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China: uma aberração econômica keynesiana e mercantilista
O modelo econômico concentra privilégios àqueles ligados ao governo

Recentemente, passei duas semanas viajando pela China. Trata-se de um país de enormes contrastes: o velho e o novo, a pobreza e a riqueza, o tradicional e o moderno, o Ocidente e o Oriente.

Embora tenha sido uma estranha experiência repleta de várias impressões, o que realmente mais chama a atenção é o óbvio e contraditório contraste econômico entre a riqueza e o desperdício.

Nas grandes cidades, localizadas nas zonas de desenvolvimento econômico, o cenário é de enormes arranha-céus comerciais ao lado de grandes complexos de prédios residenciais de pelo menos 30 andares. Estes complexos residenciais são agrupados em dúzias de edifícios enormes e idênticos. Há situações em que estes complexos residenciais estão localizados nos subúrbios, para facilitar a expansão das cidades. Em outras, estão ali apenas para alterar os padrões de locomoção das pessoas de acordo com o plano piloto (feito por burocratas) daquela cidade.

O aglomerado de arranha-céus é salpicado por um impressionante número de guindastes operando nas várias áreas de construção da cidade, os quais produzem apartamentos residenciais e arranha-céus comerciais a uma velocidade impressionante. As cidades vão se expandindo e invadindo a zona rural, devorando as redondezas como um enxame de gafanhotos.

O cenário é um de produção intensa; uma sociedade vivenciando um enorme crescimento econômico e uma grande criação de riqueza.

O que a noite revela

Porém, o cair da noite revela um cenário bastante diferente nestas mesmas cidades em expansão. Embora o pôr do sol faça com que as torres com os guindastes se destaquem ainda mais, é gritante a ausência daquele sinal mais básico da civilização: a iluminação artificial. A maioria destes edifícios já finalizados se transforma em meras silhuetas contra o pôr do sol. E, à noite, são tão escuros quanto o tronco de uma árvore morta.

Se você ficar parado no meio de uma metrópole, poderá observar os arranha-céus de metal e vidro envoltos por luzes de néon, como é de se esperar. Porém, em meio a estes arranha-céus, verá vários edifícios totalmente escuros e vazios — e completamente mortos. E não são edifícios recém-construídos, que apenas estariam esperando a mudança de novos moradores; são edifícios completamente desabitados e que nunca foram usados.

Trata-se de um perfeito exemplo de destruição de capital e de desperdício de recursos escassos, os quais agora estão imobilizados em algo que não é usado e que não está gerando renda e riqueza para ninguém. Tais construções são um monumento ao erro econômico. O contraste é, ao mesmo tempo, enigmático e assustador, e nos revela algo de importante sobre a natureza do recente milagre econômico chinês: ele é fundamentalmente falso e sem solidez.

Para começar, por que tantos prédios vazios? Simples.

Os chineses poupam mais da metade de sua renda. Mais ainda: os 10% mais ricos da população poupam acima de dois terços da sua renda. Mas esse dinheiro poupado não vai para ações. Apenas 7% dos investidores urbanos detêm ações. E metade desses que detêm ações não investiram mais do que US$ 15 mil. Com efeito, estima-se que os chineses colocam apenas 15% de seus ativos na bolsa — e tal estimativa talvez ainda esteja exagerada.

Para onde, então, vai toda essa poupança? Exato, é investida no mercado imobiliário.

A porcentagem de famílias chinesas proprietárias de imóveis chega a 90%. Para efeitos comparativos, nos EUA, essa taxa é de apenas 64%, mesmo com os americanos sendo muito mais ricos que os chineses e, consequentemente, com uma melhor capacidade de receber crédito.

E é assim porque, na China, ser dono do próprio imóvel é uma característica inerente à cultura deles. Um homem chinês não terá nenhuma chance de arrumar uma namorada ou mesmo de usufruir um rápido encontro sexual caso ele não seja o proprietário de um imóvel — não importa o quão pequeno seja o imóvel.

Daí o fervor com que o estado financia construções.

O gráfico abaixo mostra a porcentagem que os imóveis representam da riqueza total da população americana e da população chinesa.

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Ou seja, 74,7% das riquezas das famílias chinesas estão na forma de imóveis. Nos EUA, essa cifra é de 27,9%. Isso ajuda a explicar por que a bolha imobiliária chinesa é uma das maiores da história moderna.

Mas a questão principal é essa: quando essa bolha estourar e os valores dos imóveis despencarem, isso irá causar uma inimaginável implosão na riqueza dos chineses. De uma só vez, 75% (três quartos) dos ativos das famílias chinesas serão destroçados.

Quão grande é essa bolha? Só em Xangai, os preços dos imóveis mais do que sextuplicaram desde 2000, aumentando 6,6 vezes.  Isso representa um aumento de 560%.

Só que, atualmente, 27% dos imóveis chineses em áreas urbanas estão desabitados.

Mas os imóveis não representam toda a má alocação de recursos da economia chinesa. Com efeito, representam apenas uma fatia dela. Houve maciços e esbanjadores projetos de construção em toda a China, os quais envolveram a construção de basicamente qualquer coisa que você seja capaz de imaginar.  Como explicado neste artigo:

Durante um período de apenas dois anos, 2011 e 2012, o qual representou o ápice da tão aclamada "agressiva política de estímulos" do governo chinês em resposta à recessão do mundo desenvolvido, a China consumiu mais cimento do que os EUA consumiram durante todo o século XX!

Esse fato insano tem de ser corretamente digerido.  Eis uma maneira de colocar as coisas em suas devidas proporções.

Pense em todo o processo de urbanização ocorrido nos EUA ao longo dos últimos 100 anos.  Pense na construção de todos os edifícios comerciais, de todos os prédios residenciais, de todas as casas, de todos os arranha-céus, e de todos os shoppings que adornam as milhares de cidades americanas da costa leste à oeste.  Pense também na construção de toda a infraestrutura do país, desde as simples ruas e avenidas das cidades até as grandiosas represas Hoover, TVA e Grande Coulee, passando por toda a malha de rodovias, aeroportos, portos, rodoviárias, estações de trem, de metrô.  Pense em todos os estádios de futebol americano, de beisebol, de basquete, de hóquei; em todos os auditórios e estacionamentos que já foram construídos no país. 

Todo o volume de cimento gasto nesse processo de 100 anos foi o mesmo que a China gastou em dois anos.

Ou seja, a economia chinesa se baseia, de maneira explícita, em projetos criados e financiados pelo estado (via subsídios diretos ou crédito barato fornecido por bancos estatais), como é o caso de todos os edifícios e obras públicas. Provavelmente não seria um grande exagero dizer que a economia chinesa é um projeto keynesiano de criação de empregos artificiais em larga (escandalosa) escala. Tais projetos estão tão longe de uma genuína criação de valor quanto qualquer empreendimento de cunho keynesiano.

Furos e megalomania

O declínio da China já está se tornando mais óbvio se você olhar para os lugares certos. A atividade industrial já apresenta uma queda significativa naqueles setores que fornecem a matéria-prima para toda essa atividade construtora, como os de aço e cobre. Instalações que, até 2014, funcionavam a pleno vapor, com três turnos, hoje mal conseguem manter um único turno. Na maioria delas, há empregados completamente ociosos que estão ali apenas para coletar seus salários. Eles não são demitidos porque, se a empresa fizer isso, irá enfurecer o líder local do Partido Comunista, o qual poderá cortar subsídios e até mesmo punir o empresário.

Ao mesmo tempo em que os arranha-céus emergem, as pessoas se aglomeram em favelas à sombra destes mesmos arranha-céus. Do topo de um hotel de luxo construído exclusivamente para executivos ocidentais, a vista é um tanto sombria em cidades como Hangzhou ou Wuxi. Tudo é uma fachada. Ao passo que as principais ruas das cidades são iluminadas e vibrantes, com inúmeros comércios, ao redor delas há um sem número de favelas totalmente às escuras já por volta de 8 da noite de um sábado. Desta mesma vista do topo do hotel é fácil identificar os trechos da cidade que os planejadores centrais querem que os turistas estrangeiros utilizem: são aqueles únicos que possuem iluminação em meio a todo o resto escuro da cidade.

O tão falado projeto do 'novo cinturão chinês', chamado de "Um cinturão, uma estrada" — um projeto do governo chinês que busca, por meio de ferrovias, portos e rodovias, recriar caminhos milenares que conectavam o Ocidente e o Oriente — nada mais é do que tudo isso em escala internacional. O objetivo do projeto é recriar a rota da seda com uma infraestrutura moderna, ligando o extremo oriente à Europa via terra e água. O projeto consiste em várias obras de infraestrutura em aproximadamente 60 países, e recorre a acordos comerciais para alavancá-lo. Na prática, trata-se de um grande projeto político. Ele é planejado pelo estado, financiado pelo estado e executado por empreiteiras ligadas ao estado. A intenção do projeto, ao menos durante sua fase de construção, é criar obras para empresas chinesas no exterior, garantindo empregos e receitas. Trata-se de algo baseado exclusivamente em planejamento central, e não em reais demandas de mercado.

Como bem resumiu o economista David Stockman, a China é uma aberração cujo modelo econômico simplesmente não tem semelhança a nenhum outro modelo econômico já adotado por algum outro país em algum momento da história (nem mesmo ao modelo mercantilista de estímulo às exportações originalmente criado pelo Japão, e que já se comprovou insustentável). A economia chinesa é hoje uma mistura maluca de empreendedorismo de livre mercado em algumas áreas, de investimentos subsidiados e dirigidos pelo governo, de mercantilismo keynesiano, e de planejamento central comunista. Quando entrar em colapso, não será bonito.

Conclusão

O que a China nos ensina sobre economia e política econômica é aquela lição que quase nunca é fornecida nas salas de aula: é de crucial importância distinguir entre uma produção voltada para a criação de valor e uma produção que apenas consome e destrói capital.

A história do desenvolvimento econômico da China é, majoritariamente, uma história de crescimento insustentável e centralmente planejado, o qual mira apenas os números do PIB. Há uma visível falta de criação de valor, de acumulação de capital e de empreendedorismo voltado à satisfação das necessidades da população.

A produção cria empregos mesmo quando aquilo que é produzido são obras de infraestrutura esbanjadoras e irracionais, cidades fantasmas e prédios vazios em cidades desabitadas (veja vídeos sobre isso aqui). Só que tais empregos só existirão enquanto as obras durarem — isto é, enquanto ainda houver capital disponível para ser destruído, domesticamente ou atraído do exterior.

 

19 votos

autor

Per Bylund

foi consultor de negócios na Suécia e hoje é Ph.D em economia pela Universidade do Missouri e professor na Hankamer School of Business, da Baylor University, no Texas.



  • Tobias Heitor  02/08/2017 15:29
    O governo Chinês é uma aberração, temo pelo sufoco que a população vai passar em virtude disso.
  • Ninguem Apenas  02/08/2017 15:41
    Leandro,

    Existe solução pra China? Na crise americana ou na brasileira dá pra se imaginar sendo resolvida em poucos anos com uma reforma de livre-mercado. Na China ao que me parece, até a reforma do Soto seria um bandaid na perna quebrada.

    Por mais anti-política que seja, existe alguma solução que amenize essa queda?
  • Leandro  02/08/2017 16:09
    Quando se tem um governo com mão-de-ferro (daí a necessidade de censura e maciços projetos militares), população submissa e alguma liberdade econômica, o arranjo dura bastante. A própria URSS, que não tinha liberdade econômica, durou mais de 70 anos. O atual arranjo chinês ainda irá durar um bom tempo. Azar de quem está lá.

    Mas o arranjo, ao que tudo indica, não mais está enganando os investidores estrangeiros. Prova disso é que, no final de 2015, quando o governo desacoplou sua moeda em relação ao dólar com a intenção de torná-la uma moeda competitiva globalmente, ela desabou e gerou uma até então inédita fuga de capital do país. Ato contínuo, o governo chinês entrou em pânico e literalmente criou postos de controle militares nos arredores das grandes cidades para revistar pessoas que estivessem portando moeda estrangeira e imediatamente abandonou seus planos, ao menos temporariamente, de querer que sua moeda vire uma moeda de troca internacional.
  • Ninguem Apenas  02/08/2017 16:38
    É uma pena esta situação, espero que não retornem a miséria e que possam crescer novamente.
  • Octaviano  02/08/2017 16:53
    Como você mesmo disse nesse artigo, a correção sempre vem. E quando vier será interessante.
    Mas eu penso pelo lado positivo, uma eventual crise tem o potencial de derrubar o regime autoritário chinês. Não tem conversa, dinheiro no bolso e comida no prato fala mais alto que a liberdade.

    A convulsão social chinesa aumentará novamente em níveis piores que aqueles simbolizados pelos protestos da praça celestial da paz. Creio que a china pode até se esfacelar territorialmente.
  • Marcelo Boz  03/08/2017 19:00
    Ou pior, quando perceberem que o regime chegou a fim, iniciam uma guerra para inflar o nacionalismo da população e ter um inimigo contra quem lutar.
    E olha que as forças armadas chinesas já suplantaram em poder os russos. E em pouco tempo vão rivalizar com os americanos.
  • Eduardo Alves Ramos  02/08/2017 15:57
    Já morei na China por dois anos (sou engenheiro aeronáutico). A única cidade que funciona a contento é Xangai. Nas outras você nem sequer consegue sacar dinheiro nas ATMs, que sempre estão quebradas. E o pior é que a esmagadora maioria do comércio só trabalha com dinheiro.

    Xangai é pujante mas a pobreza nas outras cidades principalmente nas periferias delas é dantesca.

    Fora o ar que é irrespirável. São Paulo é um paraíso em comparação.

    Há obras grandiosas e faraônicas no país. Os hotéis voltados para os turistas ocidentais são tão monumentais que beiram a extravagância. Só o lobby do Hotel Shangyu tem a altura de um prédio de 6 andares e eu tive de andar uns 800 metros (juro) só pra chegar ao meu quarto, o que incluía uma escada rolante absolutamente gigantesca, típica de metrô.

    Só que tudo era só aparência. Os serviços do hotel eram péssimos. A piscina tinha uma água esverdeada e tinha lixo boiando nela (e era verão). O ar condicionado estava estragado, e a recepção informou que estava assim durante todo o verão.

    Ou seja, o hotel era só visual; nos serviços, era menos que funcional. Isso é típico de todos os hotéis fora das áreas turísticas.

    Mas o que mais me chamou a atenção foi a megalomania dos aeroportos. Os principais foram projetados pensando no A380. Consequentemente, os portões são grandes demais para os aviões convencionais, os quais são obrigados a estacionar no tarmac e esperar os passageiros via ônibus ao mesmo tempo em que as pontes de embarque dos terminais estão vazias. Isso causa inúmeros atrasos nos vôos. O aeroporto de Hangzhou foi eleito o segundo pior do mundo em termos de pontualidade: apenas 42% dos vôos saem no horário.

    De resto, é raro ver o verdadeiro povo chinês se beneficiando de qualquer coisa. Quase sempre só dá a elite do PC chinês e os empresários ligados a eles. (Nos próprios eventos de minha empresa havia figurões do PC e grandes empresários do ramo, pois você não consegue fazer nada lá sem a permi$$ão de burocratas).
    Muita gente pensa que a China é uma potência irrefreável. Mas só fala isso quem conhece apenas os centros turísticos. Quando se sai dali é possível ver que as estruturas são podres.
  • MARCO ANTONIO SCHIAVON  02/08/2017 17:35
    Excelentes observações do Eduardo Alves Ramos. Uma pergunta: Como vc viu a política de filhos únicos? Um amigo q morou lá disse q isso une mais as pessoas no trabalho.
  • Eduardo Alves Ramos  02/08/2017 18:23
    Não sei, pois o meu contato com o povo (o povo mesmo) era mínimo. Meus colegas de trabalho eram todos estrangeiros. E os chineses ricos com quem conversei não davam essa margem de conversa. E eu não me aventurei a fazer perguntas íntimas aos poucos chineses do povo que tive contato.
  • jfontes  02/08/2017 20:02
    É a versão chinesa das velhas cidades "Potemkin" da URSS.
  • Fabrício  02/08/2017 16:57
    Vivemos momentos muito interessantes. Atualmente estamos assistindo ao fracasso total do "capitalismo de estado", uma das poucas alternativas ideológicas que ainda sobravam às forças políticas de esquerda. Associado ao fragoroso fracasso econômico do populismo latino-americano, nos exemplos vivos e irrefutáveis da Venezuela e Argentina, o que virá agora?
  • Andre  02/08/2017 18:34
    Vão colocar toda a culpa no capitalismo e as pessoas vão acreditar, fim.
  • Pablo Habibe  02/08/2017 17:55
    Como assim sem paralelo? A Alemanha nacional-socialista, o Brasil dos militares, o Brasil do PT, o Iraque do socialismo Baath... De várias maneiras, a Rússia de Putin...

    Todos quebraram ou colapsaram antes de dar tempo de quebrar. No final, é apenas uma questão de escala...
  • Ricardo  02/08/2017 18:00
    Desistem neoliberais, a China é um grande sucesso de projeto político-econômico do Estado para moldar o crescimento sustentável da economia chinesa ao longo prazo, o país está desde 1980 com este modelo crescendo a taxas absurdas a ponto de chegar a 2º maior economia do mundo passando o Japão e futuramente passando os EUA, acredito que na próxima década irá passar os EUA. A China é um sucesso de Estado forte como prega nosso grande líder Ciro Gomes, aquele que irá conseguir levantar o Brasil para competirmos com a China e EUA, o futuro do Brasil é o Ciro Gomes e com ele poderemos ter o nosso querido sonho realizado - o país do futuro.
  • Arnaldo  02/08/2017 19:14
    hahahhaha
  • Ex-microempresario  02/08/2017 23:23
    O Brasil é o país do futuro. E sempre será.
  • sandrozc  07/08/2017 18:44
    Sim, nunca chegará ao presente.
  • Andre  02/08/2017 23:52
    Não brinca com isso, rapaz. Normalmente, as consequencias desse tipo de política são desastrosas. Muitas pessoas irão sofrer.
  • Pedro  04/08/2017 19:21
    Me parece que a china logo será a maior economia do mundo, porém sua queda será tão rápida quanto a ascensão. Pois usa de métodos artificiais ou não tão eficientes. A China é tipo o Eike batista, muita gente o admiravam pela riqueza, mas não sabiam como tinha chegado ao objetivo.
  • Ricardo  09/08/2017 17:37
    Eu avisei.

    www.pdt.org.br/index.php/pdt-e-partido-comunista-da-china-fortalecem-parceria-e-discutem-candidatura-de-ciro/
  • Vladimir  02/08/2017 18:10
    China vai demitir até 6 milhões de trabalhadores estatais

    economia.estadao.com.br/noticias/geral,china-vai-demitir-ate-6-milhoes-de-trabalhadores,10000019052
  • Fernando   02/08/2017 18:12
    A China precisa encontrar empregos para os milhões de trabalhadores que chegam do campo. Se não conseguir, pode haver instabilidade social, revoltas e ataques à legitimidade do Partido Comunista. Como resultado, a China toma emprestado o equivalente a bilhões de dólares para financiar projetos de prestígio e do tipo "elefante branco" que criam empregos, mas o país não pensa em como pagar a dívida.

    Estamos diante de uma crise de proporções gigantescas. 2018 promete.
  • Luiz  03/08/2017 00:52
    O fenômeno demográfico já "virou o fio" na China. Já não existem mais milhões de agricultores querendo ir para as fábricas. As fábricas deles já são muito mais automatizadas que as do Brasil e os trabalhadores já ganham mais que a média brasileira.
    Fábricas que usam mão de obra intensiva estão indo para o Vietnã, Camboja, India
  • Luiz  03/08/2017 01:16
    Nos anos 90 (97 e 98) houve um forte tombo na economia dos chamados Tigres asiáticos e todos agourentos ocidentais se apressaram em apontar o dedo dizendo: "viram, eu não disse que o milagre iria acabar".
    E menos de 2 anos depois tudo já tinha voltado ao ritmo de antes da crise.
    O grande salto de formação que estes países deram praticamente impede retrocessos drásticos, coisas como revolução, derrubada de governo, tudo isto está fora de questão. Estas populações já tem um nivel de cultura e um patrimônio pessoal que impede este tipo de atitude destrutiva.

    Eu já visitei muitas empresas nestes países e o traço comum nas pessoas bem sucedidas é a aceitação da máxima de que quem trabalha mais merece ganhar mais. E quando podem eles trabalham o máximo possível para enriquecer e dar bem estar às suas famílias.
    Não se vê mais este tipo de atitude no ocidente.
  • Tulio  03/08/2017 02:09
    Com a diferença básica de que a economia dos tigres asiáticos sempre foi muito mais normal e sensata que a chinesa, e a crise de 1997 foi inteiramente cambial (os países tinham um câmbio fixo sem Currency Board, um arranjo totalmente instável; leia todos os detalhes aqui).

    Não durou mais do que um ano.
  • Emerson  02/08/2017 18:14
    O homem mais rico da China que construiu sua fortuna em imóveis diz que o país é a maior bolha da história.

    www.jornaldenegocios.pt/empresas/imobiliario/detalhe/imobiliario-na-china-e-a-maior-bolha-da-historia
  • Paulo Ricardo Mubarack  02/08/2017 19:04
    como prega nosso grande líder Ciro Gomes,

    AHAHAHAH, parece coreano do norte falando.

    às favas com Ciro Gomes, queremos liberdade para empreender e zero Estado.
  • Pensador Consciente  02/08/2017 19:13
    China mais um barco furado do socialismo/comunismo a cair,enfim burocratas enriquecendo e fazendo merda em conluio com a classe política do partido comunista,enfim a esquerdalha vai ter de engolir mais um fracasso...
  • Xenon  02/08/2017 20:13
    Sabe-se que vai haver colapso so se não sabe quando.
  • Angelo  02/08/2017 21:03
    A pergunta que tem de ser feita é quando a China irá implodir. O que eu acho mais engraçado são os economistas ditando a economia chinesa como uma solidez de um diamante, já teve até um maluco que chegou a dizer que em 2030 a China irá ter um PIB ppp de US$123 TRILHÕES. O que é isso meu? Em que mundo esses caras vivem? A economia parece mais misticismo, e sabemos como isso acaba, Eike Batista é um exemplo.
    Leandro é possível saber quando a economia chinesa irá colapsar?
  • Ninguem Apenas  02/08/2017 22:11
    Eu não sou o Leandro, mas essa resposta o Hayek já deu. É um conhecimento impossível de se ter ou calcular, pois isso necessitaria de conhecimento perfeito e capacidade total de prever e conhecer eventos futuros.

    Como saber o futuro das relações de cada um dos chineses e o quanto de poupança ou qual as reformas que o país realizará e etc?
  • Angelo  03/08/2017 00:49
    Peter Schiff acertou sobre a crise de 2008.
  • ed  02/08/2017 23:07
    "Leandro é possível saber quando a economia chinesa irá colapsar? "

    Claro que não. E quem souber e acertar o timing vai ficar rico. É só realizar venda a descoberto na bolsa chinesa e pegar os milhões quando tudo desmoronar.
  • mauricio   02/08/2017 23:12
    Entendo essa questão de criar valor, mas a divida é absorvida pelas pessoas que investiram ! Investimento também é uma questao cultural, muitos indianos investem em joias, na idade média as obras religioas eram muito valorizadas e moviam parte substancial da economia, ou seja, valor também é uma questão cultural ! Nosso COMPERJ ( da Petrobras, é um exemplo de investimento sem valor !!!) . Isso sim é triste !!!
  • LUIS  02/08/2017 23:53
    Para discutir...

    Pelo fato do chinês poupar 1/2 da sua renda, isso cria uma diferença na existência de uma bolha, pensando que ele não está adquirindo crédito de bancos, e sim ter poupado para investir,? Muda o contexto de um calote?
  • Carlos  03/08/2017 00:27
    A encrenca é que tanto a construção dos imóveis quanto a aquisição são feitas com crédito estatal, o que afeta e desvirtua completamente a poupança.

    Dado que os juros são inteiramente estipulados (e desvirtuados) pelo estado -- tanto para a construção quanto para a compra -- é impossível dizer que é a poupança que está direcionado todo o processo.

    De um lado, o crédito subsidiado barateia a construção dos imóveis para as empreiteiras; de outro, pressiona os preços e eleva artificialmente os valores.

    Ou seja, o desequilíbrio é dos dois lados. E quando o vier o ajuste...
  • Padawan  03/08/2017 02:03
    Por favor, alguém pode fazer a gentileza de explicar a um iniciante como o crédito estatal afeta a poupança (por que "poupança" e não "consumo")?

    "De um lado, o crédito subsidiado barateia a construção dos imóveis para as empreiteiras; de outro, pressiona os preços e eleva artificialmente os valores." É o mesmo processo do "Minha Casa, Minha Vida"?
  • Hugo   03/08/2017 02:10
    Explicado em detalhes e com exemplos aplicados ao Brasil aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2466
  • Padawan  03/08/2017 14:48
    Obrigado, Hugo!
  • Pensador Consciente  03/08/2017 13:12
    Este é o nosso problema,por não sermos pesquisadores,mas simples leitores tendemos a confundir os conceitos e ficarmos boiando sem entender patavina,isto acontece com todos nós e o IMB está aqui para esclarecer mentes confusas e tornar compreensível assuntos complexos,mas explicáveis.

    A grande imprensa sabe disso e finge não saber por estar em conluio com seu grande patrocinador o estado leviatã.
  • News  03/08/2017 01:33
    www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160808/lemann-quer-fazer-futuro-presidente-brasil/400453
    www.istoedinheiro.com.br/noticias/negocios/20160808/novo-grande-sonho-jorge-paulo-lemann/401259
  • Luiz Novi  03/08/2017 12:38
    Os recursos que estão sendo desperdiçados são de poupança, ao meu ver não há risco de estouro de bolha, mas apenas destruição de valor, uma vez que não há demanda efetiva pelos grandes investimentos. O estouro de uma bolha não seria quando a população estiver completamente endividada, ou seja, quando os recursos que não geram valor são de empréstimos bancários, estes sem qualquer lastro em poupança?

    Fica a dúvida.

    Obrigado pela atenção.

    Abraços.
  • Hans  03/08/2017 13:59
    "Os recursos que estão sendo desperdiçados são de poupança"

    Não. São recursos comprados via crédito subsidiado (com juros distorcidos pelo estado) e imobilizado em imóveis fantasmas. Se a demanda fosse oriunda exclusivamente da poupança, não haveria bolha e não haveria disparada de preços de 560%.

    Chinês poupa, sim, mas também se endivida para comprar imóveis. Ninguém compra imóveis só com poupança.

    "ao meu ver não há risco de estouro de bolha"

    Sempre há risco de estouro de bolha quando ativos são inflados via crédito farto e barato. E os preços dos imóveis estão totalmente inflados (tanto é que a maioria está vazia)

    "mas apenas destruição de valor, uma vez que não há demanda efetiva pelos grandes investimentos."

    Parcialmente correto. De fato, há destruição de valor porque há recursos escassos sendo imobilizados em coisas sem demanda. Mas não há demanda porque o valor ainda está alto. O preço terá de diminuir para atiçar a demanda. E, ao diminuir, isso configura estouro de bolha.

    "O estouro de uma bolha não seria quando a população estiver completamente endividada, ou seja, quando os recursos que não geram valor são de empréstimos bancários, estes sem qualquer lastro em poupança?"

    Estouro de bolha ocorre quando os preços dos ativos -- que foram artificialmente inflados -- atingem seu ápice e, ao não mais terem demanda, despencam.
  • Luiz Novi  03/08/2017 14:58
    Hans, PERFEITO esclarecimento.
    Na minha pergunta tomei como base apenas a poupança, uma vez que o chinês poupa muito, porém ignorei os juros distorcidos pelo estado, o que faz os ativos se tornarem inflados via crédito farto e barato. Demanda realmente não é apenas por produtos e serviços que a população precisa, mas a preços condizentes com o mercado, sem qualquer manipulação que torne estes preços absurdos.
    Obrigado.
  • Juliano   03/08/2017 13:36
    Pode ser uma grande besteira a minha pergunta mas é algo que me incomoda neste artigo. Não seria contraditório dizer que aproximadamente 75% da população tem investimentos em imóveis, por questões culturais, inclusive, e, ainda assim, a maior parte reside em favelas? Desculpem a ignorância e obrigado pela resposta.
  • Rafael  03/08/2017 13:42
    Você leu errado.

    O que é dito é que 74,7% da riqueza total está investida em imóveis. Falar que 74% da riqueza total está investida em imóveis não é o mesmo que dizer que 74% da população tem investimento em imóveis.

    Se a riqueza estiver concentrada -- como é o caso da China -- esses 74% podem estar nas mãos de poucas pessoas.

    Adicionalmente, é dito é que 90% das famílias chinesas são proprietárias de imóveis. E favela é um imóvel.
  • anônimo  03/08/2017 13:51
    Sei que não tem muito a ver com o texto, mas é uma ideia que eu gostaria de compartilhar.

    Meu Estado

    No mundo atual, onde o Estado está cada vez mais interferindo na economia e na vida das pessoas. Em um mundo globalizado onde as informações chegam em segundos do outro lado do globo. Um mundo tão grande em diversidade e ao mesmo tempo tão pequeno. Um mundo em que a tecnologia torna possível pessoas possuírem relações de afinidade mesmo com distâncias continentais, mas em que também há pessoas que optaram por viver da forma como seus ancestrais viviam. Vale a pena repensar a função do Estado e seus limites.
    A democracia moderna parece ser a forma mais justa de governo. As pessoas votam e a maioria obtém a vitória. E esta maioria que obteve a vitória nas urnas, em tese, deveria ver concretizadas no mandato do político que eles elegeram as promessas feitas durante o período de campanha. Quase sempre isto não ocorre, os políticos costumam atender apenas a pequenos grupos que geralmente não representam a maioria, mas que "fazem muito barulho" ou que contribuem para as suas campanhas.
    Além do fato de os políticos não estarem de fato empenhados em cumprir o que prometeram, eles, após eleitos, só têm uma coisa em mente: Garantir a vitória para a próxima eleição. Eles não estão preocupados com o bem da maioria que os elegeu, mas estão empenhados em ganhar a próxima eleição. Assim, todos os atos que eles realizam têm o objetivo de que os eleitores votem neles novamente. Isto faz com que sua visão, seus planos e suas estratégias sejam voltadas apenas para o curto prazo.
    Se por um lado o poder executivo não cumpre o que promete, o legislativo possui outros problemas além deste. O que faz com que um deputado pareça eficiente é a quantidade de projetos de lei que o mesmo cria e consegue que sejam aprovados. Isto não é uma coisa boa. Hoje no Brasil são criadas por ano cerca de 6.000 leis. E para cada lei e regulamentação criada perdemos um pouco da nossa liberdade. Então um parlamento ocioso parece ruim, mas um parlamento que trabalha muito pode ser ainda pior.
    E o problema final da democracia, a corrupção. Esta está entranhada no sistema democrático do princípio ao fim. Os políticos para serem eleitos precisam fazer campanhas caras e não se faz isso sem dinheiro. Por isso, é necessário que pessoas ou empresas contribuam para as campanhas. Mas as empresas que contribuíram vão querer algum favor de volta depois que o político for eleito. Licitações superfaturadas e fraudulentas, aprovação de leis que favoreçam determinado setor, propina etc. Não há como a democracia se livrar de um mal que faz parte dela mesma.
    Estes males da democracia levam a uma apropriação indevida do Estado por políticos ou grupos e isto é ruim para todo o resto da sociedade que passa a ter que custeá-los. Para solucionar o problema não é necessário o fim do Estado ou o fim da democracia, mas repensá-los. Democracia vêm do grego d?µ???at?a que significa "governo do povo", então a solução é simples, basta que democracia seja realmente o governo feito pelo povo. Já existiram vários exemplos de democracia direta no mundo moderno e existem bons exemplos e mau exemplos. Pretendo descrever uma forma de democracia direta que não seria ruim e também não seria uma transição tão traumática.
    Primeiramente, precisaríamos redefinir os papeis dos poderes e tornar o Estado mais justo e criar mecanismos que impeçam que o Estado seja apropriado por algum grupo.
    O executivo deveria ser mínimo e passar a operar, com exceção do quadro de funcionários e custos operacionais, sem orçamento gerado por impostos, mas com orçamento doado. Cada obra que o governo quiser executar deverá ser arrecadada voluntariamente com a sociedade. Aqueles interessados deverão financiar o projeto. Os quadros de funcionários seriam drasticamente reduzidos. O pagamento dos funcionários e dos custos operacionais seria dividido pelos cidadãos. O executivo também deixaria de ter poderes de ditar regras e criar decretos, isto só poderia ser feito votando uma lei. O executivo deixaria de ter poderes sobre a moeda, o banco central poderia ser trocado por um currency board ou ainda manter uma moeda fiduciária, mas sem nenhum poder de criar dinheiro.
    Seria necessário também extinguir o legislativo, porque as leis seriam aprovadas diretamente pela sociedade. A ideia é que se reúna um grupo de especialistas jurídicos selecionados pelo seu conhecimento via concurso para desenvolver uma constituição minimalista, onde sejam criadas apenas leis que projetam a propriedade e a vida e também as questões relativas ao funcionamento de alguns órgãos públicos como o executivo e o judiciário. Após redigirem a constituição seriam dispensados. Então a população aprovaria a constituição por um referendo.
    Toda vez que alguém quiser criar uma lei nova, deverá arcar com os custos do processo e após redigida a lei, será apresentada a população e votada. Tudo isto vale a nível estadual ou municipal, variando apenas o alcance da lei.
    As forças policiais e armadas continuariam a existir totalmente independentes de poderes, e seu financiamento seria semelhante ao do executivo. No caso de ser necessário o aumento do efetivo ou compra de equipamentos, a força deverá enviar primeiro uma solicitação que deverá ser aprovada pela população do município, estado de destino, ou, no caso de forças federais, federação.
    Ninguém deve ser impedido de se associar ou de se isolar. Não haverá perseguição religiosa ou qualquer outra neste Estado, porque não terá poderes para tal. Se alguém quiser ser comunista, se associe e compre um pedaço de terra onde ele poderá ser comunista. Se alguém quiser ser capitalista, que seja.
    Sei que é muito simplista, mas seria uma forma pouco traumática de tornar o Estado mais justo, sem a necessidade de extinguí-lo totalmente.
  • Arnaldo  03/08/2017 15:25
    E Taiwan?
  • cmr  03/08/2017 16:17
    Taiwan não é reconhecida como um país independente até hoje, nem a ONU, os EUA, a UE, etc... reconhecem Taiwan como um país independente.

    Na prática eles possuem uma independência econômica da China, mas na teoria eles são parte da China, sempre foram.

    Já Hong Kong e Macau já tiveram um dia reconhecimento como países independentes, hoje são tidos como parte da China.

    Não sou especialista em China, mas me parece que a China tem um poder menos centralizado do que o Brasil, mesmo tendo governos mão de ferro.

    Repare que os países asiáticos possuem governos mão de ferro e população altamente submissa ao estado, todos, sem exceção.
    Mas é o civilizadíssimo Japão ? Resposta: o uso da força é a última instância para o exercício do poder, o governo não precisa usar a força quando a população se curva às suas ordens.

    "Para um país ser uma ditadura não precisa ter um tanque de guerra na esquina, não precisa colocar gasolina no tanque e mandá-lo para a esquina, o tanque só vai para a esquina quando há a necessidade de confrontação física."
    --Paulo Eduardo Martins
  • Nertuuis  06/08/2017 00:39
    Taiwan também possui independência política da China Continental.
  • cmr  03/08/2017 15:53
    A China está quebrada e com uma infraestrutura excelente,
    já o nosso Brasil está quebrado e sem infraestrutura.

    Taí a diferença...
  • Andre  03/08/2017 17:38
    Bem lembrado, após o inevitável colapso, a China tem todas as condições de retomar seu enriquecimento, já o Brasil não dispõe de nenhum recurso para tal.
  • Renminbi   03/08/2017 16:19
    Leandro e cia, já li que a redução da taxa de crescimento da economia chinesa não é um fato espontâneo, mas que foi planejada a partir de um estudo preparado pelo Partido Comunista da China em 1998. O estudo teria alertado para a crescente distorção entre o nível de renda da população urbana e o da rural, e, além disso, o documento também analisava a pressão que o crescimento econômico centralizado na indústria impunha sobre recursos não renováveis, como a água. Essas teriam sido as causas para o país diminuir a produção rural em 20% e de incentivar o êxodo rural com estímulos ao setor de serviços para absorver a mão de obra. Também afirmaram que a queda nas exportações é consequência da crise mundial. O que acham?
  • marcelo lanzara  04/08/2017 16:20
    Parabéns! Em minha opinião, o primeiro comentário que chegou ao ponto!
    Como já disse em outro comentário, NADA OCORRE POR ACASO. Qualquer pessoa com inteligência mediana saberia dos riscos que corre a economia de um país quando produzem e incentivam o que não possui demanda...
    Tudo isso foi devidamente planejado, já sabidas as consequências.
    Alguém aqui acredita que a China irá quebrar um dia?
    Me perdoem, mas na atualidade globalizada, sabem quem depende da China? Somente o resto do MUNDO!
  • Nau Oliver  07/08/2017 14:28
    Parabéns, exata conclusão.
  • GJ  03/08/2017 17:34
    Pessoal, como a China conseguiu arrecadar tanto dinheiro nos últimos anos? Foi só investimento estrangeiro?
  • Jose Seidl  03/08/2017 17:48
    Majoritariamente. Com toda a destruição de capital feita pelo comunismo de Mao, seria impossível o país se reerguer sozinho sem capital estrangeiro. Simplesmente não havia mais capital no país.
  • Luiz Moran  04/08/2017 11:36
    Os chineses já "invadiram" a América Latina, África e várias nações ao seu redor, além de serem os maiores credores dos EUA.

    Não esperem coisa boa disso, mesmo porque, a tirania e o absoluto desprezo pelo próximo são a marca registrada e histórica da China.

    A estratégia grega do cavalo de Tróia segue mais atual do que nunca.
  • cmr  04/08/2017 17:52
    É só nesses países o livre mercado ser instalado, e veremos os melhores chineses empreendendo. Claro que eles existem e são muitos.

    Já aqueles mercados ultra regulados, como o do nosso Brasil, só atrairá a canalhada.
  • Nordestino Arretado  04/08/2017 22:56
    Não sejam ridículos e não ponham todos na mesma panela. Tem vários chineses aqui na minha cidade, a maioria é dono de comércio, desde lojas de eletrônicos à restaurantes e lanchonetes. Como conseguiram empreender eu não sei, mas estão melhor que muitos brasileiros que ficam por aí dependendo de bolsa família e não sei mais o quê, não procuram nem um emprego. Só falta agora você nos propôr um apartheid social para nós proteger dos chineses malvados. Parece seguidor de Olavo de Carvalho.
  • Estevao Miguel  04/08/2017 20:22
    Pessoal, eu estudo economia, estou no 1º semestre, sou um pouco leigo em todo esse mundo teorico/economico. Alguem pode me explicar o que há de tão mau nesse tipo de perfil economico que a china se encontra ?
  • Eliseu  04/08/2017 20:51
    É insustentável. É politicamente dirigido. Os empresários não estão ali para atender às demandas dos consumidores, mas sim para agradar a elite política. Ele consome capital e destrói recursos escassos, mas quase não cria riqueza para a população. O credito não é direcionado segundo critérios de mercado (demanda dos consumidores), mas sim de acordo com exigências políticas. Adicionalmente, é inteiramente voltado para exportações e não para satisfazer o 1,3 bilhão de habitantes do país.

    De certa forma, é algo em escala muito maior ao que a Dilma fez no país.

    Como a crescente estatização do crédito destruiu a economia brasileira e as finanças dos governos
  • Jorge Jeronimo Pinha Costa  05/08/2017 16:33
    Em todo regime comunista, apesar do comunismo ser caracterizado pela ausência de uma matriz econômica, já que a economia é a gestão da escassez devido ao fato dos recursos serem finitos e precisam ser geridos como tal, existe sempre uma matriz econômica secreta, ou seja existe a gestão da escassez, só que essa matriz é controlada com mão de ferro pelos controladores do regime. Assim temos um crescimento econômico que é gerido pelos "donos do poder". Quando o regime atinge o ponto de ruptura, como aconteceu com a explosão da União Soviética, essa riqueza gerada passa a ser gerida pelos antigos controladores do regime. Isso explica o aparecimento a riqueza dos magnatas russos após a queda do comunismo.
    No caso da China, provavelmente, toda a riqueza interna gerada durante o período do regime comunista tradicional, está em poder dos atuais controladores do atual sistema de governo chines, que não é mais um regime comunista tradicional como antes.
    Isso também está a ocorrer em Cuba, onde ainda temos um regime comunista, mas não mais tão tradicional como antes, e podemos verificar a concentração de riqueza nas mãos dos Castro e seus apadrinhados.
  • Miguel  07/08/2017 18:43
    Leandro,
    Estava lendo uma entrevista de James Rickards - autor do livro best-seller "Currency Wars" e do "The Death of Money" que fala sobre como a China usa o ouro e o FMI para remover o dólar como moeda de reserva.
    Entrevista com James Rickards: O plano da China de substituir o dólar
    Nessa entrevista ele fala algumas coisas interessantes, porém ainda não sei avaliar se o que ele falou faz sentido, e por isso preciso de uma análise curta.

    "
    Epoch Times: E quanto ao ouro?

    Sr. Rickards: O ouro possui uma série de vetores. Tecnicamente, ele está configurado para uma grande recuperação. Deixe-me separar os fundamentos das tecnicalidades.

    Fundamentalmente, meu preço-alvo para o ouro está na faixa de 7 a 9 mil dólares por onça. Isso não é algo que acontecerá de imediato, mas também não é uma previsão de 10 anos. É uma previsão de 3 a 5 anos, para o preço subir cerca de 5 a 6 vezes.

    Epoch Times: Em que se baseia a análise?

    Sr. Rickards: Ela se baseia num colapso da confiança no dólar e em outras formas de dinheiro de papel. Para restaurar a confiança há dois meios: Inundar o mundo com liquidez do Fundo Monetário Internacional (FMI) na forma de Direitos Especiais de Saque [DES, uma forma de moeda emitida pelo FMI], ou voltarmos ao padrão-ouro.

    A inundação do mercado com DES seria altamente inflacionário, de modo que isso colocaria o ouro numa posição superior. Se voltarem ao padrão-ouro, eles terão de assumir um preço não deflacionário.

    As pessoas dizem que não há ouro suficiente no mundo. A resposta é que sempre há ouro suficiente no mundo. É apenas uma questão de preço. Agora, em 1300 dólares a onça, não há ouro suficiente para apoiar o comércio e as finanças mundiais. Mas em 10 mil dólares a onça, há ouro suficiente. Não se trata de ouro, mas do preço.

    Se voltarmos ao padrão-ouro temos de evitar o erro que a Inglaterra cometeu em 1925, ao voltar ao padrão-ouro pelo preço errado, o que provou ser altamente deflacionário, e contribuiu para a Grande Depressão. Eu fiz as contas sobre isso e o preço não deflacionário para um padrão-ouro hoje é cerca de 9 mil dólares a onça.

    Epoch Times: Em que se baseira o seu preço-alvo?

    Sr. Rickards: Ele é baseado em sustentar a oferta de papel-moeda com ouro. Isso seria usar M1 [notas de papel, moedas e contas correntes] como a base monetária, com um suporte de 40%. Se você fosse usar M2 [M1 mais contas de poupança e fundos do mercado monetário] com um suporte de 100%, isso equivaleria a 40 mil dólares a onça.

    Epoch Times: Investidores em ouro fariam a festa!

    Sr. Rickards: Isso não significaria que o ouro valeria mais [em termos reais]; isso significaria apenas que o dólar entrou em colapso. Mas de fato você faria mais dólares por onça. Isso seria uma previsão para 3 a 5 anos.

    Para o próximo ano, esses fundamentos não são susceptíveis de emergir em um ano. Mas as tecnicalidades podem. Tecnicamente, o ouro está configurado para valorização devido à diminuição da oferta flutuante.

    Epoch Times: Será que isso tem a ver com a queda do ouro no ano passado?

    Sr. Rickards: Houve 500 toneladas retiradas do depósito GLD [Spider Gold Trust ETF] pelos bancos de ouro. Essa foi uma retirada física maciça do mercado. As pessoas realmente não entendem como o GLD ETF funciona. Quando as pessoas estão comprando o GLD, elas não estão comprando ou vendendo ouro; elas estão comprando e vendendo ações.

    O ouro fica num armazém e só está disponível para os participantes autorizados. Se você olhar a lista de participantes autorizados e a lista de bancos de ouro, eles são praticamente os mesmos: Goldman Sachs, Citigroup, JPMorgan, Morgan Stanley, Deutsche Bank, HSBC etc.

    Os bancos têm a capacidade de comprar ações, tomar ações, trocá-las e obter o ouro físico. E eles estavam fazendo isso e enviando o ouro para Shanghai para apoiar o comércio e o arrendamento em mercado de ouro de Shanghai. Então, quando você pega 500 toneladas e despeja no mercado, isso é cerca de 20% da oferta anual de mineração. Isso é uma injeção física maciça.

    O outro fator é apenas a pura e simples manipulação, o que é muito visível nos preços de futuros do Comex (mercado de commodity). Eu vi algumas análises estatísticas que demonstram a manipulação do mercado, sem sombra de dúvida.

    Epoch Times: Um duplo golpe…

    Sr. Rickards: Então, a questão é que entre a manipulação do banco central por meio dos futuros do Comex e o despejo físico dos bancos de ouro, e com a limpeza do depósito GLD, e, aliás, também do depósito Comex, há uma enorme quantidade de ouro que entrou no mercado em relação às tendências de fornecimento normais, colocando enorme pressão de venda no Comex.

    Então, isso foi uma combinação ruim, mas o problema é que isso não é sustentável.

    Epoch Times: Então, e agora?

    Sr. Rickards: Você não pode saquear o depósito duas vezes. Uma vez que você retire todo o ouro, você não pode retirá-lo de novo. O cofre do JPMorgan está baixo, o cofre de Comex está baixo e o cofre do GLD está baixo.

    Epoch Times: Para onde o ouro está indo?

    Sr. Rickards: Um dos grandes movimentos agora é o ouro se deslocando de lugares como UBS, Credit Suisse e Deutsche Bank para depósitos privados como G4S, ViaMAT e Brink's. Isso não aumenta a oferta de ouro de forma alguma. Mas o que isso faz é que diminuir a oferta flutuante disponível para negociação.

    Se eu tivesse o meu ouro no UBS, o UBS normalmente tem o direito de re-hipotecagem. Mas se eu retirar o meu ouro e movê-lo para o ViaMAT, ele está apenas sentado ali e não está sendo comercializado ou re-hipotecado.

    Então, se eu mover o ouro do UBS para o ViaMAT, não há mais ou menos ouro no mundo. Eu ainda sou o dono, e é a mesma quantidade de ouro. Mas da perspectiva do mercado, a oferta flutuante diminuiu.

    O maior jogador nisso é a China. A China está comprando milhares de toneladas de ouro secretamente por meio de fraude e usando recursos de inteligência militar, operações secretas etc.

    Epoch Times: Então, por que o preço do ouro continuará subindo?

    Sr. Rickards: Há uma oferta total de ouro no mundo. Mas para encurralar um mercado ou espremê-lo, você não precisa comprar todo o ouro, você só precisa comprar a oferta flutuante. Pense em todo o ouro do mundo, é cerca de 170 mil toneladas. Pense num pedacinho em cima disso que é a oferta flutuante disponível para negociação.

    O ouro que está nos cofres do Comex, JPMorgan ou GLD está disponível para negociação. O ouro comprado pelos chineses não verá a luz do dia novamente pelos próximos 300 anos, e não está disponível para negociação. Assim, com o ouro indo do Ocidente para o Oriente, e do GLD para a China, a quantidade total de ouro mantém-se inalterada, mas a oferta flutuante está declinando rapidamente.

    Isto significa que o papel-ouro que fica em cima da oferta flutuante está se tornando cada vez mais instável e vulnerável a um estrangulamento, porque não há ouro físico suficiente para apoiá-lo. Então isso provavelmente provocará colapso em certo ponto, levando a um estrangulamento rápido e compras pesadas.

    Epoch Times: Sr. Rickards, em nossa última entrevista (parte 1, parte 2), falamos sobre o ouro e por que ele poderia valorizar. Você também mencionou que os chineses estão por trás da compra de enormes quantidades…

    James Rickards: Eu encontrei-me com a maior refinaria de ouro do mundo, o chefe de operações de metais preciosos. Ele recentemente expandiu sua capacidade; eles criaram toda uma nova área em sua fábrica e é altamente automatizada. E ele está trabalhando em turnos triplos, ele está trabalhando 24 horas por dia para produzir ouro.

    Ele está produzindo 20 toneladas por semana e metade disso vai para a China. Então, isso equivale a 10 toneladas por semana, o que é cerca de 500 toneladas por ano. E isso é apenas uma refinaria, sem contar todas as outras, isso é muito ouro.

    Ele disse que os chineses querem mais, mas ele não fornecerá porque tem clientes regulares. Ele supre os relógios Rolex e outros indivíduos de alto patrimônio líquido e instituições, que são todos clientes de longa data. Ele não pode recusar a preencher suas ordens.

    Ele disse: "Estou fazendo todo o ouro que posso, trabalhando 24 horas por dia, enviando tanto ouro quanto posso para a China, 500 toneladas por ano, e os chineses ainda querem mais."

    Epoch Times: Como o suprimento pode se manter?

    Sr. Rickards: Então, de onde vem o ouro? Ele vem da produção mineradora, sucatas e barras de 400 onças. Os chineses estão basicamente virando as costas para o mercado de ouro de Londres e criando um novo padrão. Então, o velho padrão eram barras de 99% ouro puro de 400 onças, o novo padrão são barras de 99,99% ouro puro de um quilograma.

    Desta forma, o que as refinarias estão fazendo é que elas estão pegando as barras de 99% ou 400 onças, e refinando-as em barras de 99,99% ou de um quilograma, porque essa é a única coisa que a China quer.

    Eles estão pegando barras de 400 onças, que pesam 25 libras ou 11,34 kg, e transformando-as em barras de 1 kg. Os chineses gostam de 1 kg, porque há muita demanda por isso, e é muito melhor para contrabandear. Há uma enorme fuga de capitais saindo da China.

    O Shanghai Gold Exchange está em processo de substituir Londres como o centro de comércio de ouro do mundo, e eu mencionei alguns aspectos disso [em minhas entrevistas anteriores].

    Um deles é que muito do abastecimento flutuante está se deslocando para lá; segundo, os chineses mudaram o padrão de barras de 400 onças para de um quilo, e estão facilitando a negociação e a construção de grandes cofres em Shanghai e têm suas próprias refinarias. Assim, considerando todas essas tendências juntas, fica muito claro que o centro de comércio de ouro está se deslocando de Londres para Shanghai.

    Epoch Times: E sobre a compra chinesa do cofre de ouro do banco JPMorgan em Nova York?

    Sr. Rickards: Eu não ponha muita credibilidade na compra do cofre do JPMorgan, aquilo foi uma transação imobiliária. Eles compraram todo o arranha-céu Chase Manhattan. Mas há um cofre no subsolo. Eu não posso imaginar que eles gastaram mais de um bilhão de dólares num prédio para que pudessem obter um cofre. Tenho certeza que foi um negócio imobiliário, e o que eles queriam era o edifício, mas de fato há um cofre lá.

    Além disso, se você é chinês, por que você desejaria seu ouro em Nova York, você preferiria que estivesse em Shanghai. Mas o que está ocorrendo em Shanghai é muito significativo. Basta dizer que a China está se tornando o poder mundial do ouro. Em termos do sistema monetário mundial, Shanghai está se tornando o centro de comércio mundial de ouro em lugar de Londres e, colocando essas duas coisas juntas, você tem de se perguntar por quê?

    Epoch Times: Por quê?

    Sr. Rickards: Acho que eles vêem algo que a maioria das pessoas não vê. O sistema monetário internacional baseado em moedas de papel é frágil e suscetível de entrar em colapso, e, quando o sistema precisa ser reformado, o povo com a maior voz na mesa será aquele com mais ouro.

    Epoch Times: Certo, mas mesmo incluindo esta compra frenética, os chineses têm uma menor porcentagem do seu abastecimento de dinheiro reservado em ouro do que os Estados Unidos.

    Sr. Rickards: Eu concordo com isso, o que me diz que eles continuarão comprando. Acho que eles adquiriram três ou quatro mil toneladas em segredo, mas não acho que estejam satisfeitos.

    Epoch Times: A China pode abastecer o mundo com uma moeda de reserva?

    Sr. Rickards: Não com o yuan. (a) Eles não querem abrir sua conta de capital; (b) O yuan não pode ser moeda de reserva global. O yuan está se expandindo em uso como moeda de comércio, mas a maioria das pessoas não entende a diferença entre uma moeda de comércio e uma moeda de reserva. A moeda de comércio é apenas uma forma de manter a contagem no mecanismo da balança de pagamentos.

    Entre o Brasil e a China, se o Brasil se compromete a aceitar o yuan pelos produtos brasileiros, e a China se compromete a aceitar reais em troca de produtos chineses, está tudo certo. Isso satisfaz a relação e resolve as transações de tempos em tempos. Isso é uma moeda de comércio ou troca.

    Mas ser uma moeda de reserva significa que os países que têm reservas têm de investir em alguma coisa, então você precisa de um lastro líquido significante de ativos de investimento. A China não tem isso. Não há mercado de obrigações chinês. Há alguns títulos Dim-Sum e algumas outras coisas, mas não existe um mercado de títulos do governo chinês, e levaria de 10 a 15 anos para desenvolver um.

    Mas não é simplesmente uma questão de emitir dívida. A China não precisa obter empréstimo, porque eles têm muitas reservas. Se eles não emprestam, então, não há obrigações, e, se não há títulos, não pode haver uma moeda de reserva, porque não há nada em que investir.

    Mesmo que eles fizessem isso, não há estado de direito na China, então como você confiaria que os chineses não roubariam seu dinheiro? Então, com tudo isso junto, eles não estão nem perto de ser uma moeda de reserva.

    Epoch Times: Então, o que os chineses estão fazendo?

    Sr. Rickards: O que a China quer são os DES ['Direitos Especiais de Saque', um instrumento monetário internacional que funciona como um tipo de dinheiro entre os governos], porque eles não controlam o dólar. Os DES são emitidos pelo FMI, e a China está simultaneamente fazendo lobby para mais votos no FMI.

    A China está tentando usar sua disposição de emprestar dinheiro ao FMI para comprar notas de DES do FMI e assim dar dinheiro ao FMI para socorrer a Europa. Ela está tentando usar isso como alavanca para conseguir mais votos. Se ela tiver mais votos, ela se sentiria confortável usando os DES como moeda de reserva, porque seu uso seria regulado pelos membros do FMI e isso faria a China o segundo maior membro, depois dos Estados Unidos.

    Os Estados Unidos estão se opondo a isso, mas a francesa Christine Lagarde [chefe do FMI] está pressionando fortemente pelo aumento da participação chinesa. É um jogo mundial complicado.

    Se você me perguntasse se a China quer se livrar do dólar como moeda de reserva global, a resposta é sim. Mas a maioria das pessoas pensa que é porque eles querem o yuan. Mas não é. E sim os DES.

    Epoch Times: O que os Estados Unidos podem fazer sobre o dinheiro devido à China?

    Sr. Rickards: Tudo o que temos de fazer é inflar nossa moeda e pagá-los de volta em dólares mais baratos e isso se refletiria numa transferência de riqueza da China para os Estados Unidos. Assim, a China é completamente vulnerável a isso, e é por isso que eles estão comprando ouro para criar um fundo.

    Se inflarmos, então o ouro subirá. Então, o que eles perdem no papel, eles ganham com o ouro.
    "
    Faz sentido o que ele disse Leandro?
  • Emerson Luis  13/08/2017 15:22

    O planejamento central do Estado é a forma mais eficiente de desperdício de recursos.

    * * *


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