A arma de fogo é a civilização

Os seres humanos têm apenas duas maneiras de lidar uns com os outros: por meio da razão e por meio da força.

Se você quer que eu faça algo por você, há duas opções: ou você me convence por meio de um argumento racional ou você recorre à ameaça de violência.

Toda e qualquer interação humana necessariamente recai em uma dessas duas categorias.  Sem exceção.  Razão ou força.  E só.

Em uma sociedade genuinamente moral e civilizada, as pessoas interagem exclusivamente por meio da persuasão.  A força não é um método válido de interação social. 

Sendo assim, e por mais paradoxal que isso possa parecer para alguns, a única ferramenta que pode remover a força dessa lista de opções é uma arma de fogo pessoal.

E o motivo é simples: quando estou portando uma arma de fogo, você não pode lidar comigo por meio da força.  Você terá de utilizar apenas a sua razão e a sua inteligência para tentar me persuadir.  Portando uma arma de fogo, eu tenho uma maneira de neutralizar a sua ameaça ou o seu uso da força.

A arma de fogo é o único objeto de uso pessoal capaz de fazer com que uma mulher de 50 kg esteja em pé de igualdade com um agressor de 100 kg; com que um aposentado de 75 anos esteja em pé de igualdade com um marginal de 19 anos; e com que um cidadão sozinho esteja em pé de igualdade com 5 homens carregando porretes. 

A arma de fogo é o único objeto físico que pode anular a disparidade de força, de tamanho e de quantidade entre um potencial agressor e sua potencial vítima.

Há muitas pessoas que consideram a arma de fogo como sendo o lado ruim da equação, a fonte de todas as coisas repreensíveis que acontecem em uma sociedade.  Tais pessoas acreditam que seríamos mais civilizados caso todas as armas fossem proibidas: segundo elas, uma arma de fogo facilita o "trabalho" de um agressor. 

Mas esse raciocínio só é válido, obviamente, se as potenciais vítimas desse agressor estiverem desarmadas, seja por opção ou por decreto estatal.  Tal raciocínio, porém, perde sua validade quando as potenciais vítimas também estão armadas.

Essas pessoas que defendem a proibição das armas estão, na prática, clamando para que os mais fortes, os mais agressivos e os mais fisicamente capacitados se tornem os seres dominantes em uma sociedade — e isso é exatamente o oposto de como funciona uma sociedade civilizada.  Um bandido, mesmo um bandido armado, só terá uma vida bem-sucedida caso viva em uma sociedade na qual o estado, ao desarmar os cidadãos pacíficos, concedeu a ele o monopólio da força.

E há também o argumento de que uma arma faz com que aquelas brigas mais corriqueiras, as quais em outras circunstâncias resultariam apenas em pessoas superficialmente machucadas, se tornem letais.  Mas esse argumento é multiplamente falacioso. 

Em primeiro lugar, se não houver armas envolvidas, todos os confrontos serão sempre vencidos pelo lado fisicamente superior, o qual irá infligir lesões e ferimentos avassaladores ao mais fraco.  Sempre.

No que mais, pessoas que acreditam que punhos cerrados, porretes, pedras, garrafas e cacos de vidro não constituem força letal provavelmente são do tipo que acreditam naquelas cenas fantasiosas que vêem nos filmes, em que pessoas tomam variados socos, pauladas e garrafadas na cabeça e ainda continuam brigando impavidamente, no máximo com um pouco de sangue nos lábios.

O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte.  O agressor mais forte não precisa de uma arma de fogo para aniquilar sua vítima mais fraca.  Já a vítima mais fraca precisa de uma arma de fogo para sobrepujar seu agressor mais forte.  Se ambos estiverem armados, então estão em pé de igualdade.

A arma de fogo é o único objeto que é tão letal nas mãos de um octogenário em uma cadeira de rodas quanto nas mãos de um halterofilista.  Se ela não fosse nem letal e nem de fácil manipulação, então ela simplesmente não funcionaria como instrumento equalizador de forças, que é a sua principal função.

Quando estou portando uma arma, eu não o faço porque estou procurando confusão, mas sim porque quero ser deixado em paz.  A arma em minha cintura significa que não posso ser coagido e nem violentado; posso apenas ser persuadido por meio de argumentos racionais.  Eu não porto uma arma porque tenho medo, mas sim porque ela me permite não ter medo.  A arma não limita em nada as ações daqueles que querem interagir comigo por meio de argumentos; ela limita apenas as ações daqueles que querem interagir comigo por meio da força.

A arma remove a força da equação.  E é por isso que portar uma arma é um ato civilizado. 

Uma grande civilização é aquela em que todos os cidadãos estão igualmente armados e só podem ser persuadidos, jamais coagidos.

_____________________________

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SOBRE O AUTOR

Marko Kloos
é escritor de livros de ficção científica de cunho militar.  Nasceu na Alemanha, mas atualmente mora e trabalha nos EUA.  Seu website.



"ajustar as atividades produtivas de acordo com as mais urgentes demandas dos consumidores não pode ser redução de salário?"

Não. Ajustar as atividades produtivas de acordo com as mais urgentes demandas dos consumidores significa produzir e vender exatamente aquilo que o consumidor quer. Se o empreendedor vai pagar salário astronômico ou mínimo para a mão-de-obra, isso é totalmente irrelevante para o consumidor.

"o trabalho não é fator de produção (um dos)"

Sim.

"o trabalho é um recurso escasso?"

Mão-de-obra é, por definição, algo escasso. Por isso mesmo, sempre haverá mais demanda por mão-de-obra do que mão-de-obra efetivamente disponível.

Falta mão-de-obra para tanto emprego disponível.

Sendo assim, a taxa de desemprego sempre deveria ser zero e os salários dos empregados sempre tende ao aumento. E por que o desemprego não é zero?
Por causa disso.

"demanda pode ser "criada" pelo marketing?"

Desejo pode ser criado pelo marketing, não demanda. Demanda significa aquisição. Eu tenho desejo por uma mansão, por um helicóptero e por uma Ferrari, mas não tenho como demandá-los porque não tenho o poder aquisitivo para os três. E não há marketing que me faça demandar esses três itens. Resta-me apenas desejar.

"sobre o trabalho escravo, nem entrei no mérito e na discussão sobre quando havia mais lucro e riqueza. Mas, o trabalho escravo é um fato que ainda existe. Existe por interferência governamental ou porque tem muitos empresários gananciosos e que buscam o lucro a qualquer custo (humano inclusive)?"

Ué, ainda existe trabalho escravo? Não sabia. Ainda existem pessoas trabalhando sem salário, sob chicotadas, proibidas de pararem de trabalhar e proibidas de pedirem demissão? Não sabia. Manda aí um link, por favor.

Até onde sei, nenhum indivíduo sai escravizado de sua casa e é levado a contragosto para trabalhos compulsórios. Um indivíduo, por definição, encontra trabalho porque saiu à procura de trabalho. Sua intenção sempre é melhorar de vida. Ele faz isso porque quer; porque a situação atual (sem trabalho) não lhe é atraente. Se ele está disposto a "trabalhar muito" é porque ele acha que assim ficará em situação melhor do que aquela em que se encontrava até então.

A menos que você comprove que o indivíduo está sendo [u]obrigado[u] a trabalhar sob a ameaça de um chicote, sem a opção de sair do emprego quando quiser, tal escolha sempre será benéfica para ele.

E se ele se sujeita a condições que para nós parecem degradantes é porque, para ele, aquilo ainda é melhor do que a situação econômica em que ele se encontrava antes. Cabe a você provar que esse indivíduo foi seqüestrado, levado a um emprego e ali mantido em cativeiro, contra sua vontade, sendo proibido de parar de trabalhar. Caso isso não tenha acontecido, então a única conclusão empírica é que esse indivíduo ainda prefere seu atual trabalho (assalariado) ao desemprego.
Errado.

Na economia, conhecemos a causa de tudo, pois a ação humana, ao contrário do movimento das pedras, é motivada. Sendo assim, é possível construir a ciência econômica partindo de axiomas básicos -- como a existência incontestável da ação humana e as implicações lógicas da ação --, axiomas estes que são originalmente reconhecidos como verdadeiros.

Destes axiomas, podemos deduzir passo a passo várias leis que também são reconhecidas como incontestavelmente verdadeiras. E este conhecimento é absoluto, e não relativo, exatamente porque os axiomas originais já são conhecidos. Eis alguns exemplos:

• Sempre que duas pessoas, A e B, se envolvem em uma troca voluntária, ambas esperam se beneficiar desta troca. E elas devem ter ordens de preferência inversas para os bens e serviços trocados, de modo que A valoriza mais aquilo que ele recebe de B do que aquilo ele dá para B, e B avalia as mesmas coisas do modo contrário.

• Sempre que uma troca não é voluntária e ocorre em decorrência de uma coerção, uma parte se beneficia à custa da outra.

• Sempre que a oferta de um bem aumenta em uma unidade, contanto que cada unidade seja considerada idêntica em utilidade por uma pessoa, o valor imputado a esta unidade deve ser menor que o da unidade imediatamente anterior.

• Entre dois produtores, se A é mais eficiente do que B na produção de dois tipos de bens, eles ainda assim podem participar de uma divisão de trabalho mutuamente benéfica. Isto porque a produtividade física geral será maior se "A" se especializar na produção de um bem que ele possa produzir mais eficientemente, em vez de "A" e "B" produzirem ambos os bens autônoma e separadamente.

• Sempre que leis de salário mínimo forem impostas obrigando os salários a serem maiores do que os salários que vigorariam em um livre mercado, um desemprego involuntário será o resultado.

• Sempre que a quantidade de dinheiro na economia aumentar sem que a demanda por dinheiro também seja elevada, o poder de compra da moeda irá diminuir.

Por outro lado, não existem elementos simples ou "fatos da natureza" na ação humana; os eventos da história são fenômenos complexos, os quais não podem "testar" nada. Eles, por si sós, somente podem ser explicados se forem aplicadas várias teorias relevantes aos diferentes aspectos de um determinado "fato" complexo que está sendo analisado.

Por que a matemática é tão útil na física? Exatamente porque os próprios axiomas utilizados, bem como as leis deles deduzidas, são desconhecidos e, com efeito, sem significado. Seu significado é exclusivamente "operacional", uma vez que eles são significantes somente na medida em que podem explicar determinados fatos.

Por exemplo, a equação da lei da gravidade, por si só, não tem sentido nenhum; ela só adquire sentido quando nós humanos observamos determinados fatos que a lei pode explicar. Consequentemente, a matemática, que efetua operações dedutivas sobre símbolos por si só inexpressivos (sem significado), é perfeitamente apropriada para os métodos da física.

A ciência econômica, por outro lado, parte de um axioma que é conhecido e possui significado para todos nós: a ação humana. Dado que a ação humana, em si própria, possui significado (o que não quer dizer que ela sempre será avaliada como racional e correta), todas as leis deduzidas passo a passo da ação humana são significativas.

Esta é a resposta para aqueles críticos que exigiram que Mises utilizasse métodos da lógica matemática em vez da lógica verbal. Ora, se a lógica matemática tem de lidar com símbolos inexpressivos, então seu uso iria destituir a economia de todo o seu significado.

Por outro lado, a lógica verbal permite que toda e qualquer lei tenha sentido quando deduzida. As leis da economia já são conhecidas aprioristicamente como significativamente verdadeiras; elas não têm de recorrer a testes "operacionais" para adquirir significância. O máximo que a matemática pode fazer, portanto, é converter laboriosamente símbolos verbais em símbolos formais inexpressivos e, então, passo a passo, reconvertê-los em palavras.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1690
O melhor a fazer, no caso de dúvida, é perguntar a quem conseguiu sobreviver à Cuba, ou imigrou de certa forma. Conheci uma cubana que imigrou há alguns anos, formada em Teologia por lá. Ela contou, e parecia ter medo de falar ou vergonha, que muitos do que vivem em Cuba, necessitam dois empregos para conseguirem viver pelo menos dignamente. Como ela fazia. E quanto aos médicos tão bem falados na boca dos brasileiros, têm de ir de bicicleta para o trabalho e chegam com as mãos tremendo para realizar cirurgias.
O que me faz questionar como seria se o mundo todo fosse socialista e Cuba não tivesse sido isolada tantos anos pelo embargo econômico americano. E por esta mesma linha de pensamento me perguntou porque não olhamos para países como Zimbabwe. A solução não está na mudança drástica para o socialismo, mas em uma evolução gradual do capitalismo que minimize as diferenças tão abruptas que temos em nosso mundo. Será possível um hemisfério sul e norte com os mesmo índices de desenvolvimento humano ? Fico nessa dúvida.

Alguns fatos sobre Zimbabwe.
Desde 2000 encontra-se em uma profunda crise, além da hiperinflação, há um alto índice de desemprego, pobreza e uma crônica escassez de combustíveis, alimentos e moedas estrangeiras.

A hiperinflação vem destruindo a economia do país, arrasando com o sector produtivo. Uma medida governamental congelou os preços, causando desabastecimento, fortalecimento do mercado negro e prisão de comerciantes contrários à medida.[3]

Em Julho de 2007, foi lançada a cédula de 200 mil dólares zimbabweanos, que apesar do elevado valor de face, é capaz de comprar pouco mais do que um quilo de açúcar. No mercado paralelo, a moeda era cotada a 1 dólar americano.[2] Em maio de 2008, foi lançada a cédula de 500 milhões[4] e em julho do mesmo ano foram lançadas cédulas com valores a partir de 100 biliões de dólares zimbabweanos.

Houve uma reforma monetária que entrou em vigor em agosto deste mesmo ano, no entanto, a taxa inflacionária parece não ceder, havendo projeções de que haja a necessidade de nova reforma em breve.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Felipe  23/07/2015 14:30
    Texto sensacional, acho que foi o melhor sobre armamento.

    Incrível é que não precisou utilizar um único dado empírico para demonstrar os benefícios das armas, apenas utilizando a boa lógica.

    Acrescento algumas observações.

    - É bem Curioso que a arma de fogo, que pode trazer de fato uma igualdade entre seres humanos, no que tange a força física, seja tão odiada por aqueles que dizem sonhar com uma sociedade igualitária.

    - Armas de fogo não são objetos para matar, são objetos de defesa pessoal. Matar ou não é consequência do seu uso.

    - Uma sociedade armada tem menos probabilidade de recorrer a violência em pequenos atritos do que uma sociedade desarmada.

    - Outra curiosidade, se Feministas tivessem coerência, elas deveriam ser a maiores defensoras do porte de arma.

    - Chacinas em ambiente públicos só são possíveis em ambientes em que as pessoas estão desarmadas, como igreja, escola e cinema.
  • Beto  23/07/2015 17:57
    Sensacional é a moderação do mises. Quando se faz uma critica construtiva e racional, mas opositora, os moderadores simplesmente omitem seu comentário. Esse texto é tão bom quanto a censura dos moderadores daqui. O segundo comentário que fiz, a favor do armamento foi publicado.

    Realmente só vale a pena vir aqui para ler os artigos de economia, porque o fanatismo é evidente na ideologia e moderação.

    Mas vai ser engraçado se esse post for publicado e o meu primeiro não. Vai parecer que sou louco.
  • Zelador da propriedade privada  23/07/2015 18:21
    Prezado Beto, do que você está falando? Se vocâ mandou um comentário e ele não foi publicado, então certamente ele não foi enviado (isso acontece com certa frequência). Faça-o novamente.

    E cuidado com suas acusações. O que mais se vê aqui é a publicação de comentários contraditórios (os quais são devidamente refutados). Se você está dizendo que só se publica comentários a favor, então você nunca leu a seção de comentário de nenhum artigo -- o que depõe bastante contra você, pois não se acusa aquilo que não se conhece.

    Gentileza ser mais comedido em seu fervor acusativo. Isso lhe deixa a descoberto.
  • Beto  23/07/2015 19:38
    Zelador, enviei 3 comentários, 4 com este. O segundo e o terceiro foram publicados. O primeiro, que enviei exatamente da mesma forma, não.
  • Rafael  08/04/2016 17:58
    Cara, te falo como desenvolvedor web: as vezes dá erro. Acontece, bicho. Mas na verdade o que me parece é que vc tá querendo causar. Todo cara com sua postura usa o mesmo discurso e as mesmas acusações de sempre. Parecem bots.
  • cmr  23/07/2015 14:40
    O estado brasileiro seguiu com o estatuto do desarmamento, mesmo com o povo maciçamente votando pelo não. Antes era possível ter arminhas fuleiras, como pistolinhas 7,65, revólveres .38, etc... Daqui uns dias nem espingardas de chumbinho serão permitidas.
    Os seja, o estado não respeitou o 'não' do povo.
  • Geraldo  23/07/2015 19:13
    Na verdade, o referendo de 2005 era só para determinar se o comércio de armas de fogo e munição deveria ser proibido. O restante do Estatuto do Desarmamento, incluindo a parte que determina a proibição de porte de armas, não foi submetido a referendo. Ou seja, de um jeito ou de outro, quando esse Estatuto foi aprovado, ficamos reféns não só de bandidos, mas também de uma polícia que só serve para impor a vontade do Estado.
  • anônimo  23/07/2015 20:16
    Então acho que toda mídia foi enganada, pois eu lembro que a discussão era os prós e contra do porte de arma civil. Inclusive a Veja com os 7 motivos para dizer não.
  • J Gabriel C Lopes  23/07/2015 14:44
    Simples e direto. Ótimo artigo.
  • Veron  23/07/2015 14:53
    Excelente artigo.
  • Edson Da Costa  23/07/2015 15:08
    "Quem preza pela paz esteja pronto para guerra".

    Se o cara 'do bem' não estiver pronto para defender sua 'paz' ficará a mercê do outro; se o outro não quiser paz e o sujeito do 'bem' não tiver como defendê-la, o cara violento, covarde ou da 'lei do mais forte' vai conseguir lhe agredir, constranger, oprimir, submeter...

    Estando preparado, sabendo utilizar e sendo do bem a arma não é problema, pode ser a solução.
  • Carlos Tiba  23/07/2015 15:50
    Totalmente equivocado. Quando portamos uma arma "apenas para assustar ou intimidar" estamos blefando e isso pode ter consequencias piores. Nunca faça uma ameaça que voce não pode cumprir ou não tem condições de cumprir. Armas são para policiais que tem treinamento para isso, o que além da habilidade inclui treinamento psicológico. Não para cidadãos de paz.
  • anônimo  23/07/2015 16:32
    Concordo com tiba em um ponto, se vc é um cidadão que não consegue usar uma arma, talvez por não ter psicologico pra isso, não acho que é prudente ter a arma apenas para ameaçar. É preciso estar consciente de que pode precisar usá-la quando necessario. Existem alternativas mais caras a esse tipo de cidadão, que pode contratar algum segurança que possua essa habilidade que lhe falta por exemplo. Dependendo do que se tem pra defender, mais se deve investir em defesa.

    A verdade da natureza é que a subjulgaçao fisica é a regra, e não tendo meios de se defender você vira uma potencial vítima, subordinado aos mais fortes. (Não é exatamente dai que vem o poder do estado?)
    Melhor vitima é alguem muito bom em produzir riquezas e valor, mas que não tem como se defender.
  • ohfmann  23/07/2015 20:42
    Meu amigo, divergências de opinião existem, e devem ser respeitadas numa sociedade civilizada. Portar uma arma não é sinal de ameaça nem de intimidação, apenas é uma coisa que impõe um certo respeito a quem quer intimidar ou agredir! E são muito poucas pessoas que tem condições de contratar um guarda costas, se você for uma meus parabéns, és um privilegiado!
  • Ricardo  27/07/2015 14:09
    A arma de fogo é civilizatória pq anula a diferença de força física. Uma velhina de 90 anos pode se proteger contra um rapaz de 19, um homem sozinho contra 3 outros, um sedentário contra um faixa preta de jiu-jitsu.

    "Abraham Lincoln tornou todos os homens livres mas Samuel Colt os tornou iguais"
  • Christian Fusse Madeira  23/07/2015 15:51
    Cidadão de paz não pode ser treinado e nem pode se defender??? Você blefa com o zap na mão?
  • Bruno Barreira  23/07/2015 15:52
    Concordo plenamente, Carlos Tiba. Se você não pode ou não tem condições de cumprir, não porte. Agora para quem não tem restrições para se auto defender, que porte!
  • Felipe Elias   23/07/2015 15:53
    Certo, explica isso para os bandidos, Carlos Tiba

    E me explica por que lugares que permitem porte de arma, como Texas e a Suíça, estão longe de serem perigosos. E o Brasil que não permite está um caos.

    Sociedade segura é onde "cidadãos de paz" podem se defender.
  • Elvis Estevao   23/07/2015 15:55
    Carlos Tiba, você seria assim tão incapaz? Meus avós portavam arma e sempre protegeram nossas famílias, o que quebra suas ideias. Hoje morremos como moscas porque não há quem nos proteja. Ninguém tem essa tal "policial treinado e com habilidades psicológicas" mágicas 24h por dia.

    Muito melhor uma arma na cinta do que um celular na mão na hora que um bandido vem abordar. Covarde.
  • Ademir Alvim  23/07/2015 15:56
    Carlos, eu gostaria de portar uma arma de fogo porque levar esse policial treinado que você citou comigo seria algo pesado demais de se carregar.
  • Lina Araujo  23/07/2015 15:56
    A arma funciona como prevenção e serve sim para intimidar. A bandidagem está tão à vontade atualmente porque sabe que a população está desarmada. Ser contra o porte de arma e dizer que só a polícia tem este direito é o mesmo que dizer que não podemos ter extintores de incêndio para prevenir, porque temos um corpo de bombeiros.
  • Alfano Holset Garrett  23/07/2015 15:59
    "Totalmente equivocado" está o senhor Carlos Tiba. Se ele quer ser o juíz de quem pode ou não se defender e não tem nem receio de falar isto, já demonstra o caráter psicopata dele.
  • Vanderson Bernardes  23/07/2015 15:09
    Quem é do bem e não comete crimes, não será uma arma que o fará cometer crimes. Já o criminoso, mesmo sabendo que sua potencial vítima está armada e mesmo assim ataca, para este será maravilhoso se a vítima não tiver o mínimo para se defender. E com a maior certeza deste mundo, afirmo que o marginal faria os mesmos estragos na vítima desarmada.
  • Vanderson Bernardes  23/07/2015 15:44
    Armas não são feitas para intimidar (quem faz isso é marginal), é para defender a integridade do mais fraco. Por tanto, com o devido amparo legal, quem é do bem deve possuir arma, e usá-la se necessário.
  • Lina Araujo  23/07/2015 18:23
    Concordo. A arma funciona como prevenção e serve sim para intimidar. A bandidagem está tão à vontade atualmente porque sabe que a população está desarmada. Ser contra o porte de arma e dizer que só a polícia tem este direito é o mesmo que dizer que não podemos ter extintores de incêndio para prevenir, porque temos um corpo de bombeiros.
  • venon  23/07/2015 15:09
    https://www.youtube.com/watch?v=MfAwDnfJOTo

    Otimo video sobre a mentira do desarmamneto
  • anônimo  23/07/2015 15:10
    Tem esquerdista que defende o seguinte aranjo: desarmamento civil + fim da PM.

    o que seria de nós num cenário desse?
  • Rafael R  23/07/2015 16:05
    Num arranjo desses só bandidos dariam um jeito de contrabandear armas de fogo e imporiam suas vontades a todos.
    Seria um novo Estado, na verdade. A PM seriam os capangas, o presidente/prefeito seria o chefão do bando.
  • Matias  23/07/2015 16:09
    Basta olhar para a janela do tempo chamada Venezuela
  • Beto  23/07/2015 16:48
    Não sou esquerda e sou a favor. Desarmamento civil já é fato. Mas bandido tem arma e cidadão de bem não, pois tem medo de arrumar problema com a PM. Se a PM não existir, vou poder andar armado igual bandido. Infelizmente é essa a lógica no nosso pais.

    Se pudesse optar entre ser atendido pela PM, mas andar desarmado, ou andar armado, mas não ser atendido pela PM...qual opção escolheria? Para mim a escolha é bem fácil.

    Obs: Já precisei da PM algumas vezes, em nenhuma delas ajudou. Minha casa de praia foi roubada e a PM não fez nada, sendo que os bandidos continuaram rondando a casa dias depois, se eu tivesse arma teria resolvido o problema sozinho. Já fui assaltado, reagi e passou um carro da PM para o qual corri...adivinha o que aconteceu com os bandidos? Nada. Nem presos foram, pois como eu reagi e eles não roubaram nada, "não havia provas". Amigos e familiares tem histórias parecidas. PM e nada, para mim é a mesma coisa. Falo isso por experiência de vida, não porque apanhei merecidamente de um PM porque fumava um baseado na USP ou qualquer coisa do tipo.
  • Gilmar  23/07/2015 16:51
    "Tem esquerdista que defende o seguinte aranjo: desarmamento civil + fim da PM.
    o que seria de nós num cenário desse?"

    Quando a coisa degringolar para a bestialidade o gobierno iluminado vai propor o Ministério da Segurança Geral e Irrestrita, como poderes plenos para "combater" a violência.Daí tu imagina no que dá.

    Sério, não assuma que alguém de esquerda, principalmente frequentadores de círculos universitários, tenha qualquer noção de causa e efeito e/ou vergonha na cara.
  • Magno  23/07/2015 17:03
    O Beto levantou um ponto importante: a polícia não é amiga, mas sim inimiga. E pode até ser pior que bandido.

    E o motivo é simples: o braço do estado que impinge o desarmamento do cidadão de bem é justamente a polícia.

    Sim, políticos fazem as leis do desarmamento, mas quem impinge a lei é o braço armado do estado. Se eu quiser comprar uma arma no mercado negro, a minha maior preocupação será a polícia me flagrar e me jogar em cana. Ou seja, paradoxalmente, é a polícia quem garante o sossego da bandidagem; é a polícia quem garante à bandidagem que o cidadão comum está desarmado. É a polícia a maior responsável pelo desarmamento.

    Tenho uma fazenda que fica bem no meio do mato. Recentemente, a polícia invadiu a casa de uma vizinha minha -- uma senhora de idade -- e tomou a garrucha antiga que ela sempre teve, que pertenceu ao pai dela. Suplicando ao policial, ela perguntou quem iria defendê-la do ataque de bandidos (roubos sao frequentes na região). O policial respondeu: "Lamento, minha senhora, estou apenas cumprindo meu dever".

    E a velha ficou desarmada. (Mas logo em seguida comprou outra arma, mais moderna, no mercado negro. E com o meu apoio).
  • Paul Kersey  23/07/2015 17:17
    Se um ladrão invade a sua casa e você dá cabo do vagabundo, a ÚLTIMA coisa que você deve pensar em fazer é chamar a polícia.

    Se você fizer isso, não só a sua arma será confiscada -- deixando a sua família totalmente vulnerável --, como você irá em cana.

    O que fazer? Leve o corpo para um lugar deserto (você tem de conhecer a sua cidade), desove, e volte pra casa. Dá trabalho? Dá. É perigoso? É. Mas ainda assim é muito melhor do que perder sua arma, ser preso e deixar sua família desprotegida.

    cgn.uol.com.br/noticia/36092/morador-e-preso-apos-matar-bandido-que-pulava-o-portao
  • Mike  26/07/2015 01:23
    Gostei do nym. :)

    Na verdade, "desovar" o corpo configura ocultação de cadáver. Desapareça com a arma e diga à polícia que tem um morto na sua casa. O fato dele estar lá não o incrimina, não o faz o ator do homicídio. Ah, tome outros cuidados antes como lavar a roupa que estiver usando (sapatos também) e tome um bom banho.
  • Silvio  26/07/2015 12:55
    Poxa, você está querendo discutir esse assunto justamente com o lendário Paul Kersey? Quando se trata de lidar com vagabundos sem a interferência da polícia, pode apostar que ele tem muita experiência. Nessa situação, ele está certo, melhor mesmo é fazer com que a polícia nem chegue a tomar conhecimento da sua casa. Além disso, de nada adianta se limpar, pois o luminol pode ser usado para encontrar manchas de sangues ocultas, que são detectáveis mesmo após a lavagem.
  • Gunnar  23/07/2015 21:20
    Gostei dessa velha!
  • Vinicius  23/07/2015 15:53
    Deus criou os homens, Sam Colt os fez iguais.
  • atorres1985  23/07/2015 22:37
    Eu conheço de outra forma:

    Deus criou os homens livres.
    Sam Colt tornou os homens iguais.
  • Matheus  23/07/2015 16:45
    Excelente texto Major L. Caudill!

    Eu acredito que cada um é sempre o principal responsável pela própria defesa.
    Justamente por isso, o desarmamento é uma agressão e é um dos grandes responsáveis pela crescente violência principalmente nas grandes capitais.
  • bruno  23/07/2015 17:04
    Sou totalmente contra as armas, mais sou a favor de testes, seria interessante o governo liberar as armas durante uma década,pegar estatísticas antes e depois,so assim saberemos o que é melhor. O que é bom para países desenvolvidos pode ser péssimo para países com mentalidades de esquerdas.
  • Mr Citan  23/07/2015 18:46
    É por isto mesmo que todo cidadão tem o direito sagrado de ter sua arma, pois assim vai se defender do princípio básico dos esquerdistas e demais governos autoritários, que é construir a estrada da servidão com as pedras das boas intenções.
  • Felipe R  24/07/2015 09:17
    Já há situações reais que são parecidas com sua proposta. Procure o livro " More Guns, Less Crimes"
  • Leopoldo Antunes  23/07/2015 17:22
    Chega desse mito de confundir 'paz' com subserviência. Para que eu tenha paz sem ter de me submeter aos caprichos alheios, devo ter os meio de me defender das imposições e agressões injustas. Ser 'da paz' não deveria significar ser covarde e nem capacho, e nem impor sua covardia aos demais que não o são.
  • Adelson Paulo  23/07/2015 17:35
    Quando os Estados Unidos eram o único país que possuía a bomba atômica, não hesitou em usá-la contra o Japão na Segunda Guerra. Quando outros países passaram a dominar o armamento atômico, as armas atômicas nunca mais foram utilizadas. Isto se chama dissuasão.
  • Joao Girardi  24/07/2015 15:56
    Olha, creio que esse raciocínio esteja correto, mas quando lembramos que países como URSS e China utilizaram as armas nucleares como uma forma do Ocidente aceitar que mantivessem mais de 1 bilhão de pessoas em cativeiro atrás da cortina de ferro, talvez esse não seja o exemplo mais feliz sobre o assunto.
  • Clint  24/07/2015 16:03
    Correto. Utilizar como exemplo positivo o poderio bélico de governos é o equivalente a utilizar como exemplo positivo o poderio bélico de bandidos.

    Cidadãos têm de estar armados, e não políticos e burocratas.
  • João Magalhães   23/07/2015 18:24
    Não sou a favor de armas, muito menos de violência e agressão, sou a favor da liberdade e do respeito ao próximo, mas não tenho como negar que vivemos em uma época violenta, sem respeito, não falo como crítica ou julgamento, pois não tenho moral para julgar ninguém, então porque compartilho um texto como este? Porque tem lógica nos argumentos, se é válida esta lógica ou não, cada um deve decidir por si e ponderar sobre o real valor de uma vida, e se tem lógica merece ser debatido. Eu ainda prefiro que todos tenhamos consciência do real significado de uma vida e que não precisamos de armas para nos sentirmos seguros, mas a realidade esta ai e me pergunto, quem está feliz com esta realidade?
  • Ricardo Rocha  23/07/2015 18:26
    É exatamente por saber que o outro pode estar armado que os ânimos serão bem mais contidos. Se um cidadão lhe dá uma fechada no trânsito, a hipótese de ele estar armado fará com que você pense várias vezes antes de abaixar o seu vidro e xingá-lo. A sociedade fica muito mais civilizada assim.

    Como diz o ditado americano: boas cercas criam bons vizinhos.
  • Antônio De Pádua Passos  23/07/2015 18:25
    Essa argumentação é convincente porque justifica com propriedade o uso da arma de fogo.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  23/07/2015 18:31
    Ilusão.
  • Mister M  23/07/2015 21:08
    Desenvolva.
  • Rubens  23/07/2015 18:43
    Sou a favor da arma de fogo, pois deixaria todos igualitários e não mais a mercê desta bandidagem que cada dia mais cresce.
  • Dam Herzog  23/07/2015 19:18
    Os bandidos levam vantagem sobre pessoas desarmadas. A arma de fogo é o equalizador de forças. População armada é população + segura. O direito a autodefesas é um direito natural dos humanos. Já dissemos não ao desarmamento pois o estado não nos pode dar segurança, só desculpas a posteriori.
  • idiotice  23/07/2015 20:24
    Só os idiotas incapazes andam armados.
    O dia em que todos andarem armados ninguém leva desaforo pra casa e as cidades vão virar o velho oeste americano.
    Ridículo. Vocês deviam arrumar um trabalho em vez de ficarem idolatrando as baboseiras americanas.
  • é a sua  23/07/2015 21:40
    "Só os idiotas incapazes andam armados."

    Já os inteligentes e espertos entregam toda a féria do mês para o primeiro pé-de-chinelo que os ameaça com uma faca. Certo?

    "O dia em que todos andarem armados ninguém leva desaforo pra casa e as cidades vão virar o velho oeste americano."

    Velho Oeste americano? Sonho meu. O Velho Oeste era, comprovadamente, um dos locais mais seguros daquele país. Se as cidades brasileiras virassem um Velho Oeste, o número de homicídios despencaria.

    "Ridículo. Vocês deviam arrumar um trabalho em vez de ficarem idolatrando as baboseiras americanas."

    A definição da ironia: um otário que acreditou no mito do "Oeste Selvagem" -- falácia essa orgulhosamente difundida pelos americanos, pois é bom para manter a imagem de "durões" deles -- vem aqui dizer que os outros é que estão idolatrando americanos (quando não há uma única menção sequer àquele país no artigo).

    Boçal.
  • Lucas Braga  26/07/2015 09:07
    É verdade, deveríamos parar de idolatrar os costumes ianques.

    Vamos começar a copiar os seguintes povos:

    armênios, chineses, judeus e outros povos "não arianos", cambojanos, todos os que caíram nas garras de Lênin e Stalin, moriori, povos do leste europeu e cubanos, australianos, canadenses e britânicos.

    Tá bom ou quer mais?
  • anônimo  26/07/2015 13:09
    Liberdade não é um costume ianque.
    Pode ter sido um dia, mas hoje não é mais.
    https://www.youtube.com/watch?v=rQD0Lde9O8A
  • Lous rondon  23/07/2015 20:34
    Liberdade
  • Só um cristão pensando...  23/07/2015 20:41
    Pode até ser...

    Mas eu não tenho a mínima vontade de ter uma arma: não sei usar e não sei se tenho psicológico para isso. Para mim, ter uma arma é ter a capacidade de usar. Essa de ter uma bomba atômica e não usar, não funciona (os norte-americanos que o digam!). Uma ora ou outra vai precisar usar. Aí deixa de ser apenas um "equalizador" de forças, passa a ser uma medida de força. Deixa de ser persuação e passa a ser ação. Não sei se gostaria de viver com a consciência de ter matado uma pessoa, mesmo que seja um bandido. Tudo bem, tem um racionalismo por detrás que ajuda: "foi por legítima defesa". Mas, para um Cristão, a regra de ouro diz: "fazei aos outros o que gostaria que os outros te fizessem!" Com certeza matar não é algo que gostaria que alguém fizesse a mim! E o mandamento diz: Não matarás! E é assim mesmo, sem condicionantes.

    Mas, com certeza, seria o primeiro a defender a quem tem a capacidade de portar uma arma, o direito de o fazer... Até porque se ninguém "de bem" o fizer somente os "do mal" vão reinar.

    Até +

  • Renato Gaio  24/07/2015 11:44
    Meu caro, você na atual situação de comodismo pode não ter vontade de usar por acreditar no mandamento de "não matarás", mas quando alguém ameaça você ou a sua família, eu duvido que não gostaria de estar com uma arma para defender as pessoas que você mais ama nessa vida, portar uma arma não é virar bandido, criminoso, assassino, etc..., e sim ter proteção diante de outras pessoas que possuem armas e querem fazer o mal para você.
    Quanto a saber usar a arma é simples, treinamento, ou você acha que a PM são pessoas que nasceram sabendo usar arma.
    No caso de armamento civil não existe o bem e o mal, e sim um direito de proteção e liberdade, isso deveria ser garantido a todo homem, mas quando pessoas criminosas estão no poder infelizmente fazem leis absurdas para controlar e limitar a liberdade.

    Abraços
  • Gunnar  23/07/2015 21:15
    "E há também o argumento de que uma arma faz com que aquelas brigas mais corriqueiras, as quais em outras circunstâncias resultariam apenas em pessoas superficialmente machucadas, se tornem letais. Mas esse argumento é multiplamente falacioso. "

    A principal falácia reside no fato de que, sabendo que o outro está armado, o esquentadinho tem muito mais incentivos para NÃO entrar num confronto do que para entrar.

    Os casos que os desarmamentistas costumam citar são na verdade contra-exemplos (como o caso do policial a paisana que recentemente sacou a arma e matou outro rapaz) - afinal, se deram justamente no Brasil, justamente num país de pessoas DESARMADAS. O cara só sacou a arma pois tinha certeza que o outro não poderia fazer o mesmo.
  • Marcelo  23/07/2015 21:59
    Parece que nesta "equação" faltaram as variáveis representando a situação em que tanto o agressor mais forte quanto a vítima mais fraca portam armas de fogo.
  • Courege  23/07/2015 22:49
    Só para quem leu o texto apressadamente. Vou facilitar pra você: quinto parágrafo de baixo para cima.

    "O fato de que uma arma de fogo facilita o uso de força letal é algo que funciona unicamente em prol da vítima mais fraca, e não em prol do agressor mais forte. O agressor mais forte não precisa de uma arma de fogo para aniquilar sua vítima mais fraca. Já a vítima mais fraca precisa de uma arma de fogo para sobrepujar seu agressor mais forte. Se ambos estiverem armados, então estão em pé de igualdade."

    Mais atenção na próxima.
  • Marcelo  24/07/2015 11:16
    Muito gentil e esclarecedor de sua parte.
  • Marat  23/07/2015 23:06
    Eu não quero uma arma, tampouco andar armado.
    .
    Quero sim, respeito ao meu livre-arbítrio e o poder de decidir se adquiro ou não uma arma de fogo.
    .
    Quero o respeito ao direito natural de auto-defesa se necessário, pois sem ele ainda
    seríamos bárbaros.
  • Thiago Augusto  23/07/2015 23:26
    Uma arma na cintura, uma barra de ouro no cofre.
    Liberdade à moda austríaca.
  • Lopes  23/07/2015 23:48
    A polícia brasileira é somente uma caríssima emissora de boletins de ocorrência, pois sua incompetência em quaisquer outras atividades é absoluta. Segundo o Avante Brasil, somente 8% dos homicídios são devidamente apurados; o Brasil é um dos países mais perigosos do mundo e se não bastasse, ainda possui uma legislação restritiva à posse de armas ao cidadão de bem (criminosos desrespeitariam uma lei de controle de armas tanto quanto desrespeitam qualquer outra lei. Somente o cidadão de bem entregaria seu armamento).

    Dê ao seu cartório local o direito de emitir documentos para que você mostre à sua seguradora - pois é o único serviço provido pelas polícias que tenta justificar seu custo. Ao menos as chances de abuso policial - recorrente no Brasil - seriam menores.

    Lembrar-vos-ei: os guardiões da paz das nossas cidades foram justamente os cidadãos criados pelo estado da creche até o vestir da farda. A incapacidade de negociar, a neurose por autoridade através da força, a completa indiferença à satisfação do consumidor - somada à completa irrelevância da satisfação do consumidor em qualquer serviço público (o serviço continuará a receber fundos mesmo se for incompetente. Sua incompetência é remunerada à força. Como exigir - ou determinar - a qualidade de um serviço pelo qual o cidadão foi obrigado a pagar?); todos esses comportamentos são produto primo da família brasileira, da crença nos serviços providos pelo estado brasileiro e pelo sistema educacional brasileiro que eventualmente passou mais tempo "educando" estas pessoas que seus próprios pais.
  • Raphael  24/07/2015 01:53
    Existe um erro no texto: seres humanos não lidam uns com os outros somente por razão e força. A palavra razão não abrange todo o contexto de interações civilizadas entre seres humanos (sensibilidade, por exemplo, não está contemplada em uma argumentação lógica, e influencia comportamentos).

    Talvez a melhor forma de referir-se a esse assunto seria "Comunicação civilizada", ou até "Diplomacia Social".

    No entanto, isso não invalida a tese interessante do texto.
  • Michelangelo  24/07/2015 02:12
    "A palavra razão não abrange todo o contexto de interações civilizadas entre seres humanos (sensibilidade, por exemplo, não está contemplada em uma argumentação lógica, e influencia comportamentos)."

    Engano seu.

    Se eu, por meio de apelos sentimentais, convenço você a fazer algo, estou sim utilizando minha inteligência. Foi o uso arguto da minha inteligência que me permitiu manipular você como eu queria.

    Você, ao cair na minha efusão sentimentalista, pode realmente não ter usado a razão. Mas eu, ao recorrer à emoção para lhe afetar, usei perfeitamente a minha inteligência. Foi ela que me permitiu manipular você. Foi ela que me levou a conseguir o que eu queria.

    Quem sabe utilizar a sensibilidade para tocar terceiros está fazendo seu mais perfeito uso da razão.

    O argumento do autor segue irretocável.
  • Raphael  24/07/2015 09:12
    Eu esperava pela chegada desse argumento logo após ter enviado o comentário, pensei que deveria ter dado um exemplo para esclarecer que nem sempre é assim.

    O uso "arguto" da razão, manipulando a sensibilidade alheia, é sim um fato irrefutável, mas não compreende todas as atuações sensíveis. Se fosse sempre assim, um ser que não possui habilidades básicas para razoar com argúcia não conseguiria nunca impor suas vontades. Não é o que se vê acontecendo em várias situações que compreendem o amor materno por um bebê, por exemplo (se você é daqueles que considera um bebê manipulador, pense em um bebê mais novinho, que ainda não aprendeu sequer a observar o mundo), ou até na piedade por um animal sendo maltratado (apesar de não ser uma interação humana, esclarece melhor um comportamento que utilizamos para lidar com humanos, poderia ser um ser humano na mesma situação do animal).

    Reitero que há retoques, mas que o núcleo do argumento dele continua bastante forte.

    Abraço!
  • Michelangelo  24/07/2015 12:03
    "Não é o que se vê acontecendo em várias situações que compreendem o amor materno por um bebê, por exemplo (se você é daqueles que considera um bebê manipulador, pense em um bebê mais novinho, que ainda não aprendeu sequer a observar o mundo), ou até na piedade por um animal sendo maltratado (apesar de não ser uma interação humana, esclarece melhor um comportamento que utilizamos para lidar com humanos, poderia ser um ser humano na mesma situação do animal)."

    Deus do céu! O artigo fala claramente sobre a interação entre dois seres humanos estranhos um ao outro, que é a interação mais propensa a trazer riscos de vida.

    A interação entre uma mãe e seu bebê não configura uma interação entre dois estranhos. (E, mesmo nesse caso, é seu o ônus de provar que a mãe não está sendo guiada pela razão. O que a guiaria? Afeto e amor são manifestações da razão).

    A interação entre um indivíduo e um cachorro não configura uma interação entre dois seres humanos estranhos.

    Se esse é o seu melhor argumento, piorou ainda mais.

    "Reitero que há retoques, mas que o núcleo do argumento dele continua bastante forte."

    Sim, há uma urgência de retoques na sua argumentação.

    Abraços!
  • Raphael  24/07/2015 12:59
    Prezado Michelangelo,

    Não vim até aqui discutir com você, e não vou te dar palco para isso. Você tem suas razões para pensar dessa forma, e meus exemplos foram ilustrativos, como mencionei ao falar do animal, reconhecendo que ele não é um ser humano mas que poderíamos colocar um no lugar e a analogia persistiria (você insistiu em ignorar meu reconhecimento da sua verdade e a utilização de um exemplo mais forte analogicamente do que o com um ser humano, felizmente não cabe a mim ter que te provar nada).

    Confesso que estava gostando do nosso intercâmbio de ideias antes dos seus ad-hominem velados. Por isso vou continuar esclarecendo para que as pessoas mais dispostas a entender a visão dos demais possam, se considerarem conveniente, tirar algum proveito do que estou defendendo.

    O fato é o seguinte: a sensibilidade possui, sim, situações em que prescinde totalmente da razão para atuar. Era isso que meus exemplos queriam demonstrar. (Um mendigo, parado quieto em um canto pode influenciar o comportamento de alguém sem sequer pretender, dormindo. Não podemos afirmar que a pessoa agiu com a razão. Só ela sabe). Aliás, admitir isso é uma vantagem para a teoria liberal como um todo. A visão filosófica clássica inspirada em um ser humano completamente guiado pela razão ou força está muito mais adequada ao pensamento realista do que ao liberal, e parte do pressuposto de que há uma maldade inerente nos comportamentos humanos. Essa espécie de maniqueísmo é muito corriqueira da defesa de pontos ideológicos, mas pouco produtiva.

    Um abraço!
  • Thomaz  24/07/2015 14:36
    "O fato é o seguinte: a sensibilidade possui, sim, situações em que prescinde totalmente da razão para atuar. Era isso que meus exemplos queriam demonstrar. (Um mendigo, parado quieto em um canto pode influenciar o comportamento de alguém sem sequer pretender, dormindo. Não podemos afirmar que a pessoa agiu com a razão. Só ela sabe)."

    Esse mendigo dormindo não interagiu com o transeunte. O mendigo não coagiu o transeunte a nada. Ponto.

    Qualquer que tenha sido a reação do transeunte, ele o fez com base em sua inteligência. Pode não ter sido a reação mais inteligente (qualquer que tenha sido a atitude), mas ele estava com o pleno controle de suas faculdades mentais.

    "Aliás, admitir isso é uma vantagem para a teoria liberal como um todo. A visão filosófica clássica inspirada em um ser humano completamente guiado pela razão ou força está muito mais adequada ao pensamento realista do que ao liberal, e parte do pressuposto de que há uma maldade inerente nos comportamentos humanos."

    Isso é totalmente alheio ao ponto do artigo. Aliás, desconheço que a teoria liberal/libertária diga que há uma maldade ou uma bondade inerente ao ser humano. Isso é espantalho.

    "Essa espécie de maniqueísmo é muito corriqueira da defesa de pontos ideológicos, mas pouco produtiva."

    Qual maniqueísmo? Quem realmente introduziu o maniqueísmo na conversa foi você, ao dizer que as maldades e os sentimentalismos substituem a razão.
  • Raphael  24/07/2015 17:13
    Olá, Thomaz

    Grato pela sua resposta. Vi que no pouco tempo que tive para expressar-me deixei um ponto pouco explicado, e foi exatamente um que você mencionou. Antes de explicá-lo é importante fazer uma ressalva: o meu discurso todo não trata de coação, como você mencionou em seu comentário, até porque o que o autor diz é que temos duas formas de "lidar com os outros", e não "coagir os outros".

    Aliás, o maniqueísmo que eu estava falando era exatamente esse. É arriscado dizer que só existem duas posições possíveis em um espectro tão grandes de possibilidades. O que nos faria pensar que um comportamento como o supostamente refutado pelo Michelangelo, na minha analogia sobre os bebês ou animais, não seria reproduzido em uma interação entre seres racionalmente capazes? Estaria a interação entre seres capazes com incapazes regida por uma espécie diferente de faculdades psicológicas? Isso é difícil de sustentar.

    Para encontrar as bases daquilo que você considera o argumento do espantalho, é necessário regredirmos até discussões que envolvam Rousseau e Maquiavel, enquanto defendiam as bondade e maldade da natureza humana, que deu origem a toda a teoria realista que conhecemos. Concordo com você, é totalmente alheio ao ponto do artigo, ao menos como argumentação. É mais relacionado ao propósito liberal como um todo, e a necessidade de consolidar uma teoria que possua solidez na sua coerência...

    Gosto dos comentários aqui, e, apesar de o seu ser bem colocado, às vezes me parece que as pessoas utilizam-se da distância física proporcionada por discussões na web para tornarem-se temerariamente ofensivas em suas posturas, boas argumentações, limpas dessa espécie de propósitos, como a sua, acabam mergulhadas em um mar de ironias e construções pernósticas... Triste

    Abraço!

    Raphael

  • Edujatahy  24/07/2015 17:39
    Raphael, você está desvirtuando totalmente da questão. O artigo demonstra claramente que a relação humana quando envolve conseguir algo (ou seja, algum recursos escasso) o fazemos de duas formas, uma delas é através da força e a outra da razão. Caridade não sequer entrou no âmbito do artigo. Veja bem o que está escrito no segundo páragrafo:

    "Se você quer que eu faça algo por você, há duas opções: ou você me convence por meio de um argumento racional ou você recorre à ameaça de violência."

    Eu te pergunto. Existe alguma terceira maneira de EU (Eduardo) fazer algo por VOCÊ (Raphael)? Algo simples, como por exemplo, eu te dar dinheiro.

    Se sim. Me explique por favor.

    Não é necessário complicar o simples só para querer discordar do autor.

  • Raphael  24/07/2015 19:23
    Olá, Edujatahy.

    Não posso concordar que eu esteja desvirtuando, porque tentei tomar o cuidado de manifestar mais de uma vez que estava tratando de um tema acessório, que não retira força da argumentação do autor, mas que é pertinente para a coerência teórica, já que trata de comportamento e constituição humana.

    Você começa a tratar do texto a partir da sua segunda frase, e todo meu argumento se embasa na primeira frase (que, justo por ser a primeira, me parece ser a premissa básica a partir de onde o autor retira todas as suas inferências posteriores). Ela diz:

    "Os seres humanos têm apenas duas maneiras de lidar uns com os outros: por meio da razão e por meio da força".

    Em nenhum momento aqui possui uma troca comercial, uma diálogo, um interesse que involva ganhos ou perdas para as partes na premissa (e, reitero, é dela que estou tratando).

    É sob essa ótica, e somente sob ela, que defendo que não se pode atribuir a miríade de interações humanas com o meio (inclusive outros seres humanos racionais, que fazem parte desse meio) ao uso incondicional da razão.

    Trazer um ponto que não concordo não significa picuinha com o autor, só tenho direito de considerar sua premissa simplista demais em um ambiente que não admite essa simplicidade. O que não sei é porque isso pode incomodar tanto. O mundo está muito longe da lógica booleana, ou já teríamos resolvidos todos os seus problemas... Comportamento humano está nesse nicho de problemas ainda por resolver.

    Grato por sua resposta, abraço!
  • Carlos Dias  24/07/2015 08:26
    Toda unanimidade é burra, vejo que a grande maioria dos comentários assim como o artigo expôs somente um lado o que impedido de se realizar aqui um debate confrontando os argumentos de cada um a favor ou contra o desarmamento, assim poderíamos entender melhor quem está com a razão, Na minha opinião concordo que o ser humano de bem deveria ter o direito de se defender porém a liberação da arma abre um precedente para que os bandidos justifiquem seus portes impedindo assim que pudessem ser detidos em batidas policiais, pode observar que todo bandido alega defesa pessoal ao ser pego com uma arma ninguém ali é inocente, existem muitos casos em que uma simples briga acaba em morte e neste caso é onde o artigo peca ao comparar a lesão corporal por briga com uma briga de um ou dois indivíduos armados onde sempre acabará em morte, acabo de ver hoje no noticiário um exemplo onde uma briga acabou em morte onde um cara derramou cerveja no outro e a discussão acabou em morte pois um dos indivíduos tinha uma arma e acabou atirando no rapaz indefeso, porém o agressor era um PM e por isso tinha porte e já havia sido excluído da corporação por já ter ferido outra pessoa em um caso similar, neste caso o PM entrou para polícia apenas para adquirir o porte e assim poder impor sua força Se o cidadão morte tivesse uma arma isso não anularia esta fatalidade pelo contrário um tiroteio iria ferir e matar muito mais pessoas dentro da boate, o grande problema é que aqui não é o texas, vivemos em um país miserável cheio de corrupção onde esse grande mal que muitas vezes é chamado de "jeitinho brasileiro" já está no nosso sangue, e dar o poder da arma a qualquer cidadão poderá transformar pessoas de bem em criminosos se todos se sentirem no direito de ameaçar o próximo com uma arma para impor sua opinião muitas vezes indo contra as leis desse país que deverão ser revistas se não puderem mais ser aplicadas pela força policial, pronto apesar de expressar toda essa opinião não posso afirmar que concordo plenente com a proibição estou apenas sendo racional e expondo o outro lado para que possamos refletir, porém meu desejo pessoal é ter uma arma apenas para poder pipocar qualquer vagabundo que ousar roubar o frudo de muito trabalho duro mais para isso as leis deveriam ser mudadas para possibilitar que a legítima defesa não desse cadeia ao cidadão de bem porém mesmo com a liberação existe uma lacuna até se provar isso onde poderia ocorrer erros, já fui assaltado e a patir desse dia repensei sobre estas questões, essa semana um indivíduo com uma moto parou ao lado do meu carro no sinal e colocou a mão na cintura eu logo fiquei assustado e confesso se tivesse uma arma teria disparado contra o suspeito porém como não tinha vi que ele apenas tirou o celular do bolso, mesmo tomando uma atitude de vacilo este cidadão de bem poderia ter morrido se eu estivesse armado, então por isso precisamos rever nossos conceitos, penso que no futuro haverá a figura do justiceiros armados fazendo valer a lei estes sim receberão o apoio da população, porém entendam que arma não são para todos concordo que o porte deveria ser menos restritivo porém somente terá direito ao porte o indivíduo que tem plena convicção do seus direitos respeito das leis e se poder provar psicologicamente que somente utilizaram a arma para se defender da violência contra o seu patrimônio ou sua vida, existe uma Querência tudo que foi dito porém esqueceu que vivemos no Brasil e aqui meoirmao a coisa é bem diferente...
  • Angelo Viacava  24/07/2015 12:07
    Aqui não é o Texas justamente porque não podemos portar armas. Inté.
  • Rene  24/07/2015 13:43
    Carlos Dias, confesso que tentei ler o teu texto, mas não entendi o teu argumento. Tem partes do teu comentário onde parece que vc é a favor do desarmamento. Em outras partes, parece que vc é contra. Entretanto, teu texto é muito contínuo, simplesmente não consigo seguir a tua linha de raciocínio.

    Tente esquematizar teus textos com pontos, para o leitor ter uma pausa na leitura para respirar. Também divida-o por parágrafos, quando for tratar de assuntos diferentes. Além disso, tente escrever textos com início, meio e fim bem definidos, para que o leitor consiga entender exatamente qual a mensagem que vc está tentando passar.

    Sucesso


  • Jarzembowski  24/07/2015 11:46
    Aparece cada asinino aqui.
    O argumento é sempre o mesmo: se todo mundo andar armado vai virar um caos! Onde vamos parar?
    Você vive no país COM O MAIOR NÚMERO DE HOMICÍDIOS DO MUNDO. Já virou um caos faz tempo, e a culpa é de progressistas tapados como você, que chama bandido de vítima e que acha um absurdo o cidadão ter direito de se defender.
    Qualquer pessoa a favor do desarmamento é cúmplice moral de 60 mil homicídios por ano.

  • Marcelo  24/07/2015 13:25
    Quanto à arma de fogo ser a civilização, que tal informar o índice de porte de armas de fogo (e não estou falando do direito de portar em casa, mas de transportar) nos países mais civilizados do mundo - Nova Zelândia, Austrália, Japão, Inglaterra, Holanda, Dinamarca etc.?
  • Rezende  24/07/2015 14:28
    Sem problemas.

    Honduras = 6,2 armas para cada 100

    El Salvador = 5,8 armas para cada 100 pessoas

    Jamaica = 8,1 armas para cada 100 pessoas.

    Brasil = 8 armas para cada 100 pessoas.

    Áustria, Alemanha, França, Suíça, Suécia e Noruega = média superior a 30 armas por cada 100 pessoas. (O que significa que essas populações são 4 vezes mais bem armadas que os brasileiros).

    A Finlândia é a mais bem armada de todas, com mais de 45 armas para cada 100 pessoas.

    Já Portugal, Espanha, Itália e Inglaterra ficam bem para trás entre os europeus (mas, ainda assim, sua população é mais armada que a brasileira).

    Fonte:

    www.theguardian.com/news/datablog/2012/jul/22/gun-homicides-ownership-world-list

    Aquele abraço!
  • Marcelo  24/07/2015 14:51
    Parece que não fez diferença eu ressaltar o seguinte no meu comentário: "não estou falando do direito de portar em casa, mas de transportar".

    Arma em casa é uma coisa (sou a favor - apenas em casa). No trabalho, comércio, bar, trânsito, é outra bem diferente.
  • Edujatahy  24/07/2015 15:54
    Porte de arma não significa arma em casa.
    O dono do bar pode ter sua arma dentro do bar, o dono da padaria da esquina pode ter sua arma dentro da padaria.
  • Marcelo  24/07/2015 16:22
    Obrigado pelo alerta.


    Corrigindo:

    Parece que não fez diferença eu ressaltar o seguinte no meu comentário: "não estou falando do direito de ter posse de arma e mantê-la em casa, mas de portá-la".
  • Henrique Zucatelli  24/07/2015 14:57
    É como eu sempre digo: O bom liberal tem duas armas nesse país: a pistola e o advogado.

    A pistola te defende dos marginais de baixo.

    E o advogado te defende dos marginais de cima.

  • Ali Baba  24/07/2015 15:09
    Olá... Só um heads up:

    Vocês sabem que o tal Major L. Caudill não existe né? O autor do texto é Marko Kloos e seu original pode ser lido aqui. O autor discute com alguns comentaristas sobre o plágio na própria seção de comentários do artigo.
  • Wilken Mendes  24/07/2015 19:19
    Achei muito interessante o raciocínio do autor do texto, porém não seria tão simples assim uma arma na mão de qualquer um. Existem pessoas que podem não ser criminosas, mas são emocionalmente descontroladas e se irritam com facilidade, nada a impediria de sair ai arrumando confusão e atirar em qualquer um. O autor pode ter o emocional tranquilo, mas nem todos são assim. Pra algum dia isso acontecer no Brasil, acredito eu que seria necessário uma espécie de pesquise e acompanhamento da pessoa interessada no porte de arma de fogo, quanto ao seu dia a dia, natureza psicológica e vários outros fatores, afim de não entregar armas a qualquer louco.
  • Marcos  24/07/2015 20:11
    Deus fez os homens diferentes, uns fortes e outros fracos, Samuel Colt os igualou.
  • joselito  24/07/2015 20:38
    Com prazer elogio este comentário com o melhor que já vir. Concordo plenamente com tudo que esta explanado.
    Gostaria de agregar ou associar do excelente escrito, os seguintes pensamentos:
    Acredito que a forma da exposição de uma arma uma vez permitida sobre a vigilância das autoridades, estas jamais poderiam ser exposta as vistas, nem sequer o volume do porte. Por outro lado, caso venha ser permitido o porte, que a arma seja de pequena e pouca munição, talvez dois projeteis com capacidade de atingir um alvo em até no máximo 12 metros à neutraliza-lo.
    Na historia do mundo e atualmente as nações mais fortes sempre tiveram os maiores exercitos, portando maior poderio em armamento, desta maneira impondo mais respeito, com resultado favorecidos em todos os sentidos. Então o mundo certamente é regido pelo poder imposto, derivando as maneiras de respeito, prudência, liberdade de se estabelecerem.
    Então a pergunta é, porque os homens podem ser postos uns contra os outros de maneira desigual, causadora de humilhações de todas os tipos perversos, sem a capacidade legitima de se defenderem? Simplesmente devem engolir as humilhações mais absurdas, se calarem, se entregarem, serem despedaçados em seu meio e deixados com sua feridas incuráveis ao tempo/?????

  • Bruna DeLarge  25/07/2015 01:52
    Olá,
    Descobri recentemente esse site e adorei os textos e compartilho da maioria dos pensamentos.
    Porém, confesso que ainda não tenho opinião formada em relação ao desarmamento, acho um assunto bastante complicado e nunca procurei pesquisar profundamente.
    Apesar de ser leiga no assunto, tenho uma dúvida (pode parecer idiota), mas eu gostaria muito de saber a opinião das pessoas que são contra o desarmamento, o que elas acham da política dos EUA em relação as armas já que lá é fácil para qualquer um adquirir uma. O ponto que eu gostaria mesmo de saber é se dessa forma que acontece nos EUA está certa ou se tem algo que tem que ser melhorado. A primeiro momento, penso que não deveria ser totalmente liberado do jeito que é, mas também não concordo com a proibição, enfim... dúvidas de principiante que não conhece muito o assunto rsrs
  • Pobre Paulista  25/07/2015 02:58
    Ou você é a favor da total e irrestrita liberdade das pessoas fazerem o que querem de suas vidas - incluindo aí a liberdade de comprar e vender o que quiserem - ou você é contra isso. Não tem meio termo.
  • Bruna DeLarge  25/07/2015 18:58
    Então, Pobre Paulista, é justamente nesse ponto que eu fico com o pé atrás, não acho que seja uma simples questão de liberdade de ir e vir, de liberdade de compra e venda, não acho que tem que ser algo tão banal assim, acredito que as coisas não devem ser tratadas com dicotomia, como se só existissem dois lados, duas possibilidades, enfim, entre liberar e proibir tem muita coisa que precisa ser pensada... uma vez compararam a arma de fogo com uma faca, porque todos podem comprar uma faca que também pode matar, mas nem todos podem comprar uma arma ou nem podem comprar uma arma de fogo (no caso do Brasil)... eu não acho que uma faca deve ser comparada a uma arma, mas essa não é a questão. A questão é que especificamente nos EUA, eu acho que a forma que é tratada a questão das armas de fogo é muito banal, como se fosse apenas uma questão de liberdade individual, e sabemos que não é apenas isso. Acho que a total liberação sem visar o mínimo de responsabilidade de quem compra é querer relativizar as tragédias que não são de hoje que acontece nos EUA e que são contínuas. No final das contas, o que eu queria expor é que existem países onde as armas de fogos são liberadas e não acontecem um terço das tragédias que acontecem quase que diariamente nos EUA, então onde está o problema? Porque de fato existe um problema que só cresce nos EUA e acho que não podemos isentar a compra discriminada de armas dessa história...
  • Ali Baba  26/07/2015 04:00
    @Bruna DeLarge 25/07/2015 18:58:37

    Em primeiro lugar, bem vinda ao site. Pronta pra tomar a pilula vermelha?

    Qto a sua pergunta, perceba q o Pobre Paulista resumiu muito bem. Ou você é a favor da liberdade ou você é contra. Ao contrario do q vc (ainda) pensa, não existe meio-termo. Qqer concessão ao meio-termo acaba com a liberdade de fato no longo prazo.

    Veja q as armas não matam. Quem mata é quem a empunha. A arma é tao inerte quanto um carro ou uma faca. Ambos podem matar tanto quanto uma arma. Pq parar na proibição às armas? Pq nao proibir os carros? Percebe?

    Algumas pessoas argumentam: mas a arma tem a finalidade primeira de matar, enquanto um carro ou uma faca não. Mas isso é falacioso. Como pode ser lido nesse texto, a finalidade primeira da arma é a defesa. Ela é como um seguro: você compra para não usar. Evidentemente o argumento dos opositores não se sustenta.

    Mas calma... Você chegou agora e o tema é polêmico. Se você é a favor da liberdade, em breve vai se dar conta, por si mesma, que portar armas é um direito natural que deriva do direito a autodefesa, que, por sua vez, deriva do direito a liberdade. E se, no final das contas, você não gostar de armas, é simples: não as tenha!
  • Lucas Braga  26/07/2015 09:14
    Bruna, não há "compra discriminada de armas nos EUA". Pelo contrário, as cidades com maiores taxas de homicídio do país são governadas por democratas, todos desarmamentistas.

    A grande tragédia dos EUA é o desarmamento deliberado das pessoas inocentes. Para resumir de forma simples: quando a presa está armada, o predador dorme com fome.
  • anônimo  26/07/2015 13:22
    Você está misturando duas coisas diferentes.
    Sim, os EUA tem uma sociedade disfuncional e frequentemente entra um doido em colégio, cinema ou igreja atirando em todo mundo, mas a culpa disso está longe de ser o porte de armas.
    Veja esse último maluco por ex, uma tonelada de coisas que ninguém comenta:
    https://www.youtube.com/watch?v=fELRvpvtifU

    A sociedade americana vem sendo corroída por dentro há décadas pelo marxismo cultural, a sociedade desequilibrada de hoje é apenas um produto disso, e um produto bem conveniente porque prepara o terreno pra que os esquerdistas de lá possam falar:'mas X é um absurdo! Logo, o governo tem que fazer algo!'
  • Magnum  26/07/2015 15:06
    Outra coisa que absolutamente ninguém comenta: todos -- absolutamente todos, sem exceção! -- esses malucos que saem dando tiros em público estão sob o efeito de fortes remédios que foram autorizados pela FDA (a ANVISA americana).

    Ou seja, todos eles estavam sob o efeito de remédios que o próprio governo determinou serem perfeitamente eficazes. Estranhamente, ninguém vem a público condenar o governo e dizer que tal acontecimento configura uma explícita falha de governo.

    Por que o governo sempre tem um passe livre? Por que preferem culpar um simples objeto inanimado em vez de apontarem o dedo para a instituição que realmente criou o maluco?
  • Pobre Paulista  26/07/2015 14:25
    Bruna, não é uma dicotomia. Ou as pessoas podem comprar ou que querem ou elas não podem, pois qualquer "regulamentação" significa que elas "não podem comprar o que querem".

    Não existe meia liberdade, nem 99.9% de liberdade.
  • Bruna DeLarge  27/07/2015 02:51
    É sempre bom um debate saudável em que as opiniões façam outros refletirem... enfim, acho que o Brasil com a sua política desarmamentista não é um exemplo a ser seguido jamais, mas pelo menos para mim, ainda tenho muito que pensar a respeito desse assunto. Obrigada e até um próximo debate! rs
  • Emerson Luis  14/10/2015 12:07

    Na Venezuela houve desarmamento, não houve?

    * * *
  • Ronaldo  14/10/2015 16:44
    Sim.
  • brunoalex4  18/11/2015 12:49
    Toda vez que entro em discussão com algum desarmamentista "saco" logo os argumentos utilizados nesse texto.


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