A Escola de Frankfurt, o marxismo cultural, e o politicamente correto como ferramenta de controle

A liberdade de ideias e a liberdade de expressá-las sem sofrer censura moral sempre foram idéias correlacionadas e entrelaçadas.  Mas ambas já morreram.  Mas não morreram agora.  Sua morte começou entre os anos 1930 e 1968, quando um grupo de intelectuais e filósofos se uniu para criar uma escola de pensamento que tinha como foco essencial a destruição da civilização Ocidental e tudo o que ela representa (inclusive seu sistema econômico baseado no capitalismo) por meio da 'emancipação'.

Max Horkheimer, um filósofo marxista, foi um dos pais fundadores da Escola de Frankfurt, a qual incorporava toda a moderna Teoria Crítica da Sociedade e que, em grande escala, se caracterizada como neomarxista. 

Horkheimer, junto com Jürgen Habermas, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse e Erich Fromm, para citar apenas alguns, criaram a Escola de Frankfurt e seu Instituto para Pesquisa Social, uma instituição que moldou o pensamento cultural do Ocidente como um todo e da Alemanha em particular.

De acordo com Horkheimer, a teoria crítica tinha o objetivo de "libertar os seres humanos das circunstâncias que os escravizam".  Assim sendo, seu principal objetivo era criar uma plataforma teórica e ideológica para uma revolução cultural.

Ato contínuo, esse grupo de "filósofos" centrou seus esforços especificamente na cultura.  É a cultura o que forma os fundamentos que modelam a mentalidade e a visão política das pessoas. Alterando-se a cultura, altera-se a mentalidade e a visão política das pessoas.  Para alterar a cultura, é imprescindível controlar a linguagem e das idéias.  E, para se fazer essa revolução cultural, era imprescindível se infiltrar nos canais institucionais, particularmente a educação.

Em suma, a Teoria Crítica é a politização da lógica.  Horkheimer, ao declarar que "a lógica não é independente de conteúdo", quis dizer que um argumento é lógico se ele tem o objetivo de destruir as bases culturais tradicionais da civilização Ocidental, e é ilógico se ele tem o objetivo de defendê-las.

Este, obviamente, é o pilar do "politicamente correto", e explica por que o debate aberto e sem censura é vituperado como sendo algo subversivo e inflamatório.  O politicamente correto despreza o debate aberto porque o vê como um gerador de discórdias e dúvidas, algo que estimula a análise crítica e impede uma uniformidade (e uma hegemonia) intelectual.  Em suma, o debate aberto e sem censura evita a predominância do chamado "pensamento de manada", que é o cerne da revolução cultural.

A Teoria Crítica da Sociedade, a guerra à religião e a descriminalização do crime

A Escola de Frankfurt alegava que sua Teoria Crítica da Sociedade era a teoria da verdade.  A filosofia ocidental, de Santo Tomás de Aquino a Kant, passando por Hegel, Fichte, Schellin e Goethe, deveria ser sumariamente descartada e substituída pelas regras próprias e dogmáticas da Escola de Frankfurt, a qual continha todas as diretrizes do "pensamento correto".

Nas áreas da sociologia e da filosofia política, a Teoria Crítica foi além da interpretação e da compreensão da sociedade; ela se esforçou para sobrepujar e destruir todas as barreiras que, em sua visão, mantinham a sociedade presa em sistemas de dominação, opressão e dependência.

Uma das principais e mais controversas discussões diz respeito à animosidade da Escola de Frankfurt em relação à religião e à espiritualidade.  Para os frankfurtianos, o cristianismo representa o ressurgimento institucional da filosofia pagã, e Deus seria uma mera ficção.  A religião leva as pessoas a projetarem seu sofrimento em uma entidade divina; ela serve como distração da miséria causada pelo capitalismo; em seu núcleo, não há nada mais do que a pura imaginação.    

À medida que as teorias darwinistas e freudianas foram desafiando a religião, o marxismo e o neomarxismo ganharam força para contestar a imagem mítica e obscurantista da milenar divindade institucionalizada.  Não é Deus, mas sim o homem a entidade mais alta a ser reverenciada. 

A Escola de Frankfurt professa que o homem, na condição de mamífero e sendo um mero produto da natureza, destituído de qualquer espiritualidade, é totalmente limitado em sua existência, sendo conduzido pelos seus mais básicos e primitivos instintos e guiado por suas necessidades básicas.  Não há espaço para o livre arbítrio, não há capacidade de julgamento crítico e nem há a habilidade de distinguir o certo do errado.  Não há presciência e não há racionalização.  

Essa posição tem suas raízes nas bases marxistas da Escola, uma vez que o marxismo afirma que o homem é um produto da sociedade: sua mente e seu espírito são determinados e moldados pelo mundo material.  Por causa dessa vulnerabilidade aos fatores externos, a mente humana é vista como frágil e manipulável, de modo que, assim sendo, o homem não pode ser responsabilizado por suas próprias decisões. 

Essa ideia serviu como base para a "descriminalização do crime", que é uma das teses da Escola de Frankfurt.  Segundo Habermas, dado que o homem é um produto da sociedade, é inevitável que ele ceda aos seus impulsos primitivos e às suas tendências criminosas, uma vez que ele foi criado sob o jugo da violência estrutural de um sistema capitalista criminoso.

A Escola de Frankfurt acreditava que, ao extirpar a humanidade da espiritualidade, e ao destruir os bens materiais — criados pelo capitalismo — que rodeiam os seres humanos, o homem viverá livremente, sem o sentimento de responsabilidade e sem o fardo de sua própria consciência.  Os frankfurtianos prometiam liberdade sem o livre arbítrio; preconizavam a emancipação por meio da assimilação intelectual; e garantiam que seria possível haver igualdade sem justiça.

A importância estratégica da educação controlada pelo estado

De acordo com a Escola de Frankfurt, todos os defeitos da humanidade começam com a família.  A família é a primeira e primordial entidade moral que encontramos.  Essa entidade cria seus filhos de uma maneira autoritária, a qual gera adultos submissos, obedientes e dependentes. 

Em outras palavras, é a família o que nos prepara e nos programa para aceitar o fascismo.  Sendo assim, ao se desacreditar e destruir o conceito de família, torna-se possível destruir o capitalismo e o fascismo em sua raiz.

Por causa dessa atitude antagonista em relação à família, combinada com sua cruzada ideológica contra a espiritualidade, os filósofos de Frankfurt tinham de apresentar uma alternativa para substituir essa instituição antiquada e, com isso, garantir um caminho seguro para o futuro.  Ato contínuo, a solução estava em reprogramar a sociedade por meio de uma engenharia social revolucionária, de modo que todos passassem a se comportar da maneira esperada pela teoria social da Escola.  Todo o comportamento humano deveria se tornar um mero e previsível ato de reciprocidade.

Este, por si só, seria o código universal de ética que governaria a utopia frankfurtiana.  Para impor e impingir esse código sobre a sociedade, eles propuseram a infiltração seguida da manipulação das instituições, dentre elas, e principalmente, a educação e a mídia. 

Deter o controle desses canais institucionais seria a maneira mais eficiente de impor e de promover sua ética.  A educação controlada por sua ideologia forneceria a chave para a obediência garantida, extirpando toda e qualquer discordância, bem como todo e qualquer potencial de pensamento independente feito pelo indivíduo.

As repercussões dessa estratégia são óbvias hoje.  A educação controlada pelo estado condicionou as crianças e os adolescentes a, desde cedo, jamais questionar as políticas coletivistas do governo.  Aliás, quando estudantes decidem fazer algum ato de rebeldia contra o governo, é justamente para pedir a imposição de ainda mais políticas coletivistas.  Trata-se de uma estratégia que obteve um sucesso quase que absoluto. 

Como disse Lew Rockwell, "se toda a propaganda governamental inculcada nas salas de aula conseguir criar raízes dentro das crianças à medida que elas crescem e se tornam adultas, estas crianças não serão nenhuma ameaça ao aparato estatal.  Elas mesmas irão prender os grilhões aos seus próprios tornozelos."

A ascensão do marxismo cultural

A Escola da Frankfurt criou o dogma de que "liberdade e justiça" são termos dialéticos, o que significa que eles estão em completa oposição um ao outro, em um jogo de soma zero, em que "mais liberdade significa menos justiça" e "mais justiça é igual a menos liberdade".  Baseado nessa dialética, a liberdade era a tese e a justiça era a antítese.

Essa interessante abordagem dialética foi adotada das idéias e obras de Friedrich Hegel.  A Escola de Frankfurt, no entanto, distorceu o núcleo deste conceito e desnaturou sua lógica consequencial.  Em suma, a principal diferença entre as abordagens dialéticas de Hegel e Horkheimer está em suas respectivas conclusões: Hegel, um idealista, acreditava, assim como Kant, que o espírito cria a matéria, ao passo que, para Horkheimer, um discípulo de Marx e de sua teoria do materialismo, é a matéria o que cria o espírito. 

Marx afirmava que o mundo, a realidade objetiva, podia ser explicado por sua existência material e por seu desenvolvimento, e não pela concretização de uma ideia divina absoluta ou como resultado do pensamento humano racional, que é a postura adotada pelo idealismo. 

Consequentemente, para a Escola de Frankfurt, colocar limites sobre o mundo material, colocar regras externas e diretrizes sobre o ambiente no qual os indivíduos vivem, pensam e operam, seria uma medida que, na visão deles, seria suficiente para moldar a experiência cognitiva dos indivíduos e, com isso, confinar seus espíritos aos parâmetros "desejados".

Esse é o ponto-chave que liga a Escola de Frankfurt àquilo que hoje conhecemos como o "politicamente correto".  No cerne do politicamente correto está a crença de que menos liberdade garante mais justiça e, consequentemente, mais segurança.  Este mantra é regurgitado por meio de instituições acadêmicas e discursos políticos, inserido em valores sociais e plantado nas mentes das gerações mais jovens (futuros eleitores) por meio das escolas e faculdades, exatamente como era intenção da Escola de Frankfurt.

Em vez de criar uma plataforma que estimule o desenvolvimento do indivíduo por meio do raciocínio lógico, do questionamento e dos diálogos estimulantes, o sistema institucional funciona como uma linha de montagem mecanizada, que tem o objetivo de padronizar e homogeneizar os indivíduos, condicionando-os a se submeter ao status quo, sempre dizendo 'sim' e jamais questionando.  Esta é a lógica da Teoria Crítica da Sociedade e o elemento central do "politicamente correto". 

Trata-se de uma tentativa de controlar a inerente entropia das idéias humanas e todo o tipo de pensamento independente; de controlar o fluxo das idéias humanas e de conformar as experiências humanas a um imobilismo anti-natural.  Em última instância, trata-se do objetivo de quebrar o espírito do indivíduo e deixar sua mente de joelhos perante os ditames dos filósofos.

Daí vem o termo "marxismo cultural": os marxistas praticamente abandonaram a velha retórica da "luta de classes", que envolvia as classes capitalistas e proletárias, e a substituíram pelas classes opressoras e oprimidas.  As classes oprimidas incluem as mulheres, as minorias, os grupos LGBT, e várias outras categorias mascotes.  Já a classe opressora é formada por homens brancos heterossexuais que não sejam ideologicamente marxistas, como os próprios fundadores da Escola de Frankfurt.

O marxismo cultural nada tem a ver com a liberdade, com o progresso social ou com um suposto esclarecimento cultural.  Ao contrário, e como o próprio Horkheimer deixou claro, tem a ver com a criação de indivíduos idênticos que não se confrontem entre si e que não troquem idéias, operando como máquinas automáticas e sem emoção. 

Conclusão

No cerne da Escola de Frankfurt está a ideia de que o pensamento pode ser controlado por meio da imposição da doutrina do "politicamente correto".  A base desta ideia é o polilogismo marxista, o qual dizia que diferentes grupos de pessoas possuem diferentes modos de pensamento e seguem diferentes tipos de lógica.

Os marxistas tinham um álibi para não debater com pessoas das quais discordavam: eles simplesmente rotulavam seus oponentes como "burgueses apologistas da classe exploradora", cujos argumentos utilizavam uma lógica que não era aplicável à classe proletária.  Essa linha de raciocínio, em última instância, implica a negação de que a lógica sequer exista.  A "verdade" passa a ser simplesmente aquilo que os marxistas decretaram ser.

A Escola de Frankfurt segue esta mesmo lógica.  Por isso, ela e seus seguidores estão hoje entre os maiores inimigos da liberdade e da mente humana livre e consciente.

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Para ler uma visão alternativa sobre o marxismo cultural, veja este artigo:

Marxismo cultural é um paradoxo 

E leia também:

O que é o socialismo fabiano - e por que ele importa 


8 votos

SOBRE O AUTOR

Claudio Grass
é o diretor e presidente da empresa suíça Global Gold.



A meu ver, essa "desregulamentação" estatal sobre a terceirização não passa de uma intervenção, de feição "liberal", que não implicará nos efeitos desejados e previstos.

Basicamente, pelo que eu entendi, a intenção do governo é gerar mais empregos que de fato paguem salários realmente vinculados à riqueza produzida pelo empregado. Com isso, busca se mover a economia, através de poupanças, maior capital do empregador para investimento e consumo real dos empregados. Desse modo, o Estado pode arrecadar mais, pois, na análise de Smith que é complementanda pelo autor do artigo, a especialização (terceirização) gera riqueza e prosperidade. Fugindo, portanto, do ideal keynesiano de que quanto maior o consumo de quem produz maior o progresso, negligenciando a possível artificialidade dessa troca.

Minha objeção consiste em afirmar que a regulamentação do modo que foi feita não é benéfica para o Estado, logo, como tudo no Brasil, querendo ou não, está ligado à esse ente, não torna se benéfica ao indivíduo.

Primeiro, pelo fato de que, as empresas que contratam outras empresas terceirizadas podem ter um elo empregatício direito com os empregados dessa última. Nessa perspectiva, caso uma terceirizada, receba os repasses do contratante, porém não esteja pagando os benéfícios/ salários dos seus empregados em dia, sob alegações diversas, iniciará se um processo judicial entre a empresa contratada e o contrante para solucionar esse caso, haja vista que é do interesse do terceirizado receber o que lhe é devido. Consequentemente, o tempo depreendido, os custos humanos e financeiros são extremamente onerosos para a empresa contratante, de modo que, sua produtividade e poder de concorrencia no mercado é reduzida. Ou seja, a continuidade do desrespeito aos contratos firmados e a morosidade da Justiça, práticas comuns no país, muitas vezes, anulam a ação estatal que visa gerar mais empregos e melhorar a produtividade das empresas. O que afeta principalmente os empreeendedores com um capital menor e que operam em mercados menos regulados. Logo, busca se intervir para corrigir um problema, sendo que o corolário dessa nova intervenção é exaurido por uma ação feita anteriormente

Outro ponto pouco abordado por vocês é que as terceirizações beneficiam também os empresários oriundos de reservas de mercado. Logo, uma ação estatal que, a posteriori privilegia os amigos dos políticos, não pode implicar nas consequências previstas a priori. Isso porque, a possibilidade contratação de terceirizados a partir de salários menores do que de fato seriam em um contexto natural/equilibrado torna se muito mais viável para os corporativistias, pelo simples fato de que seus acordos com agências e orgãos públicos influenciam também nas decisões judiciárias que envolvem a sua empresa e a empresa terceirizada. Desse modo, o megaempresário contrata a empresa terceirizada e estabelece um acordo onde há um repasse menor da grande empresa para a terceirizada e, na sequência, apenas uma parte muito pequena, não correspondente ao valor gerado, desse repasse para a empresa terceirizada é convertida em salários para os terceirizados, onde a empresa terceirizada acaba lucrando mais, ao ter menos gastos. Portanto, um terceirizado que trabalha para uma empresas monopolística (no sentido austríaco) possui maiores chances de ser ludibriado e não lhe resta muitas opções de mudança de nicho, haja vista que infelizmente inúmeros setores do mercado brasileiro sofrem regulação e intervenção constante do governo.

No mais, ótimo artigo.
Gustavo, os Dinamarqueses podem usufruir desse tipo de assistencialismo, justamente porque o mercado deles é produtivo.

O mercado deles é produtivo como consequência da LIBERDADE DO MESMO, como o próprio artigo aponta.

Lá não existe salario mínimo, o imposto sobre o consumo é baixo, assim como o imposto sob pessoa jurídica.
No máximo, o imposto de renda é alto, mas eles tem uma moeda forte e estável, um lugar livre pra se empreender e contratar alguém(não existe nem salário minimo lá!).

Defender o modelo Dinamarques na situação Brasileira demonstra toda a ignorância básica em economia, nosso mercado fechado produz pouco pra aguentar um estado desse tamanho. Ainda sim, o estado da Dinamarca é menor que o Brasileiro, nunca ouvi falar sobre lá ter quase 40 ministérios, nunca ouvi falar lá sobre a existência de Agencias Reguladoras em todos os setores do Mercado, nunca ouvi falar lá sobre a existência de centenas de estatais!

E mais, a crise Sueca dos anos 80 justamente explica isso, o Welfare explodindo nessa época acabou ''sufocando'' o mercado, deixando-os em uma crise enorme de déficits astronomicos.
Qual foi a solução?

Austeridade e Livre-Mercado, na década de 90 a suécia voltou a crescer fortemente, uma reforma radical de corte de gastos e liberdade de mercado, no fim das década de 80 e começo da 90, permitiu que a Suécia saísse da crise causada pelo Welfare.

Mas por fim, você acha justo tirar o dinheiro das pessoas a força pra sustentar tudo isso para os que não querem trabalhar?

Antes de qualquer boa consequência, analise a ética e a moral.
É como querer defender o homicídio, dizendo que isso amenizara a escassez na terra no futuro. Não interessa, homicídio de inocentes é errado, é irrelevante as boas ou ruins consequências que o crime pode trazer.

E mais, Noruega já esta retirando dinheiro do seu fundo, mais uma vez veremos mais uma crise em alguns escandinavos, o peso do estado não dura muito, por mais produtivo que um mercado seja. É economicamente impossível, a empiria da ciência economica prova isso!

O texto apenas demonstra que o sistema capitalista, ainda mais a forma liberal, é totalmente ineficiente.

Senão vejamos,

1: hoje já não é proibido nenhuma empresa ter seus laboratórios e certificados de qualidade internos ou externos, inclusive no Brasil existe a certificação "Certified Humane Brasil é o representante na América do Sul da Humane Farm Animal Care (HFAC), a principal organização internacional sem fins lucrativos de certificação voltada para a melhoria da vida das criações animais na produção de alimentos, do nascimento até o abate"; (não necessita liberalismo para isso), inclusive a Korin agropecuária é certificada por essa empresa, entre tantas outras.

2: Não é proibido nenhuma instituição avaliar a qualidade dos produtos e denunciar caso seja de péssima abaixo do esperado; (não necessita liberalismo para isso também)

3: No liberalismo estas mesmas instituições que avaliariam a qualidade ou emitiriam certificados poderiam ser construídas justamente para os objetivos do bloco gigante de algum ramo, como por exemplo carne, tendo esse poder eles também teriam o poder de patrocinar jornais e revistas para desmentir qualquer empresa de certificados privados concorrente e pronto, num mundo globalizado quem não aparece não é visto. O lucro dos grandes blocos estaria garantido... num capitalismo sem regulação estatal quem iria impedir isso? Da mesma forma que a "Certificadora" do grande grupo poderia difamar as carnes de um grupo concorrente.

claro, se não existissem grupos, talvez até funcionaria, porém pq não criar grupos para ter maior vulto de recursos para maior propaganda e maior lucro? Justamente. Apenas prova objetivo maior - lucro - é o motor para irregularidades, seja de agente público ou privado.

aguardando respostas...

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Capital Imoral  05/05/2016 15:48
    Vamos deixar bem claro uma coisa, o ocidente não é um pedra de toque, onde está a perfeição. Alias os dogmas da Escola de Frankfurt, foi uma tentativa não de destruir o ocidente, mas de salvar o ser humano, dos valores corruptíveis do ocidente. Volto a dizer, o capitalismo é corrupção da mente humana, alguns dizem a corrupção da alma.

    O que era a Escola de Frankfurt, se não a tentativa de criar uma sociedade melhor? Ou vocês acham que eles tinham pacto com o mal, e queriam exterminar a humanidade? (para ler olavo de carvalho cara).

    Buscava-se apenas uma sociedade superior, e isso fica nítido na negação da religião, na negação de um Deus. Meu amigo acorda para realidade, a Escola de Frankfurt poderia ter nos salvado, existiria uma sociedade de artista, filósofos, cientistas. estaria erradicado a ignorância, não somente de conhecimento básico, mas o conhecimento acadêmico, imagine uma sociedade onde 100% do mundo fosse feito por intelectuais, uma sociedade onde o padeiro, lê poesias pela manha, tem cara de professor, tem gosto estético e lê centenas de livros. Isso é que eu chamo de liberdade da mente, e não essa falsa liberdade do capitalismo.

    O capitalismo e a religião estragou tudo, o homem não evoluiu, vivemos uma sociedade onde 90% é semianalfabeto, uma sociedade onde 98% não saberia apreciar uma obra de Liszt ou Haydn. E vocês tem a cara de pau de dizer que a sociedade ocidental deu certo, só porque tem comida no prato. Ou Porque pode comprar um celular, em quanto mal se sabe escrever. Isso é uma vergonha.

    Essa "independência" do capitalismo nos levou a isso. Capitalismo é o que, senão o barulho, a multidão, e legião. A razão ordenada, vocês mataram, defendendo uma suposta liberdade.

    E sim o autor mentiu, Claudio Grass mentiu para defender sua ideologia. O marxismo cultural tem a ver com liberdade, tem a ver com progresso social e com esclarecimento cultural. Não precisa acredita em mim, leia os livros dos autores, e você verá a real intenção,e não apenas uma interpretação. Até porque na Escola de Frankfurt existia discordâncias, para se fazer uma sociedade melhor.

    Deixo aqui meu apelo a razão:

    Capitalismo é um atraso.
    Região é um atraso.
    O ocidente fracassou.

    Agora pode voltar para a sua gritaria do capitalismo.
  • Luiz Barbetta  05/05/2016 16:55
    Capital Imoral, você parece ser apenas um troll, mas vou responder ainda assim, até porque existem realmente pessoas que pensam assim.
    Primeiramente, não é porque a intenção é boa, que a ideia é boa. A intenção de Hitler também era boa, mas os resultados das ideias dele nem tanto. Ele acreditava que havia uma raça humana superior e que, se toda a população fosse dessa raça, a sociedade seria muito melhor. A frase é clichê, mas continua valendo: de boas intenções, o inferno está cheio.
    Em segundo lugar, ninguém aqui deste site diz que o ocidente deu certo. Pelo contrário, o que mais tem é crítica ao modelo que temos, sendo que aqui tentam passar uma alternativa ao modelo atual.
    Por fim, por que é importante que o padeiro goste de poesia ou aprecie Haydn? Por que você acha que todos deveriam gostar das mesmas coisas? Quem definiria do que as pessoas deveriam gostar? A beleza da sociedade está na diferença e na diversidade entre os indivíduos, não na igualdade. Imagine que mundo chato seria se todos fossem exatamente iguais, gostando das mesmas coisas e falando sobre os mesmos assuntos. Deixe o padeiro ser feliz ouvindo a música que ele quiser, seja Valesca Popozuda ou Mozart.
  • Luiz  05/05/2016 19:08
    Capital Imoral, vou responde-lo usando uma parte de um Sermão de Jhon Wesley, um dos evangelistas mas notados da história, e um homem de muito valor.
    Respeitando aqueles que não creem em Deus ou em religião, deixo minha contribuição.

    Deve-se observar que Wesley não tinha tendência para quaisquer teorias "socialista". Ele ensinava com clareza e ênfase
    o direito da propriedade individual, mas sempre figurando o homem como despenseiro do Senhor. Wesley não
    reconhece ao Estado o direito à propriedade de toda a terra dum país, para ser administrada em benefício igual de todos,
    do preguiçoso e do diligente: ensinava a doutrina da operosidade, do trabalho para a aquisição dos bens temporais, mas
    estes devem conservar-se sujeitos às exigências da caridade em beneficio dos enfermos, dos necessitados e dos
    inocentes ao desamparo. Para este fim, para que os homens tenham com que fazer o bem aos outros, devemos aprender
    a recusar a nós mesmos todas as coisas desnecessárias. Como perniciosas à saúde, algumas devem ser abolidas. Como
    provocadoras de orgulho pecaminoso e ostentação, outras devem ser afastadas. Como meio dê exercício espiritual e
    educação, a negação de si mesmo ocupa um lugar importante em nossa vida cristã
  • Guilherme  05/05/2016 17:04
    A escola de Frankfurt foi um tumor que pensava-se ter sido erradicado com quimioterapia, porém agora vemos que ele esta recidivando.
  • CuckHater  05/05/2016 17:21
    Incrível, primeira vez que leio tanta M*...


    "Padeiro com cara de professor" HAHAHAHAHAHAHA

    Você e todos que seguem sua ideologia são desprezíveis.
  • Acorda Capital Imoral!  05/05/2016 17:24
    Capitalismo é a salvação da humanidade para sair do atraso definitivamente, acorda 'Kapital Imoral', logo-logo, você não terá mais argumentos, apenas irá fazer o que todo esquerdista faz, desqualificar e desqualificar, mas na boa, continue enxugando gelo, pois capitalismo é um sistema natural, o progresso humano funciona sem precisar de Políticos, governo ou religião, quanto menos intervenção religiosa e governamental, mais o ser humano progride, capitalismo é que o vagabundo do Marx disse, porque na verdade é economia de mercado.

    Só existe progresso humano sem relgião e sem governo, o progresso humano sem esses dois empecilhos acontece
  • HEITOR ARAÚJO  05/05/2016 18:35
    Da próxima vez que eu for comprar pão, perguntarei ao padeiro se ele gosta de Wagner. Nem vou me importar se o pão estiver murcho ou duro demais. O importante é o padeiro cantar "Ein schwert verhiess mir der Vater" sem gaguejar.
  • Ed  05/05/2016 22:03
    Gostei da ideia. Vamos pegar os professores de economia das universidades públicas e colocá-los para fazer pães, cortar grama, dirigir tratores e usar enxada.

    A sociedade realmente precisa de mais intelectuais no pegando no batente. Seria uma ótima experiência para testar, empiricamente, como a mais-valia funciona na prática e como a especialização, a divisão do trabalho e o emprego de capital podem afetar a produtividade.
  • Capital Imoral  05/05/2016 23:06
    Ed, acho que não ficou claro para você. Não se trata de alguns serem intelectuais. Se trata de TODA sociedade ser intelectual, desde o mais pobre, até o que mora mais longe, Todos com um nível intelectual alto. Por isso dei o exemplo do padeiro.

    O padeiro seria um homem tão inteligente, quanto um professor universitário.
    Não me admira nessa socialidade capitalista, isso parecer um absurdo. Pois saiba que no passado, a desigualdade intelectual não era tão gritante como hoje.

    A Escola de Frankfurt tinha reservado para nós, um nível intelectual brilhante, mas vocês escolheram o capitalismo, a jogou tudo no lixo.

    --
    depois eu respondo os outros. preciso voltar ao trabalho.
  • Ed  06/05/2016 02:45
    Um padeiro teria entendido minha ironia.

    Como podes ver, não é porque o cara ficou 20 anos lendo panfletos ideológicos que ele é mais inteligente. Na verdade, é muito pelo contrário.

    Na prática, poucos intelectuais teriam a capacidade de gerir bem uma panificadora de uma hora para outra. São necessários anos de treinamento para perceber quando o fornecedor está te esfolando, quando o funcionário está sendo indolente, como fazer provisão para golpes, assaltos, erros, além de toda a complexidade de lidar com o suprimento de insumos, observando giro, prazo de validade, demanda etc.

    As intenções são sempre pesadas em relação a custo e potencial retorno. Caso não se atinja determinados resultados, abandona-se a iniciativa imediatamente. Se o pessoal de sociais pelo menos estudasse engenharia, isso já ficaria claro.

    E você vem sugerir que o padeiro é burro. Dá para ver ao que tal soberba leva. Num país não muito distante, tivemos o exemplo de uma intelectual que quebrou uma loja de R$ 1,99 que abriu filial assim que começou e, posteriormente, quebrou o país.

    Vá trabalhar e estudar algo útil. Um país de intelectuais, para mim, é a própria visão do inferno.
  • Edujatahy  06/05/2016 11:21
    Capital imoral dá sono.
    Mas todo texto marxista têm esse poder. Um ótimo sonífero.
  • Andre Henrique  06/05/2016 11:23
    Capital Imoral, ai terei que discordar de vc...

    "Todos com um nível intelectual alto"
    CONCORDO QUE A MÉDIA DO NÍVEL INTELECTUAL É BAIXA, MAS QUERER QUE TODOS SER HUMANO TENHA NÍVEL ALTO, ALEM DE UTOPIA, DEIXARÁ O MUNDO MUITO CHATO E POUCO PRÁTICO. QUEM PEGARÁ NO PESADO NESSE SEU MUNDO?

    "Pois saiba que no passado, a desigualdade intelectual não era tão gritante como hoje."
    QUE PASSADO É ESSE? NÃO ESTÁS TE REFERINDO AO PASSADO RECENTE NO QUAL 90 % DA POPULAÇÃO MUNDIAL ERA COMPLETAMENTE ANAFALABETA, CERTO? BEM OU MAL, O CAPITALISMO PROPORCIONOU OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, QUE AO MESMO TEMPO ALIENA, MAS TAMBÉM FACILITA QUE UM POBRE NO CONGO TENHA ACESSO A UMA AULA DE HARVARD OU DO MIT.

    "mas vocês escolheram"
    RETOMO O COMENTÁRIO QUE FIZ HÁ POUCO... ISSO, A HUMANIDADE ESCOLHEU (E-S-C-O-L-H-E-U) ESSE CAMINHO, E SE CONTINUAR ESCOLHENDO, MAIS RÁPIDO EVOLUIRÁ PARA UMA SOCIEDADE MELHOR.

    Abc,
    AHR
  • Matheus  06/05/2016 15:13
    "History of literacy in Europe: synthesis

    Historians of literacy in the early twentieth century, using primarily available census data
    show relative continuity in literacy levels from the mid-nineteenth century as discussed at
    greater length in the second section of this paper. While all countries progressed, their
    order remained unchanged (Johansson in Graff, 1987, Vincent, 2000). Central and
    Northern Europe were reported to have achieved over 95 percent literacy; Western
    Europe, over 80 percent; Austria and Hungary, over 70% (major growth); Spain, Italy
    and Poland, over 50 percent; and Portugal and orthodox Catholic countries, only around
    25 percent. While countries were putting public education systems in place and some
    form of 'modernizing' development was occurring, the more disadvantaged countries
    were joining the mainstream of higher literacy levels. But, as discussed, there is no
    evidence that disparities in living, wealth, productive or inequality by region, age, sex,
    class or ethnic background were being seriously reduced.
    According to Johansson and Graff, Southern and Eastern Europe was 80 percent literate
    by 1950 with the exception of Portugal, the Mediterranean islands and Albania (with a
    rate of about 50%). Although literacy levels were rising, no major social and economic
    change took place. Poor people and poor nations as well as poor regions within nations
    remained (and remain) poor."

    The growth of literacy in historic
    perspective: clarifying the role of formal
    schooling and adult learning
    opportunities
    Leslie Limage
    2005

  • Francisco Seixas  06/05/2016 22:57
    Capital Imoral: "...preciso voltar ao trabalho."

    Não acredito, devo estar "lendo" coisas.

    Você trabalha?

    É no setor público, acertei?

    Assim estaria tudo explicado.

    De outra forma, insisto, devo estar lendo coisas.
  • Freedom Fighter  05/05/2016 20:34
    Nem vou me dar ao trabalho de responder. Essa é a versão frankfurtiana do "Marx estava certo, só deram uma deturpadinha, e por acidente morreram umas 300 milhoes de pessoas". Temos uma multidão de acéfalos que não tem nenhum padrão moral de certo e errado, frouxos, sem atitude, confusos, coitadistas que acham que o mundo lhes deve e ainda existe gente que acha que precisemos de mais disso.

    "Porque pode comprar um celular, em quanto mal se sabe escrever"
    Realmente, mal se sabe escrever, e isto partindo de um frankfurtiano. Enquanto se escreve junto, ao menos no idioma luso (procure um dicionário para saber o que é luso se precisar).
  • Andre Henrique  06/05/2016 11:08
    Capital Imoral,
    Você é um dos poucos anticapitalistas que tenho prazer em ler os comentários... sem sacanagem!
    Em minha opinião, o único ponto que as principais ideologias convergem é alcançarmos uma sociedade melhor e mais justa (e menos chata).
    A grande diferença está no meio para alcança-la e pasme, também não sou fã nro 1 do capitalismo (apesar de ser defensor ferrenho deste).
    E pq defendo o capitalismo com unhas e dentes? Pq acho que a humanidade tem que crescer caminhando com as próprias pernas... se hoje o grande público sabe mais sobre a vida da Mulher Melão que Horkheimer e Santo Tomas de Aquino (a maioria nunca ouviu falar nesses dois últimos) é pq ainda não saímos da fase infantil.
    Comparo essa evolução a de um ser humano, pois se não deixares a criança meter o dedo na tomada ou a cair da bicicleta sem as rodinhas de apoio, mais tempo ela levará para amadurecer.
    Vibro quando vc defende uma sociedade mais cultural (menos alienada), mas demoraremos muito mais tempo para chegar lá se ficarmos restringindo as liberdades forçando os indivíduos a seguir determinado caminho.
    Abç e pfv continue expressando suas ideias.
    AHR
  • Maverique  06/05/2016 13:24
    Só posso dizer ao Capital Imoral e claro a outros que procurem entender a teoria de Maslow, ou relacionado as necessidades humanas. A base da teoria implica que o ser humano vai primeiramente tentar satisfazer as necessidades mais básicas inicialmente para na outra extremidade tentar finalmente satisfazer intelectualidade e valores mais elevados. Ou seja, esses valores elevados da escola Frankfurt são utopia, eles mesmos sabiam que se deixassem um indivíduo livre ele escolheria o básico do capitalismo e trocas comerciais para satisfação das necessidades básicas, mesmo que ao preço disso se tornasse um indivíduo medíocre.
  • Maninho  07/05/2016 21:19
    Obrigado por demonstrar na prática a inimizade ao capitalismo, cristianismo e alienação oriundas da escola de Frankfurt descritas no artigo. Deu credibilidade ao autor.
  • Romulo  08/05/2016 00:56
    o desespero dos petralhas é latente, vão em breve perder as boquinhas e os luxos capitalistas.
  • Mateus Menezes  10/05/2016 12:56
    "Os ideais são pacíficos, a história é violenta"
  • Toleman  23/05/2016 20:23
    Capital Imortal, teu discurso me remeteu a "Admirável Mundo Novo" de Aldous Huxley.
  • Paulo Henrique  29/11/2016 17:54
    "valores corruptíveis do ocidente" KKKKKKKKKKKKKKKKKK NÃO PRECISO FALAR NADA.
  • CARLOS DAMASCENO  12/12/2016 00:50
    REGURGITAS COMO UMA MULA....


    "QUASE SEMPRE O DESEJO DE UM MUNDO MELHOR É O DESEJO DE DOMINA-LO, FICA A DICA"
  • Arruda  05/05/2016 15:49
    Parafraseando o texto, os frankfurtianos do Brasil rotulam os que não concordam com eles de "elite". E é como se a "verdade" fosse simplesmente aquilo que eles próprios decretaram ser a verdade.
  • Francis R. Teixeira  05/05/2016 15:49
    "Por isso, a Escola de Frankfurt acreditava que, ao extirpar a humanidade da espiritualidade, e ao destruir os bens materiais -- criados pelo capitalismo -- que rodeiam os seres humanos, o homem viverá livremente, sem o sentimento de responsabilidade e sem o fardo de sua própria consciência."

    Pensamento provavelmente criado por um fracassado que nunca teve culhões pra encarar a vida de frente, mas era criativo o suficiente pra criar uma realidade só sua e viver na bolha da fantasia.
  • Andre Henrique  06/05/2016 11:34
    Verdade Francis...
    Grande parte dos esquerdosos são recalcados.
    São pessoas que estudaram e leram bastante (os temas "errados") e quando veem um piá de 17 anos, ganhar na venda de um app mil vezes mais do que eles ganharam a vida inteira, ficam revoltadinhos e saem histéricos arrotando que o mundo está todos errado e é injusto.
    Falta-lhes pragmatismo... pragmatismo esse que possibilitou triplicarmos a expectativa de vida em pouco séculos e termos todos os recursos tecnológicos que facilitam enormemente nossa vida.
    Abç,
    AHR
  • Pilates-Perdizes  05/05/2016 15:59
    A animosidade da escola de Frankfurt em relação à espiritualidade e à religião era notável. Para esta corrente Deus seria uma mera ficção que servia como distração da miséria causada pelo capitalismo.

  • kellen mn  05/05/2016 16:09

    Na parte do texto que eles consideram a teoria como superior, que só ela é certa, tão igual as seitas religiosas que dizem que só ela é a solução para os problemas da sociedade. Acabam que sendo igual aos outros querendo impor suas regras.

    Enquanto eles querem destruir o homem, destruindo o homem colocando como opressor, destrói a família, os muçulmanos se reproduzem como coelhos, tem sua sociedade intocável, fica mais fácil dominar o ocidente.

    Teoria de gente fracassada e invejosa, homem produto do meio uma ova, tenho liberdade de escolha e ser o que quiser, não sou robô manipulável.
  • Renato  05/05/2016 16:31
    Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email NOVO é galenoeu@gmail.com
  • Frederico S. Cardozo  05/05/2016 16:40
    Isso é o ponto mais importante para se contra-argumentar e desmascarar na esquerda.

    O mercado e o controle da economia ficaram para último objetivo dos socialistas lunáticos. Esse ponto agora é o mais importante para ser martelado e derrotado.

    Caso contrário, todos nós pagaremos o maior preço possível.
  • Douglas  05/05/2016 16:59
    Excelente artigo, IMB.

    Mas conservadores se esquecem que essa Revolução Cultural somente está sendo possível por causa da DEMOCRACIA.

    Tomara que os conservadores aprendam que a Democracia é inimiga deles no longo prazo e lutem conosco pelo Anarcocapitalismo ou por um sistema mais próximo do Anarcocapitalismo como Monarquias menores próximas umas das outras.
  • PESCADOR  05/05/2016 17:36
    Infelizmente, os conservadores não querem aprender que a democracia é inimiga. Eles precisam da democracia para impor suas vontades ao restante da população que não é conservadora. Nesse sentido, não diferem muito dos esquerdistas. Anarcocapitalismo é liberdade e liberdade não combina com conservadorismo.
  • Freedom Fighter  05/05/2016 20:36
    Direito à secessão é a saída pela tangente. Mais estados autônomos, mais liberdade, mais livre comércio, e mais direito de cada um viver como quiser. São Paulo, por exemplo, se caísse fora do Brasil seria uma sociedade conservadora sem a necessidade de leis etc.
  • HOPPE  05/05/2016 20:41
    Conservadorismo está perfeitamente de acordo com a liberdade. Você está confundindo neoconservadorismo (ou neocon) com o conservadorismo que está de acordo com o anarcocapitalismo.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2375
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=986
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1852
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1646
  • Rony Miranda  05/05/2016 21:07
    Os liberais também são a favor da democracia.

    Também precisam aprender que a democracia é inimiga do livre-mercado ao longo prazo.
  • PedroF  05/05/2016 18:12
    Capital Imoral parte de pressupostos falsos. Ao contrário de que ele diz, o capitalismo nada tem a ver com a religião, não impede que um padeiro seja culto, além de, promovendo a riqueza, ter possibilitado a universalização do ensino. Os países mais avançados são aqueles em que o capitalismo é mais forte, pois justamente neses países a universalização do ensino chegou a níveis jamais sonhados em toda a história da humanidade. Há tanta gente com ensino superior que é comum se ver, hoje em dia, motorista de táxi, cozinheiro, encanador etc. etc. com diploma universitário. Nunca, em toda a história, se viu um país miserável gerar cultura de alto padrão. A cultura de alto padrão foi gerada por uma Atenas rica, Veneza e Florença ricas, Egito rico, Inglaterra, Estados Unidos... e por aí vai. O capitalismo é a soma da propriedade privada dos meios de produção e de distribuição, enlaçada com a liberdade de mercado. Os países que seguem essa receita enriquecem e produzem cultura. O resto é conversa de intelectual que leu e não entendeu, ou que ficou empanzinado com informações não digeridas.
  • Emerson Luis  08/05/2016 12:03

    Diferentemente do que eles dizem, o capitalismo possibilitou que cada vez mais pessoas fossem alfabetizadas e tivessem acesso a livros e outros meios de comunicação.

    Mas não é necessário que todos tenham curso superior para desenvolverem em sentido econômico e humano (incluindo o intelecto), isso é idealização socialista: outros cursos e meios podem fazer esse desenvolvimento.

    Agora, comparando discurso com a prática, não houve países socialistas que mandaram pessoas para campos de concentração apenas por usarem óculos? Quando assumem o poder, os socialistas não aceitam que as pessoas desenvolvam seus intelectos e pensem livremente.

    * * *
  • a  05/05/2016 20:23
    É preciso dizer, mais um vez, que o estado brasileiro é o mais corrupto, ineficiente e desnecessário de toda a onu. Deve ser eliminado, preservando os direitos adquiridos de todos até suas mortes. Fora, brasil!
  • Minarquista  05/05/2016 21:07
    Quem gosta de Monarquia é socialista e Comunista, justamente porque é a mesma coisa que um grande estado intervencionista, o que acontece é que as pessoas confundem porquem não entendem nada de política, pois o sistema ancap também é minarquista quando a sociedade privada provem aquilo que o estado faz isso se torna uma minarquia seja ela privada ou filantropica, já a minarquia dá a opção para a filantropia é a sociedade privada prover, porém a única coisa que continua a ser do estado é a Justiça, polícia privada não funciona, e nem mesmo o judiciário privado.
  • Monarca Minarquista  05/05/2016 21:28
    Monarquia não é necessariamente "grande estado intervencionista", não sei de onde você tirou isso.
    Monarquia pode ser uma Minarquia.
    ask.fm/CafeMises/answers/38038067465
  • Edujatahy  05/05/2016 21:58
    Viajou amigo. Lhe garanto que a grande maioria dos monarquistas estão no âmbito liberal ou conservador.
  • marcela  06/05/2016 00:09
    Puxa vida,que texto rico!E ainda tem tontos que dizem que o PT não é comunista,só porque existem empresas privadas no país que eles governam.Bobinhos...
  • Renan  06/05/2016 04:03
    Não é atoa que depois que a cultura do politicamente correto foi popularizado no Brasil, deixamos de ter humoristas geniais como os de antigamente alias os humoristas atuais são chatos mas só continuam a viver de "humor" graças a lei rouanet. Pra quem ja teve Chico Anisio hoje ter o insuportável Gregório Duvivier defendendo governo corrupto em troca de benesses estatais mostra bem o mal que fez o politicamente correto ao país.
  • Renan  06/05/2016 04:08
    Nos dias atuais os trapalhões estariam sendo massacrados pelos patrulheiros do politicamente correto e pelos vitimistas.

    DEDÊ Chamava o DIDI de "cabeça chata"(XENOFOBIA)
    DIDI Chamava o MUSSUM de "crioulo"(RACISMO)
    MUSSUM Chamava o ZACARIAS de "afeminado"(HOMOFOBIA)

    Agradeço a Deus por esses talentos nascidos no momento certo e portanto não foram destruidos pelos adeptos do Politicamente Correto.
  • Fernando  06/05/2016 10:16
    O capitalismo foi a única forma encontrada para fazer todo mundo trabalhar e poupar.

    Quando se cria regalias, bolsas, subsídios, meia entrada, passe livre e benefícios, as pessoas acabam trabalhando menos e produzindo menos, causando escassez e pobreza.

    A questão é simples, controlar preços e o mercado, só gerou mais pobreza e prateleiras vazias, porque as pessoas trabalham menos e poupam menos.


    Os alunos de Frankfurt são canalhas. Um mínimo defeito vira regra e o politicamente correto. Um defeito mínimo que exista no capitalismo, é mostrado com um telescópio usado para ver Plutão e com alto falante de show de rock.

    O estado brasileiro virou uma grande máquina de mentiras, que acabou sendo dominado pelos alunos de Frankfurt e Pequim.

  • Gilson L  06/05/2016 13:42
    Interessante e explicativo texto. Porém, apesar de eu mesmo possuir maiores afinidades com o minarquismo, concordo que a religiosidade e espiritualidade são ferramentas da corrupção e dominação da massa, em qualquer vertente econômica e política. Ao meu ver a religião, qualquer uma, é uma forma de agressão. Mesmo que na maioria dos casos essa agressão não é física, ela acaba usando suas próprias regras de conduta para, em nome de alguma divindade, oprimir seus adeptos de forma social, comportamental ou intelectual. A liberdade para mim é, além de minimizar o controle político e econômico estatal, ausência total da servidão a um grupo que usa de espiritualidade para controle alheio.
  • Anderson d'Almeida  06/05/2016 13:54
    Humhum

    Primeiramente, você comete um erro estúpido (tal qual os multiculturalistas) em classificar religiões como se fossem todas iguais.

    E, sinceramente, ter como princípios amor, honestidade, temperança, generosidade, justiça e coisas semelhantes, é opressão?

    Por acaso, um indivíduo que se sujeita a uma religião (pelo menos o cristianismo), não o faz voluntariamente?

    Agora, explique-me que tipo de "opressão" é essa?

    E para deixar claro, nem toda servidão é arbitrária, aliás, o próprio mercado funciona através de certa servidão...
  • Gilson L  06/05/2016 14:57
    Anderson, as bandeiras de amor, honestidade, temperança (esta na verdade não representa o cristinismo nem seu deus, do velho ou novo testamento), etc... além de servirem somente como propaganda, são maleáveis de acordo com a vontade de seus porta vozes. O amor é para quem? A justiça provém de quem, para quem?
    O verdadeiro intuito das religiões (desculpe-me se fui de encontro ao multiculturalismo, mesmo que de maneira alguma eu me inclua aí), é a venda de um produto que no fim, não existe. Não desprezo que a comunhão com os semelhantes, ajuda mútua, solidariedade, etc, são aspectos positivos, mas é somente a vitrine para um outro fim.
    Os próprios livros sagrados, tidos a palavra do próprio deus, destilam mais palavras de ódio do que de amor. Falam mais de morte e punição do que de alegria ou vida. E são tidos não como uma simples referência, mas como a lei absoluta.
    E definitivamente, não... salvo raros casos, a pessoa não se sujeita a uma religião voluntariamente, mesmo em um país livre, mesmo que ela acredite que fez assim, mesmo ninguém tendo apontado uma arma pra ela. Ela acaba seguindo preceitos familiares ou sociais. A pessoa deseja sempre permanecer em estado de conforto. Quantos que você conhece que mudaram radicalmente de religião? Não vale sair da católica e ir pra uma neopentecostal... Quero dizer, mudaram de divindade mesmo.
    E quanto à opressão bom, vai faltar espaço aqui, mas só pra exemplificar: não são poucos os casos em locais onde a religião é mais atuante, onde pais expulsam filhas de casa por terem engravidado antes do casamento, ou de filhos gays largados à própria sorte. Ou de cidadãos de bem que são orientados a dar a outra face a alguém que os tenha violentado. Ou de mulheres que são orientadas e pressionadas a permanecer no seio da "familia tradicional" mesmo vítimas de violência física ou psicológica. Pra não falar ainda de n comportamentos reprimidos e apontados como imorais por lideres religiosos...
    Talvez eu tenha ido de encontro a discursos de esquerda ou multiculturais, mas como já li em outro texto aqui, prefiro dizer que não sou de direita, mas sim defensor da liberdade, ampla liberdade.
  • Wesley Ubiratan  07/05/2016 02:43
    Um pedaço do texto se refere ao ateísmo militante típico dos ex-países marxistas e da mentalidade pós-moderna.
    O Ateísmo Militante (a tal guerra às religiões) conseguiu a incrível façanha de matar ainda mais que as religiões em muito menos tempo.
    https://en.wikipedia.org/wiki/Persecution_of_Christians_in_the_Soviet_Union
    https://en.wikipedia.org/wiki/Persecution_of_Muslims#USSR
    https://en.wikipedia.org /wiki/Persecution_of_Christians_in_the_Eastern_Bloc
    https://www.mtholyoke.edu/~geary20d/worldpolitics/maozedeng.html
    https://en.wikipedia.org/wiki/Khmer_Rouge_rule_of_Cambodia#Religious_communities
    https://www.ppu.org.uk/genocide/g_cambodia1.html
    https://en.wikipedia.org/wiki/Khmer_Rouge#Life_under_the_Khmer_Rouge
    https://en.wikipedia.org/wiki/Dechristianization_of_France_during_the_French_Revolution
    https://en.wikipedia.org/wiki/League_of_Militant_Atheists
    https://en.wikipedia.org/wiki/State_atheism
    https://en.wikipedia.org/wiki/Marxist-Leninist_atheism
    https://www.youtube.com/user/MilitantAtheism101/videos
    https://martyredintheussr.com/about.html
    Interessante você se focar apenas em um ponto do texto, que nem chega a ser o ponto principal, e ainda assim não saber o histórico (super recente) desse ponto.
  • Anderson d'Almeida  07/05/2016 14:30
    Desculpe-me se vou ser rude, mas o serei apenas por sinceridade.

    Não consigo entender o teu ponto, pois, além da tua escrita ser fraca, não há coesão. Fica confuso...


    Tentando destrinchar um pouco do que falaste. Os pontos que abordei como sendo princípios que um cristão deve seguir/praticar (virtudes), são sim obrigações ao cristão, incluindo temperança. O próprio Cristo que as pediu. Se há/houve pessoas que não os fazem, bom, aí é problema delas, e não dos verdadeiros cristãos. E não é querendo desculpas para o comportamento imoral de parte dos cristãos; é o que Cristo e os apóstolos alertaram - ou seja, se alguém não as pratica é porque não está seguindo o que Cristo pediu, logo, não se pode colocar na conta dos cristianismo as faltas de alguns não seguidores de Cristo.

    E das duas uma, ou tu estás sendo desonesto, ou confuso (acredito que seja esse o caso). Jogas palavras ao vento sem a mínima contextualização teológica-histórica-social. Diz que fala de morte/ódio, mas não apresenta o contexto, e ainda tem a audácia de pô-las como se fosse um fundamento cristão.

    E tu dizes que ninguém aceita uma religião (cristianismo) voluntariamente? Neste teu pensamento absurdo, todo mundo é manipulado, e em tudo. E és presunçoso demais. Estás dizendo e julgando o que cada um pensa, não sabia que és onisciente. Esta presunção é digna dos ditadores narcistas - que brutalmente afirmam que conhecem a verdade, enquanto que ninguém a conhece; e por isso tentam destruir o pensamento dos outros para impor essa "verdade".


    Olha, é melhor eu parar por aqui. Não dá. Nunca chegaremos a um consenso. Tu já tens um paradigma (distorcido) e não abrirás mão dele. E eu prefiro não debater com pessoas presunçosas (política minha).

    Abraços!
  • Criolipo  06/05/2016 16:56
    O debate aberto e franco de idéias é gerador de discórdias e dúvidas, mas também o que faz a sociedade crescer e amadurecer. Do outro lado, o "pensamento de manada" leva ao embrutecimento mental.

  • Nelio  06/05/2016 17:19
    Então podemos dizer que a Escola de Frankfurt é uma espécie de "evolução" do Marxismo?

    Primeiro o Marxismo tradicional, explorador e explorado, guerra de classes, destruição da moral Judaico - Cristã, revolução armada

    Depois vem o Gramscismo e a Escola de Frankfurt tentando introduzir "sutilmente" essas ideologias nefastas se utilizando de aparato Estatal? (mídia, educação, cultura em geral, etc)

  • Gustavo  06/05/2016 19:44
    Sim.
  • Criolipo  06/05/2016 18:45
    Já dizia Nelson Rodrigues que toda unaminidade é burra. O Pensamento de manada está impregnado em nossa sociedade. É preciso ouvir todas as correntes, todos os lados de uma mesma faceta. É preciso que nos aprofundemos e não fiquemos na superfície dos fatos.
  • IVAN L F LAYDNER  06/05/2016 19:56
    A primeira escola que temos de abrir é A ESCOLA DO RESPEITO. Errar não é motivo para ser FULMINADO. Só ERRA QUEM FAZ, QUEM TENTOU. INTELIGÊNCIA SEM AMOR NOS LEVA TÃO SOMENTE AO DESASTRE.
  • JP  06/05/2016 20:29
    Gostaria de saber se o pessoal do Mises conhece Saul Alinsky e suas regras para radicais, senão conhece será bom fazer um artigo sobre tal. Pois tem tudo a ver como continuação desse post.

    https://www.amazon.com.br/Rules-Radicals-Saul-Alinsky-ebook/dp/B003T0G9GM/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1462566406&sr=8-1&keywords=saul+alinsky

  • JP  06/05/2016 21:11
    Ótima palestra sobre Saul Alinsky e a realidade Americana, bem como nós.

  • Amo-PT  06/05/2016 21:30
    Vivemos em mundo manipulado. O que acontece no Brasil é a prova viva disto. Nunca se maculou tanto um governo que conseguiu acabar com a desigualdade social. Isto fez com que a elite branca se voltasse contra o governo, e juntamente com a mídia e um judiciário manipulador, aplicou um golpe na República. O governo não conseguiu vencer esta guerra pois luta com forças poderosissímas. Conseguiram manipular o povo com mentiras sobre mensalão e petrolão, fatos que nunca aconteceram no governo do PT.
  • Mais Mises...  10/05/2016 11:31
    Pra você: www.na.org.br/
  • LUCIANO SILVA  06/05/2016 23:04
    Ter que justificar cada opinião ou cada comentário feito se tornou algo bastante chato.
    Exemplos:
    a) Não gosto de cachorro, MAS não maltrato animais.
    b) Não acho bonito mulheres fisiculturistas, NO ENTANTO cada um faz aquilo que quer.
    c) Sou a favor de umas palmadas como forma de impor limites, CONTUDO sou contra o espancamento de crianças.
    d) Sou contra o bolsa família, PORÉM pessoas necessitadas precisam de ajuda.
    Além desses exemplos, existem outras situações em que a justificativa é obrigatória, sob risco da pessoa ser rotulada. E ainda é pior se a opinião ou comentário for dirigido às "minorias". Nesse caso, a pessoa já se justifica antes falar.
    Exemplo:
    Não sou homofóbico, SÓ ACHO QUE aquela roupa deveria ser menos espalhafatosa.
    Aqui, não basta só uma conjunção. Tem que ter justificativa dentro da justificativa.


  • Lucas Savi  07/05/2016 14:47
    Queria a fonte da citação do Habermas sobre a descriminalização do crime.
  • Fernanda  24/06/2016 14:43
    cadê a fonte da citação do Habermas?
  • Inspetor  24/06/2016 15:40
    Não houve nenhuma citação literal de nenhuma frase de Habermas. Mais atenção na próxima.
  • Emerson Luis  08/05/2016 12:29

    É pior ainda: qualquer afirmação com uma estrutura tipo "Não tenho nada contra X, mas..." é considerada uma justificativa de um preconceito e às vezes nem sequer lhe deixam terminar a frase - "Se você realmente não tem nada contra X, então não pode haver nenhum 'mas', apenas ponto final"

    Em resumo: É Proibido Pensar!

    O engraçado é que os militantes se permitem criticar indivíduos que tomaram decisões pessoais que não seguem as cartilhas politicamente corretas: "Uma mulher pode fazer o que quiser, mas a Marcela Temer..."

    * * *
  • Joao Ernesto  07/05/2016 11:08
    As cotas raciais nas universidades e todo tipo de políticas afirmativas são exemplos do marxismo cultural em ação. Seus defensores dividem a sociedade em algoses e vitimizam algumas minorias, concedendo a estas benesses através da expropriação dos ditos grupos dominantes, notadamente o homem branco heterosexual.
  • Renzo  07/05/2016 11:21
    A cada dia que passa fica mais desanimador discutir as coisas, pois o povo pega a imagem do rico e do pobre e acha que para um existir o outro também precisa existir, e no final o que prevalece é essa propaganda: g1.globo.com/natureza/blog/nova-etica-social/post/capitalismo-e-reprovado-por-metade-dos-jovens-norte-americanos-diz-pesquisa.html
    Esses americanos jovens deveriam fazer estágio em países que amam o Estado. No mínimo deveriam ficar sem carro durante um tempo pra ver o que é bom.
  • Amo-PT  07/05/2016 16:10
    Os golpistas de plantão além de querer derrubar um governo eleito por mais de 54 milhões de votos, agora querem acabar com o projeto de redução da desigualdade. Um conluio entre mídia golpista, Fiesp, deputados e elite branca querem exterminar com um partido que sempre pensou nos mais pobres. Lançam massivamente que o Brasil está em crise. Divulgam massivamente que houve corrupção no governo do PT quando todos os diretores da Petrobrás foram lá colocados pelo PSDB. Este golpe começou a ser gestado no ínicio do mandato do Presidente Lula. Sabedores do sucesso do governo do PT, a direita articulou uma ampla mobilização para acabar com o projeto do PT. Vislumbraram que depois do PT, nemhum partido conseguiria retornar ao poder. Dessa forma, mobilizaram mídia, banqueiros, empresários, deputados, senadores, elite branca na arquitetação do golpe. Esta é a verdade. Mais devem saber que Fascistas não passarão. Golpistas não passarão.
  • Joao Ernesto  08/05/2016 02:42
    A presidanta et caterva, deveriam aprender com a dama de ferro que disse mais ou menos assim: "Eu entrei no governo com um objetivo: transformar o país, de uma sociedade dependente em uma sociedade autoconfiante, de uma nação dê-para-mim em uma nação faça-você-mesmo". É uma vergonga o que fizeram com o Brasil. Destruiram a autoconfiança do povo brasileiro.
  • Amo-PT  15/05/2016 01:19
    João Ernesto, a míopia muitas vezes transfoma-se em verdadeira cegueira. O Brasil precisa de um exército de oftalmologistas para aumentar a lucidez do povo. O PT foi alijado do poder por forças da direita que não conseguiam conviver com o sucesso do governo do Lula e Dilma. Só não vê quem não quer. Aliás, no seu caso não é porque você não quer ver. É que você está cego e surdo. Existe um tapume colado aos seus olhos.
  • Criolipolise  07/05/2016 17:23
    Os países onde ocorreram maior prosperidade foram justamente onde o Capitalismo vigorou com mais intensidade. Nestes países, houve uma constante redução de desigualdade. Nos países onde a intervenção estatal foi a regra, nota-se um Pib per capita bastante inferior aos estados de cerne capitalista.
  • Emerson Luis  08/05/2016 11:51

    "Os frankfurtianos prometiam liberdade sem o livre arbítrio; preconizavam a emancipação por meio da assimilação intelectual; e garantiam que seria possível haver igualdade sem justiça."

    "Os regimes autoritários têm grande preocupação com a linguagem. Não basta apenas calar a divergência: também é preciso submeter a língua a uma torção que inverta o sentido das palavras. George Orwell, no livro "1984", foi ao ponto. Vocês se lembram qual era o lema do "Partido"?
    "Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força".

    Em "Oceania", a Polícia do Pensamento se encarregava de manter a ordem. Dicionário, por lá, nem pensar: o vocabulário foi escoimado das palavras que pudessem servir à expressão de um pensamento de oposição.

    Em "1984", o Ministério do Amor reprimia o desejo, além de torturar os rebeldes; o Ministério da Verdade se encarregava de censurar as más notícias e de criar mentiras a serviço do Partido; o Ministério da Fartura administrava a fome, e o Ministério da Paz conduzia os assuntos da guerra.

    Os indivíduos tinham direito a seus "dois minutos de ódio" contra os inimigos em eventos patrocinados pelo Grande Irmão.

    O livro é o retrato do horror. Para muitos, no entanto, trata-se de uma promessa de futuro."

    "Guerra é Paz; Liberdade é Escravidão; Ignorância é Força"

    * * *
  • Emerson Luis  08/05/2016 13:35

    Ótimo artigo! Precisamos aprender mais sobre essa Escola. Sugiro que publiquem artigos destrinchando as ideias específicas de cada um dos membros dela.

    É interessante que, embora os socialistas falem de Darwin, eles na verdade acreditam na teoria da evolução de Lamarck. O lamarckismo afirma que os seres vivos são modificados pelo ambiente na medida em que vão se adaptando a ele; ou seja, as girafas começaram a ter pescoços mais cumpridos porque elas se esticavam para comer as folhas mais altas. E se cortarmos os rabos de casais de ratos antes de procriarem, eles terão filhotes sem rabo. Essa é a base pseudocientífica da "engenharia social" que busca criar um "Novo Homem".

    * * *
  • Left Libertário  09/05/2016 14:19
    Por acaso o site está buscando algum tipo de aliança novamente com conservadores e reacionários ao publicar esse texto conspiracionista ? só faltou dizer que os marxistas culturais criaram os illuminatis para controlar o mundo através das organizações globalistas. Vocês não aprendem que essa aliança não dará certa? conservadores são antiliberais. Veja no youtube aquele metaleiro fracassado chamado Nando Moura atacando o anarcocapitalismo, no youtube também tem um tal de Conde que vive atacando o libertarianismo, veja o Olavo de Carvalho atacando o liberalismo, veja o Trump que agora está propondo imposto sobre os ricos, veja o Bolsonaro que propõe fuzilar quem é a favor da privatização. Mossulini e Hitler eram conservadores e antiliberais, para eles o livre mercado é apenas mais uma ideologia criada pelos judeus (contra o ocidente e o cristianismo rsrsr). A new left é muito mais livre-mercandista que os conservadores, principalmente esses conservadores ibéricos do Brasil.
  • Libertário  10/05/2016 17:37
    O sujo falando do mal lavado.

    Left Libertarians e conservadores são tudo farinha do mesmo saco. Os primeiros são progressistas e os segundos são conservadores.

    Alguns libertários tentando não serem taxados como racistas, machistas, elitistas, carrocratas, homofóbicos, xenofóbicos, etc, se tornaram (ou se aliaram a) progressistas igual a esquerda moderna se tornou.

    E então surgem bizarrices left-libs como essa:

    www.libertarianismo.org/index.php/blog/cultura-estupro-falacia-moralizacao-feminina/

    Aliás, gostaria de mostrar como essa esquerda está querendo invadir e distorcer o movimento libertário com posts de autores esquerdistas:

    www.libertarianismo.org/index.php/blog/patriarcado-infelizmente/

    www.libertarianismo.org/index.php/artigos/liberdade-feminismo/

    Preste atenção às propostas e aos comentários nos artigos acima, pedindo mais intervenção e privilégio as mulheres.

    O sujeito se apresenta como "liberal", mas defende o feminismo (uma forma de neomarxismo e de socialismo) e ainda cita aquela pesquisa fajuta do IPEA. Os artigos só têm absurdos do começo ao fim, desde as gravuras.
    Aconselhar uma pessoa a não esquecer de trancar a porta, não beber muito e não andar sozinha em determinados lugares é "cultura do estupro" e "falácia da moralização feminina"?
    Qualquer indivíduo com um mínimo de racionalidade dá esse tipo de aconselho para as pessoas com quem se importa. Aconselhar comportamentos preventivos não significa culpar a vítima potencial, mas protegê-la.

    Esses não são os únicos artigos apresentando bizarrices como essa. Se procurar nos sites relacionados com o Portal Libertarianismo verá várias bizarrices "libertárias". Esse site, por exemplo, é cheia delas:
    https://libertarianismoedarwinismo.wordpress.com/

    Fica realmente difícil para saber quem é mais estatista e fiscal da opinião alheia: os conservadores ou os left libertários.

    A propósito, em nenhum momento o site "quer fazer aliança" com ninguém. Mas se é você quer fazer aliança com os left-libs, saia do IMB e vá para o Mercado Popular, para o Libertarianismo ou para derivados. Garanto que vai se enturmar melhor com sua laia progressista.
  • opinador  10/05/2016 18:02
    Realmente tenho que concordar que o site portal libertarianismo as vezes quer ser politicamente correto mesmo.

    Tem artigos muito bons, mas as vezes tem gente querendo propor politicas publicas de inclusão, etc.

    A unica pauta a ser defendida é a liberdade. A liberdade de ser qualquer coisa,: gay, hetero, lesbica, etc.

    Agora isso deve ser limitado a escopo privado e as ideias e não usar politicas intervencionistas para aceitação de um grupo ou outro.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1864

    Não é papel do libetarianismo ser contra ou a favor de nada. Apenas da liberdade e propriedade privada.

    Se um libertario quiser ser militante de algum movimento que seja, só não envolva estado nisso.
  • anônimo  11/05/2016 07:33
    Isso não é uma "teoria da conspiração" faz muito tempo, filho.

    rothbardbrasil.com/o-pc-tem-a-ver-com-controle-e-nao-com-educacao-ou-etiqueta/
  • anônimo  14/05/2016 10:01
    ' Veja no youtube aquele metaleiro fracassado chamado Nando Moura atacando o anarcocapitalismo'

    Isso não significa absolutamente nada pq aquele demente, bem como o amado mestre astrológico esotérioco sionista dele NÃO são conservadores coisa nenhuma, são neocons.Algo bem diferente.

    Já Trump nunca se disse libertário e o Bolsonaro é só um idiota filhote da ditadura que nunca leu um livro na vida.

    Ou seja, vc acaba de nos motrar que libertários de esquerda, além de ter os valores morais de um verme também tem a honestidade de um.
  • Pilates-Perdizes  09/05/2016 22:56
    Não temos dúvidas. Onde o Capitalismo atuou de forma mais intensa e profunda, são os países que gozam hoje de grande prosperidade. Os de formato socialista são o que hoje encontram-se em grandes dificuldade econômicas e pobreza.
  • Hoppe  11/05/2016 02:32
    Esse artigo sobre o assunto também é excelente:

    rothbardbrasil.com/o-pc-tem-a-ver-com-controle-e-nao-com-educacao-ou-etiqueta/
  • pilatesvilamadalena  12/05/2016 11:55
    Realmente o pensamento pode ser controlado por meio da imposição da doutrina do "politicamente correto". Nota-se, atualmente, a que a liberdade de ideias e a liberdade de expressá-las sem sofrer censura moral estão na UTI.
  • pilates-vila-romana  16/05/2016 22:17
    O pensamento politicamente correto cala ou torna objeto de ódio e escárnio todos que se recusam a seguir seus códigos. O objetivo da prática é exercer um controle social que torne impossível a pessoas comuns manifestarem suas queixas publicamente de uma maneira aceitável, de modo que suas objeções possam ser facilmente rejeitadas como expressões de preconceituosos ignorantes.
  • Bruno De Lazzari  24/06/2016 01:08
    Tive uma experiência pessoal que traduz bem essa situação. Aqui em Porto Alegre estão rolando greves e ocupações de alunos em colégios público, um dia desses estava passando por um desses colégios e resolvi conversar, discutir ideias, na maior paz possível. Um dos ocupantes simplesmente disse: "não discuto com brancos."
  • GARRU JOAO LUIZ GARRUCINO  25/06/2016 00:46
    Os ingleses foram o primeiro povo a acordar caindo fora da UE...

    A criação de tais mercados comuns se aparenta como bom aos negócios, ou aos mercados, enfim atende aos interesses capitalistas, por outro lado cria-se um governo central burocrático distante das bases como numa ditadura ou uma nova URSS...

    Os povos de cada país da Europa começaram a perder suas soberanias a começar dos planos municipais, e mesmo regionais ou estaduais, e inclusive no plano federal, mas tudo isto até agora foi abafado por um forte controle das mídias e com tudo controlado pelas grandes corporações comprando os partidos e governos.

    Vivemos no momento o reino ou ditadura global da social democracia aliada do capitalismo selvagem inclusive na China...

    Os dados revelam uma concentração da renda no mundo, nos EUA, e inclusive na Europa, e aumentam os excluídos ou desempregados.

    A crise de 2008 até agora não foi resolvida e apenas empurram com a barriga até ela explodir em problemas maiores talvez até numa guerra entre EUA X China e Rússia.

    Países como Espanha, Portugal e Grécia viveram crises internas e perderam suas soberanias e estão sendo governados por um governo central da UE com políticas neo liberais fortes ou concentradoras da renda e gerando exclusão.

    Agora tentam afundar também a França com reformas trabalhistas e os trabalhadores tentam reagir e não sabemos por quanto tempo ou se isto pode acabar numa mudança radical nos rumos da França também, a exemplo da Inglaterra.

    Os capitalistas do mundo foram produzir na China a preços de banana para ganharem mais exportando para os EUA e Europa mas a galinha dos ovos de ouro começa a morrer lentamente e em mais alguns anos os EUA não serão muito diferentes do Brasil em exclusão ou favelas e não distribuição de renda.

    As primeiras reações a crise afetando a Europa da UE começaram a aparecer mas logo rotularam como sendo de setores de extrema direita faltando entender isto melhor e revelando cegueira da esquerda devido ao politicamente correto fundamentalista.

    Em tempos de crises as coisas acabam explodindo e o mundo real vem a tona e o povo saia as ruas e manda tudo para o espaço.

    Desde quando tentar prevalecer as vontades dos povos nos municípios, e nos Estados ou regiões, e até mesmo no plano nacional deveria ser algo da extrema direita somente ?

    Desde quando a clara perda da soberania que vem ocorrendo em toda parte e com todos os povos diante do domínio das corporações capitalistas controlando os Estados, governos, partidos, mídias, etc., pode ser considerado algo de extrema direita somente porque a esquerda ou os sociais democratas são aliados destes mesmos capitalistas selvagens em todos os níveis atualmente e a nível global ?

    Os povos não mudaram mas pelo visto as esquerdas sim.

    Pelo visto o povo ingles reagiu de alguma maneira a uma clara perda de sua identidade ou soberania diante do desvio dos poderes locais para um parlamento ou novo império romano ou igreja da UE centralizando e burocratizando tudo como querem os do mercado.
    Para abrir tudo em função dos mercados seria preciso também uma legislação internacional de trabalho senão vira zona ou bagunça ou forma de perda da soberania dos povos locais diante de governos distantes e no bolso do capitalismo global.
    Vamos ver se agora a Grécia continua na UE....
  • Fernanda  26/06/2016 14:28
    Caro Inspetor, sei que não houve nenhuma citação literal. Mas se o texto diz que "segundo Habermas, dado que o homem é um produto da sociedade, é inevitável que ele ceda aos seus impulsos primitivos e às suas tendências criminosas, uma vez que ele foi criado sob o jugo da violência estrutural de um sistema capitalista criminoso", deveria haver uma indicação de onde o filósofo partiu para chegar nesse resultado. Digo isso porque tive que ler muito da obra dele por conta do mestrado, e sinceramente não vi em lugar nenhum nada próximo disso que o autor do texto deduziu.

    Talvez o articulista não tenha estudado uma obra essencial para escrever sobre um tema tão interessante, mas sugiro a leitura de Merquior. Em seu livro "O marxismo ocidental" (www.libertarianismo.org/livros/jgmomocidental.pdf), ele declara textualmente que a obra de Habermas é descrita como uma atenuação de qualquer resíduo radical porventura deixado pela Escola de Frankfurt (pág. 227) e que o que preocupa Habermas é a obsolescência da teoria dos valores de Marx na idade da alta tecnologia e da economia keynesiana (pág. 237). Conclusão: faltou atenção pra mim ou pro autor do texto?
  • Tulio  06/08/2016 21:57
    Gostaria de saber, pq toda a revolução, levante dos dominados contra os dominadores, é considerado uma aberração de esquerda? No caso de Zumbi dos Palmares, como os liberais o classificariam se fossem do lado dominador? Comunista?
  • Paulo  12/10/2016 18:43
    Certamente um dos artigos mais interessantes que li do site
  • Paulo Barros  08/12/2016 13:17
    Graças ao bom, velho e natural capitalismo estamos aqui, de barriga cheia, em nossos computadores podendo filosofar e até maldize-lo em total liberdade.
  • Luciano Medrado  15/03/2017 21:53
    Venho, desde meus tempos de estudante militante secundarista, refletir os pensamentos da filosofia marxista. A dialetica me levou a concluir que o marxismo e a antitese do pensamento humano racional. Prega o eu coletivo desde que prevaleça a ''verdade" maior onipotente. Estou me cansando do debate marxista.pois nao avança e nao constroi. E um debate historicamente unilateral, maniqueista.
    E um monologo.


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