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Por que o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo, embora tenha matado muito mais?
Eis os seis motivos

Quando as pessoas descrevem indivíduos ou regimes particularmente maléficos, por que elas utilizam os termos "nazista" ou "fascista", mas quase nunca "comunista"? Considerando o inigualável volume de sofrimento humano causado pelos comunistas, por que o termo "comunista" causa muito menos repulsa que "nazista"?

Os comunistas mataram 70 milhões de pessoas na China[1], mais de 20 milhões de pessoas na União Soviética (e isso sem incluir os aproximadamente 5 milhões de ucranianos[2]), e exterminaram um terço (33%) da população do Camboja. No total, os regimes comunistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987. Adicionalmente, os comunistas escravizaram a população de nações inteiras, como Rússia, Vietnã, China, Leste Europeu, Coréia do Norte, Cuba e boa parte da Ásia Central. Eles arruinaram as vidas de mais de um bilhão de pessoas.

Sendo assim, de novo, por que o comunismo não tem a mesma reputação horrenda do nazismo?

Motivo número 1

Falando bem diretamente, há uma ignorância avassaladora sobre o histórico do comunismo.

Ao passo que tanto a direita quanto a esquerda desprezam o nazismo e estão sempre ensinando lições de seu odioso legado, a esquerda jamais odiou o comunismo. E dado que a esquerda domina o ambiente acadêmico, praticamente ninguém leciona sobre a história maléfica do comunismo.

Motivo número 2

Os nazistas fizeram o Holocausto. E nada se compara ao Holocausto em termos maldade pura.

A perseguição e a captura de praticamente todo e qualquer indivíduo judeu — homens, mulheres, crianças e bebês — no continente europeu e o subsequente envio de todos eles para campos de concentração e trabalho forçado, onde em seguida eram assassinados, foi algo sem precedentes e sem paralelos em termos de perversidade.

Os comunistas mataram muito mais pessoas que os nazistas, mas jamais se igualaram ao Holocausto em termos de sistematização do genocídio. A singularidade do Holocausto e a enorme atenção corretamente dada ao fenômeno ajudaram a garantir ao nazismo uma reputação bem pior que a do comunismo.

Motivo número 3

O comunismo se baseia em teorias igualitárias que soam bonitas e humanistas para os mais ingênuos. O nazismo, não. O nazismo se baseia explicitamente em teorias atrozes.

Intelectuais — inclusive, é claro, os intelectuais que escrevem a história — são, no geral, seduzidos por palavras. Eles tendem a considerar que ações são menos importantes do que palavras e intenções. Por esse motivo, eles raramente dão às horrendas ações do comunismo a mesma atenção que dão às horrendas ações do nazismo. Eles raramente atribuem aos comunistas a mesma responsabilidade que atribuem aos nazistas. Nas raras vezes em que reconhecem as atrocidades dos comunistas, eles as ignoram dizendo que foram perversões do "verdadeiro comunismo", o qual teria sido "deturpado".

No entanto, eles (corretamente) consideram que as atrocidades cometidas pelos nazistas foram as consequências lógicas e inevitáveis do arcabouço teórico do nazismo, o qual não foi deturpado nem pervertido.

Motivo número 4

Os alemães assumiram a responsabilidade pelo nazismo, expuseram completamente suas atrocidades, e tentaram reparar seus erros. Já os russos nunca fizeram nada similar em relação aos horrores perpetrados por Lênin e Stálin.

Muito pelo contrário, aliás. Lênin, o pai do comunismo soviético, ainda é amplamente venerado na Rússia. Quanto a Stálin, como disse o especialista em história da Rússia Donald Rayfield, historiador da Universidade de Londres, "as pessoas ainda negam, assertivamente ou implicitamente, o holocausto de Stalin".

A China fez ainda menos. O país jamais se expiou pelo maior homicida e escravizador dentre todos os comunistas, Mao Tsé-Tung. O governo do país sequer reconhece oficialmente os crimes de Mao, que continua reverenciado na China. Todas as cédulas da moeda chinesa carregam o seu retrato.

Enquanto Rússia e China — e Vietnã, Cuba e Córeia do Norte — não reconhecerem e admitirem as atrocidades que cometeram sob o comunismo, os horrores do comunismo continuarão menos conhecidos do que os horrores cometidos pelo governo alemão sob Hitler.

Motivo número 5

Os comunistas assassinaram majoritariamente seu próprio povo. Já os nazistas mataram relativamente poucos alemães.

A "opinião mundial" — esse termo amoral e praticamente sem significado — considera que assassinatos de membros pertencentes a um mesmo grupo são bem menos dignos de atenção do que o assassinato de quem está de fora. É por isso que, por exemplo, negros chacinando milhões de compatriotas negros na África não obtém praticamente nenhuma atenção da "opinião mundial."

Motivo número 6

Na visão da esquerda, a última "guerra justa" foi a Segunda Guerra Mundial, a guerra contra o nazismo alemão e o fascismo japonês.

A esquerda não considera que guerras contra regimes comunistas sejam "guerras justas". Por exemplo, a guerra americana contra o comunismo vietnamita é considerada imoral. Já a guerra contra o comunismo coreano — e seus apoiadores comunistas chineses — é simplesmente ignorada.


Enquanto a esquerda e todas as instituições influenciadas pela esquerda continuarem se recusando a reconhecer quão atroz, maléfico e desumano foi o comunismo, continuaremos a viver em um mundo moralmente confuso, no qual idéias abertamente comunistas são saudadas por intelectuais influentes e políticos declaradamente simpáticos a este regime são eleitos e respeitados.

Em respeito às vítimas do comunismo, devemos estudar, aprender e divulgar tudo o que elas sofreram sob este regime. Afinal, ainda pior do que ser assassinado ou escravizado é um mundo que nem sequer reconhece que você o foi.

__________________________

Leia também:

Socialistas, comunistas e nazistas - por que a diferença de tratamento? 


[1] Há historiadores que dizem que o número total pode ser de 100 milhões ou mais. Somente durante o Grande Salto para Frente, de 1959 a 1961, o número de mortos varia entre 20 milhões e 75 milhões. No período anterior foi de 20 milhões. No período posterior, dezenas de milhões a mais.

[2] Normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões.  De acordo com o historiador Robert Conquest, se acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos "kulaks", o grande total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes.

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autor

Dennis Prager
é autor de livros, colunista de jornais, apresentador de talk show e conferencista.  Criou a Prager University, um centro de educação online voltado para a difusão de idéias pró-liberdade e pró-livre iniciativa.


  • Constatação  27/06/2017 15:27
    Aí as ratazanas vermelhas vem com a resposta pronta: "ah, mas isso não foi comunismo de verdade".
  • Czech  05/07/2017 20:34
    A velha desculpa de sempre!

    sensoincomum.org/2017/04/03/apoiar-venezuela-maduro-nao-imagina/


    Eis um ótimo artigo de reflexão sobre esta "muleta argumentativa inquebrável":

    sensoincomum.org/2016/11/06/deturparam-marx-milesima-edicao/
  • Czech  05/07/2017 21:27
    Gostaria de saber como esses "intelectuais" explicariam a implosão da União Soviética e a queda do Muro de Berlim...

    Essa "argumentação" do Eric Hobsbawm, a de que os "fins justificam os meios" é um tanto arrogante e totalitária; ela não presume o espelho moral que deve nortear o senso de Justiça e igualdade de Lei perante a todos. Ou seja, se eu não for enviado pro Paredon ou se o tiro 'revolucinário' não atingir a minha cabeça ou dos meus chegados, tá bom demais a 'Revolução' para os outros.

  • Historiador Honesto  05/07/2017 22:06
    O único que deu o braço a torcer foi Robert Heilbroner.

    Quando a economia da União Soviética entrou em colapso no final da década de 1980, Heilbroner, professor de economia multimilionário e de esquerda, admitiu que Mises estava certo. Em um artigo na revista The New Yorker intitulado "Após o Comunismo" (10 de setembro de 1990), ele literalmente disse a frase: "Mises estava certo".

    Ato contínuo, Heilbroner disse que os socialistas teriam de mudar de tática, parando de acusar o capitalismo de ineficiência e desperdício, e passar a acusá-lo de destruição ambiental. Consequentemente, deveriam ser criadas inúmeras burocracias, regulamentações e leis com a explícita intenção de subverter totalmente as características do capitalismo a ponto de fazer com que, segundo os próprios socialistas, o novo arranjo social gerado não possa de modo algum ser considerado capitalismo.

    Adicionalmente, Heilbroner disse que o socialismo era simplesmente uma ideologia morta.
  • Kaleb  27/06/2017 15:56
    Existem outros motivos que deveriam ser discutidos. Um bem apurado é a cegueira ideológica da esquerda em relação ao número de mortos pelo regime comunista, muitos deles nem fazem ideia da quantidade ou são intelectualmente desonestos e isso tem de ser levado em conta.
    Neste artigo você pode compreender melhor, um tal de Gilson Moura nos comentários com um sujeito que alego ser o autor o site debatendo brevemente sobre isso.

    Mas ambos os regimes possuem semelhanças que mereçam ser discutidas. O nazismo fazia oposição ao capitalismo do mesmo modo que o socialismo o fazia, e vale lembrar que na época o mundo estava na pós-crise e 29, Hitler conseguiu moldar seus discursos decorrente da situação favorável que pesava em prol do socialismo e do anticapitalismo e com isso alcançou a popularidade.
    Posso estar cometendo um engano ao comentar isso, mas o nazismo tinha raízes marxistas. O próprio discurso dos nazistas alimentavam esse ódio contra o capitalismo, isso resulta numa terrível briga de classes, eram os pobres assalariados contra os burgueses capitalistas. O projeto do movimento nazista era totalmente favorável ao socialismo, só que esse fosse nacionalista, isto é, não queria exportar sua revolução ao mundo, o socialismo era para os alemães.
  • Adolfo  27/06/2017 16:13
    Sim. Em sua política econômica, os nazistas eram socialistas. Eles praticaram controle de preços, controle de salários e arregimentaram toda a produção nacional, voltando-a para o setor militar. Nesse sociedade totalmente arregimentada, todos viviam em função de obedecer às ordens do Führer.

    A propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas era o governo quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seriam permitidos ao proprietário privado nominal receber.

    É por isso que há o socialismo de estilo soviético (bolchevista) e o socialismo de estilo alemão (nazista). Fixar preços é uma forma de ataque à propriedade privada, pois retira dos produtores as opções que eles teriam no livre mercado para aplicar seus recursos. Fixação de preços é um decreto estatal que, na prática, proíbe os proprietários de investirem seus recursos onde bem quiserem.

    Há um artigo inteiro sobre isso:

    Por que o nazismo era socialismo e por que o socialismo é totalitário
  • Karl Marx  27/06/2017 15:59
    Eu não assumo esse BO.
  • anônimo  27/06/2017 17:28
    Se você resolve dirigir embriagado em cima da calçada e em alta velocidade e atropelar alguém não tem como dizer que não foi culpa sua.
    A mesma coisa vale para a teoria marxista.
  • Padawan  27/06/2017 17:53
    Deturparam-te!
  • e.p  27/06/2017 16:01
    Discordo do motivo numero 2, visto que a máquina de matar nazista teve como "tutora" a máquina de matar comunista. Explico; os alemão admiravam a formidável maquina de matar comunista, e procuraram a KGB da época para aprender como matar em massa de modo barato e eficiente. A KGB ensinou aos alemãos tudo sobre genocídio. O holocausto promovido pelos alemães realmente é perverso, porém o holocausto comunista consegue ser triplamente pior.
  • Lucas Veiga  27/06/2017 23:13
    Na verdade a perseguição nazista foi mais cruel que a comunista. Embora ambas perseguições fossem cruéis, os comunistas na maioria das vezes perseguiam por ideologia, ou seja, pessoas que se opunham ao comunismo ou até mesmo comunistas que não seguiam a cartilha ideológica do ditador, como Stalin fez em relação aos seguidores de seu rival Leon Trotsky. Os nazistas, por sua vez, perseguiam pessoas por etnias, como os ciganos, os eslavos e os judeus étnicos. Lembrando que Hitler não perseguia apenas os seguidores da religião judaica, mas sim quem era um judeu por etnia. Mesmo que esse judeu se convertesse ao catolicismo, ao protestantismo, ao ateísmo ou qualquer outra religião os nazistas ainda o veriam como um judeu e portanto ele ainda estaria sujeito à prisão, trabalhos forçados e a execução no Holocausto. Até mesmo pessoas que nunca praticaram o judaísmo e nem tinham conhecimento da religião judaica foram perseguidas pelos nazistas por terem algum antepassado judeu, e isso é muito mais cruel, pois você pode escolher ser comunista, liberal, conservador, direitista, esquerdista, anarquista, fascista mas você não pode escolher ser um judeu (da etnia judaica), negro, cigano ou eslavo já que você nasce assim e portanto não tem escapatória.
  • Igor  28/06/2017 00:00
    Se pesquisar mais a fundo, verá que não tem muito essa diferenciação. O socialismo soviético, desde Lenin, matava por diversos motivos que não somente por oposição ideológica. Até xenofobia havia: os cossacos (principalmente da Ucrânia) eram perseguidos e mortos como judeus eram na Alemanha nazista. A diferença é que aqueles ensaiaram alguma resistência, mas não detem certo.

    E os Gulags (URSS) e Laogais (China) eram tão cruéis quanto os campos de concentração nazistas.
  • Minarquista  29/06/2017 19:43
    Deixa eu ver se entendi: é mais cruel matar pessoas que têm genes diferentes, do que matar pessoas que têm ideias diferentes? É isso o que vc sugere?

    Não há justificativa nenhuma para matar os diferentes. Buscar juízos de valor, para concluir qual motivos de assassinato é mais ilegítimo não faz sentido.

    A linha do artigo, baseada em quantidade de assassinatos, é muito mais racional: o comunismo foi muito pior porque assassinou muito mais.

    []s
  • Joao  28/06/2017 14:11
    Gostei bastante do texto, mas também discordo do item 2.
    O que o khmer vermelho fez no Camboja foi tão abominável quanto o nazismo.
  • Thales Gomila  27/06/2017 16:12
    Esses motivos precisam ser divulgados com maior frequência no Brasil. Ainda temos quase todos os partidos comunistas, ditos ou não. Excelente artigo!
  • Walter  27/06/2017 16:18
    Os esquerdistas, progressistas e socialistas de hoje se arrepiam com a simples sugestão de que sua agenda pouco difere da dos maníacos nazistas, soviéticos e maoístas. Não é necessário defender campos de concentração ou conquistas territoriais para ser um tirano. O único requisito necessário é acreditar na primazia do estado sobre os direitos individuais.

    Os inenarráveis horrores do nazismo, do stalinismo e do maoísmo não foram originalmente criados nas décadas de 1930 e 1940 pelos homens associados a tais rótulos. Aqueles horrores foram simplesmente o resultado final de uma longa evolução de ideias que levaram à consolidação do poder nas mãos de um governo central, e tudo em nome da "justiça social".

    Foram alemães decentes, porém mal informados — e os quais teriam tido espasmos de horror à simples ideia de extermínio e genocídio —, que construíram o Cavalo de Tróia que levou Hitler ao poder.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2162
  • Luiz Afonso  27/06/2017 18:25
    "para ser um tirano basta acreditar na primazia do Estado sob os interesses individuais"

    Esta frase é brilhante e resume por que o Socialismo é um regime de terror e opressão com a desculpa que de que tudo é pelo social.
  • Luis  27/06/2017 16:45
    Alguns comentarios:

    1- Se eu fosse fazer uma tese de Doutorado em historia ou economia, iria pesquisar o grau de liberdade economica da Alemanha Nazista.

    2- Esta faltando no Livro Negro do Comunismo um capitulo sobre a Venezuela.

    3-Sobre a guerra do Vietnã, inicialmente Ho Chi Min queria libertar o país da dominação francesa. Depois os comunistas fizeram a cabeça dele.

    Por ultimo, mas não menos, parabéns ao IMB por disponibilizar as palestras em vídeo. Obrigado.
  • Igor  27/06/2017 18:21
    "2- Esta faltando no Livro Negro do Comunismo um capitulo sobre a Venezuela."

    O livro foi publicado em 1997, antes de Hugo Chavez chegar ao poder. Mesmo quando da revisão, em 1999, ainda não dava para incluir a Venezuela, pois é um livro de história (e não ideológico) que se baseia na contagem de mortos (além de presos) com base em fatos e documentos, ou seja, somente é algo que se pode fazer a posteriori.
  • Luis  27/06/2017 16:52
    Sugestão de tradução:

    https://fee.org/articles/were-seeing-massive-reductions-in-global-poverty/

    Para termos argumentos em conversas.
  • Alguém  27/06/2017 18:52
    Um artigo parecido:

    tradutorliberal.wordpress.com/2017/03/21/cinco-graficos-que-mudarao-sua-opiniao-sobre-a-pobreza/
  • HHH  27/06/2017 17:28
    Esqueceu o principal motivo, Propaganda.
    O holocausto foi cometido contra (((eles))).
    Eles simplesmente eram donos da maioria dos veículos midiáticos da época, por exemplo:

    New York times
    New York Post
    Washington Post
    CBS
    NBC
    Philadelphia Record
    e muitos outros jornais/canais de televisão da época.
    Além da grande influência em livros e em filmes de Hollywood.
    A quantidade de filmes, livros, programas de TV e matérias jornalistas anti-nazismo/holocausto é abundante.




  • Guga  27/06/2017 18:10
    Realmente, os judeus controlam muita coisa. E os coitados dos russos e chineses não possuem poder nenhum.
  • anônimo  27/06/2017 19:35
    "os judeus controlam muita coisa"

    E esse foi um dos motivos principais de Hitler persegui-los. O povo judeu sempre foi muito rico e unido.
  • HHH  27/06/2017 19:58
    Em termos de mídia (((eles))) são os melhores, talvez devido ao alto QI verbal.

    Eu citei varias mídias onde os donos eram/são ((())), não lembro de cabeça de nenhum canal de TV russo ou chines nos EUA.

    A China e a URSS eram poderosas, mas as vitimas não.

    Além disso essa mesma mídia anti-nazista é/era em grande parte pro socialista.

    O próprio New York Times que tanto criticava o nazismo era totalmente omisso, quando não negacionista, quanto ao holodomor e similares.

    Talvez devido a grande influência (((deles))) na revolução soviética, talvez por outro motivo, mas é fato que ocorreu propaganda pro comunismo, mesmo que no inicio de maneira sutil.

    "O jornalista americano Walter Duranty, correspondente do New York Times em Moscou e vencedor do Prêmio Pulitzer de 1932, foi um negacionista do holodomor, até sua morte em 1957"

    Jogue "Walter Duranty" no google, deveria ser um jornalista do New York Times, mas era um propagandista de Stalin.

    O fato é que a mídia sempre fez muita propaganda anti nazista e muitos eram comunistas.

    Quando uma pessoa como Mises fala sobre o poder das ideias, ele sabe bem o que está falando.
  • Milico Aposentado  27/06/2017 17:49
    Esses comunistas não satisfeitos em destruir a Rússia agora querem destruir o nosso país.

    A solução pra isso é intervenção militar já!
  • Renegado  07/11/2017 14:56
    Imagine que caso houvesse essa intervenção militar que vejo tantos defendendo atualmente, que o general em questão seja mais um autoritário como Hitler, Maduro, Fidel castro ou até mesmo o Kim Jong-un. E que este general terá todo o poder de intervir em tudo, pois o termo "intervenção militar" é apenas um eufemismo para ditadura militar. Portanto, na minha opinião, se houver esta tal intervenção militar, as coisas ficarão no mínimo iguais, ou até mesmo piores do que o atual arranjo.
    Acredito que temos que lutar e atuar, isso sim, nas causas reais dos atuais problemas da sociedade brasileira, que de um modo geral, podemos atribuir ao inchaço, opressão e intervenção estatal e não apagar fogo com gasolina.
  • tales  27/06/2017 17:57
    Resumidamente, o que difere um do outro é o cinismo.
  • Emerson  27/06/2017 18:22
    Como bem comentado por alguns, o principal motivo é a propaganda ideológica.

    E ainda conseguiram convencer a maioria de que "comunismo" e "socialismo" são dois constructos totalmente distintos e separados um do outro.
  • Bruno Feliciano  27/06/2017 18:45
    Tudo que é coletivo não da certo, basta ver os condomínios.

    Quem mora em prédio ai ou qualquer outro tipo de condomínio sabe a confusão que é, sempre tem problema e intriga de morador.
    Não é atoa que as Camarás de arbitragem Brasileira e o judiciário são atolados com esse tipo de litígio.

    O mesmo vale negocio de família, principalmente as grandes, sabe o pau que é os herdeiros.

    Por mais que tenha contratos e a coias toda, dificilmente você vê funcionando em harmonia.

    Eu sempre odiei essa história de dividir, isso de coletivizar, de impor a força e obrigar os outros a fazer o que não quer. Acho que por causa da minha criação, personalidade e jeito, eu sempre odiei essa porcaria de socialismo.

    E isso que sempre me influenciou pro lado mais ANCAP do negocio.

    Eu sempre achei o Nazismo e o Comunismo inimigos um dos outros, são dos coletivismos que lutam entre si. Como os terroristas do oriente médio, as facções brigam entre si sendo que ambas tem um viés muito parecido.


  • Leandro Campos  27/06/2017 18:50
    Esquerda do proletariado ou esquerda da raça superior, qual vai ser mais interessante?
  • Mídia Insana  27/06/2017 18:55
    "Se Hitler invadisse o inferno, eu acharia algo de bom para falar do Diabo." - Winston Churchill.

    Pense na perspectiva dos EUA. Se você gasta quantias absurdas de pessoas e recursos para nivelar as cidades de um inimigo centenas de milhares de quilômetros distante a terra, cimento e fogo; você precisa de um aparato de propaganda que justifique tal ato antes (o Lusitânia na Primeira Guerra), durante e depois do conflito. É imprescindível que seu aparato de propaganda demonize os feitos do inimigo e torne irrelevante em comparação com os feitos da sua facção (alguém aí já ouviu falar dos campos de concentração para japoneses durante a Segunda Guerra?). Quando os EUA perdem a superioridade moral para sustentar uma guerra prolongada longe de casa - vide o Vietnã -, eles perdem a guerra ou ela nunca acontece (o fracasso no Afeganistão impediu a ocupação na Síria ou a guerra contra Irã).

    Imagine o Presidente Roosevelt declarando à população que estará entregando bilhões de dólares gratuitos de land-leasing para uma ditadura ateísta com histórico de massacres de múltiplas etnias e submissão de povos enquanto estará bombardeando uma outra ditadura mas que é nacionalista e cristã cuja etnia é a segunda / terceira mais comum entre os próprios americanos. Só com um 11 de Setembro para convencer a população de que anos de austeridade desnecessária compensam uma guerra onde tudo que o americano tem a ganhar é voltar intacto para casa.

    E além do mais, a guerra começou em defesa da Polônia e terminou com a Polônia ainda submetida a um país estrangeiro (?). Metade da Europa que antes era livre veio junto dela para o controle da União Soviética. Stalin conseguiu o que Hitler jamais sonhou. Tudo isso em um tratado de paz formal e com champanhe entre os aliados.

    O fim da Segunda Guerra Mundial é um episódio revoltante de tão contraditório.
  • Antonio Ferrão Neto  27/06/2017 19:12
    O motivo mais importante não foi comentado. O comunismo cometeu genocídio tão gigantescos, que não sobraram pessoas para chorarem os seus mortos. Ou os que sobraram foram calados pelo próprio regime aos quais estavam submetidos. Já no caso do terrível Holocausto nazista, milhões de judeus foram mortos. Os judeus, desde que Jerusalém foi saqueada no início da Era Cristã, eles se espalharam por todo o mundo, mas mantiveram-se unidos pela sua religião e pela sua Fé no único Deus. Judeus são como parentes. Se um judeus é assassinado em um país qualquer, os judeus do mundo inteiro irão reclamar a morte daquele judeu. E é dessa união que existe entre os judeus que está a fonte de grande parte do antissemitismo. Eles formam "máfias" nos negócios e no comércio. São acusados da prática de usura. Ajudam-se mutuamente e não ajudam aqueles que não são judeus.
  • Renato  28/06/2017 13:27
    Os judeus foram perseguidos? Sim, foram. Mas quando o cristianismo surgiu os judeus de perseguidos viraram perseguidores de cristãos (o Novo Testamento mostra muito bem isso); veja como os judeus sempre tiveram participação em governos, até mesmo na Roma e Grécia antiga...O julgamento de Cristo, onde os judeus ameaçaram até Pôncio Pilatos em denuncia-lo a César, mostra como eles tinham uma participação muito grande nos governos.

    A situação começou a mudar no caso de judeus perseguindo cristãos quando o cristianismo começou a ser a maioria...
  • Thales Gomila  27/06/2017 19:22
    Esses motivos precisam ser divulgados com maior frequência no Brasil. Ainda temos quase todos os partidos comunistas, ditos ou não. Excelente artigo!
  • Carlos Henrique Dumard  27/06/2017 21:16
    Acho que faltou o principal, o fato da Alemanha ter saído derrotada da Segunda Guerra Mundial. Se os alemães tivessem vencido a guerra e derrotado os russos, eles descreveriam e aumentariam todos os horrores cometidos pelos soviéticos. Quando os soviéticos mataram milhares de civis em Kathyn, tentaram atribuir o ato aos alemães, mas a verdade apareceu. Provavelmente (embora obviamente o regime nazista seja horroroso, assim como o comunista) os russos botaram muitas mortes nas costas dos alemães, por crimes que os próprios russos cometeram. São dois regimes lixos, que desprezam o ser humano e sua individualidade, e vivem de devaneios coletivistas.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  27/06/2017 22:47
    O comunismo e outras doutrinas esquerdistas precisam ser eliminadas do meio educacional.
  • Eduardo R., Rio  28/06/2017 01:12
  • Renan Merlin  28/06/2017 02:00
    Eu acho que as imagens do Holocausto são chocantes demais e é por isso que as pessoas o odeiam mais que o comunismo.
    Quando se lembra do comunismo primeira coisa que vem em mente e o holocausto super divulgado em contrapartida o holomodor que são tão chocantes quanto e pouco divulgado.
  • Luiz Moran  28/06/2017 10:39
    Quando jovens, as pessoas são sonhadoras, são questionadoras, são mais "humanas", e, com isso, abraçam o discurso esquerdista contra a "desigualdade provocada pelo capitalismo", aderindo de todo coração e alma ao comunismo "verdadeiro".

    Depois que começam a trabalhar, a maioria cai na real e joga no lixo o idealismo esquerdista, entretanto, ainda sim há um grupo que se mantém firme à "causa" socialista: são os "descolados", que seguirão na luta por uma sociedade "mais justa". Esse grupo é normalmente formado por jovens sustentados pelo pai capitalista.

    Na militância encontramos basicamente dois grupos: os "descolados", que são minoria, e os "excluídos pela sociedade", que são aqueles cujo o insucesso profissional é "culpa da desigualdade", e que, movidos pela inveja transmutada em ódio, formam o grupo chamado de "idiotas úteis", são pessoas que, via de regra, nada tem a perder, são cognitivamente dissonantes, incuráveis e intolerantes, são, em suma, massa de manobra dos líderes comunistas, mas sem jamais se reconhecerem como tal.
  • anônimo  28/06/2017 12:01
    Quando o governo vai privatizar as praias, parques, rios, etc ?

    Cobrar imposto para fornecer lazer e descanso é piada.

    Não existe coxinha grátis.



  • Bode  28/06/2017 13:22
    Quando cursei faculdade de engenharia na Bahia, UFBA, nos idos dos anos 80, fui comunista de carteirinha. Participava de reuniões do DCE, e pregava a igualdade marxista. Não demorou muito para entender que os camaradas me tratavam como subalterno, apenas me utilizando para anotar atas de reunião, apertar seus baseados e propagar suas ideias. Existiam os líderes, plenos do saber marxista, e o imbecis úteis, como eu, utilizados como massa de manobra. Quando havia algum debate sobre os malefícios do comunismo, sempre me calavam quando mencionava genocídios e a falta de democracia. Rompi definitivamente com as ideias marxistas quando numa eleição do diretório acadêmico nossa chapa perdeu por maioria esmagadora dos votos, e eu e os líderes incendiamos as urnas durante a apuração. Essa atitude ditatorial é bem comum, pois os fins sempre justificam os meios. Minha curta aventura como comunista durou menos de um ano e foi suficiente para formatar meu entendimento de que esse tipo de pensamento é o pior lixo ja produzido na história da humanidade.
  • Igor  28/06/2017 14:59
    No meu caso, minha experiência marxista como socialista e, posteriormente, social-democrata revisionista (nunca fui comunista em definição doutrinária) durou dez anos. Dos meus 16 aos 26 anos, passando por filiação partidária e tudo.

    O que me fez começar a sair dessa excrescência foi, ironicamente, o Lula no poder. Quando ele fez a "reforma" da previdência, me senti traído por ele, tal como aconteceu com Luciana Genro, Babá e Heloísa Helena. Só que ao contrário deles, eu comecei a me desiludir. Foi a época que comecei a estudar o marxismo com uma visão crítica, ao invés de receber informações de cartilhas. Ainda sim, fiquei mais alguns anos no que eu chamo de campo de tolerância da discórdia* do marxismo, que é a social-democracia. Mas acabei abrindo meus olhos para o mal que eu defendia.


    É realmente a escória das ideologias!

    * Já notou em escolas e universidades que existem alunos que se declaram como "não sou marxista", mas atribui os males sociais ao capitalismo? Ou então sempre repete os jargões da desigualdade social e da pobreza? Essas pessoas realmente não se acham marxistas, mas acabam na prática fazendo coro às narrativas. Isto acontece porque a estratégia marxista encontra muitas dificuldades em formar um discurso único, eliminando a crítica que forma as divergências. Logo, cria-se as divergências críticas e ideológicas que são toleráveis, controlando a mente das pessoas - que acreditam estar formando seu senso crítico.
  • Igor  28/06/2017 14:21
    Nossa... tentou ser engraçado... pena que não conseguiu!
  • Valdeamar  29/06/2017 13:13
    Li vários comentários, muito bons e com idéias claras a respeito do assunto. Quanto a repulsa ao Nazismo, credito muito ao fato de que os Aliados, conseguiram entrar em campos de concentração, e presenciar in-loco, as atrocidades ali cometidas. Fizeram filmagens de pilhas de corpos esquálidos, mutilados, e das cinzas de milhares de corpos queimados nos fornos. Um crime sem precedentes em seculos. Ao passo que os crimes cometidos pelos COMUNISTAS, são contados por sobreviventes, ou pessoas que fugiram desses regimes, mas não ha provas, porque ninguém que fosse investigar teve acesso. As execuções em massa na China, na União soviética, no Cambodja, entre outros países, não foram documentadas, nem a posteriori, se tem material, é muito escasso. Credito isso ao fato de que muitos que aderem a teoria Comunista-Socialista, por não haverem provas documentais de tais horrendas atrocidades. Lamentavelmente, muitos jovens em nosso país, são cooptados por essa doutrina nefasta, dentro de meios acadêmicos principalmente.
  • Igor  29/06/2017 23:43
    Eu concordo em partes com sua hipótese: o fato de poder se averiguar in loco o que acontecia na Alemanha nazista contribuiu para o repudio mundial. Na URSS, ao contrário, isto era mantido escondido do mundo, inclusive recebendo visitas guiadas de "intelectuais" estrangeiros para que estes não vissem a realidade nos Gulags e, claro, as execuções e a fome. Dai sobrevalia às loas ao socialismo.

    Só quanto a documentação eu discordo. Há sim, é bastante! No caso da URSS, há até documentos oficiais. E há historiadores que se debruçaram nisto, só que o "mainstream" do estudo da história prefere manter isto na marginalidade. No caso brasileiro, há ainda a influência gramsciana nas escolas e universidades, logo se tem o interesse de não mostrar a verdade histórica dos regimes socialistas.
  • Amon Silva  28/06/2017 16:53
    O comunismo se utiliza (1) da raiva humana, revoltas e complexos pessoais presentes em pessoas frágeis; (2) de arquétipos messiânicos; (3) de falso intelectualismo; e (4) de salvador de minorias.

    E o mais narcísico e efetivo, como já falei, é o falso intelectualismo, pois o cerne da ideologia comunista são as duas ideias mais burras já tidas na história da humanidade: a ideia de que imprimir dinheiro e sair distribuindo pras pessoas vai tornar todo mundo rico, e a ideia de que é possível planificar preços na economia em um mundo onde os recursos são escassos e o comportamento humano.

    Essas duas ideias imbecis levaram milhões a ruína. Eles fazem tudo isso, e no final dizem que deturparam Marx.
  • Slavoj  29/06/2017 01:35
    Exercício interessante esse o de enumerar os motivos pelo qual o comunismo não é tão odiado quanto o nazismo. Mas a pergunta é sem propósito.

    Ter pelo comunismo o mesmo nível de repulsa que se tem pelo nazismo seria uma reação bastante dispendiosa, não acham não?

    Odiar o nazismo é fácil, porque praticamente não existem nazistas. Já comunistas...

    Mas as comparações feitas são muito válidas.
  • Matheus  29/06/2017 01:51
    A economia nazista era , economia militarizada ou seja , acaba os recursos em nosso país , invadimos outros e outros , não produzia mercadoria , apenas se expandia é invadida países vizinhos para roubar recursos .
  • cleidison  29/06/2017 19:32
    Pessoal todo tipo de caridade, programas assistenciais, doações, toda forma de distribuição de renda que de alguma forma tenda a homogeneizar as classes socioeconomicas é um paradigma esquerdista realmente como muitos dizem? Alguem pode me tirar essa duvida?







    Responder• 2
  • Ex-microempresario  29/06/2017 19:59
    Palavras como "esquerda", "direita", "democracia", "justiça social", etc, podem significar qualquer coisa.

    Se vc perguntar a alguém que se define como "de esquerda" o que é esquerda, ele dirá que é ser a favor da paz, da justiça, da bondade, da liberdade, igualdade e fraternidade, da natureza, das criancinhas abandonadas, dos menos favorecidos e dos ursinhos panda.

    Neste caso, a resposta à sua pergunta provavelmente seria "sim", o que implica em considerar que "homogeneizar as classes socioeconomicas" é algo bom.
  • cleidison  29/06/2017 21:11
    Então se há assistencialismo e predominancia do patrimonio individual significa apenas que não se trata de uma direita pura e sim hibrida, e não que o assistencialismo é uma tendencia direitista??
  • cleidson  29/06/2017 23:43
    Me desculpe, acho que não expressei direito a minha dúvida, só quero saber se apartir do momento que pratico o assistencialismo eu estou sendo um socialista ?
  • anônimo  01/07/2017 11:36
    Cleidson, a partir do momento que vc pratica assistencialismo com seu dinheiro vc não é socialista. A partir do momento que usa o estado para obter essa assistência ai sim vc é socialista! respondi sua questão ?
  • cleidson  01/07/2017 15:33
    Anônimo e essa idéia de que toda forma de distribuição de renda é um paradigma esquerdista, de onde saiu? Um amigo meu disse que quando praticamos doações, assistencialismo mesmo que seja com o nosso dinheiro, estamos coletivizando nossa propriedade privada, e propriedade coletiva é esquerda. Como eu posso refutar esse pensamento dele??
  • Ex-microempresario  01/07/2017 17:31
    Cleidson, como já disse na resposta anterior, o fanático de esquerda atribui à esquerda o monopólio da bondade; para ele, tudo que for considerado "bom" será de esquerda, mesmo que tal atribuição seja completamente absurda.

    É dificílimo obter uma definição a priori de esquerda; o fanático só faz "conta de chegar". Ele jamais dirá se algo é "de esquerda" ou "de direita" sem antes avaliar se este algo é considerado bom ou ruim. Após avaliar, a resposta é fácil: se é bom, é esquerda, se é ruim, é direita. (Sinto que estou me repetindo)

    Se quiser se divertir um pouco, pergunte a ele o seguinte:

    Quem disse a frase

    "somos inimigos do injusto sistema econômico capitalista que explora os mais fracos, com o seu sistema de salários injustos, com a sua desproporcionada avaliação do ser humano de acordo com riqueza e propriedade em vez de responsabilidade e mérito"

    é de esquerda ou de direita ?

    Posso apostar que seu amigo responderá "esquerda". Então diga a ele que a frase foi dita por Adolf Hitler em 1º de Maio de 1927, e divirta-se com a reação.
  • Assalariado  30/06/2017 00:10
    Acho que a resposta é mais simples, a ideologia nazista é automaticamente ligado a genocidio, preconceito e ditadura; já comunismo não, para a classe "intelecual" os acontecidos foram fatos isolados e não condizem com o ideologia.
  • Paulo Guimarães Costa  01/07/2017 01:22
    Sugiro ler a matéria:

    Capitalismo, Nazismo e Comunismo e a mídia judaica, o custo da hipocrisia.

    pauloguimaraes777.blogspot.com.br/2017/06/capitalismo-nazismo-e-comunismo-e-midia.html
  • anônimo  22/07/2017 05:46
    Muito bom.
  • cleidson  01/07/2017 13:48
    Vou ler sim Paulo Guimarães Costa , obrigado pela recomendação.
  • Maurício Exenberger  04/07/2017 11:44
    25 MILHÕES DE RUSSOS MORRERAM LIVRANDO O MUNDO DO NAZISMO. RESPEITEM OS HERÓIS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.
  • Czech  05/07/2017 19:17
    Se tivesse lido o texto ou visto o próprio vídeo do Denis Prager sobre este mesmo assunto num dos comentários acima, teria entendido que morreram (astronomicamente) muito mais russos nas mãos de Stálin do que em decorrência da luta contra o nazismo.

    A proposta deste post é justamente valorizar as centenas de milhões de vidas ceifadas, não apenas as russas, mas de qq nação onde o socialismo/comunismo dominou.

    Aliás o ditador totalitário Stálin, além de cometer o Holodomor com o povo ucraniano e enviar milhões para os campos de concetração de trabalho escravo (gulags), no começo da guerra havia ratificado o pacto de Ribbentrop-Molotov. Invadiu parte da Polônia e a outra parte restante deixou-a com os nazistas.

    Então, não venha santificar o segundo maior genocida da História e seus cúmplices.
  • Raphael Turra  04/07/2017 13:43
    Acredito que os intelectuais são seduzidos pela proposta redentora do socialismo. Eles pretendem acabar com os problemas da vida humana -- que são vários e imensos -- e creem que planos mirabolantes de planificação econômica e controle social, arquitetados por mentes superiores e esclarecidas, funcionarão.

    É uma espécie de hubris (orgulho desmesurado castigado pelos deuses na dramaturgia grega). Essa fascinação do intelectual pelo totalitarismo já é visível desde Platão, que odiava a democracia e defendia uma ditadura de filósofos...

    E mesmo que esses planos deem errado -- como sempre dão --, os intelectuais preferem insistir em sua execução, pensando que são apenas "acidentes de percurso" e que o fim justificará os meios.

    Como exemplo, podemos lembrar de Sartre. Quando ocorria a Revolução Cultural na China, Sartre recebeu cartas de professores e intelectuais chineses que haviam vivido em Paris e, inclusive, estudado com Sartre. Eles relatavam a repressão e os desatinos irracionais cometidos pela Guarda Vermelha e pediam para que Sartre denunciasse essa barbárie, visto que ele era considerado o maior intelectual da Europa à época. Sartre sabia do que acontecia. No entanto, preferiu mentir na imprensa, dizendo que tudo era invenção dos "americanos".

    Outro exemplo é de Hobsbawm, quando, entrevistado por Michael Ignatieff, afirmou que os milhões de assassinatos na União Soviética estariam justificados caso o comunismo funcionasse no final das contas. Encontra-se essa entrevista no YouTube, basta digitar "Hobsbawm Ignatieff interview".
  • Czech  05/07/2017 21:42
    Apenas para divulgação e conscientização:

    www.museumoncommunism.org/

    muzeumkomunismu.cz/
  • Taturana  20/07/2017 22:31
    Comunista feliz é comunista que não vive em país comunista.
  • Emerson Luis  25/07/2017 14:17

    Comunista infeliz é comunista que vive em país comunista, mas não faz parte da elite do Partido. Todo comunista quer ser parte do grupo que é "mais igual do que os outros".

    * * *
  • Andrey  01/08/2017 15:32
    Existe um mito que a guerra, principalmente a Segunda Guerra Mundial, contra os nazistas, e depois a Guerra Fria, contra os socialistas soviéticos, de que guerras são necessárias ao desenvolvimento econômico e industrial, isso é verdade? Se não existisse a Segunda Guerra contra os nazistas e Guerra Fria contra os comunistas o mundo capitalista atual seria menos tecnológico e mais atrasado?
  • Tartovsky  01/08/2017 17:29
    Você próprio já respondeu: é mito.

    E um simples exercício de lógica explica por que é mito. Como é possível dizer que uma atividade inerentemente destruidora é propícia ao enriquecimento econômico?

    Em uma economia voltada para o esforço de guerra, todos os recursos escassos são direcionados para a produção de tanques, metralhadores e aviões bombardeiros. Nada de útil é produzido para a população. Pior: toda a população tem de viver sob intenso racionamento, exatamente porque todos os recursos escassos estão direcionados para o esforço de guerra.

    Tudo o que é produzido no país é produzido tendo em mente a indústria bélica. Quem defende este arranjo está dizendo que o segredo para o sucesso econômico de um país é mobilizar toda a mão-de-obra e toda a indústria para a produção de tanques, metralhadoras, bombardeiros, submarinos e bombas.

    Quem acredita que guerras e destruições são excelentes para a economia está dizendo que quanto mais bombardeado for um país e mais ele tiver de gastar apenas para se reconstruir (ou seja, voltar à estaca zero), mais rico ele será.

    A Síria deve ser um portento econômico. Aleppo, então, deve ser a cidade com a população mais rica do mundo.

    Com efeito, quem realmente acredita nisso tem de vibrar todas as vezes em que o próprio carro é roubado ou ele próprio é assaltado.

    Lógica supimpa.

  • Allan Ramos  05/08/2017 23:39
    Mas e se a URSS nunca tivesse existido? Ou se sua existência fosse breve, em cujo cenário os russos brancos tivessem derrotado os socialistas bolcheviques durante a Guerra Civil Russa, o mundo atual seria melhor? Teria maior liberdade?
  • Carlos Araujo  16/09/2017 10:44
    Todos os sistemas econômicos são simplesmente formas de opressão, não interessa o nome ou o arcabouço teórico que o dá fundamentação. Capitalismo, comunismo, anarquismo, todos esses pressupõe uma massificação da população em uma doutrina para um controle maior de um grupo menor de poderosos. Os sistemas que buscam o fim do Estado, como o comunismo e o anarquismo ainda se afastam um pouco dessa característica. A única forma autêntica se vida é se o homem pudesse gozar de sua liberdade individual plena, como esse sistema não é mais possível, todas as formas de gozarmos uma liberdade civil talhada em uma ideologia política será deturpada. As únicas revoluções de fato autênticas que temos são aquelas que não foram inspiradas em nenhum sistema filosófico acadêmico de doutrinação, mas apenas na força do sangue que clama por liberdade. Canudos, Zumbi, isso foi autêntico.
  • Antonio Noronha dos Santos  25/10/2017 14:21
    Acho que sua colocação é muito tendenciosa e exagerada em relação ao Comunismo...mas o que dizer do "Velho e Bom Capitalismo", que em nome do Mercantilismo, que é uma forma de Capitalismo entre Portugal e Espanha acabaram e exterminaram com grande parte da população indígena das 3 Américas, tudo pelo poder e riqueza do continente? O que dizer da França e Inglaterra que acabaram com os povos da África, Oriente Médio e Leste Asiático na própria China e que até hoje a divisão da pobreza e a fome entre o povos africanos é resultado de longos períodos de colonização e exploração... e o que dizer na atualidade dos EUA, o país que mais tem matado civis em nome da riqueza do petróleo, usando armas de guerra pesada, formulando uma "guerra cirúrgica" massivamente vinculados na mídia e que todos sabem que não existiu a tal precisão tecnológica? Como se vê do "Capitalismo Selvagem" mata e até hoje mata e extermina com os povos, tudo em nome da riqueza e sub-julgar nações inteiras. O que acontece na África hoje em dia, é resultado da divisão de povos, nações, territórios e grupos tribais...causando um genocídio em massa.
  • Bernardo  25/10/2017 14:40
    A sua lógica é sensacional!

    Você citou apenas atrocidades cometidas por governos e políticos (ou seja, atrocidades estatais) e disse que elas foram causadas pela livre concorrência e livre interação entre as pessoas (capitalismo)!

    Quer dizer então que o genocídio na África é causado pela livre concorrência? Dúvida: foi a Uber ou a Apple? Seria a Amazon ou a Microsoft a principal culpada? Quem sabe a IBM? Será que foi a Budweiser que saiu despejando bombas e massacrando civis ali?

    É cada acéfalo que vive neste país. Aliás, com um povinho incapaz de sequer distinguir conceitos básicos, e de culpar o inocente e inocentar o culpado, não é surpresa nenhuma que o destino deste país seja a eterna estagnação.


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