Após uma década de forte crescimento econômico, burocratas querem regular o Peru

Os peruanos foram agradavelmente surpreendidos, embora tenham ficado um tanto perplexos, com a notícia de que, no dia 8 de outubro, uma quinta-feira, haveria um fim de semana prolongado.  O motivo deste feriado improvisado foi a chegada da "comunidade internacional" em Lima para o encontro anual dos líderes do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

O presidente do Peru, Ollanta Humala (podendo usufruir uma breve trégua em relação a um escândalo envolvendo subornos recebidos por sua mulher de empreiteiras brasileiras), estimulou os peruanos a se orgulharem do fato de que os lideres das finanças internacionais escolheram o Peru como vitrine para sua conferência, e sugeriu que "isso demonstra para todo o mundo a excelente administração da economia peruana e o nosso seguro e receptivo arcabouço para os investimentos" alcançada sob seus auspícios.

Tais comentários são interessantes porque o Peru realmente representa uma inegável história de sucesso econômico.  Se você quer um exemplo clássico e atual de como os mercados podem retirar as pessoas da pobreza abjeta, basta estudar o Peru.  (Veja todos os detalhes aqui).

No entanto, o que Humala intencionalmente ignorou — além do fato de que essa transformação econômica peruana ocorreu muito antes de sua presidência — é que as raízes do progresso peruano estão não em uma supostamente sábia política estadista, mas sim na antiga e venerável tradição da incompetência estatal peruana, a qual faz com que os indivíduos tenham de se virar para se sustentar.

Quinze anos atrás, o economista peruano Hernando de Soto, em seu instigante livro O Mistério do Capital, escreveu com profundidade sobre o bizantino funcionamento da burocracia peruana, em que obter títulos de propriedade ou abrir uma empresa exigia que o cidadão se submetesse a um suplício burocrático extremamente caro e demorado, podendo levar anos para se obter a autorização do estado.  De Soto lamentou o fato de que essa falta de reconhecimento legal pelo estado impedia os pobres de utilizarem em proveito próprio aquilo que eram ativos realmente consideráveis: suas moradias.  

[N. do E.: ao investigar as consequências econômicas da falta de direito de propriedade entre as populações mais pobres do continente, Hernando de Soto descobriu que os pobres da América Latina, só nas terras que possuem de fato mas não de direito, estavam sentados em cima de quase 10 bilhões de dólares. Sem título de propriedade, não podiam capitalizar em cima desse valor.

De Soto estimou que 80% da propriedade nos países em desenvolvimento está totalmente na informalidade.  Ou seja, há dezenas de milhões de famílias no continente que simplesmente não podem utilizar sua propriedade como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo.  Se a casa ou o terreno de uma família pobre não são formalmente seus (como no caso das favelas brasileiras), não há nenhuma medida econômica que possa compensar tudo isso.]

No entanto, a análise de de Soto desconsiderou uma questão importante: caso o Peru tivesse adotado um eficiente aparato regulatório estatal, ao estilo dos países ricos do Ocidente, será que o cidadão médio peruano teria sido capaz de acumular riqueza para utilizar como garantia?

Vale ressaltar que — como todo peruano sabe e todo turista ocidental se surpreendente ao perceber — o Peru é um país em que, se você quer fazer algo, ninguém, muito menos o governo, irá impedir você.

Se você quer uma casa, você pode simplesmente ir para os subúrbios de uma cidade — como já o fizeram milhões de peruanos —, se apropriar de um pedaço de terra devoluto e construir sua casa ali.  Os ineficientes burocratas dificilmente irão perder tempo lhe atormentando.  Se você quer empreender, simplesmente comece a vender coisas nas ruas.  Se você quer ter uma fábrica de roupas, simplesmente comece uma na sua própria casa.  O mesmo vale para você que quer abrir um restaurante ou até mesmo uma escola. 

É verdade que, como apontou de Soto, no papel, são necessários vinte e seis meses para o estado autorizar e reconhecer uma rota de ônibus.  Isso, no entanto, não impediu que indivíduos empreendedores criassem, informalmente, seu próprio serviço de transporte público utilizando vans e ônibus escolares convertidos em ônibus comuns, o que marcou o início daqueles que hoje são os surpreendentemente eficientes (embora lotados) itinerários de ônibus em Lima, os quais transportam passageiros para praticamente todos os pontos imagináveis da irregular capital peruana, e por uma fração de um dólar.  O bem-sucedido empreendimento dos ônibus e das vans é uma notável demonstração da ordem espontânea em ação.

No Peru, não é necessário pagar para um médico generalista para que este autorize um procedimento médico: exames de sangue, endoscopias e radiografias podem ser adquiridos prontamente à vista nas várias clínicas particulares individuais (de proprietários únicos) que existem no país.  Todos os tipos de remédios genéricos podem ser prontamente adquiridos informalmente nestas clínicas, sem burocracia.  E, se você quer entretenimento, em praticamente todas as ruas você pode comprar um DVD pirata, de alta resolução, do mais recente sucesso de Hollywood.

Obviamente, não estou dizendo que os peruanos nunca ouviram falar de alvarás, licenças, regulamentação de profissões, impostos, leis de zoneamento, patentes e tudo mais; elas existem e estão impressas em um Diário Oficial que está dentro de alguma gaveta em algum lugar.  Mas tais burocracias são majoritariamente conceitos abstratos que, na maior parte do tempo, podem ser tranquilamente ignorados pelos peruanos.  Tudo está à venda no Peru, e barreiras à entrada no mercado praticamente inexistem.

O resultado deste feliz e inesperado encontro entre o paladino espírito latino e um apático aparato estatal é uma sociedade civil sólida e flexível, em que serviços privados de saúde e educação de baixo custo estão disponíveis para todos e cujos cidadãos usufruem níveis nutricionais e de expectativa de vida que estão dentre as mais altas colocações do próprio índice de desenvolvimento do Banco Mundial.

No entanto, todas essas conquistas não estão adequadamente relatadas nas estatísticas do PIB, e certamente não estão sendo celebradas pelo presidente do Peru ou pelos dignitários do Banco Mundial.  Com efeito, em vez de reconhecerem os pequenos empreendimentos informais como sendo a genuína manifestação dos princípios do livre mercado, bem como a quintessência da liberdade, o Banco abertamente criticou e condenou sua existência.

Para o Banco Mundial, a ausência de regulamentação é automaticamente sinônimo de subdesenvolvimento.  Para o Banco, "desenvolvimento" é a imposição de métricas arbitrárias para o consumo, para os gastos sociais e para os anos de educação pública, bem como a implantação de disposições legais, como salário mínimo e encargos sociais e trabalhistas.  O problema é que a implantação desses indicadores de desenvolvimento convenientemente gera uma população trabalhando por salários especificados pelo governo e em empresas também reguladas pelo governo, nas quais os trabalhadores podem ser tributados na fonte.  Esses impostos serão então utilizados para financiar uma variedade de programas sociais gerenciados pelos "profissionais da pobreza", que dedicam seus esforços para descobrir por que as pessoas estranhamente se tornam deprimidas tão logo elas são proibidas pelo estado de ganhar a vida como bem querem, sendo obrigadas a se submeter a decretos estatais e às empresas aliadas do regime.

Esse modelo de desenvolvimento totalmente sem imaginação também não é capaz de retirar a atenção da maneira questionável como o Banco — e mais especificamente sua sucursal, a International Financial Corporation (IFC), que concede empréstimos para grandes empresas — age para "retirar as pessoas da pobreza".  Os peruanos estão hoje bem cientes do quão sincero o lema do IFC de "criar oportunidades onde estas são mais necessárias" realmente é.

Por exemplo, um dos principais projetos do IFC, de fornecer acesso a serviços de saúde de alta qualidade, destinou US$ 120 milhões para a construção da suntuosa Clínica Delgado, no centro do rico distrito de Miraflores, em Lima.  Os moradores de Lima agora podem fazer consultas por módicos US$ 150...

Outro necessitado peruano que o IFC se mostrou ávido para ajudar foi o homem mais rico do Peru, Carlos Rodriguez Pastor, cujo grupo Intercorp recebeu US$ 164 milhões para expandir sua divisão de serviços financeiros.  Para não ficar para trás, o Grupo Romero (de propriedade da mais rica família de banqueiros do país) recebeu US$ 180 milhões para renovar duas fábricas de processamento de óleo vegetal.  Já o Grupo Glória recebeu US$ 25 milhões para construir uma fábrica que irá solidificar seu monopólio sobre o processamento de laticínios no Peru.

O IFC também ampliou sua influência sobre a indústria do turismo peruana, a qual atrai milhões anualmente e fornece uma substancial renda para as pequenas empresas, para as operadoras locais de turismo e para as comunidades indígenas.  Não obstante o êxito deste setor, o IFC evidentemente acredita que ainda há alguns peruanos que necessitam de uma ajudinha, como o faustoso grupo "Peru Holding de Turismo" e seu parceiro, a rede de hotéis "Orient Express", dona de alguns dos mais lucrativos hotéis do Peru.  Eles receberam US$ 40 milhões para remodelar vários hotéis de luxo na região de Cusco, os quais atendem exatamente o tipo de elite internacional que ocupa o alto escalão do IFC. 

Certamente isso faz parte da estratégia de redução da pobreza do Banco, e os planejadores do organismo querem que Cusco se torne a Davos latino-americana, assegurando aos peruanos um futuro brilhante nos ramos da hospitalidade, dos cerimoniais e do entretenimento adulto.

Há vários outros exemplos de corporativismo e privilégios explícitos, e certamente estes ocorrem em vários outros países "em desenvolvimento".  A única coisa que muda são os nomes das elites nacionais e das corporações estrangeiras que recebem essa lucrativa forma de patrocínio estatal internacional.

Os milhares de peruanos que apareceram para se manifestar contra a conferência provavelmente estão corretos em suspeitar das motivações dos burocratas e diretores das instituições internacionais cujos planos (como o Acordo Transpacífico de Cooperação Econômica) e modelos econômicos iriam, se concretizados, acabar com a verdadeira concorrência, dificultar o empreendedorismo e restringir suas liberdades.

Assim que a conferência acabou, os vendedores informais — os quais foram retirados das ruas e expulsos da área onde ocorreu a conferência — puderam retornar ao trabalho.  Se eles tivessem algum interesse, poderiam até ter reconhecido Christine Lagarde, Jim Yong Kim etc. saindo em seus carros governamentais pretos e blindados.  É de imaginar se esta elite estatal financiada com o dinheiro de impostos reconheceria um livre mercado mesmo se este estivesse explícito diante de seus olhos.

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Leia também:

O capitalismo explícito e o capitalismo envergonhado no Brasil


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SOBRE O AUTOR

Simon Wilson
mora no Peru, onde leciona administração em uma escola britânica.  É formado em economia e filosofia pela Universidade de York, no Reino Unido.



"Por exemplo, o relativo à questão estrutural, que devido ao orçamento praticamente ser engessado pelos gastos com servidores, aposentados e pensionistas, tem-se muita dificuldade em fazer qualquer redução ou enxugamento da máquina estatal."

Na verdade, isso foi abordado no artigo.

O fato é: durante a expansão do crédito, quando a quantidade de dinheiro na economia aumentava continuamente, a arrecadação dos governos estaduais não parava de subir. Consequentemente, os governadores não paravam de criar novos gastos. Era uma farra que foi vista como perpétua.

Agora que o crédito secou, a oferta monetária estancou e a economia degringolou (com o fechamento de várias empresas), o aumento previsto das receitas não ocorreu. Na verdade, pelos motivos explicados no artigo, as receitas estão caindo. Mas os gastos contratados continuaram subindo.

Gastos em ascensão e receitas caindo -- é claro que a conta não vai fechar.

O RJ teve o problema adicional da lambança feita na Petrobras, o que reduziu bastante as receitas do estado com a extração de petróleo. Mas, mesmo que a Petrobras estivesse supimpa, a situação do estado continuaria calamitosa. Um pouquinho melhor do que é hoje, mas calamitosa.

Lição: é impossível brigar contra as leis da economia.

"a partir de 2009, os estados puderam voltar a se endividar. [...] Aí os estados passaram a se financiar, ou a financiar seus investimentos, através de endividamento e não de a partir de suas receitas. E mais com o dado de que o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, assinou (uma a uma) autorizações de crédito pra estados e municípios que tinham classificação de crédito C e D."

Como você corretamente colocou, os estados eram avalizados pelo governo federal. Eles só podiam pedir emprestado se o governo federal fosse o fiador do empréstimo.

Vale ressaltar que esses empréstimos aos estados são efetuados pelos bancos estatais (com a garantia do governo federal). E esse foi exatamente o tema do artigo.

Esses empréstimos dos bancos estatais direcionados aos governos estaduais também permitiram que eles inchassem suas folhas de pagamento, mas sem qualquer garantia de que as receitas futuras continuariam cobrindo esse aumento de gastos.

Como a realidade se encarregou de mostrar, isso não ocorreu.

No final, tudo passa pelos bancos estatais e sua expansão do crédito de acordo com critérios políticos.

Obrigado pelas palavras e grande abraço!
Posso me meter nessa contenda.

Roberto, analisei o nexo temporal de necessidade x invenção dos medicamentos e diria que sim, Thiago está correto.

E pensando sobre isso, a necessidade antes da criação engloba tudo aquilo que escapa a ação humana e interfere em nossas vidas, como doenças, mudanças climáticas e a gênese química e biológica. Porém o cerne da Lei de Say não é o apriorismo da criação como antecedente da necessidade, mas sim de como o mercado valora a criação, e se por essa valoração intrínseca ela se perpetua ou não através do tempo. Mas vamos voltar ao exemplo do Thiago.

Por exemplo, se analisarmos técnicas de irrigação em uma biosfera árida, e existem centenas delas. A partir daqui conseguimos estabelecer o cenário de solo árido (criado por... enfim eu acredito em Deus, mas quem quiser acredite no ocaso), a necessidade subjetiva de irrigação para agricultura, e a ação humana, que irá mover recursos escassos para ali produzir, calculando custos e impondo preços, e em contrapartida novamente a ação humana, que irá verificar se esses custos são viáveis, comprando ou não os frutos daquela terra.

Com isso conseguimos estabelecer um nexo causal entre a necessidade primeira e a criação posterior, onde o agente primário criador daquele cenário árido não está entre nós. Não sabemos o por quê de ser árido. O criador desse quadro não o vendeu para nós, logo esse agente não busca o mesmo resultado que nós - o lucro. Só nós, o solo e a oportunidade subjetiva de aproveita-lo para produzir e prosperar.

O mesmo paralelo podemos estabelecer entre a doença e a medicina, onde nós somos o terreno criado pelo agente oculto, e neste terreno habitam doenças causadoras de distúrbios (também criadas pelo mesmo agente).

Apriorísticamente desde quando nascemos existe a necessidade primária de solução, ou o resultado é muitas vezes a morte. A partir dessas quase infinitas necessidades, profissionais de todas as partes do mundo criam desde os primórdios da nossa espécie técnicas e substâncias para, se não possível resolver, mitigar a necessidade trazendo conforto ao doente.

Nesse emaranhado de técnicas foram se perpetuando as mais eficientes E mais econômicas, tanto ao doente quanto ao profissional. Novamente conseguimos enxergar o nexo causal, onde a ação humana só existe após a doença, e com ela cessada, a ação humana também cessa. Sendo mais lúdico, remonto as palavras do Mestre: "Os sãos não precisam de médico".

Para concluir, os homens que estão a frente de seu tempo são aqueles que não somente criam antes da necessidade, basicamente inventando-a (afinal, quem diria como um Iphone é útil sem saber que ele existe?), mas aqueles que conseguem lidar com a necessidade criada pelo agente oculto de forma mais efetiva que seus pares, em menos tempo, e de forma mais econômica.

Obrigado por quem leu até aqui.
Leandro, me referi que em um período ou em uma ''reforma'' anunciada, seria mais racional seguir essa ordem..

E mais, eu disse:

''Eu entendo que cortar as tarifas e permitir importar carro usado, iria de fato ser positivo, ao mesmo tempo aumentaria o desemprego substancialmente nessa grave recessão e pior: O desemprego iria continuar se o empreendedorismo continuasse como esta''

Ai que ta, mesmo sobrando dinheiro para as pessoas consumirem, investirem, pouparem e empreenderem, nessa recessão e nessa burocracia asfixiante o efeito não seria tão significante, imagine nesse cenário nacional onde empreender é coisa pra maluco, uma recessão tremenda, um governo intervindo mais novamente e etc, como que poupança vai surgir, consumo, empréstimo, renda....
Repito, você esta completamente correto sobre esses efeitos lindos, só que isso em um país fora de recessão e um pouquinho mais livre... Não vejo que esses feitos aconteceriam no Brasil nesse caos atual, uma economia que no ranking de liberdade economica fica junto a países socialistas....Entende?

Sera mesmo que os resultados seriam significantes?
Essa a questão sobre ''a situação atual''.

Mas você fez eu perceber um ponto que eu antes não havia pensado, muito obrigado!

''A única maneira garantida de fazer reformas é havendo uma "ameaça" concreta e imediata. No Brasil, sempre foi assim.

Por outro lado, ficar empurrando a situação com a barriga, à espera do surgimento de uma "vontade política" para fazer uma mudança que não é urgente (e não será urgente enquanto não houver livre comércio) é garantia de imobilismo.''

Ainda acho essa ameaça utópico aqui, porque:
Que político estaria disposto a abrir a economia mas continuar engessando a economia nacional? Uma contradição pura, se algum burocrata eleito tiver disposto a abrir a economia, muito provável que ele também estará disposto a facilitar o comercio nacional. Nunca vi um exemplo de um cara que chegou e falou ''temos que abrir a economia pro mundo, mas devemos criar toda dificuldade para as pessoas empreenderem''
Ele nunca daria esse tiro no pé e criar essa ameaça que você falou, até porque mesmo que fizesse, os empresários chorariam pela volta da reserva de mercado porque é caro a produção aqui e o burocrata voltaria a estaca zero...

Por outro lado você exagerou um pouco sob minha colocação:

''Essa ideia de que primeiro temos de esperar o governo ter a iniciativa de arrumar a casa para então, só então, conceder a liberdade para o indivíduo poder comprar o que ele quiser de quem ele quiser é inerentemente totalitária''

Acho que o que der pra fazer primeiro que faça, não acho que devemos esperar o governo arrumar pra então abrir.
No meu comentário eu também quis dizer que se algum presidente estivesse disposto a fazer uma reforma pró-mercado, que então fosse assim, acredito que seria mais eficiente e com menos ''choro'' assim. Você sabe, Argentina, Brasil e afins são países inviáveis, você quer fazer reforma trabalhista nego chora, reforma da previdência nego chora.... Imagine o que os empresários brasileiros não iriam fazer quando soubessem que um presidente esta disposto a destruir as reservas de mercado amanha....
Eu acho que ''politicamente'' também seria mais eficiente do jeito que eu falei...

Agora se tivermos a oportunidade de acabar com as reservas de mercado amanha, antes de qualquer outra reforma, que ACABE!. Seria uma conquista e um passo rumo a liberdade e por isso os resultados não importariam, eu questionei a significancia desses resultados no Brasil de hoje, não acredito que seria como você disse por causa do nosso desastre e dessa economia estatal. Nunca que vou ser contra esse passo, no máximo como eu falei, em uma reforma liberal geral eu iria ''adia-la por um ano''.
Principalmente olhando mais pra realidade ''Política'' e como o País e seu povo é.

''Não faz sentido combater estas monstruosidades criando novas monstruosidades. Não faz sentido tolher os consumidores ou impor tarifas de importação para compensar a existência de impostos, de burocracia e de regulamentações sobre as indústrias. Isso é querer apagar o fogo com gasolina. ''

Não tem lógica mesmo, nesse seu comentário brilhante você respondeu como se eu fosse um protecionista, o que não é o caso kkk.
Eu apenas levantei a reflexão que: Se tivesse um cara do IMB na presidência, com carta branca pra fazer o que quiser, acho que seguir a ''ordem'' que eu disse seria mais racional, politicamente mais viável (daria pra conter melhor o choro) e por ai vai...

Nesse seu trecho, você não esta me contra-argumentando e sim um protecionista que eu não presenciei..kkkk

Novamente, não defendo o protecionismo de maneira alguma, só disse que em uma reforma austríaca no Brasil, as tarifas de importação deveriam ser extintas depois de certas reformas(não demoraria, seria uma das prioridades sim).
E questionei a significancia dos efeitos sob nossa situação atual.
Se esse fosse o tema do referendo amanha, eu votaria contra?
Obvio que não, independente de qualquer coisa....

Foi isso que eu quis passar....

tudo de bom e Grande Abraço!
Sim. A sorte é que, na prática, elas não são impingidas. Há tantos requisitos que têm de ser encontrados para que tais restrições sejam impingidas que, na prática, isso não ocorre.

https://www.hoganlovells.com/~/media/hogan-lovells/pdf/publication/competition-law-in-singapore--jan-2015_pdf.pdf

Aliás, veja que interessante: o caso mais famoso em que essa medida foi aplicada foi quando a CCS (Competition Commission of Singapore) multou 10 financistas por eles terem pressionado uma empresa a retirar uma oferta do mercado.

Ou seja, o governo, uma vez que ele existe, atuou exatamente naquela que é a sua função clássica: coibir a coerção a terceiros inocentes. No caso, coibiu uma pressão que estava sendo feita a uma empresa que estava vendendo produtos (seguro de vida) mais baratos.

www.channelnewsasia.com/news/business/singapore/10-financial-advisers/2611160.html

Eu quero.
Opa, eu também tenho correlações irrefutáveis!

tylervigen.com/images/spurious-correlations-share.png

i.imgur.com/OfQYQW8.png

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www.tylervigen.com/chart-pngs/10.png

i.imgur.com/xqOt9mP.png

Caso queira mais é só pedir!


P.S.: ah, só para você não mais ser flagrado como desinformado, os irmãos Koch financiam o Cato Institute, que é inimigo figadal do Mises Institute. Os Koch desprezam o Mises Institute e seus integrantes. E o Mises brasileiro sobrevive das doações de voluntários, como você. Faça a sua parte!

www.mises.org.br/Donate.aspx
Sim e não.

De fato, se todo o crédito fosse para consumo -- uma coisa irreal, pois o crédito para consumo é o mais caro e arriscado --, o efeito imediato seria o aumento dos preços dos bens e serviços. Muitas pessoas estariam repentinamente consumindo mais (maior demanda) sem que tivesse havido qualquer aumento na oferta.

Só que tal aumento de preços mandaria um sinal claro para empreendedores: tais setores estão vivenciando aumento da demanda; ampliem a oferta daqueles bens e serviços e lucrem com isso.

Ato contínuo, a estrutura de produção da economia será rearranjada de modo a satisfazer essa nova demanda impulsionada pelo crédito.

Mas aí, em algum momento futuro, acontecerá o inevitável: se essas pessoas estão se endividando para consumir, como elas manterão sua renda futura para continuar consumindo? A única maneira de aumentar a renda permanentemente é produzindo mais, e não se endividando mais.

Tão logo a expansão do crédito acabar, e as pessoas estiverem muito endividadas (e tendo de quitar essas dívidas), não mais haverá demanda para aqueles bens e serviços. Consequentemente, os empreendedores que decidiram investir na ampliação daqueles setores rapidamente descobrirão que estão sem demanda. Com efeito, nunca houve demanda verdadeira por seus produtos. Houve apenas demanda artificial e passageira.

É aí que começa a recessão: quando vários investimentos errados (para os quais nunca houve demanda verdadeira) são descobertos e precisam ser liquidados.

E de nada adiantará o estado tentar estimular artificialmente a demanda para dar sobrevida a esses investimentos errados. Aliás, isso só piorará a situação.

Se um empreendedor investiu em algo para o qual não havia demanda genuína, ele fez um erro de cálculo. Ele imobilizou capital em investimentos que ninguém realmente demandou. Na prática, ele destruiu capital e riqueza. Cimentos, vergalhões, tijolos, britas, areia, azulejos e vários outros recursos escassos foram imobilizados em algo inútil. A sociedade está mais pobre em decorrência desse investimento errôneo. Recursos escassos foram desperdiçados.

O governo querer estimular o consumo de algo para o qual nunca houve demanda natural irá apenas prolongar o processo de destruição de riqueza.

O que realmente deve ser feito é permitir a liquidação desse investimento errôneo. O empreendedor que errou em seu cálculo empreendedorial -- e que, no mundo real, provavelmente estará endividado e sem receita -- deve vender (a um preço de desconto, obviamente) todo o seu projeto para outro empreendedor que esteja mais em linha com as demandas dos consumidores.

Este outro empreendedor -- que está voluntariamente comprando esse projeto -- terá de dar a ele um direcionamento mais em linha com os reais desejos dos consumidores.


Traduzindo tudo: a recessão nada mais é do que um processo em que investimentos errôneos -- feitos em massa por causa da manipulação dos juros feita pelo Banco Central -- são revelados e, consequentemente, rearranjados e direcionados para fins mais de acordo com os reais desejos dos consumidores.

A economia entra em recessão exatamente porque os fatores de produção foram mal direcionados e os investimentos foram errados.

Nesse cenário, expandir o crédito e tentar criar demanda para esses investimentos errôneos irá apenas prolongar esse cenário de desarranjo, destruindo capital e tornando a recessão (correção da economia) ainda mais profunda no futuro. E com o agravante de que os consumidores e empresários estarão agora bem mais endividados, em um cenário de inflação em alta -- por causa da expansão do crédito -- e sem perspectiva de renda.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Matheus  04/11/2015 14:31
    A página do Peru no Heritage Foundation completamenta este bom artigo:

    www.heritage.org/index/country/peru
  • João  04/11/2015 14:42
    É por isso que sou a favor da anarquia, sempre quando um pais libera sua economia,as pessoas ficam mais ricas e o governo cresce o olho, tudo que fica livre está passivo de interferência de burocratas
  • Edimar  04/11/2015 22:45
    Liberalismo não é anarquia. Anarquia é comunismo liberal.
  • Anderson S  04/11/2015 14:58
    Mas já?

    Poxa, nem deixaram os peruanos crescerem o suficiente para que tão rapidamente os regulem (controlá-los)...
  • Batista  04/11/2015 15:06
    Completando aquela listagem...

    Argentina hoje = Brasil amanhã
    Brasil hoje = Peru amanhã
  • anônimo  04/11/2015 18:00
    Muito bem apontado. Permita-me apenas completar.

    Peru amanhã = Brasil hoje
    Brasil amanhã = Argentina hoje
    Argentina amanhã = Venezuela hoje
    Venezuela amanhã = Cuba hoje
    Cuba amanhã = só Deus sabe...
  • Gabriel  04/11/2015 15:30
    Agora o Governo Peruano, apesar de tudo, deve ter se contido na tentação de passar a adotar uma politica fiscal e monetária expansionista né?

    Isso por si só também já seria um grande avanço, e junto com a liberdade de empreender acho que é uma das coisas mais importantes.
  • anônimo  04/11/2015 15:36
    E broxante não deixarem o Peru crescer...
  • Leonardo  05/11/2015 16:53
    ahhaahah muito bom!
  • Mohamed Attcka Todomundo  06/11/2015 10:58
    ñ precisa ter medo: põe camisinha no peru q Evita Nênem
  • Refugiado do socialismo  04/11/2015 16:14
    Com a economia peruana crescendo dessa forma, logo eles estarão devolvendo a areia do deserto para o mar e sendo uma potência do agronegócio. É só ninguém atrapalhar.

    Esse acordo TP possui regras trabalhistas e isso vai gerar confusão.

    O governo poderia ser útil em alguma coisas, mas é muito dificil acertar. Ir a Marte também é possível, mas também é difíl.

    Os governo são populistas. O governo Tupiniquim tirou impostos de coisas que consomem energia, mas a energia continua sendo tributada. Eles continuam tributanto excessivamente empresas e produtos de telecomunicações e informática.

    Nenhum países será desenvolvido tributando tecnologia, combustíveis, mão de obra, comida, remédios, saúde, imóveis, etc.

    A base da economia não pode ser tributada ou ter preços controlados. Isso é a primeira lei da economia. Só comunistas acham que controlar preços ajuda os pobres. Na verdade, quem acaba sendo prejudicado são os pobres, pois há mais impostos e escassez.

    Quando alguém precisa pagar 20 mil reais de ITBI para comprar um imóvel, podemos dizer que a política do governo é para criar desabrigados.
  • Mateus  04/11/2015 16:29
    Concordo com o Batista, é isso aí!...
  • Chávez  04/11/2015 17:12
    Esse artigo me lembrou desse aqui, publicado ano passado: Como Michelle Bachelet pretende destruir as bases institucionais do Chile

    Enfim, são apenas políticos latino-americanos sendo políticos latino-americanos.
  • Viking  04/11/2015 17:46
    parece que o destino da américa latina é ficar condenada pelo populismo socialista, infelizmente...
  • Mr. Magoo  04/11/2015 23:14
    Talvez não, Viking. No Peru já foi pior;
    www.libertarianismo.org/index.php/artigos/cura-capitalista-terrorismo/
  • Didi  04/11/2015 21:24
    A voracidade do Estado é tremenda, leiam com detida atenção o artigo publicado no Jornal El País do dia 31.10.2015, intitulado: Desafio na América Latina é subir imposto da renda e punir sonegação.

    A Cepal e especialistas dizem que tributo é baixo na comparação com mundo desenvolvido.

    Carga tributária no Peru 19,4% do PIB, por aí se vê porque a economia de los peruanos foi de vento em popa.

    Confira

    brasil.elpais.com/brasil/2015/10/29/economia/1446146776_404035.html
  • Jorge Gaspar  04/11/2015 23:18
    Qual é a possibilidade de os vários libertários espalhados pelo mundo fora conseguirem através de financiamento próprio adquirirem um país e establecerem nesse país ideias libertárias.
    Imagino se não existirá algures no mundo um pedaço de terra em que nos deixem estabelecer. É um pouco como a história do povo judeu a seguir á 2 grande guerra (embora já vivessem lá judeus antes).
    Deixava de ser preciso aturar eleições, eleitores, taxas e taxinhas, cuidados com o tabaco com a carne e a puta que os pariu a todos os socialistas.

    Já sei que me vão dizer que é impossível, mas se houver quem tenha uma ideia de como isso se poderia fazer que a partilhe
  • Viking  05/11/2015 17:35
    Liberland não atenderia ao seu exemplo?
  • Um observador  05/11/2015 17:52
    Jorge,

    Não existem países à venda, nem ilhas fora da jurisdição de algum país. Mas ainda assim existem algumas possibilidades:

    1 - Construir ilhas artificiais fora do alcance de qualquer governo.
    Exemplo: Seasteading Institute

    2 - Vários libertários mudarem para um mesmo lugar, para ter mais força para afetar a legislação, etc, e quem sabe conseguir a separação no futuro.
    Exemplo: Free State Project

    3 - Tentar pegar um lugar cuja propriedade não esteja muito clara, e tentar fazer ali uma nação libertária.
    Exemplo: Liberland
  • Viking  05/11/2015 18:52
    não seria viável fazer algo nos moldes do Free State aqui no Brasil?
    Roraima, Acre, Rondônia seriam os estados mais indicados, ou até o Tocantins.
  • Um observador  05/11/2015 19:04
    Puxa, deu falha na formatação do [link] e então eles não estão funcionando.
    Mas é só tirar o https// do endereço que abrir que vai dar certo.
  • Vander  04/11/2015 23:26
    O que eu mais vejo é o medo puro, nas ações destas instituições (Banco Mundial e asseclas), de verem algum país de 3º mundo conseguir prosperar pelo livre mercado.

    Assim que uma nação sub-desenvolvida começa a dar sinais de prosperidade, sempre ocorre um fato que marca o início do fim: ou é algum golpe de estado, ou é a "visita" do FMI impondo regras, ou é a ascensão de partidos populistas, etc. Sempre ocorre um acontecimento que faz com que 20/30 anos de lenta prosperidade seja destruída em 5/10 anos de táticas estadistas burocráticas.

    Seria mera coincidência? Seria realmente o simples destino dos latinos que, após décadas de prosperidade sustentável, sempre ocorra um acontecimento que bote abaixo essas conquistas?

    Será que o período colonial realmente acabou? Enfim, olhando do alto esses 'fenômenos' que acontecem na América Latina, sou propenso a acreditar que nossas tragédias estão muito além do simples destino.
  • mauricio barbosa  05/11/2015 00:56
    Vander então dê nome aos bois,fora isso tudo o que você insinuou(Forças estrangeiras ou seja lá o que for não passa de especulações e teorias conspiratórias como se o primeiro mundo não quisesse nosso desenvolvimento)me lembra os livros didáticos e chavões socialistas sobre colonialismo e neocolonialismo e outros blá-blá-blás,enfim o comércio colônia-metrópole era desfavorável a colônia e altamente lucrativo para a metropóle e tal arranjo acabou quando as mesmas ficaram independentes e o que ocorre hoje é o protecionismo bilateral tanto a américa-latina precisa do resto do mundo quanto o resto do mundo precisa da américa-latina ou seja precisamos de livre-comércio e não de protecionismo,confrontos,guerras,conspirações ou condenações tipo fidel castro quando dizia que a europa deveria devolver o ouro explorado por aqui,relembrando não precisamos dessa retórica socialista precisamos é de portos livres e só assim e tão somente assim prosperaremos sem crises.
  • Vander  05/11/2015 21:32
    Cara, desculpe, mas não entendi nada do que escreveste. Não sei se foi crítica ou não, mas na dúvida, vamos deixar por assim, ok?
  • mauricio barbosa  08/11/2015 02:21
    Vander quero dizer com isto é que o culpado de nossos fracassos se chama governo e os estrangeiros ganham ou perdem com nosso governo exemplo hoje cuba e venezuela ganham com o atual governo e multinacionais e fundos de pensão estrangeiros interessados em aportar recursos e investimentos em nossa terra estão sendo expulsos com estes rebaixamentos em nosso nota de rating,enfim essa foi minha ponderação contigo,ok!...
  • Alfredo Camilo  04/11/2015 23:43
    Muito interessante. Estive lá, e isso que foi descrito salta aos olhos.
  • Thiago Teixeira  05/11/2015 17:13
    Esse artigo é um exemplo de "quanto mais incompetente o funcionalismo publico, melhor para as pessoas".
  • Marcelo Henrique  06/11/2015 00:52
    Os burocratas ligaram para o Presidente do Peru e a oferta foi mais ou menos assim: "Senhor Presidente, o senhor tem muita gente enriquecendo por aqui, vamos enriquecer só a nós? nós temos as regras e o dinheiro pro empréstimo, o senhor só precisa abrir as pernas e voilà!
  • Refugiado do socialismo  06/11/2015 00:56
    É difícil acreditar em governos e burocratas. Até o governo do Vaticano cometeu desvios. Governos militares cometeram desvios. Governos religiosos cometeram desvios. Governos socialistas cometeram enormes desvios. Governos comunistas cometeram enormes desvios. Governos indígenas cometeram desvios. Governos que fazem plebiscitos populares cometeram desvios. Governos nazistas e facistas cometeram desvios. Governos monarquistas cometeram desvios.


    A liberdade das pessoas é violada a todo momento. As pessoas que produzem são prejudicadas a todo momento. Trabalhar 5 meses para pagar impostos é uma coisa medieval. A justiça está sendo violada pela própria justiça. A liberdade constitucional não existe.

  • Pedro  06/11/2015 13:22
    Bom dia, desculpem pela pergunta meio vaga, é que nem sei como perguntar o que quero saber :D

    Como se comporta a moeda do país nesse cenário?

    O pessoal adota uma moeda diferente da local (como o dólar), a moeda local se fortalece em relação às estrangeiras, como se dá a atração de investidores estrangeiros?



  • Bruna  09/11/2015 12:52
    Quando se trata de governo ou em anarquia que é o sistema político baseado na negação do princípio da autoridade devemos vetar os fatos verídicos e agir de forma pacífica.
  • louxo  13/11/2015 12:36
    Burocracia Peruana: Se vc chegar ao aeroporto de Lima com 2 notebooks, seus, usados, mesmo vc sendo turista, terá de pagar imposto de "importação" sobre o segundo notebook. Não interessa se é usado, se vc é estrangeiro e mesmo que seja para uso pessoal. Relato real que aconteceu com um amigo. Ahhhh o valor do segundo notebook (velho por sinal) foi definido através de um anuncio de venda no ebay, pois o modelo já não era fabricado a anos...
  • Viviane de Jesus  20/01/2016 01:27
    Quando se trata de burocracia ou anarquia é basicamente a ideologia política socialista e revolucionária baseada em uma crítica da dominação e em uma defesa da autogestão.
  • juli  16/03/2016 09:38
    gosto muito do peru moro já faiz um tempo é melhor do que morar no brasil aonde os politicos só querem te roubar e tu não pode fazer nada. infelizmente é a pura realidade brasileira.
  • Emerson Luis  22/03/2016 10:44

    Pelo que entendi, grande parte da liberdade econômica do Peru se deve à informalidade e à incompetência do governo em controlar a economia, mas o governo está querendo se aprimorar.

    A liberdade não pode ser concedida, apenas reconhecida, mas esse reconhecimento tem que ser formalizado.

    * * *
  • eduardo  06/04/2016 00:03
    Gosto de morar aqui no Peru. o Brasil é muito violento
  • Adian  17/04/2016 10:16
    Muito interessante. Estive lá.
  • Fabio de Melo  24/04/2016 02:00
    Quem dera fosse no Brasil!
  • anônimo  24/04/2016 22:27
    Peru, Chile e Colômbia estão de parabéns!
  • Elias Maman  26/04/2016 01:15
    Isso que é país!


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