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Quanto mais o keynesianismo fracassa, mais ele é ressuscitado sob novas promessas de prosperidade
A doutrina keynesiana fracassa. E fracassa de novo. E fracassa mais uma vez. E segue forte.

A doutrina keynesiana clássica, apesar do seu jargão algébrico e geométrico, é impressionantemente simples em seu âmago: recessões são causadas por uma escassez de gastos (demanda) na economia; e a inflação, por um excesso de gastos.

Dentre as duas principais categorias de gasto, o consumo privado é passivo e determinado, quase que roboticamente, pela renda.  Portanto, a esperança para que haja a quantidade adequada de gastos na economia depende do investimento privado.

Mas os investidores privados, embora ativos, altivos e decididamente não robóticos, são irregulares e volúveis, deixando-se levar por emoções e por flutuações de otimismo — característica essa alcunhada por Keynes de "espírito animal".

E isso é um problema.

No entanto, para a nossa felicidade geral, existe um outro grupo na economia que, além de ser exatamente tão ativo e decisivo quanto os investidores privados, é também — desde que guiado por economistas keynesianos — científico e racional, capaz de agir pelo interesse de todos: o governo.

Quando os investidores e os consumidores gastam pouco, o governo deve intervir e aumentar o gasto por meio de déficits orçamentários, tirando assim a economia da recessão.  E quando o espírito animal privado ficar muito selvagem, o governo deve interferir e reduzir o gasto privado por meio daquilo que os keynesianos reveladoramente chamam de "absorção do excessivo poder de compra" (o nosso poder de compra, convém frisar) por meio de um aumento de impostos.

O governo, portanto, é a entidade encarregada de fazer os "ajustes finos" na economia com a intenção de fazê-la funcionar a contento.

Adicionalmente, os keynesianos diziam haver um conflito entre inflação e desemprego.  Se o desemprego estivesse baixo, a inflação de preços tenderia a aumentar.  E se o desemprego estivesse alto, a inflação de preços seria baixa.  Inflação alta e desemprego alto seria uma impossibilidade prática.

Sendo assim, se o desemprego ficasse muito alto em decorrência de um crescimento econômico lento, a solução preconizada era simples: o governo deveria aumentar seus gastos, diminuir os juros e estimular o crédito e o endividamento. 

Se o desemprego, por outro lado, ficasse muito baixo durante a recuperação econômica — levando a um "supereaquecimento" da economia —, a solução seria o governo elevar os impostos (para absorver o "excesso de poder de compra da população").  E também restringir — só um pouco — o crédito (mas muito menos ênfase é dada a esse mecanismo).

Em termos teóricos, os keynesianos poderiam muito bem defender que é o governo quem deve cortar seus gastos durante um boom inflacionário, e não as pessoas. Mas a idéia de reduzir o orçamento do governo (fazer cortes mesmo, e não reduções no ritmo de crescimento do gasto) sempre foi anátema para eles.

Originalmente, os keynesianos juravam que eles também eram tão a favor de um "orçamento equilibrado" quanto os antiquados reacionários que se opunham a eles.  Mas a única e insignificante diferença, diziam eles, é que, ao contrário dos antiquados reacionários, eles não se prendiam a um período da contabilidade que durava apenas um ano.  Sim, eles também iriam equilibrar o orçamento, mas isso aconteceria ao longo de um período de tempo maior, geralmente o tempo de um ciclo econômico.

Assim, se a um período de quatro anos de recessão se seguir um período de quatro anos de crescimento, os déficits do governo durante a recessão seriam compensados pelos superávits acumulados durante o crescimento; ao longo dos oito anos do ciclo, tudo estaria equilibrado.

Evidentemente, o "orçamento ciclicamente equilibrado" foi o primeiro conceito keynesiano a ir para o buraco da memória orwelliano, pois ficou claro que não iria jamais haver qualquer superávit — apenas déficits menores ou maiores. Daí, então, surgiu uma sutil, porém importante correção no modelo keynesiano: déficits maiores durante as recessões, e déficits menores durante as expansões.

A morte da teoria

A promessa dos keynesianos era a de que, enquanto eles estivessem no comando, as bênçãos da macroeconomia moderna iriam garantidamente nos levar a uma permanente prosperidade — e, melhor ainda — sem inflação.   

Todo esse modelo keynesiano funcionou razoavelmente bem — principalmente no quesito da baixa inflação — enquanto o mundo ainda usufruía os resquícios do padrão-ouro, que de fato restringia os governos e os obrigava a manter um orçamento relativamente equilibrado.

No entanto, em 1971, ocorreu a abolição completa e definitiva do que restava do padrão-ouro.  As moedas foram finalmente desvencilhadas de qualquer relação com o ouro físico, podendo então flutuar como uma pipa presa a uma linha — ou talvez sem a linha.  Esse supostamente era o ideal keynesiano.  Nada de restrições à moeda.  Nada de apegos à relíquia bárbara.  Nada de limitações àquilo que os planejadores científicos do governo poderiam fazer.  Agora eles poderiam fazer o que fosse necessário para promover a combinação socialmente ótima de inflação e desemprego.  Nirvana!

E foi aí que o milagre keynesiano desandou.  Surgiu algo no caminho que levava ao Éden: a poderosa recessão inflacionária de 1973-1974, algo que a teoria keynesiana dizia ser impossível de acontecer.  Pior ainda: essa recessão inflacionária foi seguida por outra ainda mais intensa, uma verdadeira depressão inflacionária, que durou de 1979 a 1982.

Esse curioso fenômeno de inflação em alta ocorrendo simultaneamente a uma aguda recessão simplesmente não poderia ocorrer, de acordo com a visão keynesiana do mundo. Tais eventos não constavam no manual keynesiano. 

Os economistas keynesianos afirmavam que ou a economia deveria apresentar uma expansão, sendo que nesse caso os preços estariam subindo, ou a economia deveria apresentar uma recessão com grande desemprego, sendo que nesse caso os preços estariam caindo.  Durante o período da expansão econômica, o governo keynesiano deveria "enxugar o excessivo poder de compra", elevando impostos — de acordo com a teoria keynesiana, isso reduziria os gastos da economia.  Por outro lado, durante uma recessão, o governo deveria aumentar seus gastos e seu déficit orçamentário, com o intuito de estimular o nível de gastos da economia. 

Mas e se a economia apresentasse ao mesmo tempo inflação e recessão com alto desemprego, o que o governo deveria fazer?  Se o governo deve pisar no acelerador dos gastos durante as recessões e no freio durante as expansões, o que ele deve fazer se houver uma aguda recessão (com desemprego e falências) e uma vigorosa inflação ao mesmo tempo?  Como poderia ele pisar no acelerador e no freio da economia ao mesmo tempo?

A resposta, obviamente, é que o governo e suas autoridades políticas e econômicas não poderiam fazer tal coisa.  Ao constatarem isso, o pânico se alastrou entre os economistas keynesianos. 

A inegável ocorrência de recessões inflacionárias [como a que vivenciamos atualmente no Brasil] viola os pressupostos fundamentais da teoria keynesiana, acabando assim com seu crucial programa político. Desde 1973-74, o keynesianismo está intelectualmente acabado; tornou-se uma teoria obtusa.

O problema é que o cadáver se recusa a deitar, principalmente um que é composto por uma elite que teria de abrir mão de seus poderosos cargos no meio acadêmico e no governo. Uma regra crucial da política ou da sociologia é: ninguém jamais deve renunciar aos seus postos. E assim, os keynesianos se agarraram aos seus poderosos cargos o mais firme possível, dali jamais saindo.

Para sobreviver à débâcle da década de 1970, o keynesianismo foi desmembrado em novas correntes — os keynesianos clássicos, os neo-keynesianos e os pós-keynesianos —, cada uma acusando a outra de ter deturpado Keynes. 

(Os pós-keynesianos se autoproclamam os verdadeiros keynesianos.  Consideram os keynesianos clássicos muito pueris e os neo-keynesianos muito ignorantes e "chicaguistas" demais.  Apenas eles, os pós-keynesianos, realmente leram e entenderam Keynes — ou é o que eles próprios dizem).

Contendas teóricas à parte, o fato é que o keynesianismo jamais foi abandonado.  Ele apenas se reinventou.  Na prática, desde a década de 1970, varia apenas a intensidade de sua aplicação.  Há apenas aplicações mais brandas, há aplicações mais agressivas, e há aplicações mais extremas (como a que foi feita no Brasil por meio da Nova Matriz Econômica). 

Normalmente, um período de políticas mais moderadas é seguido por um período de políticas mais agressivas, o que gera crises e, consequentemente, a necessidade de um retorno às políticas mais moderadas, reiniciando o ciclo.

Assim, embora o paradigma keynesiano venha fracassando fragorosamente desde a década de 1970, quem no governo está disposto a assumir a responsabilidade por seus recorrentes fracassos?  Ninguém.  Autoridades econômicas, sempre e em todo lugar, são completamente avessas a admitir culpa por qualquer coisa. Certamente a culpa pelo descalabro do momento não é nem da política monetária, nem da política fiscal, e nem de nenhuma política do governo, mas sim de "fatores externos".

Por que o keynesianismo perdura

O keynesianismo é a teoria econômica favorita dos políticos simplesmente porque ela lhes concede um passe livre para fazer tudo aquilo que eles mais gostam de fazer: gastar dinheiro.

O keynesianismo diz que os gastos do governo impulsionam a economia; que expandir o crédito (melhor ainda se for subsidiado) gera crescimento econômico; que os déficits do governo são a cura para uma economia em recessão; que inchar a máquina estatal, dando emprego para burocratas, é uma medida válida contra o desemprego (quem irá pagar?); que regulamentações, se feitas por keynesianos, são propícias a estimular o espírito animal dos empreendedores.  E, obviamente, que austeridade é péssimo.

Qual político resiste a isso?

Conhecendo-se a volúpia do ser humano por poder e controle sobre a vida alheia, seria genuinamente um milagre caso tais idéias não prevalecessem no mundo atual.  E é por isso que os intelectuais acadêmicos, sempre ávidos por agradar o regime (e sempre de olho em cargos públicos), irão defender essa teoria.

Ademais, se você investiu toda a sua vida e toda a sua carreira acadêmica ou profissional defendendo teorias keynesianas, ou se a sua fé no estado é aquilo que dá sentido à sua vida, divorciar-se da economia keynesiana seria um choque e tanto. 

Essencialmente, portanto, desprovido de seu fundamento intelectual, o keynesianismo tornou-se pura e simplesmente a economia do poder, comprometida apenas em manter o establishment funcionando, em fazer ajustes marginais e em mimar ternamente a máquina governamental até a próxima eleição na esperança de que, ao ficar mexendo nos controles, alternando rapidamente entre o acelerador e o freio, alguma coisa vai funcionar — pelo menos o suficiente para preservar suas confortáveis posições por mais alguns anos.

Conclusão

Dentre os keynesianos atuais, pode-se perceber a prevalência de algumas características que da teoria original que simplesmente se recusam a morrer não obstante seus comprovados fracassos empíricos: (1) uma predileção por déficits governamentais contínuos, (2) uma devoção à ideia de que um pouco mais de inflação gera um pouco mais de crescimento econômico, (3) fidelidade a um aumento constante dos gastos do governo, e (4) uma afeição eterna pelo aumento de impostos como meio de diminuir timidamente os déficits e, sobretudo, como meio de infligir um saudável castigo na população gananciosa, egoísta e imediatista.

Como consequência, os déficits estão cada vez maiores e aparentam ser eternos. 

Pior, formou-se um padrão de competição: os economistas de qualquer que seja o governo do momento estão sempre se esforçando para superar o keynesianismo dos seus antecessores, sendo que o maior desafio é arrumar desculpas cada vez mais engenhosas para os déficits exorbitantes.

Para ver as consequências diretas da mais recente edição keynesiana no Brasil, veja este artigo.

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Lew Rockwell, chairman e CEO do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State

Murray N. Rothbard (1926-1995) foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies.


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Diversos Autores

  • Taxidermista  08/12/2015 13:41
    Extremamente pertinente o texto.

    A propósito, vale lembrar a obra de Ramón Rallo, intitulada "LOS ERRORES DE LA VIEJA ECONOMÍA", uma refutação completa do keynesianismo (e isso quem diz é o Huerta de Soto, que escreve o prólogo) à luz da Escola Austríaca.

    www.unioneditorial.es/index.php?page=shop.product_details&flypage=flypage.tpl&product_id=246&category_id=1&option=com_virtuemart&Itemid=22
  • Sol Moras Segabinaze  08/12/2015 13:55
    "O governo, portanto, é a entidade encarregada de fazer os "ajustes finos" na economia com a intenção de fazê-la funcionar a contento."

    Esse "ajuste fino" consiste em tirar de quem produz e dar pra quem não produz nada além de regras idiotas.
  • Aprendiz  09/12/2015 14:45
    Simples: eles precisam justificar de qualquer forma o porquê do estado interferir na economia, e nesse contexto usam Keynes.
  • Típico Universitário  08/12/2015 14:45
    Texto tendencioso. Ignora completamente o sucesso econômico brasileiro das políticas keynesianas dos últimos anos e como sem elas, o Brasil ainda seria um mangue e estaríamos todos comendo mato por causa do preço da comida, endividados até a garganta, sem fá alguma para investimento concomitante com inflação e desemprego; e pior: sem aparato algum para controlar as contas públicas e caindo na era medieval de choupana por causa do preços da eletricidade.

    Voltem pra Áustria, bolinhos. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    É esse o Brasil que vocês querem? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk'

    #Lula2018
  • Batista  08/12/2015 15:24
    Típico Filósofo, digo, Universitário,

    Esse capa da The Economist está desatualizada.

    Veja essa mais recente.
  • Típico Universitário  08/12/2015 16:07
    The Economist é peça da conspiração do capital internacional para tirar o PT do poder. Todo mundo sabe disso. Eles tiveram os bolsos muito bem lavados pelo dinheiro das pessoas certas, diferentemente da carta capital, do pragmatismo político, dos cineastas brasileiros, da classe política, entre outros pensantes. A segunda capa da Economist não conta, só a primeira. Basta o senhor conversar com qualquer estudante das federais brasileiras e eles terão na ponta da língua uma razão incorrupta e não patrocinado pelo dinheiro dos outros

    #DilmaFica #Lula2018 #Mercante2022 #Lindbergh2026 #PTouMorte
  • Batista  08/12/2015 17:08
    Típico,

    "The Economist é peça da conspiração do capital internacional para tirar o PT do poder.

    Mas e a primeira capa? Conspirou contra ou a favor de quem?

    E teve outra pisada na bola: Você esqueceu de citar os "independentes blogs" que fazem trabalhos voluntários e não visam sequer 1 único centavo, como Brasil247, DCM (Diário do C* do Mundo), vermelho.org e outros nobres porta-vozes que até dispensam a mortadela do pão (os vegetarianos) e jogam para os cachorrinhos de rua.

    Para não comerem pão puro, a sugestão seria criar o movimento PÃO COM MARGARINA #Direitopaocmargarina, pois é preciso atender aos anseios do vegetarianos do movimento. Manteiga e queijo não podem, pois são mais caros e advém de fonte animal.
  • Vgarcia  30/01/2017 21:31
    e se a bandidagem tivesse bola de cristal kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Nelio  10/12/2015 16:15
    HEUHEUHEUHEU

    Que personagem sensacional

    E tem gente pegando ar ainda
  • Maverique  08/12/2015 16:05
    Buenas tchê! Não sou economista e portanto tenho uma visão simplificada. No entanto não seria mais correto dizer, que se tinha uma "gordura" econômica para queimar e portanto deu-se essa farra de obras faraônicas e projetos sociais, e que infelizmente agora acabou a grana e tudo está vindo a baixo..
  • Eric Henrique  30/12/2015 19:45
    Tipico Universitário, meu amigão! É tão boa a sua presença aqui, você nos faz rir muito com seus comentários, continue assim nos fazendo rir,afinal, seus comentários só servem para isso mesmo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
  • marco  23/02/2016 20:23
    Sucesso econômico? Estou em dúvida, vc se refere aos 9 milhões de desempregados, à dívida interna impagável de R$ 2,4 trilhões, à inflação descontrolada acima de 10% e crescendo, ao crescimento negativo de 3%, num segundo ano de recessão, ou à maior taxa de juros do mundo, paga pelo povo?
  • Richard  31/03/2016 14:58
    Capa atualizada vê aí petista "inteligente".
  • Vgarcia  30/01/2017 21:30
    Impagável ver esse texto hoje em 2017. A arrogância dos petralhas com a polítixca criminosa do PT era impressionate. Hoje com as máscaras ao chão se limitam a dizer é gopikkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Felipe Teixeira  08/12/2015 15:14
    Você usa a técnica punta-taco na curva. Freando e acelerando ao mesmo tempo para não perder giro no motor e não exceder a velocidade de tangência.
  • Bruno Feliciano  25/08/2016 21:16
    hahahahahahahah,

    oque isso tem haver Felipe?


    Comentou no lugar errado com certeza...
  • Junior  08/12/2015 15:22
    Artigo muito esclarecedor, e que só aumenta minha tristeza ao ver no plenário da câmara figuras como o intelectual Sibá Machado defender a política da Dilma, dizendo que se trata do mais puro Keynesianismo. Esse pessoal que vive de citar alguns nomes e palavras de ordem é quem na verdade realiza estes cálculos econômicos, tudo isso para manter um "exército" (segundo eles mesmos) de lactantes exaltados em manter a política econômica de gastos e de simultâneas maldades para com a maioria da população "ama de leite".

    No final das contas, só me resta imaginar que o que eles (os políticos) querem mesmo é destruir todo o capitalismo, para que enfim possam ter um dia seus cargos eternos em um império do tipo "Brave new World", vislumbrado nas suas mentes doentias e estéricas, manipuladas pelos psicopatas da vez.

    E por outro lado, talvez os intelectuais sejam somentes vítimas do pós-modernismo, cuja grande contribuição para a mente humana foi trazê-la de volta ao nível dos símios, para que enfim pessoas mal-intencionadas pudessem aplicar as descobertas de Pavlov e companhia.
  • Rene  08/12/2015 15:58
    Acredito que os Keynesianos se dividem em dois grupos: Em primeiro lugar, os alienados, que passam toda a vida em Universidades lendo livros sobre economia e estudando modelos imprecisos, sem nunca entretanto tentar entender como funciona a vida real. Depois deles, os vigaristas, que sabem que o modelo não funciona, mas que o defendem justamente para agradar aqueles que podem impulsionar suas carreiras. Qualquer que seja o grupo, a desgraça é que, em ambos os casos, seus salários não dependem de análises acertadas.

    Para demitir um professor universitário concursado, é necessário que este faça algo extremamente tenebroso. Incompetência não é um motivo válido. Prova disso é que existem professores aos montes que chegam na sala de aula, passam as páginas dos livros que os alunos devem estudar e vão embora. E todos acham isso absolutamente normal.

    Não é incomum que estes professores tenham tanto compromisso com a verdade como tem com os alunos. Os recém formados vão fazer o que aprenderam: Tentar se dependurar no setor público de qualquer jeito, falando o que os políticos querem ouvir. Se ainda sobrar alguma dignidade, vão procurar outra profissão.
  • Nelio  10/12/2015 16:29
    Renê

    Isso que você falou sobre alienados e vigaristas não é exclusividade dos Keynesianos, mas de todos os esquerdistas e suas vertentes..

    Vejo muito isso com os inocentes úteis do PT, existem muitos vigaristas, mas existem muitos que são apenas alienados, e acham que a saída pro Brasil sair da crise é o Lula voltar e tacar programas sociais (mais Estado) denovo..

  • SefazPiauiDF  08/12/2015 17:13
    Um dia desses um Pós-Keynesiano me disse que expansão monetária não gera inflação, ao contrário, faz gerar poupança interna. Pior que ele ficou falando mais uns 10 minutos explicando esse absurdo, mas liguei o "MUTE" para não emburrecer.
  • Ilustrado  08/12/2015 18:34
    "expansão monetária" gerando "poupança interna" é como dizer que se você enfiar uma agulha num balão ele não vai estourar, e sim encher ainda mais
  • Luiz  08/12/2015 17:44
    Será que os cortes dão Bilhão
    Gomes Ciro.

    Mises fala em seu livro do caminho abandonado, creio que o mundo em geral
    acabou tomando as idéias de Keynes, e deixando as idéias mais pragmáticas dos clássicos
    De lado. Eles acreditam que estimulando gastos governamentais, terão crescimento econômico, é uma grande bola de neve.
  • mauricio barbosa  08/12/2015 20:10
    A teoria de keynes foi deturpada ao longo do tempo pelos políticos,pois o que ele postulava era que o estado entrasse na economia em epocas recessivas e saisse em epocas de prosperidade,mas como toda medida artificial e arbitrária tende ao fracasso a teoria de lorde keynes ficou nas boas intenções...
  • Mendigo  08/12/2015 21:18
    o que ele postulava era que o estado entrasse na economia em epocas recessivas e saisse em epocas de prosperidade

    Favor citar a fonte que comprove essa sua assertiva.
  • Thiago Teixeira  09/12/2015 05:11
    O pior é que procede. O mer... do Keynes falou em intervir na fase recessiva da crise e não em déficites contínuos, também não em carrear décites de um ciclo para outro.

    Rothbard esclareceu que a estória da inflacao contínua foi uma "contribuição" de Milton Friedman.

    Mistura salitre, enxofre e carvão que se forma a pólvora.
  • mauricio barbosa  09/12/2015 08:25
    Teoria geral do emprego,dos juros e da moeda,basta você ler e interpretar o texto.
  • Mendigo  09/12/2015 13:33
    Ora, cite exatamente qual a passagem em que Keynes diz isso no Teoria Geral, página e edição.
  • mauricio barbosa  09/12/2015 19:26
    Ora Mendigo vá ler e interpretar seu preguiçoso...
  • Julio Mello  08/12/2015 18:35
    No que diz respeito a racionalidade eu nunca vejo muita diferença entre a antiga Fisiocracia e o keyneasianismo, ambos abrem mão da realidade para se apegar a suas utopias.
  • Adelson Paulo  08/12/2015 18:50
    Há um elemento adicional na postura mais recente dos keynesianos: diante do descalabro das dívidas públicas e da insolvência de algumas nações, impossibilitadas de honrar seus compromissos após décadas de descontrole orçamentário, alguns destes "economistas" (?!) estão defendendo o puro e simples calote da dívida pública!
    O "Prêmio Nobel" Joseph Stiglitz, em recente análise sobre a crise da dívida da Grécia, em sua santa cruzada contra o demônio da "austeridade", declarou: "Creio que é possível tirar uma importante lição do êxito argentino. Depois do calote, a Argentina começou a crescer a uma taxa de 8% ao ano, a segunda mais alta do mundo, depois da China."
    Joseph Stiglitz e Paul Krugman estiveram entre os principais defensores da estratégia de confronto com os credores europeus adotada pelo governo de Alexis Tsipras na Grécia, sempre combatendo a "austeridade" no orçamento público.
  • Economista da UNICAMP  08/12/2015 21:02
    Ai ai, esses austríacos... Acho que vocês deveriam dar uma passada em Campinas pra aprender um pouco de economia em um dos melhores cursos do Brasil. Graças aos grandes homens que ilustram a capa deste artigo que hoje somos uma das maiores economias do mundo.(bons tempos de 2011-2014)
    Permitam-me dar uma aula:

    A grande virada no Brasil ocorreu em 2010 quando a Sra. Dilma Rousseff assume o poder e decide chamar uma legião de estudiosos da Escola de Campinas que era tida com heterodoxa e resoluta.

    Na presidência do Banco Central, ela colocou um homem de respeito e totalmente insubmisso, que era o Alexandre Tombini. Para a Fazenda ela nomeou o saudoso Guido Mantega, que era visto como um cavalheiro erudito, sempre acurado em suas previsões e bastante entendido de contabilidade.

    Mantega então nomeia uma equipe econômica formada exclusivamente por nomes técnicos, e não políticos. Nomes renomados como Nelson Barbosa, Miguel Rossetto, Arno Augustin, Aloízio Mercadante, Míriam Belchior, Carlos Alberto Barreto foram pra fazenda/planejamento.

    No Banco Central, além do Tombini, havia bons nomes como Tony Volpon,Luiz Awazu, Aldo Luiz Mendes, etc.

    A simples nomeação dessa equipe econômica gerou uma surpresa positiva, pois a mesma sempre falou abertamente em desvalorização do Real, flexibilização crédito, aumento do investimento estatal. Medidas sábias como essas deram confiança ao mercado.

    No entanto a tara por austeridade destruiu todo o processo de desenvolvimento que vinha sendo construído e eis nós aqui em uma crise deflacionária com armadilha de liquidez...
  • Hay  09/12/2015 00:08
    O que mais me entristece é que essa sátira poderia muito bem passar por algo sério saído das redações de um grande jornal ou o blog de alguma figura tida como grande intelectual. A indigência mental que acabou levando farsantes e estúpidos em economia e administração básica em geral ao poder não foi obra do acaso. Foram anos de substituição do pensamento por automatismos e lugares comuns.
  • Saimon  09/12/2015 00:48
    Ah não cara!

    Para com isso!
    Essa foi puxação de saco demais.

    Tá chateado porque não consegue admitir que seus competentes coleguinhas causaram a crise?

    Estamos presenciando bolhas em diversos segmentos da economia, causadas pelo excesso de crédito e medidas intervencionistas do governo e você ainda acha que a crise foi casada por medidas de austeridade?

    Se todos os "economistas" brasileiros forem como Você, esse País nunca vai sair da lama.
    Esse tal de "espetáculo do crescimento" foi apenas uma ilusão passageira, causada por um momento favorável da economia mundial, o qual serviu para campanhas políticas.
    Hoje, chegou a conta para todos nós brasileiros pagarmos.
    Vamos ter que pagar toda a irresponsabilidade fiscal desse governo comunokeynesianista.
  • Batista  09/12/2015 14:18
    Economista unicampiano,

    Bem que o Manteiga avisou sobre o dolar...

    Não é que o cara teve razão!? É o orgulho da academia!

    Quem seguir seus conselhos (ao contrário) lucrou $$$!
  • Nicolas  01/09/2016 18:48
    kkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  08/12/2015 23:39
    Todo gasto que não seja motivado por um potencial lucro deve ser cortado e não incentivado. Fora, estado!
  • Joaquim Saad  09/12/2015 00:10
    clássico...pós...neo...precisamos dos pósTUMOS-keynesianos ! :-(
  • PedroF  09/12/2015 04:24
    PAUL SINGER NA FAZENDA, JA!
  • Marconi  09/12/2015 13:15
    Excelente texto. Pequeno e esclarecedor sobre o Keynesianismo.

    Gostaria só de entender o que pensam os pós-keynesianos, como eles explicam, afinal, essa questão de inflação com desemprego que existe de fato.

    Pelo pouco que entendo, os keynesianos dão a mínima para o ser humano enquanto indivíduo. Tudo que pensam é macro. Sendo que, por óbvio, para entender de economia, primeiramente é preciso entender quem é o ser humano, como ele age/reage a incentivos. A teoria keynesiana, salvo engano, nada fala sobre esse assunto.
  • Leandro  09/12/2015 13:52
    Economicamente, os pós-keynesianos estão, por assim dizer, à direita dos keynesianos ortodoxos e à esquerda dos neo-keynesianos, que eles chamam de neoliberais. Quanto a estes últimos, as principais diferenças estão na política monetária. Para um pós-keynesiano, a moeda é o segredo de tudo. É ela quem gera a riqueza de uma economia. Se o país não está crescendo, basta imprimir dinheiro e reduzir os juros. O crescimento virá como que por gravidade.

    É fácil encontrar nas universidades (e eu falo isso de experiência própria, pois tive um professor pós-keynesiano) professores pós-keynesianos que dizem com absoluta convicção que o banco central não deve ter parcimônia na impressão de dinheiro. Quanto mais dinheiro, maiores serão os salários, maior será a demanda, maior será o crescimento econômico.

    Para um pós-keynesiano, a manipulação monetária é tudo. É da moeda que vem a riqueza. São os juros baixos, tendentes a zero, que propiciam investimentos vultosos e profícuos. O fato de o capital advir da poupança é, para eles, uma ficção. O fato de a produção ter necessariamente de vir antes do consumo é bobagem. Para um pós-keynesiano, é a inflação monetária o que gera poupança e permite a produção.

    O fato de a criação de dinheiro gerar demanda mas não necessariamente gerar oferta (pois oferta precisa de produção e produção precisa de capital e capital só advém da poupança) é algo desimportante — na verdade, isso sequer é considerado. Para um pós-keynesiano, basta você imprimir dinheiro, que as coisas surgem.

    Mas há pontos positivos.

    Poucos sabem, mas os pós-keynesianos, ao contrário do que o senso comum imagina, não dão muita pelota para esse debate "empresa estatal vs. empresa privada". É perfeitamente possível você encontrar pós-keynesianos a favor da privatização da Petrobras e da Eletrobras, por exemplo. Da mesma forma, eles não acham que o estado deva necessariamente mexer com minério, aço, aviões, petróleo, fertilizante e nanotecnologia. Essa fixação com empresa estatal é um fetiche puramente marxista, e não keynesiano.

    Também é bastante comum você ouvir pós-keynesiano defendendo orçamento equilibrado. É lógico que, durante recessões, essa defesa vai esmorecer; porém, ainda assim, seria correto dizer que, em tempos normais, os pós-keynesianos são sim a favor de um orçamento equilibrado — o que não quer dizer que eles sejam a favor do corte de gastos; no máximo, uma restriçãozinha aqui e ali.

    Esse pessoal é casca-grossa realmente na área monetária. Para eles, crédito fácil é condição sine qua non para o crescimento econômico robusto. Dinheiro farto e juros baixos — por meio da canetada — são o caminho da criação de riqueza e da prosperidade.

    É mais fácil selar a paz entre judeus e árabes do que convencer um pós-keynesiano de que a estatização do crédito e a manipulação dos juros são nefastas para a economia. Caixa Econômica, Banco do Brasil e BNDES são entidades sacrossantas para um pós-keynesiano. Bancos públicos, com seu crédito facilitado, são os genuínos fomentadores do crescimento sustentável.
  • Taxidermista  09/12/2015 14:28
    Prezado Leandro:

    Destarte, é lícito concluir que "empresa pública" (em geral) é o fetiche marxista, e "banco público" (em especial) é o fetiche pós-keynesiano, ressaindo que, "invariavelmente, a solução defendida é fazer com que aqueles que nada produziram possam consumir à custa daqueles que produzem; o objetivo sempre será o de demonstrar a necessidade e os efeitos benéficos do parasitismo — apresentar o parasitismo como uma fonte de prosperidade geral" (Reisman, mises.org.br/Article.aspx?id=850).


    Abraço e parabéns pelo seu excelente trabalho.

  • Emerson Luis  09/12/2015 14:18

    Se Keynes (e Marx, Paulo Freire, etc.) foram "deturpados" quando foi que eles foram aplicados corretamente e houve bons resultados?

    Keynes disse aquilo que queriam ouvir, por isso ele é reverenciado até hoje.

    * * *
  • Mendigo  09/12/2015 14:32
    Bem observado, Emerson Luis.
  • mauricio barbosa  10/12/2015 09:34
    Keynes não inventou a roda do intervencionismo mas o que ele fez foi teorizar tal mecânica ao contrario do barbudo Karl Marx que pregava abertamente sua teoria anti-burguesia e a constituição do estado ditatorial proletário que seria o primeiro passo para a implantação da anarquia comunista ao contrário de Mikhail Bakunim que pregava que a anarquia comunista deveria ser implantada diretamente ao ser eliminado o estado burguês,enfim todos eles fracassaram em suas propostas quanto a Keynes ele tinha o dom da escrita ou seja gostava de teorizar academicamente sem se preocupar se tais teorias eram aplicáveis ou não na pratica nossas universidades estão cheias de intelectuais que seguem esse princípio produzir teorias sem utilidades na pratica,pragmatismo esta fora de questão em nossas academias...
  • Sergio Souza  09/12/2015 18:06
    Mais e mais dito economistas falam de coisas que não conhecem e ainda pensam dentro da caixa:


    www.brasil247.com/pt/colunistas/andregranha/208750/O-fim-das-utopias.htm


    Espero que ele tenha lido bem o Hayek não somente nessa parte,mas nas outras também!
  • Ritchie Diniz   10/12/2015 12:43
    O que o governo deveria fazer para controlar a inflação, a recessão e o desemprego?
  • CIRO GOMES 2018  25/08/2016 15:16
    Falem um pais que adotou a Escola Austriaca? Keynesianismo foi testada na pratica
  • Ed  27/08/2016 09:39
    ... e, no entanto, o keynesianismo falhou em todas as suas variações.

    Já a Escola Austríaca tem em Hong Kong e na Alemanha Ocidental após a Segunda Guerra Mundial seus grandes expoentes. Wilhelm Röpke, arquiteto da recuperação alemã, admitia publicamente a influência de Mises em seu pensamento. Inclusive via o keynesianismo como uma mera justificativa de transferência de renda através de inflação, dos mais pobres para os mais ricos.

    https://mises.org/library/biography-wilhelm-r%C3%B6pke-1899-1966-humane-economist
  • Douglas  27/08/2016 18:05
    Os Estados Unidos até 1913 também.
  • Ed  27/08/2016 22:12
    Na verdade, eu diria que a Escola Austríaca é que foi inspirada nos Estados Unidos antes de 1913.

    Primeiro veio a liberdade. Depois vieram Adam Smith e Escola Austríaca.
  • Motta  27/08/2016 23:17
    Correção na sua frase: a filosofia libertária pode ter se inspirado nos EUA pré-1913. Não a Escola Austríaca.

    A EA fala apenas sobre ciência econômica, e adota uma abordagem positiva em vez de normativa. A EA apenas se limita a explicar como funciona a economia e quais serão as conseqüências de determinadas políticas econômicas. E só.

    Já fazer recomendações, inclusive em termos morais, é o campo da filosofia libertária. E não da EA.
  • anônimo  28/08/2016 04:18
    Até depois de 1913 os EUA ainda tinham um economia bastante livre. A coisa desandou de vez durante a Guerra Fria e a situação só foi melhorar um pouco nas décadas de 80 e 90.
  • anônimo  28/08/2016 11:33
    80's e 90's foram uma piada pra quem quer liberdade.Foi a época em que os neocons puderam começar a criar os terroristas que os EUA 'combatem' hoje.
  • anônimo  28/08/2016 16:27
    Não, anônimo.

    Jimmy Carter, Ronald Reagan e Bill Clinton recuperaram parcialmente a liberdade econômica que os EUA tinham antes da Guerra Fria. Governos de esquerda que adotam reformas liberais

    A Guerra do Golfo ter ocorrido fora dos EUA não anula esse fato.
  • Renan Merlin  25/08/2016 16:38
    Tem um canal keynesiano que desafiou um austriaco pra um debate em um hangout.

    https://www.youtube.com/channel/UCuH0A3zkXsQl4jcn_8Ybkng
  • Ronaldo  25/08/2016 17:04
    Essa foi gozada. E devo confessar, com alguma vergonha, que por 2 segundos até achei que fosse sério...
  • anônimo  25/08/2016 17:14
    Depois dessa crise brasileira é preciso muita cara de pau para um keynesiano sequer abrir a boca.
  • Renan Merlin  25/08/2016 17:25
    Ele disse no canal dele que nenhum pais "neo liberal" segundo ele deu certo e que ele desafia qualquer um pra um hangout e ele diz que todos os paises keynesianos deram certo. Eu não desafio ele pois ainda estou aprendendo
  • Fernando  27/08/2016 18:13
  • anônimo  25/08/2016 17:20
    Nunca discuta com um fanático, o melhor a fazer é ignora-lo.
  • Gabriel  25/08/2016 17:20
    Fui ver o canal do cidadão. Rolando a página me deparo com isso:

    ''Merlin Segundo enviou um vídeo 3 semanas atrás: Hong Kong, o lixo neoliberal!''

    ''Merlin Segundo enviou um vídeo 3 semanas atrás: Vou enfiar Hong Kong no c# dos neoliberais!''

    ''Merlin Segundo 1 mês atrás: Nazismo de Esquerda é meu ovo direito''

    E para finalizar com chave de ouro:

    ''Merlin Segundo enviou um vídeo 1 mês atrás: Mais uma palestra do mito Ciro Gomes''

    Sério? Debater com isso? Perda de tempo...
  • anônimo  28/08/2016 16:22
    Isso lá é keynesiano, isso é só uma porcaria de um funça vagabundo querendo justificar o parasitismo dele.Um idiota desses nunca ouviu falar de Keynes.
  • Henrique Zucatelli  25/08/2016 22:59
    A cada dia que passa sou mais confiante de que sem dinheiro fiduciário, manipulação da taxa de juros e banco central, nem precisaríamos calcular PIB algum, ao passo que cada empresa e cada família que devem cuidar do seu e garantir seu próprio crescimento, pois mesmo que a grama do vizinho esteja tinindo, se não regar a sua própria o resultado vai ser zero.

    Embaso minha tese no fato de que a economia paulista em si caiu cerca de 30% - sendo otimista. Porém os gráficos em escala nacional apontam "apenas" 4 a 5%. Esta disparidade de realidade regional versus estatística estatal revelam que quando se pretende resolver problemas de forma centralizada perde-se o foco completamente, pois certas atividades são resilientes a choques e continuam apresentando desempenho satisfatório aos bolsos do erário.

    Produção de grãos e todo tipo de commodities geram volumes assombrosos de faturamento e receita em impostos, porém representam muito pouco a realidade dos grandes centros, onde se concentra mais a maior parte da população. Esta vive principalmente do comércio, indústria e serviços que giram em torno dos dois, e são estes que estão sofrendo na carne os reflexos do ciclo econômico. Logo, pouco adianta os gráficos apontarem melhora no PIB se o grande problema se concentra justamente em todos os pontos incansavelmente apontados pelo IMB e outros: carga tributária altíssima e complicada, leis trabalhistas idiotas, restrição alfandegária, reserva de mercado na maioria dos nichos existentes, dívida pública geradora de inflação e desvalorização da moeda e por aí vai.

    Pausa para respirar fundo...

  • Marcelo  25/08/2016 23:16
    "Os políticos ouvem a voz defunta de Keynes no ar

    Em uma das passagens mais famosas de Teoria Geral, Keynes disse:

    'As ideias de economistas e filósofos políticos, tanto quando elas estão certas e quando estão erradas, são mais poderosas do que é comumente entendido. Na verdade, o mundo é governado por pouca coisa além disso. Homens práticos, que acreditam estar isentos de qualquer influência intelectual, geralmente são escravos de algum economista defunto. Malucos em posição de autoridade destilam sua loucura de algum escrito acadêmico de alguns anos atrás.'

    Oitenta anos depois da publicação da Teoria Geral, muitos homens práticos de negócios e políticos em posição de autoridade continuam a ser os escravos de economistas defuntos e escritores acadêmicos. A tragédia, para os nossos tempos, é que entre as vozes que eles ainda ouvem no ar, enquanto corruptamente bagunçam tudo o que tocam, está a de John Maynard Keynes."

    Link: https://descentraliza.com.br/2016/03/09/as-loucuras-e-falacias-da-economia-keynesiana/
  • Gilson Moura  26/08/2016 01:33
    Boa noite Leandro,

    No artigo www.mises.org.br/Article.aspx?id=2321 Nove perguntas frequentes sobre importação, livre comércio e tarifas protecionistas
    Você diz o seguinte:
    "O que determina a taxa de câmbio é o poder de compra entre as moedas, e não saldos de balança comercial. Agora, se as pessoas querem continuar acreditando em mitos sem nenhuma sustentação nem teórica e nem empírica, aí realmente nada posso fazer."

    Confesso que sou novo em questão econômica e estou querendo me aprofundar nesse quesito e por isso, eu te pergunto:

    O que determina a taxa de câmbio não seria a entrada e saída de dólares na economia? Fui levado a acreditar que quanto mais dólares na economia, o câmbio se valoriza, e quando tem poucos dólares girando na economia, o câmbio se desvaloriza.

    Uma outra questão que bate de frente com essa minha pergunta, é que alguns economistas dizem que quando o dólar entra, ele se converte em real, nesse ponto não estaria refutando a minha pergunta anteriormente sobre a entrada e saída de dólares. Porque quando se converte em real, como os economistas puderam quantificar ou calcular os dólares, sendo que esses são convertidos em real.
    Abraço e aguardo a resposta.
  • Leandro  26/08/2016 01:55
    "O que determina a taxa de câmbio não seria a entrada e saída de dólares na economia?"

    Não. Como várias vezes explicado por este site, não é o fluxo de capital que define a taxa de câmbio no longo prazo, mas sim o poder de compra da moeda, bem como as expectativas quanto ao futuro poder de compra dessa moeda.

    Por si só, fluxo de capital em nada determina a taxa de câmbio (prova disso é que o fluxo de dólares para o Brasil foi positivo em 2015, e ainda assim o dólar disparou de R$ 2,50 para R$ 4,20.

    economia.estadao.com.br/noticias/geral,entrada-de-dolares-no-pais-em-2015-supera-saida-em-us-9-4-bi,10000006314

    Ademais, se fluxo de capital por si só determinasse câmbio, então não era para o dólar ter disparado de R$ 1,56 em meados de 2011 para R$ 4,24 em setembro de 2015, de maneira contínua, ano após ano.

    Fluxo de capital influencia cotações no curtíssimo prazo (questão de dias). No longo prazo, o que determina o câmbio é o poder de compra das moedas e as expectativas quanto ao futuro poder de compra dessas moedas.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2402

    A segunda parte da pergunta eu não entendi. Mas realmente sugiro a leitura do link acima.
  • Gilson Moura  26/08/2016 02:17
    Obrigado pelo esclarecimento. Vou explicar melhor a segunda parte:
    Como já declarei que sou novo em quesito econômico, então a minha compreensão é muito pouca.

    Economistas afirmam que o fluxo de capitais é que determina o câmbio, mas os mesmos afirmam que quando os dólares entram na economia, são convertidos para real, e a minha dúvida é como eles conseguem quantificar o dólar se ele converte em real?

    Como ele conseguem determinar a taxa de câmbio com o fluxo de capitais, se os dólares são convertidos em real assim que chega no Brasil?
  • Solstafir!  26/08/2016 11:21
    Leandro

    Poderias me tirar uma dúvida? Recentemente li aquele paper do Banco da Inglaterra que confirmava a teoria do Steven Keen de que os bancos realmente criavam crédito do nada pois os depósitos seguiam os empréstimos.

    Poderias comentar esse artigo do Frank Shostak? https://mises.org/library/do-central-banks-really-inflate-no-say-post-keynesians. Obrigado!
  • Leandro  26/08/2016 14:17
    "Recentemente li aquele paper do Banco da Inglaterra que confirmava a teoria do Steven Keen de que os bancos realmente criavam crédito do nada pois os depósitos seguiam os empréstimos."

    Isso não é uma teoria do Steve Keen. Os austríacos sempre falaram isso. Jesus Huerta de Soto, em seu tomo Money, Bank Credit and Economic Cycles dedica várias capítulos a isso: crédito cria depósitos, e não o contrário.

    "Poderias comentar esse artigo do Frank Shostak? https://mises.org/library/do-central-banks-really-inflate-no-say-post-keynesians. Obrigado!"

    A crítica do Shostak está correta. Ao passo que os pós-keynesianos ao menos entendem corretamente como funciona o sistema bancário, eles seguem ignorando que a entidade que dá sustento a tudo isso, e sem a qual o sistema não perduraria, é o Banco Central. Bancos só criam crédito a rodo porque sabem que estão protegidos e serão socorridos pelo BC.

    Sem BC, o medo das corridas bancárias, a prudência e o perigo de haver um descasamento entre duração de depósitos e duração de empréstimos obrigariam os bancos a ser mais prudentes e mais contidos. Consequentemente, seus lucros seriam muito menores.
  • Anderson  26/08/2016 02:30
    Tenho duas perguntas:

    Por que, como disse Ciro Gomes, os EUA quase não tem poupança pois podem emitir dólares que são valorizados como reserva por outros países e por que eles aceitam essa situação? Se para importar é preciso ter dólares, pois tudo é cotado em dólares isso não dá vantagem para os EUA que emitem esses dólares?

    Se os EUA apreciassem sua moeda poderia importar ainda mais da China, que deprecia a sua moeda. Se o déficit comercial não é importante e a China deseja mesmo é estimular as exportações , por que os americanos não apreciam o dólar?
  • Leandro  26/08/2016 14:22
    "Por que, como disse Ciro Gomes, os EUA quase não tem poupança pois podem emitir dólares que são valorizados como reserva por outros países e por que eles aceitam essa situação?"

    O mundo vive no padrão-dólar. O dólar é a moeda internacional de troca. Todas as transações comerciais -- inclusive e principalmente de petróleo -- são faturadas em dólar. Enquanto o dólar for a moeda mundialmente aceita, seu emissor é privilegiado.

    Se o dólar deixasse de ser a moeda internacional de troca em prol do euro, por exemplo, então os países emissores de euro seriam os privilegiados.

    "Se para importar é preciso ter dólares, pois tudo é cotado em dólares isso não dá vantagem para os EUA que emitem esses dólares?"

    Certamente.

    "Se os EUA apreciassem sua moeda poderia importar ainda mais da China, que deprecia a sua moeda. Se o déficit comercial não é importante e a China deseja mesmo é estimular as exportações , por que os americanos não apreciam o dólar?"

    Porque seu governo, como todos os outros, é mercantilista. Ele defende interesses de indústrias que querem exportar mais e que não querem a concorrência de importados. Assim como todos os outros governos, o governo americano acredita que importação destrói emprego. Você não está vendo o idiota do Trump dizendo que vai impor uma tarifa de importação de 45% sobre os produtos chineses? Dilma, que é Dilma, se contentou com "apenas" 35%.
  • Anderson  26/08/2016 14:40
    Não entendo. Se é como você está dizendo por que toda esta loucura continua e como é possível que quase todos os economistas do mundo estejem enganados?
  • Leandro  26/08/2016 14:58
    Não é considerado loucura quando o arranjo tem quase 100% de aprovação entre as cabeças pensantes.

    De resto, não é tão simples assim você fazer com que uma moeda deixe de ser utilizada como meio internacional de troca. Como você faria para retirar do dólar o privilégio de ser a moeda de reserva internacional? O que você colocaria no lugar? Mais ainda: como você faria essa troca? Como você pacificamente convenceria os americanos a abrirem mão de seus privilégios e rebaixarem o status internacional do dólar?

    Há dois artigos sobre isso:

    O que um país deve fazer para substituir o dólar como moeda de reserva mundial

    Quais as chances de o dólar deixar de ser a moeda de reserva internacional?
  • Andre   26/08/2016 15:35
    Já dizia o matemático mais rigoroso de seu tempo, René Descartes, á mais provável que poucos encontrem a resposta verdadeira do que muitos.
  • Capitalista Keynes  29/08/2016 13:02
    Então até os EUA são "keynesianistas"....pois o FED estipula a taxa de juros zero por causa da escassez de demanda.....e diz que a inflação ideal é de 2%.....enquanto os dados da economia não melhoram, eles não elevam a taxa de juros.....ou seja INTERVENÇÃO DO ESTADO NA ECONOMIA.....na Europa é a mesma coisa.....SEMPRE DISSE ISSO AQUI : NÃO EXISTE NAÇÃO 100% LIBERAL....LIBERALISMO ,ASSIM COMO O SOCIALISMO SÃO UTÓPICOS. Esqueçam .....Keynes Sueco é o melhor e mais justo sistema de todos.
  • Amante da Lógica  29/08/2016 15:07
    Opa, obrigado pela confissão!

    Já que todos os países são keynesianos e não há países 100% liberais -- e essa sua conclusão está absolutamente correta --, então convenhamos que não é muito intelectualmente honesto sair dizendo -- como fazem os intervencionistas -- que toda e qualquer crise econômica é culpa do liberalismo, como a de 2008. Certo?

    É isso aí. Parabéns pela conclusão.
  • Capitalista Keynes  29/08/2016 15:58
    Mais uma notícia keynesianista tirada agora do site UOL economia


    12h30 BC do Japão pode anunciar choque de estímulos, afirma UBS


    TODOS OS GOVERNOS SÃO INTERVENCIONISTAS....Liberalismo jamais,socialismo jamais!!!
  • Capitalista liberal  30/08/2016 13:41
    "Keynes Sueco é o melhor e mais justo sistema de todos."

    Sim, para quem sonha em viver as custas dos outros é um paraiso mesmo.

    obs.: Apesar do seu amplo estado de bem-estar social, o país possui uma moeda forte, uma economia aberta e uma reduzida burocracia ao negócios. Ou seja, para o Brasil virar uma Suecia teria que fazer uma reforma liberal antes.
  • Gabriel Medeiros  30/08/2016 05:35
    Ciro Gomes falando bosta da EA novamente. Dessa vez ele procurou argumentar. O que não evitou de demonstrar sua tamanha ignorância sobre economia.
    https://www.youtube.com/watch?v=h672f1Pjj1g
  • Leandro  30/08/2016 12:26
    O sujeito afirmou que a Escola Austríaca acredita que "a demanda gera oferta" (minuto 3:32), e fez todas as suas pontificações baseando-se nessa premissa.

    Ora, é exatamente o contrário! A EA é totalmente crítica a essa ideia de que demanda e consumismo geram oferta e crescimento. Essa ideia de demanda gerar oferta é puramente keynesiana.

    O consumismo não gera crescimento econômico - e sua defesa é o cerne da teoria keynesiana

    Produção versus consumo - a confusão que causa miséria

    O crescimento econômico é fácil e natural - basta o governo permitir

    A verdadeira Lei de Say - e não a distorção keynesiana

    Depois, o ilustre vai ainda mais fundo e diz que no debate entre Keynes e Hayek, "Keynes venceu folgadamente". Curioso, pois o próprio Keynes reconheceu que estava errado.

    Quando Hayek contou para Keynes (ambos eram amigos) que estava escrevendo um livro voltado exclusivamente para desmontar toda a teoria keynesiana, Keynes lhe respondeu: "Esqueça aquilo tudo. Nem eu mais acredito naquilo".

    Parece que os únicos crentes no keynesianismo que sobraram no mundo são Ciro e sua mentora Dilma. E, por ser um mentiroso to descarado e contumaz, Ciro mostra que já possui todas as qualidades necessárias para ser presidente.
  • Joaquim Saad  30/08/2016 12:57
    Não é o caso de postar alguma coisa no YouTube rebatendo esta entrevista desse "presidenciável" ? Afinal, a mentira costuma dar meia volta ao mundo enquanto a verdade ainda está calçando os tênis...
  • Gabriel Medeiros  30/08/2016 17:07
    Sim, Leandro. Essa inversão foi de cara o meu espanto. Eu não esperava uma bobagem dessas dele, mesmo sabendo de quem se tratava.
  • anônimo  30/08/2016 17:48
    Caro Leandro, como você responde a esse argumento:

    A Direita Te Enganou, 39 minutes ago:

    "Não é porque temos destilarias que as pessoas bebem uísque. É porque as pessoas bebem uísque que temos destilarias." (Mises)

    Como disse o Constantino,primeiro vem uma demanda,não ? "
  • Leandro  30/08/2016 19:02
    Para começar, essa frase de Mises foi dita em um contexto completamente diferente (não tenho culpa se o Constantino ou outra pessoa a utilizou querendo dar a entender outra coisa). Mises não estava falando sobre oferta e demanda, mas sim sobre a amoralidade do mercado.

    Veja o trecho completo:

    "Para o empresário, na qualidade de vassalo do consumidor, é irrelevante se os desejos e necessidades dos consumidores decorrem de uma escolha racional ou emocional, moral ou imoral. O empresário procura produzir o que o consumidor quer. Nesse sentido pode-se dizer que ele é amoral. Pode tanto fabricar bebidas e armas como alimentos e roupas. Não lhe cabe dizer ao seu soberano como se comportar.

    Se um empresário, por razões éticas, se recusar a fabricar uísque, outros o farão enquanto as pessoas estiverem dispostas a pagar um preço compensador por uma garrafa de uísque. Não é porque existem destilarias que as pessoas bebem uísque; é porque as pessoas bebem uísque que existem destilarias. Podemos deplorar essa realidade. Mas, precisamos compreender que o aprimoramento moral da humanidade não é uma função empresarial.

    E os empresários não devem ser considerados culpados se aqueles cujo dever específico consiste em aprimorar moralmente a sociedade não conseguiram cumprir sua missão."


    Quanta diferença, não?

    De resto, tudo -- absolutamente tudo -- sobre produção e consumo já foi dito neste artigo, que nem é tão grande assim para leigos inteligentes lerem e entenderem:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2427

    Em suma, de nada adianta haver demanda se não houver produção. E não há como haver produção se não houver poupança e investimento. A encrenca está em produzir, e não em demandar.

    Demandar, todo mundo demanda. Ao acordar e sair da cama você já está demandando (alimentos, energia elétrica, água, gasolina para o carro etc.). Demandar é fácil. Produzir é que são outros quinhentos. O simples fato de haver demanda não garante produção.

    Há uma enorme demanda para a cura do câncer. Mas cadê a oferta?

    O mais curiosos de tudo é que Ciro ao menos parece entender essa obviedade (ainda bem!), mas não parece se dar conta de que quem acredita na falácia de que demanda gera produção é Keynes.

    Pior ainda: ele jura que quem acredita nessa falácia é Mises!

    Deem um livro para o coronel urgentemente.
  • Taxidermista  30/08/2016 13:15
    Essa de dizer que "Keynes venceu folgadamente" o debate com Hayek é, realmente, de uma ignorância assustadora.

    No cap. 4 dessa compilação - mises.org/library/prices-and-production - tem um ensaio em que Hayek desmonta Keynes de uma forma absolutamente demolidora.

    E o que fez Keynes? Escreveu uma "review" do "Prices and Production" recheada de ataques ad hominem rasteiros. Ou seja, nem fez menção ao referido ensaio do Hayek.


    Sempre lembrando que sobre o debate Hayek-Keynes NÃO deve ser lido Nicholas Wapshott (hayekcenter.org/?p=5167);

    eve ser lido Roger Garrison,

    Gerald P. O'Driscoll Jr. (www.amazon.com/Economics-Coordination-Problem-Contributions-Friedrich/dp/0836206630/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1472562658&sr=1-1&keywords=economics+coordination+o%27driscoll),

    ou esse aqui: www.amazon.com/Hayek-Keynes-Debate-Lessons-Business-Research/dp/0773479708


    Vale lembrar esse artigo do site:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=669
  • Joaquim Saad  31/08/2016 01:50
    Instrutivo este resumo sobre keynesianismo x EA feito pelo TheAustrianInsider.

  • Rogerio Faria  02/09/2016 19:33
    Por que a ciência economica não consegue, através de seus estudos, equacionar as vicissitudes humanas, ou seja, a justiça social.
    Para os graduados, doutorados, mestrados nesta ciência acho que o histórico não é muito bom. Teorias, refutações, apartes tudo muito confuso e carregado de dogmas, sectarismos, etc., bem "humano" por sinal.
    Como algumas profissões que entrarem em declínio (algumas, como dinossauros, extinguiram-se)acho que as ciências econômicas (leia-se economistas), estão indo pelo mesmo caminho.
    Mas tudo bem a classe consegue sempre estar na mídia, principalmente com as crises econômicas terceiro-mundistas, geradas pelos seus governantes, ineficientes.
    Alquimistas, sacerdotes, curandeiros, escribas, cientistas políticos brasileiros, etc., caem ou caíram em desgraça por tentar explicar o inexplicável.
    A saída dos estudos econômicos ainda é possível, ainda há tempo, corram. Os preciosos textos econômicos não precisam virar uma bíblia.
    Neste sentido, só vejo uma saída, nobres catedráticos, é dar a esta ciência um viés ecológico.
  • Catedrático  02/09/2016 20:52
    "Como algumas profissões que entrarem em declínio [...]acho que as ciências econômicas (leia-se economistas), estão indo pelo mesmo caminho."

    Desconheço um site e língua portuguesa que seja mais críticos aos economistas do que este próprio site. Alguns artigos que me vêm à mente:

    O desastre da ciência econômica moderna e seus modelos que transformam indivíduos em equação

    Nosso desastre começa nas faculdades e universidades de economia
    O que os economistas neoclássicos têm em comum com o marxismo e com os socialistas utópicos

    Saber sobre economia não é o mesmo que entender de economia

    Por que economistas são histéricos em relação à balança comercial?

    O restante dos seus gemidos é até compreensível. Sem conseguir recorrer à razão e à lógica, sobrou-lhe apenas aquele que é o último refúgio dos indigentes cerebrais: recorrer a afetações de coitadismos e a efusões de sentimentalismo. Como se isso fosse argumento. Como se você possível criar prosperidade e acabar com a pobreza apenas recorrendo a frases líricas.
  • Antonio  16/09/2016 14:25
    O Brasil está preparado para viver sob um regime de padrão-ouro, sem inflação monetária?
    Queria ouvir as respostas de vocês, mas pessoalmente acho que a resposta é um sonoro Não. A simples pressão por aumentos salariais de sindicatos e outros grupos corporativistas inviabilizaria a adoção desse sistema. As pessoas não aceitariam receber menos em caso de deflação monetária intrínseca ao padrão-ouro. O que vocês acham?
  • Joaquim Saad  16/09/2016 16:18
    Sei lá, mas penso que conforme o possível os cidadãos conscientes da tirania estatal devem se auto-colocar no padrão-ouro, independentemente do que quiser e fizer o governo e os parasitas mamando em suas tetas. A "guerra" a ele só poderá um dia ficar-lhe desfavorável se, ao invés de inutilmente bater de frente contra tamanho poder, cada indivíduo tomar a iniciativa de "bypassá-lo" silenciosamente adotando por sua própria conta as medidas que cobra de maneira utópica justo de seu algoz (!) p/ finalmente vivermos numa sociedade mais livre e justa.

    Caso a maioria resolvesse usar em seu cotidiano bitcoins e metais preciosos (que hoje já podem ser facilmente adquiridos e até mesmo transferidos entre as pessoas através de diversas empresas espalhadas pelo mundo), finalmente teriam desferido um golpe sério naquelas organizações criminosas, obrigando-as assim a recorrer às formas descaradas de espoliação (confisco direto de bens materiais) preteridas em lugar da pilhagem que praticam de forma disfarçada do povo via inflação e incontáveis impostos embutidos em tudo, enfim caindo de vez a máscara.

    Isso tudo dá trabalho mesmo, mas é o que está ao nosso alcance. Que os frequentadores deste site put their money where their mouth is !
  • Uirá Ramos  30/09/2016 19:58
    Keynes é o novo Marx. Os petistas e demais partidos de esquerda estão migrando o discurso do marxismo para o Keynesianismo. Eles acham que é o discurso mais eficiente para combater o liberalismo. Pode ver que a maioria dos novos keynesianos da internet são seguidores da esquerda.
  • Joaquim Saad  30/09/2016 20:18
    Por isso já sugeri aqui a atualização do bordão:

    - Keynes
    + Mises
  • anônimo  04/01/2017 17:34
    Então não foi por acaso que o Monetarismo se popularizou nos anos 80.

    O keynesianismo quase faliu os EUA, e consequentemente o mundo, durante a década de 70.


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