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Mitos e verdades sobre o tão elogiado “desarmamento” da Austrália
Quem recorre ao modelo australiano não entendeu nada

É inevitável: sempre que ocorre um caso de tiroteio em massa nos EUA, desarmamentistas de todo o mundo renovam seu zelo confiscatório. A lógica é impecável: se um doente mental utilizou armas para matar pessoas, então a solução é confiscar as armas de quem não tinha nada a ver com o ocorrido.

É claro que, nos EUA, o alcance dos desarmamentistas é muito mais restrito que no resto do mundo: praticamente ninguém no país fala em proibir as pessoas de terem uma arma. Nem mesmo políticos abertamente de esquerda — muitos dos quais confessamente possuem armas em casa — defendem a proibição da venda de armas. Ninguém sonha em proibir os americanos de comprarem livremente revólveres, pistolas, espingardas e carabinas. O debate todo se restringe à facilidade que um indivíduo tem para comprar armas de alto poder destrutivo (como fuzis AR-15 e metralhadoras) sem ter de apresentar algum histórico.

Exatamente por isso, os desarmamentistas vivem dizendo que os EUA, para eliminar o problema dos "mass shootings" (assassinatos em massa praticados com armas de fogo), deveriam imitar o modelo de controle de armas imposto pelo governo da Austrália.

Segundo eles, o desarmamento australiano é o mais eficaz e incontestável exemplo de que restrições estatais ao acesso a armas de fogo ajudam a reduzir homicídios, assaltos, chacinas e violências em geral.

Será?

O modelo australiano

Em 1996, após um horrível massacre na cidade de Port Arthur, na Tasmania, perpetrado por um desequilibrado mental, o governo da Austrália introduziu um programa que obrigou os proprietários de armas de fogo (todos registrados pelo governo) a vender para o governo determinados tipos de armas em sua posse (majoritariamente, rifles semi-automáticos e escopetas). O governo, então, prontamente destruiu essas armas.

Tal programa, que fez com que o estoque de armas de fogo em posse de civis fosse reduzido em aproximadamente 20%, foi, na prática, um enorme programa de confisco de armas, pois os proprietários se tornariam criminosos caso decidissem manter suas armas em vez de vendê-las para o estado.

Desde a introdução destas medidas, as taxas de homicídio na Austrália caíram e o país não mais vivenciou nenhuma chacina. Por causa destes "resultados", a Austrália é recorrentemente citada como um exemplo de sucesso de medidas desarmamentistas.

O problema, como sempre, é que a realidade é bem mais complexa do que este narrativa promovida pelos desarmamentistas.

Surto de crimes

Para começar, imediatamente após a lei do confisco de armas, houve um surto de homicídios e de assaltos à mão armada.

Os homicídios aumentaram 19% e os assaltos a mão armada aumentaram 69%. Os homicídios só começaram a cair oito anos após a implantação da lei. Já o número de assaltos à mão armada não havia retornado para níveis pré-confisco até 2011.

australia1.png

Gráfico 1: número total de homicídios na Austrália (homicídios causados por todos os tipos de objetos)

australia2.png

Gráfico 2: número total de assaltos à mão armada na Austrália

Não há nenhuma teoria apresentada pelos desarmamentistas sobre por que os números subiram e por que demoraram tanto para cair. Tampouco há qualquer referência a isso na literatura desarmamentista.

Mas esses dados ainda são os menos importantes de todos.

Quantidade de armas em posse dos australianos já voltou a níveis pré-1996

Um quesito muito mais importante é o fato de que a quantidade de armas em posse dos australianos já voltou ao mesmo nível de antes do programa de confisco.

Um estudo da universidade de Sydney, de 2013, mostra que os australianos, naquele ano, já estavam em posse da mesma quantidade de armas que tinham à época do massacre de Port Arthur. Segundo o estudo, houve um contínuo e maciço aumento na quantidade de armas importadas pela população do país nos últimos 10 anos, sendo que o número de armas em mãos de civis já estava, em 2013, no mesmo nível em que estava em 1996.

Talvez isso ajude a explicar por que o número de homicídios e de assalto à mão armada só voltou a cair vários anos após a implantação da lei. E, obviamente, também um maior e mais eficaz trabalho policial

Na Nova Zelândia foi diferente. Mas o resultado foi o mesmo

Sim, não houve nenhuma chacina na Austrália depois da implantação da lei do controle de armas em 1996, mas isso, por si só, não prova nada. Um estudo de 2011 publicado pelo Justice Policy Journal comparou as tendências estatísticas de tiroteios em massa antes e depois de 1996 na Austrália e na Nova Zelândia.

A Nova Zelândia é vizinha da Austrália e ambos os países são muito similares em termos sociais, culturais e econômicos, além de terem tido a mesma colonização e terem o mesmo chefe de estado (a Rainha da Inglaterra). Mas, ao contrário da Austrália, a Nova Zelândia não implantou controle de armas. O país manteve legais e disponíveis os mesmos tipos de armas (armas semi-automáticas de estilo militar) que o governo australiano confiscou em 1996.

Assim, em termos estatísticos, a Nova Zelândia serve como um extremamente útil grupo de controle para observar quaisquer efeitos que o controle de armas possa ter tido nos tiroteios em massa.

E os autores do estudo descobriram que, após levar em conta a diferença no tamanho da população, Austrália e Nova Zelândia não apresentaram tendências estatisticamente distintas no que tange a chacinas e tiroteios em massa antes ou depois de 1996. Com efeito, a Nova Zelândia não teve nenhum tiroteio em massa desde 1997, "não obstante a disponibilidade naquele país de todos os tipos de armas que foram banidas na Austrália".

Nenhuma mudança nas tendências

Já vimos que o número total de homicídios aumentou após o controle de armas, e voltou a cair oito anos depois (o que coincidiu com o aumento de armas em posse dos australianos).

Mas o que podemos dizer em relação à tendência das taxas de homicídios causados apenas por armas de fogo? Ou mesmo suicídios por armas de fogo?

Estas questões foram respondidas por um estudo de 2016 feito pela AMA (American Medical Association - Associação Médica Americana), o qual examinou as tendências estatísticas dos homicídios e dos suicídios por armas de fogo antes e depois da adoção do controle de armas em 1996. Os autores não encontraram nenhuma evidência estatisticamente significativa do controle de armas em relação às taxas de homicídio por armas de fogo: a tendência de queda que já existia antes de 1996 se manteve inalterada após 1996.

australia3.jpg

Gráfico 3: Homicídios por armas de fogo (para cada 100.000 habitantes)

E isso bate com evidências de outras pesquisas já feitas. Por exemplo, os autores de um estudo publicado no International Journal of Criminal Justice relatam que "Embora o número total de estudos revisados por pares sobre os dados das séries temporais seja relativamente pequeno (menos de 15 estudos), nenhum desses estudos descobriu qualquer impacto significativo das mudanças na legislação australiana sobre a já declinante tendência nos homicídios por arma de fogo".

Por outro lado — e os desarmamentistas se apegam a isso, pois foi o que restou —, os autores do estudo da AMA descobriram que o declínio nas taxas de suicídios se acelerou após o controle de armas. Porém, os próprios autores concluíram que "não é possível determinar se a mudança nas mortes por armas de fogo podem ser atribuídas ao controle de armas" porque "o declínio no total de suicídios e homicídios não relacionados a armas de fogo foram de magnitude ainda maior".

Em outras palavras, dado que, após o controle de armas, as taxas de suicídio sem uso de arma de fogo se reduziram a um ritmo muito maior do que as taxas de suicídio por armas de fogo, não se pode concluir que o controle de armas seja a razão por que as taxas de suicídio por armas de fogo caíram.

Conclusão

Basicamente, os desarmamentistas que recorrem ao exemplo australiano construíram toda a sua argumentação em análises preguiçosas dos dados. Com efeito, o mais provável é que não tenham feito análise nenhuma. Se algo, a Austrália prova o exato oposto do que os desarmamentistas querem.

Um programa nacional de confisco de armas, que reduziu o estoque de armas em posse dos civis em 20%, coincidiu com um surto no total de homicídios gerais e de assaltos à mão armada. Vários anos depois, após a população já ter se rearmado — embora com armas de poder de fogo menor —, o total de homicídios gerais e de assaltos à mão armada voltou a cair.

Simultaneamente, a taxa de homicídios por arma de fogo, que já estava em acentuada queda antes do controle de armas, continuou caindo após o controle de armas. E seguiu caindo com a mesma intensidade após a população ter voltado a se armar.

No final, ninguém consegue apontar uma única evidência clara de que a lei de 1996 causou um efeito significativo na taxa de homicídios por armas de fogo. Isso não só é constrangedor, como ainda vai contra tudo o que os desarmamentistas acreditam quanto à natureza da relação entre armas e taxas de homicídio.

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22 votos

autor

Corey Iacono
é graduando em ciências farmacêuticas e economia na Universidade de Rhode Island.



  • Carlos Mello  09/10/2017 15:16
    O desarmamento socialista é injusto e errado, além de ilegal, pois já foi REJEITADO pela população.
    Não custa lembrar que este desarmamento só é apoiado por esquerdistas, políticos e principalmente criminosos.
    Deu pra entender pra que serve?
  • Pobre Paulista  09/10/2017 15:51
    Nâo é toda a esquerda que é a favor do desarmamento... Clique no link e divirta-se
  • Matheus  09/10/2017 15:23
    No fundo, é a mesma regra da bomba atômica: quanto maior a força da reação após a ação, menores as chances de ataque, e vice-versa.
  • Kersey  09/10/2017 15:32
    Já no Brasil, o desarmamento da população chegou a tal ponto que dois bandidinhos de meia tigela conseguem render os moradores de um prédio inteiro com ...uma faca!

    Inacreditável!

    www.em.com.br/app/noticia/gerais/2014/11/24/interna_gerais,592970/bandidos-rendem-moradores-em-predio-no-bairro-buritis.shtml
  • Anti-Estado  09/10/2017 16:57
    O brasileiro é um povo inferior. Não se trata de um povo pacífico, mas de um povo passivo... homossexualmente falando.
  • Che  09/10/2017 21:19
    Sou a favor do desarmamento. Vejm a Inglaterra, esse é o melhor exemplo. O raciocínio é muito simples. Se não existem armas de fogo nas mãos das pessoas, não há mortes por projéteis de arma de fogo. O controle de armas que apenas atinge o cidadão comum e de bem não resolve o problema. Tem de haver igual controle de armas entre criminosos, com aumento das penas por porte ilegal, controle de fronteiras, etc.
  • Sonhador  09/10/2017 21:48
    Eu também sou a favor da paz mundial e de todos andarem de braços dados e fazendo coraçãozinho e pombinhas com as mãos. Quem poderia ser contra?
  • Daniel  09/10/2017 21:49
    Inglaterra?

    A taxa de crimes violentos no Reino Unido é aproximadamente 4 vezes superior à dos EUA. Em 2009, houve 2.034 crimes violentos para cada 100.000 habitantes do Reino Unido. Naquele mesmo ano, houve apenas 466 crimes violentos para cada 100.000 habitantes nos EUA.

    O Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA.

    Anualmente, o Reino Unido tem 133% mais vítimas de assaltos e de outras agressões físicas por 100.000 habitantes do que os EUA.

    O Reino Unido apresenta a quarta maior taxa de arrombamentos e invasões de residências de toda a União Europeia.

    O Reino Unido apresenta a segunda maior taxa de criminalidade de toda a União Europeia.

  • Luiz Moran  10/10/2017 09:00
    Sou a favor da música "imagine" do maconheiro póstumo.
  • Luiz Moran  10/10/2017 09:07
    Vejam alguns dos desarmamentistas famosos:
    - Lenin
    - Stalin
    - Hitler
    - Mussolini
    - Pol Pot
    - Mao Tse Tung
    - Fidel Castro
    - Hugo Chavez
    - Gordinho coreano
    - FHC e Lula
  • Desarmamentista  09/10/2017 15:43
    Tá, mas e o Japão?

    Pistolas são proibidas. Armas semiautomáticas são proibidas. Rifles automáticos são proibidos. A única exceções são espingardas de caça e pistolas para a prática de tiro ao alvo.

    A pena por posse ilegal de armas chega a 15 anos de prisão. Praticamente não há mortes por armas de fogo no Japão.

    O governo japonês parte do princípio que os cidadãos não tem o direito a uma arma de fogo e os obriga a provar que precisam de uma.

    Porque não fazer igual aqui?
  • Lógica  09/10/2017 16:00
    "Pistolas são proibidas."

    No Brasil também.

    "Armas semiautomáticas são proibidas."

    No Brasil também.

    "Rifles automáticos são proibidos."

    No Brasil também.

    "A única exceções são espingardas de caça e pistolas para a prática de tiro ao alvo."

    Aqui no Brasil, são tão restringidas que na prática são proibidas.

    "A pena por posse ilegal de armas chega a 15 anos de prisão."

    No Brasil também dá cadeia, mas não sei o tempo.

    "Praticamente não há mortes por armas de fogo no Japão."

    Já no Brasil é o que mais tem. E praticamente temos a mesma legislação que o Brasil. Você está convidado a se explicar.

    "O governo japonês parte do princípio que os cidadãos não tem o direito a uma arma de fogo e os obriga a provar que precisam de uma."

    Identicamente ao que é feito no Brasil.

    "Porque não fazer igual aqui?"

    Ué, mas aqui é tudo idêntico ao Japão! Por que estamos tão longe deles nos resultados?
  • wellington borges  10/10/2017 16:08
    Boa
  • Kersey  09/10/2017 16:02
    Japão? Ai ai, se eu ganhasse um real pra cada vez que alguém recorre ao Japão...

    Há três coisas interessantes sobre o Japão:

    1) Pra começar, o Japão é uma das sociedades mais homogêneas do mundo. Aliás, é uma das poucas que ainda é assim. E sempre foi assim. Os japoneses possuem uma identidade cultural extremamente rígida.

    Mais: o Japão foi uma sociedade de castas por milhares de anos. O povo -- os camponeses, que formavam nada menos que 98% da população -- nuca teve armas. Nunca houve a mais mínima idéia de democracia no Japão feudal e o povo japonês -- que era dominado por uma aristocracia, por guerreiros e por mercadores; todos eles representando apenas 2% da população -- nunca considerou a hipótese de se insurgirá contra seus senhores.

    Ou seja, é uma sociedade historicamente formada por pessoas complacentes, ordeiras e submissas à autoridade. Se uma sociedade é formada por indivíduos ordeiros, totalmente homogêneos, e cumpridores devotos de qualquer lei (inclusive das ruins) e com tendências à submissão, dificilmente essa sociedade será violenta. (Você já viu sequer alguma greve no Japão? Houve violência?)

    Dica: comece analisando a composição de uma sociedade e sua evolução.

    2) A lei do Japão é esquisita: você não pode ter um .38, mas a compra de rifles e espingardas é liberada, desde que você se declare caçador ou esportista.

    en.wikipedia.org/wiki/Overview_of_gun_laws_by_nation

    3) A polícia japonesa tem total liberdade para prender pessoas sem motivo aparente e torturá-las a rodo (até arrancar uma confissão incriminadora). Isso é algo bastante desconhecido por aqui, mas muito debatido por lá.

    Se o argumento contra o desarmamento é ter uma polícia violenta e completamente irrefreável, será legal ver um esquerdista falando sobre isso.

    Japan crime: Why do innocent people confess?

    Criminal justice in Japan: Forced to confess

    Psicólogo diz que polícia japonesa pratica tortura mental para suspeitos confessarem crimes

    Recentemente, um casal foi inocentado depois de ficar 20 anos na prisão por uma confissão forjada

    "Policiais japoneses têm autorização para torturar em busca de provas", diz brasileira

    Eu aceito a tese de que um estado policial violento, totalitário e irrestrito coíbe bastante a criminalidade (dizem que na Iugoslávia do ditador Tito não havia um único assalto de rua). A esquerda aceita a tese de ter uma PM ultraviolenta, atuando sem restrições e com liberdade para obrigar inocentes a confessar crimes que não cometeram? É assim no Japão.
  • Anti-Estado  09/10/2017 17:11
    Bacana! Para vislumbrar um pouco do que você falou assistam ao documentário "The Birth of Saké", estava no acervo do Netflix, não sei se ainda está.
  • Paulo Leandro Cavicchio  09/10/2017 16:38
    Sua análise sobre o Japão é equivocada. O Japão sempre teve baixo índice de homicídio, e me parece que com ou sem desarmamento, o Japão seria o que é hoje em termos de crime .
    Sua análise seria correta se o desarmemento tivesse uma correlação direta com uma queda no número de crimes e homicídios. Algo que não dá para afirmar no caso japonês.
    A Suíça poderia ser um exemplo ao contrário , já que é um país armado com baixo índice de crime , e que se fosse desarmado, acredito eu continuaria com os mesmos índices de homicídios . Quase zero.
    Apesar que vejo na Suíça um exemplo assimétrico a favor do armamento. Já que aqui no Brasil os esquerdistas afirmam que as armas fomentam o suícidio e os crimes passionais. Eventos que não se conectam tanto com desigualdade de renda e ainda sim esses eventos são raros na Suíça. Tendo taxas parecidas com outros países desarmados.
  • Andre Cavalcante  09/10/2017 22:00
    Vixe...
    Depois dessa falha de leitura vou responder só pra ver a peia :) 8)
  • Anti-Estado  09/10/2017 17:02
    Quando você TEM uma arma em casa e tranca sua porta a mensagem que você está dando é: "eu estou armado e tranquei a minha porta para SUA segurança".

    Quando você NÃO tem uma arma em casa e tranca sua porta a mensagem que você está dando é: "eu estou desarmado e com medinho, tranquei a porta para minha segurança".

    Por aí você deduz quem é um povo "macho" e quem é um cordeirinho que se caga ao ver uma faca.
  • Benevides  09/10/2017 18:24
    E com o detalhe de que o fato de você estar armado e ser meu vizinhofaz com que eu possa me dar ao luxo de não estar armado. O lema é: "Tenha armas para que eu não precise de tê-las".

    Toda a pessoa armada protege todos em um raio de alguns metros. Trata-se do efeito auréola.
  • ailton rodrigues gomes filho  13/10/2017 18:53
    se o tal efeito é tão bom, por que os estados unidos possuem
    a maior população carcerária do planeta?
  • Tulio  13/10/2017 19:05
    Seria porque lá vagabundo vai pra cadeia?
    Seria porque lá a polícia é mais eficiente?
    Seria porque lá a justiça tem menos pena de bandido?
    Seria porque lá, quando você reage a um assalto, é o bandido quem vai preso?
    Seria porque lá, quando alguém invade sua casa e você domina o meliante com uma arma, quem vai preso é ele e não você?

    Seria por tudo isso junto?
  • Reginaldo  13/10/2017 19:11
    Tudo isso que o Tulio falou é verdade, mas há uma chaga nos EUA que não pode ser ignorada: é o país que mais prende usuário de drogas no mundo, uma crime sem vítimas.

    Ademais, é também o país com o maior número de traficantes pés-de-chinelo presos. Isso infla assustadoramente as estatísticas de presidiários. E nada tem a ver com o porte de armas por parte de civis. Aliás, se os civis estivessem desarmados, é até provável que o número de presidiários fosse ainda maior, pois o número de assaltos e latrocínios certamente seria maior.
  • ailton rodrigues gomes filho  13/10/2017 18:57
    não acredito muito nesse efeito, isso é
    bom para a industria de armas. o
    que aumenta é a chance de mortes
    em situações como briga ente vizinhos.
    antes que vc venha falar de faca, um
    perturbado não mataria tanta gente em
    pouco tempo se não estiver armado,
    seja com armas de fogo, explosivos
    ou algum veiculo
  • João Girardi  09/10/2017 18:06
    Já notaram que os esquerdistas praticamente pulam de alegria quando um desastre desses acontece? É como se eles quisessem que o mundo pegasse fogo só para comprovar o que eles dizem... E sinceramente, não duvido que esses caras que saem atirando em todo mundo recebam algum dinheiro pra fazer isso, dados os grupos bilionários que estão por trás da campanha do desarmamento no mundo todo.
  • Gustavo Medeiros  09/10/2017 18:18
    Sou de esquerda, mas sempre fui a favor do direito a defesa. Na década de 1980 no Brasil, quando a economia era muito pior e a pobreza era muito maior, a compra de armas era muito mais fácil (você podia comprar armas na Mesbla e todas as revistas semanais da época veiculavam normalmente propagandas de revólveres em suas paginas). E a taxa de homicídios era muito mais baixa.

    Olha as propagandas típicas da época.

    1.bp.blogspot.com/-Wmr1btBRV98/UlKwWpld61I/AAAAAAAAg50/A_qPBDmP_Ac/s640/mesbla.jpg

    2.bp.blogspot.com/-fojNEbG-vU8/UlXGExCPToI/AAAAAAAAYgI/-CG_Ssdy_oU/s1600/revolver+taurus+anos+70.JPG

    Meus amigos de esquerda erram ao entregar o monopólio das armas para o estado e para os bandidos.
  • Molyneaux  09/10/2017 18:21
    Quem é a favor do desarmamento não é contra armas, pois as armas serão necessárias para se desarmar os cidadãos. Logo, um desarmamentista nunca será contra armas — afinal, ele quer que a polícia utilize armas para confiscar as armas dos cidadãos.

    Consequentemente, um desarmamentista é necessariamente a favor de armas. Mas ele quer que apenas o governo (que, obviamente, é composto por pessoas honestas, confiáveis, morais e virtuosas) tenha armas.

    Conclusão: nunca existiu e nem nunca existirá um genuíno 'desarmamento'. Existe apenas armamento centralizado nas mãos de uma pequena elite política e dos burocratas fardados que protegem os interesses dessa elite.
  • Victor Antunes  10/10/2017 10:11
    Um esquerdista educado por aqui? Seja bem-vindo!
  • Igor  10/10/2017 13:54
    Seus amigos de esquerda não erram ao defender armas nas mãos do Estado (e de bandidos); eles seguem a estratégia gramscista de reduzir, por todos os meios, qualquer ameaça de resistência contra a revolução socialista. Quando do êxito da construção de uma "nova hegemonia" (na cabeça dos marxistas, há um domínio dos capitalistas burgueses), ou seja, dominar os sindicatos, movimentos sociais, associações de comunidades, igrejas, escolas (e tem gente que desdenha do Escola Sem Partido...), e assim alçar o domínio do Estado, não se deve existir meios armados de resistência — as armas devem estar monopolizada pelo Estado e os revolucionários socialistas. O socialismo tupiniquim é fortemente influenciado pela idéia das "sociedades ocidentais" descrita por Gramsci. Seus amigos são bem coerentes...
  • DC  09/10/2017 18:26
    Proibir armas de fogo para a população é igual à lei seca: é condenar sem crime ou crime sem vítima. É injusto porque, além de impedir as pessoas de ter esse bem, ainda estimulará o surgimento de um mercado paralelo que normalmente só irá abastecer criminosos.

    E ao mercado paralelo apenas criminosos e pessoas destemidas têm acesso. Um pai de família e trabalhador fica ao relento. Se sua casa for invadida, ele vai ter de se virar com uma tesoura - enquanto sua mulher e filhas são seviciadas.
  • socialista conservador  09/10/2017 19:48
    "Sob nenhum pretexto, armas e munições sejam entregues; qualquer tentativa de desarmar os trabalhadores deve ser frustrada, por força, se necessário."

    -Karl Marx

    Não se fazem mais esquerdistas como antigamente.
  • ???  10/10/2017 00:21
    Tenho uma história muito divertida sobre esse assunto: um conservador(que é contra o desarmamento)usou esse argumento para dizer que as pessoas não poderiam se defender eficientemente no anarcocapitalismo.
  • Charles  10/10/2017 02:36
    Apenas parem tudo e vejam este vídeo de 1996. Tem menos de dois minutos.

    Reparem nas confissões ("se não fosse essa arma...") e relembrem uma época em que a imprensa era um pouquinho mais honesta em suas abordagens...

    www.facebook.com/VotePelasArmas/videos/1760743100847681/
  • Victor Antunes  10/10/2017 10:09
    Este video não está mais disponível...
  • Ultra-conservador  10/10/2017 12:14
    Esse debate sobre xenofonia, gayzismo, preconceito, direito dos manos, anti-propriedade privada, etc; parece coisa de gente que joga gasolina na fogueira, depois reclama que pegou fogo.

    Uma coisa é certa: nenhum desses atiradores pegou uma arma e saiu dando tiro do nada. Com certeza, eles escutaram muita babozeira.

    Esse "debate" dos "jornalistas" virou uma fábrica de terroristas.

  • Capital Imoral  10/10/2017 12:48
    O Islã foi a melhor coisa que aconteceu para o Ocidente

    O Islamismo é hoje a segunda maior religião do mundo em número de seguidores: 1,3 bilhão de pessoas. Infelismente existem neoconservadores que simplesmente acreditam que vão acabar com essa religião na marra. Na base da porrada. Estão completamente enganados. No artigo de hoje vamos aprender que seus seguidores, conhecidos como muçulmanos, são pessoas maravilhosas que defendem a justiça e a generosidade. Sim! o Islã precisa ser a religião oficial do Ocidente. Amor para todos, ódio para ninguém, esse é o nosso lema.

    O surgimento do islamismo
    O islã surgiu na cidade de Meca, mas no princípio, não cultuavam um único Deus. Inicialmente, cultuavam diversos deuses relacionados aos astros e fenômenos naturais. Eles também eram animistas, ou seja, acreditavam que objetos inanimados - como uma pedra, por exemplo - também tinham alma. Mas tudo isso mudou a partir de 613, quando um condutor de caravanas chamado Maomé passou a proclamar que havia apenas um Deus. Segundo a tradição, quando tinha 40 anos, Maomé recebeu uma mensagem do anjo Gabriel que lhe ordenava a pregar a existência do Deus único: Alá. Segundo a jornada noturna; Maomé estaria dormindo quando o Anjo Gabriel o acordou e o levou pelos ares até Jerusalém. Ali, ele se encontrou com vários profetas - entre eles Moisés e Jesus - e atravessou os sete céus e recebeu ensinamento divinos.

    Essas revelações divinas foram reunidas no Alcorão.

    O que a maioria das pessoas ignoram é que esses 6326 versículos contém os elementos fundamentais do Judaísmo e do Cristianismo, além das antigas tradições árabes. Em outras palavras, podemos afirmar que os pilares da religião muçulmana, contém elementos da justiça e generosidade que encontramos nas Sagradas Escrituras; podemos encontrar coisas como: "Ajudar os pobres", "ser honesto","bater na mulher só de vez em quando", "Rezar cinco vezes ao dia", "jejuar no mês do ramadã", "purificar-se". Isso acaba com a narrativa de que os muçulmanos são pessoas ruins por causa da religião islâmica. Ora, o próprio Jesus cristo foi consultado na hora de fazer o Alcorão.

    Guerra santa - Jihad
    Infelizmente o mundo sempre foi marcado por pessoas nojentas, soberbas; pessoas que contém a alma suja como os porcos. Alá, nos presenteou com tamanha bondade, nos oferecendo um documento (Alcorão) que nos ensina a viver de uma boa maneira. Mas, infelizmente, alguns homens, renegaram o grande presente de Alá. Para lutar contra esta heresia, Alá, nos instruiu com alguns versículos como: "Matai os idólatras onde quer que os encontreis e capturai e cercai-os usando de emboscadas.[1]"; "Deus cobrará o sacrifício de seus bens e pessoas, pela causa de Deus, matarão e serão mortos.[2]".

    A Jihad é a necessidade de usar só um pouquinho de força para te obrigar a ser um homem virtuoso. Ser um homem de verdade. Pois existe uma grande pressão social - propagada pelos capitalistas - que corrompe o homem a ser uma pessoa impura. Os homens estão se escondendo da verdade eterna; torna-se necessário usar força para te mostrar a luz. Mas não se preocupe, quando o Islã dominar o Ocidente, a paz voltará a reinar.

    Cristãos Hipócritas
    O que acontece no mundo é que as pessoas não querem se sujeitar à verdade eterna. Elas ficam nessa loucura do Cristianismo. Enquanto for assim, o mundo será cheio de pecado e sujeira. Pois de fato, os cristãos aguentam o pecado uns dos outros. Eles afirmam entre eles: "A vida é guerra", "Leve sua cruz e siga Jesus Cristo"; eles não querem lutar contra os heréticos, eles oferecem a própria carne pelos pecadores.
    Malditos Cristãos que não estão dispostos a lutar pela pureza humana; "Se teu inimigo tiver sede, dá-lhe algo para beber.[3]" Malditos Cristãos que não querem lutar. Que não querem ser revolucionários; "Ofereça a outra face, quem viver pela espada morrerá pela espada.[4]" Eu odeio vocês. Eu odeio sua infinita misericórdia que revela minha própria miséria.

    O Islã foi a melhor coisa que aconteceu para o Ocidente, pois pela primeira vez podemos lutar ativamente contras as heresias humanas. Não se preocupe, o mundo será melhor quando o Islã dominar o Ocidente. Para o seu bem, vamos acabar com a misericórdia do mundo.

    [1]Versículo 9;5 do alcorão.
    [2]Versículo 9;111 do alcorão.
    [3]Romanos 12:20
    [4]Mateus 26:52

    Capital imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • Douglas  10/10/2017 19:01
    O problema não é quando duas pessoas estão armadas, e sim quando apenas uma delas está. Deus nos fez diferentes, mas as armas nos tornaram iguais. Armas não são apenas para nos proteger de criminosos, mas principalmente para nos proteger dos nossos governantes.
  • Giuseppe  11/10/2017 12:12
    Recentemente, um doutorando da Unicamp (acho que um dos poucos que segue a linha ortodoxa na universidade) postou um compilado de artigos peer reviewed supostamente derrubando o mito de que "Mais Armas = Menos Crimes".

    Segue link:

    thomasvconti.com.br/2017/dossie-armas-violencia-e-crimes-o-que-nos-dizem-61-pesquisas-recentes/

    Qual a estratégia que podemos adotar para rechaçar esses fatos e fazer valer nosso desejo armamentista? Já tentei desqualificar dizendo que está mau escrito, mas me parece uma crítica superficial.
  • Muller  11/10/2017 13:15
    "doutorando da Unicamp"
    "um dos poucos que segue a linha ortodoxa na universidade)"

    Ou você é criança, ou você não lembra de onde vieram os iluminados que fizeram o Plano Cruzado.
    E também não sabe de onde vêm a maioria dos iluminados nomeados por Dilma para o Ministério da Economia.

    São desenvolvimentistas que são responsáveis pelas duas maiores crises modernas do Brasil. Esquerdistas intervencionistas até a medula.



    "postou um compilado de artigos peer reviewed supostamente derrubando o mito de que "Mais Armas = Menos Crimes"."

    100% irrelevante. John Lott compilou muito mais artigos que isso e nem por isso é algo conclusivo ou possui algum valor para desarmamentistas.

    Só eu, que não sou acadêmico, conheço cerca de 20 artigos peer review escritos entre 2010 e 2015 com "conclusões pró-armamento". E ele não não listou NENHUM desses artigos. Só nisso percebe o nível da honestidade do cara. Típico economista da UNICAMP.

    A maioria dos acadêmicos são estatistas pró-desarmamento e também são esquerdistas apoiadores de ideias marxistas, mesmo com todos os experiências de ambos os casos. Achar que esse tipo de gente possui a verdade absoluta sobre o assunto é assinar o certificado de idiota.

    Já que está interessado no assunto peça para ele responder essas duas perguntas:
    Por que, em média, os estados americanos desarmamentistas são mais violentos que os estados americanos armamentistas? Não deveria ser o contrário?
    Por que a imensa maioria dos tiroteios em massa ocorreram em estados americanos desarmamentistas? Não deveria ser o contrário?
  • Giuseppe  11/10/2017 14:59
    Talvez eu tenha me expressado mal. Este jovem é um dos poucos ortodoxos (neo-clássicos, adepto da escola de Chicago) que resistem no instituto de economia da Unicamp. Tem um pensamento muito alinhado a Milton Friedman, que, embora não seja austríaco, tem muitos pontos em comum conosco. E também se coloca como libertário.

    Posto isso, ressalto que não há a necessidade de responder de forma violenta, como você acaba de fazer. Tente manter a calma. Estamos do mesmo lado. Também não se valha de propagandismo. Isso é coisa de comunista.

    John Lott é reconhecidamente uma referência ruim. Muitos acadêmicos já apontaram as falhas metodológicas do trabalho dele. Acho que a crítica mais fácil de entender (que não entra nos meandros da teoria estatística) é o compilado do professor Hemenway, também de Harvard. Segue link:

    https://cdn1.sph.harvard.edu/wp-content/uploads/sites/247/2013/02/Hemenway-Book-Review.pdf

    Se não me engano (comecei a ler o artigo e parei), o trabalho de John Donohue, de Stanford, também faz críticas a Lott. Link:

    www.nber.org/papers/w23510

    você fala de "cerca de 20 artigos peer review escritos entre 2010 e 2015 com "conclusões pró-armamento""

    Peço a gentileza de compartilha-los, pois estes, sim, seriam edificantes ao debate.

    Pessoalmente, sou a favor da liberação das armas por uma questão de princípios. Numa sociedade realmente livre, eu preciso ter o direito de matar outra pessoa caso julgue ser esta uma decisão correta, e acredito que nem sempre a ciência deve prevalecer à nossa moral superior (do contrário, não poderíamos ensinar o criacionismo nas aulas de biologia, por exemplo, nem queimar carvão para atender as necessidades do mercado).

    Desde já, agradeço.

    Giu
  • anônimo  11/10/2017 15:32
    Esse cara nem ao menos disfarçou a imparcialidade dele. Ele SÓ colocou estudos com implicações desarmamentistas. Não colocou UM ÚNICO estudo defendendo o outro lado.

    E o pior, ele realmente ainda tenta passar a imagem de isentão. É rir pra não chorar do nível de idiotas que esse país possui.

    https://extra.globo.com/noticias/brasil/estados-brasileiros-com-menos-armas-legais-tem-mais-homicidios-1580200.html

    Se quiser conhecer o outro lado, os estudos estão no próprio texto.
  • Giuseppe  11/10/2017 17:26
    Obrigado, anonimo. Sua contribuição sim foi muito boa. Vou ler o artigo que linkou.
    Forte abraço!
    Giu
  • Le zuero  16/10/2017 20:40
    Amigo,

    para refutar esses caras tem que pelo estudar algumas coisas, talvez até se aprofundar nos métodos utilizados nas pesquisas, ou seja, entender alguma coisa de estatística. Eles falam muitos termos técnicos e tentam fazer um jogo de palavras para te jogar uma cortina de fumaça. Embora vemos com os nossos próprios olhos que Austrália e EUA tem um aumento de armas nas mãos dos cidadãos e os crimes diminuem, não tem um ano que nesses mesmos países saem pesquisas dizendo que acontece o contrário. Então não tem como acreditar nesses artigos científicos e revisados em pares, principalmente acadêmicos que virou reduto de marxistas.

    Vou te dar um outro exemplo similar. Até poucos anos atrás o colesterol e o consumo de gordura eram os vilões causadores de mortes por infarto ou doenças semelhantes. Fizeram vários estudos provando isso, mas com nível de evidência baixo, que são os estudos observacionais ou de correlação entre duas variáveis quaisquer.

    Mas, estudos prospectivos e randomizados, que são os estudos com alto nível de evidência não mostravam que uma dieta com alto teor de gordura era prejudical. Vc pode conferir aqui: www.lowcarb-paleo.com.br/2015/04/o-que-e-uma-referencia-bibliografica.html.

    O autor desse blog costuma semanalmente desmontar as tais "evidências científicas" apresentadas em artigos e veiculados na mídia. Muitas vezes os próprios artigos se contradizem! Eles mesmos se autorefutam. É inacreditável.

    Com essa questão das armas acredito que seja a mesma coisa pois, nunca houve nenhuma prova que retirando as armas de cidadãos comuns houve alguma diminuição da criminalidade, inclusive daquela praticada justamente com arma de fogo. Até a ONU, desarmamentista que dói, admitiu isso.

    Agora, se vê todos os dias dados sugerindo o contrário, ou ainda, como no estudo da Joice Malcolm que uma coisa não tem a ver com a outra.

    Eu particularmente acredito que o caso do desarmamento não tem nada a ver com coibição de violência, é apenas a cenoura de burro, o real objetivo é simplesmente desarmar as pessoas comuns e deixar apenas que uma elite politico-econômica disfrute desse direito e resto que se lasque e não tenha o menor meio de se revoltar contra o Estado. Por que esse é o modus-operandi dessa gente, em muitas entrevistas eles demonstram esse jeito de pensar, onde eles querem controlar o que vc come, o que vc fala, etc.
  • Valdemar  11/10/2017 20:13
    "É inevitável: sempre que ocorre um caso de tiroteio em massa nos EUA, desarmamentistas de todo o mundo renovam seu zelo confiscatório.

    É igual o site aqui quando o governo faz uma besteira.
  • Costa Neto  11/10/2017 20:28
    Não entendi seu ponto. Como assim? Quando o governo faz alguma besteira, este site renova seu zelo confiscatório?

    Aliás, qual seria outra medida do governo senão fazer besteira? E qual o poder deste site em confiscar alguma coisa dos outros? Aliás, como poderia um site pró-propriedade privada defender confiscos?

    Sua participação foi confusa.
  • SRV  13/10/2017 14:07
    O Valdemar quis "lacrar" (como é moda hoje na internet: todos querem "lacrar").

    Ele talvez acredite que os políticos são anjos imaculados que estão na Terra para melhor servir aos cidadãos.

    Ele também deve acreditar que não existe corrupção na Petrobrás, que o BNDES só financia quem precisa e nunca os "amigos do rei", por exemplo.

    Valdemar provavelmente pensa assim e ele está certo! Afinal, este site e seus leitores (onde me incluo) é que são criaturas vis, que se incomodam em dar metade do seus ganhos para que políticos corruptos comprem votos dos mais pobres. Que vergonha! Não deveríamos nos incomodar assim... #sqn


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