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“Desastres naturais são bons para a economia!” - gritam os keynesianos e intervencionistas
A “falácia da vidraça quebrada” nunca morre

Após a passagem do furacão Harvey no Texas, que causou inundações catastróficas e destruições maciças, inclusive de plataformas de petróleo no Golfo do México, há estimativas de que os estragos possam chegar a US$ 190 bilhões, o que equivale a 1% do PIB dos EUA. Isso faz do Harvey o furacão mais danoso que já atingiu os EUA, mais do que o Katrina (US$ 100 bilhões) e o Sandy (US$ 60 bilhões) juntos.

Já o furacão Irma, embora tenha sido menos intenso que o inicialmente previsto, gerou estragos estimados em US$ 50 bilhões.

No México, o mais forte terremoto em quase um século pode ter causado perdas de US$ 1 bilhão (a região era muito pobre).

Os palhaços entram em cena

E aí ocorreu o inevitável. Como sempre ocorre após um desastre natural — ou, no caso, vários desastres naturais em série —, economistas e comentaristas políticos já começaram a dizer que tais eventos trarão um "grande impulso à economia".

A rede CNBC, por exemplo, disse que o Harvey irá "gerar um aumento dos salários", e que toda reconstrução de Houston será "ótima para a economia". Vale lembrar que os economistas desta mesma rede afirmaram que o Tsunami que devastou o Japão em março de 2011 também seria excelente para a economia.

Já William Dudley, presidente do Federal Reserve de Nova York, foi ainda mais direto: ele disse que "furacões estimulam a atividade econômica no longo prazo".

Ainda sobre isso, não nos esqueçamos também de Paul Krugman, que declarou, dias após os ataques de 11 de setembro, que ao menos havia um consolo naquilo tudo: eles estimulariam a atividade econômica. Já outro economista keynesiano, Peter Morici, afirmou que o furacão Sandy, que castigou o nordeste dos EUA em 2012, traria um "futuro brilhante" para a economia.

A lógica dessa gente é sempre a mesma: desastres e destruições estimulam mais gastos do governo para a reconstrução e mais pagamentos das seguradoras para as vítimas. Os gastos do governo para a reconstrução geram obras e aumentam a demanda por maquinários, matérias-primas, cimento, argamassa, vergalhões etc., e com isso vários empregos são criados. O mesmo processo ocorre com o dinheiro pago pelas seguradoras às vitimas, que irão utilizar esse dinheiro para reconstruir seus imóveis e comprar novos carros. Tudo isso faz a economia "bombar".

Quebrando a vidraça

Esse raciocínio é tão antigo, e tão torpe, que já foi refutado ainda no século XIX pelo grande Frédéric Bastiat. Em seu ensaio "Aquilo que se vê e aquilo que não se vê", ele alerta para as consequências negativas (as quais poucos conseguem ver) de se direcionar recursos escassos para substituir bens que já existiam e que foram destruídos. Destruir riqueza apenas para reconstruí-la não é uma atividade que torna a todos mais ricos.

Resumidamente, eis o que explicou Bastiat: se um moleque quebra uma vidraça de uma padaria, obrigando seu proprietário a incorrer em gastos para trocar a vidraça, um economista incapaz de enxergar o longo prazo diria que tal ato de vandalismo foi bom para a economia, pois, ao ser obrigado a gastar dinheiro com uma vidraça nova, o padeiro não apenas irá estimular o mercado de vidros, como também irá estimular toda a economia.

O vidraceiro terá mais dinheiro para gastar com seus fornecedores, e os fornecedores terão agora mais dinheiro para gastar com outros setores da economia. Toda a economia sairá ganhando. A vidraça quebrada proporcionou dinheiro e emprego em várias áreas.

Porém, há as consequências que não são vistas. O padeiro ficará com menos dinheiro, fazendo com que ele deixe de comprar um terno. Se antes ele teria a vidraça e o terno (ou o equivalente em dinheiro), agora ele terá apenas a vidraça. O alfaiate deixou de ganhar dinheiro. Os fornecedores do alfaiate deixaram de ganhar dinheiro.

Igualmente, os fornecedores de insumos para a padaria — plantadores de trigo, criadores de fermento, cultivadores de leite etc. — também deixarão de ganhar dinheiro, pois a padaria teve de economizar para trocar a vidraça.

O que o vidraceiro ganhou, o alfaiate, todo o setor de tecidos e todo o setor de fornecedores perderam. Estes não poderão gastar este dinheiro com outros setores da economia. Sendo assim, não houve nenhuma criação líquida de emprego.

Mais: o ganho monetário do vidraceiro originou-se de uma mera recomposição de capital destruído. Ou seja, foi um dinheiro gasto apenas para consertar algo que foi danificado. Foi um dinheiro que, no final, serviu apenas para trazer algo de volta ao ponto inicial (a vidraça reparada)

Não foi um dinheiro que o dono da padaria gastou voluntariamente em investimentos, mas sim um dinheiro que ele foi obrigado a gastar apenas para voltar ao ponto inicial. Não houve nenhum aumento no estoque de capital da economia, mas sim apenas o conserto de algo que foi destruído. 

Em suma, se a vidraça não houvesse sido quebrada, o proprietário da padaria poderia ter gasto seu dinheiro para melhorar sua situação em vez de meramente restaurá-la. Isto é o que não é visto.

Substituir bens que já foram produzidos e que foram danificados é e sempre será uma despesa negativa, e jamais um investimento positivo. Substituir um pneu furado ou um pára-brisa quebrado não é motivo para celebração.

Se destruição é boa, por que esperar por furacões?

Fazendo um simples, porém lógico, exercício mental de reductio ad absurdum, se desastres — que fazem apenas destruir riqueza, capital produtivo e infraestrutura — são bons para a economia, por que esperar por furacões?

Imagine tanques desfilando pelas ruas da sua cidade disparando contra edifícios, postes de luz, pontes e demais infraestruturas. Isso fará com que os governos e as seguradoras tenham de gastar dinheiro para reconstruir tudo isso.

Sim, tal medida irá empregar mão-de-obra e irá demandar uma grande quantidade de máquinas e equipamentos. Essas são as consequências que todos conseguem ver de imediato. Mas e as consequências não-vistas?

Para começar, o que é que foi produzido de novo por esta reconstrução? Nada. Na melhor das hipóteses, tudo voltará a ser como era antes. No final, tudo dando certo, todo o estoque de capital e riqueza terá simplesmente voltado à estaca zero. A economia como um todo não ficou mais rica do que era antes da destruição.

Em segundo lugar, e ainda mais importante, é necessário levar em conta todos os bens e serviços que poderiam ter sido produzidos por esse maquinário e mão-de-obra imobilizados no esforço de reconstrução e que não poderão ser produzidos simplesmente porque não há fatores de produção disponível para tal serviço. Impossível mensurar os custos econômicos das empresas que deixaram de ser abertas, dos empregos produtivos que deixaram de ser gerados e das tecnologias que deixaram de ser criadas simplesmente porque todos os recursos escassos da economia estavam imobilizados neste esforço de simplesmente trazer a economia de volta para seu estado inicial.

Tudo isso gera um enorme custo de oportunidade — ou melhor, uma enorme perda de oportunidade.

Toda a economia perde quando o capital tem de ser gasto duas vezes apenas para fazer a mesma coisa: uma na construção e outra na reconstrução. Neste processo, nada de novo foi criado; nenhuma riqueza real foi gerada.

Enxergando os custos

No caso específico de desastres naturais, há três custos enormes que afetam toda a economia, os quais, por si sós, anulam todos os "benefícios" das destruições glorificadas por estes economistas.

1) Os maiores gastos incorridos pelas seguradores irão encarecer as apólices e as prestações, afetando todo o resto da economia. Estas pessoas terão agora menos dinheiro para gastar em outras áreas.

2) Os combustíveis aumentam de preço. No caso do furacão Harvey, isso foi explícito, pois várias plataformas foram e a capacidade de refino da região foi interrompida. Já no caso de desastres em geral, além de uma quebra na oferta (os canais de distribuição são afetados por causa da destruição da infraestrutura), há também um aumento na demanda exatamente por causa dos esforços de reconstrução.

E isso se traduz em encarecimento não só da gasolina e do diesel, mas também de todos os tipos de plásticos e de outros produtos produzidos por combustíveis fosseis, bem como de todos os bens e serviços que dependem de transporte (ou seja, praticamente toda a economia).

Preços maiores nunca são um benefício para os consumidores. E, de novo, com bens e serviços mais caros, sobra menos dinheiro para as pessoas gastarem em outras áreas.

3) Todo o dinheiro que o governo irá gastar para reconstruir a infraestrutura virá de onde? Certamente não virá da conta bancária dos políticos. O dinheiro virá ou do aumento de impostos ou de um maior endividamento do governo.

Um aumento de impostos traz um efeito direto: menos dinheiro nas mãos de pessoas e empresas. Já um aumento do endividamento significa que o governo está pegando mais dinheiro emprestado junto a bancos e investidores. E, dado que o governo está tomando mais crédito, sobrará menos crédito disponível para financiar empreendimentos produtivos. E, obviamente, todo esse endividamento do governo terá de ser pago no futuro, e provavelmente via mais impostos.

De novo, ambas essas medidas significam menos dinheiro nas mãos das pessoas para gastarem em outras áreas.

Como exatamente tudo isso irá ajudar a economia?

Não há consolo ou lado positivo

Desastres naturais são assim chamados por motivos óbvios. Se eles fossem bons, seriam chamados de "benesses naturais". Gastar capital apenas para reconstruir algo destruído não gera riqueza para todos. Destruição é e sempre será algo negativo.

Apenas economistas completamente avessos à lógica podem dizer que destruição gera crescimento econômico e riqueza. Se gerasse, então o Japão alegremente convidaria as forças armadas americanas para dar aquele "impulso" à sua economia, que está estagnada há 20 anos. Um intenso bombardeio a Tóquio faria dos japoneses a população mais rica do mundo.

Se você considera tal raciocínio ridículo, saiba que não são poucos os economistas adeptos dele.

O fato é que, seja na forma de um furacão, de um tornado, de um terremoto, de chuvas torrenciais ou mesmo de uma guerra, não há consolo ou lado positivo em se destruir capital. Destruir recursos escassos sempre será algo estúpido. Os únicos que terão ganhos monetários com tudo isso serão as empreiteiras contratadas para fazer as obras de reconstrução, bem como seus funcionários. Mas isso dificilmente pode ser classificado como um "ganho para toda a economia".

Mas tudo isso ainda é o de menos. A maior destruição ocorrida após qualquer um desses eventos é a insubstituível perda de vidas humanas, bem como a dilaceração de famílias e a destruição do trabalho de toda uma vida — como ocorre com pessoas que perdem suas casas e seus estabelecimentos comerciais. Os que sobreviveram ao desastre não ficarão mais consolados ao ouvirem economistas keynesianos lhes dizendo quão sortudos eles são. Tudo aquilo que mais estimavam na vida foi destruído. Não apenas casas e carros, mas fotografias, álbuns de recordação e relíquias de famílias que se perderam não são coisas substituíveis. Ademais, a perda de renda gerada por essa destruição pode empurrar várias pessoas para a bancarrota. Pessoas que hipotecaram suas casas podem ser despejadas. Tão logo a imprensa parar de dar atenção, essas vítimas serão aqueles que terão de lidar com todos os estragos.

Não, não há nenhum lado positivo após um desastre. Seja ele natural ou artificial.


6 votos

autor

Robert Blumen
é um consultor independente que atua na área de softwares. Mora em San Francisco.


  • Luiz Moran  11/09/2017 14:44
    O socialismo é a vigarisse expressada no seu mais alto grau, e isto se aplica aos keynesianos.
    Os parasitas burocratas pertencentes à elite governante, o funcionalismo marajá, e as ralés de militantes subsidiados: as ong's de fachada, os falsos movimentos sociais, os sindicalistas, a classe jornalística, os professores marxistas, os intelectuais da esquerda, e a classe artística, compõe a pequena parcela de uma sociedade, que por motivos deploráveis, defendem essa ideologia.
    Debater qualquer assunto que seja com alguém que defenda essa ideologia é aceitar rebaixar-se a um nível onde nem mesmo a mais abjeta das escórias humanas jamais aceitaria. Quando uma situação desta se apresentar a você, não entre num debate, ao invés disto humilhe o vigarista farsante esquerdista até que não sobre um só sorrisinho amarelo no focinho do imprestável.
    Há mais um grupo de pessoas que também defendem o socialismo, mas estes são dignos de pena, estou me referindo aos IDIOTAS ÚTEIS.
  • romero  11/09/2017 22:22
    ensine e instrua o quanto puder, que coisa horrível humilhar....
  • Capital Imoral  11/09/2017 15:05
    Eu produzi um pequeno texto em homenagem às 10 vítimas do Morumbi. Se houver algum professor com consciência social, eu gostaria que copiasse esse texto e colocasse na lousa para os alunos.

    Os 10 do Morumbi

    Mundo cruel, por que me tornaste vítima desses monstros de farda? Eu só queria ser feliz, eu só queria ter meu carro e minhas minas, dar um rolê, ver os manos, e ser feliz na vila onde eu nasci. Mundo cruel, por que me tornaste vítima desses monstros de farda?

    Nós somos os 10 do Morumbi. 140 tiros. 140 buracos na pele. Tiro por tiro. Guerra por Guerra. O grande Capital me oprime, eu oprimo os homi. Nós somos os 10 do Morumbi.

    O Estado não me deu nada, quando o neoliberalismo chegou, ele roubou os meus direitos. Era para mim ser douto, meu senhor.
    Era para mim ser douto, meu senhor.
    Era para mim ser douto, meu senhor.
    Agora eu sou os 10 do Morumbi.
    Por que você fez isso comigo, neoliberal?
    Eu só queria ver meus minino, e você tirou eles de mim.

    Naquele dia estávamos cansados de ser escravizados pelo capital, naquele dia, eu só queria pegar o dinheiro das madami e ser feliz na vila onde eu nasci. Os minino ia ficar tão feliz. Mas o Capital não leva desaforo pra casa; o ser racional, frio como o diabo, cedo ou tarde cobra seu preço, afinal, não existe almoço grátis. Tiro por tiro. Guerra por Guerra. Quem apertou aquele gatilho foi o Livre Mercado.

    Capital Imoral é filósofo, escritor e já refutou Mises.
  • Fernando Medeiros  11/09/2017 23:28
    Só o capitalismo salva.
    Todo mundo que não é burro demais ou safado sabe que capitalismo é o único sistema onde as pessoas são obrigadas a servir a outras que nem mesmo conhecem para prosperar. É um sistema de trocas voluntárias, e portanto pacífico.

    A falta de liberdade de mercado é o que trás ruína e pobreza. Poderiam ser infinitos exemplos sem sequer correr o risco de exagerar. .

    Não é o clima, não são desastres, nem as "dividas históricas". NADA além da falta de liberdade econômica é o que causa pobreza e exploração. Pegue como exemplo o ranking de liberdade econômica do Heritage Foundation e estude a história econômica dos países que desejar. Falta de recursos naturais já caiu por terra a meio século. Hong Kong não tem nem água potável.
  • Marko  12/09/2017 12:49
    Não entendi, vc culpa o liberalismo econômico (que nem existe aqui no br) pela morte dos 10 indivíduos? Eu acredito que se houvesse, de fato, uma liberdade econômica, nem haveria tanta violência como acontece hj.
  • Gabriel Guimarães  11/09/2017 15:08
    Se destruição é bom pra economia, então por que o mundo teme a Coreia do Norte? Ou o Irã?

    Aliás, por que esperar por eles? Comecemos já a bombardear nós mesmos nossas próprias cidades.

  • Edson  11/09/2017 15:11
    Vale notar também que essas mesmas pessoas que fazem essas ridículas alegações de que a destruição, o desalojamento e a miséria trazidos por tempestades, terremotos, furacões etc. são coisas boas jamais oferecem suas próprias casas e carros para serem destruídos.

    Destruição é bom, sim, mas apenas no c... dos outros.
  • Contador  11/09/2017 15:22
    É porque eles também nada sabem sobre administração e contabilidade.

    Há uma razão para 'manutenção' ser considerada uma despesa crucial: gastar para manter seu ativo funcionando é sempre mais barato do que substituí-lo. Olhe para qualquer área deteriorada da sua cidade, do seu país ou mesmo do planeta. Deterioração é o que ocorre quando os custos de manutenção são ignorados. Já uma guerra ou desastre natural é simplesmente um processo de deterioração intencional levado ao extremo.

    Deteriorar algo artificialmente não pode ser algo positivo para a criação de riqueza. Qualquer faxineira sabe disso, menos os economistas.
  • Economista  11/09/2017 15:16
    Por trás de toda essa teoria bizarra está a ideia de que a escassez de recursos foi abolida. Não havendo mais escassez, todo o problema da economia passa a ser apenas como empregar esses recursos (pouco importa a eficiência disso). Toda a atividade econômica passa a ser apenas isso: como empregar recursos.

    Dado que não há mais escassez, todo o necessário para se ter uma economia "forte" é estimular a demanda agregada. E não se engane: esta é a teoria por trás de toda e qualquer política governamental de estímulos e de crédito estatal farto e barato. Dilma foi a aluna mais aplicada desta tese aqui no Brasil.
  • John Maynard Keynes  11/09/2017 15:28
    Os keynesianos acham que o o mundo é tipo aqueles mapas para jogar online de Age of Empires, Star Craft, que tem as paradas de gold praticamente ilimitados.
  • Pobre Paulista  11/09/2017 15:53
    Mais para Sim City 2000, mas é bem por aí mesmo.
  • FL  11/09/2017 18:18
    Caro Pobre Paulista, é engraçado você comentar isso.

    Me lembro de jogar o Sim City 2000 na minha infância/adolescência e a regra básica para a sua cidade prosperar era baixar os impostos. Você aumentava os impostos, as pessoas saíam da cidade e tudo ficava em sucata. Você baixava os impostos, a cidade crescia sem grande esforço. Até um joguinho simples entende mais de economia do que muito profissional do assunto.
  • Eduardo  11/09/2017 18:14
    Pior que não é! hahaha. Nesses jogos os recursos são escassos, estão em poucos pontos do mapa, leva tempo para minerar e você precisa proteger suas minas contra o exército inimigo. Se esses economistas jogassem Age of Empires ou Starcraft, talvez tivessem mais noção da realidade.
  • Pobre Paulista  11/09/2017 19:18
    Eu lembro FL, mas quis dizer que nos outros jogos que ele citou, os recursos são finitos, uma hora acaba o gold minerável e não tem mais o que fazer, já no Sim City funcionava mais assim mesmo, com dinheiro praticamente infinito.
  • John Maynard Keynes  11/09/2017 15:26
    Tem aquela também que os EUA adoram causar guerras, porque isso impulsiona a indústria bélica deles, impulsionando a economia. Eu proponho para o Brasil declarar guerra contra a Antártida, pra economia bombar.
  • Pobre Paulista  11/09/2017 15:53
    São uns cretinos mesmo.
  • Marcos  11/09/2017 16:19
    Sobre as seguradoras, vale também ressaltar que o dinheiro delas fica aplicado em títulos públicos de alta liquidez.

    Aí, quando elas são acionadas, elas resgatam esses títulos, o que significa que o Tesouro os recompra. E de onde veio esse dinheiro do Tesouro? De títulos que ele acabou de emitir.

    Ou seja, no final, o dinheiro que as seguradoras gastam foi simplesmente retirado de outro lugar da economia. Dinheiro foi retirado de um lado da piscina e jogado no outro lado da economia. E os keynesianos dizem que isso deixa toda a piscina mais cheia.
  • Irving Fisher  11/09/2017 16:28
    O que é o que é

    1) Não gostam de matemática;
    2) Só usam história;
    3) Pouca publicação em revista séria;
    4) Caçoados pelo main stream;
    5) Recrutam adolescentes.

    Marxistas ou austríacos? Marx ou Mises? Dúvida cruel.
  • Economista Racional  11/09/2017 17:22
    "1) Não gostam de matemática;"

    Pessoal de humanas e pós-keynesianos.

    "2) Só usam história;"

    Normalmente, professores de História do Pensamento Econômico, todos marxistas. De vez em quando, pós-keynesianos, mas apenas para falar da Crise de 1929.

    "3) Pouca publicação em revista séria;"

    Aí depende do conceito de "revista séria". Para mim, revista séria é aquela que publica coisas sensatas e que, acima de tudo, faz previsões corretas.

    No campo da economia, nenhuma "revista séria" previu a crise de 2008. Esta ficou inteiramente a cargo dos austríacos (ver aqui e aqui) e de economistas independentes sem qualquer afiliação ideológica.

    Já no Brasil, por exemplo, os únicos a preverem a crise econômica do país foram os economistas deste site e Adolfo Sachsida. Todo o resto estava batendo bumbo para as medidas keynesianas do governo.

    "4) Caçoados pelo main stream;"

    Qualquer um que não seja do mainstream. Ou seja, qualquer um que não se submeta às suas teorias ridículas causadoras de catástrofes econômicas e que, acima de tudo, acertem previsões.

    "5) Recrutam adolescentes."

    Quando eu fiz economia na faculdade, 60% dos adolescentes recrutados pelos professores eram keynesianos. Os outros 40% eram marxistas.

    Não entendi sua participação aqui. Foi confusa e desconexa.

    Ah, sim: alguma refutação ao artigo?
  • Capitalista Keynes  11/09/2017 16:38
    Edson 11/09/2017 15:11
    "Vale notar também que essas mesmas pessoas que fazem essas ridículas alegações de que a destruição, o desalojamento e a miséria trazidos por tempestades, terremotos, furacões etc. são coisas boas jamais oferecem suas próprias casas e carros para serem destruídos."

    "Destruição é bom, sim, mas apenas no c... dos outros. "

    O mesmo vale para o liberalismo....se tu nasceu numa favela e não estudou numa escola boa porque está sempre de greve ou tu tem que trabalhar na roça desde pequeno para ajudar em casa , azar o teu , destino ,acaso, alinhamento das estrelas não favoráveis a ti....

    O Estado nada deve fazer para corrigir, aliás nem deve existir ... O MERCADO faz a seleção natural e vai escolher entre você e um aluno saído da Avenues cuja mensalidade é de 8 mil reais /mês, ou do Vértice de São Paulo que é de R$ 4mil /mês....justa competição por um lugar ao sol.

    Realmente Edson, no c...dos outros é refresco.



  • Edson  11/09/2017 17:39
    "O mesmo vale para o liberalismo...."

    Rapaz, essa bateu o recorde, hein? Quer dizer então que acreditar que destruição (da propriedade alheia) gera crescimento econômico é igual a dizer que quem nasceu pobre terá uma vida mais difícil?

    Mas permita-me destruí-lo um pouquinho.

    "se tu nasceu numa favela e não estudou numa escola boa porque está sempre de greve"

    Ué, quem gerencia escolas que estão "sempre de greve" é o estado, a mesma entidade que, segundo você, terá o poder e a capacidade de gerar igualdade de oportunidade para todos!

    Ou seja, o estado que não consegue nem gerenciar uma porcaria de escola será magicamente capaz de alterar até mesmo a genética humana, fazendo com que crianças de família pobre sejam imediatamente iguais às crianças nascidas em famílias ricas.

    Ou já sabia que keynesiano tinha problemas básicos com a lógica, mas não sabia que a coisa estava em um nível tao patológico assim.

    "ou tu tem que trabalhar na roça desde pequeno para ajudar em casa , azar o teu , destino ,acaso, alinhamento das estrelas não favoráveis a ti...."

    Se é "azar o teu", eu não sei. Mas que é "destino" e "acaso", isso é inquestionável. Por acaso o filho do pobre pediu para nascer pobre? Ou ele simplesmente foi concebido assim? Havia alguma chance de ele, sei lá, ter sido concebido por dois pobres mas magicamente ir parar dentro da barriga do mulher do Abílio Diniz?

    Aliás, confesso que até agora não entendi absolutamente nada de qual seja o seu ponto. E nem muito menos qual a relação disso tudo com o assunto abordado no artigo.

    "O Estado nada deve fazer para corrigir, aliás nem deve existir"

    Ué, ele até tenta "corrigir" isso fornecendo escolas gratuitas para os pobres. Escolas essas que, segundo você próprio, estão "sempre de greve". E você quer perpetuar esse arranjo nefasto e segregador?

    Defender que o estado gerencie escolas para melhorar a vida dos pobres fará apenas, segundo você próprio, que esse pobre jamais tenha aulas na sua vida, pois as escolas estão "sempre em greve". E você defende a manutenção deste arranjo.

    "O MERCADO faz a seleção natural e vai escolher entre você e um aluno saído da Avenues cuja mensalidade é de 8 mil reais /mês, ou do Vértice de São Paulo que é de R$ 4mil /mês....justa competição por um lugar ao sol."

    Se o aluno da "Avenues" ou de "Vértice" não conseguir criar valor para ninguém, ele rapidamente ficará pobre. Ah, não, me esqueci: no Brasil isso não acontece, pois esse filho do rico vai fazer concurso público e vai ficar ainda mais rico. E sustentado pelos impostos pagos pelos pobres. E tudo isso obra e graça do estado que você tanto defende como sendo o equalizador de oportunidades e das classes sociais.

    "Realmente Edson, no c...dos outros é refresco."

    De fato, no Brasil, o estado bota no c... do pobre e ainda ganha o efusivo aplauso de idiotas úteis, que dizem que ele é imprescindível para melhorar a situação deste pobre.

  • Gustavo  11/09/2017 17:40
    Sei que não haverá respostas, mas vou tentar:

    Quem é que gerou a pobreza?

    Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

    Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

    Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

    Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

    Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

    Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

    Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

    Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383
  • Capitalista Keynes  11/09/2017 18:20
    Agradeço por publicarem meu post e responderem a ele....mesmo sendo oposta a linha de pensamento de vocês. Vocês são um exemplo para o MBL que impediu uma exposição estilo LGBT no Museu Santander Cultural em Porto Alegre, alegando que aquilo não era arte e que era ruim para as crianças. Onde está a liberdade individual do outro em achar se algo é arte ou não ? Se não acha que é arte, ou que ela não lhe agrada ou que lhe agride, não vai....simples. Eu também achei a exposição pelas fotos da internet feia e sem sentido, mas não me dá o direito de querer impedir que ela não aconteça.
  • Leigo  12/09/2017 11:52
    "Vocês são um exemplo para o MBL que impediu uma exposição estilo LGBT no Museu Santander Cultural em Porto Alegre, alegando que aquilo não era arte e que era ruim para as crianças. Onde está a liberdade individual do outro em achar se algo é arte ou não ? Se não acha que é arte, ou que ela não lhe agrada ou que lhe agride, não vai....simples."

    O Museu Santander Cultura é privado? O dinheiro usado para a exposição é privado? Sim? Então qual o problema? Não? Então vejo agressão as liberdades individuais.
  • Andre  12/09/2017 12:31
    O boicote contra a exposição foi privado, usaram seus equipamentos privados, mostraram nas redes e as pessoas individualmente tiraram suas próprias conclusões, o banco encerrou a exposição por decisão privada, demonstrar opinião contrária e compartilha-la ou acatá-la não fere o PNA.
  • Max   12/09/2017 13:00
    Você já ouviu falar em boicote? Exercício legítimo de liberdade, meu caro. Determinadas pessoas não gostaram e tentaram convencer (boicotar) outras por meio da persuasão - e não da violência, método estatal que vc tanto aprecia.

    Ninguém obrigou ninguém a deixar de ir (tampouco a ir) na exposição. Não houve qualquer iniciação de violência contra terceiros inocentes. O Santander Cultural fechou a exposição pq quis. Não houve "censura". Não houve nenhuma agressão a liberdades individuais.

    Use mais o cérebro e menos o fígado.
  • Professora do primário  12/09/2017 14:41
    Parece que alguém aqui fugiu da quarta série e não fez as atividade de procurar as palavras no dicionário:

    censura:
    substantivo feminino
    1. ação ou efeito de censurar.
    2. análise, feita por censor, de trabalhos artísticos, informativos etc., ger. com base em critérios morais ou políticos, para julgar a conveniência de sua liberação à exibição pública, publicação ou divulgação.

    boicote:
    substantivo masculino
    1.recusa coletiva de trabalho para determinada indústria ou estabelecimento comercial, ou inibição de transações com eles.
    2.veto a quaisquer relações com indivíduo ou grupo a que(m) se queira punir ou constranger a algo.

  • John  11/09/2017 21:43
    O Estado!!!!! (Acertei?)
  • John Maynard Keynes  11/09/2017 18:23
    Estas escolas Avenues e Vértice é onde estudam os filhos dos esquerdo-globalistas, filhos e herdeiros dos magnatas dos conchavos com a burocracia internacional, os futuros líderes globalistas, nababos do estado e das organizações supranacionais parasitas dos pobres de todo o mundo. Eu estou khando para estes filhos dos Lehmanns, das Necas Setubals, dos Soros da vida. São exatamente os tipos que defendem estas mesmas me*das que você. OS mesmos que se beneficiam destes arranjos imorais.
  • Taxidermista  12/09/2017 13:10
    "O MERCADO faz a seleção natural e vai escolher entre você e um aluno saído da Avenues cuja mensalidade é de 8 mil reais /mês, ou do Vértice de São Paulo que é de R$ 4mil /mês....justa competição por um lugar ao sol"


    Vc nunca se perguntou pq os preços são esses?

    De toda sorte, o que vc propõe a respeito? Mais interferência governamental no mercado educacional? Controle de preços no mercado educacional? Mais créditos estudantis?


    p.s.: vc precisa aprender a conjugar os verbos; te garanto que para isso vc não vai precisar gastar nem 8 mil nem 4 mil por mês.
  • Capitalista Keynes  14/09/2017 13:25
    Taxidermista 12/09/2017 13:10
    "O MERCADO faz a seleção natural e vai escolher entre você e um aluno saído da Avenues cuja mensalidade é de 8 mil reais /mês, ou do Vértice de São Paulo que é de R$ 4mil /mês....justa competição por um lugar ao sol"

    "Vc nunca se perguntou pq os preços são esses? "

    E quem disse que o meu enfoque foi o preço dessas escolas ? São privadas e cobram o que quiserem e paga quem quer....O enfoque foi sim sobre a diferença de forças entre a educação do pobre e a do rico para disputarem mano a mano as melhores vagas no mercado de trabalho ....numa analogia à uma corrida de 1oom, um larga do 0m o outro larga nos 50m.

    PS: Para Interpretação de texto realmente tu não vai precisar de uma escola de 8mil ou de 4mil/mês.
  • INTJ  11/09/2017 16:47
    Desastres naturais recorrentes são benéficos tão somente às seguradoras, uma vez que, à medida que a consciência da probabilidade de ocorrência de tais eventos aumenta, a demanda pelos serviços de seguro,consequentemente, aumenta. Não é preciso ser um gênio para perceber que aqueles que atribuem benefícios a tais desastres são financiados pelo 'lobby' das seguradoras.
  • Pensador Crítico  11/09/2017 16:52
    Mas e aquele caso do terremoto que destruiu o Haiti em 2010 e que transformou um país que era pobre em uma potência econômica?
    Isso vocês não mostram.

    Quebrar tudo gera desenvolvimento sim, é por isso que nas manifestações de esquerda patrimônios são depredados, é o vandalismo cumprindo a sua função social de impulsionar a economia.
  • John  11/09/2017 21:45
    Não entendi (é que sou meio burro mesmo). Então se seu rasgar meu dinheiro eu fico mais rico? Se eu quebrar tudo em minha casa eu passo a ter mais coisa? Explica melhor por favor, se puder desenhar eu agradeço também.
  • robson santos  11/09/2017 22:51
    mantenha a calma e respire, senão ele desenhará um pára-quedas ..
  • John  12/09/2017 18:12
    Agora entendi. Tenho sérias dificuldades com o sarcasmo.
  • anônimo  11/09/2017 17:05
    Off-Topic

    O que vcs acham dessa classificação?

    www.bbc.com/portuguese/brasil-41058120
  • Pobre Paulista  11/09/2017 17:23
    Parei de ler no "BBC"
  • Alberto  11/09/2017 17:45
    Muito gozada. Segundo este gráfico da BBC, todo o PSDB é 95% liberal em economia! Isso é mais até mesmo que Milton Friedman. Só não está no mesmo nível que Rothbard (100%) porque este defendia o fim do estado, a abolição de todos os impostos, e a supremacia da propriedade privada, algo que os tucanos não defendem (ao menos em público, né? Vai saber...)

    Segundo a BBC, portanto, meros 5 pontos percentuais (nada praticamente) na escala de liberdade econômica separam José Serra e Rothbard.

    Um portento!

  • Leigo  12/09/2017 11:54
    PSOL não é esquerda conservadora?
  • Pobre Paulista  12/09/2017 12:44
    Não. É um dos poucos acerto desse gráfico.
  • Marcio  11/09/2017 17:26
    Leandro, a economia brasileira está se recuperando naturalmente ou é por causa da queda na taxa de juros? Nesse caso vamos ter uma nova crise?
  • Leandro  11/09/2017 17:52
    Recuperação que naturalmente ocorre após uma queda de quase 10% no PIB, o que fez a população retornar ao mesmo nível de renda de 2010.

    Não é artificial, mas sim "gravitacional": aconteceria de qualquer jeito, como que por gravidade.

    No entanto, para não dizer que só critico, a política de deixar o real se apreciar (o que sempre foi defendido por este Instituto) é absolutamente acertada: está gerando aumento das exportações, recuperação da indústria (tese que também sempre foi defendida por este Instituto) e, principalmente, arrefecimento da carestia, gerando mais previsibilidade para investimentos de longo prazo.

    A política de colocar um freio na expansão do crédito dos bancos estatais também é digna de aplausos. E a de teto de gastos foi a melhor de todos.

    Mas os aumentos de impostos, principalmente sobre a gasolina, foram deploráveis, assim como os aumentos prometidos ao funcionalismo público. Iria criticar também o não-fechamento de ministérios e agências reguladoras, mas aí já seria querer demais do PMDB.
  • Elvio  11/09/2017 19:15
    Leandro, por quanto mais tempo o governo vai conseguir financiar este déficit pornográfico: 9,35% do PIB?
    Se estão contando com o crescimento da economia esqueça, sou do setor elétrico e se a economia crescer 2,5% 2 anos seguidos com nível médio de chuvas vai ter restrição no fornecimento de eletricidade, reservatórios estão muito baixos justamente onde há maior capacidade de geração e distribuição.
  • Leandro  11/09/2017 19:27
    O financiamento do déficit do governo, em si, nunca foi ou será problema. Bancos e investidores nunca irão deixar de financiar o governo, pois sabem que não há possibilidade de calote e os juros oferecidos são apetitosos.

    O problema dos déficits está justamente no efeito que causam sobre a economia.

    Veja um artigo específico sobre tudo isso aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2532

    Quanto às suas informações, são realmente preocupantes (e fazem total sentido). Muito obrigado por elas. Apenas ressalto que crescer 2,5% ao ano durante quatro anos simplesmente nos devolveria para onde estávamos no fim de 2010. Logo, crescer 2,5% ao ano durante dois anos não deve ser muito problemático.

  • Lord Keynes  11/09/2017 17:51
    "Todo o dinheiro que o governo irá gastar para reconstruir a infraestrutura virá de onde? Certamente não virá da conta bancária dos políticos. O dinheiro virá ou do aumento de impostos ou de um maior endividamento do governo."

    Trump sancionou lei que prorroga limite da dívida e concede US$15 bi em ajuda para efeitos de furacões, então não precisam esquentar, a demanda agregada foi estimulada.

  • Pedro  11/09/2017 18:03
    Bom para a economia é não sugarem o povo com altos impostos, que bancam a burocracia da máquina estatal, é uma ótima forma de fazer justiça. Alguém que se forma em economia e diz coisas dessa natureza, nada mais é que analfabeto funcional, parece que a Unicamp tem muitos, e os liberais continuam demonizados pela casta.
  • Max Rockatansky  11/09/2017 18:04
    Off topic:


    Leandro poderia dar uma comentada sobre esse "estudo" do Instituto do picareta do Piketty que tá rolando na mídia aí
  • Leandro  11/09/2017 18:20
    Você se refere a isto aqui?

    Péssima notícia para o PT, e nenhuma novidade para os leitores deste site, que entendem os efeitos das políticas monetárias expansionistas e dos créditos subsidiados sobre a desigualdade de renda.

    Cinco medidas do governo que aumentam a concentração de renda

    Como a expansão monetária orquestrada pelo governo piora artificialmente a desigualdade de riqueza


    Aliás, o estudo é até melhor do que eu imaginava: ele mostrou que quem realmente apanhou neste período foi a classe média, que viu sua participação na renda nacional cair de 34,4% para 32,4%. Óbvio: foi ela quem bancou os créditos subsidiados para os empresários amigos do regime e as políticas assistencialistas para os pobres. E, em troca, ganhou elevação das tarifas de importação, o que a obrigou a dar ainda mais dinheiro para a FIESP.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  11/09/2017 21:58
    É preciso rever os conceitos.
  • Ivan  12/09/2017 02:11
    Por que a economia irá crescer? Porque um furacão vai destruí-la.

    Sensacional a lógica keynesiana.

    https://www.cnbc.com/amp/2017/09/08/feds-dudley-hurricanes-will-boost-economic-activity-over-the-long-run.html
  • Wylamar Sena  12/09/2017 03:21
    É muito triste dizer isso mais essa sequência de furacões nos EUA, vai fazer eles pensarem mais um pouco no Aquecimento global na terra. www.fenomenosnaturaisnaterra.com/
  • smpbastos@gmail.com  12/09/2017 05:38
    É triste saber que algo assim ainda seja repetido, a falácia da janela quebrada foi uma das primeiras coisas que aprendi quando tive contato com os austríacos.. Isso deve significar que esses supostos especialistas nunca nem sequer chegaram perto de ler bastiat.. Reflexo das universidades?Enviesamento?

    Sempre quis entender o que leva pessoas que deveriam entender muito da área cometer essas opiniões medonhas refutadas a séculos atrás ..

    Parece que se esqueceram do conceito de escassez completamente
  • Luis Karlos  12/09/2017 11:15
    Cara, eu tenho muito vontade de fazer economia, mas graças a Deus, que eu nunca fiz, porque eu seria doutrinado a ser tornar um universitário Keynesiano, mas pretendo algum dia tiver uma melhor situação financeira, eu irei estudar na escola austríaca, será um orgulho para mim.
  • Bunker Anti-comunista  12/09/2017 12:27
    Muita gente acha que a liberdade é o fim de qualquer controle, mas na verdade é o começo do poder com controles que funcionam.

    O boicote ao Santander mostra exatamente isso. Não foi necessário controle estatal para as pessoas se sentirem ofendidas e repudiarem a mostra cultural de Porto Alegre.

    O ponto mais importante da liberdade é que as pessoas realmente possuem um poder efetivo, capaz de boicotar até mesmo um banco bilionário.

    Quando as pessoas se sentirem ofendidas com a poluição gerada por indústrias da mesma cidade, elas terão poder para boicotar os maus empreendedores.

    O grande problema é que hoje as pessoas são extremamente submissas ao governo, aceitando até mesmo transporte público que joga fumaça preta na nossa cara.

    O próprio governo é o responsável pelos lixões, pelos ônibus que jogam fumaça preta na nossa cara, etc.
  • Marko  12/09/2017 12:44
    Esclarecedor o artigo! Muito bom.
  • Miguel  12/09/2017 14:39
    Equipe IMB

    O curso de extensão AÇÃO EMPRESARIAL E INVESTIMENTO NA PERSPECTIVA DA ESCOLA AUSTRÍACA DE ECONOMIA é apenas para quem já têm o curso superior? Universitários podem fazer esse curso? Quem apenas tem o ensino médio pode fazer o curso?

    Obrigado e bom dia.
  • John Maynard Keynes  12/09/2017 14:40
    Eu até iria nesta exposição do Santander para falar a verdade, não sou conservador, crente, muçulmano ou qualquer coisa que o valha. O Santander utilizou dinheiro privado, obtido de seus clientes, que contrataram seus serviços por livre e espontânea vontade. "Ah mas é dinheiro de impostos via isenção fiscal". Ué, você preferiria que esse dinheiro fosse para o bolso dos políticos e burocratas do estado? Melhor investir em exposição mesmo... A ação do MBL foi legítima, assim como seria o Santander se continuasse com a exposição (eu preferiria). Se um lado é "babaca" ou o outro é "libertino", isso é sua opinião pessoal e ninguém tem nada com isso... Mas que de fato a reação da mídia progressista só faltou xingar de nazista.
  • Igor  12/09/2017 15:59
    "Ué, você preferiria que esse dinheiro fosse para o bolso dos políticos e burocratas do estado? "

    O problema é adequar essa teoria à realidade: o estado brasileiro trabalha contando com essa arrecadação que, por ora, renunciou via Lei Rouanet. Então, como ela faz para ter o dinheiro que ele (estado) deixou de arrecadar? Simples: aumenta a tributação em outro lugar, e nós contribuintes que pagamos por isto!

    Por isto que não deveria existir Lei Rouanet: deveria ter é redução do estado e da arrecadação tributária. A iniciativa privada iria financiar a cultura como bem lhe interessar, e se não o fizesse, não iria para a conta do estado e nem para o bolso do burocrata corrupto!
  • Ayan  12/09/2017 16:12
    A Lei Rouanet não funciona mais apenas como isenção fiscal.
    Ela já pode ser usada para redirecionar recursos fiscais, com promessas de pagamentos futuros.

    veja.abril.com.br/blog/rio-grande-do-sul/santander-deve-reembolsar-governo-com-verba-de-exposicao/
    https://spotniks.com/os-12-projetos-mais-bizarros-aprovados-pela-lei-rouanet/

    Leis dessa natureza que a esquerda apoia, são a VERDADEIRA definição do "Fascismo".
  • anônimo  17/09/2017 02:48
    A Lei Rouanet é uma das piores leis que esse país possui. Essa lei é o literal significado do fascismo. Toda essa baboseira de "isenção fiscal" é apenas uma máscara, uma maquiagem para o que ela faz de fato.

    Esse vídeo Ancap explica muito bem:

  • José  12/09/2017 19:05
    Não é um comentário e sim duvidas.
    Gostaria de saber como um pais pode adotar Mises na economia se o mundo usa Keynes?
    O pais que optasse pelo liberalismo econômico não estaria em desvantagem frente aos outros países que adotam uma economia controlada?
    O efeito não seria parecido com o de um "Dumping Econômico"?
  • Garcia  12/09/2017 20:01
    Prezado José, não entendi muito bem a sua lógica. Como assim estaria em "desvantagem" e sofreria "dumping econômico"? Poderia elaborar?
  • José  12/09/2017 21:29
    Garcia eu tenho duvidas também, por isso formulei uma pergunta e não uma afirmação.
    Mas deixe-me tentar exemplificar.
    Se a China produz um PRODUTO X subsidiado através de seu "BNDS".
    Como um produtor brasileiro irá conseguir produzir e competir em um mercado desequilibrado
    pelo subsidio adotado pelo outro pais.
    A principio o consumidor irá se beneficiar do preço mais baixo do produto subsidiado mas a longo
    prazo isso pode destruir a industria nacional e deixar o consumidor refém de um monopólio.
    E um parque industria ou uma cadeia de produção não se constrói da noite para dia.
    O que quero dizer é como podemos ser Liberal se o mundo é Protecionista?
  • Garcia  12/09/2017 22:05
    "Se a China produz um PRODUTO X subsidiado através de seu "BNDS"."

    Aí os chineses estão sendo otários. Estão utilizando seus impostos para subsidiar estrangeiros. E nós, os compradores, devemos agradecer essa gentileza e comprar o máximo possível.

    Nenhum presente barato deve ser recusado. Você recusaria? Eu não.

    Aliás, qual o problema do dumping?

    Em primeiro lugar, mesmo no caso extremo de algum país estar sendo tolo o suficiente para nos ofertar produtos a preços realmente abaixo de custo, o certo seria que corrêssemos para aproveitar tal oportunidade, antes que os bobos de lá caíssem em si.

    Se, por exemplo, a China, por pura extravagância, resolver inundar o mercado brasileiro com calçados bons e gratuitos, deveríamos, como consumidores, agradecer a barganha e aproveitá-la enquanto possível.

    Enquanto não chegar o dia -- inevitável -- em que as empresas chinesas irão falir e consequentemente cancelar essa política maluca, os 'compradores' e consumidores brasileiros só terão a ganhar com essa oferta generosa.

    Dumping equivale a receber presentes praticamente gratuitos de estrangeiros. Por que isso seria ruim?

    O dumping só prejudica aquele que o pratica; ele sempre beneficia aquele a quem se destina.

    "Como um produtor brasileiro irá conseguir produzir e competir em um mercado desequilibrado pelo subsidio adotado pelo outro pais."

    Isso não é problema do consumidor brasileiro. Você, como consumidor, nunca se preocupou com os custos incorridos pelas empresas que lhe servem (seja ela um restaurante a quilo ou uma loja de roupas). Tudo o que você quer como consumidor são preços baixos e produtos de qualidade.

    A economia de mercado não é um arranjo para facilitar a vida dos produtores, mas sim dos consumidores. Quem manda são os consumidores e não os produtores. Os produtores simplesmente se adaptam e se viram para satisfazer os consumidores. Se não conseguirem, que caiam fora e vendam seus ativos para empreendedores mais competentes.

    Quem se preocupa com os produtores irá, necessariamente, defender arranjos como os da JBS e da Odebrecht. Eis ali uma política inteiramente voltada para satisfazer produtores, e não consumidores.

    "A principio o consumidor irá se beneficiar do preço mais baixo do produto subsidiado [pelos chineses otários]"

    Exato, e fim de papo. Se há otários literalmente pagando para vender produtos baratos para mim, então eu certamente irei aceitá-los.

    "mas a longo prazo isso pode destruir a industria nacional"

    Pra começar, chinês vendendo pano barato para nós dificilmente irá "destruir a indústria nacional". E, ainda que destruísse, isso apenas seria a mais explícita demonstração de incompetência de nosso empresariado.

    Em segundo lugar, de onde você tirou esse ideia de que é necessário haver uma "indústria nacional"? Quem disse isso? Indústria é algo que só deve surgir espontaneamente se houver demanda do consumidor para tal. Se não houver tal demanda, então não deve haver "indústria nacional".

    Ter uma indústria nacional produzindo bens caros e ruins -- e os quais os consumidores não comprariam caso tivessem a liberdade de importar produtos melhores -- é o mais perfeito exemplo de imobilização e destruição de recursos escassos.

    Em terceiro lugar, tanto a teoria quanto a empiria comprovam que a indústria é forte e pujante exatamente em países com tarifa de importação zero, como Hong Kong e Suíça.

    Óbvio: com tarifa de importação zero não há nenhuma reserva de mercado, o que significa que aquelas indústrias irão produzir exatamente o que consumidor quer, e não aquilo que políticos e burocratas adeptos de "política industrial" acham que ela deve produzir.

    Por último, há vários países ricos e desenvolvidos que não têm nenhuma indústria pujante. A Nova Zelândia, por exemplo, nem sequer tem montadoras de automóveis. E, exatamente por isso, os carros lá são baratos. E a consequência é que há mais carros na Nova Zelândia do que no Brasil (em termos per capita), que tem umas 15 montadoras.

    Quem está em melhor situação?

    "e deixar o consumidor refém de um monopólio."

    Essa você falou sem pensar.

    Essa tese de "fazer dumping para quebrar indústrias para logo em seguida elevar preços e dominar o mercado" é completamente irreal.

    Não apenas isso nunca aconteceu na prática, como também a própria teoria explica que isso seria completamente insustentável, para não dizer irracional do ponto de vista empreendedorial.

    Apenas imagine: você é o gerente de uma grande empresa e quer destruir a empresa concorrente reduzindo seus preços para um valor menor do que os custos de produção. Ao fazer isso, você começa a operar no vermelho. Ao operar no vermelho, por definição, você está destruindo o capital da sua empresa; você está, na melhor das hipóteses, queimando reservas que poderiam ser utilizadas para investimentos futuros.

    Pois bem. Após vários meses no vermelho, você finalmente consegue quebrar o concorrente. Qual a situação agora? Você de fato está sozinho no mercado, porém bastante descapitalizado, sem capacidade de fazer novos investimentos. A sua intenção é voltar a subir os preços para tentar recuperar os lucros de antes. Só que, ao subir os preços, você estará automaticamente convidando novos concorrentes para o mercado, que poderão vender a preços menores.

    Pior ainda: estes novos concorrentes poderão perfeitamente estar mais bem capitalizados, de modo que é você quem agora estará correndo o risco de ser expulso do mercado. Seus concorrentes poderão vender a preços mais baixos e sem ter prejuízos, ao passo que você terá necessariamente de vender a preços altos apenas para recuperar seus lucros.

    Ou seja, ao expulsar um concorrente do mercado, você debilitou sua empresa a tal ponto, que você inevitavelmente se tornou a próxima vítima da mesma prática que você aplicou sobre os outros.

    E é exatamente por isso que tal prática não é observada no mundo real. Ela é totalmente ignara. Um empreendedor que incorrer em tal prática estará destruindo o capital de sua empresa, correndo o risco de quebrá-la completamente. Um sujeito com esta "sabedoria" não duraria um dia no livre mercado.

    E olha que estou utilizando o exemplo de uma empresa concorrendo em um mercado pequeno, hein? Imagine para uma empresa concorrendo em escala global (como é o caso do seu exemplo)?

    "E um parque industria ou uma cadeia de produção não se constrói da noite para dia."

    Com tudo o que foi respondido acima, espero que agora você já esteja equipado para perceber que a sua frase acima é inerentemente dirigista e intervencionista. Na prática, você está dizendo que é você -- e não os consumidores -- que sabe como deve ser o parque industrial do país e o que ele deve produzir.

    Artigo recomendado (e indispensável):

    Como a Nova Zelândia e o Chile transformam vacas, ovelhas, uvas e cobre em automóveis de qualidade
  • José  13/09/2017 11:49
    O que quero dizer é como podemos ser Liberal se o mundo é Protecionista?
    Garcia concordo com você em todos os seus argumentos e lógica de raciocínio entretanto os países
    citados por você são anões perante a população mundial.
    A questão principal é como podemos adotar uma Politica Econômica Liberal em um pais do porte do Brasil sendo que
    países como EUA, China, Russia, Alemanha adotam uma politica protecionista?
    Essas Potencias Econômicas nunca quebram.
    Até quebram. Só que não. Recomendo o filme "A grande aposta" de 2015.
    Essas potencias econômicas agem como Hipermercados eles perdem em um produto mas ganham em outro.Com isso quebram os pequenos.

  • Garcia  13/09/2017 12:02
    "O que quero dizer é como podemos ser Liberal se o mundo é Protecionista?"

    Explicado detalhadamente acima.

    "Garcia concordo com você em todos os seus argumentos e lógica de raciocínio"

    Então é fim de papo. Se você concorda com todos os argumentos e com a lógica do raciocínio, então não há nem "mas", nem "porém", nem "entretanto"..

    "entretanto os países citados por você são anões perante a população mundial."

    Ué, se os "anões" deram certo, então, por uma questão de lógica, será ainda mais fácil para os grandes, não?

    Aliás, você vai se contradizer em relação a isso ali embaixo.

    "A questão principal é como podemos adotar uma Politica Econômica Liberal em um pais do porte do Brasil sendo que países como EUA, China, Russia, Alemanha adotam uma politica protecionista?"

    Exatamente como fazem "anões" como Suíça, Nova Zelândia e Chile.

    "Essas Potencias Econômicas nunca quebram."

    Nenhum país que não seja socialista quebra.

    "Até quebram. Só que não."

    Entendi... Bem lógico.

    "Recomendo o filme "A grande aposta" de 2015."

    O que diabos esse filme (bom, mas falso) tem a ver com o assunto em questão? Sobre o filme:

    O filme "A Grande Aposta" e os mercados - os reais culpados tiveram um passe livre

    "Essas potencias econômicas agem como Hipermercados eles perdem em um produto mas ganham em outro.Com isso quebram os pequenos."

    Ué, você disse lá em cima que os países que eu citei como exemplos de adoção de políticas não-protecionistas não contam porque são "anões". Ou seja, segundo você, países pequenos têm mais facilidade para adotar o liberalismo. Agora, no entanto, você diz exatamente o oposto: que a adoção do liberalismo prejudicaria exatamente os países pequenos.

    Essa sua confusão é típica de pessoas que ainda não dominam teoria econômica: elas vão mudando suas posições de acordo com seus sentimentos.
  • José  13/09/2017 13:12
    Você deve estar certo!
  • Guilherme Menezes  12/09/2017 21:52
    Off-Topic

    Leandro, me recordo de você falar da importância de estudar contabilidade para entender a economia e principalmente o sistema bancário/financeiro, por isso gostaria de perguntar, você fez algum curso ou é autodidata em contabilidade?
  • Leandro  12/09/2017 22:14
    Minha formação é em economia, mas tive contato com a contabilidade durante o curso. E aí fui estudar mais a respeito e, com o tempo, vi que ela é uma área crucial, pois ajuda a explicar vários fenômenos da economia.

    Com efeito, economista que não entende o básico de contabilidade não entende como funciona o sistema bancário e nem as decisões de investimento de uma empresa. Aliás, vou mais a fundo, e digo que ele não conseguirá entender nem mesmo o básico sobre ciclos econômicos.

    O fato de que os cursos de economia negligenciam a contabilidade é um bom indicador do abismo técnico em que se encontra essa disciplina.

    Em tempo, recomendo este artigo que mostra, na prática, como a contabilidade explica um fenômeno que vários economistas não conseguem explicar:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1918


    E também este sobre a crise financeira americana. Quem não sabe o básico de contabilidade não entende por que e como ela ocorreu:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1696
  • Guilherme Menezes  13/09/2017 02:02
    Obrigado pela atenção Leandro, acabei de me formar em economia e estou procurando o próximo passo pra aprofundar meus estudos. Talvez a pós do Mises ou alguma coisa em contabilidade. Abraço!
  • Skeptic  12/09/2017 22:13
    Eles literalmente dizem que destruição causa riqueza, como conseguem dominar o meio acadêmico mundial com tantas bobagens?
  • anônimo  12/09/2017 23:01
    Porque o meio acadêmico moderno é uma piada. É mais movido pela propagação do establishment do que pela realidade.
  • John Maynard Keynes  13/09/2017 12:08
    Boa parte do meio acadêmico vive em uma bolha intelectual-ideológica irreal. As ciências humanas e economia viraram puro wishful thinking, é engenharia social disfarçada de ciência, é a projeção de uma idealização ilógica sobre a sociedade.
  • Realista  13/09/2017 13:00
    O mundo acadêmico não vive mais da produção de conteúdo relevante para a sociedade como tecnologias e pesquisas úteis para o desenvolvimento, são pessoas pouco produtivas fugindo do desemprego que vivem de verbas governamentais, logo vão produzir todo conteúdo que corrobore o pensamento de seus patrões.
  • MARCELLO RICARDO  13/09/2017 20:30
    Gostei muito do texto , tem bons argumentos. Mas o que realmente me chamou a atenção foi o último paragrafo, isto é, o texto foi fechado com chave de ouro. Obrigado.


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