O socialismo, mesmo em sua versão democrática, gera uma inigualável destruição ambiental

A América Latina está, mais uma vez, demonstrando ao mundo o veneno social que é o "socialismo democrático", aquela ideologia em pleno vigor na Venezuela e que, inexplicavelmente, possui cada vez mais adeptos entre os jovens dos países desenvolvidos.  (O socialista confesso Bernie Sanders conseguiu arrebatar mais de 13 milhões de votos nas primárias do Partido Democrata).

O socialismo — seja ele democrático ou ditatorial — não é destrutivo apenas para a economia de um país, como a história nos mostrou repetidas vezes ao longo do século XX; ele também é inclemente para com a ecologia.

O socialismo e a ecologia

Após o colapso mundial do socialismo no final da década de 1980 e início da de 1990, o Ocidente teve a oportunidade de testemunhar abertamente, pela primeira vez na história, como era tratada a natureza sob um sistema socialista que havia banido por décadas a busca pelo lucro.  Em uma só palavra, era uma catástrofe, como descrito em detalhes em vários livros com títulos como "Ecocídio na URSS".

Neste livro, os autores Murray Feshbach e Alfred Friendly, Jr. fornecem um estudo aprofundado a respeito do "ecocídio" ocorrido na URSS. Abaixo, uma lista de alguns dos problemas mais proeminentes apresentados nesta e em outras fontes:

  • A poluição extrema do Lago Baikal, o mais antigo, o mais profundo e o até então mais limpo corpo de água doce do mundo.  A poluição foi causada por fábricas de papel e por outras indústrias soviéticas que despejavam resíduos não-tratados no lago.
  • O quase desaparecimento do outrora vasto mar de Aral, que secou devido ao desvio de sua água para irrigação, deixando para trás um deserto de sal envenenado por agroquímicos.
  • O desastre nuclear de Chernobyl em 1986, o pior do mundo, causado não apenas por erros de operação, mas também por um projeto negligente que não especificou nenhum recipiente de contenção em caso de acidente.  O acidente nuclear que até então era considerado o pior do mundo àquela época também havia ocorrido na União Soviética: a explosão de um tanque de armazenamento de resíduos sólidos no complexo de armas nucleares de Mayak, em 1957, o que dispersou de 50 a 100 toneladas de resíduos altamente radioativos, contaminando um imenso território a leste dos Urais.
  • Desastrosos incêndios em regiões de turfas nos arredores de Moscou, um legado de projetos soviéticos mal planejados e mal implantados que tinham o objetivo de drenar os pântanos locais.
  • Enormes emissões de gases poluentes em decorrência de uma forte dependência de carvão e de uma matriz energética muito menos eficiente do que as das economias capitalistas.
  • Elevados níveis de poluição do ar nas grandes cidades, causados por fábricas próximas a áreas povoadas e que operavam com um mínimo, ou nenhum, controle de poluição.
  • Práticas agrícolas e florestais destrutivas, levando a uma erosão generalizada e à destruição de habitats.

O mundo também descobriu que os países socialistas da URSS, durante várias décadas, despejavam esgoto não-tratado diretamente em seus rios, lagos e córregos.  O Rio Volga, na Rússia, era tão poluído, que barcos do governo carregavam sinais alertando contra jogar cigarros na água por medo de que os fortes resíduos químicos contidos na água pegassem fogo.  As fábricas não tinham absolutamente nenhum tipo de controle de poluição.  Cardumes encontrados mortos eram algo rotineiro.  A Academia de Ciências da Polônia relatou que, já no início da década de 1990, um terço dos poloneses vivia em áreas classificadas como "desastre ecológico".

Ainda em 1990, os ambientalistas ocidentais noticiaram que cerca de 40% dos cidadãos soviéticos viviam em áreas onde a poluição do ar excedia de três a quatro vezes o limite máximo permitido.  O saneamento era primitivo.  E, onde existia — por exemplo em Moscou — não funcionava adequadamente. Metade de todo o lixo sanitário da capital não era tratado.

Em Leningrado, quase metade de todas as crianças tinham doenças intestinais em decorrência de beberem água contaminada daquilo que um dia já havia sido o abastecimento mais puro da Europa.

A candidatura ao prêmio de local mais poluído do mundo é um dos trágicos legados da União Soviética. Hoje banhado de concreto, o lago Karachai nos montes Urais tornou-se o lixão radioativo de uma das maiores fábricas soviéticas de armamento nuclear. De 1951 a 1968, o despejo de resíduos nucleares enxugou o lago para um terço do seu tamanho original. Ao ser dispersada pelo vento, a poeira radioativa do Lago Karachai contaminou os arredores envenenando cerca de meio milhão de pessoas. Por isso, decidiu-se cobrir o lago com 10 mil blocos de concreto oco.

Quando Boris Yeltsin permitiu a presença de cientistas ocidentais no local, no início da década de 1990, noticiou-se que o nível radioativo nas margens do lago ainda era de 600 röntgens por hora, o suficiente para matar um turista desavisado em trinta minutos.

Já a China, a outra grande economia socialista do mundo, também tem a sua longa lista de pecados ambientais. Em grande parte devido ao uso intensivo de carvão, o país assumiu recentemente a liderança mundial nas emissões de gases causadores de efeito estufa, apesar de ter uma economia cujo tamanho absoluto é metade da economia dos Estados Unidos.  

Em termos de qualidade do ar, a China tem 16 das 20 cidades mais poluídas do mundo. A poluição da água é um desastre nacional generalizado. A liderança chinesa na produção de metais raros foi alcançada em grande parte devido à mineração ilegal, o que causou uma intensa poluição gerada por metais pesados e um consequente desastre na saúde pública local.  Uma crescente porcentagem de poluentes, do mercúrio à fuligem, que está sendo observada na costa oeste dos Estados Unidos tem suas origens na China.

Socialismo versus capitalismo na ecologia

A velha teoria de que a busca pelo lucro em uma economia sem intervenções estatais é a raiz de toda a poluição foi destruída pelos próprios países socialistas.

A primeira razão pela qual o socialismo é mais propenso a desenvolver políticas prejudiciais ao ambiente é que os incentivos econômicos não funcionam sob uma economia socialista.  Em uma sociedade genuinamente capitalista, em que há respeito à propriedade privada, não apenas as empresas poluidoras têm de pagar por eventuais danos à propriedade privada de terceiros, como também as externalidades são plenamente incorporadas aos preços de mercado.  Se o preço da gasolina na bomba refletir integralmente os custos de oportunidade da poluição e o esgotamento de recursos, então os motoristas, independentemente da sensibilidade ambiental de cada um deles, serão forçados a pensar sobre a possibilidade de dirigir menos ou até mesmo de comprar um veículo mais eficiente.

O mesmo princípio se aplica a usuários de energia industrial, sejam eles fabricantes de plásticos, agricultores, ou usinas nucleares.  

Já sob o socialismo, os incentivos econômicos para se combater a poluição não funcionam.  Os gestores das indústrias não apenas são insensíveis a incentivos econômicos para a proteção do meio ambiente, como também são insensíveis a todo e qualquer tipo de incentivo econômico.  O sistema soviético, por exemplo, não apenas incentivava a depredação ambiental, como também era esbanjador e gerava desperdícios em todos os sentidos possíveis.  Ele desperdiçava trabalho, capital, energia, recursos naturais, cimento, aço, carvão, tratores, fertilizantes, madeira, água — desperdiçava tudo.  Por quê? Porque não havia busca pelo lucro.

O segundo motivo pelo qual o socialismo tende a ser mais poluidor do que um genuíno capitalismo está relacionado às atitudes sociais que surgem quando não há direitos de propriedade.  Onde há direitos de propriedade bem definidos, sempre haverá um proprietário que resistirá à transgressão, seja ela feita por pessoas a pé ou por produtos químicos nocivos jogados no ar.  Sim, é verdade que o sistema judiciário não funciona perfeitamente.  Muitas vezes, os proprietários não conseguem proteger adequadamente os seus direitos.  Mas os direitos existem.  Se não estão sendo impingidos, isso é culpa do estado, que detém o monopólio do sistema judiciário.  Adicionalmente, quando a noção de propriedade privada se torna generalizada, ocorrendo até mesmo sobre minúsculos pedaços de terra, o respeito aos direitos de propriedade de terceiros também se torna difuso — embora, infelizmente, não de forma universal.

Adicionalmente, sob o capitalismo, entidades ambientais podem utilizar os mecanismos de propriedade privada para proteger habitats críticos.  Veja ótimos exemplos práticos aqui e aqui.  Por fim, a propriedade privada dos meios de comunicação pode sustentar uma voz independente para mídias alternativas, que podem então divulgar suas causas ambientais.  Até os eco-socialistas desfrutam da proteção da propriedade privada em seus sites e suas conferências.

Já em um sistema socialista, os produtores detêm o total controle das alavancas do poder político.  Na condição de empresas estatais, eles não são apenas meros lobistas; eles são parte integrante da estrutura do governo.  Na URSS, por exemplo, todo o sistema de incentivos da economia soviética, desde o Politburo até o gerente de uma fábrica local, estava focado em apenas uma coisa: alcançar as inatingíveis metas de produção do Plano Quinquenal.  O ambiente sempre era a vítima.

Portanto, ao contrário de países capitalistas que respeitam a propriedade privada — e que, por isso, responsabilizam judicialmente os responsáveis pelos danos que causam a terceiros —, nos países socialistas, os políticos responsáveis pela poluição causada pelas indústrias nacionalizadas ou pela poluição sofrida por rios, lagos e lagoas (que são de propriedade do governo) têm pouca ou nenhuma responsabilidade sobre o ocorrido. 

A propriedade estatal dos recursos naturais significa, com efeito, que ninguém é dono de nada; e se ninguém é dono de nada, então todos esses recursos serão explorados, abusados e utilizados em excesso.  A ausência de direitos de propriedade e de um sólido e independente sistema judiciário é uma receita para o desastre ecológico.

Quando um horrível acidente causou uma letal explosão em uma plataforma de petróleo no Golfo do México, a British Petroleum, uma empresa privada, imediatamente criou um fundo de US$ 20 bilhões, o qual a empresa sabia que teria de utilizar para pagar pelos estragos. 

Em contraste, quando o governo do México provoca desastres ambientais e humanos muito piores no Golfo do México, ele rotineiramente nada faz, alegando "imunidade soberana". 

Desde 2015, a Pemex, a empresa petrolífera estatal do país, causou três catastróficas explosões em suas plataformas de petróleo, resultando em várias mortes, em muitos feridos, e em severas poluições do ar e do oceano.  O governo mexicano, inacreditavelmente, alegou que não houve derramamento do petróleo, o que rapidamente foi desmentido por imagens de satélite mostrando uma mancha de óleo de quase 5 quilômetros de extensão.

[N. do E.: para ver a posição libertária sobre o desastre causado pela mineradora Samarco, veja este artigo].

As Olimpíadas do Rio

A cobertura televisiva das Olimpíadas 2016 no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, já está mostrando os horrendos problemas de poluição daquele país, o qual foi governado por mais de 13 anos pelos "socialistas democráticos" do Partido dos Trabalhadores, o qual orgulhosamente proclama ser o "socialismo revolucionário" a ideologia que o define.  Além de criar uma das piores pobrezas no mundo, o governo brasileiro também conseguiu transformar as outrora belas praias do país em fétidos esgotos.

Um artigo publicado no dia 2 de agosto no jornal britânico The Daily Mail relatou as conclusões de um estudo sobre a poluição no Rio de Janeiro às vésperas das Olimpíadas.  Eis uma amostra do que foi relatado (clique no link para ver as horrendas fotos):

* Os atletas foram alertados a não colocarem suas cabeças dentro da água.

* Os níveis virais na Baía de Guanabara, onde ocorre a prova de triatlo, estão 1,7 milhão de vezes acima do limite aceitável nos EUA e na Europa.

* O lixo boiando sobre algumas regiões da baía é tão volumoso que você não consegue ver a água; ratos vivem e se procriam sobre o lixo flutuante.

* Um cadáver boiando e um braço decepado foram recentemente vistos na Baía de Guanabara.

* Há níveis extremamente elevados de vírus na areia das praias.

* O nível viral na Marina da Glória, onde ocorrerão as provas de vela, está vários milhares de vezes acima do limite máximo tolerado nos EUA.

* "Línguas negras de águas fétidas de esgoto" são "comuns" na "elegante" praia de Ipanema.

* Vastas ilhas formadas por lodo de esgoto são avistadas durante a maré baixa, despejadas ali por prédios residenciais.

* Vários rios estão "da cor preto-alcatrão" por causa da poluição.

Tais tipos de pesadelos ecológicos também já se tornaram comum em outra vitrine latino-americana do "socialismo democrático": a Venezuela vivencia hoje um maciço desflorestamento, e seu Lago Maracaíbo está sendo poluído a uma taxa de 38.000 litros de esgoto por segundo, despejado diretamente nele por dois milhões de residências ao redor do lago.  Mais de 800 empresas, praticamente todas elas ligadas à estatal petrolífera PDVSA, têm permissão do governo para despejar resíduos industriais no lago.

Já o enorme Lago Valencia também está "maciçamente poluído", com relatos de que a PDVSA já encheu mais de 15.000 poços de armazenamento de petróleo com uma borra contaminada oriunda do petróleo explorado nas adjacências.  Essa borra inevitavelmente irá contaminar o lençol aquático.

Uma lição que todos os defensores do "socialismo democrático" — principalmente os adolescentes sonhadores — devem aprender é que o socialismo, democrático ou ditatorial, não apenas destrói seu futuro econômico (especialmente dos adolescentes), como também inflige danos irreparáveis ao ambiente no qual vivem.

O socialismo, sempre e em todos os lugares, é um desastre econômico e ambiental.

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Leia também:

O que é realmente o socialismo e qual o seu maior problema

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Thomas DiLorenzo é professor de economia no Loyola College, em Maryland e membro do corpo docente senior do Mises Institute. É o autor dos livros The Real LincolnLincoln Unmasked, How Capitalism Saved America: The Untold History of Our Country, From the Pilgrims to the Present, Organized Crime: The Unvarnished Truth About Government e, mais recentemente, The Problem with Socialism.

Edwin Dolan é economista e Ph.D. pela Universidade de Yale.  De 1990 a 2001, lecionou em Moscou, onde ele e sua mulher fundaram o American Institute of Business and Economics (AIBEc), um programa de MBA independente e sem fins lucrativos.  Desde 2001, ele já lecionou em várias universidades da Europa, como Budapeste, Praga e Riga.  É autor do livro TANSTAAFL, the Economic Strategy for Environmental Crisis.


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SOBRE O AUTOR

Diversos Autores


OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Capital imoral  08/08/2016 14:39
    A necessidade de criminalizar o Banal.
    (ou pelo menos regulamentar).

    Com a onda crescente de apps, como Pokemon go, com a venda excessiva de livros de colorir, com o uso de sites banais como twitter e mises, O mundo atual encontra-se com um problema: O capitalismo tornou as pessoas banais, e deturpou os valores humanos plantados pelo socialismo. Neste texto apresento a solução para diminuir as desigualdades entre os homens, que tem raízes no banal.

    O homem é explorado pelo capital, mas em vez dele participar da vingança contra o gordo dono do capital, não!, ele quer ir jogar pokemon go. È assim que o capital controla a mente humana, ela deturpa o foco.

    Vou dar um exemplo:
    Recentemente no Rio de janeiro, Foram assassinadas 27 pessoas em menos de 48 horas, por causa do capitalismo. Vamos ver pessoas protestar nas ruas? Eu acredito que não, pois elas estão ocupadas dando dinheiro para o dono da Nintendo, para os donos do Youtube, elas estão ocupadas usando redes sociais. O capitalismo deturba a luta.

    Em um sentido teológico, essas pessoas não tem compaixão para com o ser humano que sofre ao seu lado na vida real, mas tem total compaixão e amor, pela estética de um vídeo no Youtube.

    Em quanto isso, a roda da morte, continua a girar.

    Mais um exemplo.
    Veja o exemplo desta garota no video abaixo:


    A garota está ganhando diversos presentes, de empresas, de marcas, de fans. E me parece que está bem feliz. Note o belo rosto, que te atrai, tudo isso foi planejado pela cultura do capital. Eles sabem a sua fraqueza pela beleza estética(concupiscência dos olhos), e trabalham com isso.

    Em contraste com essa garota, temos este vídeo de uma noticia fresquinha:
    Fome e dívidas assombram quem vive com um salário mínimo, veja o que, o capitalismo fez com essas pessoas:
    https://www.youtube.com/watch?v=YtkbK0v3jB0

    São pessoas que sobrevivem com um salário minimo, muitas vezes em uma casa com 7 pessoas no mesmo comodo, e não há dinheiro para comprar alimento. Onde está o dinheiro? Está no pokemon go, Está no presentes da garota do vídeo acima. Atualmente mais de 42 milhões de pessoas vivem com um salário minimo, por culpa da exploração do capital.

    E ninguém está indo na casa da garota, tomar os presentes dela, vender e dar o dinheiro para a família pobre. È exatamente o oposto, as pessoas estão dando voluntariamente o presente para a garota bonita, porque ela é bonita.

    Este crime eu chamo de "crime de irresponsabilidade social", você indivíduo, sabe que existe fome e dor no mundo, mas você voluntariamente escolhe se abster desta responsabilidade e gasta seu dinheiro com o banal, aumentando ainda mais a desigualdades entre os humanos.

    O socialismo é a força que toma seu dinheiro, que seria gasto com o banal, para dar a quem necessita. Veja que não é a solução final, porque o dinheiro e propriedade ainda existe.


    Conclusão
    Contra a brutalidade da liberdade, somente a brutalidade do controle pode vencer o mal, chamado capitalismo, frase de capital imoral. Portanto, antes de criminalizar o capitalismo, é necessário criminalizar o banal, pois o banal é que torna o homem maleável para os ditames da exploração do capital.

    Fontes: www.em.com.br/app/noticia/economia/2016/07/10/internas_economia,781948/fome-e-dividas-assombram-quem-vive-com-um-salario-minimo.shtml

    Capital imoral é filósofo, escritor, professor de português, e escreve para diversos jornais do pais.
  • Geso  08/08/2016 16:10
    > Recentemente no Rio de janeiro, Foram assassinadas 27 pessoas em menos de 48 horas, por causa do capitalismo.

    Wut? Que capitalismo?


    > São pessoas que sobrevivem com um salário minimo, muitas vezes em uma casa com 7 pessoas no mesmo comodo, e não há dinheiro para comprar alimento. Onde está o dinheiro? Está no pokemon go, Está no presentes da garota do vídeo acima.

    Não, o dinheiro está no Estado.


    > O socialismo é a força que toma seu dinheiro, que seria gasto com o banal, para dar a quem necessita.

    Errado. O socialismo toma seu dinheiro, seja lá como seria gasto, para dar para burocratas que não fazem nada.
  • Capital imoral  09/08/2016 19:54
    Wut? Que capitalismo?
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    ora, é o capitalismo de sempre. È o capitalismo do homem que compra um relógio de marca e se exibe para neguinho de favela, é o capitalismo do homem que tem carros e motos, e deixa o pobre com vontade. È o capitalismo que vende o paraíso e o sucesso para o homem comum.

    Não, o dinheiro está no Estado.
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    O dinheiro está no estado que é capitalista, se estivesse no estado socialista, a desigualdade teria acabado.

    Errado. O socialismo toma seu dinheiro, seja lá como seria gasto, para dar para burocratas que não fazem nada.
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    Como se o empresário gordo, que fica o dia inteiro dentro de casa, acompanhando ações fizesse muita coisa. Como se helio beltrião dono da copagaz, fizesse o mesmo trabalho que o homem que leva o bujão nas costas.
  • Gabriel Medeiros  08/08/2016 16:15
    kkkkkk Adoro seu posts.
  • Astonio  08/08/2016 20:41
    Kkkkkkkkkkkk nossa,o filosofo fumou erva estragada e vencida da antiga uniao sovietica.
  • lorivaldo  09/08/2016 15:47
    Astonio, erva regada com água do Lago Karachai e cultivada com adubo by Chernobyl.
  • Renato Andrade  10/08/2016 22:47
    Capital Imoral, você posta MUITA asneira!!! A sua "argumentação" é mero achismo, com frases vazias, desprovidas de dados empíricos. Com base no que você faz essas afirmações? Para afirmar algo, você tem que ter sustentação lógica, e não disparar alegações imaginárias e prontas sobre o "capitalismo malvadão." Isso qualquer maconheiro de DCE faz, repetir a mesma retórica marxista ultrapassada e desprovida de nexo. O textos postados no Mises Institute são feitos por profissionais gabaritados e mundialmente renomados. E você o que é? Apenas um chimpanzé acadêmico mimizento e insignificante. kkk!!!
  • Paulo Azevedo  08/08/2016 14:58
    "Filósofo da USP", "Capital Imoral", "Típico Filósofo" onde estão vocês? Preciso dar risada
    e quero ler o que vocês vão escrever nos comentários! Qual ou quais serão as pérolas de hoje? Estou ansioso!

    Forte abraço!
  • Dionísio  08/08/2016 15:24
    O Capital Imoral, como comprovado acima, está cada vez melhor em seu deboche rascante e em sua caricaturização do discurso da esquerda. O Típico Filósofo que se cuide, pois agora há uma nova concorrência na área.
  • Pobre Paulista  08/08/2016 16:09
    O Típico Filósofo já foi eliminado pela concorrência. Viva o Livre Mercado!
  • Felix  09/08/2016 03:17
    Nem ando mais lendo os comentários que antes eram tão produtivos,
    agora estão tomados por estes personagens fakes que poluem essa área
  • Renan Merlin  08/08/2016 15:38
    Embora era a opinião de um estatista o finado Dr.Eneas Carneiro defendia lastrear o real em niobio como forma dele parar de ser contrabandeado pro exterior.
    Lastrear o real em niobio, qual o efeito econômico disso?
  • Roberto  08/08/2016 15:53
    Enéas nunca defendeu lastrear o real em nióbio. Ele tinha tara com o mineral, é verdade, mas nunca defendeu o lastro nele.

    Sobre as consequências, aí depende do que você considera ser "lastro". Particularmente, não vejo nenhuma vantagem em se lastrear a moeda num mineral que não possui a mesma liquidez mundial que o ouro, por exemplo. Troque "nióbio" por "quartzo" ou "talco" (que também é um mineral) e o efeito será o mesmo.
  • Renan Merlin  08/08/2016 16:46
    https://www.youtube.com/watch?v=8YNcdUU7v24
  • Marcos  08/08/2016 15:41
    Artigo do The Wall Street Journal sobre Lula e as Olimpíadas:

    Em 2009, o petista estava no comando há mais de seis anos e era para o mundo algo como um "rock star". Sua retórica denegria o liberalismo econômico da década de 1990, "enquanto mostrava um novo e melhorado tipo de socialismo com um toque de samba", diz a publicação.

    O WSJ afirma que grande parte da região comprou a versão do grande governo sob o comando de "Lula 2.0", enquanto preocupações sobre o retorno do populismo da esquerda latino-americana pareciam menores com as garantias de que desta vez seria diferente. Isso porque Lula era um homem da esquerda, mas não era Hugo Chávez.

    Após dois anos, Lula deixou o cargo e foi substituído por Dilma Rousseff. Segundo o jornal, em 2016, os Jogos Olímpicos deveriam ter mostrado o paraíso socialista que haviam cultivado: uma utopia urbana misturada com habitação a preços acessíveis, campeões nacionais da indústria e redes de transportes públicos organizados para proporcionar uma experiência tranquila.

    Porém, não foi isso o que se viu, diz o WSJ, destacando os diversos problemas que o Brasil teve para organizar os Jogos.

    "O mundo parece atordoado, mas não deveria estar. O Rio é um microcosmo do Brasil de Lula, onde a burocracia dirige de cima para baixo e os seres humanos são olhados depois. A única coisa que falta na analogia com o Rio é a corrupção que floresceu no âmbito federal durante 14 anos de governo do PT", diz a editora.

    "Os políticos do Brasil aspiram a grandeza de primeiro mundo, mas insistem em preservar as instituições do terceiro mundo. Não é porque eles não entendem a eficácia das instituições independentes e freios e contrapesos. É justamente porque eles entendem isso".
  • Marcelo Vasconcelos  08/08/2016 16:37
    Boa citação, Marcos.
  • O MESMO de SEMPRE  08/08/2016 15:56
    .
    O Socialismo, como toda ideologia, é antes de tudo uma deturpação MORAL e um ataque a idéia de Ética como filosofia da moral.

    Todas as IDEOLOGIAS se fundamentam nos OBJETIVOS que PROMETEM para futuro sem data e incerto.

    Todas as ideologias preconizam que OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS e que o certo e errado são apenas decorrentes da vontade dos bons sentimentos. Assim todo JULGAMENTO se faz com base se os fatos se dão SUBJETIVAMENTE em função do FIM REDENTOR, ou OBJETIMO SUPREMO, ou em função da LÓGICA em seu objetivismo.

    Não por acaso TODAS as IDEOLOGIAS recomendam "OUVIR MAIS O CORAÇÃO e NÃO a RAZÃO".

    Todas ideologias recomendam o SENTIMENTALISMO MORALÓIDE, o SUBJETIVISMO "bem intencionado" como ESCALA MORAL. Todas ideologias são visivelmente uma defesa EMOCIONAL onde JULGAR RACIONALMENTE é propagandeado como algo moralmente inferior. Afinal, para todas as ideologias o que vale é "O CORAÇÃO" (emoção) e não a "FRIA RAZÃO dos INSENSIVEIS MALVADÕES".

    É preciso REFLETIR MAIS, CONHECER MAIS e JULGAR MAIS!!!!
  • Vitor Sousa  08/08/2016 16:56
    Não gostei da exemplificação da Baia de Guanabara.

    Não por não concordar com a grande porcaria que o Partido dos Trabalhadores é para o Brasil, mas porque os problemas da Baia advém muito antes da entrada do PT no poder.

    Seria infinitamente mais interessante atacarem a estatal CEDAE, que é uma empresa péssimamente gerida e com indicadores terríveis.

    Aguas de Niteroi (concessionária de agua e esgoto da cidade de Niteroi, vizinha ao Rio) foi um caso de sucesso em termos de oferta e redução de perdas, chegando a niveis quase europeios em termos de desperdício.

    Link: exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1067/noticias/milagre-nao-gestao

    Não sei se você viram a reportagem do Globo Reporter na época no auge da seca, mas mostrava o cumulo da ineficiencia: uma senhora que morava não favela NÃO recebia os serviços de água e esgoto e ainda assim, era OBRIGADA a pagar por tal conta.

    Ou seja, perdia a moradora por não ter o serviço e ainda perdia e empresa por ter custos de billing e ficar sem receber o pagamento pelo mesmo (por motivos obvios).
  • Tulio  08/08/2016 18:10
    Mas isso foi dito.

    A propriedade estatal dos recursos naturais significa que ninguém é dono de nada; sendo assim, todos os recursos serão explorados, abusados e utilizados em excesso, sempre com a anuência do governo, que é o "proprietário" dos rios, lagos, baías e florestas.

    O governo também detém o monopólio de todo o sistema de saneamento, determinando como e onde o esgoto pode ser descartado.

    A combinação entre ausência de direitos de propriedade e governo no controle do saneamento é uma receita para o desastre ecológico.
  • Vitor Sousa  09/08/2016 13:27
    Poisé. Mas poderiam abordar o "tragedy of commons" de maneira mais aprofundada em outros artigos com foco em saneamento. Basicamente, eu chutaria que uns 90% do saneamento/esgoto é estatal.
  • Vitor Sousa  08/08/2016 16:58
    Olha o que a CEDAE NÃO PERMITE acontecer em cidades carentes e periféricas do RJ:

    oglobo.globo.com/rio/itaborai-tenta-privatizar-agua-esgoto-mas-cedae-barra-licitacao-de-461-milhoes-na-justica-14355267
  • Willian  08/08/2016 18:05
    Hipocrisia mesmo foi na abertura pedir consciência ambiental. Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.
  • O MESMO de SEMPRE  08/08/2016 21:22

    Carlos Lacerda:
    "Há os que dizem: é inútil combater o comunismo, o que há a fazer é combater a miséria. Supondo que a miséria acabe no mundo antes do comunismo, tomemos o argumento: o comunismo só vence onde há miséria. Logo, ele precisa da miséria para vencer. Portanto, cada vez que se aceita a colaboração dos comunistas e seus auxiliares na alegada luta contra a miséria, está-se trazendo um balde de gasolina para apagar o incêndio."


    www.alertatotal.net/2016/08/carlos-lacerda-contra-o-comunismo.html


    "...pois já são muitos os subjugados pelo medo, o medo de parecer reacionário e o medo de lutar contra o inevitável. O medo de se opor e o medo de não se opor. O comunismo é que é reacionário. E não é inevitável."

    "O domínio pela coação psicológica e intelectual prepara monstros de conformismo, como os aleijões intelectuais que, mal saídos de uma universidade católica, vão dirigir a União Nacional dos Estudantes, ramo brasileiro da União Internacional com sede em Praga, ninho de filhotes de quinta-colunas; e de lá saem, pela mão do presidente em exercício da República, para dirigir a Reforma Agrária, em cujo nome tantos crimes se cometem – crimes contra a Constituição, contra a produção, contra a educação."

    O comunismo é um sistema de poder totalitário no qual uma casta burocrática e privilegiada, reunindo pela primeira vez no mundo moderno todos os instrumentos do Poder nas mesmas mãos, possui ao mesmo tempo os meios de produção e de troca e todos os meios de enquadramento político e cultural, dos quais se serve ditatorialmente.

    Eis uma síntese para recordar o que o maior brasileiro de seu tempo, Carlos Frederico Werneck de Lacerda, escreveu no prefácio do livro "Em cima da Hora", de Suzanne Labin, editado no Brasil em 1964 – antes de março - com tradução de Carlos Lacerda.
  • Junior  09/08/2016 00:20
    Vcs não disponibilizaram o link para ver a versão em inglês, né?
  • Tulio Albert  09/08/2016 01:57
    Não é só os regimes socialistas, mas também regimes militares, a ditadura militar do Brasil é um exemplo, onde tem muito estado realmente é um perigo. E sobre Fukushima como fica caracterizado?
  • Abe  14/08/2016 22:37
    Terremoto violento (escala máxima de Richter) seguido de um devastador tsunami, que arregaçou tudo o que havia pela frente.

    Não, essa não foi culpa do estado.
  • Tulio Albert  17/08/2016 01:16
    Sim o terremoto não, mas o problema gerado por ele é de quem?
  • Abe  17/08/2016 02:32
    O problema gerado pelo terremoto foi o Tsunami, que saiu arregaçando tudo. Não sei se é possível culpar algum ser humano por isso.
  • Conservador  09/08/2016 02:14
    Excelente texto.
  • anônimo  09/08/2016 05:06
    Alguém tem link para notícias ou fotos dos avisos para não jogar bitucas no rio Volga, pelo risco dele ser inflamável?
  • Marcos  09/08/2016 12:19
    No livro "Ecocide in URSS".
  • Wesley  09/08/2016 07:43
    www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/08/1800033-setores-beneficiados-pelo-cambio-temem-perder-mercado-neste-ano.shtml

    Cara, a incompetência desses caras é assustadora. O câmbio é uma variável que não têm como você prever no decorrer de um ano, pois depende de problemas da economia do país e da economia externa. Contar com o câmbio para determinar seu lucro é contar com a sorte. O fato dos caras ficarem reclamando do câmbio e não terem conseguido contornar esse problema, mostra o amadorismo do empresariado brasileiro. O Reino Unido têm a segundo economia da Europa e a moeda deles é mais forte que o Euro, dólar e demais moedas. Os empresários britânicos não quebraram e ao invés de ficarem reclamando, contornaram esse problema do câmbio. Os empresários brasileiros ao invés de procurar entender sobre como os britânicos contornaram esse problema, ficam chorando e reclamando da situação atual. É o país da incompetência e vigarice.
  • anônimo  09/08/2016 10:47
    É? e daí? E cadê aquele post idiota de um comentarista falando que os recursos da terra são praticamente infinitos?
  • Andre Cavalcante  09/08/2016 11:47
    E daí que o artigo mostra que onde tem propriedade privada, coisa escassa no Brasil e na Venezuela, a poluição é maior que em lugares como os EUA e a Europa. O que isso tem a ver com o fato de ainda não alcançarmos os limites naturais da Terra é uma coisa que eu também gostaria de saber. Pelo jeito há outras coisas que faltam no nosso país, dentre elas pessoas inteligentes e criativas.
  • Jorge  09/08/2016 12:23
    Infinitos? Isso nunca foi dito. Mas a quantidade de recursos naturais é suficiente para nos sustentar pelos próximos 100 milhões de anos.

    Sinta-se livre para refutar.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=833
  • anônimo  09/08/2016 13:38
    Se você se refere a um comentário nesse artigo, feito por um anônimo em resposta ao "Ciro Gomes 2018", então você não sabe ler.

    O comentário demonstra por números que o volume de recursos naturais estão ainda muito acima da capacidade de consumo e exploração atual.

    Mas isso não quer dizer que os recursos sejam quase infinitos.
  • anônimo  10/08/2016 10:04
    'E daí que o artigo mostra que onde tem propriedade privada, coisa escassa no Brasil e na Venezuela, a poluição é maior que em lugares como os EUA e a Europa.'

    Suponho que essa sua frase confusa quis dizer a poluição é menor.Onde tem propriedade privada a poluição é menor.

    ' O que isso tem a ver com o fato de ainda não alcançarmos os limites naturais da Terra'

    Sua capacidade de interpretar textos é uma piada.Tem a ver, meu chapa, com a hipocrisia de um pessoal que uma hora não está nem aí pro meio ambiente mas depois, quando é o socialismo fodendo com tudo, vem reclamar de poluição, destruição de florestas, destruição de habitats como se ligasse pra isso.
  • Questionador  10/08/2016 15:06
  • O MESMO de SEMPRE  09/08/2016 12:29
    Democracia NADA tem com Liberdade! ...é, SIM, um EMBUSTE.

    Eu diria mesmo que são antagônicos. Afinal, a liberdade é um absoluto ÉTICO e a democracia despreza qualquer avaliação ética, sendo absolutamente anti ética. Posto que a única imposição estabelecida pela democracia é que existam eleições sob as REGRAS dos já eleitos.

    Ou seja, a democracia é em si uma contradição, já que a maioria pode preferir o fim de governos eleitos sob REGRAS democraticas arbiotrárias que visam exclusivamente manter o status quo. Sim, as regras democratica são variadas e isso já demonstra que democracia é uma empulhação para suprimir a liberdade e a justiça.

    Da mesma forma que as leis são arbitrárias, estabelecidas segundo SUBJETIVIDADES, de modo que o que é LEGAL NÃO É NECESSÁRIAMENTE LEGITIMO, a democracia é estabelecida também em conformidade com SUBJETIVIDADES interesseiras e eleitoreiras sem qualquer pretensão de estabelecer a Liberdade como um objetivo. Aliás muito pelo contrário.

    No Chile de Pinochet havia mais Liberdade para a população do que na atual democracia bananeira ou na chilena. Pode-se mesmo afirmar sem medo de errar que no Chile de Pinochet havia mais Justiça e legitimidade nas leis do que nas democracias atuais onde o subjetivo, demagogico, piegas e ardiloso "POLITICAMENTE CORRETO" impera a injustiça nas leis, onde um pulha eleito pelas ambições totalitárias de maníacos e espertalhões impõe sua vontade com assentimento legal, embora ilegitimo.

    A idéia de democracia simplesmente foi estabelecida com o INTUITO de APAZIGUAR as MASSAS e atiçar-lhes os piores instintos para, EXATAMENTE, abolir qualquer idéia de ÉTICA como filosofia da moral e fazer valer pretensas SUBJETIVIDADES como um "IMPERATIVO CATEGÓRICO LEGAL" baseado na ESPERANÇA de UNS SUBMETEREM OS OUTROS a SEUS CAPRICHOS e AMBIÇÕES, sem qualquer mínima avaliação sobre legitimidade, VALENDO APENAS A VONTADE da pretensa e alegada MAIORIA ELEITA. Maioria TEÓRICA esta que se revela MINORIA na prática sob variados pontos de vista: os alegados representantes, numa democracia, NÃO REPRESENTAM a VONTADE da MAIORIA, mas sim de uma MINORIA BARULHENTA e ORGANIZADA para a PROPAGANDA corruptora.

    A maioria da população apoia:
    - PENAS maiores para bandidos.
    - PENA de MORTE
    - reduução ou fim da maioridade penal.
    - direito de possuir armas
    - Fim das regalias para facínoras.
    - Menores remunerações para burocratas e autoridades (que democraticamente escondem em mordomias e adicionais escusos os altíssimos rendimentos)
    - Maior igualdade na aplicação das leis e que estas não estabeleçam privilégios para a hierarquia estatal.
    - Prioridades na aplicação dos impostos muito diferentes do que ocorre na democracia, onde verbas e leis servem para corromper formadores de opinião e para massagear interesses dos eleitos.
    - E etc..

    Há democracia efetivamente representativa???

    Basta ler Montesquieu para se perceber que seu arranjop visava unicamente estabelecer UM JOGO ao atiçar esperanças de vitória e assim minorar disputas violentas. Contudo o objetivo era MANTER a TIRANIA do Estado sobre a Sociedade.
  • Livre Mercado  09/08/2016 14:31
    "Uma de suas ideias mais incomuns é que a inflação é causada pela luta de classes e que a burocracia estatal deveria ser substituída por comunas revolucionárias responsáveis por desde a assistência médica à produção de alimentos. Maduro seguiu essa recomendação ao ordenar que conselhos comunitários e soldados distribuíssem alimentos básicos diretamente para as famílias, segundo dois legisladores do partido do governo."

    Venezuela tem um novo economista chefe, que quer aumentar os controles estatais por lá, vamos ver isso pelo lado bom, teremos a oportunidade de ver o socialismo ser implementado e cair em Full HD:

    br.wsj.com/articles/SB10567924150949054683404582240000241718204

    www.valor.com.br/impresso/wall-street-journal-americas/para-maduro-milagre-economico-da-venezuela-vira-de-marxista-es


  • Taxidermista  09/08/2016 14:39
    Sugestão de texto para publicação no IMB:


    mises.org/blog/brazils-olympics-cronies-feast-while-people-starve


    Abços.
  • Thiago Diniz  09/08/2016 19:42
    Link saindo do forno:

    exame.abril.com.br/mundo/noticias/humanidade-entra-no-cheche-especial-com-a-terra-hoje-08-08


    Capacidade da Terra x Consumo atual.

    E tome chorôrô dessa galera.

    O que acham?
  • Paz Verde  09/08/2016 20:00
    Cristo Rei!

    "Dia da Sobrecarga da Terra", "Dívida Ecológica", "Devedores Ecológicos", "Juros Ecológicos", "Cheque Especial Ecológico" etc.

    Eu achava que era exagero, mas realmente estavam corretos aqueles que diziam que ambientalistas querem apenas tomar o dinheiro das pessoas por meio de "taxas ecológicas", utilizando o meio ambiente como desculpa. O linguajar financeiro entrega totalmente a sanha dinheirista dessa gente.

    A humanidade, realmente, é um poço sem fundo de idiotice.

    P.S.: segundo a própria reportagem, esse alarmismo vem desde a década de 1970. Tipo assim, tá meio que demorando pra ocorrer o Armaggeddon, né?
  • anônimo  09/08/2016 20:43
    No texto linkado: "Até o fim 2016, teremos consumido 1,6 planetas Terra, um apetite absolutamente insustentável no longo prazo"

    Como se consume 1,6 planetas terra?
  • Rubens  09/08/2016 22:11
    Pois é. Esse é o nível intelectual dos ambientalistas.
  • Emerson Luis  03/10/2016 12:44

    Oh, não! Galactus vai atacar a Terra novamente! Chamem o Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado!

    * * *
  • Capital imoral  09/08/2016 20:02
    Eu acho que está é a prova completa que o capitalismo falhou.
    È necessário urgentemente proibir o dinheiro e a propriedade em todo o mundo.
    O mundo precisa ser uma grande comunidade onde todos se amam, onde as industrias serão todas destruídas e no lugar será construído grandes bibliotecas, para ensinar o homem a ser menos consumistas. Viver com o necessário, viver em paz.

    O capitalismo precisa acabar.
    È necessário por em prática as sugestões de Thomas Piketty.


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