Quem realmente ganha com a obstrução do livre comércio?
Tarifas de importação beneficiam apenas uma minoria de poderosos, e prejudicam todo o resto do povo

Cansado da baixa qualidade dos carros nacionais, Roberto recorreu a uma importadora e comprou um BMW, produzido na Alemanha e trazido diretamente de lá. Dado que o país era governado por pessoas racionais, Roberto não teve de pagar tarifas de importação (ou pagou uma tarifa extremamente baixa, tipo 1%).

Eis a pergunta: essa transação voluntária entre Roberto e um vendedor alemão — intermediada por uma importadora, que está ali para agilizar e facilitar a transação — foi justa ou injusta? Alguém foi prejudicado por ela? Alguém ficou em pior situação por causa dela?

Repare: Roberto tinha total liberdade para escolher entre manter seu dinheiro ou comprar um carro nacional ou estrangeiro. Ele optou pelo estrangeiro. O vendedor alemão, por sua vez, tinha total liberdade de escolha entre manter seu carro ou vendê-lo para Roberto. A transação só ocorreu porque tanto Roberto quanto o vendedor alemão acreditaram que melhorariam sua situação após a transação. Ninguém foi coagido a nada. Ninguém agiu contra sua vontade. Ninguém foi violentado.

Qual seria o argumento contra essa transação pacífica e totalmente voluntária efetuada por dois indivíduos, que não violentaram ninguém ao fazer essa transação?

E, caso você não ligue muito para automóveis, troque "BMW" no exemplo acima por "sapatos" ou "smartphones", e "Alemanha" por "China".

Muda alguma coisa? Se sim, qual o seu argumento contrário?

(Sempre lembrando que o salário médio da indústria da China já supera o do Brasil e do México, o que significa que o argumento de que os chineses praticam "trabalho escravo" não mais se sustenta).

Ainda estamos no aguardo de um único mercantilista tentar explicar por que essa transação pacífica e voluntária realizada por dois indivíduos representa um tipo de comércio injusto e que deve ser restringido. O fato é que, quando se entende que uma transação comercial é realizada por indivíduos, os mercantilistas ficam sem qualquer tipo de argumento contrário e racional, que não recorra à defesa da coerção e da violência.

Mas os mercantilistas são espertos e gostam de jogar com emoções. Por isso, em vez de reconhecer que o comércio sempre ocorre entre indivíduos, eles gostam de dizer que o comércio ocorre entre nações. Para eles, não foi Roberto comprando de um alemão ou de um chinês, mas sim "o Brasil tendo um déficit comercial com a Alemanha ou com a China", algo supostamente "muito ruim" e que tem de ser impedido por políticos e burocratas. Essa deturpação da linguagem é eficiente porque apela ao nacionalismo e incita os mais incautos.

O fato incontornável, no entanto, é que o comércio internacional ocorre entre um indivíduo de um país com um indivíduo de outro país. Qual o argumento para dizer que isso é injusto e deve ser impedido?

Mais ainda: quem realmente pode ser contra esse arranjo? Se você responder: "as montadoras nacionais e seus sindicatos", parabéns. Você é o aluno mais brilhante da classe.

Observe que nunca são os consumidores nacionais que reclamam da oferta de bens a preços baixos. Sempre são apenas alguns produtores nacionais e seus sindicatos que fazem isso. Algo a se pensar.

Os ganhadores

Quando o governo impõe uma sobretaxa aos produtos importados, o consumidor é o maior perdedor. Esse encarecimento artificial dos produtos importados significa que os produtores nacionais estarão agora livres e despreocupados para elevar seus preços e reduzir a qualidade de seus produtos. Como não há mais concorrência estrangeira a quem os consumidores nacionais recorrerem, estes agora são obrigados a pagar mais caro por bens nacionais de qualidade mais baixa.

Quem realmente perde mais com isso? Os mais pobres.

O protecionismo, na prática, transforma a população em um gado preso em um curral: o povo, principalmente o mais pobre, fica praticamente proibido de comprar produtos estrangeiros baratos e é obrigado a comprar apenas os produtos nacionais mais caros produzidos por empresários e sindicatos protegidos e privilegiados.

Com o protecionismo, o intuito do governo é proteger as empresas nacionais e blindá-las contra os desejos dos consumidores — principalmente dos mais pobres, que ficam sem poder aquisitivo para comprar produtos bons e baratos feitos no exterior.

Para o governo, as indústrias nacionais não devem ser submetidas à liberdade de escolha dos consumidores nacionais. Os consumidores não devem ter o direito de escolher produtos estrangeiros. Eles devem ser obrigados a comprar apenas os produtos nacionais mais caros.

E com um agravante: quando a população é obrigada a comprar produtos nacionais artificialmente mais caros, sobra menos dinheiro para investir ou gastar em outros setores da economia, como lazer, alimentação, educação, vestuário, o que acaba reduzindo o emprego e a renda nestas áreas.

A restrição às importações e a reserva de mercado criada por ela fazem com que a capacidade de consumo e de investimento da população seja artificialmente reduzida. E sempre que a capacidade de consumo e de investimento da população é artificialmente reduzida, lucros e empregos diminuem por toda a economia. 

Portanto, proteger empregos em um setor por meio de tarifas de importação gera queda da renda e desemprego em vários outros setores da economia.

Mas os empresários corporativistas que enchem os bolsos com o dinheiro extraído dos consumidores por meio dessa violência imposta pelo estado jamais mencionam isso. Eles querem que o público extorquido acredite que a tarifa é, na verdade, um benefício para os trabalhadores. Sim, há algum benefício marginal para os trabalhadores que trabalham especificamente nas indústrias protegidas. Mas se o objetivo é falar de quem realmente lucra com as tarifas, então o enfoque não tem de estar nos trabalhadores. O enfoque tem de estar nos empregadores de um ínfimo punhado de trabalhadores que são beneficiados pelas tarifas.

Com o protecionismo, você consegue ver os empregos protegidos e os salários artificialmente elevados naquelas indústrias protegidas. Mas você não vê os empregos perdidos e a queda de salários naqueles outros setores da economia que tiveram sua demanda reduzida porque os consumidores tiveram de gastar mais dinheiro para adquirir os produtos daquelas indústrias protegidas.

Por isso, sempre que você ouvir um político dizendo que quer proteger empregos impondo tarifas de importação sobre determinados bens estrangeiros, mantenha sua mão em sua carteira e suas costas firmemente contra a parede. Você está prestes a ser assaltado. Só que o político não irá tomar o seu dinheiro em nome dos lucros das grandes empresas protegidas pela tarifa de importação; ele não terá a hombridade de falar isso. Ele irá tomar o seu dinheiro em nome de estar protegendo empregos que deixarão de existir caso ele não confisque o seu dinheiro.

Eles acreditam que conseguirão o seu apoio caso coloquem as coisas dessa maneira. Em outras palavras, eles acreditam que você é um otário.

Não é nada surpreendente que empresários corporativistas queiram impor tarifas em seus concorrentes estrangeiros. Todos gostam de receber ajuda do governo federal.

A questão está em os consumidores aceitarem isso. Se eles realmente quisessem subsidiar os empresários nacionais, não haveria necessidade de o governo impor tarifas de importação. Os próprios consumidores, voluntariamente, comprariam apenas os produtos nacionais. Mas o fato de eles não fazerem isso voluntariamente, e terem de ser obrigados pelo governo a pagar dinheiro extra para esses empresários nacionais, mostra bem a realidade: no que depender das preferências voluntárias dos consumidores, esses empresários ficariam sem dinheiro.

Só que as coisas nunca são colocadas dessa maneira clara e direta. O governo sempre recorre ao protecionismo em nome de estar "protegendo empregos". Mas não são os trabalhadores os principais beneficiários das tarifas. As tarifas fornecem fartos lucros para os grandes empresários.

"As tarifas protegem os trabalhadores!"

Eis uma lição que jamais deve ser esquecida: sempre que o governo intervém na economia, há ganhadores e perdedores. Para saber quem são, apenas siga o dinheiro.

Um slogan popular em prol das tarifas de importação é este: "As tarifas protegem os empregos!". De certa forma, é um slogan correto. A pergunta é: "quais empregos são protegidos?". Outra pergunta é: "Quem arca com tudo?".

No mundo real, é impossível conseguir algo em troca de nada. Se alguns empregos são artificialmente protegidos pelo governo — isto é, se o governo impede que os consumidores demonstrem livremente sua preferência de consumo —, então, inevitavelmente, há pessoas tendo coercivamente de pagar para garantir essa proteção.

Quem são os ganhadores? Quem são os perdedores?

Os ganhadores são uma porcentagem relativamente pequena de trabalhadores (empresários inclusos) que produzem bens a preços mais altos e com menor qualidade do que os bens importados oferecidos aos consumidores. O único motivo de esses trabalhadores precisarem de proteção é porque eles não são eficientes.

E quem julga a eficiência deles? Os consumidores. O cerne de uma economia de livre mercado é este: os consumidores têm a autoridade suprema. Já o cerne de uma economia intervencionista é este: o governo está ali para suprimir a autoridade suprema dos consumidores.

Consequentemente, e por uma questão de lógica, qualquer tentativa do governo de interferir na economia para ajudar determinados grupos de interesse (grandes empresários e sindicatos) sempre ocorrerá à custa daqueles consumidores que teriam comprado os bens que os concorrentes estavam oferecendo, mas que não puderam fazer isso por causa das regulamentações impostas pelo governo.

Agora, você pode argumentar que há sim muitas indústrias nacionais eficientes, mas que, por causa dos altos impostos, das leis trabalhistas e da burocracia do governo, se tornam ineficientes perante os estrangeiros. Logo, tarifas de importação seriam um "mal necessário" para remediar esse efeito deletério criado pelo próprio governo.

Obviamente, tal argumento é irracional. O fato de essas empresas estarem sendo atrapalhadas pelo governo não justifica que o governo tenha de atrapalhar outras pessoas para compensar o estorvo que ele gera sobre essas empresas. Se o governo afeta a eficiência dessas empresas, então o lógico e racional é que ele deixe de afetá-las, e não que ele passe a igualmente afetar os consumidores.

Quem defende tarifas de importação sob esse argumento está, na prática, dizendo que a maneira correta de corrigir uma coerção do governo é colocando o governo para coagir igualmente outras pessoas.

Não seja um seguidor dessa lógica.

Ademais, e igualmente importante, mesmo que empresas eficientes tenham se tornado ineficientes por causa dos impostos, da burocracia e das leis trabalhistas impostas pelo governo, isso em nada muda o fato de que são os consumidores que, em última instância, estão rejeitando os produtos dessa empresa. Sim, é lamentável que a causa do declínio de uma indústria específica esteja nas intervenções do governo e que a empresa seja realmente uma vítima; porém, isso em nada altera a realidade de que, em última instância, foi o consumidor que perdeu o interesse de consumir os produtos desta agora ineficiente (por causa do governo) empresa.

Qual seria a atitude lógica e sensata? Defender que o governo retire suas intervenções danosas sobre essa indústria. O que os protecionistas defendem: que o governo amplie suas intervenções danosas sobre todo o resto da economia.

Impor tarifas de importação para obrigar os consumidores a voltar a consumir os produtos dessa indústria simplesmente agrava a situação. E o que é pior: além de afetar toda a economia (pelos motivos descritos neste artigo), ainda concede um passe livre ao real causador de todo o desastre.

Conclusão

Exceto os grupos de interesse que realmente ganham com o protecionismo (e cuja postura, embora imoral, seja racional), só defende o protecionismo pessoas que genuinamente acreditam que o governo tem em mente apenas o bem-estar das pessoas. E que também acreditam que o governo é um protetor dos "melhores interesses da sociedade".

O fato é que tarifas de importação existem para proteger produtores ineficientes que não estão produzindo bens que atendem aos reais desejos dos consumidores. É por isso que tais pessoas recorrem ao governo federal para protegê-las. Mas não é para protegê-las dos estrangeiros, mas sim para protegê-las dos consumidores que querem voluntariamente comprar dos estrangeiros.

Você quer realmente ajudar a indústria nacional? Agite para que o governo federal pare de sobrecarregá-las com impostos, burocracia, leis trabalhistas arcaicas e regulamentações onerosas. Não agite para que o governo, com o intuito de "corrigir" essa distorção, expanda essa distorção para todo o resto da economia.

Não seja essa pessoa.

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Leia também:

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Walter Williams, professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros.  Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.

Gary North, ex-membro adjunto do Mises Institute, é o autor de vários livros sobre economia, ética e história. 

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SOBRE O AUTOR

Diversos Autores


A meu ver, essa "desregulamentação" estatal sobre a terceirização não passa de uma intervenção, de feição "liberal", que não implicará nos efeitos desejados e previstos.

Basicamente, pelo que eu entendi, a intenção do governo é gerar mais empregos que de fato paguem salários realmente vinculados à riqueza produzida pelo empregado. Com isso, busca se mover a economia, através de poupanças, maior capital do empregador para investimento e consumo real dos empregados. Desse modo, o Estado pode arrecadar mais, pois, na análise de Smith que é complementanda pelo autor do artigo, a especialização (terceirização) gera riqueza e prosperidade. Fugindo, portanto, do ideal keynesiano de que quanto maior o consumo de quem produz maior o progresso, negligenciando a possível artificialidade dessa troca.

Minha objeção consiste em afirmar que a regulamentação do modo que foi feita não é benéfica para o Estado, logo, como tudo no Brasil, querendo ou não, está ligado à esse ente, não torna se benéfica ao indivíduo.

Primeiro, pelo fato de que, as empresas que contratam outras empresas terceirizadas podem ter um elo empregatício direito com os empregados dessa última. Nessa perspectiva, caso uma terceirizada, receba os repasses do contratante, porém não esteja pagando os benéfícios/ salários dos seus empregados em dia, sob alegações diversas, iniciará se um processo judicial entre a empresa contratada e o contrante para solucionar esse caso, haja vista que é do interesse do terceirizado receber o que lhe é devido. Consequentemente, o tempo depreendido, os custos humanos e financeiros são extremamente onerosos para a empresa contratante, de modo que, sua produtividade e poder de concorrencia no mercado é reduzida. Ou seja, a continuidade do desrespeito aos contratos firmados e a morosidade da Justiça, práticas comuns no país, muitas vezes, anulam a ação estatal que visa gerar mais empregos e melhorar a produtividade das empresas. O que afeta principalmente os empreeendedores com um capital menor e que operam em mercados menos regulados. Logo, busca se intervir para corrigir um problema, sendo que o corolário dessa nova intervenção é exaurido por uma ação feita anteriormente

Outro ponto pouco abordado por vocês é que as terceirizações beneficiam também os empresários oriundos de reservas de mercado. Logo, uma ação estatal que, a posteriori privilegia os amigos dos políticos, não pode implicar nas consequências previstas a priori. Isso porque, a possibilidade contratação de terceirizados a partir de salários menores do que de fato seriam em um contexto natural/equilibrado torna se muito mais viável para os corporativistias, pelo simples fato de que seus acordos com agências e orgãos públicos influenciam também nas decisões judiciárias que envolvem a sua empresa e a empresa terceirizada. Desse modo, o megaempresário contrata a empresa terceirizada e estabelece um acordo onde há um repasse menor da grande empresa para a terceirizada e, na sequência, apenas uma parte muito pequena, não correspondente ao valor gerado, desse repasse para a empresa terceirizada é convertida em salários para os terceirizados, onde a empresa terceirizada acaba lucrando mais, ao ter menos gastos. Portanto, um terceirizado que trabalha para uma empresas monopolística (no sentido austríaco) possui maiores chances de ser ludibriado e não lhe resta muitas opções de mudança de nicho, haja vista que infelizmente inúmeros setores do mercado brasileiro sofrem regulação e intervenção constante do governo.

No mais, ótimo artigo.
Gustavo, os Dinamarqueses podem usufruir desse tipo de assistencialismo, justamente porque o mercado deles é produtivo.

O mercado deles é produtivo como consequência da LIBERDADE DO MESMO, como o próprio artigo aponta.

Lá não existe salario mínimo, o imposto sobre o consumo é baixo, assim como o imposto sob pessoa jurídica.
No máximo, o imposto de renda é alto, mas eles tem uma moeda forte e estável, um lugar livre pra se empreender e contratar alguém(não existe nem salário minimo lá!).

Defender o modelo Dinamarques na situação Brasileira demonstra toda a ignorância básica em economia, nosso mercado fechado produz pouco pra aguentar um estado desse tamanho. Ainda sim, o estado da Dinamarca é menor que o Brasileiro, nunca ouvi falar sobre lá ter quase 40 ministérios, nunca ouvi falar lá sobre a existência de Agencias Reguladoras em todos os setores do Mercado, nunca ouvi falar lá sobre a existência de centenas de estatais!

E mais, a crise Sueca dos anos 80 justamente explica isso, o Welfare explodindo nessa época acabou ''sufocando'' o mercado, deixando-os em uma crise enorme de déficits astronomicos.
Qual foi a solução?

Austeridade e Livre-Mercado, na década de 90 a suécia voltou a crescer fortemente, uma reforma radical de corte de gastos e liberdade de mercado, no fim das década de 80 e começo da 90, permitiu que a Suécia saísse da crise causada pelo Welfare.

Mas por fim, você acha justo tirar o dinheiro das pessoas a força pra sustentar tudo isso para os que não querem trabalhar?

Antes de qualquer boa consequência, analise a ética e a moral.
É como querer defender o homicídio, dizendo que isso amenizara a escassez na terra no futuro. Não interessa, homicídio de inocentes é errado, é irrelevante as boas ou ruins consequências que o crime pode trazer.

E mais, Noruega já esta retirando dinheiro do seu fundo, mais uma vez veremos mais uma crise em alguns escandinavos, o peso do estado não dura muito, por mais produtivo que um mercado seja. É economicamente impossível, a empiria da ciência economica prova isso!

O texto apenas demonstra que o sistema capitalista, ainda mais a forma liberal, é totalmente ineficiente.

Senão vejamos,

1: hoje já não é proibido nenhuma empresa ter seus laboratórios e certificados de qualidade internos ou externos, inclusive no Brasil existe a certificação "Certified Humane Brasil é o representante na América do Sul da Humane Farm Animal Care (HFAC), a principal organização internacional sem fins lucrativos de certificação voltada para a melhoria da vida das criações animais na produção de alimentos, do nascimento até o abate"; (não necessita liberalismo para isso), inclusive a Korin agropecuária é certificada por essa empresa, entre tantas outras.

2: Não é proibido nenhuma instituição avaliar a qualidade dos produtos e denunciar caso seja de péssima abaixo do esperado; (não necessita liberalismo para isso também)

3: No liberalismo estas mesmas instituições que avaliariam a qualidade ou emitiriam certificados poderiam ser construídas justamente para os objetivos do bloco gigante de algum ramo, como por exemplo carne, tendo esse poder eles também teriam o poder de patrocinar jornais e revistas para desmentir qualquer empresa de certificados privados concorrente e pronto, num mundo globalizado quem não aparece não é visto. O lucro dos grandes blocos estaria garantido... num capitalismo sem regulação estatal quem iria impedir isso? Da mesma forma que a "Certificadora" do grande grupo poderia difamar as carnes de um grupo concorrente.

claro, se não existissem grupos, talvez até funcionaria, porém pq não criar grupos para ter maior vulto de recursos para maior propaganda e maior lucro? Justamente. Apenas prova objetivo maior - lucro - é o motor para irregularidades, seja de agente público ou privado.

aguardando respostas...

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Arnaldo  03/03/2017 15:45
    Vivendo fora da republiqueta você percebe que independente do quanto você ganhe, você so terá porcaria disponível pra sua compra somado a baixa qualidade de vida.
    Estou em uma condição excelente em pais de primeiro mundo e fico triste de pensar em como achava que minha vida era boa ai. Para quem acha que os exemplos são somente com carros e smartphone, digo que até a qualidade do detergente que você usa é superior e mais barato.
  • Andre  03/03/2017 16:07
    Está mais fácil pedir ainda mais tarifas e regulação, quem sabe matando o hospedeiro o parasita morre junto.
  • Humberto  04/03/2017 00:13
    Se o Brasil tivesse o número da população de Cuba, quem sabe, mas o Brasil ainda possui muitos escravos para serem usados.
  • anônimo  03/03/2017 16:08
    Como responder a alegação típica do Ciro Gomes de que o protecionismo é necessário para termos empregos no país?
  • Tasso  03/03/2017 16:28
    Primeiro aponte uma inegável evidência empírica: os países mais abertos do mundo possuem as menores taxas de desemprego.

    Confira a tabela aqui.

    Os países mais abertos ao comércio internacional não apenas não têm problemas de emprego, como também são, em média, 5 vezes mais ricos do que aqueles que decidem impor travas e barreiras à liberdade de seus cidadãos de importarem bens do exterior.

    Feito isso, explique por que é assim. A lógica é direta: tarifas são impostos sobre vendas que se aplicam a bens estrangeiros. As empresas estrangeiras são tributadas para que suas concorrentes domésticas — que são isentas desta tributação — possam livremente aumentar seus preços de maneira generalizada.

    Tendo agora de pagar mais caro por produtos nacionais de qualidade mais baixa, os consumidores nacionais estarão incapacitados de consumir mais e de investir mais. A restrição às importações e a reserva de mercado criada por ela faz com que a capacidade de consumo e de investimento da população seja artificialmente reduzida.

    E sempre que a capacidade de consumo e de investimento da população é artificialmente reduzida, lucros e empregos diminuem por toda a economia.

    Assim, empregos de baixa produtividade nas indústrias protegidas são mantidos à custa de empregos de alta produtividade em empresas que tiveram suas vendas reduzidas por causa da queda da capacidade de consumo e de investimento das pessoas.

    Logo, toda a economia se torna mais ineficiente, a produção diminui, os preços médios aumentam, e os salários reais caem.

    Adicionalmente, tarifas protecionistas também afetam as empresas domésticas que precisam importar bens de capital e maquinários modernos para incrementar sua produtividade e, com isso, fabricar produtos melhores e mais baratos. Tarifas as obrigam a pagar mais caro por seus insumos ou então a comprar insumos nacionais mais caros e de pior qualidade.

    Isso reduz sua produtividade e aumenta seus custos. Sendo menos produtivos e operando com custos maiores, essas empresas se tornam menos competitivas internacionalmente.

    Consequentemente — e essa é uma das consequências não previstas do protecionismo —, as exportações também tendem a declinar. E estimular exportações era exatamente uma das intenções do protecionismo.

    Feito isso, e apenas após já ter feito isso, fale algumas verdades diretas para ele: que ele sabe disso tudo, mas que ele, por razões ainda insólitas (estaria ele a soldo?) está simplesmente esposando uma teoria econômica que comprovadamente visa a defender o baronato industrial (o mesmo que ele jura desprezar; essa é a grande artimanha do qualquer mentiroso) e foder "o nosso povo" que ele tanto diz amar.
  • Carlos Neto  04/03/2017 01:14
    nao acredito que o Ciro Gomes ainda diga coisas desse tipo... Se inocente, agora a ficha já deve ter caído para ele...
  • Carlos Neto  04/03/2017 01:19
    "Com o protecionismo, o intuito do governo é proteger as empresas nacionais e blindá-las contra os desejos dos consumidores — principalmente dos mais pobres, que ficam sem poder aquisitivo para comprar produtos bons e baratos feitos no exterior."

    MITO.

    Vamos convir que foi muito macabra e bem elaborada a armação que criaram fingindo que os "vermelhos" eram defensores do povo, quando apenas se apropriavam de tal título para justamente manter o status quo de sempre, a nobreza.
    Dá raiva, mas temos que reconhecer que foi muito bem bolado...
    Pena que muitos inocentes morreram e viveram mal e continuarão morrendo e vivendo mal até que um dia o "povão" acorde para o grande golpe
  • Alexandre Cunha  03/03/2017 16:08
    Liberalismo econômico é o melhor caminho para a geração de riqueza, ninguém dúvida, mas também essa geração de riqueza é em escala global, não há divisão política da geração de riquezas. No mundo real, existe fronteiras, interesses políticos, interesses ideológicos, defesa dos interesses de uma nação. Acontece que existem unidades políticas com fronteiras definidas, que por inúmeras variáveis possui uma série de medidas que visam atender os interesses do seu povo, não estão preocupados com os interesses das nações alheias. Inegável que cada nação está em busca de seu próprios interesses, um deles é garantir que seu povo possa produzir, gerar riqueza, e melhorar sua qualidade de vida, qualidade está que não se resume apenas na idéia simplista de ter os melhores e mais baratos produtos, fruto da divisão internacional do trabalho, visto que a riqueza gerada dentro de outra fronteira política beneficia mais a população daquela unidade política do que de outra. Resumindo que o mundo não gira apenas em torno de economia, e que aplicar a economia liberal no planeta em escala global passaria por uma egemonia de pensamento da população mundial de aceitação desse modelo como o mais adequado, é ingenuidade a recreditar que esse discurso de produtos mais baratos e de qualidade é que são os grandes responsáveis pela qualidade de vida, há a necessidade de maior ênfase em questões oriundas da sociologia e geopolítica por parte dos liberais. Trocando em miudos, em escala global o liberalismo econômico é o melhor meio de gerar riqueza, só que a riqueza é gerada dentro de uma nação. É compreensível no caso Trump, que diz que não quer perder indústrias e empregos para a China. Em uma visão global o protecionismo prejudica a geração de riqueza na escala global, mas será que para a população de um nação, não é mais interessante existirem muitas indústrias em seu país, gerando emprego e renda, mesmo tendo produtos um pouco mais caros e com um pouco menos de qualidade, do que ter vasta opção de produtos baratos de qualidade, mas a população não tem dinheiro para consumi-los, por falta de oportunidades de gerar renda e ter como adquirir esses produtos? além do fato de que a maior parte da riqueza que foi gerada nesse arranjo beneficiou outra nação, que possui seus próprios interesses geopolíticos, a quem é mais benéfico a divisão internacional do trabalho onde a concorrência pode matar a indústria de uma nação? A nação que perdeu suas indústrias para a China terá melhora qualidade de vida da população por ter acesso a produtos mais baratos? Ou é a nação e o povo da nação industrializada que se beneficia mais em detrimento da nação que foi desindustrializada?
  • Pedro  03/03/2017 16:17
    "A nação que perdeu suas indústrias para a China terá melhora qualidade de vida da população por ter acesso a produtos mais baratos?"

    Os EUA vivenciaram isso. Agora fica a pergunta: o padrão de vida do americano caiu da lá pra cá? Se você acha que sim, apresente estatísticas mostrando que o americano médio hoje possui um padrão de vida pior -- com menos acesso fácil a bens de qualidade -- do que tinha há dez anos. Ou que, sei lá, em 1970.

    "Ou é a nação e o povo da nação industrializada que se beneficia mais em detrimento da nação que foi desindustrializada?"

    Ambos ganham.

    Os primeiros vivenciam uma redução substancial no seu custo de vida, o que aumenta sua capacidade de consumir, poupar e investir. Também vivenciam uma melhora no sistema de trabalho, pela substituição de empregos cujas atividades eram repetitivas e exaustivas por novos postos mais direcionados ao trabalho criativo e focado na resolução de problemas (setor de serviços).

    Os segundos, passam pelo mesmo processo que os primeiros passam inicialmente: postos de trabalho na industria em detrimento do trabalho de subsistência no campo, maiores salários, aumento da renda e do consumo...

    A abertura comercial é imprescindível para o crescimento econômico - e isso não é folclore

    O livre comércio não destrói empregos; quem destrói empregos são os consumidores

    Se você é contra o livre comércio, você tem medo da abundância e da prosperidade

    E sempre lembrando que não há grandes indústrias na Nova Zelândia. E nem na Austrália. E nem no Chile.

    Como a Nova Zelândia e o Chile transformam vacas, ovelhas, uvas e cobre em automóveis de qualidade
  • tales  03/03/2017 19:33
    Para "proteger" artificialmente um pequeno grupo de pessoas, os burocratas fodem todo o resto da população.
    O próprio texto já responde suas perguntas.
    Para usar um dos exemplos do texto, imagine que você é dono de uma concessionária. Certo, você está sendo protegido pelas tarifas de importação, que lhe garante lucros certos e a possibilidade de gerar e manter empregos.
    Agora imagine que você quer comprar um automóvel. Você vai pagar ridiculamente caro em um automóvel e vai deixar de alocar seus recursos em outras coisas, que por sua vez poderiam gerar mais atividade econômica - e empregos - em qualquer outro setor. Na prática, todo mundo que adquirir um automóvel no Brasil está pagando pelo privilégio de poucas pessoas.
    Isso ainda faz sentido pra você?

  • Didi  05/03/2017 17:22

    Caros colegas do IMB, queira redirecionar a mensagem transmitida há pouco para...

    Felicitações Alexandre Cunha!

    Suas ponderações estão bem fundamentadas, não se pode desconsiderar que aqueles que chegam ao ápice de mando político tem as suas vaidades e ambições, de sorte que uma vez investidos no poder não raro preparam ardis de cunho econômico. É obvio que seria o melhor dos mundos se todos seguissem as regras do jogo, mas desafortunadamente não é assim que o comércio exterior funciona. Exemplo, se algum empresário quiser vender sua mercadoria na China a preços mais baixos que os similares chineses não conseguirá, as razões está no pior protecionismo que há - great firewall - confira:
    https://www.washingtonpost.com/world/asia_pacific/chinas-scary-lesson-to-the-world-censoring-the-internet-works/2016/05/23/413afe78-fff3-11e5-8bb1-f124a43f84dc_story.html?utm_term=.f82482f46e90
    Esta é apenas uma faceta do jogo coalhado de embusteiros. Digno que nota citar que quatro dos outrora tigres estão pressionados - confira:
    www.scmp.com/comment/insight-opinion/article/2074773/rise-and-demise-asias-four-little-dragons
    Diante dos danos que isso traz é evidente que pirotecnias entrarão em cena, de modo que a barafunda persiste e as aduanas se tornam mais rigorosas.
    Ademais, até quando uma nação aguenta emitir "notas promissórias" para supostamente honrar sucessivos déficits em sua balança comercial?
    exame.abril.com.br/economia/eua-fecham-2016-com-maior-deficit-comercial-em-quatro-anos/
    No frigir dos ovos, esse lance de troca internacional acaba batendo no sistema monetário de cada país e é aí que a porca torce
  • Fernando Mises Bisneto  03/03/2017 16:28
    A cultura é o principal problema da economia. A cultura destrói tudo que aparece na frente.

    A cultura do lixo é patrocinada pelo governo, que paga por carnavais, patrocina grafiteiros, suborna artistas, compra jornalistas, compra as pessoas, polui tudo, não presta nenhum serviço direito, paga indenizações a bandidos, etc.

    As pessoas se acostumaram a viver no meio do lixo, por isso elas acham que bloquear o comércio não é um problema. Ou então, saquear 34% da renda virou uma coisa boa. O crime vira uma virtude na cultura do lixo.

    O problema é muito maior do que uma moeda estável ou um comércio mais livre. O governo instaurou a cultura do lixo, que destrói o patrimônio e a vida das pessoas a cada minuto.

    Quando as pessoas vivem no meio da cultura do lixo, existe uma tendência muito grande de elas se sentirem um lixo.
  • anônimo  03/03/2017 17:16
    Quem realmente ganha com a obstrução do livre comércio? Os governantes e seus compadres.
  • anônimo  03/03/2017 18:59
    Em uma simples importação feita pela internet pagamos 60% do valor da mercadoria+frete e o ICMS (que varia por estado). Mas quanto de tarifas e impostos incidem por exemplo, sobre a impostação de uma máquina feita por uma fábrica? Ou sobre a importação de produtos por uma loja varejista?
  • Aluno Austríaco  03/03/2017 19:04
    Segundo o próprio site da Receita, as importações têm uma alíquota multiplicadora de impostos.

    Ou seja, os impostos sobre importados podem ser multiplicados por até 7,6 vezes.

    É uma pedalada na OMC !

    www4.receita.fazenda.gov.br/simulador/

    Na quase totalidade das importações, a alíquota aplicável do PIS é de 1,65% e a da Cofins é de 7,6%. A base de cálculo para ambas as contribuições é o valor aduaneiro das mercadorias importadas, acrescido do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), incidente sobre a importação, e do valor das próprias contribuições, pois elas são incluídas no preço final das mercadorias (cálculo "por dentro"). Assim as contribuições devidas são iguais a:

    PIS = Alíquota PIS x (VA + ICMS + PIS + Cofins)

    Cofins = Alíquota Cofins x (VA + ICMS + PIS + Cofins)
  • Andre  03/03/2017 19:05
    Os 60% de imposto de importação representam o regime simplificado de tributação, um bom negócio para padrões brasileiros. Fora dele, itens de consumo podem somar até 102% de tributação total.

    Sobre máquinas e equipamentos, o governo é mais "manso": a tributação total fica nuns 78%. Só isso...
  • anônimo  04/03/2017 00:35
    E quanto a essa redução do imposto de importação para algumas máquinas e equipamentos industriais?

    portal.siscomex.gov.br/informativos/noticias-orgaos/noticias/camex/camex-reduz-imposto-de-importacao-para-maquinas-e-equipamentos-industriais
  • Wesley  03/03/2017 19:06
    O engraçado é que os protecionistas odeiam que outros países boicotem os seus produtos ou restrinja as importações. O baronato brasileiro está reclamando com o Macri que a Argentina é protecionista com produtos brasileiros. Eles querem proibir os brasileiros de comprar produtos importados mas não acham justo que outros países proíbam seus cidadãos de comprar produtos brasileiros. Pimenta nos olhos dos outros é refresco. Esse pessoal só olha para o próprio umbigo e bolso. Eles querem explorar os brasileiros mas não gostam de ser prejudicados por outros protecionistas.
  • anônimo  03/03/2017 22:05
    Pimenta nos olhos dos outros é refresco.
  • Empreendedor Frustrado  03/03/2017 19:09
    Fico assustado com os preços das coisas no Brasil. Estava procurando uma certa câmera reflex na internet, e deu assim:

    Ebay: U$ 300,00.
    BR: R$ 5.000

    Também já pensei em abrir um negócio focado na fabricação de clones de Arduino e shields em geral, alguns que eu projetei e não existem, embora haja uma demanda enorme, mas graças ao nosso glorioso, mais que soviético e draconiano imposto de importação de 60%+ICMS local, o capital inicial requerido para o meu negócio seria altíssimo, e olha que nem considerei as etapas burocráticas e registros que não tenho a mínima ideia do que precisaria ser feito para a coisa ser "legal".

    Como o negócio estaria iniciando, eu venderia os produtos com preços bem menores. De fato, se fosse possível importar tudo de Shenzhen sem impostos, mesmo com o câmbio no patamar atual, o custo individual seria irrisório, mas enfim.

    Sem essas amarras, eu poderia complementar a minha renda trabalhando para mim mesmo. O governo se intrometeu e quer ser o meu sócio de qualquer maneira.

    E cobra caro, muito caro por isso.

    Estatistas não fabricam, e se forem importar, pagam as taxas de boa fé "em nome da proteção da indústria nacional", e da destruição da iniciativa de quem queria começar a fazer dinheiro e vender produtos a preços mais realistas.

    Foda-se o Estado, porque desde que comecei a pesquisar sobre liberalismo, estou convicto como rocha de que contrabando é autodefesa.
  • Paulo Bat  04/03/2017 01:55
    Estou pesquisando uma lente 18-200 mm para minha Nikon D3100 e aproveitei fiz uma pesquisa da

    Nikon D3300 1532 18-55mm f/3.5-5.6G VR II Auto Focus-S DX NIKKOR Zoom Lens 24.2 MP Digital SLR – Black

    Resultados encontrados:

    Amazon: de US$ 500 por US$ 467. ://www.amazon.com/Nikon-1532-18-55mm-3-5-5-6G-Focus-S/dp/B00HQ4W1QE

    Com preço de venda do câmbio turismo de hoje, 3,28 por 1, conforme: //economia.uol.com.br/cotacoes/cambio/dolar-turismo-estados-unidos/, ela sairia por cerca de R$ 1.531,00.

    Rey Câmeras: R$ 2.199,00. //www.reycameras.com.br/cameras-digitais/276-nikon-d3300-18-55mm-vr.html

    Assim sendo, 2199 / ( 467 * 3,28 ) = 2199 / 1531 = 1,5.

    Portanto, a Nikon acima descrita sai cerca de CINCOENTA POR CENTO MAIS CARA na Rey Câmeras do que na Amazon.

    Diferença muito grande por culpa do imposto de importação.

    Mas muito longe da diferença contada pelo Empreendedor Frustrado:

    5000 / (300 * 3,28 ) = 5000 / 984 = 5,08 ===>> 408% MAIS CARA NO BRASIL

    Como você não citou os links de sua pesquisa, fica difícil comparar os preços aqui e lá fora.

    Empreendedor Frustrado, será que você não comparou modelos diferentes. Por exemplo, a câmara acima, com uma lente 18-105mm sai por R$ 3.000,00 no Rey Câmeras e uma com lente 18-300mm sai por US$696.90 na Amazon. São as mesmas câmeras mas com lentes diferentes entre si.
  • Felipe Lange S. B. S.  03/03/2017 22:35
    Parece óbvio demais, mas é sempre bom reforçar os argumentos em prol do livre comércio. Parece que a ficha não caiu ainda para muita gente.
  • Gustavo  04/03/2017 01:26
    Artigo impecável!
  • Primo  04/03/2017 11:04
    Ora, empresas montadoras de carros são multinacionais que vieram para o Brasil, investiram dinheiro. Em um livre mercado genuíno, o valor mais importante é o respeito a contratos e acordos. Ser contra tarifas de importação é ir contra acordos e contratos firmados no passado, isso quebra a confiança do investidor e deturpa a economia. Não podemos tomar decisões baseadas em vantagens momentâneas. Se não sabemos barganhar no momento de acordos a solução não é descumpri-lo quando não for mais favorável. Temos de estudar o caso para em um próximo momento fazer acordos mais interessantes. Não sejamos irresponsáveis.
  • Malthus  04/03/2017 14:18
    Como é que é o negócio aí?

    Quer dizer então que pelo fato de GM, VW e Ford terem vindo para o Brasil na década de 1950, e FIAT na década de 1970, eu, em 2017, devo ser continuar sendo proibido de comprar um carro estrangeiro barato?!

    É isso mesmo?

    Ou seja, para você, algo que começa na base da imoralidade, deve se manter na imoralidade para sempre? Se o governo cometeu o atentado de garantir uma reserva de mercado para empresários nas décadas de 1950 e 1970, então o correto e moral seria manter essa imoralidade até hoje? E abolir essa imoralidade seria imoral?

    Aliás, o legal é que essa sua "lógica" só vale para um lado, né? Por exemplo, as tarifas não podem cair porque seria "quebra de contrato", mas subir elas podem adoidado. Em 2011, Dilma e Mantega elevaram de 20% para 35% as tarifas dos carros importados. Aí pode....

    Por fim, sempre resta a pergunta: no Brasil, as empresas já não tiveram protecionismo o bastante?

    O mercado brasileiro está praticamente fechado há mais de um século — atualmente, o Brasil continua sendo uma das economias mais fechadas do mundo — e ainda é necessário dar mais tempo?

    Aos protecionistas ficam as seguintes perguntas: Tarifa de quanto? Por que tal valor? Por que não um valor maior ou menor? Por quanto tempo deve durar tal tarifa? Por que não um tempo maior ou menor? Qual setor deve ser protegido? Por que tal setor e não outro? E, finalmente, por que o segredo para a eficiência é a blindagem da concorrência?

    Responda a cada uma delas.
  • Tulio  04/03/2017 14:24
    Calma, Malthus. O "Primo" estava sendo claramente irônico. Ele deixou isso claro ao dizer que reduzir as tarifas de importação que estão em soviéticos 35% seria "irresponsabilidade". Afinal, os coitadinhos dos megaempresários e dos sindicatos não iriam aguentar. Ironia fina a dele.

    Igualmente irônico foi ele dizer que "ser contra tarifas de importação [hoje] é ir contra acordos e contratos firmados [na década de 1950]". Ironia ainda mais fina.

    Mesmo porque nenhum ser humano normal seria realmente tão imbecil ao ponto de dizer isso.
  • Will  04/03/2017 20:53
    Junte o protecionismo com o governo e com o monopólio dos Correios, pronto!
    Temos aí o Iphone mais caro do mundo (pelo menos o 6 era), temos aí o Playstation 4 sendo vendido a 4 mil reais no lançamento.
    Temos moto da Honda 125, de entrada, por quase 10 mil reais...
    Temos caixa amplificada da Meteoro mais cara do que as caixas da clássica Marshall, e com qualidade extremamente inferior...
    Guitarras da Tagima à preço de Fender, Jackson, BC Rich, e por aí vai.
    Daqui a pouco o Governo dá um jeito de taxar o Bitcoin, pois é a única coisa que conseguimos comprar pelo "mesmo" valor e obter o mesmo produto...

    DÁ VONTADE DE CHORAR....

  • Will  04/03/2017 21:04
    E pior que eu meu comentário anterior eu nem mencionei os produtos genuinamente chineses.
    O Governo me fez lembrar, e fará pelo resto de minha vida, o quão arriscado é importar algo nessa latrina chamada Brasil.
    Me cobrou quase 100% de imposto sobre um simples óculos de realidade aumentada (daqueles que acopla o celular) que teria me custado R$36,00, e as lojas daqui da cidade estavam vendendo a R$199,90.
    Mesmo ainda sim tendo saído mais barato, antes de chegar, eu planejava comprar em maior quantidade para revender e aumentar minha renda, mas parece que a Receita Federal, além de não querer que eu aumente minha renda, fornecendo produtos que as pessoas me comprariam voluntariamente, quer que eu tenha minha renda DIMINUÍDA, forçando-me a pagar R$199,90 por algo que eu pagaria R$36,00.
    Eu sei que apenas repeti o que foi exemplificado no excelente artigo, mas é algo frustrante e REVOLTANTE!!!
  • 4lex5andro  06/03/2017 13:50
    Camaro x impostos

    No lançamento do carro da chevrolet, importado, dos R$ 199.000,00 cobrados nas revendas da GMB (General Motors do Brasil) e descontando o preço de compra nos Estados Unidos, temos:

    O carro saía não por menos de U$ 30.800,00 (R$ 53.130,00) para a GMB (comprado nos states) já incluindo frete e seguro;

    R$ 20.460,00 para repartir entre GMB, concessionária, outros impostos (IRPJ, CSLL, etc.) e despesas;

    R$ 125.410,00 para repartir entre Governo Federal e Estadual (apenas IPI, ICMS, PIS, COFINS, II e IOF);

    É correto que a margem de lucro da GMB é boa, mas tem gente que está ganhando muito mais.
  • Primo  05/03/2017 12:57
    Segue abaixo respostas:

    "Malthus 04/03/2017 14:18
    Como é que é o negócio aí?
    Quer dizer então que pelo fato de GM, VW e Ford terem vindo para o Brasil na década de 1950, e FIAT na década de 1970, eu, em 2017, devo ser continuar sendo proibido de comprar um carro estrangeiro barato?! "


    Atualmente vivemos em uma república, quem decide o que acontece dentro do pais é o presidente da republica. Caso você você tenha sangue azul você teria o minimo de moralidade para argumentar alguma coisa. São negócios meu amigo, apenas negócios e pelo jeito você não tem nada a oferecer, logo, está fora do jogo.

    "É isso mesmo? Ou seja, para você, algo que começa na base da imoralidade, deve se manter na imoralidade para sempre? Se o governo cometeu o atentado de garantir uma reserva de mercado para empresários nas décadas de 1950 e 1970, então o correto e moral seria manter essa imoralidade até hoje? E abolir essa imoralidade seria imoral? "

    Imoralidade? Você quer romper acordos com multinacionais, romper com o estado de direito, e quer decidir o que é moral e imoral. Você quer destruir todo um acordo voluntario feito entre partes, toda uma cadeira de relação politica e econômica, somente porque esse acordo te afeta de alguma maneira. Em uma negociação você tem que oferecer algo e até agora não ofereceu nada, não adianta ser emotivo, isso só piora o seu lado.

    "Aliás, [Blá Blá Blá... ] é a blindagem da concorrência?

    Fica claro que você está fora do jogo, não cade a você decidir isso, esse valores depende do poder de barganha de cada lado. Afinal, você quer definir o valor do seu salário, o valor que quer pagar de um copo de água, "oras bolas" que tipo de livre mercado você defende? Não importa de quanto será a tarifa, qual o valor, quanto tempo deve durar... o que importa é bater o martelo e dar as mãos. Negócios voluntários feitos entre partes legitimadas não há imoralidade.

    Você parece um desempregado reclamando do patrões. Trabalhe duro, que você vai conseguir comprar um caro, muitas pessoas tem carro no brasil, você também conseguirá.
  • Getulio  05/03/2017 16:01
    "Você quer romper acordos com multinacionais, romper com o estado de direito, e quer decidir o que é moral e imoral. Você quer destruir todo um acordo voluntario feito entre partes"

    Como é que o negócio aí? Acordo voluntário? Um acordo em que para líricos prometem espoliar a população apenas para garantir uma reserva de mercado para "multinacionais" é um acordo moral e voluntário?

    Cadê a voluntariedade da população? Quando esta foi consultada? Eu não fui. Cadê a moralidade do acordo? Desde quando espoliação, coerção e privilégios com o dinheiro alheio representam acordos morais e voluntários?

    Outra coisa: quer dizer então que, porque políticos da década de 1950 prometeram espoliar a população àquela época, hoje, 67 anos depois, isso ainda tem de se manter?

    Mais ainda, e que você não respondeu (como, aliás, não respondeu a absolutamente nada do que o Malthus questionou): por que as tarifas só podem aumentar, mas não diminuir? Isso é "moralidade"?

    "Em uma negociação você tem que oferecer algo e até agora não ofereceu nada, não adianta ser emotivo, isso só piora o seu lado."

    Negociação?! O governo apontar uma arma pra cabeça da população é proibi-la de comprar barato do exterior apenas para favorecer uma ínfima parcela do baronato industrial é "negociação"?

    Só se você estiver utilizando o termo no mesmo sentido empregado no caso de sequestro -- o que significa que você considera sequestro uma política moral.

    "Afinal, você quer definir o valor do seu salário, o valor que quer pagar de um copo de água, "oras bolas" que tipo de livre mercado você defende?"

    O Malthus em momento algum falou qualquer coisa relacionada a isso. Sua tentativa de deturpação mostra seu desespero e sua falta de argumentação, o que lhe deixa completamente a descoberto.

    Você é muito fraco. (Não é à toa que você, morrendo de vergonha, espertamente optou por responder em outro lugar, fugindo covardemente da thread original, apenas para não passar mais vergonha).
  • Primo  05/03/2017 17:30
    Negociação entre presidente do Brasil e presidente da multinacionais, onde entra a importancia de sua opinião nessa negociação? Essa espoliação que você diz é apenas um pedágio, a valor do pedágio é subjetivo, não tem como ser definido por meio de cálculos matemáticos, o dono do pedágio define o valor, esse é o negócio dele, se você acha caro, não compre. O presidente do Brasil e presidente das multinacionais, chegaram a um acordo voluntariamente. Caso alguém seja dono de uma praia, e defina um valor para passar por ela, você não pode passar mercadorias pela .praia sem pagar qualquer tipo de taxa imposta, somente porque você levanta uma argumentação comunista de que é uma cobrança imoral.
  • Octávio  06/03/2017 18:09
    "Negociação entre presidente do Brasil e presidente da multinacionais, onde entra a importancia de sua opinião nessa negociação?"

    Dois indivíduos com os quais eu não tenho nenhuma ligação e que nada fazem por mim têm o direito de decidir se eu posso ou não comprar coisas de terceiros?! Mais ainda: podem me obrigar a comprar coisas apenas deles? Você realmente defende esse totalitarismo?

    Aliás, essa suposta "negociação" ocorreu na década de 1950. Vale até hoje? Até agora você não respondeu isso.

    "Essa espoliação que você diz é apenas um pedágio, a valor do pedágio é subjetivo, não tem como ser definido por meio de cálculos matemáticos, o dono do pedágio define o valor, esse é o negócio dele, se você acha caro, não compre."

    Esse é o "negócio" dele?! Fechar as fronteiras e proibir 200 milhões de pessoas de comprar bens do exterior, obrigando-as a comprar apenas as porcarias que ele fabrica, é o "negócio" dele?!

    Você só não é cômico porque é patético!

    "O presidente do Brasil e presidente das multinacionais,[sic] chegaram a um acordo voluntariamente."

    Um acordo entre um assassino profissional e seu contratante é voluntário. Logo, pela sua lógica, a vítima do assassino profissional nada tem do que reclamar, afinal, o assassino e seu contratante fizeram tudo voluntariamente.

    É cada demente que despenca por aqui...

    Aliás, faz sentido que um ignaro que separa sujeito e verbo com vírgula realmente acredite que acordos entre governo e grandes empresas são voluntários e em prol da população. Marcelo Odebrecht e Lula pensam exatamente assim.

    "Caso alguém seja dono de uma praia, e defina um valor para passar por ela, você não pode passar mercadorias pela praia sem pagar qualquer tipo de taxa imposta"

    Você é tão débil que nem sequer sabe construir exemplos comparativos.

    Praia com um proprietário é uma coisa. A praia é propriedade privada do seu dono. Já políticos definindo o que a população pode ou não pode comprar, e de quem ela pode ou não pode comprar, é algo completamente distinto. Políticos não são donos do país nem da população. Tampouco empresários o são. Logo, estes dois, por mais "voluntário" que seja seu acordo, não têm direito nenhum de estipular o pedágio que a população tem de pagar caso queira comprar bens não produzidos por empresários amigos de políticos.

    Agora, se você realmente acha que políticos são os donos tanto do país quanto da população, então aí realmente nada posso fazer por você. Seu distúrbio mental é severo. Você já nasceu com os grilhões acorrentados à suas pernas.

    Não é à toa, aliás, que políticos pintam e bordam nesse país: os primeiros a aplaudi-los e justificá-los são pessoas como você.
  • Primo  08/03/2017 15:24
    " Dois indivíduos com os quais eu não tenho nenhuma ligação e que nada fazem por mim têm o direito de decidir se eu posso ou não comprar coisas de terceiros?! "

    Uma coisa é a relação "multinacional" x estado e outra é a relação "Octávio" x estado. Como você pode afirmar não ter nenhuma ligação com o estado, caso realmente isso seja verdadeiro, porque você se sente obrigado a pagar pelas taxas? Ora, você sabe que está totalmente envolvido com o estado, somente não quer ser responsável pela sua parte no acordo.

    "Aliás, essa suposta "negociação" ocorreu na década de 1950. Vale até hoje? Até agora você não respondeu isso."

    Mas é claro, desde quando um contrato precisa ter prazo de validade? Nem um comunista dos mais radicais defende que contratos a partir de 50 anos perdem o valor. Quer dizer que eu compro um terreno em 1950 e agora em 2017 já não sou mais dono dele porque passou mais de 50 anos?

    " Um acordo entre um assassino profissional e seu contratante é voluntário. Logo, pela sua lógica, a vítima do assassino profissional nada tem do que reclamar, afinal, o assassino e seu contratante fizeram tudo voluntariamente. "

    O onus é de quem age, o assassino age o onus é dele. Entre a multinacional e o estado não há qualquer ação contra sua pessoa, eles são atores passivos.

    "Praia com um proprietário é uma coisa. A praia é propriedade privada do seu dono."

    Estranho que nessa sua ideologia você aceita pagar até 200% de ágil para passar por uma praia privada com mercadorias, mas fica completamente revoltado em pagar 35% de ágil para passar pela mesma praia quando ela é publica.

    Realmente, não é à toa, aliás, que "pessoas boas de fazer politicas" pintam e bordam nesse país.
  • Skeptic  05/03/2017 14:56
    Leandro Roque, alguma opinião sua ou algo importante para saber sobre os possíveis candidatos a presidência do Fed para o ano que vêm? Um novo presidente do Fed será nomeado por Trump para substituir a Janet Yellen em março de 2018. Três nomes surgiram como possíveis candidatos.
  • Leandro  05/03/2017 15:14
    Por princípio, não gosto muito de ficar especulando sobre nomes que só serão definidos daqui a um ano. E principalmente quando o definidor é uma pessoa tão imprevisível quanto Trump.

    Por ora, o máximo que posso fazer é recomendar este artigo:

    www.zerohedge.com/news/2017-01-10/who-will-trump-pick-next-fed-chair
  • Skeptic  07/03/2017 15:17
    Que coincidência... foi depois de ler esse mesmo artigo que decidi te perguntar isso.
    Valeu!
  • Raio Privatizador  05/03/2017 16:31
    Leandro e demais,

    Sobre a infraestrutura do EUA e o tal pacote de 1 trilhão do Trump:

    Os aeroportos são, em maioria, estatais com gestão municipal. E os portos são estatais ou concedidos? E as estradas possuem pedágios? Se sim, são estatais ou concedidos?

    Ainda, como é feito o investimento? Por gastos diretos do governo via licitação ou indiretamente via juros subsidiados através de um banco de desenvolvimento (tipo BNDES).

    Agradeço antecipadamente os esclarecimentos.
  • Empreendedor Paraguaio  05/03/2017 17:31
    Esse artigo parece um sonho impossível.

    O protecionismo é feito por incompetentes, canalhas, corruptos, desonestos, trambiqueiros, etc.

    Seria necessário uma guerra ou um boicote geral para acabar com tantos capitalistas de fachada.

    O engraçado é que o CADE fica proibindo fusões e aquisições, e não faz nada contra o protecionismo do próprio governo. Primeiro o governo cria o problema de pouca concorrência, depois o CADE fica inventando coisas para fingir que existe livre mercado.

    Se houvesse menos protecionismo e mais importações, as fusões entre empresas teriam um impacto muito menor. O próprio CADE seria reduzido, porque as fusões entre empresas seriam boas para concorrer com as importações.

    As fusões entre empresas deveriam ser boas para melhorar a concorrência com importados. O CADE conseguiu transformar uma coisa boa em mais destruição do mercado, porque empresas pequenas tem mais dificuldade para concorrer com os importados.

  • Padawan  06/03/2017 00:16
    * Sem relação direta com o artigo acima.

    Conheço um 'determinista' que afirma que "de dez em dez anos, o capitalismo entra em crise". Gostaria que alguém comentasse sobre essa ideia e me esclarecesse também sobre crises econômicas: há crises SEM intervenção governamental?
  • Jedi  06/03/2017 11:35
    Ele até visualizou a coisa certa, mas errou completamente no diagnóstico.

    Dez anos é o tempo médio dos ciclos econômicos, os quais são inteiramente gerados pela intervenção do governo na economia, majoritariamente na forma de expansão do crédito a juros artificialmente baixos.

    Este site é majoritariamente sobre isso, mas irei recomendar apenas três artigos, um sobre Europa, outro sobre EUA e outro sobre Brasil:

    Como a crescente estatização do crédito destruiu a economia brasileira e as finanças dos governos

    Como ocorreu a crise financeira americana

    Explicando a recessão europeia
  • Padawan  06/03/2017 13:17
    Obrigado, mestre! Que a EA esteja com você.
  • Chinês  06/03/2017 14:22
    exame.abril.com.br/economia/china-impulsiona-investimento-privado-para-manter-crescimento/
  • reinaldo  07/03/2017 19:43
    Mas numa economia como a brasileira, onde tudo é taxado em demasia e com altas taxas de importação, o caminho seria a redução de todas as taxas, e não somente sobre os produtos importados.
    Me corrijam por favor, mas acredito que todos os impostos deveriam ser reduzidos, senão zerados, não é mesmo? só assim o estado acaba por não interferir na economia.


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