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19/07/2017 00:00  por  Luiz Philippe Orleans e Bragança \  economia

O Brasil livre, de jura e de fato, nasceu junto com a independência do país. Nossa primeira constituição foi escrita em 1824, inspirada na Constituição dos Estados Unidos, criada 35 anos antes. Ela impunha limites ao estado, e não ao cidadão empreendedor. Além de segurar o apetite do estado em tornar-se cada vez maior, essa constituição garantia que as pessoas nunca teriam sua livre iniciativa censurada pelo poder público.

Porém, após a constituição de 1824 (clique para ler na integra), nossos políticos conscientemente foram transformando o Brasil em um estado tirânico que age à revelia do indivíduo. Com efeito, houve uma verdadeira involução jurídica desde então nesse aspecto.


07/07/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

Prepare-se para mais uma elevação nas mensalidades do seu plano de saúde. E agradeça ao sacrossanto Ministério Público.


04/04/2017 00:00  por  Equipe IMB \  economia

A esquerda sempre deu de barato que os pobres — assim como os negros e os gays — eram seus "aliados naturais". Por isso, ela sempre os tratou como uma massa amorfa, como um coletivo formado por indivíduos homogêneos destituídos de raciocínio crítico e de vontade própria. 

Para a esquerda, os pobres não passam de uma massa acrítica, que reagiria bovinamente a frases de efeito e que imediatamente se identificaria com todas as afetações de vitimismo e efusões de coitadismo repetidos em profusão por militantes.

Porém, o que a pesquisa descobriu sobre como realmente pensam os pobres praticamente deixou a esquerda sem chão.


24/03/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

O Instituto Mises Brasil está lançando um concurso de artigos em comemoração aos seus 10 (dez) anos!

14/03/2017 00:00  por  Geanluca Lorenzon \  economia

A Justiça do Trabalho, uma das maiores responsáveis pela desigualdade de renda do país, definiu, por meio de sua mais alta corte, que caso a montadora Toyota dê um intervalo de 20 minutos a mais para que seus funcionários tomem café, a empresa terá de pagar por isso como se fossem horas extras — ou seja, com diversos encargos e custos crescentes.

Agora, apenas reflita. Fosse você o CEO da Toyota, o que você faria:

I - incorporaria o intervalo como horas extras a todos os funcionários daqui pra frente, arcando com todos os encargos sociais e trabalhistas que isso acarreta; ou

II - cortaria de imediato o intervalo para café a fim de evitar esse gasto extra.


16/02/2017 00:00  por  Mariana Diniz Lion \  economia

Em um acordo comercial gerenciado por governos, são inseridas tantas regras, taxas, condições e arbitrariedades, que se evidencia não haver qualquer preocupação com a preservação real da liberdade de quem mais importa — o indivíduo, o consumidor final nesta cadeia econômica.

Se a regulamentação de um governo é capaz de engessar uma economia, imagine a combinação da regulamentação de diversos governos ao mesmo tempo? Isso não é liberalização, é centralização de poder.

O verdadeiro livre comércio é espontâneo; é feito entre indivíduos de comum acordo, ainda que estes estejam em diferentes nações.

A partir do momento em que apoiamos que governos endossem, por meio de sua coerção, a suposta existência de um livre comércio, estamos nos rendendo à lógica estatista.


08/02/2017 00:00  por  Equipe IMB \  economia

O ativista cubano defensor dos direitos humanos Ubaldo Herrera Hernandez foi detido no último dia 2 de fevereiro por agentes da polícia nacional cubana.

Hernandez é responsável pelo projeto Biblioteca Libertária Benjamin Franklin.

Sua detenção foi cometida na província de Mayabeque sob a acusação de "atentado", uma alegação comum do governo cubano para encarcerar aqueles que discordam do regime castrista.


02/02/2017 00:00  por  Willem Mantum \  economia

João e José são dois indivíduos comuns. Ambos são trabalhadores e honestos. Jamais roubaram nada de ninguém. Tudo o que têm foi conseguido com o próprio suor.

Eles jamais se conheceram. Jamais conversaram. Um jamais nada fez de ruim para o outro. São apenas dois indivíduos comuns que nunca se viram.

Dado este cenário, assinale o que você pensa de cada um dos seguintes cenários abaixo:




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