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A Coca-Cola, os privilégios governamentais e a guerra às drogas - uma relação que poucos conhecem

Já entrou para o rol das "curiosidades históricas" o fato de que a fórmula original da Coca-Cola continha cocaína.

Porém, há uma outra história muito menos conhecida da Coca-Cola, a qual possui interessantes componentes que envolvem o governo, o corporativismo e a guerra às drogas.

A primeira lei federal americana anti-drogas foi a Harrison Narcotics Act, promulgada em 1914, que criminalizou a venda não-licenciada de cocaína e de produtos contendo ópio.  Mas este não foi o motivo pelo qual a cocaína foi removida da Coca-Cola.  O alcalóide foi removido da fórmula da Coca-Cola em 1903 por causa de uma pressão popular fomentada pela imprensa, que começou a veicular continuamente uma imagem negativa do uso da cocaína.

Para não contrariar e alienar sua base consumidora — a qual agora se opunha ao consumo de cocaína —, a empresa removeu o componente narcótico do seu produto.

É isso, aliás, que os defensores do livre mercado chamam de "regulação feita pelo mercado", contrariando aqueles que acreditam que o governo é necessário para regular os excessos do livre mercado.

Com efeito, a única acusação criminal já feita contra a Coca-Cola por sua fórmula ocorreu em 1911, quando o Departamento de Agricultura [equivalente ao nosso Ministério da Agricultura] pensou que a empresa estava "comercializando uma bebida adulterada nociva à saúde por conter um ingrediente deletério: a cafeína", disse o presidente do departamento de química.[1]

Mas essa não é a parte realmente interessante.  A Coca-Cola não havia eliminado o uso da folha de coca em sua fórmula, pois ela era um ingrediente flavorizante necessário.  Entretanto, o Harrison Narcotics Act havia tornado a folha de coca uma substância controlada, e sua importação passou a ser estritamente regulada pelo governo federal, que também decidia qual uso um importador licenciado poderia fazer do produto.

Governo favorecendo as grandes farmacêuticas - os primórdios

Esta regulação resultou em duas grandes empresas — Merck & Co., Inc. e Maywood Chemical Works — ganhando uma licença monopolística do governo para a importação de folhas de coca.  Ambas só ganharam a permissão de importar a matéria-prima porque o governo americano não queria que todo o processo de fabricação fosse deslocado para outros países.

A Merck foi autorizada a importar folhas de coca do Peru e da ilha de Java (Indonésia) com o propósito de extrair o alcalóide da cocaína e transformá-lo em analgésico.  Já a Maywood obteve a permissão para importar as folhas e extrair e destruir o alcalóide da cocaína para então produzir a "Mercadoria #5", que é o ingrediente flavorizante, e não-narcótico, da folha de coca ainda hoje utilizado na Coca-Cola. 

As duas empresas, portanto, obtiveram um monopólio concedido pelo governo: uma para produzir analgésicos e a outra para ser a única fornecedora da Coca-Cola.

Esse corporativismo farmacêutico foi turbinado na década de 1930, quando o governo americano queria estocar grandes quantidades de sedativos — contendo cocaína e ópio — para suprir os aliados da Segunda Guerra Mundial.  Em 1933, quando Franklin Roosevelt assinou um decreto ordenando que todos os cidadãos americanos entregassem ao governo todo o ouro que possuíam, o estoque de ouro americano foi removido dos cofres do Tesouro e levado para Fort Knox.  Com os cofres vazios, o chefe do Federal Bureau of Narcotics (FBN), Harry Anslinger, decidiu enchê-los de narcóticos como forma de estocar para o esforço de guerra, concedendo assim um suculento contrato à Merck & Co.  Incidentalmente, isso representava uma violação da Convenção de Genebra, de 1931, que estipulava cotas nacionais para a quantidade de estoques de remédios que cada país podia manter.  O FBN simplesmente excluiu desse cálculo os estoques voltados para a segurança nacional.

Já a licença da Maywood para importar folhas de coca é ainda mais interessante.  Na década de 1930, a Coca-Cola já era maciçamente popular, sendo este o motivo de o governo americano ter se mostrado disposto a conceder à empresa uma exceção para obter um produto regulado (mesmo sem o elemento narcótico, a folha de coca era, em si, uma substância fortemente regulada).  Ainda naquela década, outros concorrentes, como a S.B. Penick Company, tentaram conseguir permissão do governo para comprar folhas de coca, e seus ingredientes flavorizantes, da Maywood.  Porém, todos os pedidos foram negados por Harry Anslinger, o chefe do Federal Bureau of Narcotics.

O governo federal estava oficialmente trabalhando para suprimir potenciais concorrentes da Coca-Cola.

Quando os EUA entraram na Segunda Guerra Mundial, a Coca-Cola estava fazendo lobby para — e conseguindo — obter o privilégio de não se submeter às regulamentações do governo, exceção essa que seus concorrentes não usufruíam.  Em 1942, um executivo da Coca-Cola participou da reunião do comitê governamental que estipulava as cotas do racionamento de açúcar para todo o país (era o auge da escassez gerada pelo esforço de guerra) e conseguiu obter uma exceção especial a essa restrição, o que possibilitou à Coca-Cola abrir mais 64 fábricas enquanto outros produtores de refrigerante não conseguiam obter seus ingredientes por causa das restrições governamentais ao comércio de açúcar.

Em 1949, os ativos da empresa Maywood foram confiscados pelo governo porque ela havia sido fundada por um alemão — o doutor Louis Schaefer — e era de propriedade "do inimigo".  Ato contínuo, as ações da Maywood seriam colocadas a leilão pelo Office of Alien Property (agência do governo americano utilizada nas duas grandes guerras para custodiar as propriedades confiscadas dos inimigos do país).  O único comprador potencial era exatamente a S.B. Penick Company, a qual, como já dito, há anos vinha tentando conseguir a autorização do governo para comprar os ingredientes flavorizantes da folha de coca e há anos vinha tendo seu pedido negado.

Ato contínuo, Ralph Hayes, o executivo da Coca-Cola, enviou uma carta para Harry Anslinger exortando uma intervenção do governo para proteger o monopólio da Coca-Cola.

Uma intrincada rede de monopólios concedidos pelo governo

Esse corporativismo de fato impediu o confisco da empresa Maywood.  Também ajudou o fato de que a empresa havia cooperado com o governo durante a guerra (nesse caso, o corporativismo venceu o confisco estatal). 

E o monopólio da Coca-Cola sobre os ingredientes da folha de coca continuava seguro.

Durante a Guerra Fria, a Coca-Cola foi ajudada pelo governo americano em sua expansão global, como uma maneira de propagandear a empresa como um (irônico) exemplo de "capitalismo" americano e sua superioridade sobre o comunismo.  Os governos de Alemanha e França, por exemplo, tentaram impor restrições legais à expansão da Coca-Cola em seus países.  O burocrata Harry Anslinger reagiu atuando pessoalmente como o mediador da empresa perante os governos estrangeiros.  Ele até mesmo recorreu à política global anti-drogas como justificativa para fazer com que a Divisão de Relações Exteriores do governo americano "desincentivasse países estrangeiros a importar folhas de coca [para o propósito de fazer refrigerantes] o máximo possível".[2]

Em 1959, a Maywood Chemical Works foi absorvida pela Stepan Company, a qual mantém, até hoje, uma licença monopolística concedida pelo governo para importar folhas de coca.  A empresa hoje produz o extrato flavorizante e o alcalóide da cocaína para propósitos farmacêuticos, sendo a única empresa licenciada pelo governo para importar folhas de coca

Já a Coca-Cola permanece sendo a única empresa com o privilégio de poder obter os ingredientes flavorizantes, e não-narcóticos, da folha de coca.

Conclusão

O curioso é que os primórdios da Coca-Cola demonstram que a empresa conseguiu prosperar competitivamente no livre mercado sem ter de recorrer a privilégios governamentais.  Adicionalmente, seus primeiros anos demonstram a capacidade de adaptação de uma empresa privada ao responder positivamente às pressões dos consumidores, sem qualquer imposição ou supervisão governamental, removendo o componente narcótico de sua bebida onze anos antes da proibição legal da cocaína.

Mas o sucesso da Coca-Cola como a mega-empresa que ela é hoje se deve, ao menos em parte, aos privilégios especiais concedidos pelo governo americano durante a Segunda Guerra Mundial, e à supressão de potenciais concorrentes nos primórdios das políticas anti-drogas de Harry Anslinger.

Como resultado, a Coca-Cola é produto de um corporativismo corrupto, e beneficiária única da Guerra às Drogas.  Até hoje.



[1] Michael M. Cohen, "Jim Crow's Drug War: Race, Coca-Cola and the Southern Origins of Drug Prohibition," Southern Cultures 12, no. 3 (Fall 2006): 55–79.

[2] H.J. Anslinger, Commissioner of Narcotics to Mr. Charles B. Dyar, Foreign Relations Division, OMGUS, Office of Political Affairs, January 10, 1951.


3 votos

autor

Chris Calton
é estudante da Mises University e historiador econômico.  Veja seu canal no YouTube.


  • Capital imoral  15/08/2016 15:05
    Sim, o instituto mises está certíssimo.
    Queremos uma sociedade evoluída, sem esses caretas dos conservadores, que ficam dizendo que um abismo leva a outro, que meu filho não vende os móveis da casa para comprar coca cola.

    Uma sociedade que não diga, que existe drogas que atuam sobre o sistema nervoso central, em uma nível infinitamente maior que um refrigerante.

    Parabéns instituto mises por criar uma sociedade evoluída, uma sociedade de candidatos do Psol: https://s32.postimg.io/4zype2bv9/bostao.jpg


    Eu Falei que iria conseguir implantar o socialismo no instituto mises. Estamos no caminho.

    Capital imoral é filósofo, escritor, e já refutou mises.
  • Lamentável  15/08/2016 17:12
    Você não é o autêntico Capital Imoral. Dá para perceber pelo português precário.
    Não passa de uma cópia fajuta que usa o nickname tentando se passar por outro. Crie vergonha, não faça isso.

    Deixe os verdadeiros escreverem suas baboseiras.
    Economista Unicamp, Filósofo da USP, Capital Imoral.
  • anônimo  15/08/2016 17:44
    O legítimo Capital Imoral utiliza o I maiúsculo. Esse paraguaio nem graça teve, além do péssimo português.
  • Sociólogo da USP  15/08/2016 17:59
    Sugiro até mudar o nome do site para ''Instituto Antonio Gramsci''.
  • Andre Cardoso  15/08/2016 21:19
    A sua ironia é tão fina, mas tão fina que fica transparente. E se transforma numa conversa que só meu sobrinho adolescente amante do funk carioca iria conseguir prestar atenção.
  • RodrigoM  15/08/2016 15:06
    OFF-TOPIC

    Bom dia. Eu moro na baixada fluminense, RJ, aqui existe uma forte máfia sobre o gás de cozinha, quem não concorda em manter o preço do butijão ígual aos outros vendedores acaba sendo morto. Se o mercado de gás fosse desregulamentado essa máfia poderia deixar de existir? Como a desregulamentação poderia ajudar?
  • Nascimento  15/08/2016 15:38
    Posso apostar que essa máfia é formada por milicianos (policiais) que operam ali impunemente justamente por serem o braço armado do estado.

    Ou então ela é formada por traficantes, os quais se tornaram poderosos e se armaram militarmente em decorrência da proibição do mercado de drogas pelo estado.

    (Quando algo é proibido pelo estado, só se aventuram a empreender naquele setor pessoas dispostas a tudo, com propensões à violência e, em muitos casos, muito bem armadas. Os mercados proibidos ou fortemente regulamentados são infestados de ofertantes inescrupulosos e violentos.

    Quando o estado ameaça prender os produtores de um determinado bem, ele acaba alterando os incentivos de mercado, de modo que a violência passa a ser muito mais lucrativa para essa indústria. Consequentemente, aquelas pessoas que têm predisposição para a imoralidade ganham um incentivo adicional com a política de ilegalidade de certos mercados. A indústria proibida é então dominada por quadrilhas fortemente armadas.)

    Portanto, toda a encrenca já começa aí.

    A desregulamentação na oferta de gás resolveria o problema? Certamente traria mais opções, mas nada garante que os novos vendedores teriam acesso à sua região, que se tornou uma reserva de mercado pela força das armas.

    Enquanto sua região estiver sob o domínio de milicianos e traficantes (duas criaturas do estado), a única solução para a população da região é se armar e dar o troco. Mas como o governo proíbe o armamento de civis, então não tem solução. Vocês são vítimas do governo.
  • RodrigoM  15/08/2016 16:36
    Obrigado pela resposta Nascimento.
  • ZuEr@_br  15/08/2016 18:39
    cara tu faz gato na luz né? poe só chuvero eletrico e forno eletrico fogao eletrico e esquece o gás
    pior eu q pago por tudo certo
  • Ivan Fernandes  16/08/2016 05:41
    perfeito
  • brunoalex4  23/08/2016 16:08
    "Enquanto sua região estiver sob o domínio de milicianos e traficantes (duas criaturas do estado), a única solução para a população da região é se armar e dar o troco. Mas como o governo proíbe o armamento de civis, então não tem solução. Vocês são vítimas do governo."

    Esse comentário é para ser aplaudido de pé!!!
  • Higor  28/08/2016 18:04
    Ótimo comentário!
  • Jonathan Franco Silveira  28/08/2016 18:10
    Great!
  • Renan Merlin  15/08/2016 15:09
    E Possivel a liberação das drogas no sistema atual em que a CLT não permite a demissão do funcionários viciados em drogas?
    E Possivel a liberação das drogas no sistema atual em que o Estatuto do Desarmamento proibe o cidadão se defender de viciados que o assalta pra sustentar o vicio?
    E Possivel a liberação das drogas no sistema atual em que o SUS socializa os custos de tratamento desses drogados?
  • Wellington Kaiser  15/08/2016 18:13
    O Estado grande e intrusivo é a nossa realidade. Muito dos nossos problemas estão amarrados, como você mesmo descreveu. Mas a mudança tem que começar de algum lugar!! Não importa qual vai chegar primeiro, se vai ser a liberação das drogas ou o fim da CLT, o importante é que haja um início.
  • saoPaulo  16/08/2016 08:20
    Sim.
  • Marco de Tropoja  15/08/2016 15:17
    E quanto a Pepsi?
  • Bryan Mills  15/08/2016 15:39
    O que tem ela?

    Sei apenas que nem faz cócegas na Coca.
  • Renan Merlin  15/08/2016 15:54
    Ai que você pensa. Nos EUA a Pepsi é mais vendida que a CocaCola
  • Carlos Alberto  15/08/2016 16:10
    De jeito nenhum.

    Em 2014, a Coca tinha 42,3% do mercado, enquanto que a Pepsi tinha 27,5%.

    fortune.com/2015/03/26/soda-sales-drop-2014/
  • Mark Nichts   15/08/2016 15:28
    O bom e velho corporativismo. O mesmo esquema era feito para as empreiteiras de construção civil envolvidas na operação lava jato. Esquema que ainda está funcionando para operadoras de celular, TV, entre outros produtos.
  • Luis  15/08/2016 17:02
    A liberacao completa das drogas iria tirar o poder economico dos traficantes, que eventualmente procurariam outras atividades ilicitas para se manter.

    Outro ponto que tenho pensado e' que remedios que hoje so' podem ser vendidos com receita de medico psiquiatra seriam liberados.

    Mesmo com a liberacao, continuariam proibidas para menores de 18 anos. Neste ponto, nao conheco nenhum fumante que tenha comecado depois dos 18 (ou alguem que so tomou cerveja ou vinho depois dos 18).

    Se falarmos em liberaco parcial (so algumas), a discussao torna-se muito mais complicada. Quais drogas? quais os criterios para liberar ou nao? Como testar drogas novas?


    Considerando as ideias do Instituto, quem conseguir combinar o "melhor efeito" com o "menor dano" ganha o mercado.
  • Wellington Kaiser  15/08/2016 21:28
    "A liberacao completa das drogas iria tirar o poder economico dos traficantes, que eventualmente procurariam outras atividades ilicitas para se manter."

    Poucas atividades ilicitas são tão lucrativas quanto algo tão demandado como as drogas recreativas.
  • saoPaulo  16/08/2016 08:27
    "A liberacao completa das drogas iria tirar o poder economico dos traficantes, que eventualmente procurariam outras atividades ilicitas para se manter."
    Acho que o Reinaldo de Azevedo usou uma vez este argumento imbecil de que as drogas devem continuar proibidas para evitar que traficantes migrem para crimes como sequestros.
    Se for assim, vamos proibir o comércio de celulares! Imaginem que beleza, não existiriam mais sequestradores no Brasil, todos migrariam para o tráfico de celulares...
  • Taxidermista  16/08/2016 13:01
    Caro saoPaulo,

    De fato, o mencionado cidadão largou o seguinte disparate:

    "Se tudo continuar, em suma, como está, a ilegalidade das drogas não deixa de ser um fator de segurança para uma parte da sociedade ao menos. A razão é simples: se o bandido continua solto e não pode ganhar dinheiro vendendo maconha ou cocaína, ele vai meter um trabuco na sua cara para lhe tomar o carro, a carteira, o relógio, o tênis. À legalização das drogas corresponderia o aumento brutal de todos os outros crimes."


    www.mises.org.br/Article.aspx?id=440
  • saoPaulo  16/08/2016 14:29
    Caro Taxidermista,

    muito bom artigo, obrigado pelo link.

    Ao meu ver, o Leandro não levou em consideração um fator crucial: ao se legalizar as drogas, um enorme contingente policial seria liberado para a opressão a outros tipos de crimes. Lembro de certa vez ter lido que metade da população carcerária dos EUA consistia de pessoas presas por crimes relacionados às drogas. Sendo assim, não é irrelevante a quantidade de recursos desviada para essa operação enxuga gelo.
  • Taxidermista  16/08/2016 14:56
    Estou plenamente de acordo contigo, meu caro, nesse assunto (e, creio, nos demais, ao menos quanto ao teor das suas manifestações que tive a oportunidade de ler por aqui).

    Sobre o artigo, acho q isso vc falou foi suscitado por alguém na seção de comentários (que, aliás, foi, digamos, um tanto quanto 'acirrada').

    Abço.
  • Leonardo  16/08/2016 14:23
    Vamos liberar as drogas mesmo, as várias cracolandias são um grande exemplo do sucesso que essa ideia pode ser edificante pra sociedade. Sem dizer que o noiado de esquina vai querer comprar somente a droga regulada pelo governo que vai ser mais cara e nunca mais vão querer comprar a do traficante, e também nunca vai precisar roubar pra sustentar o vício que ficou mais caro por causa da regulação. Engraçado como esses mesmos liberais drogadinhos querem combater o esquerdismo dando total liberdade para tudo que não presta desse jeito.
  • Max Rockatansky  16/08/2016 15:22
    "Vamos liberar as drogas mesmo, as várias cracolandias são um grande exemplo do sucesso que essa ideia pode ser edificante pra sociedade"

    Não, meu caro. Cracolândia é exemplo de "sucesso" da "guerra estatal" às drogas. O crack é proibido pelo Estado. Aquilo que vc defende é o q é praticado. Dissonância cognitiva.


    "Sem dizer que o noiado de esquina vai querer comprar somente a droga regulada pelo governo que vai ser mais cara e nunca mais vão querer comprar a do traficante, e também nunca vai precisar roubar pra sustentar o vício que ficou mais caro por causa da regulação"

    Essa antítese "droga não regulada" x "droga regulada pelo Estado" é criação de sua cabeça, cidadão. Logo, vc faz uma conjectura com base num espantalho criado por vc. Ninguém aqui falou em "regulação estatal" das drogas. O que se defende aqui é descriminalização das drogas, com NENHUMA interferência estatal a respeito.


    "Engraçado como esses mesmos liberais drogadinhos querem combater o esquerdismo dando total liberdade para tudo que não presta desse jeito"

    Se vc não tem argumento, cidadão, melhor ficar quieto. Vc quer que seja dada liberdade pelo papai Estado apenas para as coisas que vc acha que "prestam"? Os esquerdistas também pensam assim. É vc que está lado a lado com esquerdistas autoritários, cidadão.
  • Leonardo  18/08/2016 19:38
    ""Não, meu caro. Cracolândia é exemplo de "sucesso" da "guerra estatal" às drogas. O crack é proibido pelo Estado. Aquilo que vc defende é o q é praticado. Dissonância cognitiva.""

    - O crack é proibido? Desde quando? Onde existe o combate às cracolândias? Tem total liberdade de uso e expansão, e é uma droga super barata, porque então não acabou o poder dos traficantes? Por que só aumenta o território e o consumo?
  • Leonardo  18/08/2016 19:49
    "" Essa antítese "droga não regulada" x "droga regulada pelo Estado" é criação de sua cabeça, cidadão. Logo, vc faz uma conjectura com base num espantalho criado por vc. Ninguém aqui falou em "regulação estatal" das drogas. O que se defende aqui é descriminalização das drogas, com NENHUMA interferência estatal a respeito.""

    - Como se isso já não existisse, como se ninguém visse maconheiros aos montes fumando nas ruas a qualquer hora do dia, da noite, ao volante, nas escolas de ensino médio e até fundamental. Como se em qualquer festa, evento esportivo, não tivesse pessoas aos montes usando pó, erva, lança-perfume, aliás os bailes funks são um grande exemplo além das cracolandias, de liberação indiscriminada do uso de drogas, e com certeza deve ser o paraíso, o mesmo paraíso que o esquerdista luta para implantar via decálogo de Lenin, tipo do guerrilheiro no paraíso, é o liberal drogadinho em uma sociedade em paz e sem degradação com o argumento totalitário de crítica a quem é contra alegando estatismo. Ou seja chamando de esquerdista quem condena as praticas podres do esquerdismo.
  • anônimo  18/08/2016 20:13
    Cara.. Eu acho que vc não entendeu nada...

    Por acaso se uma farmacia ou mercado ou bar podem vender droga ? rs

    Não fala besteira...rs
  • saoPaulo  19/08/2016 09:30
    Santo Deus, esse Leonardo parece um burro empacado! Igualzinho um esquerdista, que fica repetindo a mesma merda continuamente.
    Quer dizer então, senhor Leonardo, que essas drogas não são proibidas? Por acaso eu posso ir na frente de uma delegacia e fingir que estou "puxando um cachimbo"? Me diga o CNPJ de uma, apenas uma empresa vendendo estas drogas legalmente.
    Então quer dizer que todos os policias mortos por traficantes são pura ilusão? Faça-nos um favor, e pare de debochar das famílias deles, seu cretino! Quero ver você falar na cara de uma viúva de um destes policiais que "O crack é proibido? Desde quando?" Eles morrem cumprindo seu dever, combatendo a venda de crack, e você ainda zomba do esforço deles! Seu merda!
    Pare de ser covarde e admita que, sim, existe uma guerra às drogas, e policiais estão morrendo feito moscas nela.
  • Jorge  19/08/2016 13:03
    "Ou seja chamando de esquerdista quem condena as praticas podres do esquerdismo"

    Conforme dito aí em cima, você acha que "condena" as práticas do esquerdismo; mas você age exatamente como os esquerdistas: pedindo para o papai Estado as coisas que vc acha que "não prestam". Aliás, você está pedindo mais ação do Estado na proibição das drogas, pq, pelo seu comentário, vc não está satisfeito com a atuação repressora que vem sendo feita até aqui.

    E, por favor, meu caro, poupe-se da auto-ridicularização: essa sua "conclusão" de que "não existe proibição estatal" pelo fato de pessoas usarem drogas é digna de uma criança de 4 anos de idade.
  • saoPaulo  19/08/2016 13:53
    Engraçado como esses mesmos liberais drogadinhos querem combater o esquerdismo dando total liberdade para tudo que não presta desse jeito.
    Você deve ter graves limitações cognitivas. Não entra na sua cabeça que alguém possa ser contra algo, mesmo sendo a favor de sua legalização? Segundo a sua lógica, ou você defende a criminalização do homossexualismo, ou você dá a bitola... Então responda à minha curiosidade, é o primeiro caso, ou o segundo? Caso seja o primeiro, você tem medo de sair do armário?

    Como se isso já não existisse, como se ninguém visse maconheiros aos montes fumando nas ruas a qualquer hora do dia, da noite, ao volante, nas escolas de ensino médio e até fundamental. Como se em qualquer festa, evento esportivo, não tivesse pessoas aos montes usando pó, erva, lança-perfume, aliás os bailes funks são um grande exemplo além das cracolandias, de liberação indiscriminada do uso de drogas
    Então você admite que a guerra às drogas é ineficaz e apenas serve para chacinar policiais. E mesmo assim, você a defende...
    Esse seu descaso pelo trabalho deles, essa sua tara por policiais mortos... Você é doentio! Difícil encontrar esquerdistas que se equiparem a você, em seu ódio à polícia! Saia daqui, seu esquerdista infiltrado, seu apologista a massacre de policiais.

    Sem dizer que o noiado de esquina vai querer comprar somente a droga regulada pelo governo que vai ser mais cara e nunca mais vão querer comprar a do traficante, e também nunca vai precisar roubar pra sustentar o vício que ficou mais caro por causa da regulação.
    Pelo amor de deus... Vejam atentamente um esquerdista sendo desmascarado!
    Além do desprezo pela polícia, o sujeito quer proteger os drogados!
    Vejam sua preocupação: ele tem medo que um drogado roube para sustentar o vício. O coitadinho é apenas uma vítima da sociedade, que praticamente o obrigou a entrar no mundo das drogas! Ele deve também defender uma polpuda pensão para mães solteiras, que casam com trastes e depois criam filhos sem pai. Afinal, as pessoas não têm responsabilidade sobre suas ações, todos são apenas vítimas... Sério mesmo que este é o nível dos conservadores no Brasil? Ser contra policiais e a favor de drogados? Que merda. Nenhum conservador de verdade para contrapor as sandices defendidas por este esquerdopata enrustido?

    Pois pra mim, viciados que morram todos de overdose! A vida de um bom policial vale mais que 100 drogados.
    O policial honesto, que arrisca sua vida diariamente por convicção no que faz, mesmo ganhando mal, este sim merece minha consideração. Eles devem combater crimes de verdade, e não serem massacrados por uma guerra sem sentido, que serve apenas para satisfazer as taras de Leonardos da vida.
  • Jarzembowski  15/08/2016 18:44
    Quanto mais artigos eu leio, e mais documentários eu assisto sobre a "guerra às drogas" mais eu reafirmo minha posição contrária a esse esforço.
    É uma verdadeira INSANIDADE a quantidade de dinheiro e vidas que se perdem pra tentar impedir que determinados indivíduos cheirem uma carreira de pó, que no fim das contas eles vão cheirar anyway, com ou sem guerra às drogas.
    Simplesmente não tem cabimento - é uma megaoperação internacional de enxugamento de gelo - existem milhões de pessoas dispostas a pagar quanto for pra consumirem drogas e nenhuma regulamentação vai mudar isso.
  • Thiago q. Landi  15/08/2016 19:00
     "Em 1942, um executivo da Coca-Cola participou da reunião do comitê governamental que estipulava as cotas do racionamento de açúcar para todo o país (era o auge da escassez gerada pelo esforço de guerra)..."

    Racionamento? Auge da escassez? Mas todos os meus professores de história disseram que foi a 2° guerra mundial que tirou os EUA da grande depressao!?
  • Sérgio  15/08/2016 22:06
    Ah, claro. Tudo culpa da Coca-Cola... nada a ver com os efeitos psicológicos, nada a ver com a droga transformar o indivíduo num maluco agressivo... a culpa é da Coca-Cola....
  • saoPaulo  16/08/2016 14:40
    E onde foi que o artigo disse que a culpa [pela criminalização das drogas] é da Coca-Cola?
    Alguém não leu o artigo...
  • Dante  16/08/2016 15:00
    Vem cá, cidadão:

    existem inúmeros homens que se tornam malucos agressivos por causa de mulheres.

    Então vamos pedir para o Estado proibir as mulheres?

    É tão difícil colocar a massa encefálica para funcionar um pouquinho para analisar esse assunto?
  • Sérgio  15/08/2016 22:08
    E não existe uma guerra as drogas... se existisse de fato uma guerra ás drogas, esses funks de apologia as drogas seria tudo censurados (como deveriam ser)...
  • Kidd  16/08/2016 01:37
    Ah, vc quer q o Estado proíba músicas com "apologia" às drogas?

    A obsessão do brasileiro por controlar a vida alheia é mesmo patológica
  • Sérgio  15/08/2016 22:14
    Eu só queria saber como é que isso compatível com a PNA libertária: um indivíduo que provoca alterações no cérebro de indivíduo de forma que ele não sabe o que faz, e se transforma em um monstro agressivo (como aquele pessoal lá da cracolandia)... Drogas como esta...

    Como isso é compatível com a PNA libertária e com a civilização?
  • Gag  16/08/2016 02:31
    Meu amiguinho, em primeiro lugar, compra (e usa) droga quem quer; em segundo lugar, o Estado proibindo drogas não impede de usá-las quem assim quer fazer.

    Pq é tão difícil de entender isso, hein, camarada?
  • saoPaulo  16/08/2016 08:44
    Guerra às drogas é só o começo! O próximo passo será a guerra às vaginas!
    Já vi casos de mulheres muito mais viciantes que drogas e capazes de destruir famílias.
    Aliás, existem vários artigos científicos que mostram que homens ficam burros quando estão perante mulheres bonitas.
    Quem nunca viu um caso de uma piriguete que desvia um garoto do bom caminho, ou mesmo de uma que destrói famílias por pura diversão? E os custos que elas causam ao SUS, disseminando DSTs? Alguém já olhou as estatísticas sobre crimes passionais?
    Eu vos digo, amigos, estas mulheres são mais viciantes que qualquer droga que eu já tenha experimentado! O governo deve tomar uma atitude imediatamente!
  • anônimo  16/08/2016 14:16
    Vão ter que prender quem for transar com piriguete! e se a piriguete for muito gostosa pena de morte pro transão!
  • Higor  28/08/2016 18:20
    puro tesão o seus comentários :D
  • Falcao  16/08/2016 15:51
    Perfeitamente compatível.

    "Ahh, mas um crackeiro me assaltou e deu uma facada em mim".

    Ele deveria ser preso por assalto, agressão e tentativa de homicídio. Como qualquer pessoa.

    "Ahh, mas ele fez sob efeito de drogas".

    Alguém forçou o crackeiro a tomar drogas? Se sim, esse sujeito deveria responder como cúmplice e/ou incitador/facilitador. Se não, mesma coisa acima.

    "Ahh, mas quando ele se droga não sabe o que faz".

    Ele nasceu drogado? Em algum momento ele estava limpo e tomou a decisão deliberada de tomar drogas. Nesse momento se tornou responsável por qualquer coisa que fizer sob efeito delas.
  • André B.  16/08/2016 12:39
    "O alcalóide foi removida da fórmula da Coca-Cola em 1903 por causa de uma pressão popular fomentada pela imprensa, que começou a veicular continuamente uma imagem negativa do uso da cocaína."
    "Mas essa não é a parte realmente interessante. A Coca-Cola não havia eliminado o uso da folha de coca em sua fórmula, pois ela era um ingrediente flavorizante necessário. Entretanto, o Harrison Narcotics Act havia tornado a folha de coca uma substância controlada, e sua importação passou a ser estritamente regulada pelo governo federal, que também decidia qual uso um importador licenciado poderia fazer do produto."
    Afinal, a folha de coca foi ou não removida da fórmula da Coca-Cola? Foi removida em 1903 e foi reintroduzida poucos anos depois? Isso não ficou claro pra mim no texto...
  • Narc  16/08/2016 14:17
    A cocaína, que é um alcalóide, foi retirada da fórmula em 1903. Já a folha da coca e seus componentes flavorizantes estão mantidos até hoje

    Cocaína (um alcalóide) e folha de coca não são a mesma coisa.
  • Andre B.  16/08/2016 14:43
    Ok, Narc. Obrigado. ;-)
  • Shmuel  16/08/2016 15:24
    Sempre quis saber o que faziam com a quantidade imensa de cocaina retirada das folhas que são usadas pela Coca Cola.
    Ainda não estou contente com o artigo. É muita cocaína sendo reirada por DIA, para produzirem bilhões de litros de Coca Cola.
    Será que toda a cocaína vira anestésico? Haja anestesia no mundo.
    Gostaria de ter acesso a cálculos, estatísticas, que demonstrassem a quantidade diária de cocaína retirada das folhas fornecidas para a Coca Cola.
    Continuo suspeitando que grande parte desse alcalóide volta às ruas, sendo comercializado informalmente por vendedores "não contabilizados".
    Mas é sòmente uma suspeita, não tenho fato algum para corroborar minh suspeita.
    No entanto continuo imaginando a quantidade astronômica de cocaína produzida só para a Coca Cola ter suas folhas "flavorizantes".
  • Tulio  16/08/2016 15:39
    Obviamente, por haver essa probabilidade que você citou ("grande parte desse alcalóide volta às ruas, sendo comercializado informalmente por vendedores "não contabilizados""), tais estatísticas não são divulgadas. E como as duas farmacêuticas autorizadas a fazer isso são protegidas pelo governo, aí mesmo é que tal informação continua totalmente secreta. O que deve ter de político, burocrata e CEO faturando com isso não está no gibi.

    E dado que esses números não estão disponíveis -- não há lei que obrigue a isso --, o autor do artigo não pode fazer milagre.
  • Shmuel  16/08/2016 15:52
    Tulio,

    Em nenhum momento pedi para o autor do artigo fazer algum milagre, ou me fornecer mais dados.

    Aliás gostei imensamente do artigo por iluminar uma questão que tenho há décadas.

    Apenas tenho curiosidade em saber.

    E como você também comentou, essa dúvida não vai ser totalmente esclarecida devido aos entraves citados em sua resposta.

    Saudações e Muito Obrigado.
  • Sérgio  20/08/2016 15:33
    eqto vcs ficam aí nessa papagaiada sobre liberação das drogas, tem gente no Congresso querendo restringir cada vez mais as bebidas alcoolicas.

    Vc quer abrir um bar? Se esse projeto passar, vc precisará conhecer um centro de tratamento ao alcoolismo ou uma associação dos Alcoolicos Anônimos mais próxima:

    Comissão obriga local que vende bebida a divulgar centro para tratar alcoolismo

    Cade os textos libertários metendo pau neste tipo de proposta?

    Aliás, este é o sonho desta gente: liberar a maconha, a cocaína, o crack e até as drogas sinteticas, e proibir o cigarro e as bebidas alcoolicas...
  •   20/08/2016 18:03
    "Aliás, este é o sonho desta gente: liberar a maconha, a cocaína, o crack e até as drogas sinteticas, e proibir o cigarro e as bebidas alcoolicas..."


    De que "gente" você vc está falando, cidadão?

    Cidadão, faça um favor ao mundo (e a vc mesmo): pare de dizer merda, por favor.

  • Poor man  20/08/2016 20:29
    Parabéns para quem fez este projeto, tem meu apoio.
  • saoPaulo  20/08/2016 21:12
    eqto vcs ficam aí nessa papagaiada sobre liberação das drogas, tem gente no Congresso querendo restringir cada vez mais as bebidas alcoolicas.
    Ou você não leu o artigo, ou você leu, mas sua aversão ao tema o desconcentrou da sua leitura, ou você é simplesmente burro demais para entendê-lo. Acredito que seja o segundo caso.
    Leia o texto novamente, desta vez mais calmo, e verá que ele nada fala sobre liberalização das drogas, apenas aponta fatos curiosos de como a Coca-Cola lucrou sobre esta proibição.

    Cade os textos libertários metendo pau neste tipo de proposta?
    Ora, não entendo sua indignação com a proposta. Não é você quem defende uma rigorosa regulamentação estatal sobre drogas, chegando até a defender a proibição de várias delas? Você deveria estar saltitante de alegria ao ver seu papai estado protegendo os filhinhos dele.
    É hilária sua atitude. Defender controle estatal sobre o que adultos consomem, e depois ficar de mimimi quando eles resolvem mirar em uma droga que você aprecia. Pois bem, meu caro, esta é exatemente uma das consequências do que VOCÊ defende.
    No mais, como estou de bom humor e você parece ser preguiçoso demais para fazer uma simples busca no site, lhe pouparei deste trabalho:

    A moralidade da descriminalização das drogas
    Mises explica a guerra às drogas
    Sobre a liberdade de fumar
    Criminalidade, drogas e proibição
    Drogas, adultério e a guerra sem fim
    O governo bebeu?
    Pelo fim da insanidade da guerra às drogas
    Como a guerra às drogas está destruindo o México
    Uma breve história do movimento progressista

    Como postado acima, existem vários textos libertários metendo pau neste tipo de proposta.
    Quem deve explicações é você, por defender controle estatal e ao mesmo tempo ficar brabinho quando resolvem exercer este controle.

    Aliás, este é o sonho desta gente: liberar a maconha, a cocaína, o crack e até as drogas sinteticas, e proibir o cigarro e as bebidas alcoolicas...
    Desta gente, quem, cara pálida? Como não deixou claro sobre quem estava escrevendo, e dada sua aparente aversão a libertários, acredito que deva estar se referindo a estes.
    Caso este seja o caso, apenas posso afirmar que você é um imbecil completamente ignorante sobre libertarianismo. Ou ainda pior! Sabe o que o libertarianismo defende e é mau caráter o suficiente para vir aqui escrever mentiras.

    Por fim, cito o último link:
    Foram os progressistas daquela época que, em conluio com protestantes, agitaram pela aprovação da Lei Seca, e criticaram violentamente aqueles "conservadores econômicos que brigaram tanto para revogá-la", como relatou o historiador Daniel Okrent. O famoso progressista William Jennings Bryan foi um inflexível defensor da Lei Seca.
    [...]
    [i]Aliás, se o assunto é drogas, foram os progressistas de antigamente que também aprovaram, nos EUA, a primeira lei federal de desestímulo ao comércio de drogas, Harrison Narcotics Tax Act, de 1914.


    Caro Sérgio, pare de defender ideias esquerdistas. Conservadores de verdade defendem a responsabilidade individual e não têm peninha de bandidos. Conservadores de verdade jamais defenderiam uma guerra injustificável, cujo único efeito prático é criar organizações criminosas extremamente bem armadas e matar policiais feito moscas. Pare de ser apenas um instrumento da esquerda.
  • Taxidermista  20/08/2016 23:01
  • Sérgio  21/08/2016 22:49
    Prezados, qdo eu disse "o sonho desta gente", eu tava me referindo aos partidos, políticos, intelectualóides e militontos de esquerda...
  • saoPaulo  23/06/2017 22:09


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