Atacar o luxo é atacar o futuro padrão de vida dos mais pobres

Um dos efeitos benéficos da desigualdade da riqueza existente em nossa ordem social é que ela estimula vários indivíduos a produzirem ao máximo que consigam para tentar ascender ao padrão de vida dos mais ricos.  Essa foi uma das principais forças-motrizes que fez com que a humanidade enriquecesse.

O nosso nível atual de riqueza não é um fenômeno natural ou tecnológico, independente de todas as condições sociais; é, em sua totalidade, o resultado de nossas instituições sociais.  Pelo fato de a desigualdade da riqueza ser permitida em nossa ordem social, pelo fato de ela estimular a que todos produzam o máximo, é que a humanidade hoje conta com toda a riqueza anual de que dispõe para consumo.  

Fosse tal incentivo destruído, fosse a desigualdade de renda abolida, a produtividade seria de tal forma reduzida, que a fatia de riqueza média recebida por cada indivíduo seria bem menor do que aquilo que hoje recebe mesmo o mais pobre. 

A desigualdade da distribuição da renda, contudo, tem ainda uma segunda função tão importante quanto: torna possível o luxo dos ricos. 

Muitas bobagens têm sido ditas e escritas sobre o luxo.  Contra o consumo dos bens de luxo tem sido posta a objeção de que é injusto que alguns gozem da enorme abundância, enquanto outros estão na penúria.  Este argumento parece ter algum mérito.  Mas apenas aparenta tê-lo.  Pois, se demonstrarmos que o consumo de bens de luxo executa uma função útil no sistema de cooperação social, este argumento será, então, invalidado.  É isto, portanto, o que procuraremos demonstrar. 

Em primeiro lugar, a defesa do consumo de luxo não deve ser feita com o argumento de que esse tipo de consumo distribui dinheiro entre as pessoas.  Segundo esse argumento, se os ricos não se permitissem usufruir do luxo, o pobre não teria renda.  Isto é uma bobagem, pois se não houvesse o consumo de bens de luxo, o capital e o trabalho neles empregados seriam aplicados à produção de outros bens: artigos de consumo de massa, artigos necessários, e não "supérfluos". 

Portanto, para formar um conceito correto do significado social do consumo de luxo é necessário, acima de tudo, compreender que o conceito de luxo é inteiramente relativo.  

Luxo consiste em um modo de vida de alguém que se coloca em total contraste com o da grande massa de seus contemporâneos.  O conceito de luxo é, por conseguinte, essencialmente histórico.  

Muitas das coisas que nos parecem constituir necessidades hoje em dia foram, em algum momento do passado, consideradas coisas de luxo.  Quando, na Idade Média, uma senhora da aristocracia bizantina, casada com um doge veneziano, em vez de utilizar seus próprios dedos para se alimentar, fazia uso de um objeto de ouro que poderia ser considerado um precursor do garfo, os venezianos o considerariam um luxo ímpio, e considerariam muito justo se essa senhora fosse acometida de uma terrível doença.  Isto seria, assim supunham, uma punição bem merecida, vinda de Deus, por esta extravagância antinatural.  

Em meados do século XIX, considerava-se um luxo ter um banheiro dentro de casa, mesmo na Inglaterra.  Hoje, a casa de todo trabalhador inglês, do melhor tipo, contém um.  Ao final do século XIX, não havia automóveis; no início do século XX, a posse de um desses veículos era sinal de um modo de vida particularmente luxuoso.  Hoje, até um operário possui o seu.  Este é o curso da história econômica.  

O luxo de hoje é a necessidade de amanhã.  Cada avanço, primeiro, surge como um luxo de poucos ricos, para, daí a pouco, tornar-se uma necessidade por todos julgada indispensável.  O consumo de luxo dá à indústria o estímulo para descobrir e introduzir novas coisas.  É um dos fatores dinâmicos da nossa economia.  A ele devemos as progressivas inovações, por meio das quais o padrão de vida de todos os estratos da população se tem elevado gradativamente. 

Ainda no final do século XIX, Jean-Gabriel de Tarde (1843-1904), o grande sociólogo francês, abordou o problema da popularização dos itens de luxo.  Uma inovação industrial, disse ele, adentra o mercado para atender exclusivamente às extravagâncias de uma pequena elite; porém, com tempo, passo a passo, tal produto finalmente vai se tornando uma necessidade até que, no final, se torna um item massificado e indispensável para todos.  Aquilo que antes era apenas um bem supérfluo de luxo passa a ser, com o tempo, uma necessidade.

A história da tecnologia e do comércio fornece inúmeros exemplos que confirmam a tese de Tarde.  No passado, havia um considerável intervalo de tempo entre o surgimento de algo até então completamente desconhecido e sua popularização no uso cotidiano.  Algumas vezes, passavam-se vários séculos até que uma inovação se tornasse amplamente aceita por todos — ao menos dentro da órbita da civilização ocidental.  Pense na lenta popularização do uso de garfos, sabonetes, lenços, papeis higiênicos e inúmeras outras variedades de coisas.

Desde seus primórdios, o capitalismo demonstrou uma tendência de ir encurtando esse intervalo de tempo, até ele finalmente ser eliminado quase que por completo.  Tal fenômeno não é uma característica meramente acidental da produção capitalista; trata-se de algo inerente à sua própria natureza.  A essência do capitalismo é a produção em larga escala para a satisfação dos desejos das massas.  Sua característica distintiva é a produção em massa feita pelas grandes empresas. 

Para o grande capital, não há a opção de produzir apenas quantias limitadas de bens que irão satisfazer apenas a uma pequena elite.  Quanto maior uma empresa se torna, mais rapidamente e de maneira mais massificada ela possibilita às pessoas o acesso aos novos êxitos da tecnologia.

Séculos se passaram até que o garfo deixasse de ser um utensílio utilizado apenas por homens efeminados e se transformasse em um instrumento de uso universal.  Antes visto meramente como um brinquedo de ricos ociosos, o automóvel levou mais de 20 anos para se tornar um meio de transporte utilizado universalmente.  Já as meias de nylon, ao menos nos EUA, se transformaram em artigo de uso diário de todas as mulheres em pouco mais de dois ou três anos após sua invenção. 

E praticamente não houve nenhum período de tempo em que o usufruto de inovações como a televisão ou produtos da indústria de comida congelada fosse restrito a uma pequena minoria.

Os discípulos de Marx sempre se mostraram muito ávidos para descrever em seus livros os "inenarráveis horrores do capitalismo", os quais, como seu mestre havia prognosticado, resultam "de maneira tão inexorável como uma lei da natureza" no progressivo empobrecimento das "massas".  O preconceito anticapitalista deles impedia que percebessem o fato de que o capitalismo tende, com o auxílio da produção em larga escala, a eliminar o notável contraste que há entre o modo de vida de uma elite afortunada e o modo de vida de todo o resto da população de um país.

A maioria de nós não tem qualquer simpatia pelo rico ocioso, que passa sua vida gozando os prazeres, sem ter trabalho algum.  Mas até mesmo este cumpre uma função na vida do organismo social: dá um exemplo de luxo que faz despertar, na multidão, a consciência de novas necessidades, e dá à indústria um incentivo para satisfazê-las.  

Havia um tempo em que somente os ricos podiam se dar ao luxo de visitar países estrangeiros.  O poeta Friedrich Schiller nunca viu as montanhas suíças que tornou célebres em sua peça William Tellembora fizessem fronteira com sua terra natal, situada na Suábia.  Goethe não conheceu Paris, nem Viena, nem Londres.  

Hoje, milhares de pessoas viajam por toda parte e, em breve, milhões farão o mesmo. 

O abismo que separava o homem que podia viajar de carruagem e o homem que ficava em casa porque não tinha o dinheiro para a passagem foi reduzido à diferença entre viajar de avião e viajar de ônibus.

 

Originalmente escrito no início da década de 1950


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SOBRE O AUTOR

Ludwig von Mises
foi o reconhecido líder da Escola Austríaca de pensamento econômico, um prodigioso originador na teoria econômica e um autor prolífico.  Os escritos e palestras de Mises abarcavam teoria econômica, história, epistemologia, governo e filosofia política.  Suas contribuições à teoria econômica incluem elucidações importantes sobre a teoria quantitativa de moeda, a teoria dos ciclos econômicos, a integração da teoria monetária à teoria econômica geral, e uma demonstração de que o socialismo necessariamente é insustentável, pois é incapaz de resolver o problema do cálculo econômico.  Mises foi o primeiro estudioso a reconhecer que a economia faz parte de uma ciência maior dentro da ação humana, uma ciência que Mises chamou de "praxeologia".



OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Felipe  11/06/2015 14:11
    Artigo é espetacular!

    Uma aula sobre capitalismo.

    Mas infelizmente luxo não é atacado por ignorância, e sim por inveja.

    E contra isso, apenas livros de auto-ajuda podem ajudar.
  • Alexandre  11/06/2015 21:44
    Como impedir que os ricos sejam roubados por inveja daqueles que se julgam incapazes de conseguir a riqueza a partir de seu trabalho honesto? Uma sociedade muito desigual pode não fomentar a violência?
  • Andre Cavalcante  12/06/2015 11:45
    O problema nunca foi a desigualdade, mas a pobreza.
  • Emerson Luís  11/06/2015 14:16

    Mises, sempre incrivelmente atual!

    Enquanto isso, pensadores da esquerda repetem hoje discursos ultrapassados há 100 anos!

    * * *
  • Leandro Castro  11/06/2015 14:29
    O ódio pelo capitalismo é, quase sempre, fundamentado na inveja. Existem infinitas evidencias históricas que mostram o quão benéfico tem sido o acumulo de capital para a humanidade.
  • Douglas  11/06/2015 15:24
    Ótimo artigo.
  • Alexanre  11/06/2015 15:35
    Como bem disse Joãozinho Trinta: pobre gosta de luxo; quem gosta de miséria é intelectual.
  • Caetano  11/06/2015 15:39
    Complementando: o intelectual de esquerda abastado, aquele sujeito típico que vive na Vila Madalena ou Leblon, que não vive a realidade da pobreza mas julga entender a realidade da pobreza mais que os pobres, e decide por eles o que é melhor.
  • Andre Miura   11/06/2015 15:37
    Produtos de luxo tem altas margens. A empresa cresce mais rápido. Então a concorrência surge interessada nos altos lucros. Os preços baixam. A escala aumenta. Então, aceleram a chegada às massas. Geram um caixa grande permitindo investimento em novos produtos e tecnologias . E assim caminha a humanidade.
  • Alguém  11/06/2015 17:26
    Microeconomia básica e lucro econômico da concorrência monopolística no longo prazo, nunca entenderei como não me ensinaram isso na escola...
  • Vinicius  11/06/2015 19:35
    Pelo motivo que a escola quer todos improdutivos, ignorantes e por consequência invejosos do sucesso dos competentes na vida adulta, alimentando politicamente a esquerda.
  • Renato  11/06/2015 21:16
    Gramsci em uma casca de noz.
  • Ricardo Mitrano  24/01/2016 17:04
    Muito bem colocado André!
  • Bento Guimaraes   11/06/2015 15:38
    "O ser humano não quer só viver. Ele quer viver bem!" Ortega y Gasset
  • Vitor Cássio   11/06/2015 15:41
    A essência deste texto fala sobre os itens de luxo, mas, neste caso, creio que o mais coerente fosse chamá-los de "itens inovadores".

    É verdade que quase sempre eles vêm agregados em formatos luxuosos, no entanto, à medida que se barateia o custo de desenvolvimento e a tendência se implanta no mercado, novos formatos do mesmo produto surgem em versões mais populares ou interessantes, como foi o caso dos carros e dos computadores, respectivamente.

    Além disso, obviamente que mesmo estas tecnologias sempre serão renovadas e, graças ao livre-mercado, terão modelos atuais e condizentes com toda a classe de compradores (vide o caso de celulares; há desde os mais baratos até os caríssimos e de coleção, ainda que modernos) até que a tecnologia em questão fique plenamente defasada perante uma mais moderna e interessante ao desenvolvimentos individual ou realidades em voga.
  • Felipe R  11/06/2015 16:06
    'A essência deste texto fala sobre os itens de luxo, mas, neste caso, creio que o mais coerente fosse chamá-los de "itens inovadores"'


    Concordo 984597546%
  • Henrique Zucatelli  11/06/2015 16:17
    Nem sempre. Existem itens já ultrapassados que ainda são luxuosos, como perfumes clássicos, canetas tinteiro, ovos Faberger e outros.

  • anônimo  09/06/2016 01:48
    Mas as vezes esses itens antigos são até mais caros do que os mordenos
    Um carro esportivo antigo por exemplo,etc
  • anônimo  09/06/2016 01:46
    O texto é muito bom,mas o seu comentário complementou o assunto.É isso msm,concordo plenamente.

    Os Smartphones se tornaram populares,mas n é todo mundo que tem condições de ter um Iphone.A internet tá se tornando popular,mas n é todo mundo que pode pagar por uma franquia de +100 MB de Velocidade.Os carros se tornaram populares,mas n é todo mundo que pode ter uma Ferrari,Porsche,Lamborghini,etc.Os acessórios se tornaram populares,mas n é todo mundo que pode ter um Rolex ou Joiás de Diamantes.Roupas(Vestimentas) são um artigo necessário na nossa sociedade,mas roupas de Grife não é pra todo mundo

    Em fim,e muito outros exemplos.No artigo devia dizer que realmente alguns bens inovadores são considerados de luxo e depois se tornam populares,mas também a aqueles que ficam ao acesso de um minoria ,Pois na economia as empresas tem um público alvo,tem empresas/marcas que atende e tem como objetivo alguma classe social.Claro,o critério muda de acordo com o país,aqui no Brasil uma Ferrari é basicamente só para os ricos,já que é muito caro,mas nos EUA uma pessoa de classe Média pode conseguir ter uma,já que lá é mais barato
  • Lucas Emanoel  11/06/2015 15:42
    Um comentário sobre o seguinte trecho do texto:
    "Para o grande capital, não há a opção de produzir apenas quantias limitadas de bens que irão satisfazer apenas a uma pequena elite. Quanto maior uma empresa se torna, mais rapidamente e de maneira mais massificada ela possibilita às pessoas o acesso aos novos êxitos da tecnologia."

    Na verdade, para o grande capital, há a opção de produzir apenas quantias limitadas apenas para satisfazer uma pequena elite (ainda mais quando a tal pequena elite é de 1% da população global, o que dá uns 70 milhões de elites por baixo).
    Vide o caso da Ferrari, ou de tantas marcas de luxo.

    Entretanto, se uma parte do grande capital adere a essa opção (de se preocupar apenas com elites), nada impede que outra parte do grande capital (a maior parte, arrisco dizer) adira à opção apresentada no texto, em especial se não há restrições governamentais a isso!

    Nisso está a beleza do capitalismo. Se alguém começa a oferecer viagens espaciais de luxo, apenas para os ricos, nada impede de outro alguém, com o capital inicial necessário, entrar no mercado e oferecer viagens espaciais mais baratas para a classe média e os pobres!
    (e com o devido tempo, diminuir a diferença de qualidade entre as viagens de luxo e as viagens populares)
  • Lopes  11/06/2015 16:09
    Tome as mais valiosas empresas privadas de hoje e conte somente as que servem aos abastados. Notará que é somente uma minoria e que o oposto é verdadeiro: as companhias que ofertam produtos "populares" - de baixo ou médio custo para mercados amplos da classe média baixa - são justamente as mais proeminentes.

    www.forbes.com/global2000/list/#header:marketValue_sortreverse:true
  • Zhara  11/06/2015 16:07
    Imprecionante a sequencia de textos de alto nível neste site. Meus parabens a todos responsaveis.
    Alguns artigos de luxo talvez nao cheguem a massa, como por exemplo iates, mansões, Ferrari, bebidas de grife, etc?
  • Yonatan Mozzini  11/06/2015 17:41
    Zara, é porque tem exigido altos custos com mão de obra (pelo menos, por enquanto). Quanto mais um país se desenvolve, mais alto fica o custo da mão de obra comparada a todos os outros insumos da economia.
  • Pobre Paulista  11/06/2015 18:27
    Imprecionante mesmo. Os próprios browsers hoje já vem com corretor horto gráfico em butido para evitar pequenos deslizes de escrito.

    Artigos de luxo como iates, mansões, Ferrari, bebidas de grife, etc, jamais chegarão às massas pois são produtos de luxo cujo valor está no preço alto.

    O artigo não fala sobre isso. O que chega às massas são outros barcos, outras moradias, outros veículos e outras bebidas. Bens que no passado não eram oferecidos simplesmente por serem um "luxo". Por exemplo, no início do século passado, um simples carro movido a vapor era um luxo, que hoje não vale nem como peça de museu. O luxo do passado não serve nem de lixo hoje.
  • Zhara  11/06/2015 21:05
    "horto gráfico" tambem foi otima né.

    Desculpe minha falha, quando percebi ja tinha enviado. Incrivel que meu corretor esta com essa opção errada, talvez seja o mesmo corretor que o seu...rsrs..valeu..obrigado pela resposta.
  • Felipe  11/06/2015 19:53
    O artigo apenas explica a importância do luxo para o desenvolvimentos de bens e serviços para as massas.

    Mas o artigo nunca disse que um garfo da Cecília Dale ficará acessível a todos.
  • Torresmo  11/06/2015 23:53
    Mas entao a foto que estampa o texto está errada. Vemos um operario vislumbrar uma marca de grife. É um artigo de luxo, entretanto, supérfluo e distantes das massas.
  • Bacon  12/06/2015 01:16
    " É um artigo de luxo, entretanto, supérfluo e distantes das massas."

    Hoje é, mas e daqui a alguns anos? Você jura que continuará sendo? É exatamente disso que o texto trata.

    P.S.: no que mais, vale lembrar que cópias idênticas de roupas de grife existem e estão legalmente disponíveis a preços baixos. Ou seja, na prática, não há nada de distante das massas. A mesma roupa, o mesmo tecido e o mesmo design estão disponíveis para o povão. Muda só a etiqueta.
  • Torresmo  12/06/2015 02:12
    Tem razão Bacon, muito bem lembrado.
  • Felipe  13/06/2015 15:34
    A própria roupa que o "operário" está usando tem significado na foto.
  • anônimo  09/06/2016 02:07
    Mas realmente no caso dos Iates é meio difícil né?
    Msm se o preço abaixa-se e torna-se acessível a todo mundo,surgiria um novo desafio = A política.É tenho ctz que o governo criaria novas leis para que se possa ter posse de um Iate.Além de aumentar os Impostos sobre ele
    E dá pra entender o governo nesse caso,imagina se todo mundo pode-se ter um Iate ?
    Milhões de Iates estacionados num Porto?
    Acho que n dá né?
    kkkkkkk
    Mas n duvido de mais nada,só resta esperar o futuro xD
  • Andre Cavalcante  10/06/2016 19:31
    "Mas realmente no caso dos Iates é meio difícil né?"

    Ué? porque? A Terra é 75% de sua superfície água. Nada mais natural que usássemos como meio de transporte barcos, lanchas e iates...


    "Msm se o preço abaixa-se e torna-se acessível a todo mundo,surgiria um novo desafio = A política."

    Só se existisse governo, certo?

    "É tenho ctz que o governo criaria novas leis para que se possa ter posse de um Iate.Além de aumentar os Impostos sobre ele"

    Não disse?

    "E dá pra entender o governo nesse caso,imagina se todo mundo pode-se ter um Iate ?"
    Milhões de Iates estacionados num Porto?
    Acho que n dá né?"


    Pensa um pouco: "e se todo mundo tivesse um avião, onde os estacionaríamos?" a resposta seria: num aeroporto?
    "e se todo mundo tivesse um carro, onde os estacionaríamos? em estacionamentos verticais, que tal. Qual o problema de se ter vários portos? Ah! o governo não deixa ter portos privados? Acabe com o governo, ora bolas...



    "Mas n duvido de mais nada,só resta esperar o futuro xD"

    Resta saber porque uma lancha custa mais do dobro de um carro último tipo e o que impede que o preço caia

  • anônimo  11/06/2016 10:25
    'imagina se todo mundo pode-se '

    Eu imagino um mundo onde não teria que conviver com analfabetos funcionais.Mas por enquanto é só um sonho...
  • Henrique Zucatelli  11/06/2015 16:21
    Marxistas são tão hipócritas, que até os livros que lêem só podem ser comprados por preços módicos graças ao capitalismo.

    Em suma, o capitalismo ajuda até os seus próprios inimigos kkkk.
  • Leandro Castro  11/06/2015 17:19
    Com toda a certeza, Henrique! kkkkk... Eles não conseguem viver sem as benesses do capitalismo!!

    "maldito capitalismo opressor, pq você é tão bom?!?!?!"
  • Adelson Paulo  11/06/2015 21:04
    Quando era criança, nos anos de 1970, ia quase todo ano passar férias no Piauí (terra de minha mãe) com minha mãe e minhas duas irmãs, saindo do Rio de Janeiro. Viajar de avião era um luxo, pois as passagens eram muito caras, e meu pai, apesar de ter um bom salário no Banco do Brasil, não podia comprar quatro passagens aéreas todo ano do Rio a Teresina. Assim, nós quatro (eu, minha mãe e minhas duas irmãs) pegávamos um ônibus semi-leito (?!) da Itapemirim, em uma viagem de cerca de 50 horas entre o Rio de Teresina. E depois tinha mais 50 horas na volta!
    Viajar de avião do Rio de Janeiro a Teresina nos anos 1970 era um grande luxo, do qual eu quando criança sonhava um dia poder desfrutar.
  • Vinicius  11/06/2015 22:24
    O absurdo preço de passagens aéreas dessa época se devia ao forte controle de preços que o governo exercia, já que era sócio das empresas aéreas.
    Tal controle era regra no mundo todo até fim dos anos 70:
    forumdaliberdade.com.br/case-1/
    Aviação civil desregulamentada era privilégio dos super abastados no anos 20 e 30.
  • Alexandre  24/01/2016 17:27
    O governo geralmente impõe muita regulamentação nesses setores, como transportes e comunicação, para diminuir o número de empresas, o que facilita o controle da atividade. Essas atividades de comunicação e transporte dão suporte às trocas livres e interação entre as pessoas. Dessas trocas que provém a riqueza e o poder. O governo tenta limitar o poder dos indivíduos ao mesmo tempo em que confisca sua riqueza.
  • Dalton C. Rocha  11/06/2015 23:42
    A busca por um caminho para a Índia, a fim de comprar especiarias como canela, então vendidas a preço de ouro na Europa, foi o agente propulsor das grandes navegações, incluída aí a descoberta tantos das Américas, por Colombo; o caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama. Até mesmo a descoberta do Brasil, por Cabral deveu-se a isto. Coisas como ter telefone em casa e mais recentemente ter um computador em casa, já foram luxos para poucos.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  11/06/2015 23:44
    Chega das baboseiras que o estado tenta incutir em nossas mentes! Basta!As mentiras já encheram o saco de todos! É hora das pessoas se conscientizarem e procurarem viver sem depender do estado, pois isso só gera desgraças para elas.
  • Leandro Verissimo  12/06/2015 11:49
    Texto excelente, uma verdadeira aula, pode ser dizer como alguns colegas já mencionaram aqui que esses itens chamados de luxo por Mises, pode ser chamado de inovadores nos dias de hoje, bem a nomenclatura tanto faz.
    Quem ataca o luxo ou mesmo o capitalismo em si o faz por inveja, falta de capacidade ou crença limitante de que não conseguira nunca alcançar o sucesso.
    Essa é a essência de todo mal, todos nós queremos sucesso, mas alguns só parecem que querem e apontam culpados por não conseguirem,outros pagam o preço disso e correm em direção ao seus sonhos.
  • Andre Cavalcante  12/06/2015 17:43
    Olá

    Bem, não é bem assim. Eu me considero uma pessoa razoavelmente inteligente e até 2011, justamente quando descobri este site, me achava de esquerda e que era lá onde estavam as verdades e a justiça.

    Ledo engano. Mas acredito que boa parte dos leitores do IMB começaram assim.
  • anônimo  12/06/2015 20:01
    A esquerda é a inveja mascarada.

    Sua origem se encontra em intelectuais frustrados.

    Seu caso foi apenas ignorância, e assim que conheceu o outro lado se corrigiu.
  • Leandro Verissimo  13/06/2015 14:46
    André meu amigo, você estava no grupo de crenças limitantes ( assim como eu já estive também) e lhe digo que muitos estão nessa situação por não encontrarem nada diferente, eu mesmo era assim e você também. Quantos mais existem nesse Brasil imenso e no mundo ? O importante é divulgar as ideias, os pensamentos e fazer o que temos feito.
  • Henrique Zucatelli  13/06/2015 16:12
    Não sei vocês, mas eu achei o IMB em um momento de revolta com situações onde se vê determinados grupos recebendo benesses estatais, trabalhando em repartições e bancos estatais com salários absurdos, enquanto eu me deparava com problemas gigantescos em operações simples, como modificar uma empresa na Receita Federal.

    Nunca fui muito de esquerda naturalmente, mas a inveja gramscista confesso que estava dentro de mim, e demorou uns dois anos para sair por completo. Reitero que ideais liberais são altamente polêmicos e podem acabar com amizades e até mesmo relacionamentos. Pode ter que se destruir por completo para colocar apenas uma das bases no seu subconsciente, anos e anos massacrado com palavras de ordem, ideologias revolucionárias e planos de igualdade.


    Hoje me encontro q beira do anarco capitalismo, vendo defeito, corrupção e incompetência em absolutamente tudo que o estado faz ou diz que faz. Não raro me pego pensando em como a ausência do estado em certos momentos poderia funcionar, e ato contínuo, espalho isso por onde vou e onde posso. Se eles fizeram assim no séc XX, nos liberais vamos fazer no XXI, até um dia banir de vez esse monstro psicopata apelidado de governo democrático.
  • Fernando  13/06/2015 15:15
    Esse artigo é incontestável.

    Aquele filme "O diabo veste Prada" é um exemplo disso.

    Se não fosse uma cena da editora da revista, dizendo que a blusa de cashimir da funcionária que não ligava pra moda, tinha sido capa da revista há alguns anos atrás, o filme seria um rechaço comunista.

  • Romero Juca  15/06/2015 02:57
    Boa noite a todos!

    Cada vez que leio o site sinto mais ojeriza pelo discurso vago dos Marxistas invejosos!E mais nojo sinto pela classe política!!!


    Este site é um oásis nesta imensidão da internet! Vida longa a todos os discípulos de Mises!

    Parabéns Leandro pela dedicação e empenho!!!
  • anônimo  15/06/2015 08:36
    "Originalmente escrito no início da década de 1950"

    Realmente impressionante!!!
  • Alessandro   15/06/2015 23:08
    Viva a Escola Austríaca de Economia! Só a Verdade liberta...
  • anônimo  16/06/2015 10:14
    Onde houver exploração e uso indevido do trabalho do outro em benefício próprio e principalmente de luxos, haverá desequilíbrios que causaram animosidades (ódio, inteja, nojo...). Penso que as teorias econômicas, hoje em dia, precisam ser refletidas num contexto que vá além do conceito do acúmulo de bens materiais, além da utilidade imediata, além do capital monetário.
  • anônimo  17/06/2015 14:18
    Não existe exploração trabalhista se o trabalho é voluntário (Não no sentido popular, mas no sentido formal da palavra).

    E Quem escolhe mais bens materiais são as pessoas e não a teoria econômica, que apenas dita qual o melhor caminho para este objetivo.

    É fácil reclamar de bens materiais sentado no seu sofá italiano, mas todos são livres para abdicar do material, logo faça o que você acha melhor, doe seus bens e viva na pobreza, mas nunca obrigue ninguém a fazer o mesmo.
  • Hugo  18/06/2015 13:57
    Pessoal aqui adora criticar o estado, mas aposto que não esquecem de exigir suas férias garantida pelo estado ihihihi.
  • Grotius  18/06/2015 14:29
    1) Em primeiro lugar, defina o que vem a ser "pessoal aqui";

    2) Em segundo lugar, na condição de autônomo, a última coisa que eu tenho são férias remuneradas;

    3) Em terceiro lugar, e mais importante de tudo: mesmo que um trabalhador genuinamente queira não ter férias em troca de um salário maior, seu patrão é proibido pelo estado de aceitar isso. Se houver alguma denúncia ao Ministério do Trabalho -- denúncia feita, por exemplo, por algum concorrente --, o patrão vai pra cadeia e o empregado fica desempregado.

    Bonzinho o estado, não?
  • Lucas Albuquerque  30/07/2015 01:14
    Texto muito bom de Mises. Agora, vai falar isso pra um socialista mais fervoroso. O que será que eles pensam? Que se deve primeiro produzir em massa para, só a partir daí, se distribuir? kkk
  • Julio  11/08/2015 01:42
    Como diria o poetinha (Vinícius de Moraes): O dinheiro de quem não dá é o trabalho de quem não tem... (Nesse momento que a economia vive (falta água e luz), faltam pessoas que pensem em Sustentabilidade)
    Achei um pouco questionável essa idéia. O consumismo em excesso gera desordem ambiental.
  • Alexandre  11/08/2015 16:34
    O consumo só é em excesso quando o governo distribui dinheiro a rodo. O luxo de alguns poucos ameaça muito menos o meio-ambiente do que cada um ter ar-condicionado em casa, por exemplo.
  • Roberto  08/09/2015 16:10
    Por isso gosto dos países europeus e seu Estado de bem estar social. Assim o Estado corrige as falhas do capitalismo e o luxo fica em segundo plano pra grande maioria que prefere viver bem e sem grandes exageros. Trabalhar igual maluco, sem férias, pra que? O que se leva da vida não é o luxo e sim os momentos de "bem estar" que vivemos.
  • Ramos  08/09/2015 16:23
    "Assim o Estado corrige as falhas do capitalismo"

    Gostei dessa idéia.

    Cite aí um exemplo de políticos e burocratas atuando com onisciência para corrigir "falhas" na interação voluntária e diária de milhões de seres humanos.

    Fiquei curioso quanto aos superpoderes destes iluminados. Eles usam uniforme azul, capa vermelha e saem voando por aí? Só pode...

    Nunca ouvi falar de como é possível que um punhado de burocratas tenha a sabedoria e a onisciência para "corrigir" falhas na interação diária e voluntária de milhões de indivíduos. Esses seres dão autógrafos? Estão disponíveis para fotos? Que inveja da capacidade e da superioridade deles...

    "e o luxo fica em segundo plano pra grande maioria que prefere viver bem e sem grandes exageros."

    O curioso é que um europeu médio que deixa o luxo "em segundo plano" para "viver bem e sem grandes exageros" ainda assim leva uma vida muito mais luxuosa que a da esmagadora maioria dos brasileiros. Isso eu também quero. Como faz?

    Segundo o site Doing Business, nas economias escandinavas, por exemplo,

    1) você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio (contra mais de 130 no Brasil);

    2) as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média (no Brasil, se você quiser importar pela internet, pagará no mínimo 60%);

    3) o imposto de renda de pessoa jurídica é de 25% (no Brasil, chega a 34%);

    4) o investimento estrangeiro é liberado (no Brasil, é cheio de restrições);

    5) os direitos de propriedade são absolutos (no Brasil, grupos terroristas invadem fazendas e a justiça os convida para um cafezinho);

    6) o mercado de trabalho é extremamente desregulamentado. Não apenas pode-se contratar sem burocracias, como também é possível demitir sem qualquer justificativa e sem qualquer custo. E tudo com o apoio dos sindicatos, pois eles sabem que tal política reduz o desemprego. Não há uma CLT (inventada por Mussolini e rapidamente copiada por Getulio Vargas) nos países nórdicos.

    O único quesito em que os nórdicos superam o Brasil em ruindade é no IRPF, cuja alíquota máxima lá é maior que a daqui.

    E então, vamos copiá-los nestes itens de 1 a 6?
  • Edujatahy  08/09/2015 18:49
    Realmente...

    Quase não se tem consumo de luxo na europa... claro... Totalmente em segundo plano.
    Acho que nem existe luxo em Paris, Milão...
    Tampouco se visualiza carros de luxo nas ruas de Munique, Londres... Uma raridade!

    Só dá para tratar com ironia esse povo.. Ó céus...
  • Japa  24/01/2016 10:37
    Mas mesmo esse alto IRPF é compensado em forma de educação e saúde gratuitos.
  • Marco  25/01/2016 02:27
    Anedotal mas enfim: Moro e trabalho na Suécia desde 2009 e nunca me pareceu ser fácil demitir. Muito pelo contrário. Durante uma série de redundancias ano passado na empresa aonde trabalhei, muita gente competente foi demitida exclusivamente pelo fato de ter menos tempo de empresa do quê alguns incompetentes mais antigos. Isso com o sindicato sempre aí no cangote. Regra irritante para a empresa. Mas é importante notar também que ninguém vai passar fome por ser demitido, não importa a classe social.

    www.thelocal.se/20110113/31404
  • Erick  25/01/2016 11:42
    "Trabalhar igual maluco, sem férias, pra que? O que se leva da vida não é o luxo e sim os momentos de "bem estar" que vivemos."
    Quanta arrogância, Roberto! Ora, quem decide isso é o próprio indivíduo. Não é da responsabilidade de mais ninguém dizero quanto se deve trabalhar ou descansar. Cada um com suas necessidades e prioridades.
  • Rita  25/01/2016 00:33
    "O luxo hoje é a necessidade de amanhã"... Sábias palavras. Grande artigo, virei fã do site. Parabéns!
  • Cid Moreira  29/03/2016 15:24
    Daqui a 50 anos, tenho curiosidade para saber onde chegaremos. Com os atuais governantes, tanto nacionais quanto mundiais estão dando calafrios em toda a população. Não sabemos se haverá ou não escassez de água nos grandes centros, então, o luxo da água de hoje, amanhã pode virar ouro até para os mais ricos.

    Abraço!
  • Felipe  29/03/2016 16:26
    Acho difícil esse cenário.

    Água o planeta tem de sobra... O que poderia escassear é a água potável. Mas aí existem diversos processos que poderiam ser desenvolvidos e barateados (purificação, dessalinização, etc).
  • Ronaldo Alves Monteiro  31/10/2016 01:34
    Gostaria Eu Ronaldo Alves Monteiro da morador da nova casa da Rua São Leopoldo, 21, da Vila Arens, Jundiaí, São Paulo, Cep.: 13.201-690, Brasil de receber o meu carro de luxo usado.
  • Papai Noel  31/10/2016 11:58
    Receber em troca do quê? O que você tem a oferecer em troca de um carro de luxo? Você não pode querer ganhar algo em troca da nada.
  • Andre  31/10/2016 13:07
    Um Tempra 2 portas 1992 16v chegará em sua casa, mas vai ter que usá-lo todos os dias.
  • Ronaldo Alves Monteiro  01/11/2016 22:33
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  • Regiane Bertini  06/03/2017 23:58
    Qual é o autor desse excelente artigo? Gostaria de saber a fonte para pesquisar mais a respeito.


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