clube   |   doar   |   idiomas
Uma análise ética, sócio-política e econômica da saúde socializada

Serviços de saúde, remédios e equipamentos médicos obedecem às mesmas leis econômicas que existem para qualquer outro bem ou serviço.  São recursos escassos.

Sendo assim, apenas se houver as trocas de mercado é que poderemos ter uma ideia de seu real valor aproximado, relativamente a todas as outras necessidades das pessoas. 

Quando produzidos privadamente, há uma tendência de aumento da qualidade e queda no preço. Isto se deve à concorrência entre os empreendedores que, por terem de agradar a cada vez mais clientes — caso contrário não terão lucro —, inovam, diversificam, barateiam e fazem precificações e cálculos de risco.

Esta é a maneira eficiente e pacífica de produção.

Mas há também a maneira ineficiente e violenta.

Imagine que uma pessoa consiga capital por meio de vários assaltos à mão armada contra a população ou por meio da impressão de moeda falsificada, podendo adquirir verba sempre que quiser.  Imagine também que ela tenha o poder de regular e até mesmo de suprimir a concorrência. 

Que tipo de serviço de saúde ela irá oferecer?  Sem preocupação em ter de agradar o cliente, em obter lucro e em se manter no negócio, os seus custos subirão e ela praticará cada vez mais assaltos e falsificações de moeda.  A qualidade despencará. 

Este insano sistema existe e se chama Sistema Público de Saúde.

Definamos, portanto, as duas formas de prestação de serviços de saúde: privada (pacífica) e pública (coercitiva).

A superioridade ética da produção privada é evidente. Ela respeita os direitos naturais de vida, liberdade e propriedade do indivíduo, enquanto a pública envolve necessariamente a coerção contra inocentes, seja no seu financiamento via taxação, seja na sua forma regulatória.

Uma análise econômica sólida nos permite entender como a existência de um aparato público de saúde prejudica os mais pobres. 

As instituições médicas estatais funcionam sob um regime socialista de produção. O capital é obtido por meio da tributação e nenhum dos seus gestores arrisca recursos privados no empreendimento. Não há incentivos e nem meios de se fazer um cálculo objetivo do valor dos bens de capital empregados, tais como terreno, máquinas, salários, equipamentos, energia e matéria-prima. 

Ainda que um preço fosse estipulado para os serviços médicos estatais, a ausência de propriedade privada sobre os meios de produção do serviço impede sua precificação eficiente e torna impossível a aferição de lucro.

Envolto nesta névoa da ausência de preços, o sistema público será um arranjo necessariamente ineficiente. O resto da sociedade terá de arcar com seus hipertrofiados custos de operação pagando mais impostos. Todo e qualquer imposto, ainda que incida diretamente apenas sobre os mais ricos, afetará principalmente os pobres

Com essa maior carga tributária, haverá menor acúmulo de capital por parte das empresas.  Consequentemente, menos empregos serão gerados, o que diminuirá salários.  Ao mesmo tempo, menos bens e serviços serão produzidos, encarecendo todos os bens da economia, inclusive aqueles utilizados como insumo pelos prestadores de serviços médicos.  O plástico da embalagem do remédio ficará mais caro ao mesmo tempo em que o pobre terá menor poder aquisitivo. 

As implicações lógicas no campo da sociologia e da política são ainda mais graves.  O círculo vicioso econômico irá se intensificar, pois haverá mais lobby político pressionando por um aumento das verbas da saúde, o que agrava o quadro.  Um político que tentasse interromper este pernicioso processo perderia capital político e não teria muita chance em uma democracia.

Considerando ainda que as pessoas agem para satisfazer seus próprios interesses, é ingenuidade pensar que os políticos agem para cuidar da população. O objetivo dos membros do estado é gerar dependência e fazer demagogia para permanecerem no poder.  Dessa forma, eles não apenas mantêm um sistema público de saúde, como também regulam o setor privado, tornando-o menos atrativo e evitando a extinção natural que normalmente ocorreria com uma instituição tão desastrosa. 

Conforme explica esse artigo:

O que ocorreria em um arranjo em que há contínua deterioração dos serviços de saúde e os salários dos médicos são controlados pelo governo?  A resposta é óbvia: os médicos iriam querer fugir de tal sistema e passar a lidar diretamente com seus pacientes, sem amarras burocráticas e sem regulamentações.  Ou seja, haveria uma fuga de médicos para a medicina totalmente privada, em um arranjo de livre mercado.

Em tal arranjo, obviamente, os médicos não apenas poderiam ganhar maiores salários, como também teriam a liberdade de tratar seus pacientes de acordo com seus próprios critérios médicos, o que iria lhes render ainda mais clientes e, consequentemente, mais dinheiro.  

Na medicina pública permaneceriam apenas os ruins e incapazes, algo péssimo para qualquer democracia, um sistema em que políticos precisam de votos. 

Sendo assim, o governo fica em uma encruzilhada.  Ao mesmo tempo em que deve desafogar o setor público de saúde, ele não pode permitir que o setor privado crie grandes incentivos, sob pena de perder seus melhores profissionais e, consequentemente, permitir a total deterioração da medicina pública.  Logo, ele precisa criar um meio termo.

E é assim que o governo entra em cena estipulando pesadas regulamentações sobre o setor de planos de saúde, fazendo com que os serviços médicos fornecidos por seguradoras sejam quase tão ruins quanto os do SUS. [...]

Apenas os realmente ricos conseguem contornar tais empecilhos, e geralmente fazem suas consultas, internações e cirurgias sem o uso de seguradoras, lidando diretamente com os médicos, sempre os melhores.  E estes, por sua vez, irão cobrar caro justamente porque não possuem concorrência para suas qualidades e também porque sabem que possuem uma clientela cativa, composta daquelas poucas pessoas que podem se dar ao luxo de não utilizar planos de saúde para pagar suas cirurgias.

Ou seja, a forte regulação faz com que apenas médicos de elite consigam contornar todas as barreiras impostas pelo estado e atender seus clientes sem intermédio de convênios e seguradoras.  Esta medicina de alto padrão fica sendo um privilégio dos muito ricos.

A existência do sistema público possui ainda os seguintes efeitos: diminui o zelo pessoal para com a própria saúde; subsidia a doença à custa das pessoas saudáveis; diminui a propensão à caridade; e diminui a inovação empreendedorial, o que poderia baratear a medicina e levá-la às classes de baixa renda. 

O efeito mais nefasto, contudo, é a sanha estatal em reduzir os inevitáveis gastos crescentes com saúde pública por meio do controle dos hábitos da população.  As hitlerescas medidas de proibição das drogas, banimento do cigarro com sabor, controle alimentar e proibição da gema de ovo crua são consequências da saúde socializada.  Não me surpreenderia com o advento de sessões de treinamento físico em frente a teletelas.

Na ausência do estado, os pobres teriam acesso a um amplo e dinâmico mercado de seguros de saúde, cujo mercado não mais seria regulado em prol das seguradoras, como ocorre hoje.  As empresas disputariam mão-de-obra oferecendo, dentre outras coisas, atraentes coberturas de saúde.  Hospitais atenderiam doentes indigentes graves como forma de propagandear seus serviços. 

A desregulamentação total dos cursos de medicina permitiria a formação de médicos bons e baratos.  Serviços de hospitais-escola privados, muito melhores que qualquer sistema estatal, poderiam atender gratuitamente, pois ganhariam com a formação de seus alunos.  Ações filantrópicas e de caridade cobririam as lacunas.  E tudo isso sem falar na ausência de impostos e regulações que hoje aumentam o custo de vida do pobre.

Se o socialismo agrícola matou tantas pessoas de fome e se a produção privada de comida alimenta tantas bocas onde quer que haja um mercado relativamente livre, por que insistimos no erro da medicina socializada diante de tantas evidências?

______________________________________________

Artigos complementares:

Como Mises explicaria a realidade do SUS?

Um retrato da saúde brasileira - um desabafo de dois médicos 

Como o SUS está destruindo a saúde dos brasileiros 

Verdades inconvenientes sobre o sistema de saúde sueco 

Como realmente funciona o sistema de saúde americano 

Nem todos os problemas de saúde são seguráveis 

A saúde é um bem, e não um direito 

O mercado e o sistema de saúde de El Salvador

A medicina cubana - um modelo?

A medicina socializada e as leis econômicas 

Quatro medidas para melhorar o sistema de saúde


1 voto

autor

Paulo Kogos
é um anarcocapitalista anti-político. Estuda administração no Insper e escreve para o blog Livre & Liberdade e no seu blog pessoal.

  • Felipe  15/10/2014 15:12
    "A superioridade ética da produção privada é evidente. Ela respeita os direitos naturais de vida, ... , enquanto a pública envolve necessariamente a coerção contra inocentes..."

    Gostei da frase.

    Só achei a imagem de comparação desnecessária, não precisamos de imagens ou evidências empíricas para provar o obvío, basta ter cerébro para saber que o modelo do liberalismo é o mais eficiente. Tanto pela ética quanto por eficiência econômica
  • Porta-Voz  15/10/2014 15:58
    Infelizmente -- e infelizmente mesmo -- apenas a teoria não basta. Sempre é necessário demonstrar alguns resultados práticos.

    Por exemplo, o comunismo só perdeu apoio depois que as pessoas realmente testemunharam os efeitos práticos de sua implantação. Se ficássemos só no campo teórico -- e o comunismo ainda não tivesse sido tentado --, pode ter certeza de que seus defensores seriam majoritários no mundo de hoje.

    O mesmo raciocínio vale para a saúde pública.
  • Felipe  15/10/2014 17:09
    Mesmo com os inúmeros fracassos tem muito gente que continua defendendo o socialismo


    O pessoal não entende, a lógica deles é que o governo cria riquezas e os empresários roubam.

    E muita gente pensa assim, não há inteligência no cerebro deles, acho que o polilogismo estava correto, alguns tem lógicas diferentes da gente, só pode.
  • Dede  15/10/2014 18:38
    Eu tenho um colega de trabalho, formado em economia, que ainda fala em comunismo. Na visão dele, PT e PCdoB são de direita.
    Ele diz que o comunismo é um ideal, um mundo justo, onde a produção é voltada para o bem comum e não para acumulo de riqueza. Eu já tentei argumentar sobre a impossibilidade de uma economia planificada, mas ele não leva em consideração nenhum argumento.
    O marxismo está morto, mas as idéias comunistas ainda vivem.
  • Felipe  15/10/2014 19:08
    "ele não leva em consideração nenhum argumento"

    E não tem ética nenhuma também.

    Uma economia comunista não tem nada de justa, apropriasse de toda a propriedade privada, inclusive do próprio corpo do homem que deve servir a algum burocrata.
    Liberdade é um direito natural não existe discussão, quem tentar se apropriar da sua liberdade tem que sofrer do mesmo mal.
  • Lucas  15/10/2014 19:01
    Kogos, concordo totalmente com você. Agora, poderia detalhar a situação das pessoas realmente pobres num possível ambiente 100% privado? Não p/ mim, mas para os desavisados e mal-intencionados que virão aqui comentar abobrinha típica de socialista.
  • Pablo  15/10/2014 19:06
    Já feito nos links listados ao final do artigo, em especial no último.
  • Cat  15/10/2014 19:19
    Esse artigo ajuda a ter uma idéia. Note que o preço alto é consequência direta da regulamentação na área.

    Who's going to pay? The average cost to treat an Ebola patient could run as high as half a million dollars

    Destaco a seguinte parte:

    Duncan has been in isolation in the hospital for nine days so far. "If they recognize that he has no money they will clearly just write it off as charity care," Anderson said in a telephone interview.

    Basicamente, num arranjo mais livre, os tratamentos funcionariam assim. Na verdade já funcionam, creio que grande parte dos hospitais particulares sempre receberam ajuda da comunidade - isto é, antes do governo taxar tudo de tal maneira que não sobra mais dinheiro para a caridade.
  • Paulo Kogos  15/10/2014 19:39
    Lucas

    boa ideia vamos fazer isso agora

    ASSUMAMOS UMA SOCIEDADE ANARCOCAPITALISTA SEM ESTADO

    FATORES GLOBAIS DECORRENTES DA AUSENCIA DE GOVERNO
    --> maior acumulo de capital
    --> menor custo de vida
    --> materiais mais baratos já que nao há imposto
    --> ausencia de inflação
    --> menor preferencia temporal
    -----> maior investimento em saude
    -----> maior zelo das pessoas com saude gera ambientes mais saudaveis, reduz custos das seguradoras

    Tudo isso reduziria o numero de pessoas extremamente carentes pra um minimo

    AGORA SUPONHAMOS QUE EXISTE UM COMPLETO INDIGENTE COM UMA DOENÇA GRAVE E TRATAMENTO CARO. VÁRIAS OPÇÕES

    --> caridade privada, doações e fund rising
    --> Igrejas, ordens religiosas
    --> mercado de crédito pra saúde (o cara se compromete a ressarcir os gastos ao longo dos anos)
    --> empresa cobre o tratamento se o indigente se comprometer a trabalhar pra empresa por salario baixo por X anos
    --> empresas pagam como apelo de marketing
    --> médicos e hospitais atendem como parte de um programa de treinamento ou pesquisa médica
    --> formação de uma cultura de responsabilidade de caridade já que nao existe governo leva pessoas que não contribuem a serem mal vistas
    --> rifas de caridade (1000 pessoas pagam 10 reais... o empresário fica com 20% desses 10 mil como lucro... sorteia um computador de 3000 reais e outros 10 premios de 200 reais.... 2000 + 3000 + 2000 = 7000... sobram 3000 que são usados pra pagar uma cirurgia pro indigente
    --> consórcios de caridade (análogo ao item anterior)
    --> universidades e laboratórios cobrem o tratamento do indigente para poder estudar o case
    --> rede de fornecedores e clientes de um hospital incluem um cláusula contratual, via negociação, de que o hospital reservará um fundo de caridade para atender indigentes. Em troca o hospital ganha coisas como maior prazo pra pagamentos por exemplo
    --> pessoas comuns criam um seguro-indigência (afinal ficar na miséria é um risco). Esses prêmios cobririam uma certa cesta de serviços, via contrato, como indenização.
    --> qualquer combinação das alternativas anteriores

    E SE O ESQUERDOSO VIER COM O MIMIMI DE QUE AS PESSOAS NAO FARÃO CARIDADE ALGUMA?
    --> e porque os políticos fariam? vc realmente acha q eles são melhores que o resto da humanidade?
    --> se o governo faria isso sob pressão da população, já estamos assumindo que a população se preocupa com a saúde dos indigentes, a única diferença é que o governo vai desperdiçar, alocar errado, e ainda terá gastos administrativos (sem contar o risco moral)
    --> a existencia de caridade privada está comprovada empiricamente, mesmo com a existencia de governo

    POR FIM, SE VC AINDA TEM ALGUMA DUVIDA, E AINDA QUE VC SEJA UM UTILITARISTA, O BENEFÍCIO DA DÚVIDA É DA ALTERNATIVA QUE NÃO ENVOLVE AGRESSÃO CONTRA INOCENTES


  • catarinense  15/10/2014 19:04
    Ótimo artigo, Paulo.

    Fugindo do assunto, que tal um artigo aqui no IMB sobre as ZEDEs em Honduras?
  • Cat  15/10/2014 19:15
    Opa, um doppelganger! Mas é ótimo ver mais conterrâneos aparecendo por aqui.

    Catarinense ( o antigo )
  • Ali Baba  16/10/2014 10:43
    Também queria ler mais sobre as ZEDEs...
  • Tannhauser  16/10/2014 12:16
    Também já pedi e estou aguardando sobre as ZEDE´s
  • Sérgio  16/10/2014 02:31
    Só sei que recentemente, os suiços disseram NÃO à estatizaçaõ da saúde.

    Enquanto isso, aqui no Brasil, os políticos ganham votos prometendo gastar na saúde.
  • anônimo  16/10/2014 02:31
    Como é que funciona o sistema de saúde do Japão, que tem a maior expectativa de vida do mundo?
  • Felipe  16/10/2014 13:56
    Primeiro o sistema público de saúde do japão não é de graça como no Brasil

    Segundo deve se levar em conta a sua cultura, os japoneses são mais higienicos e tem melhores hábitos alimentares que os ocidentais. Também são mais ricos e tecnologicamente mais avançados.

    vamos lá:

    O estado oferece seguros de saúde onde banca parcialmente os gastos com saúde e dependendo da sua renda, apenas em caso de quem tem baixa renda o governo ajuda integralmente ( e no japão não é taõ comum alguem ser baixa renda), além disso quase não há hospitais públicos no japão, isso é problema da iniciativa privada.

    Continuando...

    O sistema de saúde japonês ainda assim é bem caro ao cidadão, são 8,7% do PIB tirados de impostos, e o PIB japonês é bem alto, logo há muitos recursos destinados a saúdes, certamente será melhor que do Brasil, somando que há muitos mais ricos proporcionamente, o que permite não transborda tanto os serviços públicos

    Para melhores detalhes veja esse depoimento de um brasileiro que vive no japão:

    vidaniponica.wordpress.com/2013/07/20/nao-existe-hospitais-publicos-no-japao/
  • Malthus  16/10/2014 14:43
    Além do mais, os japoneses fumam pra cacete. E, como diz Olavo de Carvalho, a nicotina aumenta a inteligência e, em alguns casos, também a expectativa de vida.
  • anônimo  17/10/2014 09:50
    'E, como diz Olavo de Carvalho, a nicotina aumenta a inteligência '

    Isso explica muita coisa.
  • Rennan Alves  16/10/2014 14:28
    "...que tem a maior expectativa de vida do mundo?"

    Isso mudou a algum tempo:

    https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2102rank.html

    Não conheço o sistema de saúde japonês, entretanto, dado que as crianças são ensinadas desde o jardim da infância a seguir os três supremos "mandamentos" japoneses: kyoiku, kinro, and nouze (educação, trabalho e impostos), imagino que seja bastante elogiado, graças aos impostos abusivos.
  • Dalton C. Rocha  16/10/2014 17:55
    "Cuba tem espiões infiltrados no programa 'Mais Médicos'
    Mensagem Direta de Inteligência ao ministro da Defesa atesta que a ditadura cubana infiltrou militares no programa" > www.jornaldamidia.com.br/noticias/2014/10/16/Blog_do_JM/Cuba-tem-espioes-infiltrados-no-programa-Mais-Medicos.shtml
  • Silvio  16/10/2014 20:25
    Ah, não diga! O pessoal da inteligência descobriu a pólvora e América, tudo ao mesmo tempo!

    Pombas, antes de chegar o primeiro médico cubano aqui no Brasil qualquer pessoa minimamente bem informada já estava careca de saber isso, até porque esse mesmo programa já vinha sendo executado na Venezuela. Não acredito que esses imbecis ganham um salário nababesco para descobrir coisas que qualquer um já tinha condições de saber há anos. Uma lástima.
  • Emerson Luis, um Psicologo  25/10/2014 17:21

    Às vezes, o que parece ser a ideia mais humanitária é a que mais prejudica as pessoas, enquanto o que parece insensível é o que na verdade mais as beneficia.

    * * *
  • JAIR BOLSONARO  27/04/2016 01:35
    Aqui se defende a liberdade de expressão, portanto,
    CARÍSSIMOS:
    Conclamo a todos que viram a OAB RJ escolher qual ideologia pode ser elogiada no Brasil, que assinem petição pública pedindo a punição por improbidade administrativa e por crime de prevaricação dos advogados do conselho da OAB RJ, no caso do discurso do Bolsonaro. A petição está aqui: "Pela punição por improbidade administrativa e por prevaricação dos subscritores de petições contra Bolsonaro em razão do voto no Impeachment na Câmara" Link da petição aqui: www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR90502


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.