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Preservem a inteligência!

Campanhas de economia de água não são medidas ecológicas, mas sim políticas, de linha socialista. Acontece que o modelo socialista de fornecimento de água é e sempre foi um desastre, em todos os países em que foi aplicado.

Prezado leitor, peço-te que leias com atenção o texto a seguir, de autoria de Aycha Nunes, da redação do jornal "O Liberal", extraído do seu site, em 21 de março de 2010 (São meus os negritos):

Essencial para a vida, a água é um recurso natural limitado, ou seja, um dia o líquido que cobre 75% do planeta terra vai acabar. Improvável? Não se lembrarmos que apenas 1% é próprio para o consumo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu o dia 22 de março, amanhã, como o 'Dia Mundial da Água'. O objetivo é incitar a discussão sobre ações para combater o desperdício e estimular o uso consciente do recurso.

O Dia Mundial da Água, instituído em 1993 durante a Assembléia Geral da ONU, segue as recomendações da Conferência da entidade relacionadas ao meio ambiente e desenvolvimento contidas no capítulo 18 (sobre recursos hídricos) da Agenda 21.

Uma década depois, através da Lei nº 10.670, de 14 de maio de 2003, o Congresso Nacional brasileiro deliberou que a data (22 de março) seria o 'Dia Nacional da Água'.

Quanta estultice! Que os jornais sirvam como espelho da opinião pública, até vá lá, mas alguém da redação escrever tamanha idiotice é de doer! São estes os jornalistas diplomados que reivindicam a reserva de mercado!

Então a água é um recurso natural limitado que, tal como o petróleo, acaba com o uso? O que a autora estava fazendo nas suas aulas de ciências lá na terceira ou quarta série do ensino fundamental? Já estava começando a fumar no banheiro?

Agora pensa na enormidade que é dizer que o líquido que cobre 75 % da Terra um dia vai acabar... Pois muito antes que a água acabe, a própria vida da Terra já terá desaparecido! Quiçá mesmo o Sol, muito antes, se apague...

Francamente, em respeito à inteligência dos leitores habituais deste site, eu não deveria recordar que a água somente se destrói por processos químicos e físicos bastante especiais, e que, excetuando-os, toda ela que consumimos retorna à natureza. Porém, para os recém-chegados, pelo menos para aqueles por demais infectados com o vírus da burrice ideológica, vale: a água que desce pelo ralo acaba voltando à terra ou ao mar, da mesmíssima forma que a água não utilizada cai no chão vinda do céu ou desemboca na foz.

Como alguém pode ser tão estúpido que não possa compreender isto, é algo que somente pode ser explicado por anos e anos de intensa doutrinação cerebral esquerdizante, algo como se extraíssem os miolos do cérebro, para com ele fazer uma espécie de patê, batido com muito clichê e palavras de ordem. Talvez isto sirva para explicar como aceitam divulgar estas cretinices sem pensar por um segundo nas consequências do que afirmam.

Preservar as nascentes e a qualidade da água nos rios e lagos é outra coisa que nada tem a ver com a quantidade de consumo. Pelo contrário, a não ser por regiões desérticas ou semi-desérticas, onde a extração exagerada pode sobrepujar a alimentação do lençol freático (tal como acontece no oeste norte-americano), um aumento do consumo tende a renovar as reservas aquíferas, o que é bastante salutar.

Campanhas de economia de água não são medidas ecológicas, mas sim políticas, de linha socialista. Acontece que o modelo socialista de fornecimento de água é e sempre foi um desastre, em todos os países em que foi aplicado. Na região Norte do Brasil, uma parte expressiva da população carece de água potável, e isto à beira dos maiores rios do mundo! O estado que gasta dinheiro para convocar a população a economizar água é ele próprio o maior causador de desperdícios, quando se sabe que as diversas redes de distribuição no Brasil mais parecem queijos suíços.

Libere-se o fornecimento de água para investidores privados em regime de livre-mercado, e veremos que, não importa qual o método de captação, podendo até mesmo provir de usinas de dessalinização, ela estará nas torneiras de quem se disponha a pagar o preço pelo seu beneficiamento. O resto é politiquice.

No século XXI, os absurdos que a mídia vem repetindo dia e noite, como este que segue neste artigo, vão preparando o estado de idiotia generalizada que servirá de substrato para a consolidação de leis segundo o ideário delineado pela Nova Ordem Mundial, tal como previu Aldous Huxley, em sua profética obra "Admirável Mundo Novo". É neste contexto, e sem que ninguém se dê conta, que o dia 22 de março, o "Dia Nacional da Água", consagra-se como a data comemorativa da nova religião oficial do país, o panteísmo.

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autor

Klauber Cristofen Pires

Bacharel em Ciências Náuticas no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém, PA. Técnico da Receita Federal com cursos na área de planejamento, gestão pública e de licitações e contratos administrativos. Dedicado ao estudo autodidata da doutrina do liberalismo, especialmente o liberalismo austríaco.


  • Isaias Barbosa  22/03/2011 21:08
    Capitalismo acabou com a vida em Marte, diz chavez

    "Eu sempre digo, e ouço, que não seria estranho se tivesse existido uma civilização em Marte, mas talvez o capitalismo tenha chegado lá, o imperialismo chegou e acabou com o planeta", disse Chávez em discurso para marcar o Dia Mundial da Água.

    Chávez, que também coloca no capitalismo a culpa por vários problemas do mundo, alertou que o abastecimento de água na Terra está acabando.

    "Cuidado! Aqui no planeta Terra, onde centenas de anos atrás ou menos havia grandes florestas, agora há desertos. Onde havia rios, há desertos", disse Chávez, tomando um gole d'água de um copo.
    Ele acrescentou que os ataques do Ocidente sobre a Líbia tinham como motivação fontes de água e reservas de petróleo.

    O Conselho Nacional de Pesquisas dos EUA recomendou neste mês que a principal prioridade da Nasa deveria ser construir um robô que ajudasse a determinar se já houve vida em Marte e que revelasse o histórico climático e geológico do planeta.
    Esse também seria o primeiro passo num esforço para trazer de volta à Terra amostras de Marte.

    noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2011/03/22/chavez-diz-que-capitalismo-por-ter-acabado-com-a-vida-em-marte.jhtm
  • Erick Skrabe  22/03/2011 21:11
    Eu lembro uma vez q havia essa discussão de q "próxima guerra vai ser por água" (opa, até o James Bond entrou nessa) e o Fernando uma das coisas mais inteligentes q já ouvi sobre isso: "pra que é que alguém vai fazer guerra pra uma coisa que literlamente cai do céu".

    Óbvio que vai faltar água na torneira. Óbvio, a distribuição ou é um monopólio do governo ou um monopólio garantido pelo governo. Tb vai faltar eletricidade, transporte, educação...
  • Fernando Chiocca  23/03/2011 12:35
    Ouvir que guerras serão travadas por causa da água (e aquela não foi a primeira e nem a última vez que ouvi alguém dizer isso!) me faz concordar profundamente com Einstein quando ele diz que "Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, mas não estou seguro sobre o primeiro"

    Um artigo muito bom que mostra o real motivo dessas faltas de água, energia etc é este: The Water Wizards of Oz.
    Alguém consegue imaginar o McDonald's gastando dinheiro em campanhas para que as pessoas comam menos BigMacs ou a Coca-Cola tentando conscientizar seus consumidores a racionalizarem o consumo de Coca-Cola!?!?!?
  • Felix  23/03/2011 10:26
    Acho que já tinha lido este artigo... será?
  • Fernando Chiocca  23/03/2011 12:26
    Sim Felix, ele foi publicado originalmente no Dia Mundial da Água do ano passado no Mídia Sem Máscara.
  • Mujo  23/03/2011 11:09
    o mais engraçado é que brasileiros já inventaram uma técnica para extrair água do mar e transformar em água potável em larga escala a alguns anos: www.h2ocean.com.br/novo/h2ocean.html

    só não estão a muito tempo no mercado pois tentaram por anos legalizar este processo pelo brasil.
    e obviamente, se ninguém fez antes, no brasil é que não vai fazer.
    graças as nossas legislações que impedem que exista inovação por aqui.

    mas como existem outros países com legislações um pouco menos idiotas, eles foram para os eua e começaram a vender em poucos meses.

    depois dessa eu quero ver qual melancia vai ter coragem de dizer que a água potável vai acabar algum dia. ;)
  • Fernando Chiocca  24/03/2011 13:33
    Existem até aparelhos que transformam ar em água.
    airwater
  • Daniel Marchi  24/03/2011 17:02
    Um dos melhores artigos que li recentemente. Parabéns.
  • Marcos  03/04/2011 00:00
    Pois é, o dia da água passou e o bueiro perto da minha rua continua com água vazando. O tal dia da água não se aplica as empresas públicas de saneamento...
  • Capitale  06/04/2011 06:31
    O texto tem alguns argumentos bons. Mas acho muito ineficiente (muito mesmo) xingar e duvidar da capacidade intelectual das pessoas para convenc?-las de que o pensamento delas está errado. É literalmente um tiro no pé: se há tão bons argumentos, por que dizer que todo mundo é idiota? Quantas pessoas você já convenceu chamando-as de idiotas e estúpidos?
  • mcmoraes  06/04/2011 12:09
    Curiosa essa idéia de que certas palavras não devam ser utilizadas, mesmo que seus significados estejam sendo corretamente empregados. Para mim isso é uma manifestação clara de covardia sintática. Não há problema algum em dizer que "alguém da redação" (i.e. os jornalistas formados a quem o Autor se referiu) que incorre inúmeras vezes no erro básico descrito no texto seja chamado de idiota ou estúpido.
  • Capitale  07/04/2011 07:25
    Qual é o objetivo do texto? Desmoralizar quem diz coisas estúpidas e, consequentemente, quem concorda delas? Excelente, o artigo faz isso muito bem. Obviamente, se alguém que lê o texto concorda com as idéias estúpidas, talvez apenas por tabela (já que elas são parte do mainstream na mídia), essa pessoa, ao invés de refletir, pode simplesmente se sentir ofendida e ir embora, e não aprender mais sobre o material do site.

    Se você me diz: ainda bem, é melhor que alguém que não consegue ler o texto sem ficar ofendido vá embora. Eu acho que assim é muito pior.
  • ALL  07/04/2011 09:56
    Se gritos ainda assim não resolvem, sugiro choque elétrico para acordar os sonâmbulos.
  • Bruno  06/04/2011 09:44
    Pois minha inteligência foi ofendida tanto pela Aycha quanto o auto do texto aqui.

    Algo que ninguém está considerando é àgua em abundância E também corrente. A água deve ser corrente. Foi assim que aumentou o nível de qualidade de vida na história humana.

    E para isso, a vazão de água deve ser muito grande.

    Quanto a solução master do site aqui, ou seja, privatizar tudo, até tubarões (alô Constantino), isso foi feito na Bolívia e parece que o pessoal não gostou muito não. Eles meio que... "ficaram na seca".

    Afinal, vamos simplificar não é? Se tem dinheiro, bebe água, se não tem, foda-se.

    "...Preservar as nascentes e a qualidade da água nos rios e lagos é outra coisa que nada tem a ver com a quantidade de consumo..."

    Ah não? Então se tem uma caixa d'água em sua casa. Nela chega 1m3/h e tu consome 3m3/h. E vai ter água corrente de boa? Então tá.

    Que o texto da Aycha é fraco, não há dúvidas. Afinal ela não tece nenhuma informação de como o desperdício de água, tanto por parte das empresas de tratamento (antro de ineficiência) quanto por parte das pessoas podem impactar no longo prazo a vida humana tornando o tratamento e distribuição muito mais caros.

    Ainda sim e pensando melhor, acho que o Klauber ofende mais ainda.
  • Leandro  06/04/2011 10:19
    Utilizar o exemplo das "privatizações" da Bolívia é impostura intelectual (exceto para quem acha que os filmes de 007 refletem a realidade...).

    O que houve na Bolívia não foi livre mercado, mas sim fascismo governamental.

    Pelo que consta, a empresa norte-americana Betchel assumiu o controle dos serviços de água (inclusive água da chuva!) de Cochabamba. Em poucas semanas, obviamente, a empresa triplicou o preço dos serviços. Algumas famílias que não puderam pagar a conta d'água (da chuva) começaram a coletar água em baldes. Imediatamente elas tiveram suas casas tomadas pelo estado e pela empresa (ambos estavam em conluio) pelo simples fato de estarem coletando a água da chuva com baldes.

    Ou seja: a partir do momento em que o governo autoriza empresas a tomar a propriedade alheia por causa de um bem não-escasso, como a água da chuva, o fascismo atingiu níveis plenos. Ademais, não é o governo quem deve determinar quem tem a propriedade sobre algum bem.

    Em um genuíno livre mercado, em primeiro lugar, há concorrência. O que houve na Bolívia foi o governo dando o monopólio para uma empresa. Fascismo.

    No livre mercado, o consumidor escolhe a empresa que vai servi-lo. Ele não é obrigado a aceitar a imposição governamental de uma empresa. Fascismo.

    Como haver livre mercado na distribuição de água? De várias formas. Um exemplo é uma empresa se apropriar de algum trecho de rio ou começar a coletar água de chuva com o intuito de servir determinada região. Voluntariamente.

    Por favor, Bruno, não tente sacar pra cima da gente. Nós aqui costumamos ter um pouquinho de conhecimento econômico das coisas.

    Grande abraço!
  • Bruno  06/04/2011 11:38
    Que beleza em Leandro.

    O estado foi garantir a propriedade privada da Betchel (torta há que se admitir, mas ainda sim...), algo defendido aqui.

    Ou seja, a defesa de um lado implicou em asfixiar a liberdade de outro lado.

    Que absurdo, é um choque da sociedade contra ela mesma num jogo de soma zero.

    Arranjos a la URSS são terríveis mesmo, tem razão, mas... do outro lado a coisa não fica melhor não. Mesmo sem o estado na parada.
  • Leandro  06/04/2011 11:45
    Errado, Bruno.

    O estado garantiu o esbulho em prol da Bechtel. Afinal, como dito, o estado saiu confiscando a propriedade dos outros apenas para garantir um monopólio à Bechtel.

    Apenas para você essa atitude do estado significa "garantir a propriedade privada"...

    Você faz isso de propósito? Por favor, respeite mais a nossa inteligência e a de nossos leitores.

    Abraços.
  • Fernando Chiocca  06/04/2011 11:23
    Afinal, vamos simplificar não é? Se tem dinheiro, bebe água, se não tem, foda-se.

    Hahhahahaha. Experimente não pagar sua conta de água para ver o que a empresa monopolista do estado faz com sua água.
    E apelar para o "morrer de sede" numa economia com um mínimo de liberdade é tão patético que dá dó do desespero desse Bruno frente a propostas de liberdade. As cidades estão cheias de miseráveis e todos conseguem água de graça, entram em qualquer boteco e pedem água da torneira e ganham.
    Que infeliz..
  • Bruno  06/04/2011 11:46
    Ahhh sim.

    O cara vai no boteco e pede oito balde de água para tomar banho. então tá.

    Se bem que o miserável pode entrar num chafariz, aí é só rezar para a PM não descer o cacetete nele. hehehe

    Infeliz nada. Que estou dizendo é que o "arranjo socialista" que vocês criticam é ruim e a proposta de vocês TAMBÉM é ruim.

    O importante é que enquanto tiver gente com idéias como do site mises, não importa o nome do sistema (comunista, facista, livre-mercado). A base da pirâmide sempre vai estar na penúria.
  • Fernando Chiocca  06/04/2011 12:28
    Heheheh, já mudou de "morrer de sede" para "ficar sem banho".

    O arranjo de liberdade é ruim para a "base da pirâmide"??? Ter bens e serviços melhores e mais baratos é ruim para os mais pobres?? No arranjo de liberdade econômica, a prosperidade é geral, como mostra o índice de liberdade econômica da Heritage Foundantion. Ou você prefere estar "na base da pirâmide" no Congo do que na Austrália?

    Fora que tudo sendo mais barato e os estados não roubando metade do que é das pessoas para sí, sobra muito mais dinheiro para as muito mais eficientes entidades de caridade privadas. Pode ter certeza que com o fim deste estado gigante e com o fim do monopólio de distribuição de água, você teria dinheiro para oferecer banho grátis para muitos miseráveis, já que está tão preocupado com isto.

    Mas sabemos que sua preocupação é que vcoê tem ódio da liberdade e não suporta a idéia de ver as pessoas livres, não sendo mandadas e não sendo roubadas. Infeliz sim.
  • Bruno  06/04/2011 19:37
    Cara, é óbvio que tu é sectário.

    Não vou nem entrar nesse quesito apesar de tu achar na marra que eu "odeio a liberdade", o que mostra que nem se deu ao trabalho de ler o que escrevi.

    Base da pirâmide é base da pirâmide meu caro. Aqui, no Congo, na Austrália. Ela pode mudar de tamanho, mas é base da pirâmide.

    Vamos voltar ao importante. A coisa não fica melhor se dado ao setor privado, por que ela não irá concorrer com outra empresa privada na mesma região.

    Além do mais, diversidade já existe. Nem todas as cidades do paraná por exemplo contam com seviços da estatal de saneamento da mesma. Várias cidades lançam mão de seviço municipal de captação, tratamento e distribuição.

    O que adianta é reclame é protesto, para melhoria do serviço. Se não protestassem e ficassem quietos o pessoal de cochabamba estaria pagando caríssimo pela água.

    Agora, vier dizendo que eu tenho impostura só porque as empresas estão sozinhas em mercado e faz o que é preciso para não concorrência não vai validar o livre-mercado.

    Sinto muito se os capalistas gostam de dinheiro ao invés de gostar de ter concorrência.
  • Fernando Chiocca  06/04/2011 22:47
    Hehhehe, o cara quando fica encurralado responde qualquer coisa no desespero. Ser pobre no Congo é a mesma coisa que ser pobre na Venezuela!!!! Excelente!

    E não queremos dar monopolios ao setor privado. isso é coisa do FHC e cia. Queremos acabar com monopólios e tirar o governo de oferecer qualquer bem ou serviço.

    E seu ódio pela liberdade é latente.
  • Vitor  07/04/2011 09:26
    Dude, you need to calm down.
  • Joao  06/04/2011 14:33
    Realmente, esses países que não controlam o malvadíssimo mercado estão na penúria. Todos passam fome e sede, pois não conseguem ter tudo isso garantido pelo Estado, esse ente maravilhoso que ajuda a todos sem distinção, não favorece pessoas com boas ligações políticas e elimina toda a miséria através de programas de transferência de renda que NÃO têm como objetivo garantir uma base de votos. Como todos sabemos, basta dar dinheiro inexistente para todo mundo, e a riqueza do país aparece em um passe de mágica. Os bois se reproduzem por partenogênese, chips de computador realizam reprodução sexuada, e o processo evolutivo dos chips melhora a produtividade. A alocação dos recursos é otimizada espontaneamente!
  • Augusto  06/04/2011 15:01
    "Experimente não pagar sua conta de água para ver o que a empresa monopolista do estado faz com sua água."\r
    \r
    A bem da verdade, o Estado provavelmente não fará nada, ou se fizer, fará em prol do cara que não paga a conta. Ok, no Brasil eu não sei qual é exatamente a regra, mas na França, a partir de uma certa idade, se a pessoa deixar de pagar suas contas porque não tem dinheiro, a empresa é obrigada a manter o fornecimento, "de graça"...\r
    \r
    E no Brasil, se a empresa cortar a água de quem quer que seja, é só entrar com um processo na justiça, afinal, "água é um direito".
  • klauber Cristofen Pires  06/04/2011 17:29
    Caro Fernando,

    Eu digo mais: recentíssima reportagem televisiva local aqui na Região Metropolitana de Belém divulgou o caso de bairros inteiros em que as pessoas pagam água...mas não a recebem!

    Sim, exatamente! as torneiras estão secas há meses e as pessoas estão se valendo de poços perfurados por alguns vizinhos, que estendem mangueiras para fora de suas casas, com o intuito de ajudar a quem não tem. Entretanto, as faturas continuam chegando a todas as resid~encias, a cobrar valores que no mínimo estão na casa de R$ 40,00!



  • Erik Frederico Alves Cenaqui  06/04/2011 13:09
    Todos os supostos movimentos sociais e reividicatórios de direitos que existem no Brasil e no mundo possuem duas características marcantes: são integrados por militantes da raivosa extrema esquerda e buscam aumentar a presença do estado na vida privada das pessoas.\r
    \r
    É curioso que TODOS os supostos movimentos sociais usem de violência (física e moral) para alçancar seus fins políticos.\r
    \r
    Frise-se que o uso de violência para alcançar um fim político é terrorismo e os supostos movimentos sociais brasileiros estão cada dia mais parecidos com organizações terroristas.\r
    \r
    O MST - Movimento dos Sem Terra já pode ser enquadrado como terrorista.\r
    \r
    O ambientalismo é, de longe, o suposto movimento social mais semelhante ao fascismo/socialismo vez que pretende controlar todos os aspectos da vida humana.\r
    \r
    Só não é igual pela falta dos campos de concentração, que, AINDA, não foram instalados.\r
    \r
    A nossa sorte é que o primitivismo dos metódos da militância da extrema esquerda é tão grande que gera rejeição da parcela mais moderada e esclarecida da sociedade.\r
    \r
    Parabéns ao site pela coragem de mostrar a verdade.\r
    \r
    Abraços\r
    \r
  • anônimo  12/04/2011 15:41
    O campeão, é agua limpa dos rios que vai acabar.
  • Fernando Chiocca  14/04/2011 16:46
    hehehe.. É.. vai acabar sim...
  • Rony Pablo  05/05/2011 18:34
    Quando eu era criança e estudava quimica na 7° serie, me fiz pergunta e repassei a professora. "pró! Por que dizem que a água um dia pode acabar? Se a água é formada por oxigênio e Hidrogênnio, só é juntarmos as moléculas dos dois componetes e formarmos a água. por que a água pode acabar?" novamente indaguei, a professora ficou perplexacom minha pergunta e sem respostas para me orientar.

    Socialismo é uma idéia tão mesquinha, tão absurda, tão sem lógica que apenas os desprovidos de qual quercohecimento consegue compreende-la. POis não há nem uma base ciêntifica que fundamente os seus argumentos. Pelo contrario, ao contrario dos sistemas que formam o ecossistema, no qual apenas somos parte. Está idéia da sociedade funcionar como um estrumento ecológico, nos levaa relembrar do que Shimit chamou de mão invisivel e nada mais nada menos do que Edward Lorens séculos depois sitetizou como a toria do caos inclusive ultilizada por Eisten para justificar a teoria da relatividade.
  • Pedro Aresta  10/11/2011 00:32
    Suponha um mundo pós-cataclismo nuclear. Em meio a um imenso deserto, persiste uma cidade arrasada, mas com algumas centenas de moradores tentando sobreviver com muita dificuldade. Na cidade há um nascente, de onde a população extrai a água que precisa para viver e até mesmo cultivar pequenas plantações. A propriedade ali seria comunal? Não exatamente, pois haveria que se conhecer primeiro qual o sistema político adotado. No caso, aquele bem escasso é controlado pelos moradores, os quais, através de algum arranjo político ou hierárquico, conseguem estabelecer uma certa organização, fazendo com que apenas a distribuição dele seja "pública".Todavia, se em algum momento, alguém tomasse para si a posse da nascente, faria-o provavelmente através do uso da força, violando a propriedade dos outros (seus corpos) e destruindo a ordem espontânea que existia. \r
    \r
    Um tal monopolista veria-se diante das seguintes possibilidades: oferecer a água para as pessoas a preços abusivos ou simplesmente disperdiça-la estupidamente, apenas para dizer que pode fazer isso (felizmente, esse ultimo seria um caso raro, fora do desvio padrão). Pois bem, O típico esquerdista/socialista, nessas horas, bate no peito e grita: "Olha a exploração, consequência do capitalismo! Não existe liberdade aí! É preciso que uma força maior intervenha neste cenário miserável. Um estado é necessário! As pessoas não tem escolha bla bla bla. Ok, este é um jeito de ver as coisas. Porém, como desespero geralmente não ajuda na hora do raciocínio, é preciso só um pouquinho de força de vontade para compreender que: a) pode surgir um herói que acabe com a tirania do monopolista, numa aventura épica, com muita porrada e algum romance (essa solução é tradicionalmente oferecida pelos filmes e animes); b) as pessoas podem simplesmente se recusar a comprar água do monopolista. Dessa forma, para não ter que esperar por algum comprador estrangeiro, ele acabaria baixando o preço da água para que pudesse ter alguma vantagem sobre toda aquela quantidade estocada. c) a mais esquecida das opções: as pessoas podem simplesmente deixar a cidade, partir para outro lugar, deixando o monopolista batendo o pé, furioso de raiva, num mimimi infantil. É assim desde que o mundo é mundo.
  • anônimo  07/09/2013 18:17
    E outros recursos naturais como o petróleo? Irão acabar algum dia? Como o liberalismo poderia impedir isso?
  • anônimo  07/09/2013 20:27
    Ninguém pode impedir isso.O que o liberalismo pode fazer é tornar outras fontes de energia economicamente viáveis
  • Tiago RC  07/09/2013 20:53
  • anônimo  09/09/2013 10:01
    Esse vídeo é muito ruim.A única coisa que ele diz é que a estimativa sobre a quantidade de petróleo está errada, o que mesmo sendo verdade de maneira nenhuma implica que o consumo pode continuar pra sempre e que o petróleo nunca vai acabar.
  • Cassim  07/09/2013 21:08
    O sistema de preços resolverá qualquer eventual problema.

    Desde que os preços sejam deixados em paz, claro.


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