reino Unido e rever sua política de imigração.

Quanto ao comércio de bens e serviços, o Reino Unido deveria, de maneira unilateral, conceder à União Europeia o "melhor acordo" possível (na visão da UE), que seria o total e completo acesso ao mercado do Reino Unido, como ocorre hoje. Incidentalmente, este seria também o melhor acordo para o Reino Unido, pois manterá a competitividade das indústrias do Reino ao mesmo tempo em que ajuda a manter baixos os preços na economia britânica. Há também o benefício para a UE de que isso será uma manutenção do status quo: nada terá de ser alterado.




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