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Alemanha: um êxito econômico contra o keynesianismo
Foi o país ocidental que mais elevou a renda per capita de seus cidadãos

A primeira-ministra alemã Angela Merkel venceu sua quarta eleição consecutiva no dia 24 de setembro de 2017, e com uma ampla diferença em relação ao Partido Social Democrata (37,2% contra 24,6%).

Embora o resultado não possua uma explicação unicamente econômica — a crise dos refugiados provavelmente motivou a perda de aproximadamente um milhão de votos do CDU (Partido Democrata-Cristão, de Merkel) em favor do nacionalista AfD (Alternativa para a Alemanha) —, grande parte dos motivos está sim na economia.

A atual chanceler foi eleita pela primeira vez em novembro de 2005, apenas um ano e meio antes do início da grande recessão assolou o mundo desenvolvido. Ou, dito de outra maneira, seus três mandatos à frente do Executivo alemão ocorreram durante uma grande crise econômica mundial. Não obstante, a chanceler triunfou em quatro eleições.

A razão desta resistência do Partido Democrata-Cristão à crise está no fato de que a economia alemã se comportou notavelmente bem durante a última década: desde 2007, o PIB real da Alemanha aumentou 13,5%, a inflação de preços, na média, permaneceu em apenas 1,3% ao ano, foram criados 4,5 milhões de novos empregos, e a taxa de desemprego caiu para seu nível mais baixo desde 1980, situando-se em 3,6%.

Quando se compara esta evolução da Alemanha com a de outros países ocidentais, o resultado é claro: o país de Merkel foi o que, disparadamente, mais viu a renda per capita de seus cidadãos aumentar.

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E, caso alguém pense que essa robustez da Alemanha durante a última década se deva ao fato de ela não ter sido afetada pela crise — a qual, por algum motivo, teria atacado com dureza EUA e toda a Europa, mas não a Alemanha —, a realidade é que o país teutônico foi um dos que mais viram seu PIB desabar durante a recessão de 2009. E com muito mais intensidade que EUA, França e até mesmo Espanha.

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Ou seja: o bom comportamento da economia alemã não se deveu ao país não ter sido atingido pela crise — pois o foi, e fortemente —, mas sim por causa de sua formidável capacidade de readaptação para fazer frente a esta crise.

E a que se deveu tamanha capacidade de readaptação?

Tudo começou antes de Merkel

Até meados da década de 2000, a Alemanha era considerada uma das nações países mais doentes da Europa. Com uma economia engessada e um mercado de trabalho pouco flexível, sua taxa de desemprego era persistentemente alta (chegando a 12%, maior até mesmo que o da França à época). E por causa dos gastos crescentes do governo, o déficit orçamentário não só era um dos maiores da Europa, como também estava à beira do descontrole.

Foi neste cenário que o então primeiro-ministro, o social-democrata Gerhard Schroeder, que ficou no cargo de 1998 a 2005, resolveu adotar várias medidas que desagradaram em cheio a sua base de apoio: chamada de Agenda 2010, Schroeder atacou o então generoso estado de bem-estar social alemão, fazendo cortes em vários programas como seguro-desemprego (cuja concessão se tornou bem mais rigorosa e a duração foi encurtada), previdência e até mesmo na saúde. 

Mais: flexibilizou o mercado de trabalho e reduziu as alíquotas do imposto de renda de pessoa jurídica (de 56,8% para 38,7%; hoje está em 29,7%, menor que a brasileira, que chega a 34%.). Reduziu também a alíquota máxima do imposto de renda de pessoa física (de 57% para 44,3%).

Schroeder, talvez por ter adotado tais medidas impopulares já no final de seu mandato — janeiro de 2005, sendo que as eleições seriam em novembro daquele ano —, não apenas não colheu os frutos de suas reformas, como ainda foi punido pelos seus eleitores — majoritariamente sindicatos e defensores do estado assistencialista — nas urnas. 

Mas desde então, o desemprego só fez cair, indo de 12% para 3,6%. E o orçamento do governo não só ficou equilibrado, como passou a apresentar um superávit. Merkel deve muito a Schroeder.

A reação na crise

Os economistas keynesianos sempre dizem que a única forma de uma economia superar rapidamente uma crise é aumentando os gastos e estímulos governamentais. Quando o setor privado não quer gastar — pois está acometido de grandes incertezas em relação ao futuro —, então o setor estatal tem de ocupar o seu lugar, ampliando os gastos e os déficits.

No entanto, os dados mostram que a robustez alemã simplesmente não tem como ser atribuída a estímulos keynesianos deste tipo: desde 2011, o déficit orçamentário do governo é menor que 1% do PIB. E, desde 2014, virou superávit. (Ver aqui). Mesmo no crítico ano de 2009, o déficit chegou a "apenas" 4%, um valor muito menor que o de outros países como França (7,2%), Japão (9,5%), Reino Unido (10,2%), Espanha (11%) ou EUA (9,8%).

[Para efeitos comparativos, no caso do Brasil, o exemplo é ainda mais explícito: o déficit em 2009 foi pequeno, de 3,2% do PIB. Já durante o governo Dilma chegou a incríveis 10,2% do PIB. Ver aqui.]

Como consequência desta prudência orçamentária, a Alemanha foi o único país que reduziu seu endividamento: era de 72,6% do PIB em 2009 e terminou 2016 em 68,3%. Pode parecer pouco, mas compare isso com Reino Unido (de 64,5% para 89,3%), França (de 78,9% para 96%), Espanha (de 52,7% para 99,4%), ou EUA (de 82,4% para 106,1%).

Ou seja: a Alemanha praticou crescimento com austeridade, e não com déficits perdulários.

E é fácil entender por que um orçamento equilibrado estimula o crescimento econômico e por que um orçamento desarranjado afeta o crescimento.

Quando o governo incorre em déficits orçamentários, ele tem de pegar dinheiro emprestado. Consequentemente, investidores e empresas passam a direcionar sua poupança para bancar os gastos do governo, e não para financiar investimentos produtivos. Consequentemente, o investimento privado passa a ser diretamente afetado pelos déficits orçamentários do governo. Se a poupança vai para os títulos do governo, necessariamente haverá menos poupança disponível para o investimento produtivo

Ademais, déficits orçamentários sempre geram o temor de que o governo irá elevar impostos no futuro. Contas desarranjadas não duram por muito tempo. Se o orçamento do governo está deficitário, empreendedores e investidores sabem que o ajuste futuro muito provavelmente ocorrerá via aumento de impostos. E aumento de impostos, ainda que no futuro, sempre gera custos adicionais às empresas, mudando totalmente o cenário no qual elas basearam seus planos de investimentos. Isso inibe investimentos produtivos. Afinal, como investir quando não se sabe nem como serão os impostos no futuro?

Estabilidade, porto seguro e flexibilização trabalhista

Ou seja, ao manter um orçamento equilibrado e não incorrer em déficits, a Alemanha mostrou o que deve ser feito durante uma recessão: criar uma estabilidade macroeconômica crível.

Dado que o setor público alemão optou por não abusar do déficit público, e tampouco contribuiu para gerar qualquer tipo de incerteza nos investidores quanto à sua solvência, a Alemanha acabou se tornando um porto seguro para os investidores durante o auge da crise. Boa parte do capital global foi buscar um porto seguro na economia alemã.

Investidores saberem que não serão vítimas de calotes, nem de desvalorizações, nem de depreciações, e nem de confiscos tributários extraordinários é essencial para manter calmas as expectativas dos investidores, fazendo com que eles, consequentemente, sigam apostando em imobilizar seu capital dentro do país.

Adicionalmente, a flexibilidade salarial adotada pelo país ajudou enormemente a economia alemã a não perder competitividade em relação aos mercados globais. Como bem detalhado pelos economistas Christian Dustmann, Bernd Fitzenberger, Uta Schönberg e Alexandra Spitz-Oener na monografia "From Sick Man of Europe to Economic Superstar: Germany's Resurgent Economy" (Do mais enfermo da Europa ao estrelato econômico: o ressurgimento econômico da Alemanha), a Alemanha foi sistematicamente ganhando competitividade ao fazer com que a produtividade de seus trabalhadores crescesse mais que seus salários.

Ou seja, o bom comportamento da economia alemã tampouco se deve a estímulos artificiais ao consumismo interno por meio de aumentos salariais. Ao contrário, a poupança, o investimento e a capitalização empresarial foram a ordem durante este período.

O gráfico abaixo mostra os custos trabalhistas em alguns países ocidentais em relação à competitividade de sua economia. A Alemanha é disparado o melhor país neste quesito.

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Mas de onde veio tamanho grau de flexibilidade laboral? À diferença do que ocorre em outros países europeus, o governo alemão não se intromete na estipulação dos salários, embora haja salários mínimos em profissões isoladas estabelecidos por um acordo entre patrões e sindicatos — construção civil, consertos de telhados e eletricistas. 

Os trabalhadores alemães têm liberdade para negociar seus salários com seus empregadores, sem nenhuma intervenção governamental. Os salários são negociados entre os representantes dos trabalhadores e os empresários, seja em escala regional, industrial ou mesmo para cada empresa.

Mas o principal ponto é que as empresas têm plena liberdade para aderir ou sair destes acordos coletivos, o que permite evitar aumentos salariais desacoplados da situação econômica de cada empresa.

Foi esta grande flexibilidade salarial, em conjunto com a manutenção da estabilidade econômica — a qual gerou um fluxo de investimentos voltados para melhorar a produtividade de seus trabalhadores — o que permitiu que a Alemanha superasse a crise como nenhuma outra das grandes economias mundiais.

Conclusão

Foi essa incontestável prosperidade econômica durante os anos de crise que permitiu que Merkel obtivesse sua quarta vitória eleitoral consecutiva, não obstante toda a irritação que ela causou ao permitir o influxo de imigrantes islâmicos.

É verdade que muito pouco desta incontestável prosperidade pode ser atribuída estritamente a Merkel, uma vez que o crescimento deriva das reformas trabalhistas, fiscais e assistencialistas adotadas ainda durante o governo de Gerhard Schroeder. No entanto, o partido de Merkel mostrou uma virtude fundamental durante estes últimos 12 anos: não cedeu aos cantos da sereia keynesiana e consolidou uma invejável estabilidade macroeconômica dentro da qual o setor privado pôde se desenvolver sem grandes temores.

Semelhante prudência em meio à maior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial poderá fazer com que Merkel supere o recorde de Konrad Adenauer e Helmut Kohl à frente do executivo alemão.

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13 votos

autor

Juan Ramón Rallo
é diretor do Instituto Juan de Mariana e professor associado de economia aplicada na Universidad Rey Juan Carlos, em Madri.  É o autor do livro Los Errores de la Vieja Economía.


  • zé niguém  04/10/2017 15:54
    Off topic:

    Sugiro a publicação de um texto pelo IMC falando em como a maioridade penal (a quase imunidade dos menores infratores) estimula a utilização de menores de idade pelo crime, em como na verdade a redução da maioridade penal pode ajudar os pobres menores de idade.

    negrobelchior.cartacapital.com.br/movimento-negro-organiza-ato-contra-reducao-da-maioridade-penal/
  • Dalton C. Rocha  04/10/2017 16:36
    Luta de classes morta; luta de raças e sexos postas...
  • FL  04/10/2017 16:55
    Também quero ver o Índice de Massa Corporal publicando artigos
  • Pobre Paulista  04/10/2017 17:07
    Pensei nisso hahahaha
  • zé ninguém  04/10/2017 21:56
    Ops!
    Instituto Mises, Caramba
    kkkkkkk
    Mas vocês entenderam a ideia, é só pegar o nº do artigo do CP e dividir pelo quadrado da idade do infrator...
    Não, pera.
  • Little Brother  04/10/2017 15:58
    Escola austríaca na prática.
  • Gabriel  04/10/2017 16:06
    Eu me lembro dessa época que a economia alemã era tida como esclerosada e duelava com a da França pelo título de mais engessada da Europa. Eu era adolescente e estudava geografia na escola, e o professor sempre citava o desemprego alemão e francês como exemplo de alto desemprego europeu. Ambos os países eram sinônimos de estagnação no final da década 90.

    Todos falavam "a Alemanha é boa, mas o desemprego é alto".

    Muito interessante como as coisas mudaram.
  • anônimo  04/10/2017 16:22
    Sim. Eu também lembro disso. Nessa época a Itália ainda era um bom país.
  • Andre  04/10/2017 16:11
    Deutschland Deutschland über alles.

    Pensava que o alto desemprego alemão dos inicio dos 2000 fosse por conta do contingente de pessoas vindas da DDR, mas realmente os déficits do governo explicam, gastava-se muito investindo em obras no leste alemão.
  • Anthony Igor Pessoa da Silva  04/10/2017 16:24
    Mas em 2015, a alemanha decidiu adotar um salário minimo, fonte: https://oglobo.globo.com/economia/alemanha-adota-salario-minimo-pela-primeira-vez-em-sua-historia-14948789
  • Marcelo  04/10/2017 16:57
    Correto. Entrou em vigor em 2016. Foi uma maneira que os sindicatos encontraram para impedir que os imigrantes muçulmanos encontrassem empregos. Só que o valor é menor até mesmo que o espanhol.
  • Felipe Lange S. B. S.  05/10/2017 00:20
    Vai saber se esses sindicatos não fizeram isso de propósito para deixar todos os imigrantes fora do mercado de trabalho e cada vez mais dependentes do estado.
  • João Pedro Filho  04/10/2017 16:27
    No Brasil, a taxa de imposto de renda sobre pessoa jurídica não chega a 25% sobre o lucro. A da Alemanha é de 29%. Sem contar a sonegação e refis que no Brasil são bem maiores. Além disso, a Alemanha tem sim salário mínimo, só que por hora. Ainda tem gente que acredita nas distorções desse Instituto de falsificações da realidade.

    https://www.google.com.br/amp/s/oglobo.globo.com/economia/alemanha-aprova-aumento-de-4-no-salario-minimo-20360198%3Fversao=amp
  • Empreendedor   04/10/2017 17:17
    É mesmo? Informe-se melhor.

    No Brasil, a alíquota máxima do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica é de 15%. No entanto, há uma sobretaxa de 10% sobre o lucro que ultrapassa determinado valor.

    Mas não pára por aí.

    Há também a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido), cuja alíquota pode chegar a 32%, o PIS, cuja alíquota chega a 1,65% e a COFINS, cuja alíquota chega a 7,6%. PIS e COFINS incidem sobre a receita bruta. No final, a alíquota efetiva chega a 34%.

    Tá aqui, ó:

    tradingeconomics.com/brazil/corporate-tax-rate


    Quanto ao salário mínimo, criado apenas em 2016, o que foi dito no artigo em contrário?

    O desespero da esquerda keynesiana só não é mais patético que seu próprio desconhecimento econômico. Bem típico.
  • Capitalista Keynes  04/10/2017 16:33
    Será que não tem salário mínimo na Alemanha mesmo ? ....Alemanha é keynesiana sim e sempre será.

    Notícia do Globo : BERLIM — O salário mínimo da Alemanha vai aumentar 4% em janeiro de 2017. Este será o primeiro reforço no nível da base de pagamento, introduzida por insistência de parceiros da coligação da Chanceler alemã Angela Merkel.

    O gabinete de Merkel aprovou a medida na última sexta-feira, elevando o salário mínimo para € 8,84 por horas trabalhadas. Antes da mudança, o valor era de € 8,50 desde janeiro de 2015.

    Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/alemanha-aprova-aumento-de-4-no-salario-minimo-20360198#ixzz4uYXdweUk
    stest
  • Erhard  04/10/2017 17:23
    "Alemanha é keynesiana sim e sempre será."

    Gostei dos seus argumentos. São bem persuasivos e embasados.

    Quanto ao salário mínimo, criado em 2015 e vigorando desde 2016, onde foi dito algo em contrário?
  • Igor  04/10/2017 17:27
    Fazendo um paralelo com o Brasil atual, MAS GUARDANDO AS DEVIDAS PROPORÇÕES, Temer será o nosos Schroeder.

    Os próximos anos serão de bom crescimento econômico. E se o próximo presidente continuar as reformas então o crescimento será maior ainda.

    Aproveitando o ensejo faço uma pergunta ao Leandro Roque: continua achando que o melhoe candidato ao planalto em 2018 é o Temer? Na conferência de Escola Austríaca deste ano você falou que se o Temer fosse candidato votaria nele.

    Eu votaria com certeza.
  • Leandro  04/10/2017 17:57
    Continuo mantendo tudo o que disse. Aliás, está aqui:



    De todos os nomes, é o mais corajoso em termos de reformas. Ademais, jamais confie em um tucano; eles afinam na hora de fazer reformas. Qualquer peemedebistazinho é mais corajoso. Mas, infelizmente, Temer não irá concorrer.
  • RafaelR  04/10/2017 19:32
    Temer nao ganha nem da Marina Silva com sua taxa de reprovacao.
  • Eudes  04/10/2017 19:52
    Sim. E pagaremos caro por isso.
  • Felipe Lange S. B. S.  05/10/2017 00:30
    Quem sabe o Bolsonaro não chame uma equipe econômica que preste e possa continuar as reformas. Mas ele ganhar eu não sei se ganharia. O PT já era, o PSDB é o que o Leandro falou, na primeira greve dos sindicalistas de uma autarquia municipal eles já saem correndo, o PMDB está conduzindo essas reformas porque eles tomaram conta do senado e câmara. Os caras mandam em tudo, tanto é que foram eles que deram poder para o Lula e Dilma se elegerem.
  • Fernandes  05/10/2017 12:55
    Com todas as críticas que se podem fazer a Temer e ao PMDB, Temer está sendo um excelente presidente.
    1° Aprovou um reforma trabalhista que flexibiliza um pouco as relações de trabalho. Foi muito pouco, mas num país tão engessado como Brasil é algo a se comemorar.
    2° Acabou com o imposto sindical. Apesar dele está voltando atrás nisso. Pelo menos levantou o debate e agora encontrará resistências e críticas de todos que têm que sustentar os bandidos de sindicatos.
    3° Está para aprovar uma lei que possibilita a demissão de servidor público por insuficiência de desempenho. Eu realmente espero que passe e que o estado consiga botar pra fora os servidores encostados.
    4° Está tentando passar a reforma da previdência. Apesar de achar que a reforma deveria atacar mais as nababescas aposentadoria dos servidores públicos.
    5° Colocou uma equipe econômica de primeira.

    6° Mais revolucionário e que merece um grande destaque. Aprovou um teto de gastos para os gastos públicos. Não sei se será respeitado e queria um teto mais rígido. O orçamento deveria ser corrigido pela meta de inflação e está deveria ser reduzida para 2% ao ano e a lei deveria valer por 20 anos ou mais e não por 10.

    Entre todos os candidatos que se apresentaram até agora, Temer seria o que teria meu voto mais facilmente.

    Ano que vem eu vou votar em Bolsonaro. Discordo muitas posições dele. Mas eu sinceramente estou cansado do politicamente correto e meu voto em Bolsonaro será um grito contra os querem tolher nosso direito de poder pensar diferente.

    Eu não tenho nada contra homossexuais, travestis, etc. Mas também não tenho nada a favor. Hoje há uma forçação de barra para que a gente se importe com esses assuntos. Eu quero ter o direito de não me importar.

    Ideologia de gênero? Dane-se! Eu não quero saber. Não é do meu interesse.
    Feminismo? Idem.

    Quero viver minha vida em paz. Estudar, trabalhar, tentar poupar e investir e cuidar da minha família. Não quero tomar parte em problemas que não são meus.
  • Alexandre  05/10/2017 13:30
    Secundo tudo o que você falou. Aliás, esse súbito moralismo do brasileiro em relação à corrupção ("Quero um presidente impoluto, probo e ilibado!") é exatamente o que irá levar o país à desgraça. Afinal, se a exigência é não estar envolvido em corrupção, então qualquer deputadinho do Piçol serve. Não que eles sejam honestos per se, mas é que simplesmente são irrelevantes demais para serem convidados para participar de esquemas de propinas.

    O fato de Temer ter apenas 3% de aprovação mostra o quão certo Nelson Rodrigues estava ao falar sobre a unanimidade ser burra.
  • Andre  04/10/2017 18:35
    Realmente guardadas as devidas proporções Temer baixou o déficit nominal de 10,2% do PIB quando assumiu para atuais 8,98% do PIB um serviço bem tupiniquim mesmo. Mas a culpa não é do Temer, o Brasil é exatamente o resultado do povo que espera receber do governo mais do que pagou.
  • Marcos  05/10/2017 15:53
    Eu acho que uma candidatura do Meireles, hoje tido como fora do páreo, pode surpreender.
    Além disso, creio que as forças de esquerda no Congresso também devem diminuir.
    O centrão não deve mudar (esse povo que dança conforme a música).
    Mas acho que o Livres e o Novo podem começar a fazer algum barulho.
  • Scheunemann  04/10/2017 17:47
    O problema do Brasil é a CORRUPÇÃO!!! De que adianta teto de gastos, reforma trabalhista, reforma da previdência (as quais acho importantíssimas para sustentabilidade do país) se a arrecadação de impostos continua a mesma, se o intervencionismo continua forte e principalmente se essa ridícula remuneração e privilégios de senadores e demais políticos continuar?
    Tem que haver uma reforma política completa, até mesmo uma nova constituição para que talvez daqui décadas começamos a colher os frutos.
    Depois, um investimento sério na educação, não essa palhaçada de hoje em dia. O brasileiro hoje é um dos povos mais idiotizado e alienado do mundo.
  • Guimarães  04/10/2017 18:20
    Não, corrupção é o de menos. Aliás, a quantidade de dinheiro desviada pela corrupção é ínfima comparada à real destruição causada pelas políticas estatais.

    Quer um exemplo prático? Estima-se que toda a corrupção do petrolão -- que foi o maior caso de corrupção da história do país -- tenha desviado, na mais exagerada das hipóteses, R$ 40 bilhões. Sabe quanto a política de controle de preços do governo Dilma destruiu do capital da Petrobras? R$ 60 bilhões.

    Dizer que o problema todo está na corrupção é exatamente o que querem os economistas intervencionistas, que assim conseguem um passe livre para continuar fazendo suas destruições.
  • Scheunemann  04/10/2017 18:40
    Concordo contigo, que intervencionismo e o protecionismo são mais maléficos que a corrupção em índice monetário. Porém no brasil onde há corrupção em praticamente tudo, acho sim que o PRINCIPAL PROBLEMA É A CORRUPÇÃO, e explico melhor: enquanto existirem políticos corruptos nunca haverá diminuição de estado, sempre haverá controle de preços e demais intervencionismos.
  • Hugo Mafra  04/10/2017 18:21
  • Andre  04/10/2017 18:48
    Mais um escravo do estado com percepções pessoais de sua experiência de vida. Você acha que políticos paraguaios, colombianos, peruanos e mexicanos são menos corruptos que políticos brasileiros? Pois estes países todos têm resultados econômicos positivos para apresentar para suas populações mesmo com toda corrupção que possuem enquanto isso o Brasil com nota de crédito pior que todos eles.
    O Guimarães acertou em cheio, culpar a corrupção da situação do Brasil é abrir as portas para ainda mais intervenção.
    Povo dado a deduzir conhecimento com base nos "acontecimentos da vida", pouca pesquisa baseada em dados mensurados e pouco compromisso com a verdade explicam o porque do Brasil estar na merda em que está.
  • Scheunemann  04/10/2017 19:32
    Cara, eu concordei com o Guimarães na questão econômica, leia atentamente o meu comentário anterior!

    Os políticos brasileiros, principalmente governos do PT, não conseguem apresentar resultados econômicos "positivos" à sua população porque além de serem corruptos são burros.

    "O Guimarães acertou em cheio, culpar a corrupção da situação do Brasil é abrir as portas para ainda mais intervenção."

    Discordo. IGNORAR a corrupção é abrir as portas para mais ainda intervenção e corrupção paralelamente.
  • Andre  04/10/2017 21:58
    Scheunemann, sua resposta ao Guimarães não estava disponível no momento que adicionei meu comentário.

    "enquanto existirem políticos corruptos nunca haverá diminuição de estado, sempre haverá controle de preços e demais intervencionismos."

    Os políticos brasileiros são exatamente o que o povo espera deles, que lhes deem gratuitamente saúde, educação, vagas em universidades, bolsas de estudo, saneamento básico, vagas em concursos públicos, estatais poderosas, eventos mundiais como copa do mundo e olimpíadas e todo tipo de bondade, tudo isso com um Pib per capita de US$8.600, só os mentirosos podem atender tal demanda.
  • Scheunemann  05/10/2017 12:00
    Andre, concordo totalmente. E é por isso que a democracia não funciona.
    A maioria esmagadora dos brasileiros não tem conhecimento sobre politica em geral, muito menos economia e acabam virando massa de manobra perfeita influenciada pela grande mídia e sindicatos que dizem defender os direitos dos trabalhadores.
  • Dorian Gray  04/10/2017 18:07
    Alemanha é um exemplo claro de que dá pra crescer sem "acabar com o Estado".
    E que o inimigo da economia não é o Estado, muito pelo contrário...

    Como o próprio site do Mises acabou de mostrar, o Estado foi importantíssimo para o crescimento econômico.
  • Kelsing  04/10/2017 18:15
    Sim, foi importantíssimo. Como ele foi importantíssimo? Reduzindo sua participação.

    Mas, ué, se algo se revela cada vez mais importante à medida que vai fazendo cada vez menos, então acho que você caiu em irremediável contradição.

    Tenta de novo.
  • Capital Imoral  04/10/2017 19:13
    Sobre o novo livro de Vladimir Safatle

    Sempre que o mundo entra no obscurantismo do conservadorismo e liberalismo; Torna-se necessário entrar em cena, homens à frente do seu tempo, homens que tem capacidade de olhar para o futuro e defender o socialismo. No artigo de hoje, vamos analisar o livro: Só mais um esforço, de Vladimir Safatle.

    Sim, caro leitor. Vivemos tempos sombrios; os liberais estão por todo canto, parece que brotam do chão; conservadores tomaram o congresso na marra e expulsaram nossa presidenta eleita pelo povo; começa a nascer termos como "Cura Gay" e ao mesmo tempo começam a censura contra liberdade artística; E claro, o fascista Jair Bolsonaro nunca teve tanta aprovação entre o eleitorado. É ou não motivo para entrar em desespero? Eu estou com muito medo e, ao mesmo tempo, estou cheio de esperança pois existem homens como Vladimir Safatle que pensam maneiras de reverter este cenário.

    O livro trata-se de conjecturas que procuram reverter o abismo no qual o Instituto Mises nos Colocou. O livro traz propostas como: Substituição dos poderes Legislativo e Executivo por mecanismos de democracia direta; Confisco dos aparelhos de produção, que passariam a ser geridos pelos próprios trabalhadores; Gestão coletiva dos recursos públicos; Restrições ao direito de propriedade privada. E o mais maravilhoso de tudo isso, é que essas propostas foram redigidas, não no século passado, mas hoje, pleno século 21, ano de 2017. Voltamos para Guerra Fria. E dessa vez o Socialismo vai dar certo.

    O mais importante desta obra encontra-se na proposta do autor. Ele propõe uma "Refundação" da esquerda. Sim, à esquerda precisa se reinventar. Não adianta mais dar porrada no Mamãe Falei - Embora eu sinta prazer nisso - ; Precisamos ter uma atuação forte o bastante para impedir que os neoliberais continue no congresso. Segundo o autor, devemos ter foco cultural nas periferias, principalmente, nas comunidades. Eu mesmo irei começar a propagar o socialismo nas favelas do Brasil. - Ainda bem que o Instituto Mises não tem coragem de atuar nas favelas. São limpinhos demais para isso.

    Estamos preparando uma reação que virá das camadas mais baixas da sociedade, preparece, neoliberal.

    Das duas, uma: Se não acontecer à revolução de Vladimir Safatle; eu vou para Flórida. Estou cansado dessa macumba chamado Brasil. Vou tentar só mais uma vez. Só mais um esforço.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • Adrielson Felipson  04/10/2017 20:11
    A melhor parte foi "preparece, neoliberal"
  • Tacísisio  04/10/2017 20:22
    Muito bom, se não fosse a tragédia que a esquerda proporcionou a nós aqui nesse país. Felizmente ela fez o favor de traçar o rumo para fora da política brasileira por ela mesma (embora ainda seja muito provável termos alguns socialistas e sociais democratas no Brasil nos próximos anos). Mas se houve algo de bom em seu mandado foi a crescente onda liberal que ela despertou com suas idiotices e estatismos. Porém a parte ruim disso é que, mesmo com o grande número de pessoas conhecendo e se interessando pelo liberalismo, grande parte da população ainda continua com pensamentos para o viés keynesiano e socialista (nacionalista também na maioria). Espero poder concluir meus estudos e me mudar logo desse país, é difícil ver como construir um futuro em um lugar onde a produção de riqueza é tradada como um pecado CAPITAL e a máquina burocrática e tributária do funcionalismo público é gigantesca e santificada. Não vejo como nos próximos anos o Estado Brasileiro diminuir ou tornar-se um ambiente econômico minimamente propício a sobrevivência, talvez com muita sorte nos tornemos uma social democracia com o ambiente econômico mais livre.
  • Coxinha opressor  05/10/2017 12:16
    kkkkkkkk

    Quando eu tô com pressa eu só leio 2 comentarista por aqui: Leandro Roque e Capital Imoral. Figuraça...
  • wagner wiezel  05/10/2017 12:21
    por que vai pra florida, terra onde o capitalismo e o liberalismo imperam? Vai pra Venezuela passar fome ou pra Cuba e andar de carro anos 50, alias como todos governos sociaistas.
  • Ze  05/10/2017 19:05
    Capital Imoral

    Você gosta do U2?
    Essa foto é de um CD do U2 "The Best of 1980-1990 (1998)"
  • Capital Imoral  05/10/2017 20:36
    Caro zé, Eu adoro a banda u2. Mas confesso que só ouço justamente este álbum, the Best of 1980-1990, pois foi nesta época o melhor momento do u2. Depois parece que eles ficaram materialistas e a música ficou cheio de lengalenga desnecessário. Maldito seja o Capital que estraga a qualidade das bandas de rock.
  • Giuseppe  04/10/2017 20:37
    Livre mercado para mim, União Europeia para os outros?
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  04/10/2017 22:58
    A Alemanha provocou a Primeira e Segunda Guerras Mundiais e impediu o fim rápido da Guerra Fria e da URSS e China(países que foram ou são ditaduras), por meio do espião-traidor Klaus Fuchs. Poderia, atualmente, ter a humildade de pedir aos Estados Unidos da América para se tornar seu território de forma oficial, mantendo a língua alemã. Isso deve ser feito de forma rápida e legal(em 2017), através dos chefes de estado alemão e Americano, isto é: Angela Dorothea Merkel e Donald John Trump. Isso demonstraria de forma final, ao mundo, que o povo alemão é justo.
  • Tarabay  05/10/2017 12:46
    Que viagem é essa cara?! Acho que não entendi o sarcasmo.
  • Luiz Moran  05/10/2017 10:47
    Angela Merckel não passa de Erundina germânica, graças à sua política de fronteiras abertas mais de 1,5 milhões de "refujiados" estão tocando terror por lá, e, é claro, a mídia-latrina nada mostra.

    Há uma coisa que não consigo entender:
    - Por que a Arábia Saudita NÃO recebe seus irmãos muçulmanos ? Seria muitíssimo mais fácil para se adaptarem já que todos seguem a lei islâmica, e dinheiro por lá não falta.

    Por favor, alguém poderia esclarecer ?

    Obrigado!
  • Tarabay  05/10/2017 13:52
    "Por que a Arábia Saudita NÃO recebe seus irmãos muçulmanos ?"

    Também fiquei com essa dúvida, mas depois de algumas pesquisas descobri que a Arábia possui uma população majoritariamente sunita, cerca de 90%, enquanto o restante é xiita.

    Sendo assim, os muçulmanos xiitas enfrentam perseguição no emprego e em cerimônias religiosas. Logo nem todos os islâmicos são bem vindos.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Ar%C3%A1bia_Saudita

    Observa-se também que o desemprego por lá atinge a marca de 10%, cerca de 22% da população são considerados pobres e 70% dos sauditas não são donos de suas casas e isso também não é nada convidativo.

    Quem é que quer ir lá?


    "Seria muitíssimo mais fácil para se adaptarem já que todos seguem a lei islâmica,"

    Exato! Todos seguem a Sharia, mas sem liberdade econômica e religiosa fica mais difícil, mesmo para aqueles que seguem a sharia. Hipocrisia, a gente vê por aqui!


    "e dinheiro por lá não falta."

    Para a família real realmente não falta, só faltou dizer isso aos 22% considerados pobres.

    Espero ter ajudado.

  • Luiz Moran  06/10/2017 10:27
    Não ajudou nada.

    Quer dizer que entre mulçumanos a intolerânica sunita x xiitas é perfeitamente normal....maaaaaassssssssss....se for cirstão x mulçumano aí é "islamofobia" ? Faça-me o favor !

    O Fato é que as populações cristãs nos países onde a Sharia vigora praticamente desaparecu !
  • Tarabay  09/10/2017 12:46
    "Não ajudou nada."

    Que pena.

    "Quer dizer que entre mulçumanos a intolerânica sunita x xiitas é perfeitamente normal....maaaaaassssssssss....se for cirstão x mulçumano aí é "islamofobia" ? Faça-me o favor !"

    Na visão da esquerda é isso mesmo! Se muçulmanos brigam entre eles, isso é totalmente normal, mas se o litígio for entre cristãos e muçulmanos, aí chamam os cristãos de xenofóbicos e islamofóbicos, exatamente como disseste!

    No seu primeiro indagamento falei que não era vantajoso para todos os islâmicos irem à Arábia Saudita, exatamente pelo fato de serem sunitas.

    Veja que as disputas entre os países do Oriente Médio são quase sempre feitas por Xiitas vs. Sunitas, vide Irã vs. Arábia, o Irã possui aliados xiitas, já os sauditas possuem aliados sunitas, excluindo EUA e Rússia.

    Na visão dos globalistas isso é irrelevante, quando cristão são crucificados pelo ISIS a turma politicamente chata e "correta" nada diz à respeito, no entanto, quando cristão criticam a entrada indiscriminada de muçulmanos na Europa, a mesma turma esquerdosa (esquerdista+asqueroso) os chamam de fascistas, nazistas, ismamofóbicos e preconceituosos.

    "O Fato é que as populações cristãs nos países onde a Sharia vigora praticamente desaparecu !"

    Exato, poucos países árabes possuem população cristã, aliás o único que possui uma população significativa de cristãos é o Líbano, com cerca de 37%. A maioria deles anda armada, caso contrário seriam massacrados pelos seguidores da "religião da paz" (muçulmanos).

    Vide que o Líbano passou por 30 anos de guerra civil, pelo fato de muçulmanos terem matado o presidente libanês e cristão, Bashir Gemayel. Desde então, muçulmanos são proibidos de casarem com cristãos, o norte do Líbano é composto pelos mesmos, são mais prósperos e não sofrem bombardeios de Israel, já muçulmanos ocupam o sul, uma região turística forte, porém mais empobrecida. Eles precisaram segregar para não voltarem a guerrear.

    Sugiro que leia Flávio Morgenstern, ele fala da imigração em massa de muçulmanos na Europa, com comentários lúcidos indo na contramão da mídia tradicional.

  • Giuseppe  05/10/2017 17:26
    Por que sugeres restrição da livre circulação de pessoas?

    Claro traço do Estadista totalitário.

    Leia mais:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2183
  • anônimo  05/10/2017 18:51
    Giuseppe, imigração ilegal só trás despesas ao país. Consomem serviços estatais e não pagam impostos.

    Aliás, esse texto corrobora o que o Luiz está dizendo. Por isso todos os territórios deveriam ser privados.

    Se todos os territórios fossem privados, a entrada de pessoas com a cultura diferente do local, como muçulmanos na Europa, seria muito mais difícil por conta dos dois lados da transação.
    Na democracia atual, todos precisam engolir esse tipo de realidade porque políticos progressistas querem assim.

    Mas de certa forma, a realidade que seria se tudo fosse privado já é vivenciada em alguns locais como nos guetos americanos, nos bairros muçulmanos na Europa e em condomínios fechados.
  • Luiz Moran  06/10/2017 10:28
    Hahahaha

    Arranca a portaria do seu condomínio e tira as portas da sua residência, afinal de contas pra que restringir a livre circulação de pessoas na sua propriedade ?

    Traço típico de ditrador !
  • Gustavo  05/10/2017 12:38
    OFF - quais revistas/jornais americanos e europeus tem viés mais liberal? Ou pelo menos, menos esquerdista.
  • Tio Patinhas  05/10/2017 18:24
    Na França o site Bruno Bertez (um blog) tem viés mais liberal (mas é em francês).
  • Tio Patinhas  05/10/2017 18:24
    Na França o site Bruno Bertez (um blog) tem viés mais liberal (mas é em francês).
  • Richard Stallman  05/10/2017 15:01
    Você é algum bot do MBL?
  • Ronaldo Rego  05/10/2017 22:23
    Quem fala em dividir nosso país deveria ser considerado "traidor" e condenado à pena capital. Manter a integridade de nossas fronteiras, e até expandi-las foi trabalho árduo de nossos antepassados. Fizemos uma guerra durante o Império, para defender nossas fronteiras no sul. Brasileiros morreram e devemos a aeles nossa grandeza atual e o respeito do mundo a esses homens bravos. O mundo nos inveja e gostaria de nos ver desunidos e desmembrados, para eles melhor nos dominarem. Somos uma das três maiores nações do mundo , com uma população de 210 milhões de habitantes, que eles lá fora sabem que não poderão vencer. Graças a Deus nossa FF AA estão conscientes e jamais permitirão que nosso país enfraqueça. Os inimigos estão aqui dentro mesmo, com suas mentes doentias e complexadas. Perguntem aos milhares de imigrantes que chegam ao país em busca de uma vida melhor. Eles acreditam em nós. Os brasileiros de norte a sul pegarão em armas contra aqueles que quiserem dividir a nação e a punição deles será o fuzilamento, como em outras nações. Somos uma nação CRISt unida, povoada por grandes povos e assim seremos eternamente.
  • Leigo  06/10/2017 14:15
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2730
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1351
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2048
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1454
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1936
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2183
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2622
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2207
    Até.
  • Johnny Tapia  06/10/2017 18:11
    Grande merda. Em 50 anos será um país totalmente islâmico. Mas o importante é "aumentar renda per capita".
  • Paulie Ayala  06/10/2017 18:35
    Impedir imigração islâmica é facílimo. Já aumentar renda per capita é muito mais complexo. Se você está preocupado com o primeiro, e acha que o segundo é moleza, digo apenas que gostaria de viver no mesmo mundo cor-de-rosa que você.
  • anônimo  06/10/2017 18:54
    A Alemanha deu conta de muitos mais judeus no passado, só precisa de uma grande guerra como pano de fundo.
  • Homem de Ferro   06/10/2017 21:28
    o Brasil poderia seguir esse exemplo para melhorar a condição da nossa economia?
  • Marcus Bergstrom  06/10/2017 21:45
    Deveria.


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