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O estado provedor e a mentalidade assistencialista destroem a moral e tornam as pessoas egoístas
Todos querem cada vez mais benesses, e alegremente entregam o comando de suas vidas ao estado

No mundo contemporâneo, é dado como um fato consumado que o capitalismo de livre de mercado, com a sua concorrência entre produtores e a busca pelo lucro, se baseia no egoísmo e gera egoísmo.

Já o socialismo, e todo o suposto assistencialismo que ele gera, seria baseado na abnegação e na bondade, produzindo ainda mais abnegação e bondade.

A verdade é que a realidade é exatamente oposta.

Quaisquer que sejam suas autoproclamadas intenções, o socialismo — e todo o seu assistencialismo — produz indivíduos mais egoístas e uma sociedade muito mais egocêntrica do que uma economia de livre mercado jamais seria capaz de fazê-lo. 

Pior: tão logo esse egocentrismo se torna difuso, é praticamente impossível revertê-lo.

E essa corrupção da mente ocorre em todos os países, independentemente de sua renda.

Eis um exemplo: em 2010, o presidente dos EUA, Barack Obama, fez um discurso para uma enorme platéia formada por universitários.  Em um momento do seu discurso, ele anunciou que, após o governo ter adotado algumas medidas coercivas, as pessoas jovens agora poderiam permanecer usuárias dos planos de saúde dos pais até os 26 anos de idade.

Em toda a minha vida, não me lembro de já ter ouvido aplausos mais estrondosos e prolongados do que aqueles que ouvi naquele dia.  Houvesse o presidente anunciado a descoberta da cura do câncer, é altamente duvidoso que os aplausos teriam sido tão ruidosos ou prolongados quanto.

Mas, afinal, por que esses jovens estavam tão felizes?  O governo lhes dizer que agora podem permanecer dependentes de seus pais até os 26 anos de idade é algo que deveria ser visto por um jovem como totalmente humilhante e aviltante.  No entanto, a mentalidade assistencialista faz com que essa degradação seja vista como algo libertador.

Ao longo da história ocidental, o grande objetivo dos jovens sempre foi o de se tornar adultos maduros e independentes — começando pela independência em relação aos pais.  O socialismo e o assistencialismo estatal, no entanto, destroem essa aspiração.

Em vários países europeus já é cada vez mais comum jovens morarem com seus pais até depois dos 30 anos de idade.  Com alguma frequência, até os 40 anos.  E por que não?  Sob um estado assistencialista, a pessoa cuidar de si própria e assumir responsabilidade pelo próprio sustento não mais é uma virtude.

E por que é assim?  Porque o governo está cuidando de você.

Portanto, o socialismo possibilita — e, como resultado, produz — pessoas cujas preocupações se tornam cada vez mais egocêntricas:

# Quantos e quais benefícios irei receber do governo?

# O governo pagará por minha educação?

# O governo pagará por minha saúde?

# O governo cuidará de mim caso eu não queira trabalhar?

# Qual é o mais cedo em que posso aposentar?

# O governo cuidará de mim em minha velhice?

# A quantas férias pagas tenho direito?

# Se eu for demitido, quanto meu ex-patrão terá de me pagar para me prover conforto?

# Quantos dias posso faltar ao meu trabalho sem receber desconto no salário?

# Quantas semanas de licença maternidade ou licença paternidade pagas tenho o direito de ter?

E, assim, cada benefício social se torna um "direito adquirido".

Mas ainda não terminou.  Há efeitos ainda mais devastadores do socialismo.

A sensação de se ter "direitos adquiridos" cria cidadãos sem aquele traço característico que todo e qualquer ser humano deveria ter: a gratidão.

É impossível ser feliz sem ser grato, e é impossível ser uma boa pessoa se você não tem gratidão.  É por isso que constantemente falamos para nossos filhos: "Diga 'obrigado'!"

Mas o socialismo e a mentalidade assistencialista destroem isso.  Afinal, por que uma pessoa seria grata por receber um benefício social?  Quem seria grato por receber "aquilo a que tem direito"?

Portanto, em vez de dizer "obrigado" aos pagadores de impostos que lhe provêem benesses, o cidadão de um estado assistencialista é ensinado a dizer: "O que mais tenho o direito de receber?  Quero mais, mais e mais!".

E, ainda assim, a esquerda insiste que é o capitalismo e o livre mercado, e não o socialismo, que produz pessoas egoístas.

A verdade é que o capitalismo e o livre mercado não apenas produzem pessoas muito menos egocêntricas, como ainda geram pessoas muito mais preocupadas em agradar aos outros. 

O capitalismo de livre mercado requer ações e interações voluntárias entre os indivíduos.  No livre mercado, não há coerção e ninguém é obrigado a sustentar terceiros.  Não há subsídios, não há tarifas protecionistas, ninguém é impedido de empreender livremente, e não há barreiras governamentais à entrada de concorrentes em qualquer setor do mercado (como ocorre em setores regulados por agências reguladoras).

Em um livre mercado, se eu quero algo de você, então eu tenho de fazer algo por você.

Consequentemente, como explicado neste artigo:

Um dos mais belos aspectos de uma economia de mercado é que ela é capaz de domar as pessoas mais egoístas, ambiciosas e talentosas da sociedade, fazendo com que seja do interesse financeiro delas se preocuparem dia e noite com novas maneiras de agradar terceiros. Empreendedores conduzem a economia de mercado, mas a concorrência entre empreendedores é o que os mantém honestos.

Ensinar as pessoas a trabalhar, a gerar valor, a satisfazer os desejos e as necessidades de terceiros, e, principalmente, a assumir responsabilidade pela própria vida.  Acima de tudo: ensinar que elas devem produzir para ganhar algo em troca. 

Isso gera pessoas menos egocêntricas, e não mais egocêntricas.

O capitalismo e o livre mercado ensinam as pessoas a trabalhar mais, a produzir mais e a gerar mais valor; o socialismo e a mentalidade assistencialista ensinam as pessoas a exigir cada vez mais benesses e a terceirizar o comando de suas vidas para o estado. 

Qual atitude você acredita que gera uma sociedade melhor?


6 votos

autor

Dennis Prager
é autor de livros, colunista de jornais, apresentador de talk show e conferencista.  Criou a Prager University, um centro de educação online voltado para a difusão de idéias pró-liberdade e pró-livre iniciativa.


  • Renan Merlin  20/07/2016 13:36
    Eu tenho uma duvida, com tanta tributação e assistêncialismo como e que paises nordicos conseguem ter uma poupança interna alta? Existe algum mecanismo que abate do imposto de renda ou algo do tipo?
  • Gonçalves  20/07/2016 14:00
    "com tanta tributação e assistencialismo como e que países nórdicos conseguem ter uma poupança interna alta?"

    A tributação, como explicada nos artigos abaixo, ocorre majoritariamente de forma indireta. Embora a alíquota do imposto de renda de pessoa física seja alta, a maioria dos ricos escapada delas por meio de artifícios contábeis legais. E o imposto de renda de pessoa jurídica é um dos menores da Europa e também do mundo.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2161
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2211
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2406

    Ah, sim, e o orçamento do governo é equilibrado, o que significa que as pessoas direcionam sua poupança não para financiar os gastos do governo, mas sim para financiar empreendimentos produtivos.

    "Existe algum mecanismo que abate do imposto de renda ou algo do tipo?"

    No caso das empresas, sim. E um muito generoso. Explicado nos artigos acima.
  • Trader Carioca  20/07/2016 14:06
    Renan Merlin,

    Os países nórdicos enriqueceram muito e conseguiram um elevado nível de produtividade antes de implementar as políticas de bem-estar social. Por isso eles possuem alta poupança interna.

    Mesmo assim, há dois importantes aspectos:
    1- ainda existe grande flexibilidade no mercado de trabalho e grande competição entre empresas, o que garante que a produtividade se mantenha alta e, por consequência, a poupança interna alta.
    2- há sinais de desgaste no "modelo nórdico" pois a conta de tantas benesses está ficando cara demais.

    Alguns artigos sobre isso podem ser vistos no link abaixo

    mises.org.br/Subject.aspx?id=34
  • Douglas  20/07/2016 15:06
    Também há o alto nível de desregulamentação das economias escandinavas. Você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio (contra mais de 130 no Brasil); as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média (7,9% no Brasil); o imposto de renda de pessoa jurídica é de 25% (34% no Brasil); o investimento estrangeiro é liberado (no Brasil, é cheio de restrições); os direitos de propriedade são absolutos (no Brasil, grupos terroristas invadem fazendas e a justiça os convida para um cafezinho); e, horror dos horrores, o mercado de trabalho é extremamente desregulamentado. Não apenas pode-se contratar sem burocracias, como também é possível demitir sem qualquer justificativa e sem qualquer custo. E tudo com o apoio dos sindicatos, pois eles sabem que tal política reduz o desemprego. Estrovengas como a CLT (inventada por Mussolini e rapidamente copiada por Getúlio Vargas) nunca seriam levadas a sério por ali.

    Isso tudo fomenta a acumulação de capital, a qual tem de ser muito alta para alimentar todo o consumo de capital feito pelo governo. É sim possível uma sociedade ter uma alta carga tributária e continuar enriquecendo, mas sua população tem de ser altamente poupadora e incrivelmente produtiva, e a economia tem de ser altamente desregulamentada e já ter um alto nível de riqueza acumulada. Ele precisa acumular capital a uma taxa maior do que o consumo feito pelo governo. Caso a acumulação de capital consiga ser maior do que o consumo de capital feito pelo governo, a sociedade pode enriquecer.
  • Frugal  06/09/2016 02:21
    Bela resposta! Bastante elucidadora.
  • Celso Silva  20/07/2016 13:55
    Eis uma explicação bem clara sobre o que anda acontecendo com a maior parte dos jovens brasileiros. Além da análise bastante objetiva sobre as vertentes econômicas derivadas das distorções socialistas, ficam expostas as razões pelas quais em nosso (deles!) Brasil de hoje em dia, a adolescência está terminando aos 35 anos de idade, conforme me alertou um amigo.

    A acomodação total sugerida pelo lulo-comuno-petismo está gerando uma situação social que se configura desgraçadamente terrível. Como consertar isso em curto espaço de tempo? Como romper essa nefasta cadeia!
  • Renan Merlin  20/07/2016 14:06
    Nos EUA também só que lá tem outro nome, eles estão chamando a atual geração de "GERAÇÃO GAFANHOTO" que Trabalha pouco e Consome muito e isso vai levar o pais a uma decadência moral e econômica.
  • Henrique Zucatelli  20/07/2016 16:13
    Amigos, assim como no caso dos investimentos feitos em ciclos econômicos, gerações mal educadas não têm conserto, e ficarão no ostracismo em relação a outros povos mais virtuosos.

    A maioria dos nossos jovens não trabalha e vive nas costas de alguém. Os que trabalham (um pouco) são funcionários públicos que ganham muito mais do que valem ou ficam rodeando em torno dos sub empregos. Mas todos com um único propósito: curtir, viajar, beber e alucinar geral.Tanto é que são necessários 4 brasileiros para fazer o serviço de 1 americano, que já não está mais aquelas coisas.

  • anônimo  20/07/2016 16:44
    Cara.. trabalhar pouco não é um problema...

    O problema é gerar pouco valor...

    Claro que para 90% das pessoas é necessário trabalhar muito devido a baixa produtividade.

    Quando digo baixa produtividade não signfica que a pessoa é lenta, mas que ela não dispõe de ferramentas, processos e qualificação adequada.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2054
  • Henrique Zucatelli  20/07/2016 23:15
    Produtividade não é uma palavra genérica anonimo.

    Você tem razão quando equacionamos dois trabalhadores com a mesma qualificação e capacidade laboral em ambientes mais ou menos desenvolvidos. E fica restrito a trabalhadores medianos, que cumprem jornadas padrão e executam tarefas operacionais.

    Agora quando tratamos a respeito da produtividade interna onde o sujeito tem a escolha de produzir mais além da sobrevivência e com o intuito da formação de riqueza, o brasileiro é mesquinho. Ele não aceita fazer mais do que é obrigado, mesmo sendo empresário.

    Infelizmente é cultural. Não há argumentos plausíveis que façam eu te convencer que trabalhar em projetos próprios 14 horas por dia vai te garantir uma aposentadoria tranquila, mesmo no nosso país. Você vai me dizer que é bobagem, e colocar a culpa nos impostos, no Estado e etc.

    Fazer o que né?



  • Oneide teixeira  20/07/2016 14:31
    Mas porque o socialismo avança culturalmente?
    Será que é porque o liberal ta pouco se lixando para terceiros, pode ser.
    Será que é porque a sua ação politica é pífia, talvez porque nega a politica.
    Tenta fazer algo social e pede ajuda para um liberal para ver o que acontece, "eu já pago xx de impostos".
    Liberal é um cordeiro reclamando do lobo.
    Mostre uma ação de libertários fazendo alguma ação que melhore a condição humana de alguém, uma caridade.
    E por isso que o socialismo avança não por méritos próprios mas por falta de concorrência.
    Eu sou menos rico por culpa do estado, é mais ou menos isso que passa o libertário para a população.

  • Arthur Gomes  20/07/2016 17:37
    Oneide,
    A melhor explicação para saber a respeito do socialismo é você procurar o livro do escritor francês, Gustave Le Bon. O livro chama-se "A psicologia do socialismo".

  • Livre Mercado  20/07/2016 19:40
    Não é o socialismo que avança culturalmente, são as pessoas que regridem culturalmente e nesta marcha a ré topam com socialismo.
  • Oneide teixeira  21/07/2016 14:56
    Isso é meio que tentar colocar a culpa na vitima.
    O ser humano se adapta ao ambiente que vive, se o socialismo é a unica opção de vida ele vai ser socialista.
    Se o liberalismo fosse uma opção viável e melhor(e é) ele será liberal.
    Mas como não existe ação politica liberal, o povo fica sem opção mesmo.
    A minha mesa esta cheia de propaganda socialista, eles vem me convidar para participar de eventos pró socialismo etc. a uma ação ativa pró socialismo.
    Nunca vi nada parecido no lado liberal.
  • Livre Mercado  21/07/2016 15:43
    Não é o caso de nações livres do século XXI com pleno acesso a internet e meios rápidos de transportes, onde ideias socialistas avançam a todo vapor.
    As pessoas querem sim viver nas costas dos outros graças a degradação moral que deixaram acontecer, silenciar é dar ainda mais voz para os que querem falar por você.

  • Capital Imoral  20/07/2016 14:54
    Ola bom dia, hoje é dia de consciência social e socialismo.
    ----------------
    O momento consciência social de hoje, é de uma tirinha da folha de são paulo. Eu tirei a foto, pois não achei no jornal.

    A tirinha está neste link: https://s32.postimg.org/uclp782ol/20160720_113843.jpg

    Se você não quiser abrir o link eu vou transcrever:

    Helio beltrião: Sim, A mercedes blindada é minha.
    Helio beltrião: CLARO, havia tomado algumas doses.
    Helio beltrião: Quando atravessei no vermelho. atropelei uma coisa. Mendingo, indio, negro...não sei o que era.

    Helio beltrião: Prestar socorro? ah! nem pensei.
    Helio beltrião: AGORA BASTA! devolvam já meus documentos.
    Helio beltrião: As chaves da mercedes....
    Helio beltrião: E que isso não se repita!


    O ensinamento de hoje, é que o capitalismo gera uma falta de amor para com as minorias e seres humanos, representado na tirinha como os mendingos, os índios e os negros. Veja como o rico valoriza mais a Mercedes blindada, do que o ser humano. a impunidade também é algo constante no capitalismo.


    o que aprendemos hoje?
    - O capitalismo diminui o valor do ser humano, e leva este valor para os objetos.
    - O dono do capital não tem compaixão pelas minorias.
    - Capitalismo gera impunidade.

    Até outro momento de consciência social. viva ao socialismo.
  • Paulo Azevedo  20/07/2016 18:07
    Realmente seu português é algo surpreendente Capital Imoral:

    "Mendingo(sic!!), indio, negro...não sei o que era"... e ..."como os mendingos(ressic!!), os índios e os negros..."

    Ao ler o artigo vi que ele está certo. Entretanto, esqueceu de mencionar uma coisa: o socialismo também ajuda a assassinar a língua portuguesa, como mostra seu texto, e outros além deste, escrito com um português extremamente precário.


    Estou ansioso para ver novos erros medonhos de gramática, Capital Imoral

    Forte abraço.
  • Pátria educadora  20/07/2016 19:22
    Uma tirinha como essa, uma história em quadrinhos é muito mais importante que qualquer livro do Misses, e ainda refuta qualquer tese de que a falta de intervenção do estado é benéfica para a sociedade. O cara só quer saber da mercedes e não tá nem aí para os mendigos, índios e negros.
    Podemos ir mais além dos ensinamentos dessa tirinha e sugerir a seguinte solução: aumentar os impostos para proprietários de mercedes.
  • Marcelo Vasconcelos  21/07/2016 16:09
    É exatamente desse jeito que você mencionou Capital Imoral... só que no socialismo/comunismo!

    Basta analisar todo os crimes perpetrados em nome do socialismo, comunismo, nazismo, enfim... marxismo.

    A postura do sujeito que dirige o Mercedes descreve bem a postura dos líderes socialistas/comunistas mundo afora, pois enquanto o povo vive na miséria, é privado de sua propriedade, de alimentos, em alguns casos chega a praticar canibalismo, os líderes do seu tão amado socialismo usufruem de tudo o que o capitalismo oferece.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=94

    Conforme diz o ditado, seguido à risca pelos líderes socialistas mundo afora: "Socialismo é bom da porta para fora".

    Se os capitalistas não tem "compaixão da minoria", os socialistas não tem compaixão de ningúem.

    Viva ao socialismo... Ops! Viva "o" socialismo! (Língua portuguesa assassinada no seu comentário, mais um assassinato pra conta dos socialistas)
  • Max Stirner  20/07/2016 15:06
    Soa muito...
    Capitalismo = BEM
    Socialismo = MAL




    O tema é interessante mas vai além de capitalismo x socialismo...

    OBS: O título soa meio doentio,




  • Trader Carioca  20/07/2016 18:48
    Max Stirner,

    Favor citar um país socialista que esteja bem.

    A empiria mostra que quanto mais socialista, pior: Cuba, Coreia do Norte, Venezuela.

    Agora vamos falar dos países capitalistas mais livres: Canadá, Cingapura, Nova Zelândia, Austrália.


    Como não dizer que socialismo = mal e capitalismo verdadeiramente livre = bem?
  • Max Stirner  20/07/2016 20:28
    Se você leu esse artigo, deve ter percebido que o mundo todo está ficando cada vez mais "socialista"(é a constatação desse site a cada dia tbm kkkkk), e até os EUA não estão escapando disso.


  • Trader Carioca  21/07/2016 13:53
    Max Stirner,

    Você está certo, o mundo, em média, está ficando mais "socialista", concordo plenamente com você.

    Ainda assim, só porque uma economia forte como a americana está caminhando para a esquerda e consegue suportar essa caminhada (ao menos por enquanto), não quer dizer que "seja um tema além de capitalismo e socialismo".

    Para cada política socialista empregada em um país desenvolvido, milhares de oportunidades de desenvolvimento são perdidas para sempre no mundo inteiro. E digo mundo inteiro pois todos poderiam se beneficiar de avanços tecnológicos, investimentos, novas empresas, novas técnicas de produção, aprofundamento da divisão do trabalho, aumento do capital acumulado, etc, que acontecessem nos países desenvolvidos.

    Em que situação o socialismo pode ser bom?
  • Max Stirner  21/07/2016 16:16
    "Em que situação o socialismo pode ser bom?"

    A platéia de universitários no discurso do Obama já respondeu essa pergunta.


    O tema vai além de capitalismo x socialismo... assistencialismo não é sinônimo de socialismo assim como independência também não é sinônimo de capitalismo.


    "Para cada política socialista empregada em um país desenvolvido, milhares de oportunidades de desenvolvimento são perdidas para sempre no mundo inteiro..."

    Ta vendo só... é disso que eu to falando. Soa doentio essa generalização. Parece que fizeram uma lavagem cerebral em vc. Isso aqui não capitalismo x socialismo... vai muito além disso.
  • WDA  09/05/2017 14:42

    Max Stirner é aquele tipinho que odeia a realidade e adora afetar uma "intelectualidade" que ele não tem.

    Com suas frases genéricas e desprovidas de conteúdo, fala sem nada dizer: "O título soa meio doentio"; "O tema é interessante mas vai além de capitalismo x socialismo..."; "Isso aqui não (sic) capitalismo x socialismo... vai muito além disso.", são algumas de suas pérolas.

    Max Stirner não se preocupa com como as coisas de fato são, apenas com como elas "soam" aos seus mimosos ouvidos.

    Não se pode dizer a verdade e afirmar que o socialismo é ruim, por tudo o que ele implica e tudo o que gerou. E que o capitalismo é bom, comparado com o socialismo. Não se pode dizer que algo ruim é de fato ruim e algo bom é de fato bom, pois isso "soa" incômodo aos ouvidinhos de Max Stirner, muito acostumados a belíssimas histórias da carochinha.

    O que contradiz a peculiar subjetividade de Max Stirner deve ser tachado de "doentio". Mesmo que seja real!

    É bastante expressivo o fato de Max Stirner não nos esclarecer por que a expressão de um fato real deveria ser caracterizada como "doentia".

    Mas esse não é o único ponto que fica sem o devido esclarecimento no discurso de Max Stirner...

    Segundo este "sábio": O tema [do artigo] é interessante mas vai além de capitalismo x socialismo..." Porém, é claro, ele se recusa a iluminar com sua sabedoria as questões de "como", "por que" e "de que modo", o tema tratado ultrapassa tal questão.

    Justamente interpelado sobre por que, diante dos dados da realidade, não se deveria tratar o socialismo como mau e o capitalismo como bom na comparação entre ambos, ele responde com a seguinte frase: "Se você leu esse artigo, deve ter percebido que o mundo todo está ficando cada vez mais "socialista"(é a constatação desse site a cada dia tbm kkkkk), e até os EUA não estão escapando disso."

    Ora, e desde quando o fato de o mundo estar-se tornando (segundo Max Stirner) mais socialista implica que o socialismo é bom? A propósito, se o socialismo é mau, como sugere o artigo (segundo Max Stirner), e o mundo está cada vez mais se tornando socialista de acordo com este site (conforme disse Max Stirner) então está perfeitamente justificada a publicação deste artigo. Pois, quem, em sã consciência, vendo as coisas rumarem para o pior deixaria de reclamar deste fato e de alertar os demais para que o evitem?

    Talvez isto "soe" muito "doentio" ao esquisito Max Stirner.

    Questionado de maneira ainda mais direta sobre: "Em que situação o socialismo pode ser bom?", ele responde de sua maneira habitualmente evasiva:

    "A platéia de universitários no discurso do Obama já respondeu essa pergunta."

    E o que isso significa? Que o socialismo pode ser bom na medida em que transforma adultos em crianças mimadas? Significa que ele é bom quando torna as pessoas mais dependentes e frágeis? Ou será que é bom quando um de seus representantes diz algo que "soa" agradável a alguém pouco afeito à realidade?

    E prossegue: "O tema vai além de capitalismo x socialismo... " Continuamos sem saber o que isso significa!

    E ainda diz:"...assistencialismo não é sinônimo de socialismo assim como independência também não é sinônimo de capitalismo."

    Curiosamente, o socialismo propõe o controle das atividades econômicas pelo Estado. Assim, o assistencialismo estatal pode não ser sinônimo de socialismo, mas sem dúvida é um tipo de política socialista, submetendo-se portanto àquela categoria.

    Por outro lado, o capitalismo pode não ser sinônimo de independência, mas certamente a favorece. E é precisamente disso que o texto trata. Pelo visto, Max Stirner, além de tudo é analfabeto funcional.

    Max Stirner finaliza dizendo a seu interlocutor: "Ta vendo só... é disso que eu to falando. Soa doentio (sic) essa generalização. Parece que fizeram uma lavagem cerebral em vc. Isso aqui não (sic) capitalismo x socialismo... vai muito além disso."

    Assim termina o diálogo o sujeito que teve o cérebro tão bem lavado a ponto de deixar suas idéias sem nenhum conteúdo. Talvez isso explique por que ele não consegue dizer nada além de clichês e frases vagas, desprovidas de sentido, além de acusar seu interlocutor daquilo que ele demonstra ter todos os sinais.



  • 4lex5andro  09/05/2017 18:34
    Não que seja favorável a respostas nominais, mas de fato, contra-argumentações vazias e repetidas, sem asseverar sobre o que se baseiam ou se referem, é "floodar" o fórum.
  • pedro  20/07/2016 15:16
    Artigo irretocável.
  • Reynaldo de Saboya  20/07/2016 17:31
    O socialismo, pelo menos o modelo tradicional não marxista, não diz que cada um fica com aquilo que produziu? Então como que pode ser um sistema de preguiçosos?
  • Agnaldo  20/07/2016 17:43
    Nunca vi isso.

    Aliás, é exatamente o contrário: a doutrina que diz que os frutos do seu trabalho (salário) pertencem exclusivamente a você, e não podem lhe ser subtraídos pelo estado ou pela "sociedade", é o libertarianismo.

    Já o socialismo diz: "De cada um de acordo com sua capacidade para cada um de acordo com suas necessidades".

    Ou seja, você que é capaz e bem condicionado deve produzir para sustentar quem não trabalha e não produz.

    Portanto, a doutrina socialista defende exatamente o contrário do que você pensa.
  • Teórico  20/07/2016 18:00
    Muitos teóricos socialistas dizem que o socialismo visa que cada um fique com aquilo que produziu.

    Na visão teórica dos socialistas, os trabalhadores não ficam com tudo por conta da tal mais-valia, retirando a mais-valia você passaria a ficar com tudo o que produziu.

    Quando eles dizem que você fique com tudo o que produziu, ele não se referem ao individuo, e sim a classe assalariada.

    É obvio que isso é uma baboseira sem limite, mas não cabe nesse comentário ficar explicando o porque a mais-valia não faz sentido, apenas ressalto que muitos socialista enxergam dessa maneira.
  • O MESMO de SEMPRE  21/07/2016 18:27
    O mais curioso é que "descobridor" da tal "mais valia" em momento algum propôs o estabelecimento de um governo, ou ausência deste, de forma a deixar com os trabalhadores TODO o fruto de seu trabalho, ou a produção.

    Karl Marx não advogava que os donos do Capital fossem expropriados de seu capital, mas que os trabalhadores restituissem a estes os investimentos de capital, mas SEM JUROS.

    No besteirol marxista todo investimento deveria ser restituído sem juro.

    Porém, contraditóriamente Karl Marx assentia a frase: "de cada um segundo sua capacidade e a cada um segundo sua necessidade"

    Nada mais contraditório! Marx que afirmava-se contra a exploração, na sequencia apoiava a exploração dos mais necessitados sobre os mais capazes.
    Muitas foram as imbecis e LITERAIS CONTRADIÇÕES do profeta do Paraíso Comunista: Ele afirmava que os capitalistas exploradores pagavam aos proletarios APENAS o SUFICIENTE para PRODUZIREM, porém igualmente profetizava que a situação iria piorar ainda mais até que haveria uma rebelião.

    Ora, se ja pagavam o mínimo para a sobrevivência produtiva, não poderiam piorar a situação.
    daí a afirmação das "CONTRADIÇÕES do CAPITALISMO" afirmadas por Marx como umm ladrão que rouba e grita "pega ladrão" para despistar seu próprio roubo.
    O tal capitalismo NADA DISSE ou PROMETEU e por tal não poderia SE contradizer. Porém as "CONTRADIÇÕES" eram apenas CONTRASTES e Marx se apenas DETURPAVA o VOCABULÁRIO para gerar confusão peca boca de seus PAPAGAIOS.
    Essa tática canalha de ALTERAR o significado das palavras sem esclarece-lo é a melhor tática d marxismo.

    Karl Marx também adotou a idiotice de que o VALOR dos bens e serveços deveriam corresponder à quantidade de TEMPO de trabalho dispendida para realiza-los.

    Além de ser isso uma ESTUPIDEZ é ainda uma IMPOSSIBILIDADE de AFERIÇÃO e uma INJUSTIÇA: Investimentos em aprendizado e treino, além de investimento em insumos materiais, deveriam ser analisados como parte desse tempo para realizar o bem ou serviço.

    Diante de tal ASNEIRA o próprio Marx se desdisse, pois que afirmou que deveria haver um "TEMPO SOCIALMENTE NECESSÀRIO" para a produção. Ou seja, Marx propunha, contradizendo-se, UM PADRÃO de tempo para cada produto.
    O celebrado "economista", como muitos a ele se referem, NEM MESMO CONSEGUIA COMPREENDER a IDEIA DE SERVIÇOS onde nada de bem material é produzido. Um estúpido, ou não ateria afirmado com horror que os trabalhadores vendiam a sua força de trabalho como se uma mercadoria.

    Como se avaliaria o "tempo de trabalho socialmente necessário" de um vendedor ou balconista???

    Sem contar que incontáveis MODELOS de bens materiais careceriam de tal avaliação de PADRÃO a ser estabelecido.
    QUEM IRIA ARBITRAR O PADRÃO? ...Marx? Engels? ...estabeleceria estatísticas???

    Uma imbecilidade atroz. Afinal, uma tábua picotada que mal serve para lenha tem VALOR e até preço inferior ao de uma tábua em perfeitas condições. Embora para picota-la em inúteis pedaços diosformes exija muito mais tempo de trabalho.

    Completando o que inicialmente referi, o profeta do comunismo ao propor a "ditadura do proletariado" através de auto intitulados representantes do proletariado, NÃO advogava que TODA a produção ficasse com os trabalhadores que a produziram, MAS SIM que TODOS OS PROLETÁRIOS SE TORNASSEM empregados DOS SEUS REPRESENTANTES que passariam então a SE APROPRIAREM, ou expropriarem, A TAL da "MAIS VALIA" dos tais trabalhadores antes explorados por capitalistas e agora EXPLORADOS POR SEUS AUTO INTITULADOS REPRESENTANTES.

    PQP!!! ...tem que estar aquem da imbecilidade para engolir o embuste marxista.

    Só uma DOENÇA MENTAL pode fazer com que um indivíduo possa levar a sério tamanho embuste DESCONEXO! ...Vale a pena ler para conhecer a quantidade de imbecilidades e assertivas proferidas por tal PATUSCADA IDEOLÓGICA.

    É preciso plena deficiencia menrtal e intransponíveis RECALQUES e INVEJA para dar qq crédito a tamanhas contradições e assertivas estúpidas de uma ideologia formulada para dementes atormentados por suas frustrações.

  • Sarcasmo  09/05/2017 16:21
    Karl Marx também adotou a idiotice de que o VALOR dos bens e serveços deveriam corresponder à quantidade de TEMPO de trabalho dispendida para realiza-los.

    Esse tipo de pensamento era muito vingente nos séculos passados, basta ver as idéias de Frederick Taylor para a organização do trabalho produtivo eram fortemente baseadas no tempo.
  • Reynaldo de Saboya  20/07/2016 18:21
    Bem, produzidos por você e pelos trabalhadores que você contrata né? Porque se alguém tem uma máquina e contrata um trabalhador para produzir com ela, os bens serão de quem contrata, não de quem produziu.
  • Bawerk  20/07/2016 20:41
    "Bem, produzidos por você e pelos trabalhadores que você contrata né?"

    Os trabalhadores que contrato só conseguem produzir por causa dos bens de capital que disponibilizo para o trabalho. Sem os bens de capital, eles não conseguiriam produzir nada e provavelmente nem sequer teriam salário.

    Aliás, se a questão é essa, nada impede que os trabalhadores "explorados" se associem, criem uma cooperativa, comprem bens de capital, e se tornem eles próprios capitalistas empreendedores, ficando com todas as receitas para si próprios.

    Por que não fazem isso?

    Porque se alguém tem uma máquina e contrata um trabalhador para produzir com ela, os bens serão de quem contrata, não de quem produziu."

    Já quem produziu não apenas recebe um salário, como também, e ainda mais importante, recebe um adiantamento. Sim, os capitalistas adiantam bens presentes (salários) aos trabalhadores em troca de receber — somente quando o processo de produção estiver finalizado — bens futuros (lucros).

    Existe necessariamente uma diferença de valor entre os bens presentes dos quais os capitalistas abrem mão (seu capital investido na forma de salários e maquinário) e os bens futuros que eles receberão (se é que receberão).

    Os capitalistas, ao adiantarem seu capital e sua poupança para todos os seus fatores de produção (pagando os salários da mão-de-obra e comprando maquinário), esperam ser remunerados pelo tempo de espera e pelo risco assumido. Por outro lado, os trabalhadores, ao receberem seu salário no presente, estão trocando a incerteza do futuro pelo conforto da certeza do presente.

    Os trabalhadores que os capitalistas empregam não precisam esperar até que os bens sejam produzidos e realmente vendidos para receberem seus salários. O empregador "adianta" aos trabalhadores o valor de seus serviços enquanto o processo de produção ainda está em andamento, precisamente para aliviar seus empregados de terem de esperar até que as receitas da venda dos produtos aos consumidores sejam recebidas no futuro.

    O fato de o trabalhador não receber o "valor total" da produção futura simplesmente reflete o fato de que é impossível o homem trocar bens futuros por bens presentes sem que haja um desconto no valor. O pagamento salarial representa bens presentes, ao passo que os serviços de sua mão-de-obra representam apenas bens futuros.

    A relação trabalhista, portanto, é apenas uma relação de troca entre bens presentes (o capital e a poupança do capitalista) por bens futuros (bens que serão produzidos pelos trabalhadores e pelo maquinário utilizado, mas que só estarão disponíveis no futuro).

    Sem o empreendedor e o capitalista para organizar, financiar e dirigir o empreendimento, seus empregados não teriam trabalho e nem receberiam salários antes que um único produto fosse fabricado e vendido.

    Segundo Böhm-Bawerk: "Parece-me justo que os trabalhadores cobrem o valor integral dos frutos futuros do seu trabalho; mas não é justo eles cobrarem a totalidade desse valor futuro 'agora'."
  • Rodrigues  22/07/2016 13:21
    Muito bom!
  • Teórico  20/07/2016 20:59
    "Porque se alguém tem uma máquina e contrata um trabalhador para produzir com ela os bens serão de quem contrata, não de quem produziu"

    Não apenas a máquina, mas também fornecem a matéria-prima e toda estrutura necessária para a produção, além de assumir o risco de comercialização do produto.


    No final das contas, um trabalhador só presta um serviço ao proprietário, assim como sua faxineira presta um serviço para você. E ninguém diz que sua faxineira merece ficar com uma parte da sua casa por isso.



  • O MESMO de SEMPRE  21/07/2016 22:59

    Mas de onde tiraste que o socialismo não marxista prega tal conversa????

    O tal Socialismo não marxista foi o precursor do Socialismo marxista e pregava apenas assistencialismo.

    Marx chamou tal socialismo assistencialista de Utópico atribuindo-lhe mesmo a pecha de SEITA, já que decorria da politica cristã de fortalecer o Estado diante dos pobres que o mercantilismo e toda a politicagem produzia. Claro que as críticas liberais derrubavam a idéia de "COMPENSAÇÃO SOCIALISTA" preconizada pelos defensores do Poder Estatal.

    Como a idéia de CIENCIA estava na moda e as baboseiras assistencialistas não estavam convencendo e tão pouco se opondo às ideias socialistas, Marx decidiu inventar um "Socialismo Científico" como etapa intermediária antes do prometido, para data incerta, "Paraíso Comunista".

    Ou seja, a tal Ditadura do Proletariado se daria como sociaismo científico na EMPULHAÇÃO MARXISTA desconexa e confusa. O tal "MILENIO SOCIALISTA científico" levaria a abundancia absoluta e então o tal "comunismo" se estabeleceria lindo lindo!!!!
  • Rodrigues  20/07/2016 19:53
    Na maioria dos lugares em que trabalhei, percebi o seguinte:

    Aqueles que são mais instruídos, produtivos, inteligentes, proativos e criativos procuram crescer dentro da empresa ou órgão, seja através de uma atuação profissional, buscando sempre melhorar sua produtividade, ou buscando estudar fora para aumentar o conhecimento.

    Por outro lado, aqueles menos produtivos e/ou com menos habilidades técnicas geralmente buscam o caminho da associação dos "semelhantes", entrando e promovendo a atuação dos sindicatos, ou até mesmo criando associações de trabalhadores, transformando-se em líderes, sempre com discursos tipo: "devemos pensar em todos" ou "sozinho nada conseguiremos, temos que nos unir em prol de nossos interesses". Esse tipo de funcionário sabe que não pode concorrer com os demais, então buscam progredir através da liderança, lançando filosofias e pensamentos que soam bem para os demais.

    Alguma coincidência com relação aos últimos "grandes líderes" que apareceram no Brasil nos últimos anos?
  • Igor  20/07/2016 20:49
    "O que é de graça nunca é o bastante."
  • Bode  20/07/2016 21:49
    Até há pouco tempo haviam comentários sobre os nem-nem, aquela parcela da população economicamente ativa que não trabalha e nem estuda. O assistencialismo e a heterodoxia econômica do lulopetismo permitiu essa distorção. Acredito que hoje, boa parte dos nem-nem, em sua maior parte composta de jovens, engrossam as filas do desempregados ou desalentados, que desceram na pirâmide social.
  • Julio Alacarte  20/07/2016 22:35
    Um pouco fora de tópico (na verdade não), por mais bizarro que isso possa parecer, tenho percebido que Ciro Gomes está conseguindo juntar um exército de jovens desiludidos para apoia-lo. Em um texto do Spotniks o número desses indivíduos comentando em favor de Ciro Gomes é elevadíssimo. Jovens que sequer admitem ser de esquerda, mas que imaginam que o Ciro é um representante de algo novo para o país (como se o mesmo não tivesse mais de 30 anos de política).
    Esses jovens assistem a debates que o sujeito faz em universidades e outros eventos, e ficam impressionados com a verborréia nacional-desenvolvimentista sustentada por falácias, brincadeirinhas e, quando convém, aquele tom ríspido e autoritário que disfarça muito bem a ausência de essência e solidez argumentativa. Talvez por sua inocência, talvez por falta de bagagem histórica, talvez por má intenção ou todas as anteriores, esse pessoal não percebe que o sujeito defende exatamente o que vem sendo praticado no Brasil desde Getúlio Vargas: um Estado enorme como motor da economia.
    Fazendo um paralelo com os EUA, o número de jovens idealistas impressionados com as promessas de um Estado grande e provedor que apoiaram o socialista Bernie Sanders foi enorme. Podem me chamar de doido, mas eu vejo o Ciro Gomes tentando produzir uma espécie de fenômeno Bernie Sanders no Brasil na figura dele mesmo. E parece que está dando certo, dado o número de "Ciristas" que vem aparecendo e tratado Ciro Gomes como o supra-sumo da inteligência econômica.
    A Escola Austríaca já produziu dezenas de refutações a respeito dos pilares do nacional-desenvolvimentismo (e do próprio Keynesianismo que o sustenta), muitas das quais fartamente explicadas em artigos nesse site. Eu sugeriria talvez resgatar alguns destes artigos já publicados mesmo, em uma série do tipo "Debunking Ciro Gomes".
  • brunoalex4  21/07/2016 11:59
    Seria de bom proveito um verdadeiro debate entre Ciro Gomes e algum "casca-grossa " aqui do mises como Leandro Roque ou o Chiocca pra colocar esse sujeito no seu devido lugar. Seria lindo de ver as bobagens desse sujeito inútil e arrogante serem derrubadas uma a uma.
  • Observador  21/07/2016 12:07
    As propostas de Ciro Gomes são idênticas a todas as que foram implantadas durante o governo Dilma. Absolutamente as mesmas, sem tirar nem por.

    Ele defende empréstimos subsidiados a grandes empresas e reservas de mercado para o grande baronato industrial. Seu programa de "compras governamentais" nada mais é do que a transformação do empresariado em funcionários públicos: o baronato industrial produz, o governo compra (com o nosso dinheiro).

    O governo diz para o baronato: "produz aí pra gente um chip pra míssil teleguiado!" (Ciro tá com essa mania de grandeza agora). "Sim, patrão!", responde o empresariado. E aí o governo pega nosso dinheiro de imposto e compra.

    O consumir fica totalmente de fora desse arranjo (sendo coercivamente obrigado a dar o dinheiro, é claro). A economia passaria a ser inteiramente conduzida por um conluio entre grandes empresários e governo.

    A FIESP adoraria ter Ciro Gomes como presidente.

    Aliás, não deixa de ser curioso: o mesmo cara que vitupera tanto a "plutocracia paulista" quer implantar programas que irão favorecê-la como nunca.
  • Ciro  20/07/2017 22:33
    Verdade, observador.
  • FL  21/07/2016 12:37
    Caro Julio, para estes jovens esquerdinhas iludidos com o Ciro Gomes, basta mostrar a história do próprio:

    - Começou no PDS, sucessor do ARENA (basicamente, o partido dos militares e do "golpe")
    - Mudou para o PMDB (aquele partido malvado e que está sempre na situação)
    - Fundou o PSDB
    - Foi para o PPS (Partido Popular Socialista)
    - Foi ministro do Lula
    - Foi secretário do estado do Ceará, indicado pelo irmão (nepotismo?)
    - Passou para o PROS e depois PDT

    Não precisa de dossiê nenhum, é só mostrar a trajetória do cara para ver o mar de incoerências (isso, claro, na visão dos próprios esquerdinhas - para mim, todos esses partidos são basicamente a mesma m...)... a única coisa que esse cara sabe fazer, é falar aquele discurso fácil que todo esquerdinha adora ouvir
  • Livre Mercado  21/07/2016 14:12
    Ciro Gomes tem de fato grande respaldo entre os órfãos econômicos do PT em especial da classe média operária dos anos 90 e 00 hoje na casa dos 45 a 55, são pessoas acostumadas a serem lideradas.

    Passam a vida toda sendo lideradas, foram criadas por pais duros e trabalham desde cedo em empresas com hierarquia bem definidas e atuantes, casam com mulheres e maridos bem mandões, frequentam igrejas neopentecostais em que continuam a serem mandados por charlatões, nem sequer cogitam a possibilidade de um dia ter o próprio negócio, encara os camelôs como vagabundos desempregados que não querem trabalhar de verdade, vão a reuniões da escola dos filhos onde professores fracassados mandam novamente em como este deve educar seu filho e seu maior sonho é se aposentar mixurucamente pelo INSS e comprar uma chácara no interior. Estão sempre em busca de um líder, seja para segui-lo, seja para culpá-lo pelo desastre.

    Lido com este tipo todo o tempo, qualquer ideia minimamente liberal de seu interesse como poder parcelar as férias conforme desejar ou decidir a forma que quer receber o 13º salário é "refutada" com um orgulhoso: "Pode ser bom, mas temos que seguir conforme está escrito na lei"

    Entre os jovens as idéias liberais são mais palatáveis, pois é só vender o ideal liberal atrelado a termos como a liberdade de viajar e morar fora, exercer a profissão de forma mais independente e como o liberalismo protege mais os animais e meio ambiente.
  • Gunnar  27/07/2016 13:01
    Engracado que uma das tiradas "engracadas" do Cirão (sic) é justamente se referir à Escola Austríaca em tom de escárnio (para delírio da platéia).

    Quanto à ideia do brunoalex4 21/07/2016 11:59:54, entendo que é preciso muito cuidado. Esse cara é uma cobra, e um mestre na arte do entretenimento. Se o debate não seguir regras rígidas e tiver uma moderacão firme, vira um Show do Cirão, prontinho para ser amplamente divulgado pelo Facebook e Youtube com um título como "Ciro Gomes humilha cordeirinho da escola austríaca em 15 minutos"
  • Pessimista  27/07/2016 13:30
    Não se deve debater com um político, é ridículo um liberal se rebaixar a isso.

    Políticos não buscam a verdade e nem debater com seriedade, são demagogos por natureza, mestres em argumentos falaciosos, mentem, provocam, dissimulam, gritam.

    Qualquer liberal sério vai ficar com cara de cú em um debate com um político.
  • brunoalex4  27/07/2016 14:03
    De acordo.
  • Gabriel  20/07/2016 23:09
    É algo extremamente verdadeiro , basta ver a "Gratidão" que os alunos de faculdades públicas têm pelas instalações, pelos professores e pelo "contribuinte"...ou ainda vejam os empresários de péssima qualidade sustentados pelo subsidio estatal, não fazem parcerias com as universidades para gerar tecnologia e produtos melhores pois o protecionismo os protegem,não criam programas de estágio visando formar os melhores profissionais pois sabem que não precisam competir de verdade...
    Quanto a "Tirinha" do palhaço acima , não foi a Economia de Mercado que matou 100 milhões em 70 anos
  • Surfista de internet  21/07/2016 03:17
    As leis sempre beneficiam grupos e classes. As leis são meros artifícios para pessoas se beneficiarem.

    Enquanto todas as pessoas não tiverem os mesmos direitos e deveres, as leis serão meros truques para o governo fazer expropriações.

    Tem bolsa artista, bolsa trabalhador, bolsa passagem de ônibus, meia entrada, bolsa universidade, bolsa mestre, bolsa doutor, bolsa agricultor, bolsa empresário, bolsa copa do mundo, bolsa olimpiada, bolsa travesti, etc. É bolsa pra oprimido nenhum botar defeito.

    Para começar a aceitar um governo, primeiro é preciso que todas as pessoas tenham tratamento igual. Esses benefícios para grupos e classes é um tiro no pé da própria justiça.

    A justiça do governo é injusta. Ninguém deve ser beneficiado. Ou todos recebem, ou ninguém recebe.

    Não tem como chamar isso de justiça.
  • Taxidermista  21/07/2016 13:57
    Esse autor tem alguns vídeos conhecidos na internet, como esse aqui:

    https://www.youtube.com/watch?v=qr638pCfPxs
  • O MESMO de SEMPRE  21/07/2016 16:36

    A POLÍTICA de SEMPRE:

    Desde que SUN TZU concebeu a "ARTE da GUERRA", defendendo a tese de que o ideal em uma guerra é sofrer o MÍNIMO de BAIXAS e que para isso não se deve enfrentar o adversário abertamente, que a política se tornou uma guerra.

    General Clausewitz se equivocou quando disse que a guerra é a continuação da política. Não digo isso por jogo de palavras, mas por uma constatação.

    O General Clausewitz também afirmou que a guerra "É UM MEIO de FAZER COM QUE OS OUTROS FAÇAM AQUILO QUE DESEJAMOS" ou uma forma de SUBMETER OUTROS Á NOSSA VONTADE.

    É exatamente aí que contesto a ordem que Clausewitz estabeleceu em sua afirmação sobre a guerra ser a continuação da política por outros meios. É O EXATO CONTRÁRIO!

    A primeira forma que o ser humano concebeu para impor sua vontade aos demais, foi a força, o confronto e a guerra.
    Assim, mais correto é dizer que "A POLÍTICA É A CONTINUAÇÃO da GUERRA POR OUTROS MEIOS".

    Quando SUN TZU percebeu e comunicou sua óbvia descobreta ele concebeu a atualidade política generalizada.

    JOGAR UNS CONTRA os OUTROS dentre a tropa inimiga é o que veio a ser afirmado ainda nos tempos de monarquia como "DIVIDIR para REINAR" ou "DIVIDIR para DOMINAR".
    Sim, se dividimos os adversários e os colocamos para brigar uns com os outros e nos mantemos unidos, estamos enfraquecendo-os e tornando-os vulneráveis a nossa "TROPA UNIDA".

    Já na decadência do IMPÉRIO ROMANO a arte de Sun Tzu foi minuciosamente aplicada ao se introduzir a CIZÂNIA dentre a sociedade pagadora de impostos ao INTRIGAR POBRES e RICOS, antagonizando-os e SEDUZINDO OS POBRES AO CONCEDER-LHES SUPERIORIDADE MORAL segundo a IDEOLOGIA SALVADORA que prometia o novo WALHALLA sob o nome de PARAÍSO para os fiéis.

    Já no Império Romano se deu a elevação generalizada de preços e os comerciantes eram acusados de GANÂNCIOSOS que não se apiedavam dos pobres aos quais exploravam, segundo se podia depreender.
    A BONDADE foi então elevada ao supremo moral em detrimento da HONESTIDADE.
    A SUBMISSÃO aos governantes (a SERVIDÃO) ganhou status moral e a rebeldia ou DESOBEDÊNCIA tida como depreciativo moral juntamente com a AVAREZA (quem não ajudava aos pobres e nem gostava de pagar impostos). Certamente que tal incentivo à SUBMISSÃO inspirou Maomé para conceber sua teologia do ISLÃ (o islamismo ou submissão).

    Enfim, isso levou ao FEUDALISMO de um governo um tanto TEOCRÁTICO. Assim, em nome de uma IDEOLOGIA que prometia um PARAÍSO em futuro sem data e incerto (cenoura na ponta da vara amarrada ao pecoço do jegue), estabeleceu-se um antagonismo entre CATÓLICOS e PAGÃOS/HEREGES. Onde os católicos afirmaria a própria "SUPERIORIDADE MORAL" diante dos seus "antagônicos malvadões". O desejo de estabelecer essa "verdade moral" gerou o ódio dos "altruístas religiosos" contra os "hereges egoístas" que prejudicavam a "salvação do povo".

    Com o chamado ILUMINISMO e a reivindicação da SEPARAÇÃO entre IGREJA e ESTADO, com preconizada tolerância aos "infiéis" a política perderia sua "arte da guerra" ao não ter mais como semear a CIZÂNIA dentre a sociedade e fatalmente o governo perderia sua melhor estratégia de dominação.

    Obviamente que a "ARTE da GUERRA" política não se permitiria perder tal estratégia e CONCEBEU-SE o MARXISMO como substituto da religião.
    Claro que não se pode implantar uma ideologia completamente diversa daquela existente e por tal o SINCRETISMO é FUNDAMENTAL.

    Assim as ideias "Comunistas" inspiradas em T. More e sua Utopia, que se prometiam através do Socialismo Marxista (Socialismo científico ou Ditadura do proletariado), assumiram-se como a NOVA IDEOLOGIA SALVADORA que prometia um outro PARAÍSO COMUNISTA, na Terra, após o MILÊNIO SOCIALISTA prometido pelo profeta Karl Marx.

    Com isso o novo ANTAGONISMO BINÁRIO fez surgir, sincreticamente, a "luta de classes" não mais de pobres x ricos, mas de PROLETÁRIOS/ASSALARIADOS X CAPITALISTAS/EMPREGADORES.

    Assim os novos "exploradores dos pobres" deveriam ser combatidos por um NOVO ESTADO que REPRESENTASSE os trabalhadores explorados para criar o novo Paraíso Comunista através da ABUNDÂNCIA PLENA. Sim, o tal Comunismo marxista (nunca explicado) só se daria naturalmente APÓS a ABUNDÂNCIA PLENA. Enquanto isso haveria mesmo a "Ditadura do Proletariado" através de seus auto intitulados representantes.

    As badernas produzidas por tal patacoada eram então combatidas pelo Estado em nome da velha ideologia, pois que o novo Paraíso seria "ATEÍSTA". Claro que não se podia abandonar algo ainda com força dentre parcelas populares, ainda aproveitando mais um antagonismo postiço.

    Essa nova disputa de "comunistas" x "capitalistas" com intermediários socialistas/altruístas favoreceu o PODER do ESTADO como mediador.

    Com a decadência das ideias Socialistas marxistas escancarando-se o EMBUSTE para manter e até ampliar o PODER ESTATAL, como bem o denunciou NIETZSCHE, chagou-se a EMBLEMÁTICA derrubada do MURO de BERLIN, selando o fracasso da nova ideologia para sustentar o Poder de oligarquias encasteladas no, então, ESTADO ou nova CÔRTE.

    Surge então, coincidentemente, novos grupos TERRORISTAS em substituição aos velhos BAADER MEINHOFF, BRIGADAS VERMELHAS, ETA e ETC.. Os novos terroristas se reportam ao VELHO ANTAGONISMO RELIGIOSO (ideologia do além). Novamente as oligarquias no PODER afastarão de si os OLHOS da SOCIEDADE DOMINADA e por elas EXPLORADA, lançando novos conflitos que afastem as reações contra o PODER ESTATAL ao DIRECIONA-LAS contra os NOVOS INIMIGOS da SOCIEDADE, então, CRISTÃ e LEIGA.

    Ou seja, A FARSA SE REPETE COMO HISTÓRIA!!!

    Já que "PLUS ÇA CHANGE PLUS C'EST LA MÊME CHOSE".
  • anônimo  21/07/2016 17:28
    Gostei do comentário.
  • Will  21/07/2016 18:57
    O único problema do produzir mais e mais seria, talvez, o meio ambiente e a saturação de bens de consumo? A concorrência geraria qualidade de fato? Sustentabilidade? No mais é isso ai, o texto aborda bem o assistencialismo como formador de sugadores do dinheiro público, preguiçosos, egoístas, etc...
  • MATHEUS SABADIN BUENO  22/07/2016 10:02
    Desculpe, mas como sempre há uma inversão de conceitos aí. Presume se fatos sem te-los como medir precisamente. O que vimos no mundo, embora tenham adotado o rótulo, não foi o socialismo e depois comunismo. Foram apropriações de uma parte do conceito, tal qual também o é no capitalismo, pois parte da teoria não é aplicada.

    O que é, então, a formação de cartéis, trusts e Holding, por exemplo? Nem o mais capitalista dos países consegue não proteger mercado, o seu mercado e sua indústria! Há nesse texto muito sofisma que o leitor mais atento conseguirá perceber.
  • Guilherme  22/07/2016 12:12
    "Desculpe, mas como sempre há uma inversão de conceitos aí."

    Vejamos.

    "Presume se fatos sem te-los como medir precisamente."

    Vejamos.

    "O que vimos no mundo, embora tenham adotado o rótulo, não foi o socialismo e depois comunismo. Foram apropriações de uma parte do conceito, tal qual também o é no capitalismo, pois parte da teoria não é aplicada."

    Gostei da clarificação. Muito acurada e precisa. Bastante inteligível.

    "O que é, então, a formação de cartéis, trusts e Holding, por exemplo?"

    Atuações do estado.

    Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado é e sempre foi o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam. Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, postos de gasolina etc.).

    O que impede que haja cartéis em um arranjo sem agências reguladoras e intervencionismo estatal? Simples. Uma coisa chamada realidade econômica.

    Nunca houve cartel duradouro em um livre mercado. Não há um só exemplo prático de cartel (e muito menos num país de dimensões continentais) em setor não regulado e controlado pelo governo.

    Se você forma um cartel para elevar preços, imediatamente torna-se um bom negócio sair desse cartel e vender a um preço menor. Para o sujeito que sai do cartel, reduzir seu preço em centavos lhe trará uma receita muito maior (porque venderá um maior volume) do que teria caso mantivesse o preço do cartel (e, consequentemente, vendesse um volume bem menor).

    Cartéis só existem precisamente em ambientes regulados pelo estado. Não há um único exemplo na história de cartéis duradouros em setores da economia não regulados pelo estado.

    Como era quando não havia intervenção estatal? Era assim:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=366


    Dois artigos para você sair desse auto-engano:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2049
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2384


    "Nem o mais capitalista dos países consegue não proteger mercado, o seu mercado e sua indústria!"

    Contradição total de sua parte (logo você que jurou vir aqui trazer a luz!).

    Primeiro você diz que o capitalismo gera cartéis, trustes e holding. Aí, logo na frase seguinte, você diz que todos os países, mesmo os mais capitalistas, recorrem a protecionismo estatal para fechar o seu mercado e proteger as suas indústrias.

    Duh, então quem é o responsável pela formação dos cartéis, trustes e holdings senão as próprias políticas estatais de fechamento do mercado, as quais você próprio reconhece existir?

    Raramente vi algum se contradizendo tão espetacularmente em tão poucas linhas. Acachapante.

    "Há nesse texto muito sofisma que o leitor mais atento conseguirá perceber."

    A definição da ironia: uma pessoa que nem sabe ligar causa e consequência querer ensinar aos outros lições sobre sofisma.

    Volte quando tiver um intelecto mais apurado. Sua participação aqui foi vergonhosa.
  • O MESMO de SEMPRE  22/07/2016 15:36

    Show de resposta!

    Grande Guilherme! ...rsrs

    O sujeito é um asno e imagina que apenas falar sem opor qualquer argumento irá contaminar a platéia. PQP!

    Ele fala de sofismas MAS NÃO OS MOSTRA, embora diga que é fácil percebe-los. ....Ele mesmonão soube apontar e demonstrar os sofismas, mas apenas afirma-los. E na tentativa de apontar um fato e fingir que esclareceu algo, simplesmente se contradisse.

    PQP!!!
  • Emerson Luis  06/09/2016 16:55

    "A verdade é que a realidade é exatamente oposta."

    De fato. Mas para a maioria o que importa é a narrativa, não os fatos.

    O socialismo prejudica as pessoas não só em sentido econômico,

    mas também intelectual, emocional, interacional e existencial/espiritual.

    * * *
  • Rodrigo Amado  08/11/2016 14:51
    Acho que a moral podre também causa o socialismo.
    Somente um povo com moral podre elege um governo socialista.

    Somente caso o governo socialista tenha se instalado sem a vontade do povo é que ele será o causador da destruição moral e do egoísmo.

    Aliás inclusive o que causa o egoísmo nem é o socialismo diretamente, é a escassez causada pelo socialismo.


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